{"id":62483,"date":"2016-07-13T17:35:39","date_gmt":"2016-07-13T17:35:39","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=62483"},"modified":"2016-07-13T18:10:47","modified_gmt":"2016-07-13T18:10:47","slug":"rafting","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/esportes\/rafting","title":{"rendered":"Rafting"},"content":{"rendered":"\n<p>A inven\u00e7\u00e3o do &#8220;<strong>Rafting<\/strong>&#8221; dos nossos dias aconteceu      na \u00e9poca p\u00f3s-guerra nos Estados Unidos. Botes de borracha, usados para o desembarque      de tropas americanas na Europa, ca\u00edram nas m\u00e3os de aventureiros que desceram      as corredeiras dos rios americanos.<\/p>\n<p>Explora\u00e7\u00f5es de rios com corredeiras j\u00e1 aconteciam em \u00e9pocas anteriores, mas,      a estrutura, r\u00edgida dos barcos, balsas e canoas de madeira limitaram, em muito,      o desenvolvimento desta atividade.<\/p>\n<p>A elasticidade dos botes de borracha permitiu a descida com relativa <\/p>\n<p>seguran\u00e7a de corredeiras mais fortes mesmo em contato com as pedras. Nos      anos 50, alguns dos aventureiros come\u00e7aram a cobrar pelo servi\u00e7o de levar      outras pessoas junto nos botes.<\/p>\n<p>Isso foi o in\u00edcio de uma nova ind\u00fastria de turismo e lazer que vem se desenvolvendo      a passos largos at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Novos materiais deixaram os botes mais resistentes e leves e o desenvolvimento      do fundo auto-esgot\u00e1vel permitiu que a \u00e1gua que entra no bote saia pelos furos      no fundo.<\/p>\n<h4>O que \u00e9 <\/h4>\n<p>Desbravar belas corredeiras descendo a bordo de um bote. Esse \u00e9 o rafting,      um esporte que mistura adrenalina com seguran\u00e7a, e que pode ser praticado      por qualquer pessoa.<\/p>\n<p>Por ser praticado em equipe, proporciona a toda a fam\u00edlia ou a um grupo de      amigos o prazer de desenvolverem uma atividade juntos. A amizade e o companheirismo      s\u00e3o as grandes armas do rafting.<\/p>\n<p>Existem v\u00e1rios graus de dificuldade, para todos os gostos, por isso qualquer      um pode se arriscar de acordo com sua vontade.<\/p>\n<p>O grande aumento no n\u00famero de praticantes de <strong>rafting<\/strong> \u00e9 resultado      do crescimento de empresas especializadas e da grande veicula\u00e7\u00e3o do esporte      na m\u00eddia.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/raftin1.jpg\" alt=\"Rafting\" title=\"Rafting\" \/><strong><br \/>\n     Rafting<\/strong><\/p>\n<p>A palavra <strong>rafting<\/strong> vem do ingl\u00eas raft, que significa balsa.      O rafting \u00e9 um esporte radical que se caracteriza pela descida de rios com      corredeira remando a bordo de um bote infl\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os praticantes montam equipes, que normalmente t\u00eam entre cinco e oito pessoas,      com o objetivo de superar os obst\u00e1culos naturais do percurso, como pedras,      corredeiras e quedas d&#8217;\u00e1gua. O esporte exige esp\u00edrito de equipe e de coletividade,      uma vez que todos remam e, a partir desta uni\u00e3o, conseguem superar os desafios.<\/p>\n<p>Os obst\u00e1culos aliados ao volume de \u00e1gua e a regi\u00e3o onde se encontra o rio      (serra, planalto, montanha), caracterizam os n\u00edveis de difculdades do rafting,      que v\u00e3o do I ao VI, indicados para iniciantes at\u00e9 esquipes profissionais.    <\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria <\/h4>\n<p>A primeira viagem registrada de barco em corredeiras foi em 1869, quando      John Wesley Powel organizou a primeira expedi\u00e7\u00e3o no rio Colorado, EUA, em      barcos de remo central. No come\u00e7o, os aventureiros n\u00e3o possu\u00edam nenhuma t\u00e9cnica      para manobrar seus r\u00edgidos e pesados barcos nas corredeiras, tiveram problemas      de capota mentos e choques com pedras. <\/p>\n<p>Em 1842 teve in\u00edcio a hist\u00f3ria moderna do Rafting, quando Lieutenant John      Fremont, do ex\u00e9rcito americano fez suas primeiras expedi\u00e7\u00f5es utilizando um      barco desenhado por Horace H. Day. O barco era constru\u00eddo com 4 compartimentos      separados com tecido e borracha da \u00cdndia e o fundo liso e suspenso e retangular,      que o diferenciava dos outros barcos. O nome deste bote era Air Army Boats.    <\/p>\n<p>Em 1896, Nataniel Galloway revolucionou as t\u00e9cnicas de Rafting com uma modifica\u00e7\u00e3o      muito simples, ele colocou o assento do bote virado para frente possibilitando      encarar de frente as corredeiras, facilitando as manobras. <\/p>\n<p>Finalmente, em 1909, foi realizada a primeira viagem de Rafting com finalidade      comercial pela Julius Stones Grand C\u00e2nion. <\/p>\n<p>Durante a I e II Guerra Mundial o Ex\u00e9rcito Americano ressuscitou os botes      de borracha para utiliz\u00e1-lo como bote salva-vida mas foi depois da II Guerra      que o Rafting tomou um grande impulso. Os botes de neoprene excedentes no      ex\u00e9rcito, muito similares aos botes de hoje, encontraram seu caminho nas m\u00e3os      de aventureiros por toda a Am\u00e9rica do Norte. <\/p>\n<p>Nos anos 50 tivemos muita melhora nos equipamentos descoberta de novos roteiros      o que atraiu o interesse dos amantes dos rios. Durante os anos 60 tivemos      uma grande evolu\u00e7\u00e3o com uma s\u00e9rie de novos modelos e id\u00e9ias que deram um grande      impulso ao esporte. <\/p>\n<p>A partir de 1972 o esporte passou por um per\u00edodo de hiberna\u00e7\u00e3o sem grandes      novidades, mas no in\u00edcio dos anos 80 estavam sendo trabalhados por Vladimir      Kovalik, Rafael Gallo, a companhia Metzler da Alemanha e outros, modelos primitivos      de fundo auto esvaziantes (self bailer). <\/p>\n<p>A <strong>hist\u00f3ria do rafting<\/strong> come\u00e7ou no final do s\u00e9culo XIX no      rio Colorado, nos Estados Unidos. A primeira expedi\u00e7\u00e3o foi organizada por      John Wesley Powel, mas pela precariedade do barco e a falta de t\u00e9cnica fez      com que muitos acidentes acontecessem.<\/p>\n<p>As primeiras not\u00edcias do rafting s\u00e3o de 1842, quando o ex\u00e9rcito americano      fez expedi\u00e7\u00f5es usando um barco dividido em quatro compartimentos separados,      feito de borracha e com fundo liso e suspenso. A primeira expedi\u00e7\u00e3o em corredeiras      foi organizada pel<\/p>\n<p>Uma modifica\u00e7\u00e3o muito simples revolucionou as t\u00e9cnicas de rafting. Nataniel      Galloway botou o assento do bote para frente, o que facilitou as manobras.      A primeira viagem comercial aconteceu em 1909, no Grand Canyon.<\/p>\n<p>As d\u00e9cadas de 50 e 60 foram essenciais para a populariza\u00e7\u00e3o do rafting. \u00c9      que nessa \u00e9poca foram criados os bot\u00f5es com fundo infl\u00e1vel, denominados auto-infl\u00e1veis.<\/p>\n<p>No Brasil o <strong>rafting<\/strong> \u00e9 praticado desde a d\u00e9cada de 80. Apesar      do pouco tempo, a divulga\u00e7\u00e3o do esporte e as muitas possibilidades que o pa\u00eds      d\u00e1 aos aventureiros, fizeram com que o esporte se desenvolvesse rapidamente.      O primeiro campeonato brasileiro aconteceu em 1995, na cidade de Tibag\u00ed\/PR.    <\/p>\n<h4>Equipamentos <\/h4>\n<p>O bote tem de estar de acordo com os objetivos do grupo. Com caracter\u00edsticas      diferentes, os v\u00e1rios tipos de bote possibilitam ao grupo escolher qual o      modelo mais indicado para cada tipo de corredeira.<\/p>\n<p>Ele \u00e9 feito de um material resistente, o hypalon. Esse tecido \u00e9 uma mistura      de fibra de poli\u00e9ster e neoprene. O tamanho varia entre 3,65m at\u00e9 5,50m. Quanto      maior o tamanho do bote melhor a estabilidade.<\/p>\n<p>Os itens de seguran\u00e7a s\u00e3o fundamentais no rafting. Os capacetes devem apresentar      regulagem interna, para acomodar os diversos tamanhos de cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>O modelo ideal de colete salva-vidas para o rafting deve ter uma alta flutua\u00e7\u00e3o,      sistema de fechamento com presilhas regul\u00e1veis, um flutuador para cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Os remos utilizados devem ser o mais leve e resistente poss\u00edvel.<\/p>\n<p>O comprimento dos remos \u00e9 de 60 polegadas. Outro item fundamental \u00e9 o cabo      de resgate, que \u00e9 uma corda el\u00e1stica com aproximadamente 20 metros. <\/p>\n<p><strong>Equipamentos utilizados:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Bote de borracha (espec\u00edfico para rafting )<br \/>\n       Remos<br \/>\n       Corda resgate <br \/>\n       Capacetes<br \/>\n       Coletes salva vidas<br \/>\n       Roupa de neoprene<br \/>\n       Cal\u00e7ado emborrachado<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Onde Praticar <\/strong><\/p>\n<p>No Brasil os praticantes de rafting encontram muitas op\u00e7\u00f5es. Com uma natureza      privilegiada existem corredeiras tanto para os iniciantes quanto para os mais      radicais.<\/p>\n<p>A principal refer\u00eancia para o esporte no Pa\u00eds \u00e9 a cidade de Brotas, conhecida      como a capital brasileira dos esportes radicais, pela infra-estrutura que      oferece e pelas \u00f3timas condi\u00e7\u00f5es naturais.<\/p>\n<p>Mas para quem n\u00e3o mora no Estado de S\u00e3o Paulo pode curtir no seu estado mesmo.      Existem ag\u00eancias especializadas no esporte d\u00e3o toda a infra-estrutura necess\u00e1ria      e levam para os melhores picos do esporte. <\/p>\n<p><strong>Dicas e curiosidades do Rafting<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/raftin7.jpg\" alt=\"Rafting\" title=\"Rafting\" \/><strong><br \/>\n     Rafting<\/strong><\/p>\n<p>Procure uma ag\u00eancia especializada no esporte. Ela poder\u00e1 oferecer as melhores      condi\u00e7\u00f5es e levar voc\u00ea aos melhores locais para a pr\u00e1tica do rafting. Essas      empresas t\u00eam todos os equipamentos necess\u00e1rios.<\/p>\n<p>Nunca subestime as descidas. Sempre analise os mapas e pe\u00e7a informa\u00e7\u00f5es a      quem j\u00e1 fez o percurso. Todo cuidado \u00e9 pouco.<\/p>\n<p>No in\u00edcio praticar entre amigos \u00e9 mais f\u00e1cil por ser um esporte em grupo      o ideal \u00e9 que os integrantes tenham afinidades entre si. Dessa maneira o trabalho      \u00e9 muito facilitado.<\/p>\n<h4>Origem<\/h4>\n<p>O primeiro relato de uma experi\u00eancia de rafting \u00e9 de 1869, quando o americano      John Wesley Powell organizou uma expedi\u00e7\u00e3o a bordo de barcos com remo central      no Grand Canyon, no rio Colorado (EUA). <\/p>\n<p>Outra origem menos falada &#8211; e n\u00e3o por isso menos conhecida &#8211; \u00e9 que algumas      dessas viagens pelos rios do Oeste americano eram para contrabandear bebidas      alco\u00f3licas na \u00e9poca na Lei Seca. Mas isso \u00e9 outra hist\u00f3ria&#8230;<\/p>\n<p>Os botes eram de madeira, sem flexibilidade e com v\u00e1rios problemas de capotamento.      Os remadores n\u00e3o tinham t\u00e9cnica e remavam de costas, para maior for\u00e7a e menor      esfor\u00e7o. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/raftin3.jpg\" alt=\"Rafting\" title=\"Rafting\" \/><strong><br \/>\n     Rafting<\/strong><\/p>\n<p>Um outro americano, Nathaniel Galloway, inverteu a posi\u00e7\u00e3o do remador, que      passou a conduzir o bote de frente, ainda com o remo central. <\/p>\n<p>Outra mudan\u00e7a foi a modifica\u00e7\u00e3o do fundo dos botes, de c\u00f4ncavos para fundo      chato, assim o controle do bote era facilitado, tanto para avan\u00e7ar quanto      freiar nas pedras, corredeiras e ondas do rio. Mas a \u00e1gua que caia dentro      continuava sendo escoada por vertedouros, ou baldinhos&#8230;<\/p>\n<p>Foi somente na d\u00e9cada de 50 que com a evolu\u00e7\u00e3o e populariza\u00e7\u00e3o dos botes      de borracha que o rafting tomou impulso comercial, principalmente nos Estados      Unidos. Somente na d\u00e9cada de 80 foi desenvolvido o bote com sistema auto escoante,      isto \u00e9, toda \u00e1gua que entra sai automaticamente, por furos existentes nas      laterais do fundo. <\/p>\n<p>No Brasil, os primeiros botes de rafting foram utilizados nos rios Para\u00edba      do Sul e Paraibuna, em Tr\u00eas Rios (RJ). <\/p>\n<p>Quem trouxe a id\u00e9ia foi a empresa TY-Y Expedi\u00e7\u00f5es, no in\u00edcio da d\u00e9cada de      80. Atualmente, existem mais de 50 operadoras de rafting em S\u00e3o Paulo, Rio      de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Bahia, Par\u00e1, Amazonas,      Santa Catarina, Paran\u00e1, Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/raftin4.jpg\" alt=\"Rafting\" title=\"Rafting\" \/><strong><br \/>\n     Rafting<\/strong><\/p>\n<p><strong>Em que consiste?<\/strong><\/p>\n<p>Rafting consiste em seguir o curso de um rio atrav\u00e9s de suas quedas e r\u00e1pidos      num raft insufl\u00e1vel. Em cada raft podem ir de 2 a 10 pessoas mais o guia.      \u00c9 nesse Raft que os participantes ir\u00e3o descer o Rio, por entre rochas e r\u00e1pidos,      umas vezes calmamente outras nem por isso. <\/p>\n<p>Praticar rafting num fim de semana requer alguns procedimentos b\u00e1sicos, geralmente      dados pelo instrutor respons\u00e1vel no local de descida do rio. \u00c9 ele quem vai      na parte de tr\u00e1s do raft, transmitindo comando aos remadores.<\/p>\n<p>Esses remadores v\u00e3o participar ativamente na &#8220;condu\u00e7\u00e3o&#8221; do Raft,      seguindo \u00e0 risca as indica\u00e7\u00f5es do Guia. O grupo a bordo do raft deve estar      atento \u00e0s instru\u00e7\u00f5es do l\u00edder e remar em sincronia. Ningu\u00e9m fica parado pois      s\u00e3o voc\u00eas que determinam a dire\u00e7\u00e3o que este toma. Se assim n\u00e3o o fizerem correm      o risco de irem para em cima de uma rocha ou at\u00e9 mesmo virar a embarca\u00e7\u00e3o.    <\/p>\n<p>Quedas do raft acontecem. Os instrutores orientam as pessoas a ficarem em      numa posi\u00e7\u00e3o de forma a ajudar o resgate, pelo cabo do remo ou por uma corda.      O raft tamb\u00e9m pode virar, o que requer ainda outras t\u00e9cnicas para voltar \u00e0      posi\u00e7\u00e3o normal. <\/p>\n<p>Lembramos que rafting \u00e9 um desporto de equipe, onde todos remam e participam      ativamente na condu\u00e7\u00e3o do raft. \u00c9 uma atividade de car\u00e1cter f\u00edsico mas tamb\u00e9m      exige muita coordena\u00e7\u00e3o e esp\u00edrito de equipe para levar o Raft a bom porto.    <\/p>\n<p><strong>Os rios e a sua classifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os rios s\u00e3o classificados, de acordo com a sua dificuldade, de I (f\u00e1cil)      a VI (sobreviv\u00eancia duvidosa). A classifica\u00e7\u00e3o depende da velocidade da \u00e1gua,      do percurso e do volume de \u00e1gua do rio, por isso, o mesmo rio pode ser mais      emocionante na \u00e9poca de cheia do que em \u00e9poca seca.<\/p>\n<p>Os novi\u00e7os podem aventurar-se em rios de n\u00edvel I ou II, sem guias, mas os      segmentos classificados entre os n\u00edveis III e V requerem uma grande per\u00edcia      e experi\u00eancia, ou ent\u00e3o requerem pessoas experientes e profissionais para      liderarem a descida. O n\u00edvel VI \u00e9 a derradeira experi\u00eancia. <\/p>\n<p><strong>Tipos de Embarca\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Diferentes rios e n\u00edveis de \u00e1gua requerem uma variedade de barcos.<\/p>\n<p>O t\u00edpico Raft insuflavel varia entre os 4 e os 5 metros e meio, e transporta      entre os 4 e os 10 passageiros. Feito de um material resistente chamado hypalon      (tecido de fibra de poliester, revestido com borracha de neoprene, altamente      resistente \u00e0 abras\u00e3o. Algumas marcas utilizam tamb\u00e9m revestimentos de PVC      ou uretano). <\/p>\n<p>O Raft \u00e9 escolhido de acordo com o n\u00edvel do rio; um raft muito pequeno pode      n\u00e3o ter muita estabilidade em alguns locais, por exemplo.<\/p>\n<p>Existe o denominado Kayak-Raft, tamb\u00e9m insufl\u00e1vel, que mede 1m de largura      e 3 de comprimento. Flex\u00edvel e bastante manobr\u00e1vel, \u00e9 est\u00e1vel e f\u00e1cil de controlar.<\/p>\n<p>O Kayak, \u00e9 caracter\u00edstico pelo seu peso muito leve, pela elevada capacidade      de manobras e \u00e9 feito de PVC (pl\u00e1stico). Mais pequeno, mais eficiente nos      movimentos e de resposta quase imediata \u00e0s nossas &#8220;ordens&#8221; do que      as canoas, o Kayak permite ao remador a liberdade de &#8220;surfar&#8221; nas      ondas, brincar nos r\u00e1pidos e rodar sem se afundar.<\/p>\n<p>O Safety kayak \u00e9 utilizado em rios de n\u00edvel acima de III, em que um kayak      fica em local estrat\u00e9gico para dar apoio em caso de resgates e acidentes.    <\/p>\n<p><strong>Material aconselhado<\/strong><\/p>\n<p>Todas as pessoas dentro do raft usam coletes salva-vidas, capacetes e remos,      sendo sempre acompanhadas por um guia experiente.<\/p>\n<p><strong>Pagaia: <\/strong>Pode ser de pl\u00e1stico, com cabo de alum\u00ednio, ou de      fibra de carbono. O verdadeiro nome \u00e9 &#8220;remo p\u00e1 India&#8221; mas, para      facilitar e porque a maioria dos atuais guias de Rafting, s\u00e3o canoistas de      \u00e1guas bravas, utiliza-se o nome de pagaia.<\/p>\n<p><strong>Capacete e colete salva-vidas: <\/strong>Utilizados para garantir      maior seguran\u00e7a aos praticantes. Em rios de n\u00edvel mais elevado, protegem contra      o impacto em rochas, \u00e1rvores e afins.<\/p>\n<p>O colete \u00e9 tamb\u00e9m um \u00f3ptimo acess\u00f3rio de resgate, pois a zona dos ombros      \u00e9 especialmente refor\u00e7ada para se poder agarrar a pessoa e recolh\u00ea-la para      o interior do Raft. Para al\u00e9m disso os coletes utilizados s\u00e3o de fecho \u00e0 frente,      pois em caso de necessidade de fazer RCP (Ressuscita\u00e7\u00e3o Cardio-Pulmunar) basta      abrir o fecho em vez de &#8220;despir&#8221; a pessoa pela cabe\u00e7a. Se tal acontecesse      poderiam perder-se segundos preciosos.<\/p>\n<p><strong>Fato e sapatos de neoprene: <\/strong>Protegem contra o frio e escoria\u00e7\u00f5es,      em caso de queda do raft. Mant\u00eam a \u00e1gua que entra no seu interior, \u00e0 temperatura      do corpo. Isto \u00e9 bastante importante em caso de longa exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1gua fria,      pois aumenta consideravelmente o tempo de resist\u00eancia que o corpo tem para      n\u00e3o entrar em hipotermia.<\/p>\n<p><strong>Cabo de resgate: <\/strong>Trata-se de uma corda, de aproximadamente      20 metros, utilizada para resgates no caso de algu\u00e9m cair do raft. Esta corda      \u00e9 feita de material flutuante, para que o &#8220;n\u00e1ufrago&#8221; a veja com      facilidade. Uma das suas pontas \u00e9 o guia que a mant\u00e9m, enquanto a outra est\u00e1      amarrada num saco de cores berrantes, para facilitar a sua vis\u00e3o e o seu lan\u00e7amento.      Para al\u00e9m do cabo, pelo menos um dos raft&#8217;s que efetua a descida, deve levar      um kit de primeiros socorros completo. <\/p>\n<p><strong>Os rios s\u00e3o avaliados em seis n\u00edveis de dificuldades: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>N\u00edvel I: <\/strong>\u00c1gua corrente com pequenas ondas . Pouca ou nenhuma        obstru\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n       N\u00edvel II: <\/strong>Corredeiras f\u00e1ceis com ondas de at\u00e9 1 metro, altas e        largas. Passagens claras e \u00f3bvias mesmo sem reconhecimento por terra. Algumas        manobras b\u00e1sicas s\u00e3o necess\u00e1rias.<strong><br \/>\n       N\u00edvel III:<\/strong> Corredeiras com ondas altas e irregulares. Passagens        estreitas que podem requerer manobras complexas. Pode ser necess\u00e1rio reconhecimento        pela margem.<strong><br \/>\n       N\u00edvel IV:<\/strong> Corredeiras longas e dif\u00edceis com passagens estreitas        que em geral requerem manobras precisas em \u00e1guas muito turbulentas. Um reconhecimento        pela margem \u00e9 geralmente necess\u00e1rio e as condi\u00e7\u00f5es de resgate podem ser        dif\u00edceis.<strong><br \/>\n       N\u00edvel V:<\/strong> Corredeiras extremamente dif\u00edceis, longas e muito violentas.        Passagens obrigat\u00f3rias. Reconhecimento mais que necess\u00e1rio pela margem e        montagem de esquema de seguran\u00e7a.<strong><br \/>\n       N\u00edvel VI: <\/strong>Dificuldade do grau V levados ao extremo da navegabilidade.        Quase imposs\u00edvel e muito perigoso. Apenas para pessoas altamente experientes,        ap\u00f3s um estudo cuidadoso com todas as precau\u00e7\u00f5es tomadas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>A hist\u00f3ria do rafting no mundo e no Brasil<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/raftin6.jpg\" alt=\"Rafting\" title=\"Rafting\" \/><br \/>\n     Rafting<\/strong><\/p>\n<p>O <strong>rafting<\/strong> foi descoberto em 1869, quando John Wesley Powel      organizou a primeira expedi\u00e7\u00e3o no rio Colorado, EUA, em barcos com remo central.    <\/p>\n<p>No come\u00e7o, os aventureiros n\u00e3o possu\u00edam nenhuma t\u00e9cnica para manobrar r\u00edgidos      barcos nas corredeiras, e tiveram problemas de capotamento e choques com pedras.    <\/p>\n<p><strong>Em 1885, o aventureiro Huckleberry Finn, do livro de Mark Twain,      exclamou: <\/strong>\u0093n\u00e3o h\u00e1 casa como um raft durante sua viagem pelo      rio Mississsppi\u0094. <\/p>\n<p>Em 1896, Nataniel Galloway revolucionou as t\u00e9cnicas de rafting colocando      o assento do bote virado para a frente e encarando as corredeiras.<\/p>\n<p>Finalmente em 1909 foi realizada a primeira viagem de rafting com finalidade      comercial, pela Julio\u0092s Stone\u0092s Grand Canyon. <\/p>\n<p>Durante os anos 60 e 70, o esporte passou por um per\u00edodo de hiberna\u00e7\u00e3o. Em      1980 surgiu o bote \u0093self bailer\u0094 que, aliado \u00e0 novos materiais mais      leves e resistentes e \u00e0 novos modelos, deu grande impulso ao esporte. <\/p>\n<p>Hoje existem mais de 500 companhias de rafting nos EUA, e outras 1000 espalhadas      pelo mundo.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m um grande n\u00famero de pessoas que possuem seus pr\u00f3prios botes e descem      rios por conta pr\u00f3pria, s\u00f3 pela adrenalina.<\/p>\n<h4>O rafting no Brasil<\/h4>\n<p>No Brasil, a hist\u00f3ria do rafting \u00e9 bem mais recente. Os primeiros botes para      corredeira chegaram em 1982, quando foi montada a primeira empresa brasileira,      a TY-Y Expedi\u00e7\u00f5es, que no in\u00edcio operava no rios Para\u00edba do Sul e Paraibuna,      ambos em Tr\u00eas Rios (RJ). <\/p>\n<p>Alguns anos mais tarde, no final de 1990, surgiu a primeira empresa especializada      em rafting no pa\u00eds, Canoar Rafting e Expedi\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>A partir de 1993 surgiram novas empresas e hoje existem mais de 30 espalhadas      pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso.<\/p>\n<h4><strong>Modalidades<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Tanto o campeonato nacional como o internacional \u00e9 composto pelas      seguintes modalidades:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tiro de Velocidade<\/strong><\/p>\n<p>Largada individual dos botes que percorrem uma dist\u00e2ncia de 300 \u0096 500m      de prefer\u00eancia em corredeiras. Tem a menor pontua\u00e7\u00e3o da competi\u00e7\u00e3o e define      a ordem de largada da pr\u00f3xima prova. Esta prova \u00e9 uma etapa classificat\u00f3ria      para a prova de Sprint. A equipa desce um determinado trecho, sozinha, e tenta      chegar ao final do percurso no menor tempo poss\u00edvel. Existem duas descidas      para verificar o melhor tempo;<\/p>\n<p><strong>Sprint Paralela<\/strong><\/p>\n<p>Dois times competem simultaneamente um contra o outro em um sistema de eliminat\u00f3ria.      Os vencedores de cada dupla seguem competindo at\u00e9 sobrarem somente dois times      que disputam a lideran\u00e7a desta prova.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 uma prova em corredeiras e de curta dist\u00e2ncia. Da classifica\u00e7\u00e3o      de Tiro de Velocidade s\u00e3o montadas as baterias do Sprint, ou seja, duas equipas      descem o rio ao mesmo tempo. \u00c9 uma \u00fanica possibilidade de ver qual \u00e9 a melhor      equipa. assim, a que vencer esta &#8220;corrida&#8221;, \u00e9 classificada para      as outras baterias, at\u00e9 chegarem \u00e0s provas de oitavas-de-final, quartas e      semifinais.<\/p>\n<p><strong>Slalom<\/strong><\/p>\n<p>O Slalom \u00e9 uma prova t\u00e9cnica que consiste na passagem das chamadas \u0093Portas\u0094      com menor n\u00famero de penalidades e no menor tempo poss\u00edvel. As Portas s\u00e3o balizas      de cor vermelho ou verde pendurados em cabos sobre as corredeiras do rio.      A cor das balizas indica a dire\u00e7\u00e3o a serem tomadas pelo bote e um toque na      baliza indica penalidade em forma de segundos. Portas com balizas m\u00f3veis s\u00e3o      montadas em cabos que atravessam o rio numa altura que permita ao bote passar      por dentro delas. Assim, os botes t\u00eam de fazer o percurso das portas verdes,      chamadas &#8220;frente&#8221; (passar no sentido da corrente) ou vermelhas,      chamadas de remonta (passar no sentido contr\u00e1rio \u00e0 corrente). A cada toque      nas balizas ou se o bote passar fora de alguma delas a equipa perde pontos.      Pontua mais a equipa que fizer o percurso em menor tempo, com menos penaliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Descida<\/strong><\/p>\n<p>A modalidade Descida \u00e9 a mais exigente de todas e, portanto, a que soma o      maior n\u00famero de pontos no sistema de avalia\u00e7\u00e3o. A dura\u00e7\u00e3o total de uma descida      deve ficar num intervalo de tempo de 20 a 60 minutos, dependendo das corredeiras      e acesso ao rio. A largada da corrida deve ser em grupos de 4 ou mais botes,      o que garante muito emo\u00e7\u00e3o para o competidor como para o espectador.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos campeonatos nacionais que hoje re\u00fanem em m\u00e9dia 25 equipes, existem      campeonatos estatuais em v\u00e1rios estados e campeonatos amadores, promovidos      pelas empresas de Rafting. <\/p>\n<p>\u00c9 a prova que vale mais no rafting. O Descenso \u00e9 uma longa descida, em m\u00e9dia      de 20 a 30 km com todas as equipas a participarem ao mesmo tempo. \u00c9 nesta      prova que os atletas est\u00e3o mais concentrados na remada, na for\u00e7a individual      e de equipa e no esp\u00edrito de coletividade.<\/p>\n<p>As equipas partem em baterias de quatro equipas, com intervalos de um minuto,      dependendo da pontua\u00e7\u00e3o obtida at\u00e9 ent\u00e3o. Como \u00e9 a prova que mais valoriza      a pontua\u00e7\u00e3o da equipa (400 pontos) muitas vezes \u00e9 decisiva na conclus\u00e3o do      campeonato.<\/p>\n<h4>T\u00e9cnicas de Rafting<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/raftin5.jpg\" alt=\"Rafting\" title=\"Rafting\" \/><br \/>\n     Rafting<\/strong><\/p>\n<p><strong>Remansos: <\/strong>podem tanto aparecer no meio do rio, atr\u00e1s de      pedras, de refluxos ou em regi\u00f5es de transi\u00e7\u00e3o de corrente, como nas margens      dos rios. S\u00e3o regi\u00f5es onde a \u00e1gua pode estar parada, agitada ou at\u00e9 em dire\u00e7\u00e3o      contr\u00e1ria ao rio. <\/p>\n<p><strong>Refluxos: <\/strong>s\u00e3o movimentos pelos quais a \u00e1gua passa sobre      um obst\u00e1culo ou um ponto de desn\u00edvel e cai em um buraco, ou em um plat\u00f4, provocando      movimentos de turbul\u00eancia no sentido contr\u00e1rio \u00e0 corrente. <\/p>\n<p><strong>Tipos de refluxos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Abertos:<\/strong> s\u00e3o os menos perigosos, pois a forma\u00e7\u00e3o em &#8220;U&#8221;      possibilita alcan\u00e7ar correntes no sentido e se desprender ou ainda sair pelas      laterais <\/p>\n<p><strong>Retos:<\/strong> formam-se normalmente depois de barragens e em forma\u00e7\u00f5es      perfeitas. Alguns podem ser dif\u00edceis de se transpor pelo centro, mas sempre      \u00e9 poss\u00edvel se buscar as laterais para se sair. \u00c9 necess\u00e1rio alertar sobre      os refluxos ap\u00f3s represas, pois eles representam um dos maiores perigos dos      esportes de \u00e1guas brancas, devido a forma\u00e7\u00e3o perfeita dos movimentos rotat\u00f3rios      da \u00e1gua que n\u00e3o abre brecha para uma escapat\u00f3ria. Sendo assim devem ser evitados      e n\u00e3o devem ser transpostos. <\/p>\n<p><strong>Fechados: <\/strong>com forma\u00e7\u00e3o em &#8220;V&#8221;, representam um      perigo maior, pois a tend\u00eancia \u00e9 sempre voltar para o centro, restando apenas      escapar pelo centro o que se torna muito dif\u00edcil. <\/p>\n<p><strong>Diagonal: <\/strong>se forma na diagonal do rio e s\u00e3o f\u00e1ceis de se      sair <\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o dos Rios<\/strong><\/p>\n<p>Os Rios s\u00e3o divididos em 6 classes que variam de I a VI ,de acordo com seu      perigo e dificuldade. As corredeiras de maior volume tem como caracter\u00edstica      a grande quantidade de ar misturado a \u00e1gua, que somado ao movimento irregular      da correnteza, dificulta muito a flutua\u00e7\u00e3o. As corredeiras com menor volume      de \u00e1gua, em alguns casos tamb\u00e9m podem apresentar baixa flutua\u00e7\u00e3o e tem o agravante      das pedras, que ficam mais expostas e aumentam o risco de impacto.<\/p>\n<p><strong>Classe I:<\/strong> Para novatos. A correnteza \u00e9 leve, com poucos      obst\u00e1culos. Podem haver pequenas ondas. <\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Classe II:<\/strong> Para iniciantes. Corredeiras f\u00e1ceis com ondas        acima de 1 metro de altura e largura, lisas e est\u00e1veis. Canal aberto com        caminhos \u00f3bvios. N\u00e3o h\u00e1 necessidade de fazer o &#8220;Scoult&#8221;(caminhar        pela margem do rio para definir o melhor trajeto). H\u00e1 necessidade de conhecimentos        b\u00e1sicos. <strong><br \/>\n       Classe III: <\/strong>Para intermedi\u00e1rios. Corredeiras com ondas altas e        irregulares, passagens estreitas que requerem manobras mais complexas. F\u00e1cil        de capotar. <strong><br \/>\n       Classe IV:<\/strong> Para avan\u00e7ados. Corredeiras geralmente longas e dif\u00edceis,        com passagens que requerem manobras precisas em \u00e1guas muito turbulentas.        \u00c9 necess\u00e1rio realizar o &#8220;Scout&#8221;. O resgate se torna mais dif\u00edcil.        <strong><br \/>\n       Classe V:<\/strong> Para avan\u00e7ados. Corredeiras extremamente dif\u00edceis, muito        violentas e geralmente longas. Passagens obrigat\u00f3rias. \u00c9 imprescind\u00edvel        o &#8220;Scolt&#8221; e os participantes que querem descer devem ter experi\u00eancia        em resgate . Deve-se montar sempre um esquema de seguran\u00e7a com os companheiros        nas margens do rio nos pontos mais perigosos, todos munidos de equipamentos        de seguran\u00e7a como cordas de salvamento e mosquet\u00f5es. <strong><br \/>\n       Classe VI:<\/strong> Para extremos. Dificuldades iguais aos da classe V,        mas com condi\u00e7\u00f5es de navegabilidade extremas. Deve ser descida apenas por        equipes altamente experientes e todas as precau\u00e7\u00f5es devem ser tomadas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Botes: <\/strong>Formato oval, com tubos divididos por anteparos em      04 compartimentos independentes, para continuar flutuando mesmo furado.Cada      compartimento possui uma v\u00e1lvula v\u00e1lvulas similares, funciona pressionando      e girando a pe\u00e7a interna.As Bisnagas s\u00e3o tubos inflados que cruzam o bote,      sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 manter dist\u00e2ncia entre os tubos principais e fixa\u00e7\u00e3o dos tripulantes.O      fundo \u00e9 infl\u00e1vel e auto-esgotante, existem furos por onde a \u00e1gua escoa para      fora do bote.Possui an\u00e9is &#8220;D&#8221; para fixa corda externa ao bote e      equipamentos internamente.Os finca p\u00e9s s\u00e3o pe\u00e7as com formato anat\u00f4mico para      fixa\u00e7\u00e3o dos p\u00e9s colados no fundo do bote. <\/p>\n<p><strong>Finca-p\u00e9: <\/strong>Os finca p\u00e9s s\u00e3o pe\u00e7as com formato anat\u00f4mico para      fixa\u00e7\u00e3o dos p\u00e9s colados no fundo do bote. <\/p>\n<p><strong>Remos: <\/strong>equipamento de propuls\u00e3o, possui uma cruzeta ou empunhadura,      serve para controlar o \u00e2ngulo da p\u00e1 e segurar o remo com mais firmeza. <\/p>\n<p><strong>Coletes salva-vidas: <\/strong>Seu material de flutua\u00e7\u00e3o deve ser      de espuma de c\u00e9lulas fechadas, revestida de material resistente como nylon      ou cordura e devem possuir uma combina\u00e7\u00e3o de fecho de nylon com fitas e ziper.    <\/p>\n<p><strong>Corda de resgate: <\/strong>\u00c9 composta de um saco de nylon e uma corda      male\u00e1vel acomodado em seu interior. Este equipamento deve estar sempre pr\u00f3ximo      do guia. O segredo para o bom funcionamento deste equipamento \u00e9 a maneira      correta de se colocar a corda na sacola. <\/p>\n<p><strong>Mosquet\u00f5es: <\/strong>ferramentas de uso m\u00faltiplo usadas para prender      equipamentos ou cabos e podem substituir roldanas em resgates com cordas.    <\/p>\n<p><strong>Faca:<\/strong> pequena presa ao colete, \u00e9 extremamente importante      par emerg\u00eancias <\/p>\n<p><strong>Flip-line:<\/strong> fita tubular de 5 \u00e0 7mm presa a cintura com duas      voltas, possui duas argolas feitas da dobra da fita uma em cima da outra lacradas      atrav\u00e9s de costura.Possui m\u00faltiplas fun\u00e7\u00f5es como desvairar o bote, ancorar      bote ou uma redu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Roldana:<\/strong> facilita redu\u00e7\u00f5es para resgate e encalhes. <\/p>\n<p><strong>Apito: <\/strong>\u00e9 um equipamento que realmente chama a aten\u00e7\u00e3o e      pode ser utilizado para sinalizar v\u00e1rios tipos de situa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>Scout: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1- Caminhe:<\/strong> pela margem do rio at\u00e9 ter completa visibilidade        da corredeira. <strong><br \/>\n       2- Analise:<\/strong> se \u00e9 poss\u00edvel passar e se n\u00e3o existe um risco muito        grande. Nesta fase \u00e9 importante que todos os que v\u00e3o descer estejam cientes        das dificuldades e optem por descer ou n\u00e3o. <strong><br \/>\n       3- Formule:<\/strong> o plano de descida, a linha a ser seguida, as manobras        a serem executadas e lembre de tra\u00e7ar um plano alternativo caso algo d\u00ea        errado. <strong><br \/>\n       4- Execute:<\/strong> o plano com convic\u00e7\u00e3o. <strong>Portagem:<\/strong> algumas        corredeiras devem ser evitadas por serem perigosas ou em determinados n\u00edveis        se tornarem perigosas,para isso se realiza a passagem por fora do rio caminhando        e carregando os equipamentos <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Se o bote capotar: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1-<\/strong> Garanta a sua seguran\u00e7a, mantenha- se em condi\u00e7\u00f5es.N\u00e3o        solte seu remo. <strong><br \/>\n       2-<\/strong> Cheque imediatamente se n\u00e3o h\u00e1 algu\u00e9m em p\u00e2nico ou em perigo        extremo, se isso ocorrer proceda imediatamente o salvamento desta pessoa.        <strong><br \/>\n       3-<\/strong> Desvire o bote o mais r\u00e1pido poss\u00edvel, conectando sua Flip-line        no cabo externo do bote, fique de p\u00e9 sobre o tubo oposto ao clipado e provoque        o giro do bote. <strong><br \/>\n       4-<\/strong> Inicie o resgate pela pessoa mais pr\u00f3xima (ela vai poder ajud\u00e1-lo),        e depois passe para os que est\u00e3o mais longe. <strong><br \/>\n       5- <\/strong>Se outra corredeira estiver se aproximando proceda o resgate        mesmo com o bote virado. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Dica: <\/strong>neste momento o que vale \u00e9 o bom senso, as regras      s\u00e3o apenas um roteiro que pode ser mudado.<\/p>\n<p><strong>Nadando:<\/strong> Caso voc\u00ea ou um passageiro caia na \u00e1gua a primeira      atitude \u00e9 ficar em posi\u00e7\u00e3o de nata\u00e7\u00e3o. P\u00e9s para frente para se proteger de      impactos contra pedras. Mantenha os bra\u00e7os no peito mas solte-os para manter      ou mudar a sua dire\u00e7\u00e3o. Procure n\u00e3o soltar o remo e depois de estabilizada      a situa\u00e7\u00e3o tente ir para a margem nadando de costas ou at\u00e9 de frente se o      local permitir . <\/p>\n<p><strong>Recomenda\u00e7\u00f5es importantes:<\/strong> Nunca tentar ficar em p\u00e9 na correnteza,      pois o p\u00e9 pode ficar preso entre duas pedras. N\u00e3o ficar em p\u00e9 na \u00e1gua em hip\u00f3tese      alguma.Quando cair na \u00e1gua relaxar.<\/p>\n<p><strong>Resgate com corda:<\/strong> A corda de resgate \u00e9 um equipamento extremamente      \u00fatil em um resgate, mas seu uso n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples como parece. <\/p>\n<p><strong>Lan\u00e7ando o cabo:<\/strong> O primeiro passo \u00e9 tentar o contato visual      com o nadador, e gritar para ele &#8220;CABO&#8221;. Outro ponto crucial \u00e9 encontrar      uma posi\u00e7\u00e3o quando na margem (A), levando em conta a for\u00e7a da corrente e a      caracter\u00edstica do terreno. Ficar perpendicular em rela\u00e7\u00e3o ao nadador e a corrente      facilitam o resgate. <\/p>\n<p>No lan\u00e7amento acerte o alvo no primeiro arremesso, levando-se em conta a      corrente e outros obst\u00e1culos que possam dificultar o arremesso. Nunca lance      o cabo no desespero. Sempre que terminar o resgate , recolocar a corda imediatamente      na sacola, de maneira a estar pronta para outro resgate principalmente se      voc\u00ea estiver no bote, pois cabos soltos s\u00e3o muito perigosos. <\/p>\n<p><strong>Dica: <\/strong>sempre lance o cabo abaixo do nadador, pois a corrente      da superf\u00edcie \u00e9 mais lenta e o nadador chegar\u00e1 at\u00e9 a corda. Treine os arremessos      em terra, em alvos fixos. <\/p>\n<p><strong>Recebendo o cabo:<\/strong> Caso voc\u00ea receba uma corda de seguran\u00e7a      segure a corda por cima do ombro para que a cabe\u00e7a n\u00e3o fique dentro da \u00e1gua      e ajude batendo as pernas nadando de costas. <\/p>\n<p><strong>Encalhe: <\/strong>No caso de um encalhe a primeira atitude \u00e9 estabilizar      a situa\u00e7\u00e3o, a tripula\u00e7\u00e3o deve estar se poss\u00edvel em local seguro e o bote estabilizado.      A partir da\u00ed se iniciam os procedimentos para o desencalhe. <\/p>\n<p>Analise a situa\u00e7\u00e3o, verifique para que margem o bote est\u00e1 virado, quais obst\u00e1culos      est\u00e3o abaixo, qual a facilidade para ancoragens, qual a dire\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais      f\u00e1cil para remo\u00e7\u00e3o.Escolha um l\u00edder e inicie a opera\u00e7\u00e3o conectando uma corda      no bote. Proceda com muito cuidado para n\u00e3o ser arrastado pela corrente, quando      colocar a ancoragem.Alguns sistemas de resgate produzem uma for\u00e7a tremenda      que os an\u00e9is &#8220;D&#8221; n\u00e3o suportam. Considere outros pontos de ancoragem      como o fundo , os tubos ou distribua a carga em v\u00e1rios an\u00e9is&#8221;D&#8221;.    <\/p>\n<h4><strong>T\u00e9cnica de Remada<\/strong><\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Remada e frente:<\/strong> Para um bom rendimento \u00e9 fundamental        que a p\u00e1 fique inteira dentro da \u00e1gua. O movimento inicia-se bem a frente        terminando ao lado do corpo. Deve-se usar o tronco para auxiliar na remada,        atrav\u00e9s do movimento rotat\u00f3rio. <strong><br \/>\n       Remada em r\u00e9: <\/strong>Utiliza o mesmo princ\u00edpio, s\u00f3 que remando ao contr\u00e1rio        e com as costas da p\u00e1. <strong><br \/>\n       Remada alternada:<\/strong> Com a ajuda de toda equipe \u00e9 poss\u00edvel girar o        bote rapidamente atrav\u00e9s dos comandos direita ou esquerda r\u00e9. Quando se        pede este comando o lado oposto continua remando frente. <strong>Exemplo:        <\/strong>Direita r\u00e9 \/ Esquerda frente.<strong> <br \/>\n       Varredura:<\/strong> Serve para mudar a dire\u00e7\u00e3o do barco. Coloque o remo        o mais horizontal poss\u00edvel, sem tirar a p\u00e1 da \u00e1gua e d\u00ea uma remada ampla        e forte. Funciona muito quando se quer mudar de dire\u00e7\u00e3o sem a ajuda dos        passageiros ou quando se tem que fazer uma corre\u00e7\u00e3o maior.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Comandos<\/strong><\/p>\n<p>Os comandos s\u00e3o dados pelo instrutor ou quem guia o bote de acordo com a      manobra necess\u00e1ria. \u00c9 fundamental que todos remem coordenados, acompanhando      os dois remadores posicionados na frente do bote ( respons\u00e1veis pelo ritmo)      sempre prestando aten\u00e7\u00e3o um ao outro . <\/p>\n<p><strong>Os comandos de remada s\u00e3o cinco:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Frente:<\/strong> todos no bote remam em frente. <strong><br \/>\n       R\u00e9:<\/strong> todos no bote remam em r\u00e9. <strong><br \/>\n       Direita r\u00e9: <\/strong>as pessoas do lado direito do bote remam em r\u00e9, os        da esquerda em frente.<strong><br \/>\n       Esquerda r\u00e9: <\/strong>as pessoas do lado esquerdo do bote remam em r\u00e9, os        da direita em frente. <strong><br \/>\n       Parou:<\/strong> todos devem parar de remar sem soltar o remo, principalmente        a m\u00e3o que segura a cruzeta. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Outros comandos utilizados s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Piso:<\/strong> todos devem se ajoelhar ou sentar dentro do bote mas      devem continuar remando. Este comando serve para dar maior estabilidade no      bote, geralmente utilizado em quedas grandes. <\/p>\n<p><strong>Peso \u00e0 direita ou \u00e0 esquerda: <\/strong>Caso o bote suba de lado em      alguma pedra, os tripulantes devem se colocar no lado mais alto do bote .    <\/p>\n<p>Quando o bote encalha e tende a virar deve-se mudar todo o peso para o lado      mais alto do bote. Se for poss\u00edvel antecipe a manobra.<\/p>\n<p><strong>T\u00e9cnicas em corredeiras:<\/strong> O primeiro passo \u00e9 como se localizar      no rio. Sua localiza\u00e7\u00e3o sempre \u00e9 definida pelo sentido da correnteza. \u00c0 direita      ou \u00e0 esquerda s\u00e3o sempre em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 correnteza e n\u00e3o \u00e0 sua posi\u00e7\u00e3o.(A) Rio      Acima, (B) Rio Abaixo, (C) Margem direita, (D) Margem esquerda<\/p>\n<p><strong>In\u00e9rcia:<\/strong> O bote mais as pessoas, formam um conjunto muito      pesado que cria uma in\u00e9rcia muito grande, e que deve ser considerada na hora      da manobra. Quanto maior a velocidade maior a in\u00e9rcia, logo procure sempre      diminuir a velocidade do bote e antecipar ao m\u00e1ximo a manobra para que a in\u00e9rcia      n\u00e3o o leve para fora de sua linha provocando um capotamento ou um encalhe.<\/p>\n<p><strong>Manobras principais:<\/strong> Existem duas manobras principais utilizadas      para descer um rio. Estas manobras tem uma s\u00e9rie infinita de combina\u00e7\u00f5es e      nomes para estas varia\u00e7\u00f5es, mas vamos apresentar apenas as principais . <\/p>\n<p><strong>Ferrying: <\/strong>\u00c9 utilizado para se movimentar lateralmente dentro      do rio ou atravessar uma corredeira sem que o bote des\u00e7a o rio. A posi\u00e7\u00e3o      do bote em rela\u00e7\u00e3o a corrente deve ser estabelecida de acordo com o sentido      da corrente e o ponto a onde se quer chegar. De acordo com a velocidade da      \u00e1gua e os obst\u00e1culos no caminho pode se optar em executar o ferrying, de frente      de r\u00e9. <\/p>\n<p><strong>Giro: <\/strong>\u00c9 muito utilizado para auxiliar nas manobras no meio      das corredeiras. Atrav\u00e9s de remadas a r\u00e9 e a frente, alternadas entre o lado      direito e o esquerdo, o bote gira rapidamente desviando de obst\u00e1culos, e se      posicionando para tomar uma nova dire\u00e7\u00e3o inclusive para se fazer um ferrying      rapidamente.<\/p>\n<p>Fonte:  oradical.uol.com.br\/360graus.terra.com.br\/mitsubishi.webventure.com.br\/www.trilhaecia.com.br    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rafting, Esporte, Brasil, Modalidade, Hist\u00f3ria, Rios, Origem, Barcos, Equipamentos, Mundo, T\u00e9cnicas, O que \u00e9, Rafting<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[305],"tags":[],"class_list":["post-62483","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-esportes"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - 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