{"id":62481,"date":"2016-07-13T17:35:50","date_gmt":"2016-07-13T17:35:50","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=62481"},"modified":"2016-07-13T18:07:45","modified_gmt":"2016-07-13T18:07:45","slug":"parapente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/esportes\/parapente","title":{"rendered":"Parapente"},"content":{"rendered":"<h4>O esporte<\/h4>\n<p><strong>Parapente<\/strong> \u00e9 o nome franc\u00eas. <\/p>\n<p><strong>Paraglider<\/strong> \u00e9 o nome ingl\u00eas. <\/p>\n<p><strong>Paragliding<\/strong> significa, em ingl\u00eas, o ato de voar de <strong>paraglider<\/strong>.<\/p>\n<p>Portanto, paraglider \u00e9 o brinquedo e paragliding, a brincadeira.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/parape1.jpg\" alt=\"Parapente\" title=\"Parapente\" \/><strong><br \/>\n     Parapente<\/strong><\/p>\n<p>Atualmente, mais de 100 mil pessoas praticam o esporte em todo o mundo. No      Brasil, o Paraglider existe h\u00e1 aproximadamente 12 anos e conta com cerca de      3000 adeptos.<\/p>\n<p>Os primeiros campeonatos come\u00e7aram a surgir no pa\u00eds em 1991 e os principais      eventos s\u00e3o o Campeonato Brasileiro e os campeonatos estaduais, al\u00e9m de eventos      paralelos e etapas do PWC (Paraglider World Cup).<\/p>\n<p><strong>Aten\u00e7\u00e3o:<\/strong> Paragliding \u00e9 um esporte potencialmente perigoso.      Sua pr\u00e1tica exige normas r\u00edgidas de seguran\u00e7a. <\/p>\n<p>Antes de voar, voc\u00ea deve seguir um curso te\u00f3rico e pr\u00e1tico com instrutores      registrados no Departamento de Avia\u00e7\u00e3o Civil.<\/p>\n<h4>Dicas para decolar um <strong>Parapente<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/parape3.jpg\" alt=\"Parapente\" title=\"Parapente\" \/><strong><br \/>\n     Parapente<\/strong><\/p>\n<p>Saber decolar \u00e9 a capacidade adquirida por aprendizagem que nos permite inflar,      controlar a asa e sair a voar em condi\u00e7\u00f5es variadas, com um m\u00e1ximo de \u00eaxito.<\/p>\n<p>Atingir esta capacidade \u00e9 o objetivo do trabalho que a seguir se descreve      e n\u00e3o apenas saber decolar com certas condi\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p><strong>A decolagem envolve a integra\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias destrezas; um conjunto      de vari\u00e1veis:<\/strong> piloto, asa, terreno, condi\u00e7\u00f5es de v\u00f4o. S\u00f3 uma aprendizagem      s\u00f3lida permitir\u00e1 lidar com sucesso com grande variedade de situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Se bem que para atividades individuais, o m\u00e9todo global tem geralmente maior      rendimento para os principiantes; considerando que a aprendizagem do controle      cruzado da asa, pelos manobradores \u00e9 uma destreza de grande exig\u00eancia de coordena\u00e7\u00e3o      motora, na maioria os casos geradora de patamares demasiado longos e por isso      desmotivadores; que no m\u00e9todo anal\u00edtico esses mesmos patamares aparecem no      momento em que se associam as diversas partes; proponho-me a utilizar o m\u00e9todo      global-anal\u00edtico-global e para isso, dividi o inflado em cinco fases bem distintas      que ser\u00e3o trabalhadas ora no seu conjunto, ora separadamente.<\/p>\n<p><strong>O Inflado de costas cruzado<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Breves no\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e prepara\u00e7\u00e3o de material<br \/>\n       Pr\u00e9 inflado<br \/>\n       O levantar a asa at\u00e9 que esteja a voar<br \/>\n       A manipula\u00e7\u00e3o fina e controlo da asa<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>A corrida e decolagem<\/strong><\/p>\n<p><strong>Primeira fase: <\/strong>Prepara\u00e7\u00e3o do material<\/p>\n<p><strong>Ser\u00e3o abordados os seguintes t\u00f3picos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Breves no\u00e7\u00f5es de aerodin\u00e2mica, (porque e como voam as asas).<br \/>\n       Avalia\u00e7\u00e3o da velocidade e dire\u00e7\u00e3o do vento (em t\u00e9rmica, a dire\u00e7\u00e3o dominante).<br \/>\n       A nomenclatura da asa de parapente.<br \/>\n       Coloca\u00e7\u00e3o da asa no ch\u00e3o o que implica a escolha do melhor local (longe        de rotores e o local mais limpo poss\u00edvel)<br \/>\n       Abertura da asa perpendicularmente ao vento e extens\u00e3o dos suspensores (tendo        o cuidado, sobretudo se estiver vento forte, de o mais cedo poss\u00edvel, colocar        as linhas sobre o bordo de fuga, para que o vento entre o menos poss\u00edvel,        por baixo da asa). \u00c9 important\u00edssimo puxar os freios, para que d\u00ea \u00e0 asa        a forma de ferradura.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Revis\u00e3o do material:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Todos os pilotos de parapente dever\u00e3o fazer uma inspe\u00e7\u00e3o do material      regularmente, sobretudo depois de v\u00f4os longos ou de viagens e verificar se:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>H\u00e1 algum problema nas linhas ou dos tirantes<br \/>\n       H\u00e1 algum n\u00f3 ou dano nos freios ou cintas do freio<br \/>\n       Est\u00e3o os batoques nos fixadores sem estarem torcidos<br \/>\n       H\u00e1 danos nos linhas <br \/>\n       H\u00e1 danos nos ilh\u00f3s da asa<br \/>\n       H\u00e1 porosidade ou dano no tecido<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Esta inspe\u00e7\u00e3o vai permitir separar e preparar todos as linhas, tirante por      tirante, n\u00e3o esquecendo de separar os freios.<\/p>\n<p>Pris\u00e3o dos tirantes aos mosquet\u00f5es da cadeira (tendo em aten\u00e7\u00e3o a que os      tirantes estejam corretamente colocados . Uma maneira de controlar a coloca\u00e7\u00e3o      correta dos tirantes \u00e9 pegar na cadeira, pelo entre-pernas, tendo o tirante      &#8220;A&#8221; de ficar em cima)<\/p>\n<p>Coloca\u00e7\u00e3o o capacete.<\/p>\n<p>Coloca\u00e7\u00e3o da cadeira, o que implica criar o h\u00e1bito de apertar primeiro o      entre-pernas, depois o ventral e por fim os cruzados ou a triangula\u00e7\u00e3o, se      os houver.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 importante desenvolver e intensificar um ritual para apertar a      cadeira: <\/strong>pernas, ventral, cruzados e verificar novamente o que se      acabou de fazer.<\/p>\n<p>Regular a cadeira \u00e9 fundamental no comportamento da asa. Apertada ela perde      maneabilidade em proveito de uma maior estabilidade. Frouxa pode tornar inst\u00e1vel      a asa mais segura. \u00c9 preciso escolher a cadeira em fun\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de experi\u00eancia      que se tem, do mais seguro (pontos de fixa\u00e7\u00e3o altos e cruzados) ao de maior      rendimento (pontos baixos). <\/p>\n<p><strong>E regul\u00e1-la em fun\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es<\/strong>: h\u00e1 turbul\u00eancia? &#8211; Posi\u00e7\u00e3o      sentado, cintas bem apertadas nos ombros, rins e ventral para fazer corpo      com a asa e limitar os desequil\u00edbrios. No que respeita ao ventral deve ser      respeitada a norma proposta pelo construtor para cada asa.<\/p>\n<p>Demonstra\u00e7\u00e3o do inflado cruzado, na sua forma global<\/p>\n<p><strong>Demonstrar<\/strong><\/p>\n<p>Na aprendizagem motora complexa, a imagem visual \u00e9 fundamental, por isso      se recorre \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o dessa habilidade.<\/p>\n<p>Na demonstra\u00e7\u00e3o, devem salientar-se os pontos mais importantes mas por forma      a dar a possibilidade de ver o maior n\u00famero poss\u00edvel de pormenores. O ritmo      da demonstra\u00e7\u00e3o deve ser mais lento do que o ritmo da pr\u00e1tica real.<\/p>\n<p><strong>Segunda fase: <\/strong>Pr\u00e9-inflado<\/p>\n<p><strong>A primeira destreza motora a ser trabalhada \u00e9 o pr\u00e9-inflado e por      isso deveremos, uma vez mais, demonstrar o que pretendemos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Escolher um lado de rota\u00e7\u00e3o, pegar em todas o tirante do lado contr\u00e1rio        \u00e0 rota\u00e7\u00e3o e pass\u00e1-las por cima da cabe\u00e7a ficando voltado para a asa.<br \/>\n       Centrar-se bem em rela\u00e7\u00e3o ao vento e \u00e0 asa.<br \/>\n       Efetuar um pr\u00e9-inflado permitindo que a asa assuma naturalmente a dire\u00e7\u00e3o        e a coloca\u00e7\u00e3o correta.<br \/>\n       Aproximar-se um pouco da asa e puxar novamente os freios para que a asa        comece a voar pelo centro (forma de ferradura).<br \/>\n       A rota\u00e7\u00e3o e o pr\u00e9-inflado dever\u00e3o ser trabalhados separadamente, mas sempre        que poss\u00edvel integrados na fase seguinte.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Terceira fase: <\/strong>Inflado<\/p>\n<blockquote>\n<p>Pensar no que vai fazer antes de agir, ser preciso e calmo. A a\u00e7\u00e3o sobre        os comandos deve ser suave antecipando sempre a tend\u00eancia do movimento da        asa.<br \/>\n       Levantar a asa do ch\u00e3o acompanhando os tirantes para cima, ao mesmo tempo        que se recua um ou dois passos. Isto vai facilitar o inflado da asa. A tra\u00e7\u00e3o        dever\u00e1 ser bem sim\u00e9trica, partindo j\u00e1 com as linhas bem esticados.<br \/>\n       Permitir a asa voar. <br \/>\n       O momento de travar a asa depende da for\u00e7a do vento. Com vento fraco o uso        prematuro do freio leva geralmente ao insucesso, porque n\u00e3o deixa a asa        chegar a cima da sua cabe\u00e7a e come\u00e7ar a voar. Se est\u00e1 vento mais forte e        a asa sobe muito r\u00e1pido, \u00e9 necess\u00e1rio ter em conta a in\u00e9rcia, antecipando        um pouco o freio. <br \/>\n       Seja como for, a asa tem de ficar a voar. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Quarta Fase: <\/strong>Controlo da asa inflada<\/p>\n<blockquote>\n<p>Colocarmo-nos debaixo da asa. Se o vento for fraco ou n\u00e3o estivermos bem        centrados, a asa poder\u00e1 n\u00e3o subir simetricamente. \u00c9 necess\u00e1rio sentir o        mais cedo poss\u00edvel essa assimetria e compens\u00e1-la, mantendo-a, sempre com        press\u00e3o, andando muito para tr\u00e1s e um pouco para o lado para o qual a asa        cai (simulando, assim, a for\u00e7a da gravidade), fazendo atuar o comando da        m\u00e3o do mesmo lado apenas at\u00e9 ao mais pequeno sintoma de efic\u00e1cia, pois s\u00f3        assim os freios n\u00e3o atuar\u00e3o demasiado. Quando voamos o peso e a for\u00e7a da        gravidade, naturalmente, assim nos colocam.<br \/>\n       \u00c9 necess\u00e1rio antecipar o comportamento da asa para a poder corrigir em tempo        \u00fatil. No futuro valorizaremos isto.<br \/>\n       Temporizar sempre que o vento for suficientemente forte &#8211; \u00e9 um excelente        h\u00e1bito ficar um pouco parado a controlar a asa, isto vai dar precis\u00e3o e        confian\u00e7a. Fa\u00e7amo-lo sempre que pudermos. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Quinta fase: <\/strong>Rota\u00e7\u00e3o, corrida e decolagem<\/p>\n<blockquote>\n<p>Rodar mantendo a asa com press\u00e3o. Escolher o tempo certo e o p\u00e9 correto        \u00e9 muito importante, ao caminhar para a retaguarda e rodar, \u00e9 o p\u00e9 da frente        que dever\u00e1 atacar o ch\u00e3o para continuar a marcha (vento mais forte) ou a        corrida (vento mais fraco).<br \/>\n       No momento da rota\u00e7\u00e3o, em geral, deve-se travar a asa e manter-lhe a carga        baixando o tronco (nariz para baixo).<br \/>\n<strong>Acelerar:<\/strong> quando decidimos decolar, deixamos acelerar a        asa e o passo progressivamente. N\u00e3o se deve for\u00e7ar a asa, deve-se aumentar        a velocidade at\u00e9 decolar com um ligeiro toque de freio (pode ir at\u00e9 \u00e0 posi\u00e7\u00e3o        de velocidade m\u00ednima) &#8211; a percentagem de freio depende da velocidade do        vento.<br \/>\n       Uma vez travada a asa n\u00e3o se deve largar o freio de imediato, pois da\u00ed adv\u00e9m        uma picada e normalmente, se a inclina\u00e7\u00e3o do terreno n\u00e3o for grande, um        toque no ch\u00e3o que poder\u00e1 abortar o v\u00f4o, por isso n\u00e3o se sentar na cadeira        sem estar com os p\u00e9s no ar e suficientemente afastados do relevo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Voe Parapente com Seguran\u00e7a<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/parape2.jpg\" alt=\"Parapente\" title=\"Parapente\" \/><br \/>\n     Parapente<\/strong><\/p>\n<p>Voar de <strong>Parapente<\/strong> \u00e9 uma das maiores sensa\u00e7\u00f5es que um ser      humano pode experimentar. Contudo, a pr\u00e1tica do v\u00f4o desportivo de Parapente,      assim como o v\u00f4o de qualquer outra aeronave, motorizada ou n\u00e3o, necessita      de aprimoramento cont\u00ednuo para gerenciamento dos riscos que s\u00e3o inerentes      ao esporte.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea pretende ser um piloto desportista, torna-se essencial ter um perfeito      entendimento dos riscos e dos perigos envolvidos na pr\u00e1tica do v\u00f4o livre de      parapente.<\/p>\n<p>A chave para que voemos de maneira segura \u00e9 estar sempre preparado para gerenciar      de maneira eficaz todos os riscos envolvidos, aliado a uma boa dose de cuidado!      Treinamento pr\u00e1tico e forma\u00e7\u00e3o conceitual apropriados ir\u00e3o contribuir para      o aprimoramento da habilidade e do perfil que o tornar\u00e3o um piloto consciente      e seguro!<\/p>\n<p><strong>Treinamento<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil conta hoje com um bom sistema para a forma\u00e7\u00e3o e nivelamento de pilotos      desportistas, sistema este estabelecido pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de V\u00f4o      Livre \u0096 ABVL.<\/p>\n<p>O treinamento inicial oferecido pela maioria dos instrutores habilitados      pela ABVL, ir\u00e1 instruir o aluno at\u00e9 que este atinja o n\u00edvel I, Piloto Novato,      e antes de entregar-lhe um Parapente, os instrutores dever\u00e3o, tamb\u00e9m, prepar\u00e1-lo      para a prova de Piloto de Parapente N1 (esta prova pode ser feita na maioria      das Associa\u00e7\u00f5es Regionais &#8211; AVLRJ, no Rio de Janeiro).<\/p>\n<p>A partir de ent\u00e3o, tendo sido aprovado na prova com nota igual ou superior      a 7, \u00e9 chegada a hora, para a maioria dos novatos, de come\u00e7ar a voar por conta      pr\u00f3pria! <\/p>\n<p><strong>Por\u00e9m, sugerimos como parte da filosofia do aprimoramento cont\u00ednuo,      que os novos pilotos tenham sempre em mente fazer outros cursos e cl\u00ednicas      avan\u00e7ados, pois lembre-se: <\/strong>\u0093A situa\u00e7\u00e3o mais perigosa em nosso      esporte reside no fato do quanto \u00e9 f\u00e1cil aprender-se a voar de parapente\u0094!!    <\/p>\n<p>As pessoas aprendem t\u00e3o r\u00e1pido que n\u00e3o \u00e9 pouco comum vermos pilotos pensando      que \u0093j\u00e1 sabem muito\u0094, muito mais do que eles realmente conhecem!<\/p>\n<p><strong>Importante:<\/strong> Outro fato extremamente importante, talvez at\u00e9      mais importante do que se ter um bom treinamento, \u00e9 conhecer seus pr\u00f3prios      limites e manter sempre uma postura de cautela e respeito \u00e0s for\u00e7as da natureza!    <\/p>\n<p>Ao longo dos anos que temos de contato com o esporte, uma constante que pudemos      observar nos relatos sobre acidentes \u00e9 o fato de que os pilotos, normalmente,      se colocam em situa\u00e7\u00f5es de alto risco porque \u0093eles n\u00e3o souberam fazer      a correta avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es do v\u00f4o\u0094. Leia v\u00e1rios livros, fa\u00e7a muitas      perguntas e sempre observe, procure e identifique os perigos aos quais voc\u00ea      dever\u00e1 estar atento!!!<\/p>\n<p><strong>Mantendo seu v\u00f4o seguro!<\/strong><\/p>\n<p>Como mencionado desde o in\u00edcio, para voar de maneira segura, \u00e9 necess\u00e1rio      gerenciar-se os riscos de forma apropriada!<\/p>\n<p><strong>Procure um bom treinamento:<\/strong> Uma boa instru\u00e7\u00e3o ir\u00e1 ensin\u00e1-lo      mais do que simples quest\u00f5es b\u00e1sicas e gerenciamento de riscos. Se voc\u00ea est\u00e1      ansioso, apressado por come\u00e7ar a voar, comece por \u0093pegar leve\u0094 e      \u0093desacelere\u0094 um pouco.<\/p>\n<p>Os m\u00e9todos de forma\u00e7\u00e3o e nivelamento de pilotos s\u00e3o apenas um guia para orient\u00e1-lo      durante as v\u00e1rias etapas de sua carreira desportista. Um bom treinamento ir\u00e1      ajud\u00e1-lo a galgar os v\u00e1rios n\u00edveis (I a IV e Master), por\u00e9m, um bom instrutor      dever\u00e1 ter mais do que simplesmente \u0093n\u00edveis a galgar\u0094 em mente.      As verdadeiras habilidades s\u00e3o adquiridas com o tempo e com abordagens de      longo prazo. <\/p>\n<p><strong>Lembre-se:<\/strong> aperfei\u00e7oamento continuo \u00e9 o que ajuda a distinguir      bons pilotos dos pilotos de ponta!<\/p>\n<p>Bons instrutores apenas segurar\u00e3o o avan\u00e7o de seus alunos quando eles tiverem      evid\u00eancias de que os alunos precisam ser seguros para progredir de forma consistente.      Eles, instrutores, estar\u00e3o procurando observar com que haja s\u00f3lido entendimento      e desenvolvimento das habilidades necess\u00e1rias ao gerenciamento de uma pilotagem      segura.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o voe se a condi\u00e7\u00e3o estiver muito forte: <\/strong>A maioria dos      Parapentes de hoje em dia pode voar com velocidades m\u00e1ximas em torno de 45Km\/hr.      Isto significa dizer que a velocidade m\u00e1xima que se deveria estar voando \u00e9      de 30Km\/hr (isto se aplica a pilotos de qualquer n\u00edvel!)<\/p>\n<p>Voando na Costa, voc\u00ea precisa estar atento ao fato de que ventos de 30Km\/hr      em uma encosta ou fal\u00e9sia, de frente para o Mar, podem facilmente chegar a      40Km\/hr ao ganhar-se, apenas, 30 metros de altura. Em seus primeiros v\u00f4os      de \u0093Lift\u0094 (v\u00f4os em que se \u00e9 sustentado pelos ventos que batem e      atravessam uma eleva\u00e7\u00e3o) seja na Costa, ou em condi\u00e7\u00f5es suaves de \u0093soaring\u0094      no interior, procure manter-se sempre no lado que tenha os ventos mais suaves!<\/p>\n<p>Voando nas Montanhas, os ventos podem ser ainda mais cr\u00edticos e normalmente      s\u00e3o acompanhados de turbul\u00eancia. As condi\u00e7\u00f5es de ventos a partir de 25Km\/hr      devem ser voados apenas por pilotos avan\u00e7ados (pelo menos, n\u00edvel II).<\/p>\n<p><strong>Conhe\u00e7a o seu site:<\/strong> Se voc\u00ea estiver voando em um novo \u0093site\u0094,      pe\u00e7a aos pilotos locais informa\u00e7\u00f5es gerais sobre as condi\u00e7\u00f5es, (por exemplo,      meteorol\u00f3gicas). <\/p>\n<p>Nunca voe em um novo local sem obter e entender primeiro, as condi\u00e7\u00f5es do      v\u00f4o. Informe aos pilotos da regi\u00e3o qual \u00e9 a sua experi\u00eancia e habilidade e      pe\u00e7a sugest\u00f5es sobre o v\u00f4o local. Para in\u00edcio de conversa, os pilotos ir\u00e3o      respeit\u00e1-lo mais e, em segundo lugar, eles ir\u00e3o lhe prover com uma grande      quantidade de informa\u00e7\u00f5es que lhe permitir\u00e3o planejar um v\u00f4o seguro.<\/p>\n<p><strong>Cuidados com a Manuten\u00e7\u00e3o do seu equipamento<\/strong>: \u00c9 altamente      recomend\u00e1vel ter o seu equipamento inspecionado, no m\u00ednimo, uma vez ao ano      pelo seu instrutor ou distribuidor. Eles poder\u00e3o checar as linhas (encolhimento      ou alongamento anormais, desgastes naturais de uso, etc.) a porosidade do      tecido, entre outros cheques gerais. Ainda, o par\u00e1-quedas de emerg\u00eancia necessita      ser redobrado, no m\u00ednimo, anualmente.<\/p>\n<h4>Parapente &#8211; <strong>Paraglider<\/strong><\/h4>\n<p>O <strong>Parapente<\/strong>, tamb\u00e9m conhecido como <strong>Paraglider<\/strong>      nos pa\u00edses de l\u00edngua inglesa, surgiu inicialmente na Europa e era praticado      por alpinistas que ap\u00f3s escalar as montanhas utilizavam o equipamento para      desc\u00ea-las voando. <\/p>\n<p>No in\u00edcio os parapentes ainda eram experimentais e o seu uso se resumia a      pequenos v\u00f4os. Nos dias de hoje, in\u00fameras f\u00e1bricas surgiram no mundo inteiro      e os projetos t\u00eam evolu\u00eddo cada vez mais, proporcionando v\u00f4os cada vez mais      seguros e mais longos.<\/p>\n<p>No Brasil, o primeiro v\u00f4o de Parapente que se tem registro aconteceu em 1988,      no Rio de Janeiro, onde dois su\u00ed\u00e7os decolaram da rampa da Pedra Bonita que      j\u00e1 era utilizada por praticantes de asa-delta. A novidade atraiu a aten\u00e7\u00e3o      de alguns cariocas que tinham em comum o fasc\u00ednio pelo v\u00f4o-livre. Assim se      formou o primeiro grupo de pilotos brasileiros.<\/p>\n<p>O v\u00f4o, que naquela \u00e9poca durava poucos minutos, \u00e0s vezes provocava momentos      de tens\u00e3o, pois o planeio dos parapentes algumas vezes n\u00e3o permitia ao piloto      chegar na praia, o que o obrigava a procurar um lugar para pousar no meio      do caminho.<\/p>\n<p>Atualmente o planeio dos parapentes chega a ultrapassar a raz\u00e3o de11\/1 (para      cada 11 metros voados para frente 1 metro de altitude \u00e9 perdido). Gra\u00e7as \u00e0      evolu\u00e7\u00e3o da tecnologia os v\u00f4os de dist\u00e2ncia t\u00eam se tornado cada vez mais freq\u00fcentes,      iniciando uma corrida pela quebra dos recordes mundiais. <\/p>\n<p><strong>O recorde de dist\u00e2ncia livre em um parapente \u00e9 de 461,8 Km, e foi      conquistado pelos Brasileiros Marcelo Prieto, Rafael Saladini e Frank Brown      em 2007. a SOL Paragliders empresa Brasileira e seus pilotos escreveram um      cap\u00edtulo na hist\u00f3ria do v\u00f4o livre mundial:<\/strong> Quebra depois de 5 anos      do mais importante recorde mundial da modalidade e de forma tripla.<\/p>\n<p>O brasileiro Frank Brown, que det\u00e9m o recorde sul-americano de dist\u00e2ncia      livre de 337 Km, foi o vice-campe\u00e3o da \u00faltima edi\u00e7\u00e3o do Campeonato Mundial      de Parapente que foi realizado em Portugal. Esta foi a melhor coloca\u00e7\u00e3o j\u00e1      conquistada por um brasileiro, o que vem influenciando positivamente o crescente      n\u00edvel t\u00e9cnico dos pilotos no pa\u00eds. <\/p>\n<p>A \u00faltima grande conquista no esporte veio com a vit\u00f3ria sobre a Fran\u00e7a na      disputa para sediar o Campeonato Mundial de 2005. \u00c9 a segunda vez que um pa\u00eds      n\u00e3o europeu recebe o evento, o primeiro pa\u00eds n\u00e3o europeu foi o Jap\u00e3o. <\/p>\n<p>O campeonato que ser\u00e1 realizado em Governador Valadares \u00e9 composto por provas      de dist\u00e2ncia a partir de um percurso pr\u00e9-definido.<\/p>\n<p>O piloto deve seguir uma rota sobrevoando algumas cidades at\u00e9 pousar no goal      (linha de chegada). Durante os meses de janeiro a mar\u00e7o \u00e9 poss\u00edvel voar mais      de 100 Km nos melhores dias em Valadares.<\/p>\n<p><strong>Considerado por seus praticantes como um esporte de aventura, o Parapente      re\u00fane pessoas movidas pela mesma emo\u00e7\u00e3o:<\/strong> o prazer de voar. N\u00e3o h\u00e1      um estere\u00f3tipo bem definido que caracterize um piloto de parapente, pessoas      de diferentes classes sociais, forma\u00e7\u00e3o cultural e condicionamento f\u00edsico,      dividem as rampas do pa\u00eds como se fosse uma grande fam\u00edlia. A camaradagem      e o bom humor s\u00e3o facilmente encontrados no meio.<\/p>\n<p>\u00c9 comum a procura pelo esporte por pessoas que desejam fugir do dia-a-dia      estressante das grandes cidades. <\/p>\n<p><strong>Como costumam dizer os pilotos:<\/strong> &#8220;nada como come\u00e7ar      a semana ap\u00f3s um final de semana voando&#8221;.<\/p>\n<h4>Equipamentos do Parapente<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/parape5.jpg\" alt=\"Parapente\" title=\"Parapente\" \/><strong><br \/>\n     Parapente<\/strong><\/p>\n<p><strong>Equipamento B\u00e1sico<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Velame: <\/strong>Vela de nylon rip-stop que constitui a asa propriamente        dita. O velame do parapente \u00e9 constitu\u00edda pelo EXTRADORSO (superf\u00edcie superior        da asa) e INTRADORSO (superf\u00edcie inferior da asa). \u00c9 normalmente confeccionada        em tecido de nylon, mas atualmente vem-se utilizando novos materiais, cada        vez mais resistentes.<strong><br \/>\n       Mosquet\u00f5es: <\/strong>S\u00e3o dispositivos met\u00e1licos, com uma rosca ou outro        tipo de engate, que se utilizam para unir os suspensores com as bandas,        as bandas com a selete, ou ligar o acelerador. Existem v\u00e1rios tipos e modelos,        e tamb\u00e9m s\u00e3o utilizados em outros desportos como o alpinismo.<strong><br \/>\n       Cadeira ou Selete (Arn\u00eas): <\/strong>Cadeira onde o voador vai sentado. Composta        por v\u00e1rias cintas e uma superf\u00edcie de tecido, \u00e9 o elemento em forma de assento        onde o piloto se instala. \u00c9 uma cadeira constru\u00edda com tecido tipo Cordura\u00ae        e cosida com fios de poli\u00e9ster, que al\u00e9m disso conta com mosquet\u00f5es, variados        tipos de prote\u00e7\u00f5es (r\u00edgidas, airbag), um abrigo para o p\u00e1ra-quedas de emerg\u00eancia,        cinta ventral, perneiras e v\u00e1rias modos para ajustar a posi\u00e7\u00e3o (desde perfeitamente        erguido a semi-deitado). Existe uma quantidade muito importante de modelos,        que se diferenciam em termos de seguran\u00e7a, comodidade e qualidade.<strong><br \/>\n       Paraquedas de Emerg\u00eancia: <\/strong>Para ser acionado em emerg\u00eancias. \u00c9 um        p\u00e1ra-quedas, de superf\u00edcie simples, com forma similar a uma semi-esfera.        As suas dimens\u00f5es reduzidas permitem que fique acoplado \u00e0 cadeira. Como        o pr\u00f3prio nome indica, serve para uma utiliza\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia, em caso        de perca das faculdades de voo do parapente.<strong><br \/>\n       Capacete:<\/strong> Prote\u00e7\u00e3o para pequenos tombos na decolagem ou no pouso.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Eletr\u00f4nicos<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Anem\u00f4metro: <\/strong>\u00c9 o aparelho que mede a velocidade do vento.<\/p>\n<p><strong>R\u00e1dio VHF 2m: <\/strong>\u00c9 o aparelho atrav\u00e9s do qual se faz a cominuca\u00e7\u00e3o.        \u00c9 muito importante para a seguran\u00e7a e fundamental em v\u00f4o de dist\u00e2ncia. Praticamente        obrigat\u00f3tio nos v\u00f4os dedist\u00e2ncia e em campeonatos.<\/p>\n<p><strong>Vari\u00f4metro (Instrumento que indica a altitude do v\u00f4o assim como        a varia\u00e7\u00e3o positiva ou negativa de deslocamento vertical:<\/strong><\/p>\n<p>Indica se voc\u00ea est\u00e1 subindo ou descendo.) Alguns modelos trazem tamb\u00e9m        um indicador de velocidade com rela\u00e7\u00e3o ao ar, al\u00e9m de alarmes de stall,        conex\u00e3o com o GPS e conex\u00e3o com computadores.<strong> <\/strong><\/p>\n<p>Aparelho que indica a varia\u00e7\u00e3o da altitude ou velocidade vertical, que        apita no caso de subida em ascendente e em descendente. Atualmente quase        todos se podem ligar a uma sonda anem\u00f3metro.<\/p>\n<p>Faz o registo em gr\u00e1fico num computador, garantindo que o v\u00f4o foi feito        num determinado tipo de aeronave; tamb\u00e9m faz o registo da taxa de queda        (m\u00e1xima e m\u00ednima), faz um gr\u00e1fico de altitude, regista a hora de sa\u00edda,        o tempo total de v\u00f4o, a hora de chegada e pode ainda estar ligado a um GPS        para dar mais informa\u00e7\u00f5es. Para a homologa\u00e7\u00e3o de recordes o seu uso \u00e9 obrigat\u00f3rio.        Alguns modelos mais sofisticados tem o GPS integrado, dando informa\u00e7\u00f5es        adicionais para os interessados em campeonatos e v\u00f4o de cross-country.<\/p>\n<p><strong>GPS (Global Positioning System): <\/strong>Aparelho        ligado a um sistema de sat\u00e9lite que fornece a posi\u00e7\u00e3o, velocidade, altitude        e muitas mais informa\u00e7\u00f5es, que permitem aprofundar o conhecimento geogr\u00e1fico.        Obrigat\u00f3rio o uso em campeonatos. <strong>O Sistema de Posicionamento Global        &#8211; GPS \u00e9 utilizado para indicar ao piloto praticante de cross country qual        \u00e9 sua posi\u00e7\u00e3o em coordenadas<\/strong>: latitude e longitude. Indica tamb\u00e9m        a velocidade do piloto com rela\u00e7\u00e3o ao solo, que na maioria das vezes \u00e9 diferente        da velocidade com rela\u00e7\u00e3o ao ar. <\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Acessorios<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Capacete: <\/strong>Dever\u00e1 ter sido desenhado para parapente e deve        estar homologado. Atualmente existem capacetes em carbono, muito leves.        \u00c9 um elemento fundamental na seguran\u00e7a &#8211; dever\u00e1 ser a primeira coisa a p\u00f4r        e a \u00faltima a tirar.<strong><br \/>\n       Botas: <\/strong>Prote\u00e7\u00e3o do tornozelo e do p\u00e9, em caso de aproxima\u00e7\u00e3o mais        forte no pouso ou irregularidade do terreno. \u00c9 o primeito equipamento a        ser comprado logo nas primeiras aulas no morrinho.<strong><br \/>\n       Macac\u00e3o ou Roupa de de V\u00f4o: <\/strong>Serve para proteger do frio em altas        altitudes e tamb\u00e9m para proteger a pele caso ocorra algum tombo na decolagem        ou no pouso. Funciona como corta-vento e deve ser mais quente em v\u00f4o de        montanha (a temperatura desce cerca de 0.8\u00ba por cada 100m de subida).<strong><br \/>\n       Luvas: <\/strong>Prote\u00e7\u00e3o das m\u00e3os, face ao frio, ao terreno e aos suspensores.        Servem para proteger do frio em altas altitudes e tamb\u00e9m para facilitar        uma manobra conhecida como &#8220;orelha&#8221;.<strong><br \/>\n       \u00d3culos: <\/strong>Prote\u00e7\u00e3o da vista, face ao sol, poeiras ou insetos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: 360graus.terra.com.br\/revoar.sites.uol.com.br\/www.mendozaparapente.com.ar<\/p>\n<h6>Parapente<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>A hist\u00f3ria do parapente<\/h4>\n<p>Apesar da diverg\u00eancia quanto ao exato momento do surgimento do parapente      (ou paraglider em ingl\u00eas) as pesquisas apontam o ano de 1965, quando o ent\u00e3o      p\u00e1ra-quedista americano e engenheiro em aerodin\u00e2mica David Barish, envolvido      no projto Apollo, desenvolveu uma esp\u00e9cie de parapente para o retorno de c\u00e1psulas      espaciais \u00e0 terra.<\/p>\n<p>No ano seguinte foram realizados alguns v\u00f4os de testes, por\u00e9m este era um      projeto muito ambicioso para a \u00e9poca, o que perdurou at\u00e9 1973, quando surge      o primeiro manual de v\u00f4o livre, o hangliding Manual, baseado nas pesquisas      de David Barish, que serviu de refer\u00eancia para os pioneiros e seus primeiros      v\u00f4os.<\/p>\n<p>Somente em meados dos anos 80, devido ao anseio dos alpinistas europeus em      achar uma maneira mais r\u00e1pida para descer as montanhas, foi que realamente      o esporte se desenvolveu. O esporte foi trazido ao Brasil pelo su\u00ed\u00e7o Jerome      Saunier em 1985 que fez o primeiro v\u00f4o de parapente decolando da pedra bonita,      no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Naquele periodo os v\u00f4os de parapente ainda eram restritos a pequenas dist\u00e2ncias,      mas com o avan\u00e7o da tecnologia, tanto na parte aerodin\u00e2mica quanto na descoberta      de novos materiais, hoje \u00e9 poss\u00edvel fazer v\u00f4os de centenas de quil\u00f4metros,      como exemplo temos o recorde mundial batido em 14\/11\/2007, por tr\u00eas Brasileiros      &#8211; Frank Brow, Rafael Monteiro Saladini e Marcelo Prieto &#8211; com 461,6 km, decolando      \u00e0s 07h25min de Quixad\u00e1 no Cear\u00e1 e pousando em Luzil\u00e2ndia no Piaui por volta      das 17h25min. <\/p>\n<h4>O equipamento<\/h4>\n<p>Descrever a sensa\u00e7\u00e3o do v\u00f4o livre \u00e9 uma tarefa quase que imposs\u00edvel; a liberdade,      a conquista, o superar limites s\u00e3o sentimentos que s\u00e3o levados ao extremo      por este esporte.<\/p>\n<p>Voar tornou-se parte da minha vida, das minhas necessidades, minha v\u00e1lvula      de escape.<\/p>\n<p>Dizem que se Deus quisesse que vo\u00e1ssemos nos teria dado asas, mas acredito      que ele fez melhor, nos deu intelig\u00eancia para cri\u00e1-las. Convido a todos a      realizar um v\u00f4o, e, a\u00ed sim, entender\u00e3o o meu ponto de vista.<\/p>\n<p>Basicamente o equipamento \u00e9 composto de uma asa (ou vela, parapente), uma      cadeirinha (selete), p\u00e1ra-quedas reserva, capacete. Como equipamentos auxiliares      s\u00e3o urtilizados macac\u00e3o de v\u00f4o, luvas, botas, \u00f3culos escuros, vari\u00f4metro (indica      a autitude de v\u00f4o, bem como emite sinais sonoros para orientar o piloto quando      voando em t\u00e9rmicas), GPS (equipamento de posicionamento global), b\u00fassola,      cantil (camelback), etc.<\/p>\n<p><strong>Onde voar<\/strong><\/p>\n<p>Hoje no Brasil existem in\u00fameras rampas de v\u00f4o catalogadas nos mais diversos      estados do pa\u00eds facilmente encontradas em sites de pesquisa da internet, onde      s\u00e3o encontradas caracter\u00edsticas como acesso, quadrante de v\u00f4o, melhor \u00e9poca      do ano, recorde de dist\u00e2ncia, coordenadas geogr\u00e1ficas, etc.<\/p>\n<p>Apesar de nosso senso comum nos levar a id\u00e9ia de que quanto maior a altura      da rampa melhor ser\u00e1 o v\u00f4o, na pr\u00e1tica essa n\u00e3o \u00e9 a regra geral.<\/p>\n<p><strong>V\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es podem influenciar para que a rampa seja ou n\u00e3o um      excelente ponto de partida de v\u00f4o, tais como:<\/strong> acesso, estar com a      \u00e1rea de decolagem voltada para o norte magn\u00e9tico de onde prov\u00e9m os ventos      com as melhores caracter\u00edsticas, \u00e1rea de pouso, condi\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o em produzir      t\u00e9rmicas, etc.<\/p>\n<p><strong>Seguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Antes de iniciar qualquer esporte radical ou que envolva maior seguran\u00e7a      procure pessoas habilitadas que ir\u00e3o lhe esclarecer sobre todas as suas d\u00favidas      e curiosidades. <\/p>\n<p>Com o parapente n\u00e3o \u00e9 diferente, antes de iniciar no esporte procure um piloto      habilitado, fa\u00e7a um v\u00f4o duplo e descubra o verdadeiro esp\u00edrito do v\u00f4o livre,      estando certo de que realmente quer entrar para esse fascinante mundo procure      um instrutor habilitado e fa\u00e7a o curso sem correr riscos. <\/p>\n<p>Assim \u00e9 o mundo do v\u00f4o livre, que ir\u00e1 lhe proporcionar imagens e sensa\u00e7\u00f5es      nunca ent\u00e3o esperimentadas, modificando em tudo a sua vida, agu\u00e7ando todos      os sentidos, capacidade de racioc\u00ednio, aumento da confian\u00e7a, controle emocional,      etc.<\/p>\n<p><strong>Como dizemos na nossa tribo: BOM V\u00d4O !!!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Fabiano Magalh\u00e3es Baddini<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:  www.esportere.com.br<\/p>\n<h6>Parapente<\/h6>\n<h4>Parapente &#8211; aspectos de seguran\u00e7a<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/parape4.jpg\" alt=\"Parapente\" title=\"Parapente\" \/><strong><br \/>\n     Parapente<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quarteto de seguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Meteorologia &#8211; <\/strong>Devemos voar apenas quando o tempo est\u00e1        dentro das nossas limita\u00e7\u00f5es de controle do voo. Decolar apenas para acompanhar        outros pilotos, talvez um amigo da escolinha de voo \u00e9 bobagem e arriscado,        o tempo de voo dele (horas e n\u00famero de voos) pode ser diferente e a experi\u00eancia        tamb\u00e9m ser\u00e1.<strong><br \/>\n       Equipamento &#8211; <\/strong>Nossos alunos s\u00e3o encorajados a cuidar e examinar        seu equipamento periodicamente e apenas adquirir e voar em asas com certifica\u00e7\u00e3o        adequada ao seu n\u00edvel de experi\u00eancia. <strong><br \/>\n       Habilidade &#8211; <\/strong>Devemos nos limitar a decolar com condi\u00e7\u00e3o e equipamento        para os quais estamos preparados, jamais pulando etapas de aprendizado e        na medida em que acumulamos voos e horas de voo ampliamos nossa capacidade        de controle e ficamos seguros para voar em condi\u00e7\u00f5es mais exigentes que        requerem maior habilidade e respostas mais r\u00e1pidas.<strong><br \/>\n       Atitude &#8211;<\/strong> <strong>Para voar com seguran\u00e7a nunca podemos relaxar<\/strong>:        nunca! Por mais experientes que estejamos e por mais tranquila que seja        a condi\u00e7\u00e3o, a atitude do piloto continua sendo a melhor barreira contra        acidentes e \u00e9 primeira causa tamb\u00e9m.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Para-quedas reserva<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 somente bem no \u00ednicio do treinamento que o reserva pode ser dispensado,      assim que o aluno sobe o morrinho um pouco o reserva deve estar presente e      uma aulinha sobre seu uso precisa ser ministrada. J\u00e1 vi alunos treinando realmente      baixo, apenas decolando e pousando em menos de um minuto (30 segundos ou menos      at\u00e9) e de repente um deles ser subitamente puxado por uma t\u00e9rmica e ir realmente      bem alto em pouco tempo. \u00c9 gostoso, \u00e9 bacana, \u00e9 uma experi\u00eancia fant\u00e1stica      \u00e9 melhor ainda saber que n\u00e3o falta nada no seu equipamento nessa hora &#8211; nem      no seu treinamento.<\/p>\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o LFT<\/strong><\/p>\n<p>A nova sigla LFT substituiu a DHV mantendo inalterados os crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o      que consistem em submeter o parapente (cada tamanho de cada modelo \u00e9 testado      individualmente) a uma s\u00e9rie de situa\u00e7\u00f5es e observar suas rea\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p><strong>Faixas de resposta s\u00e3o utilizadas para definir o envelope de cada      categoria, por exemplo: <\/strong>quanto \u00e9 o desvio angular numa fechada assim\u00e9trica      de 50%; se a vela sai de stall sozinha; qual angulo de avan\u00e7o\/inclina\u00e7\u00e3o ao      sair de full stall.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>LTF 1 &#8211; <\/strong>\u00c9 o chamado parapente de sa\u00edda de escolinha. Atualmente        seu n\u00edvel de desempenho \u00e9 t\u00e3o bom que h\u00e1 pilotos com bastante tempo de voo        que simplesmente seguem voando categoria 1 por priorizar a seguran\u00e7a e gostar        da docilidade e previsibilidade que apresentam em voo.<strong><br \/>\n       LTF 1\/2 &#8211;<\/strong> Fica entre as categorias 1 e 2 possuindo caracter\u00edsticas        das duas sem no entanto ter ader\u00eancia completa a qualquer delas.<strong><br \/>\n       LTF2 &#8211; <\/strong>J\u00e1 \u00e9 um parapente mais r\u00e1pido e mais manobr\u00e1vel do que o        1 e 1\/2, mas ainda mant\u00eam caracter\u00edsticas de estabilidade e seguran\u00e7a necess\u00e1rios        para o piloto que est\u00e1 numa fase de adquirir experi\u00eancia e portanto n\u00e3o        reaje suficientemente r\u00e1pido para estar seguro num LFT 3.<strong><br \/>\n       LTF 2\/3 &#8211; <\/strong>Fica entre as categorias 2 e 3 possuindo caracter\u00edsticas        das duas sem no entanto ter ader\u00eancia completa a qualquer delas.<strong><br \/>\n       LTF 3 &#8211; <\/strong>\u00c9 um parapente de performance e deve ser pilotado apenas        por pilotos experientes capazes de comandar com seguran\u00e7a de forma a restabelecer        o voo est\u00e1vel.<strong><br \/>\n       Open\/competi\u00e7\u00e3o &#8211;<\/strong> \u00c9 uma categoria \u00e0 parte, os parapentes nesta        categoria n\u00e3o s\u00e3o classificados segundo os crit\u00e9rios\/par\u00e2metros LFT, ou        seja, voc\u00ea deve estar no n\u00edvel de um piloto de teste para voar num desses.        Para competir n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio estar voando esta categoria, dependendo da        situa\u00e7\u00e3o um LFT 2 pode ser sair muito bem. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Bandeira indicadora da condi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Verde &#8211;<\/strong> Condi\u00e7\u00e3o considerada segura para pilotos iniciantes.<\/p>\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es prop\u00edcias \u00e0 pr\u00e1tica do voo livre: pilotos com todos os      n\u00edveis de experi\u00eancia podem voar.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Ventos SSW a ENE, entre 0 e 15 Km\/h, podendo chegar a 30 Km\/h nas rajadas<br \/>\n       Vento de SW a NE, entre 0 e 10 Km\/h, rajadas max 20 Km\/h<br \/>\n       Teto acima da rampa<br \/>\n       Sem proximidade de tempestades (forma\u00e7\u00e3o de CBs), congestus (com ou sem        precipita\u00e7\u00f5es), frentes frias ou nuvens mais baixas que a rampa em r\u00e1pida        forma\u00e7\u00e3o e\/ou aproxima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Amarela &#8211; <\/strong>Apenas pilotos experientes podem decolar e tem      situa\u00e7\u00f5es de amarela com vento forte que somente pilotos n\u00edvel 4 podem decolar.<\/p>\n<p><strong>Condi\u00e7\u00f5es que exigem m\u00e1xima cautela para a pr\u00e1tica do voo livre.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Ventos de SSw a ENE, entre 15 e 25 Km\/h, podendo chegar a 35 Km\/h nas rajadas<br \/>\n       Vento de SW e NE entre 10 e 15 Km\/h, rajadas max, 25 Km\/h<br \/>\n       Ventos caudais de W e N at\u00e9 5 Km\/jh com frequentes entradas de frente na        rampa<br \/>\n       Poss\u00edvel presen\u00e7a de turbul\u00eancias moderadas<br \/>\n       Sem proximidade de tempestades (forma\u00e7\u00e3o de CBs), congestus (com ou sem        precipita\u00e7\u00f5es), frentes frias ou nuvens mais baixas que a rampa em r\u00e1pida        forma\u00e7\u00e3o e\/ou aproxima\u00e7\u00e3o<br \/>\n       Wind shear moderado e constante na \u00e1rea de pouso principal, sendo recomend\u00e1vel        o uso do pouso alternativo mais a frente.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Vermelha &#8211;<\/strong> voo pro\u00edbido por falta total de condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas      de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Condi\u00e7\u00f5es cr\u00edticas e perigosas para pr\u00e1tica do voo livre. VOO PROIBIDO.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Ventos com os valores acima do permitido para a bandeira amarela<br \/>\n       Teto abaixo da rampa, sem visual com o solo ao n\u00edvel do mar<br \/>\n       Forma\u00e7\u00e3o de CBs na regi\u00e3o e congestus carregados<br \/>\n       Possibilidade de fortes turbul\u00eancias em voo<br \/>\n       Entrada de frentes frias.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>N\u00edvel de habilidade do piloto<\/strong><\/p>\n<p><strong>Iniciante &#8211; <\/strong>est\u00e1 na escolinha e ainda n\u00e3o fez prova nem      est\u00e1 decolando da Pedra Bonita.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>N1 &#8211;<\/strong> Est\u00e1 apto a decolar da Pedra Bonita com bandeira        verde e presen\u00e7a do instrutor.<strong><br \/>\n       N2 &#8211;<\/strong> Piloto experiente que pode decolar em bandeira amarela, exceto        vento muito forte.<strong><br \/>\n       N3 &#8211; <\/strong>N\u00edvel espec\u00edfico para competi\u00e7\u00e3o nacional.<strong><br \/>\n       N4 &#8211; <\/strong>M\u00ednimo para instrutor e para voo duplo.<strong><br \/>\n       N5 &#8211;<\/strong> somente para pilotos participantes em campeonatos internacionais<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Treinamento em incidentes de voo<\/strong><\/p>\n<p>Para aqueles pilotos experientes que querem desenvolver mais sua capacidade      de lidar com situa\u00e7\u00f5es cr\u00edticas e aumentar a intimidade com seu equipamento      existem cursos de Simula\u00e7\u00e3o de Incidente de Voo (SIV). <\/p>\n<p>Nesses cursos o aluno, orientado pelo instrutor via r\u00e1dio, realiza uma s\u00e9rie      de manobras avan\u00e7adas como wingovers e espirais e provoca intencionalmente      aquelas condi\u00e7\u00f5es para as quais quer se preparar como frontais, stall e espiral.    <\/p>\n<p>Para oferecer um n\u00edvel de seguran\u00e7a a mais esses cursos geralmente s\u00e3o ministrados      sobre um lago ou represa e normalmente o programa de treinamento \u00e9 de alguns      dias seguidos e os alunos ficam hospedados perto da \u00e1rea de treinamento.<\/p>\n<p>Fonte:  www.westfly.com.br<\/p>\n<h6>Parapente<\/h6>\n<h4>Regras do Parapente<\/h4>\n<p><strong>NORMA REGULAMENTAR ABP<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo I &#8211; Disposi\u00e7\u00f5es Gerais <\/strong><\/p>\n<p><strong>A. <\/strong>A presente norma regulamenta a pr\u00e1tica em Parapente no      Brasil, segundo o par\u00e1grafo primeiro do artigo 01 concomitante o artigo 16      da lei 9615 de 24 de Mar\u00e7o de 1998, que institui Normas Gerais sobre o Desporto      e d\u00e1 outras provid\u00eancias, sendo as demais normas aeron\u00e1uticas subsidi\u00e1rias      a esta naquilo em que n\u00e3o a contradiz. <\/p>\n<p><strong>B. <\/strong>A presente norma se aplica a todos os alunos, praticantes,      instrutores, escolas, s\u00edtios de v\u00f4o, clubes, empresas promotoras de eventos,      federa\u00e7\u00f5es e associa\u00e7\u00f5es ou qualquer pessoa direta ou indiretamente envolvida      com a pr\u00e1tica do Parapente no \u00e2mbito da ABP. <\/p>\n<p><strong>C. <\/strong>Fica institu\u00edda a obrigatoriedade do uso de cadernetas      para o registro dos v\u00f4os, sendo que estes dever\u00e3o ser atestados por praticantes      habilitados n\u00edvel III, IV, instrutores ou observadores. <\/p>\n<p><strong>D. <\/strong>O praticante que preencher os requisitos necess\u00e1rios      para a realiza\u00e7\u00e3o de um v\u00f4o dentro das regras estabelecidas por esta norma      e regulamentos dos s\u00edtios de v\u00f4o administrados pelas entidades esportivas      filiadas \u00e0 ABP n\u00e3o poder\u00e1 ser impedido de decolar. <\/p>\n<p><strong>E. <\/strong>A ABP, de acordo com o artigo 1o, \u00a7 1o da Lei 9615 de      24 de Mar\u00e7o de 1998 e com o artigo 17 do decreto 2574 de 29 de Abril de 1998,      aceita as regras internacionais, estabelecidas pela FAI, naquilo em que n\u00e3o      contradiz a presente Norma Regulamentar. <\/p>\n<p><strong>F. <\/strong>Fica a crit\u00e9rio das associa\u00e7\u00f5es estaduais, a implanta\u00e7\u00e3o      ou n\u00e3o da caderneta de dobragem de reserva bem como seu controle. <\/p>\n<p><strong>G. <\/strong>Os praticantes s\u00e3o respons\u00e1veis pelo estado geral dos      seus equipamentos, devendo seguir as exig\u00eancias dos fabricantes quanto ao      seu uso e manuten\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>H. <\/strong>Os fabricantes de equipamentos e seus representantes      s\u00e3o respons\u00e1veis por prestar assessoria t\u00e9cnica e fornecer manuten\u00e7\u00e3o, nos      termos do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor, com emiss\u00e3o peri\u00f3dica de atestados      comprovando seu estado de conserva\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo II &#8211; Dos requisitos para a pr\u00e1tica desportiva <\/strong><\/p>\n<p>O presente cap\u00edtulo regulamenta os requisitos exigidos para a pr\u00e1tica do      Parapente em todos os seus n\u00edveis no Brasil. <\/p>\n<p><strong>1 &#8211; Do Aluno <\/strong><\/p>\n<p><strong>REQUISITOS: <\/strong><\/p>\n<p><strong>1.1)<\/strong> <strong>Idade M\u00ednima <\/strong><\/p>\n<p>A idade m\u00ednima para a pr\u00e1tica de V\u00f4o Livre \u00e9 de 18 anos, sendo que, os menores      entre 16 e 18 anos poder\u00e3o praticar o esporte mediante autoriza\u00e7\u00e3o expressa      dos pais ou respons\u00e1veis legais. <\/p>\n<p><strong>1.2) Exame M\u00e9dico <\/strong><\/p>\n<p>O Praticante dever\u00e1 apresentar ao clube ou escola de Parapente atestado m\u00e9dico      que comprove sua capacidade f\u00edsica para a pr\u00e1tica de atividades esportivas,      sendo aceito o exame m\u00e9dico da Carteira Nacional de Habilita\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>1.3) Alunos <\/strong><\/p>\n<p>Somente ser\u00e3o reconhecidos alunos que receberam instru\u00e7\u00e3o ministrada por      instrutores homologados pela ABP. <\/p>\n<p><strong>1.4) Cadastramento <\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o v\u00f4o de formatura, para continuar a pr\u00e1tica do esporte, o aluno dever\u00e1      estar devidamente filiado na ABP, entidades estaduais e clubes de pr\u00e1tica.    <\/p>\n<p><strong>1.5)<\/strong> <strong>Caderneta de V\u00f4o: <\/strong><\/p>\n<p>O Praticante dever\u00e1 manter atualizada sua caderneta de v\u00f4o. <\/p>\n<p><strong>PRERROGATIVAS &#8211;<\/strong> Executar v\u00f4os quando assistido por instrutor      ou monitor homologado em local e hor\u00e1rio condizente com seu n\u00edvel t\u00e9cnico      e utilizando equipamento compat\u00edvel com a categoria iniciante. <\/p>\n<p><strong>2 &#8211; Do Praticante <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>2.1) <\/strong>Documenta\u00e7\u00e3o de porte obrigat\u00f3rio <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>O praticante dever\u00e1 estar portando os seguintes documentos: <\/strong><\/p>\n<p><strong>a)<\/strong> Habilita\u00e7\u00e3o Desportiva v\u00e1lida. <\/p>\n<p><strong>b)<\/strong> Comprova\u00e7\u00e3o de estar em dia com o pagamento das mensalidades      de Clubes, Entidades Estaduais e ABP. <\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>2.1.1)<\/strong> Ao utilizar equipamento de v\u00f4o duplo, o praticante        dever\u00e1 portar atestado que demonstre que a vela foi devidamente inspecionada        por um \u00f3rg\u00e3o reconhecido pela ABP. <strong><br \/>\n       2.2)<\/strong> Renova\u00e7\u00e3o de Habilita\u00e7\u00e3o Desportiva de Piloto de Parapente      <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Os praticantes dever\u00e3o renovar sua habilita\u00e7\u00e3o desportiva junto a ABP sob      pena de serem impedidos de decolar nas rampas administradas pelos Clubes de      Pr\u00e1tica Desportiva filiados a ABP. <\/p>\n<p><strong>3) <\/strong>N\u00edveis de Habilita\u00e7\u00e3o para Praticantes de Parapente e      seus requisitos <\/p>\n<p><strong>3.1) N\u00cdVEL 1 &#8211; INICIANTE <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3.1.1) <\/strong>Ter declara\u00e7\u00e3o do instrutor credenciado da ABP        que realizou o treinamento previsto nesta Norma Regulamentar e que est\u00e1        apto \u00e0 pr\u00e1tica esportiva. <strong><br \/>\n       3.1.2) <\/strong>Ser aprovado em prova te\u00f3rica aplicada pela ABP obtendo        80% (oitenta por cento) de aproveitamento e aprova\u00e7\u00e3o em exame pr\u00e1tico.        <strong><br \/>\n       3.1.3) PRERROGATIVAS: <\/strong>Executar v\u00f4os solo atendendo as restri\u00e7\u00f5es        gerais e limita\u00e7\u00f5es impostas ao piloto N\u00edvel 1 previstas nesta Norma Regulamentar,        utilizando somente equipamentos homologados para iniciantes, podendo participar        de competi\u00e7\u00f5es e voar rebocado desde que sob a devida orienta\u00e7\u00e3o de um especialista        homologado pela ABP. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Par\u00e1grafo \u00fanico &#8211;<\/strong> Entende-se por equipamento para iniciante,      aqueles indicados expressamente pelo fabricante no manual do equipamento como      indicados para uso de alunos e\/ou pilotos rec\u00e9m-formados e certificado na      norma EN 962 (classe A ou B) ou norma LTF (classe 1 ou 1-2). <\/p>\n<p><strong>PREENCHIMENTO DA HABILITA\u00c7\u00c3O: N\u00edvel 1 <\/strong><\/p>\n<p><strong>3.2) N\u00cdVEL 2 &#8211; INTERMEDI\u00c1RIO <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3.2.1) <\/strong>Ser habilitado como praticante N\u00edvel 1 h\u00e1 mais        de 1 (um) ano; <strong><br \/>\n       3.2.2) <\/strong>Ter realizado 100 (cem) horas de v\u00f4o comprovadas em cadernetas        de v\u00f4o ap\u00f3s a habilita\u00e7\u00e3o como N\u00edvel 1. <strong><br \/>\n       3.2.3) <\/strong>Executar no m\u00ednimo 1 (um) v\u00f4o na presen\u00e7a de um instrutor,        examinador ou checador credenciado pela ABP obtendo declara\u00e7\u00e3o de que est\u00e1        apto \u00e0 mudan\u00e7a de n\u00edvel. <strong><br \/>\n       3.2.4) PRERROGATIVAS: <\/strong>Executar v\u00f4os solo atendendo as restri\u00e7\u00f5es        gerais e limita\u00e7\u00f5es impostas ao N\u00edvel 2 previstas nesta Norma Regulamentar,        com equipamentos homologados para iniciante e intermedi\u00e1rio, podendo participar        de competi\u00e7\u00f5es e voar rebocado. <strong><br \/>\n       3.2.5) <\/strong>\u00c9 vedada a utiliza\u00e7\u00e3o de equipamentos de alta performance        e competi\u00e7\u00e3o (n\u00e3o-homologados, LTF 2-3, LTF 3, EN D ou prot\u00f3tipos de competi\u00e7\u00e3o.      <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Par\u00e1grafo \u00danico &#8211;<\/strong> \u00c9 permitida a realiza\u00e7\u00e3o de v\u00f4o duplo      desde que passageiro seja tamb\u00e9m um praticante homologado e utilizando equipamento      apropriado para v\u00f4o duplo.<\/p>\n<p><strong>PREENCHIMENTO DA HABILITA\u00c7\u00c3O: N\u00edvel 2 <\/strong><\/p>\n<p><strong>3.3) N\u00cdVEL 3 &#8211; AVAN\u00c7ADO <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3.3.1) <\/strong>Ser habilitado como praticante N\u00edvel 2 h\u00e1 mais        de 2 (dois) anos. <strong><br \/>\n       3.3.2) <\/strong>Ter participado de curso tipo SIV (simula\u00e7\u00e3o de incidentes        de v\u00f4o) reconhecido pela ABP, com aproveitamento acima da m\u00e9dia no prazo        n\u00e3o superior a 180 dias do pedido de altera\u00e7\u00e3o de n\u00edvel. <strong><br \/>\n       3.3.3) <\/strong>Ter realizado 2 (dois) v\u00f4os de 50 (cinquenta) quil\u00f4metros        dentro de um evento ou competi\u00e7\u00e3o oficial reconhecida pela ABP e comprovados        por arquivos digitais tipo \u0093tracklog\u0094 e declara\u00e7\u00e3o assinada por        pelo menos 2 (dois) praticantes N\u00edvel 3 ou superior. <strong><br \/>\n       3.3.4)<\/strong> Ser aprovado em prova te\u00f3rica aplicada pela ABP obtendo        80% (oitenta por cento) de aproveitamento. <strong><br \/>\n       3.3.5) <\/strong>Ser aprovado em check pr\u00e1tico para praticante deste n\u00edvel.      <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>3.3.6) PRERROGATIVAS: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a)<\/strong> Executar v\u00f4os solo atendendo as e restri\u00e7\u00f5es gerais        prevista nesta Norma Regulamentar. <strong><br \/>\n       b) <\/strong>Ser candidato a habilita\u00e7\u00e3o de Instrutor Categoria A. <strong><br \/>\n       c)<\/strong> Realizar v\u00f4o duplo desde que cumpra os requisitos de homologa\u00e7\u00e3o        previstos nesta Norma Regulamentar. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>PREENCHIMENTO DA HABILITA\u00c7\u00c3O: N\u00edvel 3 <\/strong><\/p>\n<p><strong>3.4) N\u00cdVEL 4 &#8211; MASTER <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3.4.1) <\/strong>Ser habilitado como praticante N\u00edvel 3 h\u00e1 mais        de 5(cinco) anos; <strong><br \/>\n       3.4.2) <\/strong>Ter realizado 2 (dois) v\u00f4os de 50 (cinquenta) quil\u00f4metros        dentro de um evento ou competi\u00e7\u00e3o oficial reconhecida pela ABP e comprovados        por arquivos digitais tipo \u0093tracklog\u0094. <strong><br \/>\n       3.4.3) <\/strong>Ter indica\u00e7\u00e3o por escrito de 2 (dois) praticantes N\u00edvel        4 devidamente homologados pela ABP. <strong><br \/>\n       3.4.4)<\/strong> N\u00e3o ter sido condenado pelo Tribunal de Justi\u00e7a Desportiva        por infra\u00e7\u00e3o grave nos \u00faltimos dois anos. <strong><br \/>\n       3.3.5) <\/strong>Ter participado de curso tipo SIV (simula\u00e7\u00e3o de incidentes        de v\u00f4o) reconhecido pela ABP, com aproveitamento acima da m\u00e9dia no prazo        n\u00e3o superior a 180 dias do pedido de altera\u00e7\u00e3o de n\u00edvel. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>3.4.5) PRERROGATIVAS: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a) <\/strong>Executar v\u00f4os solo atendendo as restri\u00e7\u00f5es gerais prevista        nesta Norma Regulamentar. <strong><br \/>\n       b) <\/strong>Ser candidato a habilita\u00e7\u00e3o de Instrutor Categoria A. <strong><br \/>\n       c) <\/strong>Realizar v\u00f4o duplo desde que cumpra os requisitos de homologa\u00e7\u00e3o        previstos nesta Norma Regulamentar. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>PREENCHIMENTO DA HABILITA\u00c7\u00c3O: N\u00edvel 4<\/strong><\/p>\n<p><strong>3.5) INSTRUTOR Categoria A <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3.5.1) <\/strong>Ter participado ativamente de uma cl\u00ednica de forma\u00e7\u00e3o        de instrutores da ABP no \u00faltimo ano. <strong><br \/>\n       3.5.2) <\/strong>Ser habilitado como praticante N\u00edvel 3 h\u00e1 mais de 2 (dois)        anos. <strong><br \/>\n       3.5.3) <\/strong>Apresentar declara\u00e7\u00e3o do instrutor respons\u00e1vel pelo seu        est\u00e1gio atestando sua compet\u00eancia para desempenho da atividade de Instrutor        de Parapente Categoria A. <strong><br \/>\n       3.5.4)<\/strong> Ter sido aprovado em prova te\u00f3rica para Instrutores obtendo        80% (oitenta por cento) de aproveitamento.<strong><br \/>\n       3.5.5) <\/strong>Ter sido aprovado em exame pr\u00e1tico realizado por uma junta        designada pela ABP. <strong><br \/>\n       3.5.6)<\/strong> Ter realizado com aproveitamento espec\u00edfico um curso de        SIV &#8211; Simula\u00e7\u00e3o de Incidentes de V\u00f4o reconhecido pela ABP nos \u00faltimos 180        dias.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Par\u00e1grafo Primeiro:<\/strong> Para manter sua homologa\u00e7\u00e3o como Instrutor      Categoria A, o instrutor dever\u00e1, obrigatoriamente, realizar uma reciclagem      numa Cl\u00ednica de Instrutores ABP a cada 2 anos e estar em dia com suas obriga\u00e7\u00f5es      de associado. <\/p>\n<p><strong>Par\u00e1grafo Segundo: No curso SIV espec\u00edfico para homologa\u00e7\u00e3o de instrutores      o candidato \u00e0 Instrutor dever\u00e1 executar e ter aproveitamento t\u00e9cnico pelo      menos nas seguintes manobras: <\/strong><\/p>\n<p>Negativa, Full Stall, Assim\u00e9trica Acelerada, Fly Back, Espiral Positiva,    <\/p>\n<p><strong>B-Stol, <\/strong>Lan\u00e7amento de Reserva, P\u00eandulos Frontais e Laterais      e suas conseq\u00fcentes rea\u00e7\u00f5es; <\/p>\n<p><strong>Par\u00e1grafo Terceiro: <\/strong>Cabe \u00e0 Diretoria T\u00e9cnica da ABP analisar      os casos que n\u00e3o se enquadrem nos dispositivos para homologa\u00e7\u00e3o de instrutores      dispostos nessa Norma Regulamentar. <\/p>\n<p><strong>3.5.7) PRERROGATIVAS:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a)<\/strong> Ministrar instru\u00e7\u00f5es para candidatos a praticante N\u00edvel        1. <strong><br \/>\n       b) <\/strong>Estar obrigatoriamente presente para o momento de formatura        de todos os alunos na decolagem ou no pouso. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Par\u00e1grafo Primeiro: <\/strong>O instrutor dever\u00e1 escolher local adequado      para a formatura dos seus alunos, devendo permanecer nos pontos mais perigosos,      a fim de monitorar os procedimentos e repassar orienta\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p><strong>Par\u00e1grafo Segundo:<\/strong> Eventualmente o instrutor poder\u00e1 destacar      Monitor que auxiliar\u00e1 nas opera\u00e7\u00f5es de decolagem ou pouso, lembrando que \u00e9      de sua responsabilidade qualquer erro cometido pelo seu monitor. <\/p>\n<p><strong>PREENCHIMENTO DA HABILITA\u00c7\u00c3O: <\/strong>N\u00edvel 3 &#8211; Instrutor A <\/p>\n<p><strong>3.6) INSTRUTOR CATEGORIA B <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3.6.1)<\/strong> Ser Instrutor Categoria A h\u00e1 mais de 2 (dois) anos.        <strong><br \/>\n       3.6.2)<\/strong> Ter realizado 2 cursos SIV (espec\u00edfico para o n\u00edvel B) reconhecido        pela ABP e com alto \u00edndice de aproveitamento. <strong><br \/>\n       3.6.3) <\/strong>Ter completado est\u00e1gio m\u00ednimo de 6 (seis) meses com aproveitamento        com Instrutor Categoria B homologado pela ABP. <strong><br \/>\n       3.6.4) <\/strong>Apresentar declara\u00e7\u00e3o do instrutor respons\u00e1vel pelo seu        est\u00e1gio atestando sua compet\u00eancia para desempenho da atividade de instrutor        de parapente n\u00edvel B. <strong><br \/>\n       3.6.5) <\/strong>Ser avaliado pr\u00e1tica e didaticamente por uma junta escolhida        pela diretoria t\u00e9cnica da ABP. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>3.6.6) PRERROGATIVAS: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a)<\/strong> Ministrar instru\u00e7\u00f5es para candidatos a praticante N\u00edvel        1. <strong><br \/>\n       b) <\/strong>Ministrar instru\u00e7\u00e3o de manobras avan\u00e7adas SIV. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>3.7) V\u00d4O DUPLO<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3.7.1)<\/strong> Ser habilitado como praticante N\u00edvel 2 h\u00e1 pelo        menos 2 anos. <strong><br \/>\n       3.7.2)<\/strong> Ter sido aprovado em um curso de v\u00f4o duplo com instrutor        categoria A ou B que tenha homologa\u00e7\u00e3o emitida pela ABP. <strong><br \/>\n       3.7.3) <\/strong>Ter participado de curso tipo SIV (simula\u00e7\u00e3o de incidentes        de v\u00f4o) reconhecido pela ABP, com aproveitamento acima da m\u00e9dia no prazo        n\u00e3o superior a 180 dias do pedido de altera\u00e7\u00e3o de n\u00edvel . <strong><br \/>\n       3.7.4)<\/strong> Ser aprovado em check pr\u00e1tico. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Par\u00e1grafo primeiro: <\/strong>Os Clubes poder\u00e3o exigir que o praticante      cumpra outras exig\u00eancias t\u00e9cnicas de acordo com as caracter\u00edsticas t\u00e9cnicas      das rampas por ele administradas. <\/p>\n<p><strong>Par\u00e1grafo segundo:<\/strong> Nos V\u00f4os Duplos somente poder\u00e3o ser utilizados      equipamentos especificados pelo fabricante como adequados para tal pr\u00e1tica,      dentro de sua carga alar e com reserva em tamanho adequado, sendo que este      dever\u00e1 estar conectado ao mosquet\u00e3o que une os tirantes aos separadores. <\/p>\n<p><strong>PRERROGATIVAS: <\/strong><\/p>\n<p>Realizar v\u00f4o duplo em equipamento homologado para esta finalidade, respeitando      as regras b\u00e1sicas para a opera\u00e7\u00e3o neste tipo de equipamento. <\/p>\n<p><strong>PREENCHIMENTO DA HABILITA\u00c7\u00c3O: N\u00edvel (por ex. N\u00edvel 2) \u0096 V\u00f4o      Duplo <\/strong><\/p>\n<p><strong>3.8) MONITOR <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>3.8.1) <\/strong>Monitor \u00e9 o praticante a partir de N\u00edvel 3 que        participa e auxilia ativamente o instrutor categoria A ou B no treinamento        para candidatos o praticante N\u00edvel 1. <strong><br \/>\n       3.8.2) PRERROGATIVAS: <\/strong>Participar do treinamento dos alunos no morrote        e auxiliar o instrutor tanto na decolagem quanto no pouso, ficando obrigatoriamente        naquele que ofere\u00e7a menor perigo. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Par\u00e1grafo \u00danico: <\/strong>Durante o per\u00edodo de monitoria o instrutor      \u00e9 respons\u00e1vel pelos atos do seu monitor, devendo este utilizar o bom senso      ao delegar tarefas ao monitor, especialmente \u00e0quelas que envolvem alunos em      seus primeiros v\u00f4os. <\/p>\n<p><strong>PREENCHIMENTO DA HABILITA\u00c7\u00c3O: N\u00edvel 3 \u0096 Monitor<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo III &#8211; Equipamentos Obrigat\u00f3rios para a Pr\u00e1tica de V\u00f4o Livre      <\/strong><\/p>\n<p><strong>Restri\u00e7\u00f5es Operacionais e Normas de Seguran\u00e7a <\/strong><\/p>\n<p>Este cap\u00edtulo disp\u00f5e sobre os equipamentos obrigat\u00f3rios para a pr\u00e1tica do      parapente no Brasil, suas restri\u00e7\u00f5es operacionais e normas de seguran\u00e7a esportiva.    <\/p>\n<p><strong>4) <\/strong>Equipamentos Obrigat\u00f3rios <\/p>\n<p><strong>S\u00e3o equipamentos obrigat\u00f3rios para a pr\u00e1tica de v\u00f4o livre no Brasil:      <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a) <\/strong>Capacete r\u00edgido. <strong><br \/>\n       b)<\/strong> P\u00e1ra-quedas de emerg\u00eancia. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>5)<\/strong> Estado de conserva\u00e7\u00e3o <\/p>\n<p>No caso de equipamentos que visualmente apresentem mal estado de conserva\u00e7\u00e3o      \u00e9 da responsabilidade do Diretor T\u00e9cnico dos Clubes de Pr\u00e1tica proibir sua      utiliza\u00e7\u00e3o e solicitar ao praticante atestado sobre suas condi\u00e7\u00f5es gerais,      emitido por \u00f3rg\u00e3o autorizado pela ABP. <\/p>\n<p><strong>6) \u00c1reas Restritas<\/strong> <\/p>\n<p>\u00c9 proibido decolar ou sobrevoar \u00e1reas que sejam restritas, proibidas ou interditadas,      a menos que o praticante obtenha permiss\u00e3o pr\u00e9via do \u00f3rg\u00e3o administrativo      respons\u00e1vel. <\/p>\n<p><strong>7) Outras Restri\u00e7\u00f5es <\/strong><\/p>\n<p><strong>7.1) Nenhum praticante pode programar pousos e decolagens em locais:      <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a) <\/strong>Onde exponha ao risco pessoas ou bens. <strong><br \/>\n       b) <\/strong>Expressamente proibidos por seus propriet\u00e1rios ou respons\u00e1veis.      <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>8) <\/strong>Procedimentos inseguros ou perigosos <\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>8.1) <\/strong>O Clube de Pr\u00e1tica poder\u00e1 determinar limites para        a pr\u00e1tica segura do parapente levando em considera\u00e7\u00e3o os fatores aerol\u00f3gicos        espec\u00edficos do local. <strong><br \/>\n       8.2) <\/strong>\u00c9 responsabilidade do Clube de Pr\u00e1tica informar aos praticantes        os limites de seguran\u00e7a das suas rampas. <strong><br \/>\n       8.3) <\/strong>O Diretor T\u00e9cnico da ABP poder\u00e1 estabelecer limites de seguran\u00e7a        para as rampas. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Par\u00e1grafo \u00fanico: <\/strong>A infra\u00e7\u00e3o a estes limites de seguran\u00e7a      sujeita o infrator puni\u00e7\u00e3o a ser aplicada pela Diretoria T\u00e9cnica e \u00d3rg\u00e3os      da Justi\u00e7a Desportiva da ABP. <\/p>\n<p><strong>9) Regras de Tr\u00e1fego <\/strong><\/p>\n<p><strong>Os praticantes dever\u00e3o obedecer as seguintes regras de tr\u00e1fego: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>9.1) <\/strong>O praticante operando um parapente deve manter constante        vigil\u00e2ncia do espa\u00e7o a\u00e9reo de modo a evitar quaisquer incidentes envolvendo        outras aeronaves ou equipamentos aerodesportivos. <strong><br \/>\n       9.2) <\/strong>O praticante conduzindo um parapente n\u00e3o pode oper\u00e1-lo de        maneira que possa criar riscos de colis\u00e3o com qualquer aeronave, equipamentos        aerodesportivos, pessoas, bens m\u00f3veis ou im\u00f3veis de terceiros. <strong><br \/>\n       9.3) <\/strong>O sentido do giro na t\u00e9rmica \u00e9 determinado pelo primeiro praticante        a gir\u00e1-la, devendo os demais obedecer tal sentido, independentemente da        altura em que entrarem na t\u00e9rmica, salvo determina\u00e7\u00e3o espec\u00edfica feita em        competi\u00e7\u00f5es, onde este ser\u00e1 determinado pelo juiz do evento. <strong><br \/>\n       9.4) <\/strong>A dire\u00e7\u00e3o do desvio entre os que estiverem se aproximando        de frente ser\u00e1 sempre \u00e0 direita de cada praticant. <strong><br \/>\n       9.5) <\/strong>O praticante que tiver um obst\u00e1culo a sua direita tem a prefer\u00eancia        na passagem. <strong><br \/>\n       9.6)<\/strong> O praticante de baixo tem a prefer\u00eancia na t\u00e9rmica se estiver        em ascens\u00e3o mais r\u00e1pida que o de cima, devendo este dar passagem ao que        est\u00e1 subindo, mesmo se for necess\u00e1rio abandonar a t\u00e9rmica. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>10) Prioridade no Pouso<\/strong><\/p>\n<p><strong>A seguinte regra de prioridade dever\u00e1 ser observada na aproxima\u00e7\u00e3o      para pouso: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>10.1)<\/strong> Em primeiro lugar &#8211; Praticantes que estiverem em        menor altura. <strong><br \/>\n       10.2) <\/strong>Em segundo lugar &#8211; Asa Delta. <strong><br \/>\n       10.3) <\/strong>Em terceiro lugar &#8211; Parapente. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>11) Comportamento do Praticante <\/strong><\/p>\n<p>O praticante ou aluno que demonstrar em s\u00edtio de v\u00f4o comportamento agressivo,      indecoroso ou n\u00e3o condizente com o esporte estar\u00e1 sujeito a puni\u00e7\u00e3o aplicada      pela Diretoria T\u00e9cnica e \u00d3rg\u00e3os da Justi\u00e7a Desportiva da ABP. <\/p>\n<p><strong>12) V\u00f4o de Reboque <\/strong><\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de reboques somente poder\u00e1 ser realizada por pessoa habilitada      pela ABP, com equipamentos adequados e sob instru\u00e7\u00e3o ministrada por instrutor      qualificado. <\/p>\n<p><strong>13) Pouso em Rampa <\/strong><\/p>\n<p>O clube poder\u00e1 a seu crit\u00e9rio, restringir parcial ou totalmente pousos em      suas rampas, levando-se em considera\u00e7\u00e3o as particularidades t\u00e9cnicas das suas      rampas. <\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo IV &#8211; Da Instru\u00e7\u00e3o do Aluno Praticante<\/strong><\/p>\n<p>O presente cap\u00edtulo regulamenta a instru\u00e7\u00e3o m\u00ednima que o aluno praticante      dever\u00e1 receber durante o seu curso de forma\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>14) Instru\u00e7\u00e3o B\u00e1sica <\/strong><\/p>\n<p><strong>O curso b\u00e1sico dever\u00e1 fornecer ao aluno instru\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas com uma      carga hor\u00e1ria de no m\u00ednimo 8 horas, em que dever\u00e3o ser abordados os seguintes      assuntos: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a) <\/strong>No\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas do equipamento, suas caracter\u00edsticas        e cuidados. <strong><br \/>\n       b) <\/strong>No\u00e7\u00f5es a respeito do comportamento do praticante nos s\u00edtios        de v\u00f4o, restri\u00e7\u00f5es operacionais, cautelas e regras de tr\u00e1fego esportivo        e aeron\u00e1utico. <strong><br \/>\n       c) <\/strong>No\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de micro e macro meteorologia, incluso a determina\u00e7\u00e3o        de \u00e1rea de rotor. <strong><br \/>\n       d)<\/strong> T\u00e9cnicas de aproxima\u00e7\u00e3o e perda de altura. <strong><br \/>\n       e) <\/strong>Procedimentos de emerg\u00eancia. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>15) Treinamento de Inflagem <\/strong><\/p>\n<p>O aluno dever\u00e1 antes de realizar os v\u00f4os em morrotes, treinar decolagem e      controle do equipamento em \u00e1rea plana ou planoinclinada, at\u00e9 que consiga de      maneira segura controlar o equipamento por no m\u00ednimo 10 segundos est\u00e1vel acima      da cabe\u00e7a, demonstrando estar apto a realizar decolagens nos morrotes de treinamento.    <\/p>\n<p><strong>16) Morrote de Treinamento <\/strong><\/p>\n<p>O aluno dever\u00e1 fazer no m\u00ednimo 10 v\u00f4os em morrote antes de realizar os v\u00f4os      de formatura em montanha ou realizar v\u00f4os de aproxima\u00e7\u00e3o com o equipamento      duplo junto do instrutor. <\/p>\n<p><strong>17) R\u00e1dios Comunicadores <\/strong><\/p>\n<p>Aluno, instrutor e monitor dever\u00e3o estar necessariamente utilizando r\u00e1dios      comunicadores durante os v\u00f4os de instru\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>18) Condi\u00e7\u00f5es Meteorol\u00f3gicas <\/strong><\/p>\n<p>O aluno praticante somente poder\u00e1 decolar em condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas comprovadamente      seguras, sendo de responsabilidade do instrutor a observ\u00e2ncia dos procedimentos      de seguran\u00e7a, limita\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e regras determinadas pelo clube local ou      por esta Norma Regulamentar. <\/p>\n<p><strong>19) Interdi\u00e7\u00e3o de Opera\u00e7\u00f5es <\/strong><\/p>\n<p>O diretor t\u00e9cnico da ABP poder\u00e1 interditar morrotes e rampas que n\u00e3o ofere\u00e7am      condi\u00e7\u00f5es seguras para alunos. <\/p>\n<p><strong>20) Caderneta de V\u00f4o <\/strong><\/p>\n<p>A caderneta de v\u00f4o dever\u00e1 obrigatoriamente ser utilizada a partir da formatura      do aluno. <\/p>\n<p><strong>21) Responsabilidade do Instrutor <\/strong><\/p>\n<p>O instrutor \u00e9 respons\u00e1vel pela correta instru\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a do aluno durante      o per\u00edodo de aprendizado. <\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo V &#8211; Dos Clubes, Federa\u00e7\u00f5es e Associa\u00e7\u00f5es. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Dos Clubes. <\/strong><\/p>\n<p><strong>22) Clube <\/strong><\/p>\n<p>O Clube \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter espec\u00edfico para promover o Parapente      em um ou mais s\u00edtios de v\u00f4o. <\/p>\n<p><strong>22.1) Cabe ao clube entre outras atividades: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a) <\/strong>Zelar pela conserva\u00e7\u00e3o do s\u00edtio de v\u00f4o.<strong><br \/>\n       b) <\/strong>Orientar os praticantes a respeito das suas prerrogativas e        obriga\u00e7\u00f5es. <strong><br \/>\n       c) <\/strong>Realizar eventos que sigam as disposi\u00e7\u00f5es contidas nesta Norma        Regulamentar. <strong><br \/>\n       d)<\/strong> Impedir a decolagem de praticantes que n\u00e3o satisfa\u00e7am \u00e0s determina\u00e7\u00f5es        contidas nesta Norma Regulamentar. <strong><br \/>\n       e)<\/strong> Acatar as decis\u00f5es da ABP e fazer cumprir fielmente as decis\u00f5es        proferidas pelos seus \u00d3rg\u00e3os de Justi\u00e7a Desportiva. <strong><br \/>\n       f)<\/strong> Fiscalizar as opera\u00e7\u00f5es realizadas em seu s\u00edtio de v\u00f4o e o fiel        cumprimento das determina\u00e7\u00f5es contidas nesta Norma <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Regulamentar. <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>h) <\/strong>Comunicar qualquer infra\u00e7\u00e3o cometida contra as determina\u00e7\u00f5es        contidas nesta Norma Regulamentar. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Das Entidades Estaduais <\/strong><\/p>\n<p><strong>23) Cabe as Entidades Estaduais reconhecidas pela ABP entre outras      atividades:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>a)<\/strong> Promo\u00e7\u00e3o de eventos. <strong><br \/>\n       b) <\/strong>Fomento do Parapente. <strong><br \/>\n       c) <\/strong>Fiscaliza\u00e7\u00e3o dos clubes, escolas, s\u00edtios de v\u00f4o, empresas promotoras        de eventos ou qualquer pessoa direta ou indiretamente envolvida com a pr\u00e1tica        do Parapente em seu estado, nos termos da presente Norma Regulamentar. <strong><br \/>\n       d) <\/strong>Congregar clubes. <strong><br \/>\n       e) <\/strong>Promo\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rios e treinamentos. <strong><br \/>\n       f) <\/strong>Manuten\u00e7\u00e3o das normas de seguran\u00e7a e administrativas. <strong><br \/>\n       g) <\/strong>Aplicar e fiscalizar o cumprimento das penas impostas aos praticantes        infratores. <strong><br \/>\n       h)<\/strong> Promo\u00e7\u00e3o de campeonatos estaduais. <strong><br \/>\n       i)<\/strong> Homologar rankings estaduais. <strong><br \/>\n       j) <\/strong>Homologar recordes estaduais. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Da Escola <\/strong><\/p>\n<p><strong>24) Escola <\/strong><\/p>\n<p>Escola \u00e9 uma entidade de car\u00e1ter empresarial com a finalidade espec\u00edfica      de formar alunos em parapente, atrav\u00e9s de instrutor homologado pela ABP. <\/p>\n<p><strong>Cap\u00edtulo VI &#8211; Dos Campeonatos e sua Organiza\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p><strong>Da Defini\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p><strong>25) Considera-se campeonato de parapente qualquer competi\u00e7\u00e3o de n\u00edvel      local, estadual ou nacional, com provas v\u00e1lidas disputadas pelos s\u00f3cios da      ABP. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Dos Organizadores <\/strong><\/p>\n<p><strong>26) Qualquer pessoa pode organizar um evento de Parapente desde que      autorizado pelos Clubes e ABP. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Da Valida\u00e7\u00e3o do Ranking <\/strong><\/p>\n<p><strong>27) A valida\u00e7\u00e3o do Ranking para defini\u00e7\u00e3o de vagas em campeonatos      estaduais, nacionais ou internacionais, dever\u00e1 atender as seguintes condi\u00e7\u00f5es:      <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Todos os praticantes inscritos dever\u00e3o estar em dia com a ABP, clubes e        entidades estaduais filiados. <br \/>\n       \u00c9 responsabilidade do organizador, checar a situa\u00e7\u00e3o dos participantes e        negar a participa\u00e7\u00e3o daqueles que n\u00e3o preencherem os requisitos determinados        pelas diretorias t\u00e9cnicas da ABP, clubes e entidades estaduais filiados.        <br \/>\n       Ter no m\u00ednimo 15 praticantes inscritos. <br \/>\n       \u00c9 da compet\u00eancia da comiss\u00e3o t\u00e9cnica do evento decidir sobre suas provas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte:  www.abp.esp.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parapente, Esporte, V\u00f4o Livre, Brasil, Hist\u00f3ria, Paraglider, Equipamentos, Pilotos, Instrutor, Habilidade, Norma, Regras, 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