{"id":92351,"date":"2017-01-04T08:56:23","date_gmt":"2017-01-04T10:56:23","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?p=92351"},"modified":"2017-01-04T08:56:23","modified_gmt":"2017-01-04T10:56:23","slug":"bugio-moqueado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado","title":{"rendered":"Bugio Moqueado"},"content":{"rendered":"<p>\u2014 Uno!<\/p>\n<p>Ugarte&#8230;<\/p>\n<p>\u2014Dos!<\/p>\n<p>Adriano&#8230;<\/p>\n<p>\u2014Ci nc o&#8230;<\/p>\n<p>Vilabona&#8230;<\/p>\n<p>\u2014 &#8230;<\/p>\n<p>M\u00e1 coloca\u00e7\u00e3o! Minha pule \u00e9 a 32 e j\u00e1 de sa\u00edda o azar me p\u00f5e na frente Ugarte&#8230; Ugarte \u00e9 fur\u00e3o. Na quiniela anterior foi quem me estragou o jogo. Querem ver que tamb\u00e9m me estraga nesta?<\/p>\n<p>\u2014Mucho, Adriano!<\/p>\n<p>Qual Adriano, qual nada! N\u00e3o escorou o saque, e l\u00e1 est\u00e1 Ugarte com um ponto j\u00e1 feito. Entra Gen\u00faa agora? Ah, \u00e9 outro ponto seguro para Ugarte. Mas quem sabe se com uma torcida&#8230;<\/p>\n<p>\u2014Mucho, Gen\u00faa!<\/p>\n<p>Raio de azar! \u2014 Gen\u00faa \u201cmalou\u201d no saque. Entra agora Melchior&#8230; Este Melchior \u00e0s vezes faz o diabo. Bravos! Est\u00e1 ag\u00fcentando&#8230; Isso, rijo! Uma cortadinha agora! Bu ena!Buena! Outra agora&#8230; Oh!&#8230; Deu na lata! Incr\u00edvel&#8230;<\/p>\n<p>Se o leitor desconhece o jogo da pelota em cancha p\u00fablica \u2014 Front\u00e3o da Boa-Vista, por exemplo, nada pescar\u00e1 desta g\u00edria, que \u00e9 na qual se entendem todos os aficionados que jogam em pules ou \u201ctorcem\u201d.<\/p>\n<p>Eu jogava, e portanto, falava e pensava assim. Mas como vi meu jogo perdido, desinteressei-me do que se passava na cancha e pus-me a ouvir a conversa de dois sujeitos velhuscos, sentados \u00e0 minha esquerda.<\/p>\n<p>\u201c&#8230; coisa que voc\u00ea nem acredita, dizia um deles. Mas \u00e9 verdade pura. Fui testemunha, vi!<\/p>\n<p>Vi a m\u00e1rtir, branca que nem morta, diante do horrendo prato&#8230;\u201d<\/p>\n<p>\u201cHorrendo prato?\u201d Aproximei-me dos velhos um pouco mais e pus-me de ouvidos, alerta.<\/p>\n<p>\u2014 \u201cEra longe a tal fazenda\u201d, continuou o homem. \u201cMas l\u00e1 em Mato-Grosso tudo \u00e9 longe. Cinco l\u00e9guas \u00e9 \u201cali\u201d, com a ponta do dedo. Este troco mi\u00fado de quil\u00f4metros, que voc\u00eas usam por c\u00e1, em Mato-Grosso n\u00e3o tem curso. E cada estir\u00e3o!&#8230;<\/p>\n<p>\u201cMas fui ver o gado. Queria arredondar uma ponta para vender em Barretos, e quem me tinha os novilhos nas condi\u00e7\u00f5es requeridas, de idade e pre\u00e7o, era esse Coronel Teot\u00f4nio, do Tremedal.<\/p>\n<p>\u201cEncontrei-o na mangueira, assistindo \u00e0 doma\u00e7\u00e3o dum potro \u2014 zaino, ainda me lembro&#8230; E, palavra d\u2019honra! n\u00e3o me recordo de ter esbarrado nunca tipo mais impressionante. Barbudo, olhinhos de cobra muito duros e vivos, testa entiotada de rugas, ar de carrasco&#8230; Pensei comigo: Dez mortes no m\u00ednimo. Porque l\u00e1 \u00e9 assim. N\u00e3o h\u00e1 soldados rasos. Todo mundo traz gal\u00f5es&#8230; e aquele, ou muito me enganava ou tinha divisas de general.<\/p>\n<p>\u201cLembrou-me logo o c\u00e9lebre Panfilo do Aio Verde, um de \u201cdoze gal\u00f5es\u201d, que \u201cresistiu\u201d ao tenente Galinha e, gra\u00e7as a esse benem\u00e9rito \u201cescumador de sert\u00f5es\u201d, purga a esta hora no tacho de Pedro Botelho os crimes cometidos.<\/p>\n<p>\u201cMas, importava-me l\u00e1 a fera! \u2014 eu queria gado, pertencesse a Belzebu ou a S\u00e3o Gabriel.<\/p>\n<p>Expus-lhe o neg\u00f3cio e partimos para o que ele chamava a invernada de fora.<\/p>\n<p>\u201cL\u00e1 escolhi o lote que me convinha. Apartamo-lo e ficou tudo assentado.<\/p>\n<p>\u201cDe volta do rodeio ca\u00eda a tarde e eu, almo\u00e7ado \u00e0s oito da manh\u00e3 e sem caf\u00e9 de permeio at\u00e9 aquel\u2019hora, chiava numa das boas fomes da minha vida. Assim foi que, apesar da repuls\u00e3o inspirada pelo urutu humano, n\u00e3o lhe rejeitei o jantar oferecido.<\/p>\n<p>\u201cEra um casar\u00e3o sombrio, a casa da fazenda. De poucas janelas, mal iluminado, mal arejado, desagrad\u00e1vel de aspectos e por isso mesmo toante na perfei\u00e7\u00e3o com a cara e os modos do propriet\u00e1rio. Traste que se n\u00e3o parece com o dono \u00e9 roubado, diz muito bem o povo. A sala de jantar semelhava uma alcova. Al\u00e9m de escura e abafada, rescendia a um cheiro esquisito, nauseante, que nunca mais me saiu do nariz \u2014 cheiro assim de carne mofada&#8230;<\/p>\n<p>\u201cSentamo-nos \u00e0 mesa, eu e ele, sem que viva alma surgisse para fazer companhia. E como de dentro n\u00e3o viesse nenhum rumor, conclui que o urutu morava sozinho \u2014 solteiro ou vi\u00favo. Interpela-lo? Nem por sombras. A secura e a m\u00e1 cara do fac\u00ednora n\u00e3o davam azo \u00e0 m\u00ednima expans\u00e3o de familiaridade; e, ou fosse real ou efeito do ambiente, pareceu- me ele inda mais torvo em casa do que fora em pleno sol.<\/p>\n<p>\u201cHavia na mesa feij\u00e3o, arroz e lombo, al\u00e9m dum misterioso prato coberto em que n\u00e3o se buliu. Mas a fome \u00e9 boa cozinheira. Apesar de engulhado pelo bafio a mofo, pus de lado o nariz, achei tudo bom e entrei a comer por dois.<br \/>\n\u201cCorreram assim os minutos.<\/p>\n<p>\u201cEm dado momento o urutu, tomando a faca, bateu no prato tr\u00eas pancadas misteriosas. Chama a cozinheira, calculei eu. Esperou um bocado e, como n\u00e3o aparecesse ningu\u00e9m, repetiu o apelo com certo frenesi. Atenderam-no desta vez. Abriu-se devagarinho uma porta e enquadrou-se nela um vulto branco de mulher.<br \/>\n\u201cSon\u00e2mbula?<\/p>\n<p>\u2014 Tive essa impress\u00e3o. Sem pingo de sangue no rosto, sem fulgor nos olhos vidrados, cada- v\u00e9rica, dir-se-ia vinda do t\u00famulo naquele momento. Aproximou-se, lenta, com passos de aut\u00f4mato, e sentou-se de cabe\u00e7a baixa.<\/p>\n<p>\u201cConfesso que esfriei. A escurid\u00e3o da alcova, o ar diab\u00f3lico do urutu, aquela morta-viva morre-morrendo, a meu lado, tudo se conjugava para arrepiar-me as carnes num calafrio de pavor. Em campo aberto n\u00e3o sou medroso \u2014 ao sol, em luta franca, onde vale a faca ou o 32. Mas escureceu? Entrou em cena o mist\u00e9rio? Ah! \u2014 bambeio de pernas e tremo que nem gel\u00e9ia! Foi assim naquele dia&#8230;<\/p>\n<p>\u201cMal se sentou a morta-viva, o marido, sorrindo, empurrou para o lado dela o prato misterioso e destampou-o amavelmente. Dentro havia um petisco preto, que n\u00e3o pude identificar. Ao v\u00ea-lo a mulher estremeceu, como horrorizada.<\/p>\n<p>\u2014 \u201cSirva-se!\u201d disse o marido.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o sei porque, mas aquele convite revelava uma tal crueza que me cortou o cora\u00e7\u00e3o como navalha de gelo. Pressenti um horror de trag\u00e9dia, dessas horrorosas trag\u00e9dias familiares, vividas dentro de quatro paredes, sem que de fora ningu\u00e9m nunca as suspeite. Desd\u2019a\u00ed nunca ponho os olhos em certos casar\u00f5es sombrios sem que os imagine povoados de dramas horrendos. Falam-me de hienas. Conhe\u00e7o uma: o homem&#8230;<\/p>\n<p>\u201cComo a morta-viva permanecesse im\u00f3vel, o urutu repetiu o convite em voz baixa, num tom cortante de ferocidade glacial.<\/p>\n<p>\u2014 \u201cSirva-se, fa\u00e7a o favor!\u201d E fisgando ele mesmo a nojenta coisa, colocou-a gentilmente no prato da mulher.<\/p>\n<p>\u201cNovas tremuras agitaram a m\u00e1rtir. Seu rosto macilento contorceu-se em esgares e repuxos nervosos, como se o tocasse a corrente el\u00e9trica. Ergueu a cabe\u00e7a, dilatou para mim as pupilas v\u00edtreas e ficou assim uns instantes, como \u00e0 espera dum milagre imposs\u00edvel. E naqueles olhos de desvario li o mais pungente grito de socorro que jamais a afli\u00e7\u00e3o humana calou&#8230;<\/p>\n<p>\u201cO milagre n\u00e3o veio \u2014 infame que fui! \u2014 e aquele lampejo de esperan\u00e7a, o derradeiro talvez que lhe brilhou nos olhos, apagou-se num lancinante cerrar de p\u00e1lpebras. Os tiques nervosos diminu\u00edram de freq\u00fc\u00eancia, cessaram. A cabe\u00e7a descaiu-lhe de novo para o seio; e a morta-viva, revivida um momento, reentrou na morte lenta do seu marasmo sonamb\u00falico.<br \/>\n\u201cEnquanto isso, o urutu espiava-nos de esguelha, e ria-se por dentro venenosamente&#8230;<\/p>\n<p>\u201cQue jantar! Verdadeira cerim\u00f4nia f\u00fanebre transcorrida num escuro c\u00e1rcere da Inquisi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nem sei como digeri aqueles feij\u00f5es!<\/p>\n<p>\u201cA sala tinha tr\u00eas portas, uma abrindo para a cozinha, outra para a sala de espera, a terceira para a despensa. Com os olhos j\u00e1 afeitos \u00e0 escurid\u00e3o, eu divisava melhor as coisas; enquanto aguard\u00e1vamos o caf\u00e9, corri-os pelas paredes e pelos m\u00f3veis, distraidamente. Depois, como a porta da despensa estivesse entreaberta, enfiei-os por ela a dentro. Vi l\u00e1 umas brancuras pelo ch\u00e3o sacos de mantimento \u2014 e, pendurada a um gancho, uma coisa preta que me intrigou. Manta de carne seca? Roupa velha? Estava eu de rugas na testa a decifrar a charada, quando o urutu, percebendo-o, silvou em tom cor- tante:<\/p>\n<p>\u2014 \u201c\u00c9 curioso? O inferno est\u00e1 cheio de curiosos, mo\u00e7o&#8230;<\/p>\n<p>\u201cVexad\u00edssimo, mas sempre em guarda, achei de bom conselho engolir o insulto e calar- me. Calei-me. Apesar disso o homem, depois duma pausa, continuou, entre manso e ir\u00f4nico:<\/p>\n<p>\u2014 \u201cCoisas da vida, mo\u00e7o. Aqui a patroa pela-se por um naco de bugio moqueado, e ali dentro h\u00e1 um para abastecer este pratinho&#8230; J\u00e1 comeu bugio moqueado, mo\u00e7o?<\/p>\n<p>\u2014 \u201cNunca! Seria o mesmo que comer gente&#8230;<\/p>\n<p>\u2014 \u201cPois n\u00e3o sabe o que perde!&#8230; filosofou ele, como um diabo, a piscar os olhinhos de cobra.<\/p>\n<p>Neste ponto o jogo interrompeu-me a est\u00f3ria. Melchior estava colocado e Gaspar, com tr\u00eas pontos, sacava para Ugarte. Houve luta; mas um \u201ccamarote\u201d infeliz de Gaspar deu o ponto a Ugarte. \u201cPintou\u201d a pule 13, que eu n\u00e3o tinha. Jogo vai, jogo vem, \u201cdespintou\u201d a 13 e deu a 23. Pela terceira vez Ugarte estragava-me o jogo. Quis insistir mas n\u00e3o pude. A est\u00f3ria estava no apogeu e antes \u201cperder de ganhar\u201d a pr\u00f3xima quiniela do que perder um capitulo da trag\u00e9dia. Fiquei no lugar, muito atento, a ouvir o velhote.<\/p>\n<p>\u201cQuando me vi na estrada, longe daquele antro, criei alma nova. Fiz cruz na porteira.<\/p>\n<p>\u201cAqui nunca mais! Credo!\u201d e abri de galopada pela noite adentro.<\/p>\n<p>Passaram-se anos.<\/p>\n<p>\u201cUm dia, em Tr\u00eas Cora\u00e7\u00f5es, tomei a servi\u00e7o um preto de nome Z\u00e9 Esteves. Traquejado da vida e s\u00e9rio, meses depois virava Esteves a minha m\u00e3o direita. Para um rodeio, para curar uma bicheira, para uma comiss\u00e3o de confian\u00e7a, n\u00e3o havia outro. Negro quando acerta de ser bom vale por dois brancos. Esteves valia por quatro.<\/p>\n<p>\u201cMas n\u00e3o me bastava. O movimento crescia e ele sozinho n\u00e3o dava conta. Empenhado em descobrir um novo auxiliar que o valesse, perguntei-lhe uma vez:<\/p>\n<p>\u2014 \u201cN\u00e3o teria voc\u00ea, por acaso, algum irm\u00e3o de sua for\u00e7a?<\/p>\n<p>\u2014 \u201cTive, respondeu o preto, tive o Leandro, mas o coitado n\u00e3o existe mais&#8230;<\/p>\n<p>\u2014 \u201cDe que morreu?<\/p>\n<p>\u2014 \u201cDe morte matada. Foi morto a rabo de tatu&#8230; e comido.<\/p>\n<p>\u2014 \u201cComido? repeti com assombro.<\/p>\n<p>\u2014 \u201c\u00c9 verdade. Comido por uma mulher.<\/p>\n<p>A est\u00f3ria complicava-se e eu, aparvalhado, esperei a decifra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2014 \u201cLeandro, continuou ele, era um rapaz bem apessoado e bom para todo servi\u00e7o.<\/p>\n<p>Trabalhava no Tremedal, numa fazenda em&#8230;<\/p>\n<p>\u2014 \u201c&#8230; em Mato-Grosso? Do Coronel Teot\u00f4nio?<\/p>\n<p>\u2014 Isso! Como sabe? Ah, esteve l\u00e1! Pois d\u00ea gra\u00e7as de estar vivo; que entrar na casa do carrasco era f\u00e1cil, mas sair? Deus me perdoe, mas aquilo foi a maior peste que o raio do diabo do barzabu do canhoto botou no mundo!&#8230;<\/p>\n<p>\u2014 O urutu, murmurei, recordando-me. Isso mesmo&#8230;<\/p>\n<p>\u2014 \u201cPois o Leandro \u2014 n\u00e3o sei que intrigante malvado inventou que ele&#8230; que ele, perd\u00e3o da palavra, andava com a patroa, uma senhora muito alva, que parecia uma santa. O que houve, se houve alguma coisa, Deus sabe. Para mim, tudo foi feiti\u00e7aria da Luduina, aquela mulata amiga do coronel. Mas, inocente ou n\u00e3o, foi que o pobre do Leandro acabou no tronco, lanhado a chicote. Uma novena de mart\u00edrio \u2014lepte! l epte! E pimenta em cima&#8230; Morreu. E depois que morreu foi moqueado.<\/p>\n<p>\u2014 \u201c???\u201d<\/p>\n<p>\u2014 \u201cPois ent\u00e3o! Moqueado, sim, como um bugio. E comido, dizem. Penduraram aquela carne na despensa e todos os dias vinha \u00e0 mesa um pedacinho para a patroa comer&#8230;<\/p>\n<p>Mudei-me de lugar. Fui assistir ao fim da quiniela a cinq\u00fcenta metros de dist\u00e2ncia. Mas n\u00e3o pude acompanhar o jogo. Por mais que arregalasse os olhos, por mais que olhasse para a cancha, n\u00e3o via coisa nenhuma, e at\u00e9 hoje n\u00e3o sei se deu ou n\u00e3o a pule 13&#8230;<br \/>\nMonteiro Lobato, 1925<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u2014 Uno! Ugarte&#8230; \u2014Dos! Adriano&#8230; \u2014Ci nc o&#8230; Vilabona&#8230; \u2014 &#8230; M\u00e1 coloca\u00e7\u00e3o! Minha pule \u00e9 a 32 e j\u00e1 de sa\u00edda o azar me p\u00f5e na frente Ugarte&#8230; Ugarte \u00e9 fur\u00e3o. Na quiniela anterior foi quem me estragou o jogo. Querem ver que tamb\u00e9m me estraga nesta? \u2014Mucho, Adriano! Qual Adriano, qual nada! N\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[378],"tags":[],"class_list":["post-92351","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-literatura-infantil"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Bugio Moqueado, Monteiro Lobato Bugio Moqueado<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato, Obra Liter\u00e1ria, Conto, Cr\u00f4nica, Personagens, Adriano, Gen\u00faa, Literatura, Bugio Moqueado\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato Bugio Moqueado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato, Obra Liter\u00e1ria, Conto, Cr\u00f4nica, Personagens, Adriano, Gen\u00faa, Literatura, Bugio Moqueado\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-01-04T10:56:23+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Fabiane Breda\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Fabiane Breda\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"10 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/literatura-infantil\\\/bugio-moqueado#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/literatura-infantil\\\/bugio-moqueado\"},\"author\":{\"name\":\"Fabiane Breda\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/af0ed2ca856d6fc049f351e023d3bdaa\"},\"headline\":\"Bugio Moqueado\",\"datePublished\":\"2017-01-04T10:56:23+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/literatura-infantil\\\/bugio-moqueado\"},\"wordCount\":1934,\"articleSection\":[\"Literatura Infantil\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/literatura-infantil\\\/bugio-moqueado\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/literatura-infantil\\\/bugio-moqueado\",\"name\":\"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato Bugio Moqueado\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2017-01-04T10:56:23+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/af0ed2ca856d6fc049f351e023d3bdaa\"},\"description\":\"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato, Obra Liter\u00e1ria, Conto, Cr\u00f4nica, Personagens, Adriano, Gen\u00faa, Literatura, Bugio Moqueado\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/literatura-infantil\\\/bugio-moqueado#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/literatura-infantil\\\/bugio-moqueado\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/literatura-infantil\\\/bugio-moqueado#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Linguagens e C\u00f3digos\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/linguagens-e-codigos\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Literatura\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Literatura Infantil\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/linguagens-e-codigos\\\/literatura\\\/literatura-infantil\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":5,\"name\":\"Bugio Moqueado\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/af0ed2ca856d6fc049f351e023d3bdaa\",\"name\":\"Fabiane Breda\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato Bugio Moqueado","description":"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato, Obra Liter\u00e1ria, Conto, Cr\u00f4nica, Personagens, Adriano, Gen\u00faa, Literatura, Bugio Moqueado","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato Bugio Moqueado","og_description":"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato, Obra Liter\u00e1ria, Conto, Cr\u00f4nica, Personagens, Adriano, Gen\u00faa, Literatura, Bugio Moqueado","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2017-01-04T10:56:23+00:00","author":"Fabiane Breda","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Fabiane Breda","Est. tempo de leitura":"10 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado"},"author":{"name":"Fabiane Breda","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/af0ed2ca856d6fc049f351e023d3bdaa"},"headline":"Bugio Moqueado","datePublished":"2017-01-04T10:56:23+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado"},"wordCount":1934,"articleSection":["Literatura Infantil"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado","name":"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato Bugio Moqueado","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"datePublished":"2017-01-04T10:56:23+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/af0ed2ca856d6fc049f351e023d3bdaa"},"description":"Bugio Moqueado, Monteiro Lobato, Obra Liter\u00e1ria, Conto, Cr\u00f4nica, Personagens, Adriano, Gen\u00faa, Literatura, Bugio Moqueado","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil\/bugio-moqueado#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Linguagens e C\u00f3digos","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/linguagens-e-codigos"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Literatura","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/linguagens-e-codigos\/literatura"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Literatura Infantil","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/linguagens-e-codigos\/literatura\/literatura-infantil"},{"@type":"ListItem","position":5,"name":"Bugio Moqueado"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/af0ed2ca856d6fc049f351e023d3bdaa","name":"Fabiane Breda"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92351","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=92351"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92351\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=92351"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=92351"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=92351"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}