Biologia

Indaiá

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Biologia
Indaiá – O que é Indaiá, Attalea dubia, é uma palmeira enorme e solitária de até 18 metros de altura, com folhas eretas verdes escuras em um arranjo do tipo vaivém. Esta espécie é, como a maioria Attalea, de crescimento muito rápido, e é a única no gênero que não só crescerá em áreas tropicais, mas também prosperará em climas subtropicais e até mesmo em climas temperados quentes. Uma palmeira impressionante e ornamental que ainda é quase desconhecida no cultivo. Ocorrência: do espírito Santo à Santa Catarina. Outros nomes: coqueiro indaiá, palmeira indaiá, indaiá guaçu, palmito de chão, inaiá, naiá, camarinha, anajá, indaiá-açu. Indaiá – Características Palmeira de médio a grande porte, em torno de 10 a 20 metros de altura. A conformação da copa é típica, com as folhas voltadas para cima, identificável ao longe. Os frutos são duros, 6 cm. São muito atacados por broca, o que dificulta a germinação. Espécie com altura de 10 a 20 m, tronco simples com 20 a 35 cm de diâmetro. Folhas com pinas irregularmente arranjadas e inseridas em diferentes planos ao longo da raque, em número de 20 a 30 contemporâneas, de 2 a 3 m de comprimento. Cacho com 1 a 1,5 m de comprimento. Frutos com 1 a 2 sementes, oblongos, medindo de 6 a 6,5 cm de comprimento por 3 cm de diâmetro. As sementes são lentas, difíceis de germinar e geralmente você obtém duas mudas de uma semente. Habitat: floresta pluvial da encosta atlântica. Propagação: coco-semente ou a semente despolpada. Indaiá – Utilidade A madeira é empregada localmente para construções rústicas. As folhas são empregadas para cobertura de pequenas construções rurais. Os frutos e amêndoas comestíveis e consumidos por várias espécies de animais. Palmeira bastante ornamental e indicada para regeneração de áreas degradadas. Florescimento: agosto a dezembro. Frutificação: junho a novembro. Indaiá – Habitat e Distribuição Attalea dubia é encontrado em florestas tropicais costeiras do leste do Brasil do Rio de Janeiro para Santa Catarina. A palmeira indaiá, camarinha, coqueiro-indaiá, indaiá-guaçu, naiá ou palmito-de-chão é uma palmeira solitária de porte baixo (cinco a vinte metros de altura, tronco de vinte a trinta centímetros de diâmetro) e ciclo de crescimento lento. Seu nome científico é Attalea dubia (Arecaceae) e habita originalmente as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil, sendo endêmica da Mata Atlântica brasileira. Também é encontrada no estado brasileiro de Mato Grosso do Sul. Embora a Attalea dubia seja a palmeira indaiá mais conhecida, existem diversas outras palmeiras também conhecidas como indaiá mas de espécies diferentes, como a Attalea compta, Attalea exigua, Attalea gearensis, dentre outras. Etimologia: “Indaiá” procede do tupi ini’yá, “fruto de fios”, através da junção dos termos inim (rede de dormir) e ybá (fruta), numa referência à utilização de suas fibras para se produzir redes de dormir. Utilidades: O palmito é aproveitado, assim como as folhas, para coberturas diversas. Indaiá – Usos Sua folhagem já foi utilizada para se cobrir telhados. Os índios guaranis utilizam suas fibras como cordas para seus violinos e rabecas, tocados em suas músicas tradicionais. Ainda usam como alimento não só o grande palmito (aproximadamente 1,5 metro de comprimento) que ela fornece, geralmente consumido com mel, como também uma região fibrosa do seu caule que, ao ser mastigada como a cana-de-açúcar, verte um caldo aquoso abundante com sabor muito parecido ao da água de coco. Árvore bastante ornamental, pode ser empregada com sucesso na arborização de praças e parques. Trata-se de uma espécie importante para a composição de plantios heterogêneos destinados à recomposição de áreas degradadas de preservação permanente. Madeira moderadamente pesada, mole e de pouca resistência ao apodrecimento. É utilizada localmente nas construções rústicas. As folhas são empregadas para cobertura de pequenas construções rurais. Os frutos são comestíveis, e eram vendidos no passado nos mercados do Rio de Janeiro. As amêndoas são também comestíveis: delas, é feita a “farofa de indaiá”, prato típico de comunidades quilombolas, como, por exemplo, as dos arredores de Parati. Indaiá – Classificação Nome cientifico: Attalea dubia Família: Arecaceae Nomes populares: Palmeira indaiá Altura: 18 m. Diâmetro: 8 m. Ambiente: Pleno Sol. Clima: Tropical, Tropical úmido. Origem: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo. Época de Floração: Primavera, Inverno. Propagação: Sementes. Mês(es) da Propagação: Primavera, Verao. Persistência das folhas: Permanente. Obs: Suas folhas são usadas na cobertura de cabanas e casas rústicas. Indaiá – Fotos

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Fonte: www.vivaterra.org.br/www.paisagismodigital.com/www.taodocerrado.eco.br/www.palmpedia.net/www.rarepalmseeds.com

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