{"id":64528,"date":"2016-07-18T13:52:57","date_gmt":"2016-07-18T13:52:57","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=64528"},"modified":"2016-07-18T14:02:30","modified_gmt":"2016-07-18T14:02:30","slug":"einstein-x-gemelli","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/fisica\/einstein-x-gemelli","title":{"rendered":"Einstein x Gemelli"},"content":{"rendered":"<h2>Introdu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<blockquote>\n<p> <strong>&#8211; O NOVO MODELO DE UNIVERSO<\/strong><\/p>\n<p><strong> &#8211; AS LEIS DE GEMELLI<\/strong><\/p>\n<p><strong> -TEORIA CIENT\u00cdFICA DA LEI DAS ESFERAS E DAS ESPIRAIS NO UNIVERSO<\/strong><\/p>\n<p><strong> -A REALIDADE NO TERCEIRO MILENIO<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A presente descoberta cient\u00edfica e c\u00e1lculo matem\u00e1tico,       demonstra o conceito Universal aplicado na teoria cientifica da lei das esferas       e das expirais no Universo com utiliza\u00e7\u00e3o na \u00e1rea mec\u00e2nica,       eletroeletr\u00f4nica, inform\u00e1tica, eletromagn\u00e9tica, eletroqu\u00edmica,       f\u00edsica, qu\u00edmica, da sa\u00fade, da biologia, da biotecnologia       e \u00e1reas afins no desenvolvimento de c\u00e1lculos matem\u00e1ticos       e confec\u00e7\u00e3o de aparelhos com essa nova tecnologia para todas       essas \u00e1reas..<\/p>\n<h4>NOVO MODELO DE UNIVERSO SEGUNDO GEMELLI<\/h4>\n<h2>CONCEITO UNIVERSAL<\/h2>\n<h4>A rela\u00e7\u00e3o entre as esferas e as espirais:<\/h4>\n<p> As espirais s\u00e3o concentra\u00e7\u00f5es naturais que existem       no universo do tempo e do espa\u00e7o, na quarta dimens\u00e3o, no antiuniverso       e em todas as escalas dimensionais ainda n\u00e3o conhecidas que se retratam       infinitamente em todos os lugares.<\/p>\n<p> As expirais criam v\u00f3rtices determinados conforme a for\u00e7a de       coes\u00e3o na atra\u00e7\u00e3o e repuls\u00e3o das cargas positivas       e negativas dos quadrantes existentes e no tempo espa\u00e7o conforme a       vibra\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o molecular, at\u00f4mico e subat\u00f4mico       de cada lugar onde ela estiver inserida.<\/p>\n<p> O novo modelo de universo desenvolvido aqui com as Leis de Gemelli, explicam       matematicamente como as espirais se comportam no universo, no tempo e espa\u00e7o       e no universo continuum antes de se transformarem em esferas.<\/p>\n<p> As esferas se formam pela natureza de coes\u00e3o entre as escalas vibracionais       das for\u00e7as positivas e negativas das espirais que modela e burilam       a sua forma\u00e7\u00e3o quando os conjuntos vibracionais energ\u00e9ticos       atingem padr\u00f5es de ondas espiraladas cont\u00ednuas, nos campos de       sua expans\u00e3o e extens\u00e3o adimensional e temporal.<\/p>\n<p> As esferas s\u00e3o os quadrantes tempo espa\u00e7o, herm\u00e9ticos       fisicamente por cargas espirais lim\u00edtrofes.<\/p>\n<p> As espirais s\u00e3o infinitas e possuidoras de cargas energ\u00e9ticas       infinitas, sendo pulsante no quadrante que atravessa e cont\u00ednua na       quarta dimens\u00e3o, nas dimens\u00f5es do espa\u00e7o continuum. <\/p>\n<p> Estas ondas se tornam for\u00e7as alternadas quando entram em contato       com as limita\u00e7\u00f5es dos quadrantes temporais, porque as dimens\u00f5es       do quadrante da mat\u00e9ria limita a expans\u00e3o material da energia,       mas a energia, transp\u00f5e as limita\u00e7\u00f5es da mat\u00e9ria       quando entra dentro dos fusos e buracos no tempo que d\u00e3o vaz\u00e3o       a sua fuga e perde suas cargas referenciais do quadrante limitando a vis\u00e3o       da esfera temporal. <\/p>\n<p> Os fusos e buracos no tempo s\u00e3o passagens naturais de escalas espirais       existentes dentro dos quadrantes esf\u00e9ricos do espa\u00e7o tempo,       e se enredam no interior e no exterior das esferas.<\/p>\n<p> Todas as part\u00edculas existentes se materializam em forma de esfera       e cont\u00e9m 1 fuso e um buraco no tempo definido e circunscrito onde as       suas cargas se neutralizam em tridimensionalmente e se movem puxando as cargas       eletronicamente inst\u00e1veis sugando a sua energia e utilizando ela para       o se movimento espiral de materializa\u00e7\u00e3o esf\u00e9rica.<\/p>\n<p> Essas cargas por sua vez pulam daquele quadrante temporal e espacial para       outra esfera de quadrante similar com a sua nova carga eletr\u00f4nica vibracional.<\/p>\n<p> As part\u00edculas esf\u00e9ricas se movimentam em espirais e movendo       todo o conjunto do quadrante tempo espa\u00e7o ao mesmo tempo com a troca       qu\u00edmica e eletroqu\u00edmica da malha hologr\u00e1fica espiralada       que permeia a coes\u00e3o de toda a estrutura da mat\u00e9ria e da energia       em diferentes e invari\u00e1veis cargas.<\/p>\n<p> As micropart\u00edculas se explicam dessa maneira aparecendo e desaparecendo       nas medidas dos laborat\u00f3rios que n\u00e3o conseguem prever sua pr\u00f3xima       apari\u00e7\u00e3o, nem calcular a sua trajet\u00f3ria porque o modelo       carteziano matem\u00e1tico atual n\u00e3o permite, mas a f\u00f3rmula       do Gemelli sim, bem como os materiais que caracterizam a constru\u00e7\u00e3o       de aparelhos perfeitos, capazes de fazer todas as faixas de leitura cont\u00e9m       uma nova subst\u00e2ncia qu\u00edmica molecular com \u00e2ngulos de liga\u00e7\u00e3o       j\u00e1 vistos no passado e desconhecidos atualmente.<\/p>\n<p> As part\u00edculas viajam dentro dos fusos e buracos no tempo que existem       nas esferas e usam as ondas das espirais para se locomoverem trocando cargas       positivas e negativas, anticargas, megacargas, microcargas e holocargas.<\/p>\n<p> As cargas negativas e positivas s\u00e3o conhecidas em grande escala pela       nossa ci\u00eancia atual, mas as megacargas podem servir de exemplo atrav\u00e9s       dos grandes buracos negros que existem no universo.<\/p>\n<p> As holocargas em contraposi\u00e7\u00e3o s\u00e3o cargas inteiras       de sistemas e planetas que passam por passagens do tamanho de universos inteiros       ou grandes fusos e buracos no tempo daquele quadrante esf\u00e9rico que       existem na natureza dos universos e n\u00e3o alteram os seus componentes       intr\u00ednsecos de sua natureza rotacional, pois a holocarga sofre extins\u00e3o       em sua esfera holomacro e protege sua integridade holomicro.<\/p>\n<p> Essas passagens pelos grandes fusos e buracos universais transferem as holocargas       de um ponto ao outro dos macrouniversos existentes. <\/p>\n<p> As espirais geram dois tipos de movimentos no universo o p\u00f3lo positivo       e o p\u00f3lo negativo, elas s\u00e3o espa\u00e7adas entre elas mesmas       agregando substancias da mat\u00e9ria que estabelecem a rela\u00e7\u00e3o       de tempo e espa\u00e7o.<\/p>\n<h2> Nikola Tesla<\/h2>\n<h2> (1856 &#8211; 1943)<\/h2>\n<p> Nikola Tesla nasceu na Cro\u00e1cia (embora fosse de ascend\u00eancia       servia), regi\u00e3o que era parte, na \u00e9poca, do Imp\u00e9rio Austro-H\u00fangaro.       Estudou na Universidade T\u00e9cnica da \u00c1ustria e posteriormente       na Universidade de Praga. <\/p>\n<p> <strong>Em 1885, tendo emigrado para os Estados Unidos, Tesla patenteou      suas inven\u00e7\u00f5es:<\/strong> d\u00ednamo de corrente alternada, transformador e motores,      estabelecendo seu pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. Da\u00ed por diante Tesla, que era uma pessoa      muito din\u00e2mica, teve oportunidade de desenvolver v\u00e1rias outras inven\u00e7\u00f5es,      entre elas a bobina de Tesla, um barco guiado por controle remoto e outros      dispositivos controlados \u00e0 dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>     (Tesla lendo calmamente sob as centelhas que saltam de dispositivo constru\u00eddo      por ele mesmo) Tesla chegou a trabalhar com Edison, mas romperam rela\u00e7\u00f5es      porque o inventor norte-americano deixou de lhe pagar o prometido por um certo      invento. Al\u00e9m disso, entre os dois se estabeleceria uma contenda que ficaria      conhecida na \u00e9poca como a &#8220;guerra das correntes&#8221;. <strong>Ela se originou      de um problema pr\u00e1tico j\u00e1 ent\u00e3o conhecido:<\/strong> como transportar energia      el\u00e9trica sem grandes perdas nos condutores.<\/p>\n<p> Descobriu-se que essas perdas eram menores quando se utilizavam altas tens\u00f5es,       e Tesla criou os transformadores necess\u00e1rios para elevar e novamente       diminuir a tens\u00e3o el\u00e9trica. Como esses dispositivos s\u00f3       funcionavam eficientemente com corrente alternada, Tesla tamb\u00e9m criou       geradores para produzir esse tipo de corrente. <\/p>\n<p>      (Exposi\u00e7\u00e3o dos equipamentos de Tesla na feira mundial de Chicago)       Edison, por sua vez, defendia vigorosamente o uso da corrente cont\u00ednua.       O conflito se acirrou quando Tesla obteve apoio do industrial George Westinghouse       e chegou ao \u00e1pice quando o estado de Nova York optou por implantar       sua rede el\u00e9trica usando a solu\u00e7\u00e3o mais pr\u00e1tica,       que era a da corrente alternada.<\/p>\n<p> Em 1912, chegou-se a pensar em dividir o Pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica       entre Tesla e Edison, mas Tesla se recusou terminantemente a isso, e o pr\u00eamio       acabou sendo dado a outro pesquisador<\/p>\n<p> Nikola Tesla descobriu o campo magn\u00e9tico girat\u00f3rio. Suas mais       de 700 inven\u00e7\u00f5es incluem desenvolvimentos b\u00e1sicos para       o motor eletromagn\u00e9tico, o motor a turbina, transmiss\u00e3o sem       fio e dispositivos de controle remoto. A primeira usina hidrel\u00e9trica,       nas Cataratas do Ni\u00e1gara, foi um projeto seu, que venceu o de Thomas       Edison, baseado em corrente cont\u00ednua. Tudo isto foi poss\u00edvel       devido a uma fenomenal capacidade de usar a imagina\u00e7\u00e3o de uma       forma produtiva. Mas na adolesc\u00eancia, Tesla sofria com o aparecimento       de imagens e flashes de luz, que interferiam no seu pensamento e na sua a\u00e7\u00e3o.       Como ele pr\u00f3prio contou, quando ouvia uma palavra, a imagem do objeto       correspondente se apresentava vividamente, e ele era incapaz de distinguir       se o que vira era tang\u00edvel ou n\u00e3o. Em raz\u00e3o disto, ele       se sentia ansioso e desconfort\u00e1vel.<\/p>\n<p> Para se livrar dessas atormentadoras apari\u00e7\u00f5es, ele tentava       concentrar sua mente em alguma outra coisa que tinha visto, e assim obtinha       al\u00edvio tempor\u00e1rio. Mas para isto, ele tinha que produzir continuamente       novas imagens. Como ele conhecia apenas sua casa e as redondezas, logo seu       &#8220;estoque&#8221; de novas imagens se exauriu, e o rem\u00e9dio perdeu       a for\u00e7a.<\/p>\n<p> Instintivamente, Tesla come\u00e7ou a fazer incurs\u00f5es al\u00e9m       dos limites do seu pequeno mundo virtual, e viu novas cenas, a princ\u00edpio       obscuras e indistintas, que passavam rapidamente quando ele tentava concentrar       sua aten\u00e7\u00e3o nelas. Gradativamente ele teve sucesso em fixar       as imagens, que ganharam for\u00e7a e defini\u00e7\u00e3o, at\u00e9       parecerem t\u00e3o concretas quanto coisas reais. E logo descobriu que se       sentia mais confort\u00e1vel quando simplesmente continuava aprofundando       a vis\u00e3o, obtendo novas impress\u00f5es todo o tempo, literalmente       viajando na sua mente. Nessa jornada ele via novos lugares, cidades e pa\u00edses       &#8211; vivia l\u00e1, conhecia pessoas e fazia amigos e conhecidos, que lhe eram       t\u00e3o caros quanto os da vida real.<\/p>\n<p> Logo Tesla notou que tinha tamb\u00e9m grande facilidade em conectar causa e      efeito, e tamb\u00e9m que cada pensamento seu era sugerido por uma impress\u00e3o externa.      Esta habilidade de ligar seus processos mentais e seus mapas internos \u00e0 realidade      f\u00edsica, combinada com sua pr\u00e1tica em imagens constru\u00eddas, conduziu-o, na vida      adulta, ao sucesso como inventor. <strong>Ele n\u00e3o precisava fazer experimentos:<\/strong>      concebia, aperfei\u00e7oava e testava suas inven\u00e7\u00f5es usando somente a imagina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> At\u00e9 hoje suas anota\u00e7\u00f5es s\u00e3o estudadas, e se       vivesse agora, ainda assim suas id\u00e9ias estariam \u00e0 frente do       seu tempo.<\/p>\n<h2>Como surgiu esse dossi\u00ea<\/h2>\n<p> No caso de Gemelli a forma de desenvolvimento da pesquisa e das descobertas       cient\u00edficas aqui demonstradas procederam com a mesma forma de pensamento       criativo muito pr\u00f3ximo do real como Nikola Tesla. Sendo o autor desse       dossi\u00ea totalmente desvinculado de qualquer institui\u00e7\u00e3o       de ensino ou laborat\u00f3rio e n\u00e3o tendo recursos financeiros para       estabelecer suas pesquisas, nem espa\u00e7o, utiliza o inesgot\u00e1vel       suporte da imagina\u00e7\u00e3o com uma proje\u00e7\u00e3o t\u00e1til       sensorial de separa\u00e7\u00e3o entre o imaginado e o pass\u00edvel       de materializar, selecionando sistematicamente o mais pr\u00f3ximo das \u00fatilmas       descobertas as quais consegue acessar por leitura, tv, e internet.<\/p>\n<h2> Arquimedes<\/h2>\n<p><strong>287 a.C. &#8211; 212 a.C.)Um problema preocupava Hier\u00e3o, tirano de Siracusa,      no s\u00e9culo III a.C.:<\/strong> havia encomendado uma coroa de ouro, para homenagear      uma divindade, mas suspeitava que o ourives o enganara, n\u00e3o utilizando ouro      maci\u00e7o em sua confec\u00e7\u00e3o. Como descobrir, sem danificar o objeto, se seu interior      continha uma parte feita de prata? <strong>S\u00f3 um homem talvez conseguisse      resolver a quest\u00e3o:<\/strong> seu amigo Arquimedes, famoso matem\u00e1tico e inventor      de v\u00e1rios engenhos mec\u00e2nicos. Hier\u00e3o mandou cham\u00e1-lo e pediu-lhe urna resposta      que pusesse fim \u00e0 sua d\u00favida. Arquimedes aceitou a incumb\u00eancia e p\u00f4s-se a      procurar a solu\u00e7\u00e3o para o problema. Esta lhe ocorreu durante o banho. Observou      que a quantidade de \u00e1gua que se elevava na banheira, ao submergir, era equivalente      ao volume de seu pr\u00f3prio corpo. Ali estava a chave para resolver a quest\u00e3o      proposta pelo tirano. <strong>No entusiasmo da descoberta, Arquimedes saiu      nu pelas ruas, gritando:<\/strong> Eureka! Eureka! (&#8220;Achei! Achei!&#8221;).<\/p>\n<p>      Agora, bastava aplicar o m\u00e9todo que descobrira. Mediu ent\u00e3o       a quantidade de \u00e1gua que transbordava de um recipiente cheio, quando       nele mergulhava, sucessivamente, o volume de um peso de ouro igual ao da coroa,       o volume de um peso de prata igual ao da coroa e o volume da pr\u00f3pria       coroa. Este, sendo intermedi\u00e1rio aos outros dois, permitia determinar       a propor\u00e7\u00e3o de prata que fora misturada ao ouro.<\/p>\n<p> Essa passagem parece ser uma das muitas lendas que, desde a Antiguidade,      envolveram a vida de Arquimedes. Na verdade, para resolver um problema daquele      tipo, relativo \u00e0 determina\u00e7\u00e3o do peso espec\u00edfico de um metal, ele precisava      apenas aplicar o princ\u00edpio que rege o fen\u00f4meno do empuxo (for\u00e7a vertical que      empurra para cima um corpo imerso em um fluido). <\/p>\n<p>Esse princ\u00edpio &#8211; que explica porque um navio flutua na \u00e1gua e porque um aer\u00f3stato      sobe no ar &#8211; foi estabelecido por Arquimedes nos seus dois livros, Sobre os      corposflutuantes, com os quais inaugurou um novo ramo da ci\u00eancia f\u00edsica: a      hidrost\u00e1tica. No primeiro daqueles dois livros, ele enuncia o princ\u00edpio que      se tornou conhecido como &#8220;princ\u00edpio de Arquimedes&#8221;: &#8220;Um s\u00f3lido mais pesado      que o fluido em que est\u00e1 imerso vai para o fundo do fluido, e se \u00e9 pesado      dentro do fluido ele ser\u00e1 mais leve que seu verdadeiro peso, de um peso igual      ao fluido deslocado&#8221;. <\/p>\n<p> Entretanto, essa conclus\u00e3o n\u00e3o era, de modo algum, fruto de       um s\u00fabito &#8220;estalo&#8221;. Representava o coroamento de uma longa       tradi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica que, desde o s\u00e9culo VI a.C.,       desenvolvera as pesquisas matem\u00e1ticas e buscava uma explica\u00e7\u00e3o       racional para os diferentes fen\u00f4menos observados. A gl\u00f3ria de       Arquimedes consistiu, por\u00e9m, em n\u00e3o apenas fazer avan\u00e7ar       as matem\u00e1ticas abstratas &#8211; ampliando as conquistas dos grandes matem\u00e1ticos       do passado, como Pit\u00e1goras, Tales, \u00c1rquitas de Tarento, Eudoxo       e Euclides -, mas em ser igualmente um grande f\u00edsico, engenheiro e       t\u00e9cnico genial: inventava e fabricava aparelhos destinados \u00e0s       suas pr\u00f3prias pesquisas, e criava inclusive m\u00e1quinas de guerra       tem\u00edveis por sua ef\u00edc\u00e1cia. Representando o apogeu da       ci\u00eancia grega, \u00e9 considerado o precursor do m\u00e9todo experimental       nas ci\u00eancias fisico-matem\u00e1ticas.<\/p>\n<h2> (Parafuso de Arquimedes)<\/h2>\n<p> Filho do astr\u00f4nomo F\u00eddias, Arquimedes nasceu em 287 a.C., em       Siracusa, na Sic\u00edlia, que ent\u00e3o fazia parte da Gr\u00e9cia       ocidental ou Magna Gr\u00e9cia. Embora os dados fantasiosos permeiem todos       os informes sobre sua vida, parece certo que estudou em Alexandria (Egito),       um dos grandes centros culturais da \u00e9poca. Ali teria conhecido Euclides,       j\u00e1 velho, e seus disc\u00edpulos imediatos; e o matem\u00e1tico       Canon de Samos, de quem se tornou amigo. N\u00e3o \u00e9 certo, por\u00e9m,       que ali tivesse criado o chamado &#8220;parafuso de Arquimedes&#8221;, empregado       para retirar \u00e1gua das minas do Egito. Na verdade, esse aparelho j\u00e1       existia, ao que parece, h\u00e1 bastante tempo, sendo utilizado para tirar       \u00e1gua do Nilo. <\/p>\n<p> Reduzindo o equil\u00edbrio de for\u00e7as a um simples problema geom\u00e9trico,       estudou o equil\u00edbrio dos s\u00f3lidos, o funcionamento da alavanca       e o movimento dos corpos celestes, al\u00e9m de ter organizado uma cole\u00e7\u00e3o       &#8211; a mais completa da Antiguidade &#8211; de figuras planas com os centros de gravidade       perfeitamente localizados. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m procurava utilidades       pr\u00e1ticas para suas descobertas. Extraordin\u00e1rio engenheiro, construiu,       segundo depoimento de C\u00edcero (106 &#8211; 43 a.C.), um planet\u00e1rio       que reproduzia os diferentes movimentos dos corpos celestes; e um aparelho       para medir as varia\u00e7\u00f5es do di\u00e2metro aparente do Sol e       da Lua, um prot\u00f3tipo do modelo, mais requintado, que ser\u00e1 constru\u00eddo       pelo astr\u00f4nomo Hiparco, no s\u00e9culo II a.C.<\/p>\n<h2> (Espelhos curvos queimam navios romanos)<\/h2>\n<p> Atribui-se ainda a Arquimedes a idealiza\u00e7\u00e3o dos c\u00e9lebres       &#8220;espelhos ust\u00f3rios&#8221; (ust\u00f3rio = que queima, que facilita       a combust\u00e3o), espelhos curvos com os quais os defensores de Siracusa       teriam queimado a dist\u00e2ncia &#8211; pela concentra\u00e7\u00e3o dos raios       solares &#8211; os navios romanos que sitiavam a regi\u00e3o. Se tal fato pertence       ao lado lend\u00e1rio de sua biografia, parece entretanto n\u00e3o haver       d\u00favida de que Arquimedes, depois de colaborar com seus engenhos b\u00e9licos       para a defesa de sua cidade natal, foi morto durante o massacre que se seguiu       \u00e0 tomada de Siracusa pelo c\u00f4nsul romano Marco Cl\u00e1udio       Marcelo, em 212 a.C. Atendendo a um pedido do s\u00e1bio, foi colocada em       seu t\u00famulo uma coluna na qual fora gravado um cilindro circunscrito       a uma esfera, para comemorar a maneira pela qual calculou a \u00e1rea de       uma superf\u00edcie esf\u00e9rica.<\/p>\n<h2> (Arquimedes \u00e9 morto por soldado romano)<\/h2>\n<p> Segundo consta, Arquimedes teria dito a Hier\u00e3o: &#8220;D\u00eaem-me       um ponto de apoio e eu levantarei a Terra&#8221;. N\u00e3o era a pretens\u00e3o       de se comparar ao mitol\u00f3gico e super humano H\u00e9racles &#8211; que os       romanos chamar\u00e3o de H\u00e9rcules -, divindade s\u00edmbolo da       for\u00e7a. Era a certeza matematicamente garantida &#8211; de que o princ\u00edpio       da alavanca, que ele havia estabelecido, representava extraordin\u00e1rio       recurso pr\u00e1tico para a multiplica\u00e7\u00e3o de uma for\u00e7a.<\/p>\n<h2> &#8211; P\u00e1gina do Tratado da quadratura da par\u00e1bola)<\/h2>\n<p> Tradicionalmente, a geometria grega vinha investigando processos de transforma\u00e7\u00e3o       de figuras curvas em retas, equivalentes. A quadratura do c\u00edrculo,       por exemplo, constitu\u00eda um problema que v\u00e1rios matem\u00e1ticos       procuraram resolver. Arquimedes dedicou-se profundamente a esse tipo de quest\u00e3o       &#8211; e um dos seus principais livros sobre Matem\u00e1tica intitulou-se justamente       Tratado da quadratura da par\u00e1bola. A transforma\u00e7\u00e3o do       curvil\u00edneo em retil\u00edneo \u00e9 feita por Arquimedes atrav\u00e9s       do chamado m\u00e9todo &#8220;de exaust\u00e3o&#8221;. Se um tri\u00e2ngulo       \u00e9 inscrito num c\u00edrculo, sua \u00e1rea \u00e9 t\u00e3o       claramente menor que a do c\u00edrculo quanto a do tri\u00e2ngulo circunscrito       \u00e9 maior. No entanto &#8211; eis o procedimento adotado por Arquirnedes &#8211;       multiplicando-se o n\u00famero de lados dessas figuras, as \u00e1reas       dos pol\u00edgonos formados, inscritos e circunscritos, j\u00e1 se aproximam       mais da \u00e1rea do c\u00edrculo. E com o multiplicar sucessivo dos lados,       os pol\u00edgonos assim formados apresentam \u00e1reas que crescem (para       os inscritos) e diminuem (para os circunscritos), aproximando-se da do c\u00edrculo,       embora nunca coincidam com ela.<\/p>\n<p> Arquimedes conseguiu ir multiplicando o n\u00famero de lados dos pol\u00edgonos       at\u00e9 obter figuras de 96 lados; verificou que as \u00e1reas respectivas,       apesar de cada vez mais pr\u00f3ximas do c\u00edrculo, eram sempre um       pouco maiores ou um pouco menores. Havia aqui tamb\u00e9m um procedimento       que subentendia a aproxima\u00e7\u00e3o de um valor exato &#8211; a \u00e1rea       do c\u00edrculo; esta era um &#8220;limite&#8221; a ser atingido, uma &#8220;justa       medida&#8221; que s\u00f3 permitia abordagens aproximadas.<\/p>\n<p> O que estava impl\u00edcito nesse m\u00e9todo de resolu\u00e7\u00e3o       de um problema geom\u00e9trico era &#8211; como no caso do estabelecimento do       valor de &#8220;pi&#8221; &#8211; a exist\u00eancia de valores infinitesimais, que       justificavam a gradativa varia\u00e7\u00e3o de tamanhos e grandezas. Aqui       tamb\u00e9m Arquimedes antecipa conquistas que a Matem\u00e1tica s\u00f3       efetivar\u00e1 plenamente no final do s\u00e9culo XVII, com o c\u00e1lculo       infinitesimal de Leibniz e Newton.<\/p>\n<p> A liberdade n\u00e3o era, por\u00e9m, patrimonio de todos os gregos.       Muitos eram escravos e, por isso, destitu\u00eddos do direito de cidadania.       O fil\u00f3sofo Arist\u00f3teles chega a afirmar que para alguns a escravid\u00e3o       era um fato natural e inerente \u00e0 natureza dos indiv\u00edduos que,       n\u00e3o possuindo certas capacidades. intelectuais de racioc\u00ednio       abstrato (a &#8220;alma po\u00e9tica&#8221; para os gregos), deviam, como       escravos, se ocupar apenas de atividades manuais.<\/p>\n<p> Esse preconceito que, com raras exce\u00e7\u00f5es, era generalizado       na sociedade escravista dos gregos, n\u00e3o poderia deixar de repercutir,       al\u00e9m do campo propriamente pol\u00edtico, no desenvolvimento da investiga\u00e7\u00e3o       cient\u00edfica e filos\u00f3fica. O menosprezo pelas atividades manuais,       exercidas por homens sem liberdade, foi certamente o fator decisivo para restringir       a ci\u00eancia grega ao n\u00edvel quase exclusivamente te\u00f3rico       e para impedir o desenvolvimento da experimenta\u00e7\u00e3o. A ci\u00eancia       deveria ser fruto do intelecto de homens livres e, portanto, capazes de especula\u00e7\u00e3o       &#8211; e n\u00e3o o resultado de simples manipula\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias.<\/p>\n<p> Poucos escaparam \u00e0s limita\u00e7\u00f5es desse modo de pensar,       que criava obst\u00e1culos \u00e0 verifica\u00e7\u00e3o emp\u00edrica       e bloqueava o campo das aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas dos conhecimentos       te\u00f3ricos. O pr\u00f3prio Arquimedes pagou tributo, ao que parece,       a esse preconceito de natureza s\u00f3cio-econ\u00f4mica. Embora precursor       do moderno m\u00e9todo experimental, e apesar de ter sido o maior engenheiro       da Antig\u00fcidade, tamb\u00e9m ele considerava como suprema realiza\u00e7\u00e3o       da intelig\u00eancia humana as verdades cient\u00edficas abstratas &#8211; que       as matem\u00e1ticas formulavam plenamente. Conta Plutarco que, quando solicitado       a escrever um manual de engenharia, Arquimedes se negou, alegando que &#8220;considerava       o trabalho de engenheiro, assim como tudo o que dissesse respeito \u00e0s       necessidades da vida, como algo sem nobreza e vulgar&#8221;. Ele desejava que       sua fama diante da posteridade fosse fundada inteiramente em sua contribui\u00e7\u00e3o       \u00e0 teoria pura. O que glorificou seu nome, entretanto, mais do que o       c\u00e1lculo de &#8220;pi&#8221; por aproxima\u00e7\u00f5es sucessivas,       foi o princ\u00edpio fundamental da hidrost\u00e1tica, a que ele chegara       pela mais simples observa\u00e7\u00e3o da realidade<\/p>\n<p> Arquimedes se aproximou em suas pesquizas matem\u00e1ticas da lei das       esferas e das espirais, e seus invento retratam a constru\u00e7\u00e3o       da espiral de Arquimedes o qual calcula com precis\u00e3o o centro de qualquer       objeto ou do circulo pefeito, sendo que o mesmo principio matem\u00e1tico       do raio e do PII permite que a expans\u00e3o espiral de uma esfera conclua-se       com sete voltas espelhadas em um \u00fanico ponto que gera um oitavo p\u00f3lo       fazendo a abertura material de uma esfera e atrai outra estrutura semelhante       curvil\u00ednea e espiralada com sinais opostos e sete voltas espirais fazendo       o fechamento da esfera.- Gemelli <\/p>\n<h2> A rela\u00e7\u00e3o do tempo com a realidade f\u00edsica<br \/>\n      A Lei das esferas e das espirais de Gemelli<\/h2>\n<p>As expirais assim realizam a manifesta\u00e7\u00e3o do movimento alternado,       presente na pulsa\u00e7\u00e3o da vida em todos os seres viventes. As       esferas s\u00e3o expirais que condensaram seus v\u00f3rtices sobre si       mesmas realizando a elimina\u00e7\u00e3o de certas substancias e gerando       o circulo de movimento perfeito chamado de movimento cont\u00ednuo, presentes       no desenvolvimento do feto, na morte e decomposi\u00e7\u00e3o org\u00e2nica       . As esferas realizam o movimento cont\u00ednuo. As esferas s\u00e3o part\u00edculas       microsc\u00f3picas subat\u00f4micas ou macro at\u00f4micas, planetas e       sistemas solares, que surgem em diferentes partes quando s\u00e3o medidas       por aparelhos, porque a part\u00edcula n\u00e3o existe e de repente passa       a existir naquele momento; nesse caso o fato \u00e9 que uma espiral se transformou       em uma esfera.<\/p>\n<p> As diferentes esferas e expirais que existem no universo s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es       da energia positiva e negativa, assim como todas as part\u00edculas existentes,       do micro ao macro universo com diferentes vibra\u00e7\u00f5es de tempo       e espa\u00e7o formando substancias diferentes conforme o ritmo de seus movimentos.       As expirais de uma realidade f\u00edsica e temporal \u00e9 divididas em       64 categorias , 32 positivas e 32 negativas. O mundo material \u00e9 permeado       pelas expirais e as expirais permeada pelo mundo material. A troca dos p\u00f3los       positivos e negativos das expirais converte seus movimento sobre si mesmas       estruturando a forma e dando origem a um lapso espacial esf\u00e9rico chamado       tempo. O tempo \u00e9 sempre decrescente e em sentido anti hor\u00e1rio       e sua marca\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel em sentido       hor\u00e1rio.<br \/>\n      As esferas temporais formam part\u00edculas agregadoras que se estruturam       gerando por atra\u00e7\u00e3o e repuls\u00e3o a condensa\u00e7\u00e3o       das mat\u00e9rias f\u00edsicas em grande quantidade formando os planetas       e gal\u00e1xias e todas as part\u00edculas existentes no Universo.<\/p>\n<h2>F\u00d3TONS E ONDAS ASSOCIADAS \u00c0 MAT\u00c9RIA<\/h2>\n<h2> RESUMO<\/h2>\n<p> Ao aprofundarem-se nos primeiros estudos do \u00e1tomo e sua estrutura,       a ci\u00eancia introduz dois fatos fundamentais imprescind\u00edveis para       a ulterior compreens\u00e3o do \u00e1tomo e da mat\u00e9ria:<\/p>\n<p> &#8211; A luz exibe propriedades tanto ondulat\u00f3rias, como corpusculares;       <br \/>\n      &#8211; As part\u00edculas da mat\u00e9ria exibem propriedades tanto ondulat\u00f3rias,       como corpusculares.<\/p>\n<p> Partindo deste ponto, inicialmente, descreverei uma experi\u00eancia em       que um feixe de luz \u00e9 dirigido contra got\u00edculas de \u00f3leo.       O modo pelo qual as cargas el\u00e9tricas s\u00e3o arrancadas das gotas,       requer a hip\u00f3tese de que a luz consista de part\u00edculas, ao inv\u00e9s       de ser uma onda uniformemente distribu\u00edda. Se a luz for part\u00edcula,       isto suscitar\u00e1 a quest\u00e3o de como explicar os fen\u00f4menos       de interfer\u00eancia e difra\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o caracter\u00edsticas       pr\u00f3prias das ondas. Uma resposta \u00e9 que, n\u00e3o obstante       a luz seja como uma saraivada de proj\u00e9teis ao acaso, a configura\u00e7\u00e3o       que vai se formando, \u00e0 medida que mais e mais part\u00edculas incidem,       \u00e9 determinada pelo aspecto ondulat\u00f3rio da luz.<\/p>\n<p> Norteando, posteriormente, neste mesmo rumo, mais propriedades dos f\u00f3tons       s\u00e3o discutidas. Descreve-se o Efeito Foto-El\u00e9trico e prova-se       que cada f\u00f3ton de determinado comprimento de onda transporta uma energia       definida. Tal energia \u00e9 proporcional \u00e0 freq\u00fc\u00eancia       ? da onda associada ao f\u00f3ton e igual a h?, onde h \u00e9 a constante       de Planck. Descreve-se o efeito Compton. Um f\u00f3ton colide com um el\u00e9tron,       recuando com uma freq\u00fc\u00eancia menor. A an\u00e1lise deste processo       mostra que cada f\u00f3ton de determinado comprimento de onda transporta,       tamb\u00e9m, uma quantidade de movimento (momentum) definida h?\/c ou h\/l       . Demonstra-se que a rela\u00e7\u00e3o entre energia e quantidade de movimento,       para um f\u00f3ton, \u00e9 diferente da rela\u00e7\u00e3o entre energia       e quantidade de movimento para uma part\u00edcula lenta. Fica registrado       que essas id\u00e9ias acerca do f\u00f3ton s\u00e3o compat\u00edveis       com as id\u00e9ias de ondas eletromagn\u00e9ticas.<\/p>\n<p> Uma vez demonstrado que a luz revela propriedades tanto ondulat\u00f3rias,       como corpusculares, a hip\u00f3tese de De Broglie \u00e9 apresentada.       De Broglie prop\u00f4s que as part\u00edculas de mat\u00e9ria deveriam       ter propriedades ondulat\u00f3rias, e que o comprimento de onda, associado       \u00e0 part\u00edcula, valeria h\/p. Esta hip\u00f3tese original foi       confirmada por uma grande variedade de experi\u00eancias interessantes e       engenhosas, apresentadas no texto. Feixes de el\u00e9tron, n\u00eautrons       e de \u00e1tomos de h\u00e9lio exibem configura\u00e7\u00f5es de interfer\u00eancia,       quando refletem ou passam atrav\u00e9s de outros obst\u00e1culos especiais.       A natureza ondulat\u00f3ria de uma part\u00edcula torna-se importante,       quando ela se movimenta entre ou ao encontro de objetos cujos espa\u00e7amentos       ou tamanhos s\u00e3o compar\u00e1veis com o comprimento de onda da part\u00edcula.       Sob tais circunst\u00e2ncias, as Leis da Mec\u00e2nica de Newton, que s\u00e3o       aplicadas com \u00eaxito em problemas relativos a part\u00edculas macrosc\u00f3picas,       falham aparentemente. Foi necess\u00e1ria uma reformula\u00e7\u00e3o,       a fim de descrever o comportamento ondulat\u00f3rio de part\u00edculas       muito pequenas. Essa nova mec\u00e2nica denomina-se Mec\u00e2nica Ondulat\u00f3ria       ou Mec\u00e2nica Qu\u00e2ntica. A Mec\u00e2nica Ondulat\u00f3ria coincide       com a newtoniana, quando o comprimento de onda \u00e9 menor que as outras       dist\u00e2ncias implicadas no problema.<\/p>\n<p> Com a aplica\u00e7\u00e3o dos conceitos do novo modelo de universo e       as leis de Gemelli, conclue-se que as ondas s\u00e3o definidas pela passagens       entre as v\u00e1rias esferas espa\u00e7o tempo que separam as part\u00edculas       at\u00f4micas e subat\u00f4micas, pois as aprai\u00e7\u00f5es dos diversos       tipos de vibra\u00e7\u00f5es de ondas s\u00e3o a continuidade de varias       ondas de luz viajando no infinito dentro das espirais que atravessam as formas       espa\u00e7o tempo trocando suas cargas em cada quadrante e passando por       dentro dos fusos e buracos no tempo de cada esfera espa\u00e7o tempo.-Gemelli<\/p>\n<h2>Leonardo da Vinci<br \/>\n      (1452 &#8211; 1519)<\/h2>\n<p> Leonardo nasceu a 15 de Abril de 1452, na pequena cidade de Vinci, perto       de Floren\u00e7a, centro intelectual e cient\u00edfico da It\u00e1lia.       O seu talento art\u00edstico cedo se revelou, mostrando excepcional habilidade       na geometria, na m\u00fasica e na express\u00e3o art\u00edstica. Reconhecendo       estas suas capacidades, o seu pai, Ser Piero da Vinci, mostrou os desenhos       do filho a Andrea del Verrocchio. O grande mestre da renascen\u00e7a ficou       encantado com o talento de Leonardo e tornou-o seu aprendiz. Em 1472, com       apenas vinte anos, Leonardo associa-se ao n\u00facleo de pintores de Floren\u00e7a.     <\/p>\n<p>N\u00e3o se sabe muito mais acerca da educa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o       do artista, no entanto, muitos autores afirmam que o seu conhecimento n\u00e3o       prov\u00e9m de fontes tradicionais, mas sim da observa\u00e7\u00e3o       pessoal e da aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica das suas ideias. Pintor,       escultor, arquitecto e engenheiro, Leonardo da Vinci foi o talento mais vers\u00e1til       da It\u00e1lia do Renascimento. Os seus desenhos, combinando uma precis\u00e3o       cient\u00edfica com um grande poder imaginativo, reflectem a enorme vastid\u00e3o       dos seus interesses, que iam desde a biologia, \u00e0 fisiologia, \u00e0       hidr\u00e1ulica, \u00e0 aeron\u00e1utica e \u00e0 matem\u00e1tica.       Durante o apogeu do renascimento, Da Vinci, enquanto anatomista, preocupou-se       com os sistemas internos do corpo humano, e enquanto artista interessou-se       pelos detalhes externos da forma humana, estudando exaustivamente as suas       propor\u00e7\u00f5es. A seguinte imagem resulta destes seus interesses.     <\/p>\n<p>Os pensadores renascentistas viam uma certa perfei\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica       na forma humana. Esta imagem representa o corpo humano inserido na forma ideal       do c\u00edrculo e nas perfeitas propor\u00e7\u00f5es do quadrado. A       imagem foi usada por Luca Pacioli na ilustra\u00e7\u00e3o do seu livro       De Divina Proportione <\/p>\n<h2>\u00abDe Divina Proportione\u00bb <br \/>\n      1490<\/h2>\n<p> Os pintores do Renascimento, e em particular Da Vinci, recorreram a conceitos       de geometria projectiva (centro de projec\u00e7\u00e3o, linhas paralelas       representadas como linhas convergentes, ponto de fuga) para criar os seus       quadros com um aspecto tridimensional. A obra prima \u00abA \u00daltima       Ceia\u00bb \u00e9 um bom exemplo disso.<\/p>\n<h2> \u00abA \u00daltima Ceia\u00bb<br \/>\n      1495-1498<\/h2>\n<p> O ponto de fuga est\u00e1 colocado no olho direito de Cristo onde ele       domina o primeiro plano. Os seus pr\u00f3prios bra\u00e7os, ao longo das       linhas da pir\u00e2mide visual, refor\u00e7am a perspectiva.<\/p>\n<p>      Leonardo da Vinci procurou o aparelho perfeito chamado moto perp\u00e9tuo       e manifestou o entendimento sobre uma unifica\u00e7\u00e3o perfeita entre       as tr\u00eas dimens\u00f5es da sabedoria atrav\u00e9s de suas obras imortais.       O pensamento vinciano se refere a uma forma de encontrar a m\u00e1quina       perfeita, ou a f\u00f3rmula perfeita para todas as coisas e que contenha       em si a demonstra\u00e7\u00e3o do universo em si mesmo. Na atual \u00e9poca       em que estamos os cientistas de todo o mundo perseguem esse mesmo objetivo       e tentar elaborar a f\u00f3rmula do todo. Os modelos do universo que s\u00e3o       montados atualmente n\u00e3o fornecem a base para tal f\u00f3rmula, h\u00e1       que se mexer nos princ\u00edpios da concep\u00e7\u00e3o do universo       para encontra-la atrav\u00e9s de um novo modelo de Universo. Esse trabalho       tem essa proposta e todos os estudos e desenvolvimentos comparativos est\u00e3o       descritos aqui na primeira fase desse Dossi\u00ea. <\/p>\n<h2>Sir Isaac Newton<\/h2>\n<p> A vida de Newton pode ser dividida em tr\u00eas per\u00edodos. O primeiro       sua juventude de 1643 at\u00e9 sua gradua\u00e7\u00e3o em 1669. O segundo       de 1669 a 1687, foi o per\u00edodo altamente produtivo em que ele era professor       Lucasiano em Cambridge. O terceiro per\u00edodo viu Newton como um funcion\u00e1rio       do governo bem pago em Londres, com muito pouco interesse pela matem\u00e1tica.       Isaac Newton nasceu em 4 de janeiro de 1643 (ano da morte de Galileo) em Woolsthorpe,       Lincolnshire, Inglaterra. Embora tenha nascido no dia de Natal de 1642, a       data dada aqui \u00e9 no calend\u00e1rio Gregoriano, que adotamos hoje,       mas que s\u00f3 foi adotada na Inglaterra em 1752. Newton veio de uma fam\u00edlia       de agricultores, mas seu pai morreu antes de seu nascimento. Ele foi criado       por sua av\u00f3. Um tio o enviou para o Trinity College, Cambridge, em       Junho de 1661. <\/p>\n<p> O objetivo inicial de Newton em Cambridge era o direito. Em Cambridge ele       estudou a filosofia de Arist\u00f3teles (384aC-322ac), Descartes (Ren\u00e9       Descartes, 1596-1650), Gassendi (Pierre Gassendi, 1592-1655), e Boyle (Robert       Boyle, 1627-1691), a nova \u00e1lgebra e geometria anal\u00edtica de Vi\u00e8te       (Fran\u00e7ois Vi\u00e8te 1540-1603), Descartes, e Wallis (John Wallis,       1616-1703); a mec\u00e2nica da astronomia de Cop\u00e9rnico e Galileo,       e a \u00f3tica de Kepler o atra\u00edram. <\/p>\n<p>      Detalhe de um diagrama mostrado no livro Principia philosophiae, escrito por       Descartes em 1644. O desenho representa a concep\u00e7\u00e3o de Descartes       sobre o Cosmos: um agregado de v\u00f3rtices cont\u00edguos, muitos deles       com uma estrela no centro. O Sol \u00e9 representado pelo c\u00edrculo       com um S no centro. O talento de Newton emergiu com a chegada de Isaac Barrow       (1630-1677), para a cadeira Lucasiana de matem\u00e1tica em Cambridge. Seu       g\u00eanio cient\u00edfico despertou quando uma epidemia de peste fechou       a Universidade no ver\u00e3o de 1665, e ele retornou a Lincolnshire. S\u00f3       em Londres, a peste vitimou mais 70.000 pessoas. L\u00e1, em um per\u00edodo       de menos de dois anos, Newton que ainda n\u00e3o tinha completado 25 anos,       iniciou a revolu\u00e7\u00e3o da matem\u00e1tica, \u00f3ptica, f\u00edsica       e astronomia. Durante sua estada em casa, ele lan\u00e7ou a base do c\u00e1lculo       diferencial e integral, muitos anos antes de sua descoberta independente por       Leibniz (Gottfried Wilhelm von Leibniz, 1646-1716). O &#8220;m\u00e9todo       dos fluxions&#8221;, como ele o chamava, estava baseado na descoberta crucial       de que a integra\u00e7\u00e3o de uma fun\u00e7\u00e3o \u00e9 meramente       o procedimento inverso da diferencia\u00e7\u00e3o. Seu livro De Methodis       Serierum et Fluxionum foi escrito em 1671, mas s\u00f3 foi publicado quando       John Colson o traduziu para o ingl\u00eas em 1736. <\/p>\n<p> Com a sa\u00edda de Barrow da cadeira Lucasiana em 1669, Newton, com apenas       27 anos, foi nomeado para sua posi\u00e7\u00e3o, por indica\u00e7\u00e3o       do anterior, por seus trabalhos em c\u00e1lculo integral, onde Newton havia       feito progresso em um m\u00e9todo geral de calcular a \u00e1rea delimitada       por cum curva. O primeiro trabalho de Newton como professor Lucasiano foi       em \u00f3ptica. Ele havia conclu\u00eddo durante os dois anos de peste       que a luz branca n\u00e3o \u00e9 um entidade simples, como acreditavam       todos desde Arist\u00f3teles. Embora o fato de que a luz solar produz v\u00e1rias       cores ao passar por um prisma fosse conhecido, Giambattista della Porta, em       seu De Refracione, publicado em N\u00e1poles em 1558, usava a concep\u00e7\u00e3o       de Arist\u00f3teles para dizer que as cores apareciam por modifica\u00e7\u00e3o       da luz. A aberra\u00e7\u00e3o crom\u00e1tica (an\u00e9is coloridos       em volta da imagem) de uma lente de telesc\u00f3pio convenceu Newton do       contr\u00e1rio. Quando ele passava um feixe de luz solar por um prisma de       vidro, um espectro de cores se formava, mas ao passar a luz azul por um segundo       prisma, sua cor n\u00e3o mudava. <\/p>\n<p> Newton argumentou que a luz branca era na verdade uma mistura de diferentes       tipos de raios que eram refratados em \u00e2ngulos ligeiramente diferentes,       e que cada tipo de raio diferente produz uma cor espectral diferente. Newton       concluiu, erroneamente, que telesc\u00f3pios usando lentes refratoras sofreriam       sempre de aberra\u00e7\u00e3o crom\u00e1tica. Ele ent\u00e3o prop\u00f4s       e construiu um telesc\u00f3pio refletor, com 15 cm de comprimento. Newton       colocou um espelho plano no tubo, a 45\u00b0, refletindo a imagem para uma       ocular colocada no lado. O telesc\u00f3pio de Newton gerava imagens nove       vezes maior do que um refrator quatro vezes mais longo. Os espelhos esf\u00e9ricos       constru\u00eddos naquela \u00e9poca produziam imagens imperfeitas, com       aberra\u00e7\u00e3o esf\u00e9rica. <\/p>\n<p> Newton foi eleito membro da Sociedade Real em 1672 ap\u00f3s doar um telesc\u00f3pio       refletor. Ainda em 1672, Newton publicou seu primeiro trabalho cient\u00edfico       sobre luz e cor, no Philosophical Transactions of the Royal Society . Seu       livro Opticks s\u00f3 foi publicado em 1704, tratando da teoria da luz e       cor e com (i) investiga\u00e7\u00f5es da cor em pel\u00edculas finas       (ii) an\u00e9is de interfer\u00eancia de Newton e (iii) difra\u00e7\u00e3o       da luz. <\/p>\n<p>      Seu trabalho mais importante foi em mec\u00e2nica celeste, que culminou com       a Teoria da Gravita\u00e7\u00e3o Universal. Em 1666 Newton tinha vers\u00f5es       preliminares de suas tres leis do movimento. Ele descobriu a lei da for\u00e7a       centr\u00edpeta sobre um corpo em \u00f3rbita circular. O cometa brilhante       que apareceu em 1664 foi observado por Adrien Auzout no Observatoire de Paris,       Christian Huygens (1629-1695) na Holanda, Johannes Hevelius em Danzig, e Robert       Hooke na Inglaterra. Qual seria sua \u00f3rbita? Tycho Brahe tinha suporto       circular, Kepler dizia que era em linha reta, com a curvatura devido \u00e0       \u00f3rbita da Terra, mas as observa\u00e7\u00f5es indicavam que a \u00f3rbita       fosse intrinsecamente curva, e Johannes Hevelius prop\u00f4s que fosse el\u00edptica.       Em 1665 o franc\u00eas Pierre Petit, em seu Disserta\u00e7\u00e3o sobre       a Natureza dos Cometas prop\u00f4s pela primeira vez que suas \u00f3rbitas       fossem fechadas, e que os cometas de 1618 e 1664 poderiam ser o mesmo cometa.       Vinte anos mais tarde Halley especulou sobre o problema da gravita\u00e7\u00e3o       em rela\u00e7\u00e3o aos cometas. Sem conseguir resolver o problema, em       agosto de 1684 ele prop\u00f4s o problema a Newton.<\/p>\n<p> Newton disse que j\u00e1 havia resolvido o problema muitos anos antes,       e que todos os movimentos no sistema solar poderiam ser explicados pela lei       da gravita\u00e7\u00e3o. Um cometa na constela\u00e7\u00e3o de Virgem       em 1680 tinha uma \u00f3rbita claramente curva. Em 1682 um cometa ainda       mais brilhante, que mais tarde levaria o nome de Halley, pode ter sua \u00f3rbita       bem determinada, confirmando o pensamento de Newton. A id\u00e9ia genial       de Newton em 1666 foi imaginar que a atra\u00e7\u00e3o gravitacional da       Terra era contrabalan\u00e7a pela for\u00e7a centr\u00edpeta da Lua.       Com sua lei para a for\u00e7a centr\u00edpeta e a terceira Lei de Kepler,       Newton deduziu a lei da atra\u00e7\u00e3o gravitacional. Em 1679 Newton       provou que a Lei das \u00c1reas de Kepler \u00e9 uma consequ\u00eancia       da for\u00e7a centr\u00edpeta, e tamb\u00e9m que a \u00f3rbita \u00e9       uma elipse, para um corpo sob uma for\u00e7a central em que a depend\u00eancia       radial varia com o inverso do quadrado da dist\u00e2ncia ao centro. <\/p>\n<p> Halley persuadiu Newton a escrever um trabalho completo sobre sua nova f\u00edsica       e sua aplica\u00e7\u00e3o \u00e0 astronomia, e em menos de 2 anos Newton       tinha escrito os dois primeiros volumes do Principia, com suas leis gerais,       mas tamb\u00e9m com aplica\u00e7\u00f5es a colis\u00f5es, o p\u00eandulo,       proj\u00e9teis, fri\u00e7\u00e3o do ar, hidrost\u00e1tica e propaga\u00e7\u00e3o       de ondas. Somente depois, no terceiro volume, Newton aplicou suas leis ao       movimento dos corpos celestes. Em 1687 \u00e9 publicado o Philosophiae naturalis       principia mathematica ou Principia, como \u00e9 conhecido. <\/p>\n<p>      O Principia \u00e9 reconhecido como o livro cient\u00edfico mais importante       escrito. Newton analisou o movimento dos corpos em meios resistentes e n\u00e3o       resistentes sob a a\u00e7\u00e3o de for\u00e7as centr\u00edpetas.       Os resultados eram aplicados a corpos em \u00f3rbita, e queda-livre perto       da Terra. Ele tamb\u00e9m demonstra que os planetas s\u00e3o atra\u00eddos       pelo Sol pela Lei da Gravita\u00e7\u00e3o Universal, e generalizou que       todos os corpos celestes atraem-se mutuamente. <\/p>\n<p> Newton explicou uma ampla gama de fen\u00f4nemos at\u00e9 ent\u00e3o       n\u00e3o correlatos: a \u00f3rbita exc\u00eantrica dos cometas; as mar\u00e9s       e suas varia\u00e7\u00f5es; a precess\u00e3o do eixo da Terra; e o movimento       da Lua perturbado pela gravidade do Sol. <\/p>\n<p> Newton j\u00e1 explicava que o movimento de tres corpos sob uma for\u00e7a       central s\u00f3 pode ser resolvido por aproxima\u00e7\u00e3o, que a       Lei da Gravita\u00e7\u00e3o Universal trata os corpos como pontos, e que       os planetas n\u00e3o s\u00e3o pontos, nem ao menos esf\u00e9ricos, que       o movimento das mar\u00e9s introduz perturba\u00e7\u00f5es no c\u00e1lculo       das \u00f3rbitas, que precisam ser calculadas por aproxima\u00e7\u00f5es.     <\/p>\n<p> Depois de sofrer um colapso nervoso em 1693, Newton abandonou a pesquisa       para uma posi\u00e7\u00e3o no governo em Londres, tornando-se Guardi\u00e3o       da Casa da Moeda Real (1696) e Mestre(1699). <\/p>\n<p> Em 1703 foi eleito presidente da Sociedade real, e foi re-eleito a cada       ano at\u00e9 sua morte. Foi agraciado com o t\u00edtulo de cavalheiro       (Sir) em 1708 pela Rainha Anne, o primeiro cientista a receber esta honra.       <br \/>\n      Morreu em 31 de mar\u00e7o de 1727 em Londres, Inglaterra. <\/p>\n<h2>Karl Frederic Gauss:A Vida de um G\u00eanio<\/h2>\n<h2> INTRODU\u00c7\u00c3O <\/h2>\n<p> Karl Frederic Gauss (1777 &#8211; 1855):<br \/>\n      Carl Friedrich Gauss (ou Karl Frederic Gauss) foi um matem\u00e1tico, astr\u00f4nomo       e f\u00edsico alem\u00e3o. Nasceu no ano de 1777 na cidade de Brunswick       e falecei em 1855 em G\u00f6ttingen.<\/p>\n<p>Gauss foi um dos maiores g\u00eanios da Hist\u00f3ria da Matem\u00e1tica.       Ainda crian\u00e7a, percebia erros nas contas do pai. A educa\u00e7\u00e3o       de Gauss foi assegurada pelo Duque de Brunswick, que se impressionava com       sua capacidade. Um dos teoremas de Gauss foi a maior contribui\u00e7\u00e3o,       na \u00e9poca que a geometria euclidiana teve em 2200 anos. <br \/>\n      Com 12 anos Gauss j\u00e1 questiona os fundamentos da geometria daquela       \u00e9poca, e aos 13 j\u00e1 projetava uma geometria n\u00e3o-euclidiana.<\/p>\n<p>Aos 16 criou um m\u00e9todo utilizado at\u00e9 hoje para determinar os       elementos da \u00f3rbita de um planeta com medidas tomadas da Terra.<\/p>\n<p>Aos 18 determinou o m\u00e9todo dos m\u00ednimos quadrados.<\/p>\n<p>Aos 22 determinou as fun\u00e7\u00f5es el\u00edpticas.<\/p>\n<p>Suas maiores contribui\u00e7\u00f5es foram na F\u00edsica e principalmente       na Matem\u00e1tica.<\/p>\n<p>Formulou a teoria dos erros e tamb\u00e9m desenvolveu um m\u00e9todo       geral para as resolu\u00e7\u00f5es de equa\u00e7\u00f5es binomiais.       Estudou \u00f3ptica, a eletricidade e sobretudo o magnetismo, sobre o qual       publicou Teoria geral do magnetismo terrestre (1839). <\/p>\n<p>Muitas de suas obras s\u00f3 foram publicadas postumamente. <\/p>\n<p> Suas principais obras foram: <br \/>\n      Disquisitiones arithmeticae (1798; Discuss\u00f5es aritm\u00e9ticas):       Nessa obra, Gauss estuda as congru\u00eancias, as formas quadr\u00e1ticas,       as converg\u00eancias das s\u00e9ries etc. <br \/>\n      Theoria motus corporum coelestium (1809; Teoria do movimento dos corpos celestes).       <br \/>\n      Teoria geral do magnetismo terrestre (1839). <\/p>\n<h2> 1828 1832 Data Desconhecida 1803<\/h2>\n<h2> A VIDA DE GAUSS<\/h2>\n<p> Carl Friedrich Gauss, nascido em 30 de abril de 1777 em Brunswick, na Alemanha       foi um g\u00eanio da Matem\u00e1tica. Aos sete anos de idade, entrou na       escola, e logo se destacou entre as outras crian\u00e7as. Seu professor,       B\u00fcttner e seu assistente Martin Bartels ficaram absolutamente espantados       quando Gauss somou os n\u00fameros de 1 a 100 em poucos minutos, usando       um mecanismo que atualmente \u00e9 considerado muito simples. Ele notou       que 1 + 100 dava 101, 2 + 99 tamb\u00e9m e assim por diante. Portanto, bastava       ele multiplicar 101 por 50.<\/p>\n<p> Em 1792, Gauss entrou para o &#8220;Brunswick Collegium Carolinum&#8221;.<br \/>\n      Em 1795, Gauss saiu da cidade para estudar na Universidade de G\u00f6ttingen.       Em 1798, Gauss conseguiu seu diploma. <\/p>\n<p> Aos 19 anos Gauss descobriu como construir um heptadec\u00e1gono, coisa       que os ge\u00f4metras tentavam desde o tempo dos gregos.O passatempo preferido       deles era desenhar pol\u00edgonos com a r\u00e9gua e o compasso. Eles       sabiam desenhar o tri\u00e2ngulo (3 lados), o quadrado (4 lados) e o pent\u00e1gono       (5 lados). E, como sabiam dividir um \u00e2ngulo em duas partes iguais, podiam       tamb\u00e9m obter todos os pol\u00edgonos com n\u00famero de lados dobrado,       a partir desses tr\u00eas.<\/p>\n<p>      Um grande desafio, desde esses velhos tempos, consistia em desenhar um pol\u00edgono       de 17 lados. Isso mesmo, um heptadec\u00e1gono. Pois bem, em mar\u00e7o       de 1796, o jovem Carl, de apenas 19 anos conseguiu essa fa\u00e7anha. N\u00e3o       satisfeito, Gauss ainda deu instru\u00e7\u00f5es de como se desenhar qualquer       pol\u00edgono regular de N lados, desde que n\u00e3o seja um n\u00famero       primo da forma 2^2^k + 1, os chamados &#8220;primos de Fermat&#8221;.<\/p>\n<p>1) Desenhe uma circunfer\u00eancia com centro em O. Essa ser\u00e1 a circunfer\u00eancia       principal. Escolha um v\u00e9rtice qualquer V nessa circunfer\u00eancia.<br \/>\n      2) Localize o ponto A na circunfer\u00eancia tal que OA seja perpendicular       a OV.<br \/>\n      3) Localize o ponto B sobre OA tal que OB = OA \/4.<br \/>\n      4) Localize o ponto C sobre OV tal que o \u00e2ngulo OBC seja OBV\/4.<br \/>\n      5) Localize o ponto D sobre a extens\u00e3o de OV tal que DBC seja 45o.<br \/>\n      6) Localize o ponto E onde a circunfer\u00eancia que passa por D e V corta       OA.<br \/>\n      7) Desenhe a circunfer\u00eancia com centro em C passando pelo ponto E.<br \/>\n      8) Localize os pontos F e G onde essa circunfer\u00eancia corta OV.<br \/>\n      9) Desenhe retas perpendiculares a OV come\u00e7ando nos pontos F e V.<br \/>\n      10) Essas retas cortam a circunfer\u00eancia principal nos pontos V3 e V5.       Os pontos V3 e V5 s\u00e3o o terceiro e quinto v\u00e9rtices do heptadec\u00e1gono       regular. O ponto V \u00e9 o v\u00e9rtice zero.<\/p>\n<p>Os demais v\u00e9rtices podem ser achados a partir desses tr\u00eas por       divis\u00f5es sucessivas de \u00e2ngulos. <\/p>\n<p> Gauss considerava essa constru\u00e7\u00e3o sua maior proeza na matem\u00e1tica.Consta       que ele queria que um heptadec\u00e1gono fosse desenhado em seu t\u00famulo,       como a esfera inscrita em um cilindro foi desenhada no t\u00famulo de Arquimedes.       Infelizmente, esse seu desejo n\u00e3o foi cumprido. Em compensa\u00e7\u00e3o,       o heptadec\u00e1gono est\u00e1 desenhado no monumento em sua homenagem       que existe em Brunswick, sua cidade natal. <\/p>\n<p> Os trabalhos de Gauss cobriram boa parte da Matem\u00e1tica da \u00e9poca.       Provou o Teorema Fundamental da \u00c1lgebra que diz que todo polin\u00f4mio       tem uma raiz da forma a + bi. Gauss voltou para Brunswick onde deu uma palestra       para a Universidade de Helmstedt sobre o Teorema Fundamental da \u00c1lgebra.<\/p>\n<p> Em F\u00edsica, deu grandes contribui\u00e7\u00f5es ao campo do magnetismo,       \u00e1rea em que trabalhou fazendo parceria com Weber. Hoje, a unidade de       campo magn\u00e9tico pode ser o gauss ou o weber\/m2.<\/p>\n<p> Em 1801, foi descoberto um aster\u00f3ide que depois recebeu o nome de       Ceres. Logo, v\u00e1rios astr\u00f4nomos se dedicaram \u00e0 tentativa       de calcular a \u00f3rbita desse aster\u00f3ide. Infelizmente, pouco depois       de sua descoberta, o aster\u00f3ide escondeu-se atr\u00e1s do Sol, de       modo que os dados obtidos de suas posi\u00e7\u00f5es eram muito poucos.       Assim mesmo, muitos publicaram seus resultados, inclusive Gauss, s\u00f3       que as previs\u00f5es do alem\u00e3o eram bem diferentes das dos demais.       Pois quando o aster\u00f3ide reapareceu, alguns meses depois, sua posi\u00e7\u00e3o       coincidia perfeitamente com a previs\u00e3o de Gauss. Hoje sabemos que Gauss       usou um m\u00e9todo que desenvolvera, chamado de m\u00e9todo dos m\u00ednimos       quadrados, que se tornou, desde ent\u00e3o, ferramenta importante do trabalho       em ci\u00eancias experimentais.<\/p>\n<p> No ver\u00e3o de 1801, publicou seu livro &#8220;Disquisitiones Arithmeticae&#8221;<br \/>\n      Em 1809 publicou seu segundo livro &#8220;Theoria motus corporum coelestium       in sectionibus conicis Solem ambientium&#8221; Em Outubro de 1805, Gauss conheceu       Johanna Ostoff, que morreu, um ano depois de seu pai, no parto do segundo       filho do casal, que tamb\u00e9m morreu em seguida. Gauss ficou muito abalado       e escreveu para Olbers pedindo para ficar em sua casa por algumas semanas.       Em 1807, Gauss foi ocupar o cargo de Diretor do Observat\u00f3rio de G\u00f6ttingen.       Mais tarde, Gauss se casou com Minna, que era a melhor amiga de Johanna, com       quem teve tr\u00eas filhos.<\/p>\n<p> As &#8220;contribui\u00e7\u00f5es&#8221; de Gauss para a Astronomia parou       ap\u00f3s 1817, mas Gauss fez observa\u00e7\u00f5es at\u00e9 os 70       anos. Gauss gostava muito de trabalhar com geometria diferencial, tendo inventado       o importante conceito da curvatura dupla, hoje conhecida como curvatura de       Gauss. Em 1820, inventou o heli\u00f3tropo, instrumento que usa a reflex\u00e3o       da luz do Sol para medidas geod\u00e9sicas. Pensou at\u00e9 em us\u00e1-lo       para se comunicar com hipot\u00e9ticos habitantes da Lua. Em 1833, com a       ajuda de Weber, construiu o primeiro tel\u00e9grafo (abaixo).<\/p>\n<p>      Gauss sabia tudo sobre estat\u00edstica. Mostrou que os erros nas medidas       experimentais costumam seguir uma distribui\u00e7\u00e3o em forma de sino,       hoje chamada de distribui\u00e7\u00e3o gaussiana. Todo estudante de F\u00edsica       conhece a Lei de Gauss. Em palavras, ela diz: &#8220;O fluxo de linhas de campo       atrav\u00e9s de uma superf\u00edcie fechada \u00e9 proporcional \u00e0       massa (ou carga) dentro dessa superf\u00edcie.&#8221; A Lei de Gauss serve       tanto para o campo el\u00e9trico quanto para o gravitacional, por isso se       escreve carga ou massa e n\u00e3o s\u00f3 uma das duas. Essa id\u00e9ia       de Gauss resolveu um enigma que atormentou Newton por v\u00e1rios anos.       A quest\u00e3o era:Imagine um aglomerado esf\u00e9rico de pequenas massas,       todas iguais, a uma certa dist\u00e2ncia de outra massa pequena M (veja ilustra\u00e7\u00e3o       abaixo). A massa M sofrer\u00e1 a atra\u00e7\u00e3o gravitacional das       massinhas do aglomerado esf\u00e9rico. <\/p>\n<p>\n      Agora, suponha que o aglomerado esf\u00e9rico se expanda uniformemente,       aumentando de raio. Algumas massas se aproximam de M e outras se afastam.       A pergunta \u00e9: com essa expans\u00e3o a for\u00e7a gravitacional       sobre M aumenta, diminui ou fica constante? <\/p>\n<p> A resposta correta \u00e9: fica constante. Newton sabia disso mas n\u00e3o       sabia como provar de forma simples e convincente. Sua engenhosidade em tratar       com esses assuntos levou-a, no final da vida, a especular na Bolsa de Valores.       Foi t\u00e3o bem sucedido nessa atividade que morreu rico. Gauss continuou       estudando at\u00e9 seus \u00faltimos dias. Morreu em 23 de fevereiro de       1855, aos 77 anos, por complica\u00e7\u00f5es de sa\u00fade. Seu corpo       pode ter morrido, mas seus feitos continuam sendo importantes marcos para       o avan\u00e7o da Ci\u00eancia.<\/p>\n<h2> Selo de Gauss<\/h2>\n<h2> C\u00e9dula com a foto de Gauss<\/h2>\n<p>Gauss revelou uma seq\u00fc\u00eancia matem\u00e1tica que solucionou muitas       das quest\u00f5es de Arist\u00f3teles, o que Gauss provou em suas f\u00f3rmulas       matem\u00e1ticas coincide com a forma com que seus pensamentos podem ser       aplicados na teoria do novo modelo de universo e a lei das esferas e espirais       de Gemelli, com os devidos detalhes que constam nesse dossi\u00ea. A gravidade       depende da massa manifesta no espa\u00e7o tempo e sua express\u00e3o molecular       e at\u00f4mica, assim como a realidade espa\u00e7o tempo. Gauss provou       que o espa\u00e7o e tempo se curvam com seus c\u00e1lculos, a lei das       esferas e espirais de revelam os pontos de inicio e fim das curvaturas dano       origem aos fusos e buracos no tempo. <\/p>\n<h2>Thomas Alva Edison<\/h2>\n<h2> (1847 &#8211; 1931)<\/h2>\n<p> Num dia do outono de 1877, Edison mostrou ao chefe de suas oficinas, John       Krusei, o esbo\u00e7o de uma curiosa engenhoca. Krusei n\u00e3o achava       dif\u00edcil construir a m\u00e1quina que a planta mostrava ser bastante       simples: um tubo met\u00e1lico com uma esp\u00e9cie de funil, um diafragma       de pergaminho e um cilindro de a\u00e7o. O que Krusei achava estranho era       que tal m\u00e1quina pudesse servir para alguma coisa. Quando Edison afirmou-lhe       que o aparelho seria capaz de repetir o que lhe dissessem, o ceticismo aumentou.       Krusei chegou a apostar com Edison uma caixa de charutos, que perderia se       a m\u00e1quina chegasse a funcionar. Quando a m\u00e1quina ficou pronta,       Edison envolveu o cilindro de a\u00e7o numa folha de estanho. Depois, enquanto       o cilindro girava, cantou uma velha can\u00e7\u00e3o popular dentro do       funil: &#8220;Maria tinha um carneirinho. . .&#8221; Enquanto cantava, sua voz       fazia vibrar a membrana de pergaminho, que por sua vez comandava uma agulha       que ia sulcando a superf\u00edcie macia do estanho.<\/p>\n<p> Chegou ent\u00e3o o momento culminante. Posto novamente a funcionar o       aparelho, o sulco do estanho fazia vibrar a agulha e esta, por sua vez, acionava       a membrana de pergaminho. Para espanto e incredulidade dos auxiliares que       cercavam a m\u00e1quina, voltou a soar a voz de Edison: &#8220;Maria tinha       um carneirinho. . . &#8221; E Krusei perdeu a aposta. <\/p>\n<h2> (O fon\u00f3grafo)<\/h2>\n<p> Esse famoso epis\u00f3dio da carreira de Edison foi apenas um entre muitos,       e talvez n\u00e3o o mais significativo. Mas sua influ\u00eancia sobre a       tecnologia foi t\u00e3o profunda que \u00e9 muito dif\u00edcil extirpar       os exageros e os mitos inclu\u00eddos em suas numerosas biografias. O impacto       de suas inven\u00e7\u00f5es, como o fon\u00f3grafo e a l\u00e2mpada       el\u00e9trica, alterou os padr\u00f5es de vida em todo o mundo. As inova\u00e7\u00f5es       de seu g\u00eanio eram t\u00e3o revolucion\u00e1rias que eq\u00fcivaliam,       na \u00e9poca, ao trabalho de pesquisa, somado, de tr\u00eas ou quatro       das mais importantes empresas americanas de hoje. Em torno de figura t\u00e3o       din\u00e2mica, perseverante e empreendedora, for\u00e7osamente teriam de       acumular-se distor\u00e7\u00f5es lend\u00e1rias. Mas o que existe de       real em sua vida j\u00e1 \u00e9 suficientemente dram\u00e1tico e novelesco.       Ainda hoje, a carreira de Edison \u00e9 um exemplo estimulante do individualismo       empreendedor americano. E torna-se poss\u00edvel dizer que Edison deixou       como heran\u00e7a tamb\u00e9m uma grande influ\u00eancia cultural sobre       a na\u00e7\u00e3o em que viveu.<\/p>\n<p> A inven\u00e7\u00e3o do fon\u00f3grafo \u00e9 um exemplo destacado       da capacidade inventiva de Edison. O aparelho funcionou logo no primeiro teste,       sem nenhuma experi\u00eancia pr\u00e9via. Depois de constru\u00eddo e       posto a funcionar o engenho, o pr\u00f3prio Edison ficou admirado diante       de sua cria\u00e7\u00e3o. A certeza de que o aparelho funcionaria lhe       havia sido inculcada por outras experi\u00eancias, relacionadas com o registro       de comunica\u00e7\u00f5es telegr\u00e1ficas, por\u00e9m o \u00eaxito       imediato o surpreendeu. Outro fato estranho na hist\u00f3ria do fon\u00f3grafo       foi sua &#8220;incuba\u00e7\u00e3o&#8221;. A princ\u00edpio a inven\u00e7\u00e3o       provocou espanto e pol\u00eamica (muita gente suspeitava da presen\u00e7a       de algum ventr\u00edloquo durante as experi\u00eancias). Mas a ningu\u00e9m       ocorreu dar aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica ao invento. Durante uns       dez anos o aparelho ficou de lado.<\/p>\n<p> S\u00f3 depois deste tempo Edison resolveu dar-lhe aten\u00e7\u00e3o       e melhoramentos. Gradualmente, foram surgindo o gramofone e o disco sulcado       de hoje. Em sua forma primitiva, por\u00e9m, o aparelho serviria para orientar       o aperfei\u00e7oamento do telefone. Procedimentos desse tipo eram comuns       a Edison. Ele acreditava que a experi\u00eancia de lentas reelabora\u00e7\u00f5es       da id\u00e9ia e do aparelho sempre conduzia a resultados pr\u00e1ticos       decisivos.<\/p>\n<h2> (Casa de Edison em Menlo Park)<\/h2>\n<p> A &#8220;m\u00e1quina falante&#8221; de Edison gerou tal perplexidade no       povo que logo se popularizou o cognome &#8220;Mago de Menlo Park&#8221;. Menlo       Park era a \u00e1rea suburbana de Nova York onde Edison havia constru\u00eddo       uma mans\u00e3o e seus laborat\u00f3rios de pesquisa. Samuel Edison, de       origem irlandesa, exercia ativa milit\u00e2ncia pol\u00edtica no Canad\u00e1.       Quando falhou o movimento de independ\u00eancia de que ele participava, viu-se       obrigado a emigrar para os Estados Unidos com sua jovem esposa, Nancy Elliot.       Foi na cidade de Milan, Ohio, que nasceu Thomas a 11 de mar\u00e7o de 1847.       Quando a fam\u00edlia mudou-se para Port Huron, no Michigan, o pequeno Tom       j\u00e1 estava em idade de freq\u00fcentar a escola. Mas preferia as li\u00e7\u00f5es       que lhe eram ministradas por sua m\u00e3e.<\/p>\n<p> Na escola era mau aluno, pouco ass\u00edduo e desinteressado. Quando come\u00e7ou       a manifestar-se nele o gosto pela mec\u00e2nica, tamb\u00e9m se desenvolveu,       paralelamente, um profundo desejo de Independ\u00eancia. Cultivava hortali\u00e7as       e frutas para vender na cidade. Com o produto do pr\u00f3prio trabalho ajudava       a fam\u00edlia pobre e conseguia dinheiro para comprar livros e instrumentos,       material de aprendizado de que n\u00e3o dispunha na escola.<br \/>\n      A freguesia aumentava, a ponto de a produ\u00e7\u00e3o de seus artigos       ser insuficiente. Ocorreu-lhe ent\u00e3o a id\u00e9ia de reabastecer-se       na vizinha cidade de Detroit. Mas, sempre pr\u00e1tico, n\u00e3o podia       desperdi\u00e7ar o tempo nas viagens de trem. Durante o trajeto vendia jornais;       teve tanto sucesso como jornaleiro que logo se tornou tamb\u00e9m editor.       Publicava um seman\u00e1rio, o &#8220;Weekly Herald&#8221; (Arauto Semanal),       onde era ao mesmo tempo rep\u00f3rter, redator, gerente, tip\u00f3grafo       e distribuidor. Fazia todo o trabalho no mesmo vag\u00e3o bagageiro que       lhe servia de laborat\u00f3rio, com equipamento improvisado e com a pouca       experi\u00eancia de seus quinze anos.<\/p>\n<p> Essa fase de sua vida acabou mal. Um dia, a explos\u00e3o de uma garrafa       de f\u00f3sforo ateou fogo ao vag\u00e3o e Edison foi despejado de seu       laborat\u00f3rio-oficina. Um sopapo no ouvido sofrido nessa ocasi\u00e3o       \u00e9 dado como causa de uma mastoidite que lhe provocou a surdez, parcial       que o perseguiria nos anos seguintes. Despejado do trem, Edison se defrontava       com a realidade adversa. Havia vivido de expedientes at\u00e9 ali, sem desenvolver       nenhum aprendizado capaz de propiciar-lhe um emprego est\u00e1vel. Num epis\u00f3dio       imprevisto, por\u00e9m, salvou a vida da filha do chefe da esta\u00e7\u00e3o       ferrovi\u00e1ria de Mount Clemens. Acolhido na casa com gratid\u00e3o,       Edison p\u00f4de aprender telegrafia.<\/p>\n<p> A inven\u00e7\u00e3o de Morse, na \u00e9poca, oferecia muito interesse       e compensa\u00e7\u00f5es para os que se dedicavam a ela. Edison, fascinado,       em pouco tempo se tornava um perito operador. Mas, enquanto manipulava o tel\u00e9grafo,       sua mente inquieta continuava a trabalhar, em busca de aperfei\u00e7oamentos       para o aparelho. Sua intelig\u00eancia, que tornava t\u00e3o f\u00e1cil       a obten\u00e7\u00e3o de empregos, era tamb\u00e9m a causa freq\u00fcente       de suas demiss\u00f5es: Edison raramente se conformava em submeter-se \u00e0       rotina estabelecida. Queria inovar. Um exemplo dessa caracter\u00edstica       de sua personalidade foi a experi\u00eancia num emprego noturno. Para poder       dormir, inventou um dispositivo autom\u00e1tico que o despertava a horas       fixas, para marcar o ponto, ou quando se aproximasse algum inspetor. Ouando       descobriram o expediente, Edison mais uma vez se viu desempregado. Em 1869       estava em Nova York, sem trabalho e sem um n\u00edquel no bolso.<\/p>\n<p> Mas, nessa \u00e9poca, seu destino sofreu uma reviravolta. Durante o tempo       em que havia passado como operador de tel\u00e9grafo, conseguiu inventar       um aparelho registrador de n\u00fameros e letras, para mensagens telegr\u00e1ficas.       E em Nova York tal aparelho teria enorme aplica\u00e7\u00e3o: as cota\u00e7\u00f5es       da Bolsa de Valores precisavam ser transmitidas rapidamente. O alcance desse       invento &#8211; o teletipo &#8211; foi logo percebido por uma emproas de corretagem. Especuladores       da Bolsa poderiam fazer fortuna com sistema t\u00e3o r\u00e1pido de comunica\u00e7\u00f5es.       Ofereceram-lhe 40.000 d\u00f3lares pela patente.<\/p>\n<p> Da noite para o dia estava rico. Construiu um laborat\u00f3rio de pesquisas,       mais parecido com uma oficina mec\u00e2nica. E, no per\u00edodo de 1870       a 1875, continuou a investigar o tel\u00e9grafo, em busca de novos aperfei\u00e7oamentos       e aplica\u00e7\u00f5es. Como resultado desse trabalho, inventou os sistemas       d\u00faplex e quadr\u00faplex, que permitiam a transmiss\u00e3o simult\u00e2nea       de duas e quatro mensagens atrav\u00e9s de um Mesmo cabo. Era um dispositivo       de enorme import\u00e2ncia. O tel\u00e9grafo, \u00fanico sistema de comunica\u00e7\u00e3o       r\u00e1pida a dist\u00e2ncia, tornou-se a conquista cient\u00edfica de       maior rendimento econ\u00f4mico de ent\u00e3o. A reputa\u00e7\u00e3o       de Edison e sua riqueza atingiam n\u00edveis nunca sonhados por ele.<\/p>\n<h2> (Laborat\u00f3rio de Menlo Park)<\/h2>\n<p> Em 1876, a grandeza de seus recursos e a amplitude de suas atividades motivaram       a constru\u00e7\u00e3o de um verdadeiro centro de pesquisas em Menlo Park.       Era quase uma cidade industrial, com oficinas, laborat\u00f3rios, assistentes       e t\u00e9cnicos capacitados. Nessa \u00e9poca, Edison chegou a propor-se       a meta de produzir uma nova inven\u00e7\u00e3o a cada dez dias. N\u00e3o       chegou a tanto, mas \u00e9 verdade que, num certo per\u00edodo de quatro       anos, conseguiu patentear 300 novos inventos, o que eq\u00fcivale praticamente       a uma cria\u00e7\u00e3o a cada cinco dias.<\/p>\n<h2> (L\u00e2mpada incandesceste)<\/h2>\n<p> Em 1878, com 31 anos, prop\u00f4s a si mesmo o desafio de obter luz a partir       da energia el\u00e9trica. (\u00c9 bom lembrarmos que sequer existia, na       \u00e9poca, qualquer rede el\u00e9trica j\u00e1 instalada. Para Edison,       isso constitu\u00eda um problema menor. Se a l\u00e2mpada el\u00e9trica       desse certo, ele haveria de gerar a energia e implantar a rede para conduzi-la.)       Outros pesquisadores j\u00e1 haviam tentado construir l\u00e2mpadas el\u00e9tricas.       Nernst e Swan, por exemplo, haviam obtido alguns resultados, mas seus dispositivos       tinham vida bastante curta. Edison tentou inicialmente utilizar filamentos       met\u00e1licos. Foram necess\u00e1rios enormes investimentos e milhares       de tentativas para descobrir o filamento ideal: um fio de algod\u00e3o parcialmente       carbonizado. Instalado num bulbo de vidro com v\u00e1cuo, e se aquecia com       a passagem da corrente el\u00e9trica at\u00e9 ficar incandescente, sem       por\u00e9m derreter, sublimar ou queimar. Em 1879, uma l\u00e2mpada assim       constru\u00edda brilhou por 48 horas cont\u00ednuas e, nas comemora\u00e7\u00f5es       do final de ano, uma rua inteira, pr\u00f3xima ao laborat\u00f3rio, foi       iluminada para demonstra\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p> Dois anos depois, Edison constru\u00eda a primeira esta\u00e7\u00e3o       geradora de eletricidade, a qual produzia corrente cont\u00ednua. (Nos anos       seguintes, um grande conflito de opini\u00f5es se estabeleceria entre ele,       que preferia o uso dessa corrente, e Tesla e Westinghouse, que defendiam o       uso da corrente alternada.) Edison ainda aperfei\u00e7oou o telefone (com       o microfone a carv\u00e3o empregado at\u00e9 hoje), o fon\u00f3grafo,       e muitas outras inven\u00e7\u00f5es. Em conjunto, essas realiza\u00e7\u00f5es       modificaram os h\u00e1bitos de vida em todo o mundo e consagraram definitivamente       a tecnologia. Ao longo de sua vida, Edison registrou 1300 inventos. Apenas       para criar um novo tipo de bateria, fez 8 mil tentativas infrut\u00edferas,       ao fim das quais afirmou: &#8220;Bem, pelo menos conhecemos 8 mil coisas que       n\u00e3o funcionam&#8221;.<\/p>\n<p> Foi em grande parte por influ\u00eancia de Edison que a ci\u00eancia norte-americana       passou a orientar-se para a satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades imediatas       do homem, numa filosofia utilit\u00e1ria que ainda hoje perdura e que tornou       os Estados Unidos a maior pot\u00eancia industrial do s\u00e9culo XX. O       grande papel de Edison na ci\u00eancia n\u00e3o foi, portanto, o de pesquisa       pura, de descoberta de propriedades fundamentais da mat\u00e9ria. Sua mente       prodigiosa, ao contr\u00e1rio, orientou-se para a aplica\u00e7\u00e3o       pr\u00e1tica de princ\u00edpios estabelecidos por cientistas que o precederam.       Morreu a 18 de outubro de <\/p>\n<p>Tomas Alva Edisom fez a demostra\u00e7\u00e3o f\u00edsica da lei das       esferas e das espirais quando criou a l\u00e2mpada el\u00e9trica o motivo       dos \u00e1tomos continuarem em movimento \u00e9 a presen\u00e7a do oxig\u00eanio,       o que faz com que o deslocamento espiralado dessas estruturas continue acontecendo,       para extrair a energia do choque de part\u00edculas e subst\u00e2ncias       \u00e9 necess\u00e1rio retirar seu oxig\u00eanio fazendo com que a esfera       natural de sua manifesta\u00e7\u00e3o ocorra produzindo uma expans\u00e3o       espiral de sua for\u00e7\u00e3 em forma de onda e part\u00edcula controlada,       chamada por mim de manifesta\u00e7\u00e3o espa\u00e7o tempo controlada.-       Gemelli<\/p>\n<h2> Energia Nuclear<\/h2>\n<p> Mais de 2 milh\u00f5es de pessoas em todo o pa\u00eds est\u00e3o sendo       beneficiadas pelas diferentes aplica\u00e7\u00f5es da energia nuclear       na medicina. Oriundos de reatores de pesquisa, produtos como o sam\u00e1rio,       iodo-123, tecn\u00e9cio e t\u00e1lio, ajudam a aliviar dores e a diagnosticar       problemas no cora\u00e7\u00e3o, tire\u00f3ide, f\u00edgado, ossos       e c\u00e9rebro. <\/p>\n<h2>Radioterapia <\/h2>\n<p> Na medicina, um exemplo de aplica\u00e7\u00e3o de tecnologia nuclear       \u00e9 a radioterapia, t\u00e9cnica que consiste na utiliza\u00e7\u00e3o       de fontes de radia\u00e7\u00e3o para tratamento de tumores. <\/p>\n<h2>Radiof\u00e1rmacos <\/h2>\n<p> Radiof\u00e1rmacos s\u00e3o is\u00f3topos de elementos radioativos       utilizados com a finalidade de diagn\u00f3stico, terapia e pesquisa. Possuem       diversas aplica\u00e7\u00f5es: <\/p>\n<p> &#8211; diagn\u00f3stico e acompanhamento terap\u00eautico no combate       ao c\u00e2ncer; <br \/>\n      &#8211; avalia\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas e cardiol\u00f3gicas;       <br \/>\n      &#8211; an\u00e1lise de disfun\u00e7\u00f5es c\u00e9rebro-vasculares;       <br \/>\n      &#8211; estudo do metabolismo cerebral nas doen\u00e7as de Parkinson, Alzheimer       e Tourettes. <\/p>\n<p>      O tecn\u00e9cio (Tc 99) \u00e9 utilizado para diagn\u00f3stico de doen\u00e7as       no c\u00e9rebro, pulm\u00e3o, cora\u00e7\u00e3o, f\u00edgado e outros       \u00f3rg\u00e3os. <\/p>\n<h2>Radiois\u00f3topos <\/h2>\n<p> Exemplo bem comum de radiois\u00f3topo aplicado na medicina (radiof\u00e1rmaco),       o iodo-131 emite raios gama e possui meia-vida de 8 dias. \u00c9 usado para       diagnosticar doen\u00e7as na gl\u00e2ndula tire\u00f3ide. O iodo existente       em alimentos \u00e9 absorvido naturalmente pelo corpo humano. A tire\u00f3ide       concentra a maior parte da absor\u00e7\u00e3o. Aproveitando esta caracter\u00edstica,       o paciente recebe uma solu\u00e7\u00e3o de iodo-131. Depois, \u00e9       examinado por um detetor, que permite observar como o elemento se comportou       dentro do organismo. Verifica-se a absor\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o       a um padr\u00e3o normal e a distribui\u00e7\u00e3o do iodo pela gl\u00e2ndula.       <\/p>\n<p>      O detetor \u00e9 associado a um mecanismo que permite mapear a tire\u00f3ide.       O iodo funciona como um tra\u00e7ador radioativo. Em processo similar, pode-se       fazer a cintilografia (mapeamento) de outros \u00f3rg\u00e3os, como f\u00edgado,       cora\u00e7\u00e3o e c\u00e9rebro. <\/p>\n<h2>Radioesteriliza\u00e7\u00e3o <\/h2>\n<p> A radioesteriliza\u00e7\u00e3o \u00e9 outra tecnologia importante,       com as seguintes aplica\u00e7\u00f5es na medicina: <\/p>\n<p> &#8211; irradia\u00e7\u00e3o de produtos sang\u00fc\u00edneos destinados       a transplantes, prevenindo poss\u00edveis rejei\u00e7\u00f5es; <br \/>\n      &#8211; esteriliza\u00e7\u00e3o de tecidos humanos destinados a implantes;       <br \/>\n      &#8211; esteriliza\u00e7\u00e3o de v\u00e1lvulas card\u00edacas, rejeitos       biom\u00e9dicos, dispositivos contraceptivos intra-uterinos, preservativos       masculinos e outros produtos e materiais descart\u00e1veis; <\/p>\n<h2>Agricultura <\/h2>\n<h2>Irradia\u00e7\u00e3o de Alimentos<\/h2>\n<p> A tecnologia de irradia\u00e7\u00e3o de alimentos, aprovada pela Organiza\u00e7\u00e3o       das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o       (FAO) e utilizada em 37 pa\u00edses, \u00e9 um m\u00e9todo eficaz para       melhorar a qualidade de produtos aliment\u00edcios. Utilizado em frutas       frescas, gr\u00e3os e vegetais, este processo previne o brotamento, retarda       a matura\u00e7\u00e3o e aumenta o tempo de conserva\u00e7\u00e3o dos       alimentos. Com isto, fica mais f\u00e1cil armazen\u00e1-los e evita-se       a transmiss\u00e3o de doen\u00e7as causadas por parasitas, contribuindo       com a melhoria da qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o. Os alimentos       s\u00e3o submetidos a uma quantidade minuciosamente controlada de radia\u00e7\u00e3o.       No exemploabaixo, frutas e legumes passam sob uma fonte de radia\u00e7\u00e3o,       a uma determinada velocidade que controla a quantidade de energia ou a dose       absorvida. Os alimentos irradiados n\u00e3o ficam radioativos. <\/p>\n<h2>Tra\u00e7adores Radioativos<\/h2>\n<p> Os tra\u00e7adores radioativos permitem estudar o metabolismo de plantas       e o comportamento de insetos. Com isso, podem ser empregadas t\u00e9cnicas       para elimina\u00e7\u00e3o de pragas por meio dos predadores naturais,       sem o uso de inseticidas. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel determinar       a quantidade de agrot\u00f3xico retida nos alimentos, al\u00e9m de identificar       sua presen\u00e7a na Agua, solo e atmosfera. <\/p>\n<h2>INDUSTRIA <\/h2>\n<h2> Gamagrafia <\/h2>\n<p> A t\u00e9cnica nuclear mais conhecida nesta \u00e1rea \u00e9 a gamagrafia       industrial, similar a uma radiografia de pe\u00e7as met\u00e1licas ou       de estruturas de concreto. Torna-se poss\u00edvel verificar se h\u00e1       defeitos ou rachaduras que poderiam causar vazamentos. Na constru\u00e7\u00e3o       do gasoduto Brasil-Bol\u00edvia utilizou-se esta t\u00e9cnica <\/p>\n<h2>Outras Aplica\u00e7\u00f5es <\/h2>\n<p> &#8211; Esteriliza\u00e7\u00e3o de seringas, luvas, gazes e materiais       descart\u00e1veis; <br \/>\n      &#8211; identifica\u00e7\u00e3o e mapeamento de minas brasileiras de pedras       preciosas e tratamento para valoriza\u00e7\u00e3o comercial das pedras;       <br \/>\n      &#8211; purifica\u00e7\u00e3o e crescimento de cristais para tipos de       laser utilizados em medicina e odontologia; <br \/>\n      &#8211; fabrica\u00e7\u00e3o de instrumentos nucleares; <br \/>\n      &#8211; extens\u00e3o do conceito de controle e garantia da qualidade para       a ind\u00fastria convencional. <\/p>\n<h2>MEIO AMBIENTE<\/h2>\n<h2> Prote\u00e7\u00e3o <\/h2>\n<p> T\u00e9cnicas nucleares s\u00e3o empregadas em pesquisas nas \u00e1reas       de monitora\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o, controle e recupera\u00e7\u00e3o       ambiental, melhorando a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o. \u00c9       poss\u00edvel ainda avaliar a distribui\u00e7\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o       dos recursos h\u00eddricos, estudar a f\u00edsica e qu\u00edmica de       solos, datar superf\u00edcies, sedimentos marinhos, \u00e1rvores e s\u00edtios       arqueol\u00f3gicos. <\/p>\n<h2> Tra\u00e7adores Radioativos <\/h2>\n<p> Os radiois\u00f3topos permitem acompanhar o trajeto de poluentes no ar,       no mar, nos rios ou no solo. Assim, s\u00e3o detectados danos ao meio ambiente       que possam ser causados por agentes poluidores e rejeitos industriais. <\/p>\n<h2>Energia <\/h2>\n<p> Energia \u00e9 a capacidade de realizar trabalho. Entre suas formas mais       comuns, temos a t\u00e9rmica, a magn\u00e9tica e a luminosa, percebidas       facilmente no dia-a-dia. Energia sempre foi um elemento importante no desenvolvimento       da humanidade. Hoje, por exemplo, n\u00e3o conseguimos imaginar um mundo       sem a energia el\u00e9trica. Por isso, para atender toda a demanda de eletricidade       no planeta, o homem se utiliza de processos de convers\u00e3o de energia.       Um exemplo desse processo \u00e9 a usina hidroel\u00e9trica: a energia       cin\u00e9tica das correntes de \u00e1gua gira uma turbina acoplada a um       gerador, produzindo eletricidade. Em outros tipos de usinas, como a termonuclear,       as turbinas s\u00e3o giradas pelo vapor gerado por processos t\u00e9rmicos.     <\/p>\n<h2>Por qu\u00ea Energia Nuclear? <\/h2>\n<p> A utiliza\u00e7\u00e3o da energia nuclear vem crescendo a cada dia.       A gera\u00e7\u00e3o nucleoel\u00e9trica \u00e9 uma das alternativas       menos poluentes; permite a obten\u00e7\u00e3o de muita energia em um espa\u00e7o       f\u00edsico relativamente pequeno e a instala\u00e7\u00e3o de usinas       perto dos centros consumidores, reduzindo o custo de distribui\u00e7\u00e3o       de energia. Outras fontes de energia, como solar ou e\u00f3lica, s\u00e3o       de explora\u00e7\u00e3o cara e capacidade limitada, ainda sem utiliza\u00e7\u00e3o       em escala industrial. Os recursos hidr\u00e1ulicos tamb\u00e9m apresentam       limita\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de provocar grandes impactos ambientais.       Por isso, a energia nuclear torna-se mais uma op\u00e7\u00e3o para atender       com efic\u00e1cia \u00e0 demanda energ\u00e9tica no mundo moderno. <\/p>\n<h2>Energia <\/h2>\n<p> Energia \u00e9 a capacidade de realizar trabalho. Entre suas formas mais       comuns, temos a t\u00e9rmica, a magn\u00e9tica e a luminosa, percebidas       facilmente no dia-a-dia. Energia sempre foi um elemento importante no desenvolvimento       da humanidade. Hoje, por exemplo, n\u00e3o conseguimos imaginar um mundo       sem a energia el\u00e9trica. Por isso, para atender toda a demanda de eletricidade       no planeta, o homem se utiliza de processos de convers\u00e3o de energia.     <\/p>\n<p> Um exemplo desse processo \u00e9 a usina hidroel\u00e9trica: a energia       cin\u00e9tica das correntes de \u00e1gua gira uma turbina acoplada a um       gerador, produzindo eletricidade. Em outros tipos de usinas, como a termonuclear,       as turbinas s\u00e3o giradas pelo vapor gerado por processos t\u00e9rmicos.     <\/p>\n<h2> ENERGIA NUCLEAR <\/h2>\n<p> A energia el\u00e9trica gerada por usinas nucleares baseia-se na fiss\u00e3o       (quebra, divis\u00e3o)do \u00e1tomo. As mat\u00e9rias primas necess\u00e1rias       a esse processo s\u00e3o o ur\u00e2nio ou t\u00f3rio, dois min\u00e9rios       radioativos. A fiss\u00e3o nuclear consiste no seguinte: os \u00e1tomos       do ur\u00e2nio-235,por exemplo, s\u00e3o &#8220;bombardeados&#8221; por neutrons;       seus n\u00facleos se fragmentam liberando enorme quantidade de energia.       Essa fragmenta\u00e7\u00e3o do n\u00facleo do \u00e1tomo atingido,       por sua vez , d\u00e1 origem a outros n\u00eautrons , que v\u00e3o bombardear       os \u00e1tomos vizinhos e assim sucessivamente , uma rea\u00e7\u00e3o       em cadeia. Esse processo , essa rea\u00e7\u00e3o em cadeia , tem de ser       realizado de forma controlada , em condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a       absoluta , pois sua expans\u00e3o desordenada pode causar terr\u00edveis       cat\u00e1strofes. O local apropriado onde ocorre essa fiss\u00e3o nuclear       controlada chama-se reator nuclear , pe\u00e7a fundamental de uma usina       nuclear.<\/p>\n<p> Essa fiss\u00e3o nuclear provocado no reator da usina produz enormes quantidades       de calor ; esse calor por sua vez , ser\u00e1 utilizado para aquecer uma       certa quantidade de \u00e1gua transformando-a em vapor, a press\u00e3o       desse vapor faz girar uma turbina que ir\u00e1 acionar um gerador ; este       gerador converter\u00e1 a energia mec\u00e2nica , proveniente da turbina       , em energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p> &#8211; Quatro tipos de monitores de contamina\u00e7\u00e3o &#8211; Portal,       P\u00e9s e M\u00e3os, Roupas e Ar &#8211; para radia\u00e7\u00f5es alfa,       beta e gama. <\/p>\n<h2>Instrumenta\u00e7\u00e3o Nuclear<\/h2>\n<p> Nesta \u00e1rea a Divis\u00e3o de Instrumenta\u00e7\u00e3o e Confiabilidade       Humana (DICH) desenvolveu equipamentos b\u00e1sicos para monitora\u00e7\u00e3o       de taxa de exposi\u00e7\u00e3o, contamina\u00e7\u00e3o superficial       e dosimetria, a fim de suprir as necessidades dos servi\u00e7os de prote\u00e7\u00e3o       radiol\u00f3gica do pa\u00eds. Mais de vinte equipamentos distintos foram       desenvolvidos: <br \/>\n      Dosimetria: <\/p>\n<p> &#8211; Dos\u00edmetros pessoais medidores de exposi\u00e7\u00e3o       e taxa de exposi\u00e7\u00e3o para radia\u00e7\u00f5es gama e X; <br \/>\n      &#8211; Leitora de dos\u00edmetros termoluminescentes. <\/p>\n<h2> Monitora\u00e7\u00e3o:<\/h2>\n<p> &#8211; Monitores port\u00e1teis de taxa de exposi\u00e7\u00e3o para       radia\u00e7\u00f5es gama e X <br \/>\n      &#8211; Sistema de monitora\u00e7\u00e3o de \u00e1rea para radia\u00e7\u00f5es       gama e X; <br \/>\n      &#8211; Monitores de taxa de contagem para radia\u00e7\u00f5es alfa e       beta.<br \/>\n      Contamina\u00e7\u00e3o: <br \/>\n      Qu\u00edmica e Metalurgia <br \/>\n      As atividades de P&amp;D est\u00e3o distribu\u00eddas nas seguintes \u00e1reas:<br \/>\n      &#8211; Processos Qu\u00edmicos e Metal\u00fargicos <br \/>\n      &#8211; Ciclo do combust\u00edvel <br \/>\n      &#8211; Separa\u00e7\u00e3o de metais por extra\u00e7\u00e3o por solventes       <br \/>\n      &#8211; Secagem\/decomposi\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica por leito fluidizado       e por spray dryer <br \/>\n      &#8211; Eletr\u00f3lise em sais fundidos <br \/>\n      &#8211; Desenvolvimento de membranas e nanomembranas <br \/>\n      &#8211; Tecnologia Ambiental <br \/>\n      &#8211; Extra\u00e7\u00e3o em fase s\u00f3lida utilizando espumas de       poliuretano (EPU) <br \/>\n      &#8211; Recupera\u00e7\u00e3o de metais por flota\u00e7\u00e3o <br \/>\n      &#8211; Tratamento de \u00e1guas em \u00e1reas offshore utilizando nanomembranas       e resinas polim\u00e9ricas <br \/>\n      &#8211; Tratamento de rejeitos radioativos <br \/>\n      &#8211; Ensaios de Materiais <br \/>\n      &#8211; T\u00e9cnicas n\u00e3o convencionais de ultra-som <br \/>\n      &#8211; Caracteriza\u00e7\u00e3o de superf\u00edcies por BET <br \/>\n      &#8211; Ensaios mec\u00e2nicos e metalogr\u00e1ficos <br \/>\n      &#8211; An\u00e1lise de imagens <br \/>\n      &#8211; An\u00e1lises Qu\u00edmicas <br \/>\n      &#8211; Desenvolvimento de metodologias anal\u00edticas e servi\u00e7os       de An\u00e1lises Qu\u00edmicas por: <br \/>\n      &#8211; Fluoresc\u00eancia e difra\u00e7\u00e3o de raios -X <br \/>\n      &#8211; Espectometria de emiss\u00e3o em fonte de plasma &#8211; ICP\/AES <br \/>\n      &#8211; Espectrofotometria molecular ( UV-Vis\u00edvel) <br \/>\n      &#8211; Espectrofotometria de absor\u00e7\u00e3o at\u00f4mica com chama       <br \/>\n      &#8211; Potenciometria com eletroto seletivo (cloreto, fluoreto) <br \/>\n      &#8211; Separa\u00e7\u00e3o e pr\u00e9-concentra\u00e7\u00e3o em       fase s\u00f3lida <br \/>\n      &#8211; Separa\u00e7\u00e3o e pr\u00e9-concentra\u00e7\u00e3o em       sistemas cont\u00ednuos ( FIA, HPLC) <br \/>\n      &#8211; Sistema da qualidade <\/p>\n<h2> Radiof\u00e1rmacos <\/h2>\n<p> O emprego de t\u00e9cnicas nucleares na medicina est\u00e1 em expans\u00e3o       em todo o mundo. Uma nova gera\u00e7\u00e3o de radiois\u00f3topos de       meia-vida* curta, produzidos em aceleradores de part\u00edculas, permite       diagn\u00f3sticos mais precisos e terapias mais eficazes com doses radioativas       muito menores para os pacientes e n\u00edveis mais baixos de contamina\u00e7\u00e3o       do ambiente. Atualmente o Instituto de Engenharia Nuclear produz dois tipos       de radiois\u00f3topos, o Iodo-123 Ultrapuro e o Fl\u00faor-18, usados       como marcadores em diversos radiof\u00e1rmacos. <\/p>\n<h2> Rad\u00f4nio<\/h2>\n<p> Os estudos sobre rad\u00f4nio realizados pelo IEN, desde 1994, s\u00e3o       considerados como padr\u00e3o na Am\u00e9rica Latina pela Ag\u00eancia       Internacional de Energia At\u00f4mica (AIEA). O rad\u00f4nio \u00e9 um       g\u00e1s radioativo presente no decaimento das s\u00e9ries naturais do       ur\u00e2nio e do t\u00f3rio. O rad\u00f4nio est\u00e1 presente nos mais       diversos ambientes humanos (cavernas, minas subterr\u00e2neas, materiais       de constru\u00e7\u00e3o etc.). Grandes concentra\u00e7\u00f5es podem       ser observadas em edif\u00edcios de pouca ventila\u00e7\u00e3o, entre       os quais centros de conven\u00e7\u00f5es e shopping centers. A pesquisa       busca determinar a ocorr\u00eancia de rad\u00f4nio no pa\u00eds e formas       de proteger a popula\u00e7\u00e3o de seus efeitos nocivos.<\/p>\n<h2> Termoluminesc\u00eancia <\/h2>\n<p> Com a inaugura\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio de Termoluminesc\u00eancia       e Dosimetria, em 1998, o IEN passou a dispor de seus pr\u00f3prios dos\u00edmetros       para monitoramentos individual e de meio ambiente. O uso de cristais termoluminescentes       para a medi\u00e7\u00e3o de doses absorvidas permite a identifica\u00e7\u00e3o       do tipo da radia\u00e7\u00e3o, a faixa de energia, uma leitura mais r\u00e1pida       e a reutiliza\u00e7\u00e3o do detetor. O projeto do laborat\u00f3rio       prev\u00ea a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de monitoramentos       individual e ambiental, al\u00e9m do desenvlvimento de nova t\u00e9cnicas       e modelos para a avalia\u00e7\u00e3o de doses. <\/p>\n<p> Com a aplica\u00e7\u00e3o da lei das esferas e das espirais a energia       nuclear pode ser obtida de uma forma muito mais segura sem precisar enriquecer       ur\u00e2nio e torna-lo radioativo. O Bombardeio de n\u00eautrons atrav\u00e9s       do ur\u00e2nio pode ser obtido pelos fusos e buracos das unidades espa\u00e7o       tempo e pelo c\u00e1lculo matem\u00e1tico da lei das esferas e das espirais       atrav\u00e9s da inven\u00e7\u00e3o originada nessas mesmas leis e descrita       detalhadamente em documento pr\u00f3prio.-Gemelli <\/p>\n<h2>DESCOBERTAS DA ELETRICIDADE DE 1800 A 1900<\/h2>\n<p> ELETRICIDADE &#8211; Cap\u00edtulo da F\u00edsica que estuda a propriedade       el\u00e9trica da mat\u00e9ria e os diversos fen\u00f4menos a ela associados.       A riqueza da propriedade el\u00e9trica, na explica\u00e7\u00e3o de fatos       naturais e na utiliza\u00e7\u00e3o de energia, d\u00e1 \u00e0 eletricidade       import\u00e2ncia primordial na ci\u00eancia e na tecnologia. Da primeira       pilha, produzida em 1800 por Alessandro Volta, at\u00e9 a l\u00e2mpada       el\u00e9trica de Thomas Edison, em 1878, centenas de pesquisadores dedicam-se       a estudar a eletricidade em v\u00e1rias partes do mundo. Suas descobertas       aceleram o desenvolvimento da f\u00edsica e da qu\u00edmica e os processos       industriais. Neste estudo sobre as descobertas feitas no campo da eletricidade,       no per\u00edodo que corresponde de 1800 a 1900, utilizaremo-nos dos principais       nomes da \u00e9poca &#8211; que se destacaram por seus estudos, pesquisas e feitos       nesta \u00e1rea e que at\u00e9 hoje, suas conclus\u00f5es e descobertas       nos auxiliam em v\u00e1rios momentos do nosso dia-a-dia &#8211; para fazer       men\u00e7\u00e3o aos principais avan\u00e7os da eletricidade nesta \u00e9poca.     <\/p>\n<p> Estes grandes homens &#8211; que dedicaram uma grande parte de sua vida a estudar       a eletricidade (incluindo tamb\u00e9m o campo do eletromagnetismo), suas       propriedades, e como ela poderia ajudar no desenvolvimento de varias \u00e1reas       de atua\u00e7\u00e3o &#8211; e os quais dissertaremos sobre, ser\u00e3o: Thomas       Edison, John Thomson, Hans Oersted, Michael Faraday, James Clark Maxwell e       Heinrich Hertz. <\/p>\n<p> Alessandro Volta (1745 &#8211; 1827): Um dos pioneiros dos estudos sobre       os fen\u00f4menos el\u00e9tricos e inventor da pilha el\u00e9trica, consagrada       atrav\u00e9s do nome &#8220;volt&#8221;, dado \u00e0 unidade de potencial       el\u00e9trico. Seu invento mais consagrado \u00e9 o elemento voltaico       constitu\u00eddo de dois metais diferentes mergulhados em \u00e1cido sulf\u00farico,       capaz de produzir uma corrente el\u00e9trica. Empilhando v\u00e1rios discos       de cobre e de zinco e intercalando algod\u00e3o umedecido em \u00e1cido       sulf\u00farico, Volta construiu a primeira pilha, que veio a receber esse       nome devido \u00e0 sua conforma\u00e7\u00e3o inicial.<\/p>\n<p> Thomas Edison (1847 &#8211; 1931): Sua primeira patente data de 1868. Foi       a de um engenhoso registrador el\u00e9trico de muitas aplica\u00e7\u00f5es.       Em 1879, ap\u00f3s muitas experi\u00eancias, conseguiu produzir uma l\u00e2mpada       incandescente. A primeira l\u00e2mpada era formada por um filamento de carv\u00e3o       muito fino e mantido no interior de uma l\u00e2mpada onde fora feito o v\u00e1cuo.       No ano seguinte conseguiu a patente da inven\u00e7\u00e3o que j\u00e1       utilizava o filamento de bambu. Nesse mesmo ano patenteou um trem el\u00e9trico.       Em 1881 construiu um d\u00ednamo* gigantesco e patenteou as seguintes inven\u00e7\u00f5es:       regulador de corrente para m\u00e1quinas el\u00e9tricas, aparelho de alto       v\u00e1cuo, medidor el\u00e9trico, processo de tratamento de carv\u00e3o       para produzir filamentos, sistema de distribui\u00e7\u00e3o el\u00e9trica       a tr\u00eas fios, e distribui\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea de energia.     <\/p>\n<p> De 1891 a 1900 concentrou seus esfor\u00e7os no aperfei\u00e7oamento       de grandes motores, de n\u00facleos de a\u00e7o para aparelhos el\u00e9tricos,       e em novos tipos de acumuladores el\u00e9tricos. Em 1891 requereu patente       de uma c\u00e2mara cinetosc\u00f3pica capaz de registrar fotografias sucessivas       e reproduzi-las com a ilus\u00e3o do movimento, primeiro numa pequena caixa       e depois por proje\u00e7\u00e3o numa tela. Esse invento foi um dos precursores       do cinema. Em 1875 assinalou a descoberta de um novo fen\u00f4meno que consistia       no aparecimento de uma a\u00e7\u00e3o el\u00e9trica em volta das l\u00e2mpadas       quando os filamentos estavam incandescentes. Em 1883 patenteou a chamada v\u00e1lvula       de Edison, formada por uma l\u00e2mpada incandescente comum tendo uma placa       met\u00e1lica no interior, ao lado ou em volta do filamento. Uma corrente       el\u00e9trica passava do filamento para a placa, que foi a precursora de       todas as modernas v\u00e1lvulas de r\u00e1dio. <\/p>\n<p> Denomina-se &#8220;efeito Edison&#8221; \u00e0 emiss\u00e3o de el\u00e9trons       e conseq\u00fcente aparecimento decorrente do filamento para a placa. John       Thomson (1856 &#8211; 1940): Descobridor do el\u00e9tron* e detentor do       pr\u00eamio Nobel de f\u00edsica de 1906 por seus estudos experimentais       sobre a condu\u00e7\u00e3o de eletricidade pelos gases. Juntamente com       John Poynting, publicou o Textbook of physics, onde aparecem seus estudos       sobre a teoria matem\u00e1tica da eletricidade e do magnetismo. Em 1896,       deu um curso em Princeton sobre descargas el\u00e9tricas nos gases e, em       1904, em Yale, resumiu sua teoria sobre eletricidade e mat\u00e9ria. Em       1997, trabalhando com raios X* e raios cat\u00f3dicos* conseguiu medir a       rela\u00e7\u00e3o e\/m entre carga e massa do el\u00e9tron, e calcular       a carga e dessa importante part\u00edcula da mat\u00e9ria. Hans Oersted       (1777 &#8211; 1851): Em 1820, relaciona fen\u00f4menos el\u00e9tricos aos       magn\u00e9ticos ao observar que uma agulha magn\u00e9tica sofre deflex\u00e3o       quando colocada nas proximidades de um fio eletrificado. Imaginou, ent\u00e3o,       que o condutor devia estar cercado por um campo magn\u00e9tico, que agia       em c\u00edrculo em torno do fio e perpendicularmente a ele. Essa foi uma       das mais importantes descobertas da eletricidade, possibilitando, a seguir,       a constru\u00e7\u00e3o de motores e geradores que fazem parte essencial       da vida moderna. Michael Faraday inverte a experi\u00eancia de Oersted e       verifica que os magnetos exercem a\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica sobre os       condutores percorridos pela corrente el\u00e9trica e descobre a indu\u00e7\u00e3o       eletromagn\u00e9tica, que ter\u00e1 grande aplica\u00e7\u00e3o nas       novas redes de distribui\u00e7\u00e3o de energia.<\/p>\n<p> Michael Faraday (1791 &#8211; 1867): Teve seu nome ligado a uma s\u00e9rie       de importantes descobertas, principalmente de fen\u00f4menos el\u00e9tricos,       que abriram caminho para os extraordin\u00e1rios avan\u00e7os da eletr\u00f4nica       e da eletrot\u00e9cnica. Conseguiu liq\u00fcefazer muitos gases, estudou       as ligas de ferro, aperfei\u00e7oou os vidros \u00f3ticos, tendo descoberto       em um deles o importante fen\u00f4meno de rota\u00e7\u00e3o do plano       de polariza\u00e7\u00e3o da luz por a\u00e7\u00e3o de um campo magn\u00e9tico.       Estudou a eletr\u00f3lise, estabelecendo-lhe as leis quantitativas, construiu       um novo tipo de pilha e decomp\u00f4s eletroliticamente o sulfato de magn\u00e9sio.       Descobriu e estudou os efeitos rec\u00edprocos entre correntes e \u00edm\u00e3s;       elaborou a indu\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica*. Esclareceu a no\u00e7\u00e3o       de energia eletrost\u00e1tica. As hip\u00f3teses de Faraday, levantaram       um problema te\u00f3rico relativo ao modo como eletricidade e magnetismo       poderiam se comportar no espa\u00e7o vazio &#8211; o problema da a\u00e7\u00e3o       \u00e0 dist\u00e2ncia. Faraday prop\u00f4s a id\u00e9ia de campo &#8211;       imaginou que existiam linhas de for\u00e7a magn\u00e9tica, e que estas       ficavam tanto mais pr\u00f3ximas quanto mais forte fosse o campo magn\u00e9tico.       Imaginou tamb\u00e9m que essas linhas tendiam a se encurtar quando podiam       e a se repelir mutuamente. Para Faraday o espa\u00e7o deveria estar cheio       de linhas de for\u00e7a, e talvez a luz e o calor fossem vibra\u00e7\u00f5es       que viajavam ao longo de tais linhas de for\u00e7a.<\/p>\n<p> James Clark Maxwell ( 1831 &#8211; 1879 ): Escreveu &#8220;Tratado sobre eletricidade       e magnetismo&#8221; onde &#8220;introduziu na ci\u00eancia matem\u00e1tica       a id\u00e9ia da a\u00e7\u00e3o el\u00e9trica conduzida atrav\u00e9s       de um meio cont\u00ednuo&#8221;, id\u00e9ia proposta por Faraday, mas n\u00e3o       trabalhada matematicamente. Maxwell iniciou sua an\u00e1lise em 1855, tentando       encontrar uma explica\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica das linhas de for\u00e7a       que circundam um im\u00e3, ou seja, o campo magn\u00e9tico de Faraday.       Em 1861 estava em condi\u00e7\u00f5es de colocar correntes el\u00e9tricas,       cargas el\u00e9tricas e magnetismo em um esquema abrangente, pressupondo       um \u00e9ter para explicar como as correntes el\u00e9tricas e suas deriva\u00e7\u00f5es,       os campos magn\u00e9ticos, estavam em cont\u00ednua intera\u00e7\u00e3o.       Seu trabalho foi publicado em 1864, as equa\u00e7\u00f5es a que Maxwell       havia chegado para expressar o comportamento de correntes el\u00e9tricas       e seus campos magn\u00e9ticos associados, eram semelhantes em todos os aspectos       \u00e0s equa\u00e7\u00f5es para expressar o comportamento das ondas       luminosas, portanto, Maxwell mostrou que a luz devia ser uma onda eletromagn\u00e9tica       de algum tipo, e inversamente, que as ondas eletromagn\u00e9ticas deviam       ser pass\u00edveis de reflex\u00e3o, refra\u00e7\u00e3o, os efeitos       que ondas de luz sofrem. Seus resultados demonstravam que deveriam existir       ondas eletromagn\u00e9ticas de comprimentos maiores e menores que o comprimento       de onda da luz, o que \u00e9 demonstrado por Heinrich Hertz, em 1888, nove       anos ap\u00f3s a morte de Maxwell, quando descobre ondas eletromagn\u00e9ticas       de comprimento de onda longo &#8211; as ondas de r\u00e1dio. Por\u00e9m,       o engenheiro Guglielmo Marconi \u00e9 universalmente considerado o inventor       do r\u00e1dio.<\/p>\n<p> As ondas de r\u00e1dio podem sofrer grandes atenua\u00e7\u00f5es e       continuar sendo percept\u00edveis, amplific\u00e1veis e detect\u00e1veis;       mas os bons amplificadores s\u00f3 se tornaram realidade com o aparecimento       das v\u00e1lvulas eletr\u00f4nicas. Por maiores que tivessem sido os avan\u00e7os       da radiotelegrafia, a radiotelefonia nunca teria chegado a ser \u00fatil       sem os avan\u00e7os da eletr\u00f4nica. Heinrich Hertz (1857-1894): Seus       estudos sobre as teorias das ondas eletromagn\u00e9ticas, feitos quando       professor de f\u00edsica tornaram-no famoso. Em 1887, durante as suas experi\u00eancias       com arcos voltaicos, observou que a luz emitida durante a descarga de alta       voltagem de um arco el\u00e9trico influ\u00eda consideravelmente na descarga       produzida por outro arco menor, colocado diante dele. No momento em que o       menor deixava de receber a luz da descarga do maior, produzia-se uma fa\u00edsca       muito mais curta do que enquanto iluminado. Iniciou-se assim o estudo da Fotoeletricidade*.       Esclareceu e ampliou a teoria eletromagn\u00e9tica da luz, demonstrando       que a eletricidade pode se transmitir em forma de ondas eletromagn\u00e9ticas.       Estas experi\u00eancias conduziram-no \u00e0 descoberta do tel\u00e9grafo       e do r\u00e1dio sem cabos. A unidade de freq\u00fc\u00eancia foi chamada       de hertz em sua homenagem. A seguir, explicaremos as palavras-chave que est\u00e3o       em sublinhado* neste estudo, para que se possa ter uma maior compreens\u00e3o       do texto e total entendimento dos conceitos aqui explicitados:<\/p>\n<p> *D\u00ednamo: \u00c9 um gerador que fornece corrente cont\u00ednua.       \u00c9 a principal fonte de energia de um avi\u00e3o, por exemplo, e carrega       a bateria. Num d\u00ednamo existem muitas bobinas, de modo que as ondula\u00e7\u00f5es       da corrente diminuem consideravelmente, tornando a corrente praticamente cont\u00ednua.       As bobinas desse induzido s\u00e3o enroladas num n\u00facleo de ferro       cil\u00edndrico, porque o ferro oferece melhor passagem ao campo magn\u00e9tico       do que o ar. *Descoberta do el\u00e9tron: Em 1897 John Thomson, ao estudar       os raios X e os raios cat\u00f3dicos, identifica part\u00edculas de massa       muito pequena, cerca de 1.800 vezes menores que a do \u00e1tomo mais leve.       Concluiu que o \u00e1tomo n\u00e3o \u00e9 indivis\u00edvel, mas composto       por part\u00edculas menores.<\/p>\n<p> Thomson diz que os \u00e1tomos s\u00e3o formados por uma nuvem de eletricidade       positiva na qual flutuam, como ameixas em volta de um pudim, part\u00edculas       de carga negativa &#8211; os el\u00e9trons.<\/p>\n<p> *Raios X: Forma de energia radiante ou ondas eletromagn\u00e9ticas. Os       raios X s\u00e3o produzidos quando a mat\u00e9ria \u00e9 bombardeada       por uma corrente que se move r\u00e1pida com part\u00edculas carregadas       negativamente (el\u00e9trons). Uma parte da energia cin\u00e9tica \u00e9       convertida em raios X ou energia de radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> *Raios cat\u00f3dicos: Radia\u00e7\u00f5es compostas de el\u00e9trons       que se originam nos c\u00e1todos de tubos de Crookes.<\/p>\n<p> Por volta de 1838, Faraday iniciou os estudos sobre descargas el\u00e9tricas,       atrav\u00e9s de gases submetidos a baixas press\u00f5es. Esses estudos       tiveram maior desenvolvimento depois que o alem\u00e3o Geissler conseguiu       construir tubos de vidros selados, tendo em seu interior eletrodos de metal.       Em1858, Pl\u00fccker realizou com eles uma enorme s\u00e9rie de experi\u00eancias,       notando que, pr\u00f3ximo ao c\u00e1todo, formava-se uma luminesc\u00eancia       de cor verde e, mais ainda, que sua posi\u00e7\u00e3o variava com a proximidade       de campos magn\u00e9ticos. Estudos posteriores mostraram ser a luminesc\u00eancia       causada por raios, que, originando-se no c\u00e1todo, atravessam o tubo       em linha reta, perpendicularmente \u00e0 superf\u00edcie do c\u00e1todo.       Goldstein chamou-os, ent\u00e3o, de raios cat\u00f3dicos. <\/p>\n<p> *Indu\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica: Um campo magn\u00e9tico       (vari\u00e1vel) gerado por uma corrente el\u00e9trica (tamb\u00e9m vari\u00e1vel)       pode induzir uma corrente el\u00e9trica num circuito. A energia el\u00e9trica       tamb\u00e9m pode ser obtida a partir de uma a\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica:       girando em torno de um eixo, um enrolamento de fio colocado entre dois im\u00e3s       provoca uma diferen\u00e7a de potencial (princ\u00edpio do d\u00ednamo).     <\/p>\n<p> *Fotoeletricidade: Chama-se efeito fotoel\u00e9trico ao fen\u00f4meno       associado \u00e0 emiss\u00e3o de el\u00e9trons por uma superf\u00edcie       que absorve radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica. Foi observado por       Hertz em 1887 e teve seu estudo experimental envolvido por Hallwachs nos anos       seguintes. A exist\u00eancia desse fen\u00f4meno colocou em crise o conceito       ondulat\u00f3rio da luz. Sua explica\u00e7\u00e3o foi dada por Einstein       em 1905 e comprovada experimentalmente por Millikan em 1906.<\/p>\n<p> O efeito fotoel\u00e9trico \u00e9 explicado pela transfer\u00eancia       de toda energia de um f\u00f3ton para um s\u00f3 el\u00e9tron. Esse       el\u00e9tron, vencendo o potencial de superf\u00edcie, se libera com uma       certa energia cin\u00e9tica. Tal efeito ocorre com radia\u00e7\u00f5es       correspondentes \u00e0 faixa do espectro eletromagn\u00e9tico que vai       do infravermelho at\u00e9 os raios gama e \u00e9 observado, al\u00e9m       dos metais, em l\u00edquidos e gases.<\/p>\n<p>A lei das esferas e das espirais e os c\u00e1lculos matem\u00e1ticos       resultantes podem ser usados para eliminar todo o tipo de fios e condutos       necess\u00e1rios na atualidade para conduzir energia de um ponto a outro       do planeta ou do universo. Conforme a descri\u00e7\u00e3o das leis e suas       aplica\u00e7\u00f5es em forma de aparelhos as transfer\u00eancias de       todo e qualquer tio de energia s\u00f3 depende da f\u00f3rmula universal       qu\u00edmica resultante das pr\u00f3prias leis que possuem propriedades       de uma nova mat\u00e9ria resistente a qualquer tipo de press\u00e3o e       tor\u00e7\u00e3o molecular e at\u00f4mica. A constru\u00e7\u00e3o       desses aparelhos \u00e9 descrito em outros documentos.-Gemelli <\/p>\n<h2>DETERMINA\u00c7\u00c3O DO PESO MOLECULAR DO CO2 <\/h2>\n<h2>01. OBJETIVO:<\/h2>\n<p> Apresentar um m\u00e9todo de obten\u00e7\u00e3o de um g\u00e1s.<br \/>\n      Aplicar as leis dos gases ideais em dados experimentais.<\/p>\n<h2>02. INTRODU\u00c7\u00c3O TE\u00d3RICA:<\/h2>\n<p> A mat\u00e9ria pode existir em tr\u00eas estados de agrega\u00e7\u00e3o,       o s\u00f3lido, o l\u00edquido e o gasoso. No estado s\u00f3lido, as       part\u00edculas que comp\u00f5em a subst\u00e2ncia, sejam \u00e1tomos,       mol\u00e9culas ou \u00edons, est\u00e3o distribu\u00eddas de modo       regular, ocupando posi\u00e7\u00f5es fixas num ret\u00edculo cristalino,       em que s\u00e3o mantidas por for\u00e7as poderosas de liga\u00e7\u00e3o.       A estrutura resultante \u00e9 r\u00edgida tem forma e volume definidos       e resiste energicamente \u00e0 compress\u00e3o e distor\u00e7\u00e3o.<br \/>\n      No estado l\u00edquido, as mol\u00e9culas est\u00e3o submetidas a for\u00e7as       de atra\u00e7\u00e3o, cujas intensidades s\u00e3o suficientes para impedir       a sua separa\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o para obstar a que elas estejam       em movimento de transla\u00e7\u00e3o. Em conseq\u00fc\u00eancia disto,       os l\u00edquidos possuem volume definido, mas a sua forma \u00e9 a do       recipiente que os cont\u00e9m.<\/p>\n<p> No estado gasoso, as for\u00e7as de coes\u00e3o que ligam as mol\u00e9culas       s\u00e3o muito fracas, de modo que elas se deslocam caoticamente em altas       velocidades. Em press\u00f5es de ordem do ambiente, est\u00e3o relativamente       afastadas e as tra\u00e7\u00f5es que exercem umas sobre as outras s\u00e3o       nulas ou desprez\u00edveis. A conseq\u00fc\u00eancia de tudo o que foi       dito \u00e9 que os gases n\u00e3o t\u00eam forma e volume pr\u00f3prios,       ocupando toda a capacidade dos recipientes que os cont\u00eam. Como neste       estado, as dist\u00e2ncias entre as mol\u00e9culas s\u00e3o grandes (comparadas       \u00e1s dimens\u00f5es moleculares), podemos concluir que um g\u00e1s       \u00e9 constitu\u00eddo principalmente por espa\u00e7o vazio, o que       acarreta sua alta compressibilidade; al\u00e9m disso, o movimento ca\u00f3tico       das mol\u00e9culas e suas velocidades elevadas resultam num bombardeio constante       e uniforme contra as paredes do recipiente que as cont\u00e9m. Dizemos,       ent\u00e3o, que OS GASES EXERCEM PRESS\u00c3O.<\/p>\n<h2>Gases ideais ou Perfeitos<\/h2>\n<p> Na discuss\u00e3o das leis que regem o seu comportamento f\u00edsico       e que estabelecem as rela\u00e7\u00f5es quantitativas existentes entre       a press\u00e3o, a temperatura, o volume e a quantidade em mols de cada amostra       de g\u00e1s, costuma-se classificar os gases em dois grupos:<\/p>\n<p> &#8211; gases ideais ou perfeitos e <br \/>\n      &#8211; gases reais. <br \/>\n      Por defini\u00e7\u00e3o, G\u00c1S PERFEITO \u00c9 AQUELE QUE OBEDECE       \u00c1S LEIS DE BOYLE E CHARLES, RIGOROSAMENTE.<\/p>\n<p> Embora estas duas leis tenham sido obtidas EXPERIMENTALMENTE pelos dois       pesquisadores de quem levam os nomes, elas podem ser deduzidas tamb\u00e9m       dos postulados de teoria cin\u00e9tica dos gases que, entre outras coisas,       estabelecem que::<\/p>\n<p> O VOLUME PR\u00d3PRIO DAS MOL\u00c9CULAS DE UM G\u00c1S PERFEITO \u00c9       DESPREZ\u00cdVEL EM RELA\u00c7\u00c3O AO VOLUME OCUPADO POR ELE.<\/p>\n<p> AS MOL\u00c9CULAS DE UM G\u00c1S PERFEITO N\u00c3O EXERCEM ATRA\u00c7\u00d5ES       M\u00daTUAS EM QUAISQUER CONDI\u00c7\u00d5ES DE PRESS\u00c3O E TEMPERATURA.<\/p>\n<p> Percebe-se, facilmente, que um G\u00c1S PERFEITO \u00c9 UM G\u00c1S       HIPOT\u00c9TICO, IMAIN\u00c1RIO, porque todos os gases s\u00e3o constitu\u00eddos       de mol\u00e9culas que ocupam um volume definido e exercem atra\u00e7\u00f5es       m\u00fatuas.<\/p>\n<p> Todavia, h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es em que o comportamento dos gases       se aproxima do ideal. Isto se d\u00e1 quando s\u00e3o satisfeitos os dois       postulados acima estabelecidos, o que acontece quando o g\u00e1s est\u00e1       submetido \u00e0 baixas press\u00f5es (RAREFEITO) e temperaturas elevadas.<br \/>\n      A teoria cin\u00e9tica dos gases se baseia nos seguintes postulados:<\/p>\n<p> 1\u00ba Postulado: O volume pr\u00f3prio das mol\u00e9culas de um g\u00e1s       \u00e9 desprez\u00edvel em rela\u00e7\u00e3o ao volume ocupado por       ele. Isto justifica o fato de os gases serem bastante compreens\u00edveis,       pois as mol\u00e9culas est\u00e3o muito afastadas uma das outras.<\/p>\n<p> 2\u00ba Postulado: As mol\u00e9culas do g\u00e1s movem-se, ao acaso,       segundo trajet\u00f3rias retil\u00edneas, que s\u00e3o interrompidas       apenas quando colidem umas com as outras ou com as paredes do recipiente.       A press\u00e3o que um g\u00e1s exerce \u00e9 justamente o resultado       dessas colis\u00f5es com as paredes do recipiente.<\/p>\n<p> 3\u00ba Postulado: O choque entre as mol\u00e9culas \u00e9 perfeitamente       el\u00e1stico, isto \u00e9, a energia cin\u00e9tica total das mol\u00e9culas       antes e depois do choque \u00e9 a mesma.<\/p>\n<p> 4\u00ba Postulado: A energia cin\u00e9tica m\u00e9dia (nem todas as       mol\u00e9culas t\u00eam a mesma energia cin\u00e9tica, ent\u00e3o toma-se       a m\u00e9dia) das mol\u00e9culas \u00e9 proporcional \u00e0 temperatura       absoluta, crescendo com aumento da temperatura. Isto quer dizer que, para       dois gases diferentes \u00e1 mesma temperatura, as mol\u00e9culas apresentam       a mesma energia cin\u00e9tica m\u00e9dia. Sendo m a massa da mol\u00e9cula,       v a sua velocidade, Ec a energia cin\u00e9tica e T a temperatura absoluta,       temos:<br \/>\n      Ec = mv\u00b2 = KT<br \/>\n      2<\/p>\n<h2>Mudan\u00e7as de estado: leis que as regem<\/h2>\n<p> O estado de uma massa gasosa \u00e9 definido por tr\u00eas grandezas:       a PRESS\u00c3O, o VOLUME e a TEMPERATURA, que s\u00e3o denominadas VARI\u00c1VEIS       DE ESTADO. Qualquer altera\u00e7\u00e3o no valor de pelo menos uma destas       vari\u00e1veis constitui uma TRANSFORMA\u00c7\u00c3O do g\u00e1s ou       uma MUDAN\u00c7A DE ESTADO.<\/p>\n<p> As transforma\u00e7\u00f5es mais comuns sofridas pelos gases podem ser       classificados como:<\/p>\n<p> &#8211; Isot\u00e9rmica; <br \/>\n      &#8211; Isob\u00e1rica; <br \/>\n      &#8211; Isom\u00e9trica ou isoc\u00f3rica, conforme sejam mantidos constantes       a temperatura, a press\u00e3o e o volume respectivamente. <\/p>\n<h2>Transforma\u00e7\u00e3o Isot\u00e9rmica<\/h2>\n<p> A temperatura se mant\u00e9m constante durante a transforma\u00e7\u00e3o.<br \/>\n      Uma propriedade caracter\u00edstica dos gases \u00e9 a sua grande compressibilidade.       Este fato \u00e9 expresso quantitativamente pela Lei de Boyle &#8211; Moriotte:       <br \/>\n      &#8221; \u00c0 TEMPERATURA CONSTANTE, UMA DETERMINADA MASSA DE G\u00c1S       OCUPA UM VOLUME INVERSAMENTE PROPORCIONAL \u00c1 SUA PRESS\u00c3O&#8221;.<\/p>\n<p>A antimat\u00e9ria como proje\u00e7\u00e3o da quarta dimens\u00e3o       altera os estados de toda as mat\u00e9rias que entrar em contato. Com a       lei das esferas e das espirais as massas e a energia sejam elas s\u00f3lidas,       liquidas ou gasosas s\u00e3o preservadas em cada quadrante molecular em       que ela existir e suas fendas naturais chamadas fusos e buracos s\u00e3o       descritas pelo c\u00e1lculo das leis de Gemelli, sendo que dessa forma qualquer       pessoa ou objeto pode interferir em qualquer lugar espa\u00e7o tempo ou       estado para levar energia ou mat\u00e9ria a qualquer lugar utilizando os       engenhos e processos descritos no transcorrer desse dossi\u00ea.-Gemelli<\/p>\n<h2>Albert Einstein<\/p>\n<p>      (1879 &#8211; 1955)<\/h2>\n<p> Nos anos que se seguiram \u00e0 unifica\u00e7\u00e3o da Alemanha,       a cidadezinha de Ulm oferecia uma vis\u00e3o t\u00edpica dos pequenos       centros do sul do pa\u00eds. Possu\u00eda, algumas fundi\u00e7\u00f5es       e uma ind\u00fastria t\u00eaxtil, mas a maior parte das atividades girava       em torno do pequeno com\u00e9rcio. Seus habitantes, de esp\u00edrito largo       e tolerante, liam poetas e dramaturgos como Schiller, Heine e Lessing, num       contraste evidente com o autoritarismo dos funcion\u00e1rios e oficiais       prussianos, preocupados em consolidar o Imp\u00e9rio. Nessa cidade nasceu       Albert Einstein, a 14 de mar\u00e7o de 1879. Sua inf\u00e2ncia, por\u00e9m,       seria passada em Munique, para onde seu pai, Hermann Einstein, transferira       sua loja de artigos el\u00e9tricos. Ali Albert realizou seus primeiros estudos.       Durante o curso secund\u00e1rio, n\u00e3o se adaptando aos m\u00e9todos       r\u00edgidos e mec\u00e2nicos que caracterizavam o ensino da \u00e9poca,       desenvolveu um desinteresse crescente pelas atividades escolares. Para muitos       professores, o jovem n\u00e3o passava de um estudante med\u00edocre. Cedo,       por\u00e9m, o &#8220;estudante med\u00edocre&#8221; tivera sua curiosidade       despertada pela ci\u00eancia: aos cinco anos, presenteado com uma b\u00fassola,       Einstein sentira a excita\u00e7\u00e3o da descoberta, maravilhando-se       com o instrumento. \u00c9 ele mesmo quem analisa essa emo\u00e7\u00e3o,       que &#8220;parece nascer quando uma experi\u00eancia vem desmentir um mundo       de concep\u00e7\u00f5es j\u00e1 suficientemente arraigadas em n\u00f3s.       Sempre que uma tal contradi\u00e7\u00e3o \u00e9 sentida com for\u00e7a       e intensidade, experimentamos uma rea\u00e7\u00e3o decisiva na maneira       de interpretar o mundo. O desenvolvimento dessa interpreta\u00e7\u00e3o       \u00e9, em certo sentido, como um v\u00f4o cont\u00ednuo a partir da       surpresa&#8221;.<\/p>\n<p> E Albert n\u00e3o parou mais de se maravilhar. Seu tio Jacob, competente       engenheiro, despertou-lhe o interesse pela Matem\u00e1tica. Da\u00ed para       a escolha de um caminho independente foi apenas um passo e, antes de completar       quinze anos, Einstein j\u00e1 se decidira &#8211; estudaria, sim, mas fora do       hor\u00e1rio das aulas, e o que lhe interessasse. De qualquer maneira, quando       deixou Munique (expulso da escola sob a alega\u00e7\u00e3o de que &#8220;sua       presen\u00e7a minava o respeito dos demais alunos pela institui\u00e7\u00e3o&#8221;),       todos ficaram contentes: ele pr\u00f3prio, por abandonar uma disciplina       sufocante; os professores, por se livrarem de um aluno rebelde.<\/p>\n<p>      (Laborat\u00f3rio de F\u00edsica da Escola Polit\u00e9cnica de Zurique)<\/p>\n<p> Mudou-se com a fam\u00edlia para Mil\u00e3o, onde, atendendo aos insistentes       apelos do pai &#8211; que se achava \u00e0 beira da fal\u00eancia e pedia que       terminasse logo os estudos para arranjar trabalho &#8211; acabou por ingressar na       Escola Polit\u00e9cnica de Zurique, na Su\u00ed\u00e7a alem\u00e3,       formando-se em 1900. A\u00ed conheceu uma estudante h\u00fangara, Milena       Maritsch, sua primeira mulher, com a qual teria dois filhos.<\/p>\n<p> Durante esse per\u00edodo, dedicou grande parte do seu tempo \u00e0       leitura de trabalhos dos mestres do s\u00e9culo XIX, adquirindo uma vis\u00e3o       mais profunda da F\u00edsica e seus problemas. Preferiu sempre organizar       livremente seus trabalhos, sem se preocupar com os exames. Em sua autobiografia,       confessa: &#8220;Esta obriga\u00e7\u00e3o desviava-me de tal forma do meu       trabalho que, depois dos \u00faltimos exames, s\u00f3 a id\u00e9ia de       abordar um problema cient\u00edfico me aborrecia durante todo o ano&#8230; Efetivamente,       \u00e9 quase milagre que os modernos m\u00e9todos de ensino n\u00e3o       tenham estrangulado completamente a curiosidade de investiga\u00e7\u00e3o,       porque esta delicada plantinha, mais do que est\u00edmulo, necessita de       liberdade, e, se a privam dela, definha e morre&#8221;.<\/p>\n<h2> (Berna, Sui\u00e7a)<\/h2>\n<p> Essa incompatibilidade com os meios acad\u00eamicos lhe traria, contudo,       dificuldades. N\u00e3o conseguindo um lugar de assistente na Escola Polit\u00e9cnica,       Albert passou os dois anos seguintes dando aulas particulares ou substituindo       ocasionalmente algum professor de escola secund\u00e1ria, at\u00e9 obter       em 1902, um emprego na Reparti\u00e7\u00e3o de Patentes de Berna. Sua       inseguran\u00e7a financeira terminava, abriam-se novas perspectivas. A respeito       desse emprego, escrevia: &#8220;A formula\u00e7\u00e3o de atas e patentes       era uma b\u00ean\u00e7\u00e3o para mim, pois permitia-me pensar na F\u00edsica.       Al\u00e9m disso, uma profiss\u00e3o pr\u00e1tica \u00e9 salutar para       um homem como eu: a carreira universit\u00e1ria condena um jovem pesquisador       a certa produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, e somente os caracteres       bem temperados podem resistir \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o das an\u00e1lises       superficiais&#8221;. Com o pouco trabalho e a atmosfera razoavelmente serena       da reparti\u00e7\u00e3o, Einstein p\u00f4de produzir a maior parte da       obra cient\u00edfica que o imortalizaria: tr\u00eas trabalhos publicados       em 1905. O primeiro versava sobre o efeito fotoel\u00e9trico e valeu-lhe       o Pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica em 1921. O segundo, sobre o movimento       browniano, nao s\u00f3 provou de maneira irrefut\u00e1vel a teoria cin\u00e9tica       do calor, como forneceu a melhor prova &#8220;direta&#8221; da exist\u00eancia       das mol\u00e9culas. A comprova\u00e7\u00e3o de sua lei sobre o movimento       browniano, atrav\u00e9s da experi\u00eancia feita por Jean Perrin &#8220;.       . . convenceu os c\u00e9ticos, que eram mais ou menos numerosos nessa \u00e9poca       (entre eles, Ostwald e Mach), da realidade dos \u00e1tomos. No seu terceiro       trabalho de 1905, intitulado Sobre a Eletrodin\u00e2mica dos Corpos em Movimento,       eram lan\u00e7adas as bases da Teoria da Relatividade Restrita, que abriria       novos caminhos para o desenvolvimento te\u00f3rico da F\u00edsica.<\/p>\n<p> J\u00e1 no s\u00e9culo XIX, esbo\u00e7ava-se a grande revolu\u00e7\u00e3o       cient\u00edfica que daria origem \u00e0 Teoria da Relatividade. Seus prim\u00f3rdios       podem ser encontrados nos trabalhos do escoc\u00eas James Clerk Maxwell que,       em meados desse s\u00e9culo, previa teoricamente a exist\u00eancia das       ondas eletromagn\u00e9ticas, que deveriam se propagar com a velocidade da       luz (isto \u00e9, 300 000 km\/seg). Em 1888, o cientista alem\u00e3o Heinrich       Hertz conseguiu produzir tais ondas em seu laborat\u00f3rio, mostrando que       elas podem ser geradas, detectadas, refletidas e refratadas, bem como interferir       entre si. Suas observa\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m comprovaram que a luz       \u00e9 uma onda eletromagn\u00e9tica, ou seja, possui natureza ondulat\u00f3ria.     <\/p>\n<p> Essa descoberta trouxe \u00e0 tona um problema: na teoria newtoniana,       uma onda \u00e9 o produto da vibra\u00e7\u00e3o de um meio material.       As ondas que se formam na \u00e1gua, por exemplo, resultam de uma oscila\u00e7\u00e3o       que, ao se propagar, afeta as mol\u00e9culas do l\u00edquido. Ora, se       a luz \u00e9 uma onda, \u00e9 necess\u00e1rio que o espa\u00e7o seja       preenchido por alguma subst\u00e2ncia que possa oscilar; do contr\u00e1rio,       a luz solar n\u00e3o poderia alcan\u00e7ar a Terra. A essa subst\u00e2ncia       deu-se o nome de \u00e9ter. Assim, o grande problema dos f\u00edsicos       nos fins do s\u00e9culo XIX era demonstrar a exist\u00eancia do \u00e9ter.       Uma s\u00e9rie de fatos, relacionados com a incid\u00eancia da luz das       estrelas sobre a Terra, parecia indicar que o \u00e9ter se mantinha em permanente       repouso, tornando-se por isso o referencial absoluto. Levantava-se, dessa       forma, a possibilidade de calcular a velocidade da Terra em rela\u00e7\u00e3o       ao \u00e9ter, desde que se medisse a velocidade da luz em diversas circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p> E foi o que o cientista Albert Michelson fez em 1881 e repetiu com Edward       Morley seis anos depois, numa experi\u00eancia que se tornou c\u00e9lebre.       Supondo que o \u00e9ter existisse, o movimento de transla\u00e7\u00e3o       da Terra atrav\u00e9s dele &#8211; pela Mec\u00e2nica de Galileu-Newton &#8211; resultaria       numa esp\u00e9cie de &#8220;vento&#8221;; calcularam, ent\u00e3o, que as       ondas luminosas provenientes de uma l\u00e2mpada seriam mais velozes caso       se propagassem no mesmo sentido desse &#8220;vento&#8221; de \u00e9ter, do       que em sentido contr\u00e1rio. A partir dessa hip\u00f3tese, Michelson       e Morley procuraram medir a diferen\u00e7a entre essas duas velocidades.       Para grande espanto de todos, tal diferen\u00e7a n\u00e3o se verificou:       a velocidade da luz permaneceu invari\u00e1vel, ou seja, a luz (onda eletromagn\u00e9tica)       n\u00e3o sentiu tal &#8220;vento&#8221; da concep\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica.       Estava criado um s\u00e9rio impasse. A mec\u00e2nica cl\u00e1ssica entrava       em contradi\u00e7\u00e3o com o novo campo da F\u00edsica: a Eletrodin\u00e2mica       de Maxwell.<\/p>\n<p> Na Mec\u00e2nica de Galileu-Newton imperava o princ\u00edpio da relatividade       de Galileu, enunciado em 1632 nos Di\u00e1logos Sobre os Dois Grandes Sistemas       do Mundo, exposto por um dos personagens do livro, Salviati, que representa       o autor:<\/p>\n<p> &#8220;Salviati &#8211; Tranque-se com algum amigo no maior sal\u00e3o sob o       conv\u00e9s de algum navio e a\u00ed procure moscas e outras pequenas       criaturas aladas. Tome tamb\u00e9m de uma grande banheira cheia de \u00e1gua       com alguns peixes; pendure uma garrafa e fa\u00e7a sua \u00e1gua cair       gota a gota em uma outra garrafa de gargalo fino colocada por baixo. Ent\u00e3o,       com o navio parado, observe cuidadosamente como aqueles pequenos animais alados       voam com igual velocidade para todos os lados do sal\u00e3o; como os peixes       nadam indiferentemente em todas as dire\u00e7\u00f5es; e como as gotas       caem todas dentro da garrafa de baixo &#8230; Tendo observado todos esses pormenores,       embora ningu\u00e9m duvide de que, enquanto o navio permanece parado, eles       ocorrer\u00e3o dessa maneira, fa\u00e7a com que o navio se mova com a       velocidade que lhe aprouver, desde que o movimento seja uniforme n\u00e3o       variando deste ou daquele modo. Voc\u00ea n\u00e3o ser\u00e1 capaz de       discernir a menor altera\u00e7\u00e3o em qualquer dos efeitos acima mencionados,       nem poder\u00e1 deduzir de qualquer um deles se o navio est\u00e1 em movimento       ou parado&#8221;. O navio \u00e9 o que se denomina um referencial galileano       (ou inercial), ou seja,, um sistema de refer\u00eancias que se encontra em       repouso ou em movimento retil\u00edneo com velocidade constante em rela\u00e7\u00e3o       a outro referencial, o solo.<\/p>\n<p> Segundo a mec\u00e2nica cl\u00e1ssica, era poss\u00edvel at\u00e9       ent\u00e3o &#8211; uma vez conhecido o estado de movimento de um sistema de refer\u00eancias       em rela\u00e7\u00e3o a outro expressar as coisas que acontecem nesse sistema       em termos do que acontece no outro (e vice-versa), pela aplica\u00e7\u00e3o       das transforma\u00e7\u00f5es de Galileu, um conjunto de tr\u00eas equa\u00e7\u00f5es       matem\u00e1ticas. Essas &#8216;transforma\u00e7\u00f5es, entretanto, n\u00e3o       eram aplic\u00e1veis aos fen\u00f4menos eletromagn\u00e9ticos. E enquanto       os f\u00edsicos tentavam encontrar a solu\u00e7\u00e3o desse problema       dentro da Mec\u00e2nica de Galileu Newton, Einstein decidiu-se por uma posi\u00e7\u00e3o       mais radical.<\/p>\n<p> Embora achasse compreens\u00edvel a atitude de querer preservar a mec\u00e2nica       cl\u00e1ssica, percebeu que essa preocupa\u00e7\u00e3o estava causando       o enfraquecimento de uma das posturas fundamentais para a pesquisa cient\u00edfica,       mais importante do que a sobreviv\u00eancia desta ou daquela teoria: a manuten\u00e7\u00e3o       de um esp\u00edrito sempre aberto para as surpresas que a natureza pode       oferecer. Como ele mesmo disse: &#8220;A f\u00e9 em um mundo exterior, independente       do sujeito que o percebe, se encontra na base de toda ci\u00eancia da natureza.       Como as percep\u00e7\u00f5es dos sentidos n\u00e3o d\u00e3o sen\u00e3o       informa\u00e7\u00f5es indiretas sobre esse mundo exterior, sobre esse       &#8216;real f\u00edsico&#8217;, este s\u00f3 pode ser apreendido pela via especulativa.       Da\u00ed resulta que nossas concep\u00e7\u00f5es do real f\u00edsico       n\u00e3o podem ser jamais definitivas. Se quisermos estar de acordo &#8211; de       uma maneira l\u00f3gica t\u00e3o acurada quanto poss\u00edvel &#8211; com       os fatos percept\u00edveis, devemos estar sempre prontos a modificar essas       concep\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> Foi com esse esp\u00edrito aberto que Einstein atacou o problema com que       seus contempor\u00e2neos se debatiam. E o ataque foi direto \u00e0 base:       ele negou a validade da Mec\u00e2nica de Galileu-Newton como um modelo adequado       para a descri\u00e7\u00e3o de todos os fen\u00f4menos f\u00edsicos.       Na contradi\u00e7\u00e3o percebida entre o Eletromagnetismo de Maxwell       e a Mec\u00e2nica de Galileu-Newton, Einstein optou pelo primeiro. Generalizando       o princ\u00edpio de relatividade de Galileu (que vale apenas para os casos       de velocidades desprez\u00edveis em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 velocidade       da luz), estendeu-o \u00e0 eletrodin\u00e2mica dos corpos em, movimento.       Em outras palavras, determinou que \u00e9 imposs\u00edvel, por meio de       qualquer experi\u00eancia realizada dentro de um referencial inercial seja       ela de natureza mec\u00e2nica ou eletromagn\u00e9tica colocar em evid\u00eancia       o estado de repouso ou o movimento retil\u00edneo uniforme. Afirmou, dessa       forma, a universalidade, das leis da natureza.<\/p>\n<p> Para obter o Princ\u00edpio de Relatividade Restrita de Einstein, deve-se       acrescentar ao di\u00e1logo de Galileu: &#8220;Tranque-se com algum amigo.       . . levando consigo lanternas, \u00edm\u00e3s, bobinas el\u00e9tricas       e outros instrumentos eletromagn\u00e9ticos. A propaga\u00e7\u00e3o       da luz, a intera\u00e7\u00e3o dos \u00edm\u00e3s, cargas e correntes       el\u00e9tricas n\u00e3o por\u00e3o em evid\u00eancia se o navio est\u00e1       parado ou em movimento retil\u00edneo com velocidade constante. Einstein       introduziu, ainda, um princ\u00edpio adicional: &#8220;A velocidade da luz,       no espa\u00e7o vazio, tem um valor constante c, independente do movimento       da fonte e do movimento do observador (Princ\u00edpio da Const\u00e2ncia       da Velocidade da Luz)&#8221;. Esses dois principias equivalem a aceitar o resultado       negativo da experi\u00eancia de Micheison-Morley e afirmar que o \u00e9ter       n\u00e3o existe. E se n\u00e3o existe o \u00e9ter a servir de referencial       para o movimento dos corpos, ent\u00e3o s\u00f3 podemos falar do movimento       de um corpo em rela\u00e7\u00e3o a outro corpo. Portanto, Michelson n\u00e3o       poderia mesmo conseguir determinar o movimento da Terra em rela\u00e7\u00e3o       ao \u00e9ter. Ou seja, a velocidade \u00e9 um conceito relativo.<\/p>\n<p> O espa\u00e7o vazio tem, assim, a propriedade de transmitir ondas eletromagn\u00e9ticas,       como as da luz, \u00e0 velocidade de 300000 km\/seg, independentemente do       movimento da fonte e do observador. E, em vez de considerar os campos el\u00e9tricos       e magn\u00e9ticos como tens\u00f5es do \u00e9ter, atribui-se a eles       uma realidade material. Al\u00e9m disso, a grande inova\u00e7\u00e3o       da Teoria da Relatividade s\u00e3o as modifica\u00e7\u00f5es que ela       introduz nos conceitos de tempo e comprimento dos corpos, afirmando que &#8211;       conforme o referencial usado para medir essas grandezas &#8211; o tempo se dilata       e os comprimentos se contraem. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil aceitar essas       evid\u00eancias, pois a experi\u00eancia di\u00e1ria que envolve velocidades       insignificantes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 da luz &#8211; parece indicar       que, como disse Newton nos seus Princ\u00edpios, &#8220;o tempo absoluto,       real e matem\u00e1tico, por si mesmo e por sua pr\u00f3pria natureza,       flui uniformemente, sem rela\u00e7\u00e3o com qualquer objeto exterior&#8221;,       e que &#8220;o espa\u00e7o absoluto, em sua pr\u00f3pria natureza, sem       rela\u00e7\u00e3o com qualquer objeto exterior, permanece sempre igual       e im\u00f3vel&#8221;. No entanto, a ado\u00e7\u00e3o dos dois princ\u00edpios       de Einstein implica uma revis\u00e3o do car\u00e1ter &#8220;absoluto&#8221;       dessas no\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> Em seu artigo Sobre a Eletrodinamica dos Corpos em Movimento, que publicou       em 1905, Einstein esclarece: &#8220;Todos os nossos racioc\u00ednios, nos       quais o tempo tem um papel a desempenhar, s\u00e3o opini\u00f5es acerca       de acontecimentos simult\u00e2neos. Se eu disser, por exemplo, o trem chega       \u00e0s 7&#8242;, quero dizer que a coincid\u00eancia do ponteiro pequeno do       meu rel\u00f3gio e a chegada do trem s\u00e3o acontecimentos simult\u00e2neos&#8221;.       E, para ilustrar seu conceito relativo de simultaneidade, utiliza o exemplo       de dois raios que, ao atingirem as extremidades de um trem &#8211; com velocidade       constante e movendo-se em linha reta -, chamuscam o solo, nele deixando duas       marcas.<\/p>\n<p>      Se houver dois indiv\u00edduos observando o mesmo fato &#8211; um dentro do trem,       exatamente na metade dele, e outro fora, bem no meio do trecho entre as duas       marcas no solo &#8211; suas conclus\u00f5es ser\u00e3o diferentes. Se o observador       no solo disser que os dois raios ca\u00edram simultaneamente, ou seja, que       os sinais luminosos dos dois rel\u00e2mpagos o atingiram no mesmo instante,       o observador no trem dir\u00e1 ter visto os raios ca\u00edrem em momentos       sucessivos. Isto se explica porque o observador no trem, ao mesmo tempo que       se desloca para a direita, de encontro ao rel\u00e2mpago da frente do trem,       se afasta do rel\u00e2mpago que vem da extremidade traseira do trem. Logo,       este \u00faltimo rel\u00e2mpago deve percorrer uma dist\u00e2ncia maior       do que o primeiro para chegar at\u00e9 o observador. Como a velocidade da       luz \u00e9 constante, o rel\u00e2mpago da frente o atinge antes do rel\u00e2mpago       de tr\u00e1s.<\/p>\n<p> Para que a diferen\u00e7a de tempo na chegada dos dois rel\u00e2mpagos       seja apreci\u00e1vel para o observador no trem, o ve\u00edculo deve estar       a uma velocidade pr\u00f3xima \u00e0 da luz. Da experi\u00eancia do trem       de Einstein conclu\u00edmos, tamb\u00e9m, que o intervalo de tempo transcorrido       entre a queda dos dois raios \u00e9 zero para o observador no solo, pois       os dois acontecimentos para ele s\u00e3o simult\u00e2neos, e \u00e9 diferente       de zero, ou seja, aumenta para o observador no trem, pois para este os dois       acontecimentos n\u00e3o s\u00e3o simult\u00e2neos. Assim, de um modo       geral, podemos dizer que o intervalo de tempo entre dois acontecimentos, medidos       num determinado referencial, se dilata quando medido de outro referencial,       m\u00f3vel em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro: cada um &#8220;v\u00ea&#8221;       o tempo do outro se dilatar ou fluir mais lentamente. De forma que a indica\u00e7\u00e3o       de tempo s\u00f3 tem sentido quando for mencionado o refer\u00eancia onde       ele \u00e9 medido. O mesmo acontece com a no\u00e7\u00e3o de comprimento.       O comprimento do trem de Einstein em movimento \u00e9 a dist\u00e2ncia       entre os dois pontos do solo que s\u00e3o ocupados simultaneamente por suas       duas extremidades. Sendo a simultaneidade relativa, o comprimento tamb\u00e9m       o ser\u00e1. E fica, portanto, tamb\u00e9m desprovido de sentido o conceito       do. &#8220;espa\u00e7o absoluto&#8221; de Newton.<\/p>\n<p> Agora, imagine-se o seguinte. Um passageiro, que se encontra no carro restaurante       de um trem, come um bife e depois a sobremesa, sentado \u00e0 mesma mesa,       isto \u00e9, no mesmo local para o observador-no-trem. Mas, para o observador-no-solo,       esse passageiro comeu os dois pratos em pontos da ferrovia separados por v\u00e1rios       quil\u00f4metros. Em resumo: &#8220;acontecimentos que ocorrem no mesmo local,       em tempos diferentes, num referencial galileano, ocorrem em locais diferentes,       quando observados em outro referencial galileano&#8221;.<\/p>\n<p> A prop\u00f3sito da simultaneidade dos rel\u00e2mpagos, j\u00e1 se       afirmou anteriormente que &#8220;acontecimentos que ocorrem ao mesmo tempo,       em locais diferentes, num referencial galileano, ocorrem em tempos diferentes,       quando observados de outro referencial galileano&#8221;. Conclui-se, portanto,       que as duas afirma\u00e7\u00f5es se eq\u00fcivalem: basta substituir a       palavra local pela palavra tempo, para de uma obter a outra. Sendo assim,       o espa\u00e7o e o tempo est\u00e3o em p\u00e9 de igualdade.<\/p>\n<p> Hermann Minkowski, que foi professor de Einstein em Zurique, fundiu os dois       conceitos num s\u00f3 &#8211; o espa\u00e7o-tempo &#8211; a respeito do qual declarou:       &#8220;A partir de agora o espa\u00e7o em si e o tempo em si se fundem por       completo nas sombras, e s\u00f3 algo que \u00e9 a uni\u00e3o de ambos       conserva exist\u00eancia pr\u00f3pria&#8221;. Que um corpo tenha 3 dimens\u00f5es,       ningu\u00e9m duvida. <\/p>\n<p>Mas, al\u00e9m disso, ele existe porque o tempo flui atrav\u00e9s dele,       constituindo uma 4\u00ba dimens\u00e3o. Minkowski chamou um ponto qualquer       nesse espa\u00e7o quadridimensional &#8211; ou cont\u00ednuo espa\u00e7o-tempo       &#8211; de acontecimento ou evento, que pode ser determinado por quatro n\u00fameros:       tr\u00eas para a posi\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o (comprimento, largura       e altura) e um quarto designando o tempo transcorrido. A Teoria da Relatividade       Restrita recebeu importante confirma\u00e7\u00e3o experimental algum tempo       ap\u00f3s sua formula\u00e7\u00e3o: verificou-se nos aceleradores at\u00f4micos       um aumento de massa das part\u00edculas \u00e0 medida que sua velocidade       era incrementada.<\/p>\n<p> Os efeitos relativ\u00edsticos s\u00f3 s\u00e3o detect\u00e1veis       a velocidades muito pr\u00f3ximas \u00e0 da luz. Por isso, a teoria de       Einstein n\u00e3o rejeita a Mec\u00e2nica de Galileu-Newton, utilizando-a       como um caso particular para corpos com velocidades desprez\u00edveis em       rela\u00e7\u00e3o \u00e0 da luz. Diz Einstein, no livro escrito de parceria       com o f\u00edsico polon\u00eas Leopold Infeld, seu amigo \u00edntimo       e colaborador: &#8220;Criar uma nova teoria n\u00e3o corresponde a demolir       um pardieiro para a constru\u00e7\u00e3o de um arranha-c\u00e9u. Ser\u00e1       antes subir uma montanha para alcan\u00e7ar vis\u00e3o mais dilatada e       descobrir imprevistas liga\u00e7\u00f5es entre o nosso ponto de partida       e os arredores. Mas o ponto de onde partimos ainda existe e pode ser visto,       conquanto apare\u00e7a cada vez menor e forme uma parte bem min\u00fascula       da grande paisagem desvendada pela amplia\u00e7\u00e3o de nosso campo       visual&#8221;. A revolu\u00e7\u00e3o relativista significou justamente       a solu\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias contradi\u00e7\u00f5es e uma       nova maneira de ver e representar o Universo, o &#8220;subir da montanha&#8221;.<\/p>\n<p> A nova mec\u00e2nica einsteiniana apresenta ainda a importante rela\u00e7\u00e3o       E = mc2, que exprime a equival\u00eancia entre a massa e a energia de um       corpo. Esta lei afirma que toda varia\u00e7\u00e3o de massa guarda rela\u00e7\u00e3o       com a varia\u00e7\u00e3o de energia e vice-versa. Quando um corpo qualquer       irradia energia, automaticamente ele perde massa. Assim, o Sol perde cerca       de 4 milh\u00f5es de toneladas de massa por segundo. Para transferir 1 grama       de massa a um corpo, \u00e9 preciso fornecer-lhe a fabulosa energia de 25       milh\u00f5es de kWh. De modo que, em condi\u00e7\u00f5es normais, as       varia\u00e7\u00f5es de massa s\u00e3o insignificantes. Mas, na F\u00edsica       Nuclear, as grandes mudan\u00e7as de massa constituem hoje uma realidade:       o fen\u00f4meno mais conhecido \u00e9 o da bomba at\u00f4mica, onde uma       pequena massa de material f\u00edssil fornece uma grande energia.<\/p>\n<p> Com a f\u00f3rmula E = mc2, Einstein demonstrou que o uso da energia at\u00f4mica       era teoricamente poss\u00edvel; mas nada, nem ningu\u00e9m, podia assegurar       que fosse vi\u00e1vel na pr\u00e1tica. Ao tempo da Segunda Guerra Mundial,       Einstein j\u00e1 se encontrava nos Estados Unidos, refugiado da persegui\u00e7\u00e3o       aos judeus, que se iniciara em 1933 com a ascens\u00e3o de Hitler. E a 2       de agosto de 1939, solicitado por v\u00e1rios f\u00edsicos, entre os quais       Szilard, escreveu ao presidente Roosevelt uma carta, em que o alertava sobre       o perigo de uma bomba at\u00f4mica nazista. &#8220;Tenho o conhecimento de       que a Alemanha p\u00f4s fim \u00e0 venda de ur\u00e2nio das minas tchecas       de que se apossou.&#8221; Se a derrota da Alemanha afastou este temor, outro,       entretanto, surgiu. Sua carta de advert\u00eancia fora o ponto de partida       para o projeto de fabrica\u00e7\u00e3o da bomba americana. E Szilard foi       novamente \u00e0 procura de Einstein, para que ele mais uma vez se dirigisse       a Roosevelt, desta vez para pedir que n\u00e3o se usasse a bomba americana       contra o Jap\u00e3o, j\u00e1 praticamente derrotado. A carta foi enviada.<\/p>\n<p> A 12 de abril de 1945, dia da morte repentina do presidente americano, encontraram       esta carta no seu gabinete, ainda fechada. Truman, sucessor de Roosevelt,       n\u00e3o deu ouvidos a Einstein e aos f\u00edsicos que o apoiavam, ordenando       o bombardeio nuclear de Hiroxima e Nagas\u00e1qui, com as terr\u00edveis       conseq\u00fc\u00eancias que se conhecem. A Teoria da Relatividade Restrita       tinha sido aceita com entusiasmo pelos f\u00edsicos, pois vinha resolver       muitos problemas. Mas, quanto \u00e0 Relatividade Generalizada, at\u00e9       mesmo Max Planck n\u00e3o lhe dava a devida import\u00e2ncia: &#8220;Se       agora est\u00e1 quase tudo resolvido, por que voc\u00ea se preocupa corri       estes problemas?&#8221;<\/p>\n<p> Einstein, entretanto, lan\u00e7ou-se com afinco \u00e0 nova tarefa de       interpretar, em termos relativ\u00edsticos, os fen\u00f4menos da gravita\u00e7\u00e3o,       trabalho que concluiu em 1916. Em s\u00edntese, explicou a gravita\u00e7\u00e3o       como uma decorr\u00eancia geom\u00e9trica do espa\u00e7o-tempo. Tal hip\u00f3tese       mostra que a presen\u00e7a de um corpo em determinado local causa urna distor\u00e7\u00e3o       na regi\u00e3o que lhe \u00e9 pr\u00f3xima, pois o efeito dos corpos       materiais n\u00e3o \u00e9 engendrar for\u00e7as, como afirma a lei de       gravita\u00e7\u00e3o de Newton,. mas curvar o espa\u00e7o-tempo. Se       o corpo tem grande massa, os efeitos da distor\u00e7\u00e3o devem ser       mensur\u00e1veis; assim, um raio de luz proveniente de uma estrela distante       e que, para incidir sobre a Terra, tenha que passar pr\u00f3ximo ao Sol,       deveria sofrer uma altera\u00e7\u00e3o em sua trajet\u00f3ria.<\/p>\n<p> Einstein foi mais longe. Se a mat\u00e9ria encurva o espa\u00e7o-tempo,       ent\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel admitir a hip\u00f3tese de que todo       o Universo \u00e9 curvo. E, com essa id\u00e9ia, criou uma nova Cosmologia.<br \/>\n      Ao n\u00edvel dos fatos experimentais, a Teoria da Relatividade explica       tr\u00eas fen\u00f4menos importantes: o desvio da \u00f3rbita do planeta       Merc\u00fario, o encurvamento dos raios luminosos ao passarem perto do Sol       e o aumento do comprimento de onda da luz emitida por estrelas densas (desvio       para o vermelho gravitacional). Pouco depois de ter demonstrado a exist\u00eancia       das ondas eletromagn\u00e9ticas, Hertz descobriu outra coisa interessante:       que determinadas subst\u00e2ncias, quando iluminadas, emitiam el\u00e9trons.       Esse fato, conhecido como efeito fotoel\u00e9trico, permaneceu sem explica\u00e7\u00e3o       plaus\u00edvel, at\u00e9 que Einstein dele se ocupou. Recorrendo \u00e0       rec\u00e9m elaborada teoria qu\u00e2ntica de Max Planck &#8211; segundo a qual       a emiss\u00e3o e absor\u00e7\u00e3o da luz, ou da radia\u00e7\u00e3o       em geral, n\u00e3o t\u00eam lugar de maneira cont\u00ednua mas sim descont\u00ednua,       por saltos ou quanta de energia (plural da palavra latina quantum, que significa       &#8220;quantidade determinada&#8221;) &#8211; Einstein aplicou essa concep\u00e7\u00e3o       ao efeito descoberto, ampliando-a.<\/p>\n<p> Em 1921, Einstein recebeu o Pr\u00eamio Nobel pela explica\u00e7\u00e3o       do efeito fotoel\u00e9trico. A celebridade, contudo, jamais alterou seu       car\u00e1ter modesto. Depois que abandonou a Alemanha, em 1933, \u00edristalou-se       definitivamente no Instituto de Estudos Avan\u00e7ados de Princeton, onde       lecionaria o resto da vida.<\/p>\n<h2> (Sua casa em Princeton)<\/h2>\n<p> Sua preocupa\u00e7\u00e3o com o desligamento de tudo o que fosse acess\u00f3rio       \u00e9 bem expressa por Infeld: &#8220;Somos escravos de banheiras, geladeiras,       autom\u00f3veis, r\u00e1dios e milh\u00f5es de outras coisas &#8230; O que       Einstein resolveu foi o problema do m\u00ednimo: sapatos, cal\u00e7as,       camisa e jaqueta, coisas realmente necess\u00e1rias; seria dif\u00edcil       reduzi-las ainda mais&#8221;. Como homem, n\u00e3o foi menos admir\u00e1vel       do que como cientista. Um visitante perguntou-lhe certa vez qual seria, no       leito de morte, o balan\u00e7o de sua vida: fora um sucesso ou tinha sido       in\u00fatil? Respondeu simplesmente: &#8220;Nunca me interessaria por essa       quest\u00e3o, nem no leito de morte, nem noutra altura qualquer. Ao fim       e ao cabo, n\u00e3o passo de uma part\u00edcula da natureza&#8221;. Na       mesma paz em que viveu, Albert Einstein morreria, em 1955. <\/p>\n<p>Hermann Minkowski, que foi professor de Einstein em Zurique, fundiu os dois       conceitos num s\u00f3 &#8211; o espa\u00e7o-tempo &#8211; a respeito do qual declarou:       &#8220;A partir de agora o espa\u00e7o em si e o tempo em si se fundem por       completo nas sombras, e s\u00f3 algo que \u00e9 a uni\u00e3o de ambos       conserva exist\u00eancia pr\u00f3pria&#8221;.Que um corpo tenha 3 dimens\u00f5es,       ningu\u00e9m duvida. Mas, al\u00e9m disso, ele existe porque o tempo flui       atrav\u00e9s dele, constituindo uma 4\u00ba dimens\u00e3o. Minkowski chamou       um ponto qualquer nesse espa\u00e7o quadridimensional &#8211; ou cont\u00ednuo       espa\u00e7o-tempo &#8211; de acontecimento ou evento, que pode ser determinado       por quatro n\u00fameros: tr\u00eas para a posi\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o       (comprimento, largura e altura) e um quarto designando o tempo transcorrido.<\/p>\n<p> Com o estudo sobre esta quest\u00e3o Einstein conseguiu concluir seus       estudos e c\u00e1lculos para originar a lei da relatividade que ser\u00e1       devidamente comprovada com os c\u00e1lculos e estudos comparativos com a       lei das esferas e das espirais, utilizando os mesmos princ\u00edpios de       Hermam podemos explicar a abertura da quadridimensionalidade e entrar no espa\u00e7o       continuum atrav\u00e9s dos fusos e buracos no tempo j\u00e1 previstos       por Einstein e calculados por Gemelli. As diferen\u00e7as por\u00e9m s\u00e3o       evidentes pois que na lei das esferas e espirais de Gemelli, um novo modelo       de universo \u00e9 descrito onde a velocidade, o comprimento e altura n\u00e3o       precisam ser levados em considera\u00e7\u00e3o na rea\u00e7\u00e3o       de deslocamento e sim a forma molecular da transfer\u00eancia de um ponto       a outro do universo utilizando a quarta dimens\u00e3o.<\/p>\n<h2> Wilhelm Reich (1897-1957)<\/h2>\n<p> &#8211; Wilhelm Reich (1897-1957) foi um m\u00e9dico e cientista natural       que, por quase quarenta anos, desenvolveu uma ampla pesquisa sobre os processos       energ\u00e9ticos primordiais, vitais. <\/p>\n<p>      &#8211; Reich iniciou seu trabalho na d\u00e9cada de 20, tendo como principal       objeto de estudo o funcionamento da &#8220;bio-energia&#8221; (&#8220;a fun\u00e7\u00e3o       bioenerg\u00e9tica da excitabilidade e motilidade da subst\u00e2ncia viva&#8221;).       <\/p>\n<p>      &#8211; O encaminhamento l\u00f3gico e experimental desse trabalho conduziu-o       \u00e0 descoberta de uma &#8220;for\u00e7a&#8221; b\u00e1sica que atua       n\u00e3o s\u00f3 nos seres vivos, mas tamb\u00e9m no cosmos. Esse &#8220;novo&#8221;       tipo de energia foi experimentalmente comprovado por Reich no per\u00edodo       1939-1940 e, ent\u00e3o, nomeado como &#8220;energia orgone c\u00f3smica&#8221;.       Nesse momento, nasce a Orgonomia \u2014 a ci\u00eancia que se dedica ao       estudo das manifesta\u00e7\u00f5es da energia orgone no micro e no macro       cosmos, no vivo e no inanimado. <\/p>\n<p> A Orgonomia surge, portanto, como resultado de quase duas d\u00e9cadas       de trabalho, e Reich desenvolve-a, ainda, por mais dezoito anos (at\u00e9       sua morte, em 1957), em v\u00e1rias dimens\u00f5es: <\/p>\n<p> Orgonoterapia; F\u00edsica, Astrof\u00edsica e Biof\u00edsica Orgone;       Pedagogia Orgon\u00f4mica; Orgonometria, etc. (O termo &#8220;orgonomia&#8221;,       al\u00e9m de indicar essa nova, vasta e promissora ci\u00eancia, expressa,       tamb\u00e9m, o conjunto da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica reichiana).       <\/p>\n<p>      &#8211; Simultaneamente \u00e0 pesquisa sobre os processos energ\u00e9tico-vitais,       Reich elaborou, no decorrer de seu percurso cient\u00edfico, tr\u00eas       t\u00e9cnicas terap\u00eauticas: a an\u00e1lise do car\u00e1ter (1923-1934),       a vegetoterapia caractero-anal\u00edtica (1934-1939) e a orgonoterapia (1939-1957).       <br \/>\n      Conference Center<\/p>\n<p>      \u00c9, tamb\u00e9m, um novo m\u00e9todo de pensamento e pesquisa\u2014       o Funcionalismo Orgon\u00f4mico \u2014, \u00e9 uma in\u00e9dita t\u00e9cnica       de ordena\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es naturais, que associa       as dimens\u00f5es qualitativas e quantitativas na pesquisa orgon\u00f4mica       \u2014 a Orgonometria. Embora Reich tenha circulado pelas mais variadas \u00e1reas       do conhecimento (Psican\u00e1lise, Epistemologia, Sociologia, Antropologia,       Biof\u00edsica, F\u00edsica, etc.), o fio condutor e entrela\u00e7ado       da pesquisa reichiana sempre foi a investiga\u00e7\u00e3o da especificidade       dos processos energ\u00e9ticos b\u00e1sicos. Inicialmente, nos dom\u00ednios       ps\u00edquico e social; depois, na dimens\u00e3o biof\u00edsica; por       fim, no territ\u00f3rio c\u00f3smico.<\/p>\n<p>As pesquisas de Wilhelm Reich, s\u00e3o extremamente avan\u00e7adas e       est\u00e3o na linha de Gemelli, pois que os dispositivos das descobertas       das leis das esferas e das espirais, produzem aparelhos que materializam o       mesmo tipo de energia que Reich procurava demonstrar atrav\u00e9s de seus       inventos e estudos. A abertura dos fusos e buracos no tempo, bem como a materializa\u00e7\u00e3o       dos universos paralelos com a manifesta\u00e7\u00e3o dos seres que j\u00e1       viveram na terra abre precedentes para que toda e qualquer tipo de consci\u00eancia       possa se comunicar com os seres humanos dentro das escalas espa\u00e7o tempo       de nossa realidade atrav\u00e9s de passagens constru\u00eddas com aprelhos       de Gemelli descritos em outros documentos. <\/p>\n<h2>Os G\u00eanios da Humanidade e Gemelli<\/h2>\n<p>Nesse estudo comparativo sobre os G\u00eanios da humanidade, tra\u00e7amos       um elo de liga\u00e7\u00e3o entre as descobertas de Arquimedes (287 ac       &#8211; 212 ac ) Karl Frederic Gauss (1777 &#8211; 1855): Leonardo da Vinci       (1452 &#8211; 1519)_Sir Isaac Newton (1643 &#8211; 1727) Alessandro Volta (1745       &#8211; 1827): Thomas Edison (1847 &#8211; 1931): John Thomson (1856 &#8211;       1940): Hans Oersted (1777 &#8211; 1851): Michael Faraday (1791 &#8211; 1867):       James Clark Maxwell ( 1831 &#8211; 1879 ): Heinrich Hertz (1857-1894): Albert Einstrein       (1879 &#8211; 1955) Nikola Tesla (1856-1943): Wilhelm Reich (1897-1957),e       as leis das esferas e das espirais de Gemelli.(Paulo Ari Gemelli 1970 &#8211; &#8230;..)<\/p>\n<p> Como surgiu esse dossi\u00ea:<\/p>\n<p> No caso de Gemelli a forma de desenvolvimento da pesquisa e das descobertas       cient\u00edficas aqui demonstradas procederam com a mesma forma de pensamento       criativo muito pr\u00f3ximo do real como Nikola Tesla. Sendo o autor desse       dossi\u00ea totalmente desvinculado de qualquer institui\u00e7\u00e3o       de ensino ou laborat\u00f3rio e n\u00e3o tendo recursos financeiros para       estabelecer suas pesquisas, nem espa\u00e7o, utiliza o inesgot\u00e1vel       suporte da imagina\u00e7\u00e3o com uma proje\u00e7\u00e3o t\u00e1til       sensorial de separa\u00e7\u00e3o entre o imaginado e o pass\u00edvel       de materializar, selecionando sistematicamente o mais pr\u00f3ximo das \u00fatilmas       descobertas as quais consegue acessar por leitura, tv, e internet. Arquimedes       se aproximou em suas pesquisas matem\u00e1ticas da lei das esferas e das       espirais, e seus invento retratam a constru\u00e7\u00e3o da espiral de       Arquimedes o qual calcula com precis\u00e3o o centro de qualquer objeto       ou do circulo perfeito, sendo que o mesmo principio matem\u00e1tico do raio       e do PII permite que a expans\u00e3o espiral de uma esfera conclua-se com       sete voltas espelhadas em um \u00fanico ponto que gera um oitavo p\u00f3lo       fazendo a abertura material de uma esfera e atrai outra estrutura semelhante       curvil\u00ednea e espiralada com sinais opostos e sete voltas espirais fazendo       o fechamento da esfera.<\/p>\n<p> Gauss revelou uma seq\u00fc\u00eancia matem\u00e1tica que solucionou       muitas das quest\u00f5es de Arist\u00f3teles, o que Gauss provou em suas       f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas coincide com a forma com que seus pensamentos       podem ser aplicados na teoria do novo modelo de universo e a lei das esferas       e espirais de Gemelli, com os devidos detalhes que constam nesse dossi\u00ea.       A gravidade depende da massa manifesta no espa\u00e7o tempo e sua express\u00e3o       molecular e at\u00f4mica, assim como a realidade espa\u00e7o tempo. Gauss       provou que o espa\u00e7o e tempo se curvam com seus c\u00e1lculos, a lei       das esferas e espirais de revelam os pontos de inicio e fim das curvaturas       dano origem aos fusos e buracos no tempo. <\/p>\n<p> Leonardo da Vinci procurou o aparelho perfeito chamado moto perp\u00e9tuo       e manifestou o entendimento sobre uma unifica\u00e7\u00e3o perfeita entre       as tr\u00eas dimens\u00f5es da sabedoria atrav\u00e9s de suas obras imortais.       O pensamento vinciano se refere a uma forma de encontrar a m\u00e1quina       perfeita, ou a f\u00f3rmula perfeita para todas as coisas e que contenha       em si a demonstra\u00e7\u00e3o do universo em si mesmo. Na atual \u00e9poca       em que estamos os cientistas de todo o mundo perseguem esse mesmo objetivo       e tentar elaborar a formula do todo. Os modelos do universo que s\u00e3o       montados atualmente n\u00e3o fornecem a base para tal f\u00f3rmula, h\u00e1       que se mexer nos princ\u00edpios da concep\u00e7\u00e3o do universo       para encontra-la atrav\u00e9s de um novo modelo de Universo. Esse trabalho       tem essa proposta e todos os estudos e desenvolvimentos comparativos est\u00e3o       descritos aqui na primeira fase desse Dossi\u00ea. <\/p>\n<p> Hermann Minkowski, que foi professor de Einstein em Zurique, fundiu os dois       conceitos num s\u00f3 &#8211; o espa\u00e7o-tempo &#8211; a respeito do qual declarou:       &#8220;A partir de agora o espa\u00e7o em si e o tempo em si se fundem por       completo nas sombras, e s\u00f3 algo que \u00e9 a uni\u00e3o de ambos       conserva exist\u00eancia pr\u00f3pria&#8221;.Que um corpo tenha 3 dimens\u00f5es,       ningu\u00e9m duvida. <\/p>\n<p>Mas, al\u00e9m disso, ele existe porque o tempo flui atrav\u00e9s dele,       constituindo uma 4\u00ba dimens\u00e3o. Minkowski chamou um ponto qualquer       nesse espa\u00e7o quadridimensional &#8211; ou cont\u00ednuo espa\u00e7o-tempo       &#8211; de acontecimento ou evento, que pode ser determinado por quatro n\u00fameros:       tr\u00eas para a posi\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o (comprimento, largura       e altura) e um quarto designando o tempo transcorrido.<\/p>\n<p> Com o estudo sobre esta quest\u00e3o Einstein conseguiu concluir seus       estudos e c\u00e1lculos para originar a lei da relatividade que ser\u00e1       devidamente comprovada com os c\u00e1lculos e estudos comparativos com a       lei das esferas e das espirais, utilizando os mesmos princ\u00edpios de       Hermam podemos explicar a abertura da quadridimensionalidade e entrar no espa\u00e7o       continuum atrav\u00e9s dos fusos e buracos no tempo j\u00e1 previstos       por Einstein e calculados por Gemelli. As diferen\u00e7as por\u00e9m s\u00e3o       evidentes pois que na lei das esferas e espirais de Gemelli, um novo modelo       de universo \u00e9 descrito onde a velocidade, o comprimento e altura n\u00e3o       precisam ser levados em considera\u00e7\u00e3o na rea\u00e7\u00e3o       de deslocamento e sim a forma molecular da transfer\u00eancia de um ponto       a outro do universo utilizando a quarta dimens\u00e3o. <\/p>\n<p> Tomas Alva Edisom fez a demonstra\u00e7\u00e3o f\u00edsica da lei       das esferas e das espirais quando criou a l\u00e2mpada el\u00e9trica o       motivo dos \u00e1tomos continuarem em movimento \u00e9 a presen\u00e7a       do oxig\u00eanio, o que faz com que o deslocamento espiralado dessas estruturas       continue acontecendo, para extrair a energia do choque de part\u00edculas       e subst\u00e2ncias \u00e9 necess\u00e1rio retirar seu oxig\u00eanio       fazendo com que a esfera natural de sua manifesta\u00e7\u00e3o ocorra       produzindo uma expans\u00e3o espiral de sua for\u00e7\u00e3 em forma       de onda e part\u00edcula controlada, chamada por mim de manifesta\u00e7\u00e3o       espa\u00e7o tempo controlada. A l\u00e2mpada el\u00e9trica de Edisom       no v\u00e1cuo e com o filamento apropriado acende-se e n\u00e3o se consome       em sua por\u00e7\u00e3o material manifestando a luza em sua velocidade       at\u00f4mica sem atrito com a massa o que proporciona a incandesc\u00eancia,       nesse caso a lei das esferas e espirais complementa a pesquisa de Edisom ao       revelar as propriedades constituintes da unidade natural do espa\u00e7o       tempo.<\/p>\n<p> A antimat\u00e9ria como proje\u00e7\u00e3o da quarta dimens\u00e3o       altera os estados de toda as mat\u00e9rias que entrar em contato. Com a       lei das esferas e das espirais as massas e a energia sejam elas s\u00f3lidas,       liquidas ou gasosas s\u00e3o preservadas em cada quadrante molecular em       que ela existir e suas fendas naturais chamadas fusos e buracos s\u00e3o       descritas pelo c\u00e1lculo das leis de Gemelli, sendo que dessa forma qualquer       pessoa ou objeto pode interferir em qualquer lugar espa\u00e7o tempo ou       estado para levar energia ou mat\u00e9ria a qualquer lugar utilizando os       engenhos e processos descritos no transcorrer desse dossi\u00ea. As ondas       e sinais se deslocam nas unidades espa\u00e7o tempo em forma de vibra\u00e7\u00f5es       com velocidades pr\u00f3prias e determinantes para configurar os grupos       e cadeias de mat\u00e9ria e campos de energia que se aglomeram formando       mol\u00e9culas,estas mol\u00e9culas est\u00e3o configuradas dentro de       unidades espa\u00e7o e tempo e podem ser remanejadas conforme a indu\u00e7\u00e3o       e c\u00e1lculo transferindo dados, energia e massa pelos fusos e buracos       no tempo, atalhos interespaciais e atemporais das unidades espa\u00e7o tempo.Com       as leis das esferas e das espirais todas as manifesta\u00e7\u00f5es moleculares       podem ser calculadas e reproduzidas A produ\u00e7\u00e3o de energia de       qualquer tipo \u00e9 definida pelo tipo de subst\u00e2ncia, seus \u00e1tomos       e suas condi\u00e7\u00f5es moleculares, com as leis de Gemelli \u00e9       poss\u00edvel utilizar as inven\u00e7\u00f5es provenientes dela para       a constru\u00e7\u00e3o do Holoconversor, um aparelho que produz qualquer       tipo de energia necess\u00e1ria para qualquer uso. <\/p>\n<p> Com a aplica\u00e7\u00e3o dos conceitos do novo modelo de universo e       as leis de Gemelli, conclue-se que as ondas s\u00e3o definidas pelas passagens       entre as v\u00e1rias esferas espa\u00e7o tempo que separam as part\u00edculas       at\u00f4micas e subat\u00f4micas, pois as apari\u00e7\u00f5es dos diversos       tipos de vibra\u00e7\u00f5es de ondas s\u00e3o a continuidade de varias       ondas de luz viajando no infinito dentro das espirais que atravessam as formas       espa\u00e7o tempo trocando suas cargas em cada quadrante e passando por       dentro dos fusos e buracos no tempo de cada esfera espa\u00e7o tempo.<\/p>\n<p> Com a aplica\u00e7\u00e3o da lei das esferas e das espirais a energia       nuclear pode ser obtida de uma forma muito mais segura sem precisar enriquecer       ur\u00e2nio e torna-lo radioativo. O Bombardeio de n\u00eautrons atrav\u00e9s       do ur\u00e2nio pode ser obtido pelos fusos e buracos das unidades espa\u00e7o       tempo e pelo c\u00e1lculo matem\u00e1tico da lei das esferas e das espirais       atrav\u00e9s da inven\u00e7\u00e3o originada nessas mesmas leis e descrita       detalhadamente em documento pr\u00f3prio. A lei das esferas e das espirais       e os c\u00e1lculos matem\u00e1ticos resultantes podem ser usados para       eliminar todo o tipo de fios e condutos necess\u00e1rios na atualidade para       conduzir energia de um ponto a outro do planeta ou do universo. Conforme a       descri\u00e7\u00e3o das leis e suas aplica\u00e7\u00f5es em forma       de aparelhos as transfer\u00eancias de todo e qualquer tio de energia s\u00f3       depende da f\u00f3rmula universal qu\u00edmica resultante das pr\u00f3prias       leis que possuem propriedades de uma nova mat\u00e9ria resistente a qualquer       tipo de press\u00e3o e tor\u00e7\u00e3o molecular e at\u00f4mica. A       constru\u00e7\u00e3o desses aparelhos \u00e9 descrito em outros documentos.<\/p>\n<h2> O corpo f\u00edsico, os ch\u00e1cras e os meridianos:<\/h2>\n<p> O copo f\u00edsico de todos os seres existentes cont\u00e9m os mesmos       princ\u00edpios qu\u00edmicos e moleculares na sua constru\u00e7\u00e3o       atrav\u00e9s da descri\u00e7\u00e3o inicial dos sinais na origem do       tempo e do espa\u00e7o, mas os sinais formam primeiro os oito vasos maravilhosos       como manifesta\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica da emana\u00e7\u00e3o       dos sinais da consci\u00eancia e depois come\u00e7a a se condensar junto       com a fecunda\u00e7\u00e3o fazendo a reprodu\u00e7\u00e3o das oito       c\u00e9lulas embrion\u00e1rias, ocorrendo simultaneamente a indu\u00e7\u00e3o       de sinais para composi\u00e7\u00e3o da esfera que come\u00e7a a se condensar       da espiral da consci\u00eancia que \u00e9 o esp\u00edrito ou mente indutora.       Depois desse processo os oito vasos se multiplicam pelos seus campos eixos       que se dobram sobre si mesmos e projetam os 64 pontos de materializa\u00e7\u00e3o       no espa\u00e7o tempo, onde vai dar origem a forma pl\u00e1smica da esfera       energ\u00e9tica de campo com sinais e express\u00f5es em cores e manifesta\u00e7\u00f5es       que poder\u00e3o ser lidas no futuro e ap\u00f3s a sua materializa\u00e7\u00e3o       completa atrav\u00e9s dos ch\u00e1cras.<\/p>\n<p> Quando os oitos vasos se duplicam em seus eixos, as 64 posi\u00e7\u00f5es       das micro esferas hologr\u00e1ficas da consci\u00eancia na esfera separa       os dois eixos tempo espa\u00e7o de maneira a construir o eixo vc c\u00e9rebro       e o eixo vg sistema nervoso, originando os dois canais principais e posteriormente       projetando os 6 canais auxiliares que se duplicam por causa das polaridades       da energia e da mat\u00e9ria surgindo os doze canais solidificando a esfera       e dando a forma espa\u00e7o tempo de peso e gravidade nessa atual unidade       chamada corpo .As pesquisas de Wilhelm Reich, s\u00e3o extremamente avan\u00e7adas       e est\u00e3o na linha de estudos de Gemelli, pois que os dispositivos das       descobertas das leis das esferas e das espirais, produzem aparelhos que materializam       o mesmo tipo de energia que Reich procurava demonstrar atrav\u00e9s de seus       inventos e estudos. A abertura dos fusos e buracos no tempo, bem como a materializa\u00e7\u00e3o       dos universos paralelos com a manifesta\u00e7\u00e3o dos seres que j\u00e1       viveram na terra abre precedentes para que toda e qualquer tipo de consci\u00eancia       possa se comunicar com os seres humanos dentro das escalas espa\u00e7o tempo       de nossa realidade atrav\u00e9s de passagens constru\u00eddas com aparelhos       de Gemelli descritos em outros documentos. -Gemelli <\/p>\n<h2> Fim da primeira parte introdut\u00f3ria:<\/h2>\n<h2>AS LEIS DE GEMELLI<\/h2>\n<p>Primeira LEI DE GEMELLI<br \/>\n      A aplica\u00e7\u00e3o do conceito universal da teoria das esferas e das       espirais no Universo<\/p>\n<h2>A RIGEM DO TEMPO<\/h2>\n<p> A aplica\u00e7\u00e3o do conceito Universal das Leis de Gemelli na teoria       das esferas e das espirais no Universo \u00e9 caracterizados por ser a realidade       um unidade de espa\u00e7o tempo(esf\u00e9rica), convencionada aqui inicialmente       como uma manifesta\u00e7\u00e3o sem forma composta de uma estrutura energ\u00e9tica       adimensional que projeta uma rede de esferas imateriais que cont\u00e9m       64 pontos esf\u00e9ricos como manifesta\u00e7\u00e3o de sua estrutura       de forma n\u00e3o medida e n\u00e3o rastreada atualmente e se comp\u00f5e       pelo princ\u00edpio da troca das polaridades entre as energias positivas       e negativas.<\/p>\n<p> O surgimento dessa manifesta\u00e7\u00e3o \u00e9 onde se inicia uma       espiral na por\u00e7\u00e3o onde os sinais positivos se repelem e se igualam       aos sinais negativos gerando um terceiro p\u00f3lo que forma um \u00e2ngulo       tridimensional e neutro composto de duas energias que volta a atrair outros       elementos iguais e opostos ao primeiro que trocam tamb\u00e9m suas polaridades       fazendo surgir o primeiro eixo de continuidade na forma horizontal chamado       eixo do tempo ou eixo x que sobe em curvatura espiralada por causa da diferen\u00e7a       das vibra\u00e7\u00f5es polares e atrai outra estrutura tridimensional       igual a primeira formada com carga infinitamente menor, gerando oito polariza\u00e7\u00f5es       com um elemento de carga neutro como elo de liga\u00e7\u00f5es entre as       part\u00edculas e assim fazendo a coes\u00e3o da primeira estrutura que       vaga no universo com uma escala vibrat\u00f3ria de tempo, que atrai outra       estrutura semelhante com cargas opostas e complementares que fazem o eixo       x se curvar sobre si mesmo e convergir a sua for\u00e7a para dentro de suas       estruturas em espiral interna na espiral que subiu, descendo e criando com       a liga\u00e7\u00e3o e coes\u00e3o o eixo do espa\u00e7o chamado y,       que atrav\u00e9s da atra\u00e7\u00e3o e repuls\u00e3o se converge       internamente sobre si mesmo criando peso molecular e projeta a linha material       energ\u00e9tica que se projeta em lateralidade e profundidade multiplicando       as cargas em escalas diferenciadas e assim materializando a esfera, que se       agrega a outros compostos por propriedades de atra\u00e7\u00e3o e repuls\u00e3o       limitando a sua estrutura de forma\u00e7\u00e3o com composi\u00e7\u00e3o       de ondas e sinais que entram e saem de seus rec\u00e9m formados fusos e       buracos no tempo que impulsionam o seu deslocamento no quadrante esf\u00e9rico       maior de manifesta\u00e7\u00e3o material, interagindo entre si com for\u00e7as       gravitacionais compostas de componentes como ondas eletroqu\u00edmicas e       moleculares, magn\u00e9ticas, e espirais de todas as categorias que somam       as ondas de suas cargas positivas e negativas em paralelo e criando um v\u00f3rtice       onde os paralelos dessas for\u00e7as se encontram no infinito e quando todos       os seus v\u00f3rtices se afunilam para um \u00fanico ponto esse ponto       age refletindo o seu movimento sobre si mesmo realizando a constru\u00e7\u00e3o       de um eixo horizontal numa escala mais densa e material que se desloca em       velocidade expandindo e se dobrando sobre si mesmo gerando o PII, porque falta       energia para continuar em expans\u00e3o e se volta em sentido vertical a       partir do centro da estrutura formando uma cruz gerando uma esfera sustentada       por 64 pontos divididos em 32 p\u00f3los positivos e 32 p\u00f3los negativos       com 160 eixos espirais que rotacionam-se sobre si mesmos e que possuem 51%       de for\u00e7a espiral subat\u00f4mica, eletromagn\u00e9tica, eletroqu\u00edmica       e molecular para um dos lados passando a estabilizar a rota\u00e7\u00e3o       dos eixos sobre si mesmos conforme a freq\u00fc\u00eancia vibracional dando       origem a uma escala de tempo e espa\u00e7o em forma de esfera com um som       espec\u00edfico para cada esfera.<\/p>\n<p> Obs: as espirais separam os tempos e quadrantes do universo e convergem       seus v\u00f3rtices em estruturas ocas que ao deslocarem-se manifestam outras       espirais em seus canais em sentido contr\u00e1rio tamb\u00e9m ocas que       cont\u00e9m outras espirais em sentido contr\u00e1rio em seus canais assim       realizando infinitamente o movimento de malha universal agregadora das esferas       tempo espa\u00e7o com cargas opostas e complementares se enredando numa       escala infinita e passando com seus canais nos fusos e buracos no tempo das       esferas costurando a malha infinita da rede universal <\/p>\n<h2> Segunda LEI DE GEMELLI<\/h2>\n<p> A aplica\u00e7\u00e3o cientifica da teoria das esferas e das expirais       no Universo:<\/p>\n<h2>A ORIGEM DAS FORMAS<\/h2>\n<p> A realidade \u00e9 esf\u00e9rica e temporal e tem dois eixos principais       cruzados que originam geometricamente a forma\u00e7\u00e3o da pir\u00e2mide       que cont\u00e9m a esfera. A pir\u00e2mide \u00e9 o quadrante temporal       da forma de da express\u00e3o da realidade das espirais e cont\u00e9m       em si a coes\u00e3o da esfera com dois p\u00f3los opostos e iguais que       produzem gravidade e atra\u00e7\u00e3o no interior daquela escala de tempo       com expirais condensadas em eixos de sustenta\u00e7\u00e3o como um cito       esqueleto celular .<\/p>\n<p> No exterior o mesmo n\u00famero de eixos em expirais gera antigravidade       e atrai outras esferas com cargas opostas e iguais em vibra\u00e7\u00e3o       temporal configurando um espa\u00e7o tempo paralelo que d\u00e1 a percep\u00e7\u00e3o       de compacta\u00e7\u00e3o e realidade f\u00edsica, com lapsos de mat\u00e9ria       e antimat\u00e9ria girando em sentido espiral em ordens el\u00edpticas       da mesma categoria ou grandeza, formando agregados gigantescos de tempo espa\u00e7o.       A seq\u00fc\u00eancia de materializa\u00e7\u00e3o da realidade se condensa       em forma de duas pir\u00e2mides energ\u00e9ticas invertidas uma sobre a       outra que cont\u00e9m a esfera espa\u00e7o tempo no seu interior com as       expirais de seus cones descrevendo a seq\u00fc\u00eancia de fibominacci.       As pir\u00e2mides refletem atrav\u00e9s de seus v\u00f3rtices a manifesta\u00e7\u00e3o       do seu espa\u00e7o interior descrevendo espirais invertidas chamadas de       antiespirais projetando as propor\u00e7\u00f5es do tempo e espa\u00e7o       numa propor\u00e7\u00e3o chamada propor\u00e7\u00e3o divina e descrita       pelo n\u00famero 1,618, dando origem as condu\u00e7\u00f5es e transforma\u00e7\u00f5es       da energia em mat\u00e9ria atrav\u00e9s de canais espec\u00edficos onde       a energia se transforma de um p\u00f3lo ao outro com sinais positivos e       negativos intercalados e onde cada ponto de divis\u00e3o do n\u00famero       projeta um v\u00f3rtice espiral que forma um fractal da propor\u00e7\u00e3o       do conjunto gerando as camadas dimensionais onde as mol\u00e9culas v\u00e3o       ter o espa\u00e7o para manifestarem na constru\u00e7\u00e3o da forma.     <\/p>\n<h2> Terceira LEI DE GEMELLI<\/h2>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o cinetifica da teoria das esferas e das expirais       no Universo:<\/p>\n<h2>O C\u00c1LCULO DO TEMPO E DAS FORMAS<\/h2>\n<p>A realidade do tempo e do espa\u00e7o \u00e9 medida e organizada em escalas       esf\u00e9ricas pela multiplica\u00e7\u00e3o do peso \u00e1tomo gravitacional       geral do \u00e1tomo ou da esfera pela curvatura de sua expans\u00e3o numa       escala de espa\u00e7o tempo em que est\u00e1 materializado(leitura feita       por ondas de radio onde ele inicia e onde termina), multiplicado por 64 que       s\u00e3o os eixos das expirais em qualquer escala de tempo o que determina       o seu fuso de entrada chamado inicio , sua constitui\u00e7\u00e3o geral       e molecular (sua forma de materializar-se), e sua velocidade alternada com       seus pontos de converg\u00eancia em esfera continua ou buracos no tempo e       espa\u00e7o.(passagem entre universos e escalas de tempo)<\/p>\n<h2> E \u00e9 dada pela f\u00f3rmula matem\u00e1tica a seguir:<\/h2>\n<p> UET = peso at\u00f4mico geral : PII x 64 x Fuso x Buraco no tempo : 64       x peso at\u00f4mico no n\u00eautron ou neutralizador.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Onde F= soma do peso at\u00f4mico dos el\u00e9trons x 2<br \/>\n       Onde BT= soma do peso at\u00f4mico dos pr\u00f3tons x 2 <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>UET para abertura do Buraco no tempo<\/p>\n<blockquote>\n<p>Conhecendo UET x 64 = BT<br \/>\n       Conhecendo UET : 32 = Fuso<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Obs:<\/strong> esse dossi\u00ea se completa com a quarta fase do projeto      onde existe a inven\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina que demonstra todas essas leis e manifesta      os fusos e buracos no tempo chamado Clock T\u00e3o Abrindo possibilidades para      a segunda parte que \u00e9 mais avan\u00e7ada<\/p>\n<p> <strong>FIM da primeira parte<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:  Paulo Ari Gemelli <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Einstein x Gemelli, Livro, Introdu\u00e7\u00e3o, Modelo, Conceito Universal, Eureka, Espirais, Micropart\u00edculas, Caracter\u00edsticas, 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