{"id":66504,"date":"2016-07-19T13:51:17","date_gmt":"2016-07-19T13:51:17","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=66504"},"modified":"2016-07-19T14:39:22","modified_gmt":"2016-07-19T14:39:22","slug":"teoria-da-relatividade-especial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/fisica\/teoria-da-relatividade-especial","title":{"rendered":"Teoria da Relatividade Especial"},"content":{"rendered":"<p><strong>Relatividade especial<\/strong> \u00e9 uma teoria proposta por Albert Einstein      Mundo da biografia de Eric Weisstein que descrevem a propaga\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria      e luz a altas velocidades. Foi inventado para explicar o comportamento observado      de campos el\u00e9tricos e magn\u00e9ticos, que concilia maravilhosamente em um \u00fanico      chamado campo eletromagn\u00e9tico, e tamb\u00e9m para resolver uma s\u00e9rie de paradoxos      que surgem quando se considera a viagem em grandes velocidades. <\/p>\n<p>A <strong>relatividade especial<\/strong> tamb\u00e9m explica o comportamento das      part\u00edculas de viagem r\u00e1pida, incluindo o fato de que part\u00edculas inst\u00e1veis      aparecem com decad\u00eancia mais lentamente do que part\u00edculas id\u00eanticas viajam      mais lentamente. <\/p>\n<p>A <strong>relatividade especial<\/strong> \u00e9 uma ferramenta indispens\u00e1vel da      f\u00edsica moderna, e suas previs\u00f5es foram testadas experimentalmente e outra      vez, sem qualquer discrep\u00e2ncia aparecendo. A relatividade especial reduz a      mec\u00e2nica newtoniana no limite de pequenas velocidades.<\/p>\n<p>De acordo com a relatividade especial, nenhuma onda ou part\u00edcula pode viajar      a uma velocidade maior do que a velocidade da luz c . Portanto, as regras      usuais de mec\u00e2nica newtoniana n\u00e3o se aplicam quando a adi\u00e7\u00e3o de velocidades      que s\u00e3o grandes o suficiente. <\/p>\n<p>Por exemplo, se uma part\u00edcula viaja a uma velocidade v em rela\u00e7\u00e3o a um observador      estacion\u00e1rio, e uma outra part\u00edcula viaja a uma velocidade <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/rrelati1.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"18\" height=\"15\" title=\"Relatividade Especial\" \/>em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira das part\u00edculas,      a velocidade de retorno de part\u00edculas duas visto pelo observador n\u00e3o \u00e9<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/rrelati2.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"42\" height=\"20\" title=\"Relatividade Especial\" \/>      , como seria o caso em mec\u00e2nica newtoniana, mas sim<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/rrelati3.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"120\" height=\"67\" title=\"Relatividade Especial\" \/><\/p>\n<p>Este fato est\u00e1 intimamente ligado com as rela\u00e7\u00f5es entre os chamados referenciais      inerciais, incluindo os fen\u00f4menos conhecidos como contra\u00e7\u00e3o de Lorentz , dilata\u00e7\u00e3o      do tempo e aumento de massa . Esses fen\u00f4menos se manifestam como um observador      que se move a uma velocidade v em rela\u00e7\u00e3o a um valor fixo de observa\u00e7\u00e3o vendo      comprimentos, tempos e massas mudou a partir dos valores de repouso, ,e de      acordo com a<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati4.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"332\" height=\"130\" title=\"Relatividade Especial\" \/><\/p>\n<p>onde <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati5.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"12\" height=\"18\" title=\"Relatividade Especial\" \/>\u00e9      uma fun\u00e7\u00e3o do v conhecida como gama relativista e descrito abaixo.<br \/>\n     Na relatividade especial, tempo e espa\u00e7o n\u00e3o s\u00e3o independentes, ent\u00e3o o tempo      eo espa\u00e7o coordenadas de uma part\u00edcula em um referencial inercial (o &#8220;quadro      de descanso&#8221;) \u00e9 mais convenientemente representado por uma chamada de      quatro vetor <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati6.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"272\" height=\"26\" title=\"Relatividade Especial\" \/>      .Aqui, os sobrescritos n\u00e3o representam expoentes, mas s\u00e3o, em vez do vector      de \u00edndices (neste caso, os chamados \u00edndices contravariantes). A regra de transforma\u00e7\u00e3o      que leva este quatro vetores e expressa as suas coordenadas em uma nova refer\u00eancia      inercial viajando com velocidade v em rela\u00e7\u00e3o ao quadro resto \u00e9 dada pela      chamada transforma\u00e7\u00e3o de Lorentz <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati7.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"100\" height=\"39\" title=\"Relatividade Especial\" \/><\/p>\n<p>onde <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati8.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"22\" height=\"19\" title=\"Relatividade Especial\" \/>\u00e9      um tensor conhecido como o tensor Lorentz <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati9.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"14\" height=\"17\" title=\"Relatividade Especial\" \/> e dado por<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati10.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"204\" height=\"85\" title=\"Relatividade Especial\" \/><\/p>\n<p>Como \u00e9 comum na relatividade especial, as quantidades freq\u00fcentemente ocorrem      e s\u00e3o fun\u00e7\u00f5es adimensionais da velocidade v definida por<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati11.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"306\" height=\"101\" title=\"Relatividade Especial\" \/><\/p>\n<p>e \u00e0s vezes s\u00e3o chamados de gama relativista e beta relativista , respectivamente.<br \/>\n     Talvez a mais famosa declara\u00e7\u00e3o da relatividade especial \u00e9<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati12.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"109\" height=\"46\" title=\"Relatividade Especial\" \/><\/p>\n<p>uma equa\u00e7\u00e3o que relaciona a energia de uma part\u00edcula estacion\u00e1ria \u00e0 sua massa      de repouso <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati13.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"24\" height=\"21\" title=\"Relatividade Especial\" \/>atrav\u00e9s da velocidade da      luz. A declara\u00e7\u00e3o mais geral para uma part\u00edcula em movimento \u00e9<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati14.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"106\" height=\"37\" title=\"Relatividade Especial\" \/><\/p>\n<p>e uma declara\u00e7\u00e3o mais geral ainda se relaciona energia, massa e quantidade      de movimento via<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati15.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"148\" height=\"34\" title=\"Relatividade Especial\" \/><\/p>\n<p>Estas e uma s\u00e9rie de outras identidades importantes seguem a partir das propriedades      dos chamados invariantes de Lorentz , que s\u00e3o grandezas f\u00edsicas que permanecem      os mesmos sob transforma\u00e7\u00f5es de Lorentz. Tais quantidades s\u00e3o de particular      import\u00e2ncia na relatividade especial, e pode, naturalmente, ser codificados      na linguagem de quatro vetores<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/relati16.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"14\" height=\"15\" title=\"Relatividade Especial\" \/>importantes quatro vetores incluem      a posi\u00e7\u00e3o de quatro vetor<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/rrelati17.jpg\" alt=\"Relatividade Especial\" width=\"14\" height=\"15\" title=\"Relatividade Especial\" \/>      e din\u00e2mica de quatro vetor.<\/p>\n<p>Ele \u00e9 muitas vezes incorretamente afirmou que a relatividade especial n\u00e3o      lida corretamente com acelera\u00e7\u00f5es e relatividade geral deve ser utilizado      quando as acelera\u00e7\u00f5es est\u00e3o envolvidos. Embora a relatividade geral , de fato,      descrever a rela\u00e7\u00e3o entre massa e acelera\u00e7\u00e3o gravitacional, a relatividade      especial \u00e9 perfeitamente adequada para lidar com cinem\u00e1tica relativista.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>Adams, S. Relatividade: Uma Introdu\u00e7\u00e3o ao Espa\u00e7o-Tempo F\u00edsica. Taylor e Francis,      1998.<br \/>\n     Anderson, JL Princ\u00edpios da relatividade F\u00edsica. New York: Academic Press,      1967.<br \/>\n     Das, A. A Teoria da Relatividade Especial:. Uma exposi\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica New York:      Springer-Verlag, 1993.<br \/>\n     Dixon, WG Relatividade Especial: A Funda\u00e7\u00e3o de F\u00edsica macrosc\u00f3pica. Cambridge,      Inglaterra: Cambridge University Press, 1978.<br \/>\n     Einstein, A. Relativity: The Special e Teoria Geral. New York: Crown Publishers,      1961.<br \/>\n     Franc\u00eas, A. P. Relatividade Especial. Chapman and Hall.<br \/>\n     Gasiorowicz, S. F\u00edsica Qu\u00e2ntica, 2 \u00aa ed. New York: Wiley, 1995.<br \/>\n     Herlt, E. e Salie, N. Spezielle Relativit\u00e4tstheorie. Braunschweig, Alemanha:      Vieweg de 1978.<br \/>\n     Laurent, B. Introdu\u00e7\u00e3o ao espa\u00e7o-tempo: Um Primeiro Curso sobre Relatividade.      River Edge, NJ: World Scientific, 1994.<br \/>\n     Lawden. Elementos da teoria da relatividade. New York: Wiley.<br \/>\n     Lorentz, H. A.; Einstein, A.; Minkowski, H.; e Weyl, H. O Princ\u00edpio da Relatividade:      A Collection of Memoirs originais no Especial e Teoria Geral da Relatividade.      New York: Dover, 1952.<br \/>\n     Mermin, ND Espa\u00e7o e Tempo em Relatividade Especial. New York: McGraw-Hill,      1968.<br \/>\n     Miller, AI Teoria Especial da Relatividade de Albert Einstein:. Emergence      (1905) e Interpreta\u00e7\u00e3o Precoce, 1905-1911 Reading, MA: Addison-Wesley, 1981.      <br \/>\n     M\u00f8ller, C. A Teoria da Relatividade, 2 \u00aa ed. Oxford, Inglaterra: Oxford University      Press, 1972.<br \/>\n     Moldes, RA b\u00e1sica relatividade. New York: Springer-Verlag, 1994.<br \/>\n     Naber, GL A Geometria de Minkowski Spacetime: Uma Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Matem\u00e1tica      da Teoria Especial da Relatividade. New York: Springer-Verlag, 1992.<br \/>\n     Pathria, RK A Teoria da Relatividade, 2 \u00aa ed. Oxford: Pergamon Press, 1974.      <br \/>\n     Pauli, W. Teoria da Relatividade. New York: Dover, 1981.<br \/>\n     Resnik, R. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Relatividade Especial. New York: Wiley, 1968.<br \/>\n     Rindler, W. Relatividade Essencial: Especial, Geral e cosmol\u00f3gico, rev. 2nd      ed. New York: Springer-Verlag, 1979.<br \/>\n     Rindler, W. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Relatividade Especial, 2 \u00aa ed. Oxford, Inglaterra:      Oxford University Press, 1991.<br \/>\n     Segal, IE e Mackey, GW Problemas Matem\u00e1ticos da F\u00edsica Relativ\u00edstica.<br \/>\n     Shadowitz, A. Relatividade Especial. New York: Dover, 1988.<br \/>\n     Skinner, R. Relatividade para cientistas e engenheiros. Waltham, MA: Blaisdell,      1969.<br \/>\n     Smith, JH Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Relatividade Especial. New York: WA Benjamin, 1965.      <br \/>\n     Synge, JL Relatividade: A Teoria Especial, 2 \u00aa ed. Amsterd\u00e3, Holanda: Holanda      do Norte, 1972.<br \/>\n     Taylor, EF e Wheeler, JA Spacetime F\u00edsica: Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Relatividade Especial,      2 \u00aa ed. New York: WH Freeman, 1992.<br \/>\n     Torretti, R. Relatividade e Geometria. New York: Dover, 1996.<br \/>\n     Universidade de Illinois. &#8220;Relatividade Especial&#8221;. http:\/\/www.ncsa.uiuc.edu\/Cyberia\/NumRel\/SpecialRel.html      .<br \/>\n     Weisstein, EW &#8220;Livros sobre Relatividade Especial&#8221;. http:\/\/www.ericweisstein.com\/encyclopedias\/books\/SpecialRelativity.html      .<br \/>\n     . Yung-Kuo, L. (Ed.) Problemas e solu\u00e7\u00f5es na F\u00edsica do Estado S\u00f3lido, Relatividade      e t\u00f3picos diversos. River Edge, NJ: World Scientific, 1995.<\/p>\n<p>Fonte:  scienceworld.wolfram.com<\/p>\n<h6>Relatividade Especial<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>A F\u00edsica proposta por Isaac Newton no s\u00e9c. XVII tinha como base fatos fortes      e convincentes. T\u00e3o convincentes, que foi amplamente utilizada nos s\u00e9culos      seguintes sem ser questionada. <\/p>\n<p>Os princ\u00edpios da Mec\u00e2nica Newtoniana determinaram praticamente todo o desenvolvimento      t\u00e9cno-cient\u00edfico dos dois s\u00e9culos que \u00e0 precederam. <\/p>\n<p>Esta Mec\u00e2nica caracteriza-se por n\u00e3o questionar a validade de seus conceitos;      como por exemplo a quest\u00e3o sobre o referencial no qual s\u00e3o feitas as medidas      e a influ\u00eancia do m\u00e9todo de medida sobre as grandezas em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Mesmo nos nossos dias, os conceitos estabelecidos pela Mec\u00e2nica Newtoniana      permanecem firmemente ligados ao nosso racioc\u00ednio cotidiano.Estes conceitos      estavam t\u00e3o fortemente enraizados que atravessaram v\u00e1rios s\u00e9culos sem que      algu\u00e9m questionasse seus fundamentos.<\/p>\n<p>O primeiro f\u00edsico a questionar alguns conceitos Newtonianos foi o f\u00edsico      alem\u00e3o Ernst Mach. Em seu texto intitulado &#8220;TheScience of Mechanics&#8221;      de 1883, Mach expressa cr\u00edticas \u00e0 din\u00e2mica de Newton. <\/p>\n<p>Mach levantou a quest\u00e3o sobre a distin\u00e7\u00e3o entre movimento absoluto      e relativo, discutiu o problema da in\u00e9rcia dos corpos e acima de tudo apontou      como ponto fraco da din\u00e2mica Newtoniana sua concep\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o e tempo absolutos.      Esta concep\u00e7\u00e3o Newtoniana est\u00e1 bem ilustrada na seguinte passagem dos &#8220;Principia&#8221;:<\/p>\n<p>&#8220;Absolute, true and mathematical time, of itself and by its own true      nature, flows uniformly on, without to anything external&#8221;<\/p>\n<p><strong>Tradu\u00e7\u00e3o:<\/strong> &#8220;O tempo absoluto, verdadeiro e matem\u00e1tico,      de si mesmo e por sua pr\u00f3pria natureza verdadeira, flui uniformemente, sem      a qualquer coisa externa&#8221;<\/p>\n<p>Mach observa que sendo o tempo medido necessariamente pelo movimento      repetitivo de um corpo ou sistema f\u00edsico; como por exemplo um p\u00eandulo ou o      movimento da Terra; \u00e9 l\u00f3gico que suas propriedades devem de alguma forma estar      conectadas com o movimento. Semelhantemente, o conceito de espa\u00e7o deve estar      intimamente ligado com as propriedades do sistema de medida; e n\u00e3o deve ser      considerado como algo absoluto.<\/p>\n<p>Tais cr\u00edticas n\u00e3o causaram muito efeito de imediato, mas ocasionalmente      foram de profunda import\u00e2ncia para um jovem f\u00edsico chamado Albert Einstein.      Einstein foi fortemente atra\u00eddo pelas id\u00e9ias de que os conceitos f\u00edsicos devem      ser definidos em termos de grandezas mensur\u00e1veis. Portanto a maneira de observa\u00e7\u00e3o      e realiza\u00e7\u00e3o de medidas f\u00edsicas deve influenciar os conceitos f\u00edsicos.<\/p>\n<p>Este pensamento, muito diferente do absolutismo Newtoniano, gerou uma      revolu\u00e7\u00e3o nos conceitos da F\u00edsica, culminando com o aparecimento da Relatividade.<\/p>\n<h4>A cria\u00e7\u00e3o da Relatividade<\/h4>\n<p>Durante sua perman\u00eancia em Berna, Su\u00ed\u00e7a, Einstein conheceu Michele      Angelo Besso, engenheiro italiano, casado com Ana, cujo irm\u00e3o, Paul Winteler,      esposa mais tarde, Maja, irm\u00e3 de Einstein.<\/p>\n<p>Al\u00e9m destas rela\u00e7\u00f5es familiares, foi o trabalho conjunto de ambos,      no Departamento de Patentes, que possibilitou a concretiza\u00e7\u00e3o de uma longa      e profunda amizade, f\u00e1cil de se comprovar pela correspond\u00eancia que mantiveram      no per\u00edodo de 1903 a      1955, e recentemente, publicada pela editora Hermann de Paris, em 1972.Michele      Besso, com quem Einstein gostava de trocar id\u00e9ias, possu\u00eda profundos conhecimentos      enciclop\u00e9dicos em filosofia, sociologia, matem\u00e1tica e f\u00edsica. <\/p>\n<p>Segundo Einstein, Besso constitu\u00eda o melhor banco de ensaio para as      id\u00e9ias novas em toda a Europa. Ali\u00e1s, quando Einstein lhe exp\u00f4s as suas id\u00e9ias      sobre a teoria da relatividade, Besso logo compreendeu a sua import\u00e2ncia cient\u00edfica      procurando atrair a aten\u00e7\u00e3o de Einstein para in\u00fameros outros pontos novos.      Algumas dessas sugest\u00f5es foram utilizadas, no desenvolvimento desta teoria,      como consta nos primeiros artigos que Eintein publicou sobre a relatividade.<\/p>\n<p>Numa das c\u00e9lebres reuni\u00f5es de grupo de Berna, sugestivamente conhecido por      Academia Ol\u00edmpia, a irm\u00e3 de Besso certa vez interrogou Einstein: &#8220;Porque      Michele (Besso) n\u00e3o fez nenhuma descoberta importante em matem\u00e1tica ?<\/p>\n<p>Sorrindo, Einstein respondeu: &#8220;Isto \u00e9 um bom sinal. Michele \u00e9      um humanista, um esp\u00edrito universal, muito interessado em diversos assuntos      para se tornar um monoman\u00edaco. S\u00f3 os monoman\u00edacos conseguem aquilo que denominamos      de resultados &#8220;.<\/p>\n<p>Besso que se encontrava pr\u00f3ximo, for\u00e7ou uma explica\u00e7\u00e3o mais minuciosa,      ao que juntou Eintein: &#8220;Persisto em acreditar que voc\u00ea poderia ter provocado      o surgimento de id\u00e9ias de grande valor, no dom\u00ednio cient\u00edfico, se tivesse      se tornado bastante monoman\u00edaco. Uma borboleta n\u00e3o \u00e9 uma toupeira mas nenhuma      borboleta deve se lamentar &#8220;.<\/p>\n<p>Outra vez comentando sobre o aspecto revolucion\u00e1rio das suas teorias      teria afirmado Eintein: &#8220;O que se aprende antes dos dezoito anos, acredita-se      proveniente da experi\u00eancia. Tudo o que aprendemos, mais tarde, tem muito de      teoria e expecula\u00e7\u00f5es &#8220;. <\/p>\n<p>Na realidade, em suas conversas com James Flanck, vamos encontrar as      pr\u00f3prias explica\u00e7\u00f5es de como havia chegado a sua t\u00e3o original concep\u00e7\u00e3o de      tempo e espa\u00e7o: &#8220;Pergunto, \u00e0s vezes, como se fez que fui o \u00fanico a desenvolver      a teoria da relatividade ? &#8221; Segundo afirmava Eintein, a raz\u00e3o e que      todo adulto normal n\u00e3o se preocupa com os problemas propostos pela conceitua\u00e7\u00e3o      de espa\u00e7o e tempo. <\/p>\n<p>Tudo o que precisamos saber al\u00e9m sobre este assunto imaginamos j\u00e1 do      nosso conhecimento desde a inf\u00e2ncia. &#8220;Para mim, dizia Einstein, ao contr\u00e1rio,      como me desenvolvi muito lentamente, somente comecei a propor tais quest\u00f5es      sobre o espa\u00e7o e o tempo, quando j\u00e1 havia crescido. <\/p>\n<p>Em consequ\u00eancia, pude penetrar mais profundamente no interior do problema,      o que uma crian\u00e7a de desenvolvimento normal n\u00e3o teria feito&#8221;. Esta surpreendente      declara\u00e7\u00e3o cont\u00e9m uma valiosa cr\u00edtica como um todo. Uma crian\u00e7a que se desenvolve      normalmente, no processo educativo, assimila e ou aceita, como natural, um      determinado n\u00famero de conceitos e interpreta\u00e7\u00f5es relativos ao que denominamos      de realidade. <\/p>\n<p>Tal evolu\u00e7\u00e3o educativa os tornam conformistas e submissos &#8211; o que os      priva da possibilidade de questionar sobre os pressupostos, em geral impl\u00edcitos,      e sobre os quais se baseiam os conhecimentos a serem transmitidos. Pode-se      afirmar que o processo mental de in\u00fameras crian\u00e7as e adolescentes repete,      em determinado sentido, o desenvolvimento do pensamento humano em seu conjunto.      <\/p>\n<p>Assim, as id\u00e9ias sobre a realidade f\u00edsica uma vez aceitas s\u00e3o,imediatamente,      substitu\u00eddas por outros interesses mais espec\u00edficos. Depois destas considera\u00e7\u00f5es,      \u00e9 mais f\u00e1cil deduzir como foi importante a monomania de Eintein, aliada a      sua capacidade de olhar sempre o mundo sobre pontos de vista diferentes e      novos. <\/p>\n<p>Ali\u00e1s, estes parecem os grandes segredos dos pensadores e artistas      que, n\u00e3o possuindo jamais uma firme convic\u00e7\u00e3o dos problemas fundamentais do      mundo, os consideram ainda insol\u00faveis. <\/p>\n<p>Foi a dificuldade de aprendizagem (segundo afirmam na inf\u00e2ncia, deve      ter tido muita dificuldade em aprender a falar) que permitiu que Eintein desenvolvesse      a sua faculdade em adotar atitudes cr\u00edticas, com rela\u00e7\u00e3o aos problemas quase      sempre aceitos como resolvidos.<\/p>\n<h4>Um S\u00e9culo sem o \u00c9ter<\/h4>\n<p>Faz cem anos que a exist\u00eancia do \u00e9ter deixou de ser aceita como um      meio el\u00e1stico atrav\u00e9s do qual as ondas luminosas se propagavam por milh\u00f5es      de anos luz sem perder ou diluir sua energia inicial.<\/p>\n<p>Depois de v\u00e1rios s\u00e9culos o \u00e9ter, conceito que surgiu nos tempos antigos,      tomou uma conota\u00e7\u00e3o propriamente cient\u00edfica quando o f\u00edsico e astr\u00f4nomo holand\u00eas      Christian Huygens (1629-1695) formulou a teoria ondulat\u00f3ria da luz, na Academia      de Ci\u00eancias de Paris, em 1678. <\/p>\n<p>Segundo Huygens, os corpos luminosos produziam ondas que se propagavam      at\u00e9 o observador, \u00e0 semelhanca do que ocorria com uma l\u00e2mina met\u00e1lica cujas      vibra\u00e7\u00f5es produziam som, assim como uma pedra lan\u00e7ada sobre a superf\u00edcie da      \u00e1gua causava uma onda que se propagava nesta superf\u00edcie. <\/p>\n<p>Ora, os cientistas j\u00e1 haviam constatado que se um sino tocasse no v\u00e1cuo,      a aus\u00eancia de ar n\u00e3o permitia que se produzisse nenhum som. Como explicar      que a luz se propagava no v\u00e1cuo, sem um meio material capaz de transportar      suas ondas, como havia sido proposto por Huygens? Diante deste dilema, Huygens      recorreu \u00e0 velha id\u00e9ia do \u00e9ter &#8211; meio no qual se propagariam as ondas luminosas.<\/p>\n<p>T\u00e3o evidente parecia, no s\u00e9culo XVII, a exist\u00eancia do \u00e9ter, que o pr\u00f3prio      Isaac Newton (1642-1727), ap\u00f3s estudar os fen\u00f4menos \u00f3ticos, sugeriu, para      explic\u00e1-los, que a luz fosse constitu\u00edda de corp\u00fasculos muito pequenos emitidos      pela fonte luminosa. <\/p>\n<p>Desse modo Newton explicou, no seu tratado \u00d3tica (1704), a propaga\u00e7\u00e3o      retil\u00ednea, a reflex\u00e3o nas superf\u00edcies, a refra\u00e7\u00e3o em superf\u00edcies de separa\u00e7\u00e3o      de dois meios de densidades diferentes, a absor\u00e7\u00e3o e a press\u00e3o. <\/p>\n<p>Como a teoria corpuscular era insuficiente para explicar a interfer\u00eancia      luminosa Newton aceitou tamb\u00e9m a exist\u00eancia das ondas et\u00e9reas de Huygens.<\/p>\n<p>Assim, durante s\u00e9culos, negar a exist\u00eancia do \u00e9ter seria a maior asneira      poss\u00edvel. No entanto, em fins do s\u00e9culo XIX, o f\u00edsico norte-americano Albert      Abraham Michelson (1852-1931), primeiro pr\u00eamio Nobel de seu pa\u00eds, come\u00e7ou      a questionar a exist\u00eancia real do \u00e9ter &#8211; este fantasma da f\u00edsica, sem corpo,      contorno ou forma.<\/p>\n<p>Em 1881, com o objetivo de demonstrar a realidade do \u00e9ter, Michelson,      na \u00e9poca em Berlim, no laborat\u00f3rio do f\u00edsico alem\u00e3o Hermann Helmholtz (1821-1894),      inventou um instrumento capaz de medir a velocidade da luz &#8211; o interfer\u00f4metro      de Michelson &#8211; e de comparar o intervalo de tempo gasto por dois feixes emitidos      de uma mesma fonte em duas dire\u00e7\u00f5es perpendiculares. <\/p>\n<p>Se uma dessas dire\u00e7\u00f5es fosse a do movimento da Terra em sua \u00f3rbita      ao redor do Sol e a outra perpendicular, uma diferen\u00e7a de intervalos de tempos      deveria ser detectada.Mas inacreditavelmente, o \u00e9ter mostrou n\u00e3o ter qualquer      efeito sobre a velocidade da luz, quer o feixe se deslocasse na mesma dire\u00e7\u00e3o      ou perpendicular ao movimento terrestre. Se o \u00e9ter existisse, a Terra estava      em repouso!<\/p>\n<p>Aparato real do experimento de Michelson-Morley que deu significante      impulso ao desenvolvimento da teoria da relatividade especial<\/p>\n<h4>Prel\u00fadio \u00e0 Relatividade de Einstein<\/h4>\n<p>A tentativa de Fritzgerald, no sentido de resolver a contradi\u00e7\u00e3o surgida      em consequ\u00eancia da experi\u00eancia de Michelson-Morley, indubitavelmente orientou      as pesquisas de Einstein na revis\u00e3o das id\u00e9ias sobre o tempo e as grandezas      espaciais.<\/p>\n<p>De fato, na Mec\u00e2ncia Cl\u00e1ssica, se a luz percorre uma dist\u00e2ncia x, com      a velocidade c num tempo t, no referencial R, teremos:c=x\/t<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a outro referencial R&#8217;, a dist\u00e2ncia percorrida x&#8217;ser\u00e1: c&#8217;=x&#8217;\/t,      onde t permanece imut\u00e1vel-tempo absoluto-como prev\u00ea a Mec\u00e2nica Newtoniana.      \u00c9 a dist\u00e2ncia x que se transforma em x&#8217;e a velocidade c que se altera em c&#8217;.      <\/p>\n<p>Como esta varia\u00e7\u00e3o da velocidade da luz n\u00e3o foi registrada na experi\u00eancia      de Michelson-Morley, verificou-se que a velocidade c da luz era constante(exig\u00eancia      de teoria do eletromagnetismo), ou seja , n\u00e3o variava. No entanto, pelo princ\u00edpio      da Relatividade de Galileu, a velocidade c deveria variar. <\/p>\n<p>Para eliminar esse impasse, foi necess\u00e1rio fazer c=c&#8217;, ou seja, supor      que t-tempo variava ao mesmo tempo que x-comprimento percorrido pela luz.      Designando t&#8217; como novo valor de t, poderemos escrever: c=x\/t=x&#8217;\/t&#8217;<\/p>\n<p>A an\u00e1lise Einsteiniana acabou com o espa\u00e7o-tempo absoluto, que variava      segundo o sistema de refer\u00eancia, e confirmou a invari\u00e2ncia da velocidade da      luz no v\u00e1cuo.<\/p>\n<h4>Relatividade Restrita ou Teoria Especial da Relatividade<\/h4>\n<p>Em 1905, um jovem f\u00edsico alem\u00e3o, Einstein, prop\u00f4s estender o princ\u00edpio      da Relatividade j\u00e1 conhecido na Mec\u00e2nica Cl\u00e1ssica \u00e0 toda a F\u00edsica. Ele postulou      que as leis da F\u00edsica tem a mesma formula\u00e7\u00e3o em todos os referenciais Galileanos,      e afirmou que seria poss\u00edvel colocar em evid\u00eancia o movimento de um referencial      em rela\u00e7\u00e3o a outro R&#8217;por interm\u00e9dio de qualquer tipo de experi\u00eancia, fosse      ela mec\u00e2nica, \u00f3tica ou eletromagn\u00e9tica, realizada no referencial R&#8217;.<\/p>\n<p>Este princ\u00edpio da Relatividade de Einstein explicou o fracasso da experi\u00eancia      de Michelson Morley, pois a rapidez da luz uma constante fundamental das leis      do eletromagnetismo posu\u00eda o mesmo valor em rela\u00e7\u00e3o a todo referencial Galileano.<\/p>\n<p>Tal princ\u00edpio da Relatividade aboliu toda significa\u00e7\u00e3o que se poderia      dar \u00e0 no\u00e7\u00e3o de referencial absoluto.<\/p>\n<p>A id\u00e9ia da invari\u00e2ncia da velocidade da luz, incompat\u00edvel com a lei      Newtoniana de adi\u00e7\u00e3o e subtra\u00e7\u00e3o das velocidades de referenciais que se deslocam,      conduziu Einstein a estabelecer uma nova cinem\u00e1tica compat\u00edvel com o princ\u00edpio      da Relatividade Einsteniana. <\/p>\n<p>Com efeito, ap\u00f3s demonstrar, atrav\u00e9s de uma sequ\u00eancia de exemplos e      de forma indiscut\u00edvel e inequ\u00edvoca, que n\u00e3o h\u00e1 sentido em se cogitar de eventos      que se sucedem simultaneamente em sistemas n\u00e3o relacionados entre si, Einstein      cuidou de relacionar as grandezas vigentes num sistema com as aplic\u00e1veis a      outros.<\/p>\n<p>As rela\u00e7\u00f5es empregadas por Einstein, foram as mesmas formuladas pelo      f\u00edsico hol\u00e2ndes H.A.Lorentz(1853-1928).<\/p>\n<p><strong>A teoria da Relatividade Restrita estabelece que a energia      cin\u00e9tica de uma part\u00edcula de massa m, animada de uma velocidade c, \u00e9 expressa      pela equa\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>E= K . m(c)\u00b2<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Esta express\u00e3o mostra que uma part\u00edcula em repouso possui uma energia      de massa expressa por Ei=mi(c)2 onde i \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o inicial das vari\u00e1veis<\/p>\n<p>Esta c\u00e9lebre rela\u00e7\u00e3o, conhecida como equa\u00e7\u00e3o de Eisntein ou equa\u00e7\u00e3o      da experi\u00eancia de massa-energia, admite que uma part\u00edcula em repouso possui      energia em sua massa.<\/p>\n<p>Fonte: educar.sc.usp.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Teoria da Relatividade Especial, Einstein, F\u00edsica Moderna, Part\u00edcula, Onda, Comportamento, Ci\u00eancia, O que \u00e9, Teoria da Relatividade 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