{"id":64867,"date":"2016-07-18T17:27:49","date_gmt":"2016-07-18T17:27:49","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=64867"},"modified":"2016-07-18T17:40:28","modified_gmt":"2016-07-18T17:40:28","slug":"gravacao-e-reproducao-do-som","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/fisica\/gravacao-e-reproducao-do-som","title":{"rendered":"Grava\u00e7\u00e3o e Reprodu\u00e7\u00e3o do Som"},"content":{"rendered":"<p>O primeiro prot\u00f3tipo do fon\u00f3grafo foi obtido pelo franc\u00eas L\u00e9on Scott em 1857,      quando estudava as caracter\u00edsticas do som. Somente vinte anos depois, no entanto,      gra\u00e7as a uma m\u00e1quina inventada por Thomas Alva Edison, foi poss\u00edvel ouvir      a reprodu\u00e7\u00e3o de uma grava\u00e7\u00e3o. No s\u00e9culo XX, desenvolveram-se muito as t\u00e9cnicas      de grava\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o ac\u00fastica, o que resultou numa s\u00e9rie de aparelhos      dom\u00e9sticos destinados ao lazer.<\/p>\n<p>Grava\u00e7\u00e3o do som \u00e9 a estocagem, numa base de grava\u00e7\u00e3o (um disco, por exemplo)      das vibra\u00e7\u00f5es produzidas no ar pelo som. Na reprodu\u00e7\u00e3o, o processo se inverte,      de maneira que as vibra\u00e7\u00f5es estocadas novamente se convertem em ondas sonoras.      Os sistemas de grava\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o do som visam \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o documental      de determinadas informa\u00e7\u00f5es sobre meios f\u00edsicos que permitam sua reedi\u00e7\u00e3o      posterior. A finalidade desses registros varia amplamente e pode ser tanto      o lazer musical, como o com\u00e9rcio ou o estudo.<\/p>\n<p>Entre as t\u00e9cnicas de grava\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o do som existentes, destacam-se      os sistemas de base mec\u00e2nica, de que s\u00e3o exemplo os fon\u00f3grafos e eletrolas;      os de base magn\u00e9tica, como os gravadores e toca-fitas que utilizam fitas cassete;      e os de base \u00f3ptica, caso das trilhas sonoras de filmes cinematogr\u00e1ficos e      dos discos compactos digitais, ou compact discs.<\/p>\n<p><strong>Sistemas mec\u00e2nicos<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro aparelho mec\u00e2nico de reprodu\u00e7\u00e3o do som, inventado por Thomas Edison      em 1877 e patenteado no ano seguinte, constava de um cilindro coberto com      papel de estanho e um pavilh\u00e3o, que tinha no fundo um diafragma ao qual se      fixava uma agulha. Uma manivela imprimia ao cilindro um movimento de rota\u00e7\u00e3o      e outro, mais lento, de transla\u00e7\u00e3o, de modo que a agulha, apoiada sobre o      papel de estanho, nele produzia um sulco ao riscar uma curva espiral ininterrupta.      Quando se emitia um som, como a voz de uma pessoa, diante do pavilh\u00e3o, as      ondas sonoras provocavam vibra\u00e7\u00f5es no diafragma, que as transmitia \u00e0 agulha.      Esta produzia no papel uma s\u00e9rie de eleva\u00e7\u00f5es e depress\u00f5es decorrentes das      oscila\u00e7\u00f5es. Desse modo, o som original era &#8220;inscrito&#8221;, na forma      de sulcos, sobre o papel. Ao passar a agulha do diafragma pelo sulco tra\u00e7ado      durante a grava\u00e7\u00e3o, ela acompanhava as sinuosidades existentes e tornava a      vibrar de modo id\u00eantico. Essas oscila\u00e7\u00f5es se transmitiam ao diafragma e depois      ao pr\u00f3prio ar, onde novamente se formavam ondas sonoras aud\u00edveis, que repetiam      os sons originais.<\/p>\n<p>A m\u00e1quina de Edison, embora de concep\u00e7\u00e3o genial, tinha algumas limita\u00e7\u00f5es      al\u00e9m da imperfei\u00e7\u00e3o da reprodu\u00e7\u00e3o: a grava\u00e7\u00e3o na folha de estanho s\u00f3 podia      ser tocada poucas vezes, n\u00e3o permitia c\u00f3pias nem a possibilidade de o papel      ser retirado e guardado. Em 1885, Alexander Graham Bell, seu primo Chichester      A. Bell e Charles Sumner Tainter substitu\u00edram o papel de estanho por um inv\u00f3lucro      de papel encerado, que se podia recolher com facilidade.<\/p>\n<p>A primeira grava\u00e7\u00e3o sobre um disco plano se deve ao alem\u00e3o naturalizado americano      Emil Berliner, que tra\u00e7ou num disco de zinco uma linha espiral (partindo das      extremidades para o centro do disco), sobre a qual deslizava a agulha. De      acordo com as patentes, por\u00e9m, Edison tinha os direitos da grava\u00e7\u00e3o com sulcos,      e Bell-Tainter os da impress\u00e3o em cera. Assim, Berliner foi levado a procurar      uma solu\u00e7\u00e3o nova: sobre um disco de zinco recoberto com uma fina camada de      cera, um serpenteador transversal registrava as vibra\u00e7\u00f5es; depois, aplicava-se      um \u00e1cido que atacava somente o metal e, desse modo, produzia uma estria nos      lugares em que a agulha havia retirado a cera. O disco ficava pronto depois      que se derretia a cera restante.<\/p>\n<p>Berliner, por\u00e9m, prosseguiu com as pesquisas, pois seu sistema ainda apresentava      o inconveniente de s\u00f3 permitir a produ\u00e7\u00e3o de um disco de cada vez. A possibilidade      de c\u00f3pias surgiu depois que ele teve a id\u00e9ia de recobrir o disco original      com um metal mais duro e obteve um molde, isto \u00e9, uma reprodu\u00e7\u00e3o em negativo      do original, com o qual p\u00f4de fabricar outros discos.<\/p>\n<p>Outra inova\u00e7\u00e3o importante ocorreu em 1890, quando foram instalados mecanismos      de corda nos aparelhos de cilindro de Edison e de Bell-Tainter, que j\u00e1 encontravam      boa aceita\u00e7\u00e3o no mercado. O pr\u00f3prio Berliner teve a id\u00e9ia de apresentar um      tipo diferente de aparelho, de pre\u00e7o mais baixo. Com a colabora\u00e7\u00e3o do mec\u00e2nico      Eldridge Johnson, inventou o gramofone, aparelho que em 1896 j\u00e1 era vendido      em todos os Estados Unidos. Iniciou-se ent\u00e3o a produ\u00e7\u00e3o de discos aos milhares.<br \/>\n     Feitas por meio do poder mec\u00e2nico das ondas sonoras, essas grava\u00e7\u00f5es eram      denominadas mec\u00e2nicas ou ac\u00fasticas. Os discos tamb\u00e9m eram tocados mecanicamente.      O grande \u00eaxito do sistema fonogr\u00e1fico de discos planos nos Estados Unidos      e na Europa incentivou o r\u00e1pido aperfei\u00e7oamento dos materiais, bem como melhoramentos      estruturais, como a incorpora\u00e7\u00e3o de motores el\u00e9tricos, que resultou num aparelho      denominado toca-discos.<\/p>\n<p>Apesar do grande interesse suscitado pela reprodu\u00e7\u00e3o de sons ainda nos primeiros      anos do s\u00e9culo XX, ela era ainda estridente e barulhenta, com uma gama limitada      de tons. A sonoridade dependia diretamente da intensidade da voz ou do instrumento      musical, pois n\u00e3o se conhecia nenhum processo de controle do volume ac\u00fastico      do disco, para aument\u00e1-lo ou diminu\u00ed-lo, nem de regulagem da velocidade de      rota\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, era imposs\u00edvel gravar uma sele\u00e7\u00e3o musical executada por      uma orquestra ou um grupo numeroso de m\u00fasicos e cantores, j\u00e1 que cada executante      devia cantar ou tocar seu instrumento perto da boca de um objeto semelhante      a uma corneta, usado para concentrar a energia do som.<\/p>\n<p>Em 1915 houve uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o quando o americano Lee De Forest inventou      um amplificador de tubo a v\u00e1cuo. A inven\u00e7\u00e3o marcou a transi\u00e7\u00e3o da grava\u00e7\u00e3o      ac\u00fastica para a el\u00e9trica, o que imprimiu uma consider\u00e1vel melhora no m\u00e9todo      que, unido \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de novos materiais na confec\u00e7\u00e3o dos discos e das agulhas      e ao desenvolvimento tecnol\u00f3gico dos sistemas de reprodu\u00e7\u00e3o (alto-falantes,      amplificadores etc.), permitiu uma excelente qualidade sonora final. Padronizou-se      ent\u00e3o a grava\u00e7\u00e3o de discos de 4min30s de dura\u00e7\u00e3o e 78rpm (rota\u00e7\u00f5es por minuto),      originalmente feitos de goma-laca e depois de resinas sint\u00e9ticas termopl\u00e1sticas.<\/p>\n<p>A grava\u00e7\u00e3o de longa dura\u00e7\u00e3o (long-playing), conhecida como LP e lan\u00e7ada comercialmente      em 1948 pela marca Columbia, foi projetada para tocar \u00e0 velocidade de 33 1\/3rpm.      Por usar microssulcos, permitia um tempo de reprodu\u00e7\u00e3o de trinta minutos para      cada lado do disco. Essa t\u00e9cnica foi uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o, pois apresentava      a vantagem da economia e da fabrica\u00e7\u00e3o com vinil, material pl\u00e1stico flex\u00edvel      e resistente, que produz muito pouco ru\u00eddo pela fric\u00e7\u00e3o. Os discos compactos      de 45rpm tocavam at\u00e9 oito minutos por lado e foram introduzidos em 1949. Grava\u00e7\u00f5es      estereof\u00f4nicas, com dois canais separados de som gravados no mesmo sulco,      foram feitas a partir de 1958. No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1970, surgiram os discos      quadraf\u00f4nicos, com dois canais adicionais, mas n\u00e3o tiveram sucesso comercial.<\/p>\n<p><strong>Sistemas magn\u00e9ticos<\/strong><\/p>\n<p>A ideia de empregar um material magn\u00e9tico como base de grava\u00e7\u00e3o de sons,      antecipada pelo inventor dinamarqu\u00eas Valdemar Poulsen em 1898, s\u00f3 foi posta      em pr\u00e1tica pela ind\u00fastria na d\u00e9cada de 1920, quando come\u00e7aram a ser utilizadas      fitas magn\u00e9ticas. Os primeiros gravadores usavam um arame, que era passado      sob velocidade uniforme de um carretel para outro, atrav\u00e9s do campo magn\u00e9tico      de um eletro\u00edm\u00e3. As ondas sonoras de um fone eram transformadas em impulsos      el\u00e9tricos e passavam para o eletro\u00edm\u00e3, que magnetizava o arame, segundo as      ondas sonoras originais. Para reproduzir os sons da grava\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica, fazia-se      passar o arame pelo campo de um eletro\u00edm\u00e3 semelhante, com a mesma velocidade      e na mesma dire\u00e7\u00e3o anterior. As partes ent\u00e3o imantadas do arame produziam      um impulso el\u00e9trico transmitido ao fone, onde o som era reproduzido.<\/p>\n<p>Posteriormente, come\u00e7aram a ser utilizadas fitas magn\u00e9ticas constitu\u00eddas      de tiras de papel \u00e0s quais se aplicava o resultado da secagem de um l\u00edquido      saturado de part\u00edculas magnetizadas. Na Alemanha e nos Estados Unidos se desenvolveu,      na d\u00e9cada de 1930, um processo de grava\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica sincronizada com as pel\u00edculas      cinematogr\u00e1ficas, base do sistema denominado magnetofone.<\/p>\n<p>As modernas fitas de grava\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica consistem num filme de base pl\u00e1stica      recoberto de material magn\u00e9tico, geralmente \u00f3xido de ferro, embora se usem      tamb\u00e9m o di\u00f3xido de cromo e part\u00edculas de metal puro. A grava\u00e7\u00e3o sobre essas      fitas se faz por meio do gravador, que efetua a convers\u00e3o do som em sinal      el\u00e9trico, depois aplicado sobre uma espira enrolada ao redor de um n\u00facleo      de ferro magnetizado. Os gravadores podem ter v\u00e1rias velocidades e n\u00fameros      de pistas, mas todos baseiam-se no mesmo princ\u00edpio: uma bobina magn\u00e9tica,      chamada cabe\u00e7ote de grava\u00e7\u00e3o, atua como um \u00edm\u00e3 e magnetiza as part\u00edculas de      \u00f3xido que constituem a base magn\u00e9tica da fita.<\/p>\n<p>Nos sistemas magn\u00e9ticos, o sinal el\u00e9trico a ser gravado \u00e9 emitido por uma      fonte, que pode ser microfone, disco, r\u00e1dio etc. Depois de amplificado num      circuito eletr\u00f4nico, esse sinal el\u00e9trico \u00e9 enviado \u00e0 fita atrav\u00e9s de um cabe\u00e7ote,      bobina constru\u00edda sobre um n\u00facleo de ferro magnetizado, sobre cuja superf\u00edcie      a fita se move. A corrente na bobina produz uma for\u00e7a que magnetiza as part\u00edculas      da fita. Para fazer a reprodu\u00e7\u00e3o do som, basta passar o mesmo trecho da fita      sobre o cabe\u00e7ote de reprodu\u00e7\u00e3o. As por\u00e7\u00f5es magnetizadas da fita provocam altera\u00e7\u00e3o      do fluxo magn\u00e9tico no n\u00facleo, gerando uma voltagem que \u00e9 amplificada e enviada      para os alto-falantes, os quais, ao vibrarem, reproduzem o som original.<\/p>\n<p>Os principais tipos de fitas de grava\u00e7\u00e3o s\u00e3o a de rolo e a cassete. Os gravadores      de fitas de rolo foram os primeiros a serem desenvolvidos e s\u00e3o usados principalmente      para grava\u00e7\u00f5es profissionais. Podem operar a diferentes velocidades e t\u00eam      grande flexibilidade, inclusive capacidade de gravar at\u00e9 24 trilhas separadas.      A fita cassete consiste num jogo de dois carret\u00e9is de fita dispostos num estojo      retangular fechado. Embora o sistema de fitas cassete seja menos flex\u00edvel      e de maneira geral apresente menos fidelidade que os de fitas de rolo, os      gravadores de cassete tornaram-se mais populares, principalmente devido \u00e0      facilidade de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Sistemas \u00f3pticos<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro sistema \u00f3ptico foi inventado por De Forest, que em 1923 desenvolveu      t\u00e9cnicas de transcri\u00e7\u00e3o de ondas sonoras em impulsos de luz que podiam ser      fotografados sobre uma tira de filme. Quando se passava o filme entre uma      fonte luminosa e uma c\u00e9lula fotoel\u00e9trica num projetor cinematogr\u00e1fico, as      imagens se transformavam novamente em voltagens el\u00e9tricas que podiam se converter      em som por um sistema de alto-falantes.<\/p>\n<p>Outro tipo de grava\u00e7\u00e3o \u00f3ptica \u00e9 a de disco compacto digital (compact disc      ou CD). Os m\u00e9todos de grava\u00e7\u00e3o, leitura e reprodu\u00e7\u00e3o sonora mediante raios      laser determinou uma aut\u00eantica revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica desses aparelhos. A durabilidade,      a precis\u00e3o de leitura e a qualidade do som dos compact discs determinaram      a troca gradual, em determinados c\u00edrculos, dos sistemas de audi\u00e7\u00e3o fonogr\u00e1fica      e magn\u00e9tica pelos de tecnologia a laser. Diferentemente dos demais m\u00e9todos      de grava\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o, que criam &#8220;analogias&#8221; do som original      e s\u00e3o por isso chamados de m\u00e9todos anal\u00f3gicos, a grava\u00e7\u00e3o digital reproduz      amostras do som a intervalos determinados e as converte em n\u00fameros bin\u00e1rios,      que s\u00e3o ent\u00e3o gravados em fita sob a forma de uma s\u00e9rie de pulsos. Os compact      discs tornaram-se dispon\u00edveis comercialmente a partir do in\u00edcio da d\u00e9cada      de 1980 e alcan\u00e7aram grande popularidade no in\u00edcio da de 1990. Outros sistemas      digitais s\u00e3o o digital audio tape (DAT) e o digital compact cassette (DCC).<\/p>\n<p><strong>Equipamentos auxiliares<\/strong><\/p>\n<p>A grava\u00e7\u00e3o de discos e fitas magn\u00e9ticas em escala industrial \u00e9 realizada      em est\u00fadios e requer uma s\u00e9rie de opera\u00e7\u00f5es executadas por pessoal t\u00e9cnico      e mediante o uso de aparelhos especiais. As fitas magn\u00e9ticas podem ser gravadas      tamb\u00e9m por amadores, por meio de processo mais simples, com aparelhagem reduzida      e sem necessidade de est\u00fadio e de conhecimentos especializados. Nas opera\u00e7\u00f5es      profissionais de grava\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o do som, empregam-se instrumentos adicionais      que permitam verificar as sucessivas transforma\u00e7\u00f5es do sinal desde a emiss\u00e3o      ac\u00fastica at\u00e9 a grava\u00e7\u00e3o, e desde a leitura at\u00e9 sua reprodu\u00e7\u00e3o sonora.<\/p>\n<p>Os instrumentos conversores da pot\u00eancia ac\u00fastica em el\u00e9trica se denominam      microfones; neles, o som faz vibrar um diafragma, e essa vibra\u00e7\u00e3o se transforma      em pulso el\u00e9trico. As sucessivas convers\u00f5es do sinal original provocam uma      perda de pot\u00eancia que, tanto nos processos de grava\u00e7\u00e3o como nos de reprodu\u00e7\u00e3o,      se corrige com o emprego de amplificadores. Os elementos finais dos sistemas      de reprodu\u00e7\u00e3o s\u00e3o os alto-falantes, cujo funcionamento \u00e9 basicamente inverso      ao dos microfones.<\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de sistemas el\u00e9tricos de convers\u00e3o do sinal produz perturba\u00e7\u00f5es      intr\u00ednsecas denominadas ru\u00eddos, que podem ser reduzidos por mecanismos de      filtro e pelo uso de amplificadores de sinais. O termo alta fidelidade (ou      hi-fi, do ingl\u00eas high fidelity) designa um estado de qualidade m\u00ednima que      se requer de uma reprodu\u00e7\u00e3o. As condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para os sistemas de      alta fidelidade s\u00e3o a adequa\u00e7\u00e3o do espectro de audi\u00e7\u00e3o a todas as freq\u00fc\u00eancias      de som presentes na grava\u00e7\u00e3o, a faixa de volume suficiente para distinguir      o sinal dos ru\u00eddos e distor\u00e7\u00f5es, a fidelidade na reprodu\u00e7\u00e3o temporal dos sons      e na reprodu\u00e7\u00e3o aproximada do ambiente ac\u00fastico durante a grava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A reprodu\u00e7\u00e3o do som pode ser monoac\u00fastica, quando se faz atrav\u00e9s de um \u00fanico      canal de sa\u00edda; monof\u00f4nica, que se vale de um canal tradutor simples, utilizada      geralmente em sistemas fonogr\u00e1ficos e radiof\u00f4nicos; estereof\u00f4nica, que utiliza      os microfones de grava\u00e7\u00e3o; e quadrif\u00f4nica, capaz de reproduzir fielmente o      ambiente sonoro da grava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte:  biomania.com<\/p>\n<h6>Grava\u00e7\u00e3o e Reprodu\u00e7\u00e3o do Som<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p><strong>Grava\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o de som<\/p>\n<p>     Conte\u00fado<\/p>\n<p>     INTRODU\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>     GRAVA\u00c7\u00c3O DE FITA MAGN\u00c9TICA<\/p>\n<p>     CLASSIFICA\u00c7\u00d5ES DAS GRAVA\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p>     O \u00c1UDIO DIGITAL<\/p>\n<p>     A GRAVA\u00c7\u00c3O POR FON\u00d3GRAFO<\/p>\n<p>     SISTEMAS ESTEREOF\u00d4NICOS MODERNOS<\/p>\n<p>     A ERA EL\u00c9TRICA<\/p>\n<p>     GRAVA\u00c7\u00c3O SONORA DO FILME <\/p>\n<p>     O LP, HI-FI, E EST\u00c9REO <\/p>\n<p>     A IND\u00daSTRIA DE GRAVA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>     O SOM SURROUND <\/p>\n<p>     GRAVA\u00c7\u00d5ES MUSICAIS <\/p>\n<p>     MASTERIZANDO EM FITA <\/p>\n<p>     BIBLIOGRAFIA <\/strong><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A grava\u00e7\u00e3o sonora envolve a detec\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica ou eletr\u00f4nica de sons e a sua      preserva\u00e7\u00e3o em um meio de armazenamento\u0097normalmente um disco, fita, ou      filme. Na reprodu\u00e7\u00e3o, ou playback, a informa\u00e7\u00e3o codificada \u00e9 recuperada do      meio de armazenamento, \u00e9 ampliada, e enviada para alto-falantes ou fones que      recriam um fac-s\u00edmile do som original.<\/p>\n<p>Na grava\u00e7\u00e3o moderna, as ondas de press\u00e3o sonora no ar s\u00e3o detectadas por      um ou mais microfones assim transformam as ondas de som em sinais el\u00e9tricos.      Podem ser combinados sinais de muitos microfones em um &#8220;misturador&#8221;      (mixer) para produzir uma grava\u00e7\u00e3o acabada. Na m\u00fasica contempor\u00e2nea, sinais      el\u00e9tricos que correspondem a sons desejados podem ser gerados diretamente      por um sintetizador e combinados com os sinais de microfone. Os sinais sintetizados      s\u00e3o transformados em som durante a reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O equipamento de reprodu\u00e7\u00e3o sonora pode ser direcionado para um prop\u00f3sito      especial, como um sistema de PA (public-address) , pode ser deliberadamente      limitado em n\u00edvel de volume ou alcance de freq\u00fc\u00eancia. O equipamento que pretende      reproduzir m\u00fasica, por sua vez, \u00e9 avaliado de acordo com a precis\u00e3o, ou fidelidade,      de sua reprodu\u00e7\u00e3o. Assim sistemas de alta fidelidade s\u00e3o aqueles que fielmente      reproduzem o som original da m\u00fasica, autenticamente que recriam sua gama total      de freq\u00fc\u00eancias, alcance din\u00e2mico (contraste forte\/fraco), e timbre (qualidade      de tom).<\/p>\n<p>Sistemas de reprodu\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o s\u00e3o caracterizados pelo n\u00famero de &#8220;canais&#8221;      de som que \u00e9 provido: um (monof\u00f4nico), dois (estereof\u00f4nico), ou mais (para      som surround ).<\/p>\n<p><strong>CLASSIFICA\u00c7\u00d5ES DAS GRAVA\u00c7\u00d5ES<\/strong><\/p>\n<p><strong>Meio de Armazenamento<\/strong><\/p>\n<p>As grava\u00e7\u00f5es sonoras s\u00e3o classificadas em cinco categorias gerais de acordo      com a tecnologia empregada para armazenar o sinal auditivo.<\/p>\n<p><strong>Grava\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica. <\/strong>Esta tecnologia \u00e9 a base de todos os      grava\u00e7\u00f5es de FON\u00d3GRAFO. O sinal auditivo \u00e9 representado por um entalhe ondeante      na superf\u00edcie de um cilindro ou disco. Para a reprodu\u00e7\u00e3o, a grava\u00e7\u00e3o gira      em uma plataforma girat\u00f3ria enquanto uma leve agulha segue o padr\u00e3o de meneios      no entalhe.<\/p>\n<p><strong>Grava\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica. <\/strong>A base de toda a Grava\u00e7\u00e3o de Fita (tanto      \u00e1udio como v\u00eddeo), t\u00e9cnicas magn\u00e9ticas tamb\u00e9m s\u00e3o usadas para as pistas sonoras      de alguns filmes de 70-mm. Em todos os casos, uma fita de pl\u00e1stico ou filme      leva uma fina camada de material magn\u00e9tico, \u00f3xido normalmente f\u00e9rreo no qual      um padr\u00e3o magn\u00e9tico variado \u00e9 imposto durante a grava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Filme \u00f3ptico. <\/strong>Esta tecnologia \u00e9 usada para as trilhas sonoras      de todos quase todos os filmes. Durante a grava\u00e7\u00e3o um campo magn\u00e9tico varia      a largura de uma racha estreita para controlar a quantia de luz que alcan\u00e7a      o filme sensibilizado. A for\u00e7a do campo magn\u00e9tico muda com o som. Na reprodu\u00e7\u00e3o      o filme desenvolvido transmite uma quantia variada de luz a uma foto c\u00e9lula      e assim recria o sinal el\u00e9trico assim.<\/p>\n<p><strong>Disco \u00f3ptico.<\/strong> Esta \u00e9 a base do DISCO COMPACTO (CD) e do      VIDEODISCO. O sinal \u00e9 representado por um padr\u00e3o de covas microsc\u00f3picas ao      longo de um rasto espiral refletivo no disco. Na reprodu\u00e7\u00e3o, o padr\u00e3o \u00e9 lido      por um pequeno laser e uma foto c\u00e9lula.<\/p>\n<p><strong>Disco magneto-\u00f3ptico. <\/strong>Esta \u00e9 a base do gravador port\u00e1til      vers\u00e3o do MiniDisc, um tipo de disco compacto. Durante a grava\u00e7\u00e3o do MiniDisc      uma capa de material sens\u00edvel em baixo da superf\u00edcie de disco \u00e9 exposto a      um laser de um lado e a um campo magn\u00e9tico do lado oposto. Como cada localiza\u00e7\u00e3o      ao longo de um rasto espiral dentro da zona gravadora est\u00e1 momentaneamente      aquecido pelo laser, e o campo magn\u00e9tico altera a polariza\u00e7\u00e3o \u00f3ptica da \u00e1rea      aquecida. Na reprodu\u00e7\u00e3o estas mudan\u00e7as em polariza\u00e7\u00e3o s\u00e3o descobertas por      um captador \u00f3ptico.<\/p>\n<p><strong>Formato do sinal<\/strong><\/p>\n<p>As grava\u00e7\u00f5es sonoras tamb\u00e9m s\u00e3o classificadas de acordo com a forma do sinal      registrada no meio de armazenamento.<\/p>\n<p><strong>Anal\u00f3gica<\/strong><\/p>\n<p>Todo o som \u00e9 caracterizado por um padr\u00e3o de rapidez da varia\u00e7\u00e3o da press\u00e3o      ar. Na grava\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica, aquele padr\u00e3o \u00e9 imposto diretamente no m\u00e9dio de      armazenamento, como o entalhe ondeante em um grava\u00e7\u00e3o de fon\u00f3grafo, o padr\u00e3o      magn\u00e9tico variado em uma fita gravada, ou o padr\u00e3o de claridade variada de      um filme. As Imperfei\u00e7\u00f5es no meio de armazenamento (por exemplo, part\u00edculas      de p\u00f3 em um entalhe de grava\u00e7\u00e3o) se tornam parte do sinal auditivo durante      a reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Modula\u00e7\u00e3o de frequ\u00eancia (FM). Usado para gravar o som e a imagem em videodiscos      e em v\u00eddeo cassetes &#8220;Hi-Fi&#8221;, a FM tamb\u00e9m \u00e9 usado no R\u00c1DIO E RADIODIFUS\u00c3O      de TELEVIS\u00c3O. O padr\u00e3o de onda sonora \u00e9 representado atrav\u00e9s de varia\u00e7\u00f5es      na freq\u00fc\u00eancia de um &#8220;sinal de portador&#8221; cuja freq\u00fc\u00eancia comum est\u00e1      em 1 megahertz (MHz). Esta aproxima\u00e7\u00e3o requer circuitos complexos, mas evita      as limita\u00e7\u00f5es da grava\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica direta<\/p>\n<p><strong>Digital<\/strong><\/p>\n<p>A codifica\u00e7\u00e3o digital \u00e9 o m\u00e9todo de processamento de dados fundamental para      a maioria dos computadores atuais e para uma s\u00e9rie de t\u00e9cnicas de sampling      e em outros campos. Na grava\u00e7\u00e3o sonora digital, o som \u00e9 representado indiretamente      por um c\u00f3digo bin\u00e1rio (dois estado) c\u00f3digo no qual os sinais gravados alternam      entre os estados ON (ligado) e OFF (desligado). De v\u00e1rios poss\u00edveis esquemas      de codifica\u00e7\u00e3o, o mais usados \u00e9 o &#8220;pulse code modulation&#8221; (PCM).      S\u00e3o inclu\u00eddos c\u00f3digos de corre\u00e7\u00e3o de erro na grava\u00e7\u00e3o e permitem a recria\u00e7\u00e3o      perfeita do sinal de \u00e1udio original durante a reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em princ\u00edpio, cada destes tr\u00eas m\u00e9todos de grava\u00e7\u00e3o (anal\u00f3gico, FM, e digital)      pode ser usado para gravar sinais de \u00e1udio ou de v\u00eddeo e pode ser empregado      com quaisquer das cinco tecnologias de armazenamento e al\u00e9m de outras numerosas      combina\u00e7\u00f5es. Por exemplo, o armazenamento por disco mec\u00e2nico para a reprodu\u00e7\u00e3o      foi usado para a grava\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica (a grava\u00e7\u00e3o de fon\u00f3grafo familiar), para      a grava\u00e7\u00e3o FM (o sistema de videodisco CED que foi comercializado brevemente      nos Estados Unidos pela RCA), e para grava\u00e7\u00e3o digital (o sistema de Teldec      prop\u00f4s uma vez como uma alternativa ao disco compacto).<\/p>\n<p><strong>A grava\u00e7\u00e3o por FON\u00d3GRAFO<\/strong><\/p>\n<p>A grava\u00e7\u00e3o de fon\u00f3grafo foi o primeiro meio eficaz para capturar, preservar,      e reproduzir o som. Permaneceu o meio de grava\u00e7\u00e3o mais popular durante quase      um s\u00e9culo.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p>M\u00e9todos pr\u00e1ticos de grava\u00e7\u00e3o de ondas sonoras ondas na superf\u00edcie de um disco      ou cilindro e os tocando de volta foram descritos em 1877 por Charles Cros      na Fran\u00e7a e por Thomas Edison nos Estados Unidos. Edison transformou sua id\u00e9ia      em um modelo de funcionamento, e ele \u00e9 creditado como o real inventor do fon\u00f3grafo.      Embora a patente de Edison de 1878 descreva cilindro e disco de grava\u00e7\u00e3o,      o seu prot\u00f3tipo e a primeira produ\u00e7\u00e3o comercial enfocaram no formato de cilindro.<\/p>\n<p>No fon\u00f3grafo de Edison foi embrulhada uma folha fina de estanho firmemente      presa ao redor de um cilindro de metal anteriormente entalhado que foi virado      lentamente \u00e0 m\u00e3o. Quando Edison falou na boca de um chifre c\u00f4nico, as ondas      de som se concentraram no \u00e1pice estreito do chifre e causaram vibra\u00e7\u00e3o em      um fino diafragma , e uma agulha cega anexada ao diafragma inscreveu estas      vibra\u00e7\u00f5es como entalhes na chapa. O mesmo aparato tocou a grava\u00e7\u00e3o de volta      por meio um chifre maior para ampliar as vibra\u00e7\u00f5es fracas apanhadas pela agulha.      Considerando que a qualidade sonora era apenas suficiente para reproduzir      fala intelig\u00edvel, Edison previu seu uso principalmente como uma m\u00e1quina de      ditando.<\/p>\n<p>Durante os anos de 1880, com o resultado de experi\u00eancias patrocinadas pelo      inventor do telefone Alexander Graham Bell, a fidelidade do fon\u00f3grafo de Edison      foi melhorada substituindo a chapa por uma capa de cera na qual a agulha vibrando      poderia gravar entalhe de profundidade variada. Se fosse desejado, a cera      poderia ser raspada para preparar o cilindro liso para uma grava\u00e7\u00e3o nova.      Edison somou um motor el\u00e9trico para girar o cilindro a velocidade de uniforme,      e ele concebeu um m\u00e9todo de produzir v\u00e1rias c\u00f3pias de uma grava\u00e7\u00e3o chapeando      o cilindro de metal para criar um molde. Dentro de alguns anos, produ\u00e7\u00e3o de      cilindros e tocadores tinha se tornado um neg\u00f3cio comercial significativo.      Para um n\u00edquel por reprodu\u00e7\u00e3o, reprodutores de fon\u00f3grafo em salas de estar      proporcionaram a milhares de ouvintes a primeira experi\u00eancia de som registrado.<\/p>\n<p>Em 1888, por\u00e9m, um imigrante alem\u00e3o chamado Emile BERLINER demonstrou um      gramofone de funcionamento no qual foram gravadas ondas de som em um entalhe      espiral na superf\u00edcie de um disco plano, com uma agulha que vibra de lado      a lado em lugar de para cima e para baixo. Durante a d\u00e9cada seguinte Berliner      melhorou o som inicialmente pobre da grava\u00e7\u00e3o de disco e inventou um m\u00e9todo      de discos gravados por produ\u00e7\u00e3o em massa a custo inferior ao de moldes de      metal. Ele tamb\u00e9m come\u00e7ou a fabricar tocadores de disco dirigidos por motores      de spring-wound. Victor Talking Machine Company, formada em 1901, atraiu rapidamente      artistas e o p\u00fablico para o formato de disco.<\/p>\n<p>Cilindros proveram som ligeiramente melhor, e Edison continuou a produzi-los      at\u00e9 os anos vinte, mas por 1910 o disco tinha se tornado o formato dominante,      principalmente porque podiam ser moldados milhares de discos de um s\u00f3 Master.      A facilidade de grava\u00e7\u00e3o uma can\u00e7\u00e3o em um disco em um \u00fanico desempenho atraio      o mundo dos os cantores de ponta\u0097Enrico Caruso, Fyodor Chaliapin, John      McCormack, e muitos outros. A produ\u00e7\u00e3o de massa permitia que o pre\u00e7o dos discos      fosse interior ao dos cilindros.<\/p>\n<p>O fon\u00f3grafo ac\u00fastico ganhou popularidade mundial rapidamente, entretanto      sofreu de duas limita\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas. Primeiro, desde que a agulha de grava\u00e7\u00e3o      s\u00f3 foi movido atrav\u00e9s de vibra\u00e7\u00e3o sonora, gravou melhor sons altos e favoreceu      as os cantantes de \u00f3pera e instrumentistas de metal em detrimento dos tons      sutis de violino e toca harpa, por exemplo.<\/p>\n<p>Segundo, na reprodu\u00e7\u00e3o, que a produ\u00e7\u00e3o ac\u00fastica do sistema dependeu do poder      mec\u00e2nico gerado pelas paredes de entalhe que empurram a agulha de um lado      para outro. A reprodu\u00e7\u00e3o da express\u00e3o da voz humana era notavelmente boa mas      n\u00e3o p\u00f4de gerar o volume total ou o alcance tonal do som orquestral. Estas      limita\u00e7\u00f5es s\u00f3 foram melhoradas em parte pelo uso de grandes, chifres elaboradamente      contornados para enfocar o som gravado e ampli\u00e1-lo na reprodu\u00e7\u00e3o. Em 1912      a inven\u00e7\u00e3o do Audion, amplificador de tubo de v\u00e1cuo por Lee de Arborizam,      assim, inspirou esfor\u00e7os para desenvolver fon\u00f3grafos eletricamente ampliados.<\/p>\n<p><strong>A Era El\u00e9trica<\/strong><\/p>\n<p>Sistemas de grava\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o ampliada foram desenvolvidos nos Bell Telephone      Laboratories, a tecnologia foi autorizada para outras companhias, e as primeiras      grava\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas\u0097usando o microfone, desenvolvidas pelo transmissor      de telefone de Alexander Graham Bell\u0097foram realizadas em 1925. As vantagens      principais de grava\u00e7\u00e3o el\u00e9trica eram pr\u00e1ticas. Poderiam ser gravados sons      suaves, pois a sa\u00edda do microfone foi amplificada para dirigir uma agulha      de corte eletromagn\u00e9tico. O microfone foi conectado por um arame flex\u00edvel,      assim os artistas j\u00e1 n\u00e3o precisaram agrupar a boca de um chifre ao redor.      Na reprodu\u00e7\u00e3o poderia ser usada uma montagem com agulha pequena, pois sua      for\u00e7a j\u00e1 n\u00e3o gerava o som diretamente; com amplifica\u00e7\u00e3o suficiente o som reproduzido      poderia encher tanto um quarto grande como um teatro de cinema.<\/p>\n<p>A grava\u00e7\u00e3o manufaturada foi nitidamente recha\u00e7ada durante os anos trinta      devido ao advento do r\u00e1dio de \u00e2mbito nacional que radiodifunde aos seus consumidores      uma provis\u00e3o infinita de entretenimento a nenhum custo. Em 1928 a Corpora\u00e7\u00e3o      de R\u00e1dio de Am\u00e9rica (RCA) comprou a the Victor Talking Machine Company e forma      a RCA Victor; depois de dois anos pr\u00f3speros, por\u00e9m, a RCA converteu a maioria      das f\u00e1bricas Victor para produ\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio. Para durante uma d\u00e9cada, quase      todos progresso em reprodu\u00e7\u00e3o sonora foram financiados pela ind\u00fastria do cinema      e atrav\u00e9s de laborat\u00f3rios de pesquisa. Microfones de condensador de largo      alcance foram produzidos pela Western Electric, enquanto o alto-falante din\u00e2mico      (eletromagn\u00e9tico) era patenteado pela General Electric em 1928. A maioria      dos fundamentos do projeto do alto-falante moderno, inclusive o uso correto      de um woofer grande e um tweeter pequeno reproduzir baixo e freq\u00fc\u00eancias altas,      respectivamente, foram estabelecidos em Hollywood por volta de 1935. Foram      produzidas grava\u00e7\u00f5es em est\u00e9reo experimentais primeiro em 1931 nos Bell Telephone      Laboratories.<\/p>\n<p>A Produ\u00e7\u00e3o de fon\u00f3grafos foi detida pela Segunda Guerra Mundial, e a invas\u00e3o      japonesa no Sudeste da \u00c1sia cortou a provis\u00e3o de verniz, o material b\u00e1sico      que tinha sido usado para as grava\u00e7\u00f5es de disco desde 1900. For\u00e7ados a encontrarem      um substituto, os fabricantes de grava\u00e7\u00e3o descobriram as virtudes do vinil,      uma resina de pl\u00e1stico derivada do petr\u00f3leo. Provou ser uma escolha fortuita,      pela liberdade do ru\u00eddo da superf\u00edcie do vinil que foi crucial para o desenvolvimento      p\u00f3s-guerra da grava\u00e7\u00e3o do LP<\/p>\n<p><strong>O LP, Hi-Fi, e Est\u00e9reo<\/strong><\/p>\n<p>O tempo de reprodu\u00e7\u00e3o da grava\u00e7\u00e3o em 12 polegadas (30.5 cm) permaneceu abaixo      de 5 minutos de 1900 at\u00e9 as 1948, quando um time de engenheiros de CBS encabe\u00e7ado      por Peter GOLDMARK e William Bachman desenvolveu a grava\u00e7\u00e3o com micro entalhe      do LP (long-play). Um tempo de reprodu\u00e7\u00e3o de 20 minutos por lado foi alcan\u00e7ado      reduzindo a velocidade a da plataforma girat\u00f3ria de 78 para 33 revolu\u00e7\u00f5es      por minuto (rpm) e empregando entalhes estreitos, de perto espa\u00e7ados. A maleabilidade      e baixo ru\u00eddo do vinil que \u00e9 um l\u00edquido gelado em lugar de um s\u00f3lido fr\u00e1gil,      facilitou o uso do entalha de 0.003 polegadas (0.0076 cm) nos quais as ondas      de som s\u00e3o representadas atrav\u00e9s de meneios microscopicamente pequenos.<\/p>\n<p>Tinham sido feitas grava\u00e7\u00f5es experimentais de 33-rpm durante os anos trinta,      mas elas logo eram desgastadas devido as press\u00e3o da agulha pesadas da \u00e9poca.      O desenvolvimento da nova grava\u00e7\u00e3o de LP incluiu a cria\u00e7\u00e3o de bra\u00e7os de baixa      massa que emprega uma for\u00e7a localizada de menos de 0.5 on\u00e7as (14 gramas).      Esta for\u00e7a foi reduzida a 1 grama nos anos oitenta.<\/p>\n<p>A aceita\u00e7\u00e3o do formato de LP estava no princ\u00edpio lenta, porque necessitava      a compra de um tocador de grava\u00e7\u00e3o novo, mas o LP teve a vantagem constrangedora      de acomodar uma sinfonia inteira ou um musical da Broadway em um disco. Em      1949, a RCA introduziu um segundo formato de micro entalhe, um disco de 45      rpm de umas 7 polegadas (17.8 cm),. Este se tornou o formato padr\u00e3o para singles      enquanto o formato LP de 12 polegadas segurou \u00e1lbuns de can\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00f5es      mais longas. Durante a pr\u00f3xima d\u00e9cada, a maioria dos fon\u00f3grafos operou a todas      as tr\u00eas velocidades: 78, 45, e 33 rpm.<\/p>\n<p>A introdu\u00e7\u00e3o do disco de LP foi acompanhada atrav\u00e9s de duas mudan\u00e7as dram\u00e1ticas      no car\u00e1ter de grava\u00e7\u00f5es sonoras:<\/p>\n<p>     Grava\u00e7\u00e3o de amplo alcance de Freq\u00fc\u00eancia (full-range recording)<\/p>\n<p>As grava\u00e7\u00f5es p\u00f3s-guerra reproduziram o alcance total de freq\u00fc\u00eancias fielmente      aud\u00edvel para o ouvido humana, de 30 a 15,000 ciclos por segundo. Isto era      realizado atrav\u00e9s de equaliza\u00e7\u00e3o com o uso de circuitos de amplifica\u00e7\u00e3o para      fortalecer freq\u00fc\u00eancias altas gravadas e baixas freq\u00fc\u00eancias na reprodu\u00e7\u00e3o,      de forma que todas as freq\u00fc\u00eancias s\u00e3o reproduzidas igualmente bem. A combina\u00e7\u00e3o      da grava\u00e7\u00e3o de amplo alcance de Freq\u00fc\u00eancia com o disco de vinil silencioso      lan\u00e7ou a era da alta-fidelidade na qual virtualmente qualquer som poderia      ser reproduzido com precis\u00e3o na sala de estar. Em vez de comprar um aparelho      de r\u00e1dio-fon\u00f3grafo, hobbistas \u00e0 procura do melhor som come\u00e7aram a experimentar      com componentes separados (plataforma girat\u00f3ria, amplificador, alto-falantes,      e assim sucessivamente).<\/p>\n<p><strong>Masterizando em Fita<\/strong><\/p>\n<p>Antes para 1950, todas as grava\u00e7\u00f5es eram diretamente gravadas em um disco      de master. Se uma nota errada fosse tocada, a performance tinha que ser repetida      enquanto o disco de mestre fosse desde o princ\u00edpio regravado. Com a introdu\u00e7\u00e3o      do gravador de fita magn\u00e9tica, a arte de grava\u00e7\u00e3o ganhou liberdade nova. S\u00e3o      entran\u00e7adas fitas facilmente, assim erros podem ser editados fora. Podem ser      gravadas as v\u00e1rias partes de uma performance podem ser separadamente e podem      ser combinadas para produzir uma fita acabado. Porque m\u00e1quinas de fita s\u00e3o      port\u00e1teis, podem ser feitas grava\u00e7\u00f5es em qualquer lugar- em uma catedral,      ou um concert hall, ou ao ar livre em um festival de jazz.<\/p>\n<p>O movimento da alta-fidelidade reavivou o interesse no SOM ESTEREOF\u00d4NICO,      o uso de dois canais gravados para aumentar o realismo da m\u00fasica reproduzida      provendo as impress\u00f5es direcionais e de espa\u00e7o que podem ser ouvidas em concertos      ao vivo. O est\u00e9reo de duplo entalhe experimental foi demonstrado nos LPs durante      os primeiros anos da d\u00e9cada de 1950, e foram produzidas alguns fitas em est\u00e9reo      durante o meio dos anos 50, mas o est\u00e9reo n\u00e3o ficou popular at\u00e9 o que LPs      com est\u00e9reo de \u00fanico entalhe que foram introduzidos em 1957. O LP est\u00e9reo      permaneceu o meio dominante de m\u00fasica gravada at\u00e9 os anos oitenta, quando      foi suplantado pelo cassete de fita de tamanho de bolso e o disco compacto      totalmente digital.<\/p>\n<p>Para fazer uma grava\u00e7\u00e3o est\u00e9reo, o sinal da fita de master \u00e9 amplificado      e enviado para rolos eletromagn\u00e9ticos prendidos a uma agulha cortante de ponta      afiada que corta um entalhe de dois lados, entalhe de est\u00e9reo em um disco      coberto com acetato ou cobre suave. O disco de master resultante \u00e9 galvanizado      e a chapa \u00e9 separada para formar um &#8220;master de metal&#8221; que \u00e9 uma      impress\u00e3o negativa perfeita do disco original. Este negativo \u00e9 rechapeado      para produzir um molde positivo, chamado uma &#8220;m\u00e3e&#8221; que \u00e9 chapeada      para produzir v\u00e1rias estampas negativas repetidamente. As estampas que representam      os dois lados de uma grava\u00e7\u00e3o est\u00e3o montadas em cima das mand\u00edbulas de uma      imprensa, um &#8221; biscoito &#8221; de vinil \u00e9 colocado entre elas, e a imprensa      fecha por aproximadamente 20 segundos. Depois o disco moldado e esfriado \u00e9      removido, o buraco do centro \u00e9 perfurado, e a grava\u00e7\u00e3o \u00e9 etiquetado e empacotado.<\/p>\n<p><strong>O som surround<\/strong><\/p>\n<p>Na reprodu\u00e7\u00e3o em est\u00e9reo, cada ouvido ouve sons de ambos os alto-falantes.      Para compensar esta mistura dos dois canais, os engenheiros de grava\u00e7\u00e3o usam      freq\u00fcentemente um grande microfone da largura de uma ou escolhe microfones      que t\u00eam um padr\u00e3o de capta\u00e7\u00e3o com direcionalidade equivalente \u00e0 das orelha.      O Empres\u00e1rio John C. Koss descobriu que escutando-se a grava\u00e7\u00f5es em est\u00e9reo      por fones de ouvido se tinha a impress\u00e3o de som cheio e espa\u00e7oso que parecia      envolver o ouvinte, com separa\u00e7\u00e3o de left\/right (Esquerdo\/Direito) exagerada.      Som binaural , quando a grava\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com microfones em uma &#8220;dummy      head&#8221; (cabe\u00e7a posti\u00e7a) , isto evita a separa\u00e7\u00e3o exagerada e prov\u00ea um      realidade \u00fanica, uma perspectiva de &#8220;voc\u00ea est\u00e1 l\u00e1&#8221;.<\/p>\n<p>Em princ\u00edpios dos anos 70 foram lan\u00e7adas grava\u00e7\u00f5es de quatro canais &#8220;quadraf\u00f4nicas&#8221;      em uma tentativa de prover semelhan\u00e7a com a realidade por alto-falantes. Comercializado      em tr\u00eas formatos incompat\u00edveis com inadequado desenvolvimento tecnol\u00f3gico,      LPs quadraf\u00f4nicos foram um fracasso comercial. Mas foram combinados circuitos      quadraf\u00f4nicos com a grava\u00e7\u00e3o com amplo alcance de Freq\u00fc\u00eancia (full-frequency-range      recording ) para criar o Dolby Est\u00e9reo (com som surround) para o cinema. Nos      fins dos anos de 1980 as reprodu\u00e7\u00f5es em &#8220;surround&#8221; ficaram populares      em instala\u00e7\u00f5es &#8220;home theater&#8221; de \u00e1udio e v\u00eddeo, e os produtores      come\u00e7aram a usar o mesmo processo para grava\u00e7\u00f5es de m\u00fasica. Nos anos noventa      o formato surround de cinco canais foi adotado como o padr\u00e3o mundial para      a pr\u00f3xima d\u00e9cada.<\/p>\n<p><strong>GRAVA\u00c7\u00c3O de FITA MAGN\u00c9TICA<\/strong><\/p>\n<p>Nas ultimas d\u00e9cadas a grava\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica se tornou a mais popular de todas      as tecnologias de grava\u00e7\u00e3o, principalmente por causa da facilidade com que      podem ser registrados sinais magn\u00e9ticos, editar, copiar, apagar, ou regravar.      A grava\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica \u00e9 usada em audiotapes, v\u00eddeos, e discos de computador.<\/p>\n<p>Grava\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica est\u00e1 baseado no eletromagnetismo. Quando uma corrente      el\u00e9trica flue em uma bobina ou um fio, gera um campo magn\u00e9tico. Reciprocamente,      quando um de campo magn\u00e9tico se movimenta aproximo a um fio, gera uma corrente      el\u00e9trica neste fio. Este fen\u00f4meno f\u00edsico \u00e9 a base de grava\u00e7\u00e3o (convers\u00e3o de      um sinal el\u00e9trico para um padr\u00e3o magn\u00e9tico) e da reprodu\u00e7\u00e3o (convers\u00e3o do      padr\u00e3o magn\u00e9tico para um sinal el\u00e9trico).<\/p>\n<p><strong>Desenvolvimento inicial<\/strong><\/p>\n<p>Embora os princ\u00edpios de grava\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica foram descritos por Oberlin Smith      em 1888, o primeiro gravador magn\u00e9tico pr\u00e1tico foi patenteado em 1898 pelo      inventor dinamarqu\u00eas Valdemar POULSEN. O dispositivo, chamado de Telegraphone,      grava em um fio de a\u00e7o longo, fino. Foram fabricados gravadores de fio e postos      \u00e0 venda no in\u00edcio do s\u00e9culo, mas a qualidade sonora deles era inferior \u00e0 do      cilindro e ou do disco. Durante os anos vinte alguns gravadores experimentais      empregaram uma fita de de a\u00e7o de meia polegada (1.27 cm) vez de um fio, mas      um carretel desta fita era pesado e caro.<\/p>\n<p>Em 1928 uma patente alem\u00e3 foi emitida para uma fita de papel de peso leve      coberta com p\u00f3 de ferro e provando que a grava\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica n\u00e3o requeria uma      tira cont\u00ednua de metal s\u00f3lido. A AEG Telefunken desenvolveu um gravador de      fita chamado de Magnetophon, e a BASF, uma firma qu\u00edmica alem\u00e3, trabalhou      na fita. A BASF substituiu o filme de acetato celuloso por uma fita de papel      quebr\u00e1vel e desenvolveu um processo seguro e usando part\u00edculas min\u00fasculas      de \u00f3xido f\u00e9rreo. (Seguran\u00e7a era um problema porque p\u00f3 f\u00e9rreo \u00e9 inflam\u00e1vel.)<\/p>\n<p>O Magnetophon foi introduzido em 1936, mas sua qualidade sonora era med\u00edocre      &#8211; adequado para fala mas n\u00e3o para m\u00fasica. Em 1939, enquanto lidando com Magnetophons      na cadeia de r\u00e1dio alem\u00e3, o engenheiro Walter Weber descobriu que se adicionando      um tom ultra-s\u00f4nico para o sinal durante a grava\u00e7\u00e3o se rendia um som muito      bom nas fitas. Este &#8220;AC bias&#8221; era a chave a alta-fidelidade na grava\u00e7\u00e3o      magn\u00e9tica.<\/p>\n<p>Quando o a unidade de sinaliza\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito norte-americano entrou na Alemanha      ao t\u00e9rmino de Segunda Guerra Mundial, seus engenheiros estavam surpresos com      a excel\u00eancia das grava\u00e7\u00f5es de Magnetophon &#8220;AC bias. Depois da guerra      o Magnetophon como gravador foi produzido pela Ampex Corp. na Calif\u00f3rnia,      a pedido do cantor popular Bing Crosby de da cadeia de r\u00e1dio ABC. (Por causa      da fidelidade inadequada de grava\u00e7\u00f5es de disco, programas musicais de radiodifus\u00e3o      eram &#8220;ao vivo&#8221; para a a costa Leste, metade dos Estados Unidos,      e tinha que ser executado novamente depois tr\u00eas horas para a Costa Oeste.      A fita permitiu ao espet\u00e1culo de Crosby ser pr\u00e9-gravado e editado para a radiodifus\u00e3o      sem sacrificar qualidade sonora.) As m\u00e1quinas da Ampex, gravando em fita de      \u00bc de polegada (0.64 cm) que se moviam a 30 polegadas (76.2 cm) por segundo,      foram adotadas logo ao longo da grava\u00e7\u00e3o e campos de radiodifus\u00e3o.<\/p>\n<p>Com ajuda de fitas melhores e circuitos de iguala\u00e7\u00e3o (que ajustam amplifica\u00e7\u00e3o      precisa do som em todas as freq\u00fc\u00eancias), as velocidades de fita foram repetidamente      divididas (para 15, 7-1\/2, 3-3\/4, e finalmente 1-7\/8 polegadas (38, 19, 9.5,      e 4.76 cm) por segundo para cassetes), enquanto o desenvolvimento de cabe\u00e7as      magn\u00e9ticas menores permitiu que v\u00e1rias pistas paralelas fossem gravadas em      cada fita. Um formato de quatro canais (est\u00e9reo bidirecional) foi o padr\u00e3o      para grava\u00e7\u00f5es n\u00e3o profissionais desde 1955. Enquanto isso, gravadores de      est\u00fadio ganharam flexibilidade elevando o n\u00famero de independentemente pistas      de grava\u00e7\u00e3o , de quatro pistas em fitas de \u00bc no in\u00edcio dos anos 50 at\u00e9 24      ou 32 pistas em fitas de 2 polegadas (5.08 cm) nos anos oitenta.<\/p>\n<p><strong>Modernos Formatos de Fita<\/strong><\/p>\n<p>Em um gravador de fita a fita \u00e9 enrolada em carretel um carretel para a provis\u00e3o      de fita, inserido depois das cabe\u00e7as de grava\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o, e colocado      em um carretel para o recebimento. Durante os anos cinq\u00fcenta foram feitas      muitas tentativas fechar carret\u00e9is e gravar em um pacote fechado para eliminar      a inconveni\u00eancia de manipula\u00e7\u00e3o de fita. Sem d\u00favida o des\u00edgnio mais pr\u00f3spero      foi o &#8220;cassete compacto&#8221;, uma caixa de pl\u00e1stico pequena que cont\u00e9m      carret\u00e9is e grava que foi introduzido por Philips em 1964. Como a fita no      cassete s\u00f3 tinha 0.15 polegadas de largura (0.38 cm) e se movia apenas a 1-7\/8      polegadas por segundo, um cassete de tamanho bolso poderia acomodar uma grava\u00e7\u00e3o      longa. Em 1970, com refinamentos na eletr\u00f4nica e em fitas e em cabe\u00e7as gravadoras,      o cassete p\u00f4de entregar som de est\u00e9reo de alta-fidelidade.<\/p>\n<p>Fitas cassete fizeram a m\u00fasica port\u00e1til. Foram desenvolvidos os tocadores      de cassete est\u00e9reo para autom\u00f3veis durante os anos setenta, seguidos por uma      durabilidade maior de pinhas que deu poder aos tocadores de fita de ir em      qualquer lugar nos anos oitenta &#8211; do Walkman com unidades de fones de ouvido      min\u00fasculas at\u00e9 potentes boom-box . L\u00e1 volta de 1983 o cassete compacto era      o meio mais popular para m\u00fasica gravada, e era ainda extensamente usado para      outras aplica\u00e7\u00f5es: em secret\u00e1rias eletr\u00f4nicas, por exemplo, e como um meio      de armazenamento de programas para computadores pessoais baratos. Um formato      at\u00e9 menor, o microcassette que corre a uma velocidade de fita de 15\/16polegadas      (2.4 cm) por segundo, substituiu o cassete standard em grande parte para a      grava\u00e7\u00e3o de voz.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos diversificaram os formatos gravadores magn\u00e9ticos rapidamente.      Os gravadores de hoje podem ser classificados de pelo menos de quatro modos:      (1) atrav\u00e9s de sinal de manipula\u00e7\u00e3o: somente \u00e1udio ou v\u00eddeo com som; (2) atrav\u00e9s      de forma f\u00edsica: carretel aberto ou cassete &#8211; a maioria sistemas de carretel      aberto s\u00e3o intencionais para o uso profissional, enquanto o formato que o      consumidor emprega \u00e9 um cassete com um mecanismo de enfiar a fita autom\u00e1tico;      (3) m\u00e9todo de grava\u00e7\u00e3o: direto anal\u00f3gico, modula\u00e7\u00e3o de freq\u00fc\u00eancia (FM), ou      digital (PCM); (4) atrav\u00e9s de rela\u00e7\u00e3o de cabe\u00e7a-fita: estacion\u00e1rio-encabecado      ou helicoidal-esquadrinhado. Em m\u00e1quinas de cabe\u00e7a estacion\u00e1ria a fita se      move por uma linha direta pelas das cabe\u00e7as, e s\u00e3o gravados sinais em rastos      paralelos ao longo da dura\u00e7\u00e3o da fita. No helicoidal-esquadrinhado as cabe\u00e7as      magn\u00e9ticas gravadoras est\u00e3o montadas no beira de um tambor que gira rapidamente      de forma que o que \u00e9 inclinado a um \u00e2ngulo, como os movimentos de fita passam      lentamente, as cabe\u00e7as registram rastos diagonais pela fita. O padr\u00e3o de cabe\u00e7a      fixa \u00e9 usado em gravadores anal\u00f3gicos e em m\u00e1quinas de DCC (Cassete Compacto      Digital). J\u00e1 o helicoidal \u00e9 achado em gravadores de v\u00eddeos e em decks de DAT      (Audiotape Digital).<\/p>\n<p>MODULA\u00c7\u00c3O de FREQU\u00caNCIA (FM), desenvolveu-se nos anos trinta pela radiodifus\u00e3o,      foi adaptado para sinais de v\u00eddeo gravadores e dados cient\u00edficos durante os      anos cinq\u00fcenta. Em videodiscos, desenvolveu-se nos anos setenta, imagem e      som s\u00e3o ambos registrados como sinais de FM. Gravadores de videocassette Hi-Fi      usam o formato helicoidal para gravar o v\u00eddeo e para o \u00e1udio o sinal FM. Os      Videocassete Hi-Fi usam a grava\u00e7\u00e3o principalmente da imagina com som, mas      eles tamb\u00e9m podem ser usados para gravar o apenas o som e alcan\u00e7am um n\u00edvel      de fidelidade que \u00e9 s\u00f3 secunda a um gravador de fita digital. Em Videocassete      ordin\u00e1rios s\u00f3 a imagem \u00e9 gravada no formato de sinal FM helicoidal-esquadrinhado      , enquanto o som \u00e9 gravado diretamente em forma anal\u00f3gica por uma cabe\u00e7a estacion\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Fita magn\u00e9tica<\/strong><\/p>\n<p>Embora as fitas gravadoras evolu\u00edram em qualidade durante o \u00faltimo meio s\u00e9culo,      a composi\u00e7\u00e3o fundamental delas permanece a mesmo: uma mistura de part\u00edculas      de ferro-\u00f3xido e verniz cobrindo um fino filme de pl\u00e1stico.<\/p>\n<p>A fabrica\u00e7\u00e3o da fita come\u00e7a com o filme b\u00e1sico, ou apoio. Enquanto acetato      celuloso ainda \u00e9 ocasionalmente usado, mais e mais fitas de alta qualidade      empreguam filme de poli\u00e9ster como base, isto porque ele \u00e9 flex\u00edvel, forte,      e inalterado pela umidade. Rolos grandes de filme claro, tipicamente com dois      p\u00e9s (0.6 m) de largura e menos de 0.001 polegada (0.0025 cm) de espessura,      \u00e9 coberto continuamente e ent\u00e3o cortado em fitas individuais.<\/p>\n<p>O material magn\u00e9tico mais amplamente usado \u00e9 \u00f3xido f\u00e9rrico gamma, uma forma      de ferrugem finamente pulverizada. Audiotapes de High-bias e a maioria do      v\u00eddeos usam dioxido de cromo ou p\u00f3 de \u00f3xido de ferro tratado com cobalto.      Em fitas de part\u00edcula de metal com alto desempenho , \u00e9 combinado ferro pulverizado      com outros metais em vez de oxig\u00eanio. Em todas as fitas modernas existem forma\u00e7\u00f5es      amoldadas de part\u00edculas magn\u00e9ticas, tipicamente com 5 millionths de uma polegada      de espessura por 20 ou 30 millionths de uma polegada de comprimento. A fitas      modernas usam resinas de pl\u00e1stico para a &#8220;liga&#8221; que cola o p\u00f3 magn\u00e9tico      para a base. A resina est\u00e1 misturada com um solvente produzir um l\u00edquido de      consist\u00eancia de tinta. Ent\u00e3o as part\u00edculas magn\u00e9ticas s\u00e3o mexidas em e s\u00e3o      misturadas at\u00e9 toda part\u00edcula ser completamente coberta. (Se as part\u00edculas      ficarem acumuladas, metal com metal, os seus campos magn\u00e9ticos podem se cancelar.)<\/p>\n<p>Uma camada fina da mistura, menos de 0.0004 polegada (0.02 mm) de espessura,      \u00e9 esparramado no filme claro. Enquanto a camada ainda est\u00e1 em forma semi-l\u00edquida,      passa debaixo de um im\u00e3 poderoso que gira as part\u00edculas para as orientar longitudinalmente      ao longo da fita. Ent\u00e3o a fita atravessa fornos secantes que evaporam o solvente      e deixam a mistura de part\u00edcula-liga colada com firmeza ao apoio. A fita seca      \u00e9 apertada entre-cilindros de metal polidos para produzir uma superf\u00edcie lisa,      e ent\u00e3o cortada em fitas individuais da largura desejada.<\/p>\n<p><strong>Gravando<\/strong><\/p>\n<p>Um gravador de de fita consiste em dois sistemas: (1) um &#8220;mecanismo      de transporte&#8221; de fita que move a fita pelas das cabe\u00e7as a uma velocidade      uniforme; e (2) um sistema eletr\u00f4nico de grava\u00e7\u00e3o-reprodu\u00e7\u00e3o que prepara o      sinal para ser gravado e amplia isto na reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente a grava\u00e7\u00e3o ou a reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada por uma &#8220;cabe\u00e7a&#8221;      um eletro\u00edm\u00e3 pequeno montado em uma c\u00e1psula protegida. Para a grava\u00e7\u00e3o, uma      corrente gera um campo magn\u00e9tico na cabe\u00e7a que \u00e9 imposto nas part\u00edculas magn\u00e9ticas      da fita. Para a reprodu\u00e7\u00e3o, os campos magn\u00e9ticos do movimento da fita geram      correntes el\u00e9tricas min\u00fasculas na cabe\u00e7a. Em cada momento a cabe\u00e7a est\u00e1 em      contato magn\u00e9tico com uma \u00e1rea muito pequena de fita. Em um cassete auditivo,      est\u00e1 esta \u00e1rea aproximadamente 0.0025 mm de largura por 0.5 mm de altura,      contendo milhares de part\u00edculas. Alguns gravadores t\u00eam cabe\u00e7as separadas por      gravar e reproduzir.<\/p>\n<p>Cada part\u00edcula microsc\u00f3pica de \u00f3xido f\u00e9rreo \u00e9 um im\u00e3 individual orientado      longitudinalmente na fita, com um polo para o norte e o outro para o sul.      Em uma fita n\u00e3o gravada, aproximadamente a metade das part\u00edculas \u00e9 magnetizada      adiante com os seus p\u00f3los norte , e a outra metade \u00e9 para o sul. Quando se      exp\u00f5e um campo magn\u00e9tico forte o bastante para superar a coercitividade delas      (resist\u00eancia para mudar), as part\u00edculas adotam a dire\u00e7\u00e3o de campo imposta      e invertem os p\u00f3los se necess\u00e1rio. Assim o processo de grava\u00e7\u00e3o simplesmente      \u00e9 um de sacudir a orienta\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica de cada part\u00edcula de uma forma ou de      outra. Uma vez fixas, as part\u00edculas ret\u00eam as suas orienta\u00e7\u00f5es magn\u00e9ticas at\u00e9      expostas a outro campo forte.<\/p>\n<p>Desde que um sinal digital s\u00f3 consiste em uns e zeros, em alguns gravadores      digitais o padr\u00e3o magn\u00e9tico \u00e9 alternadamente tudo para o norte ou tudo para      o sul.<\/p>\n<p>Para a grava\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica, o sinal de \u00e1udio \u00e9 combinado a um forte sinal      de AC bias que alterna de norte para sul aproximadamente 100.000 vezes por      segundo. O resultado \u00e9 que a forma de onda de \u00e1udio \u00e9 representada fielmente      pela porcentagem de part\u00edculas com o polo norte voltado para frente a cada      localiza\u00e7\u00e3o ao longo do pista gravada. Para apagar uma grava\u00e7\u00e3o, um cabe\u00e7a      limpadora exp\u00f5e a fita a uma vers\u00e3o mais intensa do sinal de bias cujas revers\u00f5es      r\u00e1pidas de polaridade deixam aproximadamente a metade das part\u00edculas magnetizada      em cada dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>C\u00f3pia de Grava\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Quando um LP ou CD \u00e9 impresso, uma hora inteira de m\u00fasica \u00e9 duplicada em      cada ciclo de impress\u00e3o de 30 segundos. Fazer fitas pr\u00e9-regravadas, a fita      &#8220;Master&#8221; (mestre) \u00e9 corrida e \u00e9 copiada do princ\u00edpio ao fim, um      processo que acontece simultaneamente em d\u00fazias de gravadores. Normalmente      o master e as c\u00f3pias s\u00e3o corridas 64 vezes mais rapidamente que normal, assim      uma fita de uma hora \u00e9 copiada em menos que um minuto.<\/p>\n<p>Um dos principais atrativos de um gravador de fita \u00e9 a facilidade com que      pode copiar grava\u00e7\u00f5es existentes ou radiodifus\u00f5es de r\u00e1dio ao vivo. Em muitos      sistemas est\u00e9reo podem ser gravadas fitas de CDs, do r\u00e1dio ou outras fitas.<\/p>\n<p>Uma fita ou pode ser copiada conectando-se dois gravadores ou usando um deck      de dublagem (dubbing deck), um gravador com dois compartimentos de cassete      e conex\u00f5es internas para copiar. Esta atividade, como o fotocopiar de livros      e artigos de revista, pode ser pouco \u00e9tico se viola o direito autoral da pessoa      que criou a grava\u00e7\u00e3o original. Para limitar a c\u00f3pia sem autoriza\u00e7\u00e3o, todos      os gravadores digitais vendidos para uso de consumidor cont\u00eam um Serial Copying      Management System (Sistema de Administra\u00e7\u00e3o de Copias Consecutiva) ,SCMS,      de permite copiar uma grava\u00e7\u00e3o digital mas previne a c\u00f3pia de ser copiada      mais adiante em forma digital.<\/p>\n<p><strong>O \u00c1udio Digital<\/strong><\/p>\n<p>Em sistemas de grava\u00e7\u00e3o anal\u00f3gicos, uma representa\u00e7\u00e3o da onda de som \u00e9 armazenada      diretamente no meio gravador. Na grava\u00e7\u00e3o digital o que \u00e9 armazenado \u00e9 uma      descri\u00e7\u00e3o da onda de som, expressa como uma s\u00e9rie de n\u00fameros bin\u00e1rios (dois      estados) n\u00fameros como os que s\u00e3o registrados um simples sinal ligado-desligado.      Os m\u00e9todos usados para codificar uma onda de som em forma num\u00e9rica e com precis\u00e3o      reproduzi-la em playback foi desenvolvido durante os anos cinq\u00fcenta, notavelmente      em pesquisa nos Laborat\u00f3rios Bell Telephone. Grava\u00e7\u00e3o digital passou a ser      pr\u00e1tica aproximadamente em 1970 com a chegada dos chips de circuito integrado      que permitiram encolher o circui\u00e7\u00e3o de um computador para o tamanho de um      quarto de mesa.<\/p>\n<p>Embora os gravadores digitais utiliz\u00e1veis j\u00e1 fossem desenvolvidos no in\u00edcio      dos anos de 1970 em v\u00e1rias na\u00e7\u00f5es, a Sony e a Victor Corp. do Jap\u00e3o fizeram      primeiramente uma grava\u00e7\u00e3o digital pr\u00e1tica fabricando conversores que armazenam      sinais digitais e auditivos em v\u00eddeo. (Gravadores multi-pistas digitais usados      em est\u00fadios, de 8 a 32 canais de som, empregam o formato de carretel aberto;      Gravadores digitais de dois usando o mesmo processo de esquadrinhamento helicoidal      que \u00e9 usado para gravar sinais de televis\u00e3o. )Por volta de 1976 as principais      companhias de grava\u00e7\u00e3o estavam fazendo LPs de fitas de Master digitais. O      PCM-F1 conversor da Sony (1981), permitiu a grava\u00e7\u00e3o digital em uma escala      de consumo. O VIDEOCASSETE, tornou o processo t\u00e3o barato que at\u00e9 mesmo as      companhias de grava\u00e7\u00e3o menores puderam dispor disto. Com o Audiotape digital      (DAT) foi introduzido gravadores para uso de consumidor em 1987.<\/p>\n<p>Da mesma maneira que a grava\u00e7\u00e3o de \u00e1udio digital foi originada com o videoteipe,      a grava\u00e7\u00e3o digital em disco compacto (CD) est\u00e1 baseado em tecnologia criada      para o videodisco \u00f3ptico. O sistema de disco lazer que usa um laser de baixo      poder para ler um sinal de v\u00eddeo codificado como uma s\u00e9rie de covas microsc\u00f3picas      em um disco refletivo, foi desenvolvido pela Philips na Holanda durante a      metade dos anos 70 e foi adaptado depois para o \u00e1udio digital com a grava\u00e7\u00e3o      de discos compactos.<\/p>\n<p>Enquanto companhias americanas criaram os ingredientes que tornaram as grava\u00e7\u00f5es      digitais poss\u00edvel (laser, pl\u00e1sticos, circuitos de computador, c\u00f3digo PCM,      e chip de circuito integrado), o sistema de CD foi desenvolvido pela Philips      na Europa e a Sony no Jap\u00e3o. Um comit\u00ea de ind\u00fastria adotou o formato de CD      como um padr\u00e3o internacional, e os primeiros CDs apareceram no mercado em      1983. O CD tem 12 cm (4.7 polegadas) de di\u00e2metro e cont\u00e9m at\u00e9 74 minutos de      m\u00fasica.<\/p>\n<p>O sucesso do CD desenvolveu v\u00e1rios formatos de alternativos: o mini-CD, com      3 polegadas (7,6 cm) CD limitou-se a 20 minutos de m\u00fasica; CD-V, ou CD-video,      contendo 20 minutos de m\u00fasica mais 5 minutos de v\u00eddeo,; CD-ROM, (CD-read-only      memory), contendo 500 megabytes de dados codificados de computador ou programas,;      o CD-I, ou CD interativo, contendo uma mistura de audio, v\u00eddeo, e programa\u00e7\u00e3o      de computador. Em 1993 o MiniDisc, um formato de miniatura que tamb\u00e9m usa      tecnologia de disco \u00f3ptica para playback, foi introduzido para aplica\u00e7\u00f5es      port\u00e1teis e de autom\u00f3vel.<\/p>\n<p><strong>Amostragem e quantiza\u00e7\u00e3o (Sampling e Quantization)<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto h\u00e1 muitos m\u00e9todos de representar um sinal em c\u00f3digo digital, a aproxima\u00e7\u00e3o      usada para a alta-fidelidade auditiva \u00e9 chamada modula\u00e7\u00e3o de c\u00f3digo de pulsa\u00e7\u00e3o      linear, ou PCM. \u00c9 um processo de duas fases que usa tanto amostragem de som      como quantiza\u00e7\u00e3o bin\u00e1ria. A intervalos regulares (44,000 vezes por segundo),      uma amostra \u00e9 guardada momentaneamente em um circuito que congela a forma      de onda sonora e sustenta sua voltagem fixa, enquanto um circuito de quantiza\u00e7\u00e3o      seleciona o c\u00f3digo bin\u00e1rio que representa a proximadamente a voltagem amostrada.<\/p>\n<p>Em um sistema de 16 bits de PCM o quantizer tem 65,536 poss\u00edveis valores      de sinal para escolher de, cada amostra por uma sucess\u00e3o de igual de 16 uns      e zeros diferentes. Com 88.000 convers\u00f5es de 16 bits por segundo (44,000 em      cada canal), um total de 1.4 milh\u00f5es de bits de c\u00f3digo \u00e9 gerado durante cada      segundo de m\u00fasica, ou cinco bilh\u00f5es peda\u00e7os por hora.<\/p>\n<p><strong>Codifica\u00e7\u00e3o de Percentual<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio dos anos de 1990, foram desenvolvidos m\u00e9todos mais eficientes de      codifica\u00e7\u00e3o digital que requer menos peda\u00e7os por segundo. Estes confiam em      filtros digitais que dividem o sinal entrante em muitas bandas de freq\u00fc\u00eancia      e circuitos de computador que constantemente comparam o sinal em cada faixa      com o limiar da audi\u00e7\u00e3o naquela freq\u00fc\u00eancia. Por\u00e7\u00f5es do sinal que s\u00e3o muito      fracas para ouvir, ou aquele \u00e9 mascarado atrav\u00e9s de sons mais altos a freq\u00fc\u00eancias      adjacentes, s\u00e3o exclu\u00eddos do c\u00f3digo digital. Esteprocesso reduz o taxa de      bits para est\u00e9reo digital de 1.4 milh\u00f5es para menos que 400.000 bits por segundo,      apenas com uma pequena perda de qualidade sonora.<\/p>\n<p>A codifica\u00e7\u00e3o Percentual \u00e9 a base do MiniDisc, do Cassete Compacto Digital,      do r\u00e1dio digital radiodifundindo, e do Sistema de som Dolby Digital Surround      de cinco canais para filmes. A codifica\u00e7\u00e3o Perceptual tamb\u00e9m \u00e9 usada na televis\u00e3o      de alta-defini\u00e7\u00e3o, para a imagem e para o som.<\/p>\n<p><strong>Corre\u00e7\u00e3o de erro<\/strong><\/p>\n<p>Muito do circ\u00faito em um gravador de fita digital ou o tocador de CD \u00e9 dedicado      a descobrir e corrigindo qualquer erro de leitura dos bits que poderia ser      causado atrav\u00e9s de falhas microsc\u00f3picas da fita, discos impressos com defeitos      , poeira, ou arranh\u00f5es.<\/p>\n<p>Corre\u00e7\u00e3o de erro est\u00e1 baseado em prova de paridade. Quando a grava\u00e7\u00e3o \u00e9 feita,      um peda\u00e7o extra \u00e9 somado ao t\u00e9rmino de todo c\u00f3digo digital e indica se o n\u00famero      de &#8220;uns&#8221; no c\u00f3digo \u00e9 excedente ou igual. No playback esta conta      de paridade \u00e9 repetida para descobrir se qualquer peda\u00e7o mudou. O teste com      cruzamento da conferencia de paridade envolve v\u00e1rias combina\u00e7\u00f5es dos peda\u00e7os      em cada c\u00f3digo, \u00e9 poss\u00edvel identificar quais peda\u00e7os est\u00e3o errados, e os corrigir,      reconstruindo o c\u00f3digo original exatamente. Esta aritm\u00e9tica de alta velocidade      \u00e9 trabalho simples para o microprocessador contido em todo gravador digital      e tocador de CD.<\/p>\n<p>As amostras de dados s\u00e3o intercaladas (interleaved) seq\u00fcencialmente na fita      ou disco, deforma que as amostras que originalmente eram a tempo cont\u00edguas      n\u00e3o s\u00e3o colocadas adjacentemente uma ao outra no disco. A ordem correta \u00e9      restabelecida durante playback,armazenando os dados digitais brevemente em      uma mem\u00f3ria de aleat\u00f3rio e lendo isto em uma ordem diferente. Durante este      desintercalar (deinterleaving), qualquer bloco grande de dados incorretos      causado por um arranh\u00e3o ou falha de impress\u00e3o ser\u00e1 dividida em grupos pequenos      de dados ruins entre amostras boas e isto tornar\u00e1 mais f\u00e1cil o trabalho do      sistema de verifica\u00e7\u00e3o de paridade em identificar e corrigir os peda\u00e7os de      dados perdidos.<\/p>\n<p><strong>O Disco Compacto<\/strong><\/p>\n<p>O c\u00f3digo digital \u00e9 gravado no disco na forma de covas microsc\u00f3picas ao longo      de um rasto que come\u00e7a perto do centro do disco em espirais externas para      a extremidade. As covas s\u00e3o aproximadamente 0.5 micr\u00f4metros de largura, com      um espa\u00e7amento de uniforme de 1.6 micr\u00f4metros devido a difra\u00e7\u00e3o da luz em      um espectro de arco-\u00edris colorido (1 micr\u00f4metro \u00e9 um milion\u00e9simo de um metro,      ou 1\/25.000 de uma polegada).<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o em massa de CDs, como a dos LPs, come\u00e7a com um disco master. Pode      ser coberto com cobre no qual as covas s\u00e3o ornadas com relevos por uma agulha      piezoel\u00e9ctrica, ou com uma l\u00e2mpada sens\u00edvel foto resistente. No caso posterior      um laser varia entre a posi\u00e7\u00e3o ligado e desligado pelo c\u00f3digo digital, e um      banho qu\u00edmico dissolve as \u00e1reas expostas ao laser para formar as covas. O      chapeamento com n\u00edquel e as opera\u00e7\u00f5es de emolduramento produzem uma estampa      negativa de metal que \u00e9 usada para imprimir o padr\u00e3o espiral de covas no disco      de pl\u00e1stico final. A superf\u00edcie perfurada \u00e9 coberta com uma capa molecular      espessa de alum\u00ednio refletivo, recoberto com uma camada protetora de laca,      que \u00e9 coberta pela etiqueta impressa.<\/p>\n<p>Para o playback, um laser \u00e9 focalizado na superf\u00edcie traseira transparente      do disco sobre as covas iluminadas, e um sensor \u00f3ptico detecta a reflex\u00e3o      alternadamente forte e fraca. Arranh\u00f5es pequenos e part\u00edculas de p\u00f3 que aparecem      no pl\u00e1stico tem pouca influencia, pois elas est\u00e3o fora de foco. O disco toca      do centro para fora e gira a aproximadamente a 500 rpm reduzindo a velocidade      a 20 rpm conforme gradualmente se aproxima da extremidade, de forma que as      covas passam debaixo do raio laser a uma velocidade linear constante de 1.25      m (4 ft) por segundo. Depois de desintercalar e corrigir os erros o c\u00f3digo      digital \u00e9 enviado a um conversor digital-anal\u00f3gico e filtros de sa\u00edda que      recriam a forma de onda sonora original em cada canal.<\/p>\n<p>O formato relacionado MiniDisc (ou MD) prov\u00ea o mesmo tempo de playback do      CD (at\u00e9 74 minutos), mas o disco \u00e9 muito menor em di\u00e2metro, 6,4 cm (2.5 polegadas),      e \u00e9 encaixado dentro de uma c\u00e1psula protetora retangular. O MD emprega codifica\u00e7\u00e3o      perceptual que com uma taxa de bits de 300.000 peda\u00e7os por segundo para est\u00e9reo      e de fato envolve duas tecnologias de disco diferentes. Os MDs pr\u00e9-gravados      s\u00e3o miniatura CDs(discos \u00f3pticos) e s\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o em massa. Por outro lado,      um MD dom\u00e9stico grav\u00e1vel emprega grava\u00e7\u00e3o magneto-\u00f3ptica: Os seus uns e zeros      digitais s\u00e3o representados por mudan\u00e7as na polariza\u00e7\u00e3o \u00f3tica em lugar de usar      covas microsc\u00f3picas.<\/p>\n<p><strong>Audiotape digital<\/strong><\/p>\n<p>As m\u00e1quinas de Audiotape digital (DAT) trouxeram para casa uma gravador e      para o carro um reprodutor que como o CD empregam o mesmo c\u00f3digo 16-bit PCM      , com semelhantemente t\u00e9cnica de intercalar (interleaving) e corre\u00e7\u00e3o de erro.      O c\u00f3digo digital \u00e9 gravado em umafita em formato de esquadrinhamento helicoidal,      assim como um VIDEOCASSETE, usando uma vers\u00e3o menor do mecanismo em um VIDEOCASSETE      de 8mm.<\/p>\n<p>Um segundo formato de fita digital, Cassete Compacto Digital (DCC), foi lan\u00e7ado      pela Philips em 1992. Cassetes de DCC correm \u00e0 mesma velocidade dos cassetes      anal\u00f3gicos, 1-7\/8 polegadas por segundo (4.75 cm por segundo), e emprega codifica\u00e7\u00e3o      percentual com uma taxa de dados de 384.000 bits por segundo. Os peda\u00e7os s\u00e3o      distribu\u00eddos entre oito rastos ultra estreitos em cada dire\u00e7\u00e3o de movimento      da fita.<\/p>\n<p><strong>SISTEMAS Estereof\u00f4nicos MODERNOS<\/strong><\/p>\n<p>Depois de Segunda Guerra Mundial com a chegada das grava\u00e7\u00e3o com alta gama      de freqencias,gravador de fita magn\u00e9tica, e a grava\u00e7\u00e3o do long-playing estimulou      interesse popular no som de alta fidelidade e uma expans\u00e3o r\u00e1pida da ind\u00fastria      de grava\u00e7\u00e3o. Desde ent\u00e3o, o interesse pela reprodu\u00e7\u00e3o sonora melhor e mais      conveniente foi estimulado por uma seq\u00fc\u00eancia constante de inova\u00e7\u00f5es &#8211; fitas      est\u00e9reo(1954); a compacta caixa de som com suspens\u00e3o ac\u00fastica (1955); o grava\u00e7\u00f5es      de LPs est\u00e9reo(1958); r\u00e1dio de FM est\u00e9reo (1962); a expans\u00e3o da grava\u00e7\u00e3o em      multi-pistas durante os anos sessenta, somando nova variedade e criatividade      para a m\u00fasica Rock; a chegada dos transistores durante o mesmo per\u00edodo, tornando      o equipamento menor, mais barato, e mais fidedigno; a redu\u00e7\u00e3o de ru\u00eddos da      Dolby (1967); grava\u00e7\u00f5es de cassete de est\u00e9reo (1970); o som de quatro canais      (in\u00edcio dos anos setenta); Dolby Est\u00e9reo som para filmes (1976); grava\u00e7\u00e3o      digital (final dos anos setenta); Walkman est\u00e9reo de fone port\u00e1til (1980);      o disco compacto (1983); o VIDEOCASSETE est\u00e9reo Hi-Fi (1984); som de televis\u00e3o      est\u00e9reo(1985); o DAT (1987); sistemas de v\u00eddeo home theater com som Dolby      Surround (final dos anos oitenta); r\u00e1dio digital por montagens de TV a Cabo      (1991); o Cassete Compacto Digital (1992); e o MiniDisc (1993).<\/p>\n<p>O ouvinte de m\u00fasica de hoje tem um alcance muito maior de escolha de equipamento.      A qualidade sonora mais alta e a maior flexibilidade operacional s\u00e3o obtidas      conectando componentes auditivos individuais para formar um sistema. &#8220;Rack      systems&#8221; (componentes de \u00e1udio pr\u00e9-selecionados e instalados em uma prateleira      (rack) por um fabricante ou negociante) oferece menos flexibilidade. Os Est\u00e9reos      de uma pe\u00e7a &#8220;, com tudo alojado em um chassi exceto as caixas de som,      sacrificam a qualidade sonora a favor de simplicidade e baixo custo.<\/p>\n<p>Um semelhantemente alcance de custo e potencial de qualidade sonora est\u00e1      dispon\u00edvel em sistemas de est\u00e9reo projetados para instala\u00e7\u00e3o em autom\u00f3veis.      Nos \u00faltimos anos os ouvintes norte-americanos gastaram mais dinheiro em carro      com som Hi-Fi que em equipamento de \u00e1udio para casa.<\/p>\n<p><strong>Anatomia de um Sistema de Est\u00e9reo<\/strong><\/p>\n<p>Os componentes de \u00e1udio seguintes, em combina\u00e7\u00e3o, comp\u00f5em um sistema de est\u00e9reo      completo.<\/p>\n<p>O Tocador de grava\u00e7\u00e3o (Record Player). Este componente consiste em tr\u00eas sub-itens:      um cartucho captador cuja agulha nele montada localiza o entalhe e traduz      seus meneios em um sinal el\u00e9trico; um bra\u00e7o que sustenta o cartucho sobre      o entalhe com uma for\u00e7a correta para baixo; e uma plataforma girat\u00f3ria com      motor que gira a grava\u00e7\u00e3o na velocidade exigida.<\/p>\n<p>O tocador de CD (CD Player). Tocadores de Disco compactos podem ser feitos      para disco \u00fanico ou mudadores (changers) de m\u00faltiplos discos. Um mudador pode      ser um modelo de carrossel que aceita 5 CDs em uma bandeja circular grande      ou um mudador de revista para o qual s\u00e3o pr\u00e9-instalados 5 a 10 CDs em um portador      com aberturas. Um tocador de combina\u00e7\u00e3o (combi) dirige os CDs (\u00fanicos ou m\u00faltiplos)      e tamb\u00e9m toca v\u00eddeo laserdiscs de 8 ou 12polegadas.<\/p>\n<p>O teipe deck. Este normalmente \u00e9 um tocador de cassete ou uma gravador, talvez      para facilitar a c\u00f3pia com dois compartimento para dublagem de fitas. Audi\u00f3folos      que preferem a qualidade sonora mais alta podem usar outros sistemas de grava\u00e7\u00e3o:      DAT, DCC, MiniDisc, gravador de rolo, ou a por\u00e7\u00e3o de \u00e1udio de um VIDEOCASSETE      Hi-Fi.<\/p>\n<p>O sintonizador (Tuner). Este componente recebe radiodifus\u00e3o (broadcasts)      de r\u00e1dio,normalmente de tanto de esta\u00e7\u00f5es AM como de FM. A frase &#8220;sintonizador      digital&#8221; (digital tuner) que s\u00f3 pode se referir ao uso de uma exibi\u00e7\u00e3o      de freq\u00fc\u00eancia num\u00e9rica n\u00e3o deve serconfundido com um verdadeiro sintonizador      de digital-r\u00e1dio. Na FM est\u00e9reo, a qualidade de recep\u00e7\u00e3o depende do tamanho,      para onde aponta, e localiza\u00e7\u00e3o da antena receptora. O somde est\u00e9reo pode      ser distorcido por um interfer\u00eancia de multipath causada por reflex\u00f5es de      sinal. O sinal de R\u00e1dio digital que \u00e9 relativamente imune a esta falta \u00e9 enviado      para as casas pelos mesmos fios que enviam a televis\u00e3o a cabo. Pela metade      dos anos de 1990, o r\u00e1dio digital tamb\u00e9m p\u00f4de ser radiodifundido por esta\u00e7\u00f5es      de FM e AM.<\/p>\n<p>Amplificadores. Um amplificador integrado, ou completo consiste em um pr\u00e9-amplificador      e um amplificador de for\u00e7a (power). O amplificador de for\u00e7a dirige a caixa      de som. Tem uma provis\u00e3o de for\u00e7a (transformador e condensador de filtro),      e mais uma fase de produ\u00e7\u00e3o que se comporta como um port\u00e3o eletr\u00f4nico controlado      pelo sinal de \u00e1udio, que abre e fecha para regular o fluxo de corrente da      provis\u00e3o de for\u00e7a para a caixa de som. Todo o fluxo de corrente el\u00e9trica causa      a vibra\u00e7\u00e3o do alto-falante para frente e para traz, produzindo o som.<\/p>\n<p>O pre-amplificador tem duas fun\u00e7\u00f5es: amplia e iguala o sinal muito pequeno      produzido pelo cartucho de est\u00e9reo e permite a mudan\u00e7a entre outras entradas,      como a Fita cassete e o sintonizador. Freq\u00fcentemente uma unidade pequena,      normalmente inclui volume e controles de tom.<\/p>\n<p>O receptor (receiver) \u00e9 um afinador e um amplificador integrado, combinados      em um \u00fanico chassi para conveni\u00eancia e economia.<\/p>\n<p>Caixas de som (Loudspeakers). Um sistema de caixas de som normalmente consiste      em dois ou mais alto-falantes (woofer, midrange, tweeter); um circuito de      crossover que envia baixas freq\u00fc\u00eancias para o woofer e freq\u00fc\u00eancias altas para      o tweeter; e um gabinete. As Caixas de som s\u00e3o classificadas a prop\u00f3sito do      crossover de divide o alcance de freq\u00fc\u00eancia (duas vias, tr\u00eas vias, e assim      sucessivamente) e tamb\u00e9m pela rela\u00e7\u00e3o do woofer para o gabinete(suspens\u00e3o      ac\u00fastica, bass reflex, corner horn, open-baffle). Para o est\u00e9reo bem equilibrado,      as caixas da esquerda e da direita devem estar igualmente distantes do ouvinte.      Se voc\u00ea esta ligeiramente mais pr\u00f3ximo de uma, seu som chegar\u00e1 primeiro, desbalanceando      a imagem de est\u00e9reo. A maioria da caixas deveria ser elevadas em lugares ou      estantes de forma que o se som possa viajar em uma linha direta a suas orelhas,      desobstru\u00eddo da mob\u00edlia.<\/p>\n<p>Fones (Headphones). Fones simplesmente s\u00e3o caixas de som em miniatura que      enviam diretamente nas orelhas. Eles prov\u00eaem separa\u00e7\u00e3o de est\u00e9reo dram\u00e1tica      e claridade v\u00edvida, sem a mistura que acontece quando sons circulam ao redor      em um quarto, e eles requerem t\u00e3o pouca for\u00e7a que podem ser alimentados por      r\u00e1dios operados com bateria e tocadores de fita.<\/p>\n<p>Outros Componentes. Acess\u00f3rios processadores de sinal podem ser somados a      um sistema em ordem manipular ou aumentar o som. Exemplos: um equalizador      gr\u00e1fico (um controle de tom elaborado), um subwoofer (para baixo mais poderoso),      ou um decodificador de som surround com caixas ac\u00fasticas extras (para reproduzir      efeitos sonoros direcionais em filmes e TELEVIS\u00c3O bem como o efeito espacial      de uma grande sala de concerto).<\/p>\n<p><strong>Avaliando o desempenho<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto ouvidos educadas s\u00e3o o melhor juiz de qualquer sistema de reprodu\u00e7\u00e3o      de som, muitas das qualidades de desempenho desej\u00e1veis de equipamento de \u00e1udio      podem ser medidos em testes de laborat\u00f3rio que d\u00e3o avalia\u00e7\u00f5es para distor\u00e7\u00e3o      e ru\u00eddo (o equipamento deveria modificar o som t\u00e3o pouco quanto poss\u00edvel),      poder de produ\u00e7\u00e3o (o mais \u00e9 o melhor), alcance din\u00e2mico (o maior n\u00famero \u00e9      o melhor), e resposta de freq\u00fc\u00eancia(idealmente, o equipamento deveria reproduzir      o alcance inteiro de freq\u00fc\u00eancias aud\u00edvel para o ouvido, de 30 Hz para 15,000      Hz, apenas com pequenas diverg\u00eancias de resposta precisa).<\/p>\n<p><strong>Redu\u00e7\u00e3o de ru\u00eddo<\/strong><\/p>\n<p>Todos os processos de grava\u00e7\u00e3o somam algum ru\u00eddo de baixo n\u00edvel para o som      reproduzido. Muito da excel\u00eancia de grava\u00e7\u00f5es de est\u00e9reo modernas est\u00e1 devido      a processos que reduzem ru\u00eddo de fundo de forma que todo detalhe do som original      \u00e9 claramente aud\u00edvel contra um fundo de sil\u00eancio de veludo. A equaliza\u00e7\u00e3o      (EQ) \u00e9 usada em todo meio de grava\u00e7\u00e3o: durante a grava\u00e7\u00e3o os harm\u00f4nicos de      alta freq\u00fc\u00eancia naturalmente fracos na m\u00fasica s\u00e3o ampliados para uma quantia      padr\u00e3o. Durante o playback as altas freq\u00fc\u00eancias est\u00e3o reduzidos pela mesma      quantia e restabelecem o equil\u00edbrio tonal original, enquanto o ru\u00eddo da grava\u00e7\u00e3o      tamb\u00e9m \u00e9 reduzido.<\/p>\n<p>Gravadores de fitas cassete anal\u00f3gicas usam um EQ (equalizador) que \u00e9 tipicamente      fixado em &#8220;normal&#8221;, &#8220;high bias&#8221; ou &#8220;metal&#8221;.      Os sistemas de redu\u00e7\u00e3o de ru\u00eddo Dolby usam processos de EQ mais complexos      que variam com n\u00edvel de sinal e freq\u00fc\u00eancia; eles s\u00e3o identificados atrav\u00e9s      das letras (Dolby B, C, ou S). o seletor Dolby de um gravador pode afetar      o equil\u00edbrio tonal do som como tamb\u00e9m seu conte\u00fado de ru\u00eddo. Os sistemas Dolby      s\u00e3o usados na produ\u00e7\u00e3o da maioria grava\u00e7\u00f5es de m\u00fasica e som para filmes.<\/p>\n<p><strong>Grava\u00e7\u00e3o sonora do filme<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 nos anos de 1890, Thomas Edison produziu uma s\u00e9rie de cinetosc\u00f3pios falantes      &#8220;talking kinetoscopes&#8221;, filmes que foram acompanhados atrav\u00e9s de      som de fon\u00f3grafos de cilindro. Foram feitas muitas outras tentativas para      trazer som para os filmes, mas tudo enfrentaram os mesmos obst\u00e1culos: volume      inadequado para encher um teatro e sincroniza\u00e7\u00e3o incerta entre som e imagem.      Ambos os problemas foram resolvidos em \u00faltima inst\u00e2ncia atrav\u00e9s de Lee De      Forest. A sua inven\u00e7\u00e3o do Audion de tubo cal\u00e7ou o modo para reprodu\u00e7\u00e3o sonora      eletricamente ampliada, e durante os anos vinte ele desenvolveu o &#8220;Phonofilm&#8221;,      um sistema para gravar o som diretamente no filme.<\/p>\n<p>Por 1930, o Phonofilm tinha sido adotado pelos principais est\u00fadios de filme,      e, com refinamentos, permanece a base de som de filme \u00f3ptico at\u00e9 o dia de      hoje. A pista sonora \u00f3ptica \u00e9 gravado no espa\u00e7o estreito entre a extremidade      do quadro do filme de e os buracos de roda dentada. A exposi\u00e7\u00e3o da pista sonora      \u00e9 controlada por uma v\u00e1lvula liminosa que consiste em um par de tiras de metal      que dobram quando impulsionadas pelo sinal do \u00e1udio ampliado e gerando quantias      variadas de luz ao filme. Na grava\u00e7\u00e3o com densidade variada, a v\u00e1lvula luminosa      varia a exposi\u00e7\u00e3o do filme. Na grava\u00e7\u00e3o com \u00e1rea variada (usada para os filme      de Hollywood com 35mm), a v\u00e1lvula luminosa varia a largura da pista sonora      exposta. Em qualquer caso, quando o filme desenvolvido \u00e9 projetado, a pista      sonora transmite quantias variadas de luz a uma c\u00e9lula fotoel\u00e9trica e gera      um sinal el\u00e9trico que \u00e9 ampliado e enviado a uma caixa de som.<\/p>\n<p>At\u00e9 recentemente os filme mais elaborados de 70mm eram gravados em pista      magn\u00e9ticas com faixas cobertas de \u00f3xido de ferro para serem usados na exibi\u00e7\u00e3o.      Nos prim\u00f3rdios dos anos de 1990 estes foram substitu\u00eddos por formatos de grava\u00e7\u00e3o      digitais como Dolby SR-D. Estes usam codifica\u00e7\u00e3o percentual para combinar      cinco canais de som surround em um c\u00f3digo digital compacto (apenas 320.000      bits por segundo) eles s\u00e3o gravados como um padr\u00e3o de pontos e h\u00edfen no espa\u00e7o      entre os buracos de roda dentada do filme.<\/p>\n<p>Em um teatro de cinema, as caixas ac\u00fasticas s\u00e3o localizados atr\u00e1s da tela      que \u00e9 perfurada com muitos buracos pequenos para deixar o som passe livremente.      Podem ser instaladas caixas adicionais ao longo das paredes para efeitos surround.<\/p>\n<p><strong>A IND\u00daSTRIA de grava\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Desde os dias insipientes do cilindro de cera de Edison, a ind\u00fastria gravadora      foi uma mistura complexa de arte e com\u00e9rcio altamente lucrativo, ambos pela      atra\u00e7\u00e3o universal da m\u00fasica e pela padroniza\u00e7\u00e3o mundial de todo formato de      grava\u00e7\u00e3o importante. S\u00e3o ouvidas grava\u00e7\u00f5es e fitas dos artistas populares      de hoje ao redor do mundo &#8211; uma situa\u00e7\u00e3o que \u00e9 notavelmente diferente de outras      ind\u00fastrias de m\u00eddia. (Por causa de diferen\u00e7as de idioma, livro e distribui\u00e7\u00e3o      de revista tende a parar a limites nacionais; a venda internacional de videocassetes      \u00e9 incapacitada atrav\u00e9s de formatos de televis\u00e3o incompat\u00edveis.)<\/p>\n<p>A ind\u00fastria gravadora teve duas eras douradas &#8220;imensamente lucrativas&#8221;.      A primeiro mediu as tr\u00eas d\u00e9cadas da chegada da produ\u00e7\u00e3o em massa de discos      gravados em 1901 at\u00e9 aproximadamente 1930. O segundo estendeu-se do in\u00edcio      dos anos 50 ao dia presente. Antes de e durante a Primeira Guerra Mundial,      as grava\u00e7\u00f5es eram a forma mais popular de entretenimento de casa. A chegada      do gravador el\u00e9trico em 1925 estimulou um ressurgimento forte em vendas de      grava\u00e7\u00f5es durante os anos de 1920 depois de uma breve baixa p\u00f3s-guerra. Mas      a depress\u00e3o dos anos trinta e o crescimento do r\u00e1dio que ofereceu entretenimento      a nenhum custo &#8211; reduzido as vendas de grava\u00e7\u00f5es a 93 por cento emexatamente      quatro anos. A ind\u00fastria foi salva pela revoga\u00e7\u00e3o de Proibi\u00e7\u00e3o em 1933:Era      necess\u00e1rio gravar para reabastecer as jukeboxes (m\u00e1quinas de tocar m\u00fasica)      em cantinas reabertas em todas as partes do pa\u00eds. Tocadores de grava\u00e7\u00f5es operados      com moedas esparramaram rapidamente em restaurantes, farm\u00e1cias &#8211; em qualquer      lugar que as pessoas reuniam-se.<\/p>\n<p>Depois de Segunda Guerra Mundial, As industrias de grava\u00e7\u00e3o se preocuparam      com crescimento de televis\u00e3o que mataria as vendas de grava\u00e7\u00f5es, como r\u00e1dio      fez depois de1930. De fato, a TELEVIS\u00c3O desencadeou a segunda era de ouro      da ind\u00fastria. Quando a TELEVIS\u00c3O assumiu os programas de drama, com\u00e9dias,      e \u00f3peras de sab\u00e3o que tinham sido sustentadas pelo r\u00e1dio, as esta\u00e7\u00f5es de r\u00e1dio      foram deixadas sem nada para radiodifundir. Para ficar no ar, elas viraram      tocadoras de grava\u00e7\u00f5es a tempo integral e provendo exposi\u00e7\u00e3o ilimitada para      o produto da ind\u00fastria de grava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com esta campanha de satura\u00e7\u00e3o de publicidade livre no r\u00e1dio, mais o fascino      da grava\u00e7\u00f5es Long-play e o som de alta-fidelidade, fizeram as vendas de grava\u00e7\u00e3o      prosperar. Como esta\u00e7\u00f5es de r\u00e1dio competiram para audi\u00eancias radiodifundindo      os 40 top hits e novas grava\u00e7\u00f5es, elas estimularam o crescimento explosivo      de m\u00fasica Rock. A chegada do r\u00e1dio de transistor pequeno, port\u00e1til completou      este processo dando para os adolescentes a liberdade para escutar reservadamente,      longe da sala de estar. As vendas anuais nos E.U.A. anual das gravadoras passaram      de $200 milh\u00f5es no in\u00edcio dos anos de 1950 a $9bilh\u00f5es em 1992. Este total      foi dominado por CDs que por aquele ano tinha ultrapassado cassetes como o      meio de grava\u00e7\u00e3o mais popular.<\/p>\n<p><strong>Grava\u00e7\u00f5es musicais<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 duas vias b\u00e1sicas a fazer nas grava\u00e7\u00f5es atuais. Nas grava\u00e7\u00f5es em estilo      document\u00e1rio, a meta \u00e9 capturar um desempenho musical e produzir uma grava\u00e7\u00e3o      de sons substancialmente como um concerto. Se os artistas s\u00e3o poucos em n\u00famero,      eles visitam um est\u00fadio de grava\u00e7\u00e3o. Se o conjunto \u00e9 grande, como uma orquestra      sinf\u00f4nica, \u00e9 trazido um equipamento de grava\u00e7\u00e3o para a sala de concerto. De      2 a 20 microfones s\u00e3o montados em pedestais ou s\u00e3o pendurados em fios. Como      os artistas ensaiam, os sinais de microfone s\u00e3o misturados como de forma a      obter um som bem equilibrado; ent\u00e3o a m\u00fasica \u00e9 executada e \u00e9 gravada em 2,      4, ou 8 canais. Se erros acontecem, s\u00e3o repetidas por\u00e7\u00f5es da m\u00fasica; depois      a fita ser\u00e1 entran\u00e7ada para substituir se\u00e7\u00f5es defeituosas com as vers\u00f5es corretas.      Quando uma grava\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria do desempenho inteiro foi obtida, a fita      editada \u00e9 copiada e produzia em cassetes e CDs.<\/p>\n<p>Para muitos grupos de Rock um est\u00fadio de grava\u00e7\u00e3o \u00e9 um laborat\u00f3rio experimental      onde s\u00e3o inventados sons e um desempenho \u00e9 ajuntado, uma pista de cada vez.      Uma grava\u00e7\u00e3o pode come\u00e7ar como uma linha vocal ou um padr\u00e3o r\u00edtmico em uma      das 24 pista de uma fita. Pistas adicionais (acompanhamento de piano, sintetizador      de teclado, tambores, ornamentos de viol\u00e3o) s\u00e3o gravados individualmente.      Ap\u00f3s isto, v\u00e1rias pistas podem ser aumentadas usando processadores not\u00e1veis      para adicionar efeitos &#8211; mudan\u00e7a em qualidade de tom, distor\u00e7\u00e3o para encrespar,      &#8220;bite&#8221;, eco, dobra ou reverbera\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica. Finalmente todas      as pistas s\u00e3o misturados e re-misturadas at\u00e9 que um resultado satisfat\u00f3rio      seja alcan\u00e7ado. O alvo \u00e9 alcan\u00e7ar uma grava\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em seus pr\u00f3prios m\u00e9ritos      como uma realiza\u00e7\u00e3o art\u00edstica, independente de se poder duplica-la em concerto.      Uma vez que muitos experimentos est\u00e3o envolvidos, muitos grupos de Rock t\u00eam      os seus pr\u00f3prios pequenos est\u00fadios de grava\u00e7\u00e3o onde muito do trabalho preliminar      \u00e9 acabado.<\/p>\n<p>Um tipo novo de tecnologia de grava\u00e7\u00e3o, derivou de pesquisa na cria\u00e7\u00e3o e      grava\u00e7\u00e3o de M\u00daSICA ELETR\u00d4NICA, a est\u00e1 come\u00e7ando a tornar o muito mais flex\u00edvel      o processo de grava\u00e7\u00e3o para os est\u00fadios. A grava\u00e7\u00e3o chamada de &#8220;Tapeless&#8221;,      armazena digitalmente codifica\u00e7\u00f5es de som na mem\u00f3ria de acesso rand\u00f4mico (RAM)      de um computador especialmente equipado e no disco r\u00edgido do computador para      armazenamento permanente. Usando a RAM o t\u00e9cnico de grava\u00e7\u00e3o tem acesso quase      instant\u00e2neo para o que h\u00e1 pouco foi gravado, uma caracter\u00edstica que pode ser      de imensa valia para a dublagem de sons adicionais ou conserto de notas defeituosas.      As grava\u00e7\u00f5es podem ser editadas, copiadas e repetidas: mudan\u00e7a de tempo ser      altera\u00e7\u00e3o na afina\u00e7\u00e3o; m\u00fasica e efeitos sonoros eletronicamente sincronizados.      A tecnologia teve uso particularmente intenso nas grava\u00e7\u00f5es para filme onde      sinais eletr\u00f4nicos criam e coordenam efeitos visuais, musicais, e sonoros      para uma precis\u00e3o que antes dos computadores era apenas cruamente ating\u00edvel.<\/p>\n<p>Um est\u00fadio de grava\u00e7\u00e3o consiste basicamente de duas salas: uma grande que      \u00e9 cuidadosamente isolada acusticamente de forma que os sons pode ser gravados      com precis\u00e3o com a garantia de que nenhum ru\u00eddo n\u00e3o desejado intrometer\u00e1;      e uma pequena sala de monitora\u00e7\u00e3o que cont\u00e9m os gravadores de fita, mixers,      processadores de efeitos, e caixas ac\u00fasticas de alta qualidade que s\u00e3o usadas      para avaliar a grava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Peter W. Mitchell<br \/>\n     Tradu\u00e7\u00e3o: Glauber L. A. Santiago<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>Alkin, Glyn, Sound Recording and Reproduction (1987); Berger, Ivan, and Fantel,      Hans, The New Sound of Stereo (1985); Gelatt, Roland, The Fabulous Phonograph      (1977); Giddings, P., Audio Systems Design and Installation (1990); Nardantonio,      D. N., Sound Studio Production Techniques (1989); Pohlmann, Kenneth, Advanced      Digital Audio (1991) and Principles of Digital Audio (1985); Rumsey, F., and      McCormick, T., Sound and Recording: An Introduction (1992).<\/p>\n<p>Fonte: www.ufscar.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Grava\u00e7\u00e3o e Reprodu\u00e7\u00e3o do Som, , Grava\u00e7\u00e3o, Reprodu\u00e7\u00e3o, F\u00edsica, Sonora, Fon\u00f3grafo, Sinal, Digital, T\u00e9cnicas, Grava\u00e7\u00e3o e Reprodu\u00e7\u00e3o do Som<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[320],"tags":[],"class_list":["post-64867","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-fisica"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ 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