{"id":87120,"date":"2016-09-12T21:29:52","date_gmt":"2016-09-12T21:29:52","guid":{"rendered":"http:\/\/cmsportal.dalfers.com.br\/?p=87120"},"modified":"2016-09-12T22:02:10","modified_gmt":"2016-09-12T22:02:10","slug":"comercio-exterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/profissoes\/comercio-exterior","title":{"rendered":"Com\u00e9rcio Exterior"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/comercio-exterior-02.jpg\" alt=\"Com\u00e9rcio Exterior\" width=\"290\" height=\"279\" title=\"Com\u00e9rcio Exterior\" \/><strong><br \/>\n      Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<p><strong>Com\u00e9rcio internacional X Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 muito comum confundirmos<strong>com\u00e9rcio exterior<\/strong>com<strong>com\u00e9rcio       internacional<\/strong>, algo que diria at\u00e9 natural considerando a rela\u00e7\u00e3o       direta entre os temas. <\/p>\n<p>Pois bem, ainda que se assemelhem no nome e tamb\u00e9m na pr\u00e1tica, estas \u00e1reas       s\u00e3o distintas. Primeiramente, \u00e9 necess\u00e1rio estar claro que estas duas \u00e1reas       comp\u00f5em o universo normativo que define e disciplina as opera\u00e7\u00f5es de importa\u00e7\u00e3o       e exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Dividindo este universo entre os dois Com\u00e9rcios, temos o seguinte:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Com\u00e9rcio Internacional<\/strong>: quest\u00f5es internacionais, tais         como opera\u00e7\u00f5es de trocas entre pa\u00edses decorrentes de interc\u00e2mbio econ\u00f4mico         (aplic\u00e1vel a mercadorias, servi\u00e7os e m\u00e3o-de-obra), pol\u00edtico e cultural.         Estas normas s\u00e3o aplic\u00e1veis uniformemente a mais de um pa\u00eds, visando a facilita\u00e7\u00e3o         dos neg\u00f3cios internacionais que seriam as trocas comerciais entre pa\u00edses.         Observe que estes tipos de regras s\u00e3o criadas e disciplinadas por acordos         estabelecidos entre pa\u00edses, ou ent\u00e3o, s\u00e3o criadas por organismos internacionalmente         acreditados e aderidas pelos pa\u00edses em todo o mundo, por exemplo, as regras         da OMC &#8211; Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio ou da CCI &#8211; C\u00e2mara de Com\u00e9rcio         Internacional<\/p>\n<p><strong>Com\u00e9rcio Exterior<\/strong>: termos, regras e normas nacionais das         transa\u00e7\u00f5es e estudos realizados no com\u00e9rcio internacional. Estas regras         s\u00e3o normas nacionais, criadas para disciplinar tudo o que diz respeito a         entrada no pa\u00eds de mercadorias procedentes do exterior (importa\u00e7\u00e3o) e a         sa\u00edda de mercadorias do territ\u00f3rio nacional (exporta\u00e7\u00e3o). Estas regras refletem         diretamente em quest\u00f5es tribut\u00e1ria, comercial, financeira, administrativa         e por fim aduaneira.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Uma vez conhecidos os dois grupos, pode-se dizer que qualquer neg\u00f3cio       internacional, seja ele uma importa\u00e7\u00e3o ou exporta\u00e7\u00e3o, ter\u00e1 de ser conduzido       por meio do estudo de tr\u00eas conglomerados normativos que podem ser chamados       de trip\u00e9 internacional, composto por<\/strong>: com\u00e9rcio exterior do pa\u00eds exportador,       com\u00e9rcio exterior do pa\u00eds importador e com\u00e9rcio internacional, sendo que o       \u00faltimo apoiar\u00e1 e complementar\u00e1 os dois primeiros e os dois primeiros dever\u00e3o       sempre estar em sintonia com o \u00faltimo.<\/p>\n<p><strong>OUTROS CONCEITOS B\u00c1SICOS:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>IMPORTA\u00c7AO:<\/strong>entrada de mercadorias e sa\u00edda de dividas do         pa\u00eds.<strong><br \/>\n        EXPORTA\u00c7AO:<\/strong>sa\u00edda de mercadorias e entrada de dividas no pa\u00eds.<strong><br \/>\n        DIVISAS:<\/strong>moeda convers\u00edvel no \u00e2mbito internacional (D\u00f3lar e Euro)<strong><br \/>\n        BALAN\u00c7A COMERCIAL:<\/strong>diferen\u00e7a entre as exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es         de um pa\u00eds<strong><br \/>\n        DEFICIT COMERCIAL:<\/strong>importa\u00e7\u00f5es &gt; que as exporta\u00e7\u00f5es<strong><br \/>\n        SUPER\u00c1VIT COMERCIAL:<\/strong>exporta\u00e7\u00f5es &gt; que as importa\u00e7\u00f5es<strong><br \/>\n        EQUILIBRIO COMERCIAL:<\/strong>exporta\u00e7oes = importa\u00e7oes\u00a0\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>RAZOES QUE INDUZEM A TROCA DE BENS OU SERVI\u00c7OS ENTRE NA\u00c7OES:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>As desigualdades entre as na\u00e7\u00f5es no tocante \u00e0s reservas n\u00e3o reprodut\u00edveis         (recursos naturais )<\/p>\n<p><strong>Desigual exist\u00eancia de jazidas minerais<\/strong>(Brasil \u00e9 produtor         de petr\u00f3leo ainda n\u00e3o \u00e9 auto-suficiente, consome 1 milhao de barris de petr\u00f3leo         diariamente e produzimos tamb\u00e9m 1 milhao de barris ao dia, devemos ter uma         reservar por isso temos que importar<\/p>\n<p>Diferen\u00e7as internacionais no tocante a fatores clim\u00e1ticos (que s\u00e3o determinados         por fatores relativamente est\u00e1ticos como altitude, latitude, topografia         e tipo de superf\u00edcie ) e a fatores ed\u00e1ficos ( natureza e distribui\u00e7\u00e3o de         solos )<\/p>\n<p><strong>Diferen\u00e7as de solo e clima<\/strong>; (Brasil \u00e9 exportador de caf\u00e9         e a\u00e7\u00facar porque o solo e o clima s\u00e3o apropriados para estas produ\u00e7\u00f5es, da         mesma forma importamos TRIGO da Argentina porque segundo Agronomos o nosso         clima n\u00e3o \u00e9 ideal para este cultivo); Brasil importava em 2008\u00a0 80%         do trigo que consumia, hoje menos devido ao melhoramentos dos gr\u00e3os; HOJE         50%<\/p>\n<p><strong>Desigualdades nas disponibilidades estruturais de capital e trabalho<\/strong>;         Pouco capital dispon\u00edvel para investir na industria local; d\u00e9ficit mao-de-obra         qualificada<\/p>\n<p><strong>Diferen\u00e7as nos est\u00e1gios de desenvolvimento tecnol\u00f3gico<\/strong>.         <strong>Diferen\u00e7a dos est\u00e1gios de desenvolvimento tecnol\u00f3gico; h\u00e1 pa\u00edses         que detem menos tecnologia que outros, e importa produtos de alta tecnologia:<\/strong>         Brasil, Embraer, exporta avi\u00f5es de m\u00e9dio porte (l\u00edder no mercado mundial)\u00a0         e importa de grande porte.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>\u00c9 a partir da combina\u00e7\u00e3o desses quatro fatores que surge a divis\u00e3o internacional       do trabalho, ou seja, a especializa\u00e7\u00e3o das na\u00e7\u00f5es. Por decorr\u00eancia, o com\u00e9rcio       externo tem contribu\u00eddo, cont\u00ednua e persistentemente, para a internacionaliza\u00e7\u00e3o       dos processos econ\u00f4micos e, \u00e9 ineg\u00e1vel, para o gradativo aumento das taxas       de depend\u00eancia de cada economia com rela\u00e7\u00e3o ao resto do mundo<\/p>\n<p class=\"Pa4\"><strong>Por que as na\u00e7\u00f5es comercializam?<\/strong><\/p>\n<p class=\"Pa4\">O bom senso nos leva a crer que as na\u00e7\u00f5es comercializam porque       podem obter vantagens. Essa afirma\u00e7\u00e3o, seca e direta, pode nos parecer \u00f3bvia,       mas passou a freq\u00fcentar as principais obras, os manuais e as discuss\u00f5es econ\u00f4micas       h\u00e1 apenas pouco mais de dois s\u00e9culos. Devemos nos lembrar de que o<strong>que       \u00e9 verdadeiro no com\u00e9rcio \u00e9 igualmente verdadeiro no com\u00e9rcio internacional<\/strong>.<\/p>\n<p class=\"Pa4\"><strong>E as verdades s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"Pa7\"><strong>O com\u00e9rcio \u00e9 mutuamente ben\u00e9fico <\/strong>\u0096 Duas         pessoas n\u00e3o trocam bens e servi\u00e7os a n\u00e3o ser que ambas esperem benef\u00edcio.         Se uma pessoa lucra com o com\u00e9rcio, isso n\u00e3o significa necessariamente que         a outra perde. Os dois lados lucram, sen\u00e3o n\u00e3o negociam.<strong><br \/>\n        Exporta\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00e9 aquilo que voc\u00ea vende e importa\u00e7\u00e3o \u00e9 aquilo que voc\u00ea         compra \u0096 Os pa\u00edses exportam bens a fim de comprar importa\u00e7\u00f5es. \u00c0s vezes         voc\u00ea poder\u00e1 ouvir o argumento de que exporta\u00e7\u00f5es s\u00e3o boas e importa\u00e7\u00f5es         s\u00e3o m\u00e1s. Na realidade, o pa\u00eds eficiente tenta obter de volta o m\u00e1ximo poss\u00edvel         em troca do que vende.<strong><br \/>\n        Quanto mais baratas as importa\u00e7\u00f5es<\/strong>, melhor para o pa\u00eds \u0096 Quando         as importa\u00e7\u00f5es de um pa\u00eds custam menos, um certo montante de suas exporta\u00e7\u00f5es         compra mais importa\u00e7\u00f5es.<strong><br \/>\n        As entradas tendem a igualar as sa\u00eddas de moeda<\/strong>\u0096 Os pa\u00edses         vendem para um pa\u00eds para obter moeda local com a qual v\u00e3o comprar bens e         servi\u00e7os daquele pa\u00eds. O setor de exporta\u00e7\u00f5es do pa\u00eds local estaria devastado         se seus cidad\u00e3os deixassem de adquirir produtos importados.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>VANTAGENS E DESVANTAGENS DO CI<\/strong><\/p>\n<p><strong>VANTAGENS:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Melhorar a competitividade no mercado interno:<\/strong>O mercado         externo exige que seu produto tenha um n\u00edvel \u00f3timo de qualidade, n\u00e3o apenas         na concep\u00e7\u00e3o final do seu produto, como tamb\u00e9m nos processos, gest\u00e3o de         pessoas e praticas ambientais. Com estas exig\u00eancias, seu produto se torna         mais competitivo tanto no mercado externo quanto interno.<strong><br \/>\n        Aumento das vendas e dos lucros:<\/strong>Aqui \u00e9 uma li\u00e7\u00e3o r\u00e1pida sobre custos,         que se dividem a grosso modo em dois tipos, os custos fixos que n\u00e3o mudam         de acordo com o aumento de demanda (ex: o aluguel da fabrica ou o financiamento         do maquin\u00e1rio), e os custos vari\u00e1veis que variam de acordo com a produ\u00e7\u00e3o         (ex: a mat\u00e9ria-prima). Quando se consegue explorar um novo mercado externo,         voc\u00ea aumenta a demanda por seus produtos, e com isto reduz os custos fixos         da produ\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de obter vantagens na aquisi\u00e7\u00e3o de algumas vari\u00e1veis,         como a mat\u00e9ria-prima, aumentado assim al\u00e9m das vendas, o lucro.<strong><br \/>\n        Aumento do market share :<\/strong>Como voc\u00ea agora explora novos mercados         em outros pa\u00edses, seu market share (participa\u00e7\u00e3o no mercado) aumenta \u00a0naturalmente.<strong><br \/>\n        Diminui\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia do mercado interno:<\/strong>Com a exporta\u00e7\u00e3o dos         produtos, a empresa fica menos vulner\u00e1vel \u00e0s mudan\u00e7as dr\u00e1sticas de demanda         do mercado interno, fazendo com que a diversifica\u00e7\u00e3o de mercados fa\u00e7a a         mais forte contra mudan\u00e7as dentro do seu ambiente externo.<strong><br \/>\n        Possibilidade de contato com novas tecnologias:<\/strong>Com a exporta\u00e7\u00e3o,         o benchmarking \u00e9 ampliado, sendo poss\u00edvel conhecer diversas novas tecnologias         dentro de sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o nos diferentes mercados que estiver atuando.         Tamb\u00e9m vai conseguir melhorar o networking nas diversas feiras e eventos         internacionais do qual poder\u00e1 participar.<strong><br \/>\n        Melhoria no escoamento da capacidade ociosa e menor impacto da sazonalidade:<\/strong>Com         a exporta\u00e7\u00e3o a empresa pode facilmente diminuir sua capacidade ociosa, aproveitando,         assim, a redu\u00e7\u00e3o de seus custos fixos na produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de se beneficiar         da sazonalidade, por conta das diferen\u00e7as sazonais entre o hemisf\u00e9rio norte         e o hemisf\u00e9rio sul. Por exemplo, uma empresa que venda \u0093moda praia\u0094         no Brasil vai ter seu \u00e1pice de vendas no nosso ver\u00e3o, por\u00e9m ela tamb\u00e9m pode         vender com facilidade para os Estados Unidos e para a Europa na \u00e9poca de         queda de vendas no mercado interno, por conta do inverno aqui, por\u00e9m estes         lugares estar\u00e3o em pleno ver\u00e3o. Assim, a demanda se mant\u00e9m constante durante         todo o ano.<strong><br \/>\n        Novos postos de trabalho:<\/strong>com a abertura econ\u00f4mica de um Pa\u00eds, existe         a probabilidade de instala\u00e7\u00f5es de empresas estrangeiras, que ir\u00e3o demandar         mao-de-obra local.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>DESVANTAGENS:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>O retorno pode vir no longo prazo:<\/strong>Provavelmente, as primeiras         exporta\u00e7\u00f5es n\u00e3o ser\u00e3o t\u00e3o rent\u00e1veis quanto se imagina. Existir\u00e1 certo cuidado         entre as duas partes (comprador e vendedor) e, tamb\u00e9m, certa desconfian\u00e7a         natural, podendo resultar em ganhos menores e maiores custos no curto prazo,         por\u00e9m a confian\u00e7a com as futuras exporta\u00e7\u00f5es poder\u00e1 reverter este quadro.<strong><br \/>\n        Necessidade de adapta\u00e7\u00f5es no produto:<\/strong>Os produtos que voc\u00ea vai exportar         podem necessitar de uma adapta\u00e7\u00e3o para o mercado o qual ser\u00e1 inserido. As         diferen\u00e7as culturais podem ser gigantescas entre os pa\u00edses, e esta pr\u00e1tica         de adequa\u00e7\u00e3o pode gerar custos extras no in\u00edcio do processo.<strong><br \/>\n        Necessidade de uma equipe especializada:<\/strong>Voc\u00ea vai precisar de funcion\u00e1rios         que conhe\u00e7am a sistem\u00e1tica existente por tr\u00e1s do com\u00e9rcio internacional,         al\u00e9m de conhecimento em outros idiomas.<strong><br \/>\n        Dor de cabe\u00e7a causada por entraves log\u00edsticos no Brasil:<\/strong>Pode acontecer         de voc\u00ea perder algumas noites de sono por conta da demora excessiva em algumas         opera\u00e7\u00f5es de exporta\u00e7\u00f5es de alguns produtos, principalmente em \u00e9pocas de         greve dos fiscais.<strong><br \/>\n        Poss\u00edvel explora\u00e7ao de mat\u00e9ria prima e mao-de-obra<\/strong>em pa\u00edses subdesenvolvidos         ou em desenvolvimento;<strong><br \/>\n        Desemprego<\/strong>: principalmente nos primeiros anos de abertura econ\u00f4mica         de um Pa\u00eds, uma vez que se as industrias locais n\u00e3o investirem o suficiente         em novas tecnologias e mao-de-obra qualificada, n\u00e3o conseguir\u00e3o competir         com os produtos que vem de fora, e isso pode levar ao fechamento da mesma         e consequentemente desemprego.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Globaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o processo de cria\u00e7\u00e3o de uma economia global integrada em que as na\u00e7\u00f5es       produzem e comercializam livremente bens e servi\u00e7os com base em suas vantagens       comparativas, dota\u00e7\u00f5es de fatores e competitividades. \u00c9 tamb\u00e9m fundamentado       nas vantagens produtivas e alocativas decorrentes da liberdade econ\u00f4mica e       do livre com\u00e9rcio entre as na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es da globaliza\u00e7\u00e3o:A globaliza\u00e7\u00e3o pode ser avaliada do ponto       de visto dos seus efeitos sobre o com\u00e9rcio de produtos e circula\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os,       e, dos fluxos internacionais dos fatores de produ\u00e7\u00e3o (capital e trabalho),       conforme feito abaixo:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Liberaliza\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio de produtos<\/strong><\/p>\n<p><strong>a) Vantagens<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Competitividade e efici\u00eancia produtiva<br \/>\n        Produtividade e enriquecimento<br \/>\n        Internacionaliza\u00e7\u00e3o do consumo<br \/>\n        Queda dos pre\u00e7os das mercadorias<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>b) Desvantagens<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Adequa\u00e7\u00e3o da estrutura produtiva (preju\u00edzo para ineficientes)<br \/>\n        Adequa\u00e7\u00e3o da estrutura do emprego (perda de emprego)<br \/>\n        Desestrutura\u00e7\u00e3o da empresa nacional<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Liberaliza\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os<\/strong><\/p>\n<p><strong>a) Vantagens:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Investimento externo (novas empresas e mais emprego)<br \/>\n        Melhoria da competitividade e n\u00edvel de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os<br \/>\n        Melhoria da infraestrutura de servi\u00e7os p\u00fablicos<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>b) Desvantagens:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Adequa\u00e7\u00e3o da estrutura de servi\u00e7os (preju\u00edzo para ineficientes)<br \/>\n        Adequa\u00e7\u00e3o da estrutura do emprego (perda de emprego)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Liberaliza\u00e7\u00e3o dos fluxos internacionais de capitais<\/strong><\/p>\n<p><strong>a) Vantagens:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Aumento do investimento (benef\u00edcios do ingresso da poupan\u00e7a externa);<br \/>\n        Progresso tecnol\u00f3gico e ganho de produtividade (benef\u00edcios do capital produtivo);<br \/>\n        Aumento da capacidade produtiva e da competitividade internacional<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>b) Desvantagens:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Internacionaliza\u00e7\u00e3o ou desnacionaliza\u00e7\u00e3o do capital (empresas)<br \/>\n        Depend\u00eancia do capital externo (empr\u00e9stimos e financiamentos)<br \/>\n        Depend\u00eancia tecnol\u00f3gica (produtos e servi\u00e7os)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Liberaliza\u00e7\u00e3o do tr\u00e2nsito de pessoas (trabalhadores)<\/strong><\/p>\n<p><strong>a) Vantagens:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Fuga da m\u00e3o-de-obra especializada (pa\u00eds sub-desenvolvido)<br \/>\n        Liberdade de viajar e buscar o melhor emprego e remunera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>b) Desvantagens:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Concorr\u00eancia no mercado de trabalho e queda do n\u00edvel salarial<br \/>\n        Redu\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do emprego (via importa\u00e7\u00e3o e avan\u00e7o tecnol\u00f3gico)<br \/>\n        \u0093Estrangeiriza\u00e7\u00e3o\u0094 da popula\u00e7\u00e3o (ra\u00e7a, costumes, l\u00edngua, religi\u00e3o,         cultura)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Globaliza\u00e7\u00e3o &#8211; Contras<\/strong><\/p>\n<p>Com a globaliza\u00e7\u00e3o, s\u00e3o gerados problemas de explora\u00e7\u00e3o da m\u00e3o-de-obra e       dos recursos naturais dos pa\u00edses do Terceiro Mundo e em desenvolvimento. As       multinacionais apostam na deslocaliza\u00e7\u00e3o das empresas para os pa\u00edses que oferecem       melhores condi\u00e7\u00f5es de investimento, pre\u00e7o mais baixo da m\u00e3o-de-obra e menor       incid\u00eancia fiscal sobre a economia e o movimento dos capitais. Essas multinacionais       &#8220;sem rosto&#8221; esgotam os recursos naturais dos pa\u00edses do Terceiro       Mundo e em vias de desenvolvimento e quando os abandonam levam a riqueza,       degradam o ambiente e a economia social . Os Estados que se queiram impor       contra a sa\u00edda desses conglomerados correm o r isco de sofrer san\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas       por par te das grandes pot\u00eancias ou por par te de organismos internacionais.<\/p>\n<p>Com a globaliza\u00e7\u00e3o o desemprego aumenta. De modo a reduzir custos e poder       baixar os pre\u00e7os, as empresas tiveram de aprender a produzi r mais com menos       gente, incorporando novas tecnologias e m\u00e1quinas.<\/p>\n<p><strong>Globaliza\u00e7\u00e3o &#8211; Pr\u00f3s<\/strong><\/p>\n<p>A globaliza\u00e7\u00e3o para as economias dos pa\u00edses tem algumas vantagens. A entrada       de produtos importados mais baratos e de melhor qual idade faz com que a oferta       dos produtos nacionais seja maior e fazendo que os pre\u00e7os sejam menores e       a qual idade aumente. Com isto a infla\u00e7\u00e3o \u00e9 combatida e os pa\u00edses modernizados.       Para os defensores da globaliza\u00e7\u00e3o, este \u00e9 um meio de multiplicar os recursos       financeiros, permite expandir os mercados de exporta\u00e7\u00e3o dos produtos, comprar       as mat\u00e9rias-primas nos pa\u00edses cujo pre\u00e7o \u00e9 mais barato, deslocar as ind\u00fastrias       para os para\u00edsos fiscais, m\u00e3o-de-obra e capital menos onerosos. Apostam na       desregulamenta\u00e7\u00e3o das barreiras alfandeg\u00e1rias dos pa\u00edses e dos blocos econ\u00f3micos       ao movimento de mercadorias.<\/p>\n<p><strong>PRINCIPAIS TEORIAS DO COMERCIO INTERNACIONAL<\/strong><\/p>\n<p><strong>MERCANTILISMO: 1500 \u0096 1700<\/strong><\/p>\n<p>As pol\u00edticas mercantilistas partilhavam a cren\u00e7a de que a riqueza de uma       na\u00e7\u00e3o residia na acumula\u00e7\u00e3o de metais preciosos (ouro e prata), advogando       que estes se atrairiam atrav\u00e9s do incremento das exporta\u00e7\u00f5es e da restri\u00e7\u00e3o       das importa\u00e7\u00f5es (procura de uma balan\u00e7a comercial favor\u00e1vel). Pa\u00edses como       Espanha e Portugal, exploravam estes metais preciosos de suas colonias (Colonialismo).<\/p>\n<p>O Estado desempenha um papel intervencionista na economia, implantando novas       ind\u00fastrias protegidas pelo aumento dos direitos alfandeg\u00e1rios sobre as importa\u00e7\u00f5es,       (protecionismo), controlando os consumos internos de determinados produtos,       melhorando as infra-estruturas e promovendo a coloniza\u00e7\u00e3o de novos territ\u00f3rios       (monop\u00f3lio), entendidos como forma de garantir o acesso a mat\u00e9rias-primas       e o escoamento de produtos manufaturados.<\/p>\n<p>A interven\u00e7\u00e3o dos governos,via protecionismo, monop\u00f3lios e explora\u00e7\u00e3o colonial,       fortaleceu os reinos e enriqueceu a burguesia que acumulou grandes lucros       com tais pr\u00e1ticas. Os mercantilistas consideravam a agricultura uma atividade       secund\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio e a produ\u00e7\u00e3o de manufaturas, devendo apenas       fornecer g\u00eaneros aliment\u00edcios \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, a baixos pre\u00e7os. Dessa maneira,       os comerciantes e os empres\u00e1rios eram favorecidos, pagando sal\u00e1rios reduzidos       aos seus trabalhadores. As pr\u00e1ticas mercantilistas promoveram o desenvolvimento       do com\u00e9rcio, incentivando o aparecimento de novos sistemas de produ\u00e7\u00e3o de       manufaturas (al\u00e9m das corpora\u00e7\u00f5es de of\u00edcio existentes desde a \u00e9poca medieval)       e estabeleceram o sistema colonial que vigorou at\u00e9 o in\u00edcio do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p><strong>LIBERALISMO ECONOMICO &#8211; 1776 \u0096 ADAM SMITH \u0093A Riqueza das       Na\u00e7\u00f6es\u0094<\/strong><\/p>\n<p><strong>Teoria das Vantagens Absolutas<\/strong><\/p>\n<p>A partir da segunda metade do s\u00e9culo XVIII a doutrina mercantilista \u00e9 substitu\u00edda       pelo liberalismo econ\u00f4mico e pelo racionalismo. O com\u00e9rcio com outros pa\u00edses,       ent\u00e3o, passa a ser tratado como a principal forma de um pa\u00eds obter impulso       no seu crescimento econ\u00f4mico &#8211; outras atividades externas, como o tr\u00e1fico       de escravos e a coloniza\u00e7\u00e3o de pa\u00edses para a explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e mineral       tamb\u00e9m possu\u00edam destaque, mas em escala inferior \u00e0 atividade comercial.<\/p>\n<p>O argumento dos mercantilistas era o de que tanto a produ\u00e7\u00e3o como as exporta\u00e7\u00f5es       tinham que contar com o apoio do Estado \u0096 via subs\u00eddios &#8211; enquanto que       as importa\u00e7\u00f5es deveriam ser desestimuladas por restri\u00e7\u00f5es protecionistas,       principalmente aquelas ind\u00fastrias de relev\u00e2ncia estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p>Em 1776, Adam Smith demonstrou que as trocas entre pa\u00edses beneficiavam a       todos, ou seja, se dois pa\u00edses concentrassem suas produ\u00e7\u00f5es nos bens em que       possu\u00edssem vantagens absolutas e os exportassem &#8211; entre si &#8211; ambos poderiam       consumir mais do que se recusassem a comerciar, proporcionando um aumento       de consumo, que \u00e9 o objetivo sempre buscado pelo com\u00e9rcio.<\/p>\n<p><strong>Da\u00ed resultava o conceito de vantagem absoluta:<\/strong>se um pa\u00eds       \u00e9 capaz de produzir um bem com menos recursos do que outro pa\u00eds, poder\u00e1 lucrar       concentrando-se na produ\u00e7\u00e3o desse bem e, exportando parte desse produto, poder\u00e1       comprar um bem que um outro pa\u00eds possa produzir com menos recursos do que       seriam necess\u00e1rios na sua produ\u00e7\u00e3o interna.<\/p>\n<p>Vamos olhar mais de perto o princ\u00edpio da vantagem absoluta no com\u00e9rcio internacional.       Suponha que existam, no mundo, dois pa\u00edses4 e dois produtos (modelo do tipo       2&#215;2) que podem ser comercializados entre eles, como trigo e sapato. Portanto,       para seguir em nosso exemplo, vamos determinar que os dois pa\u00edses consigam       produzir os dois produtos, por\u00e9m com custos diferentes em cada um deles.<\/p>\n<table width=\"60%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td colspan=\"3\"><strong>Possibilidades de produ\u00e7\u00e3o de trigo e sapato               na aus\u00eancia de produtividade<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td colspan=\"3\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o por hora trabalhada<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Pa\u00eds<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Trigo<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Sapato<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Brasil<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">50 sacas<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">80 pares<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">Argentina<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">120 sacas<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">40 pares<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>De acordo com Smith, os custos diferem-se entre as na\u00e7\u00f5es por causa da produtividade       dos fatores de produ\u00e7\u00e3o. As produtividades podem ser atribu\u00eddas \u00e0s<strong>vantagens       naturais<\/strong>cujos fatores s\u00e3o relacionados com o solo, o clima e a riqueza       mineral ou \u00e0s<strong>vantagens adquiridas<\/strong>resultantes de aptid\u00f5es,       habilidades e t\u00e9cnicas especiais na produ\u00e7\u00e3o. Uma explica\u00e7\u00e3o l\u00f3gica para as       vantagens naturais seria que a Argentina possui clima temperado na maioria       de seu territ\u00f3rio, prop\u00edcio para a produ\u00e7\u00e3o de trigo. Em contrapartida, o       Brasil possui uma enorme extens\u00e3o territorial &#8211; o que facilita a cria\u00e7\u00e3o de       animais que fornecem a mat\u00e9ria-prima para a ind\u00fastria cal\u00e7adista.<\/p>\n<p>Continuando com nosso exemplo, o Brasil possui uma clara vantagem absoluta       na produ\u00e7\u00e3o de sapatos, pois a produtividade dos trabalhadores \u00e9 maior, resultando       em custos menores. Com a Argentina, ocorre o mesmo com rela\u00e7\u00e3o ao trigo. Com       rela\u00e7\u00e3o a isso, afirma Smith que cada na\u00e7\u00e3o se beneficia, especializando-se       na produ\u00e7\u00e3o do bem que produz a um custo menor que o da outra na\u00e7\u00e3o, importando       o bem que ela produz a um custo maior. Como resultado do emprego dos recursos       produtivos de forma mais eficiente, proporcionado pela especializa\u00e7\u00e3o, ocorre       um aumento da produ\u00e7\u00e3o (o Brasil produzir\u00e1 muito mais sapatos e a Argentina       muito mais trigo), beneficiando ambas as na\u00e7\u00f5es (CARBAUGH, 2004).<\/p>\n<p>Fazendo uma releitura da argumenta\u00e7\u00e3o de Smith sobre a vantagem absoluta,       devemos supor que cada na\u00e7\u00e3o deve ter pelo menos um produto que produz com       menor custo. Isso possibilitaria a ela exportar para seu parceiro comercial.       Todavia, \u00e9 muita pretens\u00e3o acreditar que isso realmente sempre acontece.<strong>E       se uma na\u00e7\u00e3o for mais eficiente que seu parceiro comercial na produ\u00e7\u00e3o de       todos os produtos?<\/strong><\/p>\n<p>Essa tamb\u00e9m \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil de ocorrer, mas n\u00e3o imposs\u00edvel. Lembre-se       de que o Brasil j\u00e1 foi um pa\u00eds altamente dependente da exporta\u00e7\u00e3o de caf\u00e9       na primeira metade do s\u00e9culo XX. E se um outro pa\u00eds ocupasse sua posi\u00e7\u00e3o de       maior produtor e exportador de caf\u00e9, assegurando o mercado que antes era nosso?       Certamente n\u00e3o ter\u00edamos mais vantagem absoluta para com nossos parceiros comerciais       e responder\u00edamos a pergunta anterior.<\/p>\n<p><strong>DAVID RICARDO \u0096 1817<\/strong><\/p>\n<p><strong>Teoria das Vantagens Relaticas (ou Comparativas)<\/strong><\/p>\n<p>Em 1817, David Ricardo, em seus &#8220;Princ\u00edpios de Economia Pol\u00edtica e Tributa\u00e7\u00e3o&#8221;,       havia introduzido o conceito das vantagens comparativas, abordando os custos       das mercadorias internacionalmente comercializ\u00e1veis. No caso desses custos       serem distintos em dois pa\u00edses, a especializa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o com maior vantagem       &#8211; gerando excedentes para a exporta\u00e7\u00e3o &#8211; traria um benef\u00edcio para esse pa\u00eds,       j\u00e1 que os ganhos com o com\u00e9rcio lhe permitiria importar os produtos que necessitava       e cuja produ\u00e7\u00e3o interna n\u00e3o era satisfat\u00f3ria.<\/p>\n<p>A das vantagens comparativas afirma que um pa\u00eds deve comparar seus pre\u00e7os       relativos antes do com\u00e9rcio. O pa\u00eds deve, ent\u00e3o, exportar os bens que pode       produzir a um menor pre\u00e7o relativo que os outros pa\u00edses e importar os bens       que teria de produzir a um maior pre\u00e7o relativo. Fazendo isso, o pa\u00eds pode       ter mais de todos os bens. Mas como isso \u00e9 poss\u00edvel? \u00c9 que quando cada bem       \u00e9 produzido pelos pa\u00edses que t\u00eam o menor custo relativo de produ\u00e7\u00e3o, ser\u00e3o       produzidos mais de todos os bens.<\/p>\n<p>Para demonstrar, suponha que haja unidades de recurso (parte trabalho, parte       capital e parte terra ) que os pa\u00edses usam para produzir roupas e alimentos.       A tabela abaixo mostra o que essa unidade pode produzir no Brasil e na Fran\u00e7a.<\/p>\n<table width=\"40%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td><strong>Pa\u00eds<\/strong><\/td>\n<td colspan=\"2\"><strong>Produto de 01 unidade de recurso<\/strong><\/td>\n<td><strong>Pre\u00e7o relativo do alimento<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Alimento<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Roupa<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Brasil<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">5<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">10<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#FFFFCC\" height=\"28\"><strong>Fran\u00e7a<\/strong><\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">8<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">4<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>Por exemplo, uma unidade de recurso pode produzir 5 unidades de alimento       ou 10 unidades de roupa no Brasil. O pre\u00e7o do alimento no Brasil \u00e9 1\/5 de       uma unidade de recurso; o pre\u00e7o da roupa \u00e9 1\/10 de uma unidade de recurso.       Portanto, o pre\u00e7o relativo \u00e9 1\/5 dividido por 1\/10, ou seja, 2. Para cada       unidade de alimento produzido, o Brasil deve desistir de 2 unidades de roupas.<\/p>\n<p>Nesse exemplo, o Brasil tem uma vantagem absoluta na produ\u00e7\u00e3o de roupas e       alimentos. Pode produzir mais alimentos e mais roupas com uma unidade de recursos       do que a Fran\u00e7a. Mas, mesmo que o Brasil seja mais eficiente em cada item,       ainda assim ganha negociando com a Fran\u00e7a. Por qu\u00ea?<\/p>\n<p><strong>O Brasil tem uma vantagem comparativa em produzir alimentos:<\/strong>tem       menor pre\u00e7o relativo para produzir alimentos ( 2 versus 4 da Fran\u00e7a ).<\/p>\n<p><strong>Inverta o pre\u00e7o relativo do alimento para obter o pre\u00e7o relativo       de roupa:<\/strong>\u00e9 metade de uma unidade de alimento para o Brasil e \u00bc de       uma unidade de alimento para a Fran\u00e7a \u0096 a Fran\u00e7a tem a vantagem comparativa       de produzir roupas. De acordo com a lei das vantagens comparativas, o Brasil       deve produzir a exportar alimentos e a Fran\u00e7a deve produzir e exportar roupas.       <strong>IVANI FERREIRA<\/strong><\/p>\n<h4>Conceito de Com\u00e9rcio exterior<\/h4>\n<p>Atividade de compra e venda internacional de atividade de produtos e servi\u00e7os       de um determinado pa\u00eds.<\/p>\n<p>Do com\u00e9rcio exterior participam empresas de pequeno, m\u00e9dio e grande porte,       muitas delas especializadas, como as chamadas trading companies, que gozam,       no Brasil, de estatuto especial.<\/p>\n<p>\u00c9 uma atividade econ\u00f4mica regulada, no plano interno, pelos estados-nacionais,       e no plano internacional, por um sem-n\u00famero de acordos comerciais, tarif\u00e1rios,       de transporte, etc.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Rela\u00e7\u00e3o de troca comercial entre pa\u00edses<br \/>\n        A\u00e7\u00e3o de intercambiar produtos e servi\u00e7os para atender determinada necessidade         do mercado<br \/>\n        \u00c9 muito complexo porque envolve leis entre pa\u00edses.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>O Estado absolutista e o mercantilismo<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/comercio-exterior-03.jpg\" alt=\"Com\u00e9rcio Exterior\" width=\"452\" height=\"273\" title=\"Com\u00e9rcio Exterior\" \/><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Monop\u00f3lio das cidades italianas:<\/strong>G\u00eanova e Veneza<br \/>\n        Rota do mediterr\u00e2neo<br \/>\n        Presen\u00e7a de Portugal na navega\u00e7\u00e3o<br \/>\n        A rota do atl\u00e2ntico e a revolu\u00e7\u00e3o comercial<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Caracter\u00edsticas do mercantilismo Metalismo<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Balan\u00e7a comercial favor\u00e1vel<br \/>\n        Protecionismo alfandeg\u00e1rio<br \/>\n        Interven\u00e7\u00e3o na ordem econ\u00f4mica<br \/>\n        Monop\u00f3lio do Estado na explora\u00e7\u00e3o, no com\u00e9rcio e no transporte<br \/>\n        Colonialismo<br \/>\n        O papel das companhias de com\u00e9rcio<br \/>\n        O surgimento dos cors\u00e1rios<br \/>\n        Com\u00e9rcio de pau brasil, ouro e a\u00e7\u00facar<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Mercantilismo no Brasil<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil<strong><br \/>\n        A guerra mercantilista no Brasil:<\/strong>franceses, ingleses, holandeses<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Mercantilismo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Enfim&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>O mercantilismo estabeleceu as bases de funcionamento do relacionamento entre       as na\u00e7\u00f5es num per\u00edodo de forma\u00e7\u00e3o do Estado nacional. O com\u00e9rcio internacional       hoje se baseia em muitos princ\u00edpios mercantilistas. Defini\u00e7\u00f5es, conceitos       e formula\u00e7\u00f5es permanecem muito atuais.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u0093O per\u00edodo mercantilista caracterizou-se como uma revolu\u00e7\u00e3o         comercial que integrou a Am\u00e9rica, \u00c1frica e \u00c1sia nos marcos do Sistema Econ\u00f4mico         europeu\u0094 (Dias, 2008. p. 50), e serviu de base para o surgimento da         revolu\u00e7\u00e3o industrial<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Liberalismo e com\u00e9rcio internacional<\/strong><\/p>\n<p><strong>A intensifica\u00e7\u00e3o das trocas comerciais permitiu:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Amplia\u00e7\u00e3o dos mercados consumidores pelos ganhos de escala<br \/>\n        Acesso a maior n\u00famero de fornecedores de mat\u00e9rias prima<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>A intensifica\u00e7\u00e3o das trocas comerciais permitiu:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Acesso a novas tecnologias e diferentes padr\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o<br \/>\n        Amplia\u00e7\u00e3o do fluxo monet\u00e1rio entre os pa\u00edses<br \/>\n        Novos arranjos nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>A intensifica\u00e7\u00e3o das trocas comerciais permitiu:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Desenvolvimentos de novas oportunidades de neg\u00f3cios, como base nas potencialidades         de cada pa\u00eds<br \/>\n        Amplia\u00e7\u00e3o do contato entre povos de diferentes etnias e culturas, o que         representa potencial de novos neg\u00f3cios<br \/>\n        Disponibilidade de fatores de produ\u00e7\u00e3o<br \/>\n        Especializa\u00e7\u00e3o setorial<br \/>\n        Competitividade internacional<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Liberalismo<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Conjunto de teorias que visavam substituir a presen\u00e7a do Estado na economia<br \/>\n        Defesa de economia aberta ao m\u00e1ximo<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Agora reflita&#8230;<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Qual a vantagem de importar um produto que pode ser produzido domesticamente,         gerando renda e emprego para a popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds?<br \/>\n        Como se define que produtos o pa\u00eds vai importar e quais vai exportar?<br \/>\n        Pelo que vimos at\u00e9 aqui \u00e9 poss\u00edvel todos os pa\u00edses se beneficiarem do com\u00e9rcio         internacional?<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Teorias cl\u00e1ssicas sobre o com\u00e9rcio internacional<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Teoria das Vantagens Absolutas<br \/>\n        Teoria das Vantagens Comparativas<br \/>\n        Teoria da Demanda Rec\u00edproca<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Com\u00e9rcio Exterior &#8211; Curso<\/h4>\n<p><strong>Objetivo Geral<\/strong><\/p>\n<p>O Curso Superior de Tecnologia em Com\u00e9rcio Exterior objetiva formar profissionais       na qualidade de tecn\u00f3logos em com\u00e9rcio exterior com uma forte base conceitual,       no \u00e2mbito das ci\u00eancias relativas \u00e0s suas atividades, capacitados a atuarem       efetivamente no mercado de trabalho, bem como prosseguirem seus estudos em       n\u00edveis superiores tanto em lato sensu e stricto sensu.<\/p>\n<p><strong>Objetivos Espec\u00edficos<\/strong><\/p>\n<p><strong>O Curso Superior de Tecnologia em Com\u00e9rcio Exterior possui as seguintes       diretrizes espec\u00edficas:<\/strong><\/p>\n<p>Oferecer forma\u00e7\u00e3o global, apoiada em conhecimento disciplinar, multidisciplinar       e interdisciplinar, que proporcione uma vis\u00e3o abrangente das atividades de       com\u00e9rcio exterior, prevendo o dom\u00ednio sobre a t\u00e9cnica, os instrumentos, as       estrat\u00e9gias e pr\u00e1ticas inerentes ao com\u00e9rcio exterior, preparando o tecn\u00f3logo       para os grandes desafios das situa\u00e7\u00f5es exigidas no desempenho das fun\u00e7\u00f5es       do Com\u00e9rcio Exterior Global<\/p>\n<p>Produzir e disseminar conhecimento na \u00e1rea de Com\u00e9rcio Exterior, atrav\u00e9s       do desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extens\u00e3o, em uma cont\u00ednua       intera\u00e7\u00e3o entre a Institui\u00e7\u00e3o e a Sociedade<\/p>\n<p>Proporcionar aos alunos informa\u00e7\u00f5es e procedimentos indispens\u00e1veis \u00e0 an\u00e1lise,       estudo, estrat\u00e9gia, interpreta\u00e7\u00f5es, planejamento, implanta\u00e7\u00e3o, coordena\u00e7\u00e3o,       pesquisa e controle de atividades relacionadas ao com\u00e9rcio exterior, no seu       campo de atua\u00e7\u00e3o, bem como em outros campos com os quais tenha conex\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Perfil Profissiogr\u00e1fico<\/strong><\/p>\n<p>O Tecn\u00f3logo em Com\u00e9rcio Exterior \u00e9 o profissional especializado em gerir       ou atuar em empresas, organiza\u00e7\u00f5es ou institui\u00e7\u00f5es que trabalham Com\u00e9rcio       Exterior.<\/p>\n<p>Para isso, esses profissionais devem conhecer administra\u00e7\u00e3o geral, finan\u00e7as,       gest\u00e3o de pessoas, custos, estat\u00edstica, contabilidade e, principalmente, opera\u00e7\u00f5es       de Com\u00e9rcio Exterior nas \u00e1reas de importa\u00e7\u00e3o, exporta\u00e7\u00e3o, servi\u00e7os internacionais,       finan\u00e7as internacionais, marketing internacional, log\u00edstica internacional,       legisla\u00e7\u00e3o aduaneira, direito internacional al\u00e9m de terem boa vis\u00e3o de economia       internacional.<\/p>\n<p>Estes tecn\u00f3logos gerenciam empresas, atuando como planejadores de estrat\u00e9gias       organizacionais no mundo globalizado, ou como assessores espec\u00edficos das comercializa\u00e7\u00f5es       internacionais, bancos (departamento de com\u00e9rcio exterior), receita federal,       entidades governamentais, departamentos de desenvolvimento econ\u00f4mico, empresas       privadas de transporte internacional, empresas de servi\u00e7os internacionais,       de seguros ou c\u00e2mbio constituem campo de atua\u00e7\u00e3o para esse profissional, que       tamb\u00e9m pode trabalhar como consultor ou assessor de ag\u00eancias e empresas de       pequeno, m\u00e9dio e grande porte que desejam iniciar ou desenvolver suas negocia\u00e7\u00f5es       internacionais.<\/p>\n<p>Considera-se ainda, que este profissional preste servi\u00e7o de assessoria e\/ou       consultoria, orientando e controlando as atividades de v\u00e1rios departamentos       ou de toda organiza\u00e7\u00e3o, exercendo fun\u00e7\u00f5es de chefia, de dire\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria       ou superior. Al\u00e9m de contribuir para a consolida\u00e7\u00e3o dos resultados setoriais       e globais planejados para a empresa.<\/p>\n<p>Portanto, este profissional deve ser possuidor de um conjunto de habilidades       essenciais e compet\u00eancias profissionais, que conduzam a um procedimento \u00e9tico       e comprometido com o desenvolvimento sustent\u00e1vel da sociedade.<\/p>\n<p><strong>Mercado de Trabalho<\/strong><\/p>\n<p>O Tecn\u00f3logo em Com\u00e9rcio Exterior tem um vasto campo de atua\u00e7\u00e3o no mercado       de trabalho sendo que o mesmo est\u00e1 carente de bons profissionais nesta \u00e1rea       devido a tardia abertura econ\u00f4mica do Brasil ao com\u00e9rcio e neg\u00f3cios internacionais.<\/p>\n<p><strong>As carreiras de atua\u00e7\u00e3o s\u00e3o as mais variadas poss\u00edveis com destaque       nas abaixo:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1.<\/strong>auxiliar, assistente, analista, supervisor, gerente         e diretor de opera\u00e7\u00f5es de com\u00e9rcio exterior, de com\u00e9rcio exterior de marketing         internacional nas pequenas, m\u00e9dias e grandes empresas<strong><br \/>\n        2.<\/strong>trader<strong><br \/>\n        3.<\/strong>atuar em consultoria para empresas que desejam ingressar ou desenvolver         o com\u00e9rcio exterior<strong><br \/>\n        4.<\/strong>cargos em institui\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias, portos, aeroportos, fronteiras,         despachantes nos departamentos de com\u00e9rcio exterior<strong><br \/>\n        5.<\/strong>comprador ou vendedor internacional<strong><br \/>\n        6.<\/strong>agente de compras Internacionais<strong><br \/>\n        7.<\/strong>gerente de vendas e\/ou opera\u00e7\u00f5es em empresas de servi\u00e7os de com\u00e9rcio         exterior (log\u00edstica internacional, seguros, armadores, ag\u00eancias mar\u00edtimas,         transit\u00e1rios de cargas)<strong> <br \/>\n        8.<\/strong>operadores log\u00edsticos Internacionais.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Este profissional deve possuir uma vis\u00e3o global aliada ao conhecimento m\u00e9dio       de alguns campos, sendo um generalista, assim como o conhecimento aprofundado       em uma \u00fanica \u00e1rea, sendo tamb\u00e9m um especialista. Tal caracter\u00edstica pressup\u00f5e       que o tecn\u00f3logo atual tenha um perfil de profissional n\u00e3o acabado, isto \u00e9,       em busca de constante aperfei\u00e7oamento e atualiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outros tra\u00e7os individuais, como criatividade, habilidade de pesquisa e tomada       de decis\u00e3o, poder de convencimento e coes\u00e3o, capacidade de resist\u00eancia a press\u00f5es,       aptid\u00e3o para trabalhar individualmente e em grupo, habilidades tecnol\u00f3gicas,       comunica\u00e7\u00e3o intercultural e habilidade para trabalhar com pessoas s\u00e3o elementos       importantes para a base de um perfil ideal.<\/p>\n<h4>Com\u00e9rcio Exterior &#8211; O que \u00e9<\/h4>\n<p><strong>Com\u00e9rcio Exterior<\/strong> \u00e9 o estudo, avalia\u00e7\u00e3o, planejamento e       execu\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias em transa\u00e7\u00f5es comerciais entre pa\u00edses ou empresas       estrangeiras.<\/p>\n<p><strong>O Profissional em Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<p>Estuda, analisa e planeja importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es de mercadorias, suas       vantagens e desvantagens.<\/p>\n<p>Estuda e determina o mercado com o qual deseja operar, avaliando as efetivas       possibilidades comerciais, preocupando-se al\u00e9m do produto, com os tipos e       qualidades apresentados.<\/p>\n<p>Estuda as normas mercantis de cada pa\u00eds, como negociar as mercadorias e as       formas de concorr\u00eancias existentes.<\/p>\n<p>A linguagem comercial mais adequada (utiliza pesos, medidas, condi\u00e7\u00f5es de       fornecimento) e prop\u00f5e formas de pagamento.<\/p>\n<p>Estuda normas alfandeg\u00e1rias e cambiais, sistemas de impostos e taxas em vigor       nos pa\u00edses em que pretende operar, bem como, realiza todo o desembara\u00e7o alfandeg\u00e1rio.<\/p>\n<p>Acompanha o seguro, transporte e chegada do produto ao seu destino.<\/p>\n<p>Estuda e avalia o valor das moedas dos diversos pa\u00edses e efetua compara\u00e7\u00f5es       de pre\u00e7os entre mercadorias de um pa\u00eds e de outro.<\/p>\n<p><strong>Onde Pode Trabalhar<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Departamentos espec\u00edficos de Com\u00e9rcio Exterior de empresas e ind\u00fastrias.<br \/>\n        Em bancos e departamentos de c\u00e2mbio.<br \/>\n        Empresas de agenciamento de transporte mar\u00edtimo, a\u00e9reo e terrestre ou empresas         de assessoria.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>O Curso<\/strong><\/p>\n<p>Surgiu como uma habilita\u00e7\u00e3o do Curso de Administra\u00e7\u00e3o e, em algumas faculdades,       \u00e9 ofertado dessa maneira.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental ao profissional ser um \u0093empreendedor\u0094 e saber se       expressar em v\u00e1rias l\u00ednguas.<\/p>\n<p>S\u00e3o ofertadas disciplinas das \u00e1reas de Matem\u00e1tica, Economia, Direito, Psicologia       Organizacional e Administra\u00e7\u00e3o que permitem ao aluno o embasamento necess\u00e1rio       para montar uma empresa ao concluir o curso e tornar-se um empreendedor para       o mercado internacional.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de dominar tamb\u00e9m o espanhol, pela abertura do mercado entre os pa\u00edses       do Cone Sul, outra necessidade que \u00e9 ofertada e ntre as disciplinas do curso       \u0097 \u00e9 a Administra\u00e7\u00e3o Aeroportu\u00e1ria que dever\u00e1 preparar o aluno para administrar       os portos do Pa\u00eds que est\u00e3o em constante moderniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Dura\u00e7\u00e3o: <\/strong>04 anos.<\/p>\n<h4>Com\u00e9rcio Exterior &#8211; Profiss\u00e3o<\/h4>\n<p>O profissional de com\u00e9rcio exterior \u00e9 respons\u00e1vel pela media\u00e7\u00e3o entre compradores       e vendedores de na\u00e7\u00f5es diferentes. \u00c9 ele quem analisa os mercados, conhece       a legisla\u00e7\u00e3o fiscal de v\u00e1rios pa\u00edses, controla as exporta\u00e7\u00f5es das empresas       e realiza os despachos aduaneiros.<\/p>\n<p>O profissional de com\u00e9rcio exterior deve conhecer bem as ferramentas de administra\u00e7\u00e3o       de empresas e a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. Precisa dominar a log\u00edstica de transporte       e armazenagem e tamb\u00e9m ter boas no\u00e7\u00f5es de direito internacional.<\/p>\n<p>Este profissional tem autonomia para cuidar de todas as etapas da negocia\u00e7\u00e3o       comercial de exporta\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m desses conhecimentos t\u00e9cnicos,       quem vai trabalhar com com\u00e9rcio exterior, precisa manter um bom n\u00edvel cultural.       Saber reconhecer as peculiaridades de seus parceiros comerciais \u00e9 fundamental.<\/p>\n<p>\u00c9 da sua responsabilidade desembara\u00e7ar os tr\u00e2mites legais e preparar toda       a documenta\u00e7\u00e3o da transa\u00e7\u00e3o comercial. Pode tamb\u00e9m, trabalhar com a log\u00edstica       da venda, garantindo a armazenagem, o transporte e a recep\u00e7\u00e3o das mercadorias,       al\u00e9m da \u00e1rea de marketing, buscando novos mercados para a produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<h4>Tipos de Curso<\/h4>\n<p><strong>a) N\u00edvel Superior<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bacharelado<\/strong><\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o de 4 anos, com apresenta\u00e7\u00e3o de Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso(TCC)       e est\u00e1gio obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>O curr\u00edculo do curso cont\u00e9m disciplinas como direito internacional, administra\u00e7\u00e3o,       contabilidade, economia, finan\u00e7as e estat\u00edstica; sistemas de importa\u00e7\u00e3o e       exporta\u00e7\u00e3o, legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e aduaneira, al\u00e9m de ingl\u00eas e espanhol &#8211;       b\u00e1sico e avan\u00e7ado, imprescind\u00edvel \u00e0 carreira. Em algumas institui\u00e7\u00f5es o curso       aparece como uma especializa\u00e7\u00e3o do curso de Administra\u00e7\u00e3o ou Rela\u00e7\u00f5es Internacionais.<\/p>\n<p><strong>b) N\u00edvel Superior<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tecn\u00f3logo<\/strong><\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o de 2 a 3 anos, com apresenta\u00e7\u00e3o de Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso(TCC)       e est\u00e1gio obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Este curso possui o curr\u00edculo semelhante ao de bacharelado, mas se apresenta,       tamb\u00e9m, na forma de uma especializa\u00e7\u00e3o em outros cursos correlatos como Administra\u00e7\u00e3o,       por exemplo.<\/p>\n<p><strong>c) N\u00edvel m\u00e9dio<\/strong><\/p>\n<p><strong>Curso T\u00e9cnico<\/strong><\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o de 2 anos, com est\u00e1gio obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Este curso tem como objetivo ensinar ao aluno a aplica\u00e7\u00e3o das regras do com\u00e9rcio       exterior e as pol\u00edticas cambiais e alfandeg\u00e1rias de diversos pa\u00edses e as formas       de incentivos e benef\u00edcios, bem como os tr\u00e2mites aduaneiros e portu\u00e1rios,       bem como os principais procedimentos de transportes, armazenamento e log\u00edstica       internacional destinada aos processos de exporta\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Mercado de Trabalho<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil contabilizou um aumento de cerca 150% no volume de exporta\u00e7\u00f5es na       \u00faltima d\u00e9cada, sendo que, em 2005, negociou mais de 118 bilh\u00f5es de d\u00f3lares       em exporta\u00e7\u00f5es, totalizando 20 % do PIB, o triplo de dez anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Este crescimento expressivo se deve, em parte, \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da carga tributaria,       que faz parte do programa governamental de incentivos \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, beneficiando       as pequenas e m\u00e9dias empresas e, em parte, ao surgimento de uma gera\u00e7\u00e3o de       profissionais especializados em com\u00e9rcio exterior, que tamb\u00e9m facilitou a       vida de quem quer alcan\u00e7ar os mercados internacionais.<\/p>\n<p>Toda essa movimenta\u00e7\u00e3o no mercado de exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es aqueceu o       mercado de trabalho para os profissionais de com\u00e9rcio exterior. E ainda temos       muito o qu\u00ea investir e crescer no setor, pois ainda somos o 26\u00ba pa\u00eds no ranking       de negociantes mundiais, atr\u00e1s da \u00cdndia e da Tail\u00e2ndia, o que vai gerar um       aumento na procura por profissionais especializados nesta \u00e1rea para os pr\u00f3ximos       anos.<\/p>\n<p>V\u00e1rios cursos de extens\u00e3o e especializa\u00e7\u00e3o complementam a forma\u00e7\u00e3o do profissional,       que, quanto mais generalista, mais tem oportunidades de alcan\u00e7ar uma boa coloca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Ofertas de Emprego<\/strong><\/p>\n<p>Para os pr\u00f3ximos anos h\u00e1 uma promessa de crescimento na oferta de postos       de trabalho para o profissional em Com\u00e9rcio Exterior nos Estados do Nordeste       e Sul, por\u00e9m atualmente as ofertas de emprego continuam concentradas em S\u00e3o       Paulo e Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Zonas de desenvolvimento industrial tamb\u00e9m contratam profissionais e as regi\u00f5es       costeiras com portos internacionais tamb\u00e9m oferecem boas oportunidades de       emprego, principalmente para os despachos burocr\u00e1ticos da atividade aduaneira.<\/p>\n<p>As empresas privadas s\u00e3o as que mais contratam, mas este profissional pode       encontrar \u00f3timas coloca\u00e7\u00f5es em empresas estatais e \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos ligados       \u00e0 ind\u00fastria e com\u00e9rcio, trabalhando com o desenvolvimento de pol\u00edticas p\u00fablicas       para o setor ou ent\u00e3o na fiscaliza\u00e7\u00e3o das transa\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n<p>Este profissional \u00e9 requisitado por empresas de todos os ramos da economia,       empresas de vestu\u00e1rio, de alimentos, de siderurgia, de cal\u00e7ados, agroind\u00fastrias       e outras, para desenvolver atividades nas \u00e1reas de marketing e log\u00edstica.       Pode trabalhar em empresas de consultoria ou ent\u00e3o como consultor independente.<\/p>\n<h4>Com\u00e9rcio Exterior &#8211; Profissional<\/h4>\n<p>O administrador organiza organogramas, identifica documentos, prev\u00ea investimentos,       fixa pre\u00e7os e quantidades a serem exportadas. Analisa a concorr\u00eancia.<\/p>\n<p>Avalia oportunidades no mercado internacional, cuida tamb\u00e9m da importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A Carreira em Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<p>O Profissional de <strong>Com\u00e9rcio Exterior<\/strong> tem entre suas habilidades       a capacidade de realizar servi\u00e7os administrativos e comerciais direcionados       ao mercado internacional de bens de servi\u00e7o. Neste processo, faz an\u00e1lise de       produtos relativos ao processo pol\u00edtico e mercantil no pa\u00eds em que o este       est\u00e1 inserido, al\u00e9m das viabilidades na negocia\u00e7\u00e3o e transa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>H\u00e1 possibilidade de especializa\u00e7\u00f5es na \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, visando crescimento       do profissional. S\u00e3o dispon\u00edveis estudo aprofundado na parte Cambial, nas       Transa\u00e7\u00f5es de Importa\u00e7\u00e3o e Exporta\u00e7\u00e3o, Log\u00edstica Internacional e Marketing       Global.<\/p>\n<p><strong>No\u00e7\u00f5es de Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o intercambio de bens e servi\u00e7os entre pa\u00edses, resultante de suas especializa\u00e7\u00f5es       na divis\u00e3o internacional do trabalho. Seu desenvolvimento depende basicamente       do n\u00edvel dos termos de intercambio (ou rela\u00e7\u00f5es de troca), que se obt\u00e9m comparando       o poder aquisitivo de dois pa\u00edses que mantenham com\u00e9rcio entre si.<\/p>\n<p><strong>Grade B\u00e1sica do Curso de Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>L\u00edngua Estrangeira<br \/>\n        Sistem\u00e1tica de Com\u00e9rcio Exterior<br \/>\n        Matem\u00e1tica<br \/>\n        Teoria Econ\u00f4mica<br \/>\n        Contabilidade<br \/>\n        Direito Privado e P\u00fablico<br \/>\n        Direito Comercial<br \/>\n        Direito Internacional<br \/>\n        Pesquisa Operacional<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Pontos Positivos da Profiss\u00e3o de Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<p>A possibilidade de atuar internacionalmente \u00e9 com certeza um experi\u00eancia       sensacional para qualquer profiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Ter conhecimento voltado para esta \u00e1rea, abre ampla vantagem de atua\u00e7\u00e3o para       o profissional, podendo ser inserido no mercado de trabalho de diversos pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong>Pontos Negativos da Profiss\u00e3o de Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<p>As necessidades de constantes viagens e atualiza\u00e7\u00f5es sobre culturas distintas       \u00e9 sempre um obst\u00e1culo constante para o profissional da \u00e1rea de com\u00e9rcio exterior,       h\u00e1 necessidade de ser informado contantemente sobre todas as mudan\u00e7as s\u00f3cio-pol\u00edtico-econ\u00f4micas       dos pa\u00edses em que h\u00e1 oportunidades mercantis favor\u00e1veis.<\/p>\n<h4>No\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de Com\u00e9rcio Exterior<\/h4>\n<p><strong>Regimes Aduaneiros<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00c9 o conjunto de procedimentos ou regras previstas em lei para efetivar         uma importa\u00e7\u00e3o ou exporta\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n        Podem ser:<\/strong> Regimes Aduaneiros Comuns ou Regimes Aduaneiros Especiais.<strong><br \/>\n        Regimes Aduaneiros Comuns:<\/strong> s\u00e3o procedimentos gen\u00e9ricos aplicados         no com\u00e9rcio exterior indistintamente.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Regimes Aduaneiros Especiais<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>S\u00e3o regras ou procedimentos que visam regular situa\u00e7\u00f5es especiais no com\u00e9rcio         de importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o em um pa\u00eds.<strong> <br \/>\n        Import\u00e2ncia:<\/strong>traz vantagens financeiras ou operacionais para as         empresas.<br \/>\n        Via de regra, traz vantagens fiscais ao suspender ou impedir a cobran\u00e7a         de tributos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Drawback<\/strong><\/p>\n<p>Permite a importa\u00e7\u00e3o de insumos para industrializa\u00e7\u00e3o de bens destinados       \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, sem incid\u00eancia de tributos.<\/p>\n<p><strong>Pode ser:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Suspens\u00e3o<br \/>\n        Restitui\u00e7\u00e3o<br \/>\n        Isen\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Admiss\u00e3o ou franquia tempor\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>Permite a entrada de produtos estrangeiros com suspens\u00e3o de tributos.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Prazo:<\/strong>1 ano, prorrog\u00e1vel por mais 1.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Feiras, congressos e eventos internacionais<br \/>\n        Competi\u00e7\u00f5es ou exposi\u00e7\u00f5es esportivas<br \/>\n        Promo\u00e7\u00e3o comercial<br \/>\n        Presta\u00e7\u00e3o, por t\u00e9cnico estrangeiro, de assist\u00eancia t\u00e9cnica a bens importados         em virtude de garantia<br \/>\n        Outros bens definidos na IN n\u00ba 285\/2003 da SRF<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Exporta\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>Permite a sa\u00edda e futuro regresso de produtos nacionais ou nacionalizados,       n\u00e3o havendo a incid\u00eancia de impostos.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Prazo:<\/strong>1 ano, prorrog\u00e1vel por mais 1.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Feiras, congressos e eventos nacionais<br \/>\n        Competi\u00e7\u00f5es ou exposi\u00e7\u00f5es esportivas<br \/>\n        Promo\u00e7\u00e3o comercial<br \/>\n        Presta\u00e7\u00e3o de assist\u00eancia t\u00e9cnica a bens exportados em virtude de garantia<br \/>\n        Atividades tempor\u00e1rias de interesse da agropecu\u00e1ria<br \/>\n        Outros bens definidos na IN n\u00ba 319\/2003 da SRF<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Tr\u00e2nsito Aduaneiro<\/strong><\/p>\n<p>Permite o transporte de mercadorias de um ponto a outro do territ\u00f3rio aduaneiro,       com suspens\u00e3o de tributos.<\/p>\n<p><strong>Exemplo:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Transporte rodovi\u00e1rio de mercadorias do Uruguai para o Paraguai, passando         pelo territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Entreposto Aduaneiro<\/strong><\/p>\n<p>Permite o dep\u00f3sito de mercadorias em local determinado do territ\u00f3rio aduaneiro,       com suspens\u00e3o de tributos.<\/p>\n<p>Pode ser direto (produtos discriminados pela SRF) ou indireto (produtos da       pauta de importa\u00e7\u00e3o autorizados pela SRF)<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Prazo<\/strong>: 1 ano prorrog\u00e1vel por at\u00e9 3.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Exemplo:<\/strong><\/p>\n<p>Mercadoria acondicionada no Porto de Santos que aguarda embarque para a Argentina<\/p>\n<p><strong>Entreposto Industrial<\/strong><\/p>\n<p>Permite importar insumos para a industrializa\u00e7\u00e3o que dever\u00e3o ser destinadas       ao mercado externo, com suspens\u00e3o de tributos.<\/p>\n<p>Os produtos industrializados podem ser destinados ao mercado interno desde       que haja o recolhimento dos tributos devidos.<\/p>\n<p><strong>Exemplo:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Importa\u00e7\u00e3o de polipropileno para fabrica\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de sacolas pl\u00e1sticas<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Colis Postaux \u0096<\/strong> Importa\u00e7\u00e3o ou exporta\u00e7\u00e3o de bens via       Remessa Postal ou Encomenda A\u00e9rea Internacional, inclusive para recebimento       ou Remessa de Compras realizadas via Internet<\/p>\n<p>Permite a importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de pequenos objetos via postal.<\/p>\n<p><strong>Valor m\u00e1xiimo:<\/strong>US$ 3.000,00<\/p>\n<p>N\u00e3o se aplica a bebidas alco\u00f3licas, fumo e produtos de tabacarria.<\/p>\n<p><strong>Imposto de importa\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Para bens de at\u00e9 US$ 500,00:<\/strong>o imposto ser\u00e1 pago no momento         da retirada do bem, no correio<strong><br \/>\n        Para bens com valor acima de US$ 500,00:<\/strong>o destinat\u00e1rio dever\u00e1 apresentar<br \/>\n        Declara\u00e7\u00e3o Simplificada de Importa\u00e7\u00e3o (DSI)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Valor do Imposto de Importa\u00e7\u00e3o:<\/strong>60% do valor declarado ou       da fatura mais despesas com frete e seguro.<\/p>\n<p>No caso de utiliza\u00e7\u00e3o de empresas de transporte a\u00e9reo internacional expresso       (courier), ser\u00e1 acrescido o ICMS<\/p>\n<p><strong>Isen\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Remessas no valor total de at\u00e9 US$ 50.00 n\u00e3o pagam impostos, desde que         o remetente e o destinat\u00e1rio sejam pessoas f\u00edsicas<br \/>\n        Medicamentos, destinados \u00e0 pessoa f\u00edsica, sendo que no momento da libera\u00e7\u00e3o         do medicamento, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade exige a apresenta\u00e7\u00e3o da receita m\u00e9dica.<br \/>\n        Livros, jornais e peri\u00f3dicos impressos em papel n\u00e3o pagam impostos (art.         150, VI, &#8220;d&#8221;, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Zonas Francas<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00c1reas de livre com\u00e9rcio de importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o. <br \/>\n        H\u00e1 isen\u00e7\u00e3o de tributos <br \/>\n        Visa promover o desenvolvimento econ\u00f4mico e social de certas regi\u00f5es<br \/>\n        Situadas nas imedia\u00e7\u00f5es de portos mar\u00edtimos, fluviais ou a\u00e9reos<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Zona Franca de Manaus:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Criada com o Decreto Lei n\u00ba 288\/67<br \/>\n        Fica suspensa cobran\u00e7a do II, IE e IPI dentro de seu territ\u00f3rio<strong>         <br \/>\n        Excluem-se dos benef\u00edcios fiscais:<\/strong> armas, muni\u00e7\u00f5es, perfumes, cosm\u00e9ticos,         fumo, bebidas alco\u00f3licas, autom\u00f3veis de passageiros.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Lojas Francas<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Localizados em portos e aeroportos internacionais <br \/>\n        Habilitados pela SRF mediante processo de qualifica\u00e7\u00e3o <br \/>\n        Vendem mercadorias nacionais ou estrangeiras com suspens\u00e3o de impostos<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Bagagem<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>S\u00e3o os bens de propriedade do passageiro ou viajante, em quantidade e qualidade         que n\u00e3o revele intuito comercial.<br \/>\n        Legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica delimita os limites de quantidade, qualidade e valores<br \/>\n        N\u00e3o est\u00e3o sujeitos a tributa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Institutos de Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<p><strong>Contingenciamento:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00c9 o estabelecimento de quotas de importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o<strong> <br \/>\n        Na importa\u00e7\u00e3o: <\/strong>visa proteger o mercado interno contra a concorr\u00eancia         externa excessiva ou predat\u00f3ria<strong> <br \/>\n        Na exporta\u00e7\u00e3o: <\/strong>no prop\u00f3sito de evitar o desabastecimento do mercado         interno<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Cl\u00e1usula da Na\u00e7\u00e3o mais favorecida<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Os pa\u00edses contratantes se obrigam a conceder um do outro as mesma vantagens         que qualquer deles conceder a uma terceira Na\u00e7\u00e3o, estranha ao Tratado.<br \/>\n        Adotada no GATT (Acordo Geral sobre Tarifas e Com\u00e9rcio)<strong><br \/>\n        Exemplo:<\/strong> a Na\u00e7\u00e3o A firma um acordo com a na\u00e7\u00e3o B, com a cl\u00e1usula         de Na\u00e7\u00e3o mais favorecida. Assim, se A assinar acordo com C, todos os benef\u00edcios         concedidos ser\u00e3o extensivos \u00e0 B<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Tratados Internacionais de Coopera\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Visam uniformizar padr\u00f5es a serem adotados<strong><br \/>\n        Objetivo:<\/strong> aumento do com\u00e9rcio e elimina\u00e7\u00e3o de barreiras alfandeg\u00e1rias.<strong><br \/>\n        Exemplo:<\/strong> acordos comerciais entre Brasil e Argentina antes da cria\u00e7\u00e3o         do MERCOSUL<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Tratados de Integra\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Visam integrar interesses econ\u00f4micos entre dois ou mais pa\u00edses, contribuindo         para a forma\u00e7\u00e3o de Blocos Econ\u00f4micos.<strong><br \/>\n        Exemplo: <\/strong>Tratado de Assun\u00e7\u00e3o que deu origem ao MERCOSUL<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Regionaliza\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Tend\u00eancia natural com o processo de globaliza\u00e7\u00e3o: <\/strong>forma\u00e7\u00e3o         de Blocos Econ\u00f4micos para complementar ou suprir interesses comerciais.<br \/>\n        Visa atender interesses econ\u00f4micos e\/ou pol\u00edtico-ideol\u00f3gicos<br \/>\n        Observa-se a coopera\u00e7\u00e3o e\/ou integra\u00e7\u00e3o de pa\u00edses<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Blocos Econ\u00f4micos<\/strong><\/p>\n<p>Tem como finalidade o desenvolvimento do com\u00e9rcio em certa regi\u00e3o ? Gera       o crescimento da concorr\u00eancia, a melhoria de qualidade e redu\u00e7\u00e3o de custos.<\/p>\n<p><strong>Classificam-se em:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>\u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio: <\/strong>n\u00e3o existem barreiras alfandeg\u00e1rias         para o tr\u00e2nsito de bens.<br \/>\n<strong>Exs: <\/strong>\u00e1rea de livre com\u00e9rcio de Santana e de Macap\u00e1, entre         Brasil e Venezuela; \u00e1rea de livre com\u00e9rcio de Tabatinga, entre Brasil, Peru         e Col\u00f4mbia.<strong><br \/>\n        Uni\u00e3o Aduaneira: <\/strong>n\u00e3o existem barreiras alfandeg\u00e1rias e pratica-se         tarifas externas comuns (TEC) entre si e com terceiros pa\u00edses.<strong><br \/>\n        Ex: <\/strong>NAFTA<strong><br \/>\n        Mercado comum: <\/strong>n\u00e3o existem barreiras alfandeg\u00e1rias, pratica-se         TEC, h\u00e1 o livre tr\u00e2nsito de pessoas e capitais, e h\u00e1 regras comuns para         ind\u00fastria, com\u00e9rcio e consumo.<br \/>\n<strong>Ex: <\/strong>MERCOSUL<strong><br \/>\n        Uni\u00e3o monet\u00e1ria: <\/strong>n\u00e3o existem barreiras alfandeg\u00e1rias, pratica-se         TEC, h\u00e1 o livre tr\u00e2nsito de pessoas e capitais, e h\u00e1 regras comuns para         ind\u00fastria, com\u00e9rcio e consumo, e adota-se uma moeda comum nos pa\u00edsesmembros.<br \/>\n<strong>Ex:<\/strong> Uni\u00e3o Europ\u00e9ia<strong><br \/>\n        Uni\u00e3o Pol\u00edtica: <\/strong>n\u00e3o existem barreiras alfandeg\u00e1rias, pratica-se         TEC, h\u00e1 o livre tr\u00e2nsito de pessoas e capitais, e h\u00e1 regras comuns para         ind\u00fastria, com\u00e9rcio e consumo, adota-se uma moeda comum nos pa\u00edsesmembros         e h\u00e1 um parlamento comum.<br \/>\n<strong>Ex: <\/strong>Uni\u00e3o Europ\u00e9ia<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Dumping<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a venda de produtos abaixo do pre\u00e7o de custo, com objetivo de eliminar       concorrentes e dominar o mercado.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Pode contar com subs\u00eddios governamentais<br \/>\n        Pr\u00e1tica condenada pela OMC.<br \/>\n        Regras da OMC autorizam o pa\u00eds prejudicado a aplicar taxas anti-dumping<br \/>\n        Essas taxas s\u00e3o aplicadas pela CAMEX \u0096 C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior,         ligado ao Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (MDIC),         no Brasil<strong><br \/>\n        Exemplo: <\/strong>Importa\u00e7\u00e3o de tecidos da China Importa\u00e7\u00e3o do a\u00e7o no mercado         americano<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>As diferen\u00e7as entre Com\u00e9rcio Exterior e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais<\/h4>\n<p>A globaliza\u00e7\u00e3o da economia, com a abertura dos mercados nacionais, potencializou       a import\u00e2ncia do com\u00e9rcio internacional e das profiss\u00f5es com ele relacionadas.       Embora economistas e advogados, entre outros, tamb\u00e9m participem desse mercado       de trabalho, h\u00e1 duas profiss\u00f5es dedicadas exclusivamente ao tema, a de rela\u00e7\u00f5es       internacionais e a de com\u00e9rcio exterior.<\/p>\n<p>Embora as duas sejam convergentes e complementares, h\u00e1 caracter\u00edsticas espec\u00edficas       na forma\u00e7\u00e3o de cada um desses profissionais, embora n\u00e3o haja uma delimita\u00e7\u00e3o       r\u00edgida de espa\u00e7o de atua\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho. <\/p>\n<p><strong>Abaixo as principais caracter\u00edsticas:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Rela\u00e7\u00f5es internacionais &#8211;\u00a0<\/strong>os cursos de rela\u00e7\u00f5es internacionais         procuram dotar o profissional de uma vis\u00e3o macro sobre as pol\u00edticas de governo         e rela\u00e7\u00f5es comerciais com as outras na\u00e7\u00f5es. Ele \u00e9 preparado para trabalhar         em negocia\u00e7\u00f5es de acordos internacionais, fun\u00e7\u00e3o que pode ser exercida tanto         no governo quanto no setor privado. No setor p\u00fablico, embora a condu\u00e7\u00e3o         das negocia\u00e7\u00f5es seja atribui\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, outros         \u00f3rg\u00e3os, como o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior         e da Agricultura, participam ativamente das discuss\u00f5es. E para isso precisam         de m\u00e3o-de-obra qualificada.<\/p>\n<p>Como o benefici\u00e1rio dessas negocia\u00e7\u00f5es em \u00faltima inst\u00e2ncia \u00e9 o setor privado,         que participa subsidiariamente das negocia\u00e7\u00f5es, o profissional de rela\u00e7\u00f5es         internacionais pode atuar tamb\u00e9m em grandes empresas e entidades empresariais.<\/p>\n<p><strong>Com\u00e9rcio exterior &#8211;\u00a0<\/strong>o profissional de com\u00e9rcio exterior,         em tese, atua na aplica\u00e7\u00e3o das regras acertadas nos acordos internacionais,         ou seja, na quest\u00e3o pr\u00e1tica do dia a dia dos exportadores e importadores.         Ele \u00e9 fundamental na presta\u00e7\u00e3o de assessoria e consultoria \u00e0s empresas,         identificando mercados, oportunidades de neg\u00f3cios e barreiras a serem superadas         no processo de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Este profissional, portanto, precisa ter conhecimento dos acordos internacionais         e legisla\u00e7\u00f5es correlatas e das regras de com\u00e9rcio do pa\u00eds onde est\u00e1 a empresa         com a qual pretende fazer neg\u00f3cio. Ao contr\u00e1rio do profissional de rela\u00e7\u00f5es         internacionais, mais voltado para as quest\u00f5es gerais e conceituais, o profissional         de com\u00e9rcio exterior busca resultados pr\u00e1ticos. Por exemplo, ele precisa         estar atento \u00e0s varia\u00e7\u00f5es cambiais, que, muitas vezes, pode tornar lucrativo         ou n\u00e3o o fechamento de um neg\u00f3cio.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>A Carreira de Analista de Com\u00e9rcio Exterior<\/strong><\/p>\n<p>A carreira de analista de com\u00e9rcio exterior \u00e9 bem recente no Brasil:<strong>\u00a0foi       criada pela Lei n\u00ba 9.620, de abril de 1998, para atender \u00e0 crescente necessidade       da \u00e1rea\u00a0<\/strong>em fun\u00e7\u00e3o da globaliza\u00e7\u00e3o da economia, que exige uma       presen\u00e7a mais ativa do Pa\u00eds na busca de novos mercados e na abertura de espa\u00e7os       para a exporta\u00e7\u00e3o dos produtos brasileiros.<\/p>\n<p>A Lei criou 280 cargos de analista de com\u00e9rcio exterior, com atribui\u00e7\u00f5es       voltadas para as atividades de gest\u00e3o governamental, de formula\u00e7\u00e3o, implementa\u00e7\u00e3o,       controle e avalia\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas de com\u00e9rcio exterior.<\/p>\n<p><strong>O Decreto 2.908, de dezembro de 1998, que regulamentou a distribui\u00e7\u00e3o       dos cargos por \u00f3rg\u00e3os do Poder Executivo, previu a lota\u00e7\u00e3o dos analistas em       cinco minist\u00e9rios:<\/strong>\u00a0do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio       Exterior; da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento; da Fazenda; do Planejamento,       Or\u00e7amento e Gest\u00e3o; e das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores.<\/p>\n<p>Os analistas lotados no Minist\u00e9rio do Desenvolvimento podem ainda ser alocados       na C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior ou cedidos a outros \u00f3rg\u00e3os, por tempo determinado,       para a realiza\u00e7\u00e3o de outras atividades consideradas estrat\u00e9gicas pelo Governo,       desde que relacionadas ao com\u00e9rcio exterior. Para isso, a atividade deve ser       definida por ato expresso do Ministro de Estado do Desenvolvimento, Ind\u00fastria       e Com\u00e9rcio Exterior como estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p>Existem hoje cerca de 130 Analistas, todos lotados no Minist\u00e9rio do Desenvolvimento,       Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior, que ingressaram na carreira por meio de dois       concursos p\u00fablicos realizados em 1998 e 2001.<\/p>\n<p>Agora, est\u00e1 em andamento a realiza\u00e7\u00e3o do terceiro concurso p\u00fablico para sele\u00e7\u00e3o       de 94 novos analistas de com\u00e9rcio exterior, com previs\u00e3o de nomea\u00e7\u00e3o dos aprovados       no in\u00edcio de 2003. O trabalho exige disposi\u00e7\u00e3o para enfrentar desafios na       busca do desenvolvimento do com\u00e9rcio exterior brasileiro.<\/p>\n<p>No dia a dia, os analistas t\u00eam oportunidade de auxiliar as autoridades no       processo de negocia\u00e7\u00f5es internacionais, elaboram estudos de mercado e projetos       de fomento \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, examinam as investiga\u00e7\u00f5es com vistas \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o       dos mecanismos de defesa comercial e controlam as opera\u00e7\u00f5es de com\u00e9rcio exterior,       por meio do Siscomex (Sistema Integrado de Com\u00e9rcio Exterior). Eles tamb\u00e9m       atuam em outras atividades relacionadas \u00e0s compet\u00eancias do Minist\u00e9rio, como       pol\u00edtica industrial, fomento \u00e0s micro, pequenas e m\u00e9dias empresas e tecnologia       industrial.<\/p>\n<p>S\u00e3o atividades que, mesmo n\u00e3o estando diretamente ligada \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, fazer       parte do esfor\u00e7o de preparar a produ\u00e7\u00e3o nacional para concorrer no mercado       internacional, aumentar as vendas externas, exportando cada vez mais produtos       com maior valor agregado. O aumento das exporta\u00e7\u00f5es vem ganhando crescente       import\u00e2ncia no processo de desenvolvimento sustentado brasileiro. A maior       inser\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Brasil no mundo globalizado, com o aumento dos saldos       comerciais, \u00e9 um eficiente mecanismo de defesa contra a vulnerabilidade das       contas externas. Al\u00e9m disso, o gera\u00e7\u00e3o de super\u00e1vits comerciais e o incremento       das exporta\u00e7\u00f5es s\u00e3o um est\u00edmulo constante ao crescimento econ\u00f4mico do Pa\u00eds       e, portanto, \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda.<\/p>\n<p>O aumento das exporta\u00e7\u00f5es, entretanto, exige a cont\u00ednua melhoria da qualidade       dos produtos, mudan\u00e7as nos processos de produ\u00e7\u00e3o, o que juntamente com os       ganhos de escala, conduzem a redu\u00e7\u00f5es de custos. Atualmente, os produtos brasileiros       s\u00e3o, de modo geral, competitivos em pre\u00e7o e qualidade, pois o Pa\u00eds obteve       ganhos recordes desde o in\u00edcio dos anos 90, com a abertura da economia.<\/p>\n<p>Embora tenha reagido bem \u00e0 abertura comercial, a difus\u00e3o de conhecimento       na \u00e1rea de com\u00e9rcio exterior \u00e9 ainda incipiente. \u00c9 necess\u00e1rio investir maci\u00e7amente       na forma\u00e7\u00e3o de uma equipe especializada na magnitude proporcional aos grandes       desafios que o Pa\u00eds enfrenta nos cen\u00e1rios nacional e internacional &#8211; difus\u00e3o       de uma cultura exportadora, redu\u00e7\u00e3o do &#8220;custo Brasil&#8221;, negocia\u00e7\u00f5es       para redu\u00e7\u00e3o do protecionismo e para abertura de novos mercados, entre outros.<\/p>\n<p>Fonte:  www.cursocerto.com.br\/www. geocities.com\/www.cfh.ufsc.br\/professor.ucg.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com\u00e9rcio Exterior, 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