{"id":95766,"date":"2017-01-20T12:03:56","date_gmt":"2017-01-20T14:03:56","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?p=95766"},"modified":"2017-01-20T12:03:56","modified_gmt":"2017-01-20T14:03:56","slug":"poemas-de-noturnas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas","title":{"rendered":"Poemas de Noturnas"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"750\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"7\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFA4\">\n<td colspan=\"5\" height=\"1\"><span style=\"color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><strong>Clique\u00a0nos links abaixo para navegar no cap\u00edtulo desejado:<\/strong><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td valign=\"middle\" width=\"156\">\n<div align=\"center\">\n<p><strong><span style=\"font-size: small;\"> <a href=\"#1\">N\u00e9voas<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\"><strong><a href=\"#2\">Vida de Flor<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<td width=\"14\"><\/td>\n<td valign=\"middle\" width=\"151\">\n<div align=\"center\">\n<p><strong><span style=\"font-size: small;\"><a href=\"#3\">O Foragido (Can\u00e7\u00e3o)<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: small;\"><a href=\"#4\">A Mulher (A C&#8230;)<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<td width=\"10\"><\/td>\n<td valign=\"middle\" width=\"157\">\n<div align=\"center\">\n<p><strong><span style=\"font-size: small;\"><a href=\"#5\">Tristeza<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2>Fagundes Varela<\/h2>\n<h2><a name=\"1\"><\/a>N\u00e9voas<\/h2>\n<p>Nas horas tardias que a noite desmaia,<br \/>\nQue rolam na praia mil vagas azuis,<br \/>\nE a lua cercada de p\u00e1lida chama<br \/>\nNos mares derrama seu pranto de luz.<\/p>\n<p>Eu vi entre os flocos de n\u00e9voas imensas,<br \/>\nQue em grutas extensas se elevam no ar,<br \/>\nUm corpo de fada, serena dormindo,<br \/>\nTranq\u00fcila sorrindo num brando sonhar.<\/p>\n<p>Na forma de neve, pur\u00edssima e nua,<br \/>\nUm raio da lua de manso batia,<br \/>\nE assim reclinada no t\u00farbido leito<br \/>\nSeu p\u00e1lido peito de amores tremia.<\/p>\n<p>Oh! filha das n\u00e9voas! das veigas vi\u00e7osas,<br \/>\nDas verdes, cheirosas roseiras do c\u00e9u,<br \/>\nAcaso rolaste t\u00e3o bela dormindo,<br \/>\nE dormes, sorrindo, das nuvens no v\u00e9u?<\/p>\n<p>O orvalho das noites congela-te a fronte,<br \/>\nAs orlas do monte se escondem nas brumas,<br \/>\nE queda repousas num mar de neblina,<br \/>\nQual p\u00e9rola fina no leito de espumas!<br \/>\nNas nuas esp\u00e1duas, dos astros dormentes,<br \/>\nT\u00e3o frio n\u00e3o sentes o pranto filtrar?<br \/>\nE as asas de prata do g\u00eanio das noites<br \/>\nEm t\u00edbios a\u00e7oites a tran\u00e7a agitar?<\/p>\n<p>Ai! vem, que nas nuvens te mata o desejo<br \/>\nDe um f\u00e9rvido beijo gozares em v\u00e3o!&#8230;<br \/>\nOs astros sem alma se cansam de olhar-te,<br \/>\nN\u00e3o podem amar-te, nem dizem paix\u00e3o!<\/p>\n<p>E as auras passavam, e as n\u00e9voas tremiam,<br \/>\nE os g\u00eanios corriam no espa\u00e7o a cantar,<br \/>\nMas ela dormia t\u00e3o pura e divina<br \/>\nQual p\u00e1lida ondina nas \u00e1guas do mar!<\/p>\n<p>Imagem formosa das nuvens da Il\u00edria,<br \/>\nBrilhante Valqu\u00edria das brumas do norte,<br \/>\nN\u00e3o ouves ao menos do bardo os clamores,<br \/>\nEnvolta em vapores mais fria que a morte!<\/p>\n<p>Oh! vem! vem, minh\u2019alma! teu rosto gelado,<br \/>\nTeu seio molhado de orvalho brilhante,<br \/>\nEu quero aquec\u00ea-los ao peito incendido,<br \/>\nContar-te ao ouvido paix\u00e3o delirante!&#8230;<\/p>\n<p>Assim eu clamava tristonho e pendido,<br \/>\nOuvindo o gemido da onda na praia,<br \/>\nNa hora em que fogem as n\u00e9voas sombrias,<br \/>\nNas horas tardias que a noite desmaia.<\/p>\n<p>E as brisas da aurora ligeiras corriam,<br \/>\nNo leito batiam da fada divina&#8230;<br \/>\nSumiram-se as brumas do vento \u00e0 bafagem<br \/>\nE a p\u00e1lida imagem desfez-se em neblina!<\/p>\n<p><b>Santos &#8211; 1861<\/b><\/p>\n<h2><a name=\"2\"><\/a>Vida de Flor<\/h2>\n<p>Por que vergas-me a fronte sobre a terra?<br \/>\nDiz a flor da colina ao manso vento,<br \/>\nSe apenas \u00e0s manh\u00e3s o doce orvalho<br \/>\nHei gozado um momento?<\/p>\n<p>T\u00edmida ainda, nas folhagens verdes<br \/>\nAbro a corola \u00e0 quieta\u00e7\u00e3o das noites,<br \/>\nErgo-me bela, me rebaixas triste<br \/>\nCom teus feros a\u00e7oites!<\/p>\n<p>Oh! deixa-me crescer, lan\u00e7ar perfumes,<br \/>\nVicejar das estrelas \u00e0 magia,<br \/>\nQue minha vida p\u00e1lida se encerra<br \/>\nNo espa\u00e7o de um s\u00f3 dia!<\/p>\n<p>Mas o vento agitava sem piedade<br \/>\nA fronte virgem da cheirosa flor,<br \/>\nQue pouco a pouco se tingia, triste,<br \/>\nDe m\u00f3rbido palor.<\/p>\n<p>N\u00e3o v\u00eas, oh brisa? lacerada, murcha,<br \/>\nT\u00e3o cedo ainda vou pendendo ao ch\u00e3o,<br \/>\nE em breve tempo esfolharei j\u00e1 morta<br \/>\nSem chegar ao ver\u00e3o?<\/p>\n<p>Tem piedade de mim! deixa-me ao menos<br \/>\nDesfrutar um momento de prazer,<br \/>\nPois que \u00e9 meu fado despontar na aurora<br \/>\nE ao crep\u00fasc\u2019ulo morrer!&#8230;<\/p>\n<p>Brutal amante n\u00e3o lhe ouviu as queixas,<br \/>\nNem \u00e0s suas dores aten\u00e7\u00e3o prestou,<br \/>\nE a flor mimosa, retraindo as p\u00e9talas,<br \/>\nNa tige se inclinou.<br \/>\nSurgiu na aurora, n\u00e3o chegou \u00e0 tarde,<br \/>\nTeve um momento de exist\u00eancia s\u00f3!<br \/>\nA noite veio, procurou por ela,<br \/>\nMas a encontrou no p\u00f3.<\/p>\n<p>Ouviste, oh virgem, a legenda triste<br \/>\nDa flor do outeiro e seu funesto fim?<br \/>\nIrm\u00e3 das flores \u00e0 mulher, \u00e0s vezes<br \/>\nTamb\u00e9m sucede assim.<\/p>\n<p><b>S. Paulo &#8211; 1861<\/b><\/p>\n<h2><a name=\"3\"><\/a>O Foragido (Can\u00e7\u00e3o)<\/h2>\n<p>Minha casa \u00e9 deserta; na frente<br \/>\nBrotam plantas bravias do ch\u00e3o,<br \/>\nNas paredes limosas o cardo<br \/>\nErgue a fronte silente ao tuf\u00e3o.<\/p>\n<p>Minha casa \u00e9 deserta. O que \u00e9 feito<br \/>\nDesses templos benditos doutrora,<br \/>\nQuando em torno cresciam roseiras,<br \/>\nOnde as auras brincavam na aurora?<\/p>\n<p>Hoje a tribo das aves errantes<br \/>\nDos telhados se acampa no v\u00e3o,<br \/>\nA lagarta percorre as muralhas,<br \/>\nCanta o grilo pousado ao fog\u00e3o.<\/p>\n<p>Das janelas no canto, as aranhas<br \/>\nLeves tremem nos fios dourados,<br \/>\nAs avencas pululam vi\u00e7osas<br \/>\nNa umidade dos muros gretados.<\/p>\n<p>Tudo \u00e9 tredo, meu Deus! o que \u00e9 feito<br \/>\nDessas eras de paz que l\u00e1 v\u00e3o,<br \/>\nQuando junto do fogo eu ouvia<br \/>\nAs legendas sem fim do ser\u00e3o?<\/p>\n<p>No curral esbanjado, entre espinhos,<br \/>\nJ\u00e1 n\u00e3o bala ansioso o cordeiro,<br \/>\nNem desperta-se ao toque do sino,<br \/>\nNem ao canto do galo ao poleiro.<\/p>\n<p>Junto \u00e0 cruz que se eleva na estrada<br \/>\nSeco e triste se embala o chor\u00e3o,<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 mais o esfumar das ac\u00e1cias,<br \/>\nNem do crente a sentida ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 mais uma voz nestes ermos,<br \/>\nUm gorjeio das aves no val;<br \/>\nS\u00f3 a f\u00faria do vento retroa<br \/>\nAlta noite agitando o erva\u00e7al.<\/p>\n<p>Ruge, oh! vento gelado do norte,<br \/>\nTorce as plantas que brotam do ch\u00e3o,<br \/>\nNunca mais eu terei as venturas<br \/>\nDesses tempos de paz que l\u00e1 v\u00e3o!<\/p>\n<p>Nunca mais desses dias passados<br \/>\nUma luz surgir\u00e1 dentre as brumas!<br \/>\nAs montanhas se embu\u00e7am nas trevas,<br \/>\nAs torrentes se vendam de espumas!<\/p>\n<p>Corre, pois, vendaval das tormentas,<br \/>\nHoje \u00e9 tua esta morna soid\u00e3o!<br \/>\nNada tenho, que um c\u00e9u lutulento<br \/>\nE uma cama de espinhos no ch\u00e3o!<\/p>\n<p>Ruge, voa, que importa! sacode<br \/>\nEm lufadas as crinas da serra;<br \/>\nAlma nua de cren\u00e7a e esperan\u00e7as,<br \/>\nNada tenho a perder sobre a terra!<\/p>\n<p>Vem, meu pobre e fiel companheiro,<br \/>\nVamos, vamos depressa, meu c\u00e3o,<br \/>\nQuero ao longo perder-me das selvas<br \/>\nOnde passa rugindo o tuf\u00e3o!<\/p>\n<p><b>Cantareira &#8211; 1861<\/b><\/p>\n<h2><a name=\"4\"><\/a>A Mulher (A C&#8230;)<\/h2>\n<p>A mulher sem amor \u00e9 como o inverno,<br \/>\nComo a luz das ant\u00e9lias no deserto,<br \/>\nComo espinheiro de isoladas fragas,<br \/>\nComo das ondas o caminho incerto.<\/p>\n<p>A mulher sem amor \u00e9 mancenilha<br \/>\nDas ermas plagas sobre o ch\u00e3o crescida,<br \/>\nBasta-lhe \u00e0 sombra repousar um\u2019hora<br \/>\nQue seu veneno nos corrompe a vida.<\/p>\n<p>De eivado seio no profundo abismo<br \/>\nPaix\u00f5es repousam num sud\u00e1rio eterno&#8230;<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 canto nem flor, n\u00e3o h\u00e1 perfumes,<br \/>\nA mulher sem amor \u00e9 como o inverno.<br \/>\nSu\u2019alma \u00e9 um ala\u00fade desmontado<br \/>\nOnde embalde o cantor procura um hino;<br \/>\nFlor sem aromas, sensitiva morta,<br \/>\nBatel nas ondas a vagar sem tino.<\/p>\n<p>Mas, se um raio do sol tremendo deixa<br \/>\nDo c\u00e9u nublado a condensada treva,<br \/>\nA mulher amorosa \u00e9 mais que um anjo,<br \/>\n\u00c9 um sopro de Deus que tudo eleva!<\/p>\n<p>Como o \u00e1rabe ardente e sequioso<br \/>\nQue a tenda deixa pela noite escura<br \/>\nE vai no seio de orvalhado l\u00edrio<br \/>\nLamber a medo a divinal frescura,<\/p>\n<p>O poeta a venera no sil\u00eancio,<br \/>\nBebe o pranto celeste que ela chora,<br \/>\nOuve-lhe os cantos, lhe perfuma a vida&#8230;<br \/>\n&#8211; A mulher amorosa \u00e9 como a aurora.<\/p>\n<p><b>S. Paulo &#8211; 1861<\/b><\/p>\n<h2><a name=\"5\"><\/a>Tristeza<\/h2>\n<p>Minh\u2019alma \u00e9 como o deserto<br \/>\nDe d\u00fabia areia coberto,<br \/>\nBatido pelo tuf\u00e3o;<br \/>\n\u00c9 como a rocha isolada,<br \/>\nPelas espumas banhada,<br \/>\nDos mares na solid\u00e3o.<\/p>\n<p>Nem uma luz de esperan\u00e7a,<br \/>\nNem um sopro de bonan\u00e7a<br \/>\nNa fronte sinto passar!<br \/>\nOs invernos me despiram<br \/>\nE as ilus\u00f5es que fugiram<br \/>\nNunca mais h\u00e3o de voltar!<\/p>\n<p>Roem-me atrozes id\u00e9ias,<br \/>\nA febre me queima as veias;<br \/>\nA vertigem me tortura!&#8230;<br \/>\nOh! por Deus! quero dormir,<br \/>\nDeixem-me os bra\u00e7os abrir<br \/>\nAo sono da sepultura!<\/p>\n<p>Despem-se as matas frondosas,<br \/>\nCaem as flores mimosas<br \/>\nDa morte na palidez,<br \/>\nTudo, tudo vai passando&#8230;<br \/>\nMas eu pergunto chorando:<br \/>\nQuando vir\u00e1 minha vez?<\/p>\n<p>Vem, oh virgem descorada,<br \/>\nCom a fronte p\u00e1lida ornada<br \/>\nDe cipreste funer\u00e1rio,<br \/>\nVem! oh! quero nos meus bra\u00e7os<br \/>\nCerrar-te em meigos abra\u00e7os<br \/>\nSobre o leito mortu\u00e1rio!<\/p>\n<p>Vem, oh morte! a turba imunda<br \/>\nEm sua mis\u00e9ria profunda<br \/>\nTe odeia, te calunia&#8230;<br \/>\n&#8211; Pobre noiva t\u00e3o formosa<br \/>\nQue nos espera amorosa<br \/>\nNo termo da romaria.<\/p>\n<p>Quero morrer, que este mundo<br \/>\nCom seu sarcasmo profundo<br \/>\nManchou-me de lodo e fel,<br \/>\nPorque meu seio gastou-se,<br \/>\nMeu talento evaporou-se<br \/>\nDos mart\u00edrios ao tropel!<\/p>\n<p>Quero morrer: n\u00e3o \u00e9 crime<br \/>\nO fardo que me comprime<br \/>\nDos ombros lan\u00e7ar ao ch\u00e3o,<br \/>\nDo p\u00f3 desprender-me rindo<br \/>\nE as asas brancas abrindo<br \/>\nLan\u00e7ar-me pela amplid\u00e3o!<\/p>\n<p>Oh! quantas louras crian\u00e7as<br \/>\nCoroadas de esperan\u00e7as<br \/>\nDescem da campa \u00e0 friez!&#8230;<br \/>\nOs vivos v\u00e3o repousando;<br \/>\nMas eu pergunto chorando:<br \/>\n&#8211; Quando vir\u00e1 minha vez?<\/p>\n<p>Minh\u2019alma \u00e9 triste, pendida,<br \/>\nComo a palmeira batida<br \/>\nPela f\u00faria do tuf\u00e3o.<br \/>\n\u00c9 como a praia que alveja,<br \/>\nComo a planta que viceja<br \/>\nNos muros de uma pris\u00e3o!<\/p>\n<p><b>S. Paulo &#8211; 1861<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Clique\u00a0nos links abaixo para navegar no cap\u00edtulo desejado: N\u00e9voas Vida de Flor O Foragido (Can\u00e7\u00e3o) A Mulher (A C&#8230;) Tristeza Fagundes Varela N\u00e9voas Nas horas tardias que a noite desmaia, Que rolam na praia mil vagas azuis, E a lua cercada de p\u00e1lida chama Nos mares derrama seu pranto de luz. Eu vi entre [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[370],"tags":[],"class_list":["post-95766","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-obras-literarias"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Poemas de Noturnas, Fagundes Varela Poemas de Noturnas<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela, Obra Liter\u00e1ria, Livro, N\u00e9voas, Vida de Flor, O Foragido, A Mulher, Tristeza, Literatura, Poemas de Noturnas\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela Poemas de Noturnas\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela, Obra Liter\u00e1ria, Livro, N\u00e9voas, Vida de Flor, O Foragido, A Mulher, Tristeza, Literatura, Poemas de Noturnas\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-01-20T14:03:56+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Augusto Abreu\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Augusto Abreu\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\\\/poemas-de-noturnas#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\\\/poemas-de-noturnas\"},\"author\":{\"name\":\"Augusto Abreu\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578\"},\"headline\":\"Poemas de Noturnas\",\"datePublished\":\"2017-01-20T14:03:56+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\\\/poemas-de-noturnas\"},\"wordCount\":1453,\"commentCount\":0,\"articleSection\":[\"Obras Liter\u00e1rias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\\\/poemas-de-noturnas#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\\\/poemas-de-noturnas\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\\\/poemas-de-noturnas\",\"name\":\"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela Poemas de Noturnas\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2017-01-20T14:03:56+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578\"},\"description\":\"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela, Obra Liter\u00e1ria, Livro, N\u00e9voas, Vida de Flor, O Foragido, A Mulher, Tristeza, Literatura, Poemas de Noturnas\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\\\/poemas-de-noturnas#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\\\/poemas-de-noturnas\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\\\/poemas-de-noturnas#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Linguagens e C\u00f3digos\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/linguagens-e-codigos\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Literatura\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Obras Liter\u00e1rias\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/obras-literarias\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":5,\"name\":\"Poemas de Noturnas\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578\",\"name\":\"Augusto Abreu\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela Poemas de Noturnas","description":"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela, Obra Liter\u00e1ria, Livro, N\u00e9voas, Vida de Flor, O Foragido, A Mulher, Tristeza, Literatura, Poemas de Noturnas","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela Poemas de Noturnas","og_description":"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela, Obra Liter\u00e1ria, Livro, N\u00e9voas, Vida de Flor, O Foragido, A Mulher, Tristeza, Literatura, Poemas de Noturnas","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2017-01-20T14:03:56+00:00","author":"Augusto Abreu","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Augusto Abreu","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas"},"author":{"name":"Augusto Abreu","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578"},"headline":"Poemas de Noturnas","datePublished":"2017-01-20T14:03:56+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas"},"wordCount":1453,"commentCount":0,"articleSection":["Obras Liter\u00e1rias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas","name":"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela Poemas de Noturnas","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"datePublished":"2017-01-20T14:03:56+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578"},"description":"Poemas de Noturnas, Fagundes Varela, Obra Liter\u00e1ria, Livro, N\u00e9voas, Vida de Flor, O Foragido, A Mulher, Tristeza, Literatura, Poemas de Noturnas","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias\/poemas-de-noturnas#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Linguagens e C\u00f3digos","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/linguagens-e-codigos"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Literatura","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/linguagens-e-codigos\/literatura"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Obras Liter\u00e1rias","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/linguagens-e-codigos\/literatura\/obras-literarias"},{"@type":"ListItem","position":5,"name":"Poemas de Noturnas"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/7bbc8022c9c2c63e2e4afadfde4db578","name":"Augusto Abreu"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95766","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=95766"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95766\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95766"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=95766"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=95766"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}