{"id":63210,"date":"2016-07-14T13:59:58","date_gmt":"2016-07-14T13:59:58","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=63210"},"modified":"2016-07-14T14:23:22","modified_gmt":"2016-07-14T14:23:22","slug":"pesca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/esportes\/pesca","title":{"rendered":"Pesca"},"content":{"rendered":"\n<p>A <strong>pesca<\/strong> \u00e9 o ato de capturar peixes ou outros animais aqu\u00e1ticos      tais como crust\u00e1ceos, moluscos, equinodermes, etc nos rios, lagos ou nos mares      com prop\u00f3sitos comerciais, de subsist\u00eancia, desportivos ou outros. A captura      de algas designa-se por \u0093apanha\u0094 e a captura de mam\u00edferos, como      a baleia, \u00e9 normalmente designada de \u0093ca\u00e7a\u0094. <\/p>\n<p>A <strong>pesca<\/strong> \u00e9 uma atividade antiqu\u00edssima que, tal como a ca\u00e7a      e a agricultura, \u00e9 praticada pelo homem desde a pr\u00e9-hist\u00f3ria tendo em vista      conseguir obter os meios necess\u00e1rios \u00e0 sua subsist\u00eancia a partir do meio aqu\u00e1tico      \u0096 alimenta\u00e7\u00e3o humana. <\/p>\n<p>Para al\u00e9m do aspecto fundamental da subsist\u00eancia humana, a pesca \u00e9 uma atividade      econ\u00f3mica importante, geradora de v\u00e1rias outras atividades em terra (transporte,      armazenamento, transforma\u00e7\u00e3o e venda dos produtos da pesca, constru\u00e7\u00e3o e repara\u00e7\u00e3o      das embarca\u00e7\u00f5es de pesca, constru\u00e7\u00e3o de artes e utens\u00edlios de pesca, etc)      empregando uma grande quantidade de pessoas.<\/p>\n<h4><strong>Hist\u00f3ria<\/strong> <\/h4>\n<p>H\u00e1 vest\u00edgios da exist\u00eancia de pesca em lugares arqueol\u00f3gicos do per\u00edodo do      Paleol\u00edtico, h\u00e1 cerca de 50 mil anos atr\u00e1s sendo a pesca, juntamente com a      ca\u00e7a, uma das primeiras profiss\u00f5es do homem. No Sul dos continentes Africano      e Europeu h\u00e1 pinturas rupestres datadas de h\u00e1 25000 anos atr\u00e1s representando      peixes e cenas de pesca. Dep\u00f3sitos de conchas e de restos de ossos \u0096      conhecidos por \u0093kitchen middens\u0094 encontrados no litoral um pouco      por todo o mundo, usados pelos arque\u00f3logos para identificar locais de assentamento      de popula\u00e7\u00f5es nos primeiros dias da civiliza\u00e7\u00e3o, revelam a utiliza\u00e7\u00e3o de bivalves      para a alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio da ca\u00e7a e da agricultura, a pesca sofreu poucas altera\u00e7\u00f5es ao      longo do tempo. Alguns dos utens\u00edlios, processos e m\u00e9todos destinados a capturar      os seres vivos aqu\u00e1ticos s\u00e3o ainda hoje os mesmos ou s\u00e3o muito semelhantes      a outros usados h\u00e1 milhares de anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>As artes e os utens\u00edlios de pesca de que se disp\u00f5e atualmente &#8211; como por      exemplo, as redes, linhas e anz\u00f3is, arp\u00f5es, flutuadores, pesos, etc &#8211; podem      ser detectados ao longo da hist\u00f3ria do homem, desde h\u00e1 cerca de 10 mil anos      AC.<\/p>\n<p>O enorme desenvolvimento de que a tecnologia de pesca sofre, atuamente, em      todo o mundo &#8211; ainda que particularmente nos pa\u00edses tecnicamente mais desenvolvidos      &#8211; pouco ou nada tem a ver com a descoberta de novos m\u00e9todos de captura ou      com a inven\u00e7\u00e3o de novas artes ou instrumentos destinados \u00e0 captura. <\/p>\n<p>O desenvolvimento tecnol\u00f3gico tem-se operado, essencialmente, ao n\u00edvel do      melhoramento dos processos de captura e de confec\u00e7\u00e3o dos modernos utens\u00edlios      de pesca, nomeadamente a cria\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de novos materiais, mais      resistentes, mais finos, mais duradouros e muitas vezes mais baratos, e que      simultaneamente exigem dos profissionais de pesca menor esfor\u00e7o quer na pr\u00e1tica      da pesca quer na respectiva conserva\u00e7\u00e3o (materiais sint\u00e9ticos).<\/p>\n<p>Estes novos materiais, a racionaliza\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos de captura (compila\u00e7\u00e3o      e sistematiza\u00e7\u00e3o os conhecimentos emp\u00edricos dos pescadores permitindo estudar      e explicar do ponto de vista t\u00e9cnico- ient\u00edfico os processos de captura) e      a introdu\u00e7\u00e3o de novos equipamentos provenientes do desenvolvimento da ci\u00eancia      e da t\u00e9cnica &#8211; embarca\u00e7\u00f5es, motores, guinchos, aparelhagem eletr\u00f4nica &#8211; vieram      tornar poss\u00edvel melhorar substancialmente os resultados da pesca sendo, nos      \u00faltimos anos, respons\u00e1veis pelo enorme aumento das quantidades de pescado      capturado.<\/p>\n<h4>Evolu\u00e7\u00e3o da Pesca<\/h4>\n<p><strong>1. Colheita ou Apanha<\/strong> &#8211; pesca mais primitiva, praticada      a p\u00e9 nas regi\u00f5es costeiras, em curso de \u00e1gua, lagoas e mares. Era uma atividade      individual que consistia na recolha de moluscos, crust\u00e1ceos e peixes, um a      um, tal como ainda hoje se pratica.<\/p>\n<p><strong>2. Instrumentos de Arremesso<\/strong> &#8211; surgem mais tarde as lan\u00e7as,      setas e arp\u00f5es usados tamb\u00e9m individualmente na captura de exemplares isolados.    <\/p>\n<p><strong>3. Barragens e Armadilhas<\/strong> &#8211; o alvo da pesca passa de exemplares      isolados para grupos de indiv\u00edduos. Primeiro, simples e pequenos muros de      pedras soltas em covas na praia ou dispostas de modo a aproveitar cavidades      naturais ou disposi\u00e7\u00f5es particulares das rochas na costa e mais tarde, a constru\u00e7\u00e3o      de pali\u00e7adas cada vez melhor cuidadas e tecnicamente mais perfeitas das quais      devem ter derivado as armadilhas simples, os cestos e, finalmente, as primitivas      redes.<\/p>\n<p><strong>4. Redes<\/strong> &#8211; as primeiras redes s\u00e3o bastante grosseiras, certamente      derivadas do sucessivo aperfei\u00e7oamento das barragens mais complexas (entran\u00e7ado      de elementos e fibras vegetais). Posteriormente tornam-se mais finas e resistentes      quando o homem aprendeu a obter os fios de sizal, do algod\u00e3o, etc, cada vez      melhor adaptados \u00e0s fun\u00e7\u00f5es que se lhes exigem, at\u00e9 ao aparecimento dos fios      sint\u00e9ticos usados hoje em dia.<\/p>\n<p>As redes devem ter evolu\u00eddo de simples barragens para redes de emalhar. As      redes fixas d\u00e3o origem mais tarde a redes m\u00f3veis arrastando para a margem      o peixe existente na zona percorrida por elas. A utiliza\u00e7\u00e3o destas redes explica      j\u00e1 o emprego mais frequente e generalizado de embarca\u00e7\u00f5es que, a princ\u00edpio,      pouco mais eram do que simples objetos flutuantes.<\/p>\n<p>Nesta linha de evolu\u00e7\u00e3o as redes tornaram-se cada vez mais perfeitas, mais      complexas e mais adaptadas a utiliza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, chegando \u00e0s redes de      cerco e de arrasto, cujos tipos s\u00e3o basicamente muito semelhantes aos utilizados      hoje em dia.<\/p>\n<p><strong>5. Pesca \u00e0 linha de m\u00e3o<\/strong> &#8211; a princ\u00edpio sem anz\u00f3is, veio a      utilizar anz\u00f3is direitos e mais tarde anz\u00f3is curvos feitos de pedra, de osso,      de n\u00e1car2, de madeira e tamb\u00e9m de metal. <\/p>\n<p><strong>6. Pesca afastada da costa<\/strong> &#8211; com a necessidade de ir mais      longe para capturar o peixe em melhores e mais f\u00e1ceis condi\u00e7\u00f5es, os homens      sentiram a necessidade de utilizar embarca\u00e7\u00f5es mais apropriadas. Gra\u00e7as ao      aperfei\u00e7oamento dos barcos e \u00e0 descoberta de novos meios de navega\u00e7\u00e3o, as      artes e os m\u00e9todos de pesca come\u00e7aram a ser levados das zonas costeiras para      regi\u00f5es do alto mar cada vez mais afastadas.<\/p>\n<p><strong>7. Revolu\u00e7\u00e3o industrial<\/strong> &#8211; veio provocar um enorme desenvolvimento      da pesca &#8211; o florescimento da ind\u00fastria pesqueira, em especial devido \u00e0 motoriza\u00e7\u00e3o      \u0096 o aparecimento do barco a vapor (1840- 900) e \u00e0 descoberta e divulga\u00e7\u00e3o      de novos m\u00e9todos de conserva\u00e7\u00e3o do pescado &#8211; para al\u00e9m da salga, da seca e      da fumagem &#8211; tais como a refrigera\u00e7\u00e3o e a congela\u00e7\u00e3o e \u00e0 expans\u00e3o da pesca      para regi\u00f5es cada vez mais afastadas da costa. A motoriza\u00e7\u00e3o permitiu tamb\u00e9m      um grande desenvolvimento nos equipamentos de conv\u00e9s para manipula\u00e7\u00e3o das      artes de pesca (aladores de rede e de cabos, paus de carga, guinchos, etc)      tornando poss\u00edvel operar com redes cada vez maiores e longos aparelhos de      anzol ou teias de armadilhas.<\/p>\n<p><strong>Atualidade<\/strong> <\/p>\n<p>Experimentam-se e melhoram-se os m\u00e9todos e as artes conhecidas e amplamente      divulgadas usando metodologia cient\u00edfica e as mais variadas ajudas da t\u00e9cnica      atual. Para al\u00e9m isso, apareceram novos m\u00e9todos de captura como a pesca el\u00e9ctrica,      pesca com bombas sugadoras, pesca com luzes el\u00e9ctricas de v\u00e1rias cores e colocadas      a certa profundidade e a pesca com complicadas m\u00e1quinas de colheita.<\/p>\n<p>O surgimento das fibras sint\u00e9ticas, praticamente imputresc\u00edveis, aumentou      substancialmente o tempo de vida das artes de pesca e conferiu-lhes grande      resist\u00eancia. Por outro lado, a mecaniza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de fios, redes e cabos,      permitiu a constru\u00e7\u00e3o de artes de pesca cada vez maiores e mais complexas.      A procura de novos materiais, mais resistentes e mais baratos, continua a      ser uma das \u00e1reas de maior desenvolvimento nas pescas.<\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o da eletr\u00f4nica na pesca, tanto na navega\u00e7\u00e3o como, essencialmente,      na localiza\u00e7\u00e3o do pescado (atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o de sondas e sonares) e na      monitoriza\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es de pesca (atrav\u00e9s de sensores colocados nas artes      de pesca) \u00e9 uma das \u00e1reas em cont\u00ednuo desenvolvimento atualmente. Por fim,      o recurso a imagens de sat\u00e9lite para identifica\u00e7\u00e3o de zonas com condi\u00e7\u00f5es      ambientais prop\u00edcias para a concentra\u00e7\u00e3o de determinadas esp\u00e9cies (e.g., atuns)      constitui uma \u00e1rea em desenvolvimento.<\/p>\n<h4>A Pesca esportiva<\/h4>\n<p><strong>Conceito<\/strong><\/p>\n<p>A pesca, primeira atividade humana de sobreviv\u00eancia, adquiriu uma dimens\u00e3o      l\u00fadica quando o homem se tornou pastor e agricultor. <\/p>\n<p><strong>Desde ent\u00e3o, seu exerc\u00edcio n\u00e3o visa apenas \u00e0 obten\u00e7\u00e3o de alimento:<\/strong>      o homem descobriu o prazer da captura, passando a pescar n\u00e3o apenas por necessidade,      mas tamb\u00e9m para dar largas a esse prazer. Desse fator nasceu a pesca desportiva,      cujo desenvolvimento est\u00e1 estreitamente ligado \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o dos petrechos de      pesca. <\/p>\n<p><strong>Tal evolu\u00e7\u00e3o tem como caracter\u00edstica a crescente dedicadeza dos implementos:      <\/strong>quanto mais leves, mais desportiva \u00e9 a pesca. <\/p>\n<p><strong>No moderno conceito de pesca desportiva distinguem-se quatro elementos      indispens\u00e1veis:<\/strong> o anzol, a linha, a vara e o molinete.<\/p>\n<p><strong>Anzol<\/strong><\/p>\n<p>Surgido no Paleol\u00edtico como simples esqu\u00edrola de duas pontas agu\u00e7adas, era      utilizado com a linha amarrada no meio e recoberto por uma isca natural; engolido      pelo peixe, alojava-se em sua garganta. No Neol\u00edtico, o anzol feito de osso,      madeira ou concha, assumiu a forma b\u00e1sica que conserva at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n<p>O azol met\u00e1lico surgiu no Oriente Pr\u00f3ximo c. 5000 a.C., quando o ferro e      o cobre come\u00e7aram a ser trabalhados. Entretanto, a feitura de anz\u00f3is de a\u00e7o      s\u00f3 teve in\u00edcio no final do s\u00e9c. XIV, ao estabelecer-se em Londres a primeira      manufatura, relacionada ent\u00e3o \u00e0 de agulhas de costura.<\/p>\n<p>Atualmente, a Inglaterra, a Fran\u00e7a, os E.U.A. e o Jap\u00e3o s\u00e3o grandes fabricantes;      mas \u00e9 a Noruega o principal produtor, apresentando no mercado internacional      cerca de 60 mil tipos diferentes.<\/p>\n<p><strong>Linha<\/strong><\/p>\n<p>As linhas de pesca eram, a princ\u00edpio, feitas de fibras vegetais ou animais      (algod\u00e3o, c\u00e2nhamo, linho, seda); com a tecnologia moderna, essas fibras foram      substitu\u00eddas por materiais sint\u00e9ticos ou met\u00e1licos, como naylon, dacron, cobre,      monel (liga de n\u00edquel), chumbo revestido de nylon tran\u00e7ado etc.<\/p>\n<p>O nylon monofilamento (com espessura de 0,10 a 2,00 mm) \u00e9 o material mais      utilizado pelos pescadores de \u00e1gua doce e salgada, amadores e profissionais,      para peixes diminutos ou gigantescos. Uma linha altamente especializada \u00e9      a usada principalmente na pesca de trutas e salm\u00f5es com moscas artificiais      (fly casting). <\/p>\n<p>Como estas iscas n\u00e3o tem praticamente peso, houve necessidade de distribuir-se      pela linha o peso que flexiona a vara e que em outros aparelhos est\u00e1 concentrado      numa isca pesada ou chumbada. Assim, nessa modalidade desportiva, a linha      que \u00e9 lan\u00e7ada e n\u00e3o a mosca. Por volta do s\u00e9c. XVII, eram feitas de fios tran\u00e7ados      de crina animal (cauda de cavalo), posteriormente de fios de seda e atualmente      de nylon recoberto por um pl\u00e1stico especial.<\/p>\n<p>Essas linhas s\u00e3o geralmente fusiformes e flutuantes, havendo, por\u00e9m, para      uso em situa\u00e7\u00f5es particulares, linhas que afundam ou que b\u00f3iam parcialmente.      Esse prop\u00f3sito \u00e9 alcan\u00e7ado atrav\u00e9s de controle e gravidade espec\u00edfica do pl\u00e1stico      que recobre a linha. Como existem diversos tipos de varas, de flexibilidade      e comprimento diferentes, fabricam-se linhas de pesos diferentes para atender      a essas varia\u00e7\u00f5es. A cada peso corresponde um n\u00famero que varia de 1 a 12.<\/p>\n<p><strong>Varas de Pesca<\/strong><\/p>\n<p>O aparecimento das varas de pesca resultou da necessidade de ampliar o raio      de a\u00e7\u00e3o do bra\u00e7o do pescador. A princ\u00edpio, quaquer peda\u00e7o de madeira razoavemente      reto era utilizado. O bambu, por ser oco, flex\u00edvel e reto, logo entrou em      uso, e \u00e9 at\u00e9 utilizado em grande escala em todo o mundo. Por volta do s\u00e9c.      XVIII, surgiram na Europa varas de pesca de madeira s\u00f3lida feitas com uma      ou mais se\u00e7\u00f5es. As madeiras mais usadas eram provenientes da Am\u00e9rica do Sul,      lancewood e greenheart. Todavia, apesar de fortes, elas apresentam incovenientes,      como peso demasiado e tend\u00eancia a empenamento. Em 1801, Snart, em sua obra      Pratical observations on angling in the river Trent (Observa\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas      sobre a pesca no rio Trent), mencionou pela primeira vez a vara feita de lascas      de bambu colada uma \u00e0s outras (built cane).<\/p>\n<p>Estas varas, depois confeccionadas com seis tiras de perfil hexagonal, estiveram      em uso at\u00e9 1948, quando o panorama da manufatura de varas de pesca sofreu      radical mudan\u00e7a com a aparecimento da fibra de vidro. Impregnado de resina      sint\u00e9tica, esse material substitui por completo as varas met\u00e1licas (a\u00e7o, ligas      de cobre etc.), muito usadas no per\u00edodo 1920- 1947, e, em grande parte, o      bambu. Imune ao calor, frio, apodrecimento, corros\u00e3o pela \u00e1gua salgada, umidade,      esse material apresenta grande facilidade de recupera\u00e7\u00e3o da forma, mesmo depois      de curvo durante muito tempo. Entretanto, as varas de built cane, delicado      trabalho de artesanato, de pre\u00e7o elevado, continuam contando com a prefer\u00eancia      dos especialistas de pesca com mosca.<\/p>\n<p><strong>Aparecimento dos Molinetes ou Carretilhas<\/strong><\/p>\n<p>O molinete surgiu da necessidade de o pescador ter mais linha \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o,      para um arremesso mais longo ou pra o caso de fisgar um peixe maior. A primeira      men\u00e7\u00e3o ao molinete aparece na obra de Thomas Baker, The art of angling (1651;      A arte da pesca desportiva). A princ\u00edpio era um simples carretel de madeira      adaptado \u00e0 vara de pesca. Em 1810, o relojoeiro norte-americano George Snyder      inventou o primeiro molinete multiplicador, isto \u00e9, aquele que com uma volta      da manivela transmite ao carretel v\u00e1rias revolu\u00e7\u00f5es, aumentatando a capacidade      de recupera\u00e7\u00e3o da linha.<\/p>\n<p>Embora os primeiros molinetes multiplicadores de carretel girat\u00f3rio possam      ser usados na pesca mar\u00edtima, ficou evidente a necessidade de modelos maiores      e mais resistentes \u00e0 corros\u00e3o. Da\u00ed o aparecimento de lat\u00e3o cromado, ligas      de alum\u00ednio etc. Foram, entretanto, as exig\u00eancias dos pescadores de atuns      gigantes da Calif\u00f3rnia que estimularam a inven\u00e7\u00e3o do sistema de freios para      molinetes. Antes do seu advento, o freio era apenas um peda\u00e7o de couro adaptado      exteriormente ao molinete e controlado por press\u00e3o do polegar do pescador.<\/p>\n<p>Deve-se ao engenheiro norte-americano William C. Boschen a inven\u00e7\u00e3o do sistema      de freios com discos de fric\u00e7\u00e3o como \u00e9 hoje conhecido. Diversas vezes aperfei\u00e7oado,      esse sistema permite a captura dos grandes peixes de alto mar, de at\u00e9 uma      tonelada de peso.<\/p>\n<h4>Pesca Esportiva<\/h4>\n<p><strong>A pesca esportiva pode ser dividida em duas categorias, de acordo      com o tipo de isca utilizada:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Com iscas naturais &#8211;<\/strong> embarcada, beira de praia, competi\u00e7\u00e3o;<br \/>\n<strong>Com iscas artificiais &#8211; <\/strong>embarcada, pesca de rodada, competi\u00e7\u00e3o,        oce\u00e2nica. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>&#8220;Catch and Release&#8221; capturar e soltar<\/strong><\/p>\n<p>A pesca \u0093catch and release\u0094(captura e devolu\u00e7\u00e3o) \u00e9 uma modalidade      de pesca esportiva. O pescador n\u00e3o fica com o peixe. O que interessa \u00e9 o esporte,      ou seja, o combate entre o pescador e o peixe at\u00e9 a sua captura para posterior      devolu\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1gua.<\/p>\n<h4>Modalidades<\/h4>\n<p>As seis modalidades que enumeramos a seguir se distinguem pelos equipamentos      utilizados em cada uma delas. Cada modalidade de pesca pode ser dividida em      classes, de acordo com a espessura da linha e o peso da isca utilizada na      pescaria.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1) Bait Casting<\/strong> &#8211; <strong>Essa modalidade se caracteriza        basicamente pelo uso de carretilha. Classes<\/strong>: 1, 2, 3 e 4.<br \/>\n<strong>2) Spin Casting<\/strong> &#8211; <strong>Nessa modalidade utiliza-se molinetes.        Classes<\/strong>: 1,2,3 e 4.<br \/>\n<strong>3) Surf Casting<\/strong> &#8211; <strong>\u00c9 a pesca de arremesso, na qual        se utilizam carretilhas, molinetes, chumbadas, b\u00f3ia e anz\u00f3is. Classe<\/strong>:        3 e 4.<br \/>\n<strong>4) Pesca com caras de bambu<\/strong> &#8211; <strong>Modalidade considerada        rudimentar, na qual se utiliza apenas linha, b\u00f3ia e anz\u00f3is. Classes<\/strong>:        1,2,3 e 4.<br \/>\n<strong>5) Fly Fishing<\/strong> &#8211; Nessa modalidade o equipamento s\u00e3o as        iscas artificiais (tipo mosca). Utiliza-se varas e carretilhas espec\u00edfico.<br \/>\n<strong>6) Corrico<\/strong> &#8211; Modalidade de pesca feita com o barco em movimento,        praticada no mar e em \u00e1gua doce, na qual normalmente se utiliza iscas artificiais.        Classe 1,2,3 e 4.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Classes<\/strong><\/p>\n<p>A pesca esportiva pode ser dividida em diversas classes, de acordo com a      espessura da linha e o peso da isca utilizada.<\/p>\n<p><strong>Classe 1<\/strong> &#8211; ultra leve<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Linha: <\/strong>0,15 a 0,30 mm<br \/>\n<strong>Iscas:<\/strong> entre 2 a 5 g<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Classe 2<\/strong> &#8211; m\u00e9dia<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Linha:<\/strong> 0,30 a 0,40 mm<br \/>\n<strong>Iscas: <\/strong>entre 10 e 30 g<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Classe 3<\/strong> &#8211; m\u00e9dia pesada<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Linha:<\/strong> 0,40 a 0,50 mm<br \/>\n<strong>Iscas: <\/strong>entre 18 a 60 g<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Classe 4<\/strong> &#8211; pesada<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Linha:<\/strong> a partir de 0,50 mm<br \/>\n<strong>Iscas: <\/strong>a partir de 60 g<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Material leve<\/strong> &#8211; Trata-se do material utilizado para a        pesca de peixes pequenos ou at\u00e9 mesmo os maiores na pesca esportiva, quando        o objetivo \u00e9 testar a per\u00edcia t\u00e9cnica do pescador.<br \/>\n<strong>Material m\u00e9dio<\/strong> &#8211; Equipamento de tamanho intermedi\u00e1rio,        usado de acordo com o tamanho da esp\u00e9cie que \u00e9 procurada.<br \/>\n<strong>Material pesado<\/strong> &#8211; Trata-se do equipamento mais forte que        existe no mercado, utilizando para a pesca de grandes peixes.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Equipamentos<\/h4>\n<p><strong>B\u00e1sicos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Anzol<\/strong> &#8211; Artefato met\u00e1lico cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 fisgar o peixe,      podendo ser classificados de acordo com o tipo de ponta, acabamento, tamanho      e formato. A resist\u00eancia \u00e0 ferrugem \u00e9 uma das caracter\u00edsticas mais importantes      de um anzol. Em rela\u00e7\u00e3o ao acabamento, os modelos de colora\u00e7\u00e3o escura s\u00e3o      ideais para \u00e1gua doce, pois a cor evita que os peixes possam v\u00ea-lo. Os modelos      niquelados s\u00e3o mais resistentes \u00e0 corros\u00e3o, pr\u00f3prios para pesca em beira de      praia.<\/p>\n<p>O anzol de chapinha \u00e9 o tipo especial em que o orif\u00edcio superior \u00e9 substitu\u00eddo      por um achatamento da haste do anzol, tornando-o mais resistente, pois n\u00e3o      passa por alguns processos de fabrica\u00e7\u00e3o utilizados nos anz\u00f3is comuns.<\/p>\n<p><strong>B\u00f3ia<\/strong> &#8211; Objeto feito de corti\u00e7a, isopor pl\u00e1stico, madeira,      entre outros materiais. Utilizados para manter a isca na superf\u00edcie, serve      de aviso para quando o peixe atacar a isca.<\/p>\n<p><strong>Carretilha<\/strong> &#8211; Equipamento que permite ao pescador o tracionamento      da linha para recolher o peixe. \u00c9 muito recomendada para a pesca pesada, entretanto      o seu manejo \u00e9 mais dif\u00edcil quando comparado ao molinete.<\/p>\n<p><strong>Molinete<\/strong> &#8211; Trata-se de um equipamento de pesca que traciona      a linha como uma carretilha. A maioria dos pescadores aprova o molinete por      causa da sua facilidade de manuseio.<\/p>\n<p><strong>Chumbada<\/strong> &#8211; Serve para dar peso \u00e0 linha e manter a isca abaixo      da superf\u00edcie da \u00e1gua. Existem tr\u00eas tipos que utilizadas de acordo com o local      da pesca.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Pesca de rio:<\/strong> chumbada tipo oliva<br \/>\n<strong>Pesca de praia:<\/strong> chumbada tipo pir\u00e2mide<br \/>\n<strong>Pesca de cost\u00e3o:<\/strong> chumbada tipo gota ou pingo d\u0092\u00e1gua.      <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Fly<\/strong> &#8211; Existe uma variedade muito grande, s\u00e3o iscas que imitam      pequenos insetos.<\/p>\n<p><strong>Iscas artificiais<\/strong> &#8211; As iscas artificiais s\u00e3o recomendadas      para a pesca de peixes predadores. <strong>Existem milhares de modelos, entretanto      para uma classifica\u00e7\u00e3o mais did\u00e1tica, elas podem ser divididas em tr\u00eas tipos,      de acordo com a forma de a\u00e7\u00e3o: <\/strong>Iscas de superf\u00edcie, de meia \u00e1gua      e de fundo.<\/p>\n<p><strong>Spinner<\/strong> &#8211; Isca artificial provida de anzol simples ou garat\u00e9ia.      Trata-se de uma pequena colher que, pela a\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, gira em torno de um      eixo, atraindo os peixes. Pode ser guarnecida por penas ou cerdas em v\u00e1rias      cores. <\/p>\n<p><strong>Locais<\/strong><\/p>\n<p>Existem v\u00e1rios locais no mar, onde o pescador pode encontrar bons peixes.    <\/p>\n<p><strong>Veja a seguir como s\u00e3o distribu\u00eddos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Alto-mar<\/strong> &#8211; Parte mais afastada do litoral, \u00e0s vezes al\u00e9m        do mar territorial.<br \/>\n<strong>Cost\u00f5es<\/strong> &#8211; Forma\u00e7\u00f5es de pedra que margeiam o litoral. Os        melhores locais s\u00e3o aqueles onde se reproduzem alguns organismos como cracas,        mariscos e ostras, pois atraem os peixes.<br \/>\n<strong>Praia<\/strong> &#8211; Entre as linhas de arrebenta\u00e7\u00e3o se encontram os        canais (val\u00f5es), locais que os peixes costumam circular em cardumes a procura        de alimento.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Esp\u00e9cies<\/strong><\/p>\n<p>A seguir, enumeramos uma variedade de peixes predadores e n\u00e3o-predadores      do territ\u00f3rio brasileiro, focalizando as regi\u00f5es onde eles se encontram.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Albacora<\/strong> &#8211; Tamb\u00e9m conhecido como atum, \u00e9 encontrado em        alto-mar.<br \/>\n<strong>Apap\u00e1<\/strong> &#8211; Bacia Amaz\u00f4nica.<br \/>\n<strong>Aruan\u00e3<\/strong> &#8211; Bacia Amaz\u00f4nica.<br \/>\n<strong>Bagre<\/strong> &#8211; Todo territ\u00f3rio brasileiro.<br \/>\n<strong>Betara<\/strong> &#8211; Litoral.<br \/>\n<strong>Bicuda<\/strong> &#8211; Tamb\u00e9m conhecida como barracuda, pode ser encontrada        em alto-mar, cost\u00f5es, foz de<br \/>\n       rios e canais do litoral, exceto na Regi\u00e3o Norte.<br \/>\n<strong>Black-bass<\/strong> &#8211; Represas das regi\u00f5es Sul e Sudeste.<br \/>\n<strong>Cachorra<\/strong> &#8211; Litoral.<br \/>\n<strong>Ca\u00e7\u00e3o<\/strong> &#8211; Litoral.<br \/>\n<strong>Camarupim<\/strong> &#8211; Litoral, exceto na Regi\u00e3o Sul.<br \/>\n<strong>Carpa<\/strong> &#8211; Rios, a\u00e7udes e lagos.<br \/>\n<strong>Cavala<\/strong> &#8211; Litoral.<br \/>\n<strong>Cherne<\/strong> &#8211; Peixe muito utilizado na pesca comercial. \u00c9 encontrado        em alto-mar nos canais do litoral<br \/>\n       e em rios.<br \/>\n<strong>Corvina<\/strong> &#8211; Existem duas esp\u00e9cies, uma encontrada no mar        e outra em \u00e1gua doce como a\u00e7udes,<br \/>\n       rios, lagos e represas.<br \/>\n<strong>Dourado<\/strong> &#8211; Rios e Bacia do Prata.<br \/>\n<strong>Dourado-do-mar<\/strong> &#8211; Alto-mar.<br \/>\n<strong>Enchova<\/strong> &#8211; Litoral brasileiro, nas regi\u00f5es Sul e Sudeste.<br \/>\n<strong>Garoupa<\/strong> &#8211; Litoral brasileiro, com maior incid\u00eancia nas        regi\u00f5es Nordeste e Sudeste.<br \/>\n<strong>Ja\u00fa<\/strong> &#8211; Peixe fluvial, encontrado em po\u00e7os profundos, no        meio dos rios ou em suas margens .<br \/>\n<strong>Lambari<\/strong> &#8211; Todo territ\u00f3rio brasileiro.<br \/>\n<strong>Marlim-branco<\/strong> &#8211; Alto-mar<br \/>\n<strong>Matrinch\u00e3<\/strong> &#8211; Bacia Amaz\u00f4nica.<br \/>\n<strong>Pacu<\/strong> &#8211; Rios de todo terriot\u00f3rio brasileiro, e por peixamento        em represas lagos e barragens.<br \/>\n<strong>Pargo<\/strong> &#8211; Peixe muito utilizado na pesca comercial. \u00c9 encontrado        no litoral e em alto-mar.<br \/>\n<strong>Piava<\/strong> &#8211; Represas e a\u00e7udes.<br \/>\n<strong>Robalo-flecha e robalo-peva<\/strong> &#8211; Cost\u00f5es, praias, rios e canais        do litoral.<br \/>\n<strong>Sailfish<\/strong> &#8211; Alto-mar.<br \/>\n<strong>Surubim-cachara, surubim-chicote, surubim-pintado<\/strong> &#8211; Pantanal;        Mato-grossense.<br \/>\n<strong>Til\u00e1pia<\/strong> &#8211; Represas<br \/>\n<strong>Tra\u00edra e trair\u00e3o<\/strong> &#8211; remanso de rios, represas e lagos.<br \/>\n<strong>Truta<\/strong> &#8211; Rios, corredeiras e remansos.<br \/>\n<strong>Tucunar\u00e9<\/strong> &#8211; Bacia Amaz\u00f4nica e, devido ao peixamento, em        todo territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Gloss\u00e1rio<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>\u00c1gua Azul<\/strong> &#8211; Tonalidade de \u00e1gua que identifica a corrente        do Brasil. Ali se encontram as esp\u00e9cies marinhas mais esportivas, como Dourados,        Marlins, Albacoras, Atuns etc. Entre outubro e mar\u00e7o, dependendo da posi\u00e7\u00e3o        goegr\u00e1fica, essa corente se aproxima da costa, ficando em alguns casos a        apenas 10 ou 15 km do litoral, como no Nordeste. No Sul e Sudeste a dist\u00e2ncia        varia entre 50 a 100 km. O azul \u00e9 escuro \u00e9 escuro profundo, facilmente identific\u00e1vel.<br \/>\n<strong>Alevino<\/strong> &#8211; S\u00e3o os filhotes dos peixes logo ap\u00f3s a desova        ou eclos\u00e3o dos ovos. Forma embrion\u00e1ria dos peixes.<br \/>\n<strong>Alto-mar<\/strong> &#8211; tamb\u00e9m chamado mar aberto ou mar alto. \u00c9 a parte        do mar mais afastada do litoral, \u00e0s vezes fora das \u00e1guas territoriais. Por\u00e9m,        dependendo da posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, o alto-mar pode come\u00e7ar apenas alguns        quil\u00f4metros da costa.<br \/>\n<strong>Anzol<\/strong> &#8211; Artefato de me5al que cumpre a fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica        de fisgar o peixe. A Mustad, um dos maiores fabricantes de anz\u00f3is em todo        omundo, produz mais de 18 mil modelos diferentes, para todos os tipos de        peixes e pescarias. Os anz\u00f3is podem ser simples, duplos ou triplos (veja        garat\u00e9ias).<br \/>\n<strong>Anzol chapinha<\/strong> &#8211; \u00c9 um tipo especial de anzol onde o orif\u00edcio        da parte superior \u00e9 substitu\u00eddo por um simples achatamento da pr\u00f3pria haste        so anzol. Trata-se de um anzol mais resistente, porque passa por uma opera\u00e7\u00e3o        a menos no seu processo de fabrica\u00e7\u00e3o. Deve ser amarrado de maneira especial.<br \/>\n<strong>Arroz cozido<\/strong> &#8211; \u00c9 usado para a pesca de v\u00e1rios tipos de        peixe. Deve ser cozido apenas na \u00e1gua, sem qualquer tipo de tempo. Deve-se        colocar no anzol o gr\u00e3o isoladamente.<br \/>\n<strong>Batatinha-do-mar<\/strong> &#8211; Crust\u00e1ceo muito comum em todo litoral        brasileiro, normalmente encotrado nas pedras de cost\u00f5es. Uma das melhores        iscas para se pescar no pr\u00f3prio local onde \u00e9 encontrada.<br \/>\n<strong>Barbela<\/strong> &#8211; Sali\u00eancia em forma de cunha existente na parte        dianteira dos plugs de meia-\u00e1gua e de produndidade. Seu tamanho, inclina\u00e7\u00e3o        \u00e9 que formato \u00e9 de determinam a a\u00e7\u00e3o da isca dentro da \u00e1gua.<br \/>\n<strong>B\u00f3ia<\/strong> &#8211; Artefatos de corti\u00e7a, isopor, pl\u00e1stico, madeira        ou outros materiais, que serve para manter isca na superf\u00edcie (ou \u00e0 profundidade        que se deseja), servindo ainda de aviso quando o peixe ataca a isca.<br \/>\n<strong>Caranguejo<\/strong> &#8211; Cust\u00e1ceo muito comum no litoral brasileiro.        Tanto pode ser encontrado nos mangues, como nas pedras ou mesmo nas prais.        Serve como isca pra v\u00e1rios tipos de peixe.<br \/>\n<strong>Carn\u00edvoro<\/strong> &#8211; S\u00e3o chamados peixes predadores. Peixes que        se alimentam de outros peixes.<br \/>\n<strong>Carretilha<\/strong> &#8211; Equipamento de pesca que cumpre a fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica        de tracionar a linha, permitindo o recolhimento do peixe quando fisgado.        Fun\u00e7\u00e3o que \u00e9 desempenhada tamb\u00e9m pelo molinete. Na carretilha, por\u00e9m, a        capacidade de tra\u00e7\u00e3o \u00e9 maior. Em compensa\u00e7\u00e3o, at\u00e9 que se adquira a pr\u00e1tica        suficiente, manejo da carretilha \u00e9 mais dif\u00edcil que o do molinete. \u00c9 muito        usada no Sul do brasil e recomendada para a pesca pesada.<\/p>\n<p><strong>Chumbada<\/strong> &#8211; <strong>Basicamente existem tr\u00eas tipos de chumbada,        usadas de acordo com a pesca que se est\u00e1 praticando:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Pesca de rio:<\/strong> chumbada tipo oliva.<br \/>\n<strong>Pesca de praia:<\/strong> chumbada tipo pir\u00e2mide.<br \/>\n<strong>Pesca de cost\u00e3o:<\/strong> chumbada tipo gota ou pingo d\u0092\u00e1gua.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Chumbada oliva, solta na linha, deve ser usada em \u00e1gua-doce ou no mar,        quando se pesca com linha curta.<br \/>\n       Chumbada pir\u00e2mide \u00e9 usada na pesca de praia. Por causa do seu formato, ela        se fixa na areia, n\u00e3o permitindo que as ondas arrastem a isca de volta \u00e0        praia. Existem ainda varia\u00e7\u00e3o de chumbada utilizadas pesca de praia, como        aranha, garra, cogumelo etc.<br \/>\n<strong>Chumbada gota \u00e9 utilizada na pesca de cost\u00f5es<\/strong>: quando recolhida        pela hidrodin\u00e2mica, ela sobe mais r\u00e1pido, evitando o enrosco de pedras (o        recolhimento caso deve ser r\u00e1pido e cont\u00ednuo). Colher e moeda s\u00e3o outros        tipos de chumbada para cost\u00e3o.<br \/>\n<strong>Colher<\/strong> &#8211; Artefato de metal confeccionado com um s\u00f3 anzol        ou garat\u00e9ia, de v\u00e1rios formatos e cores. <strong>Usa-se principalmente para        a pesca de corrico, tanto no mar quanto em \u00e1gua-doce<\/strong>: a colher        (geralmente cromada) imita os movimentos de pequenos peixes, atraindo peixes        maiores.<br \/>\n<strong>Coquinho<\/strong> &#8211; Pequenos frutos de v\u00e1rias tipos de coqueiros,        que se tornam excelentes iscas para v\u00e1rias esp\u00e9cies de peixes como (Pacu,        Jatuarana, Tambaqui, etc.), principalmente na \u00e9poca das cheias.<br \/>\n<strong>Corixo<\/strong> &#8211; Pequenos rios que se formam com a vaz\u00e3o das \u00e1guas        das cheias ou pequenas nascentes. Termo muito usado no Pantanal.<br \/>\n<strong>Corrico<\/strong> &#8211; Modalidade de pesca feita com o barco em movimento.        Pode ser praticada tanto no mar quanto em \u00e1gua-doce. Normalmente s\u00e3o usadas        iscas artificiai (principalmente plugs e colheres), mas tamb\u00e9m pode ser        usada isca natural.<br \/>\n<strong>Corrupto<\/strong> &#8211; Crust\u00e1ceo encontrado praticamente em todas as        praias do litoral brasileiro. <strong>\u00c9 apanhado principalmente no hor\u00e1rio        das mar\u00e9s baixas<\/strong>: o que denuncia sua presen\u00e7a s\u00e3o pequenos furos        na areia molhada da praia. Costuma se retirado com ima esp\u00e9cie de bomba        de suc\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Cost\u00f5es<\/strong> &#8211; S\u00e3o forma\u00e7\u00f5es de pedra que margeiam o litoral        ou mesmo as ilhas. Os melhores cost\u00f5es para pesca s\u00e3o aqueles ricos em organismos        vivos, como cracas, mariscos, ostas, etc.<br \/>\n<strong>Empate<\/strong> &#8211; Termina\u00e7\u00e3o de nylon (normalmente mais forte do        que a linha que est\u00e1 sendo usada), que serve para guarnecer os anz\u00f3is ou        iscas artificiais. Pode ser feito tamb\u00e9m em arame de a\u00e7o.<br \/>\n<strong>Encastoado<\/strong> &#8211; O mesmo que empate, por\u00e9m feito exclusivamente        com arame para fisgar peixes providos de dentes afiados.<br \/>\n<strong>Figos<\/strong> &#8211; Pequeno frutos normalmente encontrados \u00e0 beira        de rios ou represas, servindo de alimento e de excelente isca para v\u00e1ria        esp\u00e9cies de peixes.<br \/>\n<strong>Fly<\/strong> &#8211; Uma das mais antigas modalidades de pesca em todo        mundo. Usa-se vara e carretilha especiais e iscas, na maioria das vezas,        imitando pequenos insetos. Ao contr\u00e1rio do arremesso com carretilha ou molinete        tradicionas (em que se usa o peso da isca e da chumbada), na modalidade        de fly utiliza-se apenas o peso da pr\u00f3pria linha.<br \/>\n<strong>Gafanhoto<\/strong> &#8211; Inseto muito usado na pesca de v\u00e1riaa esp\u00e9cies        de peixe. Usa-se com linha curta, sem chumbo, mantendo-se a isca na superf\u00edcie        da \u00e1gua.<br \/>\n<strong>Garat\u00e9ia<\/strong> &#8211; Tipo de anzol com duas ou tr\u00eas pontas, usado        com iscas naturais ou artificiais. A legisla\u00e7\u00e3o pro\u00edbe o seu uso na chamada        \u0093pesca de lambada\u0094, que consiste no arremesso delinha no meio        do um cardume &#8211; pr\u00e1tica considerada antiesportiva e criminosa.<br \/>\n<strong>Guai\u00e1<\/strong> &#8211; Esp\u00e9cie de caranguejo comum no litoral brasileiro,        tendo como habitat principal as fendas pedras nos cost\u00f5es.<br \/>\n<strong>I\u00e7a<\/strong> &#8211; Isento voador muito comum no in\u00edcio da primavera.        Pertence \u00e0 fam\u00edlia das sa\u00favas e \u00e9 das formigueiros que sai na primavera        (servindo at\u00e9 de alimento em algumas regi\u00f5es do Brasil). <strong>Costuma-se        utiliz\u00e1-lo como isca para diversas esp\u00e9cies de peixe de \u00e1gua-doce<\/strong>:        deve ser iscado com linha curta, sem chumbada, permanecendo na superf\u00edcie        da \u00e1gua.<br \/>\n<strong>Igarap\u00e9<\/strong> &#8211; O mesmo que corixo. O termo, por\u00e9m, s\u00f3 \u00e9 usado        na Bacia Amaz\u00f4nica.<br \/>\n<strong>Jenipapo<\/strong> &#8211; Fruta muito comum em todo territ\u00f3rio brasileiro.        Na beira de rio, \u00e9 excelente ceva ou isca para diversas esp\u00e9cies de peixe.        Dependendo do tamanho, pode ser iscado inteiro ou em peda\u00e7o.<br \/>\n<strong>Jigg<\/strong> &#8211; Anz\u00f3is guarnecidos com chumbo, cerdas ou penas,        classificados na categoria de isca artificiais. Recebe tamb\u00e9m o nome de        boneca, vassourinha ou peninha.<br \/>\n<strong>Laranjinha<\/strong> &#8211; Fruta da regi\u00e3o Centro-Oeste do Brasil. Assemelha-se        a uma pequena laranja, inclusive no cheiro. Atinge no m\u00e1ximo 4 cm de di\u00e2metro        e deve ser usada (inteira ou em peda\u00e7o) quando madura fica amarela. \u00d3tima        para a pesca do Pacu.<br \/>\n<strong>Linha<\/strong> &#8211; S\u00e3o v\u00e1rios ddos tipos, di\u00e2metros e cores de linha.        Na pesca, o monofilametno de nylon \u00e9 o mais usado. Existem ainda linhas        feitas de tecido e metal. Houve tempo em que se usava at\u00e9 crina de cavalo.<br \/>\n<strong>Macarr\u00e3ozinho<\/strong> &#8211; Tipo de isca muito usada na pesca de Lambari        e outros peixes pequenos. \u00c9 um produtoindustrializado nas lojas de pesca.        Deve ser cozido s\u00f3 em \u00e1gua, sem tempero e passaod no fub\u00e1.<br \/>\n<strong>Material Leve<\/strong> &#8211; Entende-se por material leve o equipamento        de pesca composto por vara, molinete, carretilha, linha, chumbada e anzol        de propor\u00e7\u00f5es pequenas &#8211; as menores do mercado. \u00c9 o material que se usa        para a pesca de esp\u00e9cies maiores, quando se objetiva uma pesca de alta esportividade,        onde a per\u00edcia do pescador \u00e9 colocada \u00e0 prova.<br \/>\n<strong>Material M\u00e9dio<\/strong> &#8211; Equipamento (vara, molinete, carretilha,        linha, chumbada e anz\u00f3is) de tamanho intermedi\u00e1rio, utilizado de acordo        como o tamanho da esp\u00e9cie que se procura. Pode ser utilizado tamb\u00e9m, com        esportividade para esp\u00e9cies maiores.<br \/>\n<strong>Material Pesado<\/strong> &#8211; \u00c9 o material mais forte existente no        mercado, utilizado para a pesca dos grandes peixes como Ja\u00fas, Marlins, Pira\u00edbas,        Meros, etc.<br \/>\n<strong>Melancia-do-Pacu<\/strong> &#8211; Fruta comum na regi\u00e3o Centro-Oeste do        Brasil. Como o nome sugere, assemelha-se a uma melancia, tendo por\u00e9m o di\u00e2metro        menor que um tomate. Pode ser usada inteira ou em peda\u00e7o e, como o pr\u00f3prio        nome diz, \u00e9 excelente para a pesca do Pacu (principalmente com barco apoitado).<br \/>\n<strong>Minhoca Artificial<\/strong> &#8211; Artefatos de pl\u00e1sticos, de v\u00e1rias        cores, imitando as minhocas. Trata-se da melhor isca para a pesca do Balk-bass,        na modalidade de fundo. H\u00e1 not\u00edcias de Tucunar\u00e9s e Robalos fisgados com        esse tipo de isca.<br \/>\n<strong>Molinete<\/strong> &#8211; Equipamento de pesca de origem francesa, que        cumpre a fun\u00e7\u00e3o de tracionar a linha, como a carretilha. \u00c9 preferido pela        maioria dos pescadores devido a facilidade de sei manuseio.<br \/>\n<strong>Mu\u00e7um<\/strong> &#8211; Tamb\u00e9m conhecido por Mo\u00e7orongo ( ou Mu\u00e7urungo),        este peixe tem respira\u00e7\u00e3o pulmonar e, por isso, \u00e9 capaz de resistir por        longos per\u00edodos fora da \u00e1gua. Muito usado como pesca no Pantanal, e tamb\u00e9m        , no litoral. <strong>Outros sin\u00f4nimos<\/strong>: Ambor\u00e9, Amor\u00e9, Embor\u00e9,        Enguia, Peixe-cobra, Piramb\u00f3ia.<br \/>\n<strong>Ocelo<\/strong> &#8211; Mancha arredondada, em forma de olho, que aparece        em v\u00e1rias esp\u00e9cies de peixe. A mais conhecida \u00e9 a que caracteriza o Tucunar\u00e9        (aparecendo ao lado da nadadeira caudal).<br \/>\n<strong>Ov\u00edparo<\/strong> &#8211; \u00c9 o peixe que p\u00f5es ovos e que se reproduz por        meio de ovoes. Contr\u00e1rio de viv\u00edparos (que as reproduzem atrav\u00e9s dp desenvolvimento        do embri\u00e3o dentro do organismo materno).<br \/>\n       Ovoviv\u00edparos &#8211; \u00c9 o peixe cujo ovo \u00e9 incubado dentro do organismo materno,        embora sem se nutrit desse organismo.<br \/>\n<strong>Parcel<\/strong> &#8211; Forma\u00e7\u00e3o de rochas mar\u00edtimas, parcialmente submersas        ou n\u00e3o. Geralmente locais apropriados para pesca de v\u00e1rias esp\u00e9cies de peixe.<br \/>\n<strong>Plug<\/strong> &#8211; Iscas artificiais em formatos diversos imitando        pequenos peixes. Podem ser de madeira, pl\u00e1stico ou outros materiais. Com        barbela ou n\u00e3o podem ser trabalhados na superf\u00edcie, meia-\u00e1gua ou profundidade.<br \/>\n<strong>Pend\u00fanculo<\/strong> &#8211; Parte do corpo do peixe , geralmente mais        estreita, que liga a nadadeira caudal ao corpo propriamente dito.<br \/>\n<strong>Pitu<\/strong> &#8211; Esp\u00e9cie de camar\u00e3o de \u00e1gua-doce. Ocorre em todo        o Brasil, sendo mais encontrado em \u00e1guas pr\u00f3ximas do litoral. Excelente        isca.<br \/>\n<strong>Saguarit\u00e1<\/strong> &#8211; Esp\u00e9cie de caramujo, de colora\u00e7\u00e3o amarela-esverdeada,        encontrada nos cost\u00f5es mar\u00edtimos. Excelente isca para diversas esp\u00e9cies        de peixe. \u00c9 preciso quebrar sua casca dura e resistente, podedo ser iscado        inteiro ou em peda\u00e7o.<br \/>\n<strong>Sarnabi<\/strong> &#8211; Molusco encontrado no litoral brasileiro, principalmente        no Sul. Vive nas praias, enterrado na areia, sendo encontrado at\u00e9 20 cm        de profundidade. Serve de isca para v\u00e1rias esp\u00e9cies marinhas.<br \/>\n<strong>Siri<\/strong> &#8211; Crust\u00e1ceo muito comum no litoral brasileiro, utilizado        como isca para v\u00e1rias esp\u00e9cies de peixe. Na hora do manuseio deve-se tomar        cuiddo com sas garras capazes de provocar ferimentos.<br \/>\n<strong>Siriri<\/strong> &#8211; Tamb\u00e9m conhecido por sabitu, i\u00e7-bitu ou vitu,        \u00e9 um inseto muito comum na primavera, sende atra\u00eddo por qualquer tipo de        luz, Corresponde ao macho dos i\u00e7as.<br \/>\n<strong>Spinner<\/strong> &#8211; Isca artificial provida de anzol simples ou garat\u00e9ia.        Trata-se de uma pequena colher que, pela a\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, gira em torno de        um eixo, atraidno os peixes. Pdoe ser guarnecida por penas ou cerdas em        v\u00e1rias cores.<br \/>\n<strong>Tatu\u00edra<\/strong> &#8211; Tamb\u00e9m chamada por tatuzinho. \u00c9 um crust\u00e1ceo        encontrado somente nas praias. Assemelha-se a um pequeno besouro, de cor        cinza. Aparece na areia com a movimenta\u00e7\u00e3o da ondas. Excelente para a pesca        de peixes de praia<br \/>\n<strong>Tucum <\/strong>&#8211; Esp\u00e9cie de coquinho encontrado, em v\u00e1rias regi\u00f5es        do Brasil. No Pantanal, durante as cheia, \u00e9 a melhor isca para o Pacu (principalmente        na modalidade de batida). De prefer\u00eancia, deve ser iscado verde e inteiro        (quando maduro tem cor arroxeada. Deve-se tomar cuidado no momento de apanh\u00e1-lo        no p\u00e9, uma vez que a palmeira \u00e9 protegida por muitos espinhos.<br \/>\n<strong>Viv\u00edparo<\/strong> &#8211; \u00c9 o peixe que se reproduz desenvolvendo o embri\u00e3o        do alevino dentro do organismo materno. Contr\u00e1rio do ov\u00edparo, que se reproduz        atrav\u00e9s de ovos.<br \/>\n<strong>Viv\u00edparo<\/strong> &#8211; \u00c9 o peixe que se reproduz desenvolvendo o embri\u00e3o        do alevino dentro do organismo materno. Contr\u00e1rio de ov\u00edparo, que reproduz        atrav\u00e9s de ovos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Tipos de Pesca<\/h4>\n<p>Hoje em dia podemos dizer que existem tantos tipos de pesca quanto os tipos      de peixes, isso porque cada um desenvolve seu pr\u00f3prio estilo, suas pr\u00f3prias      iscas, encontramos sempre uma forma diferente para conseguirmos colocar a      m\u00e3o em um grande e gordo exemplar de peixe.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, sempre teremos tipos de pesca padr\u00e3o de onde come\u00e7amos e vamos melhorando      ou adaptando com o passar do tempo.<\/p>\n<p><strong>Tipos mais conhecidos e praticados:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Arremesso<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se de uma das modalidades de pesca esportiva mais t\u00e9cnicas que a cada      dia vem ganhando mais adeptos. Para esse tipo de pesca \u00e9 necess\u00e1rio conhecer      o comportamento dos peixes, bem como as caracter\u00edsticas dos locais onde se      pretende pesc\u00e1-los.<\/p>\n<p>A pesca de arremesso pode ser feita com iscas naturais ou artificiais. A      isca \u00e9 movimentada para dar a impress\u00e3o de um peixe vivo ou qualquer outro      tipo de animal, como um sapo ou uma minhoca, ou para tentar imitar um peixe      fugindo ou ferido. As iscas artificiais mais utilizadas s\u00e3o os Plugs de meia      \u00e1gua, de fundo e de superf\u00edcie, Jigs, colheres e Spinners.<\/p>\n<p>O arremesso deve ser o mais preciso poss\u00edvel, pois isso far\u00e1 a diferen\u00e7a      no sucesso da pescaria.<\/p>\n<p><strong>Barranco<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se da modalidade de pesca mais popular em todo o mundo e onde se encontram      alguns dos mais tarimbados pescadores, amigos de longa data do rio ou represa      de sua cidade. A beira de um rio, lago ou represa \u00e9 o lugar perfeito para      a constru\u00e7\u00e3o de ranchos de pesca ou para acampamentos. O apego deles por seu      &#8220;ranch\u00e3o&#8221; favorito demonstra a import\u00e2ncia que tem a escolha do      lugar ideal.<\/p>\n<p><strong>Os equipamentos indicados s\u00e3o diversos:<\/strong> varas com molinete      ou carretilha, cani\u00e7o simples de bambu ou varas telesc\u00f3picas de carbono com      molinete ou carretilha, al\u00e9m da tradicional linha de m\u00e3o.<\/p>\n<p>Um artificio que pode melhorar o rendimento da pescaria \u00e9 a ceva mensal ou      semanal. Deixa-se algum tipo de alimento, como milho seco ou verde, mandioca,      massa, ra\u00e7\u00e3o, farelo de arroz ou restos de comida, para acostumar as peixes      a comer no local.<\/p>\n<p>Talvez esse tipo de pescador tenha sido o mais prejudicado pela polui\u00e7\u00e3o      e devasta\u00e7\u00e3o, o que torna cada vez mais distantes os bons pontos de pesca.<\/p>\n<p><strong>Canal<\/strong><\/p>\n<p>O canal de \u00e1guas calmas tamb\u00e9m permite boas pescarias. O sistema mais usado      \u00e9 o de b\u00f3ias luminosas com pernada de cerca de um metro, encastroadores e      garat\u00e9ias. Durante o dia, a maior atra\u00e7\u00e3o fica por conta dos irriquietos Carapaus.      Os peixes Espada, abundantes durante o ano inteiro, embora sejam mais procurados,      s\u00f3 s\u00e3o encontrados durante a noite. Robalos e Vermelhos, entre outros, tamb\u00e9m      podem ser fisgados nas bocas dos rios e debaixo dos atracadores. <\/p>\n<p>A melhor isca para os Carapaus s\u00e3o peda\u00e7os de camar\u00e3o. Mas n\u00e3o rejeitam as      iscas artificiais, como jips, grubs e pequenas lulas de borracha.<\/p>\n<p>Nos piers onde as pescarias ainda s\u00e3o permitidas, podem ser capturados uma      grande quantidade de peixes mi\u00fados, mas existe a chance de fisgar um Vermelho      ou mesmo um Robalo durante o dia.<\/p>\n<p><strong>Corrico<\/strong><\/p>\n<p>Na pesca de corrico, o barco permanece em movimento com o motor ligado. A      isca pode ser natural ou artificial. A t\u00e9cnica consiste em arrastar a isca      a uma dist\u00e2ncia entre 20 a 50 metros, com a embarca\u00e7\u00e3o em baixa velocidade.      Ao ser puxada pelo barco, a isca d\u00e1 a impress\u00e3o de estar viva.<\/p>\n<p>S\u00e3o utilizadas varas curtas e bem refor\u00e7adas (cerca de 1,8 a 2,5 metros,      em m\u00e9dia) e as linhas devem acompanhar a a\u00e7\u00e3o do equipamento. Nessa modalidade,      as carretilhas permitem um melhor desempenho.<\/p>\n<p><strong>Cost\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A pesca em cost\u00e3o \u00e9 uma modalidade executada em zonas rochosas do nosso litoral.      O material de pesca deve ser sempre equilibrado para esta atividade e deve      sempre estar localizado acima da marca da maior mar\u00e9, evitando, assim poss\u00edveis      acidentes. Em rela\u00e7\u00e3o ao equipamento, o tipo de ambiente ser\u00e1 o definido considerando      o tipo de arrebenta\u00e7\u00e3o, fundo, etc. De uma forma geral, deve-se ter uma vara      de 2,0 a 3,5 metros de comprimento e molinete ou carretilha de porte m\u00e9dio.      \u00c9 indicado o uso de um arranque de 5,0 metros de comprimento de linha 0,50      mm. <\/p>\n<p><strong>O empate deve ser preparado da seguinte maneira:<\/strong> na extremidade      do arranque deve-se prender um distorcedor; dele devem partir 2 linhas (uma      linha 0,35 mm e comprimento de 60 cm para a chumbada e outra linha de 0,50      mm com 30 cm de comprimento com o anzol. Este empate \u00e9 importante para garantir      a preserva\u00e7\u00e3o do peixe caso a chumbada agarre nas pedras); o chumbo deve ser      de bordas arredondadas pois essa forma dificulta prender nas pedras.<\/p>\n<p>O pescador deve escolher com cuidado seu cal\u00e7amento porque &#8220;um escorreg\u00e3o      &#8221; pode resultar num acidente de graves conseq\u00fc\u00eancias e at\u00e9 fatal. Outra      dica interessante \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o de ceva. Geralmente s\u00e3o feitas com elementos      do ambiente, como por exemplo os mariscos encontrados na pedra, entretanto,      pode-se utilizar peda\u00e7os de sardinha, camar\u00e3o, caranguejos de pedra, etc.      A massa de ceva deve ser acondicionada em recipiente que permita a sa\u00edda dos      l\u00edquidos da ceva para a \u00e1gua e deve ser posicionada pr\u00f3xima ao local pretendido      para a realiza\u00e7\u00e3o da pescaria. O uso de uma linha unindo a ceva ao pescador      pode ser \u00fatil, permitindo que o pescador execute a libera\u00e7\u00e3o de maior quantidade      de ceva atrav\u00e9s de pequenos &#8220;pux\u00f5es&#8221; no fio.<\/p>\n<p>As iscas artificiais podem ser colheres, jigs, plugs e as naturais as baratinha      do mar, camar\u00e3o (vivo ou morto), cejo, lula, marisco, mexilh\u00e3o, pequenos peixes      vivos ou mortos, polvo, sarnamb\u00ed e siris.<\/p>\n<p><strong>Esportiva<\/strong><\/p>\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o da pesca esportiva, criando leis que protejam as esp\u00e9cies,      limites para a captura ou at\u00e9 mesmo proibindo toda e qualquer captura de determinada      esp\u00e9cie em conjunto com outros procedimentos como a ado\u00e7\u00e3o do pesque e solte      por um grande numero de pescadores, \u00e9 fundamental em alguns cursos d&#8217;\u00e1gua,      uma vez que a pesca \u00e9 t\u00e3o popular que muitas vezes a demanda excede a capacidade      de produ\u00e7\u00e3o de um ambiente aqu\u00e1tico. Pescar e soltar \u00e9 uma parte da solu\u00e7\u00e3o!!!<\/p>\n<p>Soltando um peixe, o pescador esta dando a chance para que ele seja reciclado      e possa ser pescado por outros, e al\u00e9m disso d\u00e1 a ele a chance de se reproduzir,      o que \u00e9 fundamental para a manuten\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de peixes do local. Isto      resulta tamb\u00e9m no aumento do tamanho m\u00e9dio dos peixes.<\/p>\n<p>O &#8220;Pega e Solta&#8221; \u00e9 uma pr\u00e1tica que se torna cada vez mais popular      a medida que os pescadores esportivos se conscientizam das reais condi\u00e7\u00f5es      das popula\u00e7\u00f5es de algumas esp\u00e9cies de peixes esportivos. Praticar o &#8220;Pega      e Solta&#8221;, n\u00e3o \u00e9 simplesmente soltar um peixe ap\u00f3s a captura. <\/p>\n<p><strong>Existem algumas regras simples que devemos seguir para minimizar      a mortalidade dos peixes ap\u00f3s a soltura, como por exemplo:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Usar equipamento apropriado ao porte do peixe, e quando fisgamos um peixe        \u00e9 recomend\u00e1vel traz\u00ea-lo o mais breve poss\u00edvel para terra ou barco. Usar        equipamento leve, pode tornar a batalha entre o pescador e o peixe mais        emocionante, entretanto quanto maior for o tempo de dura\u00e7\u00e3o desta luta,        mais estressado ficar\u00e1 o peixe, e ele poder\u00e1 morrer ao ser solto devido        ao acumulo de \u00e1cido l\u00e1ctico liberado na musculatura.<br \/>\n       Utiliza\u00e7\u00e3o de anz\u00f3is e garat\u00e9ias sem farpas e de prefer\u00eancia confeccionados        de materiais n\u00e3o inoxid\u00e1veis. O uso de anz\u00f3is sem farpa tem se tornado popular        entre os pescadores esportivos, uma vez que n\u00e3o h\u00e1 um incremento significativo        de ferradas perdidas, antes, pelo contr\u00e1rio, alguns pescadores dizem ter        melhorado seus desempenhos uma vez que a farpa nos anz\u00f3is pode prejudicar        a penetra\u00e7\u00e3o dos mesmos. A tarefa de remo\u00e7\u00e3o dos anz\u00f3is fica muito mais        f\u00e1cil e diminui o risco de machucar o peixe durante este ato.<br \/>\n       Se poss\u00edvel, mantenha o peixe dentro d&#8217;\u00e1gua, durante a tarefa de remo\u00e7\u00e3o        os anz\u00f3is. Utilize alicates apropriados para executar tal tarefa. Se o anzol        estiver fisgado profundamente o melhor a fazer \u00e9 cortar a linha. Os \u00e1cidos        estomacais ir\u00e3o dissolver o anzol em pouco tempo.<br \/>\n       Manuseie o peixe o m\u00ednimo poss\u00edvel, com as m\u00e3o molhadas e o mais gentilmente        poss\u00edvel, isto ajuda a manter o muco de prote\u00e7\u00e3o que recobre todo o corpo        e que protege o animal contra infec\u00e7\u00f5es. Evite tocar nas br\u00e2nquias pois        \u00e9 uma regi\u00e3o vital e extremamente sens\u00edvel.<br \/>\n       Antes de liberar o peixe, verifique as suas condi\u00e7\u00f5es e mantenha-o na \u00e1gua        durante alguns instantes, para reanim\u00e1-lo, for\u00e7ando a circula\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s        de seus op\u00e9rculos at\u00e9 que ele saia nadando por suas for\u00e7as.<br \/>\n       Use redes feitas de material macio como algod\u00e3o ou nylon seda. Pu\u00e7\u00e1s feitos        de nylon podem remover ou danificar a camada de muco protetora.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Fly<\/strong><\/p>\n<p>Uma das modalidades mais antigas, deve seu nome (fly em ingl\u00eas significa      mosca) \u00e0s iscas, que imitam insetos, alimento natural de alguns peixes, como      a truta. <\/p>\n<p>Essas iscas s\u00e3o confeccionadas artesanalmente com materiais como p\u00ealos, penas,      fios de pl\u00e1stico e linhas de costura.<\/p>\n<p>Hoje em dia n\u00e3o s\u00f3 as esp\u00e9cies que se alimentam de insetos s\u00e3o capturadas.      As iscas s\u00e3o produzidas com as mais diversas formas, peixes, crust\u00e1ceos, r\u00e3s,      etc., aumentando muito as op\u00e7\u00f5es dessa modalidade de pesca, utilizada inclusive      para capturar peixes de mar.<\/p>\n<p>O equipamento de fly \u00e9 inconfund\u00edvel, comp\u00f5e-se de uma vara comprida e flex\u00edvel,      uma carretilha que parece uma bobina comum e uma linha grossa e comprido (no      m\u00e1ximo com 30 metros). A linha \u00e9 a respons\u00e1vel pelo arremesso, uma vez que      as iscas s\u00e3o leves. O peso da linha \u00e9 que leva a isca at\u00e9 o ponto desejado.      Ela vai sendo solta por meio de golpes da vara no ar, ato que ganhou o apelido      de &#8220;chicotear&#8221;. Conhecido como t\u00e9cnica de grande efici\u00eancia na pesca      de v\u00e1rias esp\u00e9cies de peixes, o fly ainda \u00e9 pouco difundido.<\/p>\n<p>A pesca com mosca \u00e9 muito mais que uma modalidade de pesca. \u00c9 praticamente      uma filosofia em que o corpo e a mente devem estar em total sintonia com o      meio ambiente. <\/p>\n<p><strong>Oce\u00e2nica<\/strong><\/p>\n<p>Nessa modalidade costumam ser usados barcos com motores potentes, pois nela      s\u00e3o enfrentados alguns dos maiores desafios da pesca esportiva, como os peixes      de bico.<\/p>\n<p>Esse tipo de pesca \u00e9 realizada nas \u00e1guas quentes e transparentes, que sejam      ricas em pequenos peixes. Tamb\u00e9m \u00e9 de extrema import\u00e2ncia a presen\u00e7a de uma      pessoa experiente em assuntos de navega\u00e7\u00e3o do barco, pois para capturar um      bom peixe \u00e9 necess\u00e1rio um bom trabalho de equipe.<\/p>\n<p>Esse tipo de pescaria se assemelha ao Corrico, ou seja, com o barco em movimento,      e os peixes de bico podem ser pescados com iscas artificiais.<\/p>\n<p><strong>Pesqueiros<\/strong><\/p>\n<p>Os pesqueiros, indiscutivelmente, tornaram-se uma das melhores op\u00e7\u00f5es de      lazer para os pescadores, com locais cada vez mais estruturados, \u00e1reas de      lazer, piscinas, chal\u00e9s, boa comida, enfim, toda a mordomia e seguran\u00e7a para      se desfrutar momentos agrad\u00e1veis com a fam\u00edlia. E j\u00e1 sabemos que em todo territ\u00f3rio      brasileiro possui \u00f3timos pesqueiros.<\/p>\n<p>Neles a variedade e o porte dos peixes, facilmente podem ser encontrados      \u00e9 a poucos quil\u00f4metros da capital. O ambiente da maioria dos pesqueiros \u00e9      muito sadio. A filosofia de curtir a natureza, relaxar e, principalmente,      respeitar o meio ambiente facilmente transmitido aos participantes, al\u00e9m de      propiciar \u00f3timas oportunidades de se realizar novas amizades. O que devemos      entender \u00e9 que os pesqueiros nada mais s\u00e3o do que a extens\u00e3o de nossos lares,      onde o pescador poder\u00e1 passar momentos realmente agrad\u00e1veis, fisgando peixes      de \u00f3tima qualidade e a poucos quil\u00f4metros de seus lares, sendo, atualmente,      uma das melhores e mais econ\u00f4micas op\u00e7\u00f5es de lazer para as fam\u00edlias de pescadores.<\/p>\n<p>Nos pesqueiros podemos utilizar material de ultra-leve a m\u00e9dio, mas a emo\u00e7\u00e3o      sempre fica para quem opta por equipamentos mais sens\u00edveis. A vara na maioria      das vezes tem de 1,20 a 2,50 metros e a linha entre 0,25 a 0,45 mm.<\/p>\n<p>Para a pesca de Carpas, por exemplo, utilizamos uma b\u00f3ia e um chicote entre      50 a 90 cm com a massa na ponta. A massa deve ser colocada em um chuveirinho      adequado, sendo modelada no formato de uma coxinha.<\/p>\n<p>Sempre que for em busca de um peixe em especial em um pesqueiro novo, verifique      qual a melhor isca, pois na maioria das vezes, os peixes s\u00e3o alimentados com      ra\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias do pesqueiro o que faz com que sua isca se torne menos atraente      para eles.<\/p>\n<p><strong>Praia<\/strong><\/p>\n<p>A modalidade de pesca na praia \u00e9 tamb\u00e9m conhecida, principalmente no sul      do pa\u00eds, como &#8220;p\u00e9 na areia&#8221; \u00e9 bastante agrad\u00e1vel de ser praticada,      principalmente no ver\u00e3o, quando com o calor a \u00e1gua torna-se mais quente.<\/p>\n<p>Esta modalidade traz ao pescador agrad\u00e1veis surpresas quando praticada com      material ultra-leve, pois torna qualquer peixe motivo para uma boa briga.      Ela pode ser realizada em praias de tombo, fundas desde o in\u00edcio, ou em praias      rosas, em que a profundidade aumenta lentamente. Nesse caso os arremessos      devem ser longos, tentando visar aos canais, locais mais profundos na arrebenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nessa modalidade as t\u00e9cnicas e equipamentos, variam de acordo com a experi\u00eancia      de cada pescador, por exemplo, os fios para amarrar iscas, elastric\u00f4 e o carrinho      de praia. Na maioria das vezes \u00e9 preciso entrar na \u00e1gua nesse estilo de pescaria,      at\u00e9 a altura da cintura, ou do peito, usando vara de bambu ou telesc\u00f3pica.<\/p>\n<p>Praticada em geral com varas compridas, entre 2,50 e 5,00 metros, e linha      fina, entre 0,25 \u00e0 0,35 mm, para que a isca n\u00e3o seja t\u00e3o arrastada pelo a\u00e7\u00e3o      das ondas e atinja uma maior dist\u00e2ncia. Na linha podemos ter um arranque com      linha de, por exemplo, 0,30 ou 0,35 mm, para garantir o lance. Esse arranque      deve ter no m\u00ednimo 1,50 metro, sendo suficiente para que, preparado para o      lance, a linha mais grossa esteja ainda dentro do equipamento. Os anz\u00f3is dever\u00e3o      obedecer ao correspondente tamanho do peixe pretendido (veja os tamanhos dos      anz\u00f3is na se\u00e7\u00e3o Apetrechos) e em geral podemos ter tr\u00eas anz\u00f3is, com uma dist\u00e2ncia      de 20 a 30 cent\u00edmetros, presos por um empate na linha mestra.<\/p>\n<p>O chumbo, este sim, deve obrigatoriamente ser do formato pir\u00e2mide, j\u00e1 que      este fixa-se melhor na areia e deve ser colocado no final da linha.<\/p>\n<p>Quando um peixe grande \u00e9 fisgado num anzol pequeno, com linha fina, s\u00f3 com      habilidade o pescador conseguir\u00e1 trazer o peixe, ser\u00e1 preciso muita calma      e paci\u00eancia. O molinete \u00e9 o meio mais pr\u00e1tico para se fazerem os arremessos      com bom aproveitamento.<\/p>\n<p>Os arremessos se fazem quando as ondas se recolhem, a fim de aproveitar o      m\u00e1ximo em dist\u00e2ncia. Em seguida enrola-se o molinete, at\u00e9 que a linha permane\u00e7a      esticada, sinal que o chumbo est\u00e1 encostado na areia e os anz\u00f3is livres, percebendo      com facilidade qualquer movimentos com as iscas.<\/p>\n<p>Para praias de banho, onde a profundidade vai aumentando gradativamente,      a dist\u00e2ncia do arremesso \u00e9 t\u00e3o importante quanto o local atingido pelo lance.    <\/p>\n<p>Devemos tentar localizar sempre um canal na praia, pois os peixes se concentram      neles. Para descobrir a localiza\u00e7\u00e3o de um canal, basta observar a arrebenta\u00e7\u00e3o,      quando aparecer um intervalo, onde as ondas se tornam arredondadas, as marolas,      ali existe um canal. Quanto menores as ondas e maior o intervalo entre as      ondas da arrebenta\u00e7\u00e3o, maior e mais profundo ser\u00e1 o canal, e ser\u00e1 nesse espa\u00e7o      que dever\u00e1 ser feito o arremesso. Ap\u00f3s o arremesso, pode-se colocar a vara      no porta-varas, colocado na linha d&#8217;\u00e1gua, deixando a fric\u00e7\u00e3o do molinete ou      carretilha regulada para que com pouca tra\u00e7\u00e3o da linha, esta ceda, isto evitar\u00e1      que a vara seja arrancada do porta-varas, ap\u00f3s a fisgada do peixe. Na maioria      das vezes os peixes de praia se fisgam sozinhos, sendo necess\u00e1ria somente      uma confirma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando um peixe maior for fisgado n\u00e3o podemos ter pressa. Deixe que brigue      \u00e0 vontade e s\u00f3 o tire da \u00e1gua quando perceber que j\u00e1 est\u00e1 completamente entregue.      E como \u00e9 emocionante e esportivo, por exemplo, ver uma pequena betara fazer      a fric\u00e7\u00e3o cantar, um ru\u00eddo que aos ouvidos de um pescador \u00e9 a mais linda das      melodias. Procure o peixe come\u00e7ando na chamada &#8220;espuminha&#8221;, bem      rente \u00e0 areia. V\u00e1 depois para o primeiro canal e assim sucessivamente, varrendo      completamente todas as op\u00e7\u00f5es que a praia lhe oferece.<\/p>\n<p>A outra modalidade, n\u00e3o menos esportiva e interessante, \u00e9 pescar com vara      de m\u00e3o, que pode ser de bambu ou de fibra, e linha do mesmo tamanho da vara.<\/p>\n<p>Neste caso, uma vara de tamanho entre 3 ou 4 metros \u00e9 o ideal. O melhor equipamento      deve ser bastante flex\u00edvel; a linha poder\u00e1 ser 0.25 ou 0.30 mm. Neste caso,      usa-se apenas um anzol e um chumbo bem leve, de formato oliva e solto na linha.No      caso de anz\u00f3is muito pequenos, \u00e9 conveniente usar uma linha el\u00e1stica do tipo      usado para costura, bem fina, e amarrar melhor a isca, j\u00e1 que na espuminha      h\u00e1 muito &#8220;ladr\u00e3o de isca&#8221;.<\/p>\n<p>Os melhores locais s\u00e3o a beira dos canais, \u00e0 dist\u00e2ncia suficiente para que,      no volteio da vara, o comprimento da mesma somado ao comprimento da linha      possa cair dentro do canal de praia. Dependendo da vontade de cada um, pesca-se      no primeiro ou segundo canal. \u00c9 importante apenas que o pescador fique no      banco de areia que separa um canal do outro, j\u00e1 que nesses locais a \u00e1gua \u00e9      mais rasa e a a\u00e7\u00e3o das ondas \u00e9 menor. Neste tipo de equipamento, a fisgada      de um pequeno peixe \u00e9 tamb\u00e9m muito emocionante, pois temos a impress\u00e3o de      que \u00e9 um peixe muito maior do que na verdade se fisgou. Para quem pesca com      vara simples, \u00e9 conveniente ter na cintura um pequeno recipiente para as iscas      e um local para acondicionar os peixes, evitando com isso o vai-e-vem de iscar      e trazer o peixe para a areia seca.<\/p>\n<p>A pesca de praia com equipamento super leve \u00e9 hoje praticada por muitos pescadores,      que fazem inclusive campeonatos da modalidade, pois al\u00e9m de ser altamente      t\u00e9cnica \u00e9 muito produtiva e esportiva. <\/p>\n<p><strong>As iscas dependem de cada pescador, no entanto, algumas podem ser      sugeridas e entre essas est\u00e3o as seguintes:<\/strong> minhoca de praia, tatu\u00ed,      sarnambi, corrupto, lulas e mesmo camar\u00e3o descascado e filezinho de sardinha.<\/p>\n<p>Para encerrar, conv\u00e9m lembrar que este tipo de pescaria n\u00e3o tem um hor\u00e1rio      melhor, podendo ser praticado tanto \u00e0 noite como durante o dia. A \u00fanica dica,      que praticamente \u00e9 uma regra, \u00e9 que se esta pesca for praticada no hor\u00e1rio      da enchente da mar\u00e9 ser\u00e1 muito mais produtiva, pois \u00e9 com a enchente da mar\u00e9      que todos os organismos vivos da praia se movimentam e, convenhamos, os peixes      sabem muito bem disso.<\/p>\n<p><strong>Rios e Lagos<\/strong><\/p>\n<p>Para a realiza\u00e7\u00e3o da pesca nestes ambientes, deve-se utilizar roupas leves      de cores claras e camisa de manga comprida, para proteger-se dos mosquitos.    <\/p>\n<p><strong>Outros equipamentos pessoais fundamentais s\u00e3o:<\/strong> faca, tesoura,      alicate, alicate-de-corte, chap\u00e9u ou bon\u00e9 e um bom repelente.<\/p>\n<p>Podemos utilizar iscas artificiais como colheres, jigs, plugs, ou naturais      como capim, frutos, insetos, massas, milho, minhoca, minhocu\u00e7\u00fa, pequenos peixes      vivos ou mortos, queiro e r\u00e3s.<\/p>\n<p><strong>Rodada<\/strong><\/p>\n<p>Nesse estilo se deixa o barco a deriva, sob a a\u00e7\u00e3o da mar\u00e9, controlando com      o motor el\u00e9trico o posicionamento do barco que dever\u00e1 ficar pr\u00f3ximo \u00e0 margem      ou em cima de algum po\u00e7o; e da linha, fazendo com que esta permane\u00e7a sempre      aprumada, em p\u00e9, para se ter a no\u00e7\u00e3o exata da dist\u00e2ncia entre a isca (natural      e viva de prefer\u00eancia) e o fundo do canal, que deve ser aproximadamente de      1,0 metro.<\/p>\n<p>As varas de 4,00 \u00e0 5,00 metros com a\u00e7\u00e3o de 1,50 \u00e0 2,00, chumbadas oliva de      20 \u00e0 40 gramas em canais raso (at\u00e9 6,00 metros) e de 50 \u00e0 70 gramas em canais      profundos, limitadas por girador, e chicote com anzol na ponta.<\/p>\n<p><strong>Como se pesca em alto mar?<\/strong><\/p>\n<p>A pesca em alto mar \u00e9 uma atividade que envolve grande esfor\u00e7o e risco, entendido      tanto no sentido da seguran\u00e7a da tripula\u00e7\u00e3o quanto do sucesso da captura.      \u00c9 um trabalho que, dependendo do tipo de embarca\u00e7\u00e3o, pode durar semanas ou      meses no mar, sem retornar ao porto.<\/p>\n<p><strong>Tr\u00eas s\u00e3o os principais apetrechos utilizados na pesca pel\u00e1gica em      alto mar:<\/strong> vara e isca viva, espinhel e rede de cerco. As tr\u00eas modalidades      s\u00e3o utilizadas no Brasil, por\u00e9m a primeira \u00e9 respons\u00e1vel pela maior parte      das capturas. Nesta modalidade, conduzida por barcos atuneiros, pequenos peixes      vivos (normalmente sardinhas) s\u00e3o lan\u00e7ados ao mar para atrair os cardumes.      A presen\u00e7a desses pequenos peixes somada \u00e0 agita\u00e7\u00e3o superficial causada por      pequenos jatos de \u00e1guas acionam um verdadeiro frenesi alimentar entre os atuns,      ocasi\u00e3o em que estes tornam-se alvos f\u00e1ceis de anz\u00f3is com iscas falsas ou      sem iscas. \u00c9 uma modalidade de pescaria com pequenos intervalos de muita a\u00e7\u00e3o      e longos intervalos de espera.<\/p>\n<p>Uma outra parte da pesca de grandes pel\u00e1gicos \u00e9 conduzida por espinheleiros,      embarca\u00e7\u00f5es que lan\u00e7am longos cabos contendo centenas de anz\u00f3is.<\/p>\n<p>Estes cabos podem ser ancorados ou ficar a deriva e sua flutua\u00e7\u00e3o \u00e9 garantida      pela presen\u00e7a de b\u00f3ias fixadas em suas extremidades. Um aspecto absolutamente      indesej\u00e1vel desta modalidade de pesca \u00e9 a captura acidental de tubar\u00f5es, raias,      tartarugas e at\u00e9 mesmo aves. No caso dos tubar\u00f5es, que costumavam ser soltos      ainda vivos, pois eram considerados \u0093pesca acidental\u0094, em fun\u00e7\u00e3o      da enorme valoriza\u00e7\u00e3o de suas barbatanas pelo tr\u00e1fico internacional (China      e Hong Kong), isso n\u00e3o mais acontece. Passaram a ser tamb\u00e9m um dos objetivos      da pesca (veja fotos na p\u00e1gina ao lado).<\/p>\n<p>Em outra modalidade, o cerco, cardumes inteiros s\u00e3o capturados de uma s\u00f3      vez por extensas redes de superf\u00edcie manipuladas a partir de embarca\u00e7\u00f5es apropriadas.      Um resultado negativo desta modalidade \u00e9 a captura acidental de pequenos cet\u00e1ceos.<\/p>\n<h4>Equipamentos de Pesca<\/h4>\n<p><strong>Cani\u00e7o (Vara de pescar)<\/strong><\/p>\n<p><strong>A vara de pescar poder ser fabricada com v\u00e1rios tipos de materiais:<\/strong>      bambu, fibra de vidro, nylon, ep\u00f3xi, carbono, metal, etc., maci\u00e7o ou tubular,      inteiri\u00e7o, dividido em se\u00e7\u00f5es ou ainda telesc\u00f3pico;<\/p>\n<p>Os primeiros cani\u00e7os foram feitos de madeira fina flex\u00edvel (vara) e mais      tarde o bambu entrou em cena, justamente por ser mais leve, oco e bastante      flex\u00edvel.<\/p>\n<p>Depois de quase duas d\u00e9cadas do bambu predominando, chegaram os cani\u00e7os de      fibra de vidro e, mais tarde, vieram os cani\u00e7os de fibra de carbono e grafite      que hoje est\u00e3o na prefer\u00eancia da maioria dos esportistas da pesca. <\/p>\n<p><strong>Os cani\u00e7os s\u00e3o ainda classificados em:<\/strong> leve, m\u00e9dio, pesado      e ultra pesado. Cada um destes tipos difere muito entre si e s\u00e3o projetados      para um tipo espec\u00edfico de pesca.<\/p>\n<p><strong>Linhas<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o fabricadas de nylon em monofilamento ou multifilamento. A classifica\u00e7\u00e3o      das linhas s\u00e3o grafadas em libras \/ peso de testes, assim temos linhas de      6, 12, 20, 30, 50, 80 e 130 libras de teste com peso est\u00e1tico. <\/p>\n<p><strong>No Brasil, as linhas s\u00e3o classificadas de acordo com a sua espessura      (em mil\u00edmetros) ficando em:<\/strong> 0,10 \u0096 0,20 \u0096 0,40 \u0096 0,60      \u0096 0,80 \u0096 1,00 mil\u00edmetros.<\/p>\n<p>A sele\u00e7\u00e3o do tipo de linha est\u00e1 ligada diretamente com o restante do equipamento      que ser\u00e1 utilizado pelo pescador.<\/p>\n<p><strong>Anzol<\/strong><\/p>\n<p>Artefato met\u00e1lico cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 fisgar o peixe, podendo ser classificados      de acordo com o tipo de ponta, acabamento, tamanho e formato. A resist\u00eancia      \u00e0 ferrugem \u00e9 uma das caracter\u00edsticas mais importantes de um anzol. Em rela\u00e7\u00e3o      ao acabamento, os modelos de colora\u00e7\u00e3o escura s\u00e3o ideais para \u00e1gua doce, pois      a cor evita que os peixes possam v\u00ea-lo. Os modelos niquelados s\u00e3o mais resistentes      \u00e0 corros\u00e3o, pr\u00f3prios para pesca em beira de praia.<\/p>\n<p>O anzol de chapinha \u00e9 o tipo especial em que o orif\u00edcio superior \u00e9 substitu\u00eddo      por um achatamento da haste do anzol, tornando-o mais resistente, pois n\u00e3o      passa por alguns processos de fabrica\u00e7\u00e3o utilizados nos anz\u00f3is comuns.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m a garat\u00e9ia, que \u00e9 um conjunto de v\u00e1rios anz\u00f3is.<\/p>\n<p><strong>Chumbada<\/strong><\/p>\n<p>Serve para dar peso \u00e0 linha e manter a isca abaixo da superf\u00edcie da \u00e1gua.      Existem tr\u00eas tipos que utilizadas de acordo com o local da pesca.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Pesca de rio: <\/strong>chumbada tipo oliva<br \/>\n<strong>Pesca de praia:<\/strong> chumbada tipo pir\u00e2mide<br \/>\n<strong>Pesca de cost\u00e3o:<\/strong> chumbada tipo gota ou pingo d\u0092\u00e1gua.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Existem v\u00e1rios tipos de chumbadas, cada uma com sua determinada finalidade.      Existem modelos de chumbadas de pesca embarcada e de lan\u00e7amento.<\/p>\n<p><strong>B\u00f3ia<\/strong><\/p>\n<p>Objeto feito de corti\u00e7a, isopor pl\u00e1stico, madeira, entre outros materiais.      Utilizados para manter a isca na superf\u00edcie, serve de aviso para quando o      peixe atacar a isca.<\/p>\n<p>As b\u00f3ias t\u00eam como fun\u00e7\u00e3o de manter as iscas a determinada altura, n\u00e3o permitindo      que elas afundem. Conhecendo os h\u00e1bitos dos peixes, principalmente a que altura      eles nadam e capturam suas presas, \u00e9 f\u00e1cil regular a b\u00f3ia de forma a manter      o anzol iscado \u00e0quele determinado n\u00edvel. Como mostra a foto acima, estes s\u00e3o      alguns tipos de b\u00f3ias mais usadas na pesca.<\/p>\n<p><strong>Molinete<\/strong><\/p>\n<p>O molinete (que em ingl\u00eas significa Reel, Spin ou Spinning Reel) \u00e9 sem sombra      de d\u00favidas um dos principais equipamentos da pesca esportiva.<\/p>\n<p><strong>Os molinetes podem ser classificados de acordo com o uso a que se      destinam:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Ultra Leve<\/strong> \u0096 \u00e9 o menor deles e pode ser usado com        linhas da classe 3 a 5 libras;<br \/>\n<strong>Leve<\/strong> \u0096 para serem usados com linhas de 5 a 12 libras;<br \/>\n<strong>M\u00e9dio<\/strong> \u0096 para linha de 12 a 30 libras;<br \/>\n<strong>Pesado<\/strong> \u0096 para se usar com linhas acima de 30 libras.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Trata-se de um equipamento de pesca que traciona a linha como uma carretilha.      A maioria dos pescadores aprova o molinete por causa da sua facilidade de      manuseio.<\/p>\n<p>Os amantes do molinete dizem que esse tipo frontal oferece mais maleabilidade      no trato, mais facilidade no manejo, al\u00e9m de melhor desempenho no ato de recolher.<\/p>\n<p><strong>Carretilha<\/strong><\/p>\n<p>A carretilha (que em ingl\u00eas significa Cast ou Baitcasting reel) \u00e9 junto com      o molinete um dos equipamentos mais utilizados na pesca. Os amantes deste      instrumento dizem que a carretilha proporciona lan\u00e7amentos mais longos, s\u00e3o      mais fortes, tem maior capacidade de armazenamento e n\u00e3o torcem a linha.<\/p>\n<p>Equipamento que permite ao pescador o tracionamento da linha para recolher      o peixe. \u00c9 muito recomendada para a pesca pesada, entretanto o seu manejo      \u00e9 mais dif\u00edcil quando comparado ao molinete.<\/p>\n<p>Contudo, o \u00fanico defeito que este instrumento possui \u00e9 quanto ao back-lash,      conhecida como cabeleiras, que \u00e9 um emaranhado de linha que acontece ap\u00f3s      qualquer arremesso mal executado.<\/p>\n<p>A carretilha \u00e9 bastante indicada para o uso da pesca embarcada.<\/p>\n<p><strong>Iscas Artificiais<\/strong><\/p>\n<p>As iscas artificiais s\u00e3o recomendadas para a pesca de peixes predadores.    <\/p>\n<p><strong>Existem milhares de modelos, entretanto para uma classifica\u00e7\u00e3o mais      did\u00e1tica, elas podem ser divididas em tr\u00eas tipos, de acordo com a forma de      a\u00e7\u00e3o:<\/strong> Iscas de superf\u00edcie, de meia \u00e1gua e de fundo.<\/p>\n<p>Fonte:  ualg.pt\/equipeganso.com.br\/opeskador.tripod.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesca, Peixes, Tipos, Equipamentos, Hist\u00f3ria, Esportiva, Iscas, Modalidades, Evolu\u00e7\u00e3o, Esp\u00e9cies, Brasil, Caracter\u00edsticas, Pesca<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[305],"tags":[],"class_list":["post-63210","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-esportes"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Pesca, Peixes, Tipos, Equipamentos, Hist\u00f3ria Pesca<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Pesca, 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