{"id":62010,"date":"2016-07-13T14:35:59","date_gmt":"2016-07-13T14:35:59","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=62010"},"modified":"2016-07-13T16:55:45","modified_gmt":"2016-07-13T16:55:45","slug":"windsurf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/esportes\/windsurf","title":{"rendered":"Windsurf"},"content":{"rendered":"<p>Os inventores do <strong>Windsurf<\/strong> foram o casal Newman e Naomi Darby.    <\/p>\n<p>Na \u00e9poca ainda namorados, Newman velejador de barco e Naomi cano\u00edsta, residentes      na Fl\u00f3rida, em 1963 desenvolveram o primeiro prot\u00f3tipo de <strong>windsurf,<\/strong>      incentivados por um desejo de Naomi em possuir uma vela em sua canoa para      se locomover mais r\u00e1pido.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/windsu1.jpg\" alt=\"Windsurf\" width=\"417\" height=\"315\" title=\"Windsurf\" \/><strong><br \/>\n     Windsurf<\/strong><\/p>\n<p>No entanto, o casal, mesmo diante de um invento que futuramente iria revolucionar      o esporte a vela, n\u00e3o foi feliz na receptividade da sua cria\u00e7\u00e3o. Mesmo com      um bom investimento em marketing, por\u00e9m mal direcionado e a montagem de uma      f\u00e1brica, a burocracia e os custos com advogados, fizeram com que eles desistissem      mesmo antes de conseguirem patentear o invento. <\/p>\n<p>No final da hist\u00f3ria, quem levou todo o m\u00e9rito foram, Jim, engenheiro aeroespacial      e o velejador Hoyle, empres\u00e1rio e surfista.<\/p>\n<p>Baseados num conceito um pouco diferente do invento dos Darbys e com mais      recursos financeiros, no final de 1968, Schweitzer requereu a patente do novo      equipamento esportivo chamado Windsurf a qual conseguiu ap\u00f3s 13 anos de justi\u00e7a.    <\/p>\n<p>No in\u00edcio, um dos problemas para concretizar a id\u00e9ia, estava em como conciliar      o movimento da vela com a dire\u00e7\u00e3o da prancha. At\u00e9 que perceberam que qualquer      barco poderia ser controlado sem o uso do leme, somente com a a\u00e7\u00e3o da vela      e que uma prancha de surf pode ser direcionada apenas com a a\u00e7\u00e3o do movimento      do corpo.<\/p>\n<p>Com esses conceitos na mente, Drake ficou respons\u00e1vel pelo desenvolvimento      da vela e Schweitzer pelo shape e tamanho da prancha. A primeira prancha de      Schweitzer, chamada de SK-8s, foi feita em fiberglass. <\/p>\n<p>No entanto esse tipo de material foi considerado muito caro na \u00e9poca. \u00c0 procura      de outras alternativas, Schweitzer descobriu um polyetileno da Dupont, utilizado      na constru\u00e7\u00e3o do Frisbee (aquele disquinho voador esportivo), que se mostrou      ideal para a constru\u00e7\u00e3o de sua prancha de Windsurf.<\/p>\n<p>O departamento de publicidade da Dupont se encarregou de divulgar o novo      equipamento pelo mundo. Logo foram criadas as primeiras escolas na Alemanha,      entre elas a International Windsurfer Schll, que utilizava um simulador na      terra, onde os alunos praticavam o esporte a seco. <\/p>\n<p>O primeiro grande resultado positivo aconteceu no in\u00edcio da d\u00e9cada de 70,      quando a Tencate, empresa do setor T\u00eaxtil, comprou a licen\u00e7a para fabricar      o Windsurf na Holanda. A empresa holandesa aliada a I.W.S.,transformou o novo      esporte num grande sucesso. Entre 1973 e 1978 foram comercializadas cerca      de 150.000 unidades, o que fez com que v\u00e1rias empresas viessem a produzir      o Windsurf em todo o mundo. Numa reuni\u00e3o realizada em Moscou, o Comit\u00ea Ol\u00edmpico      Internacional aceitou o Windsurf para participar das Olimp\u00edadas de 1984, quando      foi definitivamente aceito como esporte ol\u00edmpico. <\/p>\n<p>Klaus Peters-SP, Marcelo Aflalo-SP e Leonardo Klabin- RJ, foram os pioneiros      do windsurf no Brasil. <\/p>\n<p>O paulista Fernado Germano foi quem realmente trouxe a primeira prancha de      windsurf para o Brasil. A rede Globo, com a novela \u00c1gua Viva, foi a respons\u00e1vel      pela febre do Windsurf no Brasil nos anos 70. <\/p>\n<p>A moderniza\u00e7\u00e3o dos equipamentos, principalmente ap\u00f3s 1988 e o desenvolvimento      paralelo tecnol\u00f3gico, criaram uma nova modalidade chamada Funboard. A Funboard      se popularizou muito mais rapidamente que o Windsurf tradicional, praticado      nas Olimp\u00edadas, pois os equipamentos s\u00e3o muito mais \u00e1geis, velozes, leves      e coloridos, o que possibilita uma criatividade muito grande e a inven\u00e7\u00e3o      constante de novas manobras.<\/p>\n<p>A classe funboard \u00e9 subdividida em race e wave, e \u00e9 justamente esta, a segunda,      que impressiona e atrai um grande contingente de novos adeptos ao mundo do      Windsurf.<\/p>\n<p>O primeiro grande \u00eddolo do esporte internacional foi o americano Roby Naish      penta campe\u00e3o mundial e figura muito carism\u00e1tica que \u00e9 considerado o embaixador      do Windsurf. Deixando de lado a extenuante competi\u00e7\u00e3o anos a fio ganhando      in\u00fameros campeonatos mundiais, retirou-se das competi\u00e7\u00f5es para praticar o      windsurf apenas por divers\u00e3o.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Um pouco de surf, um pouco de vela. <\/p>\n<p>Esse \u00e9 o <strong>windsurf,<\/strong> um esporte ol\u00edmpico que pode ser praticado      em qualquer lugar e que por essa facilidade vem atraindo um grande n\u00famero      de novos praticantes. <\/p>\n<p>O esporte tem grande aceita\u00e7\u00e3o por ser uma alternativa tanto para surfistas,      que em dias de ondas fracas podem surfar, tanto para os velejadores, que em      dias de ventos fracos podem praticar um esporte mais radical. <\/p>\n<p>Hoje em dia o esporte tem grande espa\u00e7o na m\u00eddia, devido a sua beleza e plasticidade.      Toda essa divulga\u00e7\u00e3o s\u00f3 facilita o crescimento da modalidade. As competi\u00e7\u00f5es      possuem v\u00e1rias modalidades de windsurf, desde as mais radicais, como o Freestyle      e Wave, at\u00e9 as mais tradicionais como a Classe ol\u00edmpica e Slalom.<\/p>\n<p>O <strong>windsurf<\/strong> por ser um esporte radical requer cuidado. A      responsabilidade \u00e9 antes de tudo o maior item de seguran\u00e7a. Respeite sempre      seus limites e os da natureza. A utiliza\u00e7\u00e3o correta dos equipamentos de seguran\u00e7a      diminui em muito o risco de acidentes. <\/p>\n<p>Para iniciar a pr\u00e1tica do esporte a idade mais comum \u00e9 entre 8 e 9 anos.      A partir da\u00ed, o atleta j\u00e1 possui um peso suficiente para controlar a vela.      Outro ponto importante para quem pretende iniciar no esporte \u00e9 procurar um      instrutor ou escola especializada, pois al\u00e9m de tirar todas as d\u00favidas auxiliam      o praticante na hora da pr\u00e1tica. Para quem j\u00e1 tem uma no\u00e7\u00e3o do surf ou da      vela fica mais f\u00e1cil \u00e0 inicia\u00e7\u00e3o, pois no windsurf as no\u00e7\u00f5es s\u00e3o basicamente      a mistura desses dois esportes.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/windsu2.jpg\" alt=\"Windsurf\" width=\"429\" height=\"332\" title=\"Windsurf\" \/><strong><br \/>\n     Windsurf<\/strong><\/p>\n<h4>Equipamentos<\/h4>\n<p>O conjunto dos materiais para a pr\u00e1tica do <strong>windsurf<\/strong> \u00e9 chamado      de rig. A evolu\u00e7\u00e3o do esporte nas \u00faltimas d\u00e9cadas proporcionou grandes mudan\u00e7as      nos tipos de materiais utilizados e o rendimento do equipamento cada vez \u00e9      maior. <\/p>\n<p>A qualidade dos equipamentos \u00e9 fundamental. Um bom equipamento al\u00e9m de propiciar      ao atleta uma melhor efici\u00eancia no esporte, ainda evita les\u00f5es e outros problemas      como a deteriora\u00e7\u00e3o r\u00e1pida do equipamento. <\/p>\n<p>A vela funciona como um motor. \u00c9 ela que tem a fun\u00e7\u00e3o de captar o vento e      mover a prancha. Para a prote\u00e7\u00e3o da vela o rig conta com uma retranca. \u00c9 ela      quem mant\u00e9m o formato da vela e d\u00e1 a dire\u00e7\u00e3o para a prancha. O mastro tamb\u00e9m      tem a fun\u00e7\u00e3o de manter o formato da vela. <\/p>\n<p>E a extens\u00e3o que \u00e9 utilizada para estender o mastro para a medida certa.      Al\u00e9m disso o velejador deve contar com capacete, colete ou flutuador, roupa      de neoprene para os dias mais frios, leash, capas de prote\u00e7\u00e3o e transporte      do equipamento, cabo de puxar vela (pux\u00e3o), luva, gancho e trap\u00e9zio de cintura.<\/p>\n<h4>Manobras do Windsurf<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Aerial Jibe &#8211;<\/strong> o velejador salta sem soltar os p\u00e9s das        al\u00e7as, gira a prancha em 180\u00ba e vira a vela no ar. <strong><br \/>\n       Back Loop &#8211;<\/strong> o atleta d\u00e1 um loop para tr\u00e1s. <strong><br \/>\n       Body Drag &#8211; <\/strong>o velejador tira os p\u00e9s da prancha e arrasta-os na        \u00e1gua, retornando \u00e0 posi\u00e7\u00e3o inicial. <strong><br \/>\n       Jump Jibe &#8211;<\/strong> quando a troca da dire\u00e7\u00e3o da prancha \u00e9 feita no ar.        <strong><br \/>\n       Loop &#8211;<\/strong> uma volta completa com a vela no ar. <strong><br \/>\n       Push Loop &#8211;<\/strong> um Back Loop contra o vento. <strong><br \/>\n       Table Top &#8211; <\/strong>o velejador d\u00e1 um salto e deixa a prancha horizontal        ao mar.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Dicas<\/h4>\n<blockquote>\n<p>Como o custo do material \u00e9 relativamente alto para os padr\u00f5es nacionais,        experimente o windsurf antes de investir o dinheiro em material. <br \/>\n       A seguran\u00e7a \u00e9 fundamental e deve ser seguida sempre. Por se tratar de um        esporte radical os perigos est\u00e3o presentes. N\u00e3o d\u00ea chance ao azar. <br \/>\n       Procure sempre um instrutor ou escola especializada para come\u00e7ar o esporte,        pois s\u00f3 desse modo todas as suas d\u00favidas ser\u00e3o sanadas. <br \/>\n       Respeite sempre a natureza. Nunca subestime os ventos nem o mar. Quando        n\u00e3o tiver seguran\u00e7a para praticar o windsurf, n\u00e3o pratique.<br \/>\n       Quando come\u00e7amos a velejar de Windsurf achamos que planar \u00e9 dif\u00edcil mas,        \u00e9 exatamente o contr\u00e1rio do que pensamos. Os equipamentos do Windsurf moderno        s\u00e3o constru\u00eddos para o planeio e a cada ano est\u00e3o ficando mais eficientes        para isto. <br \/>\n       Planar \u00e9 apenas um pequeno passo do velejo em ventos fracos, a \u00fanica diferen\u00e7a        \u00e9 a velocidade que estamos, realmente no in\u00edcio voc\u00ea poder\u00e1 sentir um frio        na barriga. <\/p>\n<p><strong>Para iniciar o planeio \u00e9 necess\u00e1rio basicamente de<\/strong>: <\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1.<\/strong> Vento de acordo com o equipamento, <strong><br \/>\n         2.<\/strong> Dominar o velejo em ventos fracos (posi\u00e7\u00e3o de velejo). A postura          de velejo \u00e9 important\u00edssima para iniciar o planeio, quanto mais estendido          estiverem as costas, bra\u00e7os e pernas mais eficiente ser\u00e1 a for\u00e7a aplicada          \u00e0 vela e sua distribui\u00e7\u00e3o para que impulsione o equipamento para frente.        <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Nunca veleje sozinho no mar. Use sempre colete de baixa flutua\u00e7\u00e3o. Lembre-se        que a prancha \u00e9 seu melhor salva-vidas. Nunca se separe dela dentro d&#8217;\u00e1gua.<br \/>\n       Sem prefer\u00eancia, manobre com anteced\u00eancia e com defini\u00e7\u00e3o. <br \/>\n       Mesmo com prefer\u00eancia, evite sempre acidentes.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte:  360graus.terra.com.br\/Associa\u00e7\u00e3o Brasielira de Windsurf<\/p>\n<h6>Windsurf<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Hist\u00f3ria do Windsurf<\/h4>\n<p>A origem do <strong>windsurf <\/strong>est\u00e1 diretamente ligada ao casal Newman      e Naomy Darby. A id\u00e9ia de criar o primeiro modelo do que depois viria a ser      chamado de windsurf foi desenvolvida por eles. <\/p>\n<p>A remadora Naomy foi a primeira pessoa a ser fotografada com uma prancha      de windsurf.Por\u00e9m n\u00e3o foi nessa \u00e9poca que o esporte se tornou popular.<\/p>\n<p>Devido aos altos custos para a fabrica\u00e7\u00e3o das pranchas, foram suficientes      para que o casal abandonasse a id\u00e9ia.<\/p>\n<p>Os amigos Hoyle Schweitzer e Jim Drake, quatro anos mais tarde resolveram      unir as caracter\u00edsticas do surf com o velejo e possibilitar o surf em lagos      ou em praias sem ondas. Os dois desenvolveram conceitos que s\u00e3o aplicados      at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Em 1968 eles patentearam este equipamento chamado de windsurf. A partir da\u00ed      o esporte come\u00e7ou o seu desenvolvimento.<\/p>\n<p>Em 1973 foi produzida a primeira prancha em s\u00e9rie. Depois disso, o sucesso      foi t\u00e3o grande que em 1984 o esporte j\u00e1 estava participando dos Jogos Ol\u00edmpicos.Hoje      em dia as competi\u00e7\u00f5es s\u00e3o organizadas pela PWA Professional Windsurf Association,      que determina todas as regulamenta\u00e7\u00f5es do esporte.<\/p>\n<h4>O Windsurf<\/h4>\n<p>Um pouco de surf , um pouco de vela. Esse \u00e9 o windsurf, um esporte ol\u00edmpico      que pode ser praticado em qualquer lugar e que por essa facilidade vem atraindo      um grande n\u00famero de novos praticantes.<\/p>\n<p>Apesar do pouco tempo desde sua cria\u00e7\u00e3o, aproximadamente 25 anos, o esporte      tem grande aceita\u00e7\u00e3o por ser uma alternativa tanto para surfistas, que em      dias de ondas fracas podem surfar, tanto para os velejadores, que em dias      de ventos fracos podem praticar um esporte mais radical.<\/p>\n<p>Hoje em dia o esporte tem grande espa\u00e7o na m\u00eddia, devido a sua beleza e plasticidade.      Toda essa divulga\u00e7\u00e3o s\u00f3 facilita o crescimento da modalidade.<\/p>\n<p>As competi\u00e7\u00f5es possuem v\u00e1rias modalidades de windsurf, desde as mais radicais,      como o Freestyle e Wave, at\u00e9 as mais tradicionais como a Classe ol\u00edmpica e      Slalom. <\/p>\n<h4>Dicas e curiosidades<\/h4>\n<p>Como o custo do material \u00e9 relativamente alto para os padr\u00f5es nacionais,      experimente o windsurf antes de investir o dinheiro em material.A seguran\u00e7a      \u00e9 fundamental e deve ser seguida sempre. Por se tratar de um esporte radical      os perigos est\u00e3o presentes. N\u00e3o d\u00ea chance ao azar.<\/p>\n<p>Procure sempre um instrutor ou escola especializada para come\u00e7ar o esporte,      pois s\u00f3 desse modo todas as suas d\u00favidas ser\u00e3o sanadas.Respeite sempre a natureza.<\/p>\n<p>Nunca subestime os ventos nem o mar. Quando n\u00e3o tiver seguran\u00e7a para praticar      o windsurf, n\u00e3o pratique.<\/p>\n<h4>Equipamentos do Windsurf<\/h4>\n<p>O conjunto dos materiais para a pr\u00e1tica do windsurf \u00e9 chamado de rig. A evolu\u00e7\u00e3o      do esporte nas \u00faltimas d\u00e9cadas proporcionou grandes mudan\u00e7as nos tipos de      materiais utilizados e o rendimento do equipamento cada vez \u00e9 maior. A qualidade      dos equipamentos \u00e9 fundamental. <\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>\u0093Um bom equipamento al\u00e9m de propiciar ao atleta uma melhor        efici\u00eancia no esporte, ainda evita les\u00f5es e outros problemas como a deteriora\u00e7\u00e3o        r\u00e1pida do equipamento\u0094.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A vela funciona como um motor. \u00c9 ela que tem a fun\u00e7\u00e3o de captar o vento e      mover a prancha. Para a prote\u00e7\u00e3o da vela o rig conta com uma retranca. \u00c9 ela      quem mant\u00e9m o formato da vela e d\u00e1 a dire\u00e7\u00e3o para a prancha. O mastro tamb\u00e9m      tem a fun\u00e7\u00e3o de manter o formato da vela. E a extens\u00e3o que \u00e9 utilizada para      estender o mastro para a medida certa.<\/p>\n<h4>Origem<\/h4>\n<p>O <strong>Windsurf <\/strong>(ou <strong>Windsurfe<\/strong>, como algumas      pessoas chamam) foi criado por James Drake, engenheiro da NASA, em 1969. O      desporto, no entanto, s\u00f3 se popularizou em 1980. Tamb\u00e9m h\u00e1 pessoas que acreditam      que o windsurf foi criado pelo casal Newman e Naomi Darby, na Fl\u00f3rida (EUA).    <\/p>\n<p>Em 1963, desenvolveram o primeiro prot\u00f3tipo de windsurf, mas n\u00e3o foram muito      felizes em sua cria\u00e7\u00e3o por problemas burocr\u00e1ticos. Anos depois, um engenheiro      e um empres\u00e1rio ganharam o m\u00e9rito do invento, pois seguiram conceitos de produ\u00e7\u00e3o      diferentes do casal Darby.<\/p>\n<h4>Equipamento<\/h4>\n<p>O ring (conjunto de equipamentos) \u00e9 composto por vela, retranca (mant\u00e9m o      formato da vela e direciona a prancha), mastro e extens\u00e3o (utilizada para      estender o mastro para a medida correta da vela). Existem v\u00e1rios tipos de      velas \u0096 das mais simples \u00e0s mais sofisticadas.<\/p>\n<h4>Manobras<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Batida:<\/strong> Ser jogado de volta a base da onda por sua crista,        favorecendo a execu\u00e7\u00e3o de novas manobras. <strong><br \/>\n       Batida 360: <\/strong>O velejador faz a prancha se desgarrar da onda, girar        360\u00ba no ar e voltar no mesmo sentido em que seguia. <strong><br \/>\n       Front Looping ou Back Looping:<\/strong> Ir de encontro a parede da onda        com velocidade, projetar no ar a prancha para e dar um giro de 360\u00ba para        frente ou para tr\u00e1s. <strong><br \/>\n       Aero jibe: <\/strong>Projetar a prancha para cima e, aproveitando a for\u00e7a        do vento, vir\u00e1-la para o lado oposto. <strong><br \/>\n       Laydown jibe: <\/strong>Completar uma curva de 180 graus com a vela paralela        a \u00e1gua para neutralizar a for\u00e7a do vento. <strong><br \/>\n       Jump jibe:<\/strong> Ir quase perpendicular ao vento, dar um pequeno salto        (usando uma onda ou marola), girando a prancha aproximadamente 180\u00ba e jogando        a popa a favor do vento, voltando praticamente no sentido oposto do inicial.      <\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Categorias<\/h4>\n<p><strong>Freestyle<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a categoria mais agitada do windsurf. A maior atra\u00e7\u00e3o \u00e9 o looping, o movimento      mais arriscado, que consiste em usar as ondas como tranpolim para se lan\u00e7ar,      junto com a vela e a prancha, em seguida dar uma cambalhota de 360 graus sobre      si mesmo e voltar a \u00e1gua na mesma posi\u00e7\u00e3o de antes. <\/p>\n<p>Alguns atletas conseguem fazer o double-loop, duas voltas no ar antes de      voltar \u00e0 \u00e1gua. Algumas competi\u00e7\u00f5es desta categoria s\u00e3o indoor. O windsurf      indoor \u00e9 realizado em tanques rodeados por potentes ventiladores em gin\u00e1sios      de grande porte. <\/p>\n<p>O velejador Kauli Seadi, Ricardo Campello e Browzinho j\u00e1 foram campe\u00f5es na      categoria jump, aonde o velejador salta uma rampa com um buraco dentro pra      quilha passar.<\/p>\n<p><strong>Wave<\/strong><\/p>\n<p>A categoria wave \u00e9 disputada nas ondas, similar a um campeonato de surf.      Os velejadores fazem manobras nas ondas e ju\u00edzes decidem a pontua\u00e7\u00e3o e a coloca\u00e7\u00e3o      dos atletas na competi\u00e7\u00e3o. O brasileiro Kauli Seadi sagrou-se campe\u00e3o mundial      nesta categoria em 2005.<\/p>\n<p><strong>Super X<\/strong><\/p>\n<p>O super X foi criado para criar um espet\u00e1culo e chamar a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico      para as competi\u00e7\u00f5es. \u00c9 uma regata com b\u00f3ias que os velejadores tem que saltar      por cima, quem cruza a linha final primeiro \u00e9 o vencedor. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso h\u00e1 manobras obrigat\u00f3rias que os velejadores tem que executar em      cada perna da regata como o looping e o duck-jibe.<\/p>\n<p><strong>Formula<\/strong><\/p>\n<p>A mais t\u00e9cnica de todas as categorias. A pr\u00e1tica desta se d\u00e1 em pranchas      mais volumosas e com velas maiores. As competi\u00e7\u00f5es s\u00e3o similares as regatas      de grande porte com b\u00f3ias a barla e sota vento.<\/p>\n<h4>Cuidados<\/h4>\n<p>Procure sempre um instrutor ou escola especializada para come\u00e7ar o desporto.    <\/p>\n<p><strong>Nunca subestime os ventos nem o mar:<\/strong> quando n\u00e3o tiver seguran\u00e7a      para praticar o desporto, n\u00e3o arrisque. <\/p>\n<p>O instrutor de windsurf Pedro Rodrigues recomenda ainda que o praticante      n\u00e3o se afaste muito da costa e, sempre que poss\u00edvel, leve um celular para      emerg\u00eancia. <\/p>\n<p>\u0093Nunca saia sozinho sem avisar algu\u00e9m em terra\u0094, completa o mesmo.      Nunca navegue com ventos de off-shore, ou seja, com ventos na dire\u00e7\u00e3o do mar.    <\/p>\n<p>Torna-se muito perigoso porque o praticante dificilmente conseguir\u00e1 chegar      a terra.<\/p>\n<p><strong>Benef\u00edcios para o corpo<\/strong><\/p>\n<p>O windsurf \u00e9 uma atividade f\u00edsica que desenvolve a resist\u00eancia muscular.      S\u00e3o trabalhados os m\u00fasculos das pernas, bra\u00e7os e costas.A pr\u00e1tica inadequada      pode causar dores na regi\u00e3o lombar, por isso \u00e9 importante orienta\u00e7\u00e3o para      os iniciantes.<\/p>\n<p><strong>Gloss\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Amarelar <\/strong>(ficar com medo)<strong><br \/>\n       Barlavento <\/strong>(o lado de onde vem o vento)<strong><br \/>\n       Batida <\/strong>(\u00e1gua agitada, com muitas marolas<br \/>\n<strong>Jibe<\/strong> (manobra radical em que a prancha muda de dire\u00e7\u00e3o)<strong><br \/>\n       Or\u00e7ar<\/strong> (conseguir velejar contra o vento). <\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/windsu3.jpg\" alt=\"Windsurf\" width=\"427\" height=\"329\" title=\"Windsurf\" \/><strong><br \/>\n     Windsurf<\/strong><\/p>\n<h4>O que \u00e9<\/h4>\n<p>O Windsurf \u00e9 uma modalidade ol\u00edmpica de vela. O objetivo \u00e9 manter a vela      direita assim como o equil\u00edbrio em cima da prancha. A pr\u00e1tica desta modalidade      s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel se houver vento&#8230;<\/p>\n<p><strong>Quem inventou o windsurf?<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro prot\u00f3tipo do <strong>Windsurf<\/strong> surgiu em 1960 e foi constru\u00eddo      por um casal que se chamava Newman e Naomi Darby. Mas, na altura, esta inven\u00e7\u00e3o      n\u00e3o foi assim l\u00e1 muito bem recebida. <\/p>\n<p>Mais tarde, um empres\u00e1rio e tamb\u00e9m surfista, juntamente com um amigo que      era engenheiro espacial, registaram o equipamento e deram-lhe o nome de Windsurf.<\/p>\n<p><strong>Os elementos principais da prancha de windsurf:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Vela (em conjunto com o vento \u00e9 o que faz com que a prancha se desloque)<br \/>\n       Mastro <br \/>\n       Footstrep (apoios onde colocas os p\u00e9s, quando a prancha est\u00e1 a planar, para        conseguires velejar a alta velocidade)<br \/>\n       Prancha (existem de v\u00e1rios tamanhos e tipos)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Categorias<\/strong><\/p>\n<p><strong>Existem v\u00e1rias, mas deixamo alguns exemplos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Freestyle: <\/strong>\u00c9 a categoria onde existem mais movimentos.        O looping \u00e9 um deles. \u00c9 tamb\u00e9m o mais arriscado, e consiste em usar as ondas        como trampolim e, em seguida, dar uma cambalhota de 360 graus sobre si mesmo        e voltar \u00e0 \u00e1gua. <strong><br \/>\n       Wave: <\/strong>\u00c9 id\u00eantico a um campeonato de surf, onde os participantes        fazem manobras nas ondas e os ju\u00edzes d\u00e3o a respectiva pontua\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n       Super X: <\/strong>Consiste numa regata com b\u00f3ias em que os participantes        t\u00eam de saltar por cima. Quem cruzar a meta primeiro, ganha. Existem algumas        manobras obrigat\u00f3rias, como o looping.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Alguns conselhos antes de iniciares esta modalidade:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>O melhor \u00e9 inscreveres-te numa escola e seres acompanhado por um professor.<br \/>\n       Tem aten\u00e7\u00e3o aos ventos e ao estado do mar.<br \/>\n       Nunca te afastes muito da costa.<br \/>\n       N\u00e3o deves praticar windsurf se estiver vento off-shore, ou seja, vento na        dire\u00e7\u00e3o do mar. Ser\u00e1 bastante dif\u00edcil conseguires regressar a terra.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Sabia que&#8230;<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>O Hawai, as Ilhas Can\u00e1rias e as praias do Caribe s\u00e3o os melhores lugares        do Mundo para a pr\u00e1tica do Windsurf.<br \/>\n       O Windsurf \u00e9 um desporto que trabalha os m\u00fasculos das pernas, bra\u00e7os e costas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte:  oradical.uol.com.br\/sapo.pt<\/p>\n<h6>Windsurf<\/h6>\n<p>Para muita gente, windsurf \u00e9 sin\u00f4nimo de esporte calmo, t\u00edpico de ver\u00e3o,      ideal para quem prefere aventuras menos radicais. <\/p>\n<p>Mas se formos conhecer o esporte mais a fundo, veremos que ele pode ser t\u00e3o      radical quanto o surf. Basta escolher a prancha certa, o vento ideal e uma      praia que possibilite velejar nas ondas. <\/p>\n<p>Depois \u00e9 s\u00f3 juntar um pouco de traquejo e habilidade que a adrenalina vai      a mil.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/windsu4.jpg\" alt=\"Windsurf\" width=\"432\" height=\"331\" title=\"Windsurf\" \/><strong><br \/>\n     Windsurf<\/strong><\/p>\n<p>Como os demais esportes de \u00e9poca, o windsurf tamb\u00e9m teve a sua melhor fase.      E isso aconteceu na d\u00e9cada de 80, logo depois que a Rede Globo apresentou      a novela &#8220;\u00c1gua Viva&#8221;, que mostrava, na vinheta de abertura, pranchas      de um lado para o outro atravessando o oceano. Eram pranchas bem grandes,      utilizadas para regatas, que passaram a ter grande procura no pa\u00eds, e consequentemente      em Santa Catarina. <\/p>\n<p>No final da d\u00e9cada de 80 e in\u00edcio dos anos 90, entretanto, o windsurf sofreu      um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o aqui no Estado. As antigas pranchas de regata come\u00e7aram      a ficar ultrapassadas e os poucos velejadores que restavam n\u00e3o se empenhavam      em ir adiante. Foi quando come\u00e7ou a surgir as pranchas atuais, as funboard.<\/p>\n<h4>Classifica\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p><strong>As funboard se dividem em: <\/strong>course racing, course slalon,      slalon e wave. <\/p>\n<p>Course racing &#8211; s\u00e3o pranchas grandes, com bolina (anda mais contra o vento),      velas grandes e design antigo. Existe um tipo espec\u00edfico de course racing      que \u00e9 a prancha ol\u00edmpica, categoria one design, onde todos os competidores      t\u00eam a prancha igual, a vela igual, o mastro igual, enfim, tudo igual, ou seja,      vence nas olimp\u00edadas o melhor atleta. <\/p>\n<p>Course Slalon e Slalon &#8211; Toda a tecnologia de ponta utilizada na confec\u00e7\u00e3o      dos equipamentos \u00e9 colocada em teste no slalon, por isso, em uma competi\u00e7\u00e3o,      n\u00e3o depende tanto do atleta vencer a prova, mas principalmente do equipamento      utilizado. As pranchas possuem tamanhos m\u00e9dio e pequeno e s\u00e3o muito velozes,      chegando a atingir uma velocidade de 80 km por hora. O percurso do course      slalon \u00e9 parecido com o do course racing. <\/p>\n<p><strong>A disputa da competi\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada em v\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es:<\/strong>    <\/p>\n<blockquote>\n<p>A favor do vento, contra, de lado&#8230;;<br \/>\n       J\u00e1 no slalon o competidor deve contornar as b\u00f3ias a favor do vento, atingindo        o m\u00e1ximo de velocidade poss\u00edvel. <\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Muitos iniciantes come\u00e7am a velejar com um modelo de slalon chamado giant      slalon, pelo fato da prancha ser maior, o que proporciona boa flutua\u00e7\u00e3o e      maior equil\u00edbrio. <\/p>\n<p>Wave &#8211; se divide em saltos, manobras e surf nas ondas. S\u00e3o pranchas muito      pequenas, indicadas para velejadores mais experientes. <\/p>\n<p>Shape<\/p>\n<p>Como voc\u00ea deve ter visto acima, existem diferen\u00e7as entre o shape das pranchas      e o das velas. No slalon os atletas costumam usar o m\u00e1ximo poss\u00edvel de prancha      e o m\u00ednimo poss\u00edvel de vela para obter o menor atrito na \u00e1gua. J\u00e1 no velejo      nas ondas (wave), quanto menor o material, melhor. O importante nessa modalidade      \u00e9 ter for\u00e7a e agilidade para passar as ondas, romp\u00ea-las, realizando grandes      manobras. <\/p>\n<p><strong>Onde Velejar<\/strong><\/p>\n<p>Santa Catarina \u00e9 um dos lugares mais privilegiados para a pr\u00e1tica de windsurf      no Brasil. Especificamente Florian\u00f3polis \u00e9 extremamente privilegiada, com      \u00f3timas praias, lagoas, vento forte e o ideal para velejar. O atleta M\u00e1rvio      Reis afirma que as melhores op\u00e7\u00f5es pra quem veleja com course racing ou slalon      s\u00e3o Lagoa da Concei\u00e7\u00e3o, Jurer\u00ea, Ponta das Canas e Canasvieiras, que oferecem      um mar calmo. &#8221; As praias do leste tamb\u00e9m s\u00e3o \u00f3timas quando as ondas      n\u00e3o est\u00e3o muito grandes&#8221;, revela. J\u00e1 para o velejo de wave, com vento      sul, o ideal s\u00e3o as praias de Campeche e Mo\u00e7ambique, que t\u00eam boas ondas. Agora      se o vento for norte ou nordeste indica as praias da Joaquina e Mole. <\/p>\n<p><strong>Vento<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mas antes de cair nesse marz\u00e3o, \u00e9 bom se antenar para uns detalhes:      <\/strong>&#8220;Quanto mais forte o vento, menor deve ser a prancha e consequentemente      a vela&#8221;destaca M\u00e1rvio. Essas caracter\u00edsticas caem como uma luva para      o velejo de wave, pois voc\u00ea precisa trabalhar com uma prancha pequena para      ter facilidade de manobra. <\/p>\n<p>Para ele, a praia de Ibiraquera, no litoral sul, \u00e9 ideal para praticar essa      modalidade. &#8220;Tem vento muito forte e muito limpo, e uma ondula\u00e7\u00e3o grande      e perfeita, com fundo muito plano de areia. A dire\u00e7\u00e3o do vento tamb\u00e9m \u00e9 perfeita&#8221;.      J\u00e1 para o velejo de course racing, n\u00e3o h\u00e1 necessidade do vento ser forte.      &#8220;Basta estar ventando&#8221;, afirma. Agora se a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 velejar de      slalon, recomenda um vento moderado a forte.<\/p>\n<p>Segundo o atleta e diretor da escola Windcenter, &#8211; Eduardo Schultz, Florian\u00f3polis      tem duas tend\u00eancias, que \u00e9 vento sul e nordeste. O vento nordeste predomina      muito na primavera, sempre interrompido por umas frentes frias que formam      o vento sul. Por isso, a Ilha de Santa Catarina caracteriza-se como um dos      melhores lugares do Brasil para velejar, especialmente entre agosto e dezembro.    <\/p>\n<p>No outono e no inverno h\u00e1 vento oeste, que \u00e9 um vento mais frio, proveniente      da Cordilheira dos Andes. Embora seja essa a pior \u00e9poca para se velejar aqui,      Florian\u00f3polis oferece boas condi\u00e7\u00f5es o ano todo. <\/p>\n<p><strong>Para os iniciantes, Schultz d\u00e1 uma dica<\/strong>: &#8220;O vento ideal      \u00e9 perpendicular a praia que se est\u00e1 praticando&#8221;. <\/p>\n<p><strong>Equipamentos Utilizados: <\/strong>Vela, mastro, extens\u00e3o, retranca,      p\u00e9 de mastro, trap\u00e9zio, prancha, roupa de borracha.<\/p>\n<p>Fonte:  www.guiafloripa.com.br<\/p>\n<h6>Windsurf<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria do Windsurf<\/h4>\n<p>Em 23 de mar\u00e7o de 1935, na ilha de Oahu, Hawaii, o surfista Tom Blake, famoso      por suas inova\u00e7\u00f5es no surf, teve a primeira experiencia em unir a vela com      o surf, incorporando uma vela ao seu longboard, nomeando a novidade de Sailboard.    <\/p>\n<p>A id\u00e9ia n\u00e3o foi bem aceita, poucas pessoas praticaram e nada foi feito para      alavancar o \u0093esporte\u0094. <\/p>\n<p>Anos depois em 1963 o casal Newman e Naomy Darby teve a id\u00e9ia de unir a vela      a uma canoa, realizando o sonho de Naomy em unir o esporte do marido (vela)      ao seu (canoagem). Mas a id\u00e9ia tinha um custo alto e tambem n\u00e3o foi bem aceita.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/windsu5.jpg\" alt=\"Windsurf\" width=\"432\" height=\"336\" title=\"Windsurf\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/windsu6.jpg\" alt=\"Windsurf\" width=\"430\" height=\"342\" title=\"Windsurf\" \/><br \/>\n     Windsurf<\/strong><\/p>\n<p>Foi ent\u00e3o que anos depois em 1967 na Calif\u00f3rnia, Hoyle Schweitzer,empres\u00e1rio      e surfista, junto ao seu amigo Jim Drake, engenheiro aeroespacial,inspirados      por Blake, perceberam que poderiam unir uma vela a prancha de umaforma em      que se poderia direcionar a prancha sem necessidade de um leme1, usandoapenas      o movimento da vela, ganhando uma caracter\u00edstica do surf, em que o praticanteestaria      em p\u00e9 na prancha, diferente das embarca\u00e7\u00f5es a vela em que normalmenteo atleta      esta sentado direcionando o leme. <\/p>\n<p>Eles desenvolveram uma vela quese unia a uma prancha atrav\u00e9s de um mastro      articulado, que tamb\u00e9m possu\u00eda umabarra horizontal (retranca) onde uma pessoa      poderia se apoiar para ficar dep\u00e9 dos dois lados da vela. Foi ent\u00e3o que a      id\u00e9ia funcionou e os amigos registraramo invento o nomeando de Windsurf (do      portugu\u00eas literal, surfe com o vento ouprancha a vela).<\/p>\n<p>Tr\u00eas anos depois Scheweitzer lan\u00e7ou a marca \u0093Windsurfer\u0094 \u00e0 pioneiraem      equipamentos de produ\u00e7\u00e3o no esporte. A novidade rapidamente se espalhoupela      Europa e durante os anos 70 o windsurf j\u00e1 fazia parte da cultura de velaeurop\u00e9ia,      onde uma em cada tr\u00eas casas possuiam um material de windsurf. <\/p>\n<p>Na\u00e9poca o esporte era praticado com pouco vento e \u00e1guas lisas, perfeito parao      publico europeu. Mas em 1978, o windsurfista e surfista Mike Waltze, em umaviagem      para a ilha de Maui, Hawaii, resolveu testar o equipamento nas ondase velejou      na praia de Hookipa (praia hoje que \u00e9 a mecca do esporte no mundo),praia de      muito vento. Esse fato mudou completamente o esporte. <\/p>\n<p>Ouve uma necessidadede mudan\u00e7a para que se viabilizasse a pr\u00e1tica nas ondas,      ent\u00e3o as pranchasforam diminuindo de tamanho e volume e ficando cada vez mais      resistentes, assimrapidamente o esporte foi ganhando mais adeptos, manobras      foram aparecendo,revistas especializadas como a \u0093Windsurf Magazine\u0094      e a \u0093Boardsailng\u0094 foramlan\u00e7adas, o novo esporte tinha alcan\u00e7ado      a m\u00eddia. <\/p>\n<p>Campeonatos realizados noHawaii eram transmitidos em direto por emissoras      de TV de todo o mundo e aspremia\u00e7\u00f5es alcancavam 300 mil euros, atra\u00edndo cada      vez mais praticantes, publico ecompetidores.<\/p>\n<h4>Windsurf no Brasil<\/h4>\n<p>Foi nos finais dos anos 70 que o windsurf apareceu no Brasil, atrav\u00e9sde Klaus      Peters, Marcelo Aflalo e Leonardo Klabin, que s\u00e3o considerados ospioneiros      no esporte aqui no pa\u00eds. <\/p>\n<p>O esporte se fixou de verdade no Brasil ap\u00f3sos eventos \u0093Hollywood Vela\u0094      realizados a partir de 1981 e que percorreram v\u00e1riaspraias brasileiras. Esse      ano, o windsurf estava em destaque e era a imagemde abertura da novela \u0093\u00c1gua      Viva\u0094, da Rede Globo, que ajudou a difundir e alcan\u00e7arum grande publico      no Brasil.<\/p>\n<p>Em 1984, o Windsurf ganha o t\u00edtulo de esporteOl\u00edmpico e o Brasil cria a representa\u00e7\u00e3o      da Classe no Conselho da Confedera\u00e7\u00e3oBrasileira de Vela e Motor, com a funda\u00e7\u00e3o      da Associac\u00e3o Brasileira de Pranchaa Vela (ABPV), hoje renomeada Associa\u00e7\u00e3o      Brasileira de Windsurf (ABWS).<\/p>\n<p>Fonte:  www.abws.com.br<\/p>\n<h6>Windsurf<\/h6>\n<h4>Dicas<\/h4>\n<p>E prefer\u00edvel aprender a andar de prancha \u00e0 vela com um instrutor numa das      escolas existentes em algumas praias ou clubes da nossa costa ou ent\u00e3o com      um praticante j\u00e1 experiente. <\/p>\n<p>N\u00e3o tente praticar Wind surf se voc\u00ea n\u00e3o souber nadar bem; de qualquer modo,      \u00e9 sempre conveniente usar um colete salva-vidas. <\/p>\n<p>Conforme as condi\u00e7\u00f5es, voc\u00ea tamb\u00e9m deve usar vestu\u00e1rio apropriado, como uma      roupa de neoprene. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/windsu7.jpg\" alt=\"Windsurf\" width=\"430\" height=\"337\" title=\"Windsurf\" \/><strong><br \/>\n     Windsurf<\/strong><\/p>\n<p>A prancha de Wind surf consiste simplesmente numa prancha e no aparelho,      constitu\u00eddo pelo mastro, retranca (wish bon\u00e9) e vela. Na frente da retranca      fica preso um cabo, que serve para puxar o mastro e a vela para a vertical.<\/p>\n<p>A retranca \u00e9 geralmente formada por dois tubos curvos, um de cada lado da      vela, unindo-se na frente e atr\u00e1s.<\/p>\n<p>O veleja dor segura a retranca, que fica bem na altura do peito, e usa-a      para alterar o \u00e2ngulo da vela com o vento.<\/p>\n<p>Oriente a prancha em \u00e2ngulo reto com a dire\u00e7\u00e3o do vento e com a vela ca\u00edda      na \u00e1gua a sotavento (lado para onde sopra o vento, em oposi\u00e7\u00e3o a barlavento,      lado de onde sopra o vento). Ponha um p\u00e9 de cada lado do p\u00e9 do mastro virado      para sotavento (o vento deve soprar nas suas costas). Segure o cabo de levantar      a vela e incline-se ligeiramente para tr\u00e1s. <\/p>\n<p>Dobre os joelhos, mantenha a cabe\u00e7a erguida e utilize o peso do corpo e da      for\u00e7a de pernas para levantar a vela e o mastro da \u00e1gua. Quando a outra ponta      da retranca sair da \u00e1gua, voc\u00ea j\u00e1 pode segurar a parte da frente da retranca,      deixando a vela solta, batendo o pano.<\/p>\n<p>Para andar no largo, isto \u00e9, com o vento soprando perpendicularmente \u00e0 dire\u00e7\u00e3o      da prancha, segure a retranca com as duas m\u00e3os, afastadas 50 ou 60 cm, e puxe      a vela at\u00e9 esta ficar cheia pelo vento. Se o vento come\u00e7ar a fazer muita for\u00e7a      na vela, voc\u00ea ter\u00e1 de inclinar o corpo para tr\u00e1s para compensar. Mantenha      a perna da frente bem reta, dobrando ligeiramente a de tr\u00e1s.<\/p>\n<p>Quando voc\u00ea quiser arribar, isto \u00e9, afastar a proa da dire\u00e7\u00e3o do vento, incline      a vela um pouco para a frente. <\/p>\n<p>Quando quiser or\u00e7ar, ou seja, aproximar a proa da dire\u00e7\u00e3o do vento, incline      a vela ligeiramente para tr\u00e1s. Se voc\u00ea continuar a or\u00e7ar, a prancha fica aproada      para o vento, a vela bate pano e a prancha p\u00e1ra (v. tamb\u00e9m. Seguran\u00e7a na prancha.      N\u00e3o veleje nunca em locais onde n\u00e3o h\u00e1 ningu\u00e9m, mas mantenha-se afastado dos      banhistas, dos pescadores e das outras embarca\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>N\u00e3o se afaste da costa quando o vento sopra de terra, a menos que j\u00e1 tenha      muita pr\u00e1tica; se voc\u00ea estiver muito longe de terra e n\u00e3o conseguir voltar      para tr\u00e1s, tire o mastro do encaixe, enrole a vela e amarre-a ao mastro, juntamente      com a retranca. <\/p>\n<p>Coloque o material (pala menta) sobre a prancha, deite-se de barriga para      baixo e reme com as m\u00e3os at\u00e9 chegar a terra.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea tiver que pedir socorro, ajoelhe-se ou sente-se na prancha e acene      com os bra\u00e7os ou grite por socorro. Nunca largue a prancha.<\/p>\n<p>Fonte:  www.colegiosaofrancisco.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Windsurf, Esporte, Categorias, O que \u00e9, Brasil, Equipamento, Manobras, Seguran\u00e7a, Cuidados, Vento, Hist\u00f3ria, Origem, Windsurf<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[305],"tags":[],"class_list":["post-62010","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-esportes"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Windsurf, Esporte, Categorias, O que \u00e9 Windsurf<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Windsurf, Esporte, Categorias, O que \u00e9, Brasil, Equipamento, Manobras, Seguran\u00e7a, Cuidados, Vento, Hist\u00f3ria, Origem, Windsurf\" 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