{"id":62473,"date":"2016-07-13T17:36:07","date_gmt":"2016-07-13T17:36:07","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=62473"},"modified":"2016-07-13T18:04:15","modified_gmt":"2016-07-13T18:04:15","slug":"escalada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/esportes\/escalada","title":{"rendered":"Escalada"},"content":{"rendered":"<p>A <strong>escalada<\/strong> \u00e9 um esporte que se pode praticar tanto individualmente      como em grupo.<\/p>\n<p><strong>Existem dois grandes tipos de escalada:<\/strong> escalada de bloco      (ou boulder) e escalada de fal\u00e9sia (ou via) essa mais radical.<\/p>\n<p>A escalada de bloco consiste em trepar uma rocha ou um muro de treino em      que se previligia mais a for\u00e7a f\u00edsica de explos\u00e3o em detrimento da resist\u00eancia      f\u00edsica. <\/p>\n<p>Regra geral, os problemas de bloco envolvem poucos passos. <\/p>\n<p>Na <strong>escalada de bloco em rocha<\/strong> (ou escalada de muro &#8220;indoor&#8221;)      \u00e9 comum o recurso a crashpads para minimiza\u00e7\u00e3o dos efeitos de uma poss\u00edvel      queda do escalador. Existem v\u00e1rias escalas de gradua\u00e7\u00e3o para os problemas      de bloco sendo as mais conhecidas as escalas de Fontainebleu e de Hueco Tanks.    <\/p>\n<p>No Brasil utiliza-se um tipo de gradua\u00e7\u00e3o, cuja numera\u00e7\u00e3o, em algarismos      romanos, acompanha sensivelmente a escala francesa (Fontainebleu).<\/p>\n<p>Por outro lado, a <strong>escalada de fal\u00e9sia<\/strong> j\u00e1 consiste em trepar      vias (em rocha ou muro de treino) com uma altura consider\u00e1vel onde \u00e9 previligiada      a resist\u00eancia f\u00edsica do atleta em detrimento da sua for\u00e7a f\u00edsica. Regra geral,      a escalada de fal\u00e9sia \u00e9 feita com recurso a v\u00e1rios instrumentos (como por      exemplo mosquet\u00f5es, &#8220;express&#8221;, arn\u00eas, gri-gri, reverso) cujo objetivo      \u00e9 tentar assegurar a integridade f\u00edsica do escalador em caso de queda.<\/p>\n<p><strong>Dentro da escalada de fal\u00e9sia existem 2 categorias:<\/strong> escalada      desportiva, escalada cl\u00e1ssica. <\/p>\n<p><strong>Existem mais duas vertentes:<\/strong> artificial e livre.<\/p>\n<p>A <strong>escalada desportiva<\/strong> caracteriza-se pelo fato de as paredes      a subir estarem equipadas com pontos de seguran\u00e7a (que determinam as &#8220;vias&#8221;)      que podem distar entre si desde pouco mais de 1 metro at\u00e9 dist\u00e2ncias superiores      a 3\/4 metros (a dist\u00e2ncia entre os pontos de seguran\u00e7a ou grampos \u00e9 determinada      pelo conquistador da via e normalmente n\u00e3o deve ser alterada).<\/p>\n<p>A <strong>escalada cl\u00e1ssica <\/strong>caracteriza-se pela n\u00e3o exist\u00eancia de      pontos de seguran\u00e7a previamente colocados na parede pelo que \u00e9 da compet\u00eancia      do escalador criar os seus pr\u00f3prios pontos de seguran\u00e7a com recurso a friends,      entaladores, etc.<\/p>\n<p>Tanto a <strong>escalada cl\u00e1ssica como a desportiva<\/strong> s\u00e3o tipos de      escalada livre porque o escalador usa os seus pr\u00f3prios meios (m\u00e3os e p\u00e9s)      como meio para poder progredir na parede.<\/p>\n<p>Na <strong>escalada artificial<\/strong> o escalador recorre a aparelhos tais      como estribos para ajudar na sua progress\u00e3o.<\/p>\n<p>Em qualquer um destes tipos de escalada de fal\u00e9sia acima mencionados, regra      geral, o escalador encontra-se preso por uma corda (de prefer\u00eancia din\u00e2mica).      H\u00e1, no entanto quem prefira n\u00e3o usar qualquer tipo de corda. \u00c9 o que se chama      em solo.<\/p>\n<h4>A <strong>escalada<\/strong><\/h4>\n<p>A <strong>escalada<\/strong> \u00e9 um esporte em que o praticante utiliza bra\u00e7os      e pernas para subir em blocos, fal\u00e9sias, pared\u00f5es de rocha, gelo ou montanhas.    <\/p>\n<p>A escalada exige o m\u00e1ximo de for\u00e7a, concentra\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnica e adrenalina \u0096      ali\u00e1s, s\u00e3o justamente esses fatores que conquistam cada vez mais adeptos tanto      no Brasil como no mundo.<\/p>\n<p>Existem diversas modalidades de escalada que v\u00e3o desde a escalada bouldering      \u0096 praticada em poucos minutos em blocos de pedra, \u00e0 escaladas big wall      \u0096 praticadas em paredes de rocha ou montanhas, onde se enfrenta o frio      e altitude, al\u00e9m de dificuldades t\u00e9cnicas.<\/p>\n<p>Como qualquer outro esporte que envolva altura, a escalada envolve certo      risco. Portanto, ao praticar, n\u00e3o se esque\u00e7a dos equipamentos de seguran\u00e7a.    <\/p>\n<p><strong>Os equipamentos b\u00e1sicos de seguran\u00e7a para a pr\u00e1tica da escalada s\u00e3o:      <\/strong>corda, sapatilha para escalada, capacete e p\u00f3 de magn\u00e9sio para as      m\u00e3os.<\/p>\n<h4>A arte de Escalar Montanhas<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/escala23.jpg\" alt=\"Escalada\" width=\"212\" height=\"318\" title=\"Escalada\" \/><strong><br \/>\n     Escalada de montanhas<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>escalada de montanhas<\/strong> envolve for\u00e7a, controle e habilidade.      Usar os m\u00fasculos de seus bra\u00e7os e pernas para se impulsionar para cima em      uma montanha \u00edngreme exige for\u00e7a e controle. <\/p>\n<p><strong>Usar o seu c\u00e9rebro para posicionar as m\u00e3os e os p\u00e9s para que os m\u00fasculos      possam fazer seu trabalho: <\/strong>isso \u00e9 habilidade.<\/p>\n<p><strong>Um esporte que pode ser feito em interiores em estruturas de escalada      de madeira compensada, ou ao ar livre em rochedos \u00edngremes de milhares de      metros de altura, a escalada de montanha tem v\u00e1rias modalidades hoje:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Escalada tradicional: <\/strong>Preso a uma corda, escaladores aos        pares usando equipamento profissionais escalam uma montanha carregando bandoleiras        de equipamentos especiais. \u00c0 medida que sobem, colocam cal\u00e7o, nuts (entalador        em forma de cunha) e outras formas de prote\u00e7\u00e3o de suas bandoleiras nas fendas        da rocha. A corda \u00e9 enganchada a estas pe\u00e7as de prote\u00e7\u00e3o para evitar quedas.<strong><br \/>\n       Escalada esportiva:<\/strong> similar \u00e0 escalada tradicional em muitos aspectos,        exceto que as pe\u00e7as de prote\u00e7\u00e3o s\u00e3o fixas permanentemente na rocha. Isto        torna o esporte de escalada mais seguro, mais r\u00e1pido e mais barato do que        o tradicional.<strong><br \/>\n       Escalada livre solo:<\/strong> similar \u00e0 escalada esportiva exceto que voc\u00ea        n\u00e3o usa corda. Se cair, morre.<strong><br \/>\n       Escalada indoor:<\/strong> similar \u00e0 escalada esportiva, exceto que os escaladores        usam estrutura de escalada interna feita de madeira compensada ou concreto        e suportes para m\u00e3os e p\u00e9s fixos na estrutura.<strong><br \/>\n       Escalada no gelo:<\/strong> similar \u00e0 tradicional, exceto que se escala uma        forma\u00e7\u00e3o de gelo (como uma cachoeira congelada ou uma geleira) ao inv\u00e9s        de uma forma\u00e7\u00e3o rochosa.<strong><br \/>\n       Eloco de rocha: <\/strong>Similar \u00e0 escalada esportiva, mas voc\u00ea escala em        blocos de rocha (ou as laterais de chamin\u00e9s e edif\u00edcios) em vez de rochedos        \u00edngremes e penhascos.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Imagine, uma folha de vidro alta vertical de 300 metros cont\u00ednua e sem emenda.      Se voc\u00ea tivesse de escala-la, seria imposs\u00edvel a menos que voc\u00ea tivesse ventosas      nas m\u00e3os e p\u00e9s.<\/p>\n<p>Agora imagine uma montanha vertical de 300 metros cheias de fendas e afloramentos      t\u00e3o \u00f3bvios e t\u00e3o f\u00e1ceis de encontrar que voc\u00ea pode escalar como se subisse      uma escada. A escalada de montanhas sempre fica entre estes dois extremos.<\/p>\n<p>No caso mais f\u00e1cil, n\u00e3o h\u00e1 necessidade de habilidade especial. Contanto que      uma pessoa esteja em boa condi\u00e7\u00e3o f\u00edsica, \u00e9 poss\u00edvel para qualquer um escalar      uma montanha como esta. Os escaladores deve ser capazes de encontrar suportes      de m\u00e3o e p\u00e9 adequados, equil\u00edbrio sobre eles em posi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias e se movimentar      de um ponto ao outro sem cair. <\/p>\n<p>Em rotas dif\u00edceis pode haver fendas finas com pouco espa\u00e7o para se segurar,      sali\u00eancias que necessitam de uma for\u00e7a incr\u00edvel para se atravessar e vento      e temperaturas que fazem da rota de subida na rocha a mais desafiadora.<\/p>\n<p>Quando poss\u00edvel, o escalador tenta fazer o m\u00e1ximo do trabalho da escalada      usando as pernas. O ideal \u00e9 que os escaladores tentem manter seu centro de      gravidade acima dos p\u00e9s para depois puxar as pernas para cima. <\/p>\n<p>Eles usam os bra\u00e7os e m\u00e3os apenas para se equilibrarem e se posicionarem.      \u00c0 medida que a rocha fica mais lisa, \u00e9 mais dif\u00edcil manter esta posi\u00e7\u00e3o ideal.      \u00c9 a\u00ed que a for\u00e7a e a agilidade entram. Em rotas mais dif\u00edceis, o escalador      precisa de uma incr\u00edvel for\u00e7a nos bra\u00e7os, m\u00e3os e dedos e resist\u00eancia para      se fixar \u00e0 rocha.<\/p>\n<p><strong>Sistema de Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nos Estados Unidos, os escaladores usam um sistema de classifica\u00e7\u00e3o padr\u00e3o      para descrever a dificuldade nas diferentes rotas. <\/p>\n<p>H\u00e1 6 classes nestes sistema, variando de classe 1 (marcha normal) at\u00e9 passeio      a p\u00e9, caminhada e ent\u00e3o escalada na classe 5. <\/p>\n<p>Tudo o que \u00e9 conhecido como \u0093escalada de montanha\u0094 cai na classe      5.<\/p>\n<p>A classe 6 \u00e9 para paredes de rocha que s\u00e3o t\u00e3o lisas que n\u00e3o h\u00e1 como escalar      sem aux\u00edlio artificial como escadas.<\/p>\n<p><strong>Dentro da classe 5 h\u00e1 14 n\u00edveis diferentes que se distribuem assim:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>5,0 at\u00e9 5,4:<\/strong> n\u00edvel iniciante. F\u00e1cil de escalar, como uma        escada.<strong><br \/>\n       5,5 at\u00e9 5,7:<\/strong> n\u00edvel intermedi\u00e1rio. Escal\u00e1vel com sapatos normais        ou botas, mas requer mais habilidade.<strong><br \/>\n       5,8 at\u00e9 5,10:<\/strong> n\u00edvel experiente. Requer cal\u00e7ados de escalada, experi\u00eancia        e for\u00e7a.<strong><br \/>\n       5,11 at\u00e9 5,12: <\/strong>n\u00edvel perito. Talvez apenas 10% dos melhores escaladores        do mundo possam lidar com estas rotas.<strong><br \/>\n       5,13 at\u00e9 5,14:<\/strong> n\u00edvel elite. Apenas para os melhores dos melhores.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Hoje, o mais f\u00e1cil e seguro modo de come\u00e7ar a escalar \u00e9 ir a uma academia      de escalada indoor e fazer um curso. <\/p>\n<p>L\u00e1 voc\u00ea vai aprender as t\u00e9cnicas b\u00e1sicas em um ambiente seguro, desenvolver      sua for\u00e7a e habilidade e encontrar outros escaladores. Qualquer cidade grande      tem dois ou tr\u00eas gin\u00e1sios de escalada.<\/p>\n<p>Uma vez que voc\u00ea entende os fundamentos, pode encontrar um parceiro e come\u00e7ar      pelas rotas esportivas mais f\u00e1ceis. Conforme adquirir experi\u00eancia, voc\u00ea pode      ir avan\u00e7ando para rotas mais dif\u00edceis.<\/p>\n<p>Fonte:  www.folhaturismo.com.br\/www.esportedeaventura.com<\/p>\n<h6>Escalada<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>O que \u00e9 a Escalada<\/h4>\n<p>A <strong>escalada esportiva <\/strong>\u00e9 uma pr\u00e1tica que utiliza as t\u00e9cnicas      e movimentos de montanhismo e que tem como objetivo exigir o m\u00e1ximo de for\u00e7a      e concentra\u00e7\u00e3o do atleta. A t\u00e9cnica, a coragem, a adrenalina, juntamente com      a for\u00e7a, s\u00e3o os fatores fazem da Escalada um esporte apaixonante.<\/p>\n<p>Para quem pensa que o esporte se resume a &#8220;homens-aranha&#8221; que ficam      escalando grandes arranha-c\u00e9us pelo mundo, est\u00e1 enganado. <\/p>\n<p>A <strong>escalada<\/strong> \u00e9 muito mais importante que isso e quem pratica      quer antes de tudo desenvolver uma atividade que ir\u00e1 livr\u00e1-los do stress do      dia-a-dia.<\/p>\n<p>O atleta da escalada deve encontrar diferentes solu\u00e7\u00f5es para ultrapassar      os obst\u00e1culos, n\u00e3o importando se est\u00e1 em uma cadeia de famosas montanhas europ\u00e9ias      ou na parede de uma academia.<\/p>\n<p>Um dos principais atrativos da escalada \u00e9 o fato de ela poder ser praticada      em qualquer cidade, bastando para isso uma parede em qualquer academia. Hoje      j\u00e1 \u00e9 muito difundida a pr\u00e1tica da Escalada nos grandes centros.<\/p>\n<p>Para o diretor t\u00e9cnico da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Escalada Esportiva, Tom      Papi, o crescimento do esporte se deu principalmente por esse motivi. &#8220;Hoje      qualquer um pode praticar a escalada com toda a seguran\u00e7a em clubes e academias,      nas principais cidades brasileiras&#8221;, diz Papi. <\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria da Escalada<\/h4>\n<p>A <strong>hist\u00f3ria da escalada esportiva<\/strong> come\u00e7ou em um rigoroso      inverno ucraniano. Foi nos anos 70 que um ucraniano teve a id\u00e9ia de durante      a fase mais fria do ano pendurar pedras em sua parede para que pudesse treinar.      A id\u00e9ia foi t\u00e3o boa que logo todos os outros escaladores locais copiaram a      id\u00e9ia. Surgia a\u00ed a escalada esportiva.<\/p>\n<p>Em 1985, na It\u00e1lia, foi realizado o primeiro campeonato mundial. Que teve      como obst\u00e1culo uma parede natural. Em 1987, pela primeira vez um campeonato      foi realizado em uma parede artificial.<\/p>\n<p>A copa do mundo de Escalada Esportiva foi criada em 1990. E, dois anos mais      tarde, na Olimp\u00edada de Barcelona, finalmente veio a consagra\u00e7\u00e3o do esporte,      quando foi praticado como demonstra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No Brasil o esporte come\u00e7ou a ser praticado no final da d\u00e9cada de 80. O grande      divisor de \u00e1guas no pa\u00eds foi a realiza\u00e7\u00e3o, em 1989, do I Campeonato Sul Americano      de escalada Esportiva, em Curitiba. <\/p>\n<p>A partir da\u00ed novos atletas e patrocinadores passaram a apoiar e a praticar      o esporte. <\/p>\n<h4>Equipamentos de Escalada<\/h4>\n<p><strong>Os equipamentos b\u00e1sicos para a pr\u00e1tica da escalada s\u00e3o:<\/strong>      cordas, sapatilha para escalada, capacete e p\u00f3 de magn\u00e9sio para passar nas      m\u00e3os.<\/p>\n<p>A seguran\u00e7a do esporte \u00e9 um dos quesitos mais importantes, que atrai um grande      n\u00famero de praticantes. E as cordas t\u00eam exatamente essa fun\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que sem      elas os tombos s\u00e3o inevit\u00e1veis.<\/p>\n<p>Para transpor os obst\u00e1culos a utiliza\u00e7\u00e3o de uma sapatilha especial pode facilitar      muito sua vida. Ela tem o formato ideal para propiciar maior equil\u00edbrio e      seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>O p\u00f3 de magn\u00e9sio \u00e9 esfregado na m\u00e3o e aumenta o atrito com a parede. Dessa      maneira fica mais dif\u00edcil escorregar.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo tem o capacete que \u00e9 o item de seguran\u00e7a mais comum nos esportes      radicais. A sua fun\u00e7\u00e3o e import\u00e2ncia todos conhecem, portanto nunca esque\u00e7a      de utiliz\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Segundo o diretor t\u00e9cnico da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Escalada Esportiva, Tom      Papi, esses equipamentos s\u00e3o fundamentais. &#8220;Como todo esporte radical      a escalada oferece riscos. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, com a utiliza\u00e7\u00e3o de todos os equipamentos de seguran\u00e7a esse risco      cai praticamente a zero&#8221;. <\/p>\n<p><strong>Onde praticar a Escalada<\/strong><\/p>\n<p>A escalada esportiva pode ser praticada em qualquer local que possua uma      parede de alpinismo. No Brasil a atividade est\u00e1 bastante difundida. Nas principais      cidades j\u00e1 existem academias e clubes que oferecem toda estrutura para a pr\u00e1tica      do esporte.<\/p>\n<p>&#8220;Esse crescimento no n\u00famero de locais que possuem uma parede de alpinismo      aumentou, em muito, o n\u00famero de praticantes&#8221;, disse o diretor t\u00e9cnico      da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Escalada Esportiva, Tom Papi.<\/p>\n<p>A natureza oferece lindas paisagens naturais. S\u00f3 que para fazer esse tipo      de escalada voc\u00ea precisar\u00e1 da ajuda de profissionais experientes, que tenham      um bom conhecimento do local a ser explorado. <\/p>\n<p><strong>Quem pode praticar a Escalada<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>escalada esportiva<\/strong> \u00e9 considerada uma atividade completa,      pois agrupa v\u00e1rios aspectos importantes para o desenvolvimento de qualquer      pessoa. Por requerer uma prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica e t\u00e9cnica do praticante, se torna      uma \u00f3tima maneira de manter o preparo f\u00edsico e cuidar da sa\u00fade.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 um esporte puramente f\u00edsico, muito pelo contr\u00e1rio. A escalada exige      dos praticantes um racioc\u00ednio r\u00e1pido e muita intelig\u00eancia na hora de escolher      o melhor caminho.<\/p>\n<p>\u00c9 importante que antes de procurar praticar a escalada, assim como qualquer      outro esporte, que voc\u00ea fa\u00e7a um exame m\u00e9dico e veja suas reais condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Nasceu o Montanhismo como esporte no \u00faltimo quartel de s\u00e9culo XVIII, sob      a denomina\u00e7\u00e3o de &#8220;Alpinismo&#8221;, por ter come\u00e7ado na famosa cordilheira      dos Alpes, em plena Europa Central. <\/p>\n<p>Foi portanto seu marco inicial a escalada ao &#8216;Mont Blanc&#8217;, no ano de 1786,      considerada como o in\u00edcio da pr\u00e1tica do chamado &#8220;Nobre Esporte das Alturas&#8221;,      esporte que viria a ser praticado no Brasil com o nome de Montanhismo.<\/p>\n<p><strong>As Primeiras Escaladas no S\u00e9culo XIX<\/strong><\/p>\n<p>Nossa hist\u00f3ria registra a conquista de novas fronteiras, atrav\u00e9s de um ciclo      de penetra\u00e7\u00f5es e explora\u00e7\u00f5es territoriais, iniciado no s\u00e9culo XVII, principalmente      pelos desbravamentos desenvolvidos por bandeirantes, que estenderam nossas      fronteiras muito al\u00e9m do que fora determinado pelo Tratado de Tordesilhas.    <\/p>\n<p>Nestas investidas, montanhas e picos elevados foram subidos por aqueles intr\u00e9pidos      conquistadores, cujos feitos chegam a ser confundidos com a lenda, sem que      ficassem registradas tais ascens\u00f5es. <\/p>\n<p>Foi somente no s\u00e9culo XIX, que a cr\u00f4nica veio a registrar as primeiras subidas      de montanhas, come\u00e7ando ent\u00e3o a sua caracteriza\u00e7\u00e3o esportiva, embora ainda      incipiente e com motiva\u00e7\u00f5es v\u00e1rias. <\/p>\n<p>J\u00e1 em 1828 eram registradas algumas subidas a Pedra da G\u00e1vea, fascinante      montanha de 842 metros de altitude, onde um capricho da natureza esculpiu      imponente ef\u00edgie de tra\u00e7os humanos, cuja semelhan\u00e7a com o rosto do imperador      D. Pedro II, lhe valeu a denomina\u00e7\u00e3o de &#8220;Cabe\u00e7a do Imperador&#8221;. Pseudo      inscri\u00e7\u00f5es rupestres (caneluras geol\u00f3gicas), tamb\u00e9m fizeram atrair os doutos      do Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico Brasileiro, levando o s\u00e1bio Mestre Frei      Cust\u00f3dio Alves Serr\u00e3o, membro daquele Instituto, a subi-la a frente de um      pequeno grupo, no ano de 1839. <\/p>\n<p><strong>Em 1856 ocorre a primeira escalada com &#8220;Conquista&#8221; de montanha      no Brasil, quando o cidad\u00e3o Jos\u00e9 Franklin da Silva, morador da antiga Vila      de Aiuruoca, movido por pioneirismo quase vision\u00e1rio, escala os imponentes      pared\u00f5es sulcados do Pico das Agulhas Negras, no Maci\u00e7o de Itatiaia, atingindo      ent\u00e3o a maior altitude que um brasileiro j\u00e1 alcan\u00e7ara em nosso pa\u00eds:<\/strong>      2.787 metros de altitude. Para l\u00e1 chegar, o solit\u00e1rio escalador venceu primeiro      os pont\u00f5es principais que antecedem os pared\u00f5es, depois escalando aquelas      muralhas rochosas, sulcadas pela eros\u00e3o que formou suas caneluras, at\u00e9 alcan\u00e7ar      o cume, vencendo uma calha perigosa e muitos abismos.<\/p>\n<p>O relato desta escalada foi enviado pelo nosso Montanhista-Pioneiro, \u00e0 Corte,      onde em palavras singelas narrou sobre o caminho que galgara, suas dificuldades      e suas belezas, que destaca com entusiasmo e admira\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Em outros pontos do Brasil h\u00e1 narrativas de algumas subidas de montanhas,      embora estas movidas por interesses cient\u00edficos. <\/p>\n<p>J\u00e1 em meados do s\u00e9culo XIX, as montanhas do Maci\u00e7o da Tijuca e de Jacarepagu\u00e1      eram conhecidas e subidas pelos ruralistas do ciclo do caf\u00e9, da\u00ed surgindo      suas denomina\u00e7\u00f5es, a maioria das quais permanece at\u00e9 hoje. <\/p>\n<p>Temos a Pedra do Conde, assim denominada em homenagem ao Conde de Bonfim,      um de seus propriet\u00e1rios, o Pico da Tijuca, o Pico do Papagaio, o Morro da      Cocanha, a Pedra do Archer, a Pedra Feia (atual Pico do Andara\u00ed Maior), o      Pico do Morumb\u00ed (atual Pico do Perdido do Andara\u00ed), tamb\u00e9m chamado erroneamente      de Pico do Papagaio, no Graja\u00fa, e ainda, o Morro do Elefante e o Pico do Tijuca-Mir\u00edm      (tamb\u00e9m conhecido como Pedra Sete). <\/p>\n<p>Na Serra da Carioca, o Pico Carioca, o Morro Queimado, e o Pico do Corcovado,      tamb\u00e9m j\u00e1 eram subidos, inclusive tendo uma comitiva da Corte, levado o Imperador      D. Pedro II at\u00e9 os 704m de altitude do Corcovado, local onde extasiado pela      beleza do panorama, o Imperador sugeriu que se melhorasse o caminho e al\u00ed      fosse constru\u00eddo um mirante, o que foi feito prontamente. <\/p>\n<p>Outra escalada destacada foi a do Pico do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, com seus 395m de      altitude, que no ano de 1871, foi subido pelo atual &#8220;Pared\u00e3o do Cost\u00e3o&#8221;,      por uma senhora inglesa, seu filho e mais umas pessoas n\u00e3o identificadas,      que ao chegarem ao cume e al\u00ed hastearam a bandeira da Inglaterra. <\/p>\n<p>Tal feito, no entretanto, desencadeou um coletivo protesto por parte da antiga      Escola Militar da Praia Vermelha, que tomados de brios e fervor patri\u00f3tico,      encetaram a escalada do Pico pelo mesmo caminho (&#8220;Cost\u00e3o&#8221;), e ap\u00f3s      cinco horas de escalada, lograram atingir o cume, levando o &#8220;ultraje&#8221;      de um pavilh\u00e3o estrangeiro hasteado sobre uma montanha do nosso territ\u00f3rio,      substituindo-o incontinente pelas cores do pavilh\u00e3o nacional. <\/p>\n<p>Foi por\u00e9m no dia 21 de agosto de 1879, que pela primeira vez foi reunida      em nosso pa\u00eds, uma equipe de &#8220;montanhistas&#8221;, tendo como finalidade      \u00fanica, realizar uma escalada de montanha sem outras mais motiva\u00e7\u00f5es, \u00e0 n\u00e3o      ser apreciar seus panoramas e desfrutar das belezas e da satisfa\u00e7\u00e3o de vencer      as dificuldades que a M\u00e3e-Natureza al\u00ed depositou. <\/p>\n<p>A gl\u00f3ria deste feito \u00e9 devida a um grupo de entusiastas paranaenses, que      formando uma equipe composta por Joaquim Ol\u00edmpio de Miranda, Bento Manuel      Le\u00e3o, Ant\u00f4nio Silva e Joaquim Messias, resolveram escalar a principal montanha      da Serra do Marumbi, pico de mais de 1.500 m. de altitude. <\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ol\u00edmpio era o l\u00edder inconteste desta ascens\u00e3o, e a frente de seus companheiros,      rompeu atrav\u00e9s das matas que cercavam o pico, vencendo-as com denodo, galgando      e grimpando sobre lajedos e rochas, at\u00e9 finalmente atingir aquelas alturas,      de onde puderam ver o seu Paran\u00e1 at\u00e9 perder de vista, verde o belo. <\/p>\n<p>Era a primeira escalada &#8220;esportiva&#8221; no Brasil, planejada e estudada,      dentro de uma sistem\u00e1tica. Em homenagem ao l\u00edder, o pico foi denominado &#8220;Monte      Olimpo&#8221;. <\/p>\n<p>No ano seguinte, confirmando sua voca\u00e7\u00e3o para o Montanhismo, Jos\u00e9 Ol\u00edmpio      de Miranda, liderando uma nova equipe de escaladores, dessa feita, composta      por Ant\u00f4nio Pereira da Silva, Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Teixeira, Jo\u00e3o Ferreira Gomes,      Pedro Viriato de Souza, e os Capit\u00e3es Jos\u00e9 Ribeiro de Macedo e Ant\u00f4nio Ribeiro      de Macedo, que no dia 26 de agosto de 1880 atingiram o alto do Monte Olimpo      novamente. <\/p>\n<p>Se n\u00e3o fundaram um primeiro Clube de Montanhismo no Brasil, aqueles paranaenses      valentes se constitu\u00edram sem d\u00favida, no primeiro grupo de escaladores de montanhas      com embrion\u00e1ria qualifica\u00e7\u00e3o esportiva. <\/p>\n<p>Ainda no final do s\u00e9culo XIX, temos novamente a escalada do elevado Pico      das Agulhas Negras, at\u00e9 ent\u00e3o considerado como a montanha mais alta do Brasil.      Desta feita s\u00e3o os escaladores, Hor\u00e1cio de Carvalho e Jos\u00e9 Borba, que vencendo      todas as dificuldades, percorrem o caminho pioneiro de Jos\u00e9 Franklin da Silva,      desta vez, j\u00e1 aplicado artif\u00edcios t\u00e9cnicos rudimentares de escalada. A ascens\u00e3o      fora debaixo de frio intenso, enfrentando os escaladores um princ\u00edpio de mau      tempo, com fortes rajadas de vento, mas que n\u00e3o impediu de ambos chegarem      ao almejado cume das Agulhas Negras. <\/p>\n<p>Algumas outras montanhas conhecidas tamb\u00e9m foram subidas no decorrer do s\u00e9culo      XIX, sem que se tenha uma not\u00edcia dos nomes de quem as galgaram. \u00c9 o caso      da Pedra Bonita, do Pico do Marapic\u00fa, do Morro da Boa Vista, do Morro do Medanha      ou da pedra Branca, todos com caminhos de acesso abertos no s\u00e9culo passado.<\/p>\n<p>Em outros estados, sabe-se por exemplo que o Pico do Jaragu\u00e1, em S\u00e3o Paulo,      j\u00e1 tinha tamb\u00e9m sido subido por grupo paulista, sem que seus nomes tivessem      sido anotados.<\/p>\n<p>Era o montanhismo que despontava pioneiramente para os brasileiros, e cuja      a for\u00e7a m\u00e1xima viria residir no Estado do Rio de Janeiro, no esplendor do      s\u00e9culo XX. <\/p>\n<p><strong>As Primeiras Escaladas no S\u00e9culo XX<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX houve grande avan\u00e7o t\u00e9cnico no Montanhismo, em particular      na escalada em rocha e gelo. As principais vertentes dos Alpes foram escaladas      e em 1938 a face norte do Eiger, uma das maiores paredes da Europa, \u00e9 conquistada.    <\/p>\n<p>No Brasil, em 1912, um grupo de Teres\u00f3polis, o ferreiro Jos\u00e9 Teixeira Guimar\u00e3es,      o ca\u00e7ador Raul Carneiro e os irm\u00e3os Ac\u00e1cio, Alexandre e Am\u00e9rico Oliveira,      ap\u00f3s muito planejamento e uma semana de investidas, atingem o cume do Dedo      de Deus. Fato que \u00e9 lembrado como marco do Montanhismo Nacional. Este &#8216;caminho&#8217;,      hoje denominado &#8216;Teixeira&#8217;, \u00e9 ainda utilizado para chegar ao cume.<\/p>\n<p>As d\u00e9cadas de 40 e 50 foram um per\u00edodo de grandes escaladas e grandes escaladores.      Foi escalado o primeiro pico com mais de 8.000 metros de altitude, o Annapurna      com 8.078 metros em 1950. O \u00b4Teto do Mundo\u00b4 foi atingido, o Everest (8.848      metros) em 1953, pelo neozeland\u00eas Edmund Hillary e o sherpa Tensing Norkay.      No ano seguinte o K-2, segunda montanha mais alta do mundo. Na Europa Walter      Bonatti escala em solit\u00e1rio e no inverno a face norte do Cervino. <\/p>\n<p>No campo da escalada em rocha foram escalados o Half Dome (1957) e o El Capitan      (1958), na Calif\u00f3rnia, com 800 e 1.000 metros de pura rocha vertical, respectivamente.      Sem esquecer do Fitz-Roy na Patag\u00f4nia argentina, escalado em 1952, por Lionel      Terray e Guido Magnone. No Brasil foram escalados o Pico Maior de Friburgo,      a Chamin\u00e9 Rio de Janeiro na imponente face sul do Corcovado e a Chamin\u00e9 Gallotti      no P\u00e3o de A\u00e7\u00facar entre v\u00e1rias outras montanhas de igual beleza. Um dos escaladores      que mais se destacou nesta \u00e9poca foi S\u00edlvio Mendes.<\/p>\n<p>Finalmente, a partir da d\u00e9cada de 60, se consolidou o Montanhismo esportivo      moderno. <\/p>\n<p><strong>Com novas t\u00e9cnicas desenvolvidas, equipamentos avan\u00e7ados, treinamentos      rigorosos e escaladas cada vez mais atl\u00e9ticas, grandes paredes foram vencidas,      entre elas: <\/strong>a Torre Central del Paine (1963) e o Cerro Torre (1974),      ambas na Patag\u00f4nia. S\u00e3o escaladas vertentes cada vez mais dif\u00edceis em picos      antes j\u00e1 atingidos. Reinhold Messner atinge o cume do Everest sem utilizar      oxig\u00eanio engarrafado em 1978 e dois anos depois repete o feito, e desta vez,      em solit\u00e1rio. <\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 80 e 90 a escalada desportiva cresce no mundo todo e dificuldades      extremas s\u00e3o superadas. Paredes gigantescas que eram antes escaladas em artificial      s\u00e3o repetidas em livre. No Paquist\u00e3o a Grande Trango Tower, talvez a maior      parede de rocha do mundo, \u00e9 escalada.<\/p>\n<p>\u00c9 nesta incessante busca do desconhecido e de novos desafios que chegamos      aos dias atuais.<\/p>\n<h4>ESTILOS DE ESCALADA<\/h4>\n<p><strong>Escalada Desportiva,<\/strong> realizada em pequenas paredes (fal\u00e9sias)      com inclina\u00e7\u00e3o, quase sempre, negativa (maior que 90 graus). O objetivo \u00e9      a dificuldade. O escalador deve fazer uso de toda sua for\u00e7a, resist\u00eancia e      elasticidade, para escalar a via sem interrup\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Escalada Tradicional<\/strong>, grandes paredes e o objetivo de atingir      o cume da montanha pelas mais variadas faces. Envolve um contato mais \u00edntimo      com a natureza j\u00e1 que, muitas vezes, a montanha est\u00e1 isolada de tudo, exigindo      longas caminhadas de aproxima\u00e7\u00e3o e deixando o escalador exposto \u00e0s varia\u00e7\u00f5es      clim\u00e1ticas. Muito exigente fisicamente e psicologicamente por durar longas      horas e nem sempre ter prote\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas e\/ou fixas. <\/p>\n<p><strong>Boulder<\/strong>, \u00e9 a escalada de blocos pequenos de rocha, mas extremamente      dif\u00edceis. \u00c9 a forma mais simples e pura de escalar. Oferece uma liberdade      total para prescindir a corda e o equipamento, j\u00e1 que \u00e9 executada a poucos      metros do solo.<\/p>\n<p>Escalada Indoor, realizada em muros de madeira com agarras de resina. Pode      ser utilizada como treinamento para melhorar a t\u00e9cnica ou a for\u00e7a. Prop\u00edcia      para campeonatos.<\/p>\n<p><strong>Escalada Solo<\/strong>, sem cordas, baudrier ouqualquer outro equipamento      de seguran\u00e7a, este \u00e9 um estilo para poucos pois, um erro, pode ser fatal.<\/p>\n<p><strong>Escalada Artificial<\/strong>, quando n\u00e3o h\u00e1 possibilidades para a      escalada em livre, o escalador emprega meios n\u00e3o naturais para sua progress\u00e3o.      Existem in\u00fameras t\u00e9cnicas e artif\u00edcios que permitem, com o aux\u00edlio de todo      e qualquer equipamento (cordas, grampos, m\u00f3veis) ganhar altura.<\/p>\n<p><strong>Alta Montanha<\/strong>, o objetivo \u00e9 atingir o cume das montanhas      mais elevadas do planeta. Se for por uma via dif\u00edcil tecnicamente, melhor      ainda. \u00c9 necess\u00e1rio equipamento de neve e gelo, j\u00e1 que nestas montanhas as      neves s\u00e3o eternas. <\/p>\n<p><strong>Os maiores problemas s\u00e3o<\/strong>: o ar rarefeito, o frio, avalanches      e as mudan\u00e7as do tempo.<\/p>\n<p><strong>Escalada em Gelo,<\/strong> pared\u00f5es de gelo ou cascatas congeladas,      com inclina\u00e7\u00e3o at\u00e9 negativa, s\u00e3o perfeitas para a escalada em gelo. N\u00e3o est\u00e3o,      necessariamente, em ambiente de alta montanha mas, em compensa\u00e7\u00e3o, s\u00e3o muito      t\u00e9cnicas. <\/p>\n<h4>Equipamentos da Escalada<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/escala24.jpg\" alt=\"Escalada\" width=\"213\" height=\"327\" title=\"Escalada\" \/><strong><br \/>\n     Escalada<\/strong><\/p>\n<p>Na maioria das atividades esportivas, principalmente nas que envolvem ambientes      estranhos ao corpo, como no mar (mergulho) ou no ar (p\u00e1ra-quedismo), equipamentos      especificamente elaborados s\u00e3o utilizados para a adequa\u00e7\u00e3o do homem ao meio.    <\/p>\n<p><strong>Na escalada, o princ\u00edpio de adapta\u00e7\u00e3o ao meio \u00e9 empregado atrav\u00e9s      de dois equipamentos b\u00e1sicos: <\/strong>a sapatilha de escalada e o carbonato      de magn\u00e9sio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m destes dois equipamentos b\u00e1sicos, tamb\u00e9m s\u00e3o utilizados equipamentos      de seguran\u00e7a &#8211; cordas, cadeirinhas, mosquet\u00f5es, blocantes, etc. &#8211; que impedem      a queda do escalador no caso de imprevistos, e equipamentos de aux\u00edlio \u00e0 conquista      das vias \u0096 friends, nuts, pitons, etc. Todo equipamento utilizado em      escalada deve ser garantido por um controle de qualidade internacional.<\/p>\n<p>A maior parte dos equipamentos \u00e9 de origem europ\u00e9ia ou norte-americana. Todos      normalmente s\u00e3o individualmente testados nas f\u00e1bricas para suportarem for\u00e7as      muito al\u00e9m do que ser\u00e3o submetidos numa escalada comum. Conhe\u00e7a em detalhes      os equipamentos mais utilizados numa escalada.<\/p>\n<p><strong>Cordas<\/strong><\/p>\n<p>Equipamento b\u00e1sico de seguran\u00e7a do montanhista. Serve para unir o escalador      na rocha, protegendo-o no caso de uma queda. Al\u00e9m da fun\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a,      pode servir como sustenta\u00e7\u00e3o em escaladas artificiais. As cordas modernas      s\u00e3o constru\u00eddas em diferentes di\u00e2metros &#8211; de 8 a 11 mm &#8211; com fibras de materiais      sint\u00e9ticos como n\u00e1ilon e perlon. <\/p>\n<p>De acordo com as caracter\u00edsticas de elasticidade, s\u00e3o classificadas em cordas      din\u00e2micas ou est\u00e1ticas. Em escaladas, normalmente s\u00e3o utilizadas as cordas      din\u00e2micas, apropriadas para absorver a acelera\u00e7\u00e3o durante uma queda. As cordas      est\u00e1ticas s\u00e3o mais apropriadas para rapel.<\/p>\n<p><strong>Freios<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pe\u00e7as met\u00e1licas de diferentes tipos, como<\/strong>: oito &#8211; magnone      &#8211; ATC &#8211; Stop.<\/p>\n<p><strong>Fun\u00e7\u00e3o:<\/strong> controlar a descida do escalador na corda, ao final      de uma escalada utilizando t\u00e9cnicas verticais. Seu funcionamento est\u00e1 baseado      no atrito da corda com o equipamento, preso na cadeirinha.<\/p>\n<p><strong>Mosquet\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pe\u00e7a met\u00e1lica em formato de elo com uma parte m\u00f3vel (ling\u00fceta) que se fecha      com a a\u00e7\u00e3o de uma mola interna. S\u00e3o constru\u00eddos com ligas de alum\u00ednio ou a\u00e7o      e suportam tens\u00f5es que variam de 20 a 30 kn (quilonewtons) em m\u00e9dia. Existem      mosquet\u00f5es sem trava e com trava, que impedem uma abertura acidental. S\u00e3o      fabricados em v\u00e1rios formatos, cada um com uma aplica\u00e7\u00e3o espec\u00edfica.<\/p>\n<p><strong>Fitas<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o tiras de material sint\u00e9tico unidas de forma a formar um anel, de grande      resist\u00eancia. As fitas s\u00e3o cortadas em diferentes tamanhos, de acordo com sua      finalidade. Quando presa na cadeirinha, com a finalidade de seguran\u00e7a, recebe      o nome de cabo solteira. Se \u00e9 utilizada em conjunto com dois mosquet\u00f5es, recebe      o nome de costura. Pode ser utilizada ainda na ancoragem em locais onde as      cordas poderiam ser danificadas, como em bicos de pedras.<\/p>\n<p><strong>Cadeirinha<\/strong><\/p>\n<p>Serve basicamente para sustentar o atleta durante a escalada. Sua fun\u00e7\u00e3o      \u00e9 unir o escalador com a corda, proporcionando conforto e seguran\u00e7a. Deve      ser confort\u00e1vel a ponto de n\u00e3o impedir a liberdade de movimentos. <\/p>\n<p>A cadeirinha ir\u00e1 distribuir a for\u00e7a de choque pelo corpo em caso de queda      do escalador. Existem cadeirinhas projetadas para espeleologia e outras para      escalada, devendo-se procurar o modelo adequado para cada atividade<\/p>\n<p><strong>Capacete<\/strong><\/p>\n<p>Equipamento de uso obrigat\u00f3rio, por\u00e9m pouco utilizado pelos montanhistas.      Sua fun\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e9 proteger de pedras soltas que podem cair acidentalmente      na cabe\u00e7a do escalador. Outra fun\u00e7\u00e3o \u00e9 proteger no caso de escorreg\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Sapatilhas<\/strong><\/p>\n<p>A sapatilha oferece maior sensibilidade aos p\u00e9s e \u00e9 feita de uma borracha      especial, que adere com maior facilidade \u00e0s pedras.<\/p>\n<p><strong>Grampos e chapeletas<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o pe\u00e7as de metal fabricadas em a\u00e7o ou duralum\u00ednio. S\u00e3o fixas na rocha atrav\u00e9s      de buchas met\u00e1licas e parafusos. Utilizadas para seguran\u00e7a do escalador, tem      um orif\u00edcio por onde \u00e9 preso o mosquet\u00e3o ou as costuras.<\/p>\n<p><strong>Equipamentos m\u00f3veis<\/strong><\/p>\n<p>Pe\u00e7as met\u00e1licas de formato semelhante a cunhas com cordas ou cabos de a\u00e7o      onde se prende o mosquet\u00e3o ou costura durante a escalada. S\u00e3o utilizadas temporariamente      nas fissuras das rochas com o objetivo de se criar pontos de seguran\u00e7a. <\/p>\n<p><strong>Tipos principais:<\/strong> pitons, friends, excentrics e nuts. <\/p>\n<p><strong>Magn\u00e9sio<\/strong><\/p>\n<p>O carbonato de magn\u00e9sio \u00e9 um p\u00f3 branco, levado num saquinho preso na cintura      do escalador. O magn\u00e9sio \u00e9 utilizado para absorver o suor nas m\u00e3os, mantendo-as      secas e consequentemente mais aderentes.<\/p>\n<h4>Escalada no gelo<\/h4>\n<p>Os <strong>equipamentos para o gelo<\/strong> s\u00e3o diferentes dos da escalada      em rocha comum. As ferramentas para o gelo s\u00e3o as pe\u00e7as mais importantes e      mais caras que um escalador precisa. <\/p>\n<p><strong>Machadinha<\/strong><\/p>\n<p>Pe\u00e7a essencial. Sem a machadinha \u00e9 melhor voc\u00ea nem come\u00e7ar a escalada. Com      ela voc\u00ea acerta o gelo, tem apoio para as pernas ao subir e pode abrir buracos      no gelo.<\/p>\n<p>A cabe\u00e7a da ferramenta possui dois lados, com uma picareta de um lado e no      outro, um adze, ferramenta parecida com a talhadeira utilizada para abrir      buracos no gelo, ou martelo. <\/p>\n<p><strong>Existem duas variedades de ferramentas para gelo: <\/strong>tradicional      e leashless (sem correia).<\/p>\n<p>Uma ferramenta tradicional para gelo inclui uma correia que voc\u00ea amarra nas      m\u00e3os para ajud\u00e1-lo a n\u00e3o perder a ferramenta. Uma ferramenta com correia tamb\u00e9m      \u00e9 \u00fatil caso voc\u00ea perca sua trilha e precise ficar pendurado no gelo at\u00e9 alcan\u00e7\u00e1-la      novamente. A ferramenta para gelo sem correia, por outro lado, \u00e9 menos desconfort\u00e1vel      e com ela \u00e9 mais f\u00e1cil trocar de ferramentas quando voc\u00ea n\u00e3o estiver amarrado      ao equipamento.<\/p>\n<p><strong>Base de ferros<\/strong><\/p>\n<p>Necess\u00e1rios para um escalador obter tra\u00e7\u00e3o sobre a neve e o gelo. Como travas,      os ferros s\u00e3o pontas de metal que saem debaixo das botas e afundam no gelo      enquanto voc\u00ea escala. Voc\u00ea pode prender ou amarrar ferros embaixo das botas      ou usar botas com ferros embutidos. Os ferros podem ser com um ou dois pontos.      Cada tipo tem suas vantagens. <\/p>\n<p>Os de um ponto tendem a ser mais flex\u00edveis para escaladas mistas, quando      o terreno varia de gelo para rocha durante o curso de uma escalada. Eles oferecem      melhor penetra\u00e7\u00e3o no gelo e os de dois pontos oferecem mais estabilidade,      por\u00e9m menos penetra\u00e7\u00e3o. Alguns ferros tamb\u00e9m apresentam esporas.<\/p>\n<p><strong>Parafusos para gelo e cordas<\/strong><\/p>\n<p>Servem para proteger os escaladores contra quedas. S\u00e3o a base do equipamento      de seguran\u00e7a. Presos numa corda, os parafusos para gelo s\u00e3o colocados em \u00e1reas      estrat\u00e9gicas durante a escalada. Quando bem colocados, conseguem suportar      centenas de quilos de for\u00e7a (medidos em quilonewtons). Mas sua resist\u00eancia      depende do gelo em que est\u00e3o aparafusados. As cordas t\u00eam v\u00e1rios di\u00e2metros      e podem ser est\u00e1ticas ou din\u00e2micas. As cordas est\u00e1ticas s\u00e3o mais apropriadas      para rapel. As din\u00e2micas, para absorver a acelera\u00e7\u00e3o durante uma queda. As      cordas s\u00e3o feitas com fibras de material sint\u00e9tico, como n\u00e1ilon e perl\u00f3n,      e s\u00e3o classificadas de acordo com a sua elasticidade.<\/p>\n<p><strong>Freios<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o pe\u00e7as met\u00e1licas de diferentes tipos usadas para controlar a descida na      corda. Eles s\u00e3o presos \u00e0 cadeirinha, e funciona com o atrito da corda.<\/p>\n<p><strong>Fitas<\/strong><\/p>\n<p>Tiras de material sint\u00e9tico de grande resist\u00eancia unidas para formar um anel.      S\u00e3o cortadas em diferentes tamanhos, levando-se em conta a sua finalidade.      Presa \u00e0 cadeirinha, chama-se cabo solteira. Usada com mosquest\u00f5es, chama-se      costura.<\/p>\n<p><strong>Cadeirinha<\/strong><\/p>\n<p>Tem como principal fun\u00e7\u00e3o unir o escalador com a corda, proporcionando conforto      e seguran\u00e7a. Em caso de queda, ela distribui a for\u00e7a de choque pelo corpo      do escalador.<\/p>\n<p><strong>Capacete<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o se esque\u00e7a do capacete! Voc\u00ea precisar\u00e1 dele para proteger a cabe\u00e7a e      os olhos dos peda\u00e7os de gelo que caem.<\/p>\n<p><strong>Roupas de frio<\/strong><\/p>\n<p>Use roupas em camadas, luvas secas, meias e botas apropriadas para o clima      frio. Elas o manter\u00e3o aquecidos durante a escalada e evitar\u00e3o o congelamento      das suas extremidades (dedos dos p\u00e9s e das m\u00e3os).<\/p>\n<p><strong>Kit de primeiros socorros<\/strong><\/p>\n<p>Os escaladores devem sempre carregar kits de primeiros socorros. Os profissionais      aconselham obter conhecimento sobre primeiros socorros, incluindo como aplicar      um torniquete, separar e tratar um congelamento corporal.<\/p>\n<p><strong>Bola sinalizadora<\/strong><\/p>\n<p>Avalanches podem ocorrer sem nenhum aviso. Carregar uma boia sinalizadora      para avalanches pode salvar vidas, prestando assist\u00eancia ao resgate durante      a sua localiza\u00e7\u00e3o e a de seus amigos, caso venha a se encontrar numa situa\u00e7\u00e3o      terr\u00edvel como essa.<\/p>\n<p><strong>GPS<\/strong><\/p>\n<p>Um receptor GPS handheld pode ajud\u00e1-lo a encontrar o caminho, caso voc\u00ea se      perca ou tenha de alterar o seu roteiro em fun\u00e7\u00e3o de um obst\u00e1culo inesperado.<\/p>\n<p><strong>P\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Parece bobagem, mas este equipamento simples pode ajud\u00e1-lo a sair da neve.      N\u00e3o inicie uma escalada no gelo sem ela. <\/p>\n<p>Fonte:  oradical.uol.com.br\/www.guiadaurca.com\/360graus.terra.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escalada, Esporte, Modalidade, Tipos, Hist\u00f3ria, Estilo, Equipamentos, Esportiva, Gelo, Brasil, Montanhas, T\u00e9cnicas, Categorias, Escalada<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[305],"tags":[],"class_list":["post-62473","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-esportes"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Escalada, Esporte, Modalidade, Tipos, Hist\u00f3ria Escalada<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Escalada, Esporte, Modalidade, Tipos, Hist\u00f3ria, Estilo, Equipamentos, 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