{"id":8945,"date":"2015-12-01T16:17:24","date_gmt":"2015-12-01T16:17:24","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=8945"},"modified":"2015-12-01T16:30:46","modified_gmt":"2015-12-01T16:30:46","slug":"antiguidade-oriental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/artes-e-cultura\/arte\/antiguidade-oriental","title":{"rendered":"Antiguidade Oriental"},"content":{"rendered":"<p class=\"ads-cima\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 o per\u00edodo compreendido entre a inven\u00e7\u00e3o da escrita, ocorrida, por volta de 4000 a.C. e a queda do Imp\u00e9rio Romano, em 476 d.C..<\/p>\n<p>Foi nesta \u00e9poca que se desenvolveram grandes imp\u00e9rios como o eg\u00edpcio, o mesopot\u00e2mico, o persa; hebreus e fen\u00edcios. Surge,tamb\u00e9m, a escravid\u00e3o, que ir\u00e1 se desenvolver na Gr\u00e9cia e em Roma.<\/p>\n<p>De uma maneira geral, o surgimento das primeiras civiliza\u00e7\u00f5es vai ocorrer no atual Oriente M\u00e9dio, lugar de solos f\u00e9rteis bastante prop\u00edcios ao desenvolvimento da agricultura.<\/p>\n<h4>HIST\u00d3RIA DO EGITO ANTIGO<\/h4>\n<p><strong>LOCALIZA\u00c7\u00c3O:<\/strong>\u00a0Deserto do Saara -nordeste da \u00c1frica.<\/p>\n<h4>Evolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<\/h4>\n<p><strong>PER\u00cdODO PR\u00c9-DIN\u00c1STICO(4000 a.C &#8211; 3200 a.C.)<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Divis\u00e3o em nomos (pequenas unidades pol\u00edticas), ou seja, as antigas vilas neol\u00edticas. Seus chefes eram chamados de nomarcas.<br \/>\n<strong>Com o passar do tempo, estes nomos v\u00e3o se unindo at\u00e9 formar dois reinos<\/strong>: ALTO EGITO, ao sul e BAIXO EGITO, ao norte.<br \/>\nEm 3200 a.C. Men\u00e9s, rei do Alto Egito unifica os dois reinos e se torna o primeiro fara\u00f3.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>PER\u00cdODO DIN\u00c1STICO<\/strong><\/p>\n<p><strong>ANTIGO IMP\u00c9RIO (3200 a.C. &#8211; 2300 a.C.)<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Foi a \u00e9poca em que se estruturou a organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. <strong><br \/>\nCapital do Imp\u00e9rio: <\/strong>M\u00eanfis.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>GOVERNO<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Monarquia Absoluta Teocr\u00e1tica. O fara\u00f3 \u00e9 considerado um deus vivo.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>PACIFISMO<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>O Egito n\u00e3o tinha um Ex\u00e9rcito permanente.<br \/>\nTrabalho obrigat\u00f3rio dos camponeses (fel\u00e1s)<br \/>\nProsperidade econ\u00f4mica.<\/p><\/blockquote>\n<p>Constru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides de Que\u00f3ps, Quefren e Miquerinos. a fialidade das pir\u00e2mides era servir de t\u00famulos para os fara\u00f3s ou nobres abastados, onde seus corpos e objetos seriam preservados para a vida ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<p>Por volta de 2300 a.C., sacerdotes e nomarcas questionam o poder do fara\u00f3, gerando uma crise no Antigo Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p><strong>M\u00c9DIO IMP\u00c9RIO (2100 a.C &#8211; 1580 a.C.)<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Pr\u00edncipes do Alto Egito, reestabelecem a monarquia. \u00c9 a \u00e9poca das grandes constru\u00e7\u00f5es como a dos diques e canais de irriga\u00e7\u00e3o, que aproveitavam e distribu\u00edam a \u00e1gua das enchentes do Nilo, para a fertiliza\u00e7\u00e3o do solo.<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo ocorreu a invas\u00e3o dos hicsos, povo de origem \u00e1rabe, que dominou o Egito durante quatro s\u00e9culos. Foi nesta \u00e9poca que os hebreus chegaram ao Egito.<\/p>\n<p>Houve o desenvolvimento da metalurgia do bronze e do ferro.<\/p>\n<p>Em 1580 a.C., os eg\u00edpcios conseguiram expulsar os hicsos.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>NOVO IMP\u00c9RIO (1580 a.C. &#8211; 525 a.C.)<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Per\u00edodo marcado pelo militarismo e imperialismo. Grandes conquistas militares e a invas\u00e3o dos hicsos, permitiram o desenvolvimento de uma pol\u00edtica expansionista (aumento das fronteiras do imp\u00e9rio).<\/p>\n<p>Houve a reestrutura\u00e7\u00e3o da sociedade, grandes fara\u00f3s como Rams\u00e9s II e Tutm\u00e9s III. Per\u00edodo onde se destacaram os militares, sacerdotes, um grande n\u00famero de camponeses, al\u00e9m dos escravos que trabalhavam na constru\u00e7\u00e3o das grandes obras arquitet\u00f4nicas.<\/p>\n<p>Muitas campanhas militares, invas\u00e3o de v\u00e1rios povos, causaram o enfraquecimento do Novo Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>525 a.C., os persas dominaram o Egito na batalha de Pelusa.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>ECONOMIA<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Agricultura \u00e9 a principal atividade econ\u00f4mica.<br \/>\nPecu\u00e1ria \u00e9 pouco significativa.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Trocas diretas<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Artesanato e Manufatura<\/strong>: tecidos, j\u00f3ias, m\u00f3veis, ferramentas, vidros etc.<br \/>\nMercado Experno controlado pelo Estado. Comerciavam com a Fen\u00edcia, Ilha de Creta, Palestina e S\u00edria.<br \/>\nDesenvolveram complexo sistema hidr\u00e1ulico de diques e canais, para o aproveitamento das \u00e1guas do Nilo.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>SOCIEDADE<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Hierarquizada.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Setor dominante<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Fam\u00edlia do fara\u00f3, nobres(grandes propriet\u00e1rios), sacerdotes e chefes militares.<br \/>\n<strong>Grupo n\u00e3o-privilegiado<\/strong>:soldados, artes\u00e3os e camponeses.<br \/>\nEscravos em pequeno n\u00famero.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>RELIGI\u00c3O<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Polite\u00edsta,(acreditavam em v\u00e1rios deuses e animais sagrados), seu deuses tinham uma representa\u00e7\u00e3o antropozoom\u00f3rfica (possu\u00edam formas humanas e de animais). <strong>Seus principais deuses eram:<\/strong> R\u00e1, Os\u00edris,\u00cdsis,An\u00fabis, etc.<\/p>\n<p>A cren\u00e7a na volta da alma para o mesmo corpo levou ao desenvolvimento de t\u00e9cnicas para a conserva\u00e7\u00e3o dos corpos, entre elas, a da mumifica\u00e7\u00e3o.<br \/>\nCada cidade possu\u00eda deus protetor e templos religiosos em sua homenagem.<\/p>\n<p><strong>Muitos animais tamb\u00e9m eram considerados sagrados pelos eg\u00edpcios, de acordo com as caracter\u00edsticas que apresentavam<\/strong>: chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodu\u00e7\u00e3o), jacar\u00e9 (agilidade nos rios e p\u00e2ntanos), serpente (poder de ataque), \u00e1guia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurrei\u00e7\u00e3o).<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>SISTEMA DE ESCRITA<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Os eg\u00edpcios desenvolveram tr\u00eas formas de escrita. Dem\u00f3tica,que era a escrita mais simples.<\/p>\n<p>Mesmo assim, poucos a dominavam. Hier\u00e1tico, sistema mais desenvolvido nas rodas religiosas e a Hierogl\u00edfica, escrita pictogr\u00e1fica feita em papiro e paredes de pir\u00e2mides. Era muito dif\u00edcil e muito poucas pessoas sabiam decifr\u00e1-las.<\/p>\n<p>Chegou at\u00e9 n\u00f3s atrav\u00e9s da Pedra Roseta, que al\u00e9m de hier\u00f3glifos, continha escrita em Dem\u00f3tico e em grego, o que facilitou a sua sua decifra\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do s\u00e1bio franc\u00eas Champolion.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA DA MESOPOT\u00c2MIA<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>V\u00e1rios povos antigos habitaram essa regi\u00e3o entre os mil\u00eanios IV e I a.C. <strong>Entre estes povos, podemos destacar <\/strong>: sum\u00e9rios, ac\u00e1dios, babil\u00f4nicos, ass\u00edrios, caldeus.<\/p>\n<p>LOCALIZAVA-SE entre os rios Tigre e Eufrates.<\/p>\n<p>Corresponde hoje ao territ\u00f3rio do Iraque.<\/p><\/blockquote>\n<h4>OS SUM\u00c9RIOS<\/h4>\n<blockquote><p>Foram considerados os primeiros povoadores da Mesopot\u00e2mia.Estabeleceram-se ao sul da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Organizaram-se em cidades-estados. as principais eram Ur; Uruk; Lagash; Nipur e Eridu. Patesi era o chefe militar, pol\u00edtico e religioso destas cidades.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>GOVERNO<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Descentralizado.<\/p>\n<p>Este povo destacou-se na constru\u00e7\u00e3o de um complexo sistema de controle da \u00e1gua dos rios. Constru\u00edram canais de irriga\u00e7\u00e3o, barragens e diques. A armazenagem da \u00e1gua era de fundamental import\u00e2ncia para a sobreviv\u00eancia das comunidades.<\/p>\n<p>Agricultura era a atividade econ\u00f4mica b\u00e1sica.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>SISTEMA DE ESCRITA<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Desenvolveram a escrita cuneiforme, ou seja, os sinais tinham formas de cunhas. Desenvolvida por volta de 4000 a.C.<\/p>\n<p>Usavam placas de barro, onde cunhavam esta escrita. Muito do que sabemos hoje sobre este per\u00edodo da hist\u00f3ria, devemos as placas de argila com registros cotidianos, administrativos, econ\u00f4micos e pol\u00edticos da \u00e9poca.<\/p>\n<p>Os sum\u00e9rios, excelentes arquitetos e construtores, desenvolveram os zigurates. Estas constru\u00e7\u00f5es eram em formato de pir\u00e2mides, com sete andares e serviam como torres de observa\u00e7\u00e3o, locais de armazenagem de produtos agr\u00edcolas, al\u00e9m de servirem tamb\u00e9m como templos religiosos.<\/p>\n<p>A rivalidade entre as cidades-estados acabou provocando o enfraquecimento deste povo, que foi invadido pelos ac\u00e1dios.<\/p>\n<p>Funda\u00e7\u00e3o da cidade de Acad. Seu rei SARG\u00c3O I dominou os sum\u00e9rios e unificou a Mesopot\u00e2mia. O Imp\u00e9rio Ac\u00e1dio foi destru\u00eddo quando da invas\u00e3o do povo guti.<\/p><\/blockquote>\n<h4>AMORITAS ou BABIL\u00d4NIOS<\/h4>\n<blockquote><p>Por volta do ano 2000 a.C., os amoritas dominaram o sul da Mesopot\u00e2mia, mas acabaram se fixando no norte,junto a margem do Rio Eufrates. Fundaram a cidade de Babil\u00f4nia, que se tornou a capital do Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p><strong>Seu principal rei foi HAMURABI, ele elaborou o primeiro c\u00f3digo de leis escritas da humanidade<\/strong>: O C\u00d3DIGO DE HAMURABI. Baseado nas Leis de Tali\u00e3o(&#8220;olho por olho, dente por dente&#8221;). De acordo com o C\u00f3digo de Hamurabi, todo criminoso deveria ser punido de forma proporcional ao delito cometido.<\/p>\n<p>Os babil\u00f4nios tamb\u00e9m desenvolveram um rico e preciso calend\u00e1rio, cujo objetivo principal era conhecer mais sobre as cheias do rio Eufrates e tamb\u00e9m obter melhores condi\u00e7\u00f5es para o desenvolvimento da agricultura. Excelentes observadores dos astros e com grande conhecimento de astronomia, desenvolveram um preciso rel\u00f3gio de sol.<\/p>\n<p>Revoltas e invas\u00f5es levaram \u00e0 decad\u00eancia do imp\u00e9rio.<\/p><\/blockquote>\n<h4>ASS\u00cdRIOS<\/h4>\n<blockquote><p>Ocupavam o planalto de Assur, no norte da Mesopot\u00e2mia. Eram guerreiros e fundaram um imp\u00e9rio, por volta de 1300 a.C.. Estabeleceram sua capital em N\u00ednive. Este povo destacou-se pela organiza\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de uma cultura militar.<\/p>\n<p>Encaravam a guerra como uma das principais formas de conquistar poder e desenvolver a sociedade. Eram violentos e impiedosos com os povos dominados. Impunham aos vencidos, castigos e crueldades como uma forma de manter respeito e espalhar o medo entre os outros povos.<\/p>\n<p>O Imp\u00e9rio Ass\u00edrio dominou toda a Mesopot\u00e2mia, a S\u00edria, a Fen\u00edcia, o Egito e o Reino de Israel.<\/p>\n<p>A decad\u00eancia do Imp\u00e9rio foi provocada por constantes rebeli\u00f5es dos povos dominados.<\/p><\/blockquote>\n<h4>CALDEUS<\/h4>\n<blockquote><p>Segundo Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico, abrangeu toda a Mesopot\u00e2mia, a S\u00edria e a Palestina.<\/p>\n<p>Seu principal rei foi NABUCODONOSOR, que dominou o Reino de Jud\u00e1 e edificou os Jardins Suspensos da Babil\u00f4nia e a famosa Torre de Babel.<\/p>\n<p>Lutas internas enfraqueceram o imp\u00e9rio, que foi dominado pelos persas, em 539 a.C.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>RELIGI\u00c3O<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Eram polite\u00edstas, acreditavam em v\u00e1rias divindades de origem c\u00f3smica.<\/p>\n<p>A devo\u00e7\u00e3o mais apreciada era para ISHTAR, deusa do amor. Suas devotas eram obrigadas a demonstrar sua devo\u00e7\u00e3o no templo, pelo menos por quinze dias ao ano. Os homens \u00e9 que apreciavam mais esta devo\u00e7\u00e3o pois eram eles que recebiam o afeto das mulheres. na real, as mulheres deveriam se prostituir como forma de adora\u00e7\u00e3o \u00e0 deusa.<\/p>\n<p>A religi\u00e3o ass\u00edria admitia sacrif\u00edcios humanos, devido a sua crueldade e servia como forma de divertimento para o povo.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>ASPECTOS GERAIS<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Vale dizer que os povos da antiguidade buscavam regi\u00f5es f\u00e9rteis, pr\u00f3ximas a rios, para desenvolverem suas comunidades. <strong>Dentro desta perspectiva, a regi\u00e3o da mesopot\u00e2mia era uma excelente op\u00e7\u00e3o, pois garantia a popula\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u00e1gua para consumo, rios para pescar e via de transporte.<\/p>\n<p>Outro benef\u00edcio oferecido pelos rios eram as cheias que fertilizavam as margens, garantindo um \u00f3timo local para a agricultura.<\/p>\n<p>No que se refere \u00e0 pol\u00edtica, tinham uma forma de organiza\u00e7\u00e3o baseada na centraliza\u00e7\u00e3o de poder, onde apenas uma pessoa ( imperador ou rei )comandava tudo.<\/p><\/blockquote>\n<h4>HIST\u00d3RIA DA FEN\u00cdCIA<\/h4>\n<blockquote><p>A regi\u00e3o da fen\u00edcia corresponde, hoje, ao L\u00edbano.<\/p>\n<p>Os fen\u00edcios dedicaram-se ao com\u00e9rcio e a navega\u00e7\u00e3o<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>ASPECTOS GERAIS<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Desenvolveram-se, por volta de 3.000 a.C.<\/p>\n<p>Localizavam-se numa estreita faixa do litoral do mar mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>Fundaram povoados-como Cartago, importante cidade do norte da \u00e1frica.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>GOVERNO<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Descentralizado.<\/p>\n<p>Dividida em cidades-estados .As principais eram b\u00edblos, s\u00eddon e tiro.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>ECONOMIA<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Atividade b\u00e1sica<\/strong>: com\u00e9rcio.<\/p>\n<p><strong>Desenvolveram tamb\u00e9m<\/strong>: ind\u00fastria naval, produ\u00e7\u00e3o de tecidos e a metalurgia.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>SOCIEDADE<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Camada dominante<\/strong>: comerciantes, aristocratas e sacerdotes.<\/p>\n<p><strong>Classe intermediaria<\/strong>: pequenos comerciantes e artes\u00e3os<\/p>\n<p><strong>Classe dominada<\/strong>: trabalhadores rurais e urbanos.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>RELIGI\u00c3O<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Polite\u00edsta.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Principais deuses:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Baal, deus do trov\u00e3o, da tempestade, da chuva.<\/p>\n<p>Astart\u00e9ia, deusa da fertilidade.<\/p><\/blockquote>\n<p>Alguns rituais eram bastante cru\u00e9is, tendo inclusive sacrif\u00edcios humanos.<\/p>\n<p><strong>CONTRIBUI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Foi a inven\u00e7\u00e3o do alfabeto, sinais usados para representar o som das palavras.<\/p>\n<p>Criaram 22 sinais correspondentes ao som das consoantes. Mais tarde, os gregos inventaram as vogais, aperfei\u00e7oando o alfabeto.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Decl\u00ednio<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Os fen\u00edcios foram dominados em 330 a.C. , por Alexandre Magno, rei da Maced\u00f4nia<\/p><\/blockquote>\n<h4>HIST\u00d3RIA DO IMP\u00c9RIO PERSA<\/h4>\n<blockquote><p>Se localizava a leste da mesopot\u00e2mia<\/p>\n<p>Atualmente \u00e9 o ir\u00e3.<\/p><\/blockquote>\n<h2>Ocupa\u00e7\u00e3o..<\/h2>\n<blockquote><p>Por volta de 1300 a.c., os medas (origin\u00e1rios da \u00e1sia central ) e os persas ( sul da R\u00fassia )ocuparam a regi\u00e3o , dando origem a dois reinos indenpendentes.. os Medas ao norte e os persas ao sul.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Imp\u00e9rio persa<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Fundado por Ciro, o grande,(560-530 a.C..), tornou-se rei dos medos e persas, ap\u00f3s haver conquistado Ecb\u00e1tana e destronado Ast\u00edages (555 a.C..). Conquistou tamb\u00e9m a Babil\u00f4nia (539 a.C.), as cidades gregas da \u00c1sia Menor, Fen\u00edcia e Palestina.<\/p>\n<p>Cambises (filho de Ciro ) conquistou o Egito.<\/p>\n<p>Dario I, primeiro estendeu o imp\u00e9rio at\u00e9 a \u00edndia. Organizou o imp\u00e9rio pol\u00edtica e adiministrativamente. Dividiu o imp\u00e9rio em satrap\u00edas,que eram governadas pelos s\u00e1trapas, construiu uma rede de estradas, integrando todo o imp\u00e9rio, criou um sistema de correio e a moeda-padr\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Decad\u00eancia<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Inicia no governo de Dario; na tentativa de conquistar a Gr\u00e9cia ( Guerra Medicas ) Enfraquecido , \u00e9 invadido por Alexandre Magno , rei maced\u00f4nico.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Religi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Zoroastro, reformador religioso.<\/p>\n<p>Duas divindades opostas; Ormus-Mazda e Arim\u00e3.<\/p>\n<p>Cren\u00e7a na imortalidade da alma, na ressurei\u00e7\u00e3o dos mortos e no ju\u00edzo final.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Artes<\/strong><\/p>\n<p>A arquitetura foi a arte mais desenvolvida.<\/p>\n<p>Ciro, o Grande (560-530 a.C..), tornou-se rei dos medos e persas, ap\u00f3s haver conquistado Ecb\u00e1tana e destronado Ast\u00edages (555 a.C..). Conquistou tamb\u00e9m a Babil\u00f4nia (539 a.C.). O imp\u00e9rio ia desde o Helesponto at\u00e9 as fronteiras da \u00cdndia.<\/p>\n<p>No Imp\u00e9rio persa a grande fonte do direito era a vontade do soberano de direito divino. Transgredir a lei emanada do soberano era ofender a pr\u00f3pria divindade. Os crimes de menor import\u00e2ncia eram punidos com chibatada que podia ser, em parte, substitu\u00edda pela multa pecuni\u00e1ria.<\/p>\n<p>Os crimes mais graves eram severamente punidos com castigos b\u00e1rbaros como a marca a fogo, a mutila\u00e7\u00e3o, a cegueira e a pr\u00f3pria morte.<\/p>\n<p>A pena de morte era aplicada em casos de homic\u00eddio, estupro, aborto, grave desrespeito \u00e0 pessoa do rei, e trai\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Os rebeldes recebiam puni\u00e7\u00e3o exemplar<\/strong>: &#8220;eram levados \u00e0 corte real onde lhes cortavam o nariz e as orelhas; mostravam-no ao povo e em seguida eram conduzidos \u00e0 capital da prov\u00edncia em que se haviam revoltado e a\u00ed eram executados.<\/p>\n<p><strong>Havia diversos processos de executar a pena m\u00e1xima<\/strong>: o veneno, a impala\u00e7\u00e3o, a crucifix\u00e3o, o enforcamento, o apedrejamento, etc.<\/p>\n<p><strong>Apesar desses castigos severos, conv\u00e9m notar que a lei n\u00e3o permitia que se punisse com a pena de morte algu\u00e9m que houvesse cometido um \u00fanico crime; nem mesmo um escravo deveria ser punido com atrocidade por causa de uma \u00fanica falta: <\/strong>seus m\u00e9ritos deveriam ser levados em considera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O rei era o supremo juiz, sobretudo em mat\u00e9ria penal. Em mat\u00e9ria civil encontramos, j\u00e1 sob o reinado de Cambises, filho de Ciro, ju\u00edzes nomeados pelo soberano.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 conhecido o caso de Sesamn\u00e9s, juiz real condenado \u00e0 morte por haver recebido dinheiro a fim de pronunciar uma senten\u00e7a injusta<\/strong>: ap\u00f3s a sua morte, arrancaram-lhe a pele e forraram com a mesma cadeira em que se costumava sentar para exercer suas fun\u00e7\u00f5es. Puni\u00e7\u00e3o aplicada por Cambises (530-522 a.C.).<\/p>\n<p><strong>Outra pena tipicamente persa foi a do escafismo, ou seja, o supl\u00edcio dos botes<\/strong>: &#8220;tomavam-se dois botes ajust\u00e1veis, deitava-se de costa num deles o malfeitor, cobria-se com o outro. A cabe\u00e7a, as m\u00e3os e os p\u00e9s ficavam de fora, e o resto do corpo fechado.<\/p>\n<p>Faziam-no comer a for\u00e7a e picavam-lhe os olhos, passando-lhe na face uma mistura de leite e mel, deixando-o com o rosto exposto ao sol, que ficava coberto de moscas e formigas, restava no meio de seus pr\u00f3prios excrementos e os vermes que iam surgindo no meio da podrid\u00e3o de suas entranhas iam-lhe devorando o corpo.<\/p>\n<p>Evid\u00eancia a Hist\u00f3ria que Mitr\u00edades (quem teria criado tal pena) foi v\u00edtima desta pena, obra de sua pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o, morrendo depois de dezessete dias de doloroso mart\u00edrio&#8221;<\/p>\n<h4>Antiguidade Oriental &#8211; Civiliza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>As principais civiliza\u00e7\u00f5es da Antiguidade oriental s\u00e3o a sum\u00e9ria, ass\u00edria, acadiana, eg\u00edpcia, hebraica, fen\u00edcia, hitita e persa.<\/p>\n<p>Os cretenses, apesar de estarem localizados no ocidente, apresentam caracter\u00edsticas comuns a outros povos da Antiguidade oriental.<\/p>\n<h4>Mesopot\u00e2mia<\/h4>\n<p>Compreende a regi\u00e3o entre os rios Tigre e Eufrates (atualmente parte do Iraque) conhecida como Mesopot\u00e2mia &#8211; terra entre rios, em grego. \u00c9 habitada desde 5.000 a.C. por tribos de origem semita. Entre 3.200 e 2.000 a.C. povos de outras origens, como os sum\u00e9rios, acadianos, ass\u00edrios, elamitas e caldeus, migram para a regi\u00e3o e fundam cidades-Estado independentes. Em 331 a.C. a regi\u00e3o \u00e9 dominada por Alexandre, o Grande, da Maced\u00f4nia.<\/p>\n<h4>Sum\u00e9rios<\/h4>\n<p>Instalam-se ao sul da Mesopot\u00e2mia entre 3.200 e 2.800 a.C. T\u00eam origem incerta. Surgem possivelmente no vale do rio Indo. Fundam cidades-Estado como Nippur, Kish, Ur, Uruk e Lagash. Dominam os semitas at\u00e9 2.300 a.C., quando s\u00e3o vencidos pelos acadianos. Restabelecem sua hegemonia em 2.050 a.C., mas n\u00e3o resistem \u00e0 invas\u00e3o dos semitas do deserto, em 1.950 a.C.<\/p>\n<p><strong>Economia e sociedade sum\u00e9rias<\/strong><\/p>\n<p>Desenvolvem a agricultura, com t\u00e9cnicas de irriga\u00e7\u00e3o, constru\u00e7\u00e3o de canais, diques e reservat\u00f3rios e a utiliza\u00e7\u00e3o de instrumentos de tra\u00e7\u00e3o animal. Empregam a metalurgia do bronze. Utilizam carros com rodas e desenvolvem atividades comerciais com outras cidades.<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica sum\u00e9ria<\/strong><\/p>\n<p>O centro pol\u00edtico e religioso \u00e9 representado pelo templo, que funciona tamb\u00e9m como n\u00facleo econ\u00f4mico (fabrica\u00e7\u00e3o de tijolos e ladrilhos, dep\u00f3sito de tributos e oferendas, empr\u00e9stimos). Sua autoridade m\u00e1xima \u00e9 o rei, tamb\u00e9m sumo sacerdote, com poder pol\u00edtico e militar heredit\u00e1rio. Os sacerdotes s\u00e3o respons\u00e1veis pela administra\u00e7\u00e3o do templo.<\/p>\n<p><strong>Cultura e religi\u00e3o sum\u00e9rias<\/strong><\/p>\n<p>Criam a escrita cuneiforme (grava\u00e7\u00e3o com estilete sobre t\u00e1bua de argila) e desenvolvem a cer\u00e2mica e a estatu\u00e1ria de pedra e metal. Possuem um sistema num\u00e9rico sexagesimal para medir o dia (24 horas, 60 minutos e 60 segundos). Dividem o c\u00edrculo em 360 graus e o ano em 12 meses. Praticam uma religi\u00e3o polite\u00edsta, na qual coexistem os deuses da natureza e os deuses ligados aos sentimentos.<\/p>\n<h4>Acadianos<\/h4>\n<p>Originam-se de tribos semitas que habitam o vale mesopot\u00e2mico desde 2.400 a.C. Infiltram-se nas cidades-Estado sum\u00e9rias, at\u00e9 conquistar Kish. Estabelecem Akad como cidade hegem\u00f4nica e ampliam seu dom\u00ednio sobre a Mesopot\u00e2mia meridional, Elam e parte da \u00c1sia Menor, formando os Estados de Isin, Larsa e Babil\u00f4nia.<\/p>\n<h4>Primeiro Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico<\/h4>\n<p>Forma-se a partir de 1.728 a.C., sob o reinado de Hamurabi, depois de campanhas militares contra cidades e povos vizinhos. Babel torna-se a capital do imp\u00e9rio e p\u00f3lo econ\u00f4mico e cultural.<\/p>\n<p>As principais obras liter\u00e1rias mesopot\u00e2micas s\u00e3o transcritas para o acadiano. Em 1.513 a.C., o imp\u00e9rio babil\u00f4nico \u00e9 derrotado e saqueado pelos hititas, povo procedente da Capad\u00f3cia, na \u00c1sia Menor. Depois s\u00e3o dominados pelos cassitas, elamitas e ass\u00edrios.<\/p>\n<p>Hamurabi (1.728 a.C.-1.686 a.C.), sexto rei da primeira dinastia babil\u00f4nica (amorritas), \u00e9 o fundador do Primeiro Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico. Consegue unificar os semitas e os sum\u00e9rios. Durante seu governo, cerca a capital com muralhas, impulsiona a agricultura, restaura os templos mais importantes e institui impostos e tributos em benef\u00edcio das obras p\u00fablicas.<\/p>\n<p>\u00c9 autor do famoso c\u00f3digo penal, o mais antigo da Hist\u00f3ria, que leva seu nome. O C\u00f3digo de Hamurabi estabelece regras de vida e de propriedade, estendendo a lei a todos os s\u00faditos do imp\u00e9rio. Determina penas para as infra\u00e7\u00f5es, baseadas na lei de tali\u00e3o (olho por olho, dente por dente).<\/p>\n<p><strong>Sociedade acadiana<\/strong><\/p>\n<p>Na pol\u00edtica, os acadianos criam um Estado centralizado e avan\u00e7am na arte militar. Desenvolvem a t\u00e1tica do deserto, com armamento leve, como o ven\u00e1bulo (lan\u00e7a), e grande mobilidade. Na religi\u00e3o, estabelecem novos deuses e passam a divinizar tamb\u00e9m o rei.<\/p>\n<h4>Segundo Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico<\/h4>\n<p>Entre 2.000 e 700 a.C, o imp\u00e9rio ass\u00edrio, de grande poder b\u00e9lico, estende seus limites ao Mediterr\u00e2neo, \u00e0s montanhas arm\u00eanias, \u00e0s costas do mar Negro, Chipre, Egito e N\u00fabia. Em 625 a.C., a Babil\u00f4nia, Estado acadiano, invade o territ\u00f3rio ass\u00edrio, destr\u00f3i todas as cidades e extermina seus habitantes.<\/p>\n<p>A conquista da Ass\u00edria aumenta o poder da Babil\u00f4nia, que se torna a mais not\u00e1vel cidade do oriente. O progresso econ\u00f4mico permite o seu embelezamento, com a constru\u00e7\u00e3o de pal\u00e1cios, templos e dos famosos jardins suspensos. Em 539 a.C., Ciro, rei dos Persas, conquista a Babil\u00f4nia.<\/p>\n<p>Nabucodonosor (604 a.C-562 a.C), tamb\u00e9m conhecido como Nebuchadrezar II, filho do general Nabopolasar. D\u00e1 continuidade \u00e0 \u00e9poca de prosperidade e hegemonia babil\u00f4nicas. Durante seu reinado de 42 anos, a Babil\u00f4nia atinge seu per\u00edodo mais glorioso e fica conhecida como a &#8220;Rainha da \u00c1sia&#8221;. Constr\u00f3i a Torre de Babel e os famosos Jardins Suspensos.<\/p>\n<p>L\u00edder militar de grande energia e crueldade, aniquila os fen\u00edcios, derrota os eg\u00edpcios e obt\u00e9m a hegemonia no Oriente M\u00e9dio. Em 598 a.C. conquista Jerusal\u00e9m e realiza a primeira deporta\u00e7\u00e3o de judeus, que seguem para a Mesopot\u00e2mia, no epis\u00f3dio conhecido como &#8220;o cativeiro da Babil\u00f4nia&#8221;.<\/p>\n<h4>Ass\u00edrios<\/h4>\n<p>Resultam da mesti\u00e7agem entre povos semitas, que emigram da Samaria (regi\u00e3o da Palestina), e povos que habitam o Tigre superior, por volta de 2.500 a.C. Constroem Assur e N\u00ednive, suas principais cidades-Estado.<\/p>\n<p><strong>Economia e religi\u00e3o dos ass\u00edrios<\/strong><\/p>\n<p>A propriedade da terra \u00e9 repartida entre a casta sacerdotal, rei e nobreza. Escravos e servos semilivres realizam o trabalho na agricultura e no artesanato. A agricultura se desenvolve com o surgimento da horticultura e com o aperfei\u00e7oamento t\u00e9cnico do arado. Polite\u00edstas, possuem um deus supremo, Assur. Constroem imensos pal\u00e1cios e esculturas monumentais.<\/p>\n<h4>Eg\u00edpcios<\/h4>\n<p>O vale do rio Nilo, com terras negras e f\u00e9rteis, \u00e9 a base da civiliza\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia. A fertilidade resulta da inunda\u00e7\u00e3o anual do rio (julho a outubro) e da deposi\u00e7\u00e3o do h\u00famus quando as \u00e1guas baixam.<\/p>\n<p><strong>Unifica\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia<\/strong><\/p>\n<p>A agricultura e o interc\u00e2mbio de produtos estimulam a sedentariza\u00e7\u00e3o e a miscigena\u00e7\u00e3o das tribos, que formam, no vale do Nilo, um \u00fanico povo, diferente dos bedu\u00ednos que habitam o deserto. Durante o Neol\u00edtico, s\u00e3o constru\u00eddas cidades-Estado sobre o eixo fluvial, como Tebas, M\u00eanfis e T\u00e2nis, que se relacionam ativamente.<\/p>\n<p>Elas se unificam por volta de 3.000 a.C., introduzindo uma monarquia centralizada na figura do fara\u00f3, soberano heredit\u00e1rio e absoluto, considerado uma encarna\u00e7\u00e3o divina. As cidades-Estado s\u00e3o transformadas em nomos, divis\u00f5es administrativas da monarquia, governadas por nomarcas.<\/p>\n<p><strong>Expans\u00e3o e decl\u00ednio do Egito<\/strong><\/p>\n<p>At\u00e9 2.700 a.C. o Egito se mant\u00e9m relativamente isolado de outros povos. As incurs\u00f5es contra os bedu\u00ednos do Sinai e a conquista das minas de cobre e pedras preciosas, por volta de 2.000 a.C., constituem os primeiros passos para romper esse isolamento. Entretanto, disputas internas e a invas\u00e3o dos hicsos, povo de origem caucasiana, interrompem essa expans\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00f3 ap\u00f3s a expuls\u00e3o dos hicsos, em 1.600 a.C., os eg\u00edpcios se lan\u00e7am na conquista de territ\u00f3rios da Mesopot\u00e2mia, S\u00edria, Palestina, Chipre, Creta e ilhas do mar Egeu. Em sentido contr\u00e1rio, o Egito sofre o ass\u00e9dio de gregos, filisteus, et\u00edopes, ass\u00edrios, persas, maced\u00f4nios e romanos. Em 332 a.C., Alexandre, o Grande, invade o Egito. Em 30 a.C. tem in\u00edcio o dom\u00ednio romano.<\/p>\n<p><strong>Economia e sociedade eg\u00edpcias<\/strong><\/p>\n<p>A agricultura e o interc\u00e2mbio de produtos naturais s\u00e3o a base da economia. Ap\u00f3s a unifica\u00e7\u00e3o, a terra passa dos cl\u00e3s \u00e0 propriedade do fara\u00f3, nobres e sacerdotes. Os membros dos cl\u00e3s s\u00e3o transformados em servos. As incurs\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 N\u00fabia, Som\u00e1lia, Sinai e Biblos introduzem o trabalho escravo nas minas e na constru\u00e7\u00e3o dos pal\u00e1cios, templos e pir\u00e2mides.<\/p>\n<p><strong>Ci\u00eancia e cultura eg\u00edpcias<\/strong><\/p>\n<p>Destacam-se na astronomia (elaboram o primeiro calend\u00e1rio lunar), arquitetura, engenharia e matem\u00e1tica, lan\u00e7ando os fundamentos da geometria e do c\u00e1lculo complexo. Criam as escritas hierogl\u00edfica (com ideogramas), hier\u00e1tica (para uso religioso) e dem\u00f3tica (para fins comuns). Desenvolvem t\u00e9cnicas de irriga\u00e7\u00e3o e de constru\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Religi\u00e3o eg\u00edpcia<\/strong><\/p>\n<p>Polite\u00edsta e antropozoom\u00f3rfica (deuses representados por corpo ou cabe\u00e7a de animais). Aos poucos ganha predomin\u00e2ncia o culto ao deus Sol, com diferentes simbologias nas cidades-Estado. Acreditam no julgamento ap\u00f3s a morte e na reencarna\u00e7\u00e3o, fazendo oferendas aos defuntos. Entre 1.377 e 1.358 a.C., Amen\u00f3fis IV introduz o monote\u00edsmo, representado no culto a Aton, excluindo as divindades locais. O monote\u00edsmo \u00e9 abolido ap\u00f3s sua morte.<\/p>\n<p>Fonte: www.conhecimentosgerais.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antiguidade Oriental, Per\u00edodo, Organiza\u00e7\u00e3o, Hist\u00f3ria, Artes, Civiliza\u00e7\u00e3o, Cultura, Economia, Religi\u00e3o, Imp\u00e9rio, Egito, Caracter\u00edsticas, Antiguidade Oriental<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[27],"tags":[],"class_list":["post-8945","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Antiguidade Oriental, Per\u00edodo, Hist\u00f3ria Antiguidade Oriental<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Antiguidade Oriental, Per\u00edodo, 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