{"id":63477,"date":"2016-07-14T17:08:48","date_gmt":"2016-07-14T17:08:48","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=63477"},"modified":"2016-07-14T17:12:52","modified_gmt":"2016-07-14T17:12:52","slug":"historia-da-bicicleta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/esportes\/historia-da-bicicleta","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da Bicicleta"},"content":{"rendered":"<p>O esporte do pedal \u00e9 dos mais belos e emocionantes. <\/p>\n<p>N\u00e3o simplesmente pela associa\u00e7\u00e3o entre homem e m\u00e1quina; mas tamb\u00e9m pelo preparo      f\u00edsico, intelig\u00eancia, arrojo e ra\u00e7a necess\u00e1rios aos atletas do pedal. A hist\u00f3ria      da inven\u00e7\u00e3o da bicicleta \u00e9 cercada de mist\u00e9rios e mitos, pois na \u00e9poca de      sua cria\u00e7\u00e3o veio para preencher uma necessidade na vida do homem e at\u00e9 hoje      \u00e9 algo totalmente integrado com o ser humano. <\/p>\n<p>A inven\u00e7\u00e3o e o inventor s\u00e3o cercados de discuss\u00f5es, pois em um museu da Alemanha      h\u00e1 um modelo chamado de bicicleta de Kassler, que data de 1761, mas os franceses      afirmam que ela foi exportada da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Os registros come\u00e7am a ficar mais precisos a partir de 1790 (Alves, sd),      onde ap\u00f3s uma s\u00e9rie de estudos, o Conde franc\u00eas Sivrac inventou o &#8220;Celer\u00edfero&#8221;,      ou cavalo de duas rodas, como foi chamada pelos parisienses essa estranha      m\u00e1quina.\u00a0 1761,mas os franceses afirmam que ela exportada da Fran\u00e7a (Oliveira,      2001). <\/p>\n<p>Os registros come\u00e7am ficar mais precisos a partir 1790 (Alves, sd), onde      ap\u00f3s uma s\u00e9rie estudos, Conde franc\u00eas Sivrac inventou o Celer\u00edfero&#8221;,      ou cavalo de duas rodas, como foi chamada pelos parisienses essa estranha      m\u00e1quina. <\/p>\n<p>O esporte pedal dos belos emocionantes. N\u00e3o simplesmente pela associa\u00e7\u00e3o      entre m\u00e1quina; tamb\u00e9m pelo preparo f\u00edsico, intelig\u00eancia, arrojo ra\u00e7a necess\u00e1rios      aos atletas pedal.<\/p>\n<p>A cercada mist\u00e9rios mitos, sua cria\u00e7\u00e3o veio para preencher necessidade na      vida homem at\u00e9 hoje \u00e9 algo totalmente integrado com ser humano.Embora tal      informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja absolutamente concreta, nesse mesmo ano surgiu viatura      leva crer parece ter come\u00e7ado nessa \u00e9poca hist\u00f3ria do ciclismo SD). <\/p>\n<p>A inven\u00e7\u00e3o e inventor s\u00e3o cercados discuss\u00f5es, pois em museu Alemanha h\u00e1      um modelo chamado bicicletaKassler, data Embora tal informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja absolutamente      concreta, foi nesse mesmo ano que surgiu a viatura de duas rodas, o que leva      a crer que parece ter come\u00e7ado nessa \u00e9poca a hist\u00f3ria do ciclismo (Alves,      SD). <\/p>\n<p>A forma e a propuls\u00e3o do invento do Conde Sivrac se davam com a sola dos      p\u00e9s, exercendo repetidas press\u00f5es contra o solo. Um detalhe importante era      que n\u00e3o existia uma dire\u00e7\u00e3o m\u00f3vel, certamente o ve\u00edculo s\u00f3 andava em linha      reta. <\/p>\n<p>Em 5 de abril de 1817, o Bar\u00e3o Karl Von Drais, na Alemanha, apresenta um      modelo similar ao celer\u00edfero de Conde Sivrac e ainda com o mesmo tipo de propuls\u00e3o,      por\u00e9m com um jogo de dire\u00e7\u00e3o. O modelo foi batizado de &#8220;Draisina&#8221;      e foi muito bem aceito.<\/p>\n<p>Em 1840, a bicicleta toma outra forma, quando um ferreiro escoc\u00eas cria uma      m\u00e1quina diferente, com a roda dianteira bem mais alta, e bem aceita, pois      foi introduzido um p\u00e9 de vela, onde o homem sentado fazia a m\u00e1quina se locomover.      Nasceu ent\u00e3o o veloc\u00edpede &#8220;Rebaptis\u00e9&#8221;, nome dado \u00e0 patente de uma      m\u00e1quina desenvolvida para que se alcan\u00e7asse maior velocidade, mas era muito      desgastante fazer a m\u00e1quina se locomover, pois a roda dianteira era enorme,      com cerca de 80 a 85cm de di\u00e2metro e todo peso do usu\u00e1rio reca\u00eda justamente      sobre essa roda, que somado ao peso da bicicleta, que era de cerca de 50kg,      tornava o transporte desconfort\u00e1vel e perigoso, pois era algo do tipo &#8220;acrobacia&#8221;.    <\/p>\n<p>O veloc\u00edpede foi sofrendo transforma\u00e7\u00f5es e aperfei\u00e7oamentos, como a inclus\u00e3o      de freios e dos pneus, que a princ\u00edpio, eram tiras de borracha presas aos      aros. <\/p>\n<p>Isto come\u00e7ou com Robert Thompson e depois foi aperfei\u00e7oado pelo ingl\u00eas John      Bloid Dunlop, que criou um rolo feito de pano engomado cheio de ar, mas ainda      tinha o inconveniente da manuten\u00e7\u00e3o, que foi mais tarde resolvida por v\u00e1rios      estudos atrav\u00e9s dos irm\u00e3os Michelin, que por fim criaram um pneu com v\u00e1lvula      para encher de ar e que era tamb\u00e9m capaz de ser removido e substitu\u00eddo facilmente      em caso de dano.<\/p>\n<p>Em maio de 1861, os franceses Pierre e Ernest Michaux trazem uma evolu\u00e7\u00e3o      decisiva que p\u00f5e o veloc\u00edpede finalmente dentro da cidade com a descoberta      e aperfei\u00e7oamento do pedal, o que trouxe um avan\u00e7o comercial nas bicicletas.      Toda a Europa multiplica esfor\u00e7os para aperfei\u00e7oar este veloc\u00edpede e novidades      seguem uma ap\u00f3s a outra, depressa. Esses ve\u00edculos come\u00e7aram a ser usados com      todo o tipo de equipamento de acampamento nas excurs\u00f5es longas pelas estradas      e caminhos da Europa, que passou a levar o nome de cicloturismo.\u00a0 Starley      e seu sobrinho, em 1880\/1881, desenvolveram uma bicicleta que assumiu as caracter\u00edsticas      das bicicletas que conhecemos. Foram introduzidos os pedais no centro a bicicleta      e a tra\u00e7\u00e3o passou para a roda traseira, atrav\u00e9s de uma corrente de transmiss\u00e3o.    <\/p>\n<p>Com a introdu\u00e7\u00e3o dos pneus cl\u00e1ssicos inventados e produzidos pelos irm\u00e3os      Edouard e Andr\u00e9 Michelin, foram resolvidos os problemas das rodas que ainda      nas primeiras bicicletas eram de madeira e ferro (Oliveira, 2001). As conseq\u00fc\u00eancias      dessa inova\u00e7\u00e3o e a popularidade que atingiu a j\u00e1 chamada bicicleta foram enormes.    <\/p>\n<p>Em 1890, somente na Fran\u00e7a existiam cinco mil ciclistas. Em 1900, esse n\u00famero      aumentou para dez milh\u00f5es. Muito usada como meio de transporte, bastante econ\u00f4mica,      a bicicleta requer espa\u00e7o reduzido e a sua manuten\u00e7\u00e3o n\u00e3o requer gasto exagerado,      o que a orna ainda mais atraente (Alves, s\/d). A bicicleta moderna \u00e9 um instrumento      c\u00f4modo e ligeiro, que pela sua estrutura esquem\u00e1tica descende desses remotos      antepassados, mas tanto na linha geral como nos pormenores mec\u00e2nicos, deles      difere absolutamente, pois \u00e9 j\u00e1 o somat\u00f3rio dos esfor\u00e7os t\u00e9cnicos de cento      e cinq\u00fcenta anos de progresso. Com as novas modifica\u00e7\u00f5es nos acess\u00f3rios que      sempre v\u00e3o surgindo, principalmente nas utilizadas em corrida, a bicicleta      proporciona hoje aos gigantes das estradas e das pistas velocidades recordes,      que seriam verdadeiras utopias 100 anos atr\u00e1s. <\/p>\n<p>Atualmente a introdu\u00e7\u00e3o cada vez mais espec\u00edfica de novas tecnologias na      fabrica\u00e7\u00e3o das bicicletas est\u00e1 incorporando mudan\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o a caracter\u00edsticas      referentes ao aspecto aerodin\u00e2mico e ergon\u00f4mico das mesmas. <\/p>\n<p><strong>O marco inicial pode ser considerado o ano de 1984, onde foi estabelecido      por Francesco Moser um recorde que durou por 10 anos:<\/strong> ele percorreu      51,15 km em uma hora no vel\u00f3dromo da Cidade do M\u00e9xico. A diferen\u00e7a da sua      bicicleta estava centrada no tamanho desigual das rodas, Moser usava uma bicicleta      com a roda dianteira menor que a traseira e o quadro desenhado para que o      tronco ficasse inclinado, numa posi\u00e7\u00e3o mais aerodin\u00e2mica. <\/p>\n<p>Uma outra inova\u00e7\u00e3o na geometria da bicicleta rendeu ao ciclista ingl\u00eas Graeme      Obree, em 1993, a quebra do recorde de hora, numa tradicional prova do ciclismo      internacional. Seu posicionamento inovador, batizado com seu nome, &#8220;Obree      Position&#8221; agia de modo a reduzir o coeficiente de atrito din\u00e2mico em      at\u00e9 15%, fazendo com que ele ganha-se teoricamente a velocidade de 2 a 50km\/h.    <\/p>\n<p>Sua inven\u00e7\u00e3o foi considerada a maior inova\u00e7\u00e3o desde o surgimento do guid\u00e3o      aero. Ainda assim a UCI &#8211; Union Ciclism International &#8211; proibiu sua utiliza\u00e7\u00e3o,      e ela foi adaptada e rebatizada ent\u00e3o como &#8220;Superman position&#8221;.<\/p>\n<p>Fonte:  www.ufsm.br<\/p>\n<h6>Hist\u00f3ria da Bicicleta<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Leonardo da Vinci<\/h4>\n<p>A pr\u00f3pria arte retrata a <strong>bicicleta<\/strong> como algo t\u00e3o sublime      que passou pela mente de Leonardo da Vinci numa d\u00e1s p\u00e1ginas do C\u00f3digo do Atl\u00e2ntico.      Mas, segundos os estudiosos, o desenho achado era uma esp\u00e9cie de c\u00f3pia feita      com um l\u00e1pis de carbono e n\u00e3o tinha os tra\u00e7os caracter\u00edsticos de Leonardo,      ent\u00e3o se duvidou da legitimidade do documento, ficou no ar a quest\u00e3o de que      um de seus alunos copiou, mas o original perdeu-se, ent\u00e3o a id\u00e9ia sem d\u00favida      \u00e9 de Leonardo e a data mais prov\u00e1vel \u00e9 de 1493. <\/p>\n<p>Entretanto, a bicicleta teve seu nome inserido na hist\u00f3ria por volta do in\u00edcio      de 1790, quando o conde Sivrac da Fran\u00e7a idealiza o celer\u00edfer, posteriormente      denominado de celer\u00edfero, que era um ve\u00edculo primitivo de duas rodas ligadas      por uma ponte de madeira em forma de cavalo e acionado por impulso alternado      dos p\u00e9s sobre o ch\u00e3o, ou seja, na forma de solavancos. Curiosamente, apesar      do incomodo e bastante desconfort\u00e1vel esse tipo de transporte era \u00fatil na      \u00e9poca, para pequenas dist\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Por volta de 1816 o bar\u00e3o alem\u00e3o Karl Friedrich Christian Ludwig Drais de      Sauerbronn adaptou uma dire\u00e7\u00e3o ao celer\u00edfero que passou a ser denominada de      guid\u00e3o. Junto com o primeiro guid\u00e3o apareceu a draisiana, umas das primeiras      bicicletas. Apesar desse novo equipamento, ainda sim, era bastante inc\u00f4modo      e desconfort\u00e1vel manusear a draisiana.<\/p>\n<p>Em abril de 1818, o pr\u00f3prio Bar\u00e3o Drais apresenta seu invento no parque de      Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaune &#8211; Dijon, na      Fran\u00e7a. <\/p>\n<p>Esse invento \u00e9 mais parecido com a atual bicicleta, por\u00e9m de forma din\u00e2mica      bem diferente e de material mais pesado, pois era feita com uma liga de antim\u00f4nio,      metal bem pesado.<\/p>\n<p>Em 1840, o escoc\u00eas Kirkpatrick Macmillan adapta ao eixo traseiro duas bielas      ligadas por uma barra de ferro. Isto provocou o avan\u00e7o da roda traseira, dando-lhe      maior estabilidade e possibilidade de manuseio e manejo r\u00e1pido. Com esse mecanismo      a bicicleta ficou mais segura e est\u00e1vel, pois nas curvas evitava o antigo      jogo do corpo para o lado oposto ao movimento a fim de manter est\u00e1vel o equil\u00edbrio,      j\u00e1 que o equipamento em si era bastante pesado. No ano de 1855 o franc\u00eas Ernest      Michaux inventa o pedal, que foi instalado num ve\u00edculo de duas rodas traseiras      e uma dianteira. Os pedais eram ligados \u00e0 roda dianteira, e o invento ficou      conhecido como veloc\u00edpede, palavra oriunda do latim velocidade + p\u00e9 ou velocidade      movida a p\u00e9. Alguns consideram-no a primeira bicicleta moderna, e na verdade      ficou sendo chamado de triciclo posteriormente. A prefeitura de Paris criou,      em 1862, caminhos especiais nos parques para os veloc\u00edpedes para n\u00e3o se misturarem      com as charretes e carro\u00e7as, dando assim origem \u00e0s primeiras ciclovias, pois      era comum alguns acidentes, rotineiramente os animais das charretes e carro\u00e7as      assustavam-se, causando sustos e ferimentos aos condutores. No mesmo ano,      Pierre Lallement viu algu\u00e9m andando com uma draisiana e teve a ideia de construir      seu pr\u00f3prio ve\u00edculo, mas com a adapta\u00e7\u00e3o de uma transmiss\u00e3o englobando um      mecanismo de pedivela girat\u00f3rio e pedais fixados no cubo da roda dianteira.      Ele ent\u00e3o acabou criando a primeira bicicleta propriamente dita depois que      mudou-se para Paris em 1863.<\/p>\n<p>A inven\u00e7\u00e3o e o inventor s\u00e3o cercados de discuss\u00f5es, pois em um museu da Alemanha      h\u00e1 um modelo chamado de Bicicleta de Kassler que data de 1761, mas os franceses      afirmam que ela foi exportada da Fran\u00e7a. <\/p>\n<p>O registros come\u00e7aram a ficar mais precisos a partir de 1791 com um prot\u00f3tipo      criado por Monsieur Sivrac, era uma m\u00e1quina estranha composta por uma viga      e duas rodas. A forma e propuls\u00e3o eram com a sola dos p\u00e9s, exercendo repetidas      press\u00f5es no ch\u00e3o. Um detalhe era que n\u00e3o existia uma dire\u00e7\u00e3o m\u00f3vel, certamente      o ve\u00edculo s\u00f3 andava em linhas retas. O ve\u00edculo foi reconhecido como o prot\u00f3tipo      da bicicleta que hoje conhecemos e recebeu o nome de Celer\u00edfero . <\/p>\n<p>Em 5 de abril de 1817, o Bar\u00e3o Karl Von Drais, na Alemanha constr\u00f3i um modelo      similar, ainda com o mesmo tipo de propuls\u00e3o, por\u00e9m com um jogo de dire\u00e7\u00e3o.      O modelo foi \u0093batizado\u0094 de DRAISINA e foi muito bem aceito. <\/p>\n<p>Em 1819, foi realizada a primeira corrida de Draisina que venceu os 10 Km      em 31minutos e 30 segundos pelo alem\u00e3o Semmler. <\/p>\n<h4>Veloc\u00edpede de Rebaptis\u00e9<\/h4>\n<p>A \u0093paternidade\u0094 da <strong>bicicleta<\/strong> \u00e9 palco de discuss\u00f5es      entre franceses e alem\u00e3es. <\/p>\n<p>Em 1840, a bicicleta toma outra forma, quando um ferreiro escoc\u00eas cria uma      m\u00e1quina diferente, com a roda dianteira mais alta e \u00e9 bem aceita, pois foi      introduzido um pedivela, onde o homem sentado fazia a m\u00e1quina se locomover.<\/p>\n<p>Este foi o nome dado a patente de uma m\u00e1quina desenvolvida para que se alcan\u00e7asse      maior velocidade, mas era muito desgastante fazer a m\u00e1quina se locomover,      pois a roda dianteira era enorme, cerca de 80 a 85 cent\u00edmetros de di\u00e2metro      e todo o peso do usu\u00e1rio ca\u00eda justo em cima desta roda e somado ao peso da      bicicleta que era cerca de at\u00e9 50 quilos, o que tornava o transporte desconfort\u00e1vel      e perigoso, era algo visto como um tipo de \u0093acrobacia\u0094. <\/p>\n<p>O <strong>veloc\u00edpede<\/strong> foi sofrendo transforma\u00e7\u00f5es e aperfei\u00e7oamento      como a inclus\u00e3o dos freios, dos pneus que a princ\u00edpio eram \u0093tiras\u0094      de borracha colada nos aros. <\/p>\n<p>Isto come\u00e7ou com Robert Thompson e depois foi aperfei\u00e7oado pelo Ingl\u00eas John      Bloid Dunlop que criou um rolo feito de pano engomado cheio de ar, mas ainda      tinha o inconveniente da manuten\u00e7\u00e3o, que foi mais tarde resolvida por v\u00e1rios      estudos atrav\u00e9s dos irm\u00e3os Michelin, que criaram um pneu com v\u00e1lvula para      encher de ar e era tamb\u00e9m capaz de ser removido e substitu\u00eddo em caso de dano.    <\/p>\n<p>Em maio de 1861, os franceses Pierre e Ernest Michaux trazem uma evolu\u00e7\u00e3o      decisiva que p\u00f5e o veloc\u00edpede finalmente dentro da cidade com a descoberta      e aperfei\u00e7oamento do pedal, o que trouxe um avan\u00e7o comercial nas bicicletas.    <\/p>\n<p>Logo em seguida um velho empregado de Michaux leva a id\u00e9ia para a Am\u00e9rica.    <\/p>\n<p>Toda a Europa multiplica esfor\u00e7os para aperfei\u00e7oar este veloc\u00edpede e novidades      seguem uma ap\u00f3s outra depressa. Esses ve\u00edculos come\u00e7aram a ser usados com      todo o tipo de equipamento de acampamento nas excurs\u00f5es longas pelas estradas      e caminhos da Europa, que passou a levar o nome de CICLOTURISMO. <\/p>\n<h4>Bicicleta contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>Starley e seu sobrinho, em 1880\/1881, desenvolveram uma bicicleta que assumiu      as caracter\u00edsticas das bicicletas que conhecemos. <\/p>\n<p>Foram introduzidos os pedais no centro da bicicleta e a tra\u00e7\u00e3o passou para      a roda traseira atrav\u00e9s de uma corrente de transmiss\u00e3o. <\/p>\n<p>Com a introdu\u00e7\u00e3o dos pneus cl\u00e1ssicos inventados e produzidos pelos irm\u00e3os      Edouards e Andr\u00e9 Michelin, foi resolvido o problema das rodas que ainda nas      primeiras bicicletas eram de madeira e ferro.<\/p>\n<p>Fonte:  geocities.yahoo.com.br<\/p>\n<h6>Hist\u00f3ria da Bicicleta<\/h6>\n<p>Estudo realizados por Leonardo da Vinci registrado em um c\u00f3digo guardado      pelo museu de Madri, pesquisado pelo professor Piccus da Universidade de Massashussets      nos EUA, demonstra o surgimento da Transmiss\u00e3o por corrente.<\/p>\n<p>Nos s\u00e9culos XV e XVI foram desenvolvidos diversos veiculos de duas e quatro      rodas acionados por mecanismo composto de corrente, alavanca e outros dispositivos.<\/p>\n<p>Todavia a <strong>historia da bicicleta<\/strong> tem inicio em 1790, quando      o conde Sivrac da Fran\u00e7a idealiza o CELER\u00cdFER, veiculo primitivo de duas rodas      ligadas por uma ponte de madeira em forma de cavalo e acionado por impulso      alternado dos p\u00e9s sobre o ch\u00e3o.<\/p>\n<h4>Cronologia<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>1816 &#8211;<\/strong> O bar\u00e3o alem\u00e3o Karl Friedrick Cheistian Ludwing        Van Sauerbroun Drais, adpatou uma dire\u00e7\u00e3o ao celer\u00edfero, junto com o primeiro        guid\u00e3o apareceu a DRAISIANA.<br \/>\n       1<strong>818 &#8211;<\/strong> Em Abril o bar\u00e3o Drais apresenta seu invento no        parque de Luxemburgo em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaum &#8211;        Dijon.<strong><br \/>\n       1820 &#8211;<\/strong> O escoc\u00eas Kikpatrick Mcmillan adpta ao eixo trazeiro duas        bielas, ligada por uma barra de ferro, isto provocou o avan\u00e7o da roda trazeira.<strong><br \/>\n       1855 &#8211;<\/strong> O fran\u00e7\u00eas Ernest Michaux inveta o pedal que foi instalado        num veiculo de duas rodas trazeira e uma dianteira os pedais eram ligados        a roda dianteira e o invento ficou conhecido como VELOCIPEDE. <strong><br \/>\n       1862 &#8211;<\/strong> Em Paris foram criados caminhos especiais nos parques para        os velocipedes para n\u00e3o se misturarem as charetes e carro\u00e7as. surgem assim        \u00e0s primeiras ciclovias. Neste mesmo ano Erenest Michaux consegue fabricar        142 unidades em doze meses.<strong><br \/>\n       1868 &#8211;<\/strong> S\u00e3o realizadas \u00e3s primeiras provas de biciclos nas categorais        masculina e feminina.<strong><br \/>\n       1875 &#8211; <\/strong>Surge a primeira fabrica de bicicleta do mundo a Companhia        Michaux.<strong><br \/>\n       1877 &#8211;<\/strong> Rouseau apresenta um despositivo que por meio de duas correntes        que multiplicava o giro da roda dianteira.<strong><br \/>\n       1880 &#8211;<\/strong> Vicent, constroi a primeira bicicleta com transmiss\u00e3o aplicada        ao cubo da roda trazeira.<strong><br \/>\n       1880 &#8211;<\/strong> Na Inglaterra Thomas Humbert inventa o quadro de quatro        tubos, na Italia o plano esportivo vai se desenvolvendo e o Veloce Club        de Firenze organiza a primeira corrida de bicicleta e o vencedor e Heste        Rynner.<strong><br \/>\n       1885 &#8211;<\/strong> Guisepe Pasta vence a primeira volta de Bastiones realizada        em Mil\u00e3o.<strong><br \/>\n       1887 &#8211; <\/strong>Na Irlanda Jannes Boyd Dunlop inventa o pneu.<strong><br \/>\n       1891 &#8211; <\/strong>O franc\u00eas Michelin lan\u00e7a o pneu desmontavel.<strong><br \/>\n       1895 &#8211;<\/strong> Chega a Mil\u00e3o Raffaelle Gatti que tinha competido no Tour        do circulo Polar Artico.<strong><br \/>\n       1898 &#8211; <\/strong>A Bicicleta chega ao Brasil.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A partir desta data temos visto sucessivas modifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnica na bicicleta,      at\u00e9 aos nossos dias, a bicicleta vem sofrendo os mais variados aperfei\u00e7oamento      em rela\u00e7\u00e3o aos materias empregados e aos v\u00e1rios tipos relacionado com a modalidade<\/p>\n<p>Fonte:  www.geocities.com<\/p>\n<h2>Hist\u00f3ria da Bicicleta <\/h2>\n<p>No in\u00edcio, o nome era Celer\u00edfero. <\/p>\n<p>No dia em que o homem montou pela primeira vez a sua bicicleta, sentiu a      agrad\u00e1vel sensa\u00e7\u00e3o de deixar-se levar por um novo e emocionante meio de locomo\u00e7\u00e3o      j\u00e1 que, antes desde tempos memor\u00e1veis, se utilizava das pr\u00f3prias pernas. <\/p>\n<p>O Carro que se movia Em 1680, Stephan Farffler Em 1690 o Dr. Elie Richard      por si mesmo do Dr. construiu um carro de circulava pela Fran\u00e7a em Giovanni      di Fontana. tra\u00e7\u00e3o muscular com tr\u00eas um carro de pedais dese- 1420. rodas,      movido por uma nhado por ele mesmo. manivela Muitas tentativas engenhosas      foram testadas nos s\u00e9culos XV e XVI, quando desenvolvidos pesados e complicados      ve\u00edculos de duas rodas e quatro rodas, acionados por mecanismos compostos      de correntes alavancas e outros dispositivos. <\/p>\n<p>Pesquisa realizada pelo prof. Piccus, da Universidade de Massachussets, nos      EUA, demonstraram que as transmiss\u00f5es por corrente surgiram atrav\u00e9s de estudos      feitos por Leonardo Da Vinci, que est\u00e3o registrados em um c\u00f3digo de cerca      de 700 p\u00e1ginas, guardado pelo Museu de Madri. <\/p>\n<p>A <strong>hist\u00f3ria da bicicleta<\/strong>, por\u00e9m, tem in\u00edcio no ano de 1790      \u00e9poca em que o conde Sivrac, da Fran\u00e7a, idealizou o &#8220;Celer\u00edfero&#8221;,      ve\u00edculo primitivo de duas rodas, ligadas por uma ponte de madeira, em forma      de cavalo, e acionado por impulsos alternados dos p\u00e9s sobre o ch\u00e3o. <\/p>\n<p>O primeiro passo no processo de evolu\u00e7\u00e3o da bicicleta ocorreu em 1816. Nesse      ano, o bar\u00e3o alem\u00e3o Karl Friederich Von Drais adaptou uma dire\u00e7\u00e3o ao Celer\u00edfero.      Junto com o primeiro guid\u00e3o, apareceu a &#8220;Draisiana&#8221;, bicicleta que      von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun de Dijon, na Fran\u00e7a, \u00e1      velocidade m\u00e9dia de 15 km\/h, primeiro &#8220;recorde cicl\u00edstico&#8221;. <\/p>\n<p>Os modelos de Drais se caracterizavam por uma s\u00e9rie de acess\u00f3rios. Na foto      o mais completo de todos os exemplares ainda existentes. Atualmente esta Draisiana      se encontra no Museu de Munique na Alemanha. <\/p>\n<p><strong>Mas foi em 1820 que foi dado o grande passo da hist\u00f3ria cicl\u00edstica:      <\/strong>o escoc\u00eas Kikpatricl McMillan adapta ao eixo traseiro duas bielas,      ligadas por barras de ferro. Estas duas barras tinham a fun\u00e7\u00e3o de um pist\u00e3o,      eram acionadas pelos p\u00e9s, o que provoca o avan\u00e7o da roda traseira. O primeiro      pedal, no entanto, surgiu em 1855, inventado pelo franc\u00eas Ernest Michaux,      que o instalou num ve\u00edculo de duas rodas traseiras e uma dianteira, os pedais      eram ligados \u00e1 roda dianteira e o invento ficou conhecido como &#8220;Veloc\u00edpede&#8221;.    <\/p>\n<p>Com o crescimento do n\u00famero de entusiastas, as autoridades, de Paris, principalmente,      por volta de 1862, s\u00e3o obrigadas a criar caminhos especiais para os veloc\u00edpedes      nos parques, para que se n\u00e3o se misturassem com charretes e carro\u00e7as. Surgiram,      assim, as primeiras ciclovias, no mesmo ano em que \u00e9 divulgada a primeira      estat\u00edstica. Ernest Michaus consegue fabricar 142 unidades em 12 meses.<\/p>\n<h4>Estas s\u00e3o as principais datas da Hist\u00f3ria da Bicicleta<\/h4>\n<p><strong>1761<\/strong><\/p>\n<p>Muitas tentativas engenhosas foram testadas nos s\u00e9culos XV e XVI, tendo sido      desenvolvidos pesados e complicados ve\u00edculos de duas e quatro rodas, accionados      por mecanismos compostos de correntes, alavancas e outros dispositivos.<\/p>\n<p>Num museu alem\u00e3o existe um modelo chamado bicicleta de Kassler que data de      1761, no entanto a sua verdadeira origem \u00e9 ainda desconhecida, dado que os      franceses afirmam que este modelo foi exportado de Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>1790<\/strong><\/p>\n<p>Em 1790, o conde franc\u00eas Sivrac inventou uma m\u00e1quina a que deu o nome de      Celer\u00edfero (&#8220;C\u00e9lerif\u00e8re&#8221;) e que alguns historiadores consideram      o antepassado mais antigo da bicicleta moderna. Muito simples, consistia num      corpo de madeira apoiado sobre duas rodas, tamb\u00e9m de madeira. N\u00e3o tinha movimento      de dire\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a roda dianteira era fixa, nem pedais, o que obrigava o      utilizador a empurrr\u00e1-la com os p\u00e9s, ou seja, &#8220;caminhava&#8221; sentado      sobre ela.<\/p>\n<p><strong>1816<\/strong><\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo no processo de evolu\u00e7\u00e3o da bicicleta ocorreu em 1816, pela      m\u00e3o do bar\u00e3o alem\u00e3o Karl Friederich Von Drais que adaptou uma dire\u00e7\u00e3o ao Celer\u00edfero.      Junto com o primeiro guiador, apareceu a &#8220;Draisiana&#8221;, bicicleta      que Von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun e Dijon, na Fran\u00e7a,      \u00e0 velocidade m\u00e9dia de 15 km\/h, primeiro &#8220;recorde cicl\u00edstico&#8221;. Drais      (1785 &#8211; 1851), inspetor florestal e inventor nas horas vagas, foi o primeiro      a construir um biciclo dirig\u00edvel, que ficou conhecido como draisiana.<\/p>\n<p><strong>1818<\/strong><\/p>\n<p>A 5 de abril, o bar\u00e3o Drais apresenta seu invento no Parque de Luxemburgo,      em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaum-Dijon na velocidade m\u00e9dia      de 15 km\/h, primeiro &#8220;recorde cicl\u00edstico&#8221;.<\/p>\n<p><strong>1820<\/strong><\/p>\n<p><strong>Em 1820 foi dado o grande passo da hist\u00f3ria cicl\u00edstica:<\/strong>      o escoc\u00eas Kikpatrick McMillan (1810-1878) adapta ao eixo traseiro duas bielas,      ligadas por barras de ferro. Estas duas barras tinham a fun\u00e7\u00e3o de um pist\u00e3o,      eram accionadas pelos p\u00e9s, o que provoca a avan\u00e7o da roda traseira.<\/p>\n<p><strong>1839<\/strong><\/p>\n<p><strong>Em 1839, o mesmo escoc\u00eas Kirkpatrick Mac Millan, um humilde ferreiro      do interior, fez o que Drais tinha tentado sem sucesso:<\/strong> criou pedais      que, ligados por barras de ferro ao eixo da roda traseira, movimentavam o      veloc\u00edpede. Foram quatro anos de \u00e1rduas experi\u00eancias. Mac Millan percorria      com ele o caminho de 22km entre seu povoado, Courthill, e a capital do condado,      Dumfries. Sem voca\u00e7\u00e3o para neg\u00f3cios, Mac Millan n\u00e3o sabia ao certo o que fazer      com o ve\u00edculo, que logo foi esquecido.<\/p>\n<p><strong>1840<\/strong><\/p>\n<p>O escoc\u00eas Kirkpatrick McMillan adapta duas bielas ao eixo da roda traseira,      que serviam como pedais. No entanto, havia desconforto na pedalada e dificuldade      de equil\u00edbrio.<\/p>\n<p>O primeiro pedal, no entanto, surgiu em 1855, inventado pelo franc\u00eas Ernest      Michaux, que o instalou num ve\u00edculo de duas rodas traseiras e uma dianteira;      os pedais eram ligados \u00e0 roda dianteira e o invento ficou conhecido como &#8220;Veloc\u00edpede&#8221;.<\/p>\n<p>Em 1861, o franc\u00eas Pierre Michaux (1813 &#8211; 83) construiu outra bicicleta com      pedais, mas agora adaptados diretamente \u00e0 roda da frente.<\/p>\n<p>Pierre e seu filho Ernest fundaram, com sucesso a primeira f\u00e1brica de bicicletas      do mundo. A sua m\u00e1quina, apesar da estrutura de ferro e madeira lhe ter valido      a alcunha de &#8220;Chucalha-ossos&#8221;, rapidamente conquistou grandes entusiastas.      Num ano, Pierre e Ernest Michaux produziram 142 m\u00e1quinas.<\/p>\n<p>Por volta de 1865, fabricavam j\u00e1 cerca de quatrocentas por ano. <\/p>\n<p>Ernest Michaux inventou o primeiro pedal com a ajuda do seu filho, Pierre      Michaux, de apenas 14 anos de idade. Esse pedal foi aplicado primeiro num      veloc\u00edpede de duas rodas traseiras e uma dianteira, cujo inconveniente era      o seu excessivo peso de 45 quilos. S\u00f3 seis anos mais tarde os mesmos pedais      foram aplicados a um veloc\u00edpede com apenas duas rodas, como o da figura.<\/p>\n<p>Nasce a primeira f\u00e1brica de bicicletas do mundo, a Companhia Michaux, com      200 oper\u00e1rios, que fabricavam cerca de 140 bicicletas por ano. <\/p>\n<p><strong>Cada uma era vendida, na \u00e9poca por um pre\u00e7o exorbitante:<\/strong>      450 francos.<\/p>\n<p>Nesta altura um velho empregado de Michaux leva a bicicleta para a Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>Toda a Europa multiplica esfor\u00e7os para aperfei\u00e7oar a bicicleta e os aperfei\u00e7oamentos      sucedem-se um ap\u00f3s o outro rapidamente. Os novos ve\u00edculos come\u00e7am a ser usados      com todo o equipamento de campismo e a ser levados para excurs\u00f5es longas nas      estradas da Europa, surgindo assim o cicloturismo.<\/p>\n<p>O crescente n\u00famero de entusiastas, destes ve\u00edculos \u0093obrigou\u0094 as      autoridades de Paris, a criar, por volta de 1862, caminhos especiais para      os veloc\u00edpedes nos parques. O objetivo era evitar que se misturassem com charretes      e carro\u00e7as. <\/p>\n<p><strong>Surgiram, assim, as primeiras ciclovias, no mesmo ano em que \u00e9 divulgada      a primeira estat\u00edstica:<\/strong> Ernest Michaux consegue fabricar 142 unidades      em 12 meses.<\/p>\n<p><strong>1868<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>1\u00aa Prova masculina com b\u00edciclos, vencida pelo ingl\u00eas James Moore, Parque        Saint&#8217; Cloud Paris. <br \/>\n       1\u00aa Prova Feminina, ocorrida no parque Bordelais, em Paris, no dia 1\u00ba de        novembro. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>1877<\/strong><\/p>\n<p>Rouseau apresenta um dispositivo que por meio de duas correntes multiplicava      o giro da roda dianteira. Al\u00e9m deste muitas altera\u00e7\u00f5es foram feitas, nomeadamente      pela coloca\u00e7\u00e3o de trav\u00f5es e de tiras de borracha coladas aos aros das rodas,      inventado por Robert Thompson.<\/p>\n<p>Em 1880\/1881 Starley e o seu sobrinho, inventaram a bicicleta que assumiu      as caracter\u00edsticas daquelas que hoje conhecemos. Foram introduzidos os pedais      no centro a tra\u00e7\u00e3o passou para a roda traseira, atrav\u00e9s de uma corrente de      transmiss\u00e3o. Posteriormente, a partir de 1891, com a inven\u00e7\u00e3o dos pneus com      v\u00e1lvula de ar dos irm\u00e3os Michelin, ficou resolvido o problema das rodas que,      nas primeiras bicicletas eram de madeira e ferro.<\/p>\n<p><strong>1887<\/strong><\/p>\n<p>Ainda no mesmo ano, na Irlanda, James Boyd Dunlop, inventa o pneu que vem      trazer aos novos ve\u00edculos um maior conforto e resist\u00eancia. Este mecanismo      consistia na coloca\u00e7\u00e3o de um rolo de pano engomado cheio de ar. No entanto      esta inven\u00e7\u00e3o tinha o inconveniente da manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>1891<\/strong><\/p>\n<p>Os franceses Edouard e Andr\u00e9 Michelin lan\u00e7am o pneu desmont\u00e1vel. Em resposta      aos avan\u00e7os de Dunlop, os irm\u00e3os Michelin inventaram um pneu de mais f\u00e1cil      manuten\u00e7\u00e3o, que enchia atrav\u00e9s de uma v\u00e1lvula e ainda permitia a sua remo\u00e7\u00e3o      e substitui\u00e7\u00e3o em caso de dano. <\/p>\n<p><strong>1895<\/strong><\/p>\n<p>No dia 9 de outubro toda a cidade de Mil\u00e3o aplaude a chegada de Raffaelle      Gatti, que retorna do &#8220;Tour do C\u00edrculo Polar \u00c1rtico&#8221;.<\/p>\n<p>Depois deste acontecimento sucessivas modifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas foram introduzidas      na bicicleta, tais como as mudan\u00e7as e a roda livre. <\/p>\n<p>A roda livre foi criada para oferecer maior conforto ao ciclista. Este dispositivo      permitia interromper a pedalada especialmente em descidas, em trajetos com      vento a favor e em alguns momentos de calma na corrida. <\/p>\n<p>As mudan\u00e7as permitem o aproveitamento de v\u00e1rias engrenagens e com isso imprimir      maiores velocidades. \u00c9 a \u00faltima inven\u00e7\u00e3o que aperfei\u00e7oou tecnicamente a bicicleta.<\/p>\n<p>Desta forma, at\u00e9 os nossos dias, a bicicleta tem vindo a ser aperfei\u00e7oada,      em rela\u00e7\u00e3o aos materiais utilizados, aos v\u00e1rios tipos relacionados com as      modalidades, etc. <\/p>\n<p><strong>Nasceu assim, o que imediatamente foi chamado: <\/strong>Ciclismo<\/p>\n<p>Foi Inglaterra, o primeiro pa\u00eds que promoveu uma regulamenta\u00e7\u00e3o cicl\u00edstica,      criando o &#8220;Bicicle Union&#8221;. Na It\u00e1lia, a legisla\u00e7\u00e3o sobre o ciclismo      surgiu 5 anos mais tarde, com a cria\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Velocip\u00e9dica Italiana. <\/p>\n<p>Em 1892 na Europa foi constitu\u00edda a Internacional Cyclist Association que      teve sua sede em Londres, agrupando as Federa\u00e7\u00f5es Nacionais dos Estados Unidos,      B\u00e9lgica, Fran\u00e7a, Canad\u00e1, Alemanha, Holanda, Inglaterra e It\u00e1lia. Um dos primeiros      atos da ICA, foi a cria\u00e7\u00e3o dos primeiros campeonatos do Mundo, substituindo      as provas at\u00e9 ent\u00e3o promovidas por entidades particulares. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, somente em 1886, gra\u00e7as a alguns ingleses, foram organizados os primeiros      campeonatos mundiais, com boa consist\u00eancia e organiza\u00e7\u00e3o mais s\u00e9ria, na cidade      de Leicester. Em 1893 devido a uma pol\u00e9mica com os \u00f3rg\u00e3os italianos, nasce      a atual UCI, Uni\u00e3o Cicl\u00edstica Internacional.<\/p>\n<p>Nos nossos dias, os novos aperfei\u00e7oamentos nas bicicletas ocorrem no sentido      de melhorar cada tipo de bicicleta, tornando-as cada vez mais eficazes para      os desportos de competi\u00e7\u00e3o ou mais confort\u00e1veis para o lazer. Hoje existem      bicicletas de espec\u00edficas para cada desporto cicl\u00edstico, e dentro de cada      desporto, especificas para as necessidades de cada utilizador, tamanha foi      a evolu\u00e7\u00e3o ao longo dos anos.<\/p>\n<p>Assim temos bicicletas de Ciclismo de Estrada com estruturas muito leves,      com quadros e acess\u00f3rios muito aerodin\u00e2micos de diversos tipos de materiais,      rodas grandes e pneus finos. Em competi\u00e7\u00e3o podem trocar-se determinados acess\u00f3rios,      como o tipo de roda, para favorecer uma boa aerodin\u00e2mica.<\/p>\n<p>Fonte:  www.cowboytavares.pro.br<\/p>\n<h6>Hist\u00f3ria da Bicicleta<\/h6>\n<p>Pode parecer piada mas, terminada a II Guerra Mundial, em 1945, a situa\u00e7\u00e3o      financeira do Brasil era muito boa, havia um at\u00e9 mesmo o que se conv\u00e9m dizer      caixa&#8221;saud\u00e1vel&#8221;. <\/p>\n<p>Em termos de Brasil, esse per\u00edodo significou uma grande abertura no \u00e2mbito      pol\u00edtico, assinalando o fim do &#8220;Estado Novo&#8221; que durou de 1937 at\u00e9      1945 e trouxe a reboque elei\u00e7\u00f5es diretas e grandes facilidades econ\u00f4micas.    <\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que as grandes pot\u00eancias industriais e econ\u00f4micas viviam momentos      dif\u00edceis, uma vez que participaram ativamente do conflito. Para elas, o &#8220;p\u00f3s-guerra&#8221;      significou uma reconstru\u00e7\u00e3o geral abrangendo desde a economia at\u00e9 \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o      de seu espa\u00e7o f\u00edsico.<\/p>\n<p>Foi nesse contexto que a <strong>bicicleta<\/strong> chegou, principalmente      as Europ\u00e9ias. Nos j\u00e1 t\u00ednhamos alguns importadores em S\u00e3o Paulo (B. Herzog,      Casa Luiz Caloi, Mappin Stores e Cassio Muniz), por\u00e9m, a partir da\u00ed, numa      escala muito maior, tornaram-se populares entre n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>As mais conhecidas eram:<\/strong> Bianchi, Lanhagno, Peugeot, Dupkopp,      Philips, Hercule, Raleigh, Prosd\u00f3cimo, Singer e Monark, entre outras.<\/p>\n<p>As <strong>bicicletas<\/strong> assumiram um papel important\u00edssimo no cotidiano      paulista na medida em que deslocavam a &#8220;massa trabalhadora&#8221;, empenhada      na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outro benef\u00edcio da abertura econ\u00f4mica, foi o nosso processo de industrializa\u00e7\u00e3o,      iniciado no final da d\u00e9cada de 40, cujo apogeu veio na virada dos anos 60.<\/p>\n<p><strong>E \u00e9 bom lembrar que o ano de 1948, foi e \u00e9 extremamente importante      para a Hist\u00f3ria do Ciclismo no Brasil por dois motivos:<\/strong> 1\u00ba em 01\/04\/48,      a Monark iniciou as suas atividades no pa\u00eds, montando bicicletas importadas      da Su\u00e9cia, vindo a produzi-las a partir dos anos 50. 2\u00ba na data de 10\/04\/48,      a Caloi Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio, procedeu o requerimento de seu registro para      abertura de firma na Junta Comercial de S\u00e3o Paulo. Como resultado, o nosso      parque industrial ganhara duas f\u00e1bricas de bicicletas.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 Caloi, a fam\u00edlia estava no ramo das &#8220;magrelas&#8221; a muit\u00edssimo      tempo. Para que se tenha uma id\u00e9ia, durante a d\u00e9cada de 30, mais precisamente      na Rua Itapetininga n.\u00ba 152, existiu a &#8220;Casa Caloi&#8221; importadora      da marca Bianchi, bem como de suas pe\u00e7as e acess\u00f3rios. <\/p>\n<p><strong>Assim, \u00e9 ineg\u00e1vel:<\/strong> em termos de maior antiguidade no ramo,      esse m\u00e9rito cabe \u00e0 Caloi<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m haviam pequenos produtores (NB, Herpe, Role, Patavium, IRCA etc.)      sendo que a \u00faltima foi o resultado de uma cis\u00e3o da dupla Jos\u00e9 e Henrique com      Guido Caloi. A IRCA (Irm\u00e3os Caloi), produziu bicicletas durante alguns anos      e desapareceu do mercado como tantas outras, sem deixar qualquer vest\u00edgio.    <\/p>\n<p>Esses pequenos produtores, beneficiando-se das facilidades da importa\u00e7\u00e3o,      montavam suas bicicletas, ali\u00e1s muito boas, com material nacional (quadros,      paralamas, selins) e de fora (eixos, cubos, catracas e correntes).<\/p>\n<p>Por\u00e9m a euforia da importa\u00e7\u00e3o teria que acabar, uma vez que a nossa balan\u00e7a      comercial tendia a desequilibrar-se. <\/p>\n<p>Ademais, a embrion\u00e1ria ind\u00fastria nacional n\u00e3o conseguia competir com as bicicletas      importadas em termos de pre\u00e7o e qualidade.<\/p>\n<p>Assim, para dar uma enxugada no mercado e beneficiar a ind\u00fastria nacional,      o governo baixo em 09\/10\/53, uma Instru\u00e7\u00e3o Normativa de n.\u00ba 70, origin\u00e1ria      na Superintend\u00eancia da Moeda e Cr\u00e9dito, que encareceria (taxava) os bens de      produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Obviamente a bicicleta n\u00e3o escapou da taxa\u00e7\u00e3o e passou a entrar no pa\u00eds em      menor quantidade. Por\u00e9m algumas delas fizeram hist\u00f3ria em nosso pa\u00eds devido      ao seu bom acabamento, qualidade do material empregado na fabrica\u00e7\u00e3o e sua      durabilidade.<\/p>\n<p><strong>Sem d\u00favida alguma, das milhares de bicicletas importadas nesse per\u00edodo      (1946\/1958), as inglesas foram as que mais entraram:<\/strong> Philips, Hercule,      Raleigh e Rudge. <\/p>\n<p>Tenham bastante claro que o Brasil n\u00e3o deixou de importar bicicletas nas      d\u00e9cadas anteriores.<\/p>\n<p>Apenas aconteceu em n\u00fameros bem menores.<\/p>\n<p>Assim, para dar uma enxugada no mercado e beneficiar a ind\u00fastria nacional,      o governo baixo em 09\/10\/53, uma Instru\u00e7\u00e3o Normativa de n.\u00ba 70, origin\u00e1ria      na Superintend\u00eancia da Moeda e Cr\u00e9dito, que encareceria (taxava) os bens de      produ\u00e7\u00e3o. Obviamente a bicicleta n\u00e3o escapou da taxa\u00e7\u00e3o e passou a entrar      no pa\u00eds em menor quantidade.<\/p>\n<p>Por\u00e9m algumas delas fizeram hist\u00f3ria em nosso pa\u00eds devido ao seu bom acabamento,      qualidade do material empregado na fabrica\u00e7\u00e3o e sua durabilidade.<\/p>\n<p><strong>Sem d\u00favida alguma, das milhares de bicicletas importadas nesse per\u00edodo      (1946\/1958), as inglesas foram as que mais entraram:<\/strong> Philips, Hercule,      Raleigh e Rudge. <\/p>\n<p>Tenham bastante claro que o Brasil n\u00e3o deixou de importar bicicletas nas      d\u00e9cadas anteriores. Apenas aconteceu em n\u00fameros bem menores.<\/p>\n<p><strong>Foi na d\u00e9cada de 50 que os nossos usos e costumes mudaram muito,      devido \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o em nosso cotidiano do h\u00e1bito do consumo:<\/strong> a m\u00eddia      chegando, a televis\u00e3o chegando, eletrodom\u00e9sticos,&#8230; o carro. \u00c9 isso! O Carro      era poss\u00edvel e a gasolina barata.<\/p>\n<p>A <strong>bicicleta<\/strong> foi para um canto qualquer&#8230; para o forro&#8230;      no fundo do quintal. <\/p>\n<p>Um dia encontrada com os seus pneus ressecados, a pintura gasta e as partes      cromadas tomadas pela corros\u00e3o; foi jogada fora. Quando muito, doada para      algu\u00e9m.Foi exatamente dessa maneira que a maioria dessas bicicletas, verdadeiras      preciosidades, desapareceram. Pior ainda, pe\u00e7as, folhetos e cat\u00e1logos valios\u00edssimos      que sucumbiram \u00e0 neglig\u00eancia daqueles que n\u00e3o tinham o menor respeito por      esse ve\u00edculo que \u00e9 uma das mais belas cria\u00e7\u00f5es da mente humana. <\/p>\n<p>Como sempre, o que temos hoje \u00e9 gra\u00e7as \u00e0 poucas pessoas que motivadas por      um senso de preserva\u00e7\u00e3o ou afinidade com as &#8220;Magrelas&#8221;, souberam      manter. Infelizmente, as bicicletas nunca tiveram em nossa sociedade o espa\u00e7o      que t\u00eam em qualquer pais civilizado.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>B. Herzog, in &#8220;cat\u00e1logo de Bicicletas e Acess\u00f3rios&#8221;SP \u0096 1953<br \/>\n     Mazonim Thom\u00e1s in, &#8220;Ciclismo para Todos&#8221; Gazeta Esportiva SP \u0096      1939<br \/>\n     Max J. B. Rauck, Gerd Volke e Felix R. Paturi in , Hist\u00f3ria de La Bicicleta,      Editora Blume<\/p>\n<p>Fonte:  www.arcadovelho.com.br<\/p>\n<h6>Hist\u00f3ria da Bicicleta<\/h6>\n<p>A <strong>inven\u00e7\u00e3o da bicicleta<\/strong> como meio de locomo\u00e7\u00e3o \u00e9 algo muito      dif\u00edcil de precisar no tempo. <\/p>\n<p>V\u00e1rios autores defendem que a bicicleta surgiu pela m\u00e3o do conde franc\u00eas      Mede de Sivrac, outros consideram que a sua cria\u00e7\u00e3o \u00e9 posterior \u00e0quela data.    <\/p>\n<p>No entanto existem registros de que os antigos eg\u00edpcios j\u00e1 conheciam aquele      meio de locomo\u00e7\u00e3o, ou pelo menos j\u00e1 idealizavam nos seus hier\u00f3glifos a figura      de um ve\u00edculo de duas rodas com uma barra sobreposta, a evolu\u00e7\u00e3o da bicicleta      desde que surgiu, foi feita de madeira at\u00e9 os dias de hoje.<\/p>\n<p>H\u00e1 registros de desenhos e escritos de Leonardo da Vinci em um museu de Madri,      pesquisado pelo professor Piccus da Universidade de Massashussets nos EUA,      que demonstra o surgimento da transmiss\u00e3o por corrente.<\/p>\n<p>Em 1966, monges italianos, no restauro de manuscritos de Leonardo da Vinci,      descobriram tamb\u00e9m desenhos datados de 1490, em que se podia distinguir uma      m\u00e1quina muito semelhante \u00e0s modernas bicicletas, dotada inclusivamente de      pedais e tra\u00e7\u00e3o por corrente.<\/p>\n<p>Embora Leonardo da Vinci j\u00e1 tivesse desenhado uma bicicleta avan\u00e7ada, com      correntes e pedais, as primeiras bicicletas que surgiram no s\u00e9culo XIX eram      impulsionadas pelos p\u00e9s do ciclista, sem pedais. Apenas com o surgimento do      veloc\u00edpede em 1855 que as teorias de Leonardo da Vinci come\u00e7aram a ser utilizadas.<\/p>\n<p>Em 1642, na regi\u00e3o de Stoke Poges, em Buckinghamshire, Inglaterra, aparece      no vitral de uma pequena igreja constru\u00edda em 1642 a figura de um anjo sentado      sobre uma viga em foram de cavalo marinho apoiado sobre duas rodas.<\/p>\n<h4>O PROT\u00d3TIPO<\/h4>\n<p>A <strong>bicicleta<\/strong> saiu do papel somente no s\u00e9culo XVII. Junto      ao Deutsches Museum de M\u00f4naco \u00e9 conservado um modelo chamado &#8220;bicicleta      de Kassler&#8221;, que remonta de 1761. <\/p>\n<p>A paternidade da inven\u00e7\u00e3o \u00e9 contudo objeto de discuss\u00e3o, tanto que muitos      pensam que este modelo trata-se na verdade de um modelo franc\u00eas exportado      para a Alemanha.<\/p>\n<h4>CELER\u00cdFERO<\/h4>\n<p>O primeiro modelo de bicicleta, feito de madeira, foi idealizado em 1790      pelo conde franc\u00eas M\u00e9de de Sivrac. <\/p>\n<p>A forma e propuls\u00e3o eram com a sola dos p\u00e9s, exercendo repetidas press\u00f5es      no ch\u00e3o. <\/p>\n<p>Um detalhe era que n\u00e3o existia uma dire\u00e7\u00e3o m\u00f3vel, certamente o ve\u00edculo s\u00f3      andava em linhas retas, nem pedais, o que obrigava o utilizador a empurrr\u00e1-la      com os p\u00e9s, ou seja, &#8220;caminhava&#8221; sentado sobre ela. <\/p>\n<p>O ve\u00edculo foi reconhecido como o prot\u00f3tipo da bicicleta que hoje conhecemos      e recebeu o nome de Celer\u00edfero (&#8220;C\u00e9lerif\u00e8re&#8221;). <\/p>\n<h4>DRAISIANA<\/h4>\n<p>O pr\u00f3ximo passo no processo de evolu\u00e7\u00e3o da bicicleta ocorreu em 1813, pela      m\u00e3o do bar\u00e3o alem\u00e3o Karl Friederich Von Drais que adaptou uma dire\u00e7\u00e3o ao Celer\u00edfero.    <\/p>\n<p>Junto com o primeiro guiador, apareceu a &#8220;Draisiana&#8221;, bicicleta      que Von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun e Dijon, na Fran\u00e7a,      \u00e0 velocidade m\u00e9dia de 15 km\/h, primeiro &#8220;recorde cicl\u00edstico&#8221;. Drais      (1785 &#8211; 1851), inspetor florestal e inventor nas horas vagas, foi o primeiro      a construir um biciclo dirig\u00edvel, que ficou conhecido como draisiana. <\/p>\n<p>A partir desse invento, ainda todo em madeira, von Drais autorizou a fabrica\u00e7\u00e3o      de sua draisiana em outros pa\u00edses, mediante a cess\u00e3o de patente.<\/p>\n<h4>VELOC\u00cdPEDE<\/h4>\n<p>O desenvolvimento principal seguinte no projeto da bicicleta era o veloc\u00edpede.      Inicialmente foi desenvolvido na Fran\u00e7a e conseguiu sua popularidade maior      nos anos de 1860.<\/p>\n<p>O artefato na exibi\u00e7\u00e3o foi produzido em torno de 1869 por Michaux na Fran\u00e7a.    <\/p>\n<p>O veloc\u00edpede marca o come\u00e7o de uma linha cont\u00ednua de desenvolvimento que      conduz \u00e0 bicicleta moderna. Sua melhoria mais significativa sobre o hobby-horse      era a adi\u00e7\u00e3o das manivelas e dos pedais \u00e0 roda dianteira. Isto permitia ao      ciclista impulsionar mais facilmente a m\u00e1quina e fornecer mais pot\u00eancia \u00e0      roda, o que significou que velocidades consideravelmente maiores poderiam      ser alcan\u00e7adas. <\/p>\n<p>O moderno veloc\u00edpede ganha um certo impulso gra\u00e7as aos franceses Pierre e      Ernest Michaux, que realizaram em 1861 os primeiro modelos comerci\u00e1veis, que      tinham como caracter\u00edstica a roda dianteira bem maior que a traseira. Todos      os sucessivos modelos sucessivos se desenvolveram a partir destes.<\/p>\n<p>A sua m\u00e1quina, apesar da estrutura de ferro e madeira lhe ter valido a alcunha      de &#8220;Chucalha-ossos&#8221;, rapidamente conquistou grandes entusiastas.      Num ano, Pierre e Ernest Michaux produziram 142 m\u00e1quinas. Por volta de 1865,      fabricavam j\u00e1 cerca de quatrocentas por ano. <\/p>\n<h4>BICICLETA MODERNA<\/h4>\n<p>Por volta de 1880 Starley idealizou um outro modelo, este muito similar \u00e0      bicicleta moderna porque tamb\u00e9m utilizava uma corrente para transmitir o movimento      \u00e0 roda traseira. <\/p>\n<p>Com a morte de Starley, seu neto aperfei\u00e7oou o modelo, chamado &#8220;Rover&#8221;      (foto), redimensionando as rodas ao tamanho usado atualmente, fazendo o chassi      (quadro) de tubos de a\u00e7o em forma de trap\u00e9zio, o guid\u00e3o direto \u00e0 roda dianteira,      tra\u00e7\u00e3o traseira por corrente, frio a tambor junto a roda dianteira. Mas as      biclicletas ainda apresentavam um problema, suas rodas eram de madeira ou      ferro.<\/p>\n<p>Foi somente em 1888 que o veterin\u00e1rio Irland\u00eas John Boyd Dunlop patenteou      o primeiro pneu, que se resumia a uma trama de borracha cheia de ar, para      construir um triciclo para seu filho.<\/p>\n<p>Somente em 1891 que os franceses Edouard e Andr\u00e9 Michelin inventaram o cl\u00e1ssico      tudo de borracha fina munido com uma v\u00e1lvula para controlar o ar interno envolto      em um outro tubo de borracha mais resistente. <\/p>\n<p>A partir de ent\u00e3o as bicicletas passaram a se difundir sempre mais, mais      \u00e1geis e manuse\u00e1veis, com transmiss\u00e3o para as subidas e roda livre para as      descidas.<\/p>\n<p>A bicicleta que conhecemos hoje se definiu j\u00e1 no s\u00e9culo XVIII, a partir de      ent\u00e3o o seu desenvolvimento se deu sobretudo nos materiais, sempre mais leves      e resistentes e suas adapta\u00e7\u00f5es quanto a sua utiliza\u00e7\u00e3o, maiores e pesadas      para as chamadas &#8220;City Bikes&#8221;, finas e leves paras as &#8220;Speed&#8221;,      resistentes para as &#8220;Montain Bikes&#8221; e pequenas para as infantis.    <\/p>\n<p>Nos nossos dias, os novos aperfei\u00e7oamentos nas bicicletas ocorrem no sentido      de melhorar cada tipo de bicicleta, tornando-as cada vez mais eficazes para      os desportos de competi\u00e7\u00e3o ou mais confort\u00e1veis para o lazer. <\/p>\n<p>Hoje existem bicicletas de espec\u00edficas para cada desporto cicl\u00edstico, e dentro      de cada desporto, especificas para as necessidades de cada utilizador, tamanha      foi a evolu\u00e7\u00e3o ao longo dos anos. <\/p>\n<p>Fonte:  www.augumilbike.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria da Bicicleta, Mundo, Brasil, Evolu\u00e7\u00e3o, Cronologia, Modelos, Inven\u00e7\u00e3o, Leonardo da Vinci, Ciclismo, Moderna, Origem, Hist\u00f3ria da 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