Chiclete
Cada hora aparece um tipo novo no mercado: ou a forma é super inusitada ou o apelo vem nos sabores diferenciados que dão vontade de pular dentro dos comerciais para experimentar. Mas nada de pensar que mascar chicletes é uma mania do homem moderno. Essa é uma história de muitos anos atrás!
Como surgiu o chiclete?
Essa é uma pergunta que ainda alimenta os curiosos de plantão…Se você sair por aí pesquisando sobre o tema, encontrará diferentes versões.
Mas uma coisa é certa: muito antes do chiclete ser inventado, os seres humanos já mascavam gomas vegetais.
O Guia dos Curiosos conta assim esta história:“Em 1993, (…) o pesquisador sueco Bangt Nordqvist publicou um artigo científico no qual afirmava que a goma de mascar havia surgido muito antes. Ele encontrou no sul de seu país três pedaços de resina de bétula mascados por dentes humanos perto de ossadas da época da Idade da Pedra. Nordqvist afirma que o produto contém zilitol, um desinfetante usado para limpeza dentária, que ajudava os homens primitivos a manter a arcada protegida.”Alguns historiadores dizem que essa foi uma descoberta dos índios da Guatemala, que mascavam uma resina extraída de uma árvore chamada chicle para estimular a produção de saliva durante suas longas caminhadas. Os maias, do sul do México, também conheciam a goma de chicle, que, ao que tudo indica, usavam para refrescar o hálito. A goma era extraída de uma árvore nativa do Yucatan e de outras partes do sul do México e do noroeste da Guatemala, Sapodilla ou Manilkara zapota L. O hábito estava longe de ser uma novidade quando os espanhóis chegaram por lá em 1518. Mas, seja qual for a versão, o chiclete não era comercializado na forma que vemos hoje. Foi somente no final do século 19 que um fotógrafo americano chamado Thomas Adams, junto com o um general mexicano exilado em Staten Island, Antonio Lopez de Santa Anna, resolveu fazer do chicle uma fonte de lucros. A primeira idéia que os dois tiveram foi usar a resina para misturar à borracha utilizada na fabricação de pneus e assim baratear muito os custos. Resultado: frustração total. Suas experiências não deram nada certo! Adams então teve a idéia que apresentou o chiclete ao mundo: já que o general costumava mascar a resina, por que não mascar algo com um sabor diferente? Resolveu então acrescentar o alcaçuz ao produto, produziu uma certa quantidade em formato de bolas, embrulhou-as em papéis coloridos e passou a vendê-las. Embora colorida com algumas imprecisões, a história de Thomas Adams é fartamente documentada. No site About, Mary Bellis, editora da seção Inventores, alinhava documentos da The Encyclopedia of New York City, editada pela Universidade de Yale, que comprovam o uso do chicle das florestas mexicanas na fabricação dos primeiros Chicletes Adams. Chiclete no Brasil Foi durante a Primeira Guerra Mundial, em 1945, que os brasileiros tiveram o primeiro contato com a versão industrializada dos chicletes, por meio do contato com soldados norte-americanos. O Ping Pong — ícone da infância de muita gente — foi o primeiro chiclete lançado no Brasil, pela Kibon. A maior bola O Guinness, o Livro dos Recordes, informa que a maior bola de chiclete foi feita por uma americana, Susan Montgomery Williams, da Califórnia. A bola media 58,4cm e o recorde de Susan é de 1994! Mais inteligentes? Existe um estudo feito pela Universidade de Nothumbria, na Grã-Bretanha, que reúne evidências que sugerem que o hábito de mascar chicletes pode ser bom para a memória e a inteligência. Segundo os pesquisadores, a freqüência dos movimentos feitos para mascar causam um aumento na freqüência cardíaca. Eles acreditam que isso faça aumentar a oxigenação do cérebro, dando mais eficiência às suas funções. Chiclete para cachorro Ah…essa mania de achar que os animais tem que fazer coisas de seres humanos!!……No começo do ano, uma empresa de produtos para cães anunciou o lançamento de chicletes caninos. São ossinhos maleáveis feitos com um couro comestível, de sabores e aromas variados. Segundo eles, a goma de mascar diverte e alivia o estresse dos animaizinhos, além de evitar o tártaro e o mau hálito. “Você Sabia… Que o chiclete é feito a partir do látex de uma árvore e que não deve ser mascado pela manhã?
Chiclete
Chiclete
Um dos doces preferidos das crianças de hoje era também uma das diversões mais comuns das crianças astecas dos séculos XIV a XVI.
Mascar chicletes é um hábito antigo que, por muitos anos, envolveu um código rígido de conduta.
A arqueóloga Jennifer Mathew, em seu recém-lançado livro “Chicle: The Chewing Gum of the Americas” (“Chiclete, a goma de mascar das Américas”, inédito
Aparentemente descoberto pelos astecas e pelos maias, o chiclete pode ter origens ainda mais antigas. “Os exemplos mais remotos que temos da goma vêm da Mesopotâmia, começando no ano 9 mil AC. Encontramos resíduos de chiclete de bétula [feito de resina da planta ornalmental] em dentes de adolescentes da época. Os astecas mantinham uma disciplina rigorosa no assunto. Segundo Mathews, homens e mulheres casadas que mascavam goma em público eram considerados “repugnantes” – somente mulheres idosas e crianças poderiam fazê-lo. Documentos descrevem prostitutas que podiam ser identificadas pelo seu perfume forte e pelo som de suas bocas mascando chicletes. Homens e mulheres que não cumprissem essas regras eram geralmente taxados de pervertidos. Eles sabiam do uso da goma para limpar os dentes – usavam também para acender fogo -, mas simplesmente não queriam que isso fosse feito em público. O hábito continuou com a colonização e, aparentemente, o repúdio também. Em 1898, um jornal britânico noticiou que agentes da saúde estavam alertando contra a “goma de mascar americana” pela sua suposta periculosidade. Anos depois, o revolucionário bolchevique Leon Trotsky disse que mascar chiclete era uma forma de o capitalismo fazer com que o homem trabalhasse sem pensar muito: “parece um ato religioso, como alguma reza para o Deus-Capital”. Nos anos 1848, um homem chamado John Curtis fundou nos EUA a primeira fábrica de chicletes, feitos da árvore de picea. Embora bom no começo, o sabor da goma ficava amargo depois de algum tempo na boca, e a moda não vingou. O chiclete atual A popularização do chiclete veio mesmo com a descoberta da substância extraída da árvore chamada sapoti – o chicle. O inventor da nova goma foi o americano Thomas Adams. Ao testar produtos com chicle (que ele conheceu por intermédio do ex-presidente mexicano Antonio López de Santa Ana, que visitou Nova York), em 1859, ele descobriu um novo tipo de chiclete, que passou a ser vendido na forma de pequenas bolas cinzentas sem sabor. Mais tarde, um outro tipo foi criado, com adição de açúcar, e teve uma aceitação maior. Mas a pessoa que fez o chiclete “estourar” nas vendas foi mesmo William Wrigley Jr., um vendedor de sabonetes que percebeu que as pessoas adoravam quando ele colocava um “brinde”, como um chiclete, nos produtos. Logo ele ingressou no ramo e chegou a enviar um pacote de quatro chicletes de menta para todas as 1,5 milhões de pessoas da lista telefônica dos EUA. Sua fortuna foi depois avaliada em US$ 150 milhões – isso em 1898. Na Segunda Guerra Mundial, o chiclete virou produto escasso – o Exército incluiu a goma na dieta dos soldados e o gosto pelo doce atingiu todos os lugares. A demanda pelo chicle aumentou e os produtores estavam extraindo mais do que o limite das árvores. E então vieram os chicletes sintéticos, feitos com uma goma que inclui produtos derivados do petróleo – as fábricas de goma não divulgam a receita pois é considerada segredo industrial. Atualmente, apenas duas empresas fazem o chiclete natural, como antigamente, e o vendem para uma clientela limitada. Quem nunca se rendeu a um chiclete? Você sabia que o chiclete faz bem ao nosso cérebro?
Chiclete
Chiclete
Diz a história que o chiclete foi inventado a partir de uma resina maleável a qual se acrescentou licor, transformando-a em uma borracha saborosa que era mastigada pelos soldados na segunda guerra, diminuindo assim a tensão e o stress.
Considerando fatos históricos e a satisfação geral da população mundial diante rara invenção, eu diria que após longos anos de transformações, o chiclete continua sendo preferência global. Existem aqueles antigos de caixinha, qual sabor era mostrado pela cor da caixa, mas que nem sempre era fiel ao gosto, trazendo um sentimento de frustração momentânea inabalável. Quadrado, redondo, de bola ploc, ping pong. Ah! Esse sim era uma febre nos anos 80. Também vinha em várias versões de cores e sabores e refletia uma sensação de liberdade e conforto. Algumas novidades surgiram no mercado, tipo o Trident, que já é um chiclete mais sofisticado, uma atualização do Adams, que por sinal foi o responsável pelo lançamento dessa mania mundial. O mundo foi se modernizando e com ele surgiu o bubaloo, que continha um líquido cremoso dentro notado já na primeira mordida. Aquilo sim era frescor! Hoje em dia, com a tecnologia apropriada, foi criada até a versão chocolate, além dos modelos internacionais. Assim, exemplares desse pequeno prazer podem ser encontrados em muitos lugares, o difícil é saber qual se mantém mastigável após dois minutos de degustação. É uma mistura de algo desconfortável com aquele resquício de ser um produto vindouro da resina. O mais complexo de tudo é imaginar que serem humanos inteligentes continuam praticando a ginástica facial do chiclete. Não importa o local, bares, boates, reuniões de negócios, estradas, na sala de casa, o que interessa é que mais que uma mania, ochiclete é uma sofisticação da evolução histórica mundial. Portanto, só nos resta escolher o sabor, a forma e aderir a essa ideia. Com moderação, é claro! Chiclete – Origem
Chiclete
Chiclete
Não se sabe se o hábito de mascar gomas surgiu com índios guatemaltecos, que mascavam uma resina de árvore para estimular a salivação; se é uma herança da civilização maia; ou ainda se é resquício de um costume da Grécia Antiga, onde se mascava a resina de uma árvore para melhorar o hálito.
A origem do antepassado do chiclete pode ser misteriosa, mas a invenção do chiclete moderno, bem próximo ao que conhecemos hoje, é mais famosa: ele foi criado por Thomas Adams Jr., em 1872.
Difundido durante as grandes guerras mundiais, quando era considerado praticamente uma terapia contra o estresse causado pelos conflitos, hoje o chiclete é uma verdadeira mania mundo afora. Contudo, é importante lembrar que mascar chiclete o tempo todo não está entre os hábitos alimentares mais saudáveis. O ato de mastigar o chiclete engana o cérebro e o estômago, pois nosso organismo está condicionado a relacionar a mastigação á ingestão de alimentos e, no caso do chiclete, a gente mastiga, mas não ingere nada. Logo que começamos a mascar chiclete, o nosso corpo que não consegue identificar se o que temos na boca é um chiclete, um pedaço de bolo de chocolate ou uma bela garfada de arroz com feijão já entra em atividade para iniciar o processo de digestão do alimento. Assim, a produção de suco gástrico é estimulada no estômago. Como não engolimos nada, e geralmente nosso estômago está vazio, esse suco gástrico, extremamente ácido, acaba atacando a mucosa do estômago podendo provocar gastrites e úlceras. Segundo pesquisas, não há problema em se mascar um chiclete de vez em quando, mas se você mascar muitos chicletes ao dia, provavelmente sua saúde será prejudicada. O indicado é mascar, no máximo, um chiclete por dia. Fonte: www.softschools.com/www.dentalpress.com.br/pfbrandao.com/www.candyfavorites.com