{"id":75200,"date":"2016-08-04T14:53:06","date_gmt":"2016-08-04T14:53:06","guid":{"rendered":"http:\/\/cmsportal.dalfers.com.br\/?p=75200"},"modified":"2016-08-04T16:45:28","modified_gmt":"2016-08-04T16:45:28","slug":"ditados-populares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/curiosidades\/ditados-populares","title":{"rendered":"Ditados Populares"},"content":{"rendered":"<h2>As Hist\u00f3rias dos Ditados Populares<\/h2>\n<p>Veja algumas curiosidades. Express\u00f5es populares, usadas ingenuamente por      n\u00f3s, t\u00eam origens bem antigas e hist\u00f3rias interessantes.<\/p>\n<p><strong>V\u00e1rios s\u00e3o os ditados provindos da mitologia grega:<\/strong><\/p>\n<p><strong>CALCANHAR DE AQUILES<\/strong><\/p>\n<p>A m\u00e3e de Aquiles, T\u00e9tis, com o objetivo de tornar seu filho invulner\u00e1vel,      mergulhou-o num lago m\u00e1gico, segurando o filho pelos calcanhares. P\u00e1ris feriu      Aquiles na Guerra de Tr\u00f3ia justamente onde, isso mesmo, no calcanhar.<\/p>\n<p>Portanto, o ponto fraco ou vulner\u00e1vel de um indiv\u00edduo, por met\u00e1fora, \u00e9 o      calcanhar de Aquiles.<\/p>\n<p><strong>VOTO DE MINERVA<\/strong><\/p>\n<p>Orestes, filho de Clitemnestra, \u00e9 acusado do assassinato da m\u00e3e. No julgamento,      houve empate. Coube a deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do r\u00e9u.<\/p>\n<p>Voto de Minerva \u00e9 o voto decisivo.<\/p>\n<p>Depois da m\u00e3e de Aquiles, vamos a outras m\u00e3es.<\/p>\n<p><strong>CASA DA M\u00c3E JOANA<\/strong><\/p>\n<p>Na \u00e9poca do Brasil Imp\u00e9rio, mais especificamente na \u00e9poca da minoridade do      Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no pa\u00eds costumavam se encontrar      num prost\u00edbulo do Rio de Janeiro cuja propriet\u00e1ria era justamente a Joana.<\/p>\n<p>Como eles mandavam e desmandavam no pa\u00eds, ficou a frase casa da m\u00e3e Joana      como sin\u00f4nimo de lugar em que ningu\u00e9m manda.<\/p>\n<p><strong>A M\u00c3E DO BADANHA<\/strong><\/p>\n<p>De origem controvertida. O pessoal do futebol atribui a um tal de Badanha,      jogador do Internacional. Mas existem v\u00e1rias vers\u00f5es. Ser\u00e1 que o internauta      conhece alguma?<\/p>\n<h2>Agora \u00e9 a vez das religiosas<\/h2>\n<p><strong>V\u00c1 SE QUEIXAR AO BISPO<\/strong><\/p>\n<p>No tempo do Brasil col\u00f4nia, por causa da necessidade de povoar as novas terras,      a fertilidade na mulher era um predicado fundamental.<\/p>\n<p>Em fun\u00e7\u00e3o disso, elas eram autorizadas pela igreja a transar antes do casamento,      \u00fanica maneira de o noivo verificar se elas eram realmente f\u00e9rteis.<\/p>\n<p>Ocorre que muitos noivinhos fugiam depois do neg\u00f3cio feito.<\/p>\n<p>As mulheres iam queixar-se ao bispo, que mandava homens atr\u00e1s do fuj\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>CONTO DO VIG\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Duas igrejas em Ouro Preto receberam um presente: <\/strong>uma imagem      de santa.<\/p>\n<p>Para verificar qual da par\u00f3quias ficaria com o presente, os vig\u00e1rios resolveram      deixar por conta da m\u00e3o divina, ou melhor, das patas de um burro.<\/p>\n<p>Exatamente no meio do caminho entre as duas igrejas, colocaram o tal burro,      para onde ele se dirigisse, ter\u00edamos a igreja felizarda.<\/p>\n<p>Assim foi feito, e o vig\u00e1rio vencedor saiu satisfeito com a imagem de sua      santa.<\/p>\n<p>Mas ficou-se sabendo mais tarde que o burro havia sido treinado para seguir      o caminho da igreja vencedora.<\/p>\n<p>Assim, conto do vig\u00e1rio passou \u00e0 linguagem popular como falcatrua, sacanagem.<\/p>\n<p><strong>FICAR A VER NAVIOS &#8211; HIST\u00d3RIAS DE PORTUGAL<\/strong><\/p>\n<p>O rei de Portugal, Dom Sebasti\u00e3o, morreu na batalha de Alc\u00e1cer-Quibir, mas      o corpo n\u00e3o foi encontrado. A partir de ent\u00e3o (1578), o povo portugu\u00eas esperava      sempre o sonhado retorno do monarca salvador.<\/p>\n<p>Lembremos que, em 1580, em fun\u00e7\u00e3o da morte de Dom Sebasti\u00e3o, abre-se uma      crise sucess\u00f3ria no trono vago de Portugal. A conseq\u00fc\u00eancia dessa crise foi      a anexa\u00e7\u00e3o de Portugal \u00e0 Espanha (1580 a 1640), governada por Felipe II. Evidentemente,      os portugueses sonhavam com o retorno do rei, como forma salvadora de resgatar      o orgulho e a dignidade da p\u00e1tria lusa. Em fun\u00e7\u00e3o disso, o povo passou a visitar      com freq\u00fc\u00eancia o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, esperando, ansiosamente,      o retorno do dito rei. Como ele n\u00e3o voltou, o povo ficava apenas a ver navios.      V\u00e1rias piadas s\u00e3o provenientes deste ditado. Uma delas faz gra\u00e7a do casamento      de Jaqueline com On\u00e1ssis, grande construtor de navios. Na lua de mel, Jaqueline      teria ficado diante da janela do quarto, e On\u00e1sis dizendo-lhe os nomes dos      navios atracados no porto. Logo, na lua de mel, ela ficou apenas a ver navios,      como o povo portugu\u00eas.<\/p>\n<p>\u00c9 importante frisar tamb\u00e9m que a morte de Dom Sebasti\u00e3o inaugura o sebastianismo,      que se trata simplesmente disto: a chegada do salvador. V\u00e1rias cren\u00e7as adv\u00eam      da\u00ed. Entre elas podemos destacar a guerra de Canudos, liderada por Ant\u00f4nio      Conselheiro.<\/p>\n<p><strong>N\u00c3O ENTENDO PATAVINAS<\/strong><\/p>\n<p>Os portugueses, conta a hist\u00f3ria, tinham dificuldades em entender os que      diziam os frades franciscanos patavinos, isto \u00e9, origin\u00e1rios de P\u00e1dua, em      italiano Padova.<\/p>\n<p>N\u00e3o entender patavina significa n\u00e3o entender nada.<\/p>\n<p><strong>DOURAR A P\u00cdLULA<\/strong><\/p>\n<p>Vem das farm\u00e1cias que, antigamente, embrulhavam as p\u00edlulas em requintados      pap\u00e9is, para dar melhor apar\u00eancia ao amargo rem\u00e9dio.<\/p>\n<p>Logo, dourar a p\u00edlula \u00e9 melhorar a apar\u00eancia de algo.<\/p>\n<p><strong>CHEGAR DE M\u00c3OS ABANANDO<\/strong><\/p>\n<p>Os imigrantes, no s\u00e9culo passado, deveriam trazer as ferramentas para o trabalho      na terra.<\/p>\n<p>Aqueles que chegassem sem elas, ou seja, de m\u00e3os abanando, davam um indicativo      de que n\u00e3o vinham dispostos ao trabalho \u00e1rduo da terra virgem.<\/p>\n<p>Portanto, chagar de m\u00e3os abanando \u00e9 n\u00e3o carregar nada. Ele chegou de m\u00e3os      abanando ao anivers\u00e1rio.<\/p>\n<p>Significa que n\u00e3o trouxe presente ao pobre aniversariante, que ter\u00e1 de se      satisfazer apenas com a presen\u00e7a do amigo.<\/p>\n<p><strong>VOX POPULI, VOX DEI ( A VOZ DO POVO, A VOZ DE DEUS )<\/strong><\/p>\n<p>C\u00e2mara Cascudo, em Supersti\u00e7\u00e3o no Brasil, nos esclarece a origem deste ditado.<\/p>\n<p>\u00c9 h\u00e1bito nosso fazer adivinha\u00e7\u00f5es, por exemplo, como saber o nome do futuro      marido ou da futura mulher?<\/p>\n<p>Existem v\u00e1rias cren\u00e7as. Uma delas \u00e9 colocar uma moeda na fogueira e, pela      manh\u00e3, retir\u00e1-la do braseiro.<\/p>\n<p>Em seguida, d\u00e1-se esmola ao primeiro pedinte. O nome do mendigo ser\u00e1 o nome      do futuro noivo. Outra registrada por C\u00e2mara Cascudo \u00e9 a supersti\u00e7\u00e3o de p\u00f4r-se      \u00e1gua na boca e esconder-se atr\u00e1s de uma porta. O primeiro nome ouvido ser\u00e1      o do futuro c\u00f4njuge.<\/p>\n<p>A curiosidade \u00e9 que este h\u00e1bito n\u00e3o \u00e9 apenas brasileiro, mas tem origem europ\u00e9ia.      As pessoas consultavam o deus Hermes, na cidade grega de Acaia, e faziam uma      pergunta ao ouvido do \u00eddolo. Depois o crente cobria a cabe\u00e7a com um manto      e sa\u00eda \u00e0 rua. As primeiras palavras que ele ouvisse eram a resposta a sua      d\u00favida.<\/p>\n<p>Assim, a voz do povo, a voz de Deus.<\/p>\n<p>Curiosamente, tamb\u00e9m da\u00ed se origina a cren\u00e7a no primeiro como s\u00edmbolo importante:      o primeiro filho, por exemplo. O primeiro passo, ao se entrar num recinto,      p\u00e9 direito, para dar sorte. E o primeiro suti\u00e3 a gente nunca esquece.<br \/>\n     E o primeiro marido?<\/p>\n<p><strong>SEM EIRA NEM BEIRA<\/strong><\/p>\n<p>O cidad\u00e3o n\u00e3o tem eira nem beira. Isso quer dizer que o indiv\u00edduo est\u00e1 sem      dinheiro, desapercebido.<br \/>\n     Pois eira, na verdade, tratava-se de um detalhe no acabamento dos telhados      de antigamente.<\/p>\n<p>Na foto abaixo, voc\u00ea pode perceber que esse acabamento \u00e9 maior: tem eira      e beira<\/p>\n<p>Na abaixo, apenas eira.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Na foto abaixo, h\u00e1 um acabamento com eira e outro sem eira      nem beira.<\/p>\n<p>Possuir a eira e a beira era sinal de riqueza e de cultura.<\/p>\n<p>Os tempos passaram, no entanto sempre os homens buscam revelar sinais externos      de poder e riqueza.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que hoje os acabamentos nos telhados n\u00e3o significam muito. Talvez      o maior sinal exterior de riqueza seja o autom\u00f3vel.<\/p>\n<p>Se for um importado, est\u00e1 com tudo em cima.<\/p>\n<p>Se for uma bras\u00edlia, bom, a\u00ed o cara est\u00e1 sem eira nem beira.<\/p>\n<p><strong>A regra se bota na boca do saco<\/strong><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria desse ditado popular \u00e9 contada saborosamente por C\u00e2mara Cascudo      em seu livro Supersti\u00e7\u00f5es no Brasil.<\/p>\n<p>Pois um rapaz rico, de boa educa\u00e7\u00e3o, resolveu casar com uma garota muito      bonita. Foi pedir a m\u00e3o dela ao pai, que j\u00e1 foi lhe avisando que o g\u00eanio da      mo\u00e7a bonita era o mesmo do da m\u00e3e: terr\u00edvel. A tal guria era boa em coisas      de forno, em arruma\u00e7\u00e3o de casa, em prendas dom\u00e9sticas de um modo geral, mas      o temperamento ! Era brabo o neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Apesar dos avisos, o rapaz rico insistiu no casamento. Na noite de n\u00fapcias,      os noivos deitaram. O noivo gritou para o candeeiro que apagasse. Mas o candeeiro      continuou aceso. Ele n\u00e3o teve d\u00favidas: sacou o rev\u00f3lver e apagou a luz \u00e0 bala.      Macho \u00e9 macho. L\u00e1 pela meia-noite, o galo resolveu cantar. O rapaz foi at\u00e9      o p\u00e1tio e trouxe o bichano atravessado numa espada.<\/p>\n<p>No dia seguinte, a noiva era outra pessoa, meiga, atenciosa e caprichosa      com seu homem. O pai, percebendo a mudan\u00e7a, quis saber o que o noivo fez.      Ao ficar sabendo dos detalhes da noite de n\u00fapcias, o pai resolver fazer o      mesmo com sua mulher.<\/p>\n<p>Na noite, gritou ao candeeiro que apagasse. Tentou dar o tal tiro, mas o      mulher tirou o rev\u00f3lver de sua m\u00e3o. O galo resolveu cantar \u00e0 meia-noite. O      homem pegou a espada e se preparou para ir ao p\u00e1tio, mas a mulher o impediu.<\/p>\n<p><strong>Ela olhou bem para o marido e disse: <\/strong>&#8220;A regra se bota      na boca do saco. Mata-se o galo na primeira noite e n\u00e3o no fim da vida.&#8221;<\/p>\n<p>E tudo continuou como antes.<\/p>\n<p><strong>Ricardo Russo<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: www.geocities.com<\/p>\n<h6>Ditados Populares<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p><strong>O QUE \u00c9&#8230; DITADO POPULAR OU PROV\u00c9RBIOS<\/strong><\/p>\n<p>     M\u00e1xima, breve, popular; ad\u00e1gio, anexim, ditado: Pequena com\u00e9dia que tem por      entrecho o desenvolvimento de um prov\u00e9rbio.<br \/>\n     \u00c9 m\u00e1xima senten\u00e7a, popularizada ou consagrada pelo uso, a qual \u00e9 menos vulgar,      que o ad\u00e1gio e de moral mais segura e severa. Pode ser de autor desconhecidos      ou conhecidos como os do &#8220;Salom\u00e3o&#8221;- &#8220;At\u00e9 o insensato passar\u00e1      por s\u00e1bio se estiver calado, e por inteligente se conservar os l\u00e1bios fechados&#8221;.<\/p>\n<p><strong>DITADOS POPULARES : DE ONDE SURGIRAM?<\/strong><\/p>\n<p>     Ditado, como o pr\u00f3prio nome diz, \u00e9 a express\u00e3o que atrav\u00e9s dos anos se mant\u00e9m      imut\u00e1vel, aplicando exemplos morais, filos\u00f3ficos e religiosos.<br \/>\n     Os prov\u00e9rbios e os ditados populares constituem uma parte importante de cada      cultura.<br \/>\n     Historiadores e escritores j\u00e1 tentaram descobrir a origem dos ditados populares,      mas essa tarefa n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil.<\/p>\n<p>\n<strong>&#8220;SANTINHA DO PAU OCO&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>     Express\u00e3o que se refere \u00e0 pessoa que se faz de boazinha, mas n\u00e3o \u00e9. Nos s\u00e9culo      XVIII e XIX os contrabandistas de ouro em p\u00f3, moedas e pedras preciosas utilizavam      est\u00e1tuas de santos ocas por dentro. O santo era &#8220;recheado&#8221; com preciosidades      roubadas e enviado para Portugal.<\/p>\n<p><strong>&#8220;N\u00c9VOA BAIXA, SOL QUE RACHA&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>     Ditado muito falado no meio rural. A Climatologia o confirma. O fen\u00f4meno da      n\u00e9voa ocorre geralmente no final do inverno e come\u00e7o do ver\u00e3o. Conhecida tamb\u00e9m      como cerra\u00e7\u00e3o, a n\u00e9voa fica a baixa altitude pela manh\u00e3 provocando um aumento      r\u00e1pido da temperatura para o per\u00edodo<br \/>\n     da tarde.<\/p>\n<p><strong>&#8220;SEM EIRA NEM BEIRA&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>     Significa pessoas sem bens, sem posses. Eira \u00e9 um terreno de terra batida      ou cimento onde gr\u00e3os ficam ao ar livre para secar. Beira \u00e9 a beirada da eira.      Quando uma eira n\u00e3o tem beira, o vento leva os gr\u00e3os e o propriet\u00e1rio fica      sem nada. Na regi\u00e3o nordeste este ditado tem o mesmo significado mas outra      explica\u00e7\u00e3o. Dizem que antigamente as casas das pessoas ricas tinham um telhado      triplo: a eira, a beira e a tribeira como era chamada a parte mais alta do      telhado. As pessoas mais pobres n\u00e3o tinham condi\u00e7\u00f5es de fazer este telhado      , ent\u00e3o constru\u00edam somente a tribeira ficando assim &#8220;sem eira nem beira&#8221;.\n<\/p>\n<h3 class=\"r\">Ditados Populares por ordem alfab\u00e9tica<\/h3>\n<p class=\"r\"><strong>A<\/strong><\/p>\n<p>     Antes tarde que nunca.<\/p>\n<p>     A fruta proibida \u00e9 a mais apetecida<\/p>\n<p>     A morte n\u00e3o escolhe idades<\/p>\n<p>     A pensar morreu um burro<\/p>\n<p>     A sorte de uns \u00e9 o azar de outros<\/p>\n<p>     A ambi\u00e7\u00e3o cerra o cora\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>     Aqui se fazem, aqui se pagam<\/p>\n<p>     A pressa \u00e9 inimiga da perfei\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>     \u00c1guas passadas n\u00e3o movem moinhos<\/p>\n<p>     A consci\u00eancia tranquila \u00e9 o melhor rem\u00e9dio contra ins\u00f4nia<\/p>\n<p>     A verdade gera o \u00f3dio<\/p>\n<p>     Amigo n\u00e3o empata amigo<\/p>\n<p>     Amigos, amigos neg\u00f3cios \u00e0 parte<\/p>\n<p>     Antes aqui que na farm\u00e1cia<\/p>\n<p>     Aquilo que sabe bem ou \u00e9 pecado ou faz mal<\/p>\n<p>     Animal que urina para tr\u00e1s, coloca o dono para frente<\/p>\n<p>     A cobra vai fumar.<\/p>\n<p>     A instru\u00e7\u00e3o \u00e9 a luz do esp\u00edrito.<\/p>\n<p>     A alegria atrai simpatia.<\/p>\n<p>     A verdade fala pela boca dos pequenos.<\/p>\n<p>     A dor ensina a gemer.<\/p>\n<p>     \u00c1gua mole em pedra dura, tanto bate at\u00e9 que fura<\/p>\n<p>     A uni\u00e3o faz a for\u00e7a<\/p>\n<p>     A ocasi\u00e3o faz o ladr\u00e3o<\/p>\n<p>     As apar\u00eancias enganam<\/p>\n<p>     A \u00e1gua silenciosa \u00e9 a mais perigosa<\/p>\n<p>     A minha liberdade acaba onde come\u00e7a a liberdade dos outros.<\/p>\n<p>     A ignor\u00e2ncia \u00e9 a m\u00e3e de todas as doen\u00e7as.<\/p>\n<p>     Amigos dos meus amigos, meus amigos s\u00e3o<\/p>\n<p>     A cavalo dado n\u00e3o se olha os dentes<\/p>\n<p>     A montanha pariu um rato<\/p>\n<p>     Ainda que sejas prudente e velho, n\u00e3o desprezes o conselho<\/p>\n<p>     Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, n\u00e3o enganam o mundo<\/p>\n<p>     A fun\u00e7\u00e3o faz o \u00f3rg\u00e3o<\/p>\n<p>     Antes s\u00f3 do que mal acompanhado<\/p>\n<p>     Antes que o mal cres\u00e7a, corta-lhe a cabe\u00e7a<\/p>\n<p>     Antes que o mal cres\u00e7a, corte o mal pela raiz<\/p>\n<p>     A pobre n\u00e3o prometas e a rico n\u00e3o devas.<\/p>\n<p>     A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina<\/p>\n<p>     A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo<\/p>\n<p>     A felicidade \u00e9 algo que se multiplica quando se divide<\/p>\n<p>     A apressada pergunta, vagarosa resposta<\/p>\n<p>     A corda faz a velha gorda e a menina formosa<\/p>\n<p>     A boca do ambicioso s\u00f3 se fecha com terra de sepultura<\/p>\n<p>     A boda e a batizado, n\u00e3o v\u00e1s sem ser convidado<\/p>\n<p>     A fome faz sair o lobo do mato<\/p>\n<p>     A fome \u00e9 a melhor cozinheira<\/p>\n<p>     A galinha do vizinho \u00e9 sempre mais gorda do que a nossa<\/p>\n<p>     A ignor\u00e2ncia da lei n\u00e3o desculpa a ningu\u00e9m<\/p>\n<p>     A ignor\u00e2ncia \u00e9 o pior de todos os males<\/p>\n<p>     A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que conta<\/p>\n<p>     A laranja de manh\u00e3 \u00e9 ouro, \u00e0 tarde \u00e9 prata e \u00e0 noite mata<\/p>\n<p>     A morte n\u00e3o escolhe idades<\/p>\n<p>     A (necessidade|fome) agu\u00e7a o engenho<\/p>\n<p>     A noite \u00e9 boa conselheira<\/p>\n<p>     A ocasi\u00e3o faz o ladr\u00e3o<\/p>\n<p>     A ociosidade \u00e9 m\u00e3e de todos os v\u00edcios<\/p>\n<p>     A palavra \u00e9 de prata e o sil\u00eancio \u00e9 de ouro<\/p>\n<p>     A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas<\/p>\n<p>     A pensar morreu um burro<\/p>\n<p>     A pregui\u00e7a \u00e9 a m\u00e3e de todos os v\u00edcios<\/p>\n<p>     A roupa suja lava-se em casa<\/p>\n<p>     A uni\u00e3o faz a for\u00e7a<\/p>\n<p>     A \u00e1gua corrente n\u00e3o mata a gente<\/p>\n<p>     A ajuda-te que Deus te ajudar\u00e1<\/p>\n<p>     Amor com amor se paga<\/p>\n<p>     Antes a minha face com fome amarela, que vermelha de vergonha<\/p>\n<p>     Antes a morte que tal sorte<\/p>\n<p>     Antes cegues que mal vejas<\/p>\n<p>     Antes dentes que parentes<\/p>\n<p>     Antes que cases v\u00ea o que fazes<\/p>\n<p>     Antes quebrar que torcer<\/p>\n<p>     Antes s\u00f3 que mal acompanhado<\/p>\n<p>     Antes tarde do que nunca<\/p>\n<p>     Aquele que n\u00e3o conhece a verdade \u00e9 simplesmente um ignorante, mas aquele que      a conhece e diz que \u00e9 mentira, este \u00e9 um criminoso.<\/p>\n<p>     Ao diabo e \u00e0 mulher nunca falta que fazer<\/p>\n<p>     Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irm\u00e3os o desamparam<\/p>\n<p>     Ao rico n\u00e3o faltes, ao pobre n\u00e3o prometas<\/p>\n<p>     Aquilo que sabe bem ou faz mal ou \u00e9 pecado<\/p>\n<p>     As apar\u00eancias iludem<\/p>\n<p>     As fezes \u00e9 a mesma, as moscas \u00e9 que mudaram<\/p>\n<p>     As boas contas fazem os bons amigos<\/p>\n<p>     As cadelas apressadas parem c\u00e3es tortos<\/p>\n<p>     As m\u00e1s noticias chegam depressa<\/p>\n<p>     As palavras voam, a escrita fica<\/p>\n<p>     As (palavras ou conversa &#8230;) s\u00e3o como as cerejas, v\u00eam umas atr\u00e1s das outras<\/p>\n<p>     As rosas caem os espinhos ficam atr\u00e1s de mim vir\u00e1 que de bom me far\u00e1<\/p>\n<p>     At\u00e9 ao lavar dos cestos \u00e9 vindima<\/p>\n<p>     Azar no jogo, sorte no amor<\/p>\n<p>     \u00c1gua e vento s\u00e3o meio sustento<\/p>\n<p>     \u00c1gua mole em pedra dura tanto bate at\u00e9 que fura<\/p>\n<p class=\"r\">\u00c1guas passadas n\u00e3o movem moinhos<\/p>\n<p>     Amor com amor se paga<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>B<\/strong><\/p>\n<p>     Boi em terra alheia \u00e9 vaca<\/p>\n<p>     Boi sonso, chifrada certa<\/p>\n<p>     Boi velho gosta de erva tenra<\/p>\n<p>     Boca que apetece, cora\u00e7\u00e3o padece<\/p>\n<p>     Boca calda \u00e9 ouro<\/p>\n<p>     Briga de marido e mulher, ningu\u00e9m mete a colher<\/p>\n<p>     Baleias no canal, ter\u00e1s temporal<\/p>\n<p>     Barriga cheia, companhia desfeita<\/p>\n<p>     Boa fama granjeia quem n\u00e3o diz mal da vida alheia<\/p>\n<p>     Boa romaria faz, quem em casa fica em paz<\/p>\n<p>     Boda molhada, boda aben\u00e7oada<\/p>\n<p>     Burro velho n\u00e3o aprende l\u00ednguas<\/p>\n<p>     Burro velho n\u00e3o ganha andadura<\/p>\n<p>     Burro velho n\u00e3o tem andadura e se tem pouco dura<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>C<\/strong><\/p>\n<p>     Cada cabe\u00e7a uma senten\u00e7a<\/p>\n<p>     Chuva de S\u00e3o Jo\u00e3o, tira vinho e n\u00e3o d\u00e1 p\u00e3o.<\/p>\n<p>     Casa roubada, trancas \u00e0 porta<\/p>\n<p>     Casar\u00e1s e amansar\u00e1s<\/p>\n<p>     Caiu do cavalo<\/p>\n<p>     Criou a fama e deite na cama<\/p>\n<p>     Cada qual com seu igual , cada qual no seu lugar<\/p>\n<p>     Cada ovelha com sua parelha<\/p>\n<p>     Cada macaco no seu galho<\/p>\n<p>     Casa de ferreiro, espeto de pau<\/p>\n<p>     Cacarejar e n\u00e3o botar ovos.<\/p>\n<p>     Casamento, apartamento<\/p>\n<p>     Cutucar a on\u00e7a com a vara curta<\/p>\n<p>     Cada qual \u00e9 para o que nasce<\/p>\n<p>     C\u00e3o que ladra n\u00e3o morde<\/p>\n<p>     C\u00e3o de ca\u00e7a vem de ra\u00e7a<\/p>\n<p>     Cada um sabe onde lhe aperta o sapato<\/p>\n<p>     Com vinagre n\u00e3o se apanham moscas<\/p>\n<p>     Coma para viver, n\u00e3o vivas para comer<\/p>\n<p>     Contra fatos n\u00e3o h\u00e1 argumentos<\/p>\n<p>     Chutar cachorro morto \u00e9 f\u00e1cil<\/p>\n<p>     Cachorro velho n\u00e3o aprende truque novo<\/p>\n<p>     Cavalo dado n\u00e3o se olha os dentes<\/p>\n<p>     Com direito do teu lado nunca receies dar brado<\/p>\n<p>     Cada um \u00e9 como cada qual, e cada qual \u00e9 como \u00e9<\/p>\n<p>     Com os males dos outros passo eu muito bem<\/p>\n<p>     Cada maluco com sua mania<\/p>\n<p>     Candeia que vai \u00e0 frente alumia duas vezes<\/p>\n<p>     Casa de esquina, ou morte ou ru\u00edna<\/p>\n<p>     Cada um a seu dono<\/p>\n<p>     Cada um a seu modo<\/p>\n<p>     Cada coisa no seu lugar<\/p>\n<p>     Cada panela tem a sua tampa<\/p>\n<p>     Cada um come do que faz<\/p>\n<p>     Cada um come do que gosta<\/p>\n<p>     Cada um que se governe<\/p>\n<p>     Cada um sabe as linhas com se cose<\/p>\n<p>     Cada um (trata|sabe) de si e Deus de todos<\/p>\n<p>     Casa onde entra o sol n\u00e3o entra o m\u00e9dico<\/p>\n<p>     Canja de galinha n\u00e3o faz mal a ningu\u00e9m<\/p>\n<p>     Cautela e caldo de galinha nunca fez mal a ningu\u00e9m<\/p>\n<p>     Cesteiro que faz um cesto faz um cento<\/p>\n<p>     Com a verdade me enganas<\/p>\n<p>     Com coisas s\u00e9rias n\u00e3o se brinca<\/p>\n<p>     Com o fogo n\u00e3o se brinca<\/p>\n<p>     Com papas e bolos se enganam os tolos<\/p>\n<p>     Com tempo tudo se cura<\/p>\n<p>     Coma para viver, n\u00e3o vivas para comer<\/p>\n<p>     Comer e o co\u00e7ar \u00e9 s\u00f3 come\u00e7ar<\/p>\n<p>     Contas s\u00e3o contas<\/p>\n<p>     Contra fatos n\u00e3o h\u00e1 argumentos<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>D<\/strong><\/p>\n<p>     Devagar se vai ao longe<\/p>\n<p>     Dinheiro n\u00e3o traz felicidade<\/p>\n<p>     Dinheiro n\u00e3o traz felicidade, mas ajuda<\/p>\n<p>     Depois de fartos, n\u00e3o faltam pratos<\/p>\n<p>     De noite todos os gatos s\u00e3o pardos<\/p>\n<p>     Desconfiar de homem que n\u00e3o fala e de c\u00e3o que n\u00e3o ladre<\/p>\n<p>     De Espanha nem bom vento nem bom casamento<\/p>\n<p>     De pequenino se torce o pepino<\/p>\n<p>     De gr\u00e3o a gr\u00e3o a galinha enche o papo<\/p>\n<p>     Devagar se vai ao longe<\/p>\n<p>     De m\u00e9dico e de louco, todos temos um pouco<\/p>\n<p>     Diz com quem andas, que eu te direi quem \u00e9s<\/p>\n<p>     Diz o roto ao nu &#8220;Porque n\u00e3o te vestes tu?&#8221;<\/p>\n<p>     Depressa e bem n\u00e3o h\u00e1 quem<\/p>\n<p>     Desculpa de aleijado \u00e9 muleta<\/p>\n<p>     De cruzeiro em cruzeiro, se faz um milheiro<\/p>\n<p>     Deitar cedo e cedo erguer, d\u00e1 sa\u00fade e faz crescer<\/p>\n<p>     De boas inten\u00e7\u00f5es o inferno est\u00e1 cheio<\/p>\n<p>     Depois da tempestade vem a bonan\u00e7a<\/p>\n<p>     Dar a C\u00e9sar o que \u00e9 de C\u00e9sar e a Deus o que \u00e9 de Deus<\/p>\n<p>     Da m\u00e3o \u00e0 boca vai-se a sopa<\/p>\n<p>     De boas inten\u00e7\u00f5es est\u00e1 o inferno cheio<\/p>\n<p class=\"r\">De manh\u00e3 \u00e9 que come\u00e7a o dia<\/p>\n<p>     De m\u00e9dico, de s\u00e1bio e de louco todos temos um pouco<\/p>\n<p>     Deus o deu, Deus o levou<\/p>\n<p>     Deus ajuda, quem cedo madruga<\/p>\n<p>     Deus nunca fechou uma porta que n\u00e3o abrisse outra<\/p>\n<p>     Deus d\u00e1 o frio conforme o cobertor<\/p>\n<p>     Deus escreve por linhas tortas<\/p>\n<p>     Deus d\u00e1 nozes a quem n\u00e3o tem dentes<\/p>\n<p>     Deus me d\u00ea paci\u00eancia e um pano para a embrulhar.<\/p>\n<p>     Dos fracos n\u00e3o reza a hist\u00f3ria<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>E<\/strong><\/p>\n<p>     Em casa de ferreiro, espeto de pau<\/p>\n<p>     Enquanto h\u00e1 vida, h\u00e1 esperan\u00e7a<\/p>\n<p>     Entre marido e mulher, n\u00e3o se mete a colher<\/p>\n<p>     Em rio com piranha, jacar\u00e9 nada de costas<\/p>\n<p>     Em boca fechada n\u00e3o entra mosca<\/p>\n<p>     Em terra de cego quem tem um olho \u00e9 rei<\/p>\n<p>     Em tempo de guerra, urubu \u00e9 frango<\/p>\n<p>     Em festa de macaco inhambu n\u00e3o pia<\/p>\n<p>     Erva ruim a geada n\u00e3o mata<\/p>\n<p>     Em tempo de guerra mentira \u00e9 como terra<\/p>\n<p>     Est\u00e1 na hora da on\u00e7a beber \u00e1gua<\/p>\n<p>     \u00c9 de verde que se torce o pepino<\/p>\n<p>     Em casa de papudos, n\u00e3o se fala em papos<\/p>\n<p>     Eu quero, eu posso, eu sou !<\/p>\n<p>     Existem pessoas que nascem sorrindo, vivem fingindo e morrem mentindo<\/p>\n<p>     Em casa onde n\u00e3o haja p\u00e3o, todos ralham e ningu\u00e9m tem raz\u00e3o<\/p>\n<p>     Em casa onde n\u00e3o tem p\u00e3o, n\u00e3o tem paz<\/p>\n<p>     \u00c9 como a (Dita) tudo o que v\u00ea, tudo cobi\u00e7a<\/p>\n<p>     \u00c9 dif\u00edcil agradar a Gregos e Troianos<\/p>\n<p>     Estar na horta e n\u00e3o ver as couves<\/p>\n<p>     Estar na igreja e n\u00e3o v\u00ea santos<\/p>\n<p>     Em Agosto toda a fruta tem gosto<\/p>\n<p>     Em pouco muito se diz<\/p>\n<p>     Em tempo de guerra n\u00e3o se limpam armas<\/p>\n<p>     Entradas de le\u00e3o, a sa\u00eddas de cordeiro<\/p>\n<p>     Entre mortos e feridos algu\u00e9m h\u00e1 de escapar<\/p>\n<p>     Esta vida \u00e9 dois dias e o Carnaval s\u00e3o tr\u00eas<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>F<\/strong><\/p>\n<p>     Filha , pretendentes \u00e0 porta<\/p>\n<p>     Falar \u00e9 prata, calar \u00e9 ouro<\/p>\n<p>     Filho de peixe, peixinho \u00e9<\/p>\n<p>     Faz o que te digo e n\u00e3o o que fa\u00e7o<\/p>\n<p>     Feliz no jogo, infeliz no amores<\/p>\n<p>     Focinho de porco n\u00e3o \u00e9 tomada<\/p>\n<p>     Fez do lobo o guardi\u00e3o de ovelhas<\/p>\n<p>     Falai no mau que ele sempre aparece<\/p>\n<p>     Fia-te na virgem e n\u00e3o corras<\/p>\n<p>     Falar mal dos outros \u00e9 f\u00e1cil, dif\u00edcil \u00e9 falar bem<\/p>\n<p>     Fortuna Perdida? Nada se perdeu&#8230;Coragem perdida? Muito se perdeu&#8230;Honra      perdida? Tudo se perdeu<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>G<\/strong><\/p>\n<p>     Gente tola e touros: paredes altas<\/p>\n<p>     Gaivotas em terra, tempestade no mar<\/p>\n<p>     Guardado est\u00e1 o bocado para quem o h\u00e1 de comer<\/p>\n<p>     Gaba-te cesta que vais \u00e0 feira<\/p>\n<p>     Galinha cedo procura o poleiro<\/p>\n<p>     Galinha velha \u00e9 que d\u00e1 bom caldo<\/p>\n<p>     Galinha de campo n\u00e3o quer capoeira<\/p>\n<p>     Gato escaldado tem medo de \u00e1gua fria<\/p>\n<p>     Guarda que comer, n\u00e3o guardes que fazer<\/p>\n<p>     Guardar hoje, para ter manh\u00e3<\/p>\n<p>     Gaba-te, cesta, que vais \u00e0 vindima<\/p>\n<p>     Gaba-te, cesto, que vender-te quero<\/p>\n<p>     Gostos n\u00e3o se discutem<\/p>\n<p>     Grande nau grande tormenta<\/p>\n<p>     Goiabada na beira de estrada, ou \u00e9 verde ou esta bichada<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>H<\/strong><\/p>\n<p>     Homem prevenido vale por dois<\/p>\n<p>     H\u00e1 males que vem por bem<\/p>\n<p>     H\u00e1 rem\u00e9dio para tudo menos para a morte<\/p>\n<p>     Homem pequenino malandro, velhaco ou dan\u00e7arino<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>I<\/strong><\/p>\n<p>     Ir \u00e0 l\u00e3 e ser tosquiado<\/p>\n<p>     Ignorante \u00e9 aquele que sabe e se faz de tonto<\/p>\n<p>     Importante \u00e9 n\u00e3o dizer, n\u00e3o importa<\/p>\n<p>     Imposs\u00edvel \u00e9, achar agulha no palheiro<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>J<\/strong><\/p>\n<p>     Jacar\u00e9 que fica parado vira bolsa<\/p>\n<p>     Julga o ladr\u00e3o que todos o s\u00e3o<\/p>\n<p>     Juntam-se as comadres, descobrem-se as verdades<\/p>\n<p>     Junta-te aos bons, ser\u00e1s como eles, junta-te aos maus, ser\u00e1s pior do que eles<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>L<\/strong><\/p>\n<p>     Lobo com pele de cordeiro<\/p>\n<p>     Ler e n\u00e3o entender \u00e9 negligenciar<\/p>\n<p>     Lua deitada, marinheiro de p\u00e9<\/p>\n<p>     Lua nova trovejada, 30 dias \u00e9 molhada<\/p>\n<p>     Ladr\u00e3o que rouba a ladr\u00e3o, tem cem anos de perd\u00e3o<\/p>\n<p>     Ladr\u00e3o que rouba a ladr\u00e3o tem cem anos de pris\u00e3o<\/p>\n<p>     Ladr\u00e3o n\u00e3o rouba a ladr\u00e3o<\/p>\n<p>     Lua com circo traz \u00e1gua no bico<\/p>\n<p>     Ler \u00e9 saber<\/p>\n<p>     Lembra aos rapazes o que ao diabo esquece<\/p>\n<p>     Longe da vista, longe do cora\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>M<\/strong><\/p>\n<p>     Mate dois coelhos com uma cajadada s\u00f3<\/p>\n<p>     Mais vale um p\u00e1ssaro na m\u00e3o, do que dois voando<\/p>\n<p>     Mais vale rico e com sa\u00fade do que pobre e doente<\/p>\n<p>     Montou no porco<\/p>\n<p>     Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital<\/p>\n<p>     Macaco que muito pula quer chumbo<\/p>\n<p>     Macaco velho n\u00e3o mete a m\u00e3o em cumbuca<\/p>\n<p>     Macaco que muito pula quer chumbo<\/p>\n<p>     Macaco velho n\u00e3o mete a m\u00e3o em cumbuca<\/p>\n<p>     Manda quem pode, obedece quem deve<\/p>\n<p>     Muito custa a um pobre viver e a um rico morrer<\/p>\n<p>     Mulher honrada n\u00e3o tem ouvidos<\/p>\n<p>     M\u00e3os frias, cora\u00e7\u00e3o quente<\/p>\n<p>     Mais vale ser rabo de pescada que cabe\u00e7a de sardinha<\/p>\n<p>     Mais vale cair em gra\u00e7a do que ser engra\u00e7ado<\/p>\n<p>     Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo<\/p>\n<p>     Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto<\/p>\n<p>     Mais vale burro vivo que s\u00e1bio morto<\/p>\n<p>     Mais vale ficar vermelho cinco minutos, que amarelo toda a vida<\/p>\n<p class=\"r\">Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades<\/p>\n<p>     Madruga e ver\u00e1s trabalha e ter\u00e1s<\/p>\n<p>     Mais vale pouco que nada<\/p>\n<p>     Mais vale um ano \u00e0 volta que nunca a casa<\/p>\n<p>     Mais vale um gosto na vida que (dez reis|seis vint\u00e9ns) na algibeira<\/p>\n<p>     Mais vale um mau acordo que uma boa senten\u00e7a<\/p>\n<p>     Mais vale um p\u00e9 no trav\u00e3o que dois no caix\u00e3o<\/p>\n<p>     Mais vale uma palavra antes que duas depois<\/p>\n<p>     Mais vale prevenir que remediar<\/p>\n<p>     Mal por mal, venha o Diabo e escolha<\/p>\n<p>     Menino farto n\u00e3o \u00e9 comedor<\/p>\n<p>     Mesa sem p\u00e3o \u00e9 mesa de vil\u00e3o<\/p>\n<p>     Mordedura de c\u00e3o cura-se com o p\u00ealo do mesmo c\u00e3o<\/p>\n<p>     Morra Marta, morra farta<\/p>\n<p>     Morreu o bicho, acabou-se a pe\u00e7onha<\/p>\n<p>     Muita gente junta n\u00e3o se safa<\/p>\n<p>     Muita parra pouca uva<\/p>\n<p>     Muito alcan\u00e7a quem n\u00e3o cansa<\/p>\n<p>     Muito come o tolo mas mais tolo \u00e9 quem lhe d\u00e1<\/p>\n<p>     Muito esquece a quem n\u00e3o sabe<\/p>\n<p>     Muito riso pouco siso<\/p>\n<p>     Muito se engana quem cuida<\/p>\n<p>     Muito se engana quem julga<\/p>\n<p>     Muitos cozinheiros estragam a sopa<\/p>\n<p>     M\u00e3os frias, cora\u00e7\u00e3o quente (amor ardente| amor para sempre)<\/p>\n<p>     M\u00e3os quentes, cora\u00e7\u00e3o frio amor vadio<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>N<\/strong><\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 mal que sempre dure, nem bem que sempre se ature<\/p>\n<p>     N\u00e3o cortar a pata do burro por um \u00fanico coice<\/p>\n<p>     N\u00e3o jogar p\u00e9rola aos porcos<\/p>\n<p>     N\u00e3o se deve dar p\u00e9rolas aos porcos<\/p>\n<p>     N\u00e3o chame o papagaio de meu louro<\/p>\n<p>     N\u00e3o coloque o carro na frente dos bois<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 nada como um dia depois do outro<\/p>\n<p>     Nuvem baixa sol que racha<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 mal que perdure, n\u00e3o h\u00e1 dor que n\u00e3o se cure<\/p>\n<p>     N\u00e3o pe\u00e7as a quem pediu nem sirvas a quem serviu<\/p>\n<p>     Nem tudo o que reluz \u00e9 ouro<\/p>\n<p>     Na cama que far\u00e1s, nela te deitar\u00e1s<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 bela sem sen\u00e3o<\/p>\n<p>     Nem tanto ao mar nem tanto \u00e0 terra<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 fome sem fartura<\/p>\n<p>     N\u00e3o se fala de corda em casa de enforcado<\/p>\n<p>     Ningu\u00e9m melhor ajuda o pobre, que o pobre<\/p>\n<p>     N\u00e3o vendas a pele do urso antes de o matar<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 duas sem tr\u00eas<\/p>\n<p>     No meio \u00e9 que est\u00e1 a virtude<\/p>\n<p>     Nem sempre sardinha, nem sempre galinha<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 fumo sem fogo<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 regra sem exce\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>     N\u00e3o v\u00e1 de encontro a mar\u00e9<\/p>\n<p>     No melhor pano cai a n\u00f3doa<\/p>\n<p>     N\u00e3o corrigir nossas faltas \u00e9 o mesmo que cometer novos erros<\/p>\n<p>     Ningu\u00e9m acredita em um mentiroso mesmo que esteja falando a verdade<\/p>\n<p>     Na primeira quem quer cai; na segunda cai quem quer; na terceira quem \u00e9 parvo<\/p>\n<p>     Nem contas com parentes nem d\u00edvidas com ausentes<\/p>\n<p>     Nem oito nem oitenta<\/p>\n<p>     Nem s\u00f3 de p\u00e3o vive o homem<\/p>\n<p>     Nem tanto ao mar nem tanto \u00e0 terra<\/p>\n<p>     Nem todas as verdades se dizem<\/p>\n<p>     Nem tudo o que vem \u00e0 rede \u00e9 peixe<\/p>\n<p>     Ningu\u00e9m diga desta \u00e1gua n\u00e3o beberei (e deste p\u00e3o n\u00e3o comerei )<\/p>\n<p>     Ningu\u00e9m nasce sabendo<\/p>\n<p>     Ningu\u00e9m perde que outro n\u00e3o ganhe<\/p>\n<p>     Ningu\u00e9m quer ser velho nem morrer novo<\/p>\n<p>     Ningu\u00e9m \u00e9 bom juiz em causa pr\u00f3pria<\/p>\n<p>     Ningu\u00e9m \u00e9 profeta na sua terra<\/p>\n<p>     No aperto e no perigo se conhece o amigo<\/p>\n<p>     No meio \u00e9 que est\u00e1 a virtude<\/p>\n<p>     No poupar \u00e9 que est\u00e1 o ganho<\/p>\n<p>     Nunca deites foguetes antes da festa<\/p>\n<p>     N\u00e3o alimentes burros a p\u00e3o-de-l\u00f3<\/p>\n<p>     N\u00e3o deixes para amanh\u00e3 o que podes fazer hoje<\/p>\n<p>     N\u00e3o d\u00e1 quem tem, d\u00e1 quem quer bem<\/p>\n<p>     N\u00e3o fa\u00e7as aos outros o que n\u00e3o gostas que te fa\u00e7am a ti<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 amor como o primeiro<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 bela sem sen\u00e3o, nem feia sem sua gra\u00e7a<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 bem que sempre dure nem mal que n\u00e3o acabe<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 crime sem lei<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 fome que n\u00e3o (traga|d\u00ea em) fartura<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 galinha gorda por pouco dinheiro<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 mal que o tempo n\u00e3o cure<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 mal que sempre dure nem bem que sempre perdure<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 parto sem dor<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 pior cego que o que n\u00e3o quer ver<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 regra sem exce\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 rosas sem espinhos<\/p>\n<p>     N\u00e3o h\u00e1 s\u00e1bado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem pregui\u00e7a<\/p>\n<p>     N\u00e3o se malha em ferro frio<\/p>\n<p>     N\u00e3o te metas no que n\u00e3o te diz respeito<\/p>\n<p>     N\u00e3o \u00e9 por muito madrugar que amanhece mais cedo<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>O<\/strong><\/p>\n<p>     O saber n\u00e3o ocupa lugar<\/p>\n<p>     Onde canta galo n\u00e3o canta galinha<\/p>\n<p>     Onde o galo canta canta, almo\u00e7a e janta<\/p>\n<p>     O que os olhos n\u00e3o v\u00eaem o cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o sente<\/p>\n<p>     O macaco s\u00f3 v\u00ea o rabo do outro<\/p>\n<p>     Os c\u00e3es ladram e caravana passa<\/p>\n<p>     Ovelha negra da fam\u00edlia<\/p>\n<p>     O poder mostra o que o homem \u00e9<\/p>\n<p>     Onde ha fuma\u00e7a, h\u00e1 fogo<\/p>\n<p>     Olho por olho, dente por dente<\/p>\n<p>     O h\u00e1bito n\u00e3o faz o monge<\/p>\n<p>     O seguro morreu de velho e o desconfiado ainda est\u00e1 vivo<\/p>\n<p>     O barulho n\u00e3o faz bem e o bem n\u00e3o faz barulho<\/p>\n<p>     O p\u00e3o do pobre cai sempre com a manteiga para o lado de baixo<\/p>\n<p>     O pior cego \u00e9 o que n\u00e3o quer ver<\/p>\n<p>     O dinheiro fala todas as l\u00ednguas<\/p>\n<p>     O sil\u00eancio \u00e9 de ouro<\/p>\n<p>     Olho por olho, dente por dente<\/p>\n<p>     O burro acredita em tudo o que lhe dizem<\/p>\n<p>     O prometido \u00e9 devido<\/p>\n<p>     O corno \u00e9 sempre o \u00faltimo a saber<\/p>\n<p>     O esperto s\u00f3 acredita em metade, e o g\u00eanio sabe em que metade deve acreditar<\/p>\n<p>     O que arde cura o que co\u00e7a sara e o que aperta segura<\/p>\n<p>     Os \u00faltimos s\u00e3o sempre os primeiros<\/p>\n<p>     Ovelha que bale, bocado que perde<\/p>\n<p>     O segredo \u00e9 a alma do neg\u00f3cio<\/p>\n<p>     O bom filho \u00e0 casa torna<\/p>\n<p>     O bom m\u00e9dico \u00e9 o do terceiro dia.<\/p>\n<p>     O casamento e a mortalha no c\u00e9u se talha<\/p>\n<p>     O dinheiro n\u00e3o d\u00e1 a felicidade, mas ajuda muito<\/p>\n<p>     O futuro a Deus pertence<\/p>\n<p>     O homem p\u00f5e e Deus disp\u00f5e<\/p>\n<p>     O mal dos outros \u00e9 consolo de parvos<\/p>\n<p>     O mal est\u00e1 nos olhos de quem o v\u00ea<\/p>\n<p>     O olho do dono engorda o cavalo<\/p>\n<p>     O que arde cura<\/p>\n<p>     O que arma a esparrela muitas vezes cai nela<\/p>\n<p>     O que n\u00e3o tem rem\u00e9dio remediado est\u00e1<\/p>\n<p>     O que o ber\u00e7o d\u00e1 s\u00f3 a tumba tira<\/p>\n<p>     O que os olhos n\u00e3o v\u00eaem o cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o sente<\/p>\n<p>     O que tu sabes j\u00e1 eu me esqueci<\/p>\n<p>     O que \u00e9 barato sai caro<\/p>\n<p>     O que \u00e9 bom acaba depressa<\/p>\n<p>     O que \u00e9 doce nunca amargou<\/p>\n<p>     O que \u00e9 nosso vem parar-nos \u00e0 m\u00e3o<\/p>\n<p>     O saber n\u00e3o ocupa (espa\u00e7o|lugar)<\/p>\n<p>     O seguro morreu de velho<\/p>\n<p>     O seu a seu dono<\/p>\n<p>     O sol quando nasce \u00e9 para todos<\/p>\n<p>     O trabalho d\u00e1 sa\u00fade<\/p>\n<p>     O trabalho n\u00e3o mata ningu\u00e9m<\/p>\n<p>     O \u00f3timo \u00e9 inimigo do bom<\/p>\n<p>     Olha para ti e fica-te por a\u00ed<\/p>\n<p>     Os amigos s\u00e3o para as ocasi\u00f5es<\/p>\n<p>     Os extremos tocam-se<\/p>\n<p>     Os opostos se unem<\/p>\n<p>     Os homens n\u00e3o se medem aos palmos<\/p>\n<p>     Os olhos pedem mais do que a barriga aguenta<\/p>\n<p>     Ovelha que berra, bocado que perde<\/p>\n<p>     \u00d3dio velho n\u00e3o cansa<\/p>\n<p><strong>P<\/strong><\/p>\n<p>     Para p\u00e9 torto, s\u00f3 chinelo velho<\/p>\n<p>     Para frente \u00e9 que se anda<\/p>\n<p>     Pau que nasce torto morre torto<\/p>\n<p>     Pedra que rola n\u00e3o cria limo<\/p>\n<p>     Para quem sabe ler, pingo \u00e9 letra<\/p>\n<p>     Para o bom entendedor meia palavra basta<\/p>\n<p>     Por fora bela viola, por dentro p\u00e3o bolorento<\/p>\n<p>     Para baixo todo santo ajuda, para cima toda coisa muda<\/p>\n<p>     Por morrer uma andorinha n\u00e3o acaba a primavera<\/p>\n<p>     Patr\u00e3o fora, dia santo na loja<\/p>\n<p>     Perdido por cem, perdido por mil<\/p>\n<p>     Para grandes males, grandes rem\u00e9dios<\/p>\n<p>     Por pouca sa\u00fade, mais vale nenhuma<\/p>\n<p>     Preso por ter c\u00e3o, preso por n\u00e3o ter<\/p>\n<p>     Paga o justo pelo pecador<\/p>\n<p>     Palavra de rei n\u00e3o volta atr\u00e1s<\/p>\n<p>     Palavra puxa palavra<\/p>\n<p>     Para a fome n\u00e3o h\u00e1 p\u00e3o duro<\/p>\n<p>     Para morrer basta estar vivo<\/p>\n<p>     Para muito sono toda a cama \u00e9 boa<\/p>\n<p>     Para quem \u00e9, bacalhau basta<\/p>\n<p>     Passarinhos e pardais,n\u00e3o s\u00e3o todos iguais<\/p>\n<p>     Pede o guloso para o desejoso<\/p>\n<p>     Peixe n\u00e3o puxa carro\u00e7a<\/p>\n<p>     Pela boca morre o peixe<\/p>\n<p>     Perde-se o velho por n\u00e3o poder e o novo por n\u00e3o saber<\/p>\n<p class=\"r\">Perguntar n\u00e3o ofende<\/p>\n<p>     Prenda as cabras, que os bodes est\u00e3o soltos<\/p>\n<p>     Pimenta nos olhos dos outros \u00e9 refresco<\/p>\n<p>     Por bem fazer mal haver<\/p>\n<p>     Por morrer uma andorinha n\u00e3o acaba a primavera<\/p>\n<p>     Por uma besta dar um coice n\u00e3o se lhe corta uma perna<\/p>\n<p>     Presun\u00e7\u00e3o e \u00e1gua benta, cada qual toma a que quer<\/p>\n<p>     Primeiro a obriga\u00e7\u00e3o, depois a devo\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>     Passarinho que anda com morcego acaba dormindo de ponta cabe\u00e7a<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>Q<\/strong><\/p>\n<p>     Quando a esmola \u00e9 grande o santo desconfia<\/p>\n<p>     Quando o gato sai, os ratos fazem a festa<\/p>\n<p>     Quem espera sempre alcan\u00e7a<\/p>\n<p>     Quando um n\u00e3o quer, dois n\u00e3o discutem<\/p>\n<p>     Quem tem telhados de vidro n\u00e3o atira pedras ao vizinho<\/p>\n<p>     Quem sabe sorrir, sabe viver<\/p>\n<p>     Quem chora, sente<\/p>\n<p>     Quem muito padece, tanto lembra que aborrece<\/p>\n<p>     Quem vai \u00e0 guerra d\u00e1 e leva<\/p>\n<p>     Quem sabe, sabe! Quem n\u00e3o sabe, aprende<\/p>\n<p>     Quem parte e reparte e n\u00e3o fica com a melhor parte, ou \u00e9 tolo ou n\u00e3o sabe      da arte<\/p>\n<p>     Quem sai aos seus n\u00e3o degenera<\/p>\n<p>     Quem vai ao mar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento.<\/p>\n<p>     Quem pode manda e quem n\u00e3o pode faz<\/p>\n<p>     Quem semeia ventos colhe tempestades<\/p>\n<p>     Quem v\u00ea caras n\u00e3o v\u00ea cora\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece<\/p>\n<p>     Quem quer agradar a todo o mundo, no fim n\u00e3o agrada a ningu\u00e9m<\/p>\n<p>     Quem casa quer casa<\/p>\n<p>     Quem escuta, de si ouve<\/p>\n<p>     Quem come e guarda, duas vezes p\u00f5e a mesa<\/p>\n<p>     Quem empresta, adeus<\/p>\n<p>     Quem com ferros mata, com ferros morre<\/p>\n<p>     Quem assim fala n\u00e3o \u00e9 gago<\/p>\n<p>     Quem corre por gosto n\u00e3o cansa<\/p>\n<p>     Quem mais tem mais quer<\/p>\n<p>     Quem muito fala pouco acerta<\/p>\n<p>     Quem espera desespera<\/p>\n<p>     Quem quer festa, sua-lhe a testa<\/p>\n<p>     Quem d\u00e1 e torna a tirar ao inferno vai parar<\/p>\n<p>     Quem d\u00e1 aos pobres empresta a Deus<\/p>\n<p>     Quem cala consente<\/p>\n<p>     Quem jura \u00e9 quem mais mente<\/p>\n<p>     Quem quebra o galho \u00e9 macaco gordo<\/p>\n<p>     Quem se faz de cordeiro ser\u00e1 comido pelo lobo<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o tem c\u00e3o, ca\u00e7a com gato<\/p>\n<p>     Quem diz as verdades, perde as amizades<\/p>\n<p>     Quem corre por gosto n\u00e3o se cansa<\/p>\n<p>     Quem se mete em atalhos n\u00e3o se livra de trabalhos<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o deve n\u00e3o teme<\/p>\n<p>     Quem avisa amigo \u00e9<\/p>\n<p>     Quem ri por \u00faltimo ri melhor<\/p>\n<p>     Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha<\/p>\n<p>     Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido<\/p>\n<p>     Quem d\u00e1 aos pobres, empresta a Deus<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o tem cabe\u00e7a para pensar, tem pernas para andar<\/p>\n<p>     Quanto mais te agachas, mais te p\u00f5em o p\u00e9 em cima<\/p>\n<p>     Quando pobre come frango, um dos dois est\u00e1 doente<\/p>\n<p>     Quem conta um conto aumenta um ponto<\/p>\n<p>     Quem diz o que quer, ouve o que n\u00e3o quer<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o chora n\u00e3o mama<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o sabe fazer nem ensinar, administra<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o v\u00ea n\u00e3o peca<\/p>\n<p>     Quem desconfia de tudo, adivinha metade<\/p>\n<p>     Quem desdenha quer comprar<\/p>\n<p>     Quem canta seus males espanta<\/p>\n<p>     Quem ama o feio, bonito lhe parece<\/p>\n<p>     Quem quer vai, quem n\u00e3o quer manda<\/p>\n<p>     Quem morre de v\u00e9spera \u00e9 peru de Natal<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o arrisca n\u00e3o petisca<\/p>\n<p>     Quem espera sempre alcan\u00e7a<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o da assist\u00eancia vem concorr\u00eancia<\/p>\n<p>     Quando a esmola \u00e9 grande, o pobre desconfia<\/p>\n<p>     Quem sofreu o mal pode esquec\u00ea-lo, mas quem o fez nunca se esquece<\/p>\n<p>     Quem tem boca vai a Roma<\/p>\n<p>     Quem ri por \u00faltimo ri melhor<\/p>\n<p>     Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha<\/p>\n<p>     Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido<\/p>\n<p>     Quem d\u00e1 aos pobres, empresta a Deus<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o tem cabe\u00e7a para pensar, tem pernas para andar<\/p>\n<p>     Quanto mais te agachas, mais te p\u00f5em o p\u00e9 em cima<\/p>\n<p>     Quando pobre come frango, um dos dois est\u00e1 doente<\/p>\n<p>     Quem conta um conto aumenta um ponto<\/p>\n<p>     Quem diz o que quer, ouve o que n\u00e3o quer<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o chora n\u00e3o mama<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o sabe fazer nem ensinar, administra<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o v\u00ea n\u00e3o peca<\/p>\n<p>     Quem desconfia de tudo, adivinha metade<\/p>\n<p>     Quem desdenha quer comprar<\/p>\n<p>     Quem canta seus males espanta<\/p>\n<p>     Quem ama o feio, bonito lhe parece<\/p>\n<p>     Quem quer vai, quem n\u00e3o quer manda<\/p>\n<p>     Quem morre de v\u00e9spera \u00e9 peru de Natal<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o arrisca n\u00e3o petisca<\/p>\n<p>     Quem espera sempre alcan\u00e7a<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o da assist\u00eancia vem concorr\u00eancia<\/p>\n<p>     Quando a esmola \u00e9 grande, o pobre desconfia<\/p>\n<p>     Quem sofreu o mal pode esquec\u00ea-lo, mas quem o fez nunca se esquece<\/p>\n<p>     Quando dois b\u00fafalos lutam, quem sai mal \u00e9 o capim<\/p>\n<p>     Quando o mar bate na rocha quem se lixa \u00e9 o mexilh\u00e3o<\/p>\n<p>     Quando se faz uma panela faz-se um testo para ela<\/p>\n<p>     Quando um burro (zurra|fala) o outro (baixa|abaixa) as orelhas<\/p>\n<p>     Quando um cai todos o pisam<\/p>\n<p>     Quanto mais alto se sobe de mais alto se cai<\/p>\n<p>     Quanto mais depressa mais devagar<\/p>\n<p>     Quanto mais me bates mais gosto de ti<\/p>\n<p>     Quem a alto sobe de alto cai quem acha guarda<\/p>\n<p>     Quem anda de boca aberta, ou entra mosca ou sai asneira<\/p>\n<p>     Quem entra na chuva \u00e9 pra se molhar<\/p>\n<p>     Quem bem vive bem morre<\/p>\n<p>     Quem boa cama faz nela se deita<\/p>\n<p>     Quem brinca com o fogo queima-se<\/p>\n<p>     Quem cala consente<\/p>\n<p>     Quem canta (seu mal|seus males) espanta<\/p>\n<p>     Quem casa n\u00e3o pensa, quem pensa n\u00e3o casa<\/p>\n<p>     Quem comeu a carne que roa os ossos<\/p>\n<p>     Quem espera por sapatos de defunto, toda a vida anda descal\u00e7o<\/p>\n<p>     Quem espera sempre alcan\u00e7a<\/p>\n<p>     Quem est\u00e1 no convento \u00e9 que sabe o que lhe vai dentro<\/p>\n<p>     Quem (faz o que pode|d\u00e1 o que tem) a mais n\u00e3o \u00e9 obrigado<\/p>\n<p>     Quem muito escolhe pouco acerta<\/p>\n<p>     Quem muito espera desespera<\/p>\n<p>     Quem muito fala pior ouve<\/p>\n<p>     Quem muito fala pouco acerta<\/p>\n<p>     Quem nada n\u00e3o se afoga<\/p>\n<p>     Quem nasceu para a forca n\u00e3o morre afogado<\/p>\n<p>     Quem nasceu para burro nunca chega a cavalo<\/p>\n<p>     Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o arrisca n\u00e3o petisca<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o come por ter comido, o mal n\u00e3o \u00e9 de perigo<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o deve n\u00e3o teme<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o pode arreia<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o quer ser lobo n\u00e3o lhe vista a pele<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o sabe \u00e9 como quem n\u00e3o v\u00ea<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o semeia n\u00e3o colhe<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o tem dinheiro n\u00e3o tem v\u00edcios<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o tem panos n\u00e3o arma tendas<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o tem vergonha, todo o mundo \u00e9 seu<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o trabalha n\u00e3o come<\/p>\n<p>     Quem n\u00e3o trabuca n\u00e3o manduca<\/p>\n<p>     Quem o alheio veste, na pra\u00e7a o despe<\/p>\n<p>     Quem o feio ama (lindo|bonito) lhe parece<\/p>\n<p>     Quem o seu c\u00e3o quer matar chama-lhe raivoso<\/p>\n<p>     Quem paga adiantado \u00e9 mal servido<\/p>\n<p>     Quem pariu Matheus que o balance<\/p>\n<p>     Quem parte velho paga novo<\/p>\n<p>     Quem pergunta quer saber<\/p>\n<p>     Quem porfia, mata ca\u00e7a<\/p>\n<p>     Quem primeiro se queixa foi quem atirou a ameixa<\/p>\n<p>     Quem procura sempre acha, se n\u00e3o um prego, uma tacha<\/p>\n<p>     Quem promete deve<\/p>\n<p>     Quem quer vai, quem n\u00e3o quer (manda|fica)<\/p>\n<p>     Quem sabe faz, quem n\u00e3o sabe ensina<\/p>\n<p>     Quem se mete em atalhos mete-se em trabalhos<\/p>\n<p>     Quem tarde vier comer\u00e1 do que trouxer<\/p>\n<p>     Quem te cobre que te descubra<\/p>\n<p>     Quem tem burro e anda a p\u00e9 mais burro \u00e9<\/p>\n<p>     Quem tem calos n\u00e3o se mete em apertos<\/p>\n<p>     Quem tem capa sempre escapa<\/p>\n<p>     Quem tem cem mas deve cem pouco tem<\/p>\n<p>     Quem (torto nasce|nasce torto), tarde ou nunca se endireita<\/p>\n<p>     Quem tudo quer tudo perde<\/p>\n<p>     Quem tudo quer nada tem<\/p>\n<p>     Quem vai ao mar avia-se em terra<\/p>\n<p>     Quem vai ao mar perde o lugar<\/p>\n<p>     Quem vai \u00e0 feira perde a cadeira<\/p>\n<p>     Quem vai \u00e0 guerra d\u00e1 e leva<\/p>\n<p>     Quem v\u00ea cara n\u00e3o v\u00ea cora\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>     Quem \u00e9 amigo de todos n\u00e3o o \u00e9 de ningu\u00e9m<\/p>\n<p>     Quem \u00e9 vivo sempre aparece<\/p>\n<p class=\"r\">Querer \u00e9 poder<\/p>\n<p>     Queres um conselho, pede-o ao velho<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>R<\/strong><\/p>\n<p>     Rir \u00e9 o melhor rem\u00e9dio<\/p>\n<p>     Recordar \u00e9 viver<\/p>\n<p>     Roupa suja se lava em casa<\/p>\n<p>     Roma e Pavia n\u00e3o se fez em um dia<\/p>\n<p>     Rei morto, rei posto<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>S<\/strong><\/p>\n<p>     Se os &#8220;ses&#8221; fossem feij\u00f5es, ningu\u00e9m morria de fome<\/p>\n<p>     S\u00e3o Mamede te levede, S\u00e3o Vicente te acrescente<\/p>\n<p>     Se em terra entra a gaivota \u00e9 porque o mar a enxota<\/p>\n<p>     Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei<\/p>\n<p>     Sol e chuva, casamento de vi\u00fava<\/p>\n<p>     Se Deus o marcou, defeito lhe achou<\/p>\n<p>     Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come<\/p>\n<p>     Sou homem e tudo o que \u00e9 humano me diz respeito<\/p>\n<p>     Saco cheio n\u00e3o verga<\/p>\n<p>     Saco vazio n\u00e3o para em p\u00e9<\/p>\n<p>     Santos da casa n\u00e3o fazem milagres<\/p>\n<p>     Se n\u00e3o tens o que gostas, gosta do que tens<\/p>\n<p>     Se o gato n\u00e3o come o bife, ou o gato n\u00e3o \u00e9 gato, ou o bife n\u00e3o \u00e9 bife<\/p>\n<p>     Se o trabalho d\u00e1 sa\u00fade, que trabalhem os doentes<\/p>\n<p>     Semeia e cria, (viver\u00e1s com|ter\u00e1s) alegria<\/p>\n<p>     S\u00e3o mais as vozes que as nozes<\/p>\n<p>     S\u00f3 a morte n\u00e3o tem rem\u00e9dio<\/p>\n<p>     S\u00f3 se lembra de Santa B\u00e1rbara quando troveja<\/p>\n<p>     S\u00f3 trabalha quem n\u00e3o sabe fazer mais nada<\/p>\n<p>     S\u00f3 vemos os argueiros nos olhos dos outros<\/p>\n<p>     Se deres as costas \u00e0 luz, nada mais ver\u00e1 do que sua pr\u00f3pria sombra<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>T<\/strong><\/p>\n<p>     Trabalhar para aquecer, \u00e9 melhor morrer de frio<\/p>\n<p>     Trabalhando s\u00f3 pelos bens materiais constru\u00edmos n\u00f3s mesmos nossa pris\u00e3o.<\/p>\n<p>     Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade<\/p>\n<p>     Tanto \u00e9 ladr\u00e3o o que vai \u00e0 vinha como o que fica \u00e0 porta.<\/p>\n<p>     Tudo vale a pena quando a alma n\u00e3o \u00e9 pequena<\/p>\n<p>     Tempo \u00e9 dinheiro<\/p>\n<p>     Todo o burro come palha, a quest\u00e3o \u00e9 saber dar<\/p>\n<p>     Todo o homem tem o seu pre\u00e7o<\/p>\n<p>     Todos os caminhos v\u00e3o dar a Roma<\/p>\n<p>     Trabalho de menino \u00e9 pouco, quem n\u00e3o o aproveita \u00e9 louco<\/p>\n<p>     Tristezas n\u00e3o pagam d\u00edvidas<\/p>\n<p>     Tudo que n\u00e3o mata engorda<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>U<\/strong><\/p>\n<p>     Um burro carregado de livros n\u00e3o \u00e9 um doutor<\/p>\n<p>     Uma m\u00e3o lava a outra e ambas lavam a cara<\/p>\n<p>     Um homem prevenido vale por dois<\/p>\n<p>     Uma andorinha s\u00f3 n\u00e3o faz ver\u00e3o<\/p>\n<p>     Um dia da ca\u00e7a, o outro do ca\u00e7ador<\/p>\n<p>     Um olho no burro e outro no cigano<\/p>\n<p>     Uma desgra\u00e7a nunca vem s\u00f3<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>V<\/strong><\/p>\n<p>     Vaso ruim n\u00e3o quebra<\/p>\n<p>     Vamos em frente que atr\u00e1s vem gente<\/p>\n<p>     V\u00e3o-se os an\u00e9is e ficam-se os dedos<\/p>\n<p>     Vassoura nova \u00e9 que varre bem<\/p>\n<p>     Voc\u00ea levou gato por lebre.<\/p>\n<p>     Viver \u00e9 como desenhar sem borracha<\/p>\n<p>     Vai muito do dizer ao fazer<\/p>\n<p>     Velhos s\u00e3o os trapos<\/p>\n<p>     Voz do povo \u00e9 voz de Deus<\/p>\n<p>     Vozes de burro n\u00e3o chegam aos c\u00e9us<\/p>\n<p>     V\u00e3o-se os an\u00e9is, ficam-se os dedos<\/p>\n<p class=\"r\"><strong>Z<\/strong><\/p>\n<p>     Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades<\/p>\n<p>Fonte: www.quadroegiz.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ditados Populares, Prov\u00e9rbios, Folclore, Express\u00f5es, Origens, Significado, G\u00edrias, Brasil, Curiosidades, Hist\u00f3rias, Mitologia, Grega, O que \u00e9 Ditados Populares<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[342],"tags":[],"class_list":["post-75200","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-curiosidades"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ 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