{"id":62287,"date":"2016-07-13T17:12:59","date_gmt":"2016-07-13T17:12:59","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=62287"},"modified":"2016-07-13T17:21:06","modified_gmt":"2016-07-13T17:21:06","slug":"patinacao-artistica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/esportes\/patinacao-artistica","title":{"rendered":"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina21.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"361\" height=\"274\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><strong><br \/>\n     Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica <\/strong><\/p>\n<p>Oriunda da <strong>patina\u00e7\u00e3o no gelo<\/strong>, a <strong>patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica<\/strong>      come\u00e7ou a se expandir em toda Europa a partir de 1876, com a inaugura\u00e7\u00e3o do      primeiro centro de patina\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de diversos rinques em Paris, na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Antes da I Guerra Mundial, a patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica vivia uma fase de muito      entusiasmo, chamada de Belle \u00c9poque, per\u00edodo em que sua pr\u00e1tica nos parques      virou ponto de encontro da elite. Por\u00e9m, a Guerra provocou o fechamento de      muitos rinques em diversos pa\u00edses e, com isso, a patina\u00e7\u00e3o praticamente foi      extinta.<\/p>\n<p>Aos poucos, com a Guerra quase por terminar, os pa\u00edses onde se praticava      patina\u00e7\u00e3o come\u00e7aram a reativar suas atividades.<\/p>\n<p>Em 1947, foi realizado o I Campeonato Mundial de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica, promovido      pela FIRS (Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Roller Skating), na cidade de Washington,      nos Estados Unidos. O Brasil participou pela primeira vez de um Campeonato      Mundial na Alemanha somente em 1972.<\/p>\n<p>Enquanto continuavam os concursos em rinques, a patina\u00e7\u00e3o iniciou uma nova      fase, passando a ser praticada tamb\u00e9m em clubes. Aproveitando a vinda do espet\u00e1culo      sobre rodas Skating Vanities, na d\u00e9cada de 50, estes come\u00e7aram a organizar      shows. Esta fase perdurou at\u00e9 a d\u00e9cada de 70, quando a patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica      tornou-se competitiva e poucos shows continuaram a existir.<\/p>\n<p>Assim como a patina\u00e7\u00e3o de velocidade, a patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica \u00e9 parte integrante      da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Esportes em Roda (FIRS), que tem 106 pa\u00edses      filiados. Os EUA s\u00e3o os maiores vencedores desta modalidade. <\/p>\n<h4>A <strong>Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica<\/strong><\/h4>\n<p>A <strong>Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica <\/strong>come\u00e7ou o seu desenvolvimento no s\u00e9culo      18 na Inglaterra. <\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1860, o norte-americano Jackson Haines combinou os seus talentos      de dan\u00e7a com a patina\u00e7\u00e3o, e revolucionou o esporte introduzindo a m\u00fasica,      coreografia e a dan\u00e7a na patina\u00e7\u00e3o no gelo. Jackson tamb\u00e9m \u00e9 considerado como      o inventor do patins de gelo moderno. A primeira competi\u00e7\u00e3o internacional      de patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica foi organizada em Vienna, \u00c1ustria no ano de 1882. <\/p>\n<p>Entre os participantes, um Noruegu\u00eas, Axel Paulsen, chamou a aten\u00e7\u00e3o com      o seu performance, dando o famoso pulo que imortalizou o seu nome. J\u00e1 em 1892,      por iniciativa da Federa\u00e7\u00e3o Holandesa, foi fundada a Federa\u00e7\u00e3o Internacional      de Patina\u00e7\u00e3o (ISU), a mais antiga Federa\u00e7\u00e3o Internacional de esportes de inverno.      A modalidade fez parte do programa das Olimp\u00edadas de Ver\u00e3o de 1908 em Londres,      mas em 1924 passou a integrar os Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno na sua 1a edi\u00e7\u00e3o      em Chamonix, na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>O Equipamento<\/strong><\/p>\n<p>Para se praticar patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica no gelo usa-se um par de patins, onde      a bota \u00e9 feita em couro , com solado e salto de madeira ( as tradicionais      ) pois j\u00e1 existem solados de carbono. <\/p>\n<p>Usa-se tamb\u00e9m um par de l\u00e2minas de a\u00e7o para se manter sob o gelo e realizar      os elementos deste esporte; geralmente, as botas s\u00e3o compradas separadamente      das l\u00e2minas, pois cada patinador sente uma necessidade diferente de outro      com rela\u00e7\u00e3o a estabilidade das botas e quanto ao desenho de suas l\u00e2minas.    <\/p>\n<p>Usa-se roupa em lycra para ajudar o alongamento e na realiza\u00e7\u00e3o dos movimentos.    <\/p>\n<p><strong>Equipamentos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Bota em couro, feminina ou masculina, para pratica da patina\u00e7\u00e3o        art\u00edstica profissional. <br \/>\n       L\u00e2mina de a\u00e7o para pr\u00e1tica da patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica profissional<br \/>\n       Capa de toalha para as l\u00e2minas, protege o a\u00e7o da oxida\u00e7\u00e3o da l\u00e2mina depois        de utilizada no gelo<br \/>\n<strong>Skate guard \u0096<\/strong> protetor de l\u00e2minas para andar com o        patins fora do gelo. <br \/>\n       Colan de lycra para a pr\u00e1tica da patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica, usa-se lycra pois        o tecido cont\u00e9m elastano que ajuda nos movimentos e \u00e9 confort\u00e1vel. <br \/>\n       Meias, existem variados tipos de meias, mas elas s\u00e3o fundamentais na patina\u00e7\u00e3o        art\u00edstica pois al\u00e9m de protegerem as patinadoras de eventuais quedas no        gelo, proporcionam uma est\u00e9tica favor\u00e1vel.<br \/>\n       Agasalhos, fundamental para os atletas usarem em suas idas aos treinos bem        como campeonatos, pois o agasalho, al\u00e9m de identificar o atleta contribui        no conforto, aquecimento e na praticidade em manter sobre o agasalho a roupa        de patina\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Squeeze \u0096<\/strong> garrafa para \u00e1gua, usada nos treinos para        que o atleta n\u00e3o deixe de repor l\u00edquido durante o treino.<br \/>\n       Mochila para transportar os patins e todo o restante do equipamento que        o atleta necessitar.<br \/>\n<strong>Luvas \u0096<\/strong> podem ser de l\u00e3, algod\u00e3o, elastano e borracha,        s\u00e3o usadas nos treinos, geralmente no in\u00edcio devido ao frio, alguns atletas        as usam quando est\u00e3o treinando saltos duplos para proteger as m\u00e3os nas quedas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Origem<\/h4>\n<p>A <strong>Patina\u00e7\u00e3o<\/strong> surgiu na Europa. Inicialmente foi utilizada      como meio de transporte, para atravessar lagos e canais congelados. A Patina\u00e7\u00e3o      surgiu da necessidade de se atravessar lagos congelados no rigoroso inverno      europeu. Da\u00ed se tornou uma pr\u00e1tica de lazer, que era restrita apenas ao inverno,      at\u00e9 que foram criados os patins de rodas.<\/p>\n<p>Depois come\u00e7ou a ser utilizada recreativamente.<\/p>\n<p>A <strong>Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica<\/strong>, especificamente, surgiu de uma brincadeira      em que os patinadores faziam desenhos no gelo com suas l\u00e2minas enquanto patinavam.    <\/p>\n<p>A partir da\u00ed come\u00e7aram a realizar concursos para ver quem fazia os desenhos      mais bonitos e os mais complexos. <\/p>\n<p>Dizem que naquela \u00e9poca a gl\u00f3ria era conseguir assinar o pr\u00f3prio nome no      gelo.<\/p>\n<p>Bem, desse tipo de competi\u00e7\u00e3o \u00e9 que deriva o termo &#8220;Figure Skating&#8221;,      como \u00e9 conhecida a patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica internacionalmente.<\/p>\n<p>Assim aconteceu com o esporte. Criado no gelo, as competi\u00e7\u00f5es se restringiam      a fazer desenhos no ch\u00e3o. A partir da\u00ed, foram criados os primeiros saltos      e corrupios que t\u00e3o logo foram transportados para as rodas criando assim este      maravilhoso esporte.<\/p>\n<p>A Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica Sobre Rodas apareceu como uma alternativa para os patinadores      do gelo, que n\u00e3o tinham como praticar durante o ver\u00e3o, j\u00e1 que os lagos se      descongelavam. Ent\u00e3o, no in\u00edcio, os praticantes dos dois tipos de patina\u00e7\u00e3o      eram os mesmos. <\/p>\n<p>Por isso as duas t\u00e9cnicas s\u00e3o muito semelhantes e utilizam praticamente os      mesmos termos em seu dicion\u00e1rio.<\/p>\n<p>A <strong>Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica<\/strong> \u00e9 considerada por muitos como a mais      espetacular e excitante forma dos esportes sobre rodas. \u00c9 uma modalidade desportiva,      onde coordena\u00e7\u00e3o motora, postura, equil\u00edbrio e capacidade de concentra\u00e7\u00e3o      s\u00e3o fortemente estimulados.<\/p>\n<p>Regulada pelas federa\u00e7\u00f5es estaduais (no Rio de Janeiro a Federa\u00e7\u00e3o de H\u00f3quei      e Patinagem do Estado do Rio de Janeiro), nacionalmente pela Confedera\u00e7\u00e3o      Brasileira de H\u00f3quei e Patina\u00e7\u00e3o e internacionalmente pela F.I.R.S. (entidade      m\u00e1xima do desporto sobre patins) que congrega tamb\u00e9m as modalidades H\u00f3quei      Sobre Rodas e Corridas.<\/p>\n<p>No Brasil as Competi\u00e7\u00f5es est\u00e3o divididas em Classes e Categorias que nivelam      o esporte de acordo com o adiantamento t\u00e9cnico e idade do atleta.<\/p>\n<p>O virtuosismo de um patinador \u00e9 facilmente identificado na velocidade e altura      dos saltos, no controle e velocidade dos corrupios e na individualidade, dificuldade      e seguran\u00e7a dos trabalhos de pernas.<\/p>\n<p>A <strong>Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica<\/strong> \u00e9 julgada em duas exig\u00eancias, onde      cada juiz atribui duas notas (variando de zero a dez) para M\u00e9rito T\u00e9cnico      e Impress\u00e3o Art\u00edstica. <\/p>\n<p><strong>Quem, onde e quando inventou os patins ? <\/strong><\/p>\n<p><strong>Como eram os patins a 100 anos ?<\/strong><\/p>\n<p>O cr\u00e9dito oficial pela inven\u00e7\u00e3o do primeiro par de patins, deve atribuir      a Joseph Merlin, um luthier nascido em Huys, B\u00e9lgica em 17 de setembro de      1735. <\/p>\n<p>Em maio de 1770, Merlin foi \u00e0 Londres como diretor do Museu Cox em Spring      Gardens, onde exibido v\u00e1rios de seus instrumentos musicais. <\/p>\n<p><strong>Merlin teve tamb\u00e9m exemplos de seus trabalhos em sua casa em Oxford      (afetivamente chamaram &#8220;a caverna de Merlin&#8221;), onde tamb\u00e9m mostrava      sua \u00fanica inven\u00e7\u00e3o: <\/strong>um par de patim sobre rodas. <\/p>\n<p><strong>Mas seu lugar na hist\u00f3ria como inventor, tamb\u00e9m vai acompanhado por      uma anedota engra\u00e7ada na apresenta\u00e7\u00e3o de sua inven\u00e7\u00e3o em sociedade: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Um escritor da \u00e9poca dizia:<\/strong> &#8220;&#8230; projetado para rodar      sobre pequenas rodas met\u00e1licas. <\/p>\n<p>Provido de um par desses patins e um violino, entrou em um baile a fantasia      celebrado em Carlisle-House, no centro da Londres. Sem contar com meios para      diminuir sua velocidade ou controlar sua dire\u00e7\u00e3o, foi dar contra um espelho      localizado no final do sal\u00e3o do baile. <\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00f3 provocou a quebra do mesmo e de seu violino, mas tamb\u00e9m se feriu gravemente.&#8221;    <\/p>\n<p>Depois deste fiasco, n\u00e3o retornou a oirse em patins at\u00e9 1790, quando um ferreiro      parisiense inventou um pat\u00edn sobre rodas chamado &#8220;patin-a-terre&#8221;.    <\/p>\n<p>N\u00e3o obstante, ele tomou 25 anos de modo que este pat\u00edn ganhou reconhecimento.      Em Berlim, em 1818, patim em rodas foram usados pela primeira vez na estr\u00e9ia      do bal\u00e9 &#8220;Der Maler oder die Wintervergn\u00fcgungen&#8221; (&#8221; O artista      ou Prazeres de inverno). O bal\u00e9 havia sido criado para patim em gelo, mas      como n\u00e3o era poss\u00edvel produzir gelo no cen\u00e1rio, eles foram utilizados patim      de rodas. <\/p>\n<p>A primeira patente de um pat\u00edn sobre rodas foi apresentada por M. O Petitbled      na Fran\u00e7a em 1819. <\/p>\n<p>Este patim construido em rodas de metal, madeira ou marfim, montado sob uma      base de madeira com tiras para segura\u00e1-los no p\u00e9. <\/p>\n<p>Os patins eram de um \u00fanico tamanho e como as rodas eram fixas, era imposs\u00edvel      se deslocar por uma linha curva. <\/p>\n<p>Em 1823, em Londres, Roberto John Tyers patenteou o modelo &#8220;Rollito&#8221;.      No escrit\u00f3rio de patentes brit\u00e2nicas, o &#8220;Rolito&#8221; era descrito como      um &#8220;aparelho ser fixado aos sapatos, botas ou outro elemento que cubra      o p\u00e9 com o prop\u00f3sito da necessidade de locomo\u00e7\u00e3o ou lazer&#8221;.<\/p>\n<p>Este modelo foi feito com 5 rodas fixas em linha e era um sucesso que prontamente      atraiu a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. <\/p>\n<p>Surgiram muitos modelos patenteados, cada um mais sofisticado que outro modelo      anterior. <\/p>\n<p><strong>ALGUNS DO PRIMEIROS MODELOS DE PATINS<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina22.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"270\" height=\"92\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina23.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"171\" height=\"170\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><\/p>\n<p>Assim os patins come\u00e7aram a difundir-se mas tomou muito tempo para ser um      verdadeiro \u00eaxito. Na Alemanha foi aceito popularmente. <\/p>\n<p>Em 1840, em uma loja perto da cidade de Berlim, os clientes sedentos foram      atendidos por meninas sobre patim. Esta novidade atraiu a aten\u00e7\u00e3o de muitos,      sem mencionar a melhora do servi\u00e7o.<\/p>\n<p>Em 1857 foram abertas duas pistas de patina\u00e7\u00e3o em Convent Garden y Strand,      duas zonas muito importantes no centro da Londres.<\/p>\n<p>Mas recentemente em 1863, nos Estados Unidos, <strong>James Leonard Plimpton<\/strong>,      pensou em colocar sobre as rodas suspens\u00f5es baixas de borracha e assim era      poss\u00edvel manobrar o pat\u00edn descrevendo curvas. <\/p>\n<p>Estes patins tinham dois pares de rodas paralelas adiante e atr\u00e1s como os      que conhecemos hoje, e foram muito superiores a todos os inventados at\u00e9 aquele      momento.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina24.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"192\" height=\"194\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><strong><br \/>\n     James Leonard Plimpton<\/strong><\/p>\n<p>Pouco depois que os patins de Plimpton foram popularizados, as pistas de      patina\u00e7\u00e3o tornaram-se lugares de reuni\u00e3o. <\/p>\n<p>Na Inglaterra, a patina\u00e7\u00e3o sobre rodas foi um furor em muitos lugares tradicionais.<\/p>\n<p>Mas eram tantas pistas mal cuidadas e mantidas sem condi\u00e7\u00f5es, a primeira      onda de popularidade n\u00e3o durou muito tempo. <\/p>\n<p>Plimpton tamb\u00e9m fundou a primeira associa\u00e7\u00e3o de patina\u00e7\u00e3o em rodas nos EUA      e organizou a primeira companhia internacional de patina\u00e7\u00e3o sobre rodas. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m deu origem as primeiras competi\u00e7\u00f5es de habilidades (Medalha de Plimpton)      e desenvolveu um sistema de categorias de patina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina25.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"210\" height=\"121\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><strong><br \/>\n     Patin de ruedas de 1880 <\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"> \u00a0<\/p>\n<h4>Origens da Patina\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Os patins de rodas, segundo alguns relatos, foram vistos em algumas gravuras      curiosas em meados do s\u00e9culo XVIII, onde apareciam diversas pessoas patinando      com uma roda em cada p\u00e9. Estas rodas, de uns 25 cent\u00edmetros de di\u00e2metro, eram      acopladas ao cal\u00e7ado e formavam o primeiros e rudimentares patins. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina26.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"261\" height=\"257\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><\/p>\n<p>Estes patins, por\u00e9m, com estas rodas primitivas, parecidas com as rodas de      uma bicicleta (de tamanho reduzido), evolu\u00edram com o passar dos anos e surgiram      as rodas met\u00e1licas de tamanho menor. <\/p>\n<p>O holand\u00eas Hans Brinker, em 1733, foi o primeiro fabricante de rodas met\u00e1licas      e criou os patins sobre rodas, de apenas duas rodas em cada p\u00e9, ficando estas      rodas colocadas numa base met\u00e1lica que eram presas ao cal\u00e7ado com correias,      preparadas pelo industrial sapateiro belga Joseph Lundsen, permitindo aos      patinadores patinar sobre superf\u00edcie de madeira (que era utilizada nos rinques      da \u00e9poca). <\/p>\n<p>Posteriormente, houve outras tentativas de melhorar esta roda met\u00e1lica. Em      1760 o belga Joseph Merlin, um mec\u00e2nico e fabricante de instrumentos musicais,      idealizou uma roda met\u00e1lica dando origem ao modelo usado atualmente. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, este invento n\u00e3o obteve sucesso, pois a utiliza\u00e7\u00e3o de duas rodas,      uma em cada p\u00e9, tornava o equil\u00edbrio muito dif\u00edcil e o metal das rodas desgastava      rapidamente o piso dos rinques que era de madeira. <\/p>\n<p>Em 1813, o franc\u00eas Jean Garcin criou uma roda de madeira, que patentearia      dois anos depois com o nome de &#8220;cingar&#8221;, sendo este invento fundamental      para a populariza\u00e7\u00e3o dos patins. <\/p>\n<p>Em 1867, alguns industriais brit\u00e2nicos aperfei\u00e7oaram o invento de Jean Garcin      e expuseram na Feira Mundial de Paris um patim de quatro rodas (duas na frente,      duas atr\u00e1s), constituindo um enorme \u00eaxito. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina27.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"305\" height=\"109\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><\/p>\n<p>Algum tempo depois, este projeto (patins de quatro rodas) foi patenteado      em Nova York por James Leonard Plinpton, inclusive com o incremento de um      mecanismo de freio, com um tac\u00e3o de borracha na parte da frente,sendo, portanto,      criado o patim &#8220;moderno&#8221;, parecido com o existente nos dias atuais,      permitindo executar movimentos circulares. <\/p>\n<p>Em 1876, foi inaugurado em Paris o primeiro centro de patina\u00e7\u00e3o sobre rodas,      que se tornou o principal ponto de reuni\u00e3o da aristocracia parisiense da \u00e9poca.      A partir de ent\u00e3o, a patina\u00e7\u00e3o foi se estendendo por toda a Europa, com a      cria\u00e7\u00e3o de diversos rinques, principalmente em Berlim, Frankfurt e Londres.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, em n\u00edvel internacional n\u00e3o existia nenhuma entidade representativa      das modalidades, surgindo somente em abril de 1924, em Montreux &#8211; Su\u00ed\u00e7a, a      Federation Internacional de Patinaje a Roulettes &#8211; FIPR, fundada por Su\u00ed\u00e7a,      Fran\u00e7a, Alemanha e Gr\u00e3-Bretanha, sendo dado um importante passo para a organiza\u00e7\u00e3o      definitiva deste esporte. Esta Federa\u00e7\u00e3o internacional englobaria as tr\u00eas      especialidades (at\u00e9 ent\u00e3o) da patina\u00e7\u00e3o, ou seja, patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica, patina\u00e7\u00e3o      de velocidade ou corridas e H\u00f3quei. <\/p>\n<p>Em 2 de julho de 1952, a Federation Internacional de Patinaje a Roulettes      &#8211; FIPR mudou seu nome para Federation Internationale of Roller Skating &#8211; FIRS.    <\/p>\n<p>Em 1977, o Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional &#8211; COI, reconheceu oficialmente a      F\u00e9d\u00e9ration Internationale of Roller Skating &#8211; FIRS.<\/p>\n<h4>A Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica<\/h4>\n<p>A <strong>Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica<\/strong> sobre rodas teve suas origens na <strong>Patina\u00e7\u00e3o      no Gelo<\/strong>, atrav\u00e9s de movimentos executados com a finalidade de desenhar      figuras. <\/p>\n<p>Surgidos na Noruega como meio de locomo\u00e7\u00e3o, os patins (de gelo) mais antigos      datam de 1000 a.C., sendo feitos provavelmente de ossos maxilares de veados      presos aos p\u00e9s. <\/p>\n<p>No final da Idade M\u00e9dia, a tend\u00eancia natural de competitividade dos seres      humanos logo os incitou a realizarem disputas, patinando no gelo com elementos      que causavam menor atrito, como ossos, l\u00e2minas de madeira e posteriormente      l\u00e2minas de ferro que proporcionavam maior velocidade. <\/p>\n<p>A partir da\u00ed, iniciaram-se ent\u00e3o as competi\u00e7\u00f5es de criatividade, que consistiam      em desenhar figuras com as l\u00e2minas dos patins no gelo, associando-se \u00e0 capacidade      de realizar as figuras com leveza e gra\u00e7a, criando-se assim a Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica.    <\/p>\n<p>Em meados de 1870, James Leonard Plimpton patenteou um projeto de patins      de quatro rodas, com um &#8220;tac\u00e3o&#8221; de borracha na parte da frente.      Surgia o &#8220;patim moderno&#8221;, parecido com o existente nos dias atuais.      A novidade permitia executar movimentos circulares. <\/p>\n<p>Em 1876, com a inaugura\u00e7\u00e3o do primeiro centro de patina\u00e7\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o de      diversos rinques em Paris (Fran\u00e7a), a Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica passou a se expandir      por toda a Europa. <\/p>\n<p>Antes da Primeira Guerra Mundial (1914), a patina\u00e7\u00e3o vivia uma fase de muito      entusiasmo, chamada de &#8220;BELLE \u00c9POQUE&#8221;, \u00e9poca em que sua pr\u00e1tica      nos rinques e parques tornou-se ponto de encontro da elite. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, a Primeira Grande Guerra provocou o fechamento de muitos rinques em      diversos pa\u00edses. A patina\u00e7\u00e3o foi extinta. <\/p>\n<p>Aos poucos, com a guerra quase por terminar, os pa\u00edses onde se praticava      patina\u00e7\u00e3o, sentindo que sua juventude tinha necessidade de atividades esportivas,      come\u00e7aram a reativar suas atividades e a patina\u00e7\u00e3o ressurgiu de forma organizada      e seu desenvolvimento foi crescente. <\/p>\n<p>No Brasil (em S\u00e3o Paulo), no in\u00edcio de 1900, a Patina\u00e7\u00e3o era uma atividade      exclusivamente recreativa, trazida da Europa pelos filhos de fam\u00edlias ricas      que l\u00e1 conclu\u00edam seus estudos superiores. Tornou-se ent\u00e3o um modismo a pr\u00e1tica      da patina\u00e7\u00e3o em rinques e parques, que naquela \u00e9poca serviam de ponto de encontro      para a alta sociedade. <\/p>\n<p>Os rinques de patina\u00e7\u00e3o, de acordo com o modismo da \u00e9poca, passaram a promover      os chamados &#8220;concursos de patina\u00e7\u00e3o&#8221;, onde o patinador se apresentava      para o p\u00fablico presente, que ao t\u00e9rmino das apresenta\u00e7\u00f5es colocava seu voto      numa urna, levando-se em considera\u00e7\u00e3o a patina\u00e7\u00e3o, naturalidade, eleg\u00e2ncia      e perfei\u00e7\u00e3o do melhor patinador(a). <\/p>\n<p>Nessa fase inicial dos concursos, segundo alguns relatos, havia um patinador      brasileiro de nome Antoninho Marques, que tornou-se famoso por ganhar todos      os concursos em que participou. <\/p>\n<p>Em meados de 1916, surgiu nos rinques Jos\u00e9 Erotides Marcondes Machado. &#8220;Tidoca&#8221;,      como era conhecido, foi o primeiro brasileiro a participar de um concurso      de patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica no Exterior, mais precisamente, na Fran\u00e7a. <\/p>\n<p>Em 1920, &#8220;Tidoca&#8221; sagrou-se, de forma invicta, campe\u00e3o brasileiro      da modalidade ao vencer todos os concursos de que participou. <\/p>\n<p>Entre 1936 e 1943, a patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica passou por per\u00edodo de estagna\u00e7\u00e3o      no Brasil. S\u00f3 em 1944, com a inaugura\u00e7\u00e3o de alguns rinques de patina\u00e7\u00e3o, um      deles o Rinque Boa Vista, na Ladeira Porto Geral, que a modalidade voltou      a ser praticada com regularidade. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s sua inaugura\u00e7\u00e3o, em 20 de setembro de 1944, o Rinque Boa Vista tornou-se      palco de apresenta\u00e7\u00e3o dos principais patinadores nacionais. Entre eles, Tidoca      Marcondes Machado e Julieta Meira Braga, campe\u00f5es brasileiros na categoria      Cl\u00e1ssicos, Otavio Orlandi e sua neta Lourdes Alvarenga na categoria Ritmo,      Glauco Giannesi e Branca Banhos na categoria perfei\u00e7\u00e3o, Casimiro Valinhos,      chamado de grande saltador, na categoria Arrojo, Alvaro de Oliveira Desiderio      e Fanny Stefan na categoria Eleg\u00e2ncia, Rafael Bologna na categoria Classe,      e Antonio Requena Neto e Ligia Perissinoto, considerados a melhor dupla brasileira      da \u00e9poca na categoria Harmonia. <\/p>\n<p>Em 1947, foi realizado o I Campeonato Mundial de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica, promovido      pela FIRS (Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Roller Skating), na cidade de Washington      (EUA). O Brasil participou pela primeira vez de um Campeonato Mundial na Alemanha      somente em 1972. <\/p>\n<p>Enquanto continuavam os concursos em rinques, a patina\u00e7\u00e3o iniciou uma nova      fase, passando a ser praticada tamb\u00e9m em clubes. Aproveitando a vinda do espet\u00e1culo      sobre rodas Skating Vanities, na d\u00e9cada de 50, estes come\u00e7aram a organizar      shows. Esta fase perdurou at\u00e9 a d\u00e9cada de 70. A partir da\u00ed a <strong>Patina\u00e7\u00e3o      Art\u00edstica <\/strong>tornou-se competitiva e poucos shows continuaram a existir.    <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina28.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"220\" height=\"288\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><br \/>\n<strong>Skating Vanities &amp; Dancing Waters (1951) <\/strong><\/p>\n<p>Em 1955, o Comendador Hiada Torlay passou a fabricar patins de rodas no Brasil.    <\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1970, com seus pr\u00f3prios recursos, Torlay convidou t\u00e9cnicos e      patinadores do Chile, Argentina, Uruguai e Col\u00f4mbia, para darem cursos de      patina\u00e7\u00e3o. Iniciou-se a implanta\u00e7\u00e3o da patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica competitiva na      Am\u00e9rica do Sul. <\/p>\n<p>Em 1971, foi realizado o I Campeonato Sul-Americano de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica      no Gin\u00e1sio do Ibirapuera, com a participa\u00e7\u00e3o de Brasil, Uruguai, Argentina      e Col\u00f4mbia. A brasileira Cec\u00edlia D&#8217;Andrea sagrou-se a primeira campe\u00e3 sul-americana      da modalidade. Cec\u00edlia voltou a repetir o feito em 1973, tornando assim bicampe\u00e3      continental. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina29.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"161\" height=\"217\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><br \/>\n<strong>Cecilia Di Andrea e Mr. Wingaerden (Presidente da CIPA) <\/strong><\/p>\n<p>Em 1972, o Brasil participou pela primeira vez de um Campeonato Mundial de      Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica em Bremen (Alemanha). <\/p>\n<p>A convite do Comendador Hiada Torlay, Cec\u00edlia D&#8217;Andrea, que apenas pretendia      assistir ao campeonato, objetivando adquirir mais experi\u00eancia, efetivou sua      inscri\u00e7\u00e3o na categoria individual feminino e participou do XVII Campeonato      Mundial de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica. <\/p>\n<p>Nos dias 7 e 8 de maio de 1975 foi realizado o I Campeonato Brasileiro de      Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Clube Militar do Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, a Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de H\u00f3quei e Patina\u00e7\u00e3o tem realizado      regularmente campeonatos brasileiros e participado de todos os campeonatos      sul-americanos, pan-americanos e mundiais. <\/p>\n<h4>Termos da Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica<\/h4>\n<p>Os textos s\u00e3o apenas introdut\u00f3rios, para dar uma id\u00e9ia geral do assunto.    <\/p>\n<p><strong>1 \u0096 TRABALHO DE P\u00c9S (FOOTWORK)<\/strong><\/p>\n<p>O Trabalho de P\u00e9s consiste de seq\u00fc\u00eancias de movimentos que os patinadores      executam com os patins enquanto patinam. As seq\u00fc\u00eancias podem ser feitas em      linha reta, em c\u00edrculos ou em &#8216;S&#8217; (serpentina). Os movimentos podem ser trocas      de p\u00e9s, voltas com dois p\u00e9s e voltas em um p\u00e9.<\/p>\n<p><strong>2 &#8211; PIRUETAS (SPINS) <\/strong><\/p>\n<p>A pirueta \u00e9 o movimento que o patinador executa fazendo o seu corpo girar      em seu pr\u00f3prio eixo, sem se deslocar pela pista. Podem ser executadas sobre      um ou dois p\u00e9s, sendo as \u00faltimas mais comuns para iniciantes. Durante uma      pirueta, os p\u00e9s desenham c\u00edrculos bem pequenos sobre a pista. Os diversos      tipos de piruetas s\u00e3o diferenciados pela posi\u00e7\u00e3o do corpo, pelo p\u00e9 que \u00e9 utilizado      como apoio na pista e pela dire\u00e7\u00e3o do movimento dos p\u00e9s.<\/p>\n<p><strong>Quanto \u00e0 posi\u00e7\u00e3o do corpo, as mais conhecidas s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>UPRIGHT &#8211;<\/strong> a pirueta esticada ou em p\u00e9, quando o patinador        gira em p\u00e9; <strong><br \/>\n       SIT SPIN &#8211; <\/strong>quando o patinador &#8220;senta&#8221; sobre o p\u00e9 de apoio        deixando a outra perna esticada \u00e0 frente; <strong><br \/>\n       CAMMEL &#8211;<\/strong> quando ele forma uma linha horizontal com o seu corpo        e a perna livre.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Quanto ao movimento dos p\u00e9s, as piruetas podem ser: <\/strong>de costas      ou de frente, conforme o p\u00e9 de apoio se mova para frente ou para tr\u00e1s durante      o desenho do c\u00edrculo; e internas ou externas, conforme o movimento seja feito      em dire\u00e7\u00e3o ao lado de dentro ou de fora do p\u00e9 de apoio.<\/p>\n<p><strong>3 &#8211; SALTOS <\/strong><\/p>\n<p>Estes s\u00e3o os movimentos mais emocionantes e vistosos da patina\u00e7\u00e3o e, por      isso mesmo, os preferidos do p\u00fablico. Um patinador realiza um salto quando      ele deixa o solo, se deslocando horizontalmente e realizando um giro sobre      o seu eixo. Os saltos s\u00e3o diferenciados pelas posi\u00e7\u00f5es dos p\u00e9s no in\u00edcio e      no final da execu\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>A posi\u00e7\u00e3o dos p\u00e9s \u00e9 definida por tr\u00eas caracter\u00edsticas:<\/strong> dire\u00e7\u00e3o      (frente ou tr\u00e1s), tipo de curva (interna ou externa) e o pr\u00f3prio p\u00e9 (direito      ou esquerdo). Outra caracter\u00edstica importante dos saltos \u00e9 o n\u00famero de voltas,      podendo ter de meia a at\u00e9 quatro voltas, que \u00e9 o m\u00e1ximo conseguido hoje em      dia.<\/p>\n<p>4 &#8211; LEVANTAMENTOS <\/p>\n<p>Os levantamentos s\u00e3o movimentos executados pelas duplas, onde o homem levanta      a mulher acima de sua cabe\u00e7a. S\u00e3o tamb\u00e9m movimentos muito populares.<\/p>\n<p><strong>5 \u0096 FIGURAS (FIGURES) <\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma modalidade que vem da pr\u00f3pria origem da patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica, quando      se faziam desenhos no gelo com os patins. Ela consiste na realiza\u00e7\u00e3o de uma      s\u00e9rie de exerc\u00edcios que s\u00e3o feitos sobre c\u00edrculos desenhados na superf\u00edcie      em que se patina. Na pr\u00e1tica, cada patinador pode criar e executar movimentos      pr\u00f3prios, mas existe um conjunto destes exerc\u00edcios que est\u00e1 catalogado e \u00e9      aceito mundialmente, sendo utilizado em todas as competi\u00e7\u00f5es oficiais.<\/p>\n<p>Os exerc\u00edcios s\u00e3o os mesmos tanto na patina\u00e7\u00e3o sobre rodas, quanto na patina\u00e7\u00e3o      no gelo. A diferen\u00e7a \u00e9 que sobre rodas os c\u00edrculos j\u00e1 est\u00e3o pintados sobre      o piso e o patinador se guia por seu desenho para realizar os exerc\u00edcios.      J\u00e1 no gelo os patinadores iniciam os exerc\u00edcios sem nenhuma marca no gelo      e devem desenhar os c\u00edrculos conforme a execu\u00e7\u00e3o dos movimentos.<\/p>\n<p><strong>6 \u0096 SOLO (SINGLES) <\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 a modalidade em que os patinadores patinam sozinhos para apresentar      suas rotinas. As apresenta\u00e7\u00f5es s\u00e3o sempre acompanhadas de m\u00fasicas e combinam      a dan\u00e7a com os elementos t\u00e9cnicos da patina\u00e7\u00e3o. Aqui, os patinadores s\u00e3o avaliados      com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o art\u00edstica e com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 t\u00e9cnica apresentada.<\/p>\n<p> Esta \u00faltima \u00e9 composta de saltos, piruetas e trabalhos de p\u00e9s.<\/p>\n<p><strong>7 \u0096 DUPLAS (PAIRS) <\/strong><\/p>\n<p>A modalidade se divide em Dupla de Dan\u00e7a e Dupla Livre e o conte\u00fado de suas      apresenta\u00e7\u00f5es \u00e9 semelhante \u00e0s de Solo Dance e Livre Individual respectivamente.<\/p>\n<p>Aqui os patinadores se apresentam em duplas formadas por um homem e uma mulher.      Existem ainda os levantamentos, as piruetas em dupla, onde o casal gira junto,      e os saltos jogados, onde o homem lan\u00e7a a mulher para a execu\u00e7\u00e3o do salto.<\/p>\n<p><strong>8 &#8211; DAN\u00c7A (DANCING) <\/strong><\/p>\n<p>Seguindo a evolu\u00e7\u00e3o do esporte surgiu a dan\u00e7a. Nesta modalidade o patinador      deve mostrar express\u00e3o corporal e gra\u00e7a aliados a ritmos musicais al\u00e9m, \u00e9      claro, do dom\u00ednio dos patins. Nesta modalidade n\u00e3o s\u00e3o permitidos saltos ou      corrupios.<\/p>\n<p>No Solo Dance propriamente dito, o atleta deve executar um diagrama pr\u00e9-definido      para o ritmo musical regulamentado. J\u00e1 na sua varia\u00e7\u00e3o, o Solo Dance Criativo,      o atleta deve usar a sua criatividade para montar um diagrama original para      o ritmo musical exigido para a competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Aqui os patinadores tamb\u00e9m patinam em duplas. Por\u00e9m nesta modalidade o elemento      principal \u00e9 a dan\u00e7a. N\u00e3o s\u00e3o permitidos saltos, piruetas ou levantamentos      acima da cabe\u00e7a. \u00c9 a modalidade mais &#8220;art\u00edstica&#8221; da patina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>9 &#8211; PRECIS\u00c3O (PRECISION) <\/strong><\/p>\n<p>Nesta modalidade os patinadores patinam em grupos com 8 a 24 participantes.      Aqui s\u00e3o apresentadas coreografias semelhantes \u00e0s apresentadas por grupos      como o Holiday On Ice ou o Ice Capades.<\/p>\n<h4>Corrupios da Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edsticas<\/h4>\n<p><strong>CONTROLE SOBRE OS EIXOS<\/strong><\/p>\n<p>Ter controle sobre os eixos \u00e9 uma das premissas b\u00e1sicas da patina\u00e7\u00e3o. Tudo      o que se faz em patina\u00e7\u00e3o depende deles. Na patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica esta utiliza\u00e7\u00e3o      de eixos \u00e9 mais evidente, tudo \u00e9 subordinado a eles, os saltos, currupios,      dan\u00e7as, enfeites&#8230; Existe inclusive uma modalidade na patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica      dedicada aos eixos chamada Escola (ou Figuras Obrigat\u00f3ria), todos os grandes      patinadores s\u00e3o obrigados a aprend\u00ea-la e a pratic\u00e1-la.<\/p>\n<p><strong>Na patina\u00e7\u00e3o, tanto no gelo quanto de rodinhas, existem quatro eixos      diferentes: <\/strong>o externo de frente, o externo de costas, o interno de      frente e o interno de costas. <\/p>\n<p>O externo de frente e o interno de costas s\u00e3o feitos com a perna esquerda,      o externo de costas e o interno de frente s\u00e3o feitos com a direita. A diferen\u00e7a      entre o eixo interno e o externo \u00e9 que no eixo externo o patinador roda for\u00e7ando      as rodinhas (eixo) do lado de fora do patins (do lado do dedinho do p\u00e9). Entrando      neste eixo, o patinador faz uma esp\u00e9cie de bola, quanto menor a bola, mais      r\u00e1pido gira o currupio. No interno o patinador roda for\u00e7ando as rodinhas do      lado de dentro do patins (do lado do ded\u00e3o do p\u00e9), para pegar este eixo e      formar a bolinha, ele for\u00e7a o ded\u00e3o e o calcanhar.<\/p>\n<p>Na tabela abaixo \u00e9 poss\u00edvel observar os eixos em que cada currupio \u00e9 mais      comum. Os currupios s\u00e3o divididos em camels, sitspins e currupios de um p\u00e9.      Nos currupios de um p\u00e9 como o nome j\u00e1 diz, o patinador roda em p\u00e9, a posi\u00e7\u00e3o      de seu corpo depende do eixo em que o patins roda. No sitspin, o patinador      roda praticamente sentado do ch\u00e3o, a posi\u00e7\u00e3o de seu corpo tamb\u00e9m depende do      eixo do currupio. No camel, o patinador roda em posi\u00e7\u00e3o de avi\u00e3o.<\/p>\n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" width=\"432\" bgcolor=\"#000000\" height=\"236\">\n<tr bordercolor=\"#FFFFCC\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td>\n<p align=\"center\"><strong>Interno de Costas<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"center\"><strong>Interno de Frente<\/strong>\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"center\"><strong>Externo de Costas<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td>\n<p align=\"center\"><strong>Externo de Frente<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td>Currupio de um p\u00e9\u00a0\u00a0            <\/p>\n<p>Sitspin\u00a0\u00a0 <br \/>\n           Camel\u00a0\u00a0 <br \/>\n           Broken Ancle<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<td>Currupio de um p\u00e9            <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<td>Currupio de um p\u00e9\u00a0            <\/p>\n<p>Sitspin\u00a0\u00a0 <br \/>\n           Camel\u00a0\u00a0 <br \/>\n           Lay Over <br \/>\n           Invertido<br \/>\n           Heel Camel<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<td>Currupio de um p\u00e9\u00a0\u00a0 <br \/>\n         Sitspin\u00a0\u00a0 <br \/>\n         Camel\u00a0\u00a0 <br \/>\n         Heel Camel         <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>O Broken Ankle \u00e9 um Camel que s\u00f3 se ultiliza das duas rodas do meio do patins,      dando uma sensa\u00e7\u00e3o para quem v\u00ea de que o patinador est\u00e1 com o tornoseiro quebrado.      O Broken mais comum \u00e9 o interno de costas.<\/p>\n<p>O Lay Over \u00e9 um camel em que os ombros e quadris do patinador em vez de ficarem      paralelos ao ch\u00e3o ficam virados transversalmente. O Lay over \u00e9 uma esp\u00e9cie      de currupio intermedi\u00e1rio entre o camel e o invertido.<\/p>\n<p>O Invertido \u00e9 um camel ao contr\u00e1rio. O patinador come\u00e7a fazendo um camel      (externo de costas) e inverte, ou seja, o t\u00f3rax e quadris do patinador que      estavam virados para baixo de frente para o ch\u00e3o viram para cima ficando voltados      para o ar.<\/p>\n<p>O Heel Camel \u00e9 um currupio que s\u00f3 se ultiliza das duas rodas de tr\u00e1s do patins,      sendo assim \u00e9 um currupio que n\u00e3o est\u00e1 centrado no eixo real do patins, mas      mesmo assim roda em dire\u00e7\u00e3o a um eixo.<\/p>\n<p><strong>Currupio Interno de Costas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina30.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"300\" height=\"206\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><\/p>\n<p><strong>Sitspin Interno de Costas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina31.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"135\" height=\"169\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><\/p>\n<p><strong>Camel Interno de Costas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/patina32.jpg\" alt=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" width=\"189\" height=\"161\" title=\"Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica\" \/><\/p>\n<h4>Saltos de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Axel: <\/strong>O Axel \u00e9 o salto simples mais dif\u00edcil, ele tem rota\u00e7\u00e3o        de uma volta e meia (\u00e9 quase um duplo). <strong><br \/>\n       As principais diferen\u00e7as do Axel para o Double Mapes e o Double Salchow        s\u00e3o duas<\/strong>: o Axel n\u00e3o usa o breque e o atleta salta de frente.<\/p>\n<p><strong>Double Mapes: <\/strong>O Double Mapes exemplificado acima \u00e9 o fechado.        Neste salto o atleta vem de costas, bate o breque esquerdo no ch\u00e3o, roda        duas voltas no ar, e cai na posi\u00e7\u00e3o de finaliza\u00e7\u00e3o. Quase todos os saltos        e currupios terminam em uma mesma posi\u00e7\u00e3o, esta pode ser vista nas gravuras.        O Toe Walley \u00e9 praticamente igual ao Mapes, a \u00fanica diferen\u00e7a \u00e9 que antes        do atleta pular ele vem no eixo externo do p\u00e9 direito (no Mapes o eixo do        p\u00e9 \u00e9 interno).<\/p>\n<p><strong>Double Salchow: <\/strong>O Double Salchow \u00e9 diferente do Double        Mapes porque a perna direita vem em volta da esquerda para dar for\u00e7a na        rota\u00e7\u00e3o do salto, o patinador usa o breque esquerdo para dar impulso para        o salto. <\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Gloss\u00e1rio de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica<\/h4>\n<p><strong>B<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Base &#8211;<\/strong> Parte dos patins na qual a roda fica acoplada.      <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>C<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Camel <\/strong>&#8211; Pirueta na qual o patinador forma uma linha horizontal        com o seu corpo e a perna livre.<strong><br \/>\n       Currupio &#8211; <\/strong>Pirueta na qual o patinador forma uma linha horizontal        com o seu corpo e a perna livre.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>F<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Figura &#8211;<\/strong> Desenho ou movimento realizado pelo patinador.<strong><br \/>\n       Footwork &#8211;<\/strong> Seq\u00fc\u00eancia de movimentos na qual os patinadores os realizam        enquanto patinam.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>H<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Heel Camel &#8211;<\/strong> Pirueta realizada com as duas rodas traseiras        dos patins.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>I<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Invertido <\/strong>&#8211; Camel ao contr\u00e1rio.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>P<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Pirueta &#8211;<\/strong> Movimento no qual o patinador gira em seu pr\u00f3prio        eixo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>S<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Salto &#8211;<\/strong> Um patinador realiza um salto quando ele deixa        o solo, deslocando-se horizontalmente e realizando um ou mais giros sobre        o seu eixo.<strong><br \/>\n       Serpentina<\/strong> &#8211; Seq\u00fc\u00eancia de p\u00e9s realizada em \u0093S\u0094.<strong><br \/>\n       Sit Spin- <\/strong>Pirueta realizada quando o patinador se abaixa, sentado        sobre o p\u00e9 de apoio e girando com uma perna \u00e0 frente.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>T<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Trabalho de p\u00e9s<\/strong> &#8211; Seq\u00fc\u00eancia de movimentos realizados pelo        atleta, enquanto este patina.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>U<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Upright &#8211;<\/strong> Pirueta esticada ou em p\u00e9. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte:  br.esportes.yahoo.com\/www.jussara.org\/www.cbhp.com.br\/www.fortunecity.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica, Gelo, Equipamento, Hist\u00f3ria, Patins, Brasil, Saltos, Modalidade, Dan\u00e7a, Esporte, Movimentos, Origem, Patina\u00e7\u00e3o 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