{"id":89823,"date":"2016-12-20T13:31:52","date_gmt":"2016-12-20T15:31:52","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?p=89823"},"modified":"2021-07-28T18:22:56","modified_gmt":"2021-07-28T20:22:56","slug":"chuvas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-humanas\/geografia\/chuvas","title":{"rendered":"Chuvas"},"content":{"rendered":"<p><strong>Chuvas &#8211; O que \u00e9<\/strong><\/p>\n<p>A chuva \u00e9 a principal fonte da maior parte da \u00e1gua doce do mundo. Ele desempenha um papel importante para a vida na Terra como parte do ciclo hidrol\u00f3gico. Quando a umidade dos oceanos evapora no c\u00e9u, se condensa em gotas e se precipita do c\u00e9u sobre a superf\u00edcie da Terra, a \u00e1gua \u00e9 distribu\u00edda por todo o globo. \u00c9 gra\u00e7as a essa forma de precipita\u00e7\u00e3o que temos condi\u00e7\u00f5es adequadas para diversos ecossistemas, fontes de energia e irriga\u00e7\u00e3o de planta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para que chova \u00e9 preciso que a \u00e1gua se condense, ou seja, passe do estado gasoso ao liquido, al\u00e9m de o vapor ter de atingir o ponto de satura\u00e7\u00e3o.O ponto de satura\u00e7\u00e3o varia de acordo com a temperatura maior temperatura = maior o ponto de satura\u00e7\u00e3o menor temperatura = menor o ponto de satura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As nuvens s\u00e3o constitu\u00eddas por vapor de \u00e1gua, ou cristais de gelo. Nuvem \u00e9 o vapor d\u2019 \u00e1gua condensado. Podemos avaliar o grau de umidade do ar em n\u00fameros, dividindo a quantidade do vapor contida em certo volume de ar pelo m\u00e1ximo valor admiss\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>A regra utilizada \u00e9:<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUANTO MAIOR A TEMPERATURA, MAIS VAPOR.<\/strong><\/p>\n<p>O valor obtido ser\u00e1 uma porcentagem que mede a umidade relativa do ar. No inverno, em Bras\u00edlia, chega-se a um limite (12%) em que o corpo humano \u00e9 prejudicado pela falta de umidade. O inverno d\u00e1-se quando o ar est\u00e1 saturado, com 100% de umidade.<\/p>\n<p>O ar, ent\u00e3o, fica \u00e0 beira de uma mudan\u00e7a em grande escala, n\u00e3o conseguindo admitir mais vapor.<\/p>\n<p><strong>Acredita-se que, por algum motivo, h\u00e1 uma pequena redu\u00e7\u00e3o na temperatura:<\/strong> como a umidade j\u00e1 est\u00e1 no m\u00e1ximo, parte do vapor \u00e9 for\u00e7ada a passar para o estado l\u00edquido, em pequenas part\u00edculas que, agrupadas em nuvens, constituem a chuva.<\/p>\n<h4 align=\"left\"><strong>A DISTRIBUI\u00c7\u00c3O DAS CHUVAS NO PLANETA<\/strong><\/h4>\n<p><strong>A distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica da chuva depende, basicamente, de quatro fatores:<\/strong> latitude, dist\u00e2ncia do oceano, a\u00e7\u00e3o do relevo, efeito das correntes mar\u00edtimas<\/p>\n<p><strong>Existe ainda uma rela\u00e7\u00e3o direta ente:<\/strong><\/p>\n<p><strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O DE PRESS\u00c3O X CHUVAS:<\/strong> Quanto \u00e0 latitude, as chuvas se concentram nas regi\u00f5es pr\u00f3ximas a linha do Equador e nas latitudes m\u00e9dias (45\u00ba a 60\u00ba norte e sul) = \u00e1reas de baixa press\u00e3o do planeta. Por outro lado, h\u00e1 dois pontos de chuvas por volta das latitudes 30\u00b0 norte e sul \u2014 zonas de alta press\u00e3o onde est\u00e3o v\u00e1rios desertos, como o Atacama, o Saara, o Kalahari etc \u2014 e nos p\u00f3los, onde o frio \u00e9 o respons\u00e1vel pelas altas press\u00f5es.<\/p>\n<p>Nas regi\u00f5es de baixa press\u00e3o pr\u00f3ximas \u00e0 linha do Equador, o processo de subida e esfriamento do ar \u00famido provoca condensa\u00e7\u00e3o e chuvas a ano inteiro.<\/p>\n<p>Nas regi\u00f5es tropicais, ao contr\u00e1rio, h\u00e1 movimento descensional do ar j\u00e1 seco, impedindo a forma\u00e7\u00e3o habitual de nuvens \u2014 situa\u00e7\u00e3o t\u00edpica de \u00e1reas anticiclonais<\/p>\n<p>Por isso mesmo, a maior parte dos desertos do planeta situa-se nas regi\u00f5es tropicais.<\/p>\n<h4><strong>Tipos de chuvas<\/strong><\/h4>\n<h4><strong>Chuvas convectivas ou de convec\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89825 size-full\" title=\"Chuvas convectivas\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas5.jpg\" alt=\"Chuvas convectivas\" width=\"397\" height=\"309\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas5.jpg 397w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas5-300x234.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 397px) 100vw, 397px\" \/><br \/>\nChuvas convectivas<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\"><strong>T\u00edpicas de altas temperaturas:<\/strong> ocorrem na regi\u00e3o intertropical; principalmente na zona equatorial e de ver\u00e3o; no interior do continentes.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Como ocorrem:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1) &#8211; <\/strong>O calor do sol esquenta o ar que tende a subir e a esfriar enquanto sobe.<strong><br \/>\n2) &#8211;<\/strong> O vapor d\u2019\u00e1gua contido no ar esfria e precipita;<strong><br \/>\n3) &#8211; <\/strong>A evapora\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 intensa, portanto esse ar sobe e carrega muita umidade.<strong><br \/>\n4) &#8211; <\/strong>Aumenta cada vez mais a quantidade de vapor no ar;<strong><br \/>\n5) &#8211;<\/strong> Aumenta-se a instabilidade, isto \u00e9, o ar fica a beira de atingir o ponto de satura\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n6) &#8211; <\/strong>A umidade se eleva de forma a atingir n\u00edveis muito elevados por volta de 15-16 horas, desencadeando tempestades e aguaceiros.<\/p>\n<blockquote><p>A chuva se manifesta intensamente e \u00e9 de curta dura\u00e7\u00e3o (pode durar apenas 10 mim).<br \/>\n\u00c9 de f\u00e1cil identifica\u00e7\u00e3o, pois decorre de nuvens brancas, densas e algodoadas, os c\u00famulos &#8211; Em caso de muita umidade, o branco torna-se cinza escuro, e a nuvem \u00e9 chamada de c\u00famulo-nimbo, que verter\u00e1 sua carga de modo particularmente intenso, acompanhada de tormenta, raios e granizo.<br \/>\nChama-se CHUVA DE CONVERG\u00caNCIA, porque a massa de ar sobe com a ajuda dos ventos al\u00edsios, que convergem \u00e0s \u00e1reas equatoriais.<\/p><\/blockquote>\n<h4 align=\"left\"><strong>Chuvas frontais<\/strong><\/h4>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89826 size-full\" title=\"Chuvas frontais\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas6.jpg\" alt=\"Chuvas frontais\" width=\"376\" height=\"137\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas6.jpg 376w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas6-300x109.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 376px) 100vw, 376px\" \/> <strong><br \/>\nChuvas frontais<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"left\">S\u00e3o resultantes do encontro de duas massas de ar com caracter\u00edsticas diferentes de temperatura e umidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"left\"><strong>Do choque, a massa de ar quente sobe e o ar:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>1\u00ba <\/strong>esfria<strong><br \/>\n2\u00ba <\/strong>aproxima-se do ponto de satura\u00e7\u00e3o<strong><br \/>\n3\u00ba<\/strong> origina nuvens<strong><br \/>\n4\u00ba <\/strong>e precipita (chove)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"left\"><strong>a) CHUVISCO \u2013<\/strong> quando a frente \u00e9 quente<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"left\"><strong>b) AGUA\u00c7EIRO \u2013<\/strong> quando a frente \u00e9 fria<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"left\"><strong>As precipita\u00e7\u00f5es s\u00e3o t\u00edpicas de:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>a) <\/strong>\u00e1reas de baixa press\u00e3o<strong><br \/>\nb)<\/strong> principalmente nas zonas dos tr\u00f3picos ou temperadas<strong><br \/>\nc)<\/strong> onde ocorrem as das massas de ar polares e dos tr\u00f3picos<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"left\">Quando a chuva ocorre por conta do ar frio procedente dos p\u00f3los, diz-se que vem de uma FRENTE FRIA.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"left\">No entanto ela pode ocorrer de uma FRENTE QUENTE E \u00daMIDA que atropela massas de ar em regi\u00e3o fria.<\/p>\n<h4 align=\"left\"><strong>Chuvas orogr\u00e1ficas ou de relevo<\/strong><\/h4>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89827 size-full\" title=\"Chuvas orogr\u00e1ficas\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas7.jpg\" alt=\"Chuvas orogr\u00e1ficas\" width=\"326\" height=\"330\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas7.jpg 326w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas7-296x300.jpg 296w\" sizes=\"(max-width: 326px) 100vw, 326px\" \/><br \/>\nChuvas orogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"left\">Ocorrem quando h\u00e1 uma subida for\u00e7ada no ar porque no seu trajeto h\u00e1 uma cadeia de montanhas.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Ao subir:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>1\u00ba <\/strong>o ar esfria<strong><br \/>\n2\u00ba <\/strong>o ponto de satura\u00e7\u00e3o diminui<strong><br \/>\n3\u00ba <\/strong>a umidade relativa do ar aumenta<strong><br \/>\n4\u00ba<\/strong> ocorre a condensa\u00e7\u00e3o<strong><br \/>\n5\u00ba <\/strong>consequentemente, forma-se nuvens e chove<\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>S\u00e3o chuvas freq\u00fcentes nas \u00e1reas:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>a)<\/strong> de relevo acidentado<strong><br \/>\nb)<\/strong> ao longo das serras<strong><br \/>\nc)<\/strong> ao lado de onde sopra ventos \u00famidos<strong><br \/>\nEx: <\/strong>Serra do Mar em S\u00e3o Paulo<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4 align=\"left\"><strong>Nebulosidade<\/strong><\/h4>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89828 size-full\" title=\"Nebulosidade\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas8.jpg\" alt=\"Nebulosidade\" width=\"303\" height=\"218\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas8.jpg 303w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas8-300x216.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 303px) 100vw, 303px\" \/><\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"left\">Coberto pelas nuvens ou por espessos vapores<\/p>\n<h4 align=\"left\"><strong>Insola\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89829 size-full\" title=\"Insola\u00e7\u00e3o\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas9.jpg\" alt=\"Insola\u00e7\u00e3o\" width=\"260\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas9.jpg 260w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas9-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 260px) 100vw, 260px\" \/><\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"left\">Tempo durante o qual o Sol permanece descoberto, brilhando sem nebulosidade.<\/p>\n<h4><strong>Voc\u00ea sabia que a quantidade de \u00e1gua hoje no planeta \u00e9 a mesma que existia h\u00e1 mais de 5 bilh\u00f5es de anos?<\/strong><\/h4>\n<p>H\u00e1 um ciclo respons\u00e1vel por isso. \u00c9 o Ciclo Hidrol\u00f3gico.<\/p>\n<h4>Umidade<\/h4>\n<p>A umidade da atmosfera \u00e9 a quantidade de vapor d&#8217;\u00e1gua presente no ar.<\/p>\n<p>O vapor d&#8217;\u00e1gua \u00e9 importante porque a condensa\u00e7\u00e3o e as precipita\u00e7\u00f5es dependem dele; sua quantidade na atmosfera determina a possibilidade de ocorrerem ou n\u00e3o precipita\u00e7\u00f5es (<strong>chuvas<\/strong>, neve, granizo, nevoeiro&#8230;).<\/p>\n<h4>Umidade absoluta<\/h4>\n<p>\u00c9 a quantidade de vapor d&#8217;\u00e1gua existente na atmosfera num determinado momento. A quantidade de vapor que a atmosfera pode reter \u00e9 limitada; quando este limite \u00e9 atingido, dizemos que o ar est\u00e1 saturado.<\/p>\n<h4>Ponto de satura\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>\u00c9 a capacidade m\u00e1xima da atmosfera em conter vapor d&#8217;\u00e1gua. Essa capacidade varia diretamente com a temperatura. Com o ar aquecido, a capacidade aumenta; com o ar resfriado, a capacidade diminui.<\/p>\n<h4>Umidade relativa<\/h4>\n<p>\u00c9 a rela\u00e7\u00e3o entre a umidade absoluta do ar e o seu ponto de satura\u00e7\u00e3o; por isso \u00e9 medida em porcentagem. Ou seja, quando a umidade absoluta atingir 100%, o ar atmosf\u00e9rico estar\u00e1 totalmente saturado e com certeza ocorrer\u00e1 a precipita\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<h4>Nuvens<\/h4>\n<p>As nuvens s\u00e3o formadas por grandes quantidades de got\u00edculas de \u00e1gua. Quando elas n\u00e3o conseguem mais sustentar o vapor d&#8217;\u00e1gua em excesso, ocorre a condensa\u00e7\u00e3o e, a seguir, a precipita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Os tipos b\u00e1sicos de nuvens s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Cirros<br \/>\nEstratos<br \/>\nC\u00famulos<br \/>\nNimbos<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Cirros<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o as mais altas e apresentam aspecto de plumas. Na verdade, como a temperatura da atmosfera nessa altura \u00e9 muito baixa, os cirros muitas vezes s\u00e3o formados por cristais de gelo.<\/p>\n<p><strong>Estratos<\/strong><\/p>\n<p>T\u00eam a forma de camadas horizontais.<\/p>\n<p><strong>C\u00famulos<\/strong><\/p>\n<p>Semelhantes a flocos de algod\u00e3o, os c\u00famulos s\u00e3o nuvens bonitas e divertidas; s\u00e3o as que geralmente aparecem nos desenhos infantis! Mas, quando associadas a nimbos, podem provocar temporais e <strong>chuvas<\/strong> de granizo.<\/p>\n<p><strong>Nimbos<\/strong><\/p>\n<p>Nuvens mais baixas, geralmente muito densas, que dificultam a passagem da luz do sol, o que torna sua colora\u00e7\u00e3o escura! Provocam fortes <strong>chuvas<\/strong>.<\/p>\n<p>Esses tipos geralmente aparecem associados, como nos mostra a figura.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89830 size-full\" title=\"Nimbos\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas10.jpg\" alt=\"Nimbos\" width=\"445\" height=\"302\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas10.jpg 445w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas10-300x204.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas10-110x75.jpg 110w\" sizes=\"(max-width: 445px) 100vw, 445px\" \/><\/p>\n<h4><strong>Precipita\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 claro que a forma de precipita\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica mais conhecida \u00e9 a chuva! Por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica. A geada, a neve e o granizo tamb\u00e9m s\u00e3o exemplos de precipita\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica.<\/p>\n<h4><strong>Geada<\/strong><\/h4>\n<p>Quando a temperatura da superf\u00edcie atinge o ponto de congelamento, as got\u00edculas presentes no ar se congelam sobre as superf\u00edcies de plantas, objetos, carros, casas&#8230; Por isso \u00e9 errado dizer &#8220;caiu uma geada&#8221;, pois, na verdade, a geada se forma sobre a superf\u00edcie dos objetos.<\/p>\n<h4><strong>Neve<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 um tipo de precipita\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica que n\u00e3o se forma na superf\u00edcie. Assim como a chuva e o granizo, a neve resulta da transforma\u00e7\u00e3o direta do vapor d&#8217;\u00e1gua em \u00e1gua s\u00f3lida &#8211; sublima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4><strong>Granizo<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 o pr\u00f3prio gelo. Quando fortes correntes de ar carregam as got\u00edculas de \u00e1gua j\u00e1 condensadas para altas e frias camadas da atmosfera, essas gotas se solidificam formando pedacinhos de gelo! \u00c9 uma forma muito violenta de precipita\u00e7\u00e3o e, por isso, capaz de provocar graves danos \u00e0s pessoas, casas e, principalmente, \u00e0 agricultura.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das precipita\u00e7\u00f5es, outros fen\u00f4menos naturais podem trazer umidade \u00e0s superf\u00edcies e \u00e0 camada atmosf\u00e9rica, como, por exemplo, os nevoeiros e o orvalho.<\/p>\n<h4><strong>Nevoeiro ou Neblina<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 a condensa\u00e7\u00e3o do vapor d&#8217;\u00e1gua presente na atmosfera junto \u00e0 superf\u00edcie. O ar quente perde calor para a superf\u00edcie e se condensa, formando got\u00edculas suspensas no ar.<\/p>\n<h4><strong>Orvalho<\/strong><\/h4>\n<p>Como o nevoeiro, o orvalho ocorre quando o ar atmosf\u00e9rico se resfria junto \u00e0 superf\u00edcie; por\u00e9m, no orvalho a forma\u00e7\u00e3o das got\u00edculas se d\u00e1 sobre superf\u00edcies de plantas, objetos, carros, casas&#8230;<\/p>\n<h4>Tipos de chuva<\/h4>\n<p><strong>Existem tr\u00eas tipos b\u00e1sicos de chuva:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Convectiva<br \/>\nChuva frontal<br \/>\nChuva orogr\u00e1fica ou de relevo<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Vamos ver a forma\u00e7\u00e3o de cada um desse tipos:<\/strong><\/p>\n<h4>Chuvas Convectivas<\/h4>\n<p>S\u00e3o as famosas <strong>chuvas<\/strong> de ver\u00e3o!<\/p>\n<p>Chuvas convectivas ou chuvas de convec\u00e7\u00e3o s\u00e3o aquelas que acontecem num dia de excessivo calor, s\u00e3o as chuvas de ver\u00e3o. De repente o c\u00e9u fica escuro e carregado de nuvens pesadas.<\/p>\n<p>S\u00e3o pancadas fortes, mas, passageiras.<\/p>\n<h4 class=\"imagem\" style=\"text-align: left;\">Chuvas Frontais<\/h4>\n<p style=\"text-align: left;\">Quando uma massa de ar frio se encontra com uma massa de ar quente, ocorrem a condensa\u00e7\u00e3o e a precipita\u00e7\u00e3o (o mesmo que a chuva).<\/p>\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: left;\">Esse tipo de chuva \u00e9 muito interessante, pois geralmente acontece ap\u00f3s um dia muito abafado, quente e sem ventos, porque a massa de ar frio est\u00e1 pressionando a massa de ar quente que se encontra sobre a regi\u00e3o. Por isso \u00e9 chamada de FRENTE FRIA.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Quando a massa de ar quente come\u00e7a a perder a resist\u00eancia, fortes rajadas de ventos indicam que a frente fria est\u00e1 &#8220;entrando&#8221;. Ocorre, ent\u00e3o, a condensa\u00e7\u00e3o da umidade do ar, e fortes temporais se formam.<\/p>\n<h4>Chuvas Orogr\u00e1ficas<\/h4>\n<p>O relevo representa uma barreira para ventos e massas de ar.<\/p>\n<p>Ao se deparar com uma serra, uma escarpa, ou at\u00e9 mesmo uma chapada ou um planalto, a massa de ar \u00e9 obrigada a se elevar para atravess\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Como a temperatura atmosf\u00e9rica diminui com a altitude, ocorre a condensa\u00e7\u00e3o da umidade e chove!<\/p>\n<p>Este tipo de chuva costuma ser intermitente (chove um pouquinho, p\u00e1ra, volta a chover&#8230;) e fina. \u00c9 muito comum nas regi\u00f5es sudeste e nordeste, onde as escarpas e os chapad\u00f5es dificultam a penetra\u00e7\u00e3o para o interior das massas de ar provenientes do litoral. Ver o Estudo Interativo sobre &#8220;CAATINGA&#8221;.<\/p>\n<p>A massa de ar proveniente do Oceano Atl\u00e2ntico, rica em umidade, se condensa assim que atravessa o Planalto da Borborema, causando <strong>chuvas<\/strong> na zona da mata nordestina. Quando a mTa finalmente vence a chapada e atinge o sert\u00e3o, j\u00e1 perdeu toda a sua umidade.<\/p>\n<p><strong>Chuvas &#8211; Defini\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Normalmente, quando cai \u00e1gua, vinda das nuvens, chamamos a isso:<\/strong> chuva.<\/p>\n<p>Mas esta palavra pode ter outros sin\u00f4nimos.<\/p>\n<p><strong>Assim, em Geografia (e n\u00e3o s\u00f3) utiliza-se antes as palavras:<\/strong> precipita\u00e7\u00e3o, ou pluviosidade.<\/p>\n<p>A chuva, ou melhor, as precipita\u00e7\u00f5es, n\u00e3o s\u00e3o iguais em todo o planeta, nem sequer est\u00e3o distribu\u00eddas pelo planeta da mesma maneira&#8230;.h\u00e1 locais que as precipita\u00e7\u00f5es s\u00e3o devido a determinados fatores, e noutros locais s\u00e3o devido a outros&#8230;.Tamb\u00e9m h\u00e1 locais do mundo em que h\u00e1 muita precipita\u00e7\u00e3o e outros locais em que quase n\u00e3o h\u00e1 precipita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A melhor maneira de observarmos estas diferen\u00e7as na distribui\u00e7\u00e3o das precipita\u00e7\u00f5es, no nosso planeta, \u00e9 atrav\u00e9s de mapas de isoietas (que s\u00e3o linhas que unem locais com o mesmo valor de precipita\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p>Conv\u00e9m lembrar que as precipita\u00e7\u00f5es podem ser no estado l\u00edquido ou s\u00f3lido. As no estado l\u00edquido, \u00e9 a chuva &#8220;normal&#8221; &#8230;\u00e0s no estado s\u00f3lido, chamamos neve, granizo, saraiva<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89831 size-full\" title=\"Distribui\u00e7\u00e3o das precipita\u00e7\u00f5es no mundo\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas11.jpg\" alt=\"Distribui\u00e7\u00e3o das precipita\u00e7\u00f5es no mundo\" width=\"513\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas11.jpg 513w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas11-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 513px) 100vw, 513px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 1 &#8211; Distribui\u00e7\u00e3o das precipita\u00e7\u00f5es no mundo<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>figura 1<\/strong> mostra a distribui\u00e7\u00e3o das precipita\u00e7\u00f5es no mundo.<\/p>\n<p><strong>Repare bem na figura: <\/strong>os locais mais escuros indicam as regi\u00f5es com maiores valores de precipita\u00e7\u00e3o, enquanto que os locais mais claros (a amarelo), mostram os locais com poucas precipita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 por acaso que os locais com mais precipita\u00e7\u00e3o se situam ao longo do paralelo do Equador<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 por acaso que os locais com menos precipita\u00e7\u00f5es se situem (dum modo geral) sobre os paralelos dos tr\u00f3picos.<\/p>\n<p>Compara o mapa de isoietas com a figura 2, que mostra a circula\u00e7\u00e3o geral da atmosfera.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89832 size-full\" title=\"Baixas Press\u00f5es ( - ) e Altas Press\u00f5es ( + )\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas12.jpg\" alt=\"Baixas Press\u00f5es ( - ) e Altas Press\u00f5es ( + )\" width=\"514\" height=\"316\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas12.jpg 514w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas12-300x184.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 514px) 100vw, 514px\" \/><br \/>\n<strong>Figura 2- Baixas Press\u00f5es ( &#8211; ) e Altas Press\u00f5es<\/strong> <strong>( + )<\/strong><\/p>\n<p><strong>Na figura 2, podemos observar:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>As baixas press\u00f5es, representadas com o sinal &#8211;<br \/>\nAs altas press\u00f5es, representadas com o sinal +<\/p><\/blockquote>\n<p>Os principais ventos que sopram SEMPRE das altas para as baixas press\u00f5es e que sofrem um desvio para a direita, se estiverem no Hemisf\u00e9rio Norte, e para a esquerda, se estiverem no Hemisf\u00e9rio Sul<\/p>\n<p><strong>Para j\u00e1, comparando as duas imagens, conv\u00e9m verificar que:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Nas regi\u00f5es equatoriais, que s\u00e3o as mais pluviosas, existem principalmente baixas press\u00f5es e que os ventos al\u00edsios v\u00e3o para o Equador<br \/>\nNas regi\u00f5es tropicais, que s\u00e3o as menos pluviosas, existem principalmente altas press\u00f5es.<\/p><\/blockquote>\n<h4>Tipos de Chuvas<\/h4>\n<p>Existem quatro principais tipos de <strong>chuvas<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e3o representados 3 desses tipos de chuvas:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Assim, na imagem:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89833 size-full\" title=\"Chuvas orogr\u00e1ficas\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas13.jpg\" alt=\"Chuvas orogr\u00e1ficas\" width=\"374\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas13.jpg 374w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas13-300x160.jpg 300w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas13-310x165.jpg 310w\" sizes=\"(max-width: 374px) 100vw, 374px\" \/><br \/>\n<strong>Chuvas orogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p><strong>A &#8211; corresponde a chuvas orogr\u00e1ficas, ou chuvas de relevo.<\/strong><\/p>\n<p>O ar, enquanto se desloca, \u00e9 for\u00e7ado a subir devido a uma grande eleva\u00e7\u00e3o (por exemplo uma montanha ou uma serra).Enquanto vai subindo pela eleva\u00e7\u00e3o, vai arrefecendo (porque j\u00e1 sabes que conforme a altitude aumenta, a temperatura diminui). Se continuar a subir, vai-se formar condensa\u00e7\u00e3o e, se continuar a subir e a arrefecer mais, passsa da condensa\u00e7\u00e3o para a precipita\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>B &#8211; corresponde a chuvas convergentes.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89834 size-full\" title=\"Chuvas convergentes\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas14.jpg\" alt=\"Chuvas convergentes\" width=\"339\" height=\"219\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas14.jpg 339w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas14-300x194.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 339px) 100vw, 339px\" \/><\/p>\n<p><strong>Chuvas convergentes<\/strong><\/p>\n<p>Neste tipo de <strong>chuvas<\/strong>, o que obriga o ar a subir \u00e9 a converg\u00eancia ventos.Converg\u00eancia significa aproxima\u00e7\u00e3o. Ou seja, existem ventos que se aproximam e, em vez de &#8220;chocarem&#8221; um com o outro, sobem. Experimente colocares as m\u00e3os em cima da mesa e aproxima uma da outra at\u00e9 a ponta dos dedos se tocarem&#8230;..continua a fazer for\u00e7a. H\u00e1s-de reparar que a tend\u00eancia \u00e9 a que os dedos se comecem a levantar<\/p>\n<p>Ora o mesmo se passa com os ventos, e quando come\u00e7am a subir, acontece o tal processo&#8230; v\u00e3o subindo&#8230;v\u00e3o arrefecendo&#8230;.d\u00e1-se a condensa\u00e7\u00e3o&#8230;e depois d\u00e1-se a precipita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Repara mais uma vez na figura 2. Nas regi\u00f5es equatoriais, h\u00e1 a converg\u00eancia dos ventos al\u00edsios, vindos das altas press\u00f5es subtropicais, para as baixas press\u00f5es equatoriais. Eles juntam-se na regi\u00e3o equatorial. e n\u00e3o podem passar um pelo outro, porque \u00e9 sabido que os ventos sopram sempre das altas para as baixas press\u00f5es. Ora se eles passassem um pelo outro, j\u00e1 soprariam das baixas para as altas e isso n\u00e3o pode acontecer.<\/p>\n<p><strong>C &#8211; correspondem a chuvas frontais.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-89835 size-full\" title=\"Chuvas frontais\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas15.jpg\" alt=\"Chuvas frontais\" width=\"381\" height=\"206\" srcset=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas15.jpg 381w, https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/chuvas15-300x162.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 381px) 100vw, 381px\" \/><br \/>\n<strong>Chuvas frontais<\/strong><\/p>\n<p>O ar \u00e9 for\u00e7ado a subir por uma superf\u00edcie frontal. As superf\u00edcies frontais, s\u00e3o como que um limite entre duas massas de ar diferentes. Dum lado est\u00e1 ar quente, do outro lado est\u00e1 ar frio. A superf\u00edcie funciona como se fosse uma cunha. O ar \u00e9 obrigado a subir pela superf\u00edcie, conforme vai subindo vai arrefecendo&#8230;.ao arrefecer, d\u00e1-se a condensa\u00e7\u00e3o e depois d\u00e1-se a precipita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Chuvas convectivas<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o est\u00e3o representadas na figura. Acontecem quando uma massa de ar passa sobre uma superf\u00edcie bastante quente. Sabes o que acontece ao ar quente? Pois \u00e9, sobe! J\u00e1 viste de certeza alguns bal\u00f5es de ar quente. Mas o ar quente ao subir, tamb\u00e9m vai arrefecendo. E o processo \u00e9 igual aos anteriores&#8230;.conforme vai subindo, vai arrefecendo, e mais cedo ou mais tarde (se continuar a subir) ir\u00e1 provocar precipita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>O processo das chuvas \u00e9 sempre o mesmo:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>1\u00ba &#8211;<\/strong> o ar sobe<strong><br \/>\n2\u00ba &#8211;<\/strong> conforme sobe, vai arrefecer<strong><br \/>\n3\u00ba <\/strong>&#8211; conforme vai arrefecendo, vai-se dar a condensa\u00e7\u00e3o<strong><br \/>\n4\u00ba<\/strong> &#8211; se continuar a subir e a arrefecer, passa da condensa\u00e7\u00e3o para a precipita\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>O que \u00e9 diferente, s\u00e3o as maneiras que &#8220;obrigam&#8221; o ar a subir: <\/strong>podem ser as eleva\u00e7\u00f5es (chuvas orogr\u00e1ficas), podem ser as baixas press\u00f5es (chuvas convergentes), podem ser as superf\u00edcies frontais (chuvas frontais), ou podem ser superf\u00edcies demasiado quentes (chuvas convectivas).<\/p>\n<h4>Fatores que influenciam as precipita\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p>Al\u00e9m do relevo (altitude) que pode originar as <strong>chuvas orogr\u00e1ficas<\/strong>, e dos centros de press\u00e3o, que podem originar as chuvas convergentes, h\u00e1 outros fatores que podem influenciar as precipita\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>A continentalidade, que tem a ver com a proximidade ou afastamento em rela\u00e7\u00e3o ao litoral, vai influenciar tamb\u00e9m as precipita\u00e7\u00f5es. Pode ver-se facilmente pela figura 1, que s\u00e3o os locais com menor continentalidade (mais pr\u00f3ximos do litoral) que s\u00e3o mais sujeitos a precipita\u00e7\u00f5es. Isto acontece, porque s\u00e3o as \u00e1reas costeiras que s\u00e3o mais afetadas por ventos \u00famidos, que percorreram um longo trajeto sobre os oceanos e assim ficaram mais &#8220;carregados&#8221; de umidade.<\/p>\n<p>Portanto \u00e9 natural que sejam as \u00e1reas costeiras umas das mais pluviosas.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica tamb\u00e9m afeta as precipita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4><strong>Isto tem a ver com os relevos concordantes ou discordantes. Mas o que \u00e9 isto de concordantes e discordantes?<\/strong><\/h4>\n<p>Diz-se que o relevo \u00e9 concordante quando est\u00e1 disposto (&#8220;alinhado&#8221;) com a linha de costa. Isto vai fazer com que os ventos vindos do litoral n\u00e3o o consigam contornar, sendo ent\u00e3o obrigados a &#8220;subir pelo relevo&#8221;, originando assim <strong>chuvas orogr\u00e1ficas<\/strong>.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma das raz\u00f5es que as \u00e1reas de menor continentalidade sejam mais pluviosas.<\/p>\n<p>Por outro lado, diz-se que o relevo \u00e9 discordante, quando o relevo (as montanhas) est\u00e3o dispostas, ou &#8220;alinhadas&#8221; mais ou menos perpendicularmente, \u00e0 linha de costa. Isto vai fazer com que os ventos \u00famidos vindos do mar, consigam passar entre as montanhas.<\/p>\n<p>Deste modo, \u00e9 mais dif\u00edcil que haja precipita\u00e7\u00f5es junto ao litoral, havendo precipita\u00e7\u00f5es mais para o interior (provocadas por outros fatores).<\/p>\n<p>Fonte: sites.google.com\/www.rceonline.com.br\/www.geofredo.educacao.te.pt\/\u00a0www.geofredo.educacao.te.pt<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chuvas &#8211; O que \u00e9 A chuva \u00e9 a principal fonte da maior parte da \u00e1gua doce do mundo. Ele desempenha um papel importante para a vida na Terra como parte do ciclo hidrol\u00f3gico. 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