{"id":62482,"date":"2016-07-13T17:35:45","date_gmt":"2016-07-13T17:35:45","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=62482"},"modified":"2016-07-13T18:08:10","modified_gmt":"2016-07-13T18:08:10","slug":"paraquedismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/esportes\/paraquedismo","title":{"rendered":"Paraquedismo"},"content":{"rendered":"<h4>O que \u00e9<\/h4>\n<p><strong>Paraquedismo<\/strong> \u00e9 uma atividade de cair \u00e0 uma altura que varia      de algumas centenas de metros a v\u00e1rios milhares (normalmente fora de um avi\u00e3o      , mas outra aeronave pode ser usada) e, em seguida, retornar \u00e0 Terra com a      ajuda de um paraquedas . Se a pessoa corre para um ponto fixo (ponte, precip\u00edcio,      etc), falamos sim de base jumping .<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o lan\u00e7amento, o <strong>p\u00e1ra-quedista<\/strong> est\u00e1 em queda livre para      um maior ou menor dependendo da disciplina praticada ea altura em que foi      abandonada. Ele pode realizar sozinho ou com outras figuras, antes de abrir      seu paraquedas . Uma vez que a vela (em v\u00f4o com paraquedas aberto), ele pode      voltar a realizar, sozinho ou com outras figuras de p\u00e1ra-quedistas antes de      atingir o ch\u00e3o voando seu paraquedas, de modo a pousar no local designado.<\/p>\n<p>A<strong> hist\u00f3ria do paraquedismo<\/strong> come\u00e7a no dia 22 de outubro 1797,      durante as f\u00e9rias de Andr\u00e9-Jacques Garnerin acima do Parc Monceau em Paris      em um bal\u00e3o.<\/p>\n<p>A melhoria das instala\u00e7\u00f5es permitiu que os militares inicialmente utilizar      essa pr\u00e1tica para deixar homens e equipamentos sobre uma \u00e1rea rapidamente,      e esta atividade tornou-se um espa\u00e7o de lazer e esportes uma caixa durante      a segunda metade do s\u00e9culo XX. A partir dos anos 1980 , mais uma vez, gra\u00e7as      \u00e0 melhoria de equipamentos, paraquedismo \u00e9 aberto a n\u00e3o-p\u00e1ra-quedistas atrav\u00e9s      de saltos tandem, quando uma pessoa \u00e9 presa a um instrutor de conjunto que      fornece todo o salto. C\u00e2meras melhoradas tamb\u00e9m criou o papel de cinegrafista.    <\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>H\u00e1 v\u00e1rias hist\u00f3rias de pessoas que utilizam paraquedas mas a hist\u00f3ria realmente      come\u00e7a com o desenvolvimento do bal\u00e3o de salto, 22 de outubro 1797 , por Andr\u00e9-Jacques      Garnerin acima do Parc Monceau em Paris a partir de seu bal\u00e3o . Sua esposa,      Jeanne Genevieve Labrosse \u00e9 a primeira paraquedista mulher de 12 outubro 1799      .<\/p>\n<p>O desenvolvimento da aeronave no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, oferece uma nova maneira      de saltar como mostrado Pioneiros p\u00e1ra-quedistas Albert Berry e Grant Morton      para 1 911 &#8211; 1,912 (datas n\u00e3o est\u00e3o bem definidos). Ent\u00e3o, em 1919 , Leslie      Irvin fez o primeiro salto com abertura manual do paraquedas durante a queda.<\/p>\n<p>Os militares, ent\u00e3o, viram o valor como uma c\u00f3pia dos bal\u00f5es de observa\u00e7\u00e3o      durante a Primeira Guerra Mundial . Seu desenvolvimento inicial \u00e9, portanto,      nas for\u00e7as armadas, que desenvolvem e, eventualmente, tamb\u00e9m ser usado para      despejar homens e materiais. Este \u00e9 amplamente utilizado durante a Segunda      Guerra Mundial, com as grandes opera\u00e7\u00f5es a\u00e9reas , como a Opera\u00e7\u00e3o Market Garden      .<\/p>\n<p>Durante a segunda metade do s\u00e9culo XX, isso se torna um hobby e v\u00e1rios aventureiros      desbravaram a terra, como Leo Valentin (que desenvolve o ancestral de Wingsuit      e asa delta ), Jean-Louis Potron e Jacques Chalon perceber que em 1956 o primeiro      v\u00f4o em passando uma testemunha durante uma queda ch\u00e3o face plana, Colette      Duval com um salto de mais de 10.000 metros em 1958 .<\/p>\n<p>Em shows a\u00e9reos, demonstra\u00e7\u00f5es de p\u00e1ra-quedistas s\u00e3o organizados, por vezes,      com homens como Salvatore Canarrozzo que realizam baixo aberturas, coisa particularmente      perigosa e, desde ent\u00e3o, foram proibidos.<\/p>\n<p>Em 1971 , Steve Snyder mercados, os Estados Unidos, as primeiras caixas de      vela sob o nome Paraplane e \u00e9 em 1972 que encontramos o primeiro de seu tipo      a navegar a partir de Fran\u00e7a Championships paraquedismo. No final de 1970,      haver\u00e1 mais do que este tipo de vela este campeonato.<\/p>\n<p>O paraquedas retangular (asa) \u00e9 melhorada. Control\u00e1veis e com um pouso suave,      em seguida, ele substitui o <strong>paraquedas<\/strong> hemisf\u00e9rica utilizado      pelos militares.<\/p>\n<p>A partir dos anos 1980 , mais uma vez, gra\u00e7as \u00e0 melhoria de equipamentos,      paraquedismo \u00e9 aberto a n\u00e3o-p\u00e1ra-quedistas atrav\u00e9s de saltos tandem, quando      uma pessoa \u00e9 presa a um instrutor de conjunto que fornece todo o salto. A      c\u00e2mara tamb\u00e9m tem uma melhor a realiza\u00e7\u00e3o do papel de cinegrafista.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m nessa \u00e9poca, homens como Patrick Gayardon inovar e popularizado diversas      \u00e1reas do paraquedismo como estilo livre, base salto e skysurf.<\/p>\n<p>Olav Zipser foi um dos pioneiros do <strong>paraquedismo<\/strong> moderno.    <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/paraqu6.jpg\" alt=\"Paraquedismo\" title=\"Paraquedismo\" \/><strong><br \/>\n     Paraquedismo<\/strong><\/p>\n<p>O sonho de voar sempre fez parte da alma humana. Conforme encontramos na      literatura, os prim\u00f3rdios do <strong>Paraquedismo<\/strong> deram-se no in\u00edcio      do s\u00e9culo XIV na China. Os chineses j\u00e1 realizavam saltos de altas torres para      abrilhantar festas imperiais. Estes acrobatas utilizavam imensos guarda s\u00f3is      para segurar a queda.<\/p>\n<p>Algum tempo depois, outro registro de <strong>Paraquedismo<\/strong> surgiu      no s\u00e9culo XV, atrav\u00e9s de Leonardo da Vinci. Ele desenhou e projetou o primeiro      paraquedas em forma de pir\u00e2mide.<\/p>\n<p>At\u00e9 o s\u00e9culo XVIII muito se estudou sobre <strong>Paraquedismo<\/strong>.    <\/p>\n<p>Mas historicamente, ficou registrado como sendo o primeiro salto de paraquedas      o salto realizado por Andrew Jacques Garnerin, no dia 22 de outubro de 1797,      saltando a partir de um bal\u00e3o. Considerado o primeiro p\u00e1ra-quedista, Garnerin      realizou seu feito hist\u00f3rico na cidade de Paris, a 2000 p\u00e9s de altura. Por\u00e9m,      para certificar-se que a engenhoca iria funcionar, Garnerin lan\u00e7ou seu cachorro      como cobaia e depois lan\u00e7ou-se com sucesso.<\/p>\n<p>Assim deu-se in\u00edcio o desenvolvimento do <strong>Paraquedismo<\/strong>. Mas      foi no s\u00e9culo XX que realmente se impulsionou o conhecimento e aperfei\u00e7oamento      desse esporte.<\/p>\n<p>O paraquedas foi a solu\u00e7\u00e3o que a maioria dos pa\u00edses encontrou para proteger      seus tripulantes de avi\u00f5es militares durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918).<\/p>\n<p>O <strong>Paraquedismo<\/strong> teve sua maior evolu\u00e7\u00e3o quando foi utilizado      como meio de transporte na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) para o desembarque      de tropas na retaguarda da linha de defesa do inimigo. Ap\u00f3s a Guerra, como      os paraquedas eram utilizados somente para o lan\u00e7amento de tropas e suprimentos,      os militares perceberam a possibilidade de fazer saltos por esporte e divers\u00e3o.    <\/p>\n<p>A partir do desenvolvimento de um sistema de acionamento manual, foram realizadas      as primeiras quedas livres com os paraquedas redondos conhecidos como T-10,      os mesmos utilizados para o lan\u00e7amento de tropas. <\/p>\n<p>Sem dirigibilidade e muito pesados, os paraquedas, na \u00e9poca, eram muito perigosos,      j\u00e1 que uma vez aberto o velame, os paraquedas pousavam onde o vento os levasse,      sem conseguir que o impacto fosse amenizado. <\/p>\n<p>Foi necess\u00e1rio o desenvolvimento de um velame com fendas direcionais traseiras      para possibilitar a navega\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, o forte impacto de aterragem ainda n\u00e3o      estava resolvido. <\/p>\n<p>A partir dos paraquedas redondos, o T-10 e T-U, foram desenvolvidos os velames      conhecidos como Papillon de fabrica\u00e7\u00e3o francesa e o P\u00e1ra-Commander de origem      norte-americana. Estes paraquedas tinham uma boa dirigibilidade, mas ainda      os seus recursos eram muito restritos quanto \u00e0 precis\u00e3o da chegada ao alvo.<\/p>\n<p>Nestes equipamentos o velame reserva era instalado na regi\u00e3o ventral. Esse      reserva era conhecido como reserva ventral.<\/p>\n<p>Nos anos 70, as empresas norte-americanas investiram e desenvolveram um equipamento      mais moderno, o qual usamos at\u00e9 hoje. A partir disso, o <strong>Paraquedismo<\/strong>      come\u00e7ou a evoluir mais r\u00e1pido. <\/p>\n<p>Nos anos 80 foi inventado o salto duplo e desenvolvido o m\u00e9todo Accelerated      Free Fall \u0096 AFF ou queda-livre acelerada, o que possibilitou a difus\u00e3o      do esporte.<\/p>\n<p>Atualmente os velames s\u00e3o de formato retangular sendo totalmente dirig\u00edveis.      Isto permite pous\u00e1-los com seguran\u00e7a no alvo e sem impacto, pois disp\u00f5em de      tecnologia com freio aerodin\u00e2mico.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s anos de evolu\u00e7\u00e3o, o <strong>Paraquedismo<\/strong> atingiu um n\u00edvel de      seguran\u00e7a que possibilita a qualquer pessoa, em bom estado de sa\u00fade, experiment\u00e1-lo.<\/p>\n<p>O <strong>Paraquedismo<\/strong> acabou virando um esporte de competi\u00e7\u00e3o.      Existem v\u00e1rias modalidades, desde as mais tradicionais, como a Forma\u00e7\u00e3o em      Queda Livre e Precis\u00e3o ao Freefly, Freestyle, Skysurf e outras que est\u00e3o sendo      praticadas e desenvolvidas o tempo todo.<\/p>\n<p>Quem diria que o <strong>Paraquedismo<\/strong>, originalmente uma necessidade      militar, com a proposta de trazer uma pessoa ao solo com seguran\u00e7a a partir      do salto de uma aeronave em v\u00f4o, teria v\u00e1rias modalidades esportivas, sendo      um esporte seguro que tem praticantes que podem ir dos 7 aos 80 anos de idade.<\/p>\n<p>O <strong>Paraquedismo<\/strong> progrediu muito. A queda livre, momento em      que o atleta salta at\u00e9 a abertura do paraquedas foi muito aprimorada. Hoje      em dia podemos dizer, sem sombra de d\u00favida, que os p\u00e1ra-quedistas aprenderam      a \u0093voar\u0094. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/paraqu7.jpg\" alt=\"Paraquedismo\" title=\"Paraquedismo\" \/><strong><br \/>\n     Paraquedismo<\/strong><\/p>\n<h4>Paraquedas<\/h4>\n<p>Um <strong>paraquedas<\/strong> \u00e9 um aparelho normalmente de tecido com um      formato semiesf\u00e9rico destinado a diminuir a velocidade da queda de pessoas      (por exemplos soldados) ou objetos despenhados de grande altura.<\/p>\n<p>Existem evid\u00eancias de que Leonardo da Vinci fez projetos de um paraquedas      um pouco rudimentar mas que funcionou em testes recentes. O paraquedas de      da Vinci consistia em um quadrado com quatro pir\u00e2mides de pano espesso e em      cujo centro (onde se cruzam as diagonais) se prendiam cordas que seguravam      o corpo do paraquedista.<\/p>\n<p>Em 22 de Outubro de 1797, Andr\u00e9-Jacques Garnerin foi o primeiro homem a saltar      de paraquedas.<\/p>\n<p>Com a forma\u00e7\u00e3o de unidades especializadas em salto (paraquedistas) a For\u00e7a      A\u00e9rea de quase todos os pa\u00edses disp\u00f5e assim de uma possibilidade de colocar      tropas no solo a partir do c\u00e9u, possibilitando-as de serem transportadas mais      rapidamente.<\/p>\n<p><strong>Com novas op\u00e7\u00f5es de utiliza\u00e7\u00e3o do paraquedismo, come\u00e7aram a aparecer      v\u00e1rias modalidades desportivas, e o paraquedas evoluiu em v\u00e1rios sentidos:<\/strong>      de abertura autom\u00e1tica (tipicamente para uso militar)<\/p>\n<p>Este tipo de paraquedas est\u00e1 preparado para ser engatilhado por um gancho      que, amarrado a um cabo resistente, ir\u00e1 abrir o paraquedas depois do salto      com a tens\u00e3o no cabo resultante do afastamento do paraquedista em rela\u00e7\u00e3o      ao avi\u00e3o. Este tipo de paraquedas permite, assim, saltos de baixa altitude,      j\u00e1 que o paraquedas \u00e9 aberto quase instantaneamente.<\/p>\n<p>Este tipo n\u00e3o \u00e9 muito manobr\u00e1vel e \u00e9 utilizado especialmente para a largada      de militares em alvos cirurgicamente estudados.<\/p>\n<h4>Paraquedismo &#8211; Origem<\/h4>\n<p>Segundo alguns textos, os chineses s\u00e3o os criadores do paraquedismo. <\/p>\n<p>H\u00e1 2.000 anos, eles saltavam com enormes guarda-s\u00f3is nas festas imperiais.      Muitos anos depois, Leonardo da Vinci desenhou um paraquedas, o qual consistia      em um quadrado com espesso e em cujo centro se prendiam cordas que seguravam      o corpo do paraquedas. dois anos ap\u00f3s, um franc\u00eas o desenvolveu. <\/p>\n<p>Contudo, em 22 de outubro de 1797, na cidade de Paris, Andrew Jacques Guarnerin      realizou o primeiro salto de paraquedas a 600 metros de altura. Antes, certificou-se      de que isso iria funcionar jogando seu cachorro e saltando logo atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Durante a 1\u00aa Guerra Mundial (1914-1918), muitos pa\u00edses utilizaram o paraquedas      como prote\u00e7\u00e3o dos tripulantes de avi\u00f5es militares. E na 2\u00aa Guerra Mundial      (1939-1945), soldados saltavam em lugares de dif\u00edcil acesso e se escondiam      do inimigo. Nos anos 70, o paraquedismo evoluiu mais rapidamente porque os      empres\u00e1rios americanos aperfei\u00e7oaram esse equipamento. Muitos clubes foram      fundados para treinar os p\u00e1ra-quedistas.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 80, o esporte foi difundido em virtude da inven\u00e7\u00e3o do salto      duplo. Atualmente s\u00e3o feitas competi\u00e7\u00f5es com modalidades que incluem a Queda      Livre, Freely, Freestyle, Skysurfing, Skydiving, Salto Tandem, Parapente,      Base Jumping.<\/p>\n<h4>O Que \u00e9<\/h4>\n<p>O paraquedas \u00e9 uma bolsa de lona de baixo peso em forma de sombrinha, desenhada      para aumentar a sua superf\u00edcie de contato com o ar, diminuindo a velocidade      da queda de pessoas ou objetos lan\u00e7ados de grande altura, evitando assim danos      corporais..<\/p>\n<p>A For\u00e7a A\u00e9rea de quase todos os pa\u00edses formam grupos de p\u00e1ra-quedistas que,      quando saltam e chegam ao solo, tem a possibilidade de serem transportados      mais rapidamente. Esse esporte \u00e9 praticado por profissionais especializados,      geralmente saltando de avi\u00f5es.<\/p>\n<h4>Tipos de Paraquedas<\/h4>\n<p>Pode-se encontrar v\u00e1rios tipos, entre eles o de abertura autom\u00e1tica. Ele      \u00e9 feito para ser engatilhado por um gancho que, amarrado a um cabo resistente,      ir\u00e1 abrir o paraquedas depois do salto. N\u00e3o permite muitas manobras, mas permite      saltos de baixa altitude, j\u00e1 que o paraquedas \u00e9 aberto quase instantaneamente.      \u00c9 utilizado, especialmente, para a largada de militares em alvos cirurgicamente      estudados.<\/p>\n<p>O<strong> Parapente<\/strong> evoluiu a partir do paraquedas e \u00e9 r\u00e1pido e      flex\u00edvel. Ele \u00e9 a jun\u00e7\u00e3o de \u0093P\u00e1ra\u0094 com o termo \u0093pente\u0094,      que em franc\u00eas significa pendente. Este tipo passou a integrar os desportos      a\u00e9reos de v\u00f4o livre conjuntamente com a asa delta e o planador.<\/p>\n<p>O <strong>Skysurfing<\/strong> utiliza um skate para realizar curvas, loopings      e acrobacias radicais a 3.600 metros de altura. Lembra muito pelas belas manobras      da gin\u00e1stica ol\u00edmpica e a aer\u00f3bica das academias. Quando chegam a 800 metros      do solo, os paraquedas se abrem e descem suavemente. Esse tipo de salto exige      que a pessoa seja profissional h\u00e1 um certo tempo. \u00c9 atra\u00edda cada vez mais      pelas mulheres e necessita de muito treino.<\/p>\n<p>Um tipo de salto que \u00e9 realizado num altitude menor, a 3.000 metros, \u00e9 denominado      Salto Tandem. \u00c9 feito em queda livre onde o aluno se agarra a um instrutor,      que leva um paraquedas duplo. Ele se abre a 1.500 metros de altura e o aluno      pode controlar o paraquedas por 10 minutos. A aterrissagem \u00e9 escolhida anteriormente      e feita com suavidade.<\/p>\n<p>O <strong>Free Fly<\/strong> \u00e9 uma modalidade onde o atleta voa de cabe\u00e7a      para baixo (ou Headdown) e executa manobras de extrema dificuldade, e tamb\u00e9m      chamado de Sitfly (sentado).<\/p>\n<p>A modalidade Queda Livre busca aperfei\u00e7oar os movimentos para formar figuras      com maior n\u00famero de p\u00e1ra-quedistas, al\u00e9m de treinar equipes de quatro a oito      pessoas para Campeonatos Nacionais e Mundiais de Paraquedismo.<\/p>\n<p>A idade m\u00ednima para a pr\u00e1tica desse esporte \u00e9 de 7 anos de idade. Menores      de 15 anos precisam de autoriza\u00e7\u00e3o dos pais em impresso com firma reconhecida.      O peso m\u00e1ximo para a pr\u00e1tica desse esporte \u00e9 de 100 quilos. N\u00e3o se indica      marcar o salto caso tenha praticado mergulho nas \u00faltimas 24 horas, se esteve      gripado, resfriado, indicando obstru\u00e7\u00e3o das vias nasais e ouvidos internos.      Deve-se consultar um m\u00e9dico antes, e caso a pessoa sofra de problemas cardiovasculares,      respirat\u00f3rios, ortop\u00e9dicos, desmaios ou qualquer outro problema.<\/p>\n<p>O paraquedismo \u00e9 um esporte que depende da natureza e de v\u00e1rios outros fatores      como descansar bem na noite anterior ao salto, usar roupas apropriadas ao      salto, alimenta\u00e7\u00e3o normal.<\/p>\n<h4>A hist\u00f3ria do paraquedismo<\/h4>\n<p>A hist\u00f3ria do paraquedismo est\u00e1 diretamente ligada a da conquista dos c\u00e9us.      \u00c9 que o primeiro homem a saltar de um paraquedas foi o balonista franc\u00eas Andre-Jacques      Garverin. <\/p>\n<p>O franc\u00eas e sua esposa foram os primeiros a saltar no ano de 1798.<\/p>\n<p>Depois de muitos saltos, a maioria com condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, as for\u00e7as armadas      passaram a utilizar a t\u00e9cnica para invadir os territ\u00f3rios inimigos. <\/p>\n<p>O desenvolvimento dos paraquedas tornou poss\u00edvel uma maior seguran\u00e7a e por      volta da d\u00e9cada de 50 o paraquedismo come\u00e7ou a ser visto como uma forma de      esporte.<\/p>\n<p>A dirigibilidade e a praticidade do equipamento foi conseguida atrav\u00e9s da      evolu\u00e7\u00e3o dos materiais utilizados. Hoje em dia o praticante tem todo o controle      sobre a dire\u00e7\u00e3o que quer seguir. Ent\u00e3o quem quer come\u00e7ar no esporte n\u00e3o tem      desculpa.<\/p>\n<h4>O que \u00e9 o Paraquedismo<\/h4>\n<p>Voar, voar e voar. Esse \u00e9 o resumo do paraquedismo, um esporte que possibilita      ao homem sentir toda a liberdade de voar. At\u00e9 o momento de abrir o paraquedas,      \u00e9 uma queda livre sem nada para atrapalhar, literalmente como o v\u00f4o dos p\u00e1ssaros.<\/p>\n<p>A adrenalina de ficar solto ar nasceu praticamente junta com os primeiros      bal\u00f5es. \u00c9 que o primeiro homem a saltar de paraquedas foi o balonista franc\u00eas      Andre-Jacques Garverin, em 1798.<\/p>\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o de voar logo fez com que as t\u00e9cnicas e equipamentos se desenvolvessem,      o que facilitou, em muito, o seu crescimento. Hoje a grande divulga\u00e7\u00e3o e a      seguran\u00e7a s\u00e3o as principais caracter\u00edsticas do paraquedismo.<\/p>\n<p>Segundo o instrutor Osmar da Silva, quem procura o paraquedismo est\u00e1 decidido.      &#8220;\u00c9 dif\u00edcil encontrarmos pessoas que desistem na hora. Geralmente quem      vem procurar uma escola especializada j\u00e1 est\u00e1 com a id\u00e9ia amadurecida, at\u00e9      porque n\u00e3o \u00e9 uma decis\u00e3o nada f\u00e1cil&#8221;. <\/p>\n<h4>Equipamentos <\/h4>\n<p>O principal equipamento \u00e9 mesmo o paraquedas. Parece \u00f3bvio falar, mas voc\u00ea      depende dele. O principal cuidado que deve ser tomado \u00e9 com a dobragem. <\/p>\n<p>Caso voc\u00ea n\u00e3o se sinta seguro para realizar, existem profissionais especializados.      O cuidado com a manuten\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o do paraquedas tamb\u00e9m deve ser grande.<\/p>\n<p>Em caso de problema com o paraquedas principal, o uso obrigat\u00f3rio do paraquedas      de seguran\u00e7a evita qualquer tipo de acidente. O capacete, os \u00f3culos e o macac\u00e3o      s\u00e3o tamb\u00e9m equipamentos fundamentais. <\/p>\n<p><strong>Todos os p\u00e1ra-quedas s\u00e3o compostos de quatro partes essenciais:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><b>Velame: <\/b>parte superior do p\u00e1ra-quedas, que se abre como um cogumelo.        \u00c9 feito de seda ou nylon, e pode ter at\u00e9 10 metros de di\u00e2metro. Tem um pequeno        orif\u00edcio no meio para evitar o ac\u00famulo excessivo de ar \u0096 que pode provocar        oscila\u00e7\u00f5es muito fortes. Segundo a legisla\u00e7\u00e3o brasileira em vigor na Confedera\u00e7\u00e3o        Brasileira de p\u00e1ra-quedismo, todos os equipamentos para uso desportivo devem        possuir dois velames; um principal e o outro reserva.<br \/>\n<b>Alt\u00edmetro: <\/b>indica a dist\u00e2ncia que o p\u00e1ra-quedista est\u00e1 do n\u00edvel do        mar. \u00c9 usado para saber quando acionar o p\u00e1ra-quedas. Os alt\u00edmetros sonoros        s\u00e3o programados para apitarem em uma altura determinada, e s\u00e3o presos ao        capacete do atleta.<br \/>\n<b>Capacete: <\/b>ainda n\u00e3o inventaram um capacete capaz de salvar o atleta        cujos p\u00e1ra-quedas n\u00e3o abram. Mas o seu uso \u00e9 importante durante a queda        livre, pois protege no caso de esbarr\u00f5es com outros p\u00e1ra-quedistas.<br \/>\n<b>\u00d3culos: <\/b>protege os olhos do vento forte. Durante a queda livre, os        p\u00e1ra-quedistas podem alcan\u00e7ar uma velocidade de at\u00e9 300 quil\u00f4metros por        hora. Quem tem medo pode tamb\u00e9m fechar os olhos.<br \/>\n<b>Macac\u00e3o:<\/b> o tipo de macac\u00e3o depende do que se objetiva no salto. Quanto        maior ele for, maior ser\u00e1 o atrito com o ar, diminuindo a velocidade da        queda livre. Na modalidade Wing Fly, por exemplo, utiliza-se um modelo especial        que garante deslocamentos verticais de at\u00e9 160 quil\u00f4metros por hora.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Onde praticar <\/strong><\/p>\n<p>O local do salto \u00e9 determinado de acordo com as caracter\u00edsticas da regi\u00e3o.      Uma \u00e1rea com pouco tr\u00e1fego a\u00e9reo d\u00e1 maior seguran\u00e7a a quem est\u00e1 saltando.    <\/p>\n<p>Outros pontos fundamentais s\u00e3o o espa\u00e7o para pouso e a proximidade com a      sua resid\u00eancia.<\/p>\n<p>A meteorologia tamb\u00e9m influi muito, j\u00e1 que em tempo chuvoso fica praticamente      imposs\u00edvel realizar o salto.<\/p>\n<p><strong>Quem pode praticar <\/strong><\/p>\n<p>Para praticar o esporte \u00e9 necess\u00e1rio fazer um curso te\u00f3rico e pr\u00e1tico em      alguma escola certificada pela Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Paraquedismo. No      curso voc\u00ea poder\u00e1 aprender tudo sobre o esporte, al\u00e9m \u00e9 claro, de realizar      saltos.<\/p>\n<p>Segundo o instrutor Osmar da Silva, o curso d\u00e1 todo o embasamento necess\u00e1rio.      &#8220;Quem faz o curso est\u00e1 apto a saltar. As avalia\u00e7\u00f5es s\u00e3o muito exigentes,      o que garante a seguran\u00e7a dos alunos&#8221;.<\/p>\n<p>Antes de saltar, por\u00e9m, \u00e9 importante que voc\u00ea realize um exame m\u00e9dico para      certificar as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade. Como a adrenalina \u00e9 muito alta, todo cuidado      \u00e9 pouco. <\/p>\n<p>O paraquedismo n\u00e3o \u00e9 indicado para quem tem problemas do cora\u00e7\u00e3o saltar de      paraquedas.<\/p>\n<h4>Tipos de cursos para saltar de paraquedas<\/h4>\n<p>A expans\u00e3o do paraquedismo ajudou a difundir os cursos pelo pa\u00eds. Hoje, no      Brasil, existem diferentes tipos de cursos para a pr\u00e1tica do esporte.<\/p>\n<p>Para aqueles que desejam somente experimentar a emo\u00e7\u00e3o de \u0093voar\u0094,      \u00e9 recomend\u00e1vel que realizem um salto duplo, conhecido tamb\u00e9m como Tandem.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 para os que querem fazer da aventura um esporte, h\u00e1 dois tipos      de cursos: <\/strong>o ASL (Acelerated Static Line) e o AFF (Accelerated Free      Fall).<\/p>\n<p>Se, depois de um dos cursos preparat\u00f3rios, o aluno formado estiver interessado      em melhorar seu desempenho em queda livre, existe o Basic Body Flight. H\u00e1      tamb\u00e9m cursos para instrutores de Tandem Pilot, Instrutor de FQL, Jump Master      AFF, mas para isso \u00e9 exigido um n\u00famero m\u00ednimo de saltos.<\/p>\n<p><strong>Salto Duplo de Instru\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A \u00fanica diferen\u00e7a para o salto duplo fun \u00e9 que, no de instru\u00e7\u00e3o, o aluno      simula os principais comandos, tanto os procedimentos de emerg\u00eancia como a      pr\u00f3pria abertura do paraquedas principal. Esse salto \u00e9 indicado para quem      pretende se preparar para outros saltos. No m\u00e9todo de aprendizado AFF &#8211; Accelerated      Free Fall -, \u00e9 obrigat\u00f3rio fazer um salto duplo de instru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Requisitos do curso:<\/strong> N\u00e3o existe idade m\u00ednima, desde que      o equipamento sirva na pessoa. Aos menores de 21 anos \u00e9 exigida uma autoriza\u00e7\u00e3o      assinada pelo pai ou respons\u00e1vel legal.<\/p>\n<p><strong>Programa de Treinamento AFF<\/strong><\/p>\n<p>O programa de treinamentos \u0093A.F.F.\u0094 \u0096 que significa Accelerated      Free Fall (queda-livre acelerada) \u0096 foi introduzido nos Estados Unidos      em 1981 e, ao Brasil, chegou um ano depois.<\/p>\n<p><strong>O m\u00e9todo A.F.F \u00e9 composto por duas fases: <\/strong>parte te\u00f3rica      e pr\u00e1tica. As aulas te\u00f3ricas t\u00eam dura\u00e7\u00e3o de oito horas. As pr\u00e1ticas s\u00e3o divididas      em n\u00edveis, que v\u00e3o do I at\u00e9 o VIII. <\/p>\n<p>O aluno salta da aeronave a 13.000 p\u00e9s de altura, aproximadamente 4.000 metros,      acompanhado por dois instrutores, que ir\u00e3o supervision\u00e1-lo at\u00e9 a abertura      do seu paraquedas. O programa tem como principal objetivo acelerar o aprendizado      do aluno, j\u00e1 que os instrutores se comunicam com o aluno atrav\u00e9s de sinais      para melhorar sua posi\u00e7\u00e3o em queda livre. Aos 5.000 p\u00e9s, 1.500 metros, o aluno      pode acionar o paraquedas.<\/p>\n<h4>Passo a passo<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>N\u00edvel I, II e III: <\/strong>Acompanhado por dois instrutores, o        aluno faz a checagem do seu equipamento, aciona o paraquedas e o navega        sob orienta\u00e7\u00e3o de um outro instrutor que est\u00e1 no solo e vai orient\u00e1-lo at\u00e9        o pouso. Tamb\u00e9m aprende a desenvolver t\u00e9cnicas em queda livre.<strong><br \/>\n       N\u00edvel IV at\u00e9 VII: <\/strong>O aluno continua a desenvolver t\u00e9cnicas em queda        livre, por\u00e9m, estar\u00e1 acompanhado de apenas um instrutor.<strong><br \/>\n       N\u00edvel VIII:<\/strong> \u00c9 a formatura. O aluno colocar\u00e1 em pr\u00e1tica sozinho        tudo que aprendeu, sem a necessidade de um instrutor.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Transi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Aluno para profissional<\/p>\n<p>Para conseguir a licen\u00e7a de categoria A, o p\u00e1ra-quedista deve ter acima de      20 saltos, saber dobrar o paraquedas, navegar sozinho, ter estabilidade em      queda livre e acumular mais de cinco minutos em queda livre.<\/p>\n<p><strong>Requisitos do curso<\/strong><\/p>\n<p>A idade m\u00ednima para a realiza\u00e7\u00e3o de saltos de paraquedas \u00e9 de 21 anos, ou      15 anos com autoriza\u00e7\u00e3o dos pais ou respons\u00e1veis.<\/p>\n<p>Antes do primeiro salto o aluno deve apresentar a seu clube ou instrutor      respons\u00e1vel o atestado m\u00e9dico para comprova\u00e7\u00e3o de seu estado de sa\u00fade. A validade      deste atestado \u00e9 anual. Tamb\u00e9m deve se cadastrar, atrav\u00e9s de seu clube e Federa\u00e7\u00e3o,      na Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de P\u00e1ra-quedista, que vai emitir a carteira de      filia\u00e7\u00e3o, licen\u00e7a &#8220;Aluno em Instru\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Qualquer aluno, a qualquer tempo, poder\u00e1 solicitar a licen\u00e7a de um determinado      p\u00e1ra-quedista que est\u00e1 lhe oferecendo um curso, com o intuito de averiguar      se o mesmo \u00e9 capacitado para ministrar o curso oferecido.<\/p>\n<h4>Como Funciona<\/h4>\n<p>O <strong>paraquedas<\/strong> \u00e9 um equipamento utilizado para oferecer arrasto      quando em movimento atrav\u00e9s de um meio fluido, impedindo que um corpo caia      com muita rapidez.<\/p>\n<p>O primeiro salto de um homem com paraquedas foi realizado em 1797, mas o      equipamento permaneceu como simples divers\u00e3o por mais de um s\u00e9culo. <\/p>\n<p>Durante a Primeira Guerra Mundial, contudo, transformou-se em eficiente meio      de salvamento, sendo empregado por balonistas ingleses e aviadores alem\u00e3es      para escapar de acidentes a\u00e9reos. <\/p>\n<p>Atualmente \u00e9 utilizado para salvamento em casos de desastres a\u00e9reos, lan\u00e7amento      de tropas, envio de pessoal, equipamento de socorro e suprimentos para regi\u00f5es      inacess\u00edveis por outros meios, etc.<\/p>\n<p>Quando fechado, o paraquedas fica dentro de uma bolsa fixada ao colete do      p\u00e1ra-quedista. Esse colete deve ser projetado de modo a se ajustar firmemente      ao corpo do p\u00e1ra-quedista, protegendo-o do violento impulso de desacelera\u00e7\u00e3o      que ocorre quando o equipamento se abre. \u00c9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m que o paraquedas      possa ser descartado facilmente caso o p\u00e1ra-quedista des\u00e7a na \u00e1gua ou com      ventos fortes, que poderiam arrast\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Alguns segundos depois de abandonar o avi\u00e3o, o p\u00e1ra-quedista puxa um cordel      (extrator), removendo o pino que mant\u00e9m as abas do paraquedas dentro da bolsa.      Um pequeno paraquedas auxiliar, localizado entre as abas, \u00e9 ent\u00e3o ejetado      por uma mola e, ao ser atingido pela corrente de ar, puxa o paraquedas principal      para fora da bolsa. Entrando pela boca do equipamento, o ar \u00e9 aprisionado      pela coroa e a press\u00e3o criada espalha-se pelos gomos, inflando-os. Alguns      equipamentos possuem dispositivos autom\u00e1ticos que abrem o paraquedas a uma      altitude determinada.<\/p>\n<p>Ao saltar de um avi\u00e3o, o p\u00e1ra-quedista cai com movimento acelerado, pois      seu peso \u00e9 maior que a resist\u00eancia do ar. Quando o paraquedas se abre, a forma      semi-esf\u00e9rica torna bastante consider\u00e1vel a for\u00e7a de resist\u00eancia do ar, diminuindo      a velocidade. Chega um momento em que a resist\u00eancia do ar e o peso do p\u00e1ra-quedista      se tornam iguais, e este continua descendo com velocidade constante.<\/p>\n<p>Para manter uma velocidade de descida segura &#8211; 6,6 metros por segundo &#8211; p\u00e1ra-quedista      militar emprega um paraquedas maior que os utilizados para finalidades civis,      pois transporta mais equipamentos que um piloto ou um p\u00e1ra-quedista amador.    <\/p>\n<p>A for\u00e7a com que o p\u00e1ra-quedista atinge o ch\u00e3o eq\u00fcivale aproximadamente \u00e0      que resulta de um salto de 2,6 metros. <\/p>\n<p>Os &#8220;mergulhadores a\u00e9reos&#8221; descem em queda livre por centenas de      metros, alterando a velocidade e a dire\u00e7\u00e3o da queda pela contra\u00e7\u00e3o ou distens\u00e3o      do corpo.<\/p>\n<p>Por motivos de seguran\u00e7a, os amadores do paraquedismo s\u00e3o obrigados a abrir      os paraquedas quando se encontram a pelo menos 670 metros de altitude.<\/p>\n<p>Um problema comum nos paraquedas constru\u00eddos at\u00e9 1950 era a violenta oscila\u00e7\u00e3o      devida ao escape do ar pelas bordas do equipamento. Constatou-se por\u00e9m que,      se o paraquedas sofresse um ruptura radical ao ser inflado, n\u00e3o oscilava,      mantendo um deslizamento regular na dire\u00e7\u00e3o oposta \u00e0 ruptura. <\/p>\n<p>A partir dessa verifica\u00e7\u00e3o foram projetados paraquedas com razo\u00e1vel grau      de controle de dire\u00e7\u00e3o. Atualmente \u00e9 poss\u00edvel controlar o equipamento com      precis\u00e3o suficiente para atingir um alvo de apenas alguns cent\u00edmetros.<\/p>\n<h4>Os<strong> paraquedas<\/strong><\/h4>\n<p>Os<strong> paraquedas<\/strong> \u00e9 o objeto mais importante e eficaz na pr\u00e1tica      do paraquedismo. Ele \u00e9 o respons\u00e1vel principal pela aterragem segura de todos      os paraquedistas e possibilita a navega\u00e7\u00e3o tranquila por entre os c\u00e9us. <\/p>\n<p>Saiba quais s\u00e3o os tipos de paraquedas existentes no paraquedismo e saiba      como a sua evolu\u00e7\u00e3o foi ben\u00e9fica para todas as modalidades deste desporto      radical.<\/p>\n<p>O <strong>paraquedismo<\/strong> j\u00e1 h\u00e1 muito que deixou de estar confinado      \u00e0 esfera defensiva e militar de um determinado pa\u00eds ou governo. Hoje, \u00e9 um      dos desportos mais radicais e emocionantes e encontra-se acess\u00edvel a todos      os praticantes.<\/p>\n<p><strong>Existem dois tipos principais de paraquedas no paraquedismo:<\/strong>      os paraquedas redondos em forma de cogumelo e os retangulares, do tipo Asa.<\/p>\n<p>Os paraquedas redondos em forma de cogumelo<\/p>\n<p>Os paraquedas redondos e em forma de cogumelo s\u00e3o aqueles que, na maioria      dos casos, s\u00e3o utilizados para fins militares, de emerg\u00eancia ou aplica\u00e7\u00e3o      de carga.<\/p>\n<p>Estes paraquedas s\u00e3o inconfund\u00edveis gra\u00e7as ao seu velame arredondado, pelos      seus gomos em forma de tri\u00e2ngulo e pelo fato de n\u00e3o poderem ser manobrados      quer \u00e0 esquerda ou \u00e0 direita, o que impossibilita a escolha do melhor local      para aterrar.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, o paraquedas redondo come\u00e7ou a ser utilizado para      proteger os tripulantes de avi\u00f5es militares durante a Primeira Guerra Mundial      (1914-1918). Anos mais tarde, em plena Segunda Guerra Mundial (1939-1945),      os paraquedas foram desenvolvidos para o lan\u00e7amento de homens ou mantimentos      num ponto est\u00e1tico, por exemplo, atr\u00e1s das linhas defensivas do inimigo, o      que constitu\u00eda uma vantagem gigantesca.<\/p>\n<p>Estes paraquedas apresentam um furo no topo superior do velame de forma a      sair o ar interior e a reduzir as oscila\u00e7\u00f5es da queda. Depois de estarem em      plena queda, os paraquedistas ou as mercadorias descem numa posi\u00e7\u00e3o vertical      e s\u00e3o colocados de forma estrat\u00e9gica no terreno. Quanto mais vertical for      a queda, menor a possibilidade de haver alguma colis\u00e3o no ar.<\/p>\n<p>Neste per\u00edodo, o paraquedismo estava intimamente ligado a a\u00e7\u00f5es militares      e a uma estrat\u00e9gia de combate ofensiva e o paraquedas redondo em forma de      cogumelo era uma das armas que possibilitava o ataque.<\/p>\n<p><strong>Os paraquedas retangulares ou do tipo Asa<\/strong><\/p>\n<p>Os paraquedas retangulares ou do tipo asa s\u00e3o os paraquedas que s\u00e3o utilizados      atualmente no paraquedismo, e tamb\u00e9m no parapente.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 70, deu-se a passagem do paraquedismo exclusivamente militar      para um desporto radical de massas e isso fez com que o modelo de constru\u00e7\u00e3o      dos paraquedas se alterasse. A partir dos paraquedas redondos, como o T-10      e T-U, foram desenvolvidos os velames conhecidos por Papillon e P\u00e1ra-Commander.      De redondos e est\u00e1ticos, passaram a ser retangulares e din\u00e2micos e assemelham-se      \u00e0s asas de um avi\u00e3o. <\/p>\n<p>Trata-se de um paraquedas em forma de aerof\u00f3lio. Os aerof\u00f3lios consistem      em duas camadas de nylon, ligadas a duas paredes de tecido que formam as c\u00e9lulas.    <\/p>\n<p>Estas c\u00e9lulas s\u00e3o preenchidas por ar pressurizado que entra pelas aberturas      que se encontram na frente do velame, o que vai inflar o paraquedas e fazer      com que a velocidade e dire\u00e7\u00e3o sejam controladas como um parapente (paraglider).<\/p>\n<p>Atualmente, os paraquedas retangulares s\u00e3o mais que um meio de transporte      vertical, eles s\u00e3o aut\u00eanticas asas de voo e s\u00e3o totalmente dirig\u00edveis pelos      paraquedistas.<\/p>\n<p>Quando este paraquedas se encontra aberto, os gomos enchem-se de ar e possibilitam      a elabora\u00e7\u00e3o de um movimento horizontal que faz com que o paraquedista possa      escolher &#8211; com alguma liberdade &#8211; o local do pouso, atrav\u00e9s da condu\u00e7\u00e3o dos      batoques.<\/p>\n<p>Estes paraquedas s\u00e3o muito utilizados em v\u00e1rias competi\u00e7\u00f5es, principalmente      na competi\u00e7\u00e3o de precis\u00e3o, onde todos os paraquedistas competem entre si para      ver quem \u00e9 o mais certeiro e regular.<\/p>\n<p>Desde os prim\u00f3rdios que os paraquedas t\u00eam vindo a ser trabalhados e desenvolvidos      e isso faz com que o paraquedismo e as suas modalidades estejam em constante      evolu\u00e7\u00e3o para patamares superiores. <\/p>\n<p>H\u00e1 diversos tipos de paraquedas. <\/p>\n<p><strong>Entretanto, os componentes essenciais s\u00e3o:<\/strong> velame, cordoame,      guarni\u00e7\u00e3o (arn\u00eas) e bandeja (inv\u00f3lucro). <\/p>\n<p><strong>As maneiras de praticar o paraquedismo tamb\u00e9m s\u00e3o muitas:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Precis\u00e3o: <\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 a mais antiga modalidade do paraquedismo. \u00c9 praticada com o velame      aberto e o objetivo \u00e9 atingir uma \u0093mosca\u0094 no centro de um alvo determinado      com 2,5 cent\u00edmetros de raio. O alvo oficial de paraquedismo tem 25 metros      de raio, sendo os primeiros 10 metros centrais de areia e os 15 metros perif\u00e9ricos      de seixo rolado. <\/p>\n<p>Atualmente os alvos modernos possuem marca\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica na \u00e1rea pr\u00f3xima      a mosca, facilitando e dando maior precis\u00e3o nas marca\u00e7\u00f5es. Ap\u00f3s o surgimento      dos paraquedas retangulares, com maior manobrabilidade do velame, as marcas      de pouso desta modalidade ca\u00edram de dezenas de metros no inicio dos anos 40      para menos de meio metro nos campeonatos atuais. <\/p>\n<p>Durante as competi\u00e7\u00f5es mundiais poucos atletas fazem marcas superiores a      15 cm, alguns deles costumam fazer sucessivas moscas seguidas, desempatando      com diferen\u00e7as menores que 5 cent\u00edmetros ao final de v\u00e1rios saltos. Estas      competi\u00e7\u00f5es em geral s\u00e3o bastante emocionantes.<\/p>\n<p><strong>Estilo:<\/strong><\/p>\n<p>Junto com a \u0093Precis\u00e3o\u0094 comp\u00f5e as provas do &#8220;Paraquedismo Cl\u00e1ssico&#8221;.      Em geral as provas cl\u00e1ssicas s\u00e3o mais praticadas nas competi\u00e7\u00f5es militares,      uma vez que a precis\u00e3o dos saltos \u00e9 fundamental para a atua\u00e7\u00e3o das tropas      de elite de qualquer for\u00e7a. <\/p>\n<p>O \u0093Estilo\u0094 \u00e9 uma prova bastante t\u00e9cnica e realizada em queda livre.      O atleta abandona a aeronave a sete mil p\u00e9s de altura e face ao solo inicia      uma seq\u00fc\u00eancia de manobras com quatro curvas de 360 \u00ba para ambos os lados e      dois loopings. Conhecida como &#8220;s\u00e9rie de estilo&#8221; esta seq\u00fc\u00eancia de      manobras \u00e9 registrada por uma c\u00e2mera de solo possibilitando o julgamento do      atleta. <\/p>\n<p>O tempo que se demora a efetuar a s\u00e9rie \u00e9 registrado e os erros dos giros      s\u00e3o transformados em acr\u00e9scimo de segundos. Ganha quem alcan\u00e7ar a menor m\u00e9dia      de tempo para fazer \u00e0s seq\u00fc\u00eancias completas. No \u0093Estilo\u0094 \u00e9 necess\u00e1rio      muita concentra\u00e7\u00e3o, as disputas s\u00e3o bem acirradas pelos d\u00e9cimos de segundo.<\/p>\n<p><strong>Trabalho Relativo de Velame:<\/strong><\/p>\n<p>Modalidade tamb\u00e9m praticada com o velame aberto, onde conta a per\u00edcia de      pilotagem dos paraquedas. O objetivo \u00e9 reunir a equipe durante o v\u00f4o e construir      o maior n\u00famero de figuras no menor tempo poss\u00edvel. <\/p>\n<p>A competi\u00e7\u00e3o pode ser feita com um pool de figuras sorteadas, quando se repetem      as seq\u00fc\u00eancias estabelecidas pelo sorteio ou, por \u0093rota\u00e7\u00e3o\u0094, quando      a figura \u00e9 a mesma e revezam-se somente as posi\u00e7\u00f5es dos atletas mantendo a      figura original. Em ambos os casos o n\u00famero de figuras ou pontos s\u00e3o observados      e v\u00e1lidos dentro de um determinado per\u00edodo de tempo, ganhando a prova quem      fizer o maior n\u00famero de pontos. A beleza dos diversos velames voando juntos      nestes saltos \u00e9 indescrit\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o em Queda Livre \u0096 FQL:<\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 a modalidade mais praticada e competitiva do paraquedismo, re\u00fane um      grande n\u00famero de adeptos por exigir uma t\u00e9cnica apurad\u00edssima dos fundamentos      necess\u00e1rios para o v\u00f4o do corpo em queda livre. Esta modalidade objetiva a      forma\u00e7\u00e3o do maior n\u00famero de figuras no menor tempo poss\u00edvel. As seq\u00fc\u00eancias      das figuras tamb\u00e9m s\u00e3o sorteadas e executadas por times de 4, 8 ou 16 p\u00e1ra-quedistas.      Todos os times t\u00eam um \u0093Camaraman\u0094 que registra o salto e entrega      as imagens aos juizes das provas. Estes contam o n\u00famero de figuras conseguidas      dentro de um determinado tempo e as transformam em pontos, que somados ao      final da competi\u00e7\u00e3o determinam o time vencedor. Aqui, o desafio dos saltos      garantem a adrenalina.<\/p>\n<p><strong>Freestyle:<\/strong><\/p>\n<p>Esta modalidade nasceu com a evolu\u00e7\u00e3o das habilidades e conhecimentos das      t\u00e9cnicas da queda livre. Os atletas saltam em duplas optando por um tipo de      queda livre em que o controle dos giros e das posi\u00e7\u00f5es d\u00e3o origem a seq\u00fc\u00eancias      similares as da gin\u00e1stica acrob\u00e1tica ou ol\u00edmpica e dos saltos ornamentais.      Equilibrar-se e ter controle nas mais variadas posi\u00e7\u00f5es do corpo exigem bastante      treinamento. <\/p>\n<p>O uso do v\u00eddeo tamb\u00e9m esta presente nesta modalidade, mas agora n\u00e3o somente      para registrar um salto para julgamento, mas sim para o \u0093camaraman\u0094      interagir com o \u0093freeflyer\u0094 na seq\u00fc\u00eancia de manobras sendo tamb\u00e9m      julgado pela qualidade art\u00edstica da filmagem. O \u0093freestyle\u0094 \u00e9 um      maravilhoso ballet a\u00e9reo.<\/p>\n<p><strong>Freefly:<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a mais nova modalidade do paraquedismo. A queda livre \u00e9 feita de todas      as formas, as manobras b\u00e1sicas s\u00e3o sentadas, em p\u00e9 e de cabe\u00e7a para baixo      (\u0093head dow\u0094). Nos times de \u0093Freefly\u0094, formado por tr\u00eas      atletas, o v\u00eddeo aparece novamente e tamb\u00e9m conta no julgamento. Apesar de      nova, esta modalidade j\u00e1 atraiu muitos adeptos pela descontra\u00e7\u00e3o e alegria      dos saltos, que s\u00e3o sempre muito divertidos.<\/p>\n<p><strong>Skysurf:<\/strong><\/p>\n<p>Inventado pelo franc\u00eas Patrick Degaerdon ao final dos anos 80, o \u0093Skysurf      \u0093 \u00e9 semelhante ao \u0093Freestyle\u0094 e tamb\u00e9m \u00e9 praticado em dupla      com um \u0093camaramam\u0094. A prancha d\u00e1 muita emo\u00e7\u00e3o aos saltos, permite      manobras originais e possibilita giros bem mais r\u00e1pidos, fazendo do surf no      ar uma modalidade fascinante. A maior e mais famosa competi\u00e7\u00e3o do \u0093Skysurf\u0094      acontece anualmente no \u0093Extreme Games\u0094, a olimp\u00edadas dos esportes      de a\u00e7\u00e3o. Aqui a intera\u00e7\u00e3o entre o \u0093skysurfer\u0094 e o \u0093camaramam\u0094      \u00e9 de vital import\u00e2ncia para as duplas.<\/p>\n<p><strong>Cross Country:<\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma modalidade normalmente praticada em dias de vento forte com o      objetivo de cobrir a maior dist\u00e2ncia poss\u00edvel com o paraquedas aberto. O salto      \u00e9 feito com vento de cauda (empurrando o p\u00e1ra-quedista) e o segredo est\u00e1 no      c\u00e1lculo correto do PS (ponto de sa\u00edda da aeronave). Entram nas variantes deste      c\u00e1lculo a altitude da aeronave, a velocidade do vento, o planeio do velame      e peso do atleta. Dependendo do vento no \u0093Cross Country\u0094 \u00e9 poss\u00edvel      percorrer dezenas de quil\u00f4metros e ainda atingir o alvo, ou seja, saltar em      uma cidade e chegar em outra por exemplo.<\/p>\n<p><strong>Wing Fly:<\/strong><\/p>\n<p>Nesta modalidade o grande atrativo \u00e9 a velocidade horizontal, o objetivo      aqui \u00e9 curtir muito o v\u00f4o percorrendo a maior dist\u00e2ncia poss\u00edvel em queda      livre. Para que isso seja poss\u00edvel, os saltos s\u00e3o praticados com macac\u00f5es      pr\u00f3prios para possibilitar este deslocamento, possuem asas que se inflam com      o vento entre os bra\u00e7os e o tronco e entre as pernas. <\/p>\n<p>Esta grande \u00e1rea permite os deslocamentos verticais de at\u00e9 160 quil\u00f4metros      por hora com uma raz\u00e3o bem menor de descida, o que faz a queda livre chagar      a quase dois minutos. Por ser a modalidade mais nova do paraquedismo, ainda      \u00e9 a menos praticada no Brasil, mas promete pegar pela grande emo\u00e7\u00e3o descrita      pelos que j\u00e1 experimentaram.<\/p>\n<p><strong>Salto Duplo ou Tandem:<\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 a maneira mais f\u00e1cil de conhecer o paraquedismo. Qualquer pessoa pode      desfrutar dos prazeres da queda livre caindo na carona de um experiente p\u00e1ra-quedista      por 45 segundos. O salto \u00e9 extremamente seguro, dispensa o curso e ap\u00f3s um      r\u00e1pido briefing o passageiro j\u00e1 pode voar. Para os iniciantes do paraquedismo,      o salto duplo pode ser um excelente meio de adapta\u00e7\u00e3o funcionando como o come\u00e7o      de uma progress\u00e3o no esporte.<\/p>\n<p><strong>Um pouco mais&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Os saltos normalmente s\u00e3o realizados entre 2.500 e 4.000 metros, que representa      de 20 a 45 segundos de queda livre da sa\u00edda do avi\u00e3o at\u00e9 a abertura do paraquedas.    <\/p>\n<p>Os equipamentos utilizados s\u00e3o especiais, bem maiores que os tradicionais,      com duplos comandos e projetados especialmente para este tipo de salto. O      piloto \u00e9 sempre um p\u00e1ra-quedista bem experiente, um veterano do esporte que      \u00e9 respons\u00e1vel por todos os procedimentos, o passageiro s\u00f3 tem a obriga\u00e7\u00e3o      de aproveitar ao m\u00e1ximo o salto.<\/p>\n<p>Para registrar estas aventuras existe o servi\u00e7o do \u0093camaramam\u0094      para os saltos duplos. Este acompanha todo o salto da prepara\u00e7\u00e3o ao pouso,      registrando todos os detalhes em v\u00eddeo e foto.<\/p>\n<p>Para saltar basta ter no m\u00ednimo entre sete nove anos, com altura compat\u00edvel      ao tamanho m\u00ednimo dos equipamentos e uma autoriza\u00e7\u00e3o dos pais para todos os      menores de idade. Para os maiores n\u00e3o h\u00e1 limite de idade, mas h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es      aos passageiros acima de 90 Kg.<\/p>\n<p><strong>Paraquedismo \u00e9 um esporte de risco?<\/strong><\/p>\n<p>Depende de quem pilota o paraquedas. Estou no esporte h\u00e1 mais de 15 anos,      mais de 1.500 saltos acumulados (o que n\u00e3o \u00e9 muito para esse tempo todo),      dois t\u00edtulos de campe\u00e3o brasileiro em forma\u00e7\u00e3o em queda livre e j\u00e1 presenciei      muita coisa no esporte. <\/p>\n<p>A maioria, muita alegria, muita adrenalina, amizade e energia boa. Mas nosso      esporte \u00e9 considerado de risco pois, por um certo aspecto, o paraquedismo      pode ser analisado como uma &#8220;tentativa de suic\u00eddio controlada&#8221;.      Essa foi a declara\u00e7\u00e3o de um psiquiatra, meu pr\u00f3prio pai, quando comecei a      saltar.<\/p>\n<p>N\u00e3o deixa de ser uma tese interessante, afinal, lan\u00e7ar-se de um avi\u00e3o em      v\u00f4o, exige uma certa dose de loucura. Mas, para quem j\u00e1 experimentou o primeiro      salto e formou-se um paraquedista, j\u00e1 se habituou a voar a 200 km\/h, acionar      seu paraquedas na altura prevista e pous\u00e1-lo com seguran\u00e7a. Esse \u00e9 basicamente      o procedimento que nos leva ao ch\u00e3o s\u00e3os e salvos, saltos ap\u00f3s salto.<\/p>\n<p>Paraquedistas que competem representando seus pa\u00edses, buscam a perfei\u00e7\u00e3o      nos movimentos, seja qual for a modalidade em que atuam e, para isso, chegam      a fazer 10 a 16 saltos por dia. \u00c9 muita coisa, pode acreditar. Esses atletas      j\u00e1 acumularam mais de 10 mil saltos e nunca se machucaram. Por qu\u00ea?<\/p>\n<p><strong>Risco de morte<\/strong><\/p>\n<p>Como todo esporte, ou atividade, existem regras de seguran\u00e7a. O downhill,      por exemplo, que \u00e9 despencar de bicicleta ladeira abaixo em meio a troncos      de \u00e1rvores, eu consideraria um esporte de alt\u00edssimo risco, pois voc\u00ea precisa      desviar de obst\u00e1culos a uma velocidade alta e corre riscos a cada ligeira      curva que faz. <\/p>\n<p>No paraquedismo, por outro lado, estes obst\u00e1culos n\u00e3o existem e o risco maior      est\u00e1 no impacto com o solo.<\/p>\n<p>Caso voc\u00ea n\u00e3o acione o seu paraquedas, certamente vai atingir o solo numa      velocidade que espatifar\u00e1 todos os ossos de seu corpo. Morte certa. <\/p>\n<p><strong>H\u00e1 pouco mais de dez anos, as fatalidades deste tipo que aconteciam      basicamente por dois motivos: <\/strong>pela falta de aten\u00e7\u00e3o ao alt\u00edmetro,      o que fazia com que o paraquedista perdesse a no\u00e7\u00e3o de altura e atingisse      o solo com o paraquedas fechado (a falha mais absurda que pode acontecer no      esporte); outra era a dificuldade &#8211; geralmente com alunos rec\u00e9m formados &#8211;      em acionar o paraquedas, n\u00e3o localizando o punho de acionamento.<\/p>\n<p><strong>Equipamento seguro versus neglig\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Com a evolu\u00e7\u00e3o de acess\u00f3rios de seguran\u00e7a como o altimetro sonoro (que apita      na altura de comando) e de DAAs (Dispositivos de Acionamento Autom\u00e1tico),      esses tipos de fatalidades, que antes eram &#8220;comuns&#8221; acontecerem,      passaram a ser quase nulas.<\/p>\n<p>Atualmente a fatalidade acontece em nosso esporte por pura neglig\u00eancia do      atleta, aliada \u00e0 alta evolu\u00e7\u00e3o dos velames, mais velozes e \u00e1geis, que exigem      maior destreza e experi\u00eancia de quem os pilota. O \u00edndice de fatalidades relacionadas      a pousos mal sucedidos aumentou na faixa de 500 a at\u00e9 1000% em alguns pa\u00edses      nos \u00faltimos 10 anos.<\/p>\n<p>Comparando, podemos dizer que os carros tamb\u00e9m ficaram mais seguros com novos      dispositivos que visam manter a integridade f\u00edsica de quem os pilota. Entretanto,      eles se tornaram mais velozes, com mais recursos, e os paraquedistas n\u00e3o se      educaram em como pilot\u00e1-los e acabam se machucando ou at\u00e9 morrendo por pura      imprud\u00eancia.<\/p>\n<p>\u00c9 n\u00edtido isso quando analisamos relat\u00f3rios de acidentes ao longo de um per\u00edodo      de um ano e comparamos com 10 anos atr\u00e1s. Os paraquedistas rec\u00e9m-formados      est\u00e3o quase extintos dos quadros de fatalidades. J\u00e1 os mais experientes, na      faixa de 300 a 1.000 saltos, s\u00e3o a maioria das v\u00edtimas atuais.<\/p>\n<p><strong>Como resolver isso? <\/strong><\/p>\n<p>Consci\u00eancia, educa\u00e7\u00e3o e respeito aos limites de cada um. O paraquedismo evoluiu      assustadoramente nos \u00faltimos 10 anos e continua em franca evolu\u00e7\u00e3o. O que      falta acompanhar esta evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 a mentalidade do paraquedista que se arrisca      em situa\u00e7\u00f5es que est\u00e3o fora de seu controle.<\/p>\n<h4>Resumo cronol\u00f3gico do esporte<\/h4>\n<p><strong>1100 &#8211;<\/strong> Existem provas de que os chineses se divertiam saltando      de lugares altos com estruturas r\u00edgidas que lembravam uma sombrinha.<\/p>\n<p><strong>1495 &#8211;<\/strong> O paraquedas de Leonardo Da Vinci tinha forma piramidal      e se mantinha aberto por meio de uma estrutura de madeira. N\u00e3o se sabe se      algum prot\u00f3tipo foi testado por ele. Apenas em junho de 2.000 um modelo quase      id\u00eantico foi testado pelo brit\u00e2nico Adrian Nicholas. <\/p>\n<p><strong>1616 &#8211; 1617: <\/strong>O italiano FAUSTO DE VERANZIO, publicou um      livro chamado &#8220;Machinae Nova&#8221;, no qual aparecia um homem saltando      de uma torre com um equipamento retangular, com 4 linhas presas a um suposto      harnese. O mesmo VERANZIO executa o primeiro salto da torre da Catedral de      Veneza<\/p>\n<p><strong>1766: <\/strong>O cientista Cavendish descobre que o hidrog\u00eanio \u00e9      mais leve que o ar. \u00c9 dado inicio ao desenvolvimento dos primeiros bal\u00f5es,      que futuramente seriam utilizados para saltos. <\/p>\n<p><strong>1779 &#8211; 1783: <\/strong>O f\u00edsico franc\u00eas SEBASTIAN LE NORMAND, fica      conhecido por ser o primeiro construtor de paraquedas em s\u00e9rie. Seus testes      eram realizados com diversos animais, desde gatos at\u00e9 bois. Patenteia ent\u00e3o      o paraquedas como meio de escapar de um pr\u00e9dio em chamas.<\/p>\n<p><strong>1785 &#8211; <\/strong>Jean-Pierre Blanchard inventou o primeiro modelo      de paraquedas dobr\u00e1vel de seda. Todos os modelos anteriores se mantinham abertos      por meio de uma estrutura r\u00edgida. <\/p>\n<p><strong>1793: <\/strong>Ap\u00f3s v\u00e1rias experi\u00eancias utilizando bal\u00f5es e tendo      como cobaia c\u00e3es, o mesmo PIERRE BLANCHARD desenha e constr\u00f3i o primeiro paraquedas      de seda que podia ser dobrado. Alguns dizem que o pr\u00f3prio BLANCHARD utilizando-o      para um salto que lhe custou as duas pernas quebradas! <\/p>\n<p><strong>1797 &#8211; <\/strong>Andr\u00e9-Jacques Garnerin realizou v\u00e1rios saltos. Saltou      de bal\u00f5es em Paris (600 metros de altura) e em Londres de (2400 metros). Morreu      saltando, devido \u00e0 forte oscila\u00e7\u00e3o de seus paraquedas. \u00c9 considerado o primeiro      p\u00e1ra-quedista. <\/p>\n<p><strong>1808 &#8211;<\/strong> Jodaki Kuparento, polon\u00eas, foi o primeiro a salvar      a vida usando um paraquedas, quando teve que abandonar o seu bal\u00e3o que se      incendiava. <\/p>\n<p><strong>1837: <\/strong>Ocorreu o primeiro acidente fatal da hist\u00f3ria do paraquedismo.      ROBERTO COCKING saltou de 5.000 p\u00e9s com seu paraquedas de cone invertido,      por\u00e9m os planos n\u00e3o sa\u00edram como desejado. <\/p>\n<p><strong>1885: <\/strong>Em 1885 THOMAS BALWING inventou o harnese que foi      incorporado ao equipamento e tornou os saltos mais seguros e confort\u00e1veis.<\/p>\n<p><strong>1887: <\/strong>Ainda foi BALDWIN que aperfei\u00e7oou o sistema para que      ele fosse acondicionado dentro de uma mochila, at\u00e9 ent\u00e3o o p\u00e1ra-quedista descia      dentro de um cesto.<\/p>\n<p><strong>1890 &#8211;<\/strong> No Brasil, o norte americano Spencer Stanley saltou      sobre a cidade de S\u00e3o Paulo. Depois dele &#8211; em 1931 veio Charles Astor, que      iniciou a divulga\u00e7\u00e3o do esporte no pa\u00eds, dando cursos aos interessados. <\/p>\n<p><strong>1906: O<\/strong> brasileiro ALBERTO SANTOS DUMONT realiza um v\u00f4o      com um avi\u00e3o acionado por motor a explos\u00e3o. Com o progresso da industria aeron\u00e1utica,      as velocidades dos avi\u00f5es foram ficando cada vez maiores, porem as defici\u00eancias      t\u00e9cnicas deste princ\u00edpio de s\u00e9culo, levou a morte centenas de pilotos. Mas      agora os p\u00e1ra-quedistas tem ao seu dispor um meio de transporte para irem      cada vez mais alto. <\/p>\n<p><strong>1908: <\/strong>O norte-americano LEO STEVENS desenhou um modelo de      paraquedas acionado manualmente por uma argola ligada a um cabo que, uma vez      acionado, abria a mochila que o piloto levava \u00e0s costas, liberando o paraquedas      Nos pr\u00f3ximos dois anos a hist\u00f3ria fica meio controversa sobre quem foi a primeira      pessoa a saltar de um avi\u00e3o em v\u00f4o.<\/p>\n<p><strong>1911: <\/strong>Alguns dizem que foi na California, o acrobata GRANT      NORTON, quem realizou pela primeira vez um salto de uma aeronave em v\u00f4o, passando      para a asa de um Wright modelo B, sobre um ponto previamente escolhido, largou      seu velame que inflou imediatamente extraindo-o do avi\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>1912: <\/strong>Outros afirmam que foi ALBERT BERRY, do ex\u00e9rcito norte-americano      quem fiz o primeiro salto com \u00eaxito em 1\u00b0 de mar\u00e7o de 1912<\/p>\n<p><strong>1914: <\/strong>O paraquedismo como esporte surge neste ano juntamente      com a primeira queda livre. <\/p>\n<p><strong>1917 &#8211;<\/strong> Durante a I Guerra Mundial, a maioria dos pa\u00edses      adotou paraquedas para os tripulantes de seus dirig\u00edveis de observa\u00e7\u00e3o e para      as tripula\u00e7\u00f5es de avi\u00f5es militares. <\/p>\n<p><strong>1919<\/strong>: O primeiro salto livre foi realizado em 1919, por      LESLIE EIRVIN, de um avi\u00e3o a 1500 p\u00e9s, no melhor estilo sai-comanda. <\/p>\n<p><strong>1922 &#8211;<\/strong> Harold Harris foi o primeiro homem a realizar uma      queda-livre, abandonando um avi\u00e3o em pane. <\/p>\n<p><strong>1924: <\/strong>O sargento norte-americano RANDAL BOSE acionou seu      paraquedas ap\u00f3s uma queda-livre de 2000 p\u00e9s desfazendo a cren\u00e7a que uma pessoa      perderia a consci\u00eancia. Persistia ainda a cren\u00e7a que ao permanecer em queda-livre      por um tempo muito longo a pessoa atingiria velocidades t\u00e3o elevadas que impediriam      a respira\u00e7\u00e3o causando perda da consci\u00eancia e subseq\u00fcentemente a morte por      asfixia.<\/p>\n<p><strong>1925: <\/strong>o norte-americano STEVEN BRUDEAU acabou com a pol\u00eamica      saltando de um avi\u00e3o a 7000 p\u00e9s (aproximadamente 2100m) com 25 segundos de      retardo, atingindo pela primeira vez a velocidade terminal (aproximadamente      200 km\/h).<\/p>\n<p><strong>1931: <\/strong>No Brasil , o paraquedismo teve in\u00edcio em 1931 com      CHARLES ASTOR em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>1936<\/strong>: A R\u00fassia usou paraquedas para o lan\u00e7amento de tropas      militares. <\/p>\n<p><strong>1939 -1945 &#8211; <\/strong>Durante a II Guerra Mundial quase todos os      pa\u00edses utilizaram-se de tropas p\u00e1ra-quedistas. Os alem\u00e3es, na invas\u00e3o de Creta,      chegaram a lan\u00e7ar 14.000 soldados p\u00e1ra-quedistas em uma ilha. <\/p>\n<p><strong>1951 &#8211; <\/strong>O Primeiro Campeonato de Paraquedismo foi realizado      na Iugosl\u00e1via. Participaram 5 pa\u00edses europeus. <\/p>\n<p><strong>1960 &#8211; <\/strong>Em 16 de Agosto de 1960, o capit\u00e3o da for\u00e7a a\u00e9rea      norte-americana JOSEPH W. KINTTINGER realizou um salto de um bal\u00e3o no Novo      M\u00e9xico a 84.700 p\u00e9s (aproximadamente 30.000 metros) atingindo uma vertiginosa      velocidade terminal de 1.006 Km\/h, velocidade marginalmente subs\u00f4nica em 4min      50seg de queda livre. Esse feito est\u00e1 no Livro Guiness dos Recordes e se mant\u00e9m      imbat\u00edvel at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p><strong>1964 &#8211;<\/strong> Foi patentado o primeiro paraquedas retangular. Estes      s\u00e3o muito mais dirig\u00edveis e seguros que os antigos redondos. Foi um grande      impulso para o paraquedismo esportivo. <\/p>\n<p><strong>1965 &#8211;<\/strong> Foi lograda a primeira forma\u00e7\u00e3o de 8 p\u00e1ra-quedistas      em queda-livre, uma &#8220;estrela&#8221;. <\/p>\n<p><strong>1996: <\/strong>O p\u00e1ra-quedista franc\u00eas PATRICK DE GAYARDON desenvolveu      um tipo de macac\u00e3o que tem por objetivo aumentar o tempo de queda livre, assim      como a velocidade horizontal atingida pelo p\u00e1ra-quedista. <\/p>\n<p><strong>1999<\/strong>: Morre o franc\u00eas PATRICK DE GAYARDON, criador do skysurf      e do macac\u00e3o \u0093asas de morcego\u0094 (prot\u00f3tipo do wing suit), acidentando-se      ap\u00f3s a falha no equipamento especialmente alterado por ele pr\u00f3prio poucos      dias atr\u00e1s. <\/p>\n<p><strong>2000 &#8211;<\/strong> O paraquedas projetado por Leonardo da Vinci em 1483      funciona. A prova, feita mais de quinhentos anos depois que o s\u00e1bio renascentista      elaborou seus desenhos, foi realizada pelo p\u00e1ra-quedista brit\u00e2nico Adrian      Nicholas. O projeto de Da Vinci tem forma de pir\u00e2mide, \u00e9 feito de madeira,      cordas e tecido de algod\u00e3o cru. Nicholas saltou de uma altura de 10.000 p\u00e9s      (aprox. 3.300m) com o equipamento, constru\u00eddo de acordo com as especifica\u00e7\u00f5es      de Da Vinci e usando somente materiais que estavam dispon\u00edveis na \u00e9poca do      Renascimento. <\/p>\n<p>O paraquedas se revelou \u00e1gil e eficaz. \u0093N\u00e3o houve ondula\u00e7\u00f5es ou quedas      repentinas, e o paraquedas se moveu facilmente pelo ar\u0094, disse Nicholas.      Depois de descer 6.000 p\u00e9s (aprox. 2.000m) com o projeto de Da Vinci, Nicholas      desconectou-se da pir\u00e2mide de algod\u00e3o e completou o salto com um paraquedas      convencional, pois o paraquedas de Da Vinci, pesando 85 quilos, que desceu      sozinho, suavemente e a poucos metros de dist\u00e2ncia, poderia machuc\u00e1-lo no      pouso. Para isso Nicholas utilizou-se de um Sistema Tr\u00eas Argolas duplo com      dois desconectores, um para a pir\u00e2mide e outro para o velame principal.<\/p>\n<p>Durante meses, Nicholas e sua mulher, a arquiteta Katarina Olliaken, trabalharam      sobre o projeto de Da Vinci.<\/p>\n<p><strong>Apenas duas inova\u00e7\u00f5es foram acrescentadas:<\/strong> o uso do algod\u00e3o,      em vez de linho, e uma mudan\u00e7a no respiro de ar. <\/p>\n<p>Fonte:  www.aerodinamicaparaquedismo.com.br\/www.clube700.com.br\/oradical.uol.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paraquedismo, Esporte, Equipamentos, Hist\u00f3ria, Modalidade, Tipo, Paraquedas, Parapente, Salto, Origem, T\u00e9cnica, O que \u00e9, 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