{"id":60279,"date":"2016-07-11T12:55:32","date_gmt":"2016-07-11T12:55:32","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=60279"},"modified":"2016-07-11T13:42:14","modified_gmt":"2016-07-11T13:42:14","slug":"dia-do-medico-veterinario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-medico-veterinario","title":{"rendered":"Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/veteri3.jpg\" alt=\"Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio\" width=\"384\" height=\"256\" title=\"Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio\" \/><\/p>\n<h4>9      de Setembro<\/h4>\n<p>Foi      no dia 9 de setembro de 1933, atrav\u00e9s do Decreto n\u00ba 23.133, que o ent\u00e3o presidente      Get\u00falio Vargas criou uma normatiza\u00e7\u00e3o para a atua\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico veterin\u00e1rio      e para o ensino dessa profiss\u00e3o. Em reconhecimento, a data passou a valer      como o Dia do Veterin\u00e1rio. Mas escolas de veterin\u00e1ria j\u00e1 existiam no Brasil,      desde 1910.<\/p>\n<p>\u00c9      chamada de medicina veterin\u00e1ria a preven\u00e7\u00e3o, o diagn\u00f3stico e o tratamento      de doen\u00e7as dos animais dom\u00e9sticos e o controle de dist\u00farbios tamb\u00e9m em outros      animais.<\/p>\n<p>Pessoas      se dedicam a tratar de animais desde os tempos antigos, desde que come\u00e7aram      a domestic\u00e1-los. A pr\u00e1tica da veterin\u00e1ria foi estabelecida desde 2.000 a.C.      na Babil\u00f4nia e no Egito. Por\u00e9m, segundo alguns registros encontrados, remonta      a 4000 a.C.<\/p>\n<p>O      C\u00f3digo de Hammurabi, o mais completo e perfeito conjunto de leis sobrevivente,      que se encontra hoje no Museu do Louvre franc\u00eas, desenvolvido durante o reinado      de Hammurabi (que viveu entre 1792 e 1750 a.C.) na primeira dinastia da Babil\u00f4nia,      j\u00e1 continha normas sobre atribui\u00e7\u00f5es e remunera\u00e7\u00e3o dos &#8220;m\u00e9dicos de animais&#8221;.<\/p>\n<p>Na      Europa, a hist\u00f3ria da veterin\u00e1ria parece estar sempre ligada \u00e0queles que tratavam      os cavalos ou o gado. Os gregos antigos tinham uma classe de m\u00e9dicos, chamada      de &#8220;doutores de cavalos&#8221; e a tradu\u00e7\u00e3o em latim para a especialidade      era veterinarius. Os primeiros registros sobre a pr\u00e1tica da medicina animal      na Gr\u00e9cia s\u00e3o do s\u00e9culo VI a.C., quando as pessoas que exerciam essa fun\u00e7\u00e3o      &#8211; chamados de hippiatros (hipiatras, os especialistas da medicina veterin\u00e1ria      que tratam dos cavalos) &#8211; tinham um cargo p\u00fablico. As escolas de veterin\u00e1ria      surgiram na Europa no meio do s\u00e9culo XVIII, em pa\u00edses como \u00c1ustria, Alemanha,      Dinamarca, Espanha, Fran\u00e7a, Inglaterra, It\u00e1lia, Pol\u00f4nia, R\u00fassia e Su\u00e9cia.<\/p>\n<p>O      marco do estabelecimento da medicina veterin\u00e1ria moderna e organizada segundo      crit\u00e9rios cient\u00edficos \u00e9 atribu\u00eddo ao hip\u00f3logo franc\u00eas Claude Bougerlat, na      Fran\u00e7a de Lu\u00eds XV, com a cria\u00e7\u00e3o da Escola de Medicina Veterin\u00e1ria de Lyon,      em 1761. A segunda a ser criada no mundo foi a Escola de Alfort, em Paris.<\/p>\n<p>O      Imperador Pedro II esteve, no ano de 1875, visitando a escola parisiense de      Medicina Veterin\u00e1ria de Alfort e com a boa impress\u00e3o que teve, decidiu criar      condi\u00e7\u00f5es para o aparecimento de institui\u00e7\u00e3o semelhante no Brasil, por\u00e9m as      duas primeiras escolas do g\u00eanero s\u00f3 apareceram no governo republicano: a escola      de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito, em 1914, e a escola Superior de Agricultura e      Medicina Veterin\u00e1ria, em 1913, ambas no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>O      capit\u00e3o-m\u00e9dico Jo\u00e3o Moniz Barreto de Arag\u00e3o, patrono da medicina veterin\u00e1ria      militar brasileira, foi o fundador da Escola de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito em      1917, no Rio, mas a profiss\u00e3o n\u00e3o tinha regulamenta\u00e7\u00e3o at\u00e9 o Decreto de Get\u00falio      Vargas, de 9 de setembro de 1932, que vigorou por mais de trinta anos.<\/p>\n<p>Para      o exerc\u00edcio profissional passou a ser exigido o registro do diploma, a partir      de 1940, na Superintend\u00eancia do Ensino Agr\u00edcola e Veterin\u00e1rio do Minist\u00e9rio      da Agricultura, \u00f3rg\u00e3o fiscalizador da profiss\u00e3o.<\/p>\n<p>A      partir de 1968, com a lei de cria\u00e7\u00e3o dos Conselhos Federal e Regionais de      Medicina Veterin\u00e1ria, foi transferida aos conselhos a fun\u00e7\u00e3o de fiscalizar      o exerc\u00edcio dessa profiss\u00e3o e \u00e9 tamb\u00e9m onde se faz o registro profissional.<\/p>\n<p>As      especializa\u00e7\u00f5es s\u00e3o cl\u00ednica e cirurgia de animais dom\u00e9sticos e silvestres,      e de rebanhos; trabalhar nas ind\u00fastrias de produtos para animais, acompanhando      a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, ra\u00e7\u00f5es, vitaminas, vacinas e medicamentos; trabalhar      em manejo e conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies, observando os animais silvestres em cativeiro      para estudar a sua reprodu\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o, implantando projetos em reservas      naturais; fazer controle de sa\u00fade de rebanhos em propriedades rurais ou fiscalizar      os estabelecimentos que vendem ou reproduzem animais; usando tecnologia, fazer      melhoramentos de qualidade dos rebanhos.<\/p>\n<h4>Dia      do Veterin\u00e1rio<\/h4>\n<p class=\"imagem\">Profissionais      dedicados<br \/>\n     Dos animais muito amigos<br \/>\n     Conhecem a sua realidade<br \/>\n     E tamb\u00e9m quando est\u00e3o em perigo<br \/>\n     N\u00e3o tem gato ou papagaio<br \/>\n     Periquito ou cachorro<br \/>\n     Todos s\u00e3o seus pacientes<br \/>\n     E tratados como gente<br \/>\n     Como amor e afei\u00e7\u00e3o<br \/>\n     Carinho e muita aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Cuidando      dos nossos &#8220;bichinhos&#8221;<br \/>\n     Eles tamb\u00e9m cuidam de n\u00f3s<br \/>\n     Pois quando os vemos sadios<br \/>\n     Ficamos felizes tamb\u00e9m<\/p>\n<p class=\"imagem\">\u00c9      uma profiss\u00e3o linda<br \/>\n     E tamb\u00e9m aben\u00e7oada<br \/>\n     E a sua clientela<br \/>\n     \u00c9 um pouco complicada<br \/>\n     Pois n\u00e3o sabem falar<br \/>\n     Muito menos escrever<br \/>\n     Mas nem por isso eles deixam<br \/>\n     De se fazer compreender.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Parab\u00e9ns      veterin\u00e1rios<br \/>\n     Pela sua profiss\u00e3o<br \/>\n     Pelo seu dom divino<br \/>\n     E a sua dedica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>Sandra      Mamede<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:       www.ibge.gov.br<\/p>\n<h6>Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>9      de Setembro<\/h4>\n<p>No      dia 9 de setembro de 1932, por meio do Decreto n\u00ba 23.133, o ent\u00e3o Presidente      Get\u00falio Vargas normalizou a atua\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico veterin\u00e1rio e o ensino da profiss\u00e3o      no pa\u00eds. Em fun\u00e7\u00e3o disso, a data passou a ser comemorada como o Dia do Veterin\u00e1rio.      No entanto, j\u00e1 existiam escolas de veterin\u00e1ria no Brasil: a escola de Veterin\u00e1ria      do Ex\u00e9rcito, fundada em 1914, e a escola Superior de Agricultura e Medicina      Veterin\u00e1ria, fundada em 1913; ambas no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>A      partir de 1940, para o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o passa a ser exigido o registro      do diploma na Superintend\u00eancia do Ensino Agr\u00edcola e Veterin\u00e1rio do Minist\u00e9rio      da Agricultura, \u00f3rg\u00e3o fiscalizador da profiss\u00e3o. Vinte e oito anos depois,      com a lei de cria\u00e7\u00e3o dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterin\u00e1ria,      a fun\u00e7\u00e3o de fiscalizar o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o foi transferida aos conselhos.<\/p>\n<p>Os      mesmos passaram a ser os respons\u00e1veis pelo registro profissional. \u00c1reas de      atua\u00e7\u00e3o \u0096 O m\u00e9dico veterin\u00e1rio pode atuar em cl\u00ednica e cirurgia de animais      dom\u00e9sticos, silvestres e de rebanhos. Pode tamb\u00e9m trabalhar nas ind\u00fastrias      de produtos para animais, acompanhando a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, ra\u00e7\u00f5es, vitaminas,      vacinas e medicamentos, bem como no manejo e conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies, estudando      a reprodu\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de animais silvestres em cativeiro, para implantar      projetos em reservas naturais.<\/p>\n<p>O      profissional pode ainda fazer controle de sa\u00fade de rebanhos em propriedades      rurais ou fiscalizar os estabelecimentos que vendem ou reproduzem animais,      al\u00e9m de fazer melhoramentos de qualidade dos rebanhos por meio de tecnologia      adequada.<\/p>\n<p>Fonte:       www.cidadaopg.sp.gov.br<\/p>\n<h6>Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio<\/h6>\n<h4>9      de Setembro<\/h4>\n<h4>HIST\u00d3RIA      DA MEDICINA VETERIN\u00c1RIA<\/h4>\n<p>O      exerc\u00edcio da arte da medicina veterin\u00e1ria confunde-se com os prim\u00f3rdios da      civiliza\u00e7\u00e3o humana e sua antiguidade, podemos partir como ponto de refer\u00eancia      o pr\u00f3prio processo de domestica\u00e7\u00e3o dos animais.<\/p>\n<p>O      \u0093Papiro de Kahoun\u0094 encontrado no Egito em 1980 a.C., descreve fatos      relacionados a arte de curar animais, indicando procedimentos de diagn\u00f3stico,      progn\u00f3stico, sintomas e tratamento de diversas doen\u00e7as em v\u00e1rias esp\u00e9cies      animais. A Hist\u00f3ria tamb\u00e9m permite inferir que a medicina em animais era praticada      2000 anos a.C. tamb\u00e9m em certas regi\u00f5es da \u00c1sia e da \u00c1frica, desde o Egito      at\u00e9 \u00e0 \u00cdndia Ocidental.<\/p>\n<p>Ainda      com refer\u00eancia \u00e0s responsabilidades e remunera\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos dos animais      h\u00e1 men\u00e7\u00e3o nos c\u00f3digos antigos origin\u00e1rios da Babil\u00f4nia, capital da Mesopot\u00e2mia.      Foram encontradas refer\u00eancias nos c\u00f3digos de ESHN UNNA (1900 a.C.) e de HAMMURABI      (1700 a.C.).<\/p>\n<p>Na      Europa, os primeiros registros sobre a pr\u00e1tica da medicina animal originam-se      da Gr\u00e9cia, no s\u00e9culo VI a.C., onde em algumas cidades eram reservados cargos      p\u00fablicos para os que praticavam a cura dos animais e que eram chamados hipiatras.<\/p>\n<p>Na      Roma antiga, autores como CATO e COLUMELLA produziram interessantes observa\u00e7\u00f5es      sobre a hist\u00f3ria natural das doen\u00e7as dos animais.<\/p>\n<p>Na      era crist\u00e3 em meados do s\u00e9culo VI, em Biz\u00e2ncio foi identificado um verdadeiro      tratado enciclop\u00e9dico chamado HIPPIATRIKA, contemplado por diversos autores      e que tratava da cria\u00e7\u00e3o dos animais e suas doen\u00e7as, contendo 420 artigos,      dos quais 121 escritos por Apsirtos, considerado no mundo ocidental a partir      dos helenos, o \u0093pai da Medicina Veterin\u00e1ria\u0094. Apsirtos nasceu no      ano de 300 da nossa era, em Claz\u00f4meras, cidade litor\u00e2nea do mar Egeu, na costa      ocidental da \u00c1sia Menor. Estudou medicina em Alexandria, tornando-se posteriormente,      veterin\u00e1rio chefe do ex\u00e9rcito de Constantino, o Grande, durante a guerra contra      os povos Samartas do Dan\u00fabio, entre 332 e 334.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a guerra, exerceu a arte de curar animais em Peruza e Nicom\u00e9dia, cidades da      \u00c1sia Menor, criando uma escola de hipiatras. Entre os assuntos descritos por      Apsirtos, merecem refer\u00eancia o mormo, o enfisema pulmonar, o t\u00e9tano, c\u00f3licas      e fraturas, e descri\u00e7\u00f5es de sangrias com suas indica\u00e7\u00f5es e modalidades, as      beberagens e os unguentos. Sua obra revela, enfim, o dom\u00ednio sobre o conhecimento      prevalecente na pr\u00e1tica hipi\u00e1trica da \u00e9poca.<\/p>\n<p>Na      Espanha, durante o reinado de Afonso V de Arag\u00e3o, foram estabelecidos os princ\u00edpios      fundamentais de uma medicina veterin\u00e1ria mais racional, culminando com a cria\u00e7\u00e3o      de um \u0093Tribunal de Protoalbeiterado\u0094, pelos reis cat\u00f3licos Fernando      e Isabel, no qual eram examinados os candidatos ao cargo de \u0093albeitar\u0094.      Esta denomina\u00e7\u00e3o deriva do mais famoso m\u00e9dico de animais espanhol, cujo nome      de origem \u00e1rabe era \u0093EB-EBB-BEITHAR\u0094. Em l\u00edngua portuguesa o termo      foi traduzido para \u0093alveitar\u0094, sendo usado em 1810 para designar      os veterin\u00e1rios pr\u00e1ticos da cavalaria militar do Brasil Col\u00f4nia.<\/p>\n<p>Na      Europa, antes da cria\u00e7\u00e3o das primeiras escolas de Medicina Veterin\u00e1ria, aqueles      que exerciam a emp\u00edrica arte da medicina veterin\u00e1ria eram denominados de \u0093Marechais      Ferradores\u0094 em pa\u00edses de l\u00edngua latina, de \u0093Rossartz\u0094 na Alemanha      e de \u0093Ferreis\u0094 na Inglaterra.<\/p>\n<p>A      Medicina Veterin\u00e1ria moderna, organizada a partir de crit\u00e9rios cient\u00edficos,      come\u00e7ou a desenvolver-se com o surgimento da primeira escola de Medicina Veterin\u00e1ria      do mundo em Lyon, Fran\u00e7a, criada pelo hipologista e advogado franc\u00eas Claude      Bougerlat, a partir do \u00c9dito Real assinado pelo Rei Luiz XV, em 04 de agosto      de 1761. Este primeiro centro mundial de forma\u00e7\u00e3o de M\u00e9dicos Veterin\u00e1rios      iniciou o seu funcionamento com alunos em 1762.<\/p>\n<p>Em      1766, tamb\u00e9m na Fran\u00e7a, foi criada a segunda escola de Veterin\u00e1ria do mundo,      a Escola de Alfort, em Paris. A partir da\u00ed, com a compreens\u00e3o crescente da      relev\u00e2ncia social, econ\u00f4mica e pol\u00edtica da nova profiss\u00e3o, outras escolas      foram criadas em diversos pa\u00edses, a exemplo da \u00c1ustria em Viena (1768), na      It\u00e1lia em Turim (1769), Dinamarca em Copenhage (1773), Su\u00e9cia em Skara (1775),      Alemanha em Hannover (1778), Hungria em Budapeste (1781), Inglaterra em Londres      (1791), Espanha em Madri (1792), alcan\u00e7ando no final do s\u00e9culo XVII, 19 escolas      das quais 17 em funcionamento.<\/p>\n<p>Em      1808, com a chegada da fam\u00edlia real no Brasil, nossa cultura cient\u00edfica e      liter\u00e1ria recebeu novo alento, pois, at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o havia bibliotecas, imprensa      e ensino superior no Brasil Col\u00f4nia.<\/p>\n<p>Inicialmente      foram fundadas, as Faculdades de Medicina (1815), Direito (1827) e a de Engenharia      Polit\u00e9cnica (1874).<\/p>\n<p>O      ensino das Ci\u00eancias Agr\u00e1ria surgiu quando o Imperador D. Pedro II, viajou      para a Fran\u00e7a, em 1875 e visitou a Escola Veterin\u00e1ria de Alfort, o mesmo impressionou-se      com a confer\u00eancia ministrada pelo veterin\u00e1rio e fisiologista Colin. Ao regressar      para o Brasil, tentou propiciar condi\u00e7\u00f5es para a cria\u00e7\u00e3o de entidade semelhante      no pa\u00eds. Por\u00e9m apenas no in\u00edcio do s\u00e9culo 20, j\u00e1 sob o regime republicano,      que nossas autoridades decretaram a cria\u00e7\u00e3o das duas primeiras institui\u00e7\u00f5es      de ensino de Veterin\u00e1ria no Brasil : a Escola de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito pelo      decreto N \u00ba 2.232 de 06 de Janeiro de 1910 (aberta em 17\/07\/1914) e a Escola      Superior de Agricultura e Medicina Veterin\u00e1ria, atrav\u00e9s do decreto N \u00ba 8.919      de 20 de outubro de 1910 (aberta em 04\/07\/1913), ambas na cidade do Rio de      Janeiro.<\/p>\n<p>Oficialmente      foram inaugurados no dia 01 de julho, os cursos de Agronomia e Veterin\u00e1ria.      Todavia por ocasi\u00e3o da realiza\u00e7\u00e3o da terceira sess\u00e3o da Congrega\u00e7\u00e3o, em 15\/12\/1913,      ou seja, antes da abertura oficial do curso de Medicina Veterin\u00e1ria, um farmac\u00eautico      formado pela faculdade de Medicina e Farm\u00e1cia da Bahia, solicitava matr\u00edcula      no curso de Veterin\u00e1ria, na condi\u00e7\u00e3o de portador de outro diploma de curso      superior. A Congrega\u00e7\u00e3o, acatando a solicita\u00e7\u00e3o do postulante, al\u00e9m de aceitar      dispensa das mat\u00e9rias j\u00e1 cursadas indica um professor particular, para lhe      transmitir os conhecimentos necess\u00e1rios para a obten\u00e7\u00e3o do diploma antes dos      4 anos regimentares. Assim, no dia 13\/11\/1915, durante a 24 \u00aa sess\u00e3o da Congrega\u00e7\u00e3o,      recebia o grau de M\u00e9dico Veterin\u00e1rio o senhor Dionysio Meilli, primeiro m\u00e9dico      veterin\u00e1rio formado e diplomado no Brasil.<\/p>\n<p>Em      1917 foram realizados os primeiros trabalhos cient\u00edficos abrangendo patologia      comparada (animal e humana) pelo Capit\u00e3o M\u00e9dico Jo\u00e3o Moniz Barreto de Arag\u00e3o,      fundador da Escola de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito e cognominado patrono da Veterin\u00e1ria      Militar Brasileira, cuja comemora\u00e7\u00e3o se d\u00e1 no dia 17 de junho, data oficial      de inaugura\u00e7\u00e3o da Escola de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito (17\/06\/1914).<\/p>\n<p>Do      in\u00edcio das atividades at\u00e9 1925, formaram-se 24 veterin\u00e1rios. Ap\u00f3s 13 anos      de funcionamento, a Escola foi fechada por ordem do Abade D. Pedro Roeser.<\/p>\n<p>Na      turma de 1929, foi diplomada a primeira mulher brasileira pela Escola Superior      de Agricultura e Veterin\u00e1ria, a Dra. Nair Eug\u00eania Lobo.<\/p>\n<p>N\u00e3o      havia nenhuma regulamenta\u00e7\u00e3o sobre o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o desde a formatura      da primeira turma em 1917 at\u00e9 1932.<\/p>\n<p>A      partir de 09 de Setembro de 1933, atrav\u00e9s do decreto N \u00ba 23.133 do ent\u00e3o Presidente      da Rep\u00fablica Get\u00falio Vargas, \u00e9 que foram normatizadas as condi\u00e7\u00f5es e os campos      de atua\u00e7\u00e3o do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio, conferindo-se privacidade para a organiza\u00e7\u00e3o,      dire\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o do ensino Veterin\u00e1rio, para os servi\u00e7os referentes \u00e0 Defesa      Sanit\u00e1ria Animal, Inspe\u00e7\u00e3o dos estabelecimentos industriais de produtos de      origem animal, hospitais e policl\u00ednicas veterin\u00e1rias; para organiza\u00e7\u00e3o de      congressos, representa\u00e7\u00e3o oficial e peritagem em quest\u00f5es judiciais que envolvessem      aprecia\u00e7\u00e3o sobre os estados dos animais.<\/p>\n<p>Tornou-se      obrigat\u00f3rio o registro do diploma, que passou a partir de 1940, a ser feito      pela Superintend\u00eancia do Ensino Agr\u00edcola e Veterin\u00e1rio do Mist\u00e9rio da Agricultura,      \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela fiscaliza\u00e7\u00e3o do exerc\u00edcio profissional na \u00e9poca. Esse      decreto cumpriu sua miss\u00e3o por tr\u00eas d\u00e9cadas, e em seu reconhecimento \u00e9 que      a data 09 de setembro foi escolhida para a comemora\u00e7\u00e3o do \u0093Dia do M\u00e9dico      Veterin\u00e1rio\u0094 no Brasil.<\/p>\n<p>Em      23 de outubro de 1968, entrou em vigor a Lei n \u00ba 5.517, de autoria do Deputado      Federal Sadi Coube Bogado, que disp\u00f5e sobre o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o e cria      os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterin\u00e1ria, transferindo a fun\u00e7\u00e3o      fiscalizadora da profiss\u00e3o para a pr\u00f3pria classe.<\/p>\n<p>Em      1969 foi empossada a primeira diretoria do Conselho Federal de Medicina Veterin\u00e1ria,      composta por m\u00e9dicos veterin\u00e1rios, e dos Conselhos Regionais, sendo empossada      a 01 de Setembro de 1969 a primeira diretoria do Conselho Regional do Rio      Grande do Sul (CRMV-RS) e a \u00faltima atrav\u00e9s da Resolu\u00e7\u00e3o N \u00ba 551\/89 do Conselho      Regional de Tocantins (CRMV-TO).<\/p>\n<p>Fonte:       www.cibelefcarvalho.vet.br<\/p>\n<h6>Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio<\/h6>\n<h4>9      de Setembro<\/h4>\n<p><strong>NO      MUNDO<\/strong><\/p>\n<p>O      exerc\u00edcio da &#8220;ars veterin\u00e1ria&#8221; confunde-se com os prim\u00f3rdios da      civiliza\u00e7\u00e3o humana e sua antiguidade pode ser referenciada a partir do pr\u00f3prio      processo de domestica\u00e7\u00e3o dos animais.<\/p>\n<p>O      &#8220;Papiro de Kahoun&#8221;, encontrado no Egito em 1890, descreve fatos      relacionados a arte de curar animais ocorridos h\u00e1 4000 anos a.C., indicando      procedimentos de diagn\u00f3stico, progn\u00f3stico, sintomas e tratamento de doen\u00e7as      de diversas esp\u00e9cies animais. A mem\u00f3ria hist\u00f3rica tamb\u00e9m permite inferir que      a Medicina animal era praticada 2000 anos a.C. em certas regi\u00f5es da \u00c1sia e      da \u00c1frica, do Egito \u00e0 \u00cdndia Oriental.<\/p>\n<p>Especial      men\u00e7\u00e3o merecem os c\u00f3digos de ESHN UNNA (1900 AC) e de HAMMURABI(1700 AC),      origin\u00e1rios da Babil\u00f4nia, capital da antiga Mesopot\u00e2mia, onde s\u00e3o registrados      refer\u00eancias \u00e0 remunera\u00e7\u00e3o e \u00e0s responsabilidades atribu\u00eddas aos &#8220;M\u00e9dicos      dos Animais&#8221;.<\/p>\n<p>Na      Europa, os primeiros registros sobre a pr\u00e1tica da Medicina animal originam-se      da Gr\u00e9cia, no s\u00e9culo VI a.C., onde em algumas cidades eram reservados cargos      p\u00fablicos para os que praticavam a cura dos animais e que eram chamados de      hipiatras.<\/p>\n<p>No      mundo romano, autores como CATO e COLUMELLA produziram interessantes observa\u00e7\u00f5es      sobre a hist\u00f3ria natural das doen\u00e7as animais.<\/p>\n<p>Na      era crist\u00e3, em meados do s\u00e9culo VI, em Biz\u00e2ncio (atualmente Istambul), foi      identificado um verdadeiro tratado enciclop\u00e9dico chamado HIPPIATRIKA, compilado      por diversos autores e que tratava da cria\u00e7\u00e3o dos animais e suas doen\u00e7as,      contendo 420 artigos, dos quais 121 escritos por APSIRTOS, considerado no      mundo ocidental, a partir dos helenos, o pai da Medicina Veterin\u00e1ria. APSIRTOS      nasceu no ano 300 da nossa era, em Claz\u00f4menas, cidade litor\u00e2nea do mar Egeu,      na costa ocidental da \u00c1sia Menor. Estudou Medicina em Alexandria, tornando-se,      posteriormente, Veterin\u00e1rio chefe do ex\u00e9rcito de Constantino, o Grande, durante      a guerra contra os povos Sarmatas do Dan\u00fabio, entre 332 e 334. Ap\u00f3s a guerra,      exerceu a sua arte de curar animais em Peruza e Nicom\u00e9dia, cidades da \u00c1sia      Menor, criando uma verdadeira escola de hipiatras. Entre os assuntos descritos      por APSIRTOS, merecem refer\u00eancia o mormo, enfisema pulmonar, t\u00e9tano, c\u00f3licas,      fraturas, a sangria com suas indica\u00e7\u00f5es e modalidades, as beberagens, os unguentos.      Sua obra revela, enfim, dom\u00ednio sobre o conhecimento prevalecente na pr\u00e1tica      hipi\u00e1trica da \u00e9poca. Na Espanha, durante o reinado de Afonso V de Arag\u00e3o,      foram estabelecidos os princ\u00edpios fundamentais de uma Medicina animal racional,      culminado com a cria\u00e7\u00e3o de um &#8220;Tribunal de Proto-albeiterado&#8221;, pelos      reis cat\u00f3licos Fernando e Isabel, no qual eram examinados os candidatos ao      cargo de &#8220;albeitar&#8221;. Esta denomina\u00e7\u00e3o deriva do mais famoso M\u00e9dico      de animais espanhol, cujo nome de origem \u00e1rabe era &#8220;EB-EBB-BEITHAR&#8221;.<\/p>\n<p>Em      l\u00edngua portuguesa, o termo foi traduzido para &#8220;alveitar&#8221;, sendo      usado em 1810 para designar os Veterin\u00e1rios pr\u00e1ticos da cavalaria militar      do Brasil Col\u00f4nia.<\/p>\n<p>Na      Europa, antes da cria\u00e7\u00e3o das primeiras escolas de Medicina Veterin\u00e1ria, aqueles      que exerciam a emp\u00edrica medicina animal eram denominados de MARECHAIS-FERRADORES      em pa\u00edses de l\u00edngua latina, de &#8220;ROSSARTZ&#8221; na Alemanha e de &#8220;FERRIES&#8221;      na Inglaterra.<\/p>\n<p>A      Medicina Veterin\u00e1ria moderna, organizada a partir de crit\u00e9rios cient\u00edficos,      come\u00e7ou a desenvolver-se com o surgimento da primeira escola de Medicina Veterin\u00e1ria      do mundo, em Lyon-Fran\u00e7a, criada pelo hipologista e advogado franc\u00eas CLAUDE      BOUGERLAT, a partir do \u00c9dito Real assinado pelo Rei Luiz XV, em 04 de agosto      de 1761.<\/p>\n<p>Este      primeiro centro mundial de forma\u00e7\u00e3o de M\u00e9dicos Veterin\u00e1rios iniciou o seu      funcionamento com 8 alunos, em 19 de fevereiro de 1762.<\/p>\n<p>Em      1766, tamb\u00e9m na Fran\u00e7a, foi criada a segunda escola de veterin\u00e1ria do mundo,      a Escola de Alfort, em Paris. A partir da\u00ed, com a compreens\u00e3o crescente da      relev\u00e2ncia social, econ\u00f4mica e pol\u00edtica da nova profiss\u00e3o, outras escolas      foram criadas em diversos pa\u00edses, a exemplo da \u00c1ustria, em Viena, (1768),      It\u00e1lia, em Turim, (1769), Dinamarca, em Copenhage, (1773), Su\u00e9cia, em Skara,      (1775), Alemanha, em Hannover, (1778), Hungria, em Budapeste, (1781), Inglaterra,      em Londres, (1791), Espanha, em Madri, (1792), alcan\u00e7ando, no final do s\u00e9culo      XVIII 19 escolas, das quais 17 em funcionamento.<\/p>\n<p><strong>NO      BRASIL<\/strong><\/p>\n<p>Com      a chegada da fam\u00edlia real ao Brasil, em 1808, nossa cultura cient\u00edfica e liter\u00e1ria      recebeu novo alento, pois at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o havia bibliotecas, imprensa e ensino      superior no Brasil Col\u00f4nia.<\/p>\n<p>S\u00e3o      fundadas, inicialmente, as Faculdades de Medicina (1815), Direito (1827) e      a de Engenharia Polit\u00e9cnica (1874).<\/p>\n<p>Quanto      ao ensino das Ci\u00eancias Agr\u00e1rias, seu interesse s\u00f3 foi despertado quando o      Imperador D. Pedro II, ao viajar para Fran\u00e7a, em 1875, visitou a Escola Veterin\u00e1ria      de Alfort, impressionou-se com uma Confer\u00eancia ministrada pelo Veterin\u00e1rio      e Fisiologista Collin. Ao regressar ao Brasil, tentou propiciar condi\u00e7\u00f5es      para a cria\u00e7\u00e3o de entidade semelhante no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Entretanto,      somente no in\u00edcio deste s\u00e9culo, j\u00e1 sob regime republicano, nossas autoridades      decretaram a cria\u00e7\u00e3o das duas primeiras institui\u00e7\u00f5es de ensino de Veterin\u00e1ria      no Brasil, a Escola de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito, pelo Dec. n\u00ba 2.232, de 06      de janeiro de 1910 (aberta em 17\/07\/1914), e a Escola Superior de Agricultura      e Medicina Veterin\u00e1ria, atrav\u00e9s do Dec. n\u00ba 8.919 de 20\/10\/1910 (aberta em      04\/07\/1913), ambas na cidade do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Em      1911, em Olinda, Pernambuco, a Congrega\u00e7\u00e3o Beneditina Brasileira do Mosteiro      de S\u00e3o Bento, atrav\u00e9s do Abade D. Pedro Roeser, sugere a cria\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o      destinada ao ensino das ci\u00eancias agr\u00e1rias, ou seja, Agronomia e Veterin\u00e1ria.      As escolas teriam como padr\u00e3o de ensino as cl\u00e1ssicas escolas agr\u00edcolas da      Alemanha, as &#8220;Landwirschaf Hochschule&#8221;.<\/p>\n<p>No      dia 1\u00ba de julho de 1914, eram inaugurados, oficialmente, os curso de Agronomia      e Veterin\u00e1ria. Todavia, por ocasi\u00e3o da realiza\u00e7\u00e3o da terceira sess\u00e3o da Congrega\u00e7\u00e3o,      em 15\/12\/1913, ou seja antes da abertura oficial do curso de Medicina Veterin\u00e1ria,      um Farmac\u00eautico formado pela Faculdade de Medicina e Farm\u00e1cia da Bahia solicitava      matr\u00edcula no curso de Veterin\u00e1ria, na condi\u00e7\u00e3o de &#8220;portador de outro      diploma do curso superior&#8221;. A Congrega\u00e7\u00e3o, acatando a solicita\u00e7\u00e3o do      postulante, al\u00e9m de aceitar dispensa das mat\u00e9rias j\u00e1 cursadas indica um professor      particular, para lhe transmitir os conhecimentos necess\u00e1rios para a obten\u00e7\u00e3o      do diploma antes dos (quatro) anos regimentares. Assim, no dia 13\/11\/1915,      durante a 24\u00aa sess\u00e3o da Congrega\u00e7\u00e3o, recebia o grau de M\u00e9dico Veterin\u00e1rio      o senhor DIONYSIO MEILLI, primeiro M\u00e9dico Veterin\u00e1rio formado e diplomado      no Brasil.<\/p>\n<p>Desde      o in\u00edcio de suas atividades at\u00e9 o ano de 1925, foram diplomados 24 Veterin\u00e1rios.      Em 29 de janeiro, ap\u00f3s 13 anos de funcionamento, a Escola foi fechada por      ordem do Abade D. Pedro Roeser.<\/p>\n<p>A      primeira mulher diplomada em Medicina Veterin\u00e1ria no Brasil foi a DRA. NAIR      EUGENIA LOBO, na turma de 1929 pela Escola Superior de Agricultura e Veterin\u00e1ria,      hoje Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>No      Brasil, os primeiros trabalhos cient\u00edficos abrangendo a patologia comparada      (animal e humana) foram realizados pelo Capit\u00e3o-M\u00e9dico JO\u00c3O MONIZ BARRETO      DE ARAG\u00c3O, fundador da Escola de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito, em 1917, no Rio      de Janeiro, e cognominado PATRONO DA VETERIN\u00c1RIA MILITAR BRASILEIRA, cuja      comemora\u00e7\u00e3o se d\u00e1 no dia 17 de junho, data oficial de inaugura\u00e7\u00e3o da Escola      de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito (17\/06\/1914).<\/p>\n<p><strong>CONSELHOS<\/strong><\/p>\n<p>Desde      1917, data de formatura da primeira turma de Veterin\u00e1ria, at\u00e9 1932, n\u00e3o havia      nenhuma regulamenta\u00e7\u00e3o sobre o exerc\u00edcio da Medicina Veterin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Somente      a partir de &#8220;09 DE SETEMBRO DE 1933&#8221;, atrav\u00e9s do Dec. n\u00ba 23.133,      do ent\u00e3o Presidente da Rep\u00fablica Get\u00falio Vargas, \u00e9 que as condi\u00e7\u00f5es e os campos      de atua\u00e7\u00e3o do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio foram normatizadas, conferindo-se privatividade      para a organiza\u00e7\u00e3o, a dire\u00e7\u00e3o e a execu\u00e7\u00e3o do ensino Veterin\u00e1rio, para os      servi\u00e7os referentes \u00e0 Defesa Sanit\u00e1ria Animal, Inspe\u00e7\u00e3o dos estabelecimentos      industriais de produtos de origem animal, hospitais e policl\u00ednicas veterin\u00e1rias,      para organiza\u00e7\u00f5es de congressos e representa\u00e7\u00e3o oficial e peritagem em quest\u00f5es      judiciais que envolvessem aprecia\u00e7\u00e3o sobre os estados dos animais, dentre      outras.<\/p>\n<p>Para      o exerc\u00edcio profissional tornou-se obrigat\u00f3rio o registro do diploma, que      passou, a partir de 1940, a ser feito na Superintend\u00eancia do Ensino Agr\u00edcola      e Veterin\u00e1rio do Minist\u00e9rio da Agricultura, \u00f3rg\u00e3o igualmente respons\u00e1vel pela      fiscaliza\u00e7\u00e3o do exerc\u00edcio profissional. O decreto representou um marco indel\u00e9vel      na evolu\u00e7\u00e3o da Medicina Veterin\u00e1ria, cumprindo sua miss\u00e3o por mais de tres      d\u00e9cadas, e em seu reconhecimento \u00e9 que a data de sua publica\u00e7\u00e3o, 09 de setembro,      foi escolhida para se comemorar o &#8220;DIA DO M\u00c9DICO VETERIN\u00c1RIO BRASILEIRO&#8221;.<\/p>\n<p>Em      23 de outubro de 1968, entra em vigor a Lei 5.517, de autoria do ent\u00e3o Deputado      Federal Dr. SADI COUBE BOGADO, que disp\u00f5e sobre o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o do      M\u00e9dico Veterin\u00e1rio e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterin\u00e1ria,      transferindo para a pr\u00f3pria classe a fun\u00e7\u00e3o fiscalizadora do exerc\u00edcio profissional,      vez que o Governo sempre se mostrou inoperante nessa atividade.<\/p>\n<p>A      primeira Diretoria do Conselho Federal de Medicina Veterin\u00e1ria foi empossada      em 1969, composta pelos seguintes M\u00e9dicos Veterin\u00e1rios: Presidente : Ivo Toturella;      Vice-Presidente: Stoessel Guimar\u00e3es Alves; Secret\u00e1rio-Geral: H\u00e9lio Lobato      Valle e Tesoureiro: Raimundo Cardoso Nogueira.<\/p>\n<p>Dos      Conselhos Regionais, atrav\u00e9s da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 05\/69, foram criados os do RS,      SC, PR, SP, RJ, MG, GO, MT, BA, PE, PB, CE e PA\/AP. A primeira Diretoria empossada,      foi a do CRMV-RS, em 1\u00ba de setembro 1969, e a \u00faltima foi do CRMV-TO, criado      atrav\u00e9s da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 551\/89.<\/p>\n<p><strong>OUTROS      DADOS HIST\u00d3RICOS<\/strong><\/p>\n<p>A      palavra &#8220;Veterin\u00e1rio&#8221; n\u00e3o existia no vocabul\u00e1rio da l\u00edngua inglesa      at\u00e9 1748, quando, ent\u00e3o, foi traduzido o livro de &#8220;Vegesius Renatus&#8221;,      romano do s\u00e9culo V a.D., que escreveu um tratado tendo por t\u00edtulo &#8220;Artis      Veterinariae&#8221;. Os leigos que curavam os animais eram denominados de &#8220;ferers&#8221;.      Na idade M\u00e9dia chamavam-se de &#8220;ferrarius&#8221; as pessoas que forjavam      e aplicavam as ferraduras nos equinos.<\/p>\n<p>At\u00e9      hoje a t\u00e3o conhecida seringa hipod\u00e9rmica nasceu da mente criativa e inovadora      de um M\u00e9dico Veterin\u00e1rio franc\u00eas chamado TABOURIN.<\/p>\n<p>A      Argentina foi o primeiro pa\u00eds sul-americano a criar uma Faculdade de Veterin\u00e1ria,      no ano de 1883, na Universidade de La Plata, Buenos Aires.<\/p>\n<p>A      primeira Faculdade de Zootecnia no Brasil foi fundada em Uruguaiana, Rio Grande      do Sul, em 13 de maio de 1966. A regulamenta\u00e7\u00e3o da jovem profiss\u00e3o foi feita      em 1968. Atualmente, existem 21 estabelecimentos de ensino de Zootecnia em      territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>Ao      se comemorar o cinquenten\u00e1rio da primeira regulamenta\u00e7\u00e3o da Medicina Veterin\u00e1ria      no pa\u00eds (09 de setembro de 1933), decidiu o Conselho Federal de Medicina Veterin\u00e1ria      fundar a ACADEMIA BRASILEIRA DE MEDICINA VETERIN\u00c1RIA, o que foi feito atrav\u00e9s      da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 424, de 9 de setembro de 1983, conforme compet\u00eancia que lhe      reserva o artigo 16, letra &#8220;f&#8221;, da Lei n\u00ba 64.704, de 17 de junho      de 1967. Por meio dessa Resolu\u00e7\u00e3o, ficou aprovado o anteprojeto do Estatuto      da Academia, com passo inicial para seu funcionamento efetivo.<\/p>\n<p>\u00c9      inusitado o fato de que uma inven\u00e7\u00e3o que muito contribuiu para o futuro do      autom\u00f3vel, ou seja, o pneum\u00e1tico, tenha sa\u00eddo da mente criadora de um veterin\u00e1rio.      Em 1889, J. B. DUNLOP, um cirurgi\u00e3o veterin\u00e1rio de Belfort, Esc\u00f3cia, nascido      em 1840, e falecido em 1921 na cidade de Dublin, idealizou um pneu oco, no      interior do qual era introduzido ar por meio de uma bomba especial. A partir      desse prot\u00f3tipo, o invento mostrou-se extremamente \u00fatil e funcional, fazendo      com que os autom\u00f3veis da \u00e9poca, simples e desconfort\u00e1veis, aumentassem sua      velocidade cerca de 4 km a mais por hora. Essas qualidades determinaram sua      popularidade, tornando-se pe\u00e7a indispens\u00e1vel, substituindo os pneus maci\u00e7os      de borracha natural.<\/p>\n<p>O      servi\u00e7o de Defesa Sanit\u00e1ria Animal do Minist\u00e9rio da Agricultura foi organizado      em 1910 por um m\u00e9dico militar, Capit\u00e3o Dr. Jo\u00e3o Moniz Barreto de Arag\u00e3o, fundador      da Escola Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito na cidade do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>O      1\u00ba Congresso Brasileiro de Medicina Veterin\u00e1ria foi realizado em 1922, tendo      sido organizado e presidido pelo prof. Am\u00e9rico de Souza Braga, grande batalhador      da profiss\u00e3o no Brasil. Foi, tamb\u00e9m, um dos fundadores da Faculdade Fluminense      de Medicina Veterin\u00e1ria, situada em Niter\u00f3i, Rio de Janeiro, sendo seu Diretor      at\u00e9 sua morte, ocorrida em 9 de julho de 1947. Entre seus in\u00fameros trabalhos      cient\u00edficos destaca-se, pela repercuss\u00e3o internacional, o livro em quatro      tomos intitulados Soros, Vacinas, Al\u00e9rgenos e Imun\u00f3genos.<\/p>\n<p>O      Centro Pan-Americano de Febre Aftosa come\u00e7a a aplica\u00e7\u00e3o experimental de vacinas      bivalentes de v\u00edrus modificado na Col\u00f4mbia e no Equador, e trivalentes (O.A.C)      no Brasil. Inicia-se em nosso pa\u00eds a primeira fase da Campanha Nacional contra      a Febre Aftosa, atrav\u00e9s do Rio Grande do Sul, em 1965.<\/p>\n<p>Fonte:       www.cfmv.org.br<\/p>\n<h6>Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio<\/h6>\n<h4>9      de Setembro<\/h4>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA      DA MEDICINA VETERIN\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p>A      Medicina Veterin\u00e1ria nasceu quando o homem primitivo come\u00e7ou a domesticar      o primeiro animal.<\/p>\n<p>Os      mais antigos registros de nossa atividade profissional datam do S\u00e9culo XVIII      AC, com informa\u00e7\u00f5es gravadas no Papyrus Veterinarius de Kahun, com v\u00e1rias      refer\u00eancias sobre a &#8220;medicina animal&#8221;.<\/p>\n<p>Mas      a Medicina Veterin\u00e1ria moderna teve a sua origem em 1762 quando<strong>\u00a0Claude      Bourgelat<\/strong>\u00a0criou,      em Lyon, na Fran\u00e7a, a primeira Escola de Veterin\u00e1ria, instalando, ele pr\u00f3prio,      a segunda em Maison Alfort, nos arredores de Paris, em 1765. Essas duas escolas      se constitu\u00edram em verdadeiros polos irradiadores para as demais na\u00e7\u00f5es do      mundo.<\/p>\n<p>At\u00e9      o final do S\u00e9culo XVIII, surgiram 20 estabelecimentos de ensino veterin\u00e1rio      na Europa.<\/p>\n<p>No      Brasil, a id\u00e9ia de cria\u00e7\u00e3o de estabelecimentos dedicados ao estudo da Medicina      Veterin\u00e1ria foi despertada quando o Imperador Dom Pedro II visitou a Escola      Veterin\u00e1ria de Alfort em 1875, s\u00f3 se concretizando, entretanto sob a \u00e9gide      da Rep\u00fablica, com o Decreto 8.319 de 20 de outubro de 1910, assinado pelo      Presidente Nilo Pe\u00e7anha.<\/p>\n<p>O      documento tornava obrigat\u00f3rio o ensino da Medicina Veterin\u00e1ria. No mesmo ano      foram criadas a Escola de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito e a Escola Superior de Agricultura      e Veterin\u00e1ria, ambas no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/veteri1.jpg\" alt=\"Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio\" width=\"315\" height=\"332\" title=\"Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio\" \/><br \/>\n     Claude Bourgelat<\/strong><\/p>\n<p>O      ensino foi dirigido, inicialmente, de maneira diferente nas duas escolas.      A civil foi orientada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o animal, principalmente dos bovinos. Os animais      importados eram atacados pelos carrapatos transmissores da anaplasmose e babesiose,      exigindo um exaustivo trabalho de premuni\u00e7\u00e3o. Mais tarde, houve uma grande      orienta\u00e7\u00e3o para a cl\u00ednica de pequenos animais e a sa\u00fade p\u00fablica veterin\u00e1ria,      com a campanha contra o mormo, doen\u00e7a que atacava os cavalos e os soldados.      Os melhores alunos da Escola do Ex\u00e9rcito eram enviados para o Instituto Osvaldo      Cruz, precursor da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o formal no Brasil, muitos dos quais foram      transformados posteriormente em destacados cientistas.<\/p>\n<p>A      primeira turma da escola civil graduou-se em 1917. Tr\u00eas anos depois, fundava-se      a Sociedade Brasileira de Medicina Veterin\u00e1ria &#8211; SBMV.<\/p>\n<p>O      primeiro diploma legal a regulamentar a Medicina Veterin\u00e1ria veio com o Decreto      23.133 de 9 de setembro de 1933. Essa data foi escolhida posteriormente como      o dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em      23 de outubro de1968, houve a aprova\u00e7\u00e3o da Lei 5.517, que estabelece a segunda      regulamenta\u00e7\u00e3o e cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Medicina      Veterin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Desde      1917, data de formatura da primeira turma de Veterin\u00e1ria, at\u00e9 1932, n\u00e3o havia      nenhuma regulamenta\u00e7\u00e3o sobre o exerc\u00edcio da Medicina Veterin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Somente      a partir de &#8220;09 DE SETEMBRO DE 1933&#8221;, atrav\u00e9s do Dec. n\u00ba. 23.133,      do ent\u00e3o Presidente da Rep\u00fablica Get\u00falio Vargas, \u00e9 que as condi\u00e7\u00f5es e os campos      de atua\u00e7\u00e3o do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio foram normatizadas, conferindo-se privatividade      para a organiza\u00e7\u00e3o, a dire\u00e7\u00e3o e a execu\u00e7\u00e3o do ensino Veterin\u00e1rio, para os      servi\u00e7os referentes \u00e0 Defesa Sanit\u00e1ria Animal, Inspe\u00e7\u00e3o dos estabelecimentos      industriais de produtos de origem animal, hospitais e policl\u00ednicas veterin\u00e1rias,      para organiza\u00e7\u00f5es de congressos e representa\u00e7\u00e3o oficial e peritagem em quest\u00f5es      judiciais que envolvessem aprecia\u00e7\u00e3o sobre os estados dos animais, dentre      outras.<\/p>\n<p>Para      o exerc\u00edcio profissional tornou-se obrigat\u00f3rio o registro do diploma, que      passou, a partir de 1940, a ser feito na Superintend\u00eancia do Ensino Agr\u00edcola      e Veterin\u00e1rio do Minist\u00e9rio da Agricultura, \u00f3rg\u00e3o igualmente respons\u00e1vel pela      fiscaliza\u00e7\u00e3o do exerc\u00edcio profissional. O decreto representou um marco indel\u00e9vel      na evolu\u00e7\u00e3o da Medicina Veterin\u00e1ria, cumprindo sua miss\u00e3o por mais de tr\u00eas      d\u00e9cadas, e em seu reconhecimento \u00e9 que a data de sua publica\u00e7\u00e3o, 09 de setembro,      foi escolhida para se comemorar o &#8220;DIA DO M\u00c9DICO VETERIN\u00c1RIO BRASILEIRO&#8221;.<\/p>\n<p>Em      23 de outubro de 1968, entra em vigor a Lei 5.517, de autoria do ent\u00e3o Deputado      Federal Dr. SADI COUBE BOGADO, que disp\u00f5e sobre o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o do      M\u00e9dico Veterin\u00e1rio e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterin\u00e1ria,      transferindo para a pr\u00f3pria classe a fun\u00e7\u00e3o fiscalizadora do exerc\u00edcio profissional,      vez que o Governo sempre se mostrou inoperante nessa atividade.<\/p>\n<p>A      primeira Diretoria do Conselho Federal de Medicina Veterin\u00e1ria foi empossada      em 1969, composta pelos seguintes M\u00e9dicos Veterin\u00e1rios: Presidente : Ivo Toturella;      Vice-Presidente: Stoessel Guimar\u00e3es Alves; Secret\u00e1rio-Geral: H\u00e9lio Lobato      Valle e Tesoureiro: Raimundo Cardoso Nogueira.<\/p>\n<p>Dos      Conselhos Regionais, atrav\u00e9s da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba. 05\/69, foram criados os do RS,      SC, PR, SP, RJ, MG, GO, MT, BA, PE, PB, CE e PA\/AP. A primeira Diretoria empossada,      foi a do CRMV-RS, em 1\u00ba de setembro 1969, e a \u00faltima foi do CRMV-TO, criado      atrav\u00e9s da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba. 551\/89.<\/p>\n<p><strong>S\u00cdMBOLO      DA MEDICINA VETERIN\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/veteri2.jpg\" alt=\"Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio\" width=\"675\" height=\"376\" title=\"Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio\" \/><\/strong><\/p>\n<p>Para      padronizar e unificar um emblema que identificasse a Medicina Veterin\u00e1ria      entre as demais ci\u00eancias biom\u00e9dicas no Brasil, o Conselho Federal de Medicina      Veterin\u00e1ria, instituiu um concurso em n\u00edvel nacional.<\/p>\n<p>Foram      apresentadas 172 sugest\u00f5es. Uma comiss\u00e3o julgadora selecionou em outubro de      1993, os melhores trabalhos, julgando-os com base nos princ\u00edpios hist\u00f3rico-culturais      da medicina animal brasileira e mundial.<\/p>\n<p>A      proposta vencedora justificou sua sugest\u00e3o afirmando que in\u00fameras profiss\u00f5es      liberais buscaram na antiguidade greco-latina a inspira\u00e7\u00e3o para criar seus      s\u00edmbolos. A Ci\u00eancia Jur\u00eddica \u00e9 um exemplo. No caso das ci\u00eancias biom\u00e9dicas,      algumas profiss\u00f5es adotam a tradicional serpente enrolada em um bast\u00e3o ou,      ent\u00e3o, a ta\u00e7a e a serpente, caso dos farmac\u00eauticos.<\/p>\n<p><strong>Tradi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Quanto      \u00e0 Medicina Veterin\u00e1ria, julgou-se ser de coer\u00eancia hist\u00f3rica e tradi\u00e7\u00e3o a      ado\u00e7\u00e3o da serpente e do bast\u00e3o, s\u00edmbolo de Escul\u00e1pio, deus da arte de curar      na Gr\u00e9cia Antiga. Estes s\u00edmbolos v\u00eam inseridos na letra &#8220;V&#8221;, tendo      como moldura um hex\u00e1gono irregular.<\/p>\n<p>A      serpente representa a prud\u00eancia, a vigil\u00e2ncia, a sabedoria, a vitalidade,      o poder de regeneresc\u00eancia e preserva\u00e7\u00e3o da sa\u00fade.<\/p>\n<p>O      bast\u00e3o (primitivamente um galho de \u00e1rvore com algumas folhas) significaria      os segredos da vida terrena, poder da ressurei\u00e7\u00e3o e o aux\u00edlio e suporte da      assist\u00eancia dada pelo m\u00e9dico aos seus pacientes; sua origem vegetal representaria      as for\u00e7as da natureza e as virtudes curativas das plantas.<\/p>\n<p>Quanto      \u00e0s cores usadas em sua representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, a dominante \u00e9 a verde, pois      significa a vida vegetal, a juventude e a sa\u00fade. A cor branca, sendo a uni\u00e3o      de todas as outras, significa integra\u00e7\u00e3o, luta pela vida e paz. A cor preta      representa for\u00e7a, vig\u00edlia e a luta contra as adversidades.<\/p>\n<p><strong>A      Lenda<\/strong><\/p>\n<p>Na      mitologia Grega, o deus Ascl\u00e9pio (adotado e adorado pelos romanos com o nome      de Escul\u00e1pio) era filho de Coronis e Apolo e teria sido educado pelo centauro      Quir\u00e3o, ensinando-lhe a arte de curar os doentes e at\u00e9 mesmo o poder de ressuscitar      os mortos.<\/p>\n<p>Segundo      a lenda grega, Escul\u00e1pio ou Ascl\u00e9pio, foi morto pelo rei dos deuses, Zeus      (J\u00fapiter para os romanos), passando a ser adorado em diversos santu\u00e1rios da      Gr\u00e9cia, sendo o mais famoso o de Epidauro. H\u00edgia, sua filha, cujo nome deu      origem ao voc\u00e1bulo Higiene, era considerada a deusa da Sa\u00fade.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong>&#8220;Haver\u00e1      um dia, em que o homem conhecer\u00e1<br \/>\n     o \u00edntimo dos animais. Neste dia, um crime<br \/>\n     contra um animal, ser\u00e1 considerado um crime<br \/>\n     contra a pr\u00f3pria humanidade.&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:       www.crmvse.org.br<\/p>\n<h6>Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio<\/h6>\n<h4>9      de Setembro<\/h4>\n<p>\u00c9      chamada de medicina veterin\u00e1ria a ci\u00eancia que atua sobre a preven\u00e7\u00e3o, o diagn\u00f3stico      e o tratamento de doen\u00e7as dos animais dom\u00e9sticos, silvestres e de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Foi      no dia 9 de setembro de 1933, atrav\u00e9s do Decreto n\u00ba 23.133, que o ent\u00e3o presidente      Get\u00falio Vargas criou uma normatiza\u00e7\u00e3o para a atua\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico veterin\u00e1rio      e para o ensino dessa profiss\u00e3o no Brasil. Em reconhecimento, a data passou      a valer como o Dia do Veterin\u00e1rio. Mas as escolas de veterin\u00e1ria j\u00e1 existiam      no Pa\u00eds, desde 1910.<\/p>\n<p><strong>Um      pouco de hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Pessoas      se dedicam a tratar de animais desde os tempos antigos, desde que come\u00e7aram      a domestic\u00e1-los. A pr\u00e1tica da veterin\u00e1ria foi estabelecida desde 2.000 a.C.      na Babil\u00f4nia e no Egito. Por\u00e9m, segundo alguns registros encontrados, remonta      a 4000 a.C.<\/p>\n<p>O      C\u00f3digo de Hammurabi, o mais completo e perfeito conjunto de leis sobrevivente      &#8211; que se encontra hoje no Museu do Louvre, na Fran\u00e7a -, desenvolvido durante      o reinado de Hammurabi (que viveu entre 1792 e 1750 a.C.) na primeira dinastia      da Babil\u00f4nia, j\u00e1 continha normas sobre atribui\u00e7\u00f5es e remunera\u00e7\u00e3o dos &#8220;m\u00e9dicos      de animais&#8221;.<\/p>\n<p>Na      Europa, a hist\u00f3ria da veterin\u00e1ria parece estar sempre ligada \u00e0queles que tratavam      os cavalos ou o gado. Os gregos antigos tinham uma classe de m\u00e9dicos, chamada      de &#8220;doutores de cavalos&#8221; e a tradu\u00e7\u00e3o em latim para a especialidade      era veterinarius. Os primeiros registros sobre a pr\u00e1tica da medicina animal      na Gr\u00e9cia s\u00e3o do s\u00e9culo VI a.C., quando as pessoas que exerciam essa fun\u00e7\u00e3o      &#8211; chamados de hippiatros (hipiatras, os especialistas da medicina veterin\u00e1ria      que tratam dos cavalos) &#8211; tinham um cargo p\u00fablico. As escolas de veterin\u00e1ria      surgiram na Europa no meio do s\u00e9culo XVIII, em pa\u00edses como \u00c1ustria, Alemanha,      Dinamarca, Espanha, Fran\u00e7a, Inglaterra, It\u00e1lia, Pol\u00f4nia, R\u00fassia, e Su\u00e9cia.<\/p>\n<p>O      marco do estabelecimento da medicina veterin\u00e1ria moderna e organizada, segundo      crit\u00e9rios cient\u00edficos, \u00e9 atribu\u00eddo ao hip\u00f3logo franc\u00eas Claude Bougerlat, na      Fran\u00e7a de Lu\u00eds XV, com a cria\u00e7\u00e3o da Escola de Medicina Veterin\u00e1ria de Lyon,      em 1761. A segunda a ser criada no mundo foi a Escola de Alfort, em Paris.<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o      e especializa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Hoje,      a forma\u00e7\u00e3o em medicina veterin\u00e1ria dura, em m\u00e9dia, cinco anos, com os dois      primeiros anos tratando das disciplinas b\u00e1sicas anatomia, microbiologia, gen\u00e9tica,      matem\u00e1tica, estat\u00edstica, al\u00e9m de nutri\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o animal. Depois \u00e9 a vez      de estudar as doen\u00e7as, as t\u00e9cnicas cl\u00ednicas e cir\u00fargicas e ent\u00e3o optar pela      especializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente,      no Brasil, existem mais de 140 faculdades\/escolas de medicina veterin\u00e1ria,      de acordo com o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte:       www.suinoculturaindustrial.com.br<\/p>\n<h6>Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio<\/h6>\n<h4>9      de Setembro<\/h4>\n<p>A      Medicina Veterin\u00e1ria, profiss\u00e3o oficializada no Brasil em 1918 e regulamentada      em 1933, no dia 9 de setembro, data que ficou consagrada a categoria profissional,      \u00e9 considerada uma profiss\u00e3o bastante ecl\u00e9tica, pois est\u00e1, atualmente, inserida      num abrangente contexto que envolve, al\u00e9m da preven\u00e7\u00e3o e cura de afec\u00e7\u00f5es      das diversas esp\u00e9cies animais, a produ\u00e7\u00e3o e a inspe\u00e7\u00e3o de alimentos, defesa      sanit\u00e1ria animal, sa\u00fade p\u00fablica, ensino superior, pesquisa, extens\u00e3o rural      e a prote\u00e7\u00e3o da fauna.<\/p>\n<p>J\u00e1      estamos nos distanciando do estere\u00f3tipo estabelecido por leigos que v\u00eaem o      veterin\u00e1rio, apenas como o m\u00e9dico que trata de animais.<\/p>\n<p>A      cl\u00ednica de animais \u00e9 hoje uma das in\u00fameras atribui\u00e7\u00f5es que esse profissional      possui e uma das mais importantes, visto o valor que o animal de companhia      adquiriu dentro da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>A      cura dos males animais \u00e9 t\u00e3o antiga quanto a pr\u00f3pria civiliza\u00e7\u00e3o. Segundo      a tradi\u00e7\u00e3o, a arte de curar animais est\u00e1 embasada nos poderes do Centuri\u00e3o      Quir\u00e3o, considerado o Deus da Medicina Veterin\u00e1ria, metade homem, metade cavalo.<\/p>\n<p>Quir\u00e3o,      um ser sobrenatural, exercia a pr\u00e1tica m\u00e9dica dos animais, atrav\u00e9s do uso      das m\u00e3os.<\/p>\n<p>A      produ\u00e7\u00e3o animal no brasil \u00e9 sem d\u00favida um dos mais importantes segmentos econ\u00f4micos,      imprescind\u00edvel para o crescimento do pa\u00eds e, nesse contexto, o m\u00e9dico veterin\u00e1rio      contribui decisivamente para a produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna nobre como fonte alimentar      e para a garantia da qualidade dos produtos destinados tanto ao mercado interno      quanto para a exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O      m\u00e9dico veterin\u00e1rio exerce na inspe\u00e7\u00e3o de alimentos uma fun\u00e7\u00e3o essencial. Sabidamente,      muitas doen\u00e7as que acontecem aos animais podem, com maior ou menor facilidade,      atingir o homem atrav\u00e9s do consumo de carne, do leite e do sangue.<\/p>\n<p>No      seu desempenho profissional em matadouros, frigor\u00edficos, usinas de leite e      outras ind\u00fastrias de alimentos, o inspetor veterin\u00e1rio, gra\u00e7as a seus conhecimentos      em patologia, microbiologia e sanitarismo, est\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es de detectar aquelas      doen\u00e7as, evitando que a carne, o leite e os subprodutos oriundos de animais      doentes sejam consumidos pela popula\u00e7\u00e3o ou entrem em contato com a mesma.<\/p>\n<p>V\u00ea-se      a import\u00e2ncia de n\u00e3o consumir produtos clandestinos.<\/p>\n<p>No      campo da sa\u00fade p\u00fablica, a medicina veterin\u00e1ria tem participa\u00e7\u00e3o efetiva, estabelece      a profilaxia das doen\u00e7as de animais pass\u00edveis de atingir o homem(zoonoses),      pondo a salvo a sa\u00fade p\u00fablica, que n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil.<\/p>\n<p>Hoje      temos o problema da Leishmaniose, que se espalha em todo pa\u00eds.<\/p>\n<p>Esta      \u00e9 uma doen\u00e7a que acomete tanto os animais como os seres humanos, mas no homem,      se descoberta no in\u00edcio tem tratamento.<\/p>\n<p>O      mercado j\u00e1 existem vacinas que protegem 95% o c\u00e3o e n\u00e3o se pode esquecer que      o melhor rem\u00e9dio \u00e9 a preven\u00e7\u00e3o com consultas anuais.<\/p>\n<p>Fonte:       www.conexaonoroeste.com.br<\/p>\n<h6>Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio<\/h6>\n<h4>9      de Setembro<\/h4>\n<p>Medicina      veterin\u00e1ria \u00e9 a ci\u00eancia que trata da preven\u00e7\u00e3o, do diagn\u00f3stico e do tratamento      de doen\u00e7as em animais dom\u00e9sticos, assim como tamb\u00e9m do controle de dist\u00farbios      que acontecem em outros tipos de animais. Ela surgiu quando o homem come\u00e7ou      a domesticar determinadas esp\u00e9cies, em decorr\u00eancia da necessidade de que seus      exemplares fossem objeto de cuidado e aten\u00e7\u00e3o para se verem livre dos males      que os acometiam.<\/p>\n<p>Os      registros sobre a Hist\u00f3ria Antiga d\u00e3o conta de que a pr\u00e1tica da veterin\u00e1ria      foi estabelecida na Babil\u00f4nia desde 2.000 a.C., mas alguns pesquisadores v\u00e3o      ainda mais longe, sugerindo que ela remonta a 4.000 a.C.. O C\u00f3digo de Hamurabi,      um conjunto de leis desenvolvido pelo soberano do mesmo nome durante o per\u00edodo      de seu reinado (1728-1686 a.C.), e que hoje se encontra no Museu do Louvre,      em Paris, Fran\u00e7a, j\u00e1 continha as seguintes normas sobre atribui\u00e7\u00f5es e remunera\u00e7\u00e3o      dos &#8220;m\u00e9dicos de animais&#8221;:<\/p>\n<p>Se      o m\u00e9dico dos bois e dos burros trata um boi ou um burro de uma grave ferida      e o animal se restabelece, o propriet\u00e1rio dever\u00e1 dar ao m\u00e9dico, em pagamento,      um sexto de siclo .<\/p>\n<p>Se      ele trata um boi ou burro de uma grave ferida e o mata, dever\u00e1 dar um quarto      de seu pre\u00e7o ao propriet\u00e1rio.<\/p>\n<p>Os      gregos antigos tinham uma classe de m\u00e9dicos chamada de &#8220;doutores de cavalos&#8221;,      aos quais os romanos davam o nome de veterinarius. Os primeiros registros      sobre a pr\u00e1tica da medicina animal na Gr\u00e9cia datam do s\u00e9culo VI a.C., quando      as pessoas que exerciam essa fun\u00e7\u00e3o, os hippiatros (hipiatro, medico veterin\u00e1rio      que trata dos cavalos), tinham um cargo p\u00fablico.<\/p>\n<p>Bem      mais adiante, metade do s\u00e9culo XVIII, as escolas de veterin\u00e1ria principiaram      a surgir na \u00c1ustria, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Fran\u00e7a, Inglaterra, It\u00e1lia,      Pol\u00f4nia, R\u00fassia, e Su\u00e9cia. A primeira a ser organizada segundo crit\u00e9rios cient\u00edficos,      a Escola de Medicina Veterin\u00e1ria de Lyon, na Fran\u00e7a, foi instalada em 1761      gra\u00e7as ao hip\u00f3logo franc\u00eas Claude Bougerlat.<\/p>\n<p>Em      1875, quando D. Pedro II visitou a escola parisiense de Medicina Veterin\u00e1ria      de Alfort, que foi a segunda a funcionar no mundo, ficou t\u00e3o bem impressionado      com o que viu que resolveu criar institui\u00e7\u00e3o semelhante no Brasil. Mas apesar      da sua vontade, as duas primeiras escolas do g\u00eanero s\u00f3 apareceram nos primeiros      anos do governo republicano: a escola Superior de Agricultura e Medicina Veterin\u00e1ria      (1910), e a escola de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito, as duas no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Com      rela\u00e7\u00e3o a esta, o tenente-coronel m\u00e9dico Jo\u00e3o Moniz Barreto de Arag\u00e3o, patrono      da medicina veterin\u00e1ria militar brasileira, criou inicialmente o Curso Pr\u00e1tico      de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito, embri\u00e3o da Escola de Veterin\u00e1ria do Ex\u00e9rcito (EsVet).      Em funcionamento a partir de 1914, a EsVet diplomou sua primeira turma em      1917, sendo considerada a precursora do ensino veterin\u00e1rio civil no Brasil.<\/p>\n<p>No      dia 9 de setembro de 1933, atrav\u00e9s do Decreto n\u00ba 23.133, o ent\u00e3o Presidente      Get\u00falio Vargas criou uma normatiza\u00e7\u00e3o para a atua\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico veterin\u00e1rio      e para o ensino dessa profiss\u00e3o. Em reconhecimento, a data passou a valer      como o Dia do Veterin\u00e1rio. Mas escolas de veterin\u00e1ria j\u00e1 existiam no Brasil,      desde 1910. Para o exerc\u00edcio profissional, o registro do diploma passou a      ser exigido a partir de 1940, na Superintend\u00eancia do Ensino Agr\u00edcola e Veterin\u00e1rio      do Minist\u00e9rio da Agricultura, \u00f3rg\u00e3o fiscalizador da profiss\u00e3o. A partir de      1968, com a cria\u00e7\u00e3o dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterin\u00e1ria,      foi transferida a estes a compet\u00eancia para o registro profissional do m\u00e9dico      veterin\u00e1rio, e a fun\u00e7\u00e3o de fiscalizar o exerc\u00edcio dessa profiss\u00e3o.<\/p>\n<p>A      forma\u00e7\u00e3o em medicina veterin\u00e1ria dura, em m\u00e9dia, cinco anos, com os dois primeiros      anos tratando das disciplinas b\u00e1sicas: anatomia, microbiologia, gen\u00e9tica,      matem\u00e1tica, estat\u00edstica, al\u00e9m de nutri\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o animal. Depois \u00e9 a vez      de estudar as doen\u00e7as, as t\u00e9cnicas cl\u00ednicas e cir\u00fargicas, e ent\u00e3o optar por      alguma das diversas especializa\u00e7\u00f5es, que v\u00e3o desde a cl\u00ednica e cirurgia de      animais, ao acompanhamento da produ\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00f5es, vacinas, medicamentos e      outros insumos.<\/p>\n<p><strong>FERNANDO      KITZINGER DANNEMANN<\/strong><\/p>\n<p>Fonte:       www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br<\/p>\n<h6>Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio<\/h6>\n<h4>9      de Setembro<\/h4>\n<p><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O      N.\u00ba 609, DE 15 DE JUNHO DE 1994<\/strong><\/p>\n<p>Cria      S\u00edmbolo de Medicina Veterin\u00e1ria, que \u00e9 respaldado por princ\u00edpios hist\u00f3ricos,      culturais e mitol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>O      CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERIN\u00c1RIA, pelo seu plen\u00e1rio reunido em 15-06-94,      no uso de suas atribui\u00e7\u00f5es que lhe confere o Artigo 16 da Lei n.\u00ba 5.517, de      23 de outubro de 1968, regulamentada pelo Decreto n.\u00ba 64.704, de 17 de junho      de 1969,<\/p>\n<p>RESOLVE:<\/p>\n<p>Art.      1\u00ba Fica criado o S\u00edmbolo da Medicina Veterin\u00e1ria, que \u00e9 respaldado por princ\u00edpios      hist\u00f3ricos, culturais e mitol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Art.      2\u00ba A partir da vig\u00eancia desta Resolu\u00e7\u00e3o fica oficializado o S\u00edmbolo da Medicina      Veterin\u00e1ria a ser utilizado pelos Conselhos Federal e Regionais de Medicina      Veterin\u00e1ria, constitu\u00eddo da seguinte forma: &#8211; Hex\u00e1gono: Tradicionalmente utilizado;      Letra &#8220;V&#8221;: com fun\u00e7\u00e3o de identificar a Medicina Veterin\u00e1ria; Cor      verde: Tradicionalmente utilizada pela Classe M\u00e9dica;<\/p>\n<p>Art.      3\u00ba O S\u00edmbolo descrito no Artigo 2\u00ba \u00e9 patrim\u00f4nio da classe M\u00e9dico-Veterin\u00e1ria      e seu uso ser\u00e1 supervisionado pelos Conselhos Federal e Regionais de Medicina      Veterin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Art.      4\u00ba O S\u00edmbolo da Medicina Veterin\u00e1ria poder\u00e1 ser utilizado como segundo Bras\u00e3o,      nos documentos oficiais dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Art.      5\u00ba O S\u00edmbolo poder\u00e1 ser usado:<\/p>\n<p>1.      como distintivo pessoal da lapela;<br \/>\n     2. em ve\u00edculos;<br \/>\n     3. aplicado no material de correspond\u00eancia dos Conselhos de Medicina Veterin\u00e1ria;<br \/>\n     4. inserto em galhardete, fl\u00e2mula ou faixa;<br \/>\n     5. em medalhas ou placas;<br \/>\n     6. em divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Art.      6\u00ba A presente Resolu\u00e7\u00e3o entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o revogadas      as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Fonte:       www2.uel.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dia do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Atua\u00e7\u00e3o, Animais, Profissional, 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