{"id":62474,"date":"2016-07-13T17:36:00","date_gmt":"2016-07-13T17:36:00","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=62474"},"modified":"2016-07-13T18:04:32","modified_gmt":"2016-07-13T18:04:32","slug":"formula-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/esportes\/formula-1","title":{"rendered":"F\u00f3rmula 1"},"content":{"rendered":"<h4>Hist\u00f3ria da F\u00f3rmula 1 e todos os campe\u00f5es<\/h4>\n<p><strong>Como surgiu<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX a competi\u00e7\u00e3o esportiva se expandia por todo o mundo,      entre os esporte dava-se maior destaque para o automobilismo, onde pilotos      guiavam carros modificados especificamente para a velocidade em circuitos      isolados procurando ver qual era o melhor. Algumas organiza\u00e7\u00f5es promoviam      corridas prolongadas como as 500 milhas de Indian\u00e1polis nos Estados Unidos      e um campeonato de corridas europeias. Houve uma pausa na realiza\u00e7\u00e3o desses      esportes por causa da segunda Grande Guerra Mundial (1939-1945), ap\u00f3s o fim      da guerra a FIA (Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Automobilismo) decidiu criar uma      categoria que visava um campeonato mundial.<\/p>\n<p>Em 13 de maio de 1950, em Silverstone na Inglaterra, surgiu ent\u00e3o a F\u00f3rmula      1. O que viria a ser como o maior e mais caro esporte mundial da face da Terra.      Na sua inaugura\u00e7\u00e3o a F\u00f3rmula 1 contou com 21 carros fornecidos por 5 equipes      (Alfa Romeo, Alta, ERA, Maserati e Talbolt), pilotos de 7 pa\u00edses (Argentina,      Esc\u00f3cia, Fran\u00e7a, Inglaterra, Irlanda, It\u00e1lia e Tail\u00e2ndia), um p\u00fablico de mais      de 100.000 pessoas. Foram 70 voltas, 2 horas e 13 minutos de dura\u00e7\u00e3o, e a      vit\u00f3ria do piloto da Alfa Romeo Nino Farina. Poucos carros terminaram a corrida      que teve pouca competitividade e o entretenimento apenas daqueles que j\u00e1 entendiam      de carro. Mas viria crescer em breve.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/formula1-90.jpg\" alt=\"F\u00f3rmula 1\" title=\"F\u00f3rmula 1\" \/><\/p>\n<p><strong>D\u00e9cada de 1950<\/strong><\/p>\n<p><strong>A temporada de 1950 contou com 6 corridas na Europa e com pilotos      de equipes europeias cuja a cor do carro era representada pela nacionalidade      da equipe: <\/strong>os ingleses ficavam com o verde, os italianos com o vermelho,      os franceses com o azul e os alem\u00e3es com o branco. <\/p>\n<p><strong>A pontua\u00e7\u00e3o era dividida entre os 5 primeiros na ordem: <\/strong>1\u00ba      ganhava 9 pontos, 2\u00ba 6, 3\u00ba 4, 4\u00ba 3 e 5\u00ba colocado marcava 2 pontos. <\/p>\n<p>Era acrescentado tamb\u00e9m no campeonato a corrida de Indian\u00e1polis, apesar de      possuir outra pontua\u00e7\u00e3o e pilotos e equipes de outras nacionalidades. As corridas      eram caras e exaustivas, tendo horas de dura\u00e7\u00e3o interruptas. Al\u00e9m das 5 equipes      que participaram da inaugura\u00e7\u00e3o, a equipe Ferrari passou a competir a partir      da segunda prova no ano realizada em Monte Carlo. N\u00e3o havia campeonatos de      construtores por tanto as equipes deviam se inscrever e pagar apenas as corridas      que iriam disputar.<\/p>\n<p>A 1\u00aa temporada foi dominada pelos tr\u00eas carros da Alfa Romeo e teve como campe\u00e3o      o italiano Nino Farina, com 3 vit\u00f3rias e 30 pontos no campeonato. Em 1951      a Ferrari se mostrou forte, mas o t\u00edtulo ficou novamente com um piloto da      equipe Alfa Romeo, dessa vez com o argentino Juan Manuel Fangio, com 3 vit\u00f3rias      e 31 pontos. O primeiro t\u00edtulo de um piloto da equipe Ferrari veio em 1952      com Alberto Ascari que viria a ser campe\u00e3o tamb\u00e9m da temporada seguinte. <\/p>\n<p>As corridas por serem muito caras obrigavam os pilotos a mudarem de equipes      constantemente. A Ferrari era a que possuia maior n\u00famero de pilotos e disparado      os melhores carros.<\/p>\n<p>Em 1954 surgiu a Mercedes, equipe a altura da Ferrari e que levou Juan Manuel      Fangio ao seu segundo t\u00edtulo na categoria. Fangio venceu tamb\u00e9m a temporada      de 1955 pela Mercedes. O n\u00famero de corridas alternava entre 8 e 9, eram caras      e a categoria n\u00e3o havia feito o sucesso mundial que se esperava. A Mercedes      decidiu sair em 1956 e Fangio correu aquele ano na Ferrari, um ano complicado      em que algumas corridas eram ditas como tra\u00e7ados simples e seu vencedor somaria      apenas 8 pontos. Fangio venceu apenas 2 corridas aquele ano, mas conseguiu      superar o favorito ao t\u00edtulo Stirling Moss da Maserati, e se tornou tetra-campe\u00e3o      mundial.<\/p>\n<p>Em 1957 Fangio foi para a Maserati, subiu ao p\u00f3dio em todas as corridas que      completou e se consagrou penta-campe\u00e3o. As emo\u00e7\u00f5es eram consideradas poucas      e o grid estava cada vez menor. A FIA resolveu ent\u00e3o criar mais um campeonato,      o de construtores, onde a melhor equipe tamb\u00e9m receberia o t\u00edtulo de melhor      do mundo. Por\u00e9m as principais equipes n\u00e3o participavam de Indian\u00e1polis e resolveu-se      ent\u00e3o manter a corrida no calend\u00e1rio, por\u00e9m as equipes que participassem da      corrida n\u00e3o fariam parte do campeonato de construtores.<\/p>\n<p>Em 1958 as equipes come\u00e7aram a evoluir seus carros, agora haviam 10 corridas      e a competitividade aumentava. O primeiro t\u00edtulo de construtores foi ganho      pela equipe Vanwall, apesar do piloto campe\u00e3o ser Mike Hawthorn da Ferrari.      Na temporada seguinte a Cooper foi campe\u00e3 de construtores e teve o piloto      Jack Brabham como campe\u00e3o. As equipes pontuavam a partir dos pontos ganhos      por seu piloto melhor colocado na corrida.<\/p>\n<p><strong>D\u00e9cada de 1960: <\/strong>A d\u00e9cada de 1960 come\u00e7ou como terminou a      anterior, com Jack Brabham se tornando bi-campe\u00e3o mundial e sua equipe a Cooper,      campe\u00e3 de construtores. Ambos foram batidos em 1961 pela equipe Ferrari e      seu principal piloto Phil Hill, campe\u00f5es naquele ano. <\/p>\n<p>Apesar do aumento de competitividade, da evolu\u00e7\u00e3o dos carros e uma maior      rigidez nas regras (agora as equipes teriam de correr a temporada inteira      e o vencedor de qualquer corrida ganharia 9 pontos), o p\u00fablico ainda era pouco      perto dos gastos que se haviam na F\u00f3rmula 1. Os chefes da categoria decidiram      tornar o esporte mais s\u00e9rio, come\u00e7ando por eliminar de vez o Grande Pr\u00eamio      de Indian\u00e1polis do calend\u00e1rio e havia a esperan\u00e7a do n\u00famero de corridas apenas      aumentar dali em diante. <\/p>\n<p><strong>A temporada de 1962 viu a primeira vit\u00f3ria de duas das maiores lendas      da categoria: <\/strong>Graham Hill e o nomeado Jim Clark, Graham Hill viria      a ser campe\u00e3o daquele ano correndo pela equipe BRM, enquanto Clark foi vice      correndo pela Lotus. Em 1963, Clark deu o troco com impressionantes 63 pontos      contra 29 de Hill e impressionantes 7 vit\u00f3rias em 10 corridas. <\/p>\n<p>Em 1964 nenhum dos dois foi campe\u00e3o, Clark teve diversos problemas com a      sua Lotus e Graham Hill foi superado pelo piloto da Ferrari, John Surtees.      Mas ambos viriam ainda mais fortes no ano seguinte. Em 1965 Hill corria no      que era disparada a melhor equipe daquele ano, mas fora superado novamente      por Jim Clark, o t\u00edtulo considerado at\u00e9 ent\u00e3o como o mais dif\u00edcil da F\u00f3rmula      1 visto as condi\u00e7\u00f5es da equipe Lotus diante da poderosa BRM, mas Clark inovou      ao configurar seu pr\u00f3prio carro. Em 1966 a BRM vinha fraca e Jim Clark com      a Lotus enfrentou in\u00fameros problemas. O t\u00edtulo ficou com um velho campe\u00e3o,      Jack Brabham, que desde 1961, quando montou sua pr\u00f3pria equipe conquistou      sua primeira vit\u00f3ria correndo pela Brabham e seus inovadores motores de 3,0      litros. <\/p>\n<p>De cara venceu 4 corridas seguidas e foi facilmente o campe\u00e3o daquele ano.    <\/p>\n<p>A temporada de 1967 dava ind\u00edcios de ser a mais disputada da F\u00f3rmula 1 at\u00e9      ent\u00e3o. Graham Hill foi correr na Lotus, sendo companheiro de Jim Clark e a      equipe inglesa com os inovadores aerof\u00f3lios aerodin\u00e2micos era a favorita ao      t\u00edtulo. <\/p>\n<p>Mas acabou sendo um verdadeiro fracasso. O carro quebrava facilmente, Hill      terminou apenas tr\u00eas corridas e Clark apesar de vencer 4 fora superado pelos      pilotos da Brabham, dessa vez o t\u00edtulo ficava com o australiano Denny Hulme,      vencedor de apenas duas provas daquele ano. <\/p>\n<p>Para completar a d\u00e9cada o desfecho do trio Jim Clark, Graham Hill e Jack      Brabham. A Brabham fora superada e seu dono somou apenas dois pontos em 1968.    <\/p>\n<p>A Lotus agora com os potentes motores Ford era disparada a melhor equipe,      mas viu uma inesperada trag\u00e9dia, depois de vencer com facilidade a primeira      corrida, Jim Clark era o favorito ao t\u00edtulo, mas ao participar de uma corrida      de F\u00f3rmula 2 na Alemanha sofreu um acidente fatal onde acabou falecendo. A      perda de um dos melhores e mais carism\u00e1tico campe\u00f5es de F\u00f3rmula 1 chocou a      categoria que finalmente conseguia seu p\u00fablico desejado. O clima entre os      pilotos da \u00e9poca nunca mais foi o mesmo. Graham Hill foi o campe\u00e3o daquele      ano, mas nem ao menos comemorou o t\u00edtulo.<\/p>\n<p>Em 1969 a F\u00f3rmula 1 via o in\u00edcio de uma nova era. O acordo entre as antigas      montadoras e as empresas petrol\u00edferas chegara ao fim e as equipes eram livres      para deixar a categoria. O n\u00famero de construtores caiu de 16 para 8. Os custos      subiram ainda mais e a temporada fora dominada por 4 equipes. <\/p>\n<p><strong>A atual campe\u00e3 Lotus dividia seu reinado com outras equipes que usavam      aerof\u00f3lios e motores Ford:<\/strong> McLaren, Brabham e a campe\u00e3 Matra do piloto      campe\u00e3o Jackie Stewart. As antigas campe\u00e3s Ferrari, BRM e Cooper deca\u00edram      e teriam de agir r\u00e1pido se quisessem sobreviver ao que viria na d\u00e9cada seguinte.<\/p>\n<p><strong>D\u00e9cada de 1970<\/strong><\/p>\n<p>A d\u00e9cada de 1970 trouxe ao ciclo da categoria o mais poderoso de todos que      j\u00e1 passaram por ela, Bernie Ecclestone. Antigo piloto, que n\u00e3o \u00e9 conhecido      pela sua carreira dentro das pistas e sim fora delas. Em 1971 ele comprou      a equipe Brabham e come\u00e7ou a investir na categoria. Foi ele o respons\u00e1vel      por fazer a F\u00f3rmula 1 ser conhecida no mundo inteiro, aclamado como \u00f3timo      negociador, fechou contrato com equipes milion\u00e1rias e aut\u00f3dromos car\u00edssimos.      Ainda consegue equilibrar seu dom\u00ednio como presidente da FOM (Formula One      Management) e da FOA (Formula One Administration) mesmo diante da grande pot\u00eancia      da FIA e das exigentes equipes. <\/p>\n<p>Mas na d\u00e9cada de 70 a pol\u00edtica na F\u00f3rmula 1 ainda era esquecida. O p\u00fablico      s\u00f3 se interessava pelo que estava dentro das pistas, as equipes e os pilotos.      A d\u00e9cada foi dominada pela equipe Lotus que seguia inovando com seus aerof\u00f3lios      conhecidos como &#8220;asas&#8221;. A equipe conquistou t\u00edtulos f\u00e1ceis em 1970      com Jochen Rindt, em 1972 com \u00c9merson Fittipaldi e em 1978 com Mario Andretti.      Al\u00e9m da Lotus, outra equipe a se destacar foi a McLaren, fundada na d\u00e9cada      anterior conquistou o t\u00edtulo de 1974 com o bi-campeonato de \u00c9merson Fittipaldi      e por apenas um ponto de diferen\u00e7a conquistou o t\u00edtulo de pilotos de 1976      com James Hunt. A Ferrari tamb\u00e9m sobreviveu a crise das montadoras e voltou      a ser campe\u00e3 com o grande Niki Lauda em 1975 e 1977, e com a forte dupla de      1979, o campe\u00e3o Jody Scheckter e o vice Gilles Villeneuve. <\/p>\n<p>Al\u00e9m dessas grandes e nomeadas equipes a Tyrrell conquistou seus \u00fanicos dois      t\u00edtulos na categoria com o escoc\u00eas Jackie Stewart, em 1971 e 1973. A d\u00e9cada      de 70 tamb\u00e9m viu a &#8220;renova\u00e7\u00e3o&#8221; das equipes na categoria. Surgiam,      escondidas, futuras campe\u00e3s como a Williams, uma das principais equipes das      d\u00e9cadas seguintes e a inovadora Renault que trouxe com ela os motores turbo.      Com aerof\u00f3lios cada vez mais inovadores, motores cada vez mais potentes e      a presen\u00e7a do turbo a F\u00f3rmula 1 viu os seus anos mais perigosos entre 1968      e 1994, \u00e9poca tamb\u00e9m em que explodiu economicamente gra\u00e7as \u00e0 Bernie Ecclestone      que comprava os direitos de transmiss\u00e3o de TV da FIA em 1979.<\/p>\n<p>Os anos 70 tamb\u00e9m ficaram famosos pelas disputas por posi\u00e7\u00f5es que aumentavam      a cada ano, como mostrada no v\u00eddeo abaixo. Na ocasi\u00e3o, Ren\u00e9 Arnoux de Renault      que corria em casa tenta ultrapassar a Ferrari de Gilles Villeneuve que disputava      o t\u00edtulo de pilotos daquele ano. A disputa foi no Grande Pr\u00eamio da Fran\u00e7a      de 1979.<\/p>\n<p><strong>D\u00e9cada de 1980<\/strong><\/p>\n<p>A F\u00f3rmula 1 iniciou a d\u00e9cada de 80 com uma lista de bons pilotos e renomadas      equipes. J\u00e1 havia visto pilotos como Juan Manuel Fangio, Jack Brabham, Graham      Hill, Jim Clark, Jackie Stewart, \u00c9merson Fittipaldi e Niki Lauda, entre outros      campe\u00f5es. Equipes como Ferrari, Brabham, BRM, Cooper e Lotus, todas consagradas      com t\u00edtulos e inova\u00e7\u00f5es. Mas foi a d\u00e9cada de 1980 que viu as maiores disputas      da categoria, o quarteto Nelson Piquet, Alain Prost, Nigel Mansell e Ayrton      Senna foi respons\u00e1vel pelos maiores duelos da categoria, entre 1980 e 1993      foram vistos os mais emocionantes combates dentro das pistas e consagraram      equipes como McLaren e Williams que nunca mais seriam as mesmas sem esses      g\u00eanios do automobilismo. Pilotos que um dia poderiam ser campe\u00f5es como Riccardo      Patrese, Gerhard Berger, Michele Alboreto e Ren\u00e9 Arnoux se tornaram simples      coadjuvantes diante desses monstros da F\u00f3rmula 1. <\/p>\n<p>Equipes consagradas como Ferrari e Lotus ficaram uma d\u00e9cada inteira sem t\u00edtulos      pois n\u00e3o podiam com McLaren e Williams. Foi onde come\u00e7aram as disputas que      durariam mais de uma temporada, envolvendo mais de dois pilotos. Valia a pena      ver acidentes terr\u00edveis e a F\u00f3rmula 1 se tornando m\u00e1quina de fazer dinheiro,      apenas para testemunhar segundos em que esses g\u00eanios dominavam suas m\u00e1quinas.<\/p>\n<p>1980 viu a consagra\u00e7\u00e3o do primeiro t\u00edtulo da equipe Williams, escuderia que      vinha cada vez mais forte desde 1974 ganhou o t\u00edtulo f\u00e1cil com o australiano      Alan Jones. Em 1981, nem ele e nem seu companheiro de equipe conseguiram combater      o brasileiro Nelson Piquet, dirigindo a equipe Brabham que vivia em crise      depois da sa\u00edda de seu fundador. Piquet seguiu a inova\u00e7\u00e3o de Jim Clark sendo      respons\u00e1vel pelo acerto de seu carro e poucos pontos a frente dos carros da      Williams se consagrou campe\u00e3o mundial. Em 1982 a Brabham trocava os motores      Ford pelos motores BMW-turbo, mais potentes, por\u00e9m com uma resist\u00eancia muito      mais baixa. Piquet ficou longe do t\u00edtulo, novamente vencido por um piloto      da Williams, dessa vez o estreante na equipe e a zebra da temporada Keke Rosberg,      com apenas uma vit\u00f3ria. Mais a temporada viu os carros da Renault de Alain      Prost e Ren\u00e9 Arnoux dominarem disparados quase todos os treinos classificat\u00f3rios      e o retorno de Niki Lauda, agora pela McLaren, que havia deixado a categoria      no fim da temporada de 1979.<\/p>\n<p>Em 1983 a Williams decaiu bastante, sendo superada pela equipe Ferrari, mas      nenhum dos pilotos da equipe italiana se consagrou campe\u00e3o. A disputa do t\u00edtulo      ficou por conta de Alain Prost destaque com a Renault e novamente Nelson Piquet,      bi-campe\u00e3o com apenas dois pontos de vantagem para o franc\u00eas. Em 1984 Prost      trocava a Renault que enfrentava grandes problemas de confiabilidade pela      McLaren onde correria ao lado do veterano Niki Lauda. A equipe fazia um projeto      aerodin\u00e2mico que faria com que ela crescesse de forma extraordin\u00e1ria a partir      de ent\u00e3o. Prost e Lauda formaram o primeiro &#8220;Dream Team&#8221; da d\u00e9cada      dominando toda a temporada de 1984 e por uma diferen\u00e7a incr\u00edvel de 0,5 pontos      Niki Lauda se tornou tri-campe\u00e3o mundial. <\/p>\n<p>Fatos curiosos daquele ano foram a utiliza\u00e7\u00e3o do inovador aerof\u00f3lio duplo,      inventado pela McLaren e copiado por todas as demais equipes no restante da      temporada; um certo piloto estreante chamado Ayrton Senna que quase venceu      o Grande Pr\u00eamio de M\u00f4naco com o fraco carro da Toleman e Nigel Mansell que      ap\u00f3s ter pane seca quando liderava o Grande Pr\u00eamio dos Estados Unidos tentou      empurrar sua Lotus nos metros finais at\u00e9 desmaiar no meio da pista. <\/p>\n<p>1985 viu novamente o dom\u00ednio dos carros da McLaren. Desmotivado em sua \u00faltima      temporada na F\u00f3rmula 1 Lauda viu seu companheiro Alain Prost conquistar o      t\u00edtulo mais f\u00e1cil da equipe at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n<p>A temporada de 1986 via o surgimento de um novo &#8220;Dream Team&#8221;. A      Williams perdia o campe\u00e3o de 1982, Keke Rosberg, para a McLaren, mas passaria      a contar com a participa\u00e7\u00e3o de Nelson Piquet, que levou dados importantes      para o time e o ajudou a se tornar disparado o melhor daquele ano. Piquet      s\u00f3 n\u00e3o contaria com a presen\u00e7a de Nigel Mansell, o ingl\u00eas conhecido como &#8220;le\u00e3o&#8221;,      talentoso, por\u00e9m desastrado e que jamais aceitaria ser superado por um companheiro      de equipe. <\/p>\n<p>Mansell foi o piloto a ser batido naquela temporada, mas deixou o t\u00edtulo      escapar nas duas \u00faltimas corridas, n\u00e3o para Nelson Piquet, mas sim para Alain      Prost, a McLaren j\u00e1 n\u00e3o tinha o melhor carro, mas Prost mostrava ser frio      e calculista, com poucos abandonos e sempre terminando entre os l\u00edderes, o      franc\u00eas se consagrou bi-campe\u00e3o em 1986, apenas 2 pontos a frente de Mansell      e 3 a frente de Piquet no campeonato de pilotos. <\/p>\n<p>Destaque para Ayrton Senna. O piloto brasileiro crescia a cada ano, agora      na Lotus conquistou duas vit\u00f3rias sob pista molhada em 1985 e duas sob pista      seca em 1986. Mesmo n\u00e3o disputando o t\u00edtulo foi consagrado o melhor piloto      daquele ano com incr\u00edveis 8 pole-positions em 16 corridas em uma equipe que      enfrentava uma crise terr\u00edvel, e teve o famoso gesto de levantar a bandeira      brasileira depois de vencer a corrida de Detroit. Em 1987, nem a McLaren do      calculista Alain Prost e nem a Lotus do g\u00eanio Ayrton Senna puderam combater      as Williams do tri-campe\u00e3o Nelson Piquet e do ingl\u00eas vice-campe\u00e3o Nigel Mansell.      A diferen\u00e7a era tanta que Senna e Prost quase desmaiavam em todas as corridas      ao sa\u00edrem do carro, enquanto Piquet e Mansell venciam corridas guiando na      ponta dos dedos. <\/p>\n<p>Depois de ser superado por Piquet, Mansell brigou com a equipe que resolveu      manter o piloto ingl\u00eas e dispensar Nelson Piquet que ia para a Lotus com a      esperan\u00e7a de reerguer o time falido. Acabava ai o &#8220;Dream Team&#8221; da      Williams. A temporada de 1988 come\u00e7ou mostrando que Nelson Piquet e Williams      haviam errado ao se separar, a equipe inglesa n\u00e3o obteve nenhuma vit\u00f3ria naquele      ano e Nelson Piquet nada pode fazer com uma Lotus prestes a fechar. Surgia      um novo &#8220;Dream Team&#8221; mais forte do que qualquer outro j\u00e1 visto anteriormente      na categoria. A McLaren Honda dos pilotos Ayrton Senna e Alain Prost. Senna      n\u00e3o queria ser companheiro de Mansell na Williams e decidiu se unir a Alain      Prost na McLaren, levando consigo os potentes motores Honda, \u00fanica pe\u00e7a ainda      forte na Lotus no ano anterior. Mas Prost seria para Ayrton Senna um advers\u00e1rio      maior do que Nigel Mansell foi para Nelson Piquet. <\/p>\n<p>O franc\u00eas era o &#8220;queridinho&#8221; da equipe desde 1984 e n\u00e3o permitiria      um outro piloto vencedor no time. Copiava os acertos de Ayrton Senna, que      fazia o mesmo em rela\u00e7\u00e3o ao franc\u00eas, n\u00e3o havia uma \u00fanica corrida em que eles      n\u00e3o andavam pr\u00f3ximos. Os dois se superavam a cada prova e naquele ano s\u00f3 n\u00e3o      venceram 1 das 16 corridas da temporada, a \u00fanica em que ambos abandonaram.      O t\u00edtulo s\u00f3 poderia vir de forma brilhante, como veio. Na pen\u00faltima prova      da temporada em Suzuka, caso Ayrton Senna vencesse seria o campe\u00e3o daquele      ano. Como em 13 corridas de 1988, largou na pole-position. Mas seu carro apagou      na largada e Senna caia para as \u00faltimas posi\u00e7\u00f5es, fazendo ultrapassagens fenomenais      em um circuito travado ele logo assumiu a segunda posi\u00e7\u00e3o na volta 20 e dali      a 8 voltas ultrapassou Alain Prost, assumiu a lideran\u00e7a e venceu a corrida      se tornando campe\u00e3o mundial.<\/p>\n<p>Em 1989 Senna era o favorito ao t\u00edtulo, mas al\u00e9m de ter problemas na primeira      curva da temporada, abandonou em 7 provas, enquanto Prost precisou apenas      ter paci\u00eancia e terminando quase todas as corridas foi tri-campe\u00e3o naquele      ano. O t\u00edtulo foi pol\u00eamico, pois na pen\u00faltima corrida da temporada, em Suzuka,      Prost liderando tacou seu carro em cima do carro de Senna que precisava da      vit\u00f3ria para continuar na disputa do t\u00edtulo. Senna cortou a chicane, voltou      para a pista, trocou a asa dianteira do carro nos boxes, ultrapassou Alessandro      Nannini da Benetton e venceu a prova. Tudo isso nas \u00faltimas sete voltas da      corrida. Mas Jean Marie Balestre, o ent\u00e3o presidente da FIA, decidiu banir      o piloto da corrida por atravessar a chicane causando frustra\u00e7\u00e3o no piloto      brasileiro e em sua torcida e dando o t\u00edtulo a Alain Prost que deixava sua      equipe e ia para a promessa do ano seguinte, a Ferrari, acabando com o maior      &#8220;Dream Team&#8221; de todos os tempos. <\/p>\n<h4>O auge da F\u00f3rmula 1<\/h4>\n<p>A F\u00f3rmula 1 na d\u00e9cada de 1990 iria ver em seu in\u00edcio disputas t\u00e3o eletrizantes      como viu nos anos anteriores, por\u00e9m iria passar pela perda de um de seus principais      pilotos, na \u00e9poca, como consequ\u00eancia enfrentaria uma crise terr\u00edvel, o abandono      at\u00e9 de sua torcida mais fan\u00e1tica e revelaria o que \u00e9 hoje o maior recordista      de t\u00edtulos e vit\u00f3rias, Michael Schumacher. Tamb\u00e9m viria o fechamento de equipes      que outrora haviam vencido corridas, foi o caso de Brabham, Lotus, Ligier      e Tyrrell. Todas enfrentando o problema financeiro e decaindo a cada ano at\u00e9      fecharem.<\/p>\n<p>A temporada de 1990 visava grandes disputas por vit\u00f3ria. A McLaren tinha      a melhor aerodin\u00e2mica e Ayrton Senna como primeiro piloto, a Ferrari contava      com o inovador c\u00e2mbio semi-autom\u00e1tico e a dupla de pilotos Alain Prost e Nigel      Mansell, a Benetton contava com o potente motor Ford e o rec\u00e9m contratado      tri-campe\u00e3o Nelson Piquet. Mas era a equipe Williams, com a suspens\u00e3o ativa,      que possuia o melhor carro da temporada, por\u00e9m seus pilotos n\u00e3o tinham vantagens      em circuitos pouco ondulados. E Riccardo Patrese e Thierry Boutsen jamais      haviam brigado pelo t\u00edtulo de pilotos. N\u00e3o haviam favoritos para aquele ano.<\/p>\n<p>As tr\u00eas primeiras corridas tiveram vencedores de equipes diferentes, mas      aos poucos Ayrton Senna e Alain Prost come\u00e7avam a se destacar dos demais.      Senna venceu as corridas de rua e Prost as corridas de alta velocidade. Chegaram      ao final da primeira metade da temporada com a diferen\u00e7a de apenas dois pontos      entre eles, com a vantagem para Alain Prost. Mas a partir de ent\u00e3o Senna se      concentrou de vez no t\u00edtulo e nas cinco corridas seguintes conquistou 3 vit\u00f3rias      e nas outras duas foi 2\u00ba colocado. Enquanto Prost encontrava dificuldades      na classifica\u00e7\u00e3o e tinha como companheiro o ego\u00edsta Nigel Mansell que mais      atrapalhava do que ajudava. Senna chegou como l\u00edder do campeonato no Grande      Pr\u00eamio do Jap\u00e3o, onde Prost tinha disparado o melhor carro e ap\u00f3s assumir      a lideran\u00e7a na largada teve o carro atropelado pelo de Ayrton Senna, que fazia      a &#8220;vingan\u00e7a&#8221; do ocorrido no ano anterior. Com o abandono do franc\u00eas      Senna se tornava bi-campe\u00e3o mundial.<\/p>\n<p>A McLaren decaiu a cada ano entre 1988 e 1990 e teve que inovar para brigar      pelo t\u00edtulo em 1991. Passou a utilizar uma aerodin\u00e2mica mais eficiente, montada      pelo pr\u00f3prio Ayrton Senna e conseguiu um pique novo para o in\u00edcio da temporada.      Senna venceu as 4 primeiras corridas largando na pole-position e era sem d\u00favida      favorito ao tri-campeonato. Prost vinha desastroso sem marcar nem metade dos      pontos do piloto brasileiro, sua Ferrari n\u00e3o evolu\u00edra e ficava para tr\u00e1s em      rela\u00e7\u00e3o \u00e0 McLaren. A Benetton de Piquet tamb\u00e9m mudava a aerodin\u00e2mica com o      famoso formato &#8220;tubar\u00e3o&#8221;, mas o pr\u00f3prio piloto admitiu n\u00e3o ter chances      de t\u00edtulo. Senna s\u00f3 n\u00e3o esperava por uma evolu\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1rio do carro      da Williams, agora com Nigel Mansell de volta e o projetista Adrian Newey      que melhorava o modelo anterior.<\/p>\n<p>Aos poucos o carro da Williams evolu\u00eda chegando a metade da temporada disparada      como maior pot\u00eancia, superando inclusive a McLaren de Senna. Mansell venceu      tr\u00eas corridas seguidas e colou em Senna no campeonato de pilotos. Mas a falta      de paci\u00eancia de Mansell nos Grandes Pr\u00eamios de Portugal e Jap\u00e3o, e as vit\u00f3rias      sofridas de Senna na Hungria e B\u00e9lgica garantiram o tri-campeonato mundial      ao piloto brasileiro. No fim da temporada Prost saiu da Ferrari e Piquet aposentou,      era o fim do quarteto fant\u00e1stico. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s ser tr\u00eas vezes vice-campe\u00e3o Nigel Mansell n\u00e3o aceitaria perder outro      t\u00edtulo e exigiu o melhor carro desde o in\u00edcio em 1992. A Williams ent\u00e3o copiou      o c\u00e2mbio semi-autom\u00e1tico da Ferrari e tinha disparado o melhor carro do ano,      considerado como sendo de &#8220;outro planeta&#8221;. Mansell venceu as primeiras      cinco corridas da temporada. Foi campe\u00e3o j\u00e1 na 11\u00aa etapa do mundial. O vice      foi seu companheiro de equipe Riccardo Patrese. A McLaren com o tri-campe\u00e3o      Ayrton Senna e a surpresa da temporada Gerhard Berger terminou o ano com exatamente      metade dos pontos ganhos pela equipe Williams que para 1993 tinha como confirmado      apenas o piloto Damon Hill, j\u00e1 que Mansell ia para uma categoria americana      (onde foi campe\u00e3o em seu ano de estreia) e Patrese decidia se aposentar (o      que n\u00e3o fez naquele ano, e assinou contrato com a Benetton para aposentar      no ano seguinte). Senna arriscou assinar com a equipe inglesa, mas em cima      da hora outro piloto tomava o seu lugar, um tal de Alain Prost.<\/p>\n<p>Prost iniciou a temporada de 1993 com o t\u00edtulo garantido, n\u00e3o precisou for\u00e7ar      coisa alguma, pois a Williams passou a utilizar uma aerodin\u00e2mica similar ao      da McLaren, que era sua \u00fanica vantagem no ano anterior, e dominou a temporada,      ainda mais a frente das advers\u00e1rias. Ainda assim Senna resolveu fechar sua      \u00faltima temporada na McLaren com chave de ouro, com o fraco motor Ford e um      carro superado inclusive pela equipe Benetton, Senna venceu 5 corridas em      1993 e se consagrou vice-campe\u00e3o naquele ano, o que foi para ele um t\u00edtulo.      Prost tetra-campe\u00e3o anunciou a aposentadoria no final da temporada deixando      como presente seu lugar na Williams para Ayrton Senna. Foi o \u00faltimo ano em      que a F\u00f3rmula 1 viu os dois grandes pilotos vencerem na categoria.<\/p>\n<p><strong>As trag\u00e9dias de 1994<\/strong><\/p>\n<p>A maior categoria do automobilismo mundial vinha tomando um rumo n\u00e3o desejado      pelos pilotos. Com a amplia\u00e7\u00e3o da categoria pelo mundo, a comercializa\u00e7\u00e3o      de produtos para f\u00e3s e o contrato que fazia que os pilotos corressem por sua      equipe em todas as corridas da temporada, andava transformando o ciclo em      um verdadeiro inferno. As disputas emocionantes tiradas no bra\u00e7o haviam dado      espa\u00e7o para carros eletr\u00f4nicos e que exigia t\u00e9cnica e um m\u00ednimo de arrojo.      Pilotos como Piquet, Mansell, Patrese e Prost decidiram deixar a categoria      assim que tiveram a chance, e todos aconselharam Ayrton Senna a fazer o mesmo.    <\/p>\n<p>O piloto brasileiro decidiu ficar, entusiasmado em sua nova equipe ele logo      perdeu o sorriso ao saber da proibi\u00e7\u00e3o da suspens\u00e3o ativa naquele ano, grande      ponto forte da equipe. Ainda assim era o favorito ao t\u00edtulo, mas come\u00e7ou o      ano de forma decepcionante ao abandonar as duas primeiras corridas. Na terceira      em Imola viu o compatriota Rubens Barrichello sofrer um grave acidente no      treino de sexta e seu velho amigo Roland Ratzenberger falecer em um acidente      ainda mais forte no dia seguinte.<\/p>\n<p>O clima nos boxes da F\u00f3rmula 1 era tenso e pilotos como Senna se negavam      a correr, ainda abalados pelos acontecimentos do fim de semana. O pedido dos      pilotos foi recusado, e para evitar quebra de contrato todos tiveram que correr      a mais tr\u00e1gica de todas as corridas. Estava \u00f3bvio de que eram meros fantoches      diante de um esporte que enriquecia a cada ano a custa de seus esfor\u00e7os e      sacrif\u00edcios, prova disso era a seguran\u00e7a que n\u00e3o acompanhava a evolu\u00e7\u00e3o dos      carros. <\/p>\n<p>Na largada para o Grande Pr\u00eamio de San Marino um forte acidente causou a      paralisa\u00e7\u00e3o da corrida, na relargada Senna disparava a frente de Schumacher.      Na segunda volta depois da bandeira verde, o piloto ainda abalado fez o que      n\u00e3o havia feito em dez anos de carreira&#8230;errou uma curva. Um erro fatal,      com consequ\u00eancias tristes, sua Williams passou reto na curva Tamburelo a mais      de 300 km\/h colidindo-se ao muro, uma pe\u00e7a da suspens\u00e3o se soltou e atravessou      o capacete do piloto acertando-lhe no rosto e lhe tirando a vida. A cena do      piloto brasileiro girando a cabe\u00e7a e deixando-a cair por cima dos ombros j\u00e1      apontava que ele estava sem vida. Talvez a morte mais tr\u00e1gica da F\u00f3rmula 1,      pelo simples fato da v\u00edtima n\u00e3o querer correr. <\/p>\n<p>Depois disso nenhum outro piloto conseguiu se concentrar na corrida seguinte,      em Monte Carlo onde quase ocorreu a morte de Karl Wendlinger, n\u00e3o eram mais      s\u00f3 os pilotos que n\u00e3o queriam correr, era todo o p\u00fablico da categoria que      suplicava por maiores medidas de seguran\u00e7a ou pelo fim da F\u00f3rmula 1. Seguiu-se      a primeira op\u00e7\u00e3o e os carros seriam melhores equipados a partir do ano seguinte.      Ningu\u00e9m ligou para os pilotos Michael Schumacher e Damon Hill que disputaram      o t\u00edtulo at\u00e9 a \u00faltima corrida, no fim ganho por Schumacher, estavam todos      insatisfeitos com essa &#8220;nova&#8221; categoria.<\/p>\n<p><strong>Uma nova era<\/strong><\/p>\n<p>Nem as mudan\u00e7as na seguran\u00e7a dos carros fez o p\u00fablico da F\u00f3rmula 1 voltar      a ser o que era. Agora a categoria era dominada por novos nomes como Michael      Schumacher, Damon Hill, Jacques Villeneuve e Mika Hakkinen. Nenhum desses      viria a ter o arrojo dos pilotos que formavam o grande quarteto anterior.      Hill foi vice-campe\u00e3o em 1994 e 1995 e campe\u00e3o em 1996, todos esses anos correndo      com a equipe Williams. <\/p>\n<p>A temporada na Arrows em 1997 marcou seu pior ano na F\u00f3rmula 1, nem a vit\u00f3ria      na Jordan em 1998 e a boa temporada no ano seguinte lhe fizeram recuperar      a boa fama de antes. O piloto ingl\u00eas se aposentou no final da temporada de      1999.<\/p>\n<p>Jacques Villeneuve foi vice-campe\u00e3o na sua temporada de estreia em 1996 e      campe\u00e3o no ano seguinte, em 1998 foi mero coadjuvante. Em 1999 brigou com      a equipe Williams onde correu os tr\u00eas anos anteriores e decidiu fundar seu      pr\u00f3prio time, a BAR. Sem grande \u00eaxito em suas primeiras temporadas a equipe      expulsou seu fundador em 2003 quando finalmente come\u00e7ava a crescer. Villeneuve      correu como piloto reserva na Renault, assumindo a vaga de titular no fim      de 2004 obtendo p\u00e9ssimos resultados. Em 2005 voltou a correr como piloto titular      na equipe m\u00e9dia Sauber, onde ficou at\u00e9 metade da temporada seguinte, deixou      a equipe no meio do ano e fez de tudo para voltar a correr, sem \u00eaxito.<\/p>\n<p>Mika Hakkinen estreou na F\u00f3rmula 1 em 1991, correndo pela Lotus, pouco antes      dessa fechar em 1994. Em 1993 foi piloto de testes e fez algumas corridas      pela McLaren, assumindo a vaga de piloto definitivo no ano seguinte. Obteve      sua primeira vit\u00f3ria no Grande Pr\u00eamio da Europa de 1997. Sendo campe\u00e3o em      1998 com os inovadores pneus bridgestones. Em 1999 foi bi-campe\u00e3o se aproveitando      do forte acidente de seu maior advers\u00e1rio Michael Schumacher, em que esse      quebrou a perna direita. Mas foi superado por Schumacher em 2000, ano em que      foi vice-campe\u00e3o. Em 2001 teve v\u00e1rias quebras e aposentou no final da temporada      com apenas 33 anos.<\/p>\n<p>Michael Schumacher passou a ser o novo queridinho da F\u00f3rmula 1. Ap\u00f3s uma      estreia fraca no meio da temporada de 1991 ele foi o destaque em 1992 e 1993      andando entre os campe\u00f5es da \u00e9poca. Em 1994 ainda pela Benetton se consagrou      campe\u00e3o mundial, repetiu o t\u00edtulo na temporada seguinte. Em 1996 foi para      a Ferrari que n\u00e3o era campe\u00e3 de pilotos desde 1979. Ficou fora do t\u00edtulo em      1996, foi desclassificado em 1997, vice-campe\u00e3o em 1998 e quebrou a perna      no meio da temporada de 1999. Em 2000 deu a volta por cima, com o novo carro      da Ferrari e muito mais maduro depois do acidente, superou as poderosas McLaren-Mercedes      da \u00e9poca sendo tri-campe\u00e3o em 2000 e tetra em 2001. Em 2002 superou o recorde      de vit\u00f3rias de Alain Prost, venceu 11 corridas e repetiu o t\u00edtulo tamb\u00e9m nos      dois anos seguintes, se tornando o maior vencedor e campe\u00e3o da categoria.      Em 2005 foi finalmente superado pelos jovens Fernando Alonso e Kimi Raikkonen.      Disputou seu \u00faltimo t\u00edtulo pela Ferrari em 2006, quando perdeu para Alonso.      Decidiu encerrar a carreira no fim daquele ano. Mas voltou a correr em 2010      pela equipe Mercedes. Est\u00e1 entre os principais pilotos do automobilismo mundial.      Paci\u00eancia e t\u00e9cnica s\u00e3o seus pontos fortes.<\/p>\n<p>Muitos pilotos venceram corridas no per\u00edodo entre 1995 e 2004 sem se consagrarem      camp\u00f5es. Alguns deles merecem destaque como Heinz-Harald Frentzen vice-campe\u00e3o      em 1997, disputou o t\u00edtulo em 1999. Juan Pablo Montoya, conhecido por seu      arrojo disputou o t\u00edtulo de 2003 pela Williams, David Coulthard, vencedor      de 13 Grandes Pr\u00eamios correndo pela Williams e McLaren, Ralf Schumacher irm\u00e3o      de Michael, que venceu seis corridas pela Williams e o brasileiro duas vezes      vice-campe\u00e3o Rubens Barrichello s\u00e3o destaques desse per\u00edodo.<\/p>\n<p><strong>Campeonatos emocionantes<\/strong><\/p>\n<p>Mudando a cada ano e inovando tecnologicamente a F\u00f3rmula 1 chegou ao auge      da aerodin\u00e2mica em seus carros no fim da d\u00e9cada de 2000. Em 2005 e 2006 Fernando      Alonso e sua Renault, que voltou a categoria em 2002 depois de ser banida      em 1985, foram bi-campe\u00f5es mundiais superando em 2006 ningu\u00e9m menos que Michael      Schumacher e sua poderosa Ferrari. <\/p>\n<p>A equipe italiana voltaria ao t\u00edtulo no ano seguinte, depois do esc\u00e2ndalo      envolvendo a poderosa equipe McLaren e seus pilotos, o bi-campe\u00e3o Fernando      Alonso e o estreante Lewis Hamilton, al\u00e9m do dono da equipe Ron Dennis por      permitirem a espionagem dentro da equipe. A McLaren perdeu seus pontos no      campeonato de construtores, mas seu pilotos mantiveram sua pontua\u00e7\u00e3o. Ainda      assim Kimi Raikkonen da Ferrari venceu o campeonato aquele ano terminando      1 ponto a frente de ambos. <\/p>\n<p>Em 2008 a F\u00f3rmula 1 perdeu o controle de tra\u00e7\u00e3o e as equipes tiveram de evoluir      ainda mais aerodinamicamente transformando seus carros em verdadeiras &#8220;naves      de rodas&#8221;. A McLaren deu o troco na Ferrari vencendo o campeonato com      Lewis Hamilton, terminando apenas 1 ponto a frente de Felipe Massa da Ferrari.      Mas nenhuma das duas equipes brigaria pelo t\u00edtulo no ano seguinte. A F\u00f3rmula      1 mudou radicalmente a aerodin\u00e2mica de seus carros e as principais equipes      de 2008 tentaram inovar em 2009 com o dispositivo batizado de kers que garantia      ao piloto, quando acionado, um grande ganho de pot\u00eancia. O dispositivo se      mostrou caro, e por seu peso acabou mais prejudicando do que ajudando as equipes      que o utilizavam. A temporada foi dominada pelo ingl\u00eas Jenson Button na equipe      novata Brawn-GP que tinha o pol\u00eamico difusor duplo como ponto forte. <\/p>\n<p>Button foi para a McLaren em 2010, onde corre ao lado do campe\u00e3o de 2008      Lewis Hamilton. No mesmo ano, Fernando Alonso estreou na Ferrari e prometia      brigas incessantes com os pilotos da equipe inglesa. Por\u00e9m nenhum deles foi      campe\u00e3o aquele ano. A equipe Red Bull surgiu como ponto forte de 2010 tendo      como arma o grande projetista Adrian Newey consagrou o jovem alem\u00e3o Sebastian      Vettel o campe\u00e3o mais jovem da categoria em um dos campeonatos mais acirrados      da hist\u00f3ria. Naquele ano, 5 pilotos lideraram o campeonato mundial por mais      de uma corrida. Na \u00faltima corrida Fernando Alonso era o grande favorito, mas      terminou a \u00faltima corrida apenas em s\u00e9timo, com a vit\u00f3ria, Vettel que at\u00e9      ent\u00e3o n\u00e3o havia liderado o campeonato se consagrou campe\u00e3o, dois pontos a      frente do piloto espanhol. Vettel e Red Bull dominaram a temporada de 2011,      se consagrando bi-campe\u00f5es mundiais. De tantas imagens que se pode ter da      F\u00f3rmula 1 eu decido escolher uma que n\u00e3o ocorreu nas pistas e sim em uma pausa      no esporte sendo citada por aquele que \u00e9 considerado como o maior piloto da      hist\u00f3ria. <\/p>\n<p>Fonte:  omelhordaformula1.com<\/p>\n<h6>F\u00f3rmula 1<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p><strong>1950 &#8211; Ber\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Nas d\u00e9cadas de 1920 e 1930, a Europa sediou as primeiras disputas automobil\u00edsticas      de que se tem not\u00edcia. As competi\u00e7\u00f4es, por\u00e9m, foram interrompidas pela II      Guerra Mundial. S\u00f3 ap\u00f3s o m do conflito, em 1945, as provas voltaram a ser      realizadas. A uniformiza\u00e7\u00e3o das regras desaguou na crian\u00e7a da F\u00f3rmula .<\/p>\n<p>O campeonato mundial que reuniu o conjunto de grand prix (os GPS, \u0093grandes      pr\u00eamios\u0094) disputado na \u00e9poca sob a autoridade da Federa\u00e7\u00e2o Internacional      de Automobilismo(FIA). A primeira temporada do torneio teve in\u00edcio em maio      de 1950, em Silverstone, na Inglaterra, e acabou sete corridas mais tarde,      em setembro do mesmo ano, em Monza, na It\u00e1lia. Nino Farina sagrou-se campe\u00e1o,      pela Mfa Romeo, com tr\u00eas vit\u00f3rias, mesmo n\u00famero obtido pelo segundo colocado,      seu companheiro de equipe, o argentino Juan Manuel Fangio. Este, no ano seguinte,      iniciaria uma das sequ\u00eancias de triunfos mais brilhantes da hist\u00f3ria da categoria.    <\/p>\n<p><strong>1951 &#8211; Primeiro Her\u00f3i<\/strong><\/p>\n<p>No segundo ano da F\u00f3rmula 1 o argentino Juan Manuel Fangio inaugurou sua      s\u00e9rie hist\u00f3rica de cinco t\u00edtulos, recorde que s\u00f3 seria superado quatro d\u00e9cadas      mais tarde, por Michael Schumacher. <\/p>\n<p>Al\u00e9m das cinco temporadas em que levantou o trou de campe\u00e2o (1951 1954, 1955,      1956 e 1957), Fangio ainda subiu ao p\u00f3dio outras duas vezes, para ocupar o      segundo lugar (1950 e 1953). <\/p>\n<p><strong>Frase <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u0093Eu estava em Reims [em 1958] treinando para o Grande        Pr\u00eamio da Fran\u00e7a, quando senti que o carro estava muito inst\u00e1vel, o que        me chamou a aten\u00e7\u00e3o, porque a grande virtude da Maserati 250F era sua estabilidade.        Ent\u00e3o cheguei ao box e perguntei ao chefe de equipe o que se passava. <strong>Ele        me respondeu<\/strong>: \u0091Trocamos os amortecedores!\u0092 \u0091Mas        por qu\u00ea?\u0092, perguntei. \u0091Porque estes nos pagam!\u0092 Assim, naquele        momento, tomei a decis\u00e3o de encerrar a carreira. E n\u00e3o me arrependo disso!        &#8221; <strong>Juan Manud Fanqio, anos depois de deixar a F\u00f3rmula 1. <\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Em 1958, quando pela primeira vez n\u00e2o esteve entre os pilotos mais bem colocados      no campeonato, El Chueco, como era conhecido entre amigos, decidiu abandonar      o esporte. <\/p>\n<p><strong>Megou estar desiludido com os rumos que a competi\u00e7\u00e3o tomava<\/strong>:      mais profissional, competitiva e dependente de patroc\u00ednio. <\/p>\n<p><strong>Conhecimento pr\u00e1tico <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Nos primeiros anos da F\u00f3rmula 1, os ajustes feitos nos carros baseavam-se        unicamente na experi\u00eancia. As mudan\u00e7as em busca de uma melhor pertrmance        eram sempre feitas por tentativa e erro. Como n\u00e2o havia computadores, o        engenheiro mec\u00e2nico era o grande respons\u00e1vel por avaliar o desempenho do        carro e determinar as altera\u00e7des a serem realizadas \u0097 o que, na maior        parte das vezes, n\u00e2o garantia resultados satisfat\u00f3rios. Em muitas corridas,        os carros paravam uma, duas, tr\u00eas vezes e os mec\u00e2nicos corriam para tentar        consert\u00e1-los a tempo dos pilotos finalizarem a prova. A seguran\u00e7a tamb\u00e9m        era rudimentar. Nas primeiras temporadas, corria-se sem cinto de seguran\u00e7a        ou capacete, apenas com toucas de couro e \u00f3culos. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Naquela \u00e9poca, a hegemonia das scuderias italianas \u0097 Ferrari e Masserati      \u0097 come\u00e7ava a ser amea\u00e7ada pela chegada de competentes equipes inglesas,      como a Cooper-Climax, que se tornaria a grande estrela da d\u00e9cada 1960. <\/p>\n<p><strong>1959 &#8211; O construtor<\/strong><\/p>\n<p>O piloto australiano Jack Orabham i chamado pelos ingleses da Cooper para      dirigir o T-51 , modelo que se tornaria um marco na F\u00f3rmula-1 . <\/p>\n<p>A grande inova\u00e7\u00e2o do carro era a posi\u00e7\u00e7\u00e3o do motor, na parte traseira, o      que lhe rendeu uma melhor distribui\u00e7o de peso. Consequentemente, seu equilibro,      estabilidade e velocidade tamb\u00e9m se aprimoraram. brabham acabou vencendo os      campeonatos de 1959 e 1960. Na temporada seguinte, abandonou a Cooper e criou      sua pr\u00f3pria scuderia. O resultado hi surpreendente. Em 1966, Brabham tornou-se      o primeiro piloto campe\u00e2o com um carro que havia ajudado a construir. Pouco      depois, vendeu sua parte na equipe para o s\u00f3cio Ron Tauranac e se aposentou.    <\/p>\n<p><strong>1966 &#8211; Seguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>Em seu segundo ano na F\u00f3rmula 1 ,o escoc\u00eas Jackie Stevart \u0097 outra lenda      da categoria \u0097 protagonizou um dos epis\u00f3dios que aiudariam a escrever      a hist\u00f3ria do esporte em termos de seguran\u00e7a. No circuito belga de Spa-FrancorchamPs,      seu carro rodopiou durante uma tempestade, indo parar em uma vala. M tentar      sair do ve\u00edculo, Steert percebeu que estava preso nas ferragens. <\/p>\n<p><strong>E pior<\/strong>: seu macaco estava ensopado de gasolina. O escoc\u00eas      conseguiu se salvar com a aiuda de outros pilotos, mas iurou que s\u00f3 voltaria      a correr se os autom \u00f3veis se tornassem mais seguros. <\/p>\n<p>Assim, com sua participa\u00e7\u00e3o e est\u00edmulo, foram criados o capacete que protege      todo o cr\u00e2nio do piloto e o macac\u00e3o antichamas. Passado o susto, e j\u00e1 com      em carros mais seguros, o \u0093Escoc\u00eas Voador\u0094, como foi apelidado Stev\u0092art,      sagrou-se tricam pe\u00e3o (1969, 1971, 1973). <\/p>\n<p><strong>1972 &#8211; Jovem Campe\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Foi com Emerson Fdtipaldi que o Brasil descobriu a F\u00f3rmula 1 Ele n\u00e3o chegou      a ser idolatrado como Ayrton Senna seria anos depois, mas ser\u00e1 eternamente      lembrado como o primeiro piloto brasileiro campeti\u00e7\u00e3o \u0097 e n\u00e3o apenas      uma, mas duas vezes. A carreira de Emerson come\u00e7ou na Lotus, em 19701 de uma      maneira peculiar. Naquele ano1 seu companheiro de equipe, o austr\u00edaco .Jochen      Rindt, liderava o campeonato. Nos treinos do GP de Monza, por\u00e9m1 sofreu um      acidente fatal. No pen\u00faltimo GP da temporada, Emerson venceu a primeira prova      de sua carreira e, de quebra, assegurou a Rindt o t\u00edtulo p\u00f3stumo de campe\u00e3o.    <\/p>\n<p>Dois anos mais tarde, em 1972, o brasileiro sagrou-se o mais jovem vencedor      da categoria de todos os tempos, aos 25 anos, oito meses e 29 dias \u0097      recorde que Icaria de p\u00e9 por tr\u00eas d\u00e9cadas. O feito repetido em 1974, dessa      vez pela McLaren. Das tr\u00eas vit\u00f3rias que lhe garantiram o segundo t\u00edtulo, uma      delas aconteceu no Brasil, no primeiro GP realizado no pa\u00eds. <\/p>\n<p><strong>1976 &#8211; Supera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O austr\u00edaco Niki Lauda \u00e9 um dos maiores exemplos de que a F\u00f3rmula 1 exerce,      sobre alguns, uma atra\u00e7\u00e3o irresist\u00edvel. <\/p>\n<p><strong>\u00c9 tamb\u00e9m um exemplo de indiv\u00edduo com tor\u00e7a interior capaz de superar      grandes dificuldades:<\/strong> no caso dele, as sequelas de um acidente que      quase lhe tirou a vida, em 1 976, pouco mais de um ano depois de ser campe\u00e3o      da categoria pela primeira vez, Depois de ficar preso nas ferragens de seu      carro em chamas, e perder partes do lado direito do rosto, Lauda teve coragem      para voltar a correr naquele mesmo ano. <\/p>\n<p>N\u00f4o ficou com o t\u00edtulo, mas problema hi resolvido na temporada seguinte,      quando ele se sagrou bicampe\u00e2o, pela Ferrari. Em 1978, foi em busca de uma      nova parceria, dessa vez com a Brabham, de Bernie Ecclestone. Os maus resultados,      sobretudo em 1979, levaram-no a abandonar o esporte. Decis\u00e3o revista tr\u00eas      anos mais tarde, ao ser convidado pela McLaren a voltar \u00e0s pistas. E quando      ningu\u00e9m mais acreditava nele, Lauda surpreendeu mais uma vez e conquistou      o tricampeonato. <\/p>\n<p><strong>1981 &#8211; Mais Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Nelson Piquet \u00e9, na verdade, Nelson Piquet Sotto Maior. Ele adotou o nome      da m\u00e3e no in\u00edcio da carreira, quando precisava esconder do pai, Est\u00e1cio, sua      dedica\u00e7\u00e3o ao esporte. <\/p>\n<p>A estreia na F\u00f3rmula 1 aconteceu em 1978, em uma pequena equipe inglesa,      a 55 Fabrications. inda sem chance de vit\u00f3ria, i\u00e9 era, por\u00e9m, uma grande promessa.      \u0093Aposto que Nelson Piquet ser\u00e1 campe\u00e3o em tr\u00eas anos\u0094, declarou David      Simms, che da escuderia.<\/p>\n<p><strong>No ano seguinte, mudou-se para a Brabham e, em 1981, sagrou-se campe\u00e3o.      Gordon Murray, c\u00e9lebre proietista da Srabham, costumava dizer que um piloto      s\u00f3 pode ser completo se preencher tr\u00eas requisitos:<\/strong> colocar a m\u00e3o      na graxa, ter talento para dirigir m\u00e1quinas sofisticadas e ter vontade, muita      vontade de ganhar. Piquet tinha essas qualidades. S\u00f3 pecava pelo temperamento      intempestivo e pelo \u0093p\u00e9 pesado\u0094. <\/p>\n<p>Mas o controle do carro foi suficiente para fazer dele o primeiro tricam      pe\u00e3o brasileiro. Os outros dois t\u00edtulos foram obtidos em 1983, ainda pela      Brabham, e em 1987, pela AAlliams. <\/p>\n<p><strong>1982 &#8211; Seguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>O per\u00edodo compreendido entre 1970 e 1982 foi negro para a F\u00f3rmula 1. <\/p>\n<p><strong>O \u00edndice de acidentes era alt\u00edssimo:<\/strong> a cada sete pilotos      que entravam nas pistas, um morria. fSp\u00f3s o acidente que quase matou o austr\u00edaco      Niki Lauda, em 1 976, v\u00e1rias medidas de seguran\u00e7a passaram a ser estudadas      e aplicadas \u0097 ainda t\u00edmidas, por\u00e9m. <\/p>\n<p>A morte do canadense GilIes Villeneuve, por\u00e9m1 \u0097 morto ap\u00f3s chocar sua      Ferrari a 230 quil\u00f4metros por hora, em 1982 \u0097 detonou um grande impulso      por seguran\u00e7a. Uma das inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que transformaram a F\u00f3rmula      1 num esporte considerado seguro foi o chassi monobloco. Nele, uma caixa-forte      era capaz de absorver o impacto das batidas para deixar o cockpit e o piloto      ilesos. <\/p>\n<p>A novidade evitou algumas mortes, mas correr a mais de 300 quil\u00f4metros por      hora a poucos cent\u00edmetros do ch\u00e2o ainda n\u00e3o se tornou uma atividade totalmente      segura. <\/p>\n<h4>O Carro de Seis Rodas<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/formu25.jpg\" alt=\"F\u00f3rmula 1\" width=\"431\" height=\"288\" title=\"F\u00f3rmula 1\" \/><\/p>\n<p>O P34 foi um modelo da Tyrrell usado em 1976 e 1977. A in\u00e9dita configura\u00e7\u00e3o      de quatro rodas dianteiras foi uma tentativa dos engenheiros de reduzir a      \u00e1rea frontal do carro.<\/p>\n<p>A Goodyear produziu para o modelo, com exclusividade, pneus de dez polegadas      de di\u00e2metro. O projeto foi logo abandonado, sem sucesso. <\/p>\n<p><strong>1985 &#8211; O Culculista<\/strong><\/p>\n<p>Conhecido como &#8220;Professor&#8221;, o franc\u00eas Alain Prost um dos pilotos      mais talentosos e inteligentes da hist\u00f3ria da F\u00f3rmula 1. Utilizando estrat\u00e9gias      metodicamente calculadas nas provas, conseguiu em 12 anos de carreira vencer      51 corridas e quatro campeonatos (1985, 1 986, 1989, 1993). Raras foram as      vezes em que seu companheiro de equipe acabou um ano com mais pontos do que      ele \u0097 apenas o austr\u00edaco Nick Lauda, em 1984, e Ayrton Senna, em 1988.      Prost foi tamb\u00e9m o grande rival e desafeto de Senna, com quem sempre foi comparado.      \u0093Sempre suspeitei que Alain tivesse uma habilidade maior que Senna. Digo      isso, pois o Ayrton ia mais ao limite que Alain. Mas filam nunca explorou      o extremo. AJam corria riscos calculados\u0094, definiu Frank i1lliams, dono      da escuderia hom\u00f4nima. <\/p>\n<p><strong>1988 &#8211; O Brasileiro<\/strong><\/p>\n<p><strong>O ano marca o in\u00edcio de um cap\u00edtulo especial para hist\u00f3ria da F\u00f3rmula      1 \u0097 especialmente para os admiradores brasileiros da categoria:<\/strong>      o primeiro campeonato de Ayrton Senna da Silva. Ela estreara na categoria      cinco anos antes, na pequena Tollemann, e logo mostrou que queria mais, sempre      mais. <\/p>\n<p><strong>Desejava n\u00e3o apenas a vit\u00f3ria &#8211; conquistou 41 delas, que o aiudaram      a ganhar tr\u00eas t\u00edtulos (1968,1 990, 1991) \u0097 mas algo muito maior: <\/strong>a      incessante supera\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio limite, na sua busca obstinada da perfei\u00e7\u00e3o.    <\/p>\n<p>Era um obsessivo nos treinos, nas conversas com os mec\u00e2nicos de equipe para      o acerto do carro e, acima de tudo, na pista. <\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m disso, tinha um talento especial: <\/strong>o carisma, que conquistou      admiradores dentro e fora do mundo automobil\u00edstico, dentro e fora do Brasil.      Nenhum esportista brasileiro, com exce\u00e7\u00e3o de Pel\u00e9, o Atleta do S\u00e9culo, foi      t\u00e3o longe. \u0093Canalizo todas as energias para ser o melhor do mundo\u0094,      dizia Senna sobre suas ambi\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p><strong>1992 &#8211; O Le\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nigel Mansell foi o \u00faltimo exemplar de uma gera\u00e7\u00e3o de pilotos que n\u00e3o tinham      medo de jogar fora uma corrida para realizar uma bela ultrapassagem. Ele era      dono de um talento impressionante e de uma garra que poucos na hist\u00f3ria da      F\u00f3rmula 1 tiveram.<\/p>\n<p>Entretanto, Mansell tamb\u00e9m carregava consigo a fama de azarento e trapalh\u00e3o.      Adorava aprontar uma barbeiragem dentro e fora das pistas. Chegou perto do      t\u00edtulo em 1986, mas um pneu furado na \u00faltima corrida da temporada acabou com      seu sonho. O &#8220;Le\u00e3o&#8221;, como era conhecido, por\u00e9m, foi campe\u00e3o da categoria      em 1992, correndo pela Willians. Ao todo foram 31 vit\u00f3rias em uma carreira      memor\u00e1vel, inicioada em 1980. Ap\u00f3s sua \u00faltima corrida, em 1995, Nigel Mansell      trocou o macac\u00e3o de piloto pelo uniforme de policial. Esta carreira, por\u00e9m,      n\u00e3o durou muito.<\/p>\n<p><strong>1994 &#8211; A trag\u00e9dia<\/strong><\/p>\n<p>Como todos os supercampe\u00f5es, aqueles que desafiam marcas, padr\u00f5es, metas      e verdades estabelecidas, transformando-se em mitos, Senna sabia que, para      voar na dire\u00e7\u00e3o do infinito, precisava pagar um risco. <\/p>\n<p>Esse risco se chama morte. \u0093A morte faz parte de minha vida. Tenho medo      de morrer. Mas aprendi a conviver com ele\u0094, afirmou Senna certa vez.      No dia 1\u00b0 de maio, na s\u00e9tima volta do Grande Pr\u00eamio de San Marino, no aut\u00f3dromo      de Imola, na It\u00e1lia, sua Willliams passou direto pela curva Tamburello, a      300 quil\u00f4metros por hora, e espatifou-se no muro de concreto. <\/p>\n<p>As imagens ficar\u00e3o gravadas como um raio na mem\u00f3ria dos brasileiros. \u00c0s 13h20,      no hor\u00e1rio de Bras\u00edlia, um boletim m\u00e9dico do hospital Maggiore de Bolonha      anunciou a morte cerebral de Ayrton Senna. N\u00e3o havia mais nada a fazer. Aos      34 anos, um dos maiores fen\u00f4menos de todos os tempos no automobilismo, estava      morto. A F\u00f3rmula 1 via acabar uma era. <\/p>\n<p><strong>O Vice<\/strong><\/p>\n<p>Rubens Barrichello \u00e9 o piloto que mais disputou corridas na hist\u00f3ria da F\u00f3rmula      1.261 grandes pr\u00eamios. Sua carreira, \u00e9 no foi nada f\u00e1cil. No seu segundo ano      de categoria, Barrichello teve a infelicidade de receber a incumb\u00eancia de      ser o novo \u00eddolo brasileiro, suprindo a aus\u00eancia de Senna. E pior, aceitou      esse dever. <\/p>\n<p>Com essa peso sobre seus ombros, passou por equipes pequenas, onde at\u00e9 obteve      bons resultados. Mas precisava mais, precisava ser campe\u00e3o. Foi para a Ferrari,      carro que pilotou por seis anos. Sempre atr\u00e1s de Michael Schumacher. Seus      melhores resultados foram os vice-campeonatos em 2002 e 2004. <\/p>\n<p><strong>1994 &#8211; Era Shumi<\/strong><\/p>\n<p>Em 15 anos de carreira na F\u00f3rmula 1 , o alem\u00e3o Michael Schumacher foi respons\u00e1vel      pela quebra dos principais recordes da categoria. O principal deles foi a      conquista de nada menos do que sete campeonatos (1994, 1995, 2000, 2001, 2002,      2003 e 2004), derrubando o feito do argentino Juan Manuel Fangio, pentacampe\u00e3o.      Schumi, como \u00e9 conhecido, tamb\u00e9m foi o protagonista da melhor equipe da hist\u00f3ria      da categoria, a Ferrari do estrategista Ross Brown e diretor Jean Todt. A      hegemonia foi tamanha que em 2003 a Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Automobilismo      (FIA) chegou a mudar o sistema de pontua\u00e7\u00e3o da categoria para tentar diminuir      a superioridade de Schumacher. Mesmo assim, ele continuou vencendo. <\/p>\n<p><strong>2003 &#8211; Massa do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Desde seu primeiro ano na categoria, Felipe Massa foi polido pela Ferrari      para ser o substituto de Michael Schumacher. Seu primeiro carro na F\u00f3rmula      1 foi a Sauber, equipe que usava os motores Ferrari. Entretanto, o brasileiro      n\u00e3o foi bem e acabou voltando para a escuderia italiana como piloto de testes.      Passou um ano aprendendo em uma esp\u00e9cie de auto-escola de luxo. Errou, acertou,      ganhou experi\u00eancia e no ano seguinte voltou \u00e0 Sauber. <\/p>\n<p><strong>Em 2006 foi para mais uma parte de seu aprendizado:<\/strong> ser      companheiro de equipe de Michael Schumacher. Fez bem seu papel e ficou em      terceiro lugar no campeonato, ganhando duas corridas (incluindo o GP do Brasil).      Em 2007, com a aposentadoria do heptacampe\u00e3o do mundo, o brasileiro passou      a ter reais chances de disputar o t\u00edtulo, mas n\u00e3o suportou a press\u00e3o e amargou      a quarta coloca\u00e7\u00e3o. Em 2008, nitidamente mais maduro, passou a pilotar como      campe\u00e3o \u0097 e por pouco n\u00e3o se tornou um. Perdeu o campeonato na \u00faltima      curva da \u00faltima prova, para o brit\u00e2nico Lewis Hamilton. <\/p>\n<p><strong>2005 &#8211; Jovem Campe\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O brit\u00e2nico Lewis Hamilon debutou na F\u00f3rmula 1 com 22 anos. E n\u00e3o demorou      muito para chamar aten\u00e7\u00e3o.<strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Em apenas tr\u00eas corridas, garantiu seu lugar na hist\u00f3ria do esporte:      <\/strong>\u00e9 o primeiro piloto negro a competir na F\u00f3rmula 1 e tamb\u00e9m o \u00fanico      corredor at\u00e9 hoje a conquistar um lugar no p\u00f3dio nos tr\u00eas primeiros GPs de      que participara. A trajet\u00f3ria de Hamilton nas pistas de corrida come\u00e7ou no      kart, passou pela F\u00f3rmula 3 e pelo GP2 &#8211; o \u00faltimo degrau no caminho para a      F\u00f3rmula 1. <\/p>\n<p>Ron Dennis, o ent\u00e3o chef\u00e3o da McLaren, resolveu coloc\u00e1-lo para competir na      F\u00f3rm\u00fala 1 sem antes atuar como piloto de testes da escuderia, como \u00e9 de praxe.<\/p>\n<p>Hamilton deixou o t\u00edtulo de 2007, seu ano de estr\u00e9ia, escapar das m\u00e3os devido      \u00e0 inexperi\u00eancia. <\/p>\n<p>Em 2008, a novela parecia que ia repetir, mas, como num filme, na \u00faltima      curva, Hamilton ultrapassou Timo Glock e sagrou-se campe\u00e3o da F\u00f3rmula 1. <\/p>\n<p><strong>2009 &#8211; Novas Regras<\/strong><\/p>\n<p>Preocupada com a monotonia de algumas corridas, a Federa\u00e7\u00e3o Internacional      de Automobilismo (FIA) imp\u00f4s novas regras \u00e0 F\u00f3rmula 1. A principal altera\u00e7\u00e3o      ficou por conta da decis\u00e3o do t\u00edtulo. <\/p>\n<p>A partir de agora, a pontua\u00e7\u00e3o n\u00e3o definir\u00e1 mais o campe\u00e3o. Leva o t\u00edtulo      o piloto com mais vit\u00f3rias. <\/p>\n<p>O regulamento t\u00e9cnico da categoria tamb\u00e9m sofreu muitas mudan\u00e7as, sempre      com a inten\u00e7\u00e3o de viabilizar mais ultrapassagens. A parte aerodin\u00e2mica do      carro foi quase toda remodelada. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m ser\u00e1 introduzido no carro um Sistema de Recupera\u00e7\u00e3o de Energia Cin\u00e9tica.      Ele funcionar\u00e1 como uma inje\u00e7\u00e3o de mais alguns cavalos no motor. A \u00faltima      mudan\u00e7a no regulamento diz respeito aos pneus. Fora da F\u00f3rmula 1 desde o fim      da temporada 1997, os pneus slicks (lisos) voltar\u00e3o \u00e0 categoria em 2009. <\/p>\n<p>Fonte:  veja.abril.com.br<\/p>\n<h6>F\u00f3rmula 1<\/h6>\n<h4>Regulamento da F\u00f3rmula 1<\/h4>\n<p><strong>Asa Traseira Ajust\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p>Os pilotos poder\u00e3o alterar o \u00e2ngulo da asa traseira em intervalos determinados      e poder\u00e1 fazer isso sempre que achar necess\u00e1rio durante os treinos ou a Sess\u00e3o      de Qualifica\u00e7\u00e3o. Durante as corridas, por\u00e9m, haver\u00e1 um intervalo determinado      para o seu uso. Este tamb\u00e9m poder\u00e1 ser usado quando a dist\u00e2ncia inferior a      1 segundo do outro participante.<\/p>\n<p><strong>Difusores Duplos e F-Dutos<\/strong><\/p>\n<p>Qualquer sistema que altere as caracter\u00edsticas aerodin\u00e2micas do carro ser\u00e3o      proibidas. O que inclui qualquer sistema a base de difusores duplos, aquele      que beneficiou a Brawn GP em 2009, ser\u00e3o proibidos. O mesmo acontece com o      F-Dutos.<\/p>\n<p><strong>KERS<\/strong><\/p>\n<p>O Sistema de Recupera\u00e7\u00e3o de Energia Cin\u00e9tica, KERS, estar\u00e1 de volta \u00e0 F1.      Seu uso continuar\u00e1 sendo limitado durante a volta. Este dispositivo \u00e9 acionado      por um bot\u00e3o, dentro do cockpit do piloto. Por aumentar a velocidade do carro,      o tanque de combust\u00edvel ser\u00e1 maior. Assim, os carros poder\u00e3o ficar maiores      e seu peso dever\u00e1 ter 640 kg.<\/p>\n<p><strong>Pneus<\/strong><\/p>\n<p>A empresa de pneus Pirelli ser\u00e1 a nova fornecedora em 2011. Esta ter\u00e1 exclusividade      no fornecimento de pneus para as equipes de Formula 1, nos pr\u00f3ximos 3 anos.<\/p>\n<p>No entanto, as equipes poder\u00e3o apenas usar 11 jogos de pneus, em clima seco,      ao inv\u00e9s de 14 por GP.<\/p>\n<p>Durante a corrida, o piloto ser\u00e1 obrigado a usar os dois tipos de pneus dispon\u00edveis.      Se descumprir a regra, ele receber\u00e1 uma puni\u00e7\u00e3o de 30 segundos adicionados      ao seu tempo de corrida.<\/p>\n<p><strong>C\u00e2mbio (Caixa de Marchas) e Motores<\/strong><\/p>\n<p>A caixa de marchas de cada carro, dever\u00e1 durar cinco finais de semana ao      inv\u00e9s de quatro, como era na temporada anterior.<\/p>\n<p>O piloto de cada equipe poder\u00e1 trocar de motor no m\u00e1ximo 8 vezes durante      a temporada.<\/p>\n<p><strong>Regra dos 107%<\/strong><\/p>\n<p>Na sess\u00e3o de Classifica\u00e7\u00e3o, no Q1, se o piloto fizer um tempo muito abaixo,      em compara\u00e7\u00e3o ao melhor tempo da sess\u00e3o, este ser\u00e1 desclassificado para a      corrida. Apenas em casos especiais a regra ser\u00e1 desconsiderada.<\/p>\n<p><strong>Ordem de Equipe<\/strong><\/p>\n<p>A ordem de equipe foi liberada para a alegria das equipes. Estas n\u00e3o precisam      fazer mais isto \u0093debaixo dos panos\u0094.<\/p>\n<p><strong>Carros<\/strong><\/p>\n<p>Os dois carros de cada equipe dever\u00e3o ter o mesmo visual, ou seja, o mesmo      padr\u00e3o de cores e formato. Qualquer altera\u00e7\u00e3o, precisa ser autorizada pela      FIA.<\/p>\n<p>A numera\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ficar bem vis\u00edvel em ambos os carros. <\/p>\n<p><strong>Para facilitar a identifica\u00e7\u00e3o, a c\u00e2mera on-board ter\u00e1 duas cores      diferentes<\/strong>: No carro 1, a c\u00e2mera ser\u00e1 vermelha; No carro 2, a c\u00e2mera      ser\u00e1 amarela.<\/p>\n<p>Ambas as cores ser\u00e3o fluorecente.<\/p>\n<p><strong>\u0093Toque de Recolher&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>Os funcion\u00e1rios das equipes n\u00e3o poder\u00e3o nem entrar ou permanecer no circuito      o qual est\u00e1 sediando a prova, entre 0:00h e 6:00h. Ser\u00e1 permitida apenas quatro      exce\u00e7\u00f5es por equipe durante o ano.<\/p>\n<p><strong>Resultado final da corrida<\/strong><\/p>\n<p>Caso a corrida seja interrompida, por exemplo na volta 60, o resultado final      ser\u00e1 de acordo com as posi\u00e7\u00f5es da volta 58.<\/p>\n<p><strong>Mudan\u00e7as de Pilotos<\/strong><\/p>\n<p>As equipes poder\u00e3o trocar de pilotos durante o campeonato, no m\u00e1ximo 4 vezes.      Durante as sess\u00f5es de treinos, a equipe poder\u00e1 usar seus pilotos de teste.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, qualquer altera\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser previamente avisada e estes devem usar      o mesmo equipamento (pneus, caixa de c\u00e2mbios, etc) do piloto original.<\/p>\n<p><strong>Pit-lane e Reabastecimento<\/strong><\/p>\n<p>As equipes est\u00e3o proibidas de tentar de melhorar a ader\u00eancia dos carros em      seu espa\u00e7o para o pit-stop, o que inclui tamb\u00e9m, varrer ou secar o local.<\/p>\n<p>Nas sess\u00f5es de Treinos, o reabastecimento s\u00f3 poder\u00e1 ser feito dentro da garagem      da equipe e com o motor do carro desligado.<\/p>\n<p>Durante a Sess\u00e3o de Classifica\u00e7\u00e3o as equipes poder\u00e3o tirar ou colocar combust\u00edvel      no carro, a seu crit\u00e9rio.<\/p>\n<p>Durante a corrida, o reabastecimento continua proibido.<\/p>\n<p><strong>Procedimento antes da corrida<\/strong><\/p>\n<p>Antes de cada corrida, a equipe precisa alinhar seus carros no grid com 30      minutos de anteced\u00eancia.<\/p>\n<p>O Pit-Lane ser\u00e1 fechado 15 minutos antes da Volta de Forma\u00e7\u00e3o (conhecida      como Volta de Apresenta\u00e7\u00e3o). Assim, o piloto que n\u00e3o conseguir sair da garagem,      antes dos 15 minutos, poder\u00e1 apenas largar dos boxes.<\/p>\n<p>Nos 10 minutos que antecedem a Volta de Forma\u00e7\u00e3o, apenas os pilotos, organizadores      e mec\u00e2nicos poder\u00e3o permanecer na pista. Nos 3 minutos, o carro deve estar      com todo o equipamento pronto.<\/p>\n<p>Caso isso n\u00e3o aconte\u00e7a, o piloto receber\u00e1 10 segundos como penalidade, adicionado      ao seu tempo de corrida. No \u00faltimo minuto todos os carros dever\u00e3o estar com      seus motores ligados. Apenas os pilotos, dentro de seus carros, poder\u00e3o permanecer      na pista.<\/p>\n<p><strong>Volta de Forma\u00e7\u00e3o e Largada<\/strong><\/p>\n<p>Antes da largada, os pilotos dever\u00e3o dar uma volta completa dentro do circuito,      para se alinhar no grid. Durante esta volta, eles est\u00e3o proibidos de realizar      ultrapassagens, exceto se um carro tiver algum problema t\u00e9cnico. Se este conseguir      resolver antes dos carros chegar ao grid, poder\u00e1 voltar para sua posi\u00e7\u00e3o original.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s todos os carros se alinharem, de maneira segura, para realizar a largada,      est\u00e1 ocorrer\u00e1 em 5 segundos, ap\u00f3s todas as luzes sinalizadas se apagarem.      Se um piloto tiver problema em seu carro, ele dever\u00e1 imediatamente erguer      o bra\u00e7o, para sinalizar o problema. Assim, a largada ser\u00e1 abortada.<\/p>\n<p>Se come\u00e7ar a chover antes do in\u00edcio da largada, ela ser\u00e1 suspensa por 10      minutos, para que as equipes possam trocar para os pneus mais adequados.<\/p>\n<p>Se a chuva for muito forte, o diretor da corrida, pode optar em iniciar a      prova, com safety car.<\/p>\n<p><strong>Safety Car<\/strong><\/p>\n<p>Os carros n\u00e3o poder\u00e3o ultrapass\u00e1-lo. Isso ser\u00e1 permitido apenas aos retardat\u00e1rios.      Para isso haver\u00e1 uma luz verde indicando que o piloto poder\u00e1 ultrapass\u00e1-lo.<\/p>\n<p>O safety-car poder\u00e1 entrar na corrida, em caso de acidentes maiores ou mal      tempo. Enquanto ele estiver na pista, as equipes est\u00e3o liberadas para fazer      seus pit-stop.<\/p>\n<p>Fonte:  www.superdanilof1page.com.br<\/p>\n<h6>F\u00f3rmula 1<\/h6>\n<h4>Infogr\u00e1fico de F\u00f3rmula 1<\/h4>\n<p class=\"imagem\">\n<p>Fonte:  tecmundo.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>F\u00f3rmula 1, Esporte, Pilotos, Hist\u00f3ria, Corrida, Automobilismo, Brasil, Regulamento, Carros, Equipes, Mundo, Regras, F\u00f3rmula 1<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[305],"tags":[],"class_list":["post-62474","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-esportes"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>F\u00f3rmula 1, Esporte, Pilotos, Hist\u00f3ria 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