{"id":81083,"date":"2016-08-22T21:38:01","date_gmt":"2016-08-22T21:38:01","guid":{"rendered":"http:\/\/cmsportal.dalfers.com.br\/?p=81083"},"modified":"2026-06-17T15:44:05","modified_gmt":"2026-06-17T17:44:05","slug":"pronomes-reflexivos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/linguagens-e-codigos\/portugues\/pronomes-reflexivos","title":{"rendered":"Pronomes Reflexivos"},"content":{"rendered":"<p><b>Pronomes Reflexivos \u2013 O que \u00e9<\/b><\/p>\n<p>Todo\u00a0<strong>pronome Rec\u00edproco<\/strong>\u00a0\u00e9 um pronome reflexivo mas nem todo pronome reflexivo \u00e9 Rec\u00edproco, ou seja,\u00a0<strong>pronomes Rec\u00edprocos<\/strong>\u00a0est\u00e3o contidos nos\u00a0<b>Pronomes Reflexivos<\/b>.<\/p>\n<p><b>Pronomes reflexivos rec\u00edprocos<\/b>\u00a0indicam que a a\u00e7\u00e3o verbal \u00e9 m\u00fatua. Eles s\u00e3o representados pelos pronomes obl\u00edquos plurais (nos, vos, se) e ocorrem quando dois ou mais sujeitos praticam e sofrem a mesma a\u00e7\u00e3o entre si (um age sobre o outro)<\/p>\n<p>Os\u00a0<b>pronomes reflexivos\u00a0<\/b>s\u00e3o aqueles usados quando o sujeito da ora\u00e7\u00e3o pratica e, ao mesmo tempo, recebe a a\u00e7\u00e3o verbal. Em termos pr\u00e1ticos, a a\u00e7\u00e3o &#8220;reflete&#8221; de volta para o pr\u00f3prio sujeito.<\/p>\n<p>Como pode haver diversas 3\u00aas pessoas cumprindo diversos pap\u00e9is (sujeito e objeto direto\/indireto) numa ora\u00e7\u00e3o, a l\u00edngua portuguesa apresenta o pronome reflexivo \u2018se\u2019, que, quando empregado, denota que a mesm\u00edssima pessoa que \u00e9 o sujeito da ora\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m o objeto.<\/p>\n<p>Assim, numa ora\u00e7\u00e3o como \u201cGuilherme j\u00e1 se preparou\u201d, o \u2018se\u2019 denota que a pessoa preparada por Guilherme foi ele pr\u00f3prio. Se, ao inv\u00e9s de \u2018se\u2019, tiv\u00e9ssemos empregado \u2018o\u2019 (pronome obl\u00edquo exclusivo para objetos diretos) numa ora\u00e7\u00e3o como \u201cGuilherme j\u00e1 o preparou\u201d entender\u00edamos que ele preparou a outra pessoa.<\/p>\n<p>No entanto, a mesma coisa n\u00e3o ocorre com as outras pessoas (1\u00aa e 2\u00aa), pois, como elas n\u00e3o se alteram, n\u00e3o precisamos empregar um pronome especial.<\/p>\n<p><strong>Veja exemplos:<\/strong><\/p>\n<p>Eu n\u00e3o me vanglorio disso. (O \u2018me\u2019 poderia referir-se a que outro \u2018eu\u2019?)<br \/>\nOlhei para mim no espelho e n\u00e3o gostei do que vi.<br \/>\nAssim tu te prejudicas. (Mesma coisa com o \u2018te\u2019)<br \/>\nConhece-te a ti mesmo.<br \/>\nLavamo-nos no rio.<br \/>\nV\u00f3s vos beneficiastes com a Boa Nova.<\/p>\n<p><strong>Nota:<\/strong>\u00a0No Brasil, costuma-se usar o pronome \u2018si\u2019 tamb\u00e9m com sentido reflexivo, contudo o mesmo n\u00e3o ocorre em Portugal. Portanto, uma ora\u00e7\u00e3o como \u201cEla falou de si\u201d seria gen\u00e9ricamente entendida no Brasil como \u201cde si mesma\u201d enquanto em Portugal como \u201cde outrem\u201d.<strong>\u00a0O mesmo vale para \u2018consigo\u2019:\u00a0<\/strong>\u201cAnt\u00f4nio conversou consigo mesmo\u201d.<\/p>\n<p><b>A Palavra Se<\/b><\/p>\n<p><strong>Pronome Reflexivo<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 pronome reflexivo quando indicar que o sujeito pratica a a\u00e7\u00e3o sobre si mesmo. Nesse caso, o verbo concordar\u00e1 com o sujeito.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>A menina machucou-se ao cair do brinquedo.<br \/>\nAs meninas machucaram-se.<\/p>\n<p><strong>Pronome Rec\u00edproco<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 pronome rec\u00edproco quando indicar a\u00e7\u00e3o trocada entre os elementos que comp\u00f5em o sujeito. Nesse caso, o verbo concordar\u00e1 com o sujeito.<\/p>\n<p><b>Exemplo:\u00a0<\/b>Sandro e Carla adoram-se.<\/p>\n<p><strong>Pronome Integrante do Verbo<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 pronome integrante do verbo quando aparecer junto de verbos pronominais, que s\u00e3o os que n\u00e3o se conjugam sem pronome.<\/p>\n<p><strong>Por exemplo:\u00a0<\/strong>suicidar-se, arrepender-se, queixar-se, zangar-se, ater-se, abster-se \u2026 Nesse caso, o verbo concordar\u00e1 com o sujeito. Ex. Genofretildo suicidou-se depois que seus s\u00f3cios se queixaram dele para o advogado.<\/p>\n<p><strong>Pronome Expletivo ou Pronome de Realce:<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 pronome expletivo, quando for usado apenas para refor\u00e7ar a id\u00e9ia contida no verbo, sendo, por isso, dispens\u00e1vel na frase. Ocorrer\u00e1 o pronome expletivo com verbo intransitivo que tenha sujeito claro. Aparece, em geral, junto aos verbos ir, partir, chegar, passar, rir, sorrir, morrer. Novamente o verbo concordar\u00e1 com o sujeito.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>As nossas esperan\u00e7as foram-se para sempre.<br \/>\nAs meninas sorriram-se agradecidas.<br \/>\n\u201cVai-se a primeira pomba despertada\u201d. (Raimundo Correia)<\/p>\n<p><strong>Pronome Apassivador:<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 pronome apassivador, quando formar, junto de um verbo transitivo direto, a voz passiva sint\u00e9tica, que pode ser transformada em passiva anal\u00edtica; indica que o sujeito \u00e9 paciente e com ele concorda.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Compram-se carros usados. = Carros usados s\u00e3o comprados.<br \/>\nEsperou-se o tempo necess\u00e1rio. = O tempo necess\u00e1rio foi esperado.<br \/>\nAlugam-se casas na praia. = Casas na praia s\u00e3o alugadas.<\/p>\n<p><strong>Pronome de Indetermina\u00e7\u00e3o do Sujeito<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 pronome de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito, quando surgir junto a verbo transitivo indireto acompanhado de objeto indireto, a verbo transitivo direto acompanhado de objeto direto preposicionado, a verbo de liga\u00e7\u00e3o acompanhado de predicativo do sujeito e a verbo intransitivo sem sujeito claro. Nesse caso, o verbo dever\u00e1 ficar, obrigatoriamente, na terceira pessoa do singular.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Necessita-se de pessoas qualificadas. (VTI com OI)<br \/>\nEstima-se a Jorge Amado. (VTD com OD Prep.)<br \/>\nAqui se est\u00e1 satisfeito com o governo. (VL com PS)<br \/>\nAinda se morre de tuberculose no Brasil. (VI sem sujeito claro)<\/p>\n<p><strong>Sujeito Acusativo<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 sujeito acusativo quando aparecer em estruturas formadas pelos auxiliares causativos fazer, mandar e deixar e pelos auxiliares sensitivos ver, ouvir, sentir\u2026, seguidos de objeto direto na forma de ora\u00e7\u00e3o reduzida (verbo no infinitivo ou no ger\u00fandio).<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Ela deixou-se levar pelo namorado.<br \/>\nN\u00f3s a vimos virando a esquina.<br \/>\nO gerente mandou o garoto buscar os documentos.<\/p>\n<p>Quando o sujeito acusativo for representado por um substantivo plural, o verbo no infinitivo tanto poder\u00e1 ficar no singular quanto no plural.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Mandar as garotas fazer o trabalho.<br \/>\nMandaram as garotas fazerem o trabalho.<\/p>\n<p><strong>Conjun\u00e7\u00e3o Subordinativa Integrante:<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 conjun\u00e7\u00e3o subordinativa integrante, quando iniciar ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva, ou seja, ora\u00e7\u00e3o que funcione como sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo do sujeito, complemento nominal ou aposto.<\/p>\n<p><b>Exemplo:\u00a0<\/b>N\u00e3o sei se todos ter\u00e3o condi\u00e7\u00f5es de acompanhar a mat\u00e9ria. (Ora\u00e7\u00e3o que funciona como OD) Sentiremos se voc\u00eas n\u00e3o comparecerem \u00e0 solenidade. (Ora\u00e7\u00e3o que funciona como OD)<\/p>\n<p><strong>Conjun\u00e7\u00e3o Subordinativa Condicional<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 conjun\u00e7\u00e3o subordinativa condicional, quando iniciar ora\u00e7\u00e3o subordinada adverbial condicional, ou seja, quando iniciar ora\u00e7\u00e3o que funcione como adjunto adverbial de condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Exemplo:\u00a0<\/b>Tudo estaria resolvido, se ele tivesse devolvido o dinheiro.<\/p>\n<p><strong>Conjun\u00e7\u00e3o Subordinativa Causal<\/strong><\/p>\n<p>A palavra se ser\u00e1 conjun\u00e7\u00e3o subordinativa causal, quando iniciar ora\u00e7\u00e3o subordinada adverbial causal, ou seja, quando iniciar ora\u00e7\u00e3o que funcione como adjunto adverbial de causa.<\/p>\n<p><b>Exemplo:\u00a0<\/b>Se voc\u00ea sabia que eu n\u00e3o conseguiria, por que me deixou sozinho?<\/p>\n<p><b>Fun\u00e7\u00f5es da palavra SE<\/b><\/p>\n<p><b>Pronome reflexivo com a fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica do objeto direto\u00a0<\/b>Elas n\u00e3o se encontravam na reda\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<b>Pronome reflexivo com a fun\u00e7\u00e3o de objeto indireto\u00a0<\/b>Ele atribu\u00eda-se o direito de julgar.<br \/>\n<b>Pronome reflexivo rec\u00edproco com a fun\u00e7\u00e3o de objeto direto<\/b>\u00a0Admiravam-se de longe.<br \/>\n<b>Pronome reflexivo rec\u00edproco com a fun\u00e7\u00e3o de objeto indireto\u00a0<\/b>Eles retribu\u00edram-se as respectivas malvadezas.<br \/>\n<b>Pronome reflexivo com a fun\u00e7\u00e3o de sujeito de um infinitivo\u00a0<\/b>Ela deixou-se ir.<br \/>\n<b>Pronome apassivador\u00a0<\/b>Compram-se jornais.<br \/>\n<b>\u00cdndice de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito\u00a0<\/b>Assistiu-se a um belo espet\u00e1culo.<br \/>\n<b>Pronome de realce\u00a0<\/b>O mestre da outra escola sorriu-se da tradu\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<b>Parte integrante dos verbos essencialmente pronominais\u00a0<\/b>Queixou-se muito da vida.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o subordinativa integrante\u00a0<\/b>Ela queria ver se conseguia.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o subordinativa condicional\u00a0<\/b>Se eles vierem, ser\u00e3o bem recebidos.<\/p>\n<p><b>Fun\u00e7\u00f5es do QUE<\/b><\/p>\n<p><b>Pronome relativo: (o qual, a qual)\u00a0<\/b>A curiosidade \u00e9 um v\u00edcio que desconhece termos.<br \/>\n<b>Pronome substantivo indefinido: (= que coisa) ligado a verbo.\u00a0<\/b>Elas n\u00e3o sabiam que fazer.<br \/>\n<b>Pronome adjetivo indefinido: (= quanto, quanta) ligado a substantivo\u00a0<\/b>Que tristeza, meu Deus!<br \/>\n<b>Pronome interrogativo: (se, no final de frase, \u00e9 acentuado)\u00a0<\/b>Por que n\u00e3o vai conosco? Voc\u00ea n\u00e3o foi, por qu\u00ea?<br \/>\n<b>Substantivo antecedido de artigo e \u00ea acentuado\u00a0<\/b>Havia em seus olhos um qu\u00ea de curiosidade.<br \/>\n<b>Preposi\u00e7\u00e3o: Pode ser substitu\u00eddo normalmente pelo \u201cde\u201d\u00a0<\/b>A gente tem que explicar com franqueza certas coisas.<br \/>\n<b>Adv\u00e9rbio de intensidade: (muito) ligado a adjetivo\u00a0<\/b>Que bela tarde!<br \/>\n<b>Interjei\u00e7\u00e3o: (sempre acentuado)\u00a0<\/b>Qu\u00ea! Voc\u00ea tem coragem?<br \/>\n<b>Part\u00edcula expletiva\u00a0<\/b>Que esperto que \u00e9 teu irm\u00e3o!<br \/>\n<b>Faz parte da locu\u00e7\u00e3o expletiva\u00a0<\/b>Ele \u00e9 que sabe das coisas!<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o causal: (= porque)\u00a0<\/b>Disse que n\u00e3o iria, que n\u00e3o tinha roupas adequadas.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o Integrante<\/b>\u00a0Suponhamos que elas viessem<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o Comparativa\u00a0<\/b>Uma era mais esperta que a outra.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o concessiva (= embora)\u00a0<\/b>Que n\u00e3o seja rico, sempre me casarei com ele.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o Condicional (= se)\u00a0<\/b>Que voc\u00ea pague a promiss\u00f3ria, h\u00e3o de entregar a mercadoria.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o Conformativa (= segundo, conforme)\u00a0<\/b>Ao que dizem, os exames ser\u00e3o dific\u00edlimos.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o Temporal:\u00a0<\/b>Chegados que foram \u00e0 cabana, reviraram tudo.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o Final:\u00a0<\/b>Fiz-lhe sinal que se calasse.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o Consecutiva:\u00a0<\/b>Falou tanto que ficou rouco.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o Aditiva:\u00a0<\/b>Anda que anda e nada encontra.<br \/>\n<b>Conjun\u00e7\u00e3o Explicativa:\u00a0<\/b>Fique quieto que eu quero dormir.<\/p>\n<p><b>Fun\u00e7\u00e3o da Palavra SE<\/b><\/p>\n<p>A palavra SE pode exercer diversas fun\u00e7\u00f5es dentro da l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n<p><strong>Tais fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o as seguintes:<\/strong><\/p>\n<p><strong>a)\u00a0<\/strong>Pronome apassivador ou part\u00edcula apassivadora<\/p>\n<p>Aparece na forma\u00e7\u00e3o da voz passiva sint\u00e9tica com verbos transitivo direto, e transitivo direto e indireto; com verbo transitivo apenas indireto, n\u00e3o h\u00e1 possibilidade. Na pr\u00e1tica, a frase pode ser transposta para a passiva anal\u00edtica ( com dois verbos ).<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Reformam-se m\u00f3veis velhos. (= M\u00f3veis velhos s\u00e3o reformados. )<br \/>\nEntregou-se o pr\u00eamio ao aluno que obteve a melhor nota. (= O pr\u00eamio foi entregue ao aluno que obteve a melhor nota. )<\/p>\n<p><strong>b)\u00a0<\/strong>\u00cdndice de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m chamado de pronome impessoalizador, pronome apassivador impessoal ou, ainda, s\u00edmbolo de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito, aparece junto a verbo intransitivo ou transitivo indireto.<\/p>\n<p>Como o nome j\u00e1 diz, quando exerce essa fun\u00e7\u00e3o, a palavra SE indetermina o sujeito da ora\u00e7\u00e3o. Esse tipo de ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o admite a passagem para a voz passiva anal\u00edtica e o verbo estar\u00e1 sempre na 3\u00ba pessoa do singular.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Vive-se bem naquele pa\u00eds.<br \/>\nPrecisava-se de novas fontes de riquezas.<\/p>\n<p><strong>c)\u00a0<\/strong>Pronome reflexivo<\/p>\n<p>Usado para indicar que a a\u00e7\u00e3o praticada pelo sujeito recai sobre o pr\u00f3prio sujeito ( voz reflexiva).\u00a0<strong>\u00c9 substitu\u00edvel por:\u00a0<\/strong>a si mesmo, a si pr\u00f3prio etc.<\/p>\n<p><b>Exemplo:<\/b><\/p>\n<p>O lenhador machucou-se com a foice. (= machucou a si mesmo)<br \/>\nLocalize-se no mapa. (= localize a si pr\u00f3prio)<\/p>\n<p><strong>d)\u00a0<\/strong>Pronome reflexivo rec\u00edproco<\/p>\n<p>Usado para indicar que a a\u00e7\u00e3o praticada por um dos elementos do sujeito recai sobre o outro elemento do sujeito e vice-versa.\u00a0<strong>Na pr\u00e1tica, \u00e9 substitu\u00edvel por<\/strong>: um ao outro, uns aos outros etc.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Pai e filho abra\u00e7aram-se emocionados. (= abra\u00e7aram um ao outro )<br \/>\nAmigo e amiga deram-se as m\u00e3o afetuosamente. (= deram as m\u00e3os um ao outro)<\/p>\n<p><strong>e)\u00a0<\/strong>Parte integrante do verbo<\/p>\n<p>H\u00e1 verbos que s\u00e3o essencialmente pronominais, isto \u00e9, s\u00e3o sempre apresentados e conjugados com o pronome. N\u00e3o se deve confundi-los com os verbos reflexivos, que s\u00e3o acidentalmente pronominais.\u00a0<strong>Os verbos essencialmente pronominais geralmente se referem a sentimentos e fen\u00f4menos mentais<\/strong>: indignar-se, ufanar-se, atrever-se, admirar-se, lembrar-se, esquecer-se, orgulhar-se arrepender-se, queixar-se, etc.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Os atletas queixaram-se do tratamento recebido.<br \/>\nEle n\u00e3o se dignou a entrar.<\/p>\n<p><strong>f)\u00a0<\/strong>Part\u00edcula expletiva ou de realce<\/p>\n<p>O SE \u00e9 considerado part\u00edcula expletiva ou de realce quando ocorre, principalmente, ao lado de verbos intransitivos, de movimento ou que exprimem atitudes da pessoa em rela\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3prio corpo ( ir-se, partir-se, chegar-se, passar-se, rir-se, sentar-se, sorrir-se, etc. ), em constru\u00e7\u00f5es em que o SE n\u00e3o apresenta nenhuma fun\u00e7\u00e3o essencial para a compreens\u00e3o da mensagem. Trata-se de um recurso estil\u00edstico, um refor\u00e7o de express\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Acabou-se a confian\u00e7a no pr\u00f3ximo.<br \/>\nL\u00e1 se vai mais um caminh\u00e3o de verduras.<\/p>\n<p><strong>g)\u00a0<\/strong>A conjun\u00e7\u00e3o SE<\/p>\n<p>Atuando como conjun\u00e7\u00e3o, o SE sempre introduz ora\u00e7\u00e3o subordinada.<\/p>\n<p><strong>Conjun\u00e7\u00e3o subordinativa integrante<\/strong><\/p>\n<p>Inicia ora\u00e7\u00f5es subordinadas substantivas ( subjetiva, objetiva direta, etc.).<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Ningu\u00e9m sabe se ele venceu a partida.<br \/>\nN\u00e3o sei se tudo isso vale a pena.<\/p>\n<p><strong>Conjun\u00e7\u00e3o subordinativa condicional<\/strong><\/p>\n<p>Introduz as ora\u00e7\u00f5es subordinadas adverbiais condicionais. Essas ora\u00e7\u00f5es exprimem a condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para que se realize ou deixe de se realizar o fato expresso na ora\u00e7\u00e3o principal. Essa rela\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se pode dar em um sentido hipot\u00e9tico.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Se n\u00e3o chover, partiremos \u00e0 tarde.<br \/>\nO material ser\u00e1 devolvido se voc\u00ea quiser.<\/p>\n<p><strong>Sujeito de um infinitivo<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se das estruturas formadas pelos auxiliares causativos (deixar, mandar e fazer) e sensitivos (ver, ouvir, sentir, etc.) quando seguidos de objeto direto na forma de ora\u00e7\u00e3o reduzida. Nesse casos, o pronome SE atuar\u00e1 sintaticamente como sujeito.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Deixou-se ficar \u00e0 janela a tarde toda.<br \/>\nO jovem professor sentiu-se fraquejar.<\/p>\n<p><strong>Objeto direto<\/strong><\/p>\n<p>Acompanha verbo transitivo direto que tenha sujeito animado.<\/p>\n<p><b>Exemplos:<\/b><\/p>\n<p>Ergueu-se, passou a toalha no rosto.<br \/>\nVestiu-se rapidamente, telefonou pedindo um t\u00e1xi, saiu.<\/p>\n<p><strong>Objeto indireto<\/strong><\/p>\n<p>Aparece quando o verbo \u00e9 transitivo direto e indireto.<\/p>\n<p>Ele arroga-se a liberdade de sair a qualquer hora.<br \/>\nEle imp\u00f4s-se uma disciplina rigorosa.<\/p>\n<p><b>Pronomes Reflexivos \u2013 Complemento Verbal<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o aqueles que expressam a igualdade entre o sujeito e o objeto da a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os pronomes reflexivos, embora tamb\u00e9m apontem para o sujeito da ora\u00e7\u00e3o, exercem sempre a fun\u00e7\u00e3o de complemento verbal (objeto direto ou indireto). Por esse motivo s\u00e3o associados aos pronomes pessoais do caso obl\u00edquo, herdando as caracter\u00edsticas desses.<\/p>\n<p><strong>O quadro dos pronomes reflexivos \u00e9 assim configurado:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1\u00aa pessoa do singular (eu):<\/strong>\u00a0me<br \/>\n<strong>2\u00aa pessoa do singular (tu):<\/strong>\u00a0ti<br \/>\n<strong>3\u00aa pessoa do singular (ele, ela):<\/strong>\u00a0si, consigo<br \/>\n<strong>1\u00aa pessoa do plural (n\u00f3s):<\/strong>\u00a0nos<br \/>\n<strong>2\u00aa pessoa do plural (v\u00f3s):\u00a0<\/strong>vos<br \/>\n<strong>3\u00aa pessoa do plural (eles, elas):\u00a0<\/strong>si, consigo<\/p>\n<p>Com exce\u00e7\u00e3o das terceiras pessoas do singular e plural, as demais formas dos pronomes reflexivos repetem as formas do pronome obl\u00edquo \u00e1tono. Como os pronomes \u00e1tonos s\u00e3o fracos quanto \u00e0 acentua\u00e7\u00e3o, h\u00e1 determinadas formas e posi\u00e7\u00f5es fixas para eles na ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A forma contra\u00edda dos pronomes reflexivo (consigo) \u00e9 obrigat\u00f3ria na constru\u00e7\u00e3o dos pronomes de 3\u00aa pessoas do singular e do plural. Essa forma contra\u00edda freq\u00fcentemente exerce a fun\u00e7\u00e3o de adjunto adverbial de companhia (<b>ex.<\/b>: Ela veio comigo).<\/p>\n<p><strong>A concord\u00e2ncia e os pronomes reflexivos<\/strong><\/p>\n<p>Os pronomes reflexivos (me, te, se, nos e etc.) possuem uma forma especial para cada pessoa verbal.<\/p>\n<p>Para indicar que o objeto da a\u00e7\u00e3o \u00e9 a mesma pessoa que o sujeito que a pratica, \u00e9 obrigat\u00f3ria a concord\u00e2ncia em pessoa entre o pronome reflexivo e a pessoa a qual se refere.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 importante lembrar, ainda, que a terceira pessoa possui uma \u00fanica forma tanto para o singular quanto para o plural<\/strong>: se, si e consigo.<\/p>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong><\/p>\n<p>Eu se machuquei. [Inadequado] Eu me machuquei. [Adequado]<br \/>\nEla foi embora e levou minha juventude contigo. [Inadequado] Ela foi embora e levou minha juventude consigo. [Adequado]<\/p>\n<p><strong>Observe que a concord\u00e2ncia pr\u00f3pria aos pronomes reflexivos respeitam apenas a pessoa verbal e n\u00e3o o g\u00eanero da pessoa a qual se refere, sen\u00e3o vejamos os exemplos de senten\u00e7as corretas:<\/strong><\/p>\n<p>Ela est\u00e1 fora de si. \/ Ele est\u00e1 fora de si.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 comum acrescentar algumas express\u00f5es refor\u00e7ativas junto aos pronomes reflexivos. Dessa forma, destaca-se a id\u00e9ia de igualdade entre as pessoas que est\u00e3o sujeitas \u00e0 a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong><\/p>\n<p>Eu me machuquei. Eu mesma me machuquei.<br \/>\nEles se julgavam. Eles julgavam-se a si mesmos.<\/p>\n<p><strong>Verbos com pronome \u201cse\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Certos verbos da L\u00edngua Portuguesa expressam, na sua forma infinitiva, a id\u00e9ia de a\u00e7\u00e3o reflexiva. Para indicar que o objeto da a\u00e7\u00e3o \u00e9 a mesma pessoa que o sujeito que a pratica, \u00e9 obrigat\u00f3ria a concord\u00e2ncia em pessoa entre o pronome reflexivo e a pessoa \u00e0 qual se refere.<\/p>\n<p>O pronome \u201cse\u201d torna-se, portanto, parte integrante dos verbos reflexivos. S\u00e3o esses os verbos indicativos de sentimentos ou mudan\u00e7a de estado, tais como preocupar-se, queixar-se, indignar-se, admirar-se, comportar-se, congelar-se, derreter-se e etc.<\/p>\n<p><strong>Os pronomes reflexivos (me, te, se, nos e etc.) possuem uma forma especial para cada pessoa verbal, com exce\u00e7\u00e3o da terceira pessoa, que possui uma \u00fanica forma tanto para o singular quanto para o plural<\/strong>: se, si e consigo.<\/p>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong><\/p>\n<p>N\u00f3s se atrevemos a ler seus manuscritos. [Inadequado] N\u00f3s nos atrevemos a ler seus manuscritos. [Adequado]<br \/>\nEu teimava em suicidar-se em tempo breve. [Inadequado] Eu teimava em suicidar-me em tempo breve. [Adequado]<\/p>\n<p><strong>O \u201cse\u201d em in\u00edcio de senten\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p><strong>A palavra \u201cse\u201d desempenha diversas fun\u00e7\u00f5es na l\u00edngua portuguesa<\/strong>: part\u00edcula apassivadora, \u00edndice de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito, pronome, conjun\u00e7\u00e3o, palavra integrante, termo expletivo, etc.<\/p>\n<p>Dentre essas v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es do \u201cse\u201d, a de conjun\u00e7\u00e3o \u00e9 a \u00fanica que permite o seu emprego em in\u00edcio de senten\u00e7a. Enquanto conjun\u00e7\u00e3o, o \u201cse\u201d indica a id\u00e9ia de condi\u00e7\u00e3o, possibilidade; por isso, \u00e9 uma conjun\u00e7\u00e3o condicional. \u00c9 poss\u00edvel, portanto, iniciar uma senten\u00e7a com uma ora\u00e7\u00e3o condicional, ou seja, impondo-se uma condi\u00e7\u00e3o para que um fato ocorra.<\/p>\n<p>Por conseq\u00fc\u00eancia dessas observa\u00e7\u00f5es acima, \u00e9 inaceit\u00e1vel o emprego da palavra \u201cse\u201d como pronome, por exemplo, em in\u00edcio de senten\u00e7a. O pronome \u201cse\u201d \u00e9 um pronome pessoal reflexivo ou rec\u00edproco. Dentre os pronomes pessoais, os \u00fanicos permitidos para figurarem em in\u00edcio de senten\u00e7a s\u00e3o os pronomes pessoais do caso reto (eu, tu, ele e etc.). Os demais pronomes pessoais (<strong>os obl\u00edquos<\/strong>: me, te, o, a e etc. e os reflexivos e\u00a0<strong>rec\u00edprocos<\/strong>: nos, se e etc.), ocupam posi\u00e7\u00e3o interna na senten\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong><\/p>\n<p>Se ofendiam e se amavam compulsivamente. [Inadequado] Ofendiam-se e amavam-se compulsivamente. [Adequado]<br \/>\nSe aproximaram um do outro fingindo ignorarem-se. [Inadequado] Aproximaram-se um do outro fingindo ignorarem-se. [Adequado]<\/p>\n<p>Como part\u00edcula apassivadora, o \u201cse\u201d mant\u00e9m-se junto ao verbo, da mesma forma que o pronome. Sua liga\u00e7\u00e3o com o verbo \u00e9 demonstrada pelo uso do h\u00edfen, que n\u00e3o permite que o \u201cse\u201d fique solto na senten\u00e7a. \u00c9 inadequado, portanto, o emprego do \u201cse\u201d \u2013 part\u00edcula apassivadora \u2013 em in\u00edcio de senten\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong><\/p>\n<p>Se ouvem passos no corredor, aterrorizando a madrugada. [Inadequado] Ouvem-se passos no corredor, aterrorizando a madrugada. [Adequado]<br \/>\nSe calcula imposto de renda aqui. [Inadequado] Calcula-se imposto de renda aqui. [Adequado]<\/p>\n<p>\u00c9 interessante exemplificar, ainda, o emprego inadequado do \u201cse\u201d quando este exerce a fun\u00e7\u00e3o de part\u00edcula integrante de verbos. Nessa situa\u00e7\u00e3o, o \u201cse\u201d \u00e9 representado porque faz parte dos chamados verbos pronominais (<b>ex.<\/b>: suicidar-se, arrepender-se). Nesse caso, o \u201cse\u201d tamb\u00e9m \u00e9 inaceit\u00e1vel em in\u00edcio de senten\u00e7a, devendo se apresentar posterior ao verbo quando este verbo estiver em posi\u00e7\u00e3o inicial.<\/p>\n<p><strong>Exemplos:<\/strong><\/p>\n<p>Se informe sobre as inscri\u00e7\u00f5es na secretaria da escola. [Inadequado] Informe-se sobre as inscri\u00e7\u00f5es na secretaria da escola. [Adequado]<br \/>\nSe comprometeu com a organiza\u00e7\u00e3o do baile, mas cometera um erro. [Inadequado] Comprometeu-se com a organiza\u00e7\u00e3o do baile, mas cometera um erro. [Adequado]<\/p>\n<p><strong>O VERBO \u201cSUICIDAR-SE\u201d \u00c9 UM PLEONASMO?<\/strong><\/p>\n<p>O verbo \u201csuicidar-se\u201d vem do latim sui (\u201ca si\u201d = pronome reflexivo) + cida (= que mata). Isso significa que \u201csuicidar\u201d j\u00e1 \u00e9 \u201cmatar a si mesmo\u201d. Dispensaria, dessa forma, a repeti\u00e7\u00e3o causada pelo uso do pronome reflexivo \u201cse\u201d.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 importante lembrar que as palavras terminadas pelo elemento latino \u201ccida\u201d apresentam essa id\u00e9ia de \u201cmatar\u201d<\/strong>: formicida \u2013 que mata formigas; inseticida \u2013 que mata insetos; homicida \u2013 que mata homens.<\/p>\n<p><strong>Voltando ao verbo \u201csuicidar-se\u201d, se observarmos o uso contempor\u00e2neo deste verbo, n\u00e3o restar\u00e1 d\u00favida<\/strong>: ningu\u00e9m diz \u201cele suicida\u201d ou \u201celes suicidaram\u201d.<\/p>\n<p>O uso do pronome reflexivo \u201cse\u201d junto ao verbo est\u00e1 mais que consagrado em nosso idioma. \u00c9, na verdade, um pleonasmo irrevers\u00edvel.<\/p>\n<p>O verbo \u201csuicidar-se\u201d hoje \u00e9 t\u00e3o pronominal quanto os verbos \u201carrepender-se\u201d, \u201cesfor\u00e7ar-se\u201d, \u201cdignar-se\u201d.<\/p>\n<p>Diferente \u00e9 o caso do verbo \u201cautocontrolar-se\u201d. O prefixo auto vem do grego e significa \u201ca si mesmo\u201d. Existe o substantivo \u201cautocontrole\u201d (= controle de si mesmo\u201d), mas n\u00e3o h\u00e1 registro do verbo \u201cautocontrolar-se\u201d. Se voc\u00ea quer \u201ccontrolar a si mesmo\u201d, basta \u201ccontrolar-se\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 interessante, por\u00e9m, saber que os nossos dicion\u00e1rios registram \u201cautocriticar-se\u201d, \u201cautodefender-se\u201d, \u201cautodefinir-se\u201d, \u201cautodenominar-se\u201d, \u201cautodestruir-se\u201d, \u201cautodisciplinar-se\u201d, \u201cautoenganar-se\u201d, \u201cautogovernar-se\u201d\u2026<\/p>\n<p>Numa hist\u00f3ria que \u00e9 contada pelo grande ator, compositor, escritor, poeta, M\u00e1rio Lago, do seu livro 16 linhas cravadas , entre outras hist\u00f3rias, encontra-se a do professor de portugu\u00eas que se mata ao descobrir a trai\u00e7\u00e3o de sua amada esposa Ad\u00e9lia.<\/p>\n<p><strong>Deixou escrito na sua mensagem de despedida<\/strong>: \u201cAd\u00e9lia suicidou-me\u201d.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0Col\u00e9gio S\u00e3o Francisco\/www.graudez.com.br\/www.nilc.icmc.usp.br\/intervox.nce.ufrj.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pronomes Reflexivos \u2013 O que \u00e9 Todo\u00a0pronome Rec\u00edproco\u00a0\u00e9 um pronome reflexivo mas nem todo pronome reflexivo \u00e9 Rec\u00edproco, ou seja,\u00a0pronomes Rec\u00edprocos\u00a0est\u00e3o contidos nos\u00a0Pronomes Reflexivos. Pronomes reflexivos rec\u00edprocos\u00a0indicam que a a\u00e7\u00e3o verbal \u00e9 m\u00fatua. 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