Fachada de pedra gótica da Abadia de Westminster, um lugar de culto cristão
Deus Pai Deus o Filho O Espírito SantoCulto cristãos nas igrejas. Seus líderes espirituais são chamados sacerdotes ou ministros. O livro sagrado cristão é a Bíblia , e consiste dos Antigo e Novo Testamentos. Christian dias santos , como Páscoa e Natal são marcos importantes no calendário ocidental secular.
Os fundamentos da fé cristã
Deus, Jesus e os santos
A Bíblia é a base da fé cristã
Velas acesas na igreja durante a oração cristã
Mão cristã sacerdote segurando finas, wafers brancos Comunhão
A Trindade
Os cristãos acreditam na Trindade – que é, em Deus como Espírito, Pai, Filho e Espírito Santo. Alguns confundem isso e acho que os cristãos creem em três deuses separados, o que eles não fazem. Os cristãos acreditam que Deus tomou a forma humana, como Jesus Cristo e que Deus está presente hoje, através do trabalho do Espírito Santo e evidente nas ações dos crentes. Crenças cristãs sobre DeusHá um só Deus Deus é uma Trindade do Pai, Filho e Espírito Santo Deus é perfeito Deus é onipotente Deus está em toda parte Deus sabe de tudo Deus criou o universo Deus mantém o universo vai Deus intervém no universo Deus ama a todos incondicionalmente (embora as pessoas têm de cumprir várias condições, a fim de alcançar a salvação) Os seres humanos podem conhecer a Deus através da oração, adoração, amor e experiências místicas Os seres humanos podem conhecer a Deus pela graça de Deus – que é através do seu amor e seu poderDeus o Filho
Deus viveu na terra como Jesus Jesus era Deus completa e totalmente humana Jesus nasceu de uma mulher humana, Maria, mas concebido do Espírito Santo Porque Jesus era totalmente humano que ele foi objeto de dor, sofrimento e tristeza como outros seres humanos Jesus foi executado por crucificação, mas ressuscitou dos mortos na ressurreição Vida de Jesus é um exemplo perfeito de como Deus quer que as pessoas vivam Jesus morreu na cruz para que aqueles que acreditam nele serão perdoados todos os seus pecadosDeus o Espírito Santo
Depois da Ressurreição, Jesus permaneceu na terra por apenas alguns dias antes de subir ao Céu Jesus prometeu que ele iria ficar com seus seguidores, então depois que ele foi para o céu, enviou o seu Espírito para guiá-los O Espírito Santo continua a guiar, conforto e encorajar os cristãosMas exatamente como isso poderia funcionar?
Atores representando soldado romano pregando Jesus na cruz
Um juiz e prisioneiro em um tribunal Um pagamento de resgate para a liberdade de um escravo Um rei estabelecer seu poder Uma vitória militarE aqui estão alguns exemplos de como o Novo Testamento explica a morte de Jesus:
“Porque o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”. Palavras atribuídas a Jesus em Marcos 10:45 “Beba todos vocês a partir deste”, disse ele. “Porque este é o meu sangue, o sangue da aliança, que será derramado por muitos para remissão dos pecados.” Palavras atribuídas a Jesus em Mateus 26:28 Pois bem, em primeiro lugar, eu te ensinou o que eu tinha sido ensinado a mim mesmo, ou seja, que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras … Escrito por Paulo em 1 Coríntios 15:3Como as posteriores escritores e teólogos interpretaram os relatos bíblicos e teologias? De formas variadas, e por vezes conflitantes. Teorias da Expiação Teólogos agrupados teorias da expiação em diferentes tipos. Por exemplo, no Christus Victor (1931) Gustaf Aulen sugeriu três tipos: clássicas, latim e subjetiva. Mais recentemente, em seu livro Teologia Cristã: uma introdução Alister McGrath grupos E. sua discussão em quatro temas centrais, mas sublinha que estes temas não são mutuamente exclusivos. Seus temas são quatro:
A cruz como sacrifício A cruz como uma vitória A cruz eo perdão A cruz como um exemplo moralA cruz como sacrifício
Estátua de Jesus sofrendo na cruz
Com a sua morte, o que é de fato o único sacrifício e mais verdadeiro oferecido para nós, ele purgado, abolida e extinta qualquer culpa não foi por que os principados e potestades detida legalmente nos a pagar a multa. Agostinho – A Cidade de Deus Ele ofereceu um sacrifício pelos nossos pecados. E onde ele encontrou que a oferta, a vítima pura que ele iria oferecer? Ele se ofereceu, em que ele poderia encontrar nenhum outro. Agostinho – A Cidade de DeusA cruz como uma vitória
Jesus na cruz contra um céu vermelho
A isca tenta, de modo que o gancho pode ferir. Nosso Senhor, portanto, ao vir para a redenção da humanidade, fez uma espécie de gancho de si mesmo para a morte do diabo. Gregório, o GrandeEmbora a abordagem vitória tornou-se menos popular no século XVIII, entre os pensadores iluministas – quando a idéia de um Diabo pessoal e as forças do mal foi posta em causa – a idéia foi popularizada novamente por Gustaf Aulen com a publicação em 1931 do Christus Victor. Aulen escreveu sobre a idéia Christus Victor:
Seu tema central é a ideia da Expiação como um conflito Divino e vitória; Cristo – Christus Victor – lutas contra e triunfos sobre os poderes malignos do mundo, o ‘tiranos’ em que a humanidade está em Deus escravidão e sofrimento, e nele reconcilia o mundo consigo mesmo. Gustaf AulenA cruz e o perdão Anselmo de Cantuária escrita no século XI, rejeitou a idéia de que Deus enganou o diabo através da cruz de Cristo. Em vez disso, ele apresentou uma visão alternativa, que é muitas vezes chamado de teoria da satisfação da expiação. Nesta teoria Jesus paga a penalidade do pecado de cada indivíduo, a fim de direito, a relação entre Deus ea humanidade, um relacionamento danificado pelo pecado. A morte de Jesus é a pena ou “satisfação” para o pecado. A satisfação foi uma ideia usada na igreja primitiva para descrever as ações públicas – caridade peregrinação, – que um cristão se comprometem a mostrar que ele era grato por perdão. Só Jesus pode fazer satisfação, porque ele é, sem pecado. Ele é sem pecado, porque na Encarnação de Deus tornou-se homem. A teoria é pensado por Anselmo em sua obra Cur Deus homo ou Por que Deus se fez homem. A cruz como um exemplo moral
Ícone religioso de Jesus
O Filho de Deus assumiu a nossa natureza, e em que tomou sobre si para nos ensinar tanto pela palavra e pelo exemplo, mesmo ao ponto de morte, portanto, ligar-nos a si mesmo através do amor. Pedro AbelardoTeoria de Abelardo e da chamada para o indivíduo responda a morte de Cristo com amor continua a ter um apelo popular hoje.
Nossa … redenção através do sofrimento de Cristo é que amor mais profundo dentro de nós, que não só nos liberta da escravidão do pecado, mas também garante para nós a verdadeira liberdade dos filhos de Deus, para que possamos fazer todas as coisas do amor ao invés de por medo – amor por ele que nos tem mostrado tanta graça que há maior pode ser encontrado. Pedro AbelardoSubstituição penal
Uma linha de três cruzes escuras ao nascer do sol
Jesus levou o castigo pelos pecados da humanidade, quando ele morreu na cruz?
Essa idéia é chamada de substituição penal e é resumida pelo reverendo Rod Thomas, a partir da Reforma grupo evangélico, como “Quando Deus castigou ele mostrou a sua justiça, punindo o pecado, mas ele mostrou o seu amor, tomando-se que a punição”.
Cristianismo – História Esta “polêmica” história começa mais ou menos na época em que viveu Jesus Cristo ou Jesus de Nazaré, um judeu da Galiléia, nascido quando Roma domina parte do atual Oriente Médio e Augusto César é o imperador… Foi primeiramente na Antióquia (Sírias) que os discípulos “por providência divina, foram chamados de Cristãos” (Atos 11:26). O termo grego latinizado “Khristianós”, encontrado apenas 3 vezes nas Escrituras Sagradas Gregas Cristãs, designa os seguidores de Jesus, o Cristo, os exponentes do Cristianismo (Atos 11:26; 26:28; Pedro 4:16). É possível, então, que este nome, Cristianismo, já tenha sido usado desde 44 EC., quando ocorreram os eventos que cercam este texto, embora a estrutura gramatical desta frase não torne isso obrigatório; alguns acham que foi um pouco mais tarde… De qualquer modo, em 58 E.C. na cidade de Cesareia, quase 483 quilômetros ao sul de Antióquia, o termo era bem conhecido e usado, até mesmo por autoridades públicas, pois naquela ocasião o Rei Agripa II disse a Paulo: “Em pouco tempo me persuadirias a tornar-me Cristão” (Atos 26:28). É muitíssimo improvável que os judeus tenham sido os primeiros a chamar os seguidores de Jesus de “cristãos” (grego), ou de “messianistas” (hebraico), pois não iriam rejeitar a Jesus como sendo o Messias, ou Cristo, e então reconhecê-lo tacitamente como o Ungido ou Cristo, por chamar seus seguidores de “cristãos”. Alguns pensam que a população pagã talvez os tivesse apelidado de cristãos por zombaria ou escarnio, mas a Bíblia mostra que este foi um nome dado por Deus; eles “por providência divina, foram chamados cristãos” (Atos 11:26). Ser Cristão é:Jesus estendeu o convite para as pessoas serem seus seguidores, dizendo: “Se alguém quer vir após mim negue-se a si próprio e apanhe a sua estaca de tortura, e siga-me continuamente” (Mateus 16:24). Aqueles que são verdadeiros cristãos têm plena fé de que Jesus Cristo é o especialmente Ungido e Filho unigênito de Deus, o Descendente Prometido que sacrificou sua vida humana como resgate, foi ressuscitado e exaltado à direita de Jeová, e é aquele que recebeu autoridade para subjugar inimigos e vindicar o nome de Jeová, Deus (Mateus 20:28; Lucas 24:46; João 3:16; Aos Gálatas 3:16; Aos Filipenses 2:9-11; Aos Hebreus 10:12). ? Os Cristãos encaram a Bíblia como sendo a inspirada Palavra de Deus, a verdade absoluta, sendo proveitosa para ensinar e para disciplinar a humanidade (João 17:17; “ª. a Timóteo 3:16; 2ª. a Pedro 1:21).Aos verdadeiros Cristãos exige-se mais que a simples fé, é mister que sua crença seja demonstrada por obras (Aos Romanos 10:10; Tiago 2:17; 2ª. a Timóteo 2:17, 26).
Os Cristãos distinguem-se pelo amor que tem entre eles e emitam os exemplos de Jesus como o Grande Instrutor e Testemunha Fiel de Jeová (João 18:37; Revelação 1:5; 3:14).Jesus não era filho de Maria e de José. Jesus é filho unigênito de Deus. Jeová utilizou Maria como “barriga de aluguel”, digamos assim, para transferir o Arcanjo Miguel para o útero de uma virgem (Daniel 10:13; 12:1; Judas 9: 1ª. Tessalonicenses 4:16). O livro sagrado do cristianismo é a Bíblia Sagrada ou Escrituras Sagradas que contêm os Evangelhos que nos trazem a mensagem que Jesus nos deu. Segundo o Catolicismo, acredita no Deus Pai, Deus Filho (Jesus Cristo) e no Espírito Santo como 3 em um só Deus. Mas se os Apóstolos de Jesus fossem às casas dizer que o Deus era trino, como os indianos acreditam, os gauleses e muitos cultos pagãos creem em deuses trinos, seriam corridos à pedrada… Pois eles conheciam as Escrituras Sagradas. A doutrina fundamental das religiões católica, adventista, anglicana e ortodoxa foi elaborada segundo o Credo de Atanásio. Santo Atanásio foi o idealizador dessa doutrina. No Judaísmo e no Cristianismo Primitivo, entretanto, não se fala em Trindade e nem em Espírito Santo. Mas os teólogos católicos, a exemplo dos pagãos, queriam também a sua trindade, a qual, porém, deveria ser diferente da das outras religiões, mas tornou-se numa cópia dos deuses trinos indianos e gauleses. E, assim, instituíram a Santíssima Trindade, uma doutrina meio politeísta, pois tem três deuses antropomórficos (já que seriam pessoas), quando Deus é um só, e transcende as pessoas. E o pior é que os teólogos impuseram-nos essa doutrina meio estranha, dizendo que ela é assim, porque é mistério de Deus, quando é mistério deles mesmos! Quantos ateus têm surgido no Ocidente por causa de idéias teológicas excêntricas… E tudo começou com os polêmicos Concílios de Nicéia (325 E.C) e Constantinopla (38l E.C.). São Jerônimo adaptou a Bíblia a essas decisões, ao trabalhar a Vulgata. O Credo das missas foi também alterado. E Santo Atanásio foi o idealizador dessa doutrina. Mas Ario, apoiado por mais de 300 bispos, contestou-a, veementemente. Já o Concílio de Lion (l274 E.C.) reafirmou-a, com a instituição de mais um dogma, o “Filioque”, que sustenta ser o Espírito Santo derivado não só do Pai, mas também do Filho, princípio esse para consolidar o da divinização de Jesus. Porém o “Filioque” é rejeitado até hoje pela Igreja Ortodoxa Oriental. Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino divergem também sobre a Santíssima Trindade. E os catequistas estão tendo dificuldades para convencerem as crianças de hoje a aceitarem esse dogma… Jesus significa na forma hebraica “Jeová É Salvação” e Cristo é o equivalente do hebraico “Ma-shi-ahh” (Messias), que significa “Ungido” e não é deus, pois Ele mesmo diz: “Eu sou a Verdade, o Caminho e a Vida e só vai ao Pai quem vier por mim”… Mas podemos dividir o Cristianismo em grandes denominações religiosas:
Catolicismo Ortodoxa Anglicana ou Episcopal Protestantismo ou Evangélicos? O catolicismo tem como chefe supremo secular o Papa. ? O protestantismo (nome que se deve a Martinho Lutero, reformador religioso do século XVI), não tem chefe geral. As grandes igrejas são dirigidas por pastores, bispos, presbíteros, de um modo geral. Há exceções… A ordotoxa, muito parecida com o catolicismo, tem como chefe maior o Patriarca. Segundo a tradição, aos 30 anos Jesus reúne discípulos e apóstolos e começa anunciar a boa nova (o evangelho, em grego): a realização das profecias sobre o Messias (Cristo, em grego) e a instauração do reinado de Deus sobre o mundo a partir de Israel. Considerado blasfemo, é submetido a um processo religioso e acusado de conspirar contra César. É crucificado quando Tibério é o imperador de Roma e Pôncio Pilatos o procurador da Judeia. Cinqüenta dias após sua morte, durante a festa de Pentecostes, os discípulos anunciam que ele ressuscitara e os enviara a pregar por todo o mundo a boa nova da salvação e do perdão dos pecados. Esse é considerado o início da difusão do Cristianismo… Doutrina cristã A fé cristã professa que o Deus revelado a Abraão, a Moisés e aos profetas envia à Terra seu filho como messias salvador. Ele nasce numa família comum, morre, ressuscita e envia o espírito santificador (Espírito Santo) para permanecer no mundo até o fim dos tempos. A mensagem cristã se baseia no anúncio da ressurreição de Cristo, na garantia de que a salvação é oferecida a todos os homens de todos os tempos e na mensagem da fraternidade, à semelhança do amor que o próprio Deus dedica a todos os homens. Bíblia cristã A Bíblia é composta pelo Antigo Testamento e pelo Novo Testamento. Este é formado pelos quatro Evangelhos com relatos sobre a vida, mensagem e milagres de Jesus, escritos entre 70 e 100 d.C. e atribuídos aos discípulos Mateus, Marcos, Lucas e João; o livro dos Atos dos Apóstolos (enviados, em grego); as cartas atribuídas a Paulo e a outros discípulos; e o Apocalipse, que contém visões proféticas sobre o fim dos tempos, o julgamento final e a volta de Jesus. Igreja cristã Desde o início o cristianismo organiza-se como igreja (do grego ekklesía, reunião), sob a autoridade dos apóstolos e dos seus sucessores. Estes nomeiam anciãos (presbíteros, em grego) para dirigir as novas comunidades. Muito cedo surgem os grupos de servidores (diáconos, em grego) para a assistência aos pobres das comunidades. Aos poucos se estrutura uma hierarquia: os responsáveis pelas comunidades são os bispos (do grego, episcopos, supervisor) auxiliados pelos presbíteros e diáconos. Expansão do cristianismo Os discípulos espalham-se pelas regiões do Mediterrâneo, inclusive Roma, e fundam várias comunidades. Nos três primeiros séculos, os cristãos sofrem grandes perseguições, primeiro das autoridades religiosas do judaísmo e, a partir do século I d.C., dos romanos. Durante o reinado dos imperadores Nero, Trajano, Marco Aurélio, Décio e Diocleciano, milhares de cristãos são mortos por se recusarem a adorar os deuses do Império e a reconhecer a divindade do imperador. Em 313 o imperador Constantino converte-se ao cristianismo, que expande-se por todo o Império. Até o século XI, duas grandes tradições convivem no interior do cristianismo: a latina, no Império Romano do Ocidente, com sede em Roma, e a bizantina, no Império Romano do Oriente, com sede em Constantinopla (antiga Bizâncio e atual Istambul). Em 1054, controvérsias teológicas, entre elas a da doutrina da Santíssima Trindade, provocam a ruptura entre as igrejas do Oriente e do Ocidente, que se excomungam mutuamente… O ato só é anulado em 1965, em encontro entre o patriarca oriental Atenágoras I e o papa Paulo VI. DIVISÃO DO CRISTIANISMO No século XVI surge entre os católicos um movimento que reivindica a reaproximação da Igreja do espírito do Cristianismo Primitivo. A resistência da hierarquia da Igreja leva os reformadores a constituírem confissões independentes. Os principais reformadores são Martinho Lutero e João Calvino, no século XVI. A Reforma difunde-se rapidamente na Alemanha, Suíça, França, Holanda, Escócia e Escandinávia. No século XVI surge a Igreja Anglicana e, a partir do século XVII, as igrejas Batista, Metodista e Adventista. As igrejas nascidas da Reforma reúnem cerca de 450 milhões de fiéis em todo o mundo. Reforma na Inglaterra Começa em 1534 com o rompimento do rei da Inglaterra, Henrique VIII, com a Igreja Católica. O rei passa a ser o chefe supremo da Igreja Anglicana ou Episcopal e o seu líder espiritual é o arcebispo de Canterbury. Da Inglaterra, difunde-se para as colônias, especialmente na América do Norte. As igrejas Católica e Anglicana são semelhantes quanto à profissão de fé, a liturgia e os sacramentos, mas a igreja episcopal não reconhece a autoridade do papa e admite mulheres como sacerdotes. A primeira mulher a exercer o ministério episcopal é a reverenda Barbara Harris, da diocese de Massachusetts (EUA), consagrada em 1989. Doutrinas dos reformadores Os pontos centrais da doutrina de Lutero são a justificação de Deus só pela fé e o acesso ao sacerdócio para todos os fiéis. Calvino acrescenta a doutrina da predestinação dos fiéis. As diferenças doutrinais entre os dois dão origem a duas grandes correntes: os luteranos e os calvinistas. A Reforma abole a hierarquia e institui os pastores como ministros das igrejas. As mulheres têm acesso ao ministério e os pastores podem se casar. A liturgia é simplificada e os sacramentos praticados são o batismo e a ceia. LUTERANA Martinho Lutero (1483-1546) nasceu em Eisleben (no atual Estado Saxônia-Anhalt), Alemanha, em uma família camponesa e morreu no mesmo lugar com 63 anos. Em 1501 ingressa na Universidade de Erfurt (no atual Estado Livre da Turíngia), onde estuda artes, lógica, retórica, física e filosofia e especializa-se em matemática, metafísica e ética. Entra para o mosteiro dos eremitas agostinianos de Erfurt em 1505, torna-se sacerdote e teólogo. Denuncia as deformações da vida eclesiástica em 1517. Acusado de herege, é excomungado pelo papa Leão X e banido por Carlos V, imperador da Alemanha, em 1521. Escondido no castelo de Wartburg e apoiado por setores da nobreza, traduz para o alemão o Novo Testamento. Abandona o hábito de monge e casa-se com a ex-freira Catarina von Bora, em 1525. Reformador religioso, viveu e fez suas pregações em 33 cidades, entre elas Wittenberg onde ensinou por 36 anos; Leipzig, onde a famosa disputa teve lugar; Erfurt, onde lutero estudou e ensinou, enquanto era monge; Worms, onde foi convocado perante a Dieta Imperial e declarado apóstata; Coburgo, onde viveu em sua fortaleza; Augsburg, onde foi publicada a profissão de fé luterana; e Nuremberg, a primeira cidade imperial a aceitar a Reforma. João Calvino (1509-1564) nasce em Noyon, França, filho de um secretário do bispado da cidade. Em 1523 ingressa na Universidade de Paris, estuda latim, filosofia e dialética. Forma-se em direito e, em 1532, publica Dois livros sobre a clemência ao imperador Nero, obra que assinala sua adesão à Reforma. Em 1535, já é considerado chefe do Protestantismo francês. Perseguido pelas autoridades católicas refugia-se em Genebra. Organiza uma nova igreja, com pastores eleitos pelo povo, e o Colégio Genebra, que se torna um dos centros universitários mais famosos da Europa. Pentecostalismo surge em 1906 no interior das igrejas reformadas dos EUA e difunde-se rapidamente pelos países do Terceiro Mundo. Os primeiros missionários do pentecostalismo chegam ao Brasil em 1910 e rapidamente conquistam grande número de fiéis. As igrejas pentecostais são as que mais crescem na América Latina. Dão ênfase à pregação do Evangelho, s orações coletivas, feitas em voz alta por todos os fiéis; aos rituais de exorcismos e de curas, realizados em grandes concentrações públicas. A seita mais difundida no Brasil é a Igreja Universal do Reino de Deus. CRISTIANISMO ORTODOXO Menos rígido nas formulações dogmáticas, valoriza a liturgia, não aceita uma centralização excessiva e é mais flexível na concepção da estrutura hierárquica da igreja. É porém menos aberto ao diálogo com a filosofia e com as ciências e mais rigoroso nas exigências morais. A partir da ruptura com a igreja ocidental, passa a chamar-se Cristianismo ortodoxo (em grego, reta opinião) e se afirma mais fiel à mensagem cristã primitiva. Os ortodoxos se desenvolvem em torno das quatro sedes antigas, chamadas de patriarcados: Jerusalém, Alexandria, Antióquia e Constantinopla. Mais tarde, são incorporados os patriarcados de Moscou (1589), de Bucareste (1925) e da Bulgária (1953), além das igrejas autônomas nacionais da Grécia, Sérvia, Geórgia, Chipre e da América do Norte. As igrejas ortodoxas reúnem mais de 170 milhões de fiéis em todo o mundo. Liturgia do cristianismo ortodoxo Os rituais da igreja ortodoxa são cantados, mas não se usam instrumentos musicais. Veneram-se os ícones e as relíquias dos santos, mas são proibidas imagens esculpidas, exceto o crucifixo. Os sacramentos pelos quais os fiéis entram em comunhão com Deus e entre si são os mesmos (com pequenas diferenças), tanto na Igreja Romana como na Igreja Ortodoxa:
Batismo Eucaristia Crisma (ou confirmação da fé) Penitência (ou confissão) Matrimônio Ordenação Sacerdotal Unção dos EnfermosNa Ortodoxa o Sacramento do Crisma é dado junto ao Batismo e a Penitência é dada antes da Eucaristia. Já na Católica o Sacramento do Crisma e a Penitência são ministrados separadamente do Batismo e da Eucaristia. Os sacramentos dados na Igreja Ortodoxa são válidos na Romana, e vice-versa. Os sacerdotes podem casar-se (antes da Ordenação), mas não os monges. Os bispos são escolhidos entre os sacerdotes e monges celibatários. Fonte: www.bbc.co.uk/api.ning.com/www.worldhistory.org