{"id":81224,"date":"2016-08-22T22:16:03","date_gmt":"2016-08-22T22:16:03","guid":{"rendered":"http:\/\/cmsportal.dalfers.com.br\/?p=81224"},"modified":"2026-07-02T16:59:59","modified_gmt":"2026-07-02T18:59:59","slug":"estrangeirismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/portugues\/estrangeirismo","title":{"rendered":"Estrangeirismo"},"content":{"rendered":"<p><b>Estrangeirismo \u2013 O que \u00e9<\/b><\/p>\n<p>Voc\u00ea sabia que o termo \u201cestrangeirismo\u201d significa palavra ou express\u00e3o de outras l\u00ednguas, empregada na l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 nenhuma novidade o fato de palavras ou express\u00f5es estrangeiras estarem incorporadas na nossa l\u00edngua.<\/p>\n<p>A grande maioria das palavras de nossa l\u00edngua tem origem latina, grega, \u00e1rabe, espanhola, italiana, francesa, inglesa. Essas palavras s\u00e3o introduzidas pelos mais variados motivos, sejam eles fatores hist\u00f3ricos, s\u00f3cio-culturais e pol\u00edticos, modismo ou at\u00e9 mesmo avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>As palavras de origem estrangeira geralmente passam por um processo de aportuguesamento fonol\u00f3gico e gr\u00e1fico. Decorrente desse processo deixamos de perceber quando estamos fazendo uso de estrangeirismos.<\/p>\n<p>Mesmo com tantos estrangeirismos, devemos ter sempre o bom senso, para fugir das prov\u00e1veis pol\u00eamicas que poderemos enfrentar quando fazemos uso dos mesmos.<\/p>\n<p><strong>Eis aqui alguns exemplos de estrangeirismos mais comuns hoje em dia:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cappuccinos =\u00a0<\/strong>do italiano<br \/>\n<strong>Drinques =\u00a0<\/strong>do ingl\u00eas drink<br \/>\n<strong>Designer =\u00a0<\/strong>do ingl\u00eas<\/p>\n<p><strong>O Volp (Vocabul\u00e1rio Ortogr\u00e1fico da L\u00edngua Portuguesa) registra as formas estrangeiras:<\/strong>\u00a0<b>cappuccino, drink, designer; e as aportuguesadas<\/b>: capucino, capuchino, drinque.<\/p>\n<p>H\u00e1 um bom n\u00famero de palavras estrangeiras empregadas em nosso idioma, as quais ainda n\u00e3o foram devidamente assimiladas, i. \u00e9, aportuguesadas.<\/p>\n<p>Devem guardar a sua grafia origin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Um empr\u00e9stimo lingu\u00edstico \u00e9 uma palavra adotada de uma l\u00edngua (a l\u00edngua &#8220;fonte&#8221; ou &#8220;doadora&#8221;) e incorporada a outra l\u00edngua (a l\u00edngua &#8220;receptora&#8221;) com pouca ou nenhuma tradu\u00e7\u00e3o. Esse processo ocorre devido ao contato cultural, preenchendo lacunas de vocabul\u00e1rio ou buscando maior expressividade. A incorpora\u00e7\u00e3o pode ocorrer com ou sem adapta\u00e7\u00f5es ortogr\u00e1ficas e fonol\u00f3gicas.<\/p>\n<p><strong>Palavras derivadas de nomes estrangeiros<\/strong><\/p>\n<p>Escrevem-se em tudo pela grafia original, exceto na termina\u00e7\u00e3o, que deve ser vern\u00e1cula.<\/p>\n<p><strong>Ex..<\/strong>\u2013 bachiano (bakl), beethoveniano, byronismo, comtiano, treudiano, treudismo, garrettiano, goethiano, hegelianismo [gue], hoftm\u00e2nnico, kantiano, neokantismo, littreano, littre\u00edsta, malherbiano, malplghia, maithusiano, oftenbachiano (bak), pasteurizar, rabeia\u00edsiano, shakespeariano, spengleria-no, taylorismo, voltairiano, wertheriano, zwingliano, etc.<\/p>\n<p><b>Estrangeirismo \u2013 L\u00edngua Portuguesa<\/b><\/p>\n<p>A l\u00edngua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita.<\/p>\n<p>Nosso pa\u00eds abriga pessoas, que j\u00e1 formaram gera\u00e7\u00f5es, de diversas regi\u00f5es do mundo &#8211; a nossa miscigena\u00e7\u00e3o t\u00e3o falada. O paralelismo entre a na\u00e7\u00e3o e a l\u00edngua \u00e9 justamente pela introdu\u00e7\u00e3o de fatias de outras culturas.<\/p>\n<p>Quanto aos estrangeirismos, algumas express\u00f5es j\u00e1 foram &#8220;abrasileiradas&#8221;, como o caso do verbo &#8220;deletar&#8221;. Outras s\u00e3o usadas do jeito original, como fast-food, overbook e outras express\u00f5es que facilmente poderiam ser trocadas por um similar nacional, mas que insistem em permanecer como exce\u00e7\u00f5es \u00e0 regra.<\/p>\n<p><strong>O Projeto de Lei 1676, de 1999, de autoria do deputado Aldo Rebelo, procura eliminar o uso desnecess\u00e1rio dessas express\u00f5es, na tentativa de valorizar a l\u00edngua nacional. A pol\u00eamica em cima disso reside no seguinte questionamento:<\/strong>\u00a0\u00e9 realmente necess\u00e1rio proibir por lei o estrangeirismo? Se for o caso, a lei surtir\u00e1 efeito?<\/p>\n<p>Na minha opini\u00e3o, a resposta para ambas as perguntas \u00e9 &#8220;n\u00e3o&#8221;. Primeiramente, mesmo sendo contra o uso excessivo de estrangeirismos, n\u00e3o considero v\u00e1lida a cria\u00e7\u00e3o de uma lei para este fim. Cada um deve usar ou n\u00e3o a l\u00edngua portuguesa por uma quest\u00e3o moral, e n\u00e3o legal. Al\u00e9m do mais, a l\u00edngua \u00e9 um importante &#8220;indicador de soberania cultural&#8221;, por isso, se o portugu\u00eas est\u00e1 desvalorizado, n\u00e3o ser\u00e1 uma lei que reverter\u00e1 este problema.<\/p>\n<p>Todavia, lamento pelo excesso de express\u00f5es in\u00fateis que encontramos na publicidade, tanto de TV quanto em outdoors (esta palavra j\u00e1 \u00e9 praticamente consagrada no idioma), e tamb\u00e9m no mundo de neg\u00f3cios. Express\u00f5es toscas como go ou not go s\u00e3o totalmente descartadas.<\/p>\n<p>O motivo da valoriza\u00e7\u00e3o de estrangeirismos, em especial de origem norte-americana, \u00e9 o contato cotidiano com o ingl\u00eas, devido \u00e0 globaliza\u00e7\u00e3o, que gerou uma certa id\u00e9ia de status (outra express\u00e3o estrangeira), assim, parece mais fino falar pelas express\u00f5es que exigem uma \ufffdfor\u00e7adinha\ufffd no sotaque. Al\u00e9m do mais, demonstra mais intimidade com outras l\u00ednguas, parecendo que domina n\u00e3o s\u00f3 o portugu\u00eas, mas o estrangeiro tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Se a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 agregando ao seu vocabul\u00e1rio cada vez mais palavras estrangeiras, enquanto desconhece a pr\u00f3pria l\u00edngua, o problema est\u00e1 no que causa isto tudo, e n\u00e3o na conseq\u00fc\u00eancia. Estrangeirismo \u00e9 apenas uma conseq\u00fc\u00eancia da crescente conviv\u00eancia, absorvendo diversos costumes, com a cultura norte-americana. Herdamos muitas caracter\u00edsticas do nosso vizinho estadunidense, como a arquitetura atual da cidade, o h\u00e1bito de andar em grupos, tribos urbanas que prov\u00e9m daquela cultura, h\u00e1 grande contato com a m\u00fasica ianque muito mais do que com a de outros pa\u00edses, as comidas r\u00e1pidas ou semiprontas, a grande audi\u00eancia de filmes hollywoodianos etc.<\/p>\n<p><strong>Tudo encaminha a uma interse\u00e7\u00e3o de l\u00ednguas:<\/strong>\u00a0em alguns pontos bem dosada; em outros, exageradamente in\u00fatil. Diante dessa rela\u00e7\u00e3o costumeira do uso, mesmo que indevido, proibir estrangeirismos por lei seria t\u00e3o in\u00fatil quanto proibir desvios gramaticais ou g\u00edrias. Ser\u00e1 que realmente vale a pena este confronto?<\/p>\n<p>N\u00e3o seria melhor pensar por que uma pessoa prefere um termo estrangeiro em vez do nacional? S\u00e3o pontos, logicamente, muito mais dif\u00edceis de serem tocados. Talvez por isso sejam ignorados.<\/p>\n<p><strong>Estrangeirismo \u2013\u00a0<\/strong><b>Processo<\/b><\/p>\n<p><strong>Estrangeirismo\u00a0<\/strong>\u00e9 o processo que introduz palavras vindas de outros idiomas em uma determinada l\u00edngua.<\/p>\n<p>\u00c9 o emprego de palavras, express\u00f5es e constru\u00e7\u00f5es alheias ao idioma tomadas por empr\u00e9stimos de outra l\u00edngua. A incorpora\u00e7\u00e3o do estrangeirismo se d\u00e1 por um processo natural de assimila\u00e7\u00e3o de cultura ou contiguidade geogr\u00e1fica.<\/p>\n<p><strong>Os mais conservadores definem estrangeirismo da seguinte maneira:<\/strong>\u00a0&#8220;Palavra ou express\u00e3o de origem estrangeira cujo uso \u00e9 um dos erros contra a vernaculidade da nossa l\u00edngua, e s\u00f3 poder\u00e1 ser aceita se n\u00e3o existir na l\u00edngua portuguesa um voc\u00e1bulo que traduza essa mesma ideia&#8221; &#8211; (Rocha 1997: 67). O desenvolvimento dos estudos lingu\u00edsticos, no entanto, colocou o estrangeirismo em outro patamar, frequentemente em confronto com o empr\u00e9stimo.<\/p>\n<p>De acordo com o idioma de origem, as palavras recebem nomes espec\u00edficos, tais como anglicismo (do ingl\u00eas), galicismo (do franc\u00eas).<\/p>\n<p><strong>Os estrangeirismos possuem duas categorias:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1. Com aportuguesamento:<\/strong>\u00a0a grafia e a pron\u00fancia da palavra s\u00e3o adaptadas para o portugu\u00eas.<br \/>\n<strong>2. Sem aportuguesamento:\u00a0<\/strong>conserva-se a forma original da palavra.\u00a0<strong>Exemplo<\/strong>: mouse (do ingl\u00eas \u201cmouse\u201d).<\/p>\n<p>Sucede o neologismo por empr\u00e9stimo, quando o termo advindo de outra l\u00edngua passa a ser usado frequentemente pelos usu\u00e1rios da l\u00edngua importadora. O emprego frequente de um determinado termo estrangeiro \u00e9 um dos crit\u00e9rios que fazem com que esse estrangeirismo se torne um empr\u00e9stimo. Se, ao ser importada, uma palavra passa a ser muito veiculada pela imprensa e muito utilizada nos atos de fala, o falante da l\u00edngua importadora passa a n\u00e3o mais senti-la como externa \u00e0 sua l\u00edngua, come\u00e7ando a v\u00ea-la como palavra integrante do seu acervo lexical. Trata-se de um fen\u00f4meno constante no contato entre comunidades ling\u00fc\u00edsticas, tamb\u00e9m chamado de empr\u00e9stimo.<\/p>\n<p>A no\u00e7\u00e3o de estrangeirismo, contudo, confere ao empr\u00e9stimo uma suspeita de identidade alien\u00edgena, carregada de valores simb\u00f3licos relacionados aos falantes da l\u00edngua que origina o empr\u00e9stimo. Os valores associados a um estrangeirismo podem muitas vezes ser conflitantes dentro de uma comunidade que faz o empr\u00e9stimo. Por exemplo, Os falantes do portugu\u00eas brasileiro, tendo em mente a representa\u00e7\u00e3o que fazem de certos falantes de ingl\u00eas, associam a eles e, por extens\u00e3o, \u00e0 l\u00edngua inglesa, valores que v\u00e3o desde dinamismo progressista, consumo e comodidade.<\/p>\n<p><strong>Estrangeirismo \u2013\u00a0<\/strong><b>Uso<\/b><\/p>\n<p><strong>Estrangeirismos, empr\u00e9stimos ou neocolonialismo?<\/strong><\/p>\n<p>De uns tempos para c\u00e1 as lojas ditas chiques, quando em liquida\u00e7\u00e3o, resolveram dizer que os pre\u00e7os est\u00e3o \u201c50% off\u201d e estampar a estranha palavra \u201csale\u201d nas vitrines. N\u00e3o chega a ser novidade num pa\u00eds em que as pizzarias t\u00eam servi\u00e7o de \u201cdelivery\u201d, e n\u00e3o de \u201ctelentrega\u201d, e as pessoas no intervalo dos congressos fazem um \u201ccoffee-break\u201d, e n\u00e3o uma \u201cpausa para o caf\u00e9\u201d, mas o assunto voltou ao debate com a decis\u00e3o do juiz federal substituto da 1\u00aa Vara de Guarulhos, Ant\u00f4nio Andr\u00e9 Muniz Mascarenhas de Souza, de determinar que o governo federal fiscalizasse o uso de estrangeirismos em an\u00fancios publicit\u00e1rios sob pena de multa. Se posta em pr\u00e1tica, express\u00f5es como \u201csale\u201d ou \u201coff\u201d deveriam aparecer acompanhadas de tradu\u00e7\u00e3o no mesmo destaque em pe\u00e7as publicit\u00e1rias em qualquer tipo de an\u00fancios, vitrines, prateleiras ou balc\u00f5es, pois para o juiz a decis\u00e3o segue determina\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor e apenas a publicidade que n\u00e3o contenha algum tipo de oferta ter\u00e1 liberdade para o uso indiscriminado de qualquer s\u00edmbolo, palavra ou gesto.<\/p>\n<p>Em 1999, o deputado Aldo Rabelo (PC do B) j\u00e1 havia apresentado um projeto de lei que causou enorme pol\u00eamica proibindo o uso de &#8220;termos estrangeiros&#8221; em documentos oficiais (s\u00f3 para constar, na Fran\u00e7a desde 1994 \u00e9 obrigado o uso do franc\u00eas em publica\u00e7\u00f5es oficiais do governo, na educa\u00e7\u00e3o e em contratos legais, motivo pelo qual a Academia Francesa de Letras cria equivalentes nacionais para os termos da ci\u00eancia e tecnologia). Mas ser\u00e1 essa submiss\u00e3o ling\u00fc\u00edstica do portugu\u00eas brasileiro uma quest\u00e3o de pol\u00edtica p\u00fablica? Ser\u00e1 que um juiz ou um deputado, ou melhor, ser\u00e1 que todos os ju\u00edzes e deputados juntos conseguiriam mudar essa cultura dos neologismos?<\/p>\n<p>Primeiro, \u00e9 preciso pensar por que uma palavra como &#8220;gol&#8221; ou &#8220;suti\u00e3&#8221; n\u00e3o \u00e9 considerada estrangeirismo e outra como \u201cshopping\u201d, \u00e9. Tanto &#8220;gol&#8221; n\u00e3o \u00e9 uma palavra do nosso idioma que o plural dela \u00e9 &#8220;gols&#8221;, um caso \u00fanico de plural com &#8220;s&#8221; depois do &#8220;l&#8221; (em espanhol, por exemplo, \u00e9 \u201cgoles\u201d, e em Portugal, \u201cgolos\u201d).<\/p>\n<p>Mas com o passar do tempo, depois de uma ou duas gera\u00e7\u00f5es, a palavra perdeu o &#8220;a&#8221; original, tornando-se &#8220;gol&#8221; e n\u00e3o \u201cgoal\u201d, bem como \u201cpenalty\u201d virou &#8220;p\u00eanalti&#8221; e \u201cback\u201d virou &#8220;beque&#8221;. Mas s\u00e3o todas estrangeiras, ou melhor, de origem estrangeira (como, ali\u00e1s, nosso idioma n\u00e3o \u00e9 propriamente brasileiro, mas heran\u00e7a do colonizador portugu\u00eas).<\/p>\n<p>Segundo, n\u00e3o podemos ficar dando voltas ao redor da hist\u00f3ria. J\u00e1 no come\u00e7o do s\u00e9culo XX alguns intelectuais reclamavam da invas\u00e3o de termos franceses, muitos dos quais ainda permanecem, como \u201cd\u00e9mod\u00e9\u201d e \u201cmenu\u201d, enquanto outros intelectuais retomavam termos do latim para demonstrar erudi\u00e7\u00e3o, trazendo de volta palavras como \u201cstatus\u201d. Sem contar, \u00e9 claro, o fato do portugu\u00eas falado no Brasil ser uma grande mistura, com termos \u00e1rabes, vide &#8220;alface&#8221;, e africanos, vide &#8220;bunda&#8221; (como de resto nosso povo \u00e9 uma mistura de ra\u00e7as).<\/p>\n<p>Dessa forma, n\u00e3o precisa de mais do que dez minutos de leitura de um jornal para identificarmos uma grande quantidade de empr\u00e9stimos ling\u00fc\u00edsticos, muitos antigos e j\u00e1 incorporados ao nosso idioma, termos que n\u00e3o assustam nem motivam projetos de lei ou liminares judiciais (caso emblem\u00e1tico \u00e9 o da palavra &#8220;performance&#8221;, transformada em \u00fanica proparox\u00edtona sem acento do portugu\u00eas).<\/p>\n<p>Mas o que chama a aten\u00e7\u00e3o s\u00e3o os novos termos, a maioria provindos da inform\u00e1tica, termos que lutam por reconhecimento e espa\u00e7o como \u201cscanner\u201d, \u201cdelete\u201d e \u201cplug\u201d, que j\u00e1 t\u00eam varia\u00e7\u00f5es aportuguesadas como \u201cescanear\/escaneado\u201d, \u201cdeletar\/deletado\u201d ou \u201cplugar\/plugado\u201d, ao lado de termos j\u00e1 reconhecidos e pronunciados por qualquer crian\u00e7a brasileira como \u201cmouse\u201d, \u201clight\u201d e \u201csexy\u201d (bem, talvez nem toda crian\u00e7a pronuncie \u201csexy\u201d\u2026). Sem contar as siglas, como \u201cVIP\u201d e \u201cAIDS\u201d, esta \u00faltima inclusive j\u00e1 transformada em radical em &#8220;aid\u00e9tico&#8221;.<\/p>\n<p>Particularmente n\u00e3o acho que seja positiva essa ades\u00e3o incondicional ao que vem do ingl\u00eas, mas tamb\u00e9m n\u00e3o parece uma solu\u00e7\u00e3o inteligente a repress\u00e3o pura e simples da l\u00edngua porque essa ades\u00e3o \u00e9 cultural, n\u00e3o apenas ling\u00fc\u00edstica.<\/p>\n<p><strong>A incorpora\u00e7\u00e3o de tantos termos de l\u00edngua inglesa hoje \u00e9 apenas um sintoma de que o &#8220;american way of life&#8221; \u00e9 o grande modelo do viver brasileiro e qui\u00e7\u00e1 ocidental:<\/strong>\u00a0mais do que incorporar termos, incorporamos h\u00e1bitos, como ir ao shopping, usar equipamentos high-tech, estudar marketing, consumir o show business, comer fast-food e tomar refrigerantes lights.<\/p>\n<p>N\u00e3o seremos um pa\u00eds melhor ou pior por causa disso. \u00c9 poss\u00edvel que daqui a cem anos se fale algo mais pr\u00f3ximo do ingl\u00eas, mais distante do (conservador) portugu\u00eas de Portugal, e quem sabe n\u00e3o se possa falar em uma l\u00edngua brasileira, com gram\u00e1tica e dicion\u00e1rio pr\u00f3prios. Dif\u00edcil saber. Ruim mesmo \u00e9 dentro do pr\u00f3prio pa\u00eds termos de viver com grupos sociais que insistem em diferenciar a l\u00edngua portuguesa daquela falada por outros grupos, e para tanto s\u00e3o facilmente seduzidas por qualquer termo em ingl\u00eas dispon\u00edvel, caso do \u201coff\u201d, do \u201ccoffee-break\u201d e do para mim estranh\u00edssimo \u201cit\u201d. Mas a\u00ed a quest\u00e3o j\u00e1 \u00e9 outra, de neocolonialismo, e de novo passa mais pela cultura do que pela l\u00edngua.<\/p>\n<p><strong>Dados curiosos<\/strong><\/p>\n<p>Resolvi escrever sobre este tema por causa de um trabalho que fizemos para a faculdade sobre empr\u00e9stimos ling\u00fc\u00edsticos, trabalho no qual chegamos a alguns padr\u00f5es interessantes sobre os empr\u00e9stimos contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>A partir de um conjunto amostral de 50 palavras, identificamos que 90% delas s\u00e3o substantivos, como as palavras \u201cjeans\u201d e \u201cpager\u201d, e 10% s\u00e3o adjetivos, como \u201csexy\u201d e \u201cexpert\u201d. A predomin\u00e2ncia da l\u00edngua inglesa, evidente no dia-a-dia dos falantes de portugu\u00eas, tamb\u00e9m est\u00e1 refletida em nossa pesquisa, onde 88% das palavras s\u00e3o provenientes da l\u00edngua de Shakespeare. A tecnologia \u00e9 a \u00e1rea que mais incorporou termos estrangeiros modernos ao nosso l\u00e9xico, sendo 42% da amostra composta por palavras que est\u00e3o associadas \u00e0 tecnologia.<\/p>\n<p>Outro fato que chama a aten\u00e7\u00e3o nestas palavras incorporadas ao portugu\u00eas \u00e9 a grafia. Mais de 70% delas s\u00e3o escritas apenas com as 23 letras convencionais do alfabeto portugu\u00eas, enquanto 16% das palavras s\u00e3o grafadas com &#8220;Y&#8221;, 10% s\u00e3o grafadas com &#8220;K&#8221; e 6% s\u00e3o grafadas com &#8220;W&#8221;, letras j\u00e1 incorporadas ao dia-a-dia do brasileiro. Por curiosidade, notamos ainda que o corretor ortogr\u00e1fico autom\u00e1tico do Word em Portugu\u00eas (Brasil) reconhece 50% dos termos, enquanto na vers\u00e3o Portugu\u00eas (Portugal) apenas 8% dos termos s\u00e3o reconhecidos como do l\u00e9xico, o que \u00e9 apenas mais um sinal de como nossa cultura \u00e9 mais aberta aos empr\u00e9stimos ling\u00fc\u00edsticos do que a cultura portuguesa.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e3o citadas aqui as mais correntes:<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"70%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"103\">iving (ingl.)<br \/>\nlong-play (ingl.)<br \/>\nmademoiselle (fr.)<br \/>\nmagnificat (lat.)<br \/>\nmatch (ingl.)<br \/>\nmaximum (lat.)<br \/>\nmeeting (ingl.)<br \/>\nm\u00e9nage (fr.)<br \/>\nmenu (fr.)<br \/>\nmignon (fr.)<br \/>\nmister (ingl.)<br \/>\nmistress (ingl.)<br \/>\nmonsieur (fr.)<br \/>\nmusic-hall (ingl.)<br \/>\nad libitum (lat.)<br \/>\na posteriori (lat.)<br \/>\na priori (lat.)<br \/>\namp\u00e8r\u00e8 (fr.)<br \/>\natelier (fr.)<br \/>\navant-premi\u00e8re (fr.)<br \/>\nbercetisa (fr.)<br \/>\nblack-out (ingl.)<br \/>\nblitz-krieg (al.)<br \/>\nbureau (fr.)<br \/>\nbye-bye (ingl.)<br \/>\ncauseur (fr.)<br \/>\nclose-up (ingl.)<br \/>\ncorner (ingl.)<br \/>\ncoulomb (fr.)<br \/>\ncow-boy (ingl.)<br \/>\ncum-quibus (lat.)<br \/>\ndancing (ingl.)<br \/>\ndebele (fr.)<br \/>\nd\u00e9marche (fr.)<br \/>\nderby (ingl.)<br \/>\nenjambement (fr.)<br \/>\nex-cathedra (lat.)<br \/>\nex-iibris (lat.)<br \/>\nextra-muros (lat.)<br \/>\nfacies (lat.)<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"139\">footing (ingl.)<br \/>\nforward (ingl.)<br \/>\nfull-back (ingl.)<br \/>\ngar\u00e7onni\u00e8re (fr.)<br \/>\ngauche (fr.)<br \/>\ngauss (al.)<br \/>\ngentleman (ingl.)<br \/>\n(pl. gentiemen) glibert (ingl.)<br \/>\nglobe-trotter (ingl.)<br \/>\ngoal-average (ingl.)<br \/>\n(goal)-keeper (ingi.)<br \/>\ngruy\u00e8re (fr.)<br \/>\nhabeas-corpus (lat.)<br \/>\nhabitat (lat.)<br \/>\nhabitu\u00e9 (fr.)<br \/>\nhait-back (ingl.)<br \/>\nhall (ingl.)<br \/>\nhandicap (ingl.)<br \/>\nhinterland (al.)<br \/>\nhumour (Ingl.)<br \/>\n(humor) ibidem lbfl (lat.)<br \/>\niceberg (Ingl.)<br \/>\nidem (lat.)<br \/>\nimprimatur (lat.)<br \/>\nin extremis (lat.)<br \/>\nincontinenti (lat.)<br \/>\nintermezzo (it.)<br \/>\nintra-muros (lat.)<br \/>\nipsis litteris (lat.)<br \/>\nipsis verbis (lat.)<br \/>\nipso fato (lat.)<br \/>\nitem (lat.)<br \/>\n(iazz)-band (ingl.)<br \/>\njoule [ju] (ingl.)<br \/>\nKaiser (al.)<br \/>\nkeepor (ingl.)<br \/>\nkirsch (al.)<br \/>\nkominform komintem kremlin k\u00fcmmel (al.)<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"144\">week-end (ingl.)<br \/>\nwinchester (ingl.)<br \/>\nlady (ingl.)<br \/>\n(pl. ladies) laisser-aller (fr.)<br \/>\nlaissez-faire (fr.)<br \/>\nleitmotiv (al.)<br \/>\nlied(er) (al.)<br \/>\nlitterat\u00edm (lat.)<br \/>\nmutatis mutandis (lat.)<br \/>\nnihil obstat (lat.)<br \/>\nnouveau-riche (fr.)<br \/>\noffice-boy (ingl.)<br \/>\noff-side (ingl.)<br \/>\nopus (lat.)<br \/>\nouverturo (fr.)<br \/>\npari-passu (lat.)<br \/>\npassim (lat.)<br \/>\npedigree (ingl.)<br \/>\npeignoir (fr.)<br \/>\nperformance (ingl.)<br \/>\nplay-ground (ingl.)<br \/>\npot-pourri (fr.)<br \/>\nprernier (fr.)<br \/>\nprinceps (lat.)<br \/>\nquantum (lat.)<br \/>\nquilowatt (ingl.)<br \/>\nquorum (lat.)<br \/>\n(rail)way (ingl.)<br \/>\nralientando (it.)<br \/>\nr\u00e2t\u00e9 (fr.)<br \/>\nreferee (ingl.)<br \/>\nrock-and-roll (ingl.)<br \/>\nrugby (ingl.)<br \/>\nrush (ingl.)<br \/>\nsavoir-faire (fr.)<br \/>\nsavoir-vivre (fr.)<br \/>\nschottisch (al.)<br \/>\nscilicet (lat.)<br \/>\nscratchman (ingl.)<br \/>\n(pl. scratchmen) sex-appeal (ingl.)<br \/>\nshort (ingl.)<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"123\">shunt (ingl.)<br \/>\nside-car (ingl.)<br \/>\nsine die (lat.)<br \/>\nsine qua non (lat.)<br \/>\nsir (ingl.)<br \/>\nsmoking (ingl.)<br \/>\nsmorzando (it.)<br \/>\nsoir\u00e9e (fr.)<br \/>\nspeaker (ingl.)<br \/>\nspeech (ingl.)<br \/>\nstand (ingl.)<br \/>\nstandard (ingl.)<br \/>\nsteeple-chase (ingl.)<br \/>\nstorzando (it.)<br \/>\nsui.generis (lat.)<br \/>\nsurmenage (fr.)<br \/>\nsursis (fr.)<br \/>\ntarad (ingl.)<br \/>\ntaraday (ingl.)<br \/>\ntar-niente (it.)<br \/>\ntertius (lat.)<br \/>\ntlamboyant (fr.)<br \/>\ntoul (ingl.)<br \/>\ntourn\u00e9e (fr.)<br \/>\ntrigidaire (fr.)<br \/>\nup-to-date (ing.)<br \/>\nurbi et orbi (lat.)<br \/>\nvaudeville (fr.)<br \/>\nvem\u00ed\u00e9r (fr.)<br \/>\n(n\u00f4nio) verbi gratia (lat.)<br \/>\nvernissage (fr.)<br \/>\nvis-\u00e0-vis (fr.)<br \/>\nvivace (it.)<br \/>\nvolt volt-amp\u00e8re warrant (ingl.)<br \/>\nwater-closet (ingl.)<br \/>\nwater-polo (ingl.)<br \/>\nwaterproot (ingl.)<br \/>\nwatt (ingl.)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Nota<\/strong><\/p>\n<p><strong>No meio do texto vern\u00e1culo, devem esses estrangeirismos ser escritos entre aspas ou grifados (sublinhados no manuscrito ou datilografado), excetuam-se os j\u00e1 consagrados:<\/strong>\u00a0amp\u00e8re, facies, idem, item, incontinenti, coulomb, quilowatt, etc.<\/p>\n<p>Ao lado desses, h\u00e1 contudo numerosos estrangeirismos j\u00e1 aportuguesados.<\/p>\n<p><strong>Devem ser prestigiados:<\/strong>\u00a0\u00e9 a lei da assimila\u00e7\u00e3o ling\u00fc\u00edstica.<\/p>\n<p><strong>Estrangeirismos j\u00e1 aportuguesados<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"80%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"20%\">abat-jour (fr.): abajur<br \/>\nagrate (fr.): agrafo<br \/>\nalle qretto (it.): alegreto<br \/>\nallegro (it.): alegro<br \/>\navalanche (fr.): avalancha<br \/>\nbaceara (t) (fr.): bacar\u00e1<br \/>\nback (ingl.): beque<br \/>\nbalancier (fr.): balanc\u00ea<br \/>\nballet (fr.) : bal\u00ea ou bal\u00e9<br \/>\nbase-ball (ingl.): basebol e beisebol<br \/>\nbasket-ball (ingl.): basquete(bol) (existe a f. port. bola-ao-cesto)<br \/>\nb\u00e2ton (fr.): batom<br \/>\nbeefsteak (ingl.): bife(steque)<br \/>\nbeige (fr.): bege<br \/>\nbersaglieri (it.): bersalher [\u00e9]<br \/>\nbibelot (fr.): bibel\u00f4<br \/>\nbiberon (fr.): biber\u00e3o<br \/>\nbidet (fr.): bid\u00ea ou bid\u00e9<br \/>\nbidon (fr.): bid\u00e3o<br \/>\nbijouterie (fr.): bijuteria<br \/>\nbikini (ingl.): biqu\u00edni ou biquine<br \/>\nbilboquet (fr.): bliboqu\u00ea<br \/>\nbili (ingL.): bil<br \/>\nblockhaus (al.): blocausse<br \/>\nblutt (ingl.): blefe [\u00e9]<br \/>\nboer (hol.): b\u00f4er<br \/>\nboite (fr.): boate<br \/>\nbonnet (fr.): bon\u00e9<br \/>\nboulevard (fr.): bulevar<br \/>\nbouquet (fr.): buqu\u00ea<br \/>\nbox (ingl.): boxe<br \/>\nbrandy (ingl.): brande ou champanhe brevet (fr.): brev\u00ea<br \/>\nbreveter (fr.): brevetar<br \/>\nbric-\u00e0-brac (fr.): bricabraque<br \/>\nbridge (ingl.): bridge<br \/>\nbrig (ingl.): brigue<br \/>\nbrouhaha (fr.): brua\u00e1<br \/>\nbuildog (ingl.): buldogue<br \/>\nbungalow (ingl.): bangal\u00f4<br \/>\nbuttet (fr.): bufete [\u00ea]<br \/>\ncabaret (fr.): cabar\u00e9<br \/>\ncabine (fr.): cabina<br \/>\ncabriolet (fr.): cabriol\u00e9<br \/>\ncache-col (fr.): cachecol cache-nez (fr.): cachen\u00ea<br \/>\ncache-pat (fr.): cachep\u00f4<br \/>\ncachet (fr.): cach\u00ea<br \/>\ncake (ingl.): queque<br \/>\ncama uflage (fr.): camuflagem camelot (fr.): camel\u00f4<br \/>\ncamoufler (fr.): camuflar<br \/>\ncancan (fr.): canc\u00e3<br \/>\ncarapace (fr.): carapa\u00e7a<br \/>\ncarnet (fr.): carn\u00ea ou carn\u00e9 carrosserie (fr.): carro\u00e7eria (port.) ou carroceria (bras.)<br \/>\ncarrousel (fr.): carrossel<br \/>\ncasino (it.): casino ou cassino (ingl. ou fr.)<br \/>\ncasse-t\u00eate (fr.): cassetete [\u00e9]<br \/>\ncatgut (ingl.): categute<br \/>\ncavaiqnac (fr.): cavanhaque cernionette (fr.): camioneta, caminheta, camioneta<br \/>\nchalet (fr.): chal\u00e9<br \/>\nchampagne (fr.): champanha<br \/>\nchance (fr.): chance ou chan\u00e7a chantage (fr.): chantagem<br \/>\nchassis (fr.): chassi<br \/>\nch\u00e2teau (fr.): chat\u00f4<br \/>\nchaufteur (fr.): chofer<br \/>\nchauvinisma (fr.): chauvinismo<br \/>\nchic (fr.): chique<br \/>\nchoc (fr.): choque<br \/>\nchope (fr.): chope [\u00f4]<br \/>\ncicerone (it.): cicerone<br \/>\nclich\u00e9 (fr.): clich\u00ea<br \/>\nclicherie (fr.): clicheria<br \/>\nclip(s) (ingl.): clipe, clipes<br \/>\nclub (ingl.): clube<br \/>\ncoaltar (ingl.): coltar<br \/>\ncock-tail (ingl.): coquetel<br \/>\ncognao (fr.): conhaque<br \/>\ncomit\u00e9 (fr.): comit\u00ea<br \/>\ncomplat (fr.): compl\u00f4<br \/>\nconfetti (it.): confete [\u00e9]<br \/>\ncopyright (ingl.): copirra\u00edte<br \/>\ncoquette (fr.): coquete<br \/>\ncorbeille (fr.): corbelha<br \/>\ncotilion (fr.): cotilh\u00e3o<br \/>\ncouch\u00e9 (fr.): cuch\u00ea<br \/>\ncoup\u00e9 (fr.): cup\u00ea<br \/>\ncoupon (fr.): cup\u00e3o e cupom<br \/>\ncrachat (fr.): crach\u00e1<br \/>\ncrack (ingl.): craque<br \/>\ncrayon (fr.): creiom [\u00e8-i]<br \/>\ncr\u00e8che (fr.): creche<br \/>\ncr\u00e9pon (fr.): crepom<br \/>\ncricket (ingl.): cr\u00edquete<br \/>\ncrochet (fr.): croch\u00ea<br \/>\ncroquette (fr.): croquete<br \/>\ncroquis (fr.): croqui<br \/>\ncroupier (fr.): crupl\u00ea<br \/>\ncubilot (fr.): cubil\u00f4<br \/>\nculotte (Ir.): culote<br \/>\ndandy (ingl.): d\u00e2ndi<br \/>\nd\u00e9bauchar (fr.): debochar<br \/>\nd\u00e9bauche (fr.): deboche<br \/>\ndeb\u00eanture (ingl.): deb\u00eanture<br \/>\nd\u00e9coliation (fr.): decora\u00e7\u00e3o<br \/>\nd\u00e9collage (fr.): decolagem<br \/>\nd\u00e9coller (fr.): decolar<br \/>\nd\u00e9lailler (fr.): detalhar<br \/>\nd\u00e9rapage (fr.): derrapagem<br \/>\ndestroyer (ingl.): destr\u00f3ier<br \/>\nd\u00e9tail (fr.): detalhes<br \/>\ndetect (ingl.): detectar<br \/>\ndetective (ingl.): dete(c)tive<br \/>\ndilettante (it.): diletante<br \/>\ndollar (ingl.): d\u00f3lar<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"20%\">dossier (fr.): dossi\u00ea<br \/>\ndouble [u] (ingl.): d\u00e1blio<br \/>\ndrink (ingl.): drinque<br \/>\n\u00e9closion (fr.): eclos\u00e3o<br \/>\nedelweiss (ai.): edelvais<br \/>\n\u00e9dredon (fr.): edred\u00e3o ou edredom<br \/>\n\u00e9lite (fr.): elite<br \/>\nenveloppe (fr.): envelope<br \/>\n\u00e9quipe (fr.): equipe<br \/>\n\u00earaper (fr.): derrapar<br \/>\nescroc (fr.): escroque<br \/>\n\u00e9tiquette (fr.): etiqueta<br \/>\nfilbury (ingl.): t\u00edlburi<br \/>\nfilet (fr.): fil\u00e9 flageoler (fr.): flajol\u00e9<br \/>\nflirt (ingl.): flerte, flertar<br \/>\nfog (ingl.): fogue<br \/>\nfolk-lora (ingl.): folclore (a pron\u00fancia mais corrente \u00e9 com o o aberto)<br \/>\nfoot-ball (ingl.): futebol<br \/>\ngabardine (fr.): gabardina<br \/>\ngaffe (fr.): gafe<br \/>\ngarage (fr.): garagem<br \/>\ngar\u00e7om (fr.): gar\u00e7\u00e3o ou gar\u00e7om<br \/>\ngare (fr.): gare<br \/>\ngeisha (jap.): gueixa<br \/>\ngelosia (it.): gelosia<br \/>\ngeyser (isl.): g\u00eaiser<br \/>\nghetto (it.): gueto<br \/>\nghimel (hebr.): gu\u00edmei<br \/>\ngin (ingl.): gim<br \/>\nglac\u00ea (fr.): glac\u00ea<br \/>\nGneiss (al.): gnaisse<br \/>\ngnocchi (it.): nhoque<br \/>\ngoal (ingl.): gol, golo<br \/>\ngodet (fr.): god\u00e1 ou god\u00f4<br \/>\ngolf (ingl.): golfe<br \/>\ngouache (fr.): guache<br \/>\ngratis (lat.): gr\u00e1tis<br \/>\ngr\u00e8s (fr.): gr\u00e9s<br \/>\ngrimaca (fr.): grima\u00e7a<br \/>\ngrippe (fr.): gripe<br \/>\ngr\u00eds\u00e9 (fr.): gris\u00ea<br \/>\ngrisette (fr.): grisete<br \/>\ngrog (ingl.): grogue<br \/>\ngroseille (fr.): groselha [\u00e9]<br \/>\ngruppetto (it.): grupeto [\u00e9]<br \/>\ngu\u00e9ridon (fr.): gueridom<br \/>\nguichet (fr.): guich\u00ea<br \/>\nguidon (fr.): guidom e guid\u00e3o<br \/>\nguillotina (fr.): guilhotina<br \/>\nhachuro (fr.): hachura<br \/>\nhai-kai (jap.): haicai<br \/>\nhand-ball (ingl.): handebol<br \/>\nhangar (fr.): hangar<br \/>\nhara-kiri (jap.): haraquiri<br \/>\nheth (hebr.): hete<br \/>\nheureka (gr.): heureca<br \/>\nHinterland (al.): hinteri\u00e2ndia<br \/>\nhockey (ingl.): h\u00f3quei<br \/>\nHornblende (al.): hornblenda<br \/>\nHornwerk (al.): hornaveque<br \/>\nimbroglio (it.): imbr\u00f3glio<br \/>\nindigotier (fr.): indigoteiro<br \/>\n\u00ednfluenza (it.): influenza<br \/>\nin-folio (lat.): in-f\u00f3lio<br \/>\njargon (fr.): jarg\u00e3o<br \/>\njeep (ingl.): jipe<br \/>\nj\u00e9r\u00e9miade (fr.): jeremiada<br \/>\njersey (ingl.): j\u00e9rsei<br \/>\njettatura (it.): jetatura<br \/>\njiu-iitsu (jap.): jujutsu<br \/>\njockey (ingl.): j\u00f3quei<br \/>\njungle (ingl.): j\u00e2ngal(a)<br \/>\njury (ingl.): j\u00fari<br \/>\nk\u00e9fir (fr.): quefir<br \/>\nk\u00e9pi (fr. &lt; al.): quepe<br \/>\nkermesse (fr.): quermesse<br \/>\nkimono (jap.): quimono<br \/>\nk\u00edoxk (tur.): quiosque<br \/>\nkitchenette, kitchenet (ingl.): quitinete knock-out (ingl.): nocaute<br \/>\nkodak (ingl.): codaque<br \/>\nkyrie (gr.): qu\u00edrie<br \/>\nkyrie, eleison (gr.): quiriel\u00eaisom lambrequin (fr.): lambrequim<br \/>\nlamed (hebr.): l\u00e2rnede<br \/>\nlandau (fr.): land\u00f4<br \/>\nlandaulet (fr.): landol\u00f3<br \/>\nlandgrave (fr.): land(e)grave<br \/>\nlansquenet (fr. \u2013 al: Landsknecht): Lansquen\u00ea ou lansquenete<br \/>\nlarghetto (it.): largueto<br \/>\nlasagna (it.): lasanha<br \/>\nlavanderie (fr.): lavanderia (Bras.) ou lavandaria (Port.)<br \/>\nlazzarane (it.): lazarone<br \/>\nlazzaretto (it.): lazareto<br \/>\nleader (ingl.): l\u00edder<br \/>\nliane (fr.): liana<br \/>\nl\u00edbretto (it.): libreto<br \/>\nlimousine (fr.): limusine<br \/>\nlinkage (ingl.): lincagem<br \/>\nlockout (ingl.): locaute<br \/>\nloquette (fr.): loquete<br \/>\nlord (ingl.): lorde<br \/>\nlorette (fr.): loreta<br \/>\nlorgnon (fr.): lornh\u00e3o<br \/>\nloulou (fr.): lulu<br \/>\nlucarne (fr.): lucarna<br \/>\nlumachella (ita.): lumaquela<br \/>\nlunch (lngl.): lanche<br \/>\nmacadam (ingl.): macadame<br \/>\nma\u00e7on (fr.): ma\u00e7om ou ma\u00e7\u00e3o<br \/>\nmadame (fr.): madama<br \/>\nmadonna (it.): madona<br \/>\nmagazine (ingl.): magazine<br \/>\nma\u00edllot (fr.): mai\u00f4<br \/>\nmanchette (fr.): manchete<br \/>\nmanicure (fr.): manicuro (m) e manicura (f)<br \/>\nmanteau (fr.): mant\u00f4<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"20%\">maquette (fr.): maqueta e maquete<br \/>\nmaquillage (fr.): maquilagem<br \/>\nmaquiller (fr.): maquilar e maquiar<br \/>\nmarabout (fr.): marabu<br \/>\nmarionette (fr.): marionete<br \/>\nmarquise (fr.): marquesa e marquise<br \/>\nmarron (fr.): marrom<br \/>\nmartadella (it.): mortadela<br \/>\nmassacrer (fr.): massacrar<br \/>\nmatin\u00e9e (fr.): matin\u00ea<br \/>\nmatit\u00e9 (fr.): matidez<br \/>\nmayonnaise (fr.): maionese<br \/>\nmazanilia (esp.): ma\u00e7anilha<br \/>\nmedium (lat.): m\u00e9dium<br \/>\nmem (hebr.): meme<br \/>\nmemorandum (lat.): memorando<br \/>\nmenuet (fr.): minuete<br \/>\nmerlette (fr.): merleta<br \/>\nmerlin (fr.): merlim<br \/>\nm\u00e9tro (fr.): metr\u00f4<br \/>\nmezzanino (it.): mezanino<br \/>\nmignonette (fr.): minhonete<br \/>\nminuetto (it.): minueto [\u00ea]<br \/>\nmispickel (fr. &lt; al. Misspickel): misp\u00edquel mitaine (fr.): mitene<br \/>\nmodiglione (it.): modilh\u00e3o<br \/>\nmofetta (it.): mofeta<br \/>\nmon\u00e9tiser (fr.): monetizar<br \/>\nmontre (f r.): montra<br \/>\nmotinillo (esp.): molinilho<br \/>\nmoutinet (fr.): molinete<br \/>\nmozzetta (it.): mozeta<br \/>\nmunus (lat.): m\u00fanus<br \/>\nmylord (ingl.): milorde<br \/>\nnielle (fr.): nielo<br \/>\nnycron (ingl.): n\u00e1icron<br \/>\nnylon (ingl.): n\u00e1ilon<br \/>\nomelette (fr.): omelete ou omeleta omnibus (lat.): \u00f4nibus<br \/>\nonglet (fr.): onglete<br \/>\nonus (lat.): \u00f4nus<br \/>\norph\u00e9on (fr.): orfe\u00e3o<br \/>\npaletot (fr.): palet\u00f3<br \/>\npaletta (it.): paleta<br \/>\npanne (ir.): pane<br \/>\npantalla (esp.): pantalha<br \/>\npanth\u00e9on (fr.): pante\u00e3o<br \/>\npaquebot (fr. &lt; ingi. packet-boat): paquebote<br \/>\npaquet (fr.): paqu\u00ea, paquete<br \/>\nparques (fr.): parqu\u00ea e parquete pasteuriser (fr.): pasteurizar<br \/>\npastiche (fr. &lt; it. pasticcio): pasticho<br \/>\np\u00e2t\u00e9 (fr.): pat\u00ea<br \/>\npatit-gris (fr.): petigris<br \/>\npatois (fr.): pato\u00e1<br \/>\np\u00e9lerina (fr.): pelerine<br \/>\npeleteria (fr.): peleteria e peletaria<br \/>\npenny (ingl.): p\u00eani<br \/>\npercaline (fr.): percalina<br \/>\npercheron (fr.): percher\u00e3o<br \/>\npetit-maitre (fr.): petimetre<br \/>\npiatter (fr.): piaf\u00e9<br \/>\npickles (ingl.): pickles<br \/>\npicnic (ingl.): piquenique<br \/>\npierrot (fr.): pierr\u00f4<br \/>\npince-nez (fr.): pencen\u00ea<br \/>\nping-pong (ingl.): pingue-pongue<br \/>\npique (fr.): piqu\u00ea<br \/>\npiston (fr.): pist\u00e3o<br \/>\npitoresco (it.): pitoresco<br \/>\npivot (fr.): piv\u00f4<br \/>\npizzicato (it.): pizicato<br \/>\nplacard (fr.): placar<br \/>\nplanche (fr.): prancha<br \/>\nplaqu\u00e9 (fr.): plaqu\u00ea<br \/>\nplasquette (fr.): plaqueta<br \/>\nplastron (fr.): plastr\u00e3o<br \/>\nplateau (fr.): plat\u00f4<br \/>\nplissage (fr.): plissagern<br \/>\npliss\u00e9 (fr.): plissado e pliss\u00ea<br \/>\npoker (ingl.): p\u00f4quer<br \/>\npompon (fr.): pompom<br \/>\nponey (fr. &lt; ingl. pony): p\u00f4nei<br \/>\npopeline (fr.): popelina<br \/>\npose (fr.): pose<br \/>\npouf (fr.): pufe<br \/>\npoule (fr.): pule<br \/>\npozzolana (it.): pozolana<br \/>\npraline (fr.): pralina<br \/>\npr\u00eat (fr.): pr\u00f3<br \/>\nprima donna (it.): prima-dona<br \/>\nprise (fr.): prise<br \/>\npur\u00e9e (fr.): pur\u00ea<br \/>\ne pur\u00e9ia (a forma corrente \u00e9 pir\u00ea)<br \/>\nquaker (ingl.): quacre<br \/>\nqui-pro-quo (lat.): q\u00fciproqu\u00f3<br \/>\nquoph (hebr.): cofe<br \/>\nracconto (it.): raconte<br \/>\nrago\u00fbt (fr.): ragu<br \/>\nraid (ingl.): reide<br \/>\nraquette (fr.): raquete e raqueta (corresp. ao it. rachetta)<br \/>\nrav\u00edne (fr.): ravina<br \/>\nravioli (it.): ravi\u00f3li<br \/>\nray-grass (ingl.): raigr\u00e1s<br \/>\nrayon (ingl.): raiom<br \/>\nrazzia (it.): razia<br \/>\nrecaoutchoutage (fr.): recauchutagem<br \/>\nrecaoutchouter (fr.): recauchutar<br \/>\nrecipe (lat.): r\u00e9cipe<br \/>\nr\u00e9clame (fr.): reclame ou reclamo<br \/>\nrecord (ingl.): recorde<br \/>\nreferendum (lat.): referendo<br \/>\nrelais (fr.): rel\u00e9<br \/>\nrendez-vous (fr.): randevu<br \/>\nrenette (fr.): renete<br \/>\nreport (ingl.): reporte e reportar<br \/>\nreporter (ingl.): rep\u00f3rter<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"20%\">requiem (lat.): r\u00e9quiem<br \/>\nresch (hebr.): rexe<br \/>\nr\u00e9s\u00e9da (fr.): resed\u00e1 e reseda<br \/>\nricochet (fr.): ricochete<br \/>\nricotta (it.): ricota<br \/>\nring (ingl.): ringue<br \/>\nrisotto (it.): risoto<br \/>\nritornello (it.): ritam\u00e9lo<br \/>\nrnansarde (fr.): mansarda<br \/>\nrnaroutle (fr.): marufle<br \/>\nroast-beet (ingl.): rosbife e bife<br \/>\nrondeau (fr.): rond\u00f3<br \/>\nrosillo (esp.): rosilho<br \/>\nrosoglio (it.): ros\u00f3lio<br \/>\nrouge (fr.): ruge<br \/>\nrump-steak (ingl.): rumisteque<br \/>\nsabotago (fr.): sabotagem<br \/>\nsaboter (fr.): sabotar<br \/>\nsalsiccia (it.): salsicha<br \/>\nsaltarello (it.): saltarelo<br \/>\nsamech (hebr.): s\u00e2meque<br \/>\nsandwich (ingl.): sandu\u00edche<br \/>\nscore (ingl.): escore<br \/>\nscratch (ingl.): escrete<br \/>\nseguidilla (esp.): seguidilha<br \/>\nshampoo (ingl.): xampu<br \/>\nshibaleth (hebr.): xibolet (para ser aportg. H\u00e1 que se escrever xibolete.)<br \/>\nsh\u00edlling (ingl.): xelim<br \/>\nshoot (ingl.): chute, chutar (j\u00e1 consagrados, embora a translitera\u00e7\u00e3o normal do sh ingl. Se fa\u00e7a com o x em port.: xampu, xelim, Xangai, etc.)<br \/>\nsketch (ingl.): esquete<br \/>\nski (ingl.): esqui(ar)<br \/>\nslack (ingl.): eslaque<br \/>\nslogan (ingl.): esl\u00f3g\u00e3o<br \/>\nsnob (ingl.): esnobe<br \/>\nsnooker (ingl.): sinuca<br \/>\nsociety (ingl.): so\u00e7aite<br \/>\nsolvable (fr.): solv\u00e1vel<br \/>\nsoutache (fr.): sutache<br \/>\nspaghetti (it.): espaguete<br \/>\nspleen (ingl.): esplim<br \/>\nsport (ingl.): esporte<br \/>\nstalf (ingl.): estafe<br \/>\nstencil (ingl.): est\u00eancil<br \/>\nsterling (ingl.): esterlina (libra) \u2013 esterlim e esterlino<br \/>\nstock (ingl.): estoque<br \/>\nstore (fr.): estore<br \/>\nsweater (ingl.): su\u00e9ter<br \/>\nswing (ingl.): suingue<br \/>\nt(h)aler (al.): t\u00e1ler<br \/>\nt(h)alweg (al.): talvegue<br \/>\ntamiser (fr.): tamisar<br \/>\ntank (ingl.): tanque<br \/>\nteam (ingl.): time<br \/>\ntender (ingl.): t\u00eander<br \/>\ntennis [de lawn-tennis] (ingl.): t\u00eanis<br \/>\nterracotta (it.): terracota<br \/>\nterzetto (it.): terceto<br \/>\ntest (ingl.): testar<br \/>\ntic (fr.): tique<br \/>\ntilm (ingl.): filme<br \/>\ntoast (ingl.): toste<br \/>\ntoboggan (ingl., canad.): tobog\u00e3<br \/>\ntoileite (fr.): toalete<br \/>\ntory (ingl.): t\u00f3ri<br \/>\ntoulard (fr.): fular<br \/>\ntourism (ingl.) ou tourisme (fr.): turismo<br \/>\ntourist (ingl.) ou touriste (fr.): turista<br \/>\ntox-trot (ingl.): foxtrote<br \/>\ntrailer (ingl.): tr\u00eailer, tr\u00e1iler<br \/>\ntramway (ingl.): tr\u00e2muei, tranvia<br \/>\ntravesti (fr.): travesti, tra(n)svestido<br \/>\ntricoline (fr.): tricolina<br \/>\ntricot (fr.): tric\u00f4<br \/>\ntriolet (fr.): triol\u00e9<br \/>\ntrolley (ingl.): trole<br \/>\ntrompette (fr.): trompeta, trompete<br \/>\ntrou-trou (fr.): frufru<br \/>\ntruism (ingl.): tru\u00edsmo<br \/>\ntrust (ingl.): truste<br \/>\nturbine (fr.): turbina<br \/>\nturt (ingl.): turfe<br \/>\ntwist (ingl.): tu\u00edste<br \/>\nukaz (russo \u2013 atrav\u00e9s do fr. ou do esp.): ucasse<br \/>\nusine (fr.): usina<br \/>\nusinier (fr.): usineiro<br \/>\nvade mecum (lat.) vade-m\u00e9cum<br \/>\nvalise (fr.): valise<br \/>\nvedetta (it.): vedeta<br \/>\nvedette (fr.): vedete<br \/>\nvellor\u00ed (cast.): velhori<br \/>\nvelout\u00edne (fr.): velutina<br \/>\nvendetta (it.): vendeta<br \/>\nverm\u00edne (fr.): v\u00e9rmina (por vir do fr. s\u00f3 caberia a pros\u00f3dia parox\u00f3tina: vermina. O proparox\u00edtono \u2013 v\u00e9rmina \u2013 \u00e9 latinismo.) vermout (fr.&lt; al. Wermut): vermute<br \/>\nverve (fr.): verve<br \/>\nvichy (fr.): vichi<br \/>\nvilleggiatura (it.): vilegiatura<br \/>\nvitrail (fr.): vitral<br \/>\nvitrine (fr.): vitrina<br \/>\nvol-au-vent (fr.): volov\u00e3<br \/>\nvolley-ball (ingl.): volibol ou (m.us.) voleibol ou ainda, abrev., v\u00f4lei<br \/>\nwagon (fr. &lt; ingl.): vag\u00e3o<br \/>\nwagonette (fr.): vagonete e vagoneta<br \/>\nwhisky (ingl.): u\u00edsque<br \/>\nwhist (ingl.): u\u00edste<br \/>\nWoltram (al.): volfr\u00e2mio<br \/>\nyacht (ingl.): late<br \/>\nyankee (ingl.): ianque<br \/>\nyen (jap.): iene<br \/>\nyoghurt (ingl.): iogurte.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Fonte:\u00a0<\/strong>Col\u00e9gio S\u00e3o Francisco\/www.vitoria.es.gov.br\/letrasdespidas.wordpress.com\/www.fbvcursos.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estrangeirismo \u2013 O que \u00e9 Voc\u00ea sabia que o termo \u201cestrangeirismo\u201d significa palavra ou express\u00e3o de outras l\u00ednguas, empregada na l\u00edngua portuguesa. 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