{"id":93181,"date":"2017-01-06T15:48:18","date_gmt":"2017-01-06T17:48:18","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?p=93181"},"modified":"2021-10-23T12:02:24","modified_gmt":"2021-10-23T14:02:24","slug":"historia-de-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/historia\/historia-geral\/historia-de-portugal","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria de Portugal"},"content":{"rendered":"<p>Dono, no seu apogeu, de um imenso imp\u00e9rio colonial que inclu\u00eda o Brasil, o pa\u00eds passa atualmente por um r\u00e1pido processo de moderniza\u00e7\u00e3o em consequ\u00eancia de seu ingresso na Uni\u00e3o Europeia\u2026<\/p>\n<p>A Lusit\u00e2nia, como a regi\u00e3o era conhecida pelos romanos, \u00e9 conquistada por J\u00falio C\u00e9sar e Augusto no s\u00e9culo I a.C. Os visigodos dominam o territ\u00f3rio do s\u00e9culo V at\u00e9 a chegada dos mouros, em 711.<\/p>\n<p>O surgimento de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0como na\u00e7\u00e3o independente est\u00e1 vinculado \u00e0s lutas travadas na pen\u00ednsula Ib\u00e9rica pela expuls\u00e3o dos mu\u00e7ulmanos. Antecipando-se aos demais pa\u00edses europeus,\u00a0<strong>Portugal\u00a0<\/strong>j\u00e1 \u00e9 uma na\u00e7\u00e3o centralizada politicamente em torno de um \u00fanico monarca no s\u00e9culo XII.<\/p>\n<p><strong>Portugal surge como pa\u00eds na luta pela reconquista crist\u00e3 da pen\u00ednsula Ib\u00e9rica:<\/strong>\u00a0Fernando de Castela toma Coimbra em 1064; seu filho Afonso VI faz de Henrique de Borgonha conde de Coimbra.<\/p>\n<p>O filho de Henrique intitula-se rei Afonso I (primeiro rei de Portugal), em 1139, e conquista Lisboa com o aux\u00edlio de cruzados estrangeiros, em 1147.<\/p>\n<p>Assume o trono pelas armas e inaugura a dinastia dos Borgonha, reconhecida pelo papa em 1179. A soberania consolida-se com a expuls\u00e3o dos mouros, em 1249.<\/p>\n<p>Bra\u00e7o armado da Igreja, a Ordem dos Templ\u00e1rios enriquece com os saques realizados no Oriente M\u00e9dio durante as cruzadas, nos s\u00e9culos XII e XIII.<\/p>\n<p>Com hierarquia pr\u00f3pria, homens armados e muito dinheiro, transforma-se em um poder paralelo dentro da Igreja.<\/p>\n<p>Dissolvida pelo papa, os integrantes da ordem s\u00e3o perseguidos por toda a Europa\u2026 Ent\u00e3o, Portugal acolhe os templ\u00e1rios e suas fortunas durante o reinado de dom Diniz, de 1279 a 1325. Assim, eles fundam a Ordem de Cristo\u2026<\/p>\n<p>Em 1385, sobe ao trono dom Jo\u00e3o I, iniciador da dinastia dos Avis. Os castelhanos invadem Portugal, mas s\u00e3o derrotados na Batalha de Aljubarrota.<\/p>\n<p><strong>Portugal &#8211; Dinastia de Avis<\/strong><\/p>\n<p>Na \u00e9poca das grandes navega\u00e7\u00f5es e descobrimentos, reina em Portugal a Casa de Avis, dinastia fundada por dom Jo\u00e3o I, o Mestre de Avis, em 1385, ap\u00f3s uma crise sucess\u00f3ria no reino.<\/p>\n<p>Ele conquista a Coroa pelas armas, apoiado pela pequena nobreza, camponeses, comerciantes, armadores e ricos representantes dos of\u00edcios urbanos.<\/p>\n<p><strong>Todos t\u00eam um interesse em comum:\u00a0<\/strong>a expans\u00e3o comercial e mar\u00edtima\u2026<\/p>\n<p>Dom Henrique, o navegador, funda a Escola de Sagres, origem dos descobrimentos e conquistas que formariam o imp\u00e9rio colonial portugu\u00eas\u2026<\/p>\n<p>A busca de uma nova rota para o Oriente exige o aperfei\u00e7oamento das t\u00e9cnicas de navega\u00e7\u00e3o at\u00e9 ent\u00e3o conhecidas. Portugal faz isso sob a dire\u00e7\u00e3o de dom Henrique, filho do rei dom Jo\u00e3o I.<\/p>\n<p>Dom Henrique, era membro da Ordem de Cristo e administrador de seus recursos, usa essa riqueza para financiar o projeto ultramarino\u2026<\/p>\n<p>O infante re\u00fane no promont\u00f3rio de Sagres, no Algarve, os maiores especialistas em navega\u00e7\u00e3o, cartografia, astronomia, geografia e constru\u00e7\u00e3o naval. Forma, assim, o mais completo e inovador centro de estudos n\u00e1uticos da \u00e9poca.<\/p>\n<p>O Primeiro Selo Comemorativo foi emitido em 1894 (Scott: 97, SG: 314), com valor facial de 5 r\u00e9is (laranja), ele marca os 500 Anos de Nascimento do Pr\u00edncipe Henrique \u2013 o navegador (1394-1894).<\/p>\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-93184\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/historia-de-portugal1-300x229.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Portugal\" width=\"300\" height=\"229\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/historia-de-portugal1-300x229.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/historia-de-portugal1.jpg 436w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><strong>Primeiro Selo Comemorativo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Portugal &#8211; Grandes navega\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-157881 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Histor16-300x219.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"219\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Histor16-300x219.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Histor16.jpg 439w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><strong>Grandes navega\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Portugal \u00e9 pioneiro na expans\u00e3o mar\u00edtima europeia\u2026 Os especialistas de Sagres aperfei\u00e7oam instrumentos de navega\u00e7\u00e3o, como a b\u00fassola, o astrol\u00e1bio, o quadrante, a balestilha e o sextante.<\/p>\n<p>Desenvolvem a cartografia moderna e s\u00e3o os primeiros a calcular com precis\u00e3o a circunfer\u00eancia da Terra em l\u00e9guas, numa \u00e9poca em que poucos acreditavam que o planeta fosse redondo.<\/p>\n<p>A tomada de Ceuta, no norte da \u00c1frica, em 1415, marca o in\u00edcio da expans\u00e3o portuguesa rumo \u00e0 \u00c1frica e \u00e0 \u00c1sia. Em menos de um s\u00e9culo, Portugal domina as rotas comerciais do Atl\u00e2ntico sul, da \u00c1frica e da \u00c1sia.<\/p>\n<p>Sua presen\u00e7a \u00e9 t\u00e3o marcante nesses mercados que, do s\u00e9culo XVI ao XVIII, o portugu\u00eas \u00e9 usado nos portos como l\u00edngua franca \u2013 aquela que permite o entendimento entre marinheiros de diferentes nacionalidades.<\/p>\n<p>Em 1419, os portugueses chegam ao Arquip\u00e9lago da Madeira e, em 1431, desembarcam no Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores. Os lusitanos avan\u00e7am para al\u00e9m do cabo Bojador\u2026<\/p>\n<p>Em 1436, atingem o Rio Douro e come\u00e7am a conquista da Guin\u00e9. Ali se apropriam da Mina, centro aur\u00edfero explorado pelos reinos nativos em associa\u00e7\u00e3o aos comerciantes mouros, a maior fonte de ouro de toda a hist\u00f3ria de Portugal.<\/p>\n<p>Em 1441, os portugueses chegam ao cabo Branco. Em 1444, atingem a ilha de Arguim, onde instalam a primeira feitoria em territ\u00f3rio africano, e iniciam a comercializa\u00e7\u00e3o de escravos, marfim e ouro.<\/p>\n<p>Em 1445, atingem as ilhas de Cabo Verde, navegam pelos rios Senegal e G\u00e2mbia e avan\u00e7am at\u00e9 Serra Leoa. De 1470 a 1475, exploram a costa de Serra Leoa at\u00e9 o cabo Santa Catarina.<\/p>\n<p>Em 1482, chegam \u00e0 a desembocadura do rio Congo, \u00e0 S\u00e3o Jorge da Mina e avan\u00e7am at\u00e9 o rio Zaire, o trecho mais dif\u00edcil da costa ocidental africana.<\/p>\n<p>No reino, em 1496, o rei dom Manuel obriga os judeus, cerca de 15% da popula\u00e7\u00e3o portuguesa, a se converter ao catolicismo\u2026<\/p>\n<p>Em 1487, Bartolomeu Dias atinge o cabo das Tormentas, no extremo sul do continente \u2013 que passa a ser chamado de Cabo da Boa Esperan\u00e7a \u2013 e atinge o \u00cdndico.<\/p>\n<p>Conquista, assim, o trecho mais dif\u00edcil do caminho para as \u00cdndias (tamb\u00e9m outros para as costas orientais do continente africano), para bem mais tarde formar a \u00cdndia Portuguesa.<\/p>\n<p>Entretanto, Bartolomeu Dias n\u00e3o chega \u00e0s \u00cdndias. Morre quando seu navio naufraga justamente ao cruzar o cabo da Boa Esperan\u00e7a, que conquistara 12 anos antes.<\/p>\n<p><strong>Disputas entre Portugal e Espanha<\/strong><\/p>\n<p>Boa parcela dos cosm\u00f3grafos europeus do s\u00e9culo XV n\u00e3o acredita na viabilidade do projeto de atingir as \u00cdndias contornando a \u00c1frica.<\/p>\n<p>Sup\u00f5em que o oceano Atl\u00e2ntico \u00e9 um grande mediterr\u00e2neo e que a \u00c1frica se prolongaria ao sul, sem passagens para o oceano \u00cdndico\u2026<\/p>\n<p>Quando Bartolomeu Dias conquista o cabo da Boa Esperan\u00e7a, em 1488, e atinge o \u00cdndico, prova a corre\u00e7\u00e3o do projeto portugu\u00eas.<\/p>\n<p><strong>A Espanha aposta no projeto de Colombo:<\/strong>\u00a0atingir as \u00cdndias navegando para o ocidente. Quando ele descobre a Am\u00e9rica, em 1492, imagina ter alcan\u00e7ado o Oriente\u2026<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o os portugueses, no entanto, que realizam o grande feito:<\/strong>\u00a0Vasco da Gama chega a Calicute, na \u00cdndia, em 1498, coroando quase um s\u00e9culo de investimentos.<\/p>\n<p>Em 1497, ao partir da praia de Restelo, Vasco da Gama torna-se o primeiro europeu a viajar para a \u00cdndia por mar, onde aporta em 1498!<\/p>\n<p>Entre 1505 e 1515, caravelas lusas exploram o litoral leste da \u00c1frica, aportando em Sena, Mo\u00e7ambique, Zanzibar, Pemba e outros pontos.<\/p>\n<p>Paralelamente, em 1500, Pedro \u00c1lvares Cabral chega ao Brasil. Em 1578, o rei dom Sebasti\u00e3o I morre na Batalha de Alc\u00e1cer Quibir, na tentativa de conquistar o Marrocos\u2026<\/p>\n<p>Em 1580, a Espanha apossa-se do trono portugu\u00eas e d\u00e1 in\u00edcio a 60 anos de dom\u00ednio espanhol\u2026 Portugal perde col\u00f4nias do Extremo Oriente para a Holanda, a qual tamb\u00e9m ocupa parte do Brasil\u2026<\/p>\n<p>A independ\u00eancia portuguesa \u00e9 recuperada em 1640, quando Jo\u00e3o de Bragan\u00e7a se torna rei\u2026<\/p>\n<p>Em 1807, D. Maria I, Rainha de Portugal, seu filho, o Pr\u00edncipe-Regente D. Jo\u00e3o, sua nora, a Princesa Carlota Joaquina, toda fam\u00edlia real e cerca de 15 mil pessoas iniciam a viagem para a col\u00f4nia brasileira\u2026<\/p>\n<p>D. Jo\u00e3o deixa instru\u00e7\u00f5es para que as tropas francesas sejam bem recebidas em Portugal\u2026 Antes mesmo das naus portuguesas terem desaparecido no horizonte, as tropas francesas de Napole\u00e3o Bonaparte, comandadas pelo general Junot, ocupam Lisboa\u2026<\/p>\n<p>Em 1814, Napole\u00e3o come\u00e7a a perder seu poder na Fran\u00e7a\u2026 Ent\u00e3o, as tropas francesas s\u00e3o finalmente vencidas em Portugal pelas tropas anglo-lusitanas\u2026 No ano seguinte, Napole\u00e3o \u00e9 derrotado em Waterloo.<\/p>\n<p>Em 1820, a Revolu\u00e7\u00e3o do Porto obriga o rei dom Jo\u00e3o VI a voltar \u00e0 Lisboa. No ano seguinte, Napole\u00e3o morre no ex\u00edlio, na ilha de Santa Helena. Em 1822, o pr\u00edncipe herdeiro Dom Pedro I proclama a independ\u00eancia do Brasil e passa a ser seu imperador\u2026<\/p>\n<p><strong>Portugal &#8211; Salazarismo<\/strong><\/p>\n<p>Em 1910, uma rebeli\u00e3o derruba o rei Manuel II e a Rep\u00fablica \u00e9 proclamada. Os republicanos adotam leis liberais e anticlericais.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s longo per\u00edodo de instabilidade, um golpe de Estado estabelece, em 1926, uma ditadura militar. Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar torna-se primeiro-ministro, em 1932. Seu regime \u00e9 inspirado no fascismo italiano, ficaria conhecido como salazarismo.<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o de 1933 institui o Estado Novo, no qual apenas um partido, a Uni\u00e3o Nacional, \u00e9 autorizado a funcionar.<\/p>\n<p>1936\/37 \u2013 Primeiro selo a\u00e9reo do pa\u00eds (Scott: C1, SG: 891), com valor facial de 1,50 escudos (azul), ele mostra o \u201cescudete\u201d com 5 besantes ou chamados dinheiros.<\/p>\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-93185\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/historia-de-portugal2-300x196.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Portugal\" width=\"300\" height=\"196\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/historia-de-portugal2-300x196.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/historia-de-portugal2.jpg 543w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><strong>Primeiro Selo A\u00e9reo<\/strong><\/p>\n<p>Abaixo o primeiro selo Oficial, emitido em 1938 (Scott: O1, SG: O900), com valor facial de 40c (marrom), ele mostra a frase&#8230; a m\u00e1xima de Portugal, afinal, \u00e9 TUDO PELA NA\u00c7\u00c3O ou O BEM DA NA\u00c7\u00c3O?<\/p>\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-93186\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/historia-de-portugal3-1-261x300.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Portugal\" width=\"261\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/historia-de-portugal3-1-261x300.jpg 261w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/historia-de-portugal3-1.jpg 343w\" sizes=\"(max-width: 261px) 100vw, 261px\" \/><strong>Primeiro Selo Oficial<\/strong><\/p>\n<p>Portugal permanece neutro na II Guerra Mundial e \u00e9 admitido na ONU em 1955. A recusa em conceder independ\u00eancia \u00e0s col\u00f4nias africanas estimula movimentos guerrilheiros de liberta\u00e7\u00e3o em Angola, Mo\u00e7ambique e Guin\u00e9-Bissau\u2026<\/p>\n<p>A partir de 1961, Portugal fortalece sua presen\u00e7a militar na \u00c1frica. Em 1968, Salazar sofre um derrame cerebral e \u00e9 substitu\u00eddo por Marcelo Caetano, ex-ministro das Col\u00f4nias, que permite partidos de oposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Portugal &#8211; Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos<\/strong><\/p>\n<p>A decad\u00eancia econ\u00f4mica e o desgaste com a guerra colonial provocam descontentamento nas For\u00e7as Armadas.<\/p>\n<p><strong>Em 25\/04\/1974 eclode a Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos:\u00a0<\/strong>oficiais de m\u00e9dia patente rebelam-se e derrubam o governo de Caetano, que foge para o Brasil.<\/p>\n<p>O general Ant\u00f3nio de Sp\u00ednola assume a Presid\u00eancia. A popula\u00e7\u00e3o festeja o fim da ditadura distribuindo cravos \u2013 a flor nacional \u2013 aos soldados rebeldes. Os partidos pol\u00edticos, inclusive o comunista, s\u00e3o legalizados e \u00e9 extinta a Pide, pol\u00edcia pol\u00edtica do salazarismo.<\/p>\n<p>O novo regime mergulha Portugal em uma agita\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria. Sp\u00ednola renuncia em setembro de 1974. O governo passa a ser dominado pelo Movimento das For\u00e7as Armadas (MFA), fortemente influenciado pelo Partido Comunista.<\/p>\n<p>Angola, Mo\u00e7ambique, Cabo Verde e Guin\u00e9-Bissau obt\u00eam a independ\u00eancia. Em mar\u00e7o de 1975, ap\u00f3s fracassada tentativa de golpe de Sp\u00ednola, o governo \u00e9 dominado por um triunvirato formado pelos generais Costa Gomes, Otelo Saraiva de Carvalho e Vasco Gon\u00e7alves. Inicia-se a estatiza\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias e bancos, seguida de ocupa\u00e7\u00f5es de terras\u2026<\/p>\n<p><strong>Portugal &#8211; Ocupa\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><b>europeia<\/b><\/p>\n<p>M\u00e1rio Soares \u00e9 eleito presidente da Rep\u00fablica em 1986. No mesmo ano, Portugal \u00e9 admitido como membro da Comunidade Econ\u00f4mica Europeia, atual Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>Em 1987, o PSD conquista 50,2% dos votos e Cavaco Silva forma um governo conservador. Em 1989, o Parlamento retira da Constitui\u00e7\u00e3o a irreversibilidade das nacionaliza\u00e7\u00f5es e da reforma agr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Em 1991, M\u00e1rio Soares \u00e9 reeleito presidente com 70,4% dos votos, mas o PSD mant\u00e9m a maioria parlamentar.<\/p>\n<p>Em janeiro de 1996, vence as elei\u00e7\u00f5es presidenciais Jorge Sampaio, do Partido Socialista, com 53,8% dos votos, em uma campanha voltada para quest\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>Ainda em janeiro, trabalhadores e empres\u00e1rios assinam um pacto com o governo para elevar o sal\u00e1rio m\u00ednimo e reduzir a jornada de 44 horas semanais de trabalho \u2013 a mais elevada da UE \u2013 para 42 horas em 1996 e 40 horas em 1997.<\/p>\n<p>O objetivo maior \u00e9 conter o desemprego, acentuado pelos cortes de Or\u00e7amento exigidos pelos padr\u00f5es da UE. Em fevereiro de 1997, a Assembleia rejeita por 1 voto o projeto de legaliza\u00e7\u00e3o do aborto em Portugal, um dos \u00fanicos pa\u00edses europeus onde a pr\u00e1tica ainda \u00e9 proibida\u2026<\/p>\n<p>Abaixo, um M\u00e1ximo Postal obliterado na cidade de Lisboa, no dia 15\/12\/1998, emitido em comemora\u00e7\u00e3o a Jos\u00e9 Saramago \u2013 Pr\u00eamio Nobel da Literatura.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Portugal &#8211; Pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Portugal\u00a0<\/strong>emergiu como pa\u00eds em 1143, ap\u00f3s 15 anos de rebeli\u00e3o de Dom Afonso Henriques (Afonso I). Afonso Henriques derrotou sua m\u00e3e a condessa Teresa de Portugal, regente do Condado (Condado) de Portugal e leal ao Reino de Le\u00e3o, na batalha de S\u00e3o Mamede (Batalha de S\u00e3o Mamede) perto da cidade de Guimar\u00e3es, em junho de 1128. A condessa Teresa foi presa e exilada pelo filho, e morreu em 1130.<\/p>\n<p align=\"left\">Guimar\u00e3es \u00e9, portanto, conhecida como a cidade natal de Portugal.<\/p>\n<p align=\"left\">No entanto, o verdadeiro teste de uma na\u00e7\u00e3o independente s\u00f3 aconteceu em 1385. Jo\u00e3o Mestre de Avis (Jo\u00e3o de Avis), com a ajuda do lend\u00e1rio supremo condest\u00e1vel Nuno Alvares Pereira, derrotou os castelhanos na \u00e9pica batalha de Aljubarrota, onde os castelhanos superaram os 6: 1 portugu\u00eas. Jo\u00e3o I (Dom Jo\u00e3o I) foi coroado Rei de Portugal. D. Jo\u00e3o I, juntamente com os seus filhos Duarte (a tornar-se rei sucessivamente), D. Henrique, o Navegador, e D. Afonso deram in\u00edcio \u00e0s \u201cD\u00e9cadas de Ouro\u201d das descobertas mundiais (s\u00e9culos XV e XVI).<\/p>\n<p align=\"left\">Uma revolu\u00e7\u00e3o de 1911 dep\u00f4s a monarquia com o assassinato do rei D. Manuel I e do seu filho. Durante a maior parte das seis d\u00e9cadas seguintes, governos repressivos governaram o pa\u00eds. Ant\u00f4nio Salazar, um fascista de direita, governou o pa\u00eds com m\u00e3o de ferro e um plano econ\u00f4mico austero que lentamente enterrou Portugal cada vez mais profundamente em seu status de terceiro mundo dentro da Europa.<\/p>\n<p align=\"left\">Salazar manteve tamb\u00e9m as col\u00f3nias de Angola, Mo\u00e7ambique e Guin\u00e9, que contribu\u00edram n\u00e3o s\u00f3 para o estado deplor\u00e1vel daqueles pa\u00edses, mas tamb\u00e9m para uma guerra colonial que matou centenas de milhares de portugueses.<\/p>\n<p align=\"left\">Em 1974, um golpe militar de esquerda instalou amplas reformas democr\u00e1ticas, que tiveram o efeito oposto. Muita liberdade, muito rapidamente, colocava o pa\u00eds em um \u201ccaos democr\u00e1tico\u201d total. Chefes sindicais, pol\u00edticos corruptos e extremistas de esquerda e de direita se revezaram para saquear o pa\u00eds, com planos econ\u00f4micos e trabalhistas desastrosos.<\/p>\n<p align=\"left\">A partir de 1976,\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0concedeu independ\u00eancia a todas as suas col\u00f4nias africanas, e uma onda de refugiados foi mal assimilada por uma sociedade que at\u00e9 hoje n\u00e3o valoriza a diversidade \u00e9tnica.<\/p>\n<p align=\"left\">Sucessivos governos liderados por comunistas, socialistas e social-democratas se revezaram na gest\u00e3o de Portugal. Portugal aderiu \u00e0 Comunidade Europeia em 1986, e com a grande inje\u00e7\u00e3o de capital para colocar o pa\u00eds acima do status de terceiro pa\u00eds, prosperidade e crescimento econ\u00f4mico de dois d\u00edgitos no final dos anos 80 e in\u00edcio dos anos 90 foram alcan\u00e7ados junto com uma taxa de emprego pr\u00f3xima de zero. A ades\u00e3o \u00e0 CE deu ao pa\u00eds um impulso, com uma enxurrada de doa\u00e7\u00f5es e investimentos que contribu\u00edram para novas estradas e uma atualiza\u00e7\u00e3o geral de uma infraestrutura dilapidada. No entanto, estima-se que apenas 36% dos fundos contribu\u00edram para este crescimento com 64% das doa\u00e7\u00f5es desperdi\u00e7adas em m\u00e1 gest\u00e3o e corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"left\">Hoje, Portugal est\u00e1 financeiramente no seu encal\u00e7o. Sob a supervis\u00e3o do Banco Central Europeu e do Fundo Monet\u00e1rio Internacional, Portugal apega-se desesperadamente a grandes cortes or\u00e7amentais nas pens\u00f5es, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, ao mesmo tempo que aumenta os impostos e v\u00ea o desemprego crescer. A corrup\u00e7\u00e3o colocou na pris\u00e3o algumas personalidades importantes, como o ex-primeiro-ministro Jos\u00e9 S\u00f3crates e o chefe do Grupo Esp\u00edrito Santo, Salgado. Os sal\u00e1rios e gratifica\u00e7\u00f5es das empresas p\u00fablicas continuam a aumentar, tal como em qualquer n\u00edvel de Governo incluindo a Assembleia, incomodando o Povo Portugu\u00eas. O escrit\u00f3rio do presidente gasta abundantemente com um or\u00e7amento de 16 milh\u00f5es de euros, e o escrit\u00f3rio do Minist\u00e9rio mant\u00e9m suas vantagens reais, como uma frota de BMWs e Mercedes com motorista na casa dos milhares, bem como contas de despesas v\u00e1rias vezes maiores do que a m\u00e9dia dos sal\u00e1rios em Portugal a cerca de 500 euros.<\/p>\n<p align=\"left\">Enquanto o governo tenta se firmar, o povo portugu\u00eas trabalha. Portugal tem grandes empresas, nacionais e multinacionais, grandes inovadores e inventores, e universidades a produzir grandes cabe\u00e7as.<\/p>\n<p align=\"left\">S\u00e3o os personagens e o trabalho \u00e1rduo de seu povo que continuar\u00e3o a compensar a intensa corrup\u00e7\u00e3o no governo, nos pr\u00f3prios monop\u00f3lios estatais e nas parcerias p\u00fablico-privadas estabelecidas para empregar ex-funcion\u00e1rios do governo.<\/p>\n<p align=\"left\">\u00c9 o povo de Portugal que o faz um grande pa\u00eds e \u00e9 aquele que, com o tempo, vai trazer \u00e0 justi\u00e7a aqueles que continuamente saquearam os seus cofres e a boa vontade do seu povo.<\/p>\n<p align=\"left\">O primeiro passo seria revisar a constitui\u00e7\u00e3o, permitir que as pessoas votassem em seus representantes, n\u00e3o nos partidos, acabar com o subs\u00eddio e a capacita\u00e7\u00e3o de seus partidos e reduzir o n\u00famero de membros completamente in\u00fateis da Assembleia de 230 membros para metade ou menos.<\/p>\n<p><strong>Portugal &#8211; Localiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Portugal est\u00e1 localizado no lado oeste da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, idealmente posicionado entre a Espanha e o oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>A sua localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica ao longo da costa atl\u00e2ntica \u00e9 a raz\u00e3o pela qual rapidamente se tornou um pa\u00eds oce\u00e2nico, preparando o cen\u00e1rio para s\u00e9culos de aventuras e descobertas mar\u00edtimas.<\/p>\n<p>No canto sudoeste da Europa est\u00e1 Portugal, um quinto da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica que compartilha com a Espanha. Portugal tem uma l\u00edngua pr\u00f3pria, a 6\u00aa mais falada do mundo (pense na ex-col\u00f4nia Brasil-Portugal), sua cultura e gastronomia. A forma de Portugal \u00e9 retangular, a maior dist\u00e2ncia norte-sul \u00e9 de 561 km e a maior dist\u00e2ncia leste-oeste \u00e9 de 218 km.<\/p>\n<p>\u00c9 aproximadamente do tamanho do estado americano de Indiana. as dimens\u00f5es modestas do pa\u00eds facilitam a visita quando o tempo \u00e9 curto.<\/p>\n<p>Portugal est\u00e1 dividido em regi\u00f5es, cada uma oferece caracter\u00edsticas, hist\u00f3ria, paisagens e gastronomia \u00fanicas.<\/p>\n<p><strong>As regi\u00f5es v\u00e3o de sul a norte:\u00a0<\/strong>Algarve, Alentejo, Lisboa e Costa de Lisboa, Estremadura e Ribatejo, Beiras, Douro e Tr\u00e1s-os-Montes e Minho.<\/p>\n<p><strong>Portugal tamb\u00e9m inclui 2 grupos de ilhas:<\/strong>\u00a0os A\u00e7ores (1287 quil\u00f4metros a sudoeste de Lisboa) e a Madeira (965 quil\u00f4metros a sul de Lisboa)<\/p>\n<p><strong>Portugal &#8211; Clima<\/strong><\/p>\n<p>O\u00a0<strong>clima de Portugal<\/strong>\u00a0\u00e9 principalmente mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es do sul s\u00e3o secas e ensolaradas, com ver\u00f5es quentes\/quentes e invernos amenos\/chuvosos.<\/p>\n<p>Viajando para o norte, o padr\u00e3o do clima fica mais frio e \u00famido, especialmente no inverno. A neve \u00e9 poss\u00edvel nas montanhas do nordeste.<\/p>\n<p>No geral, Portugal desfruta de um clima invej\u00e1vel, o que explica por que \u00e9 t\u00e3o popular entre os europeus do norte que procuram al\u00edvio para o clima muitas vezes menos confort\u00e1vel.<\/p>\n<p>A ilha dos A\u00e7ores tem um clima marinho moderado com temperaturas amenas durante todo o ano e chuvas. A Madeira e a ilha vizinha, Porto Santo, s\u00e3o subtropicais com clima normalmente seco durante todo o ano.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria de Portugal &#8211; Resumo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-157882 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Histor17-300x195.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"195\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Histor17-300x195.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Histor17.jpg 539w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><strong>Portugal<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>hist\u00f3ria de Portugal<\/strong>\u00a0remonta a 1000 AC aos fen\u00edcios, o povo mar\u00edtimo que se estabeleceu na costa sul. Na verdade, a habita\u00e7\u00e3o humana data de muito mais longe. As ru\u00ednas megal\u00edticas de c\u00edrculos de pedra, antas e menires foram datadas de 4000-2000 AC e as pinturas rupestres de 18.000-13.000 AC (encontradas perto de \u00c9vora na regi\u00e3o do Alentejo).<\/p>\n<p>Ao longo dos anos,\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0foi colonizado por tribos celtas, romanos (encontrados em \u00c9vora na regi\u00e3o do Alentejo e perto de Coimbra na regi\u00e3o das Beiras), v\u00e2ndalos, visigodos e \u00e1rabes (mouros). Os mouros (Mouros em portugu\u00eas) dominaram o Portugal crist\u00e3o de 711 at\u00e9 finalmente serem expulsos nos s\u00e9culos 12 e 13.<\/p>\n<p>A influ\u00eancia mourisca pode ser encontrada principalmente nas regi\u00f5es costeiras do Algarve e Lisboa-Lisboa.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo 15, Portugal liderou o mundo na explora\u00e7\u00e3o principalmente para encontrar uma rota mar\u00edtima para a \u00cdndia, que detinha o monop\u00f3lio do lucrativo com\u00e9rcio de especiarias. Sob o patroc\u00ednio de Henrique (o Navegador), um pr\u00edncipe da casa real, os navios portugueses circundaram a \u00c1frica pela primeira vez na hist\u00f3ria europeia e navegaram para o Oceano \u00cdndico e depois para a \u00cdndia.<\/p>\n<p>Portugal estabeleceu muitas col\u00f4nias e criou seus pr\u00f3prios monop\u00f3lios. O Brasil foi descoberto em 1500 e se tornou a col\u00f4nia mais rica de Portugal. O Infante D. Henrique nunca saiu de terra firme mas pensa-se que criou uma Escola de Navega\u00e7\u00e3o em Sagres, no Algarve.<\/p>\n<p><strong>Nota:<\/strong>\u00a0A primeira circunavega\u00e7\u00e3o do mundo (iniciada em 1519) foi sob uma viagem financiada pela Espanha, mas seu capit\u00e3o, Fernando de Magalh\u00e3es, era portugu\u00eas. Seu nome em portugu\u00eas \u00e9 Fern\u00e3o de Malgalhaes.<\/p>\n<p>O outrora pobre reino de Portugal tornou-se rico com suas col\u00f4nias e uma superpot\u00eancia mercantil. N\u00e3o durou. Em 1580 o rei D. Henrique morreu sem herdeiro.<\/p>\n<p>Filipe II da Espanha reivindicou o trono por meio de sua m\u00e3e, filha de um rei anterior de Portugal, Manuel I. A pol\u00edcia estrangeira da Espanha, comum aos dois pa\u00edses nessa \u00e9poca, deixou uma perda constante de col\u00f4nias para os holandeses. O trono portugu\u00eas foi reclamado pelo lado ileg\u00edtimo da fam\u00edlia real em 1640 ap\u00f3s uma revolta contra o dom\u00ednio espanhol.<\/p>\n<p>Os anos que se seguiram trouxeram excessos de tesouraria, loucuras e outras loucuras comuns \u00e0s monarquias. O rococ\u00f3 Pal\u00e1cio de Queluz e o ecl\u00e9tico Pal\u00e1cio da Pena, ambos perto de Lisboa e o Pal\u00e1cio do Bucaco (agora um hotel) na regi\u00e3o das Beiras, s\u00e3o bons exemplos de indulg\u00eancias reais. Ap\u00f3s uma revolta de 1910, Portugal tornou-se uma rep\u00fablica. O rei Manuel II fugiu para o ex\u00edlio.<\/p>\n<p>Portugal entrou na Primeira Guerra Mundial ao lado da Gr\u00e3-Bretanha e da Fran\u00e7a. Na Segunda Guerra Mundial, Portugal \u00e9 teoricamente neutro, mas \u00e9 for\u00e7ado a vender minerais para a Alemanha, que amea\u00e7ou o transporte mar\u00edtimo portugu\u00eas. Lisboa tornou-se um viveiro de espi\u00f5es da Segunda Guerra Mundial! De 1928 a 1974, Portugal foi governado por primeiros-ministros opressores.<\/p>\n<p>O pa\u00eds sofreu pobreza e desemprego sob severas medidas de austeridade. A Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos de 1974 acabou com o governo ditador. Portugal aderiu \u00e0 Uni\u00e3o Europeia em Janeiro de 1986.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0Col\u00e9gio S\u00e3o Francisco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dono, no seu apogeu, de um imenso imp\u00e9rio colonial que inclu\u00eda o Brasil, o pa\u00eds passa atualmente por um r\u00e1pido processo de moderniza\u00e7\u00e3o em consequ\u00eancia de seu ingresso na Uni\u00e3o Europeia\u2026 A Lusit\u00e2nia, como a regi\u00e3o era conhecida pelos romanos, \u00e9 conquistada por J\u00falio C\u00e9sar e Augusto no s\u00e9culo I a.C. 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