{"id":90388,"date":"2016-12-23T14:18:14","date_gmt":"2016-12-23T16:18:14","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?p=90388"},"modified":"2022-03-24T18:10:39","modified_gmt":"2022-03-24T20:10:39","slug":"relevo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-humanas\/geografia\/relevo","title":{"rendered":"Relevo"},"content":{"rendered":"<h4>O que \u00e9<\/h4>\n<p>Um <strong>Relevo<\/strong> em Geografia mostra mudan\u00e7as na eleva\u00e7\u00e3o sobre uma determinada \u00e1rea de terra.<\/p>\n<p>Relevo \u00e9 um componente central de mapas topogr\u00e1ficos e f\u00edsicos.<\/p>\n<p>A tecnologia moderna permitiu que o <strong>Relevo<\/strong> dever\u00e1 ser calculada para um grau ainda maior de precis\u00e3o. \u00c9 importante que os alunos sejam capazes de identificar e interpretar al\u00edvio em um mapa.<\/p>\n<p><strong>O que \u00e9 um Relevo?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Relevo<\/strong> \u00e9 a diferen\u00e7a na eleva\u00e7\u00e3o (ou altura) entre as partes da superf\u00edcie da Terra.<\/p>\n<p>A altura do solo, em conjunto com informa\u00e7\u00f5es sobre a inclina\u00e7\u00e3o e forma, \u00e9 muito \u00fatil para muitas pessoas, incluindo top\u00f3grafos, ge\u00f3logos, incorporadoras e trilheiros. H\u00e1 uma s\u00e9rie de t\u00e9cnicas que t\u00eam sido desenvolvidos ao longo do tempo para representar com precis\u00e3o as caracter\u00edsticas do relevo em um mapa.<\/p>\n<h4>Hachuring<\/h4>\n<p>Os primeiros cart\u00f3grafos tentou mostrar as caracter\u00edsticas da superf\u00edcie em mapas utilizando a t\u00e9cnica de hachuring. Hachures usar linhas curtas de espessura vari\u00e1vel para mostrar a forma e inclina\u00e7\u00e3o do terreno. De acordo com esta t\u00e9cnica, a mais acentuada a inclina\u00e7\u00e3o \u00e9, o grosso das linhas que s\u00e3o represent\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Enquanto hachuring foi inicialmente inovador para a \u00e9poca, ele come\u00e7ou gradualmente a ser substitu\u00edda desde a altura real da terra n\u00e3o foi descrito.<\/p>\n<p><strong>Colina sombreamento e alturas local<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo 18, hachuring foi substitu\u00edda por uma forma cient\u00edfica de colina sombreamento e alturas pontuais. Colina sombreamento se assemelha a um efeito de luz e sombra. Vales e os lados das montanhas aparecem como se eles s\u00e3o lan\u00e7ados na sombra. Este \u00e9 um m\u00e9todo visualmente impressionante, o que \u00e9 ideal para fornecer uma vis\u00e3o geral do relevo de uma \u00e1rea. Encosta prote\u00e7\u00e3o, no entanto, n\u00e3o mostra a altura, o que significa que n\u00e3o \u00e9 mais preciso do que hachuring.<\/p>\n<p>Alturas local s\u00e3o usados para mostrar a altura exata da terra em um determinado ponto. Cota s\u00e3o descritos usando um ponto (ou tri\u00e2ngulo) e de um n\u00famero correspondente, que representa a altura (altura acima do n\u00edvel do mar) nesse ponto. Enquanto alturas pontuais fornecer uma precis\u00e3o de altitude, eles n\u00e3o fornecem muita informa\u00e7\u00e3o sobre a forma da terra. \u00c9 por isso que eles s\u00e3o muitas vezes utilizados em conjunto com o monte de sombreamento, camada de tingimento e linhas de contorno.<\/p>\n<p><strong>Camada de tingimento (colora\u00e7\u00e3o)<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto alturas local mostram a altura da terra, faz\u00ea-lo apenas em determinados pontos. Para fornecer uma imagem global que transmitiu altura, uma t\u00e9cnica chamada camada de tingimento foi desenvolvido. Camada de tingimento usa diferentes cores (ou tons) para representar diferentes alturas. \u00c9 uma conven\u00e7\u00e3o de mapeamento de cores mais escuras para significar maior altura. Ao utilizar camada de tingimento, o verde \u00e9 usado frequentemente para baixo da terra, amarelo para terras mais altas e marrom para o mais alto da terra.<\/p>\n<p>Camada de tingimento \u00e9 mais comumente encontrado em mapas f\u00edsicos. Enquanto a camada de tingimento \u00e9 \u00fatil, ele n\u00e3o mostra a forma detalhada da terra.<\/p>\n<p><strong>Linhas de contorno<\/strong><\/p>\n<p>Curvas de n\u00edvel s\u00e3o linhas que ligam pontos (alturas local) que est\u00e3o \u00e0 mesma altura acima do n\u00edvel do mar. Mais comumente encontrados em mapas topogr\u00e1ficos, linhas de contorno s\u00e3o particularmente \u00fateis, uma vez que retratam com precis\u00e3o a altura, forma e inclina\u00e7\u00e3o de uma paisagem. Os n\u00fameros que s\u00e3o apresentados em cada linha representam a altura exata da terra em pontos ao longo dessa linha. Os padr\u00f5es criados pelas linhas mostram a forma do terreno.<\/p>\n<p>Como uma pessoa se torna mais familiarizado com os padr\u00f5es, ele ou ela \u00e9 capaz de identificar imediatamente os diferentes tipos de formas de relevo. Um padr\u00e3o que se assemelha a dois c\u00edrculos com um espa\u00e7o entre eles, por exemplo, pode ser reconhecido como sendo dois montes e um selim (um mergulho entre duas \u00e1reas de terras mais altas). A inclina\u00e7\u00e3o pode tamb\u00e9m ser identificado atrav\u00e9s de linhas de contorno. Quanto mais pr\u00f3ximo das linhas de contorno, a mais acentuada a inclina\u00e7\u00e3o \u00e9.<\/p>\n<p>A equidist\u00e2ncia \u00e9 a diferen\u00e7a de altura entre as linhas de contorno. Linhas de contorno sempre aumentar ou diminuir na mesma propor\u00e7\u00e3o. Isto significa que se uma linha de contorno representa pontos de 50 metros acima do n\u00edvel do mar e a pr\u00f3xima linha de contorno mostra pontos a 100 metros acima do n\u00edvel do mar, ent\u00e3o a terceira linha de contorno ser\u00e1 de 150 metros acima do n\u00edvel do mar. Neste exemplo, o intervalo de contorno \u00e9 de 50 metros.<\/p>\n<h4>Tipos de Relevo<\/h4>\n<p><strong>Relevo <\/strong>\u00e9 o conjunto de formas que moldam a superf\u00edcie da crosta da Terra. Ele pode ser modificado pela a\u00e7\u00e3o de fatores internos, como terremotos e movimentos tect\u00f4nicos (decorrente da press\u00e3o que vem do interior da Terra), os fatores externos, como a eros\u00e3o devido a processos naturais, como a \u00e1gua da chuva e dos ventos, entre outros, e pela interfer\u00eancia humana com a paisagem.<\/p>\n<p><strong>Relevo<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 diretamente afetada por outros aspectos ambientais, como o clima, tipos de rochas, solo e cobertura do solo.<\/p>\n<p>No Brasil, o relevo \u00e9 formado principalmente por planaltos, plan\u00edcies e depress\u00f5es, embora outros tipos, tais como montanhas, planaltos (o &#8220;chapadas&#8221;), planaltos e plan\u00edcies tamb\u00e9m pode ser visto. Os planaltos s\u00e3o terrenos relativamente planos localizados em \u00e1reas de maior altitude. Eles s\u00e3o limitadas, pelo menos de um lado, pelas superf\u00edcies inferiores.<\/p>\n<p>No Brasil voc\u00ea tem exemplos de planalto da Regi\u00e3o Central (Planalto Central Brasileiro), no Sudeste (Centro-Sul do Planalto em Minas Gerais), os planaltos da Amaz\u00f4nia e as da bacia sedimentar do Paran\u00e1, no sul.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-90397 size-full\" title=\"Relevo\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo1.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"250\" height=\"392\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo1.jpg 250w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo1-191x300.jpg 191w\" sizes=\"(max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><br \/>\n<strong>Chapada e bandejas t\u00eam plano superior e s\u00e3o formados em rochas sedimentares<\/strong><\/p>\n<p>As plan\u00edcies s\u00e3o \u00e1reas planas ou levemente onduladas formadas pelo dep\u00f3sito de sedimentos transportados pela \u00e1gua ou pelo vento, por exemplo. Eles s\u00e3o geralmente encontrados em altitudes mais baixas. Como eles s\u00e3o feitos pelo dep\u00f3sito de sedimentos n\u00e3o consolidados (part\u00edculas que n\u00e3o se estabelecem) provenientes de outros locais, esse al\u00edvio \u00e9 mais recente do que outros. Entre as plan\u00edcies do Brasil, podemos destacar o Pantanal (zonas h\u00famidas) em Mato Grosso, a plan\u00edcie do rio Amazonas e seus principais afluentes, e as plan\u00edcies na costa do pa\u00eds.<\/p>\n<p>As depress\u00f5es s\u00e3o um conjunto de relevos lisas ou onduladas que est\u00e3o abaixo do n\u00edvel de altitude das regi\u00f5es vizinhas. Podemos encontrar exemplos de depress\u00f5es no Brasil na Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, como as depress\u00f5es no Acre e Amap\u00e1. Eles tamb\u00e9m podem ser encontrados na regi\u00e3o sudeste, onde s\u00edtios urbanos aproveitar as caracter\u00edsticas favor\u00e1veis do relevo para a constru\u00e7\u00e3o de grandes cidades, como S\u00e3o Paulo e Belo Horizonte.<\/p>\n<p>As montanhas s\u00e3o relevos sulcadas, geralmente em uma forma crista (partes altas, seguidos por colis\u00f5es) e cumes pontiagudos, ou nas bordas de planaltos elevados. &#8220;Serra do Mar&#8221; (Sea Mountain) e &#8220;Serra da Mantiqueira&#8221; s\u00e3o bons exemplos. O Planalto ou &#8220;chapadas&#8221; e as chapadas s\u00e3o relevos com topos planos, formados por rochas sedimentares e, geralmente, rodeado por bordas com inclina\u00e7\u00f5es vari\u00e1veis.<\/p>\n<p>As chapadas est\u00e3o localizadas em meio a altas altitudes. No Brasil voc\u00ea tem o &#8220;Chapada Diamantina&#8221;, o &#8220;Chapada dos Guimar\u00e3es&#8221; e &#8220;Chapada dos Parecis&#8221;, como exemplos dessas terras altas. Tabuleiros s\u00e3o encontrados em altitudes relativamente baixas, e podem ocorrer no litoral e no interior. No litoral, podem ser encontrados principalmente na regi\u00e3o nordeste. No interior, voc\u00ea tem os planaltos da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Finalmente, as \u00e1reas planas s\u00e3o formas planas ou onduladas que formam as superf\u00edcies interm\u00e9dias ou etapas entre os mais elevados e os mais baixos relevos. Estes podem ser encontrados na regi\u00e3o nordeste, entre as depress\u00f5es do campo e as montanhas da Borborema e na bacia sedimentar do Paran\u00e1, formando etapas entre os diferentes n\u00edveis de planalto.<\/p>\n<p><strong>Topografia:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Plano<\/strong> &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 10%<br \/>\n<strong>Ondulado <\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 70%<br \/>\n<strong>Montanhoso.<\/strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;20%<\/p>\n<p><strong>Tipos de solos e montanhas:<\/strong><\/p>\n<p>Os solos s\u00e3o argilosos, de moderada resist\u00eancia \u00e0 eros\u00e3o, de profundidade vari\u00e1vel, de baixa e moderada fertilidade natural, com maior aproveitamento na pecu\u00e1ria. Forma\u00e7\u00e3o aparecendo na maioria das vezes em associa\u00e7\u00e3o ( podz\u00f3ico e latossolo vermelho- amarelo ). As montanhas s\u00e3o rochosas, pr\u00e9- cambrianas, intensamente dobrada, provocando a forma\u00e7\u00e3o de colinas c\u00f4ncavas- conexas e cristas, com altitudes de 860 a 1200metros.<\/p>\n<p>Serras arredondadas e de press\u00e3o relativa entre a Regi\u00e3o do Campo Grande e S\u00e3o Bento, com vegeta\u00e7\u00e3o de cerrado e nas encostas floresta tropical.<\/p>\n<p>Serra do Sumar\u00e9 na Regi\u00e3o de Boa Vista onde localiza-se ao fundo o ponto mais alto no munic\u00edpio Pico dos Paivas com altitude m\u00e1xima de 1.230 metros no C\u00f3rrego Olho d\u2019 \u00e1gua, com vegeta\u00e7\u00e3o de floresta tropical e cerrado.<\/p>\n<p><b>O RELEVO TERRESTRE<\/b><\/p>\n<p>A superf\u00edcie terrestre n\u00e3o \u00e9 uniforme, mas sim composta por irregularidades, apresentando formas altas ou baixas, planas ou onduladas. O relevo pode ser definido como o conjunto das formas assumidas pela superf\u00edcie terrestre. A <b>Geomorfologia<\/b> \u00e9 o ramo da ci\u00eancia que estuda as formas de relevo e os processos respons\u00e1veis por sua forma\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Complementares:<\/strong> os <b>agentes internos<\/b> e os <b>agentes <\/b>A grande variedade de formas do relevo terrestre se deve \u00e0 atua\u00e7\u00e3o de duas for\u00e7as contr\u00e1rias, por\u00e9m <b>externos<\/b>.<\/p>\n<p>Os <b>agentes internos<\/b>, tamb\u00e9m chamados de agentes end\u00f3genos, s\u00e3o as for\u00e7as que atuam a partir do interior do planeta. Entre os exemplos desses agentes est\u00e3o o movimento das placas tect\u00f4nicas (tectonismo), os terremotos (abalos s\u00edsmicos) e os vulc\u00f5es (vulcanismo). Esses agentes podem ser considerados estruturadores do relevo, j\u00e1 que s\u00e3o respons\u00e1veis pela cria\u00e7\u00e3o de grandes estruturas, que s\u00e3o posteriormente modificadas pelos agentes externos.<\/p>\n<p>J\u00e1 os <b>agentes externos<\/b> ou ex\u00f3genos s\u00e3o as for\u00e7as que atuam sobre a superf\u00edcie terrestre a partir da a\u00e7\u00e3o do calor do sol, da \u00e1gua, dos seres vivos, do vento e de outros fen\u00f4menos atmosf\u00e9ricos. Tais agentes s\u00e3o considerados modeladores do relevo, j\u00e1 que, ao longo de milhares ou milh\u00f5es de anos, modificam as grandes estruturas criadas pelos agentes internos.<\/p>\n<p><strong>Exemplos de atua\u00e7\u00e3o dos agentes internos na superf\u00edcie terrestre<\/strong><\/p>\n<p>Algumas formas de relevo est\u00e3o diretamente relacionadas \u00e0 atua\u00e7\u00e3o dos agentes internos. O choque entre placas tect\u00f4nicas, por exemplo, resulta na forma\u00e7\u00e3o das grandes cadeias montanhosas ou cordilheiras. A atividade vulc\u00e2nica, por sua vez, altera a fisionomia da paisagem, j\u00e1 que, a cada erup\u00e7\u00e3o, uma nova camada de rocha \u00e9 depositada sobre a superf\u00edcie. Vulc\u00f5es submarinos ativos podem, por sua vez, formar ilhas vulc\u00e2nicas.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-90398 size-full\" title=\"Relevo\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo2.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"557\" height=\"270\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo2.jpg 557w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo2-300x145.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 557px) 100vw, 557px\" \/><br \/>\n<strong>Orog\u00eanese (forma\u00e7\u00e3o de montanhas): o choque entre placas tect\u00f4nicas forma as cordilheiras<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-90399 size-full\" title=\"Relevo\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo3.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"388\" height=\"343\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo3.jpg 388w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo3-300x265.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 388px) 100vw, 388px\" \/><br \/>\n<strong>Vulcanismo: a cada erup\u00e7\u00e3o, uma nova camada de rocha \u00e9 depositada sobre a superf\u00edcie<\/strong><\/p>\n<p><b>Os processos relacionados aos agentes externos<\/b><\/p>\n<p><strong>A atua\u00e7\u00e3o dos agentes externos ocorre por meio de tr\u00eas processos complementares:<\/strong> o intemperismo, a eros\u00e3o e a sedimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Intemperismo<\/b>: \u00e9 o processo respons\u00e1vel pela destrui\u00e7\u00e3o ou decomposi\u00e7\u00e3o das rochas e a desagrega\u00e7\u00e3o dos seus minerais. Ele pode ser f\u00edsico (quando n\u00e3o h\u00e1 transforma\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas na rocha e a destrui\u00e7\u00e3o da rocha \u00e9 causada pela a\u00e7\u00e3o do calor e do vento, sem a presen\u00e7a de \u00e1gua) e qu\u00edmico (quando a \u00e1gua participa do processo, permitindo rea\u00e7\u00f5es e transforma\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas na rocha).<\/p>\n<p><b>Eros\u00e3o: <\/b>muitas vezes chamada apenas de desgaste da rocha ou do solo, \u00e9 o processo por meio do qual ocorre a retirada e o transporte de materiais de \u00e1reas altas para as de menor altitude.<\/p>\n<p><b>Sedimenta\u00e7\u00e3o: <\/b>corresponde ao dep\u00f3sito dos materiais (solo, areia ou fragmentos de rochas) oriundos da eros\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A atua\u00e7\u00e3o dos agentes externos na transforma\u00e7\u00e3o do relevo<\/strong><\/p>\n<p>Muitas formas de relevo encontradas no territ\u00f3rio brasileiro foram formadas devido \u00e0 atua\u00e7\u00e3o dos agentes externos. As plan\u00edcies litor\u00e2neas, por exemplo, onde se encontram as praias, resultam de um longo processo de sedimenta\u00e7\u00e3o. As serras, por sua vez, possuem morros bastantes arredondados por causa da a\u00e7\u00e3o erosiva da \u00e1gua da chuva ao longo de milhares de anos.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-90401 size-full\" title=\"Relevo\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo5.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"367\" height=\"289\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo5.jpg 367w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo5-300x236.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 367px) 100vw, 367px\" \/><br \/>\n<strong> Aspectos de uma fal\u00e9sia marinha<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>Fal\u00e9sia: exemplo de altera\u00e7\u00e3o no relevo terrestre provocada pela \u00e1gua do mar<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-90402 size-full\" title=\"Relevo\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo6.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"412\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo6.jpg 412w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo6-300x296.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 412px) 100vw, 412px\" \/><br \/>\n<strong> Relevo ruiniforme: formas produzidas pela a\u00e7\u00e3o do vento<\/strong><\/p>\n<p><b>Os tipos de eros\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>A eros\u00e3o pode ser definida de acordo com o agente respons\u00e1vel pelo desgaste e transporte do material.<\/p>\n<p><strong>Pode-se definir os seguintes tipos de eros\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><b>Eros\u00e3o e\u00f3lica: <\/b>provocada pela a\u00e7\u00e3o do vento.<\/p>\n<p><b>Eros\u00e3o solar:\u00a0<\/b>provocada pelo calor do sol.<\/p>\n<p><b>Eros\u00e3o pluvial:\u00a0<\/b>provocada pela a\u00e7\u00e3o da \u00e1gua da chuva.<\/p>\n<p><b>Eros\u00e3o fluvial:\u00a0<\/b>provocada pela a\u00e7\u00e3o da \u00e1gua dos rios.<\/p>\n<p><b>Eros\u00e3o marinha ou abras\u00e3o marinha:\u00a0<\/b>provocada pela a\u00e7\u00e3o da \u00e1gua dos oceanos e mares.<\/p>\n<p><b>Eros\u00e3o glacial:<\/b> provocada pela a\u00e7\u00e3o da neve ou gelo.<\/p>\n<p><b>Eros\u00e3o acelerada ou antr\u00f3pica:\u00a0<\/b>provocada pelas atividades humanas.<\/p><\/blockquote>\n<p><b>As principais formas de relevo<\/b><\/p>\n<p><b>Planaltos:<\/b> superf\u00edcies irregulares, em geral superiores aos 300 metros de altitude, nas quais predominam os processos de eros\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Plan\u00edcies:<\/b> superf\u00edcies muito planas e baixas, geralmente com menos de 200 metros de altitude, nas quais predominam os processos de sedimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Depress\u00f5es:<\/b> superf\u00edcies rebaixadas em rela\u00e7\u00e3o ao seu entorno, geralmente com poucas irregularidades e predom\u00ednio de processos erosivos.<\/p>\n<p><strong>Podem ser classificadas em:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>a)<\/strong> depress\u00f5es absolutas, situadas abaixo do n\u00edvel do mar (muito raras) e<\/p>\n<p><strong>b) <\/strong>depress\u00f5es absolutas, situadas entre dois ou mais planaltos.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>As formas de relevo abaixo s\u00e3o muito comuns no territ\u00f3rio brasileiro e, em geral, est\u00e3o associadas aos planaltos:<\/strong><\/p>\n<p><b>Morro:\u00a0<\/b>eleva\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie de forma arredondada, com declives suaves. Muitas vezes, tamb\u00e9m \u00e9 chamado de montanha.<\/p>\n<p><b>Colina:\u00a0<\/b>morro ou pequeno morro.<\/p>\n<p><b>Serra:\u00a0<\/b>superf\u00edcie que apresenta um conjunto (uma sucess\u00e3o ou sequ\u00eancia) de morros e, em determinadas por\u00e7\u00f5es, apresenta um terreno muito escarpado.<\/p>\n<p><b>Chapada:\u00a0<\/b>tamb\u00e9m chamada de planalto tabular, \u00e9 uma superf\u00edcie elevada, bastante aplainada na parte superior, com limites muito escarpados, ou seja, com paredes abruptas (verticais) na sua borda (elevado declive).<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 ainda outras formas de relevo que podem ser citadas, entre as quais destacam-se:<\/strong><\/p>\n<p><b>Vale:<\/b> Depress\u00e3o, compreendida entre duas \u00e1reas de maior altitude, geralmente atravessada por um rio ou ribeir\u00e3o, podendo ser largo ou estreito.<\/p>\n<p><b>Montanha:<\/b> grande eleva\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie terrestre que apresenta forte declive e, em geral, pico pontiagudo e rochoso. Associa-se, normalmente, \u00e0s for\u00e7as internas (tect\u00f4nicas), respons\u00e1veis pelos dobramentos.<\/p>\n<p><b>Cordilheira:<\/b> conjunto (sequ\u00eancia) de montanhas.<\/p>\n<p><b>Gloss\u00e1rio<\/b><\/p>\n<p><b>Altitude:<\/b> altura da superf\u00edcie terrestre em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel m\u00e9dio do mar.<\/p>\n<p><b>Declive:<\/b> inclina\u00e7\u00e3o do relevo (do terreno).<\/p>\n<p><b>Encosta:<\/b> superf\u00edcie inclinada, ou seja, com forte declive, que delimita as \u00e1reas elevadas do relevo (o termo pode ser utilizado como sin\u00f4nimo de vertente).<\/p>\n<p><b>Escarpa:<\/b> Paredes abruptas das bordas dos planaltos e serras, com declives bastante acentuados, podendo at\u00e9 mesmo ser verticais, como no caso das chapadas.<\/p>\n<p>Em outras palavras, queda muito acentuada no relevo.<\/p>\n<p><b>Vertente:<\/b> por\u00e7\u00e3o do relevo com um declive (inclina\u00e7\u00e3o) que permite o escoamento da \u00e1gua da chuva (o termo pode ser utilizado como sin\u00f4nimo de encosta).<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-90404 size-full\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo8.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"481\" height=\"221\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo8.jpg 481w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo8-300x138.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 481px) 100vw, 481px\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-90405 size-full\" title=\"Relevo\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo9.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"496\" height=\"332\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo9.jpg 496w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo9-300x201.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo9-110x75.jpg 110w\" sizes=\"(max-width: 496px) 100vw, 496px\" \/><\/p>\n<p><strong>Relevo do Estado de S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>De forma simplificada, considerando-se as formas de relevo predominantes, \u00e9 poss\u00edvel identificar quatro compartimentos no Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>O Estado conta com dois planaltos: <\/strong>o Planalto Ocidental (I), que abrange a por\u00e7\u00e3o oeste do territ\u00f3rio, e o Planalto Atl\u00e2ntico, que abrange a por\u00e7\u00e3o leste, estende-se ao longo do litoral e possui a presen\u00e7a de serras (Serra do Mar, Serra da Mantiqueira). Entre os dois planaltos, situa-se a Depress\u00e3o Perif\u00e9rica (III), na qual encontra-se Pirassununga e os munic\u00edpios vizinhos. Por fim, ocupando uma estreita faixa no litoral, encontra-se a Plan\u00edcie Litor\u00e2nea (IV).<\/p>\n<p><strong>Na classifica\u00e7\u00e3o do relevo brasileiro, proposta pelo ge\u00f3grafo Jurandyr Ross, em 1989, os compartimentos citados recebem as seguintes denomina\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>I. Planalto Ocidental:<\/strong> Planaltos e Chapadas da Bacia do Paran\u00e1.<\/p>\n<p><strong>II. Planalto Atl\u00e2ntico:<\/strong> Planaltos e Serras do Atl\u00e2ntico Leste e Sudeste.<\/p>\n<p><strong>III. Depress\u00e3o Perif\u00e9rica: <\/strong>Depress\u00e3o Perif\u00e9rica da Borda Leste da Bacia do Paran\u00e1.<\/p><\/blockquote>\n<p><b>FORMA\u00c7\u00c3O DA TERRA<\/b><\/p>\n<p><b>TEORIA MAIS ACEITA = ACRESC\u00caNCIA<\/b><\/p>\n<p>Afirma que a Terra se formou a aproximadamente 4,6 bilh\u00f5es de anos, a partir de mat\u00e9ria j\u00e1 resfriada, existente no espa\u00e7o em que hoje orbitamos. Essa mat\u00e9ria, por for\u00e7a centr\u00edpeta foi agregando e dando origem ao planeta terra.<\/p>\n<p><strong>CAMADAS INTERNAS DA TERRA:<\/strong><\/p>\n<p>O planeta Terra, em toda sua dimens\u00e3o esf\u00e9rica, possui v\u00e1rias camadas que variam quanto \u00e0 sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e f\u00edsica.<\/p>\n<p><strong>Essas camadas est\u00e3o divididas em:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Crosta: <\/strong>\u00e9 a parte mais superficial, a primeira camada. Basicamente \u00e9 formada por composi\u00e7\u00e3o de granito nos continentes e basalto nos oceanos. Essa camada \u00e9 onde a vida se desenvolve, e sua espessura \u00e9 de 5 a 70 km.<\/p>\n<p><strong>Manto: <\/strong>segunda camada da Terra, formada por minerais, como o sil\u00edcio, ferro e magn\u00e9sio, sua temperatura varia de 100\u00b0 Celsius a 3500\u00b0Celsius, e a profundidade pode variar conforme a localiza\u00e7\u00e3o: oceano ou continente (30 km a 2900 km).<\/p>\n<p><strong>N\u00facleo: <\/strong>o n\u00facleo corresponde a 1\/3 da massa da Terra e cont\u00e9m basicamente elementos met\u00e1licos (ferro e n\u00edquel). \u00c9 dividido em n\u00facleo interno e externo, sendo que os dois possuem um raio de 3480 km, e as temperaturas s\u00e3o alt\u00edssimas (5000\u00b0C).<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>AGENTES FORMADORES DO RELEVO<\/strong><\/p>\n<p><strong>FOR\u00c7AS END\u00d3GENAS<\/strong><\/p>\n<p>As for\u00e7as end\u00f3genas s\u00e3o for\u00e7as geradas pelas correntes de convec\u00e7\u00e3o no interior do manto terrestre. S\u00e3o elas as respons\u00e1veis pela movimenta\u00e7\u00e3o das placas tect\u00f4nicas.<\/p>\n<p>O intenso calor existente no n\u00facleo da Terra faz o magma presente no manto fluir em grandes correntes denominadas correntes de convec\u00e7\u00e3o. As for\u00e7as end\u00f3genas causam a movimenta\u00e7\u00e3o das placas tect\u00f4nicas, dobramentos, falhamentos, vulcanismo e abalos s\u00edsmicos como terremotos e maremotos.<\/p>\n<p><strong>Placas Tect\u00f4nicas<\/strong><\/p>\n<p>As placas tect\u00f4nicas s\u00e3o peda\u00e7os da crosta terrestre que flutuam sobre o magma do manto na astenosfera. Esses movimentos s\u00e3o extremamente lentos, a uma velocidade m\u00e9dia de 2 a 3 cm por ano.Esses movimentos podem ser convergentes quando as placas se encontram e uma delas \u201cmergulha\u201d no manto,sendo fundida novamente no magma por causa das altas temperaturas<\/p>\n<p>A for\u00e7a horizontal resultante do movimento das placas \u00e9 denominada <strong>OROG\u00caNESE<\/strong> = ORIGEM DAS MONTANHAS.<\/p>\n<p><strong>EPIROG\u00caNESE = ORIGEM DOS CONTINENTES.<\/strong> A denomina\u00e7\u00e3o teve como objetivo principal designar o fen\u00f4meno geol\u00f3gico que resulta em movimentos tect\u00f4nicos no sentido vertical. Caso esse movimento seja para cima, recebe o nome de soerguimento e para baixo, subsid\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-90406\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo10.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"471\" height=\"339\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo10.jpg 471w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo10-300x216.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 471px) 100vw, 471px\" \/><\/p>\n<p>Nas zonas de diverg\u00eancia as placas est\u00e3o se afastando uma da outra, o que provoca uma camada de crosta mais fina que propicia a subida do magma \u00e0 superf\u00edcie terrestre.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-90407\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo11.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"476\" height=\"302\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo11.jpg 476w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo11-300x190.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 476px) 100vw, 476px\" \/><\/p>\n<p><strong>Obduc\u00e7\u00e3o &#8211; <\/strong>em certas zonas de tens\u00e3o, as placas s\u00e3o pressionadas umas contra outras, deslizando horizontalmente em dire\u00e7\u00f5es opostas.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-90396 size-full\" title=\"Relevo\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo12.jpg\" alt=\"Relevo\" width=\"474\" height=\"339\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo12.jpg 474w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/Relevo12-300x215.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 474px) 100vw, 474px\" \/><\/p>\n<p>Os dobramentos s\u00e3o cadeias de montanhas formadas pela press\u00e3o da movimenta\u00e7\u00e3o das placas tect\u00f4nicas sobre a crosta, fazendo com que ela se dobrasse, por causa de certa elasticidade.<\/p>\n<p>Dobramentos Modernos s\u00e3o aqueles ocorridos recentemente, no terci\u00e1rio do cenoz\u00f3ico. S\u00e3o altos e pontiagudos por n\u00e3o terem sofrido ainda um intenso desgaste. Citamos como exemplos os Alpes, o Himalaia, os Andes e as Rochosas.<\/p>\n<p>Quando essa elasticidade \u00e9 menor, a crosta \u201cquebra\u201c formando as falhas (falhamento).<\/p>\n<p><strong>VULCANISMO NO BRASIL:<\/strong><\/p>\n<p>Hoje o Brasil encontra-se no meio da placa tect\u00f4nica Sul-Americana, em uma regi\u00e3o est\u00e1vel, e a maior incid\u00eancia de vulc\u00f5es ocorre nas regi\u00f5es geol\u00f3gicas inst\u00e1veis, ou seja, nas bordas das placas. No Brasil n\u00e3o h\u00e1 vulc\u00f5es ativos, pois o relevo brasileiro formou-se em per\u00edodos geol\u00f3gicos antigos, h\u00e1 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>Dessa forma, os vulc\u00f5es que aqui existiram nesse per\u00edodo se tornaram extintos (n\u00e3o ativos) e hoje em dia n\u00e3o causam nenhum tipo de transtorno como em outras \u00e1reas do mundo, onde as erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas geram v\u00e1rios preju\u00edzos.<\/p>\n<p>Os vulc\u00f5es extintos do Brasil s\u00e3o hoje pontos tur\u00edsticos marcados pela beleza. Esses antigos e bem velhos vulc\u00f5es foram moldados pela a\u00e7\u00e3o do tempo.<\/p>\n<p>Ocorreram no Brasil forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas vulc\u00e2nicas na Era Mesoz\u00f3ica, localizadas onde hoje est\u00e3o os estados da regi\u00e3o Sudeste e Sul. O derramamento vulc\u00e2nico originou terras muito f\u00e9rteis nesses estados, como o caso da \u201cterra roxa\u201d, de origem bas\u00e1ltica.<\/p>\n<p><strong>ABALOS S\u00cdSMICOS NO BRASIL:<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil est\u00e1 situado no centro da placa Sul-Americana, no qual ela atinge at\u00e9 200 quil\u00f4metros de espessura, e os sismos nessa localidade, raramente possuem magnitude e intensidade elevadas. No entanto, existe a ocorr\u00eancia de terremotos no territ\u00f3rio brasileiro, causados por desgastes na placa tect\u00f4nica, promovendo poss\u00edveis falhas geol\u00f3gicas. Essas falhas, causadoras de abalos s\u00edsmicos, est\u00e3o presentes em todo o territ\u00f3rio nacional proporcionando terremotos de pequena magnitude; alguns deles s\u00e3o considerados impercept\u00edveis na superf\u00edcie terrestre.<\/p>\n<p>Segundo o Instituto de Astronomia, Geof\u00edsica e Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), no s\u00e9culo XX foram registradas mais de uma centena de terremotos no pa\u00eds, com magnitudes que atingiram at\u00e9 6,6 graus na escala Richter. Por\u00e9m, a maior parte desses abalos n\u00e3o ultrapassou 4 graus.<\/p>\n<p><strong>FOR\u00c7AS EX\u00d3GENAS<\/strong><\/p>\n<p>As for\u00e7as ex\u00f3genas s\u00e3o as for\u00e7as atuantes na superf\u00edcie terrestre, influenciando na modelagem do relevo. Esse processo \u00e9 chamado eros\u00e3o. Eros\u00e3o \u00e9 o desgaste, desagrega\u00e7\u00e3o ou decomposi\u00e7\u00e3o de rochas e solos, transporte e deposi\u00e7\u00e3o ou sedimenta\u00e7\u00e3o de detritos. Seus principais agentes erosivos s\u00e3o \u00e1gua, vento, gelo, Homem.<\/p>\n<p><b>CHUVA:<\/b><\/p>\n<p>A chuva \u00e9 um dos agentes erosivos mais ativos. Pode tanto abrir um buraco no solo como tamb\u00e9m uma verdadeira vo\u00e7oroca. \u00c9 chamada eros\u00e3o pluvial<\/p>\n<p><strong>E seus tipos de eros\u00e3o s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eros\u00e3o superficial &#8211;<\/strong> quando a chuva retira pequenas part\u00edculas do solo, principalmente quando esse solo n\u00e3o tem cobertura vegetal.<\/p>\n<p><strong>Eros\u00e3o laminar &#8211;<\/strong> quando a chuva consegue tirar part\u00edculas maiores do que na eros\u00e3o superficial.<\/p>\n<p><strong>Eros\u00e3o em sulcos &#8211;<\/strong> quando a chuva forma sulcos, ou caminhos pela superf\u00edcie terrestre.<\/p>\n<p><strong>Eros\u00e3o de revinamento &#8211;<\/strong> quando a enxurrada abre verdadeiras crateras que tendem a aumentar.<\/p>\n<p><strong>Rios \u2013 <\/strong>Os rios\u00a0e enxurradas s\u00e3o uma verdadeira &#8220;lixa l\u00edquida&#8221;, capaz de corroer a superf\u00edcie.<\/p>\n<p><b>Os rios<\/b> fazem o trabalho de retirada, transporte e deposi\u00e7\u00e3o conforme sua etapa. Sua eros\u00e3o \u00e9 chamada fluvial.<\/p>\n<p>Na juventude do rio, por causa da declividade da encosta e da for\u00e7a das \u00e1guas, o rio consegue retirar peda\u00e7os de rocha ou sedimentos. Na sua maturidade, com um pouco menos de energia, ele consegue transportar os sedimentos, mas sem fazer o trabalho de desagrega\u00e7\u00e3o. Na velhice, j\u00e1 em \u00e1reas mais planas, e com menos energia ele vai depositando em seu leito os sedimentos trazidos de outras \u00e1reas.<\/p>\n<p><b>O GELO:<\/b> Nas regi\u00f5es frias, a passagem da \u00e1gua do l\u00edquido para o s\u00f3lido, causa aumento de volume e intemperismo das rochas pr\u00f3ximas ao leito de rios, lagos, e encostas onde os glaciares produzem as morainas.<\/p>\n<p><b>VENTO<\/b>: Eros\u00e3o <b>E\u00f3lica<\/b>. O vento, principalmente em regi\u00f5es des\u00e9rticas ou de clima seco, s\u00e3o capazes de executar enorme intemperismo no relevo, produzindo res\u00edduos com formatos ex\u00f3ticos. Exemplos podem ser encontrados em v\u00e1rias \u00e1reas do Brasil e do mundo. Vila Velha no Paran\u00e1.<\/p>\n<p><b>ONDAS MARINHAS<\/b>: O trabalho constante das ondas marinhas e da areia que transportam, sobre as rochas existentes nos litorais, produzem intemperismo sobre essas costas, resultando em pared\u00f5es abruptos denominados <b>Fal\u00e9sias<\/b> (cost\u00f5es ou barreiras).<\/p>\n<p><b>VARIA\u00c7\u00c3O DE TEMPERATURA: <\/b>Durante o dia as rochas se dilatam e a noite retraem. Com o passar de milh\u00f5es de anos esse movimento provoca a fadiga da rocha e a sua consequente escama\u00e7\u00e3o e fraturamento. Isso resulta em um desgaste que deixa blocos arredondados. S\u00e3o exemplos os matac\u00f5es e os p\u00e3es de a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>Fonte: againwhatis.com\/www.brasil.gov.br\/www.itaguara.mg.gov.br\/www.etecgeo.xpg.com.br\/www.educacional.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 Um Relevo em Geografia mostra mudan\u00e7as na eleva\u00e7\u00e3o sobre uma determinada \u00e1rea de terra. Relevo \u00e9 um componente central de mapas topogr\u00e1ficos e f\u00edsicos. 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