Biologia

Abricó-de-Macaco

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Biologia

Abricó-de-Macaco – O que é

Abricó-de-Macaco Abricó-de-Macaco

Nome científico: Couroupita guianensis Família: Lecythidaceae Nomes Populares: Abricó-de-macaco, Amêndoa-dos-andes, Árvore-de-macaco, Castanha-de-macaco, Cuia-de-macaco, Cuiarana, Curupita, Macacarecuia, Bola de canhão(Cannonball) Mês(es) da Propagação: Janeiro, Fevereiro, Março, Dezembro. Origem: Brasil. Ocorrência natural: Toda a região amazônica, em margens inundáveis dos rios. Ocorre também desde a Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela até as Guianas. Outros nomes: castanha-de-macaco, cuia-de-macaco, árvore-de-macaco, cuiarana, amêndoa-dos-andes, macacarecuia, curupita, cannonball tree. Florescimento: setembro a março. Frutificação: dezembro a março. Habitat: ocorre naturalmente nas margens inundáveis dos rios e em terrenos brejosos. Propagação: sementes. Madeira: parda clara, macia, leve e pouco durável. Características Árvore heliófita, decídua, ou seja, perde as folhas totalmente numa estação do ano, de grande porte de 8 a 35 m de altura com tronco de 30 a 50 cm de diâmetro. É cultivada com sucesso no Centro-Sul do Brasil, desenvolvendo-se bem em terrenos secos. O florescimento é um belo espetáculo ocorendo durante longo período do ano. O tronco da árvore fica repleto de flores de cor vermelha e branca e perfumadas. Possui ramos acinzentados, com cicatrizes foliares na forma de calos. Folhas alternas, simples, espiraladas, de até 20 cm de comprimento com margens serrilhadas, agrupadas nas extremidades dos ramos, glabras, verde-escuro e brilhante na face superior, pecíolo curto e aveludado. Inflorescências complexas, densas, longas, revestindo todo o tronco até as ramificações superiores. Flores de 5 a 6 cm de diâmetro, amarelas tingidas de vermelho extrenamente, carnosas, muito atraentes, com órgãos reprodutivos expostos, muito perfumadas, que atraem agentes polinizadores os quais se alimentam do néctar. Desenvolvem-se em racemos compridos de 1 a 2 m que saem direto do tronco, até mesmo próximo ao chão. As pétalas grossas possuem uma borda na base de quase 1 centímetro de espessura, exalando um perfume suave que lembra o cheiro de rosas. O fruto é uma cápsula grande e pesada, globosa do tipo pixídio, acastanhado, com cerca de 20 cm de diâmetro e 3 Kg de peso, provido de seis protuberâncias leves no ápice com polpa azulada e sementes pequenas, pretas e comestíveis. A espécie é de crescimento rápido e pode alcançar 3,5 metros em dois anos. É muito suscetível à geadas. Utilidade O uso para paisagismo é muito difundido. Nesse caso, o inconveniente é o peso dos frutos, que podem causar acidentes quando caem no chão, tornando-os uma ameaça aos transeuntes e carros estacionados nas proximidades, e o cheiro forte que exalam quando abertos. A madeira pode ser empregada apenas na fabricação de pequenos artefatos como embalagens leves, folhas faqueadas, para compensados, brinquedos, artefatos leves, etc. As sementes são comestíveis e muito procuradas por por macacos e pequenos roedores e a casca fornece fibras usadas para a produção de cordoalha rústica. O óleo essencial (perfume) das flores é utilizado em perfumaria. Os frutos são considerados comestíveis e apreciados por porcos selvagens e, desprovidos da polpa, são utilizados como utensílios domésticos, principalmente como cuia ou recipiente. A árvore é frondosa e proporciona ótima sombra apesar de sua copa estreita, porém densa. Abricó-de-Macaco – Frutos Frutos volumosos chegando perto de 20 cm de diâmetro; o fruto é utilizado na mata como cuia ( recipiente que substitui a tigela ), pelos mateiros, caçadores ou habitantes do interior, para tomarem líquidos. O liber fornece fibras que poderão ser aproveitadas para cordoaria grossa ( Rodrigues, 1989). Couroupita é nome indígena das Guia de onde foi descrita, daí C. guianensis ( Vianna et al, 1988). Nomes Vulgares: castanha-de-macaco, abricó-de-macaco, cuia-de-macaco, macacarecuia, amêndoa-dos-andes (português), bala-de-cañón, coco-de-mono, granadillo, cuirana, moke (espanhol), cannon-ball-tree (G. Inglesa), arbre-à-bombes, boulet-de-canon, abricot-de-singe (francês), boesi, kalabasi, bosch-kalabas, koppe-jewadaballi, boskelebas (alemão e holandês). Árvore: Altura de 8-15 m., com tronco de 30-50 cm. de diâmetro (Lorenzi, 1992), a árvore alcança 25 m. de altura (Rizzini & Mors, 1995); chegando a alcancar 20 m. de altura e até 65 cm. de diâmetro (Rodrigues, 1989); árvore cauliflora muito alta com volumoso fuste fusiforme, de esgalhamento distinto e emaranhado (Loureiro & Silva, 1968; Vianna et al, 1988). Zona de Ocorrênia: Originária da Amazônia, onde ocorre no igapó e varzea, e Guiana (Loureiro & Silva, 1968; Rodrigues, 1989; Silva et al, 1986. Madeira: Leve, macia ao corte, cerne e alburno praticamente indistintos, de cor amarelo creme, quase branco, quando verde; grã regular; textura média; cheiro desagradável quando recém cortada, perdendo todo odor quando seca; gosto indistinto. Podendo ser trabalhada com facilidade, recebendo bom acabamento, porém com lustre baixo. De baixa resistência ao ataque de organismos xiló. Emprego A madeira é utilizada em construção de interiores, marcenaria e caixotaria; podendo ser utilizada no fabrico de brinquedos, embalagens leves, folhas faqueadas para compensados, raquetes, moldes de fundição, artefatos leves, etc. A árvore em florescimento é um dos espetáculos mais belos e curiosos da natureza com o tronco emitindo uma miríade de flores desde o solo até as ramificações superiores. É excelente para o paisagismo em geral. Seu único inconveniente é o grande tamanho e peso dos frutos que podem causar acidentes na queda. Apesar de ser planta amazônica de solos brejosos, desenvolve-se muito bem em terrenos secos do Centro Sul do país. O perfume das flores do abricó de macaco são parecidos com a das rosas e curiosamente elas desabrocham diretamente do tronco mesmo estando cheio de frutas. O nome principal é abricó-de-macaco, mas há outras alcunhas: cuiarana, castanha-de-macaco, árvore-de-macaco, amêndoa-dos-andes, e cuia-de-macaco. Dona de uma flor de um bordô vivo, com miolo lilás claro, branco e detalhes em amarelo, não há como negar: além dessa beleza exótica que inunda seus troncos (diga-se, cheio de calos), tem nos frutos um outro diferencial: acastanhados, eles têm o tamanho de uma bola de futebol de salão e fazem esta espécie parecer uma árvore de Natal durante a frutificação. Só há dois problemas: o peso deles (que pode danificar facilmente um carro que estacione sob ele) e o mau cheiro durante o seu apodrecimento. Mas tanto a polpa azulada como as sementes são comestíveis. Ela frutifica de dezembro a fevereiro. Já a floração é de outubro a dezembro. É comum em terrenos inundáveis de beira de igapós e margem de rios. Dona de uma madeira parda clara e macia, essa árvore é usada para fabricação de embalagens e artefatos leves e brinquedos, entre outras aplicações. O paisagismo, devido a sua beleza, também tem forte apelo (apesar do inconveniente já citado do peso e cheiro dos frutos). Abricó de Macaco – Árvore A exuberância da Amazônia em uma das árvores mais singulares da nossa flora. Árvore de porte grande (8 a 15m) nativa da região amazônica. Suas flores de cor vermelha saem do caule e em grande quantidade, em seguida vem os frutos grandes e redondos, este conjunto é um dos mais belos e curiosos da natureza. Devido ao tamanho da árvore e dos frutos é recomendada para plantios em locais espaçosos tipo parques e grandes jardins. Os frutos são comestíveis e são ocasionalmente consumidos, mas o cheiro da carne branca desencoraja a maioria das pessoas a partir de experimentá-los. Fotos

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Fonte:  www.vivaterra.org.br/www.fazendacitra.com.br/www.geocities.com/redeglobo.globo.com  

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