{"id":76286,"date":"2016-08-10T18:26:56","date_gmt":"2016-08-10T18:26:56","guid":{"rendered":"http:\/\/cmsportal.dalfers.com.br\/?p=76286"},"modified":"2022-06-24T12:06:41","modified_gmt":"2022-06-24T14:06:41","slug":"boitata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/artes-e-cultura\/folclore\/boitata","title":{"rendered":"Boitat\u00e1"},"content":{"rendered":"<p><strong>Boitat\u00e1 &#8211; O que \u00e9<\/strong><\/p>\n<p>Serpente de fogo, que reside na \u00e1gua.<\/p>\n<p>Cobra grande que mata os animais, comendo-lhe os olhos; por isso fica cheia de luz de todos esses olhos.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Boitat\u00e1\u00a0<\/strong>\u00e9 um Monstro com olhos de fogo, enormes, de dia \u00e9 quase cego, \u00e0 noite v\u00ea tudo.<\/p>\n<p>Diz a lenda que o\u00a0<strong>Boitat\u00e1<\/strong>\u00a0era uma esp\u00e9cie de cobra e foi o \u00fanico sobrevivente de um grande dil\u00favio que cobriu a terra.<\/p>\n<p>Para escapar ele entrou num buraco e l\u00e1 ficou no escuro, assim, seus olhos cresceram.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o anda pelos campos em busca de restos de animais. Algumas vezes, assume a forma de uma cobra com os olhos flamejantes do tamanho de sua cabe\u00e7a e persegue os viajantes noturnos.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes ele \u00e9 visto como um facho cintilante de fogo correndo de um lado para outro da mata.<\/p>\n<p>No Nordeste do Brasil \u00e9 chamado de \u201cCumadre Ful\u00f4zinha\u201d.<\/p>\n<p>Para os \u00edndios ele \u00e9 \u201cMba\u00ea-Tata\u201d, ou Coisa de Fogo, e mora no fundo dos rios.<\/p>\n<p>Dizem ainda que ele \u00e9 o esp\u00edrito de gente ruim ou almas penadas, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos.<\/p>\n<p>Outros dizem que ele protege as matas contra inc\u00eandios.<\/p>\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Boitat\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/boitata.gif\" alt=\"Boitat\u00e1\" width=\"287\" height=\"250\" border=\"0\" \/><strong>Boitat\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>A ci\u00eancia diz que existe um fen\u00f4meno chamado Fogo-f\u00e1tuo, que s\u00e3o os gases inflam\u00e1veis que emanam dos p\u00e2ntanos, sepulturas e carca\u00e7as de grandes animais mortos, e que visto de longe parecem grandes tochas em movimento.<\/p>\n<p><strong>Boitat\u00e1 &#8211;<\/strong>\u00a0<strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Touro ou boi que solta fogo pela boca.<\/p>\n<p>Esp\u00edrito de gente ruim, que vaga pela terra, tocando fogo nos campos ou saindo que nem um roj\u00e3o ou tocha de fogo, em variantes diversas.<\/p>\n<p>Dizem que o\u00a0<strong>Boitat\u00e1<\/strong>\u00a0\u00e9 uma grande serpente de fogo encantada, que mora dentro dos rios profundos.<\/p>\n<p>Ela ataca qualquer animal que se atreve entrar na \u00e1gua quando est\u00e1 por perto, e lhe come os olhos.<\/p>\n<p>A lenda conta, que por ela comer os olhos dos animais, absorve a luz dos mesmos, ficando como fogo brilhante na \u00e1gua.<\/p>\n<p>Outros relatam o\u00a0<strong>Boitat\u00e1<\/strong>, como sendo um gigantesco e assombroso Touro que solta fogo pelas narinas e boca.<\/p>\n<p>Dizem que este fant\u00e1stico ser \u00e9 na verdade o esp\u00edrito de gente ruim ou alma penada que vaga terra afora, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos ou regi\u00f5es ermas.<\/p>\n<p><strong>Boitat\u00e1 &#8211; Monstro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-162974 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/Boitat12.jpg\" alt=\"\" width=\"214\" height=\"265\" \/><strong>Boitat\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um Monstro com olhos de fogo, enormes, de dia \u00e9 quase cego, \u00e0 noite v\u00ea tudo. Diz a lenda que o Boitat\u00e1 era uma esp\u00e9cie de cobra e foi o \u00fanico sobrevivente de um grande dil\u00favio que cobriu a terra.<\/p>\n<p>Para escapar ele entrou num buraco e l\u00e1 ficou no escuro, assim, seus olhos cresceram.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o anda pelos campos em busca de restos de animais. Algumas vezes, assume a forma de uma cobra com os olhos flamejantes do tamanho de sua cabe\u00e7a e persegue os viajantes noturnos.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes ele \u00e9 visto como um facho cintilante de fogo correndo de um lado para outro da mata. No Nordeste do Brasil \u00e9 chamado de \u201cCumadre Ful\u00f4zinha\u201d. Para os \u00edndios ele \u00e9 \u201cMba\u00ea-Tata\u201d, ou Coisa de Fogo, e mora no fundo dos rios.<\/p>\n<p>Dizem ainda que ele \u00e9 o esp\u00edrito de gente ruim ou almas penadas, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos. Outros dizem que ele protege as matas contra inc\u00eandios.<\/p>\n<p>A ci\u00eancia diz que existe um fen\u00f4meno chamado Fogo-f\u00e1tuo, que s\u00e3o os gases inflam\u00e1veis que emanam dos p\u00e2ntanos, sepulturas e carca\u00e7as de grandes animais mortos, e que visto de longe parecem grandes tochas em movimento.<\/p>\n<p><strong>Boitat\u00e1 &#8211; Origem<\/strong><\/p>\n<p class=\"negrito\"><strong>O nome Boitat\u00e1 \u00e9 uma palavra de origem ind\u00edgena,seu significado \u00e9:\u00a0<\/strong>boia = cobra,e atat\u00e1 = fogo, uma grande Cobra, transparente que incandescia como se estivesse queimando por dentro.\u00c9 um fogo de cor azul-amarelado, que n\u00e3o queima o mato seco e nem tampouco esquenta a \u00e1gua dos rios, o fogo simplesmente rola, gira, corre, arrebentando-se e finalmente apagando-se.<\/p>\n<p><strong>Boitat\u00e1 &#8211; A LENDA<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 muito tempo atr\u00e1s , uma noite se prorrogou muito parecendo que nunca mais haveria luz do dia.Uma noite escura como breu, sem estrelas, sem vento, e sem barulho dos bichos da florestas ,um grande sil\u00eancio.<\/p>\n<p>Os homens viveram dentro de casa, a comida come\u00e7ava a faltar, a lenha para manter o fog\u00e3o a cesso come\u00e7ava a faltar, os braseiros se apagando e era preciso poupar a lenha..<\/p>\n<p>Naquela escurid\u00e3o fechada era imposs\u00edvel, at\u00e9 para os mais experientes dos homens criados na floresta conseguir caminhar por ela.<\/p>\n<p>A noite seguia sem ir embora.Na escurid\u00e3o n\u00e3o se ouvia nada apenas um \u00fanico canto ainda resistia era s\u00f3 o do Quero-Quero(esp\u00e9cie de Gavi\u00e3o),que de vez em quando cantava.Fora este p\u00e1ssaro, o sil\u00eancio predominava na aquela noite sem fim.<\/p>\n<p>Os dias passando e come\u00e7ou a chover muito, os campos foram sendo inundados , as lagoas n\u00e3o mais suportavam a capacidade de \u00e1gua e transbordaram inundando tudo, apenas uma pequenas coroas(pequena por\u00e7\u00e3o de arreia que permanece no rio, semelhante a uma ilha)restaram. Muitos animais foram morrendo.<\/p>\n<p>E uma grande cobra que vivia em repouso despertou, com fome, e passou a se alimentar dos olhos animais mortos,e a \u00e1gua foi baixando,e a cada hora mais olhos a cobra grande comia.<\/p>\n<p>E a cada olho que a cobra comia ficava com um pouco da luz do ultimo dia que os bichos tinham visto no \u00faltimo dia de sol, antes da noite grande que caiu.<\/p>\n<p>E devido a tanta luz que tinha ingerido, o seu corpo foi ficando transparente.<\/p>\n<p>A grande cobra j\u00e1 era vista e temida na regi\u00e3o bem antes de se tornar a terr\u00edvel\u00a0<strong>boitat\u00e1<\/strong>, quando a vir\u00e3o depois do acontecimento da noite n\u00e3o a conheceram mais e julgando que era outra, chamam-na, desde ent\u00e3o, de boitat\u00e1. E muitas vezes a boitat\u00e1 rondou as rancheiras, faminta.<\/p>\n<p>E os homens, por curiosos, e com bastante medo olhavam pasmados, para aquele grande serpente, transparente clareando por onde passava.<\/p>\n<p>Com o passar de algum tempo, a grande cobra temida por todos a\u00a0<strong>Boitat\u00e1<\/strong>\u00a0morreu de fraqueza, porque os olhos comidos encheram-lhe o corpo mas n\u00e3o lhe deram sust\u00e2ncia. E foi ent\u00e3o que a luz que estava presa escapou e o sol apareceu de novo, foi aparecendo devagar, primeiro clareando, sumindo as estrelas com o clarear, os raios foram a parecendo, em fim a bola de fogo surgiu no c\u00e9u ,era o Sol que voltava a cumprir sua fun\u00e7\u00e3o de fazer o dia.<\/p>\n<p><strong>Boitat\u00e1 &#8211; Cobra<\/strong><\/p>\n<p><strong>Origem:<\/strong>\u00a0Ind\u00edgena. \u00c9 um mito comum em todo Brasil.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Boitat\u00e1<\/strong>\u00a0\u00e9 o g\u00eanio que protege as campinas e sempre castiga os que p\u00f5em fogo no mato.<\/p>\n<p>Quase sempre ele aparece sob a forma de uma cobra muito grande, com dois olhos enormes, que parecem far\u00f3is. \u00c0s vezes, surge tamb\u00e9m com a apar\u00eancia de um boi gigantesco, brilhante.<\/p>\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Boitat\u00e1\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/boitata.jpg\" alt=\"Boitat\u00e1\" width=\"213\" height=\"236\" border=\"0\" \/><strong>Boitat\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Fazia bastante tempo que havia anoitecido. As pessoas estavam apavoradas, pensando que o dia n\u00e3o voltaria mais. E como a noite estava durando muito, tudo ficou desorganizado. N\u00e3o havia mais carne.<\/p>\n<p>As colheitas n\u00e3o podiam ser feitas no escuro e ficaram perdidas. Todos estavam cansados da escurid\u00e3o, daquela noite estranha, onde n\u00e3o brilhavam a lua nem as estrelas, onde n\u00e3o se ouvia um rumor, nem se sentia o cheiro dos pastos e o perfume das flores.<\/p>\n<p>T\u00e3o grande era a escurid\u00e3o, que as pessoas tinham medo de se afastar e n\u00e3o encontrar mais o caminho. Ficavam reunidas em volta das pequenas fogueiras, embora as brasas, cobertas de cinza, mal esquentassem\u2026<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m tinha coragem sequer para sopr\u00e1-las, t\u00e3o desanimados estavam todos.<\/p>\n<p>N\u00e3o muito longe, numa gruta escura, vivia a Boigua\u00e7u \u2013 a Cobra Grande \u2013 quase sempre a dormir. De tanto viver no escuro, seus olhos tinham crescido e ficado como dois far\u00f3is.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da longa noite, caiu uma chuva t\u00e3o forte e seguida, que todos os lugares baixos foram inundados. Os bichos atingidos correram, aos bandos, para os lugares mais altos. S\u00f3 se ouviam berros, pios, gritos.<\/p>\n<p>O que salvou as pessoas foram as fogueiras que, ent\u00e3o, havia sido acesas. N\u00e3o fosse isto, n\u00e3o teriam sobrevivido diante daquela multid\u00e3o de bichos apavorados.<\/p>\n<p>A \u00e1gua tamb\u00e9m invadiu a gruta onde morava a Boigua\u00e7u. Ela custou muito para acordar e quase morreu afogada. Por fim, despertou; percebendo o perigo, deixou o esconderijo e seguiu para onde j\u00e1 estavam os outros bichos.<\/p>\n<p><strong>Diante da necessidade, todos acabaram ficando amigos:\u00a0<\/strong>perdizes, on\u00e7as, cavalos\u2026. Menos o Boigua\u00e7u. O seu mau g\u00eanio n\u00e3o lhe permitia conviver com os outros. Ficou de lado, o mais longe poss\u00edvel.<\/p>\n<p>A chuva cessou, mas com a escurid\u00e3o que fazia, os bichos n\u00e3o conseguiram encontrar o caminho de volta. O tempo foi passando e a fome apertando. Come\u00e7aram as brigas entre eles. Brigavam \u00e0s escuras, sem enxergar nada! Somente a Boigua\u00e7u via tudo, com seus olhos de fogo.<\/p>\n<p>Acontece que, se os outros animais sentiam fome, a Boigua\u00e7u tamb\u00e9m andava com o est\u00f4mago no fundo. S\u00f3 n\u00e3o havia atacado por causa da grande quantidade de animais.<\/p>\n<p>Se a cobra podia ficar muito tempo sem comer, os outros bichos j\u00e1 n\u00e3o podiam mais.<\/p>\n<p>Ela percebeu isso e viu que era chegada a hora. Preparou-se, ent\u00e3o, para o ataque. O que comeria em primeiro lugar &#8220;Um cavalo&#8221; Uma &#8220;on\u00e7a&#8221; Uma &#8220;erdiz&#8221; Eram tantos, que ela nem sabia.<\/p>\n<p>Os bichos t\u00eam preferencia por determinada coisa. A Boigua\u00e7u gostava especialmente de comer olhos. Como era grande a quantidade de animais que ela podia atacar, naturalmente ia ficar satisfeita comendo apenas os olhos.<\/p>\n<p>O animal que se encontrava mais perto era justamente uma enorme on\u00e7a pintada. A Boigua\u00e7u atacou-a. Fosse em outra ocasi\u00e3o e a on\u00e7a n\u00e3o teria sido presa t\u00e3o f\u00e1cil, n\u00e3o! Por\u00e9m, enfraquecida pela fome e cega pela escurid\u00e3o, ela nem reagiu. A Boigua\u00e7u matou a on\u00e7a e comeu-lhe os olhos.<\/p>\n<p>Logo depois, atacou outros animais. Mas s\u00f3 comia os olho.<\/p>\n<p>Gostou tanto que n\u00e3o fazia outra coisa.<\/p>\n<p><strong>Ou melhor:\u00a0<\/strong>tamb\u00e9m dormia. Quando estava satisfeita, recolhia-se num canto e dormia, dormia\u2026. Depois, quando a fome voltava, ela retornava ao seu trabalho de matar os companheiros.<\/p>\n<p>Como sua pele era muito fina, ela come\u00e7ou a ficar luminosa, com a luz dos in\u00fameros olhos engolidos. Os que viram a cobra n\u00e3o reconheceram mais a Boigua\u00e7u e pensaram que fosse uma nova cobra.<\/p>\n<p>Deram-lhe, ent\u00e3o, o nome de\u00a0<strong>Boitat\u00e1<\/strong>, ou seja, cobra de fogo, nome muito apropriado, pois realmente ela era uma grande listra de fogo, um fogo triste, frio, azulado.<\/p>\n<p>A partir de ent\u00e3o, as pessoas n\u00e3o tiveram mais sossego. Viviam com medo de ser atacadas pelo monstro. Do jeito que ele andava matando os bichos, logo necessitaria atacar as pessoas.<\/p>\n<p>Entretanto, tiveram sorte. A prefer\u00eancia do\u00a0<strong>Boitat\u00e1<\/strong>\u00a0foi a sua pr\u00f3pria perdi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00f3 comia olhos e, assim, foi ficando cada vez mais luminoso e mais fraco, tamb\u00e9m, pois os olhos n\u00e3o sustentavam, embora lhe satisfizessem o apetite. T\u00e3o fraco ficou que acabou morrendo, sem conseguir sequer sair do, lugar!<\/p>\n<p>O monstro morreu, mas a sua luz esparramou-se pelos brejos e cemit\u00e9rios e hoje pode tomar a forma de cobra ou de touro. Parece que, por castigo, o Boitat\u00e1 ficou encarregado de zelar pelas campinas.<\/p>\n<p>Logo que ele morreu, o dia surgiu outra vez. Foi uma alegria enorme. As pessoas voltaram a sorrir e as aves, a cantar. Tudo, enfim, voltou a ser como era antes.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br\/www.terrabrasileira.net\/sitededicas.uol.com.br\/ifolclore.vilabol.uol.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Boitat\u00e1, Folclore, Lenda, Mitos, Personagem, Surgimento, Serpente, Fogo, Rios, Monstro, Origem, Hist\u00f3ria, Significado, Figura, Boitat\u00e1<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[344],"tags":[],"class_list":["post-76286","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-folclore"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Boitat\u00e1, Folclore, Lenda, Mito, Hist\u00f3ria, Brasil Boitat\u00e1<\/title>\n<meta name=\"description\" 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