{"id":64518,"date":"2016-07-18T13:52:54","date_gmt":"2016-07-18T13:52:54","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=64518"},"modified":"2016-07-18T14:11:15","modified_gmt":"2016-07-18T14:11:15","slug":"eletrodinamica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/fisica\/eletrodinamica","title":{"rendered":"Eletrodin\u00e2mica"},"content":{"rendered":"<p><strong>Eletrodin\u00e2mica<\/strong> \u00e9 o estudo dos fen\u00f4menos associados com corpos      carregados em movimento e diferentes campos el\u00e9tricos e magn\u00e9ticos. <\/p>\n<p>Uma carga em movimento produz um campo magn\u00e9tico, campo eletrodin\u00e2mica, est\u00e1      preocupada com os efeitos, tais como magnetismo a radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica.<\/p>\n<p>Eletromagn\u00e9tico de indu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Incluindo as aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas como o gerador el\u00e9trico e o motor el\u00e9trico.    <\/p>\n<p>Esta \u00e1rea de eletrodin\u00e2mica, muitas vezes conhecido como eletrodin\u00e2mica cl\u00e1ssica,      foi pela primeira vez sistematicamente explicado pelo f\u00edsico James Clerk Maxwell.    <\/p>\n<p>As equa\u00e7\u00f5es de Maxwell, um conjunto de equa\u00e7\u00f5es diferenciais, descrever os      fen\u00f4menos desta \u00e1rea com grande generalidade. <\/p>\n<p>Um desenvolvimento mais recente \u00e9 a eletrodin\u00e2mica qu\u00e2ntica, a qual foi formulada      para explicar a intera\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica com a mat\u00e9ria, para      que as leis da teoria qu\u00e2ntica aplicar. <\/p>\n<p>Os f\u00edsicos PAM Dirac, W. Heisenberg, e W. Pauli foram os pioneiros na formula\u00e7\u00e3o      da eletrodin\u00e2mica qu\u00e2ntica. <\/p>\n<p>Quando as velocidades das part\u00edculas carregadas em considera\u00e7\u00e3o tornam-se      compar\u00e1veis com a velocidade da luz, as corre\u00e7\u00f5es que envolvem a teoria de      relatividade deve ser feita, o ramo da teoria \u00e9 chamada eletrodin\u00e2mica relativista.      Ela \u00e9 aplicada a fen\u00f4menos envolvidos com aceleradores de part\u00edculas e com      tubos de el\u00e9trons que est\u00e3o sujeitos a altas tens\u00f5es e correntes carregam      pesadas. <\/p>\n<p><strong>Eletrodin\u00e2mica <\/strong>\u00e9 o estudo das rela\u00e7\u00f5es entre os fen\u00f4menos      el\u00e9tricos, magn\u00e9ticos e mec\u00e2nicos. Isso inclui considera\u00e7\u00f5es sobre os campos      magn\u00e9ticos produzidos por correntes, as for\u00e7as eletromotrizes induzidas por      campos magn\u00e9ticos vari\u00e1veis, as for\u00e7as das correntes em campos magn\u00e9ticos,      a propaga\u00e7\u00e3o de ondas eletromagn\u00e9ticas, e do comportamento de part\u00edculas carregadas      em campos el\u00e9tricos e magn\u00e9ticos. <\/p>\n<p><strong>Eletrodin\u00e2mica cl\u00e1ssica<\/strong> ofertas com campos e part\u00edculas      carregadas na forma primeiro sistematicamente descrito por JC Maxwell, enquanto      eletrodin\u00e2mica qu\u00e2ntica aplica os princ\u00edpios da mec\u00e2nica qu\u00e2ntica aos fen\u00f4menos      el\u00e9tricos e magn\u00e9ticos. <\/p>\n<p><strong>Eletrodin\u00e2mica Relativa <\/strong>est\u00e1 preocupada com o comportamento      de part\u00edculas carregadas e campos, quando as velocidades das part\u00edculas que      se aproxima da luz. <\/p>\n<p><strong>Eletrodin\u00e2mica c\u00f3smica<\/strong> se preocupa com fen\u00f4menos eletromagn\u00e9ticos      que ocorrem nos corpos celestes e no espa\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Defini\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eletrodin\u00e2mica<\/strong> \u00e9 o ramo da f\u00edsica preocupados com as intera\u00e7\u00f5es      entre as for\u00e7as el\u00e9tricas e mec\u00e2nicas.<\/p>\n<p>A<strong> eletrodin\u00e2mica<\/strong> \u00e9 a parte da F\u00edsica que estuda part\u00edculas      el\u00e9tricas em movimento, que, fluindo de maneira ordenada num condutor constituem      uma corrente el\u00e9trica cuja descoberta provocou uma revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica,      com o advento da eletricidade.<\/p>\n<p><strong>Eletrodin\u00e2mica (Eletromagnetismo)<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o estudo das rela\u00e7\u00f5es entre os fen\u00f4menos el\u00e9tricos, magn\u00e9ticos e mec\u00e2nicos.    <\/p>\n<p>Fonte:  encyclopedia2.thefreedictionary.com<\/p>\n<h6>Eletrodin\u00e2mica<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>A <strong>eletrodin\u00e2mica<\/strong> \u00e9 a parte da eletricidade que estuda, analisa      e observa o comportamento das cargas el\u00e9tricas em movimento. \u00c0 movimenta\u00e7\u00e3o      das cargas el\u00e9tricas d\u00e1-se o nome de corrente el\u00e9trica, cujos exemplos existem      em grande n\u00famero, inclusive em nosso organismo, como as min\u00fasculas correntes      el\u00e9tricas nervosas que propiciam a nossa atividade muscular. <\/p>\n<h4>Eletrodin\u00e2mica e Corrente El\u00e9trica<\/h4>\n<p>Consideremos o fio met\u00e1lico da figura. Sendo um elemento condutor, esse fio      apresenta uma grande quantidade de el\u00e9trons livres, que se movimentam de maneira      desordenada no seu interior.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro1.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"246\" height=\"64\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/p>\n<p>Ao movimento ordenado dos el\u00e9trons portadores de carga el\u00e9trica, devido \u00e0      a\u00e7\u00e3o de um campo el\u00e9trico, damos o nome de corrente el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Para estabelecer uma corrente el\u00e9trica num fio condutor usa-se um gerador,      como, por exemplo, uma pilha ou uma bateria, que mant\u00e9m, entre seus terminais,      uma ddp constante. <\/p>\n<p>A origem da palavra corrente est\u00e1 ligada a uma analogia que os primeiros      f\u00edsicos faziam entre a eletricidade e a \u00e1gua. Eles imaginavam que a eletricidade      era como a \u00e1gua, isto \u00e9, um fluido que escoava como \u00e1gua corrente. Os fios      seriam os encanamentos por onde passariam essa corrente de eletricidade. <\/p>\n<p><strong>Sentido da corrente el\u00e9trica <\/strong><\/p>\n<p>Nos condutores s\u00f3lidos, o sentido da corrente el\u00e9trica \u00e9 o sentido do movimento      dos el\u00e9trons no seu interior. Esse \u00e9 o sentido real da corrente el\u00e9trica.    <\/p>\n<p>No estudo da Eletricidade, entretanto, adota-se um sentido convencional,      que \u00e9 o do movimento das cargas positivas, e que corresponde ao sentido do      campo el\u00e9trico <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro2.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"19\" height=\"26\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/> no interior do condutor.      Em nosso estudo, adotaremos o sentido convencional.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro3.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"212\" height=\"211\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><strong><br \/>\n     Sentido real<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro4.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"210\" height=\"212\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><strong><br \/>\n     Sentido convencional<\/strong><\/p>\n<p><strong>Circuito El\u00e9trico<\/strong><\/p>\n<p><strong>Aplica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A intensidade da corrente el\u00e9trica em um condutor met\u00e1lico em fun\u00e7\u00e3o do tempo      \u00e9 fornecida pelo gr\u00e1fico da figura. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro5.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"333\" height=\"175\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/p>\n<p><strong>Sendo a carga elementar e = 1,6 . 10-19C, determine:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a) <\/strong>a carga el\u00e9trica que atravessa uma se\u00e7\u00e3o do condutor        em 8s<\/p>\n<p><strong>b) <\/strong>o n\u00famero de el\u00e9trons que atravessa uma se\u00e7\u00e3o do condutor        durante esse mesmo tempo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Solu\u00e7\u00e3o:<\/strong> <\/p>\n<p><strong>a) A \u00e1rea S da figura representa a quantidade de carga que percorre      o condutor em 8s, logo:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro6.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"370\" height=\"42\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>b) <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro7.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"420\" height=\"32\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong>el\u00e9trons.<\/p>\n<p><strong>ELEMENTOS DE UM CIRCUITO EL\u00c9TRICO<\/strong><\/p>\n<p>De uma maneira geral, denomina-se circuito el\u00e9trico o conjunto de caminhos      que permitem a passagem da corrente el\u00e9trica, no qual aparecem outros dispositivos      el\u00e9tricos ligados a um gerador. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro8.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"373\" height=\"148\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/p>\n<p><strong>RESIST\u00caNCIA EL\u00c9TRICA \u0096 LEIS DE OHM<\/strong><\/p>\n<p>A resist\u00eancia el\u00e9trica \u00e9 uma grandeza caracter\u00edstica do resistor e mede a      dificuldade que os \u00e1tomos oferecem \u00e0 passagem da corrente el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Considere o resistor representado no trecho do circuito, onde se aplica uma      ddp U e se estabelece uma corrente de intensidade i. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro9.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"320\" height=\"133\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/p>\n<p>Define-se como resist\u00eancia el\u00e9trica R do resistor, o quociente da ddp U aplicada      pela corrente i que o atravessa.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro10.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"63\" height=\"60\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/p>\n<p>Fonte:  files.mecatronicafbe.webnode.com.br<\/p>\n<h6>Eletrodin\u00e2mica<\/h6>\n<p class=\"titulo\"><strong>Corrente El\u00e9trica<\/strong><\/p>\n<p>Ao se estudarem situa\u00e7\u00f5es onde as part\u00edculas eletricamente carregadas deixam      de estar em equil\u00edbrio eletrost\u00e1tico passamos \u00e0 situa\u00e7\u00e3o onde h\u00e1 deslocamento      destas cargas para um determinada dire\u00e7\u00e3o e em um sentido, este deslocamento      \u00e9 o que chamamos <strong>corrente el\u00e9trica<\/strong>.<\/p>\n<p>Estas correntes el\u00e9tricas s\u00e3o respons\u00e1veis pela eletricidade considerada      utiliz\u00e1vel por n\u00f3s.<\/p>\n<p>Normalmente utiliza-se a corrente causada pela movimenta\u00e7\u00e3o de el\u00e9trons em      um condutor, mas tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel haver corrente de \u00edons positivos e negativos      (em solu\u00e7\u00f5es eletrol\u00edticas ou gases ionizados).<\/p>\n<p>A corrente el\u00e9trica \u00e9 causada por uma diferen\u00e7a de potencial el\u00e9trico (d.d.p.\/      tens\u00e3o). E ela \u00e9 explicada pelo conceito de campo el\u00e9trico, ou seja, ao considerar      uma carga A positiva e outra B, negativa, ent\u00e3o h\u00e1 um campo orientado da carga      A para B. Ao ligar-se um fio condutor entre as duas os el\u00e9trons livres tendem      a se deslocar no sentido da carga positiva, devido ao fato de terem cargas      negativas, lembrando que sinais opostos s\u00e3o atra\u00eddos. <\/p>\n<p>Desta forma cria-se uma corrente el\u00e9trica no fio, com sentido oposto ao campo      el\u00e9trico, e este \u00e9 chamado <strong>sentido real da corrente el\u00e9trica<\/strong>.      Embora seja convencionado que a corrente tenha o mesmo sentido do campo el\u00e9trico,      o que n\u00e3o altera em nada seus efeitos (com exce\u00e7\u00e3o para o fen\u00f4meno chamado      Efeito Hall), e este \u00e9 chamado o <strong>sentido convencional da corrente<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Para calcular a intensidade da corrente el\u00e9trica (i) na se\u00e7\u00e3o transversal      de um condutor se considera o m\u00f3dulo da carga que passa por ele em um intervalo      de tempo, ou seja:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro11.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"57\" height=\"48\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/p>\n<p>Considerando <strong>|Q|=n e<\/strong><\/p>\n<p>A unidade adotada para a intensidade da corrente no SI \u00e9 o amp\u00e8re (<strong>A<\/strong>),      em homenagem ao f\u00edsico franc\u00eas Andre Marie Amp\u00e8re, e designa coulomb por segundo      (<strong>C\/s<\/strong>).<\/p>\n<p><strong>Sendo alguns de seus m\u00faltiplos:<\/strong><\/p>\n<table>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td>\n<p class=\"imagem\"><strong>Nome  <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p class=\"imagem\"><strong>S\u00edmbolo  <\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p class=\"imagem\"><b>Valor emA            <\/b> <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"imagem\">Amp\u00e8re  <\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"center\">A <\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p class=\"imagem\">1             <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Deciarnp\u00e8re<\/td>\n<td>dA<\/td>\n<td>\n<p class=\"imagem\">10-1<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Centiamp\u00e8re<\/td>\n<td>cA<\/td>\n<td>10-2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Miliamp\u00e8re<\/td>\n<td>mA<\/td>\n<td>10-3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Microamp\u00e8e<\/td>\n<td>\u00b5A<\/td>\n<td>10-6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Nanoamp\u00e8re<\/td>\n<td>nA<\/td>\n<td>10-9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Picoamp\u00eare<\/td>\n<td>pA<\/td>\n<td>10-12<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Continuidade da corrente el\u00e9trica<\/strong><\/p>\n<p>Para condutores sem dissipa\u00e7\u00e3o, a intensidade da corrente el\u00e9trica \u00e9 sempre      igual, independente de sua se\u00e7\u00e3o transversal, esta propriedade \u00e9 chamada <strong>continuidade      da corrente el\u00e9trica<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Isto implica que se houver &#8220;op\u00e7\u00f5es de caminho&#8221; em um condutor,      como por exemplo, uma bifurca\u00e7\u00e3o do fio, a corrente anterior a ela ser\u00e1 igual      \u00e0 soma das correntes em cada parte desta bifurca\u00e7\u00e3o, ou seja:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro13.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"334\" height=\"241\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"titulo\"><strong>Resist\u00eancia El\u00e9trica <\/strong><\/p>\n<p>Ao aplicar-se uma tens\u00e3o U, em um condutor qualquer se estabelece nele uma      corrente el\u00e9trica de intensidade<strong> i<\/strong>. Para a maior parte dos      condutores estas duas grandezas s\u00e3o diretamente proporcionais, ou seja, conforme      uma aumenta o mesmo ocorre \u00e0 outra.<\/p>\n<p><strong>Desta forma:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro14.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"114\" height=\"72\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p>A esta constante chama-se <strong>resist\u00eancia<\/strong> <strong>el\u00e9trica <\/strong>do      condutor (R), que depende de fatores como a natureza do material. <\/p>\n<p><strong>Quando esta proporcionalidade \u00e9 mantida de forma linear, chamamos      o condutor de \u00f4hmico, tendo seu valor dado por:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro15.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"56\" height=\"45\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Sendo R constante, conforme enuncia a 1\u00aa Lei de Ohm:<\/strong> <em>P<\/em>ara      condutores \u00f4hmicos a intensidade da corrente el\u00e9trica \u00e9 diretamente proporcional      \u00e0 tens\u00e3o (ddp) aplicada em seus terminais.<\/p>\n<p>A resist\u00eancia el\u00e9trica tamb\u00e9m pode ser caracterizada como a &#8220;dificuldade&#8221;      encontrada para que haja passagem de corrente el\u00e9trica por um condutor submetido      a uma determinada tens\u00e3o. No SI a unidade adotada para esta grandeza \u00e9 o <strong>ohm      (O)<\/strong>, em homenagem ao f\u00edsico alem\u00e3o Georg Simon Ohm.<\/p>\n<p><strong>Pode-se tamb\u00e9m definir uma grandeza chamada Condut\u00e2ncia el\u00e9trica      (G), como a facilidade que uma corrente tem em passar por um condutor submetido      \u00e0 determinada tens\u00e3o, ou seja, este \u00e9 igual ao inverso da resist\u00eancia:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro16.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"91\" height=\"116\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>E sua unidade, adotada pelo SI \u00e9 o siemens (S), onde:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro17.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"97\" height=\"47\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"titulo\"><strong>Geradores de corrente el\u00e9trica<\/strong><\/p>\n<p>A corrente sempre existe enquanto h\u00e1 diferen\u00e7a de potencial entre dois corpos      ligados, por um condutor, por exemplo, mas esta tem pequena dura\u00e7\u00e3o quando      estes corpos s\u00e3o eletrizados pelos m\u00e9todos vistos em eletrost\u00e1tica, pois entram      rapidamente em equil\u00edbrio.<\/p>\n<p>A forma encontrada para que haja uma diferen\u00e7a de potencial mais duradoura      \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de geradores el\u00e9tricos, que s\u00e3o constru\u00eddos de modo que haja tens\u00e3o      por um intervalo maior de tempo.<\/p>\n<p><strong>Existem diversos tipos de geradores el\u00e9tricos, que s\u00e3o caracterizados      por seu princ\u00edpio de funcionamento, alguns deles s\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Geradores luminosos<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o sistemas de gera\u00e7\u00e3o de energia constru\u00eddos de modo a transformar energia      luminosa em energia el\u00e9trica, como por exemplo, as placas solares feitas de      um composto de sil\u00edcio que converte a energia luminosa do sol em energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Geradores mec\u00e2nicos <\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o os geradores mais comuns e com maior capacidade de cria\u00e7\u00e3o de energia.      Transformam energia mec\u00e2nica em energia el\u00e9trica, principalmente atrav\u00e9s de      magnetismo. \u00c9 o caso dos geradores encontrados em usinas hidroel\u00e9tricas, termoel\u00e9tricas      e termonucleares. <\/p>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Geradores qu\u00edmicos<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o constru\u00eddos de forma capaz de converter energia potencial qu\u00edmica em      energia el\u00e9trica (cont\u00ednua apenas). Este tipo de gerador \u00e9 muito encontrado      como baterias e pilhas.<\/p>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Geradores t\u00e9rmicos <\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o aqueles capazes de converter energia t\u00e9rmica em energia el\u00e9trica, diretamente.<\/p>\n<p><strong>Quando associados dois, ou mais geradores como pilhas, por exemplo,      a tens\u00e3o e a corrente se comportam da mesma forma como nas associa\u00e7\u00f5es de      resistores, ou seja:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Associa\u00e7\u00e3o em s\u00e9rie:<\/strong> corrente nominal e tens\u00e3o \u00e9 somada.<\/p>\n<p><strong>Associa\u00e7\u00e3o em paralelo:<\/strong> corrente \u00e9 somada e tens\u00e3o nominal.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"titulo\"><strong>Corrente cont\u00ednua e alternada<\/strong><\/p>\n<p><strong>Se considerarmos um gr\u00e1fico i x t (intensidade de corrente el\u00e9trica      por tempo), podemos classificar a corrente conforme a curva encontrada, ou      seja:<\/strong><\/p>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Corrente cont\u00ednua <\/strong><\/p>\n<p>Uma corrente \u00e9 considerada cont\u00ednua quando n\u00e3o altera seu sentido, ou seja,      \u00e9 sempre positiva ou sempre negativa.<\/p>\n<p><strong>A maior parte dos circuitos eletr\u00f4nicos trabalha com corrente cont\u00ednua,      embora nem todas tenham o mesmo &#8220;rendimento&#8221;, quanto \u00e0 sua curva      no gr\u00e1fico i x t, a corrente cont\u00ednua pode ser classificada por:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Corrente cont\u00ednua constante<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro18.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"299\" height=\"180\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Diz-se que uma corrente cont\u00ednua \u00e9 constante, se seu gr\u00e1fico for dado por      um segmento de reta constante, ou seja, n\u00e3o vari\u00e1vel. Este tipo de corrente      \u00e9 comumente encontrado em pilhas e baterias.<\/p>\n<p><strong>Corrente cont\u00ednua pulsante<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro19.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"301\" height=\"181\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Embora n\u00e3o altere seu sentido as correntes cont\u00ednuas pulsantes passam periodicamente      por varia\u00e7\u00f5es, n\u00e3o sendo necessariamente constantes entre duas medidas em      diferentes intervalos de tempo. <\/p>\n<p>A ilustra\u00e7\u00e3o do gr\u00e1fico acima \u00e9 um exemplo de corrente cont\u00ednua constante.<\/p>\n<p>Esta forma de corrente \u00e9 geralmente encontrada em circuitos retificadores      de corrente alternada.<\/p>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Corrente alternada<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\">    <strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro20.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"318\" height=\"194\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Dependendo da forma como \u00e9 gerada a corrente, esta \u00e9 invertida periodicamente,      ou seja, ora \u00e9 positiva e ora \u00e9 negativa, fazendo com que os el\u00e9trons executem      um movimento de vai-e-vem.<\/p>\n<p>Este tipo de corrente \u00e9 o que encontramos quando medimos a corrente encontrada      na rede el\u00e9trica residencial, ou seja, a corrente medida nas tomada de nossa      casa.<\/p>\n<p class=\"titulo\"><strong>Resistores<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o pe\u00e7as utilizadas em circuitos el\u00e9tricos que tem como principal fun\u00e7\u00e3o      converter energia el\u00e9trica em energia t\u00e9rmica, ou seja, s\u00e3o usados como aquecedores      ou como dissipadores de eletricidade.<\/p>\n<p><strong>Alguns exemplos de resistores utilizados no nosso cotidiano s\u00e3o:<\/strong>      o filamento de uma l\u00e2mpada incandescente, o aquecedor de um chuveiro el\u00e9trico,      os filamentos que s\u00e3o aquecidos em uma estufa, entre outros.<\/p>\n<p><strong>Em circuitos el\u00e9tricos te\u00f3ricos costuma-se considerar toda a resist\u00eancia      encontrada proveniente de resistores, ou seja, s\u00e3o consideradas as liga\u00e7\u00f5es      entre eles como condutores ideais (que n\u00e3o apresentam resist\u00eancia), e utilizam-se      as representa\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro21.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"275\" height=\"53\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"titulo\"><strong>Associa\u00e7\u00e3o de Resistores <\/strong><\/p>\n<p>Em um circuito \u00e9 poss\u00edvel organizar conjuntos de resistores interligados,      chamada associa\u00e7\u00e3o de resistores. <\/p>\n<p><strong>O comportamento desta associa\u00e7\u00e3o varia conforme a liga\u00e7\u00e3o entre os      resistores, sendo seus poss\u00edveis tipos:<\/strong> em s\u00e9rie, em paralelo e mista.    <\/p>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Associa\u00e7\u00e3o em S\u00e9rie<\/strong><\/p>\n<p><strong>Associar resistores em s\u00e9rie significa lig\u00e1-los em um \u00fanico trajeto,      ou seja:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro22.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"375\" height=\"52\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Como existe apenas um caminho para a passagem da corrente el\u00e9trica esta \u00e9      mantida por toda a extens\u00e3o do circuito.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 a diferen\u00e7a de potencial entre cada resistor ir\u00e1 variar conforme      a resist\u00eancia deste, para que seja obedecida a 1\u00aa Lei de Ohm, assim:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro23.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"77\" height=\"100\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Esta rela\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode ser obtida pela an\u00e1lise do circuito:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro24.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"375\" height=\"140\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Sendo assim a diferen\u00e7a de potencial entre os pontos inicial e final      do circuito \u00e9 igual \u00e0:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro25.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"230\" height=\"64\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Analisando esta express\u00e3o, j\u00e1 que a tens\u00e3o total e a intensidade      da corrente s\u00e3o mantidas, \u00e9 poss\u00edvel concluir que a resist\u00eancia total \u00e9:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro26.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"185\" height=\"28\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Ou seja, um modo de se resumir e lembrar-se das propriedades de um      circuito em s\u00e9rie \u00e9:<\/strong><\/p>\n<table border=\"1\" width=\"500\" class=\"table1\">\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Tens\u00e3o (ddp) <strong>(U)<\/strong> <\/td>\n<td align=\"center\">se divide <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Intensidade da corrente <strong>(i)<\/strong>        <\/td>\n<td align=\"center\">se conserva<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Resist\u00eancia total <strong>(R) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\">soma alg\u00e9brica das resist\u00eancia em cada resistor. <\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Associa\u00e7\u00e3o em Paralelo: <\/strong><\/p>\n<p>Ligar um resistor em paralelo significa basicamente dividir a mesma fonte      de corrente, de modo que a ddp em cada ponto seja conservada. <\/p>\n<p><strong>Ou seja:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro27.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"191\" height=\"206\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Usualmente as liga\u00e7\u00f5es em paralelo s\u00e3o representadas por:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro28.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"237\" height=\"189\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Como mostra a figura, a intensidade total de corrente do circuito      \u00e9 igual \u00e0 soma das intensidades medidas sobre cada resistor, ou seja:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro29.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"139\" height=\"29\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Pela 1\u00aa lei de ohm:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro30.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"181\" height=\"49\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>E por esta express\u00e3o, j\u00e1 que a intensidade da corrente e a tens\u00e3o      s\u00e3o mantidas, podemos concluir que a resist\u00eancia total em um circuito em paralelo      \u00e9 dada por:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro31.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"202\" height=\"46\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"titulo2\"><strong>Associa\u00e7\u00e3o Mista:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Uma associa\u00e7\u00e3o mista consiste em uma combina\u00e7\u00e3o, em um mesmo circuito,      de associa\u00e7\u00f5es em s\u00e9rie e em paralelo, como por exemplo:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro32.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"320\" height=\"110\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Em cada parte do circuito, a tens\u00e3o (U) e intensidade da corrente      ser\u00e3o calculadas com base no que se conhece sobre circuitos s\u00e9rie e paralelos,      e para facilitar estes c\u00e1lculos pode-se reduzir ou redesenhar os circuitos,      utilizando resistores resultantes para cada parte, ou seja:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sendo:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro33.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"76\" height=\"70\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro34.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"386\" height=\"236\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"titulo\"><strong>Efeito Joule<\/strong><\/p>\n<p>A corrente el\u00e9trica \u00e9 resultado de movimenta\u00e7\u00e3o de \u00e2nions, c\u00e1tions ou el\u00e9trons      livres, como j\u00e1 vimos. Ao existir corrente el\u00e9trica as part\u00edculas que est\u00e3o      em movimento acabam colidindo com as outras partes do condutor que se encontra      em repouso, causando uma excita\u00e7\u00e3o que por sua vez ir\u00e1 gerar um efeito de      aquecimento. A este efeito d\u00e1-se o nome efeito Joule.<\/p>\n<p><strong>O aquecimento no fio pode ser medido pela lei de joule, que \u00e9 matematicamente      expressa por:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro35.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"336\" height=\"125\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Esta rela\u00e7\u00e3o \u00e9 valida desde que a intensidade da corrente seja constante      durante o intervalo de tempo de ocorr\u00eancia.<\/p>\n<p>Fonte: www.sofisica.com.br<\/p>\n<h6>Eletrodin\u00e2mica<\/h6>\n<p><strong>Potencial el\u00e9trico e eletrodin\u00e2mica: O movimento da carga el\u00e9trica<\/strong><\/p>\n<p>Podemos entender mais facilmente a ideia de como o <strong>potencial el\u00e9trico<\/strong>      se transforma em <em>energia el\u00e9trica<\/em> a partir de um exemplo que utiliza      os similares mec\u00e2nicos dessas grandezas.<\/p>\n<p>Nas usinas hidrel\u00e9tricas, as \u00e1guas do lago, enquanto em repouso, possuem      energia potencial gravitacional, que \u00e9 diretamente proporcional \u00e0s massas      dispon\u00edveis. Quando escoadas atrav\u00e9s do vertedouro, essa energia potencial      se transforma em energia cin\u00e9tica, que pode ser transferida para as turbinas      na forma de energia mec\u00e2nica.<\/p>\n<p>De modo semelhante, o potencial el\u00e9trico de um ponto est\u00e1 associado \u00e0s intera\u00e7\u00f5es      capazes de colocar uma carga el\u00e9trica em movimento, que \u00e9 o que mais nos interessa      quanto a esta propriedade.<\/p>\n<p><strong>Para medir o potencial el\u00e9trico<\/strong><\/p>\n<p>O potencial el\u00e9trico de um ponto \u00e9 medido a partir da quantidade de energia      potencial adquirida por uma carga el\u00e9trica de prova, colocada sob a a\u00e7\u00e3o do      campo el\u00e9trico testado.<\/p>\n<p><strong>O resultado, medido em Volts [V], \u00e9 definido pela equa\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro36.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"57\" height=\"47\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>V<\/strong> = potencial el\u00e9trico (V)<\/p>\n<p><strong>Ep<\/strong> = Energia potencial (J)<\/p>\n<p><strong>q<\/strong> = carga de prova (C).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Movimento das cargas el\u00e9tricas<\/strong><\/p>\n<p>Prosseguindo na analogia entre grandezas el\u00e9tricas e mec\u00e2nicas, sabemos que      as \u00e1guas do lago fluem espontaneamente de um ponto mais alto para outro mais      baixo, ou seja, de um ponto de maior potencial gravitacional para outro de      menor, transformando energia potencial em cin\u00e9tica nesse processo.<\/p>\n<p>Da mesma forma as cargas el\u00e9tricas tamb\u00e9m fluir\u00e3o espontaneamente de um ponto      de maior potencial el\u00e9trico para outro de menor potencial el\u00e9trico.<\/p>\n<p>O movimento das cargas el\u00e9tricas ocorre quando existe uma diferen\u00e7a de potencial      el\u00e9trico entre dois pontos, seguindo as cargas do ponto de maior para o de      menor potencial. Esta diferen\u00e7a de potencial el\u00e9trico \u00e9 o que cotidianamente      chamamos de voltagem, por ela ser medida em Volts.<\/p>\n<p><strong>Corrente el\u00e9trica<\/strong><\/p>\n<p>Quando esta diferen\u00e7a de potencial \u00e9 aplicada sobre um fio condutor met\u00e1lico,      os el\u00e9trons livres que se movem de modo ca\u00f3tico entre as mol\u00e9culas do metal      passam a se mover de modo ordenado, rumo ao ponto de menor potencial el\u00e9trico.      Esta movimenta\u00e7\u00e3o ordenada de cargas el\u00e9tricas ao longo de um condutor \u00e9 o      que chamamos de corrente el\u00e9trica.<\/p>\n<p>A corrente el\u00e9trica \u00e9 medida em amp\u00e8res [A], sendo que um amp\u00e8re representa      um fluxo de cargas de 1 coulomb por segundo ao longo do condutor.<\/p>\n<p>A corrente el\u00e9trica \u00e9 um deslocamento orientado de el\u00e9trons por um condutor.      Esse deslocamento nunca ser\u00e1 totalmente livre, uma vez que as caracter\u00edsticas      f\u00edsicas dos condutores definir\u00e3o uma propriedade conhecida como resist\u00eancia      el\u00e9trica, cuja unidade de medida \u00e9 o ohm, frequentemente representado pela      letra grega \u00f4mega [<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro37.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"17\" height=\"17\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/>].<\/p>\n<p><strong>Material e geometria<\/strong><\/p>\n<p>A resist\u00eancia el\u00e9trica \u00e9 definida pelo material de que o condutor \u00e9 feito      e pela geometria do condutor, sendo tanto menor quanto maior a \u00e1rea da se\u00e7\u00e3o      transversal e tanto maior quanto maior o comprimento do condutor.<\/p>\n<p>Mais uma vez podemos recorrer \u00e0 compara\u00e7\u00e3o com um fluxo de \u00e1gua, cuja resist\u00eancia      ao passar por um tubo diminuir\u00e1 \u00e0 medida que o di\u00e2metro do tubo aumentar.<\/p>\n<p><strong>As tr\u00eas grandezas que vimos at\u00e9 aqui &#8211; diferen\u00e7a de potencial el\u00e9trico,      corrente el\u00e9trica e resist\u00eancia el\u00e9trica &#8211; definem uma das equa\u00e7\u00f5es fundamentais      da eletricidade, a lei de Ohm, descrita pelo enunciado abaixo:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro38.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"61\" height=\"23\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Onde:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>U<\/strong> = Diferen\u00e7a de potencial el\u00e9trico (medido em Volts [V])<\/p>\n<p><strong>R<\/strong> = Resist\u00eancia el\u00e9trica do condutor (medida Ohms [<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro37.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"17\" height=\"17\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/>]<\/p>\n<p><strong>I<\/strong> = Corrente El\u00e9trica (medida em Amp\u00e9res [A]).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A diferen\u00e7a de potencial, chamada de tens\u00e3o ou voltagem, pode ser representada      tamb\u00e9m pela letra V.<\/p>\n<p><strong>Circuito simples<\/strong><\/p>\n<p>A figura abaixo mostra um circuito el\u00e9trico simples, em que uma corrente      el\u00e9trica I, produzida por uma diferen\u00e7a de potencial V, circula por um condutor      e passa pela resist\u00eancia R.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro39.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"196\" height=\"125\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/p>\n<p>O cora\u00e7\u00e3o do circuito el\u00e9trico \u00e9 o gerador. Geradores fornecem a for\u00e7a eletromotriz      que coloca os el\u00e9trons em movimento orientado, formando a corrente el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Como vimos anteriormente, essa for\u00e7a eletromotriz se manifesta na forma de      uma diferen\u00e7a de potencial, que far\u00e1 com que a corrente se desloque do ponto      de maior para o de menor potencial el\u00e9trico.<\/p>\n<p><strong>Eletromagnetismo<\/strong><\/p>\n<p>Os geradores s\u00e3o aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas dos princ\u00edpios do eletromagnetismo.      Basicamente, um gerador el\u00e9trico \u00e9 constitu\u00eddo de um enrolamento de fio condutor      e de um im\u00e3. <\/p>\n<p><strong>A diferen\u00e7a de potencial \u00e9 gerada pelo movimenta\u00e7\u00e3o dos p\u00f3los norte      e sul do campo magn\u00e9tico em rela\u00e7\u00e3o ao enrolamento, conforme a figura que      segue:<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/eletro40.jpg\" alt=\"Eletrodin\u00e2mica\" width=\"265\" height=\"176\" title=\"Eletrodin\u00e2mica\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Estruturalmente, n\u00e3o existe diferen\u00e7a entre motores e geradores el\u00e9tricos.      Podemos dizer que um gerador el\u00e9trico \u00e9 um motor el\u00e9trico invertido e vice-versa.<\/p>\n<p>No gerador, fornecemos movimento \u00e0s partes m\u00f3veis para que a rota\u00e7\u00e3o do enrolamento      el\u00e9trico entre os p\u00f3los magn\u00e9ticos produza uma diferen\u00e7a de potencial e uma      corrente el\u00e9trica.<\/p>\n<p>No motor el\u00e9trico, formado pelos mesmos componentes, fornecemos uma diferen\u00e7a      de potencial e uma corrente, obtendo como resultado o movimento fornecido      pelo motor.<\/p>\n<p><strong>Carlos Roberto de Lana<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:  educacao.uol.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eletrodin\u00e2mica, Corrente, El\u00e9trica, F\u00edsica, O que \u00e9, Defini\u00e7\u00e3o, Cl\u00e1ssica, Eletricidade, Circuito, Geradores, F\u00f3rmulas, Conceito, Resumo, 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