{"id":67911,"date":"2016-07-20T13:10:30","date_gmt":"2016-07-20T13:10:30","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=67911"},"modified":"2016-07-20T13:15:28","modified_gmt":"2016-07-20T13:15:28","slug":"embreagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/tecnologia-e-transportes\/automoveis\/mecanica\/embreagem","title":{"rendered":"Embreagem"},"content":{"rendered":"<h4>Embreagem &#8211; O que \u00e9<\/h4>\n<p>Uma <strong>embreagem<\/strong> \u00e9 um dispositivo mec\u00e2nico que engata e desengata      a transmiss\u00e3o de energia, especialmente a condu\u00e7\u00e3o eixo de veio accionado.<\/p>\n<p><strong>Embreagens <\/strong>s\u00e3o usados sempre que a transmiss\u00e3o de energia      e movimento deve ser controlado tanto em quantidade ou ao longo do tempo (por      exemplo, chaves de fenda el\u00e9tricas limitar a quantidade de torque \u00e9 transmiss\u00edveis      atrav\u00e9s do uso de uma embreagem; garras controlar se os autom\u00f3veis transmitem      a pot\u00eancia do motor para as rodas).<\/p>\n<p>Na aplica\u00e7\u00e3o mais simples, garras ligar e desligar dois eixos de rota\u00e7\u00e3o      (eixos de transmiss\u00e3o ou veios de linha). <\/p>\n<p>Nestes dispositivos, um eixo \u00e9 normalmente ligado a um motor ou unidade de      outro poder (o membro de condu\u00e7\u00e3o), enquanto o outro eixo (o membro accionado)      fornece pot\u00eancia de sa\u00edda para o trabalho. <\/p>\n<p>Embora, normalmente, os movimentos envolvidos s\u00e3o rotativos, garras lineares      tamb\u00e9m s\u00e3o poss\u00edveis.<\/p>\n<h4>Embreagem &#8211; Partes <\/h4>\n<p><strong>A embreagem moderna tem quatro componentes principais:<\/strong> a      placa de cobertura (que incorpora uma mola de diafragma), a placa de press\u00e3o,      a placa conduzido, e o rolamento de desengate.<\/p>\n<p>A <strong>placa de cobertura<\/strong> est\u00e1 aparafusada ao volante, e a placa      de press\u00e3o exerce press\u00e3o sobre a placa impulsionada pela mola do diafragma      ou atrav\u00e9s de molas helicoidais em carros anteriores.<\/p>\n<p>A placa impulsionada executado em um eixo estriado entre a placa de press\u00e3o      e do volante.<\/p>\n<p>\u00c9 diante de cada lado com um material de atrito que prende a placa de press\u00e3o      e volante quando totalmente engajados, e pode deslizar por uma quantidade      controlada quando o pedal da embraiagem \u00e9 parcialmente deprimido, permitindo      que a unidade a ser retomado sem problemas.<\/p>\n<p>O rolamento de desengate \u00e9 empurrado com for\u00e7a contra a mola do diafragma,      ou hidr\u00e1ulica ou por um cabo e alavanca e lan\u00e7amentos primavera de carga para      interromper a transmiss\u00e3o de energia.<\/p>\n<h4>Embreagem &#8211; Sistema<\/h4>\n<p>O<strong> sistema <\/strong>de<strong> embreagem <\/strong>serve para desconectar      e conectar a pot\u00eancia da \u00e1rvore de manivelas. <\/p>\n<p>Muitas<strong> embreagens <\/strong>est\u00e3o instaladas entre a redu\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria      e a transmiss\u00e3o. Em alguns modelos, por\u00e9m, a<strong> embreagem <\/strong>est\u00e1      instalada diretamente na \u00e1rvore de manivelas. <\/p>\n<p><strong>O acionamento da embreagem pode ser, a grosso modo, dividido em dois      tipos:<\/strong> a<strong> embreagem <\/strong>manual controlada pelo motociclista      e a<strong> embreagem <\/strong>centr\u00edfuga que executa automaticamente a conex\u00e3o      e a desconex\u00e3o da pot\u00eancia de acordo com a rota\u00e7\u00e3o do motor.<\/p>\n<p>A<strong> embreagem <\/strong>controla a transmiss\u00e3o de pot\u00eancia pela for\u00e7a      de fric\u00e7\u00e3o. Quando a<strong> embreagem <\/strong>fica completamente desacoplada,      a pot\u00eancia n\u00e3o ser\u00e1 transmitida \u00e0 roda traseira. Quando o ve\u00edculo \u00e9 posto      em movimento, a<strong> embreagem <\/strong>faz aumentar gradualmente a for\u00e7a      de fric\u00e7\u00e3o e transmite pot\u00eancia suavemente para a roda traseira. Quando a<strong>      embreagem <\/strong>estiver completamente acoplada, a pot\u00eancia da \u00e1rvore de      manivelas ser\u00e1 transmitida diretamente \u00e0 roda traseira.<\/p>\n<p>Conduzir a motocicleta com o motor em alta rota\u00e7\u00e3o e com a<strong> embreagem      <\/strong>parcialmente solta, pode provocar a redu\u00e7\u00e3o de fric\u00e7\u00e3o devido ao      calor e desgaste nos discos, fazendo a<strong> embreagem <\/strong>patinar,      mesmo depois que a<strong> embreagem <\/strong>esteja completamente acoplada.<\/p>\n<p><strong>EMBREAGEM MANUAL DE MULTIDISCO BANHADO EM \u00d3LEO (TIPO A: TIPO IMPULSO      EXTERNO)<\/strong><\/p>\n<p>Este tipo de<strong> embreagem <\/strong>\u00e9 o mais tradicional utilizado nas      motocicletas. A engrenagem motora prim\u00e1ria da \u00e1rvore de manivelas aciona a      engrenagem movida prim\u00e1ria integrada na carca\u00e7a externa da embreagem. Os discos      de<strong> embreagem <\/strong>e a carca\u00e7a externa da<strong> embreagem <\/strong>giram      com a \u00e1rvore de manivelas quando os ressaltos da circunfer\u00eancia externa do      disco estiverem acoplados nas ranhuras da carca\u00e7a externa da embreagem.<\/p>\n<p>A \u00e1rvore principal de transmiss\u00e3o e o cubo central da<strong> embreagem <\/strong>s\u00e3o      fixados com uma porca. Al\u00e9m disso, as placas separadoras s\u00e3o acopladas nas      estrias do cubo central. Desta maneira, as placas separadoras giram com a      roda traseira atrav\u00e9s da transmiss\u00e3o. <\/p>\n<p>Quando a alavanca da<strong> embreagem <\/strong>\u00e9 acionada, o mecanismo de      acionamento da<strong> embreagem <\/strong>pressiona o plat\u00f4 de press\u00e3o atrav\u00e9s      da placa de acionamento da embreagem, resultando em forma\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o      entre o disco e o separador. A pot\u00eancia da \u00e1rvore de manivelas neste momento      n\u00e3o ser\u00e1 transferida<br \/>\n     para a roda traseira.<\/p>\n<p>Ao engatar a marcha e soltar gradualmente a alavanca da embreagem, o plat\u00f4      come\u00e7a a pressionar o disco e o separador pela tens\u00e3o da mola, e os discos      e os separadores come\u00e7am a transmitir pot\u00eancia para a roda. Neste momento,      o ve\u00edculo inicia seu movimento.<\/p>\n<p>Quando a alavanca da<strong> embreagem <\/strong>\u00e9 completamente solta, os      discos e os separadores estar\u00e3o retidos completamente entre o plat\u00f4 de press\u00e3o      e o cubo central da embreagem, deixando de friccionar entre si. A pot\u00eancia      da \u00e1rvore de manivelas ser\u00e1 portanto transmitida totalmente \u00e0 roda traseira.<\/p>\n<p><strong>Finalidade da mola Judder<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/embreagem-09.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Ao soltar a alavanca para acoplar a embreagem, os discos e os separadores,      \u00e0s vezes se acoplam\/desacoplam intermitentemente, causando trancos ou vibra\u00e7\u00f5es.    <\/p>\n<p>Para diminuir este sintoma, alguns modelos s\u00e3o equipados com uma mola Judder      no cubo da embreagem.<\/p>\n<p>A tens\u00e3o da mola Judder pressiona os discos e separadores, friccionando durante      o acoplamento da<strong> embreagem <\/strong>para minimizar os trancos e as      vibra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A mola Judder n\u00e3o est\u00e1 instalada em motocicletas em que os trancos n\u00e3o chegam      a ser prejudiciais.<\/p>\n<p><strong>Finalidade da mola de amortecimento<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/embreagem-010.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Quando o motor estiver em funcionamento, a \u00e1rvore de manivelas gira com a      for\u00e7a recebida de forma intermitente pelo pist\u00e3o. Portanto, a engrenagem prim\u00e1ria      movida tamb\u00e9m recebe impactos intermitentes em cada final de curso do pist\u00e3o.<\/p>\n<p>Para transmitir esses impactos intermitentes, est\u00e1 instalada uma mola de      amortecimento entre a engrenagem prim\u00e1ria movida e a carca\u00e7a externa da<strong>      embreagem <\/strong>para absorver o impacto e evitar danos nas demais pe\u00e7as      de transmiss\u00e3o de pot\u00eancia do motor.<\/p>\n<p><strong>TIPO B (TIPO IMPULSO INTERNO)<\/strong><\/p>\n<p>O mecanismo de acionamento da<strong> embreagem <\/strong>deste<strong> sistema      <\/strong>est\u00e1 instalado no lado oposto do conjunto da embreagem. A vareta      de acionamento est\u00e1 instalada atrav\u00e9s da \u00e1rvore principal de transmiss\u00e3o e      pressiona o plat\u00f4 para fora, que est\u00e1 localizado na parte externa da embreagem,      para desacoplar a embreagem. <\/p>\n<p>Todas as demais caracter\u00edsticas, exceto esta que acaba de ser mencionada,      s\u00e3o id\u00eanticas \u00e0s do tipo A.<\/p>\n<p><strong>SISTEMA DE EMBREAGEM UNIDIRECIONAL (TIPO C: TIPO IMPULSO INTERNO      COM MECANISMO LIMITADOR DE CONTRACARGA)<\/strong><\/p>\n<p>Na redu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de marcha em rota\u00e7\u00e3o elevada do motor, as for\u00e7as de frenagem      por compress\u00e3o criadas pelo motor podem ultrapassar a tra\u00e7\u00e3o da roda traseira.      Isto pode causar travamento moment\u00e2neo da roda traseira at\u00e9 que a for\u00e7a de      frenagem por compress\u00e3o reduza ao n\u00edvel necess\u00e1rio para que a roda traseira      recupere a tra\u00e7\u00e3o. Se forem efetuadas as redu\u00e7\u00f5es de marchas v\u00e1rias vezes      seguidas, o resultado poder\u00e1 ser o travamento da roda mais prolongado. <\/p>\n<p>O<strong> sistema <\/strong>de<strong> embreagem <\/strong>unidirecional foi      criado especificamente para impedir o travamento da roda.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/embreagem-011.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/p>\n<p>A principal diferen\u00e7a entre este<strong> sistema <\/strong>e o<strong> sistema      <\/strong>convencional de<strong> embreagem <\/strong>\u00e9 o cubo de<strong> embreagem      <\/strong>separado em duas pe\u00e7as, cubo interno e cubo externo. Al\u00e9m disso,      a parte externa do cubo da embreagem, que controla a maioria dos separadores      e os discos da embreagem, \u00e9 movida por uma<strong> embreagem <\/strong>unidirecional.      O cubo interno da<strong> embreagem <\/strong>est\u00e1 instalado no eixo principal      de transmiss\u00e3o, como \u00e9 normal. Mas este cubo s\u00f3 controla cerca de dois quintos      dos separadores e discos da embreagem. <\/p>\n<p>Esta parte da<strong> embreagem <\/strong>transmite a pot\u00eancia e for\u00e7as de      desacelera\u00e7\u00e3o de maneira id\u00eantica \u00e0s<strong> embreagens <\/strong>convencionais.      O cubo externo da<strong> embreagem <\/strong>n\u00e3o est\u00e1 instalado no eixo principal      de transmiss\u00e3o. Este cubo controla cerca de tr\u00eas quintos dos separadores e      discos da embreagem. <\/p>\n<p>Esta parte transmite pot\u00eancia quando a<strong> embreagem <\/strong>unidirecional      est\u00e1 travada, como durante a acelera\u00e7\u00e3o, movimento e desacelera\u00e7\u00e3o normal,      mas ela patinar\u00e1 durante uma desacelera\u00e7\u00e3o brusca em alta rota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/embreagem-012.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/p>\n<p><strong>FUNCIONAMENTO:<\/strong><\/p>\n<p>Quando se reduz as marchas em alta rota\u00e7\u00e3o, provoca-se uma contracarga na<strong>      embreagem <\/strong>em fun\u00e7\u00e3o das for\u00e7as que s\u00e3o geradas pelo efeito de frenagem      por compress\u00e3o do motor. Se essas for\u00e7as aproximarem-se da for\u00e7a que provoca      travamento da roda traseira, a<strong> embreagem <\/strong>unidirecional desacoplar\u00e1      a parte externa da<strong> embreagem <\/strong>e permitir\u00e1 que a parte externa      patine.<\/p>\n<p>Isto permite que a roda traseira mantenha tracionado o efeito de freio motor.      Assim, em vez de ser um mecanismo de ativa\u00e7\u00e3o (ON ou OFF), a<strong> embreagem      <\/strong>unidirecional determina o grau correto de patina\u00e7\u00e3o para cada situa\u00e7\u00e3o,      ao mesmo tempo que mant\u00e9m o efeito m\u00e1ximo poss\u00edvel de freio motor.<\/p>\n<p><strong>Durante a acelera\u00e7\u00e3o, condu\u00e7\u00e3o e desacelera\u00e7\u00e3o normais, a pot\u00eancia      \u00e9 transmitida atrav\u00e9s da embreagem de maneira normal: <\/strong>carca\u00e7a externa      da<strong> embreagem <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/seta.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/strong> separador <strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/seta.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/strong> disco <strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/seta.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/strong><strong> embreagem <\/strong>unidirecional      <strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/seta.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/strong> \u00e1rvore principal.<\/p>\n<p>Quando houver uma contracarga na<strong> embreagem <\/strong>provocada pela      roda traseira perto do ponto de travar, a<strong> embreagem <\/strong>unidirecional      deslizar\u00e1 o suficiente para impedir que a roda trave, sem perder o efeito      da frenagem m\u00e1xima poss\u00edvel por compress\u00e3o do motor.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/embreagem-013.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/embreagem-014.jpg\" alt=\"Embreagem\" title=\"Embreagem\" \/><\/p>\n<p><strong>TIPO D (MONTADO NA \u00c1RVORE DE MANIVELAS)<\/strong><\/p>\n<p>A carca\u00e7a externa da<strong> embreagem <\/strong>est\u00e1 montada na \u00e1rvore de      manivelas.<\/p>\n<p><strong>EMBREAGEM CENTR\u00cdFUGA MULTIDISCO BANHADA EM \u00d3LEO<\/strong><\/p>\n<p>A<strong> embreagem <\/strong>centr\u00edfuga consegue a conex\u00e3o e desconex\u00e3o da<strong>      embreagem <\/strong>pela for\u00e7a centr\u00edfuga que \u00e9 aplicada na<strong> embreagem      <\/strong>quando ela gira atrav\u00e9s da \u00e1rvore de manivelas. Com este mecanismo,      o ve\u00edculo n\u00e3o partir\u00e1 em marcha lenta porque a for\u00e7a centr\u00edfuga \u00e9 pequena      e a<strong> embreagem <\/strong>permanece desacoplada. <\/p>\n<p>Entretanto, quando a rota\u00e7\u00e3o do motor aumenta, a<strong> embreagem <\/strong>ser\u00e1      acoplada e o ve\u00edculo poder\u00e1 ser movido sem acionamento manual da embreagem.    <\/p>\n<p>Quando a<strong> embreagem <\/strong>centr\u00edfuga estiver combinada com a transmiss\u00e3o,      dever\u00e1 ter um mecanismo independente para desacoplar a<strong> embreagem <\/strong>pelo      movimento do pedal quando se muda a marcha. Desacoplando-se a<strong> embreagem      <\/strong>provisoriamente ao efetuar a mudan\u00e7a de engrenagens elimina-se a      press\u00e3o que \u00e9 aplicada nas superf\u00edcies dentadas das engrenagens de transmiss\u00e3o,      possibilitando um movimento suave das engrenagens, o que facilita a mudan\u00e7a      de marcha.<\/p>\n<p><strong>TIPO A: embreagem de c\u00e2mbio combinada<\/strong><\/p>\n<p>As<strong> embreagens <\/strong>centr\u00edfuga e de<strong> c\u00e2mbio <\/strong>s\u00e3o      combinadas para serem montadas na \u00e1rvore de manivelas.<\/p>\n<p>Em baixa rota\u00e7\u00e3o do motor, a for\u00e7a centr\u00edfuga aplicada ao peso da<strong>      embreagem <\/strong>tem pequena intensidade. Com isso, o peso n\u00e3o se move e      haver\u00e1 folga entre os separadores e os discos da embreagem. A<strong> embreagem      <\/strong>est\u00e1 desacoplada.<\/p>\n<p>Quando aumenta a rota\u00e7\u00e3o do motor, a for\u00e7a centr\u00edfuga aplicada ao peso da<strong>      embreagem <\/strong>aumenta. O peso move-se para fora e pressiona os separadores      da embreagem. Portanto, os separadores e os discos s\u00e3o unidos, e a pot\u00eancia      da \u00e1rvore de manivelas \u00e9 transmitida para a engrenagem impulsora prim\u00e1ria.    <\/p>\n<p>Em alguns casos, um rolete \u00e9 usado em vez do peso da<strong> embreagem <\/strong>entre      a placa de acionamento e o separador da embreagem.<\/p>\n<p>Nesse tipo de<strong> embreagem <\/strong>a for\u00e7a centr\u00edfuga muda o rolete      para fora da placa de acionamento, exercendo press\u00e3o sobre os separadores      da<strong> embreagem <\/strong>para acoplar a embreagem.<\/p>\n<p><strong>POSICIONADOR DE MARCHAS<\/strong><\/p>\n<p>Quando o pedal de<strong> c\u00e2mbio <\/strong>\u00e9 acionado, a rota\u00e7\u00e3o do eixo de      posicionamento de marcha faz girar o came de acionamento atrav\u00e9s da alavanca      de embreagem.<\/p>\n<p>Quando o came de acionamento gira, as posi\u00e7\u00f5es das esferas do retentor de      esferas e o came de acionamento s\u00e3o deslocados, fazendo com que o mesmo se      levante como mostra a ilustra\u00e7\u00e3o ao lado, pressionando o plat\u00f4 de press\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando o pedal \u00e9 solto, depois de terminar a mudan\u00e7a de marcha, o came de      acionamento volta \u00e0 posi\u00e7\u00e3o original. Quando a carca\u00e7a externa da<strong>      embreagem <\/strong>retornar \u00e0 posi\u00e7\u00e3o original pela tens\u00e3o da mola da embreagem,      o disco e o separador se unir\u00e3o novamente e a<strong> embreagem <\/strong>ser\u00e1      acoplada.<\/p>\n<p>Quando o plat\u00f4 \u00e9 pressionado, a carca\u00e7a externa da<strong> embreagem <\/strong>comprime      a mola e toda a carca\u00e7a externa da embreagem\u00e9 empurrada para dentro.<\/p>\n<p>Nesse momento, mesmo que o peso da<strong> embreagem <\/strong>esteja estreitamente      junto aos discos e aos separadores, haver\u00e1 folga entre os discos e os separadores      devido ao movimento da carca\u00e7a externa da embreagem, e a<strong> embreagem      <\/strong>ficar\u00e1 desacoplada.<\/p>\n<p><strong>TIPO B: embreagem de c\u00e2mbio separada<\/strong><\/p>\n<p>A<strong> embreagem <\/strong>centr\u00edfuga e a<strong> embreagem <\/strong>do<strong>      c\u00e2mbio <\/strong>s\u00e3o separadas para aumentar a capacidade da<strong> embreagem      <\/strong>em compara\u00e7\u00e3o com o tipo combinado que est\u00e1 descrito nas p\u00e1ginas      anteriores. Com uma diferen\u00e7a em compara\u00e7\u00e3o com o tipo mencionado na p\u00e1gina      anterior, a<strong> embreagem <\/strong>centr\u00edfuga tem um mecanismo pelo qual      a sapata da<strong> embreagem <\/strong>fixada na \u00e1rvore de manivelas se expande      para fora pela for\u00e7a centr\u00edfuga, sendo comprimida contra a superf\u00edcie interna      do tambor da embreagem, permitindo a transmiss\u00e3o de pot\u00eancia. <\/p>\n<p>Este mecanismo \u00e9 semelhante a um freio a tambor. A<strong> embreagem <\/strong>de<strong>      c\u00e2mbio <\/strong>\u00e9 fixada na \u00e1rvore de transmiss\u00e3o principal, como a<strong>      embreagem <\/strong>manual. O trabalho de engate e desengate tamb\u00e9m \u00e9 igual      \u00e0 <strong>embreagem <\/strong>manual. O mecanismo de mudan\u00e7a de marcha \u00e9 o      mesmo do tipo combinado descrito na p\u00e1gina anterior.<\/p>\n<p><strong>PRINC\u00cdPIOS DE FUNCIONAMENTO<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Opera\u00e7\u00e3o centr\u00edfuga:<\/strong> consulte o item transmiss\u00e3o autom\u00e1tica        por correia.<strong><br \/>\n       Mecanismo de acionamento do sistema de c\u00e2mbio:<\/strong> consulte o item<strong>        embreagem <\/strong>centr\u00edfuga multidisco banhado em \u00f3leo (Tipo A<strong>).<br \/>\n       Mecanismo de embreagem do sistema de c\u00e2mbio:<\/strong> consulte o item<strong>        embreagem <\/strong>centr\u00edfuga multidisco banhado em \u00f3leo (Tipo A).<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4><strong>Cuidados com a embreagem<\/strong> <\/h4>\n<p>Antes de falarmos da <strong>embreagem<\/strong> propriamente dita, precisamos      abordar alguns conceitos f\u00edsicos que ajudam a explicar os princ\u00edpios do seu      funcionamento, que na verdade, \u00e9 muito simples. Vamos falar de atrito. Toda      vez que um corpo desliza ou tenta deslizar sobre outro, surge uma for\u00e7a chamada      atrito que tenta impedir este movimento. <\/p>\n<p>Quanto maior a compress\u00e3o de um corpo sobre outro, maior ser\u00e1 o atrito. A      <strong>embreagem<\/strong> faz uso do atrito para transmitir o movimento de      rota\u00e7\u00e3o do motor \u00e0 caixa de transmiss\u00e3o. \u00c9 importante lembrar tamb\u00e9m que o      atrito produz calor. Por exemplo, n\u00f3s esfregamos as m\u00e3os uma contra a outra      com for\u00e7a, quando est\u00e1 frio no inverno, justamente para aquec\u00ea-las. <\/p>\n<p>Para utilizar o movimento de rota\u00e7\u00e3o do motor, \u00e9 necess\u00e1rio um acoplamento      seguro, capaz de transmit\u00ed-lo. Nos ve\u00edculos a <strong>embreagem<\/strong> transmite      a rota\u00e7\u00e3o do motor \u00e0 caixa de mudan\u00e7as e da\u00ed para o diferencial e \u00e0s rodas.    <\/p>\n<p><strong>Suas fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Permitir acoplamentos suaves e sem ru\u00eddos. <br \/>\n       Transmitir o torque do motor para a caixa de transmiss\u00e3o (posi\u00e7\u00e3o acoplada).        <br \/>\n       Permitir a interrup\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o de torque para possibillitar as mudan\u00e7as        de marchas (posi\u00e7\u00e3o desacoplada). <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A <strong>embreagem<\/strong> tamb\u00e9m age como um amortecedor de vibra\u00e7\u00f5es      para diminuir ru\u00eddos provenientes da caixa de transmiss\u00e3o. Ela est\u00e1 localizada      entre o motor e a caixa de transmiss\u00e3o, no interior de uma capa seca e \u00e9 acionada      atrav\u00e9s de um comando em pedal. A <strong>embreagem<\/strong> \u00e9 composta por      plat\u00f4 e disco(s), sendo que o plat\u00f4 \u00e9 fixado diretamente sobre o volante do      motor e o disco fixado ao eixo da transmiss\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>H\u00e1bitos incorretos ao dirigir que prejudicam a embreagem <\/strong><\/p>\n<p>Existem diferentes causas que originam problemas na <strong>embreagem<\/strong>,      devido particularmente a um uso inadequado do motorista. <\/p>\n<p><strong>Veja quais os pontos de maior incid\u00eancia, assim como algumas dicas      que ajudar\u00e3o a melhorar a utiliza\u00e7\u00e3o e a vida \u00fatil da embreagem:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Evite sempre acionar e desacionar bruscamente a embreagem para aumentar        o torque ou alterar a rota\u00e7\u00e3o do motor quando se encontrar em uma velocidade        compat\u00edvel. <br \/>\n       Utilize o pedal da embreagem somente no momento da troca de marcha. Quando        o motorista descansa o p\u00e9 sobre o pedal, isto provoca um aquecimento excessivo        do sistema e um desgaste prematuro dos componentes. <br \/>\n       N\u00e3o inicie bruscamente a marcha, evitando arrancadas bruscas. <br \/>\n       Nunca segure o ve\u00edculo numa rampa utilizando a embreagem como freio. Este        h\u00e1bito causa um desgaste excessivo do disco. Nestas situa\u00e7\u00f5es utilize sempre        o freio do ve\u00edculo. <br \/>\n       Nunca saia com o ve\u00edculo em segunda marcha.<br \/>\n       Evite sempre ultrapassar a capacidade de carga especificada pelo fabricante        do ve\u00edculo, porque afetar\u00e1 o funcionamento da embreagem e diminuir\u00e1 a vida        \u00fatil da mesma. <br \/>\n       Evite redu\u00e7\u00f5es bruscas de velocidade, freiando ou desacelerando subitamente        o motor. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Testando a embreagem<\/strong> <\/p>\n<p><strong>Para saber se a embreagem do seu carro esta em bom estado, voc\u00ea pode      fazer os seguintes testes:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Teste 1: Dificuldade no engate<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Puxe o freio de m\u00e3o. Em marcha lenta, pise na <strong>embreagem <\/strong>e        espere 4 segundos. Engate a marcha r\u00e9, que deve entrar sem dificuldades.        Sem tirar o p\u00e9 da embreagem, movimente a alavanca de<strong> c\u00e2mbio <\/strong>para        as outras marchas. Agindo desta forma, os engates dever\u00e3o ocorrer sem ru\u00eddo        ou dificuldade. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Teste 2: Patina\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Puxe o freio de m\u00e3o. Engate a terceira marcha. Mantenha o motor na rota\u00e7\u00e3o        de torque m\u00e1ximo. Retire o p\u00e9 da <strong>embreagem <\/strong>rapidamente        e acelere ao mesmo tempo. Se a<strong> embreagem <\/strong>estiver boa, o        motor deve morrer imediatamente. Se n\u00e3o for este o caso, ocorrendo um tempo        prolongado de patina\u00e7\u00e3o ou mesmo aumento da rota\u00e7\u00e3o do motor, h\u00e1 um claro        sinal de problemas na embreagem. <strong>Importante<\/strong>: devido ao        superaquecimento, n\u00e3o repita esta opera\u00e7\u00e3o mais de duas vezes seguidas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Embreagem &#8211; Rodas<\/h4>\n<p>A<strong> embreagem <\/strong>destina-se a desligar o motor das rodas motrizes      quando se efetua uma mudan\u00e7a de velocidades ou quando se arranca. Torna assim      poss\u00edvel engatar suavemente uma nova engrenagem antes de a transmiss\u00e3o voltar      a ser ligada ou, acuando do arranque, permite que o motor atinja as rota\u00e7\u00f5es      suficientes para deslocar o autom\u00f3vel. <\/p>\n<p><strong>O desembrear faz separar tr\u00eas partes do conjunto da embreagem<\/strong>:      o volante do motor, o disco e plat\u00f4, ou placa de press\u00e3o da embreagem. <\/p>\n<p>O volante do motor est\u00e1 fixado por meio de parafusos \u00e0 \u00e1rvores de manivelas      e roda solid\u00e1rio com esta;o disco da<strong> embreagem <\/strong>encaixa ,por      meio de estrias no eixo prim\u00e1rio da caixa de mudan\u00e7as e,assim,roda com este;o      plat\u00f4 da <strong>embreagem <\/strong>fixa o disco de encontro ao volante do      motor. Quando se diminui a press\u00e3o do plat\u00f4 (carregando no pedal da embreagem),      a \u00e1rvore de manivelas e o eixo prim\u00e1rio da caixa de mudan\u00e7as passam a ter      movimentos independentes. <\/p>\n<p>Quando o motorista deixa de calcar no pedal, aqueles tornam-se solid\u00e1rios.<\/p>\n<p>Um disco revestido de lixa, movido por uma furadeira el\u00e9trica, corresponde      ao volante do motor em rota\u00e7\u00e3o. Se um segundo disco de lixa for posto em contato      com o primeiro, aquele se mover\u00e1 tamb\u00e9m, devido ao atrito, por\u00e9m mais lentamente.      Aumentando a press\u00e3o do encosto consegue-se que os dois discos rodem solidariamente.      \u00c9 este o principio de funcionamento de uma<strong> embreagem <\/strong>de fric\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ambas as faces do disco da embreagem, um disco delgado de a\u00e7o de elevada      tenacidade, est\u00e3o revestidas com um material de fric\u00e7\u00e3o (a guarni\u00e7\u00e3o da embreagem).      Quando o disco da<strong> embreagem <\/strong>est\u00e1 fixado de encontro ao volante      do motor por meio do plat\u00f4 da embreagem, a for\u00e7a de aperto dever\u00e1 ser suficientemente      grande para evitar qualquer deslizamento, patinagem, sempre que o motor transmite      o bin\u00e1rio-motor (torque) m\u00e1ximo ao volante. <\/p>\n<p><strong>Resumindo a embreagem deve exercer duas fun\u00e7\u00f5es, claro, se tratando      de embreagens mec\u00e2nicas de comando por pedal:<\/strong><\/p>\n<p>Ligar progressivamente o motor \u00e1s rodas do veiculo para lev\u00e1-lo a uma marcha      que corresponde ao regime de rota\u00e7\u00e3o do motor; Separar momentaneamente o motor      dos elementos de transmiss\u00e3o para permitir a opera\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7as de marcha;<\/p>\n<p>As<strong> embreagens <\/strong>mec\u00e2nicas de a\u00e7\u00e3o centr\u00edfuga podem desempenhar      a primeira fun\u00e7\u00e3o, a n\u00e3o ser que sejam completadas por um dispositivo especial      ou por uma caixa de cambio apropriada. As<strong> embreagens <\/strong>eletromagn\u00e9ticas      e eletropneum\u00e1ticas podem garantir as duas fun\u00e7\u00f5es, conforme o seu funcionamento.      H\u00e1 uma grande variedade de<strong> embreagens <\/strong>uma ainda maior variedade      de comandos para elas. Apresentaremos algumas dessas duas<strong> partes <\/strong>em      separado. Conhe\u00e7a agora os<strong> tipos <\/strong>de embreagens.<\/p>\n<h4><strong>Tipos de embreagens<\/strong><\/h4>\n<p>Embreagem de mola Numa<strong> embreagem <\/strong>de molas, o plat\u00f4 \u00e9 impelido      por um certo n\u00famero de molas helicoidais e aloja-se,juntamente com estas ,numa      tampa de a\u00e7o estampado,fixa ao volante do motor .As molas ap\u00f3iam-se nesta      tampa e exercem press\u00e3o sobre ela. Nem o disco da<strong> embreagem <\/strong>nem      plat\u00f4 est\u00e3o ligados rigidamente ao volante do motor, podendo ambos aproximar-se      ou afastar-se deste. <\/p>\n<p><strong>Embreado<\/strong>: as molas mant\u00eam o disco apertado entre o plat\u00f4      e o volante do motor. Na gravura uma mola e uma pastilha. <\/p>\n<p><strong>Desembreado:<\/strong> a press\u00e3o sobre o pedal, atrav\u00e9s da placa de      impulso, faz com que as pastilhas puxem para tr\u00e1s o plat\u00f4.<\/p>\n<p>Embreagem de diafragma \u00c9 mais compacta, acionamento mais suave. \u00c9 a<strong>      embreagem <\/strong>mais comumente empregada em ve\u00edculos de passeio. Numa<strong>      embreagem <\/strong>de diafragma, as alavancas radiais e as molas de<strong>      embreagens <\/strong>s\u00e3o substitu\u00eddas por um diafragma c\u00f4nico, divido internamente      em laminas que tem a forma de garras convergentes para o centro. Ultimamente,      a<strong> embreagem <\/strong>de molas tem vindo a ser suplantada pela <strong>embreagem      <\/strong>de diafragma, pois esta exige menor press\u00e3o sobre o pedal. <\/p>\n<p><strong>Embreagem multidisco<\/strong><\/p>\n<p>A<strong> embreagem <\/strong>multidisco \u00e9 formada por uma s\u00e9rie de discos      met\u00e1licos colocados lado a lado. Um disco acionado externamente alterna com      um disco ligado a uma pe\u00e7a interna. Quando os discos estiverem apertados uns      contra os outros (em banho de \u00f3leo), a sua ader\u00eancia m\u00fatua liga a parte externa      da<strong> embreagem <\/strong>solidaria da parte interna e d\u00e1 lugar ao acionamento.      Quando os discos forem desapertados, as<strong> partes <\/strong>externa e      interna se separam e o movimento deixa de ser transmitido.<\/p>\n<p>O movimento da \u00e1rvore de manivelas do motor \u00e9 ligado e desligado a determinada      pe\u00e7a do eixo movido por meio destes discos m\u00faltiplos em banho de \u00f3leo. Estes      s\u00e3o acionados por press\u00e3o de \u00f3leo proveniente de v\u00e1lvula de comando,ou seja,desligado      n\u00e3o h\u00e1 transmiss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Embreagem centr\u00edfuga <\/strong><\/p>\n<p>Embreagem de acionamento autom\u00e1tico em fun\u00e7\u00e3o da rota\u00e7\u00e3o do motor. \u00c9 de emprego      comum em ciclomotores e equipamentos motorizados, como cortador de grama,      pequenos ve\u00edculos de carga, etc.<\/p>\n<p><strong>Embreagem hidr\u00e1ulica <\/strong><\/p>\n<p>As<strong> embreagens <\/strong>hidr\u00e1ulicas transmitem a energia<strong> mec\u00e2nica      <\/strong>do motor por meio de um liquido que \u00e9 quase sempre um \u00f3leo bastante      fluido. Este tipo de<strong> embreagem <\/strong>permite que o motor trabalhe      com o<strong> autom\u00f3vel <\/strong>parado e come\u00e7a a transmitir suave e progressivamente      a energia<strong> mec\u00e2nica <\/strong>quando o motorista acelera o motor, premindo      o acelerador. <\/p>\n<p><strong>Este sistema comp\u00f5e-se de duas partes rotativas principais<\/strong>:      um impulsor (bomba), acionado pelo motor, e uma turbina que aciona a caixa      de mudan\u00e7as. <\/p>\n<p>Cada uma destas<strong> partes <\/strong>tem a forma de uma calota esf\u00e9rica      e cont\u00e9m um certo n\u00famero de divis\u00f3rias radiais,as p\u00e1s. <\/p>\n<p>Embreagem eletromagn\u00e9tica<strong> embreagem <\/strong>de funcionamento por      corrente impressa (parasita), composta por dois rotores, da mesma forma que      em um motor el\u00e9trico. Um rotor \u00e9 fixo ao eixo do motor e o outro \u00e9 fixo ao      eixo da caixa de c\u00e2mbio. Ao rotor ligado \u00e0 caixa de<strong> c\u00e2mbio <\/strong>\u00e9      aplicada uma corrente el\u00e9trica oriunda de um gerador acionado pelo motor do      ve\u00edculo. Os dois rotores apresentam ranhuras nas suas superf\u00edcies de maneira      a proporcionar um rotor semelhante a um rotor de motor el\u00e9trico de gaiola      aberta.<\/p>\n<p>Quando os dois rotores giram na mesma rota\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 indu\u00e7\u00e3o de corrente      entre o rotor energizado e o rotor acoplado ao motor do ve\u00edculo situa\u00e7\u00e3o de      ve\u00edculo embreado. Quando h\u00e1 varia\u00e7\u00e3o de rota\u00e7\u00e3o entre os rotores uma corrente      induzida \u00e9 impressa gerando um campo el\u00e9trico que arrasta o outro rotor promovendo      o embreamento dos dois rotores. Assim como nas<strong> embreagens <\/strong>hidr\u00e1ulicas,      sem contato, ocorre algum escorregamento entre os rotores, por\u00e9m menor que      3%.<\/p>\n<p>As aplica\u00e7\u00f5es mais comuns para este tipo de<strong> embreagem <\/strong>s\u00e3o      industriais. No segmento automotivo aplica-se como freio em ve\u00edculos n\u00e3o rodovi\u00e1rios.<\/p>\n<p>Dimensionamento das<strong> embreagens <\/strong>Agora veremos algumas verifica\u00e7\u00f5es      da embreagem. Pequenos descuidos podem provocar grandes problemas. Todos os      componentes do<strong> sistema <\/strong>de<strong> embreagem <\/strong>devem      ser verificados visual e funcionalmente com todo cuidado, e isso antes da      montagem. Veremos a seguir alguns defeitos que podem ser evitados na manuten\u00e7\u00e3o      do<strong> sistema <\/strong>de<strong> embreagem <\/strong>se forem analisados      atentamente, antes de come\u00e7ar a montagem do ve\u00edculo. <\/p>\n<p><strong>1.<\/strong> <strong>Rolamento guia no eixo do motor (piloto):<\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma pequena pe\u00e7a que, quando desprezada, pode causar grandes problemas.      Quando travado, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mais debrear resultando no dif\u00edcil engate das      marchas. Causa ru\u00eddo e tamb\u00e9m desalinhamento, o que resulta na destrui\u00e7\u00e3o      do amortecimento torcional do disco.<\/p>\n<p><strong>2. Retentores dos eixos:<\/strong><\/p>\n<p>A<strong> embreagem <\/strong>funciona basicamente por atrito, portanto, qualquer      vest\u00edgio de \u00f3leo pode influenciar negativamente as fun\u00e7\u00f5es da embreagem. A      presen\u00e7a de \u00f3leo nos compartimentos da<strong> embreagem <\/strong>e no conjunto      plat\u00f4 e disco indicam que os retentores devem ser substitu\u00eddos. Em ve\u00edculos      com alta quilometragem, os retentores devem ser imprescindivelmente analisados      e substitu\u00eddos para evitar problemas como patina\u00e7\u00e3o e trepida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>3. Volante do motor:<\/strong><\/p>\n<p>O volante do motor \u00e9, juntamente com a placa do plat\u00f4, uma das faces de atrito      do disco. Trincas, marcas azuladas, sulcos e espelhamento indicam claramente      que houve superaquecimento. \u00c9 necess\u00e1rio que estas marcas sejam eliminadas      quando poss\u00edvel, caso contr\u00e1rio, o volante deve ser substitu\u00eddo.O retrabalho,      ou seja, a usinagem deve ser feita, por\u00e9m dentro das especifica\u00e7\u00f5es fornecidas      pelo fabricante. \u00c9 importante ressaltar que a superf\u00edcie de fixa\u00e7\u00e3o do plat\u00f4      deve ser retrabalhada para que se mantenha a mesma altura da pe\u00e7a nova.<\/p>\n<p><strong>4. Tubo guia do enrolamento da embreagem:<\/strong><\/p>\n<p>O tubo guia deve estar absolutamente conc\u00eantrico e exatamente paralelo com      o eixo piloto da transmiss\u00e3o. \u00c1reas amassadas ou gastas no tubo guia podem      prejudicar o deslizamento do mancal e causar patina\u00e7\u00e3o, trepida\u00e7\u00e3o e pedal      duro da embreagem.<\/p>\n<p><strong>5. Garfo da embreagem:<\/strong><\/p>\n<p>Verificar se o mesmo movimenta-se livremente. Excesso de folga pode prejudicar      o curso de acionamento de debreagem.Se visualmente for constatado desgaste      nas \u00e1reas de atrito e nas buchas, o mesmo deve ser substitu\u00eddo. Ent\u00e3o fiquem      expertos na troca de embreagens! Geralmente a vida \u00fatil da<strong> embreagem      <\/strong>gira em torno de 80 mil km, se bem utilizado, para atingir esta marca      pode ser tomado os seguintes cuidados. N\u00e3o dirigir com o p\u00e9 apoiado no pedal      da embreagem.<\/p>\n<p>Os sistemas geralmente trabalham com uma folga que gira em torno de 10 mm      (1 cm), mas os motoristas geralmente ultrapassam esse limite. Ao apoiar o      p\u00e9 no pedal, o motorista estar\u00e1 pressionando o diafragma do plat\u00f4 e abrindo      o<strong> sistema <\/strong>de embreagem. Com isso, o disco vai come\u00e7ar a escorregar.      Ao patinar, vai superaquecer o<strong> sistema <\/strong>e provocar desgaste      prematuro do material de atrito.<\/p>\n<p><strong>Outros fatores que podem acelerar o desgaste da embreagem (e de outros      itens do carro) s\u00e3o:<\/strong> carregar peso al\u00e9m dos limites do ve\u00edculo e      ficar sempre com marcha engatada ou fazer &#8220;controle de embreagem&#8221;      em subida. <\/p>\n<p>Fonte:  www.zetecclub.com\/www.sachs.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embreagem, Carro, Autom\u00f3vel, Ve\u00edculo, O que \u00e9, Tipo, Sistema, Componente, Partes, C\u00e2mbio, Mec\u00e2nica, Rodas, Fun\u00e7\u00e3o, 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