{"id":64849,"date":"2016-07-18T17:28:11","date_gmt":"2016-07-18T17:28:11","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=64849"},"modified":"2016-12-19T11:54:20","modified_gmt":"2016-12-19T13:54:20","slug":"fibra-optica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/fisica\/fibra-optica","title":{"rendered":"Fibra \u00d3ptica"},"content":{"rendered":"<br \/>\n<h4>Defini\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p> Uma fibra \u00f3tica \u00e9 constitu\u00edda de material diel\u00e9trico,      em geral, s\u00edlica ou pl\u00e1stico, em forma cil\u00edndrica, transparente      e flex\u00edvel, de dimens\u00f5es microsc\u00f3picas compar\u00e1veis      \u00e0s de um fio de cabelo. Esta forma cil\u00edndrica \u00e9 composta      por um n\u00facleo envolto por uma camada de material tamb\u00e9m diel\u00e9trico,      chamada casca. Cada um desses elementos possuem \u00edndices de refra\u00e7\u00e3o      diferentes, fazendo com que a luz percorra o n\u00facleo refletindo na fronteira      com a casca.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/fibra-optica-8.gif\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"285\" height=\"68\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><br \/>\n<strong>Fibra \u00d3tica<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/fibra-optica-9.gif\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"388\" height=\"149\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><br \/>\n<strong>Extremidade de um cabo com tr\u00eas fibras <\/strong><\/p>\n<p> A fibra \u00f3tica utiliza sinais de luz codificados para transmitir os      dados, necessitando de um conversor de sinais el\u00e9tricos para sinais      \u00f3ticos, um transmissor, um receptor e um conversor de sinais \u00f3ticos      para sinais el\u00e9tricos. <\/p>\n<p> A atenua\u00e7\u00e3o das transmiss\u00f5es n\u00e3o depende da      frequ\u00eancia utilizada, portanto a taxa de transmiss\u00e3o \u00e9      muito mais alta. \u00c9 totalmente imune a interfer\u00eancias eletromagn\u00e9ticas,      n\u00e3o precisa de aterramento e mant\u00e9m os pontos que liga eletricamente      isolados um do outro. Entretanto, pode ocorrer dispers\u00e3o modal se a      fibra for multimodo.<\/p>\n<p> A transmiss\u00e3o \u00f3tica est\u00e1 tamb\u00e9m sujeita \u00e0      dispers\u00e3o espectral ou crom\u00e1tica. A luz que passa na fibra \u00e9      feita de diferentes frequ\u00eancias e comprimentos de onda. O \u00edndice      de refra\u00e7\u00e3o difere para cada comprimento de onda e permite \u00e0s      ondas viajarem a diferentes velocidades. <\/p>\n<p>Os LEDs, que possuem um grande espalhamento de comprimento de onda, est\u00e3o      sujeitos a uma dispers\u00e3o de espectro consider\u00e1vel. Os lasers      exibem uma luz quase monocrom\u00e1tica (n\u00famero limitado de comprimentos      de onda) e n\u00e3o sofre qualquer dispers\u00e3o crom\u00e1tica significativa.    <\/p>\n<p> O padr\u00e3o 10BaseF refere-se \u00e0 especifica\u00e7\u00e3o do      uso de fibras \u00f3ticas para sinais Ethernet. O conector mais usado com      fibras \u00f3ticas \u00e9 o conector ST, similar ao conector BNC. No entanto,      um novo tipo est\u00e1 ficando mais conhecido, o conector SC. Ele \u00e9      quadrado e \u00e9 mais f\u00e1cil de usar em espa\u00e7os pequenos.    <\/p>\n<h4> Vantagens <\/h4>\n<p>perdas de transmiss\u00e3o baixa e banda passante grande: mais dados podem      ser enviados sobre dist\u00e2ncias mais longas, desse modo se diminui o n\u00famero      de fios e se reduz o n\u00famero de repetidores necess\u00e1rios nesta      extens\u00e3o, reduzindo o custo do sistema e complexidade. <\/p>\n<p> pequeno tamanho e peso: vem resolver o problema de espa\u00e7o e decongestionamento      de dutos no subsolo das grandes cidades e em grandes edif\u00edcios comerciais.      \u00c9 o meio de transmiss\u00e3o ideal em avi\u00f5es, navios, sat\u00e9lites,      etc. <\/p>\n<p> <strong>imunidade a interfer\u00eancias:<\/strong> n\u00e3o sofrem interfer\u00eancias      eletromagn\u00e9ticas, pois s\u00e3o compostas de material diel\u00e9trico,      e asseguram imunidade a pulsos eletromagn\u00e9ticos. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/fibra-optica.jpg\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><\/p>\n<p> <strong>isola\u00e7\u00e3o el\u00e9trica:<\/strong> n\u00e3o h\u00e1      necessidade de se preocupar com aterramento e problemas de interface de equipamento,      uma vez que \u00e9 constitu\u00edda de vidro ou pl\u00e1stico, que s\u00e3o      isolantes el\u00e9tricos. <\/p>\n<p> <strong>seguran\u00e7a do sinal:<\/strong> possui um alto grau de seguran\u00e7a,      pois n\u00e3o irradiam significativamente a luz propagada. <\/p>\n<p> mat\u00e9ria-prima abundante: \u00e9 constitu\u00edda por s\u00edlica,      material abundante e n\u00e3o muito caro. Sua despesa aumenta no processo      requerido para fazer vidros ultra-puros desse material.<\/p>\n<h4> Desvantagens <\/h4>\n<p> fragilidade das fibras \u00f3ticas sem encapsulamento: deve-se tomar cuidado      ao se lidar com as fibras, pois elas quebram com facilidade. <\/p>\n<p> dificuldade de conex\u00f5es das fibras \u00f3ticas: por ser de pequen\u00edssima      dimens\u00e3o, exigem procedimentos e dispositivos de alta precis\u00e3o      na realiza\u00e7\u00e3o de conex\u00f5es e jun\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p> acopladores tipo T com perdas muito grandes: essas perdas dificultam a utiliza\u00e7\u00e3o      da fibra \u00f3tica em sistemas multiponto. <\/p>\n<p> impossibilidade de alimenta\u00e7\u00e3o remota de repetidores: requer      alimenta\u00e7\u00e3o el\u00e9trica independente para cada repetidor,      n\u00e3o sendo poss\u00edvel a alimenta\u00e7\u00e3o remota atrav\u00e9s      do pr\u00f3prio meio de transmiss\u00e3o. <\/p>\n<p> falta de padroniza\u00e7\u00e3o dos componentes \u00f3ticos: o cont\u00ednuo      avan\u00e7o tecnol\u00f3gico e a relativa imaturidade n\u00e3o tem facilitado      e estabelecimento de padr\u00f5es. <\/p>\n<p> alto custo de instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4> Aplica\u00e7\u00f5es <\/h4>\n<p> <strong>Sistemas de comunica\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p> Rede Telef\u00f4nica: servi\u00e7os de tronco de telefonia, interligando      centrais de tr\u00e1fego interurbano e interliga\u00e7\u00e3o de centrais      telef\u00f4nicas urbanas. <\/p>\n<p> Rede Digital de Servi\u00e7os Integrados (RDSI): rede local de assinantes,      isto \u00e9, a rede f\u00edsica interligando os assinantes \u00e0 central      telef\u00f4nica local. <\/p>\n<p> Cabos Submarinos: sistemas de transmiss\u00e3o em cabos submarinos. <\/p>\n<p> Televis\u00e3o por Cabo (CATV): transmiss\u00e3o de sinais de v\u00eddeo      atrav\u00e9s de fibas \u00f3pticas. <\/p>\n<p> Sistema de Energia e Transporte: distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica      e sistema de transmiss\u00e3o ferrovi\u00e1rio. <\/p>\n<p> Redes Locais de Computadores: aplica\u00e7\u00f5es em sistemas de longa      dist\u00e2ncia e locais. Na busca de padr\u00f5es a fim de facilitar a      conectividade e minimizar os custos de aquisi\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o      com fibras \u00f3pticas, foi desenvolvido o FDDI.<\/p>\n<p><strong>Sistemas sensores <\/strong><\/p>\n<p> Aplica\u00e7\u00f5es industriais: sistemas de telemetria e supervis\u00e3o      em controle de processos. <\/p>\n<p> Aplica\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas: sistemas de monitora\u00e7\u00e3o      interna ao corpo humano e instrumenta\u00e7\u00e3o cir\u00fargica. <\/p>\n<p> Autom\u00f3veis: monitora\u00e7\u00e3o do funcionamento do motor e      acess\u00f3rios.<\/p>\n<h4>Aplica\u00e7\u00f5es militares<\/h4>\n<p> <strong>Funcionamento <\/strong><\/p>\n<p> O sinal luminoso \u00e9 transmitido para a fibra \u00f3tica sob a forma      de pulso &#8216;0&#8217;\/&#8217;1&#8242; representando uma sequ\u00eancia de s\u00edmbolos bin\u00e1rios.      As ondas passam atrav\u00e9s do n\u00facleo do cabo, que \u00e9 coberto      por uma camada chamada cladding. A refra\u00e7\u00e3o do sinal \u00e9      cuidadosamente controlada pelo desenho do cabo, os receptores e os transmissores.      O sinal luminoso n\u00e3o pode escapar do cabo \u00f3tico porque o \u00edndice      de refra\u00e7\u00e3o no n\u00facleo \u00e9 superior ao \u00edndice      de refra\u00e7\u00e3o do cladding. Deste modo, a luz viaja atrav\u00e9s      do cabo num caminho todo espelhado. <\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/fibra-optica-10.gif\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"350\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><br \/>\n<strong>Vis\u00e3o longitudinal de uma fibra \u00f3tica <\/strong><\/p>\n<p>A fonte emissora da luz \u00e9 usualmente um laser ou um LED. Os lasers      proporcionam para uma grande largura de banda um rendimento da capacidade      que \u00e9 significativamente maior do que outros m\u00e9todos. Por exemplo,      um cabo de dois fios tem um par\u00e2metro de dist\u00e2ncia de largura      de banda de 1Mhz\/Km, um cabo coaxial tem 20 Mhz\/Km, e a fibra \u00f3tica      tem 400 Mhz\/Km. O sinal \u00e9 emitido a partir de microchips compostos      por materiais semicondutores que transmitem sinais com comprimentos de onda      perto dos infra-vermelhos. Os detectores de luz de s\u00edlica s\u00e3o      usados para receber os sinais e converter os raios luminosos nos pulsos el\u00e9ctricos      &#8216;0&#8217;\/&#8217;1&#8242; originais que s\u00e3o usados no terminal, computador ou modem.    <\/p>\n<p> H\u00e1 v\u00e1rios m\u00e9todos para transmitir os raios luminosos      atrav\u00e9s da fibra: multimodo com \u00edndice degrau, multimodo com      \u00edndice gradual e monomodo. <\/p>\n<h4> Fibra \u00d3tica Multimodo com \u00cdndice Degrau <\/h4>\n<p> Foi o primeiro tipo a surgir e \u00e9 tamb\u00e9m o mais simples. Na      fibra multimodo com \u00edndice degrau, o n\u00facleo e o cladding est\u00e3o      claramente definidos. O n\u00facleo \u00e9 constitu\u00eddo de um \u00fanico      tipo de material (pl\u00e1stico, vidro), ou seja, tem \u00edndice de refra\u00e7\u00e3o      constante, e tem di\u00e2metro vari\u00e1vel, entre 50 e 400 mm. Os raios      de luz refletem no cladding em v\u00e1rios \u00e2ngulos, resultando em      comprimentos de caminhos diferentes para o sinal. Isto causa o espalhamento      do sinal ao longo da fibra e limita a largura de banda do cabo para aproximadamente      35 Mhz.km. Este fen\u00f4meno \u00e9 chamado dispers\u00e3o modal. A      atenua\u00e7\u00e3o \u00e9 elevada (maior que 5 dB\/km), fazendo com      que essas fibras sejam utilizadas em transmiss\u00e3o de dados em curtas      dist\u00e2ncias e ilumina\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/fibra-optica-11.gif\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"287\" height=\"221\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><br \/>\n<strong>Fibra \u00f3tica multimodo com \u00edndice degrau <\/strong><\/p>\n<h4>Fibra \u00d3tica Multimodo com \u00cdndice Gradual <\/h4>\n<p>Num desenvolvimento melhor, chamado multimodo com \u00edndice gradual,      a interface n\u00facleo\/cladding \u00e9 alterada para proporcionar \u00edndices      de refra\u00e7\u00e3o diferentes dentro do n\u00facleo e do cladding.      Os raios de luz viajam no eixo do cabo encontrando uma grande refra\u00e7\u00e3o,      tornando baixa sua velocidade de transmiss\u00e3o . Os raios que viajam      na dire\u00e7\u00e3o do cabo tem um \u00edndice de refra\u00e7\u00e3o      menor e s\u00e3o propagados mais rapidamente. <\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 ter todos os modos do sinal \u00e0 mesma velocidade      no cabo, de maneira a reduzir a dispers\u00e3o modal. Essa fibra pode ter      larguras de banda de at\u00e9 500 Mhz.km. O n\u00facleo tem, tipicamente,      entre 125 e 50 mm e a atenua\u00e7\u00e3o \u00e9 baixa (3 dB\/km), sendo      por esse motivo empregada em telecomunica\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/fibra-optica-13.gif\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"294\" height=\"227\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><br \/>\n<strong>Fibra \u00f3tica multimodo com \u00edndice gradual <\/strong><\/p>\n<h4>Fibra \u00d3tica Monomodo <\/h4>\n<p> A fibra monomodo vai um passo \u00e0 frente. O tamanho do n\u00facleo,      8 micrometros (\u00b5m) de di\u00e2metro, e o \u00edndice n\u00facleo\/cladding      permite que apenas um modo seja propagado atrav\u00e9s da fibra., conseq\u00fcentemente      diminuindo a dispers\u00e3o do pulso luminoso. A emiss\u00e3o de sinais      monomodo s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel com laser, podendo atingir taxas      de transmiss\u00e3o na ordem de 100 GHz.km, com atenua\u00e7\u00e3o      entre 0,2 dB\/km e 0,7 dB\/km . Contudo, o equipamento como um todo \u00e9      mais caro que o dos sistemas multimodo. Essa fibra possui grande express\u00e3o      em sistemas telef\u00f4nicos. <\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/fibra-optica-12.gif\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"292\" height=\"227\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><br \/>\n<strong>Fibra \u00f3tica monomodo <\/strong><\/p>\n<h4>Transmissores \u00d3ticos <\/h4>\n<p> S\u00e3o respons\u00e1veis por converter sinais el\u00e9tricos em      sinais \u00f3ticos que ir\u00e3o trafegar na fibra. A fonte \u00f3tica      \u00e9 modulada pela sua intensidade, atrav\u00e9s da varia\u00e7\u00e3o      da corrente el\u00e9trica injetada no gerador \u00f3tico. A fonte \u00f3tica      \u00e9 um semicondutor, e pode ser de dois tipos: <\/p>\n<p>LED (Light-Emitting Diode) utiliza o processo de fotogera\u00e7\u00e3o      por recombina\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea. S\u00e3o utilizados em      sistemas de comunica\u00e7\u00e3o que exijam taxas de transfer\u00eancia      menores do que 100 a 200 Mbits\/s. <br \/>\n     Diodo LASER (Light Amplification by Simulated Emission of Radiation) utiliza      o processo de gera\u00e7\u00e3o estimulada de luz.<\/p>\n<h4>Diferen\u00e7as Funcionais entre LEDs e LASERs <\/h4>\n<table width=\"300\" border=\"\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" cols=\"3\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#CCCC00\" class=\"tabela\">\n<td> <strong>Caracter\u00edsticas<\/strong><\/td>\n<td> <strong>Laser<\/strong><\/td>\n<td> <strong>LED<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Pot\u00eancia \u00d3tica<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> alta<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> baixa<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Custo<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> alto<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> baixo<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Utiliza\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> complexa<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> simples<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Largura do Espectro<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> estreita<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> larga<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Tempo de Vida<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> menor<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> maior<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Velocidade<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> r\u00e1pido<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> lento<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Diverg\u00eancia na Emiss\u00e3o<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> menor<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> maior<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Acoplamento na Fibra Monomodal<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> melhor<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> pior<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Sensibilidade a Temperatura<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> substancial<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> insignificante<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Taxa de Dados<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> alta<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> baixa<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Modo<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> multimodo ou monomodo<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> multimodo<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Dist\u00e2ncia<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> longa<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> pequena<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<h4>Receptores \u00d3ticos <\/h4>\n<p> Tamb\u00e9m chamados de fotodetectores, s\u00e3o respons\u00e1veis      pela convers\u00e3o dos sinais \u00f3ticos recebidos da fibra em sinais      el\u00e9tricos. Devem operar com sucesso nos menores n\u00edveis de pot\u00eancia      \u00f3ticas poss\u00edveis, convertendo o sinal com um m\u00ednimo de      distor\u00e7\u00e3o e ru\u00eddo, a fim de garantir o maior alcance      poss\u00edvel. <\/p>\n<p> Os fotodetectores mais utilizados s\u00e3o os fotodiodos, e os mais comuns      s\u00e3o PIN <br \/>\n     e APD (Avalanche PhotoDiode). <\/p>\n<h4>Diferen\u00e7as Funcionais entre Fotodiodos PIN e APD<\/h4>\n<tr bgcolor=\"#FF9966\" class=\"tabela\">\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#CCCC00\">\n<td>\n<p align=\"center\"><strong>Caracter\u00edsticas<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"center\"><strong>PIN<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"center\"><strong>APD<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Sensibilidade<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> menor<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> muito maior<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Linearidade<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> maior<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> menor<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Rela\u00e7\u00e3o Sinal\/Ru\u00eddo<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> pior<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> melhor<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Custo<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> baixo<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> alto<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Vida \u00datil<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> maior<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> menor<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Tempo de Resposta<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> maior<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> menor<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Varia\u00e7\u00e3o das Caracter\u00edsticas              conforme a Varia\u00e7\u00e3o\u00a0<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> menor<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> maior<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\" class=\"tabela\">\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> Circuito de polariza\u00e7\u00e3o\u00a0<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> simples<\/td>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\"> complexo<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<h4> Compara\u00e7\u00e3o das Fibras \u00d3ticas e dos Fios de Cobre <\/h4>\n<p> \u00c9 instrutivo comparar a fibra com o cobre. A fibra tem muitas vantagens.      Para come\u00e7o de conversa, ela pode gerenciar larguras de banda muito      mais largas do que o cobre. Apenas essa caracter\u00edstica justificaria      seu uso nas redes de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o. Devido \u00e0      baixa atenua\u00e7\u00e3o, os repetidores s\u00f3 s\u00e3o necess\u00e1rios      a cada 30Km de dist\u00e2ncia, o que em compara\u00e7\u00e3o com o cobre,      representa uma economia seignificativa. A fibra tamb\u00e9m tem a vantagem      de n\u00e3o ser afetada por picos de voltagem, interfer\u00eancia magn\u00e9tica      ou quedas no fornecimento de energia. Ela tamb\u00e9m est\u00e1 imune      \u00e0 a\u00e7\u00e3o corrosiva de alguns elementos qu\u00edmicos      que pairam no ar e, conseq\u00fcentemente, adapta-se muito bem a regi\u00f5es      industriais. <\/p>\n<p>     Por mais estranho que possa parecer, as companhias telef\u00f4nicas gostam      da fibra por outra raz\u00e3o: ela \u00e9 fina e leve. Muitos dos dutos      de cabo atuais est\u00e3o completamente lotados, de modo que n\u00e3o      h\u00e1 espa\u00e7o para aumentar. Al\u00e9m da remo\u00e7\u00e3o,      e subseq\u00fcente substitui\u00e7\u00e3o, do cobre por fibras deixar      os dutos vazios, o cobre tem um excelente valor de revenda para as refinarias      especializadas, pois trata-se de um min\u00e9rio de alt\u00edssima qualidade.      Al\u00e9m disso, a fibra \u00e9 mais leve que o cobre. Mil pares tran\u00e7ados      com 1 Km de comprimento pesam 8t. Duas fibras t\u00eam mais capacidade e      pesam apenas 100Kg, reduzindo de maneira significativa a necessidade de sistemas      mec\u00e2nicas de suporte, cuja manuten\u00e7\u00e3o \u00e9 extremamente      cara. Nas novas rotas, as fibras t\u00eam prefer\u00eancia por terem um      custo de instala\u00e7\u00e3o muito mais baixo. <\/p>\n<p> Por fim, as fibras n\u00e3o desperdi\u00e7am luz e dificilmente s\u00e3o      interceptadas. Por essas raz\u00f5es, trata-se de uma alternativa muito      mais segura contra poss\u00edveis escutas telef\u00f4nicas. <\/p>\n<p> A raz\u00e3o para que a fibra seja melhor do que o cobre \u00e9 inerente      \u00e0s quest\u00f5es f\u00edsicas subjacentes a esses dois materiais.      Quando os el\u00e9trons se movem dentro de um fio, eles afetam um ao outro      e, al\u00e9m do mais, s\u00e3o afetados pelos el\u00e9trons existentes      fora do fio. Os f\u00f3tons de uma fibra n\u00e3o afetam um ao outro (n\u00e3o      t\u00eam carga el\u00e9trica) e n\u00e3o s\u00e3o afetados pelos f\u00f3tons      dispersos existentes do lado de fora da fibra. <\/p>\n<p> Vale lembrar, no entanto, que a fibra \u00e9 uma tecnologia nova, que      requer conhecimentos de que a maioria dos engenheiros n\u00e3o disp\u00f5em.      Como a transmiss\u00e3o \u00e9 basicamente unidirecional, a comunica\u00e7\u00e3o      bidirecional exige duas fibras e duas bandas de freq\u00fc\u00eancia em uma      fibra. Finalmente, as interfaces de fibra s\u00e3o mais caras do que as      interfaces el\u00e9tricas. No entanto, todos sabemos que o futuro das comunica\u00e7\u00f5es      de dados em dist\u00e2ncias significativas pertence \u00e0 fibra. <\/p>\n<p>Fonte:  www.inf.ufrgs.br <\/p>\n<h6>Fibra \u00d3ptica<\/h6>\n<h4>Capacidade de transmiss\u00e3o da fibra \u00e9 1 milh\u00e3o de vezes      maior que a do cabo<\/h4>\n<p>Com capacidade de transmiss\u00e3o at\u00e9 1 milh\u00e3o de vezes      maior do que o cabo met\u00e1lico, a fibra \u00f3tica \u00e9 hoje a      base das rela\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o no mundo. Se      mantiv\u00e9ssemos somente o cabo met\u00e1lico como condutor de informa\u00e7\u00f5es,      em alguns casos seria mais r\u00e1pido enviar um motoboy para fazer uma      entrega do que mand\u00e1-la via rede.<\/p>\n<p>Para se ter uma id\u00e9ia, se quis\u00e9ssemos transmitir um pacote      de informa\u00e7\u00f5es com 72 Gb &#8211; o que corresponde ao conte\u00fado      de um disco r\u00edgido de 9 GB (a maioria dos PC&#8217;s comercializados hoje      possui 4 GB) &#8211; a uma dist\u00e2ncia de 10 km, precisar\u00edamos de dez      horas utilizando um cabo met\u00e1lico, enquanto por fibra \u00f3tica      seriam gastos apenas 7,2 segundos.<\/p>\n<p>Praticamente n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a entre a velocidade de      transmiss\u00e3o em um cabo met\u00e1lico e a fibra. O que muda \u00e9      a capacidade de transmiss\u00e3o. A fibra pode transportar um n\u00famero      muito maior de bits por segundo do que o cabo. Pense em um est\u00e1dio      de futebol lotado. Se houvesse uma \u00fanica porta pequena de sa\u00edda      para as 100 mil pessoas, o tempo para que o est\u00e1dio ficasse completamente      vazio seria muito maior do que se fossem utilizados diversos port\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<p>Formada por s\u00edlica a fibra transmite as informa\u00e7\u00f5es      pelo sistema de reflex\u00e3o total. Imagine um cabo pl\u00e1stico comprido      e flex\u00edvel revestido internamente com espelhos. Em uma das pontas s\u00e3o      lan\u00e7ados raios laser que s\u00e3o refletidos ao longo de todo o cabo,      mesmo que ele tenha curvas. Como em um c\u00f3digo morse, os raios laser      s\u00e3o ligados e desligados para enviar cada bit de informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da enorme capacidade de transmiss\u00e3o, a fibra tem outras      vantagens na compara\u00e7\u00e3o com o cabo met\u00e1lico, como a alta      estabilidade, baixa perda na transmiss\u00e3o e grande resist\u00eancia.<\/p>\n<h4>Gloss\u00e1rio<\/h4>\n<blockquote>\n<p> <strong>Gb:<\/strong> Gigabits (um bilh\u00e3o de bits)<br \/>\n<strong>GB:<\/strong> Gigabytes<br \/>\n<strong>1 byte:<\/strong> 8 bits<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/fibra-optica-2.jpg\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"350\" height=\"240\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><\/p>\n<p>Fonte:  www.terra.com.br<\/p>\n<h6>Fibra \u00d3ptica<\/h6>\n<p>As fibras \u00f3pticas s\u00e3o elementos extremamente fr\u00e1geis,      tornando o seu manuseio, a n\u00edveis pr\u00e1ticos, bastante dif\u00edcil.      Para implementar um adequado conjunto de presta\u00e7\u00f5es as fibras      \u00f3pticas s\u00e3o processadas e colocadas no interior de cabos, chamados      cabos \u00f3pticos.<\/p>\n<p> Para o projeto de cabos \u00f3ticos devem ser observados os seguintes      itens:<\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8211; n\u00famero de fibras;<br \/>\n       &#8211; aplica\u00e7\u00e3o;<br \/>\n       &#8211; minimiza\u00e7\u00e3o de atenua\u00e7\u00e3o por curvaturas;<br \/>\n       &#8211; caracter\u00edsticas de transmiss\u00e3o est\u00e1veis dentro da        maior faixa poss\u00edvel de temperatura;<br \/>\n       &#8211; resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o, curvatura, vibra\u00e7\u00e3o,        compress\u00e3o adequadas;<br \/>\n       &#8211; resist\u00eancia ao envelhecimento;<br \/>\n       &#8211; facilidade de manuseio, instala\u00e7\u00e3o, confec\u00e7\u00e3o        de emendas, etc.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>MICRODERIVA\u00c7\u00d5ES E MICROCURVATURAS<\/h4>\n<p> Os efeitos de microderiva\u00e7\u00f5es no eixo da fibra e de curvaturas      s\u00e3o discutidos quanto ao desempenho na transmiss\u00e3o \u00f3ptica.      Tens\u00f5es impostas \u00e0 fibra, que est\u00e3o abaixo de deformar      o eixo da fibra, n\u00e3o produzem acr\u00e9scimo de atenua\u00e7\u00e3o.      A deforma\u00e7\u00e3o \u00e9 percebida pela radia\u00e7\u00e3o      quando existe uma varia\u00e7\u00e3o de \u00edndice de refra\u00e7\u00e3o      ao longo da fibra, causando acoplamento entre modos, quando ocorrem curvaturas      de per\u00edodo proporcional ao curso \u00f3ptico (poucos mil\u00edmetros)      ou fuga de modos de alta ordem, nas curvaturas de raio cont\u00ednuo. Portanto,      as perdas por microcurvaturas num cabo de fibra \u00f3ptica podem ser limitadas      pela modifica\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios par\u00e2metros da fibra      ou cabo. As possibilidades incluem: Reduzir o di\u00e2metro do n\u00facleo      da fibra para reduzir o fator perda; Crescer o di\u00e2metro da casca da      fibra, de tal forma que somente uma grande tens\u00e3o ser\u00e1 capaz      de produzir microcurvaturas ou reduzir os efeitos de aspereza; M\u00e1xima      polidez dos efeitos de aspereza, pela redu\u00e7\u00e3o dos m\u00f3dulos      de Young do material do cabo e cobertura e crescer a espessura da cobertura      ou remover a tens\u00e3o da fibra no cabo.<\/p>\n<h4> CONSTRU\u00c7\u00c3O DE CABOS \u00d3TICOS<\/h4>\n<p> \u00c9 efetuada atrav\u00e9s de v\u00e1rias etapas de reuni\u00e3o      de v\u00e1rios elementos, aplica\u00e7\u00e3o de capas, enchimentos,      encordoamentos em equipamentos especiais, tais como extrusoras e planet\u00e1rias.      Neste processo efetua-se a cordagem das fibras em torno de elementos de apoio      e tra\u00e7\u00e3o. Para se garantir uma probabilidade de longa vida para      o cabo, \u00e9 necess\u00e1rio n\u00e3o submeter a fibra \u00e0 tens\u00f5es      elevadas. Para isso, s\u00e3o utilizados, durante a constru\u00e7\u00e3o,      elementos tensores e tubos os quais absorvem as solicita\u00e7\u00f5es      mec\u00e2nicas aplicadas no cabo. Esses elementos s\u00e3o muito importantes      na constru\u00e7\u00e3o do cabo, assegurando estabilidade dimensional      do mesmo.<\/p>\n<p>Estes cabos devem oferecer condi\u00e7\u00f5es seguras, para que as fibras      \u00f3pticas possam ser operadas nas diversas situa\u00e7\u00f5es em      que podem ser instaladas. S\u00e3o, usualmente, divididos em dois grupos:<\/p>\n<p> <strong>Cabos \u00d3pticos &#8220;Tight&#8221; (preso) <\/strong><\/p>\n<p> <strong>Cabos \u00d3pticos &#8220;Loose&#8221; (solto) Cabos \u00d3pticos      &#8220;Tight&#8221; <\/strong> <\/p>\n<p> Nos cabos \u00f3pticos com estrutura &#8220;Tight&#8221;, as fibras \u00f3pticas      com revestimento prim\u00e1rio (normalmente de silicone) recebem um revestimento      secund\u00e1rio (normalmente nylon), e s\u00e3o reunidas em grupos com      cinco, seis ou oito fibras, em torno de um elemento de tra\u00e7\u00e3o      central, formando o n\u00facleo do cabo. O n\u00facleo, com enfaixamentos      pl\u00e1sticos recebe uma capa externa pl\u00e1stico-met\u00e1lica,      que o proteger\u00e1 contra a penetra\u00e7\u00e3o de umidade.<\/p>\n<p> Cabos \u00d3pticos &#8220;Loose&#8221; Nos cabos \u00f3pticos com estrutura      &#8220;Loose&#8221;, as fibras, ap\u00f3s receberem ou n\u00e3o um revestimento      secund\u00e1rio, s\u00e3o colocadas soltas no interior de um tubo de pequeno      di\u00e2metro ou numa ranhura de um perfil pl\u00e1stico. Os tubos s\u00e3o,      ent\u00e3o, reunidos em torno do elemento central de tra\u00e7\u00e3o,      formando o n\u00facleo do cabo. No caso do perfilado pl\u00e1stico, que      \u00e9 o pr\u00f3prio n\u00facleo do cabo, o n\u00famero de Fibras      \u00d3pticas \u00e9 determinado pelo n\u00famero de ranhuras e pelo      n\u00famero de Fibras \u00d3pticas depositadas em cada ranhura. Este n\u00facleo,      depois de enfaixado, tamb\u00e9m recebe uma capa pl\u00e1stico-met\u00e1lica.<\/p>\n<h4> ESTRUTURAS DE CABOS \u00d3PTICOS<\/h4>\n<p> A estrutura do cabo \u00f3ptico varia de acordo com cada aplica\u00e7\u00e3o      que o cabo ter\u00e1, como: O cabo ser\u00e1 instalado em dutos; o cabo      ser\u00e1 enterrado diretamente; o cabo ser\u00e1 aplicado em postes;      o cabo ser\u00e1 submarino, o cabo ser\u00e1 instalado em redes el\u00e9tricas      (cabo p\u00e1ra-raios). Existem propriedades mec\u00e2nicas muito importantes      que um cabo deve ter , como a m\u00e1xima carga axial permitida num cabo,      o alongamento das fibras durante a fabrica\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o      do cabo \u00e9 limitado em 0,1 a 0,2%. As outras propriedades mec\u00e2nicas      s\u00e3o: a m\u00e1xima for\u00e7a lateral din\u00e2mica e est\u00e1tica      onde, com isso, determina-se a configura\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o      que o cabo fornecer\u00e1 \u00e0s fibras (empacotamento) e o limite da      toler\u00e2ncia de microcurvaturas da fibra; adequada flexibilidade, a qual      requer que as fibras sejam colocadas em posi\u00e7\u00e3o helicoidal,      ou seja, uma posi\u00e7\u00e3o que garanta a tens\u00e3o uniforme nas      fibras; e os tipos de materiais utilizados.<\/p>\n<p> As propriedades mec\u00e2nicas da fibra \u00f3ptica s\u00e3o resumidas      basicamente em tr\u00eas: resist\u00eancia, fadiga est\u00e1tica e fadiga      din\u00e2mica. S\u00e3o essas propriedades que determinam a confec\u00e7\u00e3o      do projeto do cabo \u00f3ptico. Existem quatro fatores importantes no projeto      dos v\u00e1rios tipos de cabos \u00f3pticos, que s\u00e3o:<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00b7 Passo de encordoamento da fibra \u00f3ptica com camada secund\u00e1ria.<\/p>\n<p>\u00b7 Sele\u00e7\u00e3o do elemento tensor e configura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00b7 Estrutura de capa do cabo. <\/p>\n<p>\u00b7 M\u00e9todo de encordoar fios de cobre para alimenta\u00e7\u00e3o,        supervis\u00e3o. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p> Duas estruturas t\u00eam se tornadas b\u00e1sicas para todas as outras:      Uma baseada na m\u00e1xima integra\u00e7\u00e3o destes fen\u00f4menos,      atrav\u00e9s do uso de materiais absorventes de impactos, denominando as      estruturas &#8220;Tight&#8221; (apertado, justo). Outra baseada no princ\u00edpio      de elimina\u00e7\u00e3o da tens\u00e3o, como sendo a causa potencial      de microcurvaturas, denominando as estruturas &#8220;Loose&#8221; (solto, frouxo).    <\/p>\n<p> Estrutura &#8220;Tight&#8221; Este tipo de cabo \u00e9 feito pelo refor\u00e7o      e prote\u00e7\u00e3o \u00e0 fibra, por extrus\u00e3o de uma cobertura      pl\u00e1stica, formando unidades b\u00e1sicas. Como resultado, a cobertura      prim\u00e1ria utiliza silicone modificado, uretano e ep\u00f3xi. A cobertura      secund\u00e1ria usa nylon 12, polietileno e polipropileno. Essa estrutura      de fibra de dupla cobertura deve proteg\u00ea-la de rupturas e degrada\u00e7\u00e3o      das propriedades de transmiss\u00e3o, p\u00f4r causa de for\u00e7as externas      e varia\u00e7\u00e3o de temperatura, para se otimizar a estrutura de fibras      com coberturas pl\u00e1sticas. <\/p>\n<p> O encordoamento das fibras \u00f3pticas \u00e9 necess\u00e1rio num      cabo \u00f3ptico para obter flexibilidade e proteger as fibras das tens\u00f5es      a que ficam submetidas durante a curvatura do cabo. Para pequenos valores      de passo de encordoamento, a fibra \u00f3ptica deve curvar-se em torno de      um pequeno raio. Assim, ocorre a presen\u00e7a da fadiga da fibra e o acr\u00e9scimo      da atenua\u00e7\u00e3o, portanto \u00e9 necess\u00e1rio evitar passos      de encordoamento muito pequenos. An\u00e1lises te\u00f3ricas revelam que      um comprimento de passo de 100 a 200 mm \u00e9 mais adequado. <\/p>\n<p>O elemento tensor \u00e9 planejado para se opor a cargas de tens\u00f5es      durante a instala\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, manter as for\u00e7as      dentro das toler\u00e2ncias admiss\u00edveis para a fibra. Fios de a\u00e7o      s\u00e3o normalmente usados como elemento tensor. A m\u00e1xima deforma\u00e7\u00e3o      no elemento tensor deve ser de 0,2 a 0,39%, para uma m\u00e1xima carga esperada      durante a instala\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m existem os cabos ultraleves      e de di\u00e2metro reduzido, que usam FRP (Fiber Reinforced Plastics) e Kevlar,      como materiais para elemento tensor. Kevlar \u00e9 mais usado em cord\u00f5es      \u00f3pticos. Aqui, uma fibra \u00f3ptica simples, ou poucas, s\u00e3o      usadas em instala\u00e7\u00f5es internas. A estrutura da capa do cabo      deve proteger as fibras \u00f3pticas de for\u00e7as externas e continuar      em tamanho pequeno e leve. <\/p>\n<p>Uma estrutura APL (Alum\u00ednio Polietileno Laminado), a mesma dos cabos      met\u00e1licos convencionais, \u00e9 usada nos cabos \u00f3pticos aqui      no Brasil e em grande parte do mundo. Cabos \u00f3pticos tamb\u00e9m usam      capas de PVC de alta resist\u00eancia \u00e0 chama. <\/p>\n<p>Um crit\u00e9rio de otimiza\u00e7\u00e3o do projeto, semelhante ao      usado em fibras \u00f3pticas com revesti mento, \u00e9 usado para assegurar      a estabilidade das propriedades de transmiss\u00e3o. Como resultado, um      fio de a\u00e7o com di\u00e2metro levemente maior que a fibra \u00f3ptica      com revestimento \u00e9 adequado como elemento tensor. Um di\u00e2metro      \u00f3timo para a unidade b\u00e1sica \u00e9 p\u00f4r volta de 4 mm.    <\/p>\n<p> Estrutura &#8220;Loose&#8221; Este tipo de cabo \u00e9 feito com as fibras      \u00f3pticas com revestimento prim\u00e1rio de poucas dezenas de m\u00edcrons      de espessura e adaptadas frouxamente dentro de um tubo pl\u00e1stico extrudado.      A melhor maneira de desacoplar as fibras \u00f3pticas da deforma\u00e7\u00e3o      do cabo, quando sob tens\u00e3o, \u00e9 coloc\u00e1-las individualmente      em tubos, tendo um di\u00e2metro interno grande suficiente para que elas      se movam livremente. O tubo, uma vez helicoidalmente encordoado em trono do      elemento tensor central, fornece \u00e0 fibra uma &#8220;janela&#8221; de      opera\u00e7\u00e3o, onde os efeitos do alongamento relativo e contra\u00e7\u00e3o      n\u00e3o s\u00e3o sentidos. <\/p>\n<p> A largura dessa janela determina a performance temperatura-tens\u00e3o      do cabo, que \u00e9 afetado pelo coeficiente t\u00e9rmico dos materiais,      p\u00ealos seus m\u00f3dulos de tens\u00e3o e pela faixa de excesso de      fibra solta nos tubos. Um tubo &#8220;Loose&#8221; d\u00e1 uma grande liberdade      \u00e0s fibras, com respeito \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o dos cabos      quanto tencionados, mas \u00e9 preciso ter o controle de excesso de fibra      solta nos tubos. A fibra \u00f3ptica num tubo &#8220;Loose&#8221;,sofre perdas      p\u00f4r microcurvaturas, quando \u00e9 for\u00e7ada para dentro do tubo.      As for\u00e7as radiais ocorrem quando a fibra est\u00e1 sob tens\u00e3o      ou compress\u00e3o axial. <\/p>\n<p> Os par\u00e2metros que determinam a presen\u00e7a de microcurvaturas      induzidas p\u00f4r for\u00e7as s\u00e3o dois:<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u00b7 As dimens\u00f5es e curvaturas do tubo; <\/p>\n<p>\u00b7 A quantidade de fibra solta no tubo. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p> A perda p\u00f4r excesso num cabo constru\u00eddo de tubo &#8220;Loose&#8221;      \u00e9 governada p\u00ealos efeitos de cabeamento e o envolvimento desses      dois par\u00e2metros. Excesso de fibra \u00e9 um termo comem expressado      geralmente em porcentagem, pela raz\u00e3o de fibra solta para o comprimento      de um tubo que a cont\u00e9m. Por causa da grande diferen\u00e7a dos coeficientes      de expans\u00e3o t\u00e9rmica entre os materiais pl\u00e1sticos e a      fibra de s\u00edlica, temperaturas abaixo de -30 \u00b0C causam encolhimento      no cabo, o qual resulta num crescimento do comprimento de excesso de fibra      e portanto, um acr\u00e9scimo de atenua\u00e7\u00e3o. Usando-se membros      endurecidos, tendo um coeficiente t\u00e9rmico similar ao coeficiente t\u00e9rmico      de expans\u00e3o da s\u00edlica, pode-se reduzir o acr\u00e9scimo de      atenua\u00e7\u00e3o al\u00e9m de -30\u00b0C. Num cabo encordoado sob      tens\u00e3o, as fibras movem-se lateralmente em dire\u00e7\u00e3o ao      centro do n\u00facleo do cabo. As fibras permanecem sem esfor\u00e7o,      at\u00e9 que se encostam \u00e0 parede interna do tubo. O elemento tensor      central, normalmente, consiste de fibra de vidro ou a\u00e7o e atuam como      membros endurecidos, que possuem coeficiente t\u00e9rmico de expans\u00e3o      similar ao da s\u00edlica. Portanto, o acr\u00e9scimo de atenua\u00e7\u00e3o      na faixa de varia\u00e7\u00e3o da temperatura ambiente permanece constante,      para cabos encordoados.<\/p>\n<h4> INSTALA\u00c7\u00c3O DE CABOS<\/h4>\n<p> Os Cabos \u00f3ticos necessitam cuidados especiais para instala\u00e7\u00e3o,      pois as fibras s\u00e3o materiais fr\u00e1geis e quebradi\u00e7os. <\/p>\n<h4>Devemos observar que:<\/h4>\n<p>O cabo n\u00e3o deve sofrer curvaturas acentuadas, o que pode provocar      quebra das fibras em seu interior. <\/p>\n<p> O cabo n\u00e3o deve ser tracionado pelas fibras, e sim pelos elementos      de tra\u00e7\u00e3o ou a\u00e7o do cabo. <\/p>\n<p> A velocidade do puxamento n\u00e3o pode ser elevada.. <\/p>\n<p> N\u00e3o se deve exceder a m\u00e1xima tens\u00e3o de puxamento especificada      para o cabo. <\/p>\n<p> O cabo deve ser limpo e lubrificado, a fim de diminuir o atrito de tracionamento.    <\/p>\n<p> Puxa-se o cabo com um destorcedor, para permitir uma acomoda\u00e7\u00e3o      natural do cabo no interior do duto ou canaliza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<h4>TIPOS DE CABOS E FIBRAS \u00d3PTICAS <\/h4>\n<h5> Diferentes tipos de cabos s\u00e3o respons\u00e1veis por prote\u00e7\u00f5es      diferentes para fibras \u00f3ticas, por exemplo: <\/h5>\n<p> Cabos \u00f3ticos a\u00e9reos devem ser resistente a varia\u00e7\u00f5es      de temperatura e umidade. <\/p>\n<p> Cabos \u00f3ticos submarinos devem poder suportar altas press\u00f5es      debaixo da \u00e1gua. <\/p>\n<p> Cabos \u00f3ticos subterr\u00e2neos precisam suportar forcas de esmagamento      e a a\u00e7\u00e3o dos roedores. <\/p>\n<h4> Cabo de fibra \u00f3ptica loose tube para aplica\u00e7\u00f5es externas<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/cabo-de-fibra-optica-4.jpg\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"300\" height=\"152\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><\/p>\n<p> A constru\u00e7\u00e3o destes cabos, e os materiais ultilizados garantem      \u00e0s fibras \u00f3pticas contidas nas unidades b\u00e1sicas (tubete      Loose) uma perfeita acomoda\u00e7\u00e3o em um ambiente livre de solicita\u00e7\u00f5es      de qualquer natureza durante toda vida \u00fatil do cabo. A confec\u00e7\u00e3o      b\u00e1sica em configura\u00e7\u00e3o tipo Loose, permite obter-se a      m\u00e1xima estabilidade das caracter\u00edsticas transmissivas. <\/p>\n<p> A t\u00e9cnica Loose prev\u00ea o emprego de tubetes de material pl\u00e1stico      extrudados sobre grupos de fibras \u00f3pticas identificadas por cores.      Para formar o n\u00facleo \u00f3ptico, v\u00e1rios tubetes s\u00e3o      cortados em forma de h\u00e9lice entorno a um elemento central diel\u00e9trico.      A h\u00e9lice \u00e9 formada em configura\u00e7\u00e3o S-Z, ou seja      os giros da mesma invertem-se repetidamente ap\u00f3s intervalos regulares      permitindo f\u00e1cil acesso a todos os tubetes em qualquer posi\u00e7\u00e3o      do cabo. A resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o \u00e9 assegurada      por elementos perif\u00e9ricos circundantes ao n\u00facleo \u00f3ptico.      Trata-se de fios de aramida ou similares alocados sob a capa externa em forma      de camadas perfeitamente aderentes entre si e aos elementos construtivos do      cabo.<\/p>\n<p> A fibra \u00e9 instalada em uma espiral solta dentro do tubo. Podem se      mover livremente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s paredes. A fibra fica      isolada da fadiga. Pode ser utilizada em dutos, poste, enla\u00e7amento      suspensos, percursos sujeitos a varia\u00e7\u00f5es externas de temperatura,      enterrados ou na \u00e1gua tem pre\u00e7os baixos. <\/p>\n<p> Destina-se a qualquer tipo de transmiss\u00e3o de dados em alta velocidade,      estes cabos s\u00e3o completamente imperme\u00e1veis, al\u00e9m de serem      testados e verificados conforme a norma bellcore GR-20 para sistemas de cabeamento      externo.<\/p>\n<h4>Cabo \u00f3ptico diel\u00e9trico cfoa-der<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/cabo-de-fibra-optica-5.jpg\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"284\" height=\"181\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><br \/>\n<strong>Cabo \u00f3ptico diel\u00e9trico cfoa-der<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/cabo-de-fibra-optica-6.jpg\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"270\" height=\"191\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><br \/>\n<strong>Estrutura cabo \u00f3ptico diel\u00e9trico cfoa-der<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/cabo-de-fibra-optica-7.jpg\" alt=\"Fibra \u00d3ptica\" width=\"350\" border=\"0\" title=\"Fibra \u00d3ptica\" \/><br \/>\n<strong>Cabo de fita<\/strong><\/p>\n<h4>Cabo OPGW(optical fiber ground wire)<\/h4>\n<p> Entra no lugar do cabo guarda, ou cabo para raios das linhas de transmiss\u00e3o      de energia. O cabo guarda possui em seu interior fibras \u00f3ticas revestidas      por alum\u00ednio. Esta integra\u00e7\u00e3o entre cabo \u00f3tico      e linha de transmiss\u00e3o deve ser baseado em dois conceitos que s\u00e3o      : preservar a fun\u00e7\u00e3o do cabo para raios e minimizar a interven\u00e7\u00e3o      na linha de transmiss\u00e3o existente. <\/p>\n<p>A imunidade da fibra a campos eletromagn\u00e9ticos possibilita integr\u00e1-la      ao n\u00facleo da rede de energia, assegurando assim aos usu\u00e1rios      o controle sobre suas liga\u00e7\u00f5es vitais na malha de comunica\u00e7\u00f5es.      Al\u00e9m disso, a capacidade da fibra \u00f3ptica de transmiss\u00e3o      de voz, dados e imagem a altas taxas facilitam a viabiliza\u00e7\u00e3o      n\u00e3o somente dos meios convencionais de telecomunica\u00e7\u00f5es      como tamb\u00e9m telecontrole, telepesquisa e solu\u00e7\u00f5es de      automa\u00e7\u00e3o. As aplica\u00e7\u00f5es de cabos \u00f3pticos      a\u00e9reos est\u00e3o se tornando cada vez mais atraentes para sistemas      utilit\u00e1rios distribuidores de energia que visam desenvolver redes de      comunica\u00e7\u00f5es em sua infra-estrutura de linhas de energia j\u00e1      existentes. Os cabos OPGW (Optical Ground Wire) se prestam a uma fun\u00e7\u00e3o      el\u00e9trica prim\u00e1ria: eles s\u00e3o p\u00e1ra-raio (protegem      a rede de descargas atmosf\u00e9ricas), e s\u00e3o prote\u00e7\u00e3o      contra curto-circuito. Suas partes met\u00e1licas s\u00e3o capazes de      suportar correntes extremamente altas. A constru\u00e7\u00e3o das diversas      vers\u00f5es destes cabos visam principalmente evitar riscos de eventos      repentinos que possam levar \u00e0 interrup\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o      da rede de alta tens\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, seu reparo, tempo      de queda de energia e conseq\u00fcentemente perda de receitas.<\/p>\n<h4> Vantagem<\/h4>\n<blockquote>\n<p>Pequeno di\u00e2metro externo; <\/p>\n<p> Peso reduzido; <\/p>\n<p> Excelente capacidade de corrente de curto-circuito. Constru\u00e7\u00e3o      <\/p>\n<p> Elemento central met\u00e1lico em ACS, A\u00e7o Alum\u00ednio; <\/p>\n<p> De um a tr\u00eas tubos em a\u00e7o inoxid\u00e1vel com capacidade        total at\u00e9 144 fibras \u00f3pticas; <\/p>\n<p> Primeira camada com fios de ACS; <\/p>\n<p> Camada (fios em alum\u00ednio liga e ACS) de acordo comas capacidades        da corrente de curto-circuito e tens\u00f5es do projeto. <\/p>\n<p>Para redes de computadores, que exigem cabos \u00f3pticos lan\u00e7ados        entre edif\u00edcios e no interior destes, existem v\u00e1ria possibilidades        de escolha dos cabos \u00f3pticos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Cabo Universal<\/h4>\n<p>\u00c9 projetado para permitir o seu lan\u00e7amento tanto externo quanto      internamente aos edif\u00edcios. \u00c9 um cabo tipo &#8220;Loose&#8221;      geleado, o qual \u00e9 compat\u00edvel com os requerimentos da UL 910.      O seu projeto prev\u00ea a prote\u00e7\u00e3o contra o meio ambiente,      quando usado na parte externa dos edif\u00edcios.<\/p>\n<h4>Cabos Externos\/internos<\/h4>\n<p>Precisam ser compat\u00edveis ou melhores do que est\u00e1 especificado      pela norma TR-NWT-000020. As capas de prote\u00e7\u00e3o destes cabos      produzem pouca fuma\u00e7a em caso de inc\u00eandio e a aus\u00eancia      de produtos t\u00f3xicos deve ser exigida, a fim de ser evitar a morte de      pessoas, al\u00e9m de oferecer uma melhor prote\u00e7\u00e3o aos equipamentos      eletr\u00f4nicos.<\/p>\n<h4>Cabos Externos<\/h4>\n<p>H\u00e1 uma linha de cabos \u00f3pticos, tamb\u00e9m do tipo &#8220;Loose&#8221;      geleados, para lan\u00e7amento externamente aos edif\u00edcios. Deve possuir      prote\u00e7\u00e3o contra umidade e raios Ultra Violeta. Estes cabos externos      podem ser fabricados com uma \u00fanica capa em politileno (PE), com duas      capas ou com duas capas e ainda uma prote\u00e7\u00e3o met\u00e1lica      corrugada entre as duas capas. S\u00e3o lan\u00e7ados em dutos ou instalados      de forma a\u00e9rea. Existem cabos externos, que j\u00e1 v\u00eam com      uma estrutura de sustenta\u00e7\u00e3o para a instala\u00e7\u00e3o      destes de forma a\u00e9rea (em postes por exemplo).<\/p>\n<h4>Cabos Internos<\/h4>\n<p>Os cabos \u00f3pticos para rede de computadores que s\u00e3o lan\u00e7ados      internamente aos edif\u00edcios devem ser leves e flex\u00edveis a fim      de que possam ser instalados sem maiores dificuldades em locais de dif\u00edcil      acesso. S\u00e3o do tipo &#8220;Tight&#8221; e s\u00e3o divididos em dois      tipos de cabos: Os mais simples s\u00e3o compostos de fibras \u00f3pticas      envolvidas por fios de arame e protegidos com uma capa n\u00e3o inflam\u00e1vel.      Cabos internos para condi\u00e7\u00f5es \u00e1speras, com cada fibra      \u00f3ptica protegida com fios de arame e recoberta por uma capa antiinflam\u00e1vel,      sendo o conjunto de fibras \u00f3pticas que comp\u00f5em o cabo, finalmente,      protegido por uma capa externa. Existem conectores, ramifica\u00e7\u00f5es      e outros acess\u00f3rios, pr\u00f3prios para a instala\u00e7\u00e3o      destes cabos destinados a redes de computadores. No passado os planejadores      de redes de computadores aceitavam a id\u00e9ia de que para um &#8220;Upgrade&#8221;      para uma rede com taxas de transmiss\u00e3o mais r\u00e1pidas, seria necess\u00e1ria      a instala\u00e7\u00e3o de cabos de cobres mais apropriados para as novas      taxas de transmiss\u00e3o. Isto significava dizer que cada cinco a sete      anos era necess\u00e1ria a instala\u00e7\u00e3o de novos cabos de cobre.    <\/p>\n<p>Entretanto, notamos que nos \u00faltimos anos as taxas de transmiss\u00e3o      nestas redes est\u00e3o crescendo em ritmo exponencial, uma vez que o uso      da multim\u00eddia e o trabalho corporativo, exigem uma banda passante mais      larga. As fibras \u00f3pticas representam a solu\u00e7\u00e3o para estas      redes modernas, com a vantagem de n\u00e3o precisarem ser substitu\u00eddas      no futuro, uma vez que a banda passante admiss\u00edvel neste meio de transmiss\u00e3o      permite a evolu\u00e7\u00e3o das j\u00e1 elevadas taxas de transmiss\u00e3o.      Outra vantagem do uso das fibras \u00f3pticas como meio de transmiss\u00e3o      em redes de computadores \u00e9 a maior dist\u00e2ncia alcan\u00e7ada      nestas redes, em rela\u00e7\u00e3o aos cabos de cobre e a menor distor\u00e7\u00e3o      relativa \u00e0 faixa de freq\u00fc\u00eancia de banda b\u00e1sica, al\u00e9m      de serem imunes a diafonia e a indu\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica.    <\/p>\n<h4> Principais caracter\u00edsticas<\/h4>\n<p>Especialmente projetado para uso interno ou externo em rede locais de computadores.<\/p>\n<p>Capa externa de Polietileno Retardante a chama, identifica\u00e7\u00e3o      das fibras por c\u00f3digo de cores. <\/p>\n<p>Marca\u00e7\u00e3o na capa do cabo externo garantindo f\u00e1cil identifica\u00e7\u00e3o      e verifica\u00e7\u00e3o do comprimento, pequeno di\u00e2metro e raio      de curvatura permitem a instala\u00e7\u00e3o em \u00e1reas de espa\u00e7o      restrito.<\/p>\n<h4>Fibra Monomodo AllWave (Lucent) <\/h4>\n<p> Fibra para aplica\u00e7\u00f5es Metropolitanas. A fibra monomodo AllWave      da Lucent Technologies revoluciona as comunica\u00e7\u00f5es de alta capacidade      maximizando a capacidade transmissiva das fibras \u00f3pticas ao disponibilizar      uma regi\u00e3o de opera\u00e7\u00e3o. Atualmente os sistemas \u00f3pticos      operam somente na 2\u00aa janela (1280 a 1325 nm) ou na 3\u00aa janela (1530      a 1565 nm), por\u00e9m com fibra AllWave uma nova janela de opera\u00e7\u00e3o      se abre, a 5\u00aa janela de situada entre 1350 e 1450 nm, a qual n\u00e3o      estava anteriormente dispon\u00edvel devido \u00e0 atenua\u00e7\u00e3o      mais elevada (de at\u00e9 1 dB\/Km) nesta regi\u00e3o. A fibra AllWave      possibilita o emprego de um maior n\u00famero de comprimentos de onda, que      as fibras monomodo convencionais, gra\u00e7as ao novo processo de fabrica\u00e7\u00e3o      que praticamente elimina a incorpora\u00e7\u00e3o de \u00edons OH (\u00e1gua)      da fibra. Como resultado, tem-se aproximadamente 60% a mais de banda dispon\u00edvel,      tornando-a ideal para aplica\u00e7\u00f5es multi-servi\u00e7os em redes      metropolitanas com as tecnologias de DWDM.<\/p>\n<h4> LAN\u00c7AMENTO DE CABOS \u00d3PTICOS<\/h4>\n<h5>Caracter\u00edstica das t\u00e9cnicas de lan\u00e7amento de cabos      \u00f3pticos:<\/h5>\n<p>Maiores lances entre emendas em rela\u00e7\u00e3o aos cabos met\u00e1licos;    <\/p>\n<p> Melhor aproveitamento das tubula\u00e7\u00f5es existentes na planta;    <\/p>\n<p> Utiliza\u00e7\u00e3o das linhas a\u00e9reas de alta tens\u00e3o,      como portadores de cabos de fibras \u00f3pticas; <\/p>\n<p> Puxamento atrav\u00e9s dos dutos de forma manual ou com a ajuda de cabe\u00e7otes      e puxador mec\u00e2nico. Instala\u00e7\u00e3o em dutos, paredes, a\u00e9reos,      diretamente enterrados, submarinos e calhas <\/p>\n<p>\n     Os cabos de fibras \u00f3pticas s\u00e3o constru\u00eddos de tal maneira,      que dentro dos valores admiss\u00edveis a for\u00e7a de tra\u00e7\u00e3o      no cabo devido o puxamento, n\u00e3o atue de modo desfavor\u00e1vel em      nenhuma das fibras do cabo \u00f3ptico. Esta carga m\u00e1xima de tra\u00e7\u00e3o      admiss\u00edvel, n\u00e3o se deve exceder ao dobro do peso de um quil\u00f4metro      de cabo, quando o cabo est\u00e1 sendo puxado atrav\u00e9s de um duto.    <\/p>\n<p>Os cabos \u00f3pticos saem de f\u00e1brica com as extremidades preparadas      para poderem absorver a for\u00e7a de tra\u00e7\u00e3o admiss\u00edvel      durante o seu puxamento. Quando os cabos s\u00e3o cortados e posteriormente      lan\u00e7ados, estes precisam ter as extremidades dobradas manualmente,      a fim de se garantir a for\u00e7a m\u00e1xima admiss\u00edvel de puxamento.      Para o puxamento de cabos \u00f3pticos em lances extensos (3 Km ou mais),      foi desenvolvido um equipamento chamado &#8220;Derivador Intermedi\u00e1rio&#8221;.      Este equipamento possui autopropuls\u00e3o e \u00e9 utilizada em quantidade      dependente do peso do cabo \u00f3ptico, extens\u00e3o do lance de puxamento      e do tra\u00e7ado do percurso do lance. <\/p>\n<p>O uso deste equipamento \u00e9 efetuado da seguinte maneira: O puxamento      do primeiro lance, a partir da bobina do cabo \u00f3ptico, ser\u00e1 manual,      atrav\u00e9s do cabo auxiliar lan\u00e7ado previamente e do cabe\u00e7ote      de puxamento. Quando a for\u00e7a de puxamento necess\u00e1ria ultrapassar      ao valor nominal de 400N (duas pessoas) \u00e9 instalado o primeiro Derivador      intermedi\u00e1rio, na \u00faltima c\u00e2mara por onde passou a extremidade      do cabo \u00f3ptico que est\u00e1 sendo instalado. Este equipamento assume      o transporte do cabo atrav\u00e9s do lance parcial j\u00e1 instalado.      No pr\u00f3ximo lance o puxamento \u00e9 efetuado novamente, at\u00e9      que seja necess\u00e1ria a instala\u00e7\u00e3o de mais um Derivador      intermedi\u00e1rio. O Derivador intermedi\u00e1rio usa a for\u00e7a      de fric\u00e7\u00e3o para auxiliar o puxamento do cabo e \u00e9 controlado      pela pr\u00f3pria for\u00e7a piloto oriundo das pessoas que fazem o puxamento      manual. A velocidade de puxamento encontra-se entre 0 e 30m\/min. <\/p>\n<p>A reserva de cabo dentro das c\u00e2maras se verifica ao se retirar o equipamento,      sendo pequenas corre\u00e7\u00f5es nos comprimentos desta reservas s\u00e3o      executadas manualmente, com pouco esfor\u00e7o e com a ajuda do equipamento.      Em redes urbanas o processo de puxamento \u00e9 id\u00eantico ao usado      para cabos met\u00e1licos, atrav\u00e9s de cabe\u00e7otes apropriados      e puxadores mec\u00e2nicos. Desta forma, \u00e9 poss\u00edvel a instala\u00e7\u00e3o      de at\u00e9 tr\u00eas cabos \u00f3pticos com di\u00e2metro externo de      at\u00e9 23mm em um duto de 100mm j\u00e1 instalado, sendo que o cabo      \u00f3ptico utiliza um destes sub-dutos, entretanto, \u00e9 poss\u00edvel      a instala\u00e7\u00e3o de cabos \u00f3pticos dentro de um s\u00f3      duto, desde que a diferen\u00e7a m\u00e1xima entre o di\u00e2metro do      duto e o di\u00e2metro externo do cabo \u00f3ptico, n\u00e3o seja inferior      a 5mm. <\/p>\n<p>Os cabos a\u00e9reos podem ser do tipo auto-sustentados, ou lan\u00e7ados      sobre cabos de sustenta\u00e7\u00e3o, espinados (t\u00e9cnicas de sustenta\u00e7\u00e3o      em que se usa a m\u00e1quina de espinar, a qual prende o cabo de telecomunica\u00e7\u00f5es      ao cabo de sustenta\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de um arame isolado em      capa pl\u00e1stica, enrolando os cabos de telecomunica\u00e7\u00f5es      e o cabo de sustenta\u00e7\u00e3o simultaneamente em forma helicoidal.)      ou atrav\u00e9s da m\u00e1quina de grampear, a qual une o cabo de sustenta\u00e7\u00e3o      ao cabo met\u00e1lico, atrav\u00e9s de grampos espa\u00e7ados a cada      50 cm.<\/p>\n<p>Fonte:  br.geocities.com <\/p>\n<h6>Fibra \u00d3ptica<\/h6>\n<h4>Processos de Fabrica\u00e7\u00e3o da Fibra \u00f3ptica<\/h4>\n<p>Existem v\u00e1rios processos para a fabrica\u00e7\u00e3o das fibras      \u00f3pticas. Vamos detalhar um dos principais, que \u00e9 o adotado pela      Pirelli Cabos e a partir dele explicar algumas varia\u00e7\u00f5es existentes.<\/p>\n<h4>Processo MCVD: Modified Chemical Vapour Deposition<\/h4>\n<p>\u00c9 muito utilizado em todo o mundo, foi desenvolvido pelos laborat\u00f3rios      &#8220;Bell&#8221; nos Estados Unidos. Parte-se de um tubo de s\u00edlica      de alta pureza. Faz-se o preenchimento de seu interior com s\u00edlica dopada      atrav\u00e9s da deposi\u00e7\u00e3o de part\u00edculas geradas por      oxida\u00e7\u00e3o de vapores de cloretos, principalmente de sil\u00edcio      e germ\u00e2nio. Oxida\u00e7\u00e3o, deposi\u00e7\u00e3o e vitrifica\u00e7\u00e3o      s\u00e3o conseguidas em um torno de deposi\u00e7\u00e3o, devido \u00e0      alta temperatura gerada por um queimador que percorre por in\u00fameras      vezes o tubo por onde circulam internamente os cloretos.<\/p>\n<p>Para obter um bast\u00e3o totalmente s\u00f3lido e com total transpar\u00eancia,      faz-se o colapsamento do material com o emprego de alta temperatura e uma      bomba de v\u00e1cuo.<\/p>\n<p>O bast\u00e3o colapsado \u00e9 conhecido como pr\u00e9-forma. Atrav\u00e9s      do estiramento da pr\u00e9-forma, que possui pouco mais de um metro de comprimento      e alguns cent\u00edmetros de di\u00e2metro, ser\u00e1 obtida a fibra      \u00f3ptica, com alguns microns de di\u00e2metro e dezenas de quil\u00f4metros      de comprimento, preservando a propor\u00e7\u00e3o geom\u00e9trica de      casca (formada pelo tubo de s\u00edlica) e n\u00facleo (material depositado)      do bast\u00e3o original.<\/p>\n<h4>Processo PCVD: Plasma Activated Chemical Vapour Deposition<\/h4>\n<p>Similar ao MCVD, usando um plasma isot\u00e9rmico para a estimula\u00e7\u00e3o      da rea\u00e7\u00e3o de oxida\u00e7\u00e3o dos vapores, ao inv\u00e9s      de uma regi\u00e3o de alta temperatura.<\/p>\n<h4>Processo OVD: Outside Vapour Deposition<\/h4>\n<p>A oxida\u00e7\u00e3o e deposi\u00e7\u00e3o dos cloretos \u00e9      feita externamente a um mandril de cer\u00e2mica ou grafite que \u00e9      depois retirado da pr\u00e9-forma. Para estimular a deposi\u00e7\u00e3o      tamb\u00e9m \u00e9 usado um queimador que percorre longitudinalmente o      mandril em rota\u00e7\u00e3o constante.<\/p>\n<h4>Processo VAD: Vapour-phase Axial Deposition<\/h4>\n<p>Semelhante ao OVD por ocorrer deposi\u00e7\u00e3o externa, por\u00e9m      o crescimento da pr\u00e9-forma \u00e9 feito de forma axial e n\u00e3o      longitudinal, permitindo um processo cont\u00ednuo de fabrica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte:  educar.sc.usp.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fibra \u00d3ptica, Tecnologia, Comunica\u00e7\u00e3o, Tipos, Defini\u00e7\u00e3o, Aplica\u00e7\u00f5es, Curiosidades, Fabrica\u00e7\u00e3o, Manuseio, Instala\u00e7\u00e3o, O que \u00e9, Fibra 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