Cachaça Amarela Cachaça Branquinha Cachaça Rosada Cachaça Verde Cachaça Escurecida Outras variedades.Todos estes tipos são produzidos com cana-de-açúcar, banana, arroz, outros frutos e cereais. Contudo de cada um deles, pode se extrair uma variante de nuances, texturas e aromas. Alguns tipos mais fortes, outros mais suaves e outros semi-adocicados, podendo se chegar a cachaça licorosa. Cachaça de Alambique A cachaça de alambique diferencia-se por ser produzida em pequenas destilarias, que utilizam cana-de-açúcar cortada a mão, sem a queima das folhas. A moagem ocorre no máximo 24 horas após o corte e utiliza apenas cana selecionada, com o descarte da ponta e da palha. O processo de fermentação, que pode levar de 24 a 30 horas, é peculiar, podendo utilizar fermentos produzidos no próprio alambique ou então fermentos selecionados, disponíveis no mercado. A produção por esse sistema é sempre em pequenas quantidades, sendo que a média brasileira fica entre 300 e 1.000 litros/dia. Os alambiques utilizados são de cobre, similares aos que se usa para destilação do conhaque, aquecidos com fogo direto ou vapor. A escolha desse material se deve às suas propriedades como bom condutor de calor e também por catalisar reações químicas que eliminam substâncias com odores desagradáveis, como mercaptanas e ácidos graxos. As Cachaças de Alambique podem ser:
Jovens: Produto saído do Alambique logo após a destilação, com apenas um período de repouso. É consumida em coquetéis, caipirinhas ou supergelada, em pequenos copos de cristal. Envelhecidas: Esta cachaça passa no mínimo um ano em barris de madeiras nobres de origem brasileira (como amendoim, grápia, umburana, ipê, bálsamo, jequitibá) ou de carvalho importado. Com isto, a bebida amadurece, arredonda, aromatiza, bonificando suas propriedades. Este processo transforma a cachaça em um destilado fino, nobre e único.De acordo com a legislação, para ser considera envelhecida, a cachaça não pode ser armazenada em barris com capacidade superior a 700 litros. Cachaça Industrial A cachaça industrial, também chamada de aguardente de cana, é produzida em grandes destilarias, localizadas especialmente em São Paulo e no Nordeste. A cana utilizada é colhida com máquinas, após a queima das folhas no campo, e transportada em grandes caminhões até as moendas. Ali é extraído o suco da cana, que passa então por uma fermentação de apenas 6 horas, no qual se usam catalisadores químicos, que aceleram o processo. A destilação é feita em grandes colunas de aço inox, sem a separação da cabeça e da cauda, em um processo de destilação contínua. Com isto, a produção é muito maior, com grande rendimento, mas sem o refinamento de um destilado nobre. As cachaças famosas do Brasil A cachaça é uma mistura das tradições de imigrantes europeus e escravos africanos, que imortalizaram a história e a cultura desta bebida. Por ser tão popular e consumida, tornou-se parte da preferência nacional, assim como a cerveja na Alemanha, o whisky na Escócia, o vinho na Itália e a Tequila no México. Entre seus adoradores, existem aquelas que se tornaram as preferidas e mais consumidas no território brasileiro. Com tanta admiração a pinga, veja a história e produção de dez cachaças conhecidas entre o público bom de dose. Cachaça – Coqueiro
Cachaça Coqueiro
A cachaça coqueiro é a primeira bebida brasileira a receber o selo de qualidade e excelência do Ministério do Agricultura.
Originária de Paraty (RJ), ela mantém seu processo de fabricação artesanal dos antigos engenhos da região.
Com seus mais de 450 anos de existência, está aliada aos novos recursos tecnológicos de controle e melhoria constante da qualidade.
Cachaça – João Mendes
Cachaça João Mendes
Cachaça Santa Terezinha
Cachaça Seleta e Boazinha
Cachaça Salinas
Cachaça Gabriela
Cachaça Olho de Boi
Cachaça Caninha 51
Cachaça Lua Cheia
A cachaça Lua Cheia surgiu em 1972, na fazenda de João Fernandes Sobrinho na cidade de Salinas, Minas Gerais.
Mesmo com sua produção simples de aguardente de cana, ela alcançou os bares e restaurantes dos apreciadores da legítima cachaça artesanal brasileira.
Fonte: www.netbabillons.com.br/www.alambiquesgauchos.com.br/www.chefonline.com.br/live.staticflickr.com