{"id":79901,"date":"2016-08-17T17:03:50","date_gmt":"2016-08-17T17:03:50","guid":{"rendered":"http:\/\/cmsportal.dalfers.com.br\/?p=79901"},"modified":"2016-08-17T17:18:29","modified_gmt":"2016-08-17T17:18:29","slug":"glossario-do-olho-humano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/biologia\/corpo-humano\/glossario-do-olho-humano","title":{"rendered":"Gloss\u00e1rio do Olho Humano"},"content":{"rendered":"<h4>O OLHO<\/h4>\n<p>O <strong>Olho Humano<\/strong> \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o par, situado em cada uma das \u00f3rbitas,      no nivel que separa o cr\u00e2neo da face. Sua fun\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e9 captar a luz originada      nos objetos que nos cercam. fazendo-a ser focalizada no plano posterior do      globo. A\u00ed \u00e9 transformada em impulsos eletromagn\u00e9ticos, transmitidos pelo nervo      \u00f3ptico e vias \u00f3pticas, at\u00e9 os centros visuais cerebrais. Nestes centros, se      d\u00e1 a percep\u00e7\u00e3o visual, com o reconhecimento da imagem e a localiza\u00e7\u00e3o do objeto      focalizado.<\/p>\n<p>Aparentemente, o olho tem a forma esf\u00e9rica. Por isto, \u00e9 tamb\u00e9m chamado de      globo ocular. Este arcabou\u00e7o arredondado tem tr\u00eas t\u00fanicas, uma lente e dois      fluidos.<\/p>\n<p><strong>As tr\u00eas t\u00fanicas ou camadas s\u00e3o, de fora para dentro:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>A externa ou fibrosa, com duas por\u00e7\u00f5es:<\/strong> anterior, transparente        que \u00e9 a c\u00f3rnea. posterior, opaca que \u00e9 a escler\u00f3tica ou esclera. <\/p>\n<p><strong>A m\u00e9dia ou vascular, com tr\u00eas por\u00e7\u00f5es<\/strong>: iris. corpo ciliar.        coroide. a interna ou neurosensorial , que \u00e9 a retina. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Nesta, dois destaques:<\/strong> m\u00e1cula \u0096 regi\u00e3o central, altamente      diferenciada. nervo \u00f3ptico \u0096 condutor dosest\u00edmulos para o c\u00e9rebro. <\/p>\n<p>No interior, temos o cristalino, com o formato de lentilha. Funciona como      uma lente din\u00e2mica que, ao mudar sua forma para mais arredondada, permite      a focaliza\u00e7\u00e3o, no plano da retina, dos raios que iriam ser focalizados atr\u00e1s      dela.<\/p>\n<p>Adiante do cristalino est\u00e1 o primeiro fluido, que, pelo seu aspecto, tem      o nome de aquoso ou humor aquoso.<\/p>\n<p><strong>Preenche dois espa\u00e7os:<\/strong> um, entre a iris e a c\u00f3rnea, chamado      c\u00e2mara anterior e o outro, entre a iris e cristalino, a c\u00e2mara posterior.<\/p>\n<p>Estes espa\u00e7os se comunicam atrav\u00e9s da pupila, orif\u00edcio circundado pela iris.      Atravessam a pupila, tambem, os raios luminosos, na dire\u00e7\u00e3o da retina.<\/p>\n<p>Atr\u00e1s do cristalino, entre este e a retina temos a c\u00e2mara vitrea, preenchida      por uma subst\u00e2ncia com consist\u00eancia de gel, chamada de v\u00edtreo ou humor v\u00edtreo.<\/p>\n<h4><strong>Esta \u00e9 uma lista de muitos dos termos usados em Anatomia, Fisiologia      e Patologia do Olho Humano<\/strong><\/h4>\n<h4>A<\/h4>\n<p><strong>ACOMODA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Fun\u00e7\u00e3o que modifica dinamicamente a refra\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>Resulta de:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Contra\u00e7\u00e3o do m\u00fasculo ciliar, relaxamento da tens\u00e3o da z\u00f4nula abaulamento        do cristalino. Em conseq\u00fc\u00eancia, os raios de luz que fariam foco atr\u00e1s do        plano da retina, podem ser agora focalizados no plano desta, permitindo        a vis\u00e3o n\u00edtida do objeto.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>AGUDEZA VISUAL<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que acuidade visual ou vis\u00e3o. \u00c9 a capacidade de transformar est\u00edmulos      luminosos, oriundos dos objetos que nos cercam, em imagens, permitindo sua      identifica\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>ALINHAMENTO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Posi\u00e7\u00e3o normal dos olhos, direcionados para um mesmo ponto no espa\u00e7o:<\/strong>      para longe, os olhos devem estar paralelos e para perto, convergem. <\/p>\n<p><strong>ANOMALIAS de REFRA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Defici\u00eancia visual que resulta o fato de o olho n\u00e3o focalizar, no plano da      retina, est\u00edmulos recebidos, perdendo a nitidez e gerando desconforto, a partir      de certos &#8220;graus&#8221;. <\/p>\n<p><strong>Tamb\u00e9m conhecidas como v\u00edcios de refra\u00e7\u00e3o ou erros de refra\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>S\u00e3o compensadas pela corre\u00e7\u00e3o \u00f3ptica. <\/p>\n<p><strong>AQUOSO<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que humor aquoso. L\u00edquido produzido pelo corpo ciliar, que contribui      para a nutri\u00e7\u00e3o do segmento anterior e para as varia\u00e7\u00f5es da press\u00e3o intra-ocular.    <\/p>\n<p><strong>ASTIGMATISMO<\/strong><\/p>\n<p>Defici\u00eancia visual em que a luz, que penetra no olho, n\u00e3o \u00e9 focalizada em      um plano \u00fanico. Isto pode gerar alguma deforma\u00e7\u00e3o na imagem ou um duplo contorno      desta. <\/p>\n<h4>B<\/h4>\n<p><strong>BAIXA ATIVIDADE BIOL\u00d3GICA<\/strong><\/p>\n<p>Causa pouca &#8220;irrita\u00e7\u00e3o&#8221; local. De f\u00e1cil toler\u00e2ncia. Menor risco      de rejei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>C<\/h4>\n<p><strong>CATARATA<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a opacifica\u00e7\u00e3o do cristalino Esta perda da transpar\u00eancia vai dificultando      a luz chegar \u00e0 retina e a vis\u00e3o vai diminuindo. <\/p>\n<p><strong>O tratamento \u00e9 cir\u00fargico:<\/strong> aspira\u00e7\u00e3o de parte do conte\u00fado      do cristalino e o implante, em seu lugar, de uma lente intra-ocular. <\/p>\n<p><strong>CICLODESVIOS<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que desvios torcionais<\/p>\n<p><strong>CIRURGIA REFRATIVA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Opera\u00e7\u00f5es destinadas a corrigir as anomalias de refra\u00e7\u00e3o:<\/strong>      miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia<\/p>\n<p><strong>CONJUNTIVA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Membrana que reveste:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>A esclera = por\u00e7\u00e3o bulbar as p\u00e1lpebras = por\u00e7\u00e3o tarsal<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>COR DOS OLHOS<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 dada pela \u00edris \u0096 tem &#8220;olhos azuis&#8221; quem tem a \u00edris de cor      azul<\/p>\n<p><strong>C\u00d3RNEA<\/strong><\/p>\n<p>Parte anterior da camada mais externa das t\u00fanicas que revestem e d\u00e3o a forma      quase esf\u00e9rica do olho.<\/p>\n<p>Em condi\u00e7\u00f5es normais, deve ser transparente, para que luz, que atinge o olho,      possa entrar.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m funciona como um meio \u00f3ptico, por fazerem os raios luminosos serem      refratados, de modo que o foco se fa\u00e7a, idealmente, no plano da retina. <\/p>\n<p>Por isto, grande parte da chamada cirurgia refrativa se faz ao n\u00edvel da c\u00f3rnea,      tentando modificar sua curvatura. <\/p>\n<p><strong>COR\u00d3IDE<\/strong><\/p>\n<p>Segunda por\u00e7\u00e3o da \u00favea, limitada \u00e0 frente, pelo corpo ciliar. Situada entre      a esclera e a retina \u00e9 respons\u00e1vel, em grande parte, pela nutri\u00e7\u00e3o desta,      pela sua rica circula\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>CORPO CILIAR<\/strong><\/p>\n<p>Por\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria da \u00favea, atr\u00e1s da \u00edris, adiante da cor\u00f3ide. \u00c9 respons\u00e1vel      pela forma\u00e7\u00e3o do humor aquoso,<\/p>\n<p>importante para a nutri\u00e7\u00e3o do segmento anterior e regulador da press\u00e3o intra-ocular.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disto, tem o m\u00fasculo ciliar, que ao se contrair, relaxa a tens\u00e3o das      fibras da z\u00f4nula e possibilita a acomoda\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>CORRE\u00c7\u00c3O \u00d3PTICA<\/strong><\/p>\n<p>Recursos \u0096 \u00f3culos, lentes de contato e\/ou lentes intra-oculares \u0096      que utilizamos para compensar as anomalias de refra\u00e7\u00e3o, permitindo a vis\u00e3o      n\u00edtida e confort\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>COVER TEST<\/strong><\/p>\n<p><strong>O mesmo que teste de cobertura:<\/strong> quando se cobre um dos olhos,      se ele tem tend\u00eancia a se desviar, entra em desvio, atr\u00e1s da cobertura,. Quando      o descobrimos,<\/p>\n<p>ou ele aparece desviado e assim fica, ou se move para a posi\u00e7\u00e3o correta,      recuperando o alinhamento. Com este teste, podemos descobrir desvios que habitualmente      ficam latentes. <\/p>\n<p>Tem ainda outras aplica\u00e7\u00f5es e permite identificar outros diversos tipos de      estrabismos.<\/p>\n<p><strong>CRISTALINO<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que lente. Esta sinon\u00edmia gera ambig\u00fcidade.<\/p>\n<p>Ele \u00e9 a lente natural do olho. Pelo seu formato e pela fun\u00e7\u00e3o de contribuir      para a focaliza\u00e7\u00e3o na retina, faz jus ao nome, apesar de poss\u00edvel d\u00favida.      Quando se opacifica \u00e9 a catarata.<\/p>\n<h4>D<\/h4>\n<p><strong>DESVIO ALTERNANTE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 aquele em que o paciente ora desvia o olho direito, ora o esquerdo. <\/p>\n<p><strong>DESVIO CONSTANTE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 do desvio ocular que se manifesta permanentemente.<\/p>\n<p><strong>DESVIO CONVERGENTE<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que ENDOdesvio ou ESOdesvio. Um ou ambos os olhos aparece(m) desviado(s)      para o nariz, ainda que olhando para longe (quando deviam estar paralelos).<\/p>\n<p><strong>Podem ser:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Endotropia (ou esotropia) , se manifesto, ou <\/p>\n<p>Endoforia (ou esoforia), se latente <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>DESVIO DIVERGENTE<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que EXOdesvio. Um, ou ambos os olhos, aparece(m) desviado(s) para      a(s) orelha(s), ainda que olhando para perto (quando deveriam estar convergentes).    <\/p>\n<p><strong>Podem ser:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Exotropia, se manifesto, ou<\/p>\n<p>Exoforia, se latente <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>DESVIO INTERMITENTE<\/strong><\/p>\n<p>E o desvio que s\u00f3 aparece de vez em quando. Enquanto manifesto \u00e9 tropia.      Nos momentos em fica escondido e pode ser descoberto, no cover test, \u00e9 foria.<\/p>\n<p>Uma variante do intermitente \u00e9 o C\u00cdCLICO, que aparece e desaparece em intervalos      bastante regulares. <\/p>\n<p><strong>DESVIO LATENTE<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que foria. \u00c9 a perda do alinhamento que n\u00e3o aparece de imediato,      na inspe\u00e7\u00e3o ou fotografia do rosto de uma pessoa. Para se tornar vis\u00edvel tem      que ser provocado pelo chamado cover test, ou teste de cobertura <\/p>\n<p><strong>DESVIO MANIFESTO<\/strong><\/p>\n<p>Um, ou ambos os olhos, aparece(m) fora do alinhamento, \u00e0 simples inspe\u00e7\u00e3o      ou fotografia do rosto de uma pessoa. Tamb\u00e9m \u00e9 conhecido como estrabismo,      tropia, ou, na linguagem comum, &#8220;vesguice&#8221; <\/p>\n<p><strong>DESVIO MONOCULAR<\/strong><\/p>\n<p>E aquele em que sempre \u00e9 o mesmo olho que aparece desviado, seja fora ou      tropia<\/p>\n<p><strong>DESVIOS VERTICAIS<\/strong><\/p>\n<p><strong>Enquanto um dos olhos est\u00e1 fixando, o outro aparece desviado:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Para cima =<\/strong> hiperdesvio<\/p>\n<p><strong>Ou para baixo =<\/strong> hipodesvio<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>DESVIOS OCULARES<\/strong><\/p>\n<p>Perda do alinhamento dos olhos. <\/p>\n<p><strong>Podem ser classificados por diversos crit\u00e9rios:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Visibilidade: manifesto ou latente dire\u00e7\u00e3o horizontal<\/strong>:        convergente ou divergente. <strong><br \/>\n       Desvios verticais dura\u00e7\u00e3o:<\/strong> constante ou intermitente olho fixador      <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>DESVIOS TORCIONAIS<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que Ciclodesvios. Tomamos, como refer\u00eancia, o meridiano vertical      da c\u00f3rnea (90\u00ba).<\/p>\n<p>Se o olho gira, e este meridiano se inclina para o nariz = inciclodesvios.<\/p>\n<p>Se o olho gira e este meridiano se inclina para o lado da orelha = exciclodesvios    <\/p>\n<p><strong>DIOPTRIA<\/strong><\/p>\n<p>Unidade de medida das lentes. Na linguagem comum \u00e9 chamada impropriamente      de &#8220;grau&#8221;. <\/p>\n<p><strong>DIPLOPIA<\/strong><\/p>\n<p>Percep\u00e7\u00e3o dupla da imagem de um mesmo objeto. \u00c9 sintoma de que um dos olhos      est\u00e1 desviado, mesmo que este desvio n\u00e3o apare\u00e7a logo, em uma inspe\u00e7\u00e3o simples.<\/p>\n<p>Continuar a pesquisa cl\u00ednica.<\/p>\n<h4>E<\/h4>\n<p><strong>EIXO DO ASTIGMATISMO<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o meridiano em que o foco est\u00e1 mais pr\u00f3ximo da retina <\/p>\n<p><strong>ENDODESVIO<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que desvio convergente ou esodesvio <\/p>\n<p><strong>ENDOFORIA<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que esoforia = desv\u00edo convergente latente <\/p>\n<p><strong>ENDOTROPIA<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que esotropia = desv\u00edo convergente manifesto <\/p>\n<p><strong>ERROS de REFRA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que v\u00edcios de refra\u00e7\u00e3o ou anomalias de refra\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>ESCLERA<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como ESCLER\u00d3TICA. \u00c9 a parte posterior e branca, ainda vis\u00edvel      por transpar\u00eancia da conjuntiva. \u00c1rea conhecida como o &#8220;branco do olho&#8221;.      Com a c\u00f3rnea forma a t\u00fanica fibrosa, verdadeiro arcabou\u00e7o do olho.<\/p>\n<p><strong>ESODESVIO<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que desvio convergente ou endodesvio<\/p>\n<p><strong>ESTRABISMO<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que desvio manifesto, tropia ou &#8220;vesguice&#8221;.<\/p>\n<p><strong>EXCICLODESVIOS<\/strong><\/p>\n<p>Desvios torcionais, em que o meridiano vertical da c\u00f3rnea, quando o olho      gira, se inclina para o lado da orelha. <\/p>\n<p><strong>Podem ser:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Exciclotropia \u0096 se manifesto excicloforia \u0096 se latente <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>EXOFORIA<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que desvio divergente latente <\/p>\n<p><strong>EXOTROPIA<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que desvio divergente manifesto <\/p>\n<h4>F<\/h4>\n<p><strong>FILTROS<\/strong><\/p>\n<p>Modifica\u00e7\u00f5es que s\u00e3o feitas nas lentes ou &#8220;vidros&#8221; dos \u00f3culos,      lentes de contato e lentes intra-oculares, que constituem barreiras \u00e0 penetra\u00e7\u00e3o,      do olho, de radia\u00e7\u00f5es nocivas, como ultravioleta e infravermelho.<\/p>\n<p><strong>FORIA<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que desvio latente<\/p>\n<p><strong>FILME LACRIMAL<\/strong><\/p>\n<p>Forma\u00e7\u00e3o l\u00edquida, constitu\u00edda pela l\u00e1grima, com o aspecto de uma verdadeira      pel\u00edcula, que reveste a c\u00f3rnea e a conjuntiva. <\/p>\n<h4>G<\/h4>\n<p><strong>GL\u00c2NDULA LACRIMAL<\/strong><\/p>\n<p>Gl\u00e2ndula situada debaixo da p\u00e1lpebra superior, no \u00e2ngulo supero-externo da      \u00f3rbita. Respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o da l\u00e1grima, que dela escorre para a parte      anterior do olho, lubrificando e protegendo-o. <\/p>\n<p><strong>GRAU<\/strong><\/p>\n<p>Na linguagem t\u00e9cnica, grau \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o em que fica o eixo do astigmatismo.<\/p>\n<p>A unidade de lentes se chama dioptria. Em vez de se dizer que uma pessoa      tem 5 graus, o correto seria 5 dioptrias.<\/p>\n<p>Os graus s\u00e3o tamb\u00e9m unidades de medida dos \u00e2ngulos formados, nos desvios      oculares. Esta medida pode ser feita tamb\u00e9m em prismas. H\u00e1 uma tabela de equival\u00eancia      entre as duas unidades.<\/p>\n<h4>H<\/h4>\n<p><strong>HIPERDESVIO<\/strong><\/p>\n<p>Desvio vertical em que o olho que n\u00e3o est\u00e1 fixando aparece desviado para      cima. <\/p>\n<p><strong>Podem ser:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Hipertropia, se manifesto hiperforia, se latente. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>HIPERFORIA<\/strong><\/p>\n<p>Desvio de um dos olhos para cima, latente<\/p>\n<p><strong>HIPERMETROPIA<\/strong><\/p>\n<p>Defici\u00eancia visual em que a luz que penetra no olho seria focalizada em um      plano atr\u00e1s do da retina. Os portadores costumam ter maior dificuldade para      perto.<\/p>\n<p><strong>HIPERTROPIA<\/strong><\/p>\n<p>Desvio de um dos olhos para cima, manifesto. <\/p>\n<p><strong>HIPODESVIO<\/strong><\/p>\n<p>Desvio vertical, em que o olho que n\u00e3o est\u00e1 fixando aparece desviado para      baixo. <\/p>\n<p><strong>Podem ser:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Hipotropia, se manifesto hipoforia, se latente<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>HIPOFORIA<\/strong><\/p>\n<p>Desvio de um dos olhos para baixo, latente<\/p>\n<p>N\u00e3o se costuma usar o termo hipoforia. Fazemos refer\u00eancia ao olho que est\u00e1      mais alto.<\/p>\n<p><strong>Exemplo:<\/strong> hipoforia esquerda = hiperforia direita. Preferimos      esta \u00faltima. <\/p>\n<p><strong>HIPOTROPIA<\/strong><\/p>\n<p>Desvio de um dos olhos para baixo, manifesto <\/p>\n<p><strong>HUMOR AQUOSO<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que aquoso. <\/p>\n<p><strong>HUMOR V\u00cdTREO<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que v\u00edtreo. Subst\u00e2ncia com consist\u00eancia de gel que preenche o espa\u00e7o      atr\u00e1s da face posterior do cristalino e \u00e0 frente da retina. Se perde a transpar\u00eancia      podem surgir as moscas volantes <\/p>\n<h4>I<\/h4>\n<p><strong>IMPLANTE N\u00c3O-VALVULADO<\/strong><\/p>\n<p>Implante feito em cirurgia de Glaucoma, que n\u00e3o tem uma pequenina v\u00e1lvula,      destinada \u00e0 regulagem do fluxo do aquoso, existente em outros tipos (valvulados),<\/p>\n<p><strong>INCICLODESVIOS<\/strong><\/p>\n<p>Desvios torcionais, em que o meridiano vertical da c\u00f3rnea , se inclina para      o lado do nariz. <\/p>\n<p><strong>Podem ser:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Inciclotropia, se manifesto, ou incicloforia, se latente. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>\u00cdRIS<\/strong><\/p>\n<p>Por\u00e7\u00e3o mais anterior da \u00favea, vis\u00edvel por transpar\u00eancia da c\u00f3rnea, circundando      a pupila. \u00c9 colorida e o que d\u00e1 a cor dos olhos. <\/p>\n<h4>J<\/h4>\n<h4>K<\/h4>\n<h4>L<\/h4>\n<p><strong>L\u00c1GRIMA<\/strong><\/p>\n<p>L\u00edquido produzido principalmente pela gl\u00e2ndula lacrimal, em seu componente      aquoso.Outras gl\u00e2ndulas, das p\u00e1lpebras, produzem outros componentes (mucoso      e gorduroso).<\/p>\n<p><strong>O produto desta mistura contribui: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Para a nutri\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o da c\u00f3rnea e da conjuntiva,<\/p>\n<p>Contra as agress\u00f5es, inclusive as microbianas e <\/p>\n<p>Reduz o atrito entre elas e as p\u00e1lpebras, ao pestanejar. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>LENTE<\/strong><\/p>\n<p>Estrutura transparente capaz de modificar o trajeto de raios de luz sobre      ela incidentes, seja fazendo-os convergirem ou divergirem. O cristalino, lente      natural do olho, pode, inclusive, ter sua forma alterada e mudar a focaliza\u00e7\u00e3o.      \u00c9 a acomoda\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>LENTE INTRA-OCULAR<\/strong><\/p>\n<p>Lente que se coloca dentro do globo ocular<\/p>\n<p>nas opera\u00e7\u00f5es de catarata (pseudofacia) nas cirurgias com miopia elevada      , mantendo o cristalino no lugar, ou n\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>LENTES DE CONTATO<\/strong><\/p>\n<p>Pequenas lentes que usamos diante da c\u00f3rnea. Entre esta e a lente o contato      se faz verdadeiramente com o filme lacrimal que banha a c\u00f3rnea.<\/p>\n<p><strong>Podem ser usadas, com tr\u00eas finalidades:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Corre\u00e7\u00e3o \u00f3ptica:<\/strong> <strong>em rela\u00e7\u00e3o aos \u00f3culos:<\/strong>        substitui\u00e7\u00e3o ou complementa\u00e7\u00e3o; <\/p>\n<p><strong>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s lentes intra-oculares:<\/strong> complementa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Terap\u00eautica \u0096 diminuir a exposi\u00e7\u00e3o da c\u00f3rnea , facilitar sua cicatriza\u00e7\u00e3o        e cobrir a pupila (oclus\u00e3o)<\/p>\n<p>Cosm\u00e9tica \u0096 mudar a cor dos olhos, disfar\u00e7ar as altera\u00e7\u00f5es do segmento        anterior<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>M<\/h4>\n<p><strong>M\u00c1CULA<\/strong><\/p>\n<p>Regi\u00e3o central da retina. Os est\u00edmulos que lhe chegam propiciam a maior nitidez      , equivale dizer o maior n\u00edvel de agudeza visual, quando sadia. Se lesada,      a vis\u00e3o diminui muito. <\/p>\n<p><strong>MEIO \u00d3PTICO<\/strong><\/p>\n<p>Estruturas s\u00f3lidas e l\u00edquidas que se interp\u00f5em no trajeto da luz, do exterior      at\u00e9 a retina. <\/p>\n<p><strong>A seq\u00fc\u00eancia \u00e9: <\/strong>c\u00f3rnea, aquoso, cristalino e v\u00edtreo . D\u00e3o      passagem \u00e0 luz, modificando o seu trajeto (refratando), at\u00e9 chegar ao plano      retiniano. <\/p>\n<p><strong>MERIDIANO<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a divis\u00e3o da metade superior da c\u00f3rnea em 180 posi\u00e7\u00f5es radiadas que, entre      si, t\u00eam a medida de \u00e2ngulo de 1\u00ba (um grau). O horizontal \u00e9 o de 0\u00ba ou 180\u00ba      . O vertical \u00e9 sempre de 90\u00ba . H\u00e1 os obl\u00edquos de 45\u00ba e 135\u00ba. Os outros s\u00e3o      chamados, conforme a proximidade dos anteriores, de horizontais, verticais      ou obl\u00edquos. <\/p>\n<p>Permitem localizar a posi\u00e7\u00e3o do eixo do astigmatismo<\/p>\n<p><strong>MIIDOPSIA<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que moscas volantes<\/p>\n<p><strong>MIOPIA<\/strong><\/p>\n<p>Defici\u00eancia visual em que, a luz que penetra no olho \u00e9 focalizada em um plano      adiante do da retina. Os portadores costumam ver menos n\u00edtido para longe.    <\/p>\n<p><strong>MOSCAS VOLANTES<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que miidopsia. Percep\u00e7\u00e3o de pontos, fios, insetos inexistentes no      espa\u00e7o. Correspondem a pontos de degenera\u00e7\u00f5es do v\u00edtreo. Conv\u00e9m examinar,com      mais cuidado, a retina tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>M\u00daSCULO CILIAR<\/strong><\/p>\n<p>M\u00fasculo circular que se localiza em um plano atr\u00e1s da \u00edris, na espessura      do corpo ciliar. Quando se contrai possibilita a acomoda\u00e7\u00e3o<\/p>\n<h4>N<\/h4>\n<h4>O<\/h4>\n<p><strong>OCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cobertura de um dos olhos, com o objetivo de:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Melhorar a agudeza visual do descoberto evitar seq\u00fcelas do estrabismo e\/ou        evitar a diplopia <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Pode ser feita em 3 n\u00edveis:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Em uma das lentes dos \u00f3culos em curativo aderente \u00e0 pele (oclusor) e em        lente de contato com a pupila pintada<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>\u00d3CULOS<\/strong><\/p>\n<p><strong>Dispositivo que se coloca no rosto, com 4 finalidades b\u00e1sicas, que      podem se superpor, numa mesma pessoa: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Corre\u00e7\u00e3o \u00f3ptica com lentes corre\u00e7\u00e3o de desvios oculares com lentes e\/ou        prismas \u00f3culos de sol com filtros cosm\u00e9tica <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>OLHO DOMINANTE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o olho fixador habitual. <\/p>\n<p><strong>OLHO FIXADOR<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o olho usado para prestar a aten\u00e7\u00e3o. Se o outro se desvia \u00e9 considerado      o olho desviado, que \u00e9 usado para fazer o diagnostico do desvio monocular.<\/p>\n<p>Se um olho \u00e9 considerado sempre fixador, este olho pode ser chamado de olho      dominante.<\/p>\n<h4>P<\/h4>\n<p><strong>PRESS\u00c3O INTRA-OCULAR<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que press\u00e3o ocular. \u00c9 o estado de tens\u00e3o interna do globo ocular.      O t\u00f4nus normal resulta do equil\u00edbrio entre a produ\u00e7\u00e3o do aquoso e a turgesc\u00eancia      do v\u00edtreo de um lado e a capacidade de escoamento para a circula\u00e7\u00e3o, do outro.      Quando a press\u00e3o permanece alta,estamos diante da possibilidade de Glaucoma.<\/p>\n<p><strong>PRESBIOPIA<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como &#8220;vista cansada&#8221;. Come\u00e7a a aparecer em torno      dos 40 anos. A corre\u00e7\u00e3o \u00f3ptica ou &#8220;grau&#8221; de longe, n\u00e3o deixa mais      ver bem de perto e vice-versa, ou seja, o de perto n\u00e3o deixa ver bem de longe.<\/p>\n<p>Resulta da progressiva dificuldade de acomoda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PRISMAS<\/strong><\/p>\n<p>Meios \u00f3pticos que montamos na arma\u00e7\u00e3o de \u00f3culos.<\/p>\n<p>Objetiva desviar a luz incidente sobre o olho,na dire\u00e7\u00e3o da m\u00e1cula.Pode fazer      desaparecer a diplopia.<\/p>\n<p>S\u00e3o ainda usados para medir os desvios oculares.<\/p>\n<p>Ver tamb\u00e9m a palavra grau.<\/p>\n<p><strong>PSEUDOFACIA<\/strong><\/p>\n<p>Condi\u00e7\u00e3o em que o cliente foi operado de catarata e \u00e9 portador de uma lente      intra-ocular.<\/p>\n<p><strong>PUPILA<\/strong><\/p>\n<p>Buraco central, por onde passa a luz que atravessa a c\u00f3rnea e se destina      \u00e0 retina. \u00c9 o que se conhece como a &#8220;menina dos olhos&#8221;.<\/p>\n<h4>Q<\/h4>\n<h4>R<\/h4>\n<p><strong>REFRA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Mudan\u00e7a de trajeto que sofre um raio luminoso ao passar de um meio \u00f3ptico      para outro.<\/p>\n<p>Em conjunto, conforme a lente, os raios podem convergir para um ponto ou      divergir.<\/p>\n<p>Os raios que entram no olho sofrem estes desvios, a partir da c\u00f3rnea, passando      pelo aquoso, cristalino e v\u00edtreo, at\u00e9 chegar \u00e0 retina.<\/p>\n<p>Se o foco n\u00e3o se faz na retina de modo natural, precisamos promover a corre\u00e7\u00e3o      \u00f3ptica que \u00e9 a procura da lente que vai ser posta junto ao olho, ou dentro      dele, capaz de ajudar a colocar o foco na retina.<\/p>\n<p><strong>REFRATOMETRIA<\/strong><\/p>\n<p>Parte do exame ocular destinada a calcular o valor da lente que vai ser prescrita.<\/p>\n<p><strong>RETINA<\/strong><\/p>\n<p>Camada mais interna, das tr\u00eas que revestem o olho . \u00c9 constitu\u00edda de tecido      nervoso, capaz de captar os est\u00edmulos luminosos a serem transformados em imagens    <\/p>\n<h4>S<\/h4>\n<p><strong>SEGMENTO ANTERIOR<\/strong><\/p>\n<p><strong>Por\u00e7\u00e3o anterior do olho, constitu\u00edda de:<\/strong> c\u00f3rnea, aquoso,      \u00edris, corpo ciliar, z\u00f4nula e cristalino <\/p>\n<p><strong>SEQ\u00dcELAS<\/strong><\/p>\n<p>Complica\u00e7\u00f5es tardias no sistema visual, resultantes do estrabismo, principalmente      se cong\u00eanito ou precoce.<\/p>\n<h4>T<\/h4>\n<p><strong>TROPIA<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que desvio manifesto, estrabismo ou &#8220;vesguice&#8221;<\/p>\n<h4>U<\/h4>\n<p><strong>\u00daVEA<\/strong><\/p>\n<p>Segunda, ou camada intermedi\u00e1ria,das t\u00fanicas que revestem o olho. <\/p>\n<p><strong>Principal fun\u00e7\u00e3o:<\/strong> nutri\u00e7\u00e3o do olho, por sua rica circula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Tem tr\u00eas partes:<\/strong> \u00edris, corpo ciliar e cor\u00f3ide.<\/p>\n<h4>V<\/h4>\n<p><strong>V\u00cdCIOS de REFRA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que anomalias de refra\u00e7\u00e3o ou erros de refra\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>VIS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que agudeza visual ou acuidade visual<\/p>\n<p><strong>V\u00cdTREO<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo que humor v\u00edtreo<\/p>\n<h4>X<\/h4>\n<h4>Y<\/h4>\n<h4>Z<\/h4>\n<p><strong>Z\u00d4NULA<\/strong><\/p>\n<p>Estrutura de finas fibras, entre o m\u00fasculo ciliar e o cristalino. Em condi\u00e7\u00e3o      de repouso do m\u00fasculo, a tens\u00e3o das fibras mant\u00eam o cristalino mais fino,      no perfil. <\/p>\n<p>Quando o m\u00fasculo se contrai, a z\u00f4nula \u00e9 relaxada e o cristalino se torna      mais arredondado e passa o foco mais para a frente. \u00c9 a acomoda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte:  www.sboportal.org.br <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gloss\u00e1rio do Olho Humano, Palavras, Significado, Origem, Lista, Termos, Anatomia, Fisiologia, Patologia, Defini\u00e7\u00f5es, O que \u00e9, Gloss\u00e1rio do Olho Humano<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[353],"tags":[],"class_list":["post-79901","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-corpo-humano"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO 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