{"id":64874,"date":"2016-07-18T17:27:41","date_gmt":"2016-07-18T17:27:41","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=64874"},"modified":"2016-07-18T17:51:22","modified_gmt":"2016-07-18T17:51:22","slug":"historia-das-pilhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/fisica\/historia-das-pilhas","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria das Pilhas"},"content":{"rendered":"<p>A bateria, que \u00e9 na verdade uma c\u00e9lula el\u00e9trica, \u00e9 um dispositivo que produz      eletricidade a partir de uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica.<\/p>\n<p>Em uma bateria de c\u00e9lula, voc\u00ea iria encontrar um eletrodo negativo, um eletr\u00f3lito,      que conduz os \u00edons, um separador, tamb\u00e9m condutor de um \u00edon, e um eletrodo      positivo.<\/p>\n<h4>Linha do Tempo<\/h4>\n<p><strong>Cronologia da Hist\u00f3ria da Bateria:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1748 &#8211;<\/strong>\u00a0Benjamin Franklin cunhou a primeira &#8220;bateria&#8221;      para descrever uma variedade de placas de vidro carregadas.<\/p>\n<p><strong>1780 -1786 &#8211;\u00a0<\/strong>Luigi Galvani demonstrou o que      agora entendemos ser a base el\u00e9trica dos impulsos nervosos e, desde a pedra      angular da pesquisa para inventores posteriores, como Volta para criar baterias.<\/p>\n<p> <strong>1800 &#8211; pilha voltaica &#8211;<\/strong>\u00a0Alessandro Volta inventou      a pilha e descobriu o primeiro m\u00e9todo pr\u00e1tico de gera\u00e7\u00e3o de eletricidade.      Constru\u00eddo de alternando discos de zinco e de cobre com peda\u00e7os de papel\u00e3o      embebidos em salmoura entre os metais, a pilha Voltic produzido corrente el\u00e9trica.      O arco met\u00e1lico condutor foi utilizado para transportar a eletricidade a uma      dist\u00e2ncia maior. Pilha voltaica de Alessandro Volta foi a primeira &#8220;bateria      de c\u00e9lula molhada&#8221; que produziu uma corrente, de confian\u00e7a est\u00e1vel de      eletricidade.<\/p>\n<p><strong>1836 &#8211; c\u00e9lula de Daniell &#8211;<\/strong>\u00a0<strong>a pilha voltaica      n\u00e3o poderia fornecer uma corrente el\u00e9trica durante um longo per\u00edodo de tempo.      Ingl\u00eas, John F. Daniell inventou a pilha de Daniell que usou dois eletr\u00f3litos:<\/strong>\u00a0sulfato      de cobre e sulfato de zinco. A C\u00e9lula Daniel durou mais tempo, ent\u00e3o a c\u00e9lula      ou pilha de Volta.<\/p>\n<p>Esta bateria, que produziu cerca de 1,1 volts, foi utilizado para objetos      de energia, tais como tel\u00e9grafos, telefones e campainhas, manteve-se popular      em casas para mais de 100 anos.<\/p>\n<p><strong>1839 &#8211; Fuel Cell &#8211;\u00a0<\/strong>William Robert Grove desenvolveu      a primeira c\u00e9lula de combust\u00edvel , que produziu el\u00e9trica combinando hidrog\u00eanio      e oxig\u00eanio.<\/p>\n<p><strong>1839 -1842 &#8211;<\/strong>\u00a0Os inventores criaram melhorias      para baterias que usaram eletrodos l\u00edquidos para produzir eletricidade. Bunsen      (1842) e Grove (1839) inventou o mais bem sucedido.<\/p>\n<p><strong>1859 &#8211; Recarreg\u00e1vel &#8211;<\/strong>\u00a0inventor franc\u00eas, Gaston      Plante desenvolveu a primeira armazenagem pr\u00e1tica de chumbo-\u00e1cido de bateria      que pode ser recarregada (bateria secund\u00e1ria). Este tipo de bateria \u00e9 usado      principalmente em carros de hoje.<\/p>\n<p><strong>1866 &#8211;<\/strong>\u00a0Leclanche celular zinco-carbono &#8211; engenheiro      franc\u00eas, Georges Leclanche patenteou o zinco-carbono bateria de c\u00e9lula chamada      c\u00e9lula molhada Leclanche.<\/p>\n<p><strong>De acordo com A Hist\u00f3ria de Baterias:<\/strong>\u00a0&#8220;c\u00e9lula      original George Leclanche foi montado em um pote poroso O eletrodo positivo      consiste de di\u00f3xido de mangan\u00eas esmagado com um pouco de carbono misturado      polegadas O p\u00f3lo negativo era uma varinha de zinco O c\u00e1todo foi embalado para      o pote.. e uma vareta de carbono foi inserido para agir como um coletor de      moeda. O \u00e2nodo ou zinco ea panela foram ent\u00e3o imersas em uma solu\u00e7\u00e3o de cloreto      de am\u00f3nio. O l\u00edquido atuou como o eletr\u00f3lito, prontamente que escoa atrav\u00e9s      do copo poroso e fazer contato com o material do c\u00e1todo . O l\u00edquido atuou      como o eletr\u00f3lito, prontamente se infiltrando atrav\u00e9s do copo poroso e fazer      contato com o material do c\u00e1todo. &#8221; Georges Leclanche ent\u00e3o melhorou      seu projeto, substituindo a pasta de cloreto de am\u00f4nio por eletr\u00f3lito l\u00edquido      e inventou um m\u00e9todo de selagem da bateria, inventando a primeira c\u00e9lula seca,      um design melhorado que agora era transport\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>1881 &#8211;\u00a0<\/strong>JA Thiebaut patenteou a primeira bateria      com ambos o eletrodo negativo e pote poroso colocado em um copo de zinco.<\/p>\n<p><strong>1881 &#8211;\u00a0<\/strong>Carl Gassner inventou a pilha primeiro      sucesso comercial seca (zinco-carbono da c\u00e9lula).<\/p>\n<p><strong>1899 &#8211;\u00a0<\/strong>Waldmar Jungner inventou a bateria de      n\u00edquel-c\u00e1dmio primeiro recarreg\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>1901 &#8211;<\/strong>\u00a0Armazenamento Alcalina &#8211; Thomas Alva Edison      inventou a bateria de armazenamento alcalina. Alcalina de c\u00e9lula de Thomas      Edison tinha ferro como o material do \u00e2nodo (-) e \u00f3xido de nickelic como o      material do c\u00e1todo (+).<\/p>\n<p><strong>1949 &#8211; Bateria Alcalina-Mangan\u00eas &#8211;<\/strong>\u00a0Lew Urry desenvolveu      a pequena bateria alcalina, em 1949. O inventor estava trabalhando para a      Eveready Battery Co. em seu laborat\u00f3rio de pesquisa em Parma, Ohio. Pilhas      alcalinas \u00faltimos cinco a oito vezes, desde que zinco-carbono c\u00e9lulas, os      seus antecessores.<\/p>\n<p><strong>1954 &#8211; c\u00e9lulas solares &#8211;<\/strong>\u00a0Gerald Pearson, Calvin      Fuller e Daryl Chapin inventou a primeira bateria solar . Uma bateria solar      converte a energia do sol em eletricidade. Em 1954, Gerald Pearson, Calvin      Fuller e Daryl Chapin inventou a primeira bateria solar. Os inventores criaram      uma matriz de v\u00e1rias tiras de sil\u00edcio (cada sobre o tamanho de uma l\u00e2mina      de barbear), colocou em luz solar, os electr\u00f5es livres capturados e transformou-os      em corrente el\u00e9trica. Bell Laboratories, em Nova York, anunciou a fabrica\u00e7\u00e3o      do prot\u00f3tipo de uma nova bateria solar. Bell tinha financiou a pesquisa. O      julgamento primeiro servi\u00e7o p\u00fablico do Solar de Bell come\u00e7ou a bateria com      um sistema de operadora de telefone (Americus, na Ge\u00f3rgia) em 4 de outubro      de 1955.<\/p>\n<p><strong>1964 &#8211;<\/strong>\u00a0Duracell foi incorporada.<\/p>\n<h4>Como funciona uma bateria<\/h4>\n<p><strong>Defini\u00e7\u00e3o de uma bateria<\/strong><\/p>\n<p> \u00a0<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/hhistor3.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" width=\"187\" height=\"286\" title=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>Partes de uma Bateria<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">A bateria, que \u00e9 na verdade uma c\u00e9lula el\u00e9trica, \u00e9 um dispositivo      que produz eletricidade a partir de uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica. Rigorosamente falando,      uma bateria consiste de duas ou mais c\u00e9lulas ligadas em s\u00e9rie ou em paralelo,      mas o termo \u00e9 geralmente utilizado para uma \u00fanica c\u00e9lula. <\/p>\n<p align=\"left\">Uma c\u00e9lula consiste de um eletrodo negativo, um eletr\u00f3lito,      que conduz os \u00edons, um separador, tamb\u00e9m condutor de um \u00edon, e um eletrodo      positivo. O eletr\u00f3lito pode ser aquoso (composto de \u00e1gua) ou n\u00e3o aquoso (n\u00e3o      composta por \u00e1gua), em pasta, l\u00edquido, ou uma forma s\u00f3lida. <\/p>\n<p align=\"left\">Quando a c\u00e9lula est\u00e1 ligado a uma carga externa, ou dispositivo      a ser alimentado, o el\u00e9trodo negativo fornece uma corrente de electr\u00f5es que      o fluxo atrav\u00e9s da carga e s\u00e3o aceites pelo el\u00e9trodo positivo. Quando a carga      externa \u00e9 removida a rea\u00e7\u00e3o cessa.<\/p>\n<p>     Uma bateria prim\u00e1ria \u00e9 aquela que pode converter os seus produtos qu\u00edmicos      em eletricidade apenas uma vez e depois deve ser descartado. Uma bateria secund\u00e1ria      tem el\u00e9trodos que podem ser reconstitu\u00eddos por passagem de eletricidade de      volta atrav\u00e9s dele; tamb\u00e9m chamado um armazenamento ou bateria recarreg\u00e1vel,      ele pode ser reutilizado v\u00e1rias vezes.<\/p>\n<p>     As baterias v\u00eam em diversos estilos; o familiar a maioria s\u00e3o de uso \u00fanico      pilhas alcalinas.<\/p>\n<h4 align=\"left\">Biografia de Alessandro Volta &#8211; Inventor da pilha voltaica      a primeira bateria<\/h4>\n<h4 align=\"left\">Alessandro Volta (1745-1827)<\/h4>\n<p align=\"left\"><strong>Alessandro Volta inventou a pilha voltiac &#8211; a primeira      bateria<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Em 1800, Alessandro Volta da It\u00e1lia construiu a pilha voltaica      e descobriu o primeiro m\u00e9todo pr\u00e1tico de gera\u00e7\u00e3o de eletricidade. Conde Volta      tamb\u00e9m fez descobertas em eletrost\u00e1tica meteorologia, e pneum\u00e1tica. Sua inven\u00e7\u00e3o      mais famosa, entretanto, \u00e9 a primeira bateria.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/hhistor4.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" width=\"306\" height=\"218\" title=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" \/><br \/>\n     Alessandro Volta demonstrando a bateria. Alessandro Volta descobriu o primeiro      m\u00e9todo pr\u00e1tico de gera\u00e7\u00e3o de eletricidade<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Alessandro Volta &#8211; Fundo<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Alessandro Volta nasceu em Como, It\u00e1lia, em 1745. Em 1774, ele      foi nomeado professor de F\u00edsica na Escola Real de Como.<\/p>\n<p align=\"left\">Enquanto na escola real, Alessandro Volta projetou sua primeira      inven\u00e7\u00e3o o eletr\u00f3foro em 1774, uma m\u00e1quina que produzia eletricidade est\u00e1tica.      Durante anos em Como, ele estudou e experimentou com eletricidade atmosf\u00e9rica      por acender fa\u00edscas est\u00e1ticas. Em 1779, Alessandro Volta foi nomeado professor      de f\u00edsica na Universidade de Pavia e foi quando ali que ele inventou sua inven\u00e7\u00e3o      mais famosa, a pilha voltaica.<\/p>\n<p><strong>Alessandro Volta &#8211; pilha voltaica<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Constru\u00edda de discos alternados de zinco e cobre, com peda\u00e7os      de papel\u00e3o embebidos em salmoura entre os metais, a pilha voltaica produzido      corrente el\u00e9trica. O arco met\u00e1lico condutor foi utilizado para transportar      a eletricidade a uma dist\u00e2ncia maior. Pilha voltaica de Alessandro Volta foi      a primeira bateria que produziu uma corrente, de confian\u00e7a est\u00e1vel de eletricidade.<\/p>\n<p><strong>Alessandro Volta &#8211; Luigi Galvani<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Um contempor\u00e2neo de Alessandro Volta foi Luigi Galvani , de      fato, era desacordo Volta com a teoria de Galvani de respostas galv\u00e2nicas      (tecido animal continha uma forma de eletricidade) que levou Volta para construir      a pilha voltaica para provar que a eletricidade n\u00e3o vem do tecido animal mas      foi gerado pelo contato de metais diferentes, cobre e de ferro, num ambiente      h\u00famido. Ironicamente, os dois cientistas estavam certos.<\/p>\n<p><strong>Nomeado em honra de Alessandro Volta<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>Volt &#8211;\u00a0<\/strong>A unidade de for\u00e7a eletromotriz,        ou diferen\u00e7a de potencial, que far\u00e1 com que uma corrente de um ampere a        fluir atrav\u00e9s de uma resist\u00eancia de um ohm. Nomeado para o f\u00edsico italiano        Alessandro Volta.<\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>Fotovoltaica &#8211;\u00a0<\/strong>Fotovoltaica s\u00e3o        sistemas que convertem energia da luz em eletricidade. O termo &#8220;fotografia&#8221;        \u00e9 uma haste do grego &#8220;phos&#8221;, que significa &#8220;luz&#8221;. &#8220;Volt&#8221;        \u00e9 nomeado para Alessandro Volta, um pioneiro no estudo da eletricidade.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>Mary Bellis<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: inventors.about.com<\/p>\n<h6>Hist\u00f3ria das Pilhas<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Hist\u00f3ria da inven\u00e7\u00e3o da bateria<\/h4>\n<p><strong>Por que foi necess\u00e1ria uma bateria de 2000 anos atr\u00e1s?<\/strong><\/p>\n<p>Em junho de 1936, oper\u00e1rios que constru\u00edam uma nova ferrovia perto da cidade      de Bagd\u00e1 descoberto um antigo t\u00famulo. Rel\u00edquias no t\u00famulo permitido arque\u00f3logos      para identific\u00e1-lo como pertencente ao Imp\u00e9rio Parto. Os partos, embora analfabeta      e n\u00f3madas, eram a for\u00e7a dominante na regi\u00e3o do Crescente F\u00e9rtil entre 190      aC a 224 dC. Sabe-se que em 129 aC, eles haviam adquirido terras at\u00e9 as margens      do rio Tigre, perto de Bagd\u00e1.<\/p>\n<p>     Entre as rel\u00edquias encontradas na tumba era um jarro de barro ou vaso, selado      com passo em sua abertura superior. Uma barra de ferro saliente a partir do      centro, rodeado por um tubo cil\u00edndrico feito de folha de cobre enrolado. <\/p>\n<p>A altura do frasco estava cerca de 15 cm, eo tubo de cobre era de cerca de      4 cm de di\u00e2metro por 12 cm de comprimento. Testes de r\u00e9plicas, quando cheio      com um l\u00edquido \u00e1cido tal como o vinagre, mostraram que poderia ter produzido      entre 1,5 e 2 volts entre o ferro eo cobre. Suspeita-se que esta bateria cedo,      ou mais do que um em s\u00e9rie, pode ter sido usado para galvaniza ouro em artefatos      de prata.<\/p>\n<p>     Um arque\u00f3logo alem\u00e3o, Dr. Wilhelm Konig, identificou a panela de barro, como      uma bateria poss\u00edvel em 1938. Embora a sua data de 2000-ano de idade tornaria      a inven\u00e7\u00e3o da bateria pela primeira vez documentada, pode ter havido a tecnologia      ainda mais cedo no trabalho. Dr. Konig tamb\u00e9m encontraram vasos sum\u00e9rios feitos      de cobre, mas revestida com prata, que remonta a 2500 aC. N\u00e3o houve evid\u00eancia      de baterias sum\u00e9rias foi encontrado at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n<p><strong>1747 &#8211; Princ\u00edpio do tel\u00e9grafo descoberto, mas n\u00e3o a bateria.<\/strong><\/p>\n<p>Em 1747 Sir William Watson demonstrado na Inglaterra que uma corrente pode      ser enviado atrav\u00e9s de um fio de comprimento, utilizando a condu\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s      da terra como o outro condutor do circuito. Presumivelmente, a corrente era      de uma descarga eletrost\u00e1tica, tais como a partir de uma garrafa de Leyden      carregada com alta tens\u00e3o. As pessoas naquela \u00e9poca sabia como gerar tens\u00f5es      eletrost\u00e1ticas friccionando materiais diferentes, como vidro e pele juntos.      Ent\u00e3o em 1753 uma certa CM na Esc\u00f3cia concebeu uma m\u00e1quina sinalizando que      usou um fio isolado para cada letra do alfabeto. No final enviando uma carga      eletrost\u00e1tica foi aplicado ao fio seleccionado, e uma bola de medula saltou      na extremidade de recep\u00e7\u00e3o, em resposta \u00e0 tens\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>1786 &#8211; Luigi Galvani observa a rea\u00e7\u00e3o de pernas de r\u00e3 \u00e0 tens\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Ele foi notavelmente perto de descobrir o princ\u00edpio da bateria, mas perdeu.      Ele pensou que a rea\u00e7\u00e3o era devido a uma propriedade dos tecidos. Ele usou      dois metais diferentes em contato com uma subst\u00e2ncia \u00famida ao toque pernas      de r\u00e3 dissecada. A corrente resultante fez os m\u00fasculos na contra\u00e7\u00e3o pernas      de r\u00e3. Luigi Galvani fez muitas descobertas mais importantes mais tarde, quando      a rela\u00e7\u00e3o entre \u00edm\u00e3s e correntes se tornou conhecido. O galvan\u00f4metro \u00e9 nomeado      para ele. \u00c9 uma bobina m\u00f3vel situado num campo magn\u00e9tico permanente. Corrente      que flui atrav\u00e9s da bobina desvia-lo e um espelho em anexo, o que reflete      um feixe de luz. Foi o instrumento de medi\u00e7\u00e3o exata primeiro el\u00e9trica.<\/p>\n<p><strong>1800 &#8211; Alessandro Volta publica detalhes de uma bateria<\/strong><\/p>\n<p>Essa bateria foi feita por acumulando camadas de papel de prata, ou pano      embebido em sal, e zinco. Muitas camadas triplas foram montadas em uma pilha      de altura, sem papel ou tecido entre o zinco e prata, at\u00e9 que a tens\u00e3o desejado      foi alcan\u00e7ado. Ainda hoje a palavra francesa para a bateria \u00e9 &#8220;pilha&#8221;      (Ingl\u00eas pron\u00fancia &#8220;casca&#8221;.) Volta tamb\u00e9m desenvolveu o conceito      da s\u00e9rie eletroqu\u00edmica, que classifica o potencial produzido quando v\u00e1rios      metais est\u00e3o em contato com um eletr\u00f3lito. Como \u00fatil para n\u00f3s que ele era      bem conhecido por suas publica\u00e7\u00f5es e recebeu o reconhecimento por este atrav\u00e9s      da nomea\u00e7\u00e3o da unidade padr\u00e3o de potencial el\u00e9trico como o volt.<\/p>\n<p><strong>Caso contr\u00e1rio, ter\u00edamos que perguntar:<\/strong>\u00a0&#8220;Quantos      Galvans se sua bateria produzir?&#8221; em vez de perguntar &#8220;quantos volts      sua bateria n\u00e3o produzir?&#8221;<\/p>\n<p><strong>1820 &#8211; A C\u00e9lula de Daniell<\/strong><\/p>\n<p>A pilha voltaica n\u00e3o era bom para entregar correntes por longos per\u00edodos      de tempo. Esta restri\u00e7\u00e3o foi superada na C\u00e9lula de Daniell. O investigador      brit\u00e2nico John Frederich Daniell desenvolvido um arranjo onde uma placa de      cobre foi localizado no fundo de um frasco de boca larga. Um peda\u00e7o de zinco      fundido geralmente referido como um crowfoot, devido \u00e0 sua forma, foi localizado      na parte superior da placa, pendurado na borda do recipiente. <\/p>\n<p>Dois eletr\u00f3litos, ou na condu\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos, foram empregados. A solu\u00e7\u00e3o      de sulfato de cobre saturado coberto a placa de cobre e estendido at\u00e9 a metade      da dist\u00e2ncia restante para o peda\u00e7o de zinco. Em seguida, uma solu\u00e7\u00e3o de sulfato      de zinco, um l\u00edquido menos denso, foi cuidadosamente vertida em a flutuar      por cima do sulfato de cobre e mergulhar o zinco. Como uma alternativa para      o sulfato de zinco, sulfato de magn\u00e9sio ou \u00e1cido sulf\u00farico dilu\u00eddo foi por      vezes utilizado. <\/p>\n<p>A C\u00e9lula de Daniell era um dos primeiros a incorporar o merc\u00fario, mediante      a fus\u00e3o com o \u00e2nodo de zinco para reduzir a corros\u00e3o quando as pilhas n\u00e3o      estavam em uso. Sabemos agora melhor do que colocar merc\u00fario em pilhas. <\/p>\n<p>Esta bateria, que produziu cerca de 1,1 volts, foi utilizado para tel\u00e9grafos      de energia, telefones, e at\u00e9 mesmo a campainhas de anel em casas para mais      de 100 anos. As aplica\u00e7\u00f5es eram todas aquelas fixas, porque o movimento seria      misturar os dois l\u00edquidos eletrol\u00edticos. Os frascos de bateria se tornaram      itens de colecionadores, com pre\u00e7os que variam de US $ 4 a US $ 44. V\u00ea-los      em ebay.com.<\/p>\n<p><strong>1859 &#8211; \u00c1cido de chumbo &#8211; a bateria Plant\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>Raymond Gaston Plant\u00e9 feita uma c\u00e9lula enrolando duas tiras de folha de chumbo      separados por peda\u00e7os de flanela, e todo o conjunto foi imerso em \u00e1cido sulf\u00farico      dilu\u00eddo. Por alternadamente de carga e descarga desta c\u00e9lula, sua capacidade      de fornecer corrente foi aumentada. Um separador de melhorada foi obviamente      necess\u00e1rio para resistir a \u00e1cido sulf\u00farico.<\/p>\n<p><strong>1866 &#8211; A bateria de zinco-carbono Leclanch\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>A primeira c\u00e9lula desenvolvido por Georges Leclanch\u00e9 em Fran\u00e7a era uma c\u00e9lula      h\u00famida tendo os seus el\u00e9trodos imersos em um l\u00edquido. No entanto, era resistente      e f\u00e1cil de fabricar e tinha uma boa vida de prateleira. Mais tarde, melhorou      a bateria, substituindo uma pasta de cloreto de am\u00f3nio h\u00famida para o eletr\u00f3lito      l\u00edquido e selagem a bateria. A bateria resultante foi referida como uma c\u00e9lula      seca. Ele pode ser utilizado em v\u00e1rias posi\u00e7\u00f5es e mudou-se sobre sem derramar.    <\/p>\n<p>Carbono-zinco pilhas secas s\u00e3o vendidos at\u00e9 hoje em embalagens blister rotulados      como &#8220;pesado&#8221; e &#8220;poder transistor&#8221;. O \u00e2nodo da c\u00e9lula      era de zinco, que foi feita em um copo ou pode que continha as outras partes      da bateria. O c\u00e1todo foi uma mistura de 8 partes de di\u00f3xido de mangan\u00eas com      uma parte de negro de carbono, ligado ao p\u00f3lo positivo ou bot\u00e3o na parte superior      da bateria por uma haste de coletor de carbono. A pasta de eletr\u00f3lito tamb\u00e9m      pode conter algum cloreto de zinco. Por volta de 1960 as vendas de c\u00e9lulas      Leclanch\u00e9 foram superados pelos novos alcalina-mangan\u00eas.<\/p>\n<p><strong>1881 &#8211; Bateria Camille Faure de \u00e1cido-chumbo &#8211; adequado para autom\u00f3veis<\/strong><\/p>\n<p>Camille Faure bateria de \u00e1cido utilizado uma grade de chumbo fundido embalado      com pasta de \u00f3xido de chumbo, em vez de folhas de chumbo. Isso melhorou a      sua capacidade de fornecer corrente. \u00c9 formado a base da bateria de chumbo-\u00e1cido      moderna usado em autom\u00f3veis, particularmente quando os materiais de separa\u00e7\u00e3o      foram desenvolvidas novas para segurar as placas positivas no lugar, e impedir      que as part\u00edculas que caem a partir destas placas de curto-circuito para fora      das placas positivas e negativas do sedimento condutora.<\/p>\n<p><strong>1898-1908 &#8211; A bateria Edison<\/strong><\/p>\n<p>Thomas Edison, o mais abundante de todos os inventores americanos, desenvolveu      uma c\u00e9lula alcalina com ferro como o material do \u00e2nodo (-) e \u00f3xido de nickelic      como o material do c\u00e1todo (+). O eletr\u00f3lito utilizado foi de hidr\u00f3xido de      pot\u00e1ssio, o mesmo que nos modernos baterias de n\u00edquel-c\u00e1dmio e alcalina. As      c\u00e9lulas foram bem adequado para utiliza\u00e7\u00e3o industrial e ferro. Eles sobreviveram,      sendo sobrecarregado ou permanecer descarregada por longos per\u00edodos de tempo.      Sua tens\u00e3o (1 a 1,35 volts) foi uma indica\u00e7\u00e3o do seu estado de carga.<\/p>\n<p><strong>1893-1909 &#8211; A bateria de N\u00edquel-C\u00e1dmio<\/strong><\/p>\n<p>Em paralelo com o trabalho de Edison, mas de forma independente, Jungner      e Berg na Su\u00e9cia desenvolveu a c\u00e9lula de n\u00edquel-c\u00e1dmio. No lugar do ferro      usado na c\u00e9lula Edison, usaram c\u00e1dmio, com o resultado de que operava melhor      a baixas temperaturas, a auto-descarregada-se a um menor grau do que a c\u00e9lula      Edison, e poderia ser gotejar-carregada, isto \u00e9, carregadas a uma taxa muito      reduzida. Em um formato diferente e usando a mesma qu\u00edmica, de n\u00edquel-c\u00e1dmio      c\u00e9lulas s\u00e3o ainda feitos e vendidos.<\/p>\n<p><strong>1949 &#8211; A bateria alcalina-mangan\u00eas<\/strong><\/p>\n<p>A bateria alcalina-mangan\u00eas, ou como n\u00f3s conhecemos hoje, a bateria alcalina,      foi desenvolvido em 1949 por Lew Urry no Laborat\u00f3rio Eveready Battery Company,      em Parma, Ohio. As pilhas alcalinas podem fornecer mais energia total em correntes      mais elevadas do que as pilhas Leclanch\u00e9. Outras melhorias desde ent\u00e3o, t\u00eam      aumentado o armazenamento de energia dentro de um pacote de determinado tamanho.<\/p>\n<p><strong>1950 &#8211; A bateria de \u00f3xido de zinco-merc\u00fario alcalina por Ruben<\/strong><\/p>\n<p>Samuel Ruben (um inventor independente) desenvolveu a pilha de \u00f3xido de zinco-merc\u00fario      alcalina, que foi licenciada para a Mallory PR Co. PR Mallory Co. se tornou      mais tarde Duracell, Internacional. Os compostos de merc\u00fario j\u00e1 foram eliminadas      a partir de pilhas para proteger o ambiente.<\/p>\n<p><strong>1964 &#8211; Duracell \u00e9 formado (incorporado)<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: www.allaboutbatteries.com<\/p>\n<h6>Hist\u00f3ria das Pilhas<\/h6>\n<h4>O que s\u00e3o pilhas e baterias e como elas surgiram<\/h4>\n<p><strong>Pilha<\/strong>\u00a0\u00e9 uma mini-usina port\u00e1til, que transforma      energia qu\u00edmica em energia el\u00e9trica. Atua como uma bomba de el\u00e9trons, removendo-os      de um p\u00f3lo negativo (\u00e2nodo) e empurrando-os para um p\u00f3lo positivo (c\u00e1todo).<\/p>\n<p>A rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, que consome\/libera el\u00e9trons no interior da c\u00e9lula, \u00e9 denominada      rea\u00e7\u00e3o de oxi-redu\u00e7\u00e3o. Enquanto est\u00e1 ocorrendo a rea\u00e7\u00e3o, h\u00e1 um fluxo constante      de \u00edons atrav\u00e9s de uma subst\u00e2ncia l\u00edquida ou pastosa (eletr\u00f3lito), com obten\u00e7\u00e3o      de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Bateria \u00e9 um conjunto de pilhas interligadas de modo conveniente, dispostas      em s\u00e9rie ou em paralelo, para produzir a voltagem desejada.<\/p>\n<p>Essencialmente, uma bateria \u00e9 um recipiente contendo subst\u00e2ncias qu\u00edmicas      que produz el\u00e9trons. \u00c9 uma m\u00e1quina eletroqu\u00edmica, ou seja, um dispositivo      que produz eletricidade atrav\u00e9s de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas. As baterias, assim como      as pilhas, t\u00eam dois p\u00f3los, um positivo e outro negativo.<\/p>\n<p>Os el\u00e9trons saem do p\u00f3lo positivo e s\u00e3o recolhidos no p\u00f3lo negativo. A eletricidade      s\u00f3 \u00e9 gerada quando os dois p\u00f3los est\u00e3o em contato em um circuito fechado,      como em uma aparelhagem ou em um celular ligado.<\/p>\n<p>O princ\u00edpio de funcionamento \u00e9 basicamente o mesmo para todas as pilhas e      baterias, podendo variar de acordo com o sistema qu\u00edmico utilizado. Ele determina,      entre outras coisas, a capacidade, pot\u00eancia, vida \u00fatil e o grau de agressividade      \u00e0 sa\u00fade e ao ambiente, quando s\u00e3o transformadas em res\u00edduos.<\/p>\n<p><strong>Outra classifica\u00e7\u00e3o importante, aplicada \u00e0s pilhas, \u00e9 quanto ao meio      f\u00edsico em que ocorrem as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas:<\/strong>\u00a0pilhas secas      e pilhas \u00famidas.<\/p>\n<p>Na maioria dos sistemas qu\u00edmicos de pilhas e baterias, o c\u00e1todo fornece o      agente oxidante (geralmente um \u00f3xido met\u00e1lico) e o \u00e2nodo (geralmente constitu\u00eddo      de um metal) sofre uma oxida\u00e7\u00e3o ou corros\u00e3o. A rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica \u00e9 produzida      pelos dois eletrodos, os quais s\u00e3o introduzidos em um eletr\u00f3lito l\u00edquido ou      pastoso.<\/p>\n<p>Nas pilhas e baterias secas, objetos do Papa-Pilhas, o eletr\u00f3lito \u00e9 imobilizado      na forma de pasta ou gel, ou imerso em um separador. Os outros componentes      da bateria s\u00e3o inativos e s\u00e3o feitos de metal ou material combust\u00edvel (pl\u00e1stico,      papel\u00e3o, etc.).<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria das pilhas come\u00e7a na antiguidade, com a descoberta da eletricidade      pelo fil\u00f3sofo grego Tales de Mileto. Ao esfregar um \u00e2mbar a um peda\u00e7o de pele      de carneiro, ele observou que fragmentos de palha e de madeira come\u00e7aram a      ser atra\u00eddas pelo pr\u00f3prio \u00e2mbar.<\/p>\n<p>Do \u00e2mbar (\u00e9lektron, em grego) surgiu o nome eletricidade. Em 1672, Otto von      Guericke iniciou estudos sistem\u00e1ticos sobre a eletrifica\u00e7\u00e3o por atrito. Ele      inventou uma m\u00e1quina geradora de cargas el\u00e9tricas, onde uma esfera de enxofre      girava constantemente atritando-se em terra seca. Meio s\u00e9culo depois, Stephen      Gray fez a primeira distin\u00e7\u00e3o entre condutores e isolantes el\u00e9tricos.<\/p>\n<p>Durante o s\u00e9culo XVIII, as m\u00e1quinas el\u00e9tricas evolu\u00edram at\u00e9 chegar a um disco      rotativo de vidro, que era atritado a um isolante adequado. Uma descoberta      importante, feita por Ewald Georg von Kleist e Petrus van Musschenbroek, foi      a do condensador, que consistia em uma m\u00e1quina armazenadora de cargas el\u00e9tricas.      Eram dois corpos condutores separados por um isolante delgado.<\/p>\n<p>Contudo, o nome mais aceito para o inventor da pilha \u00e9 o f\u00edsico italiano      Alessandro Volta (1745-1827). Para transformar energia qu\u00edmica em energia      el\u00e9trica, ele se baseou em relatos de diversas experi\u00eancias sobre fen\u00f4menos      el\u00e9tricos, como os de Petrus van Musschenbroek, Giovanni Batista Beccaria,      Jean Antoine Nollet e, principalmente, nos estudos do seu amigo, o m\u00e9dico      e f\u00edsico Luigi Galvani.<\/p>\n<p><strong>Em 1786, Galvani realizou uma experi\u00eancia curiosa:\u00a0<\/strong>pendurou      a perna de uma r\u00e3 em um guincho de bronze preso a um poste de ferro. Durante      uma tempestade, observou que a fa\u00edsca el\u00e9trica a fazia saltar e concluiu que      para se obter eletricidade eram necess\u00e1rios dois metais diferentes e um peda\u00e7o      de carne.<\/p>\n<p>Alessandro Volta, interpretou de outra maneira, acreditando que para produzir      eletricidade eram necess\u00e1rios dois metais e um l\u00edquido que contenha \u00edons.      Depois de comprovar sua teoria em outras experi\u00eancias, Volta construiu sua      primeira pilha, em 1800. A unidade de potencial el\u00e9trico &#8220;Volt&#8221;      tem esse nome em homenagem ao cientista.<\/p>\n<p>A efici\u00eancia da pilha de Volta mostrou-se limitada, devido ao fen\u00f4meno da      polariza\u00e7\u00e3o. A rea\u00e7\u00e3o da pilha provocava o surgimento de bolhas de hidrog\u00eanio      em torno do disco de cobre, formando uma pel\u00edcula sobre a superf\u00edcie que isola      a corrente, comprometendo a efic\u00e1cia. Esse problema foi superado pelo qu\u00edmico      ingl\u00eas John Daniell, em 1836. A pilha consistia de um eletrodo negativo de      zinco mergulhado em um eletr\u00f3lito de \u00e1cido sulf\u00farico dilu\u00eddo, e um eletrodo      de cobre em uma solu\u00e7\u00e3o saturada de sulfato de cobre. Os dois l\u00edquidos eram      separados por uma membrana porosa, e n\u00e3o ocorria o efeito da polariza\u00e7\u00e3o.      Tr\u00eas anos depois, William Grove inventou a pilha termovoltaica e eletroqu\u00edmica,      utilizando arame de platina como eletrodo e, como eletr\u00f3lito, \u00e1cido sulf\u00farico      e \u00e1cido n\u00edtrico.<\/p>\n<p>Em 1868, o engenheiro franc\u00eas George Leclanch\u00e9 construiu uma pilha que tinha      eletr\u00f3lito l\u00edquido composto por uma solu\u00e7\u00e3o forte de cloreto de am\u00f4nio. O      eletrodo negativo era uma placa de zinco e o positivo um bast\u00e3o de carv\u00e3o      inserido em um tubo poroso, contendo tamb\u00e9m carv\u00e3o esmagado e di\u00f3xido de mangan\u00eas.<\/p>\n<p>Gassner aperfei\u00e7oou a pilha de Leclanch\u00e9 em 1886, substituindo a solu\u00e7\u00e3o      eletrol\u00edtica por uma pasta \u00famida. Nessa pilha, o zinco aparece como recipiente,      al\u00e9m de ser o p\u00f3lo negativo. A maioria das &#8220;pilhas secas&#8221; da atualidade      derivam da pilha criada por Gassner.<\/p>\n<p>Somente nos Estados Unidos, a produ\u00e7\u00e3o anual de pilhas e baterias alcan\u00e7ou      2 milh\u00f5es de unidades, no in\u00edcio do S\u00e9culo XX. Desde ent\u00e3o, houve dois per\u00edodos      de crescimento r\u00e1pido nesse mercado. Em 1920, com o invento do r\u00e1dio dom\u00e9stico,      e na segunda metade do s\u00e9culo, com o crescente uso de equipamentos el\u00e9tricos      e eletr\u00f4nicos port\u00e1teis.<\/p>\n<p>No Brasil, a produ\u00e7\u00e3o de pilhas Leclanch\u00e9 teve in\u00edcio em 1954, com a implanta\u00e7\u00e3o      de uma f\u00e1brica da Eveready e uma da Microlite (Ray-o-Vac). Ent\u00e3o, o mercado      nacional restringia-se a poucos milhares de unidades anuais, basicamente para      lanternas el\u00e9tricas port\u00e1teis.<\/p>\n<p>Antes do surgimento do transistor, os r\u00e1dios demandavam baterias de pilha,      cujo alto custo limitava seu uso \u00e0s regi\u00f5es desprovidas de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o advento do transistor e de seu uso disseminado em r\u00e1dios port\u00e1teis      e outros equipamentos eletr\u00f4nicos, a demanda de pilhas cresceu exponencialmente.<\/p>\n<p>No final da d\u00e9cada de 70, o mercado nacional j\u00e1 consumia cerca de 1 bilh\u00e3o      de unidades\/ano, somente do tipo zinco-carv\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Mais dois fabricantes se instalaram no pa\u00eds:<\/strong>\u00a0a      Panasonic, em 1968, e a Eletromoura (Wayotec), em 1979. A partir de ent\u00e3o,      o uso da pilha popularizou-se.<\/p>\n<p>As pilhas alcalinas come\u00e7aram a ser produzidas no Brasil pela Microlite,      em 1978, seguida pela Duracell (1984) e pela Eveready (1987). A capacidade      de produ\u00e7\u00e3o instalada na d\u00e9cada de 80 j\u00e1 superava 1,2 bilh\u00e3o de unidades\/ano.      A ind\u00fastria estava preparada para o crescimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Contudo, veio a recess\u00e3o e, com ela, uma sens\u00edvel queda no consumo de produtos      populares, incluindo as pilhas. Em 1994, o mercado de pilhas zinco-carbono      era estimado em 680 milh\u00f5es de unidades\/ano e o de pilhas alcalinas, em 60      milh\u00f5es de unidades\/ano. Esses n\u00fameros representavam, ent\u00e3o, aproximadamente      85% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Desse total, 15% eram exportados, inclusive para      a Europa.<\/p>\n<p>Durante as duas \u00faltimas d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, a ind\u00fastria de pilhas e baterias      cresceu vertiginosamente. Atualmente, esse mercado movimenta bilh\u00f5es de d\u00f3lares      em todo o mundo.<\/p>\n<p>Nos Estados Unidos, a fabrica\u00e7\u00e3o de 95% das baterias est\u00e1 baseada na produ\u00e7\u00e3o      de quatro tipos de baterias secund\u00e1rias e de nove tipos de baterias prim\u00e1rias.<\/p>\n<p>As pilhas e baterias est\u00e3o definitivamente presentes no cotidiano do homem      moderno. O perfil de consumo mundial per capta situa-se entre 5 pilhas ao      ano, nos pa\u00edses em desenvolvimento, como o Brasil, e 15 pilhas ao ano, nos      pa\u00edses industrializados. Isso pode ser traduzido em um consumo mundial da      ordem de 10 bilh\u00f5es de pilhas\/ano.<\/p>\n<p>No per\u00edodo de 1990 a 1996, o mercado consumidor mundial de pilhas e baterias      passou de 23 para 33 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. Em 1999, quando surgiu a primeira      legisla\u00e7\u00e3o sobre o tema no Brasil, foram produzidas mais de 800 milh\u00f5es de      pilhas. At\u00e9 ent\u00e3o, j\u00e1 existiam em circula\u00e7\u00e3o no pa\u00eds cerca de 10 milh\u00f5es de      telefones celulares.<\/p>\n<p>Em 2006, quando teve in\u00edcio o Programa Papa-Pilhas, a quantidade de aparelhos      celulares no Brasil j\u00e1 ultrapassava 90 milh\u00f5es de unidades. Esses n\u00fameros      s\u00e3o oficiais, mas n\u00e3o levam em conta as pilhas e baterias contrabandeadas      e falsificadas. Estima-se que elas representem 40% deste mercado.<\/p>\n<h2><strong>Bibliografia<\/strong><\/h2>\n<p>A Problem\u00e1tica do Descarte de Baterias Usadas no Lixo Urbano; MTE      Fundacentro\u00a0<br \/>\n     Almanaque Brasil Socioambiental 2005; Instituto Socioambiental.<br \/>\n     Os Bilh\u00f5es Perdidos no Lixo; Sabetai Calderoni; Humanitas Publica\u00e7\u00f5es; FFLCH\/USP;      1998 Res\u00edduos Gerados por Pilhas e Baterias Usadas: avalia\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o      brasileira 1999-2001; Nivea Maria Vega Longo Reidler; Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica\/USP;      2006.<br \/>\n     Revista do Trabalhador; Pilhas e Baterias no Lixo Urbano; MTE Fundacentro.\u00a0<br \/>\n     Site www.sircompany.com.br\u00a0<br \/>\n     Site www.inmetro.gov.br\u00a0<br \/>\n     Site www.scielo.br<\/p>\n<p>Fonte: www.bancoreal.com.br<\/p>\n<h6>Hist\u00f3ria das Pilhas<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/hhistor5.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" width=\"238\" height=\"268\" title=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" \/><br \/>\n     Luigi Galvani &#8211; (1737 &#8211; 1798)<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e9culo XVIII. Surgem as primeiras intui\u00e7\u00f5es dos fen\u00f4menos el\u00e9tricos e magn\u00e9ticos.      Franklin especifica a no\u00e7\u00e3o de carga el\u00e9trica. Cavendish define a capacidade      de um condutor e seu grau de eletrifica\u00e7\u00e3o, que mais tarde ser\u00e1 chamado po<i>tencial.\u00a0<\/i>Coulomb      formula a lei do inverso do quadrado das dist\u00e2ncias para as intera\u00e7\u00f5es de      cargas el\u00e9tricas, e inicia o estudo experimental e te\u00f3rico da distribui\u00e7\u00e3o      da eletricidade na superf\u00edcie de um condutor. Toda essa s\u00e9rie de pesquisas      \u00e9 o in\u00edcio de um dos per\u00edodos mais fecundos da hist\u00f3ria da ci\u00eancia, per\u00edodo      esse que culminar\u00e1 com a inven\u00e7\u00e3o da pilha por Alessandro Volta.<\/p>\n<p>E \u00e9 rejeitando a teoria simplista de Galvani &#8211; defensor da &#8220;eletricidade      animal&#8221; &#8211; que Volta estabelece a rela\u00e7\u00e3o entre fen\u00f4menos el\u00e9tricos e      qu\u00edmicos.<\/p>\n<p>Nascido em Bolonha, a 9 de setembro de 1737, Luigi Galvani permaneceu nessa      cidade durante toda sua vida, afastando-se de l\u00e1 uma \u00fanica vez.<\/p>\n<p>Orientado pelo pai, o m\u00e9dico Domenico Galvani, Luigi ingressou na Universidade      de Bolonha, onde, com apenas 22 anos de idade, completou o curso de medicina.      Tr\u00eas anos mais tarde, em 1762, ele ocupou a c\u00e1tedra de anatomia nessa universidade.<\/p>\n<p>H\u00e1bil cirurgi\u00e3o, Galvani realizou importantes estudos de anatomia comparada      sobre os aparelhos urin\u00e1rio e genital, e os \u00f3rg\u00e3os do olfato e da audi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Datam desse per\u00edodo, que se estendeu de 1762 a 1783, algumas publica\u00e7\u00f5es      sobre o assunto:<\/strong>\u00a0<i>De Ossibus These (1762), De Renibus<\/i>\u00a0<i>atque      Uretribus Volatilium\u00a0<\/i>(1767) e\u00a0<i>De<\/i>\u00a0<i>Volatilium      Aure\u00a0<\/i>(1783).<\/p>\n<p><strong>De 1783 em diante, a orienta\u00e7\u00e3o das pesquisas de Galvani mudou completamente:<\/strong>\u00a0os      fen\u00f4menos el\u00e9tricos come\u00e7aram ent\u00e3o a absorv\u00ea-lo.<\/p>\n<p><strong>Em 1797, com a implanta\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Cisalpina, Galvani viu-se      obrigado a abandonar a c\u00e1tedra de anatomia:<\/strong>\u00a0seus princ\u00edpios      religiosos impediam-no de prestar juramento aos novos governantes. Aos tempos      afortunados, seguiu-se um longo per\u00edodo de priva\u00e7\u00f5es e mis\u00e9ria, que se estendeu      at\u00e9 1798, ano em que ele morreu. Pouco antes, havia sido reconhecido seu direito      de receber uma pequena pens\u00e3o de aposentadoria.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/hhistor6.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" width=\"287\" height=\"372\" title=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" \/><br \/>\n     Luigi Galvani<\/strong><\/p>\n<p>Em 1786, Galvani observou acidentalmente o que mais tarde chamaria de &#8220;eletricidade      animal&#8221;. As primeiras anota\u00e7\u00f5es s\u00f4bre essa descoberta foram publicadas      somente em 1791.<\/p>\n<p><strong>Em sua mem\u00f3ria De\u00a0<\/strong><strong><i>Viribus Electricitatis      in Motu Musculari,<\/i><\/strong><strong>\u00a0ele descreve sua observa\u00e7\u00e3o      casual nos seguintes termos:\u00a0<\/strong>&#8220;Tendo dissecado e      preparado uma r\u00e3, coloquei-a sobre uma mesa onde se achava, a alguma dist\u00e2ncia,      uma m\u00e1quina eletrost\u00e1tica. Aconteceu, por acaso, que um de meus assistentes      tocou a ponta de seu escalpelo no nervo interno da coxa da r\u00e3; imediatamente      os m\u00fasculos dos membros foram agitados por violentas convuls\u00f5es&#8221;. Galvani      acreditou ter realizado importante descoberta. Pensava, erroneamente, ter      encontrado um detetor extremamente sens\u00edvel para as correntes ou descargas      el\u00e9tricas, cujo estudo ainda engatinhava; em seguida, admitiu a hip\u00f3tese de      que esse &#8220;detetor&#8221; poderia revelar-se uma nova fonte de eletricidade.      Na \u00e9poca eram conhecidos somente o atrito e a &#8220;influ\u00eancia&#8221; (indu\u00e7\u00e3o)      eletrost\u00e1tica.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/hhistor7.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" width=\"439\" height=\"299\" title=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" \/><br \/>\n     Experi\u00eancia atmosf\u00e9rica<\/strong><\/p>\n<p>Desde logo, Galvani come\u00e7ou a variar as condi\u00e7\u00f5es de suas experi\u00eancias. Em      um dia tempestuoso, foi levado a acreditar que a eletricidade atmosf\u00e9rica      era capaz de produzir os mesmos efeitos que sua m\u00e1quina eletrost\u00e1tica. Em      condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas normais, por\u00e9m, Galvani nada observou. Esse fato mostra      o car\u00e1ter simplista e puramente casual das dedu\u00e7\u00f5es de Galvani, pois nem a      m\u00e1quina eletrost\u00e1tica nem as condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas influ\u00edam no resultado      de suas experi\u00eancias. Para Galvani, todavia, isso significava certamente um      refor\u00e7o para suas convic\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Certo dia, tendo fixado um fio de cobre na medula espinhal de uma r\u00e3, Galvani      fechou o circuito suspendendo o fio em uma rede de ferro; imediatamente as      convuls\u00f5es se manifestaram.<\/p>\n<p><strong>Desta vez, a experi\u00eancia poderia ter levado a conclus\u00f5es certas:\u00a0<\/strong>havia      um circuito formado por tr\u00eas condutores &#8211; um, eletrol\u00edtico, e dois met\u00e1licos.<\/p>\n<p>Mas Galvani, perseguido pela id\u00e9ia de que a r\u00e3 poderia ser um detector de      eletricidade, atribuiu as convuls\u00f5es observadas \u00e0s varia\u00e7\u00f5es do estado el\u00e9trico      da atmosfera.<\/p>\n<p>E, mais uma vez, Galvani alterou as condi\u00e7\u00f5es de sua experi\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Desta vez, ele descreve:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\">&#8220;Levei o animal para um quarto fechado e coloquei-o sobre      uma placa de ferro; quando toquei a placa com o fio de cobre, fixado na medula      da r\u00e3, vi as mesmas contra\u00e7\u00f5es espasm\u00f3dicas de antes. Tentei outros metais,      com resultado mais ou menos violentos. Com os n\u00e3o condutores, todavia, nada      se produziu. Isso era bastante surpreendente e conduziu-me a suspeitar de      que a eletricidade era inerente ao pr\u00f3prio animal, suspeita que foi confirmada      pela observa\u00e7\u00e3o de que uma esp\u00e9cie de circuito nervoso sutil (semelhante ao      circuito el\u00e9trico da garrafa de Leide) fecha-se dos nervos aos m\u00fasculos quando      as contra\u00e7\u00f5es se produzem&#8221;<\/p>\n<p>Em outra experi\u00eancia, Galvani usou um arco met\u00e1lico, constitu\u00eddo por uma      haste de cobre e outra de zinco.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/hhistor8.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" width=\"439\" height=\"302\" title=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" \/><br \/>\n     Laborat\u00f3rio de Galvani<\/strong><\/p>\n<p>Embora possu\u00edsse todos os dados necess\u00e1rios para elaborar a teoria eletrol\u00edtica,      Galvani defendeu durante toda a vida a falsa teoria da eletricidade animal.<\/p>\n<p>Sustentou tamb\u00e9m a compara\u00e7\u00e3o de seu &#8220;aparelho&#8221; (a r\u00e3) com a garrafa      de Leide; o nervo era a armadura interna e o m\u00fasculo a armadura externa.<\/p>\n<p>A descoberta de Galvani entusiasmou os cientistas da \u00e9poca, principalmente      Alessandro Volta. Este repetiu, em 1792, as experi\u00eancias de Galvani, tendo      aceito inicialmente a hip\u00f3tese da eletricidade animal.<\/p>\n<p>Em 1793, todavia, ele rejeitou radicalmente tal teoria, provando que os m\u00fasculos      da r\u00e3 n\u00e3o se contraem se a placa e o fio forem constitu\u00eddos de um mesmo metal.<\/p>\n<p>Iniciou-se ent\u00e3o uma pol\u00eamica calorosa entre Galvani e Volta. Galvani chegou      a demonstrar que as convuls\u00f5es podiam ser obtidas mesmo sem a interven\u00e7\u00e3o      de qualquer arco met\u00e1lico. Volta, no entanto, considerou esse fen\u00f4meno como      uma simples decorr\u00eancia de um est\u00edmulo mec\u00e2nico e rebateu a hip\u00f3tese do m\u00e9dico      de Bolonha, expondo o princ\u00edpio dos tr\u00eas condutores &#8211; um eletrol\u00edtico e dois      met\u00e1licos. Eram esses os \u00fanicos elementos necess\u00e1rios para originar o fluido      el\u00e9trico (como era chamada na \u00e9poca a corrente el\u00e9trica).<\/p>\n<p>De 1795 a 1797, Galvani trocou intensa correspond\u00eancia com Lazzaro Spallanzani.      Em suas cartas, ele manifestava forte desejo de p\u00f4r fim \u00e0 pol\u00eamica com Volta,      conciliando as duas teorias. Visando a esse objetivo, distinguiu dois tipos      de contra\u00e7\u00f5es, umas obtidas sem a ajuda do arco met\u00e1lico, outras que exigiam      sua presen\u00e7a. As primeiras, ele atribu\u00eda \u00e0 eletricidade inerente ao pr\u00f3prio      organismo animal; as segundas, ao que chamava, embora n\u00e3o soubesse definir,      de eletricidade extr\u00ednseca. Defendeu ainda que os m\u00fasculos se contra\u00edam somente      quando o &#8220;fluido&#8221; n\u00e3o corria da maneira regular.<\/p>\n<p>Essa tentativa de concilia\u00e7\u00e3o foi totalmente infrut\u00edfera, como era natural.<\/p>\n<p><strong>Em uma carta a um de seus amigos, escrita no ano de 1796, Volta expressou      claramente suas id\u00e9ias a respeito de condutores e eletricidade:<\/strong>\u00a0&#8220;O      contato de condutores diferentes, sobretudo met\u00e1licos, que denominarei condutores      secos ou de primeira classe, com condutores \u00famidos, ou de segunda classe,      desperta o fluido el\u00e9trico e imprime-lhe certa impuls\u00e3o ou incita\u00e7\u00e3o. . .&#8221;.      No mesmo ano, Fabbroni, um qu\u00edmico de Floren\u00e7a, observou que, quando duas      l\u00e2minas de metais diferentes s\u00e3o postas em contato no interior de um l\u00edquido      &#8211; \u00e1gua, por exemplo -, uma delas fica oxidada. Intuiu ent\u00e3o que deve existir      certa rela\u00e7\u00e3o entre os dois fen\u00f4menos &#8211; o el\u00e9trico e o qu\u00edmico.<\/p>\n<p>Em 1800, Volta reafirmou essa rela\u00e7\u00e3o, construindo a primeira pilha el\u00e9trica,      hoje chamada\u00a0<i>pilha galv\u00e2nica ou voltaica.<\/i><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/hhistor9.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" width=\"270\" height=\"113\" title=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" \/><br \/>\n     Torpedo<\/strong><\/p>\n<p>No \u00faltimo per\u00edodo de sua exist\u00eancia, Galvani, j\u00e1 fraco de sa\u00fade e profundamente      abalado pela morte de sua mulher, empreendeu uma longa viagem ao Adri\u00e1tico.<\/p>\n<p>Seu objetivo era estudar o comportamento dos torpedos &#8211; uma esp\u00e9cie de peixe-el\u00e9trico.      Deduziu, de suas observa\u00e7\u00f5es, que era de natureza el\u00e9trica o choque provocado      pelo peixe e que ele era particularmente intenso nos m\u00fasculos do animal. Com      essas observa\u00e7\u00f5es, Galvani acreditou, mais uma vez erradamente, ter achado      a confirma\u00e7\u00e3o do que durante toda a vida defendera &#8211; o fluido el\u00e9trico de      origem animal..<\/p>\n<p>Galvani morreu pouco depois dessa viagem, no dia 4 de dezembro de 1798.\u00a0<\/p>\n<p>Fonte: www.geocities.com<\/p>\n<h6>Hist\u00f3ria das Pilhas<\/h6>\n<p><strong>A HIST\u00d3RIA DAS PILHAS E BATERIAS<\/strong><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria das pilhas come\u00e7a na antiguidade, com a descoberta da eletricidade      pelo fil\u00f3sofo grego Tales de Mileto que, ao esfregar um \u00e2mbar a um peda\u00e7o      de pele de carneiro, observou que fragmentos de palha e de madeira come\u00e7aram      a ser atra\u00eddas pelo pr\u00f3prio \u00e2mbar. Do \u00e2mbar (gr. \u00c9lektron) surgiu o nome eletricidade.<\/p>\n<p>Em 1672, foram iniciados estudos sistem\u00e1ticos sobre a eletrifica\u00e7\u00e3o por atrito,      por Otto von Guericke, que inventou uma m\u00e1quina geradora de cargas el\u00e9tricas,      onde uma esfera de enxofre girava constantemente atritando-se em terra seca.      Meio s\u00e9culo depois, Stephen Gray fez a primeira distin\u00e7\u00e3o entre condutores      e isolantes el\u00e9tricos.<\/p>\n<p>Durante o s\u00e9culo 18, as m\u00e1quinas el\u00e9tricas evolu\u00edram at\u00e9 chegar a um disco      rotativo de vidro, que era atritado a um isolante adequado. Uma descoberta      importante foi a do condensador, descoberto por Ewald Georg von Kleist e por      Petrus van Musschenbroek. O condensador consistia em uma m\u00e1quina armazenadora      de cargas el\u00e9tricas. Eram dois corpos condutores separados por um isolante      delgado.<\/p>\n<p>Ainda no s\u00e9culo 18, foi feita a famosa experi\u00eancia do m\u00e9dico e f\u00edsico Luigi      Alo\u00edsio Galvani (Universidade de Bolonha, It\u00e1lia), em que potenciais el\u00e9tricos      produziam contra\u00e7\u00f5es na perna de uma r\u00e3 morta. A partir dessa experi\u00eancia,      obteve-se pela primeira vez uma fonte de corrente el\u00e9trica est\u00e1vel e as investiga\u00e7\u00f5es      de Galvani sobre a corrente el\u00e9trica avan\u00e7aram cada vez mais.<\/p>\n<p>Paralelamente, o f\u00edsico Alessandro Volta (Universidade de Paiva, It\u00e1lia),      ap\u00f3s v\u00e1rias experi\u00eancias, construiu sua primeira pilha e, no ano de 1800,      comunicou a Royal Society, em Londres, que havia fabricado um aparelho capaz      de produzir corrente el\u00e9trica duradoura. A pilha de Volta era constitu\u00edda      de discos circulares de prata e zinco, empilhados alternadamente (da\u00ed o nome      de pilha) e separados por discos de feltro, embebidos em solu\u00e7\u00e3o de \u00e1cido      ac\u00e9tico. Imaginou que a eletricidade era produzida pelo ataque do \u00e1cido ac\u00e9tico      sobre o zinco. A pilha de Volta foi muito importante para a evolu\u00e7\u00e3o da eletroqu\u00edmica,      fato que o levou a ser, inclusive, nomeado conde em 1810, por Napole\u00e3o Bonaparte.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/hhistor10.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" width=\"373\" height=\"314\" title=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" \/><\/p>\n<p>Mesmo com a fama das pilhas de Volta, foram criadas pilhas mais eficientes.      John Frederic Daniell inventou-as em 1836, na mesma \u00e9poca das pilhas de Georges      Leclanch\u00e9 e a bateria recarreg\u00e1vel de Raymond-Louis-Gaston Plant\u00e9. A primeira      pilha a apresentar algum resultado pr\u00e1tico foi constru\u00edda por Georges Leclanch\u00e9      (Fran\u00e7a, 1865). Substituiu o cobre por um bast\u00e3o de carv\u00e3o, o \u00e1cido ac\u00e9tico      por amon\u00edaco e, como despolarizante, utilizou di\u00f3xido de mangan\u00eas em p\u00f3 sobre      o eletrodo de carv\u00e3o.<\/p>\n<p>Wilhelm Hellensens (Dinamarca, 1887) fabricou a primeira pilha seca que utilizava      o zinco, ao mesmo tempo, como recipiente e p\u00f3lo negativo. No mesmo ano, essas      pilhas come\u00e7aram a ser produzidas em s\u00e9rie. S\u00e3o fabricadas at\u00e9 os dias atuais.      Somente nos Estados Unidos, a produ\u00e7\u00e3o anual de pilhas e baterias alcan\u00e7ou      2 milh\u00f5es de unidades, no in\u00edcio do S\u00e9culo 20.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, houve dois per\u00edodos de crescimento r\u00e1pido para esse mercado.      Em 1920, com o invento do r\u00e1dio dom\u00e9stico e na segunda metade do s\u00e9culo, com      o crescente uso de equipamentos el\u00e9tricos e eletr\u00f4nicos port\u00e1teis.<\/p>\n<p>No Brasil, a produ\u00e7\u00e3o de pilhas Leclanch\u00e9 teve in\u00edcio em 1951, com a implanta\u00e7\u00e3o      de uma f\u00e1brica da Eveready e uma da Microlite (Ray-o-Vac).<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o mercado nacional restringia-se a poucos milhares de unidades anuais,      basicamente para lanternas el\u00e9tricas port\u00e1teis. Antes do surgimento do transistor,      os r\u00e1dios demandavam baterias de pilha cujo alto custo limitava seu uso \u00e0s      regi\u00f5es desprovidas de energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o advento do transistor e de seu uso disseminado em r\u00e1dios port\u00e1teis      e outros equipamentos eletr\u00f4nicos, a demanda de pilhas cresceu exponencialmente.<\/p>\n<p>No final da d\u00e9cada de 70, o mercado nacional j\u00e1 consumia cerca de 1 bilh\u00e3o      de unidades\/ano, somente do tipo zinco-carv\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Mais dois fabricantes se instalaram no pa\u00eds:<\/strong>\u00a0a      Panasonic (1968) e a Eletromoura (Wayotec), (1979). A partir de ent\u00e3o, o uso      da pilha popularizou-se.<\/p>\n<p>As pilhas alcalinas come\u00e7aram a ser produzidas no Brasil pela Microlite (1978),      seguida pela Duracell (1984) e pela Eveready (1987). A capacidade de produ\u00e7\u00e3o      instalada na d\u00e9cada de 80 j\u00e1 superava um bilh\u00e3o e duzentos milh\u00f5es de unidades\/ano.      A ind\u00fastria estava preparada para o crescimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Com a recess\u00e3o, houve uma sens\u00edvel queda no consumo de produtos populares,      incluindo as pilhas. As pilhas que utilizamos hoje, t\u00eam o mesmo princ\u00edpio      de funcionamento da pilha constru\u00edda por Alessandro Volta. A parte externa      (capa) da pilha \u00e9 constru\u00edda em zinco, e \u00e9 frequentemente coberta com papel\u00e3o      ou pl\u00e1stico para evitar o derrame. No interior da pilha, em vez de outro metal      como Volta utilizava, h\u00e1 um bast\u00e3o de carbono (grafite). O recipiente \u00e9 cheio      de uma pasta \u00famida, constitu\u00edda por alguns sais e \u00f3xido de mangan\u00eas (no lugar      da solu\u00e7\u00e3o de \u00e1cido dilu\u00eddo). A placa de zinco e o \u00f3xido de mangan\u00eas presente      na pasta \u00famida interagem, na presen\u00e7a dos sais e do carbono, gerando corrente      el\u00e9trica.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que a pilha vai sendo utilizada, as quantidades das subst\u00e2ncias      que reagem v\u00e3o diminuindo, a produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica sendo menor, ocorrendo,      ent\u00e3o o desgaste da pilha.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/hhistor11.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" width=\"323\" height=\"261\" title=\"Hist\u00f3ria das Pilhas\" \/><\/p>\n<p>Em 1994, o mercado de pilhas zinco-carbono era estimado em 680 milh\u00f5es de      unidades\/ano e o de pilhas alcalinas, em 60 milh\u00f5es de unidades\/ano. Esses      n\u00fameros representavam, ent\u00e3o, aproximadamente, 85% da produ\u00e7\u00e3o nacional, dos      quais, 15% eram exportados inclusive para a Europa.<\/p>\n<p>Durante as duas \u00faltimas d\u00e9cadas do s\u00e9culo 20, a ind\u00fastria de pilhas e baterias      cresceu vertiginosamente. Atualmente, este mercado movimenta bilh\u00f5es de d\u00f3lares      em todo o mundo. Nos Estados Unidos, a fabrica\u00e7\u00e3o de 95% das baterias est\u00e1      baseada na produ\u00e7\u00e3o de quatro tipos de baterias secund\u00e1rias e de nove tipos      de baterias prim\u00e1rias. As pilhas e baterias est\u00e3o definitivamente presentes      no cotidiano do homem moderno e o perfil de consumo mundial per capta situa-se      entre 5 pilhas\/ano, para pa\u00edses em desenvolvimento como o Brasil e 15 pilhas\/ano,      para pa\u00edses industrializados.<\/p>\n<p>Isto pode ser traduzido em um consumo mundial, da ordem de 10 bilh\u00f5es de      pilhas\/ano. No per\u00edodo de 1990 a 1996, o mercado consumidor mundial de pilhas      e baterias passou de 23 para 33 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. Em 1999, quando surgiu      a primeira legisla\u00e7\u00e3o sobre o tema no Brasil, foram produzidas mais de 800      milh\u00f5es de pilhas. At\u00e9 ent\u00e3o, j\u00e1 existiam em circula\u00e7\u00e3o no pa\u00eds cerca de 10      milh\u00f5es de telefones celulares. Esses n\u00fameros s\u00e3o os oficiais, mas deve-se      levar em conta as pilhas e baterias contrabandeadas e as falsificadas, cuja      participa\u00e7\u00e3o no mercado \u00e9 imposs\u00edvel de ser prevista, mas est\u00e1 estimada em      40% do mercado.<\/p>\n<p>Fonte: www.fau.ufrj.br<\/p>\n<h6>Hist\u00f3ria das Pilhas<\/h6>\n<p>A primeira bateria foi criada por Alessandro Volta em 1800. Para criar a      pilha de Volta, ele fez uma pilha de camadas alternadas de zinco, papel mata-borr\u00e3o      embebido em \u00e1gua salgada e prata. Este arranjo ficou conhecido como uma pilha      voltaica. <\/p>\n<p>As camadas superior e inferior da pilha deve ser metais diferentes. Se voc\u00ea      conectar um fio at\u00e9 o topo e fundo da pilha, voc\u00ea pode medir a voltagem ea      corrente da pilha. <\/p>\n<p>A pilha pode ser empilhado t\u00e3o alto quanto voc\u00ea gosta, e cada camada ir\u00e1      aumentar a tens\u00e3o em um valor fixo. Em 1800, antes da inven\u00e7\u00e3o do gerador      el\u00e9trico (o gerador n\u00e3o foi inventado e aperfei\u00e7oado at\u00e9 1870), a c\u00e9lula Daniell      era muito comum os tel\u00e9grafos operacionais e campainhas.<\/p>\n<p><strong>A c\u00e9lula Daniell \u00e9 tamb\u00e9m conhecido por tr\u00eas outros nomes:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Crowfoot c\u00e9lula (por causa da forma t\u00edpica do el\u00e9ctrodo de zinco)<\/p>\n<p>C\u00e9lula gravidade (porque a gravidade mant\u00e9m os dois sulfatos separados)<\/p>\n<p>Celular molhado (porque usa l\u00edquidos para os eletr\u00f3litos, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0        c\u00e9lula moderna seco)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>As pilhas el\u00e9tricas foram idealizadas por Alessandro Volta em 1800. A chamada\u00a0<b>pilha      de Volta<\/b>\u00a0consta de uma sobreposi\u00e7\u00e3o de discos de cobre e zinco,      soldados dois a dois e dispostos na mesma ordem, ficando cada par separado      do imediato por uma rodela de pano ou de cart\u00e3o embebida em \u00e1gua acidulada      como \u00e1cido sulf\u00farico.<\/p>\n<p>A denomina\u00e7\u00e3o de pilha \u00e9 devida a esta disposi\u00e7\u00e3o dos discos empilhados uns      sobre os outros; Volta notou entre as placas da base e as do alto, uma diferen\u00e7a      de potencial que dava origem a fen\u00f3menos el\u00e9tricos. Este foi o ponto de partida      para a constru\u00e7\u00e3o das pilhas el\u00e9tricas.<\/p>\n<p>A pilha \u00e9 um gerador qu\u00edmico, isto \u00e9, transforma energia qu\u00edmica em energia      el\u00e9trica. Entre os v\u00e1rios tipos de pilhas destacam-se as pilhas secas e h\u00famida.<\/p>\n<p><b>Pilhas secas<\/b>\u00a0s\u00e3o pilhas cujo os el\u00e9trodos, zinco e carv\u00e3o,      est\u00e3o mergulhados em uma massa de cloreto de zinco e sal amon\u00edaco. Na pilha      seca tamb\u00e9m existe MnO2 que atua como despolitizante. A a\u00e7\u00e3o qu\u00edmica      dessa massa sobre os el\u00e9trodos (zinco e carv\u00e3o) \u00e9 respons\u00e1vel pela libera\u00e7\u00e3o      da energia el\u00e9trica que se obt\u00eam nos terminais da pilha. As pilhas secas tamb\u00e9m      podem conter uma pasta eletrol\u00edtica de cloreto de alum\u00ednio. Os el\u00e9trodos s\u00e3o      de zinco (negativo) e de carbono (positivo). O el\u00e9trodo de zinco \u00e9 pr\u00f3pria      caixa da pilha.<\/p>\n<p><b>Pilhas h\u00famidas<\/b>\u00a0s\u00e3o assim chamadas porque os el\u00e9trodos,      cobre e zinco, s\u00e3o colocados dentro de uma solu\u00e7\u00e3o \u00e1cida, b\u00e1sica ou salina.<\/p>\n<p><b>Pilhas Alcalinas<\/b>\u00a0esse tipo de pilha possuem el\u00e9trodos      de zinco e carbono e cont\u00e9m uma pasta eletrol\u00edtica de hidr\u00f3xido de pot\u00e1ssio.<\/p>\n<p><b>Bateria de Carro<\/b>\u00a0mais modernas possuem elementos secund\u00e1rios      que podem ser recarregados. O eletr\u00f3lito \u00e9 de \u00e1cido sulf\u00farico e os el\u00e9trodos      de chumbo. Recarregar uma bateria \u00e1cida de chumbo \u00e9 converter energia el\u00e9trica      em energia qu\u00edmica.<\/p>\n<p><b>Bateria de N\u00edquel e C\u00e1dmio<\/b>\u00a0tamb\u00e9m s\u00e3o recarreg\u00e1veis, mas      pesa muito menos que a de chumbo e \u00e1cido. Possui el\u00e9trodos de n\u00edquel e c\u00e1dmio      e utiliza hidr\u00f3xido de pot\u00e1ssio como eletr\u00f3lito.<\/p>\n<p>A\u00a0<b>Pilha At\u00f3mica<\/b>\u00a0foi montada pela primeira      vez em 1942, por Fermi e seus colaboradores; a primeira pilha at\u00f3mica francesa      foi constru\u00edda em 1948. Nela se desenvolveu lentamente uma rea\u00e7\u00e3o em cadeia      que se pode comandar. Uma pilha comporta a mat\u00e9ria no seio da qual se faz      a rea\u00e7\u00e3o em cadeia (ur\u00e2nio 235, plut\u00f3nio), e a mat\u00e9ria que se quer irradiar      pelos neutr\u00f5es produzidos (ur\u00e2nio, 238), reunidas a moderadores (grafito,      \u00e1gua pesada) e a refletores de neutr\u00f5es.<\/p>\n<p>Comporta igualmente instala\u00e7\u00f5es de arrefecimento, de verifica\u00e7\u00e3o e de prote\u00e7\u00e3o.      Produz energia calor\u00edfica que pode eventualmente ser transformada em energia      el\u00e9trica, e fornece plut\u00f3nio, utiliz\u00e1vel nas bombas at\u00f3micas, bem como numerosos      elementos artificiais.<\/p>\n<p>As baterias e as pilhas podem ser considerados como verdadeiros tanques de      armazenamento de energia. Uma bateria comum tem el\u00e9trodos positivo e negativo      e uma pasta ou l\u00edquido, o eletr\u00f3lito. Os el\u00e9trodos dissolvem-se no eletr\u00f3lito,      formando \u00edoes, o que cria um excesso de carga nos el\u00e9trodos. Quando a bateria      \u00e9 ligada a um circuito, essa carga produz uma corrente el\u00e9trica.<\/p>\n<h4>Cronologia<\/h4>\n<p><strong>1748 &#8211;\u00a0<\/strong>Benjamin Franklin inventou primeiramente      o termo &#8220;bateria&#8221; para descrever uma variedade de placas de vidro      carregadas.<\/p>\n<p><strong>1780-1786 &#8211;<\/strong>\u00a0Luigi Galvani demonstrou o que agora      entendemos ser a base el\u00e9trica dos impulsos nervosos e, desde a pedra angular      da pesquisa para inventores posteriores, como Volta.<\/p>\n<p><strong>1800 &#8211;\u00a0<\/strong>Alessandro Volta inventou a pilha e descobriu      o primeiro m\u00e9todo pr\u00e1tico de gera\u00e7\u00e3o de eletricidade. Constru\u00eddo de alternando      discos de zinco e de cobre com peda\u00e7os de papel\u00e3o embebidos em salmoura entre      os metais, a pilha voltic produzido corrente el\u00e9trica. O arco met\u00e1lico condutor      foi utilizado para transportar a eletricidade a uma dist\u00e2ncia maior. Pilha      voltaica de Alessandro Volta foi a primeira &#8220;bateria de c\u00e9lula molhada&#8221;      que produziu uma corrente, de confian\u00e7a est\u00e1vel de eletricidade.<\/p>\n<p><strong>1836 &#8211;<\/strong>\u00a0<strong>Ingl\u00eas, John F. Daniel inventou      o celular Daniel que usava dois eletr\u00f3litos:<\/strong>\u00a0sulfato      de cobre e sulfato de zinco. A C\u00e9lula de Daniel foi um pouco mais seguro e      menos corrosivo, em seguida, a c\u00e9lula Volta.<\/p>\n<p><strong>1839 &#8211;<\/strong>\u00a0William Robert Grove desenvolveu a primeira      c\u00e9lula de combust\u00edvel, que produziu el\u00e9trica combinando hidrog\u00eanio e oxig\u00eanio.      Tamb\u00e9m Inventores criado melhorias para baterias que usaram eletrodos l\u00edquidos      para produzir eletricidade. Bunsen (1842) e Grove (1839) inventou o mais bem      sucedido.<\/p>\n<p><strong>1859 &#8211;<\/strong>\u00a0Inventor franc\u00eas, Gaston Plante desenvolveu      a primeira armazenagem pr\u00e1tica de chumbo-\u00e1cido de bateria que pode ser recarregada      (bateria secund\u00e1ria).<\/p>\n<p>Este tipo de bateria \u00e9 usado principalmente em carros de hoje.<\/p>\n<p><strong>1866 &#8211;<\/strong>\u00a0Engenheiro franc\u00eas, Ge Orges Leclanche      patenteou o zinco-carbono bateria de c\u00e9lula chamada c\u00e9lula molhada Leclanche.<\/p>\n<p><strong>De acordo com a Hist\u00f3ria de Baterias:<\/strong>\u00a0&#8220;c\u00e9lula      original George Leclanche foi montado em um pote poroso. O el\u00e9trodo positivo      consistiu de di\u00f3xido de mangan\u00eas triturado com um pouco de carbono misturado      polegadas O p\u00f3lo negativo era uma haste de zinco. O c\u00e1todo foi embalado para      o pote, e uma haste de carbono foi inserido para agir como um coletor de moeda.      O \u00e2nodo ou haste de zinco e do pote foram ent\u00e3o imersas em uma solu\u00e7\u00e3o de      cloreto de am\u00f3nio. O l\u00edquido atuou como o eletr\u00f3lito, prontamente se infiltrando      atrav\u00e9s do copo poroso e fazer contato com o material do c\u00e1todo. O l\u00edquido      atuou como o eletr\u00f3lito, prontamente se infiltrando atrav\u00e9s do copo poroso      e fazer contato com o material do c\u00e1todo.<\/p>\n<p>&#8221;\u00a0<strong>1868 &#8211;<\/strong>\u00a0Vinte mil de c\u00e9lulas      Georges Leclanch\u00e9 estavam agora a ser utilizado com o equipamento de tel\u00e9grafo.<\/p>\n<p><strong>1881 &#8211;<\/strong>\u00a0JA Thiebaut patenteou a primeira bateria      com ambos o eletrodo negativo e pote poroso colocado em um copo de zinco.<\/p>\n<p><strong>1881 &#8211;\u00a0<\/strong>Carl Gassner inventou a pilha primeiro      sucesso comercial seca (zinco-carbono da c\u00e9lula).<\/p>\n<p><strong>1889 &#8211;\u00a0<\/strong>Waldmar Jungner inventou a bateria de      n\u00edquel-c\u00e1dmio primeiro recarreg\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>1901 &#8211;<\/strong>\u00a0Thomas Alva Edison inventou a bateria      de armazenamento alcalina.<\/p>\n<p><strong>1949 &#8211;\u00a0<\/strong>A pilha alcalina foi desenvolvido em      1949 por Lew Urry no Laborat\u00f3rio Eveready Battery Company, em Parma, Ohio.      As pilhas alcalinas podem fornecer mais energia total em correntes mais elevadas      do que as pilhas Leclanch\u00e9. Outras melhorias desde ent\u00e3o, t\u00eam aumentado o      armazenamento de energia dentro de um pacote de determinado tamanho.<\/p>\n<p><strong>1954 &#8211;\u00a0<\/strong>C\u00e9lulas Solares Gerald Pearson, Calvin      Fuller e Daryl Chapin inventou a First Solar. Uma bateria solar converte a      energia do sol em eletricidade.<\/p>\n<p>Em 1954, Gerald Pearson, Calvin Fuller e Daryl Chapin inventou a primeira      bateria solar. Os inventores criaram uma matriz de v\u00e1rias tiras de sil\u00edcio      (cada sobre o tamanho de uma l\u00e2mina de barbear), colocou em luz solar, os      electr\u00f5es livres capturados e transformou-os em corrente el\u00e9trica. Bell Laboratories,      em Nova York, anunciou a fabrica\u00e7\u00e3o do prot\u00f3tipo de uma nova bateria solar.      Bell tinha financiou a pesquisa. O julgamento primeiro servi\u00e7o p\u00fablico do      Solar de Bell come\u00e7ou a bateria com um sistema de operadora de telefone (Americus,      na Ge\u00f3rgia) em 4 de outubro de 1955.<\/p>\n<p>Fonte: www.prof2000.pt<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria das Pilhas, Baterias, El\u00e9tricas, Alcalinas, Brasil, Produ\u00e7\u00e3o, Inven\u00e7\u00e3o, Descoberta, F\u00edsica, Funcionamento, Origem, Hist\u00f3ria das Pilhas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[320],"tags":[],"class_list":["post-64874","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-fisica"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Hist\u00f3ria das Pilhas, Baterias, El\u00e9tricas 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