{"id":60249,"date":"2016-07-11T12:55:20","date_gmt":"2016-07-11T12:55:20","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=60249"},"modified":"2016-07-11T13:14:53","modified_gmt":"2016-07-11T13:14:53","slug":"dia-da-banana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-da-banana","title":{"rendered":"Dia da Banana"},"content":{"rendered":"<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p><strong>Informa\u00e7\u00f5es      sobre a Banana, caracter\u00edsticas, vitaminas, benef\u00edcios e propriedades<\/strong><\/p>\n<p><strong>Banana:      rica em pot\u00e1ssio e fibras<\/strong><\/p>\n<h4>CLASSIFICA\u00c7\u00c3O      CIENT\u00cdFICA<\/h4>\n<p><strong>Reino<\/strong><\/p>\n<p>Plantae<\/p>\n<p><strong>Divis\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Magnoliophyta<\/p>\n<p><strong>Classe<\/strong><\/p>\n<p>Liliopsida<\/p>\n<p><strong>Ordem<\/strong><\/p>\n<p>Zingiberales<\/p>\n<p><strong>Fam\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>Musaceae<\/p>\n<p><strong>G\u00eanero<\/strong><\/p>\n<p>Musa<\/p>\n<h4>INFORMA\u00c7\u00d5ES<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/banana6.jpg\" alt=\"Dia da Bana\" width=\"342\" height=\"304\" title=\"Dia da Bana\" \/><\/p>\n<p>A      Banana \u00e9 um fruto cuja origem \u00e9 o sudeste do continente asi\u00e1tico.<\/p>\n<p>Esta      fruta tropical possui uma polpa macia, saborosa e doce.<\/p>\n<p>Elas      formam-se em cachos na \u00e1rvore chamada bananeira.<\/p>\n<p>Existem      diversas esp\u00e9cies de bananas. No Brasil, as mais conhecidas s\u00e3o: nanica, prata,      banana-terra e a banana ma\u00e7a.<\/p>\n<p>Elas      nascem verdes e quando est\u00e3o maduras ficam com as cascas amarelas (maioria      das esp\u00e9cies) ou vermelhas (minoria).<\/p>\n<p>Cada      bananeira produz de uma s\u00f3 vez de 5 a 15 pencas de banana.<\/p>\n<p>S\u00e3o      muito utilizadas na culin\u00e1ria de centenas de pa\u00edses. S\u00e3o consumidas ao natural,      fritas, cozidas e assadas.<\/p>\n<p>Uma      banaca madura e de porte grande (nanica, por exemplo) pesa, em m\u00e9dia, 120      gramas.<\/p>\n<p>A      banana \u00e9 uma fruta rica em fibras, pot\u00e1ssio, vitaminas C e A.<\/p>\n<p>A      banana n\u00e3o possui sementes, ela \u00e9 um fruto sem fecunda\u00e7\u00e3o pr\u00e9via.<\/p>\n<p>Aproximadamente,      70% deste fruto \u00e9 composto por \u00e1gua.<\/p>\n<p>A      banana nanica, mais consumida no Brasil, \u00e9 muito utilizada em bolos, doces      e outros pratos da culin\u00e1ria brasileira.<\/p>\n<p>Fonte:       br.geocities.com<\/p>\n<h6>Dia da Banana<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p><strong>Pasmem:<\/strong>a      fruta, imortalizada por Carmem Miranda num enfeite de cabe\u00e7a pra l\u00e1 de esquisito,      tem um dia s\u00f3 para ela. A banana chegou ao nosso conhecimento trazida pelos      \u00e1rabes nas suas embarca\u00e7\u00f5es como uma fruta muito valiosa. Na verdade ela \u00e9      origin\u00e1ria das regi\u00f5es tropicais da \u00cdndia e da Malaia, e j\u00e1 era conhecida      e cultivada h\u00e1 mais de 4000 anos.<\/p>\n<p>As      bananeiras existem no Brasil desde antes do seu descobrimento. Quando Cabral      aqui chegou, encontrou os ind\u00edgenas comendo, in natura, bananas de um cultivar      muito digestivo que se sup\u00f5e tratar-se do \u0091Branca\u0092 e outro, rico      em amido, que precisava ser cozido antes do consumo, chamado de \u0091Pacoba\u0092,      que deve ser o cultivar Pacova. A palavra pacoba, em guarani, significa banana.      Com o decorrer do tempo, verificou-se que o \u0091Branca\u0092 predominava      na regi\u00e3o litor\u00e2nea e o \u0091Pacova\u0092, na Amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>O      nome banana vem da palavra &#8220;banan&#8221;, e tamb\u00e9m foi dado pelos \u00c1rabes.      Banana significa &#8220;dedos&#8221;. Faz sentido, j\u00e1 que a forma da fruta realmente      alude a essa parte do corpo. Al\u00e9m de saborosa, apresenta alto valor nutritivo,      por ser rica em carboidratos.<\/p>\n<p>Fonte:       Novo Mil\u00eanio ; Eu e meu patinho de borracha<\/p>\n<h6>Dia da Banana<\/h6>\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p>A      banana \u00e9 uma das principais frutas de consumo popular no Brasil.<\/p>\n<p>A      bananeira encontra-se distribu\u00edda por todo o territ\u00f3rio nacional, situando-se      entre os principais cultivos, em \u00e1rea plantada, volume produzido e valor da      produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Constitui-se      numa das principais alternativas de diversifica\u00e7\u00e3o agr\u00edcola da Regi\u00e3o Sudeste      da Bahia, por adaptar-se as condi\u00e7\u00f5es edafoclim\u00e1ticas e possuir excelentes      perspectivas de mercado como fruta fresca ou industrializada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      disso, \u00e9 um cultivo de produ\u00e7\u00e3o r\u00e1pida (aproximadamente um ano) e pode ser      utilizada facilmente em cons\u00f3rcios.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dia-da-banana-002.jpg\" alt=\"Dia da Banana\" width=\"350\" height=\"263\" title=\"Dia da Bana\" \/><\/p>\n<p><strong>Clima<\/strong><\/p>\n<p>A      bananeira \u00e9 tipicamente tropical, desenvolve-se melhor em locais com temperaturas      m\u00e9dias de 20 a 24\u00ba C e umidade relativa do ar superior a 80%, pois essas condi\u00e7\u00f5es      aceleram a emiss\u00e3o de folhas. o lan\u00e7amento das infloresc\u00eancias e uniformiza      a colora\u00e7\u00e3o dos frutos, apesar de favorecer a ocorr\u00eancia de v\u00e1rias doen\u00e7as      foliares. A planta exige uma precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica de 100 a 180 mm mensais.      A defici\u00eancia de \u00e1gua no solo ocasiona paralisa\u00e7\u00e3o das atividades da planta,      causando amarelecimento das folhas, aumento do ciclo e redu\u00e7\u00e3o do tamanho      dos cachos. Os ventos fortes causam redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea foliar (fendilhamento      das folhas), tombamento e desidrata\u00e7\u00e3o das folhas, ocasionando danos econ\u00f4micos.      A bananeira se desenvolve em locais cm plena luz.<\/p>\n<p><strong>Solo<\/strong><\/p>\n<p>A      bananeira se adapta em v\u00e1rios tipos de solos, no entanto, a maior aptid\u00e3o      e capacidade produtiva ocorrem nos areno-argilosos, f\u00e9rteis, profundos, ricos      em mat\u00e9ria org\u00e2nica e em c\u00e1lcio e magn\u00e9sio, bem drenados e com boa capacidade      de reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>Cultivares<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nanic\u00e3o      \u0096<\/strong>\u00c9 uma cultivar      de porte m\u00e9dio a baixo (3 a 3,5 m). Os cachos s\u00e3o cil\u00edndricos, com peso de      30 kg e 11 pencas, em m\u00e9dia. Os frutos pesam 150 g, aproximadamente e t\u00eam      sabor id\u00eantico ao da Nanica. \u00c9 suscept\u00edvel \u00e0 Sigatoka amarela e negra, ao      Moko e aos nemat\u00f3ides. Apresenta toler\u00e2ncia ao Mal-do-panam\u00e1, mediante susceptibilidade      \u00e0 broca e maior resist\u00eancia \u00e0 seca que a cultivar Nanica.<\/p>\n<p><strong>Prata      \u0096<\/strong>Conhecida      tamb\u00e9m como Prata-comum ou Pratinha, possui porte alto (4 a 6 m). Os cachos      pesam de 9 a 12 Kg e possuem, em m\u00e9dia, 7,5 pencas. OS frutos pesam em torno      de 100 gramas e apresentam sabor agridoce agrad\u00e1vel. \u00c9 suscept\u00edvel \u00e0 Sigatoka      amarela e negra, ao Moko, medianamente suscept\u00edvel ao Mal-do-panam\u00e1 medianamente      resistente \u00e0 broca e aos nemat\u00f3ides.<\/p>\n<p><strong>Pacovan      \u0096<\/strong>Resultante      de uma muta\u00e7\u00e3o da Prata, \u00e9 atualmente a cultivar mais plantada no Norte e      Nordeste do pa\u00eds. Possui porte alto (6 a 7 m). Os cachos s\u00e3o c\u00f4nicos, com      peso de 16 Kg e 7,5 pencas, em m\u00e9dia. Os frutos s\u00e3o grandes, com quinas salientes      (mesmo quando maduros) e casca grossa. Pesam 122 g em m\u00e9dia, e apresentam      sabor menos intenso que a Prata. \u00c9 suscept\u00edvel \u00e0 Sigatoka amarela e negra      e ao Moko, moderadamente suscept\u00edvel a Mal-do-panam\u00e1, medianamente resistente      aos nemat\u00f3ides e brocas. \u00c9 sujeita ao tombamento pela a\u00e7\u00e3o dos ventos.<\/p>\n<p><strong>Prata-an\u00e3      &#8211;<\/strong>Cultivar n\u00e3o pertencente      ao grupo da Prata, que apresenta frutos muito semelhantes. Porte m\u00e9dio a baixo      (3 a 4 m). Os cachos pesam de 14 a 16 Kg e possuem 7,6 pencas, em m\u00e9dia. Os      frutos pesam 110 g e apresentam sabor parecido aos da cultivar Prata. \u00c9 suscept\u00edvel      \u00e0 Sigatoka amarela e negra e ao Moko, medianamente suscept\u00edvel ao Mal-do-panam\u00e1,      medianamente resistente aos nemat\u00f3ides e brocas. \u00c9 a cultivar do tipo Prata      mais plantada e comercializada no Centro-Sul e Centro-Oeste do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Ma\u00e7\u00e3      \u0096<\/strong>Preferida      pelos consumidores do Centro-Sul do pa\u00eds. Possui porte m\u00e9dio (4 m) e cachos      com de 11 Kg e 15 pencas\/cacho em m\u00e9dia. Os frutos pesam 115 g e apresentam      polpa branca, suavemente perfumada e de sabor agrad\u00e1vel. \u00c9 extremamente suscept\u00edvel      ao Mal-do-panam\u00e1 e ao Moko, moderadamente resistente \u00e0 Sigatoka amarela e      negra e as brocas. Devido \u00e0 ata suscetibilidade ao Mal-do-panam\u00e1, tem sido      desaconselhado seu plantio, apesar dos excelentes pre\u00e7os obtidos nos mercados.<\/p>\n<p><strong>Terra      \u0096<\/strong>\u00c9 utilizada      cozida, frita ou assada e preferida pelos consumidores das regi\u00f5es Norte e      Nordeste. Apresenta porte alto (6 a 7 m). Os cachos pesam 25 Kg e possuem      10 pencas, em m\u00e9dia. Os frutos pesam 150 g, possuem polpa de colora\u00e7\u00e3o amarelo-alaranjada      e sabor \u0093travado\u0094, em fun\u00e7\u00e3o do alto teor de amido, mesmo quando      maduros.<\/p>\n<p><strong>Sele\u00e7\u00e3o      e tratamento de Mudas<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      uma fase muito importante para o sucesso do futuro pomar. O banretal fornecedor      de mudas deve estar sadio, cm plantas vigorosas e sistema radicular e rizoma      sem deforma\u00e7\u00f5es, necroses, galerias de brocas, insetos ou outras anomalias.      As mudas poder\u00e3o ser de dois tipos: Rizoma inteiro e peda\u00e7os de rizoma. Com      o material selecionado, deve-se proceder a limpeza, eliminando as ra\u00edzes e      solo adendo. Recomenda-se a elimina\u00e7\u00e3o de qualquer parte escura, necrosada      ou com galeria de brocas, as quais s\u00e3o fontes de in\u00f3culos de doen\u00e7as e nemat\u00f3ides      e\/ou pragas. Ap\u00f3s a limpeza, realizar o tratamento qu\u00edmico da muda, que consiste      na imers\u00e3o em solu\u00e7\u00e3o com nematicida, a 0,2%, ou \u00e1gua sanit\u00e1ria a 1% por 15      minutos.<\/p>\n<p><strong>Preparo      de \u00e1rea e Plantio<\/strong><\/p>\n<p>O      preparo da \u00e1rea pode ser manual ou mecanizado. O primeiro consiste na limpeza      da \u00e1rea, balizamento, abertura de cova (40 x 40 x 40 c, para solos mais argilosos,      e 30 x 30 x 30 cm, para solos mais arenosos), aduba\u00e7\u00e3o e plantio. O segundo,      na limpeza a \u00e1rea, ara\u00e7\u00e3o, gradagem, calagem, sulcamento, aduba\u00e7\u00e3o e plantio.      O plantio deve ser efetuado na \u00e9poca das chuvas. As covas ou sulcos dever\u00e3o      ser previamente adubados com 125 g de superfosfato triplo e 10 a 20 litros      de esterco de gado curtido.<\/p>\n<p><strong>Tratos      culturais<\/strong><\/p>\n<p>O      controle de ervas daninhas, desfolha, desbaste, aduba\u00e7\u00e3o, elimina\u00e7\u00e3o do \u0093cora\u00e7\u00e3o\u0094      e de pencas, ensacamento, controle de eros\u00e3o e escoramento s\u00e3o pr\u00e1ticas usuais      no pomar. O banretal deve estar livre do mato que concorre por nutrientes      e \u00e1gua. Para tal, deve-se proceder \u00e0 capina nas linhas e ro\u00e7agem e\/ou aplica\u00e7\u00e3o      de herbicidas nas entrelinhas. O desbaste, que consiste na elimina\u00e7\u00e3o do excesso      de rebentos da touceira, \u00e9 uma pr\u00e1tica necess\u00e1ria para manter um n\u00famero de      plantas capaz de obter maior produtividade com qualidade dos frutos. Os desbastes      s\u00e3o realizados do quarto ao sexto m\u00eas ap\u00f3s o plantio, quando os rebentos atingem      de 20 30 cm de altura. Corta-se o rebento rente ao solo e extrai-se a gema      apical de crescimento. A aduba\u00e7\u00e3o deve ser de acordo com as an\u00e1lises do solo,      no entanto, tem-se usado com resultados satisfat\u00f3rios 125 g de superfosfato      triplo; 750 g de cloreto de pot\u00e1ssio, em 3 vezes, e 400 g de ur\u00e9ia, em 4 vezes      por planta\/ano. A desfolha (retirada das folhas secas, mortas e\/ou com pec\u00edolo      quebrado) deve ser realizada para arejar o interior do pomar e incorporar      mat\u00e9ria org\u00e2nica ao solo.<\/p>\n<p><strong>Tratos      fitossanit\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>A      broca do rizoma (Cosmopolites sordidas), tripes-da-flor (Frankliniella spp.)      e abelha arapu\u00e1 (trigona Spinipes) s\u00e3o as principais pragas da bananeira que      ocorrem na regi\u00e3o. As brocas causam s\u00e9rios danos aos bananais, pois abrem      galerias no rizoma, debilitando as plantas e tornando-as mais sujeitas ao      tombamento e \u00e0 penetra\u00e7\u00e3o de microorganismos patog\u00eanicos. As plantas atacadas      tornam-se raqu\u00edticas, com folhas amareladas que ocasionam a diminui\u00e7\u00e3o da      produtividade e qualidade dos frutos. Seu controle come\u00e7a antes do plantio,      com a sele\u00e7\u00e3o e\/ou tratamento das mudas. No pomar j\u00e1 instalado, recomenda-se      o uso de iscas e\/ou aplica\u00e7\u00e3o de inseticidas espec\u00edficos.<\/p>\n<p>O      tripes-da-flor \u00e9 facilmente controlado cm aplica\u00e7\u00e3o de inseticidas fosforados      nas infloresc\u00eancias e com a remo\u00e7\u00e3o do \u0093cora\u00e7\u00e3o\u0094.<\/p>\n<p><strong>Na      regi\u00e3o Norte, as principais doen\u00e7as s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>a.<\/strong>Mal-do-panam\u00e1      (Fusarium oxisporium) que ocasiona o amarelamento das folhas, seguido de murchamento,      seca e quebra, ficando pendentes, tipo um guarda-chuva semifechado; internamente,      os feixes vasculares ficam de colora\u00e7\u00e3o pardo-avermelhado. O controle \u00e9 preventivo,      por meio de variedades tolerantes, mudas sadias, controle rigoroso da nutri\u00e7\u00e3o      da planta, controle sistem\u00e1tico de brocas e nemat\u00f3ides e manuten\u00e7\u00e3o dos solos      bem drenados e ricos em mat\u00e9ria org\u00e2nica.<\/p>\n<p><strong>b.<\/strong>Sigatoka      amarela (Mycospharella musicola), que \u00e9 fortemente influenciada pelas condi\u00e7\u00f5es      clim\u00e1ticas, onde temperaturas acima de 23\u00b0, combinadas com umidades do ar      maiores que 80% e pluviosidade elevada, s\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es ideais para o desenvolvimento      da doen\u00e7a. Os sintomas principais s\u00e3o a ocorr\u00eancia de necrose em forma de      estrias, que v\u00e3o se unindo at\u00e9 comprometer totalmente a folha. Conseq\u00fcentemente,      ocasiona diminui\u00e7\u00e3o da produtividade e quantidade dos frutos. Seu controle      \u00e9 feito com pulveriza\u00e7\u00f5es quinzenais de \u00f3leo mineral com fungicida sist\u00eamico      (proficonazol ou benomyl).<\/p>\n<p><strong>c.<\/strong>Nemat\u00f3ides.<\/p>\n<p><strong>d.<\/strong>Doen\u00e7as      dos frutos causadas por fungos, embora existam outras doen\u00e7as importantes      para a bananeira que n\u00e3o ocorrem nessa regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte:       www.ceplac.gov.br<\/p>\n<h6>Dia da Banana<\/h6>\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p><strong>PRINCIPAIS      PRAGAS DA BANANEIRA E M\u00c9TODOS DE CONTROLE<\/strong><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Bananeiras      s\u00e3o plantas monocotiled\u00f4neas herb\u00e1ceas de crescimento vigoroso. A maioria      das cultivares e h\u00edbridos de bananeira pertencem \u00e0 Musa acuminata e Musa balbisiana.      As cultivares de banana variam grandemente em termos de aspecto da planta      e do fruto e tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 resist\u00eancia \u00e0 doen\u00e7as e pragas (CRANE &amp;      BALERDI, 1998). Em n\u00edvel mundial, as doen\u00e7as s\u00e3o consideradas de maior import\u00e2ncia      econ\u00f4mica para a bananicultura, seguida de nemat\u00f3ides e posteriormente por      insetos e \u00e1caros (GOLD et al., 2002).<\/p>\n<p><strong>Broca-da-bananeira<\/strong><\/p>\n<p>Cosmopolites      sordidus Germar, 1824 (Coleoptera: Curculionidae)<\/p>\n<p>A      broca-da-bananeira, denominada de Calandra sordida por Germar em 1824, foi      enquadrada como Cosmopolites sordidus em 1885. Amplamente distribu\u00edda nas      regi\u00f5es produtoras de banana do mundo, sua incid\u00eancia est\u00e1 mais concentrada      entre o tr\u00f3pico de C\u00e2ncer e o paralelo 38\u00ba (SUPLICY FILHO &amp; SAMPAIO, 1982).      No Brasil, essa praga foi observada no Rio de Janeiro em 1915 (LIMA, 1956)      e est\u00e1 disseminada em todos os estados brasileiros (SILVA et al., 1968).<\/p>\n<p>O      adulto \u00e9 um besouro pardo-escuro, quase preto, com tromba, medindo 11 x 4      mm; apresenta \u00e9litros estriados e o corpo com pequenos pontos. Tem h\u00e1bito      noturno e durante o dia se abriga pr\u00f3ximo ao solo, junto \u00e0 bainha das folhas,      rizoma ou restos vegetais. A longevidade varia de alguns meses at\u00e9 dois anos.      Possui h\u00e1bitos noturnos e permanece escondido durante o dia entre as bainhas      das folhas e restos vegetais.<\/p>\n<p>As      f\u00eameas, atrav\u00e9s das mand\u00edbulas, abrem cavidades no rizoma ou na parte basal      do pseudocaule, colocando isoladamente entre 10 e 50 ovos, podendo chegar      a 100 (Simmonds, 1966). O per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o \u00e9 vari\u00e1vel, ocorrendo com maior      freq\u00fc\u00eancia entre 5 e 8 dias.<\/p>\n<p>As      larvas s\u00e3o \u00e1podas enrugadas, com cabe\u00e7a marrom-avermelhada e o resto do corpo      esbranqui\u00e7ado; medem 12 x 5mm e possuem abdome intumescido e curvado com extremidade      anterior do corpo afilada (larva curculioniforme). O per\u00edodo larval oscila      geralmente entre 12 22 dias (SUPLICY FILHO &amp; SAMPAIO, 1982; GALLO et al.,      2002), podendo chegar a 120 dias. Segundo MESQUITA &amp; ALVES (1983) esta      amplitude \u00e9 influenciada pelas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e esp\u00e9cies\/cultivares      hospedeiras.<\/p>\n<p>O      pupamento ocorre em galerias pr\u00f3ximas \u00e0 superf\u00edcie externa do rizoma.<\/p>\n<p>A      pupa \u00e9 de colora\u00e7\u00e3o branca e livre, medindo 12 x 6 mm. Decorrida aproximadamente      uma semana, emerge o adulto. O ciclo evolutivo completo oscila entre 27 a      40 dias (GALLO et al., 2002).<\/p>\n<p>A      broca-da-bananeira causa preju\u00edzos diretos no banretal, atrav\u00e9s de galerias      que realiza no rizoma e na base do pseudocaule. Em altas popula\u00e7\u00f5es isto causa      um decl\u00ednio nas plantas e diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, perda de peso dos cachos,      seca de folhas, podendo chegar a morte.<\/p>\n<p>Indiretamente      propicia maior susceptibilidade do banretal \u00e0 a\u00e7\u00e3o dos ventos e ainda colabora      para a incid\u00eancia de agentes patog\u00eanicos (SUPLICY FILHO &amp; SAMPAIO, 1982;      GALLO et al., 2002). No Vale do Ribeira, o pico populacional ocorre geralmente      em abril\/maio e com menor intensidade em setembro. As variedades \u0091Nanica\u0092      e \u0091Nanic\u00e3o\u0092 s\u00e3o as mais resistentes ao ataque de C. sordidus.<\/p>\n<p>Como      medidas de controle, devem ser observados os seguintes cuidados:<\/p>\n<p><strong>Na      implanta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Mudas      isentas da praga ou limpeza de mudas atrav\u00e9s e fac\u00e3o<\/p>\n<p>Mergulhio      de mudas em solu\u00e7\u00e3o de carbofuran 350 SC, na base de 0,4% de produto comercial,      durante cinco minutos.<\/p>\n<p><strong>Banretal      em condu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Limpeza      e desbaste<\/p>\n<p>Para      o monitoramento, mensalmente, devem ser preparadas de 20 a 30 iscas por hectare.      As iscas empregadas podem ser do tipo \u0093telha\u0094 ou \u0093queijo\u0094.<\/p>\n<p>A      isca tipo \u0093telha\u0094 consta de peda\u00e7os de pseudocaule de 50 cm, cortados      ao meio longitudinalmente, sendo colocada a parte cortada voltada para o solo      e pr\u00f3xima \u00e0 touceira. A isca \u0093queijo\u0094 \u00e9 preparada atrav\u00e9s da se\u00e7\u00e3o      transversal do pseudocaule, na base, de onde retira-se uma fatia de 5 a 10      cm de altura;<\/p>\n<p>em      seguida o peda\u00e7o \u00e9 recolocado sobre o pseudocaule original que se manteve      junto \u00e0 touceira. Para ambas as iscas, o pico de atratividade vai at\u00e9 os 15      dias.<\/p>\n<p>No      per\u00edodo de excesso de chuva e altas temperaturas a vida \u00fatil da isca \u00e9 menor.      Estabelecer um n\u00edvel de controle de 5 adultos\/isca\/m\u00eas.<\/p>\n<p>Outra      op\u00e7\u00e3o para o monitoramento \u00e9 o emprego de armadilha tipo al\u00e7ap\u00e3o (4 armadilhas\/ha),      contendo o ferom\u00f4nio de agrega\u00e7\u00e3o denominado cosmolure. O ferom\u00f4nio dever\u00e1      ser substitu\u00eddo a cada 30 dias.<\/p>\n<p>-Para      captura massal da broca-da-bananeira deve-se empregar 100 iscas por hectare.      Ainda nessas iscas pode-se utilizar inseticidas biol\u00f3gico ou qu\u00edmico (Tabela      1). A efici\u00eancia de inseticidas qu\u00edmicos aplicadas em iscas do tipo \u0093telha\u0094      e \u0093queijo\u0094 foi comprovada por RAGA &amp; OLIVEIRA (1996). A aplica\u00e7\u00e3o      com a \u0093lurdinha modificada\u0094 deve ser feita ap\u00f3s a colheita do cacho.      O controle biol\u00f3gico \u00e9 alcan\u00e7ado com a utiliza\u00e7\u00e3o de fungos entomopatog\u00eanicos,      como Beauveria bassiana, desenvolvido pelo Instituto Biol\u00f3gico.<\/p>\n<p><strong>Tripes      da banana<\/strong><\/p>\n<p>Palleucothrips      musae Hood, 1956 (Thysanoptera: Thripidae) P. musae \u00e9 a mais importante esp\u00e9cie      de tripes, dentre outras que atacam a bananeira, sendo listada como praga      quarenten\u00e1ria pela Argentina. Essa esp\u00e9cie de tripes tem tamanho reduzido,      asas franjadas e vive nas infloresc\u00eancias, entre as br\u00e1cteas do cora\u00e7\u00e3o e      os frutos. Os ovos s\u00e3o colocados sob a cut\u00edcula da planta e recobertos por      uma secre\u00e7\u00e3o que se torna escura. As formas jovens t\u00eam movimentos lentos e      s\u00e3o de colora\u00e7\u00e3o amarela clara. Os adultos s\u00e3o de colora\u00e7\u00e3o escura (GALLO      et al., 2002).<\/p>\n<p>Os      preju\u00edzos s\u00e3o causados pela alimenta\u00e7\u00e3o de ninfas e adultos, causando manchas      avermelhadas nos frutos, com superf\u00edcie \u00e1spera e rachaduras. Este aspecto      deprecia os frutos e os inutiliza para a exporta\u00e7\u00e3o (SUPLICY FILHO &amp; SAMPAIO,      1982).<\/p>\n<p>Pode-se      diminuir a infesta\u00e7\u00e3o de tripes atrav\u00e9s da elimina\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s forma\u00e7\u00e3o      do cacho. Associada \u00e0 esta pr\u00e1tica cultural, deve-se proceder o ensacamento      e a pulveriza\u00e7\u00e3o dos frutos com inseticidas qu\u00edmicos (Tabela 1). Recomend\u00e1vel      ainda a utiliza\u00e7\u00e3o de sacos impregnados com inseticida e o controle de plantas      daninhas.<\/p>\n<p><strong>Tra\u00e7a-da-banana<\/strong><\/p>\n<p>Opogona      sacchari (Bojer, 1856) (Lepidoptera, Lyonetiidae)<\/p>\n<p>A      tra\u00e7a-da-banana \u00e9 conhecida em v\u00e1rias regi\u00f5es \u00famidas das regi\u00f5es tropicais      e subtropicais. Relatadas anteriormente em ilhas do Oceano \u00cdndico e ilhas      pr\u00f3ximas ao continente africano, foi constatada na d\u00e9cada de 70 na Europa      e Am\u00e9rica do Sul. J\u00e1 foi relatada a sua ocorr\u00eancia nas Ilha Maur\u00edcio, Ilhas      Can\u00e1rias, Madagascar, It\u00e1lia, B\u00e9lgica, Holanda, Gr\u00e3 Bretanha, Peru, Barbados      e estados Unidos (GOLD et al., 2002), Gr\u00e9cia e Portugal. No Brasil, foi constatada      em julho de 1973, no munic\u00edpio de Guaruj\u00e1, sendo que em 1974, levantamentos      acusavam a sua presen\u00e7a no litoral sul de S\u00e3o Paulo e Vale do Ribeira (CINTRA,      1975). A incid\u00eancia dessa praga em partidas de banana restringe a sua exporta\u00e7\u00e3o      para a Argentina.<\/p>\n<p>O.      sacchari \u00e9 altamente pol\u00edfaga e ataca pelo menos 42 esp\u00e9cies de plantas em      todo o mundo, incluindo v\u00e1rias esp\u00e9cies de Musa (DAVIS &amp; PE\u00d1A, 1990; GOLD      et al. 2002). BERGMANN et al. (1993) constataram pela primeira vez o ataque      de O. sacchari em plantas ornamentais no Brasil, infestando dracenas (Dracena      fragans) no munic\u00edpio de Juqui\u00e1 (SP).<\/p>\n<p>Os      ovos da tra\u00e7a-da-banana s\u00e3o diminutos e depositados individualmente em infloresc\u00eancias      frescas e frutos jovens, sendo nestes, de prefer\u00eancia na regi\u00e3o estilar. Pode      ocorrer a infesta\u00e7\u00e3o de duas ou tr\u00eas por fruto. \u00c0 25\u00baC, o est\u00e1gio de ovo dura      7 dias; per\u00edodo larval de 24 dias; per\u00edodo pupal de 11 dias; longevidade dos      machos 11 dias e das f\u00eameas, 12 dias; fecundidade m\u00e9dia de 91 ovos (BERGMANN      et al., 1995). A larva tem sete instares, com dura\u00e7\u00e3o total de 50-90 dias.      O est\u00e1gio pupal dura 21 dias. A sua presen\u00e7a \u00e9 indicada pelo ac\u00famulo de excrementos      nas br\u00e1cteas e no enga\u00e7o e frutos com matura\u00e7\u00e3o antecipada (CINTRA, 1975;      GOLD et al. 2002; MOREIRA, 1979).<\/p>\n<p>A      tra\u00e7a-da-banana tamb\u00e9m pode se criar no enga\u00e7o e no pseudocaule, onde \u00e9 comum      o pupamento.<\/p>\n<p>Segundo      resultados de POTENZA et al. (2000), os inseticidas malatiom, carbaril, diazinom,      clorpirif\u00f3s, acefato, diclorv\u00f3s e triclorfom apresentaram altos n\u00edveis de      mortalidade de lagartas de O. sacchari alimentadas com superf\u00edcies, em laborat\u00f3rio.      Os inseticidas autorizados para o controle da tra\u00e7a-da-banana encontram-se      listados na Tabela 1.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias      Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<p>BERGMANN,      E.C., IMENES, S.D.L., CECCARELLO, V.A. Ocorr\u00eancia da tra\u00e7a Opogona sacchari      (Bojer, 1856) em cultura de dracena. Arq.Inst.Biol. v. 61, n. 1\/ 2, p. 60-62,      1993.<br \/>\n     BERGMANN, E.C., ROMANHOLI, R.C., POTENZA, M.R., IMENES, S.D.L., ZORZENON,      F.J., RODRIGUES NETTO, S.M. Aspectos biol\u00f3gicos e comportamentais de Opogona      sacchari (Bojer, 1856) (Lepidoptera: Tineidae), em condi\u00e7\u00f5es de laborat\u00f3rio.      Rev. Agric. v. 70, n. 1, p. 41-52, 1995.<br \/>\n     CINTRA, A.F. Opogona sp. nova praga da bananicultura em S\u00e3o Paulo. Biol\u00f3gico.      v. 41, n. 8, p. 223-231, 1975.<br \/>\n     CRANE, J.H., BALERDI, C.F. The banana in Florida. Gainesville: IFAS\/Universidade      da Florida, Documento T\u00e9cnico HS 10, 1998.8p.<br \/>\n     DAVIS, R.D., PE\u00d1A, J. Biology and morphology of the banana moth, Opogona sacchari      (Bojer), and its introduction ito Florida ( Lepidoptera: Tineidae).Proc.Entomol.Soc.Wash.      v. 92, n. 4, p. 593-618, 1990.<br \/>\n     GALLO, D., NAKANO, O., SILVEIRA NETO, S., CARVALHO, R.P.L., BAPTISTA, G.C.,      BERTI FILHO, E., PARRA, J.R.P., ZUCCHI, R.A., ALVES, S.B.,<br \/>\n     VENDRAMIM, J.D., MARCHINI, L.C., LOPES, J.R.S., OMOTO, C. Entomologia Agr\u00edcola.      Piracicaba: Fealq, 2002. 920p.<br \/>\n     GOLD, C.S., PINESE, B., PE\u00d1A, J.E. Pests of banana. In: PE\u00d1A, J.E.; SHARP,      J.L.;<br \/>\n     WYSOKI, M. (Eds.) Tropical fruit pests and pollinators: biology, economic      importance, natural enemies and control. Wallingford: CABI Publishing, 2002.      p. 13-56.<br \/>\n     LIMA, A.C. Insetos do Brasil: Cole\u00f3pteros. Rio de Jneiro: Escola Nacional      de Agronomia, 3\u00aa. Parte, v.4, 1956. 373p.<br \/>\n     MESQUITA, A.L.M., ALVES, E.J. Aspectos da biologia da broca-do-rizoma em diferentes      cultivares de bananeira. Pesq.Agropec.Bras. v. 18, p. 1289-1292, 1983.<br \/>\n     MOREIRA, R.S. Pragas. In: MOREIRA, R.S. (Ed.). Banana: teoria e pratica de      cultivo. Campinas: Funda\u00e7\u00e3o Cargill, 355p. SILVA, A.G.A., GON\u00c7ALVES, C.R.,<br \/>\n     GALV\u00c3O, D.M., GON\u00c7ALVES, A.J.L., GOMES, J., SILVA, M.N., SIMONI, L. Quarto      Cat\u00e1logo dos Insetos que vivem nas plantas do Brasil, seus parasitos e predadores.      Rio de Janeiro: Minist\u00e9rio da Agricultura, Parte II, 1\u00ba Tomo, 1968. 622p.<br \/>\n     POTENZA, M.R., SATO, M.E., BERGMANN, E.C., RAGA, A., NISHIMORI, R.K. Controle      qu\u00edmico da tra\u00e7a Opogona sacchari ( Bojer, 1856) (Lepidoptera, Tineidae) em      condi\u00e7\u00f5es de laborat\u00f3rio. Arq.Inst.Biol. v. 67, n. 1 , p. 143-145, 2000.<br \/>\n     RAGA, A., OLIVEIRA, J.A. A\u00e7\u00e3o de inseticidas sobre a broca da ananeira Cosmopolites      sordidus (Coleoptera: Curculionidae) no Vale do Ribeira, SP. Arq.Inst.Biol.      v.63, n. 1, p. 81-84, 1996.<br \/>\n     SIMMONDS, N.W. Los pl\u00e1tanos. Barcelona: Blume, 1966. 539p.<br \/>\n     SUPLICY FILHO, N., SAMPAIO, A.S. Pragas da bananeira. Biol\u00f3gico. v. 48, n.      7, p. 169-182, 1982.<\/p>\n<p>Fonte:       www.biologico.sp.gov.br<\/p>\n<h6>Dia da Banana<\/h6>\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p><strong>CULTIVO      DA BANANA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Veja      abaixo algumas sugest\u00f5es para o cultivo da banana:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Como      cultivar banana:<\/strong><\/p>\n<p>Origin\u00e1ria      de clima tropical \u00famido, a banana necessita de temperatura que esteja entre      10\u00baC a 40\u00baC, bastante luminosidade (cerca de 1.000 e 2.000 horas de luz\/ano)      e pouco vento.<\/p>\n<p>Com      condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis, a planta tem crescimento cont\u00ednuo e r\u00e1pido, com produ\u00e7\u00e3o      abundante.<\/p>\n<p>As      ra\u00edzes da bananeira penetram de 60 a 80 cm de profundidade e por isso preferem      os solos ricos em mat\u00e9ria org\u00e2nica, argilo-s\u00edlico-humosos, ou mistos, muito      drenados.<\/p>\n<p>Solos      encharcados e poss\u00edveis de inunda\u00e7\u00f5es devem ser evitados. Antes da planta\u00e7\u00e3o,      \u00e9 aconselh\u00e1vel realizar a an\u00e1lise do solo para fazer a calagem (se houver      necessidade).<\/p>\n<p>A      \u00e9poca indicada para o plantio \u00e9 no in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o chuvosa, evitando-se      os meses de baixa temperatura.<\/p>\n<p>O      espa\u00e7amento entre as covas varia entre os cultivares de porte alto, m\u00e9dio      e baixo: porte alto: 2,5 a 3 metros; 3 x 3 metros; 3 x 4 metros e 2,5 x 2,5      metros.porte m\u00e9dio: 2 x 2,5 metros; 2,2 x 2,2 metros; 2,5 x 2,5 metros e 2      x 2 metros.porte baixo: 2 x 2 metros; 2,2 x 2,2 metros e 2 x 2,5 metros.<\/p>\n<p>N\u00e3o      possui sementes, ent\u00e3o, propaga-se por rizoma, brotado ou n\u00e3o-brotado; ou      ainda por mudas produzidas em laborat\u00f3rios. Conforme seu desenvolvimento,      o rizoma brotado recebe as seguintes denomina\u00e7\u00f5es: Chifre: muda bem desenvolvida      com 40 a 60 cm de altura; Chifrinho: tem cerca de 25 cm de altura; Chifr\u00e3o:      \u00e9 a mais desenvolvida, com a primeira folha normal; Muda alta ou de replante:      acima de um metro de altura.<\/p>\n<p>O      rizoma n\u00e3o-brotado pode ser inteiro, subdividido ao meio e subdividido em      4 partes.<\/p>\n<p>Quando      subdividido, cada peda\u00e7o deve ter m\u00ednimo de 500 g.<\/p>\n<p>A      escolha da muda \u00e9 essencial, pois dela depender\u00e1 a qualidade do banretal.<\/p>\n<p>A      origem deve ser de banretal vigoroso, sadio e em franca produ\u00e7\u00e3o. N\u00e3o devem      apresentar sintomas da doen\u00e7a &#8220;Mal-do-Panam\u00e1&#8221;, ataque de nemat\u00f3ides      e broca-da-bananeira.<\/p>\n<p>A      aduba\u00e7\u00e3o antes do plantio \u00e9 realizado por cova (50 ou 60 cm de comprimento,      largura e profundidade) aplicando-se 10 litros de esterco de curral ou 2 kg      de esterco de aves (ou ainda 1 kg de torta de mamona).<\/p>\n<p>Introduz      a muda na cova e coberta com terra. As aduba\u00e7\u00f5es anuais devem ser feitas de      acordo com o resultado da an\u00e1lise do solo e da produtividade esperada.<\/p>\n<p>O      banretal, deve ser mantido limpo e livre de ervas daninhas, o desbaste.<\/p>\n<p>O      primeiro desbaste \u00e9 realizado quatro meses ap\u00f3s o plantio, deixando em cada      touceira apenas a planta inicial e rebento que estiver saindo.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      mais quatro meses realiza-se o segundo desbaste, deixando as duas primeiras      plantas e mais um rebento.<\/p>\n<p>Novamente,      ap\u00f3s 40 dias, acontece outro desbaste, o terceiro, ficando 4 plantas na touceira.<\/p>\n<p>A      colheita da banana muda conforme o cultivar, precocidade, clima, tratamento,      solo e finalidade da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre      as variedades precoces, em m\u00e9dia, o ciclo entre o plantio e o florescimento      \u00e9 de aprox. 9 meses; e depois, mais 3 meses e meio at\u00e9 a colheita.<\/p>\n<p>Fonte:       www.frutasnobrasil.com<\/p>\n<h6>Dia da Banana<\/h6>\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Import\u00e2ncia      do Produto<\/strong><\/p>\n<p>A      bananeira (Musa spp.) pertence \u00e0 fam\u00edlia bot\u00e2nica Musaceae e \u00e9 origin\u00e1ria      do Extremo Oriente.<\/p>\n<p>A      planta se caracteriza por apresentar caule suculento e subterr\u00e2neo (rizoma),      cujo &#8220;falso&#8221; tronco \u00e9 formado pelas bases superpostas das folhas,      folhas grandes e flores em cachos que surgem em s\u00e9rie \u00e0 partir do chamado      &#8220;cora\u00e7\u00e3o&#8221; da bananeira.<\/p>\n<p>\u00c9      uma planta tipicamente tropical, exige calor constante, precipita\u00e7\u00f5es bem      distribu\u00eddas e elevada umidade para o seu bom desenvolvimento e produ\u00e7\u00e3o.      Sua altura pode variar de 1,8 m a 8,0 m.<\/p>\n<p>Dada      a caracter\u00edstica de emitir sempre novos rebentos o banretal \u00e9 permanente na      \u00e1rea, por\u00e9m com as plantas se renovando ciclicamente.<\/p>\n<p>A      banana \u00e9 a fruta mais consumida no Mundo e no Brasil, sendo um alimento energ\u00e9tico,      rico em carbohidratos, sais minerais, como s\u00f3dio, magn\u00e9sio, f\u00f3sforo e, especialmente,      pot\u00e1ssio.<\/p>\n<p>Apresenta      predomin\u00e2ncia de vitamina A e C, contendo tamb\u00e9m as vitaminas B1, B2 e B6.      cont\u00e9m pouca prote\u00edna e gordura.<\/p>\n<p>A      banana, al\u00e9m da s\u00e9rie de produtos que podem ser confeccionados com o fruto,      tem as folhas que podem servir para cobrir abrigos provis\u00f3rios, ou como embalagens      improvisadas, ser utilizada como ataduras de emerg\u00eancia, ou ainda, resultar      em certo tipo de papel. O l\u00edquido acumulado entre as folhas e o caule, \u00e9 utilizado      para aliviar dores resultantes do ataque das aranhas, vespas, escorpi\u00f5es e      at\u00e9 de cobra.<\/p>\n<p>A      fruta pode tamb\u00e9m auxiliar no tratamento de certas enfermidades, tais como:      tuberculose, paralisia, reumatismo, artrites, pris\u00e3o de ventre, diarr\u00e9ia,      desidrata\u00e7\u00e3o, e, ainda, doen\u00e7as de est\u00f4mago, rins, f\u00edgado, intestinos e nervos,      \u00falceras da pele, dermatites, queimaduras de sol, diarr\u00e9ia, feridas, fraqueza      pulmonar, resfriados, tosse cr\u00f4nica, tosse de fumante, bronquite cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>No      Brasil, o setor gera mais de 500.000 empregos diretos. Segundo dados do IBGE,      no ano de 2001, a cultura foi a segunda mais produzida, ficando atr\u00e1s somente      da laranja. Apresentou uma \u00e1rea colhida de 510.313 ha, com uma produ\u00e7\u00e3o de      6.177.293 toneladas de frutos, o que correspondeu a um volume de neg\u00f3cios      superior a 1 bilh\u00e3o e oitocentos milh\u00f5es de reais no mesmo ano.<\/p>\n<p>Em      Rond\u00f4nia, segundo dados do IBGE, no ano de 2001, a cultura foi a primeira      fruta mais produzida no Estado, onde numa \u00e1rea de 6.703 ha produziu 56.037      toneladas, o que correspondeu a R$ 16.172.000,00 em receitas na sua comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os      principais munic\u00edpios produtores foram Cacaul\u00e2ndia, Cacoal, Machadinho d\u0092Oeste,      S\u00e3o Miguel do Guapor\u00e9 e Ouro Preto d\u0092Oese, respectivamente.<\/p>\n<p>Fonte:       sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br<\/p>\n<h6>Dia da Banana<\/h6>\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p><strong>1      &#8211; INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>O      Estado de S\u00e3o Paulo, considerando-se a safra de 1991, participa com quase      12,0% da produ\u00e7\u00e3o total do pa\u00eds, com aproximadamente 65 milh\u00f5es de fam\u00edlias      em produ\u00e7\u00e3o, numa \u00e1rea de 43 mil hectares, com uma produtividade m\u00e9dia de      22,5 t\/ha, sendo que historicamente, a tradicional regi\u00e3o produtora de bananas      do Litoral Paulista \u00e9 respons\u00e1vel por aproximadamente 95% da produ\u00e7\u00e3o do Estado.      No entanto, tem-se observado o crescente interesse por essa cultura por produtores      do Planalto Paulista como forma de diversifica\u00e7\u00e3o de atividades.<\/p>\n<p>Adequar      t\u00e9cnicas de cultivo \u00e0s novas necessidades; aumentar produtividade (pois \u00e9      poss\u00edvel atingirmos valores acima de 40 t\/ha); diminuir perdas em todo o processo      produtivo e de comercializa\u00e7\u00e3o e, principalmente, melhorar a qualidade final      do produto com consequente est\u00edmulo ao consumo, s\u00e3o objetivos a serem conquistados      pela bananicultura, pois embora considerada como fruta de prefer\u00eancia popular      e como a mais importante fruta tropical, o consumo em algumas regi\u00f5es \u00e9 irris\u00f3rio,      apesar, inclusive, de seu alto valor nutritivo, como alimento energ\u00e9tico e      como fonte de vitaminas (A e C) e minerais (Fe e K).<\/p>\n<p><strong>2      &#8211; CLIMA E SOLO<\/strong><\/p>\n<p>A      banana, origin\u00e1ria de clima tropical \u00famido, exige temperaturas que n\u00e3o estejam      abaixo de 10 \u00baC e que n\u00e3o se elevem acima de 40\u00baC. Os melhores limites t\u00e9rmicos      para o bom desenvolvimento desta cultura est\u00e1 entre 20 e 24\u00baC, podendo-se      desenvolver satisfatoriamente em locais cujos limites de temperatura sejam      15 e 35\u00baC. As melhores condi\u00e7\u00f5es para uma boa produ\u00e7\u00e3o se encontram em regi\u00f5es      com temperaturas elevadas o ano todo e cujas m\u00e9dias mensais estejam entre      24 e 29\u00baC.<\/p>\n<p>As      baixas temperaturas podem ocasionar a &#8220;queima&#8221; da planta, ou dos      frutos em crescimento (&#8220;chilling&#8221; ou &#8220;friagem&#8221;, impedindo      que o fruto atinja o seu m\u00e1ximo crescimento, tornando-o pequeno e de matura\u00e7\u00e3o      incompleta), devendo-se pois evitar locais sujeitos a geadas e ventos frios.<\/p>\n<p>Para      o desenvolvimento da cultura de banana, as precipita\u00e7\u00f5es pluviom\u00e9tricas devem      estar acima de 1200 mm\/ano e bem distribu\u00eddas (100-180 mm\/m\u00eas) para n\u00e3o haver      per\u00edodos de d\u00e9ficit h\u00eddrico, principalmente quando a forma\u00e7\u00e3o da infloresc\u00eancia      ou no in\u00edcio da frutifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nota-se      que sobre as condi\u00e7\u00f5es ideais de clima para a banana, o desenvolvimento de      doen\u00e7as f\u00fangicas, como por exemplo &#8220;Mal-de-Sigatoka&#8221;, se v\u00ea favorecido,      devendo-se tamb\u00e9m levar em conta este aspecto na escolha do local de instala\u00e7\u00e3o      de um banretal.<\/p>\n<p>Com      rela\u00e7\u00e3o a altitude e latitude, estas quando maiores, aumentam os ciclos de      produ\u00e7\u00e3o, principalmente para os cultivares Nanica e Nanic\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m      a luminosidade \u00e9 importante para o desenvolvimento da bananeira, sendo desej\u00e1vel      que receba entre 1000-2000 horas de luz\/ano, pois a luminosidade afeta o ciclo,      o tamanho do cacho e a qualidade e conserva\u00e7\u00e3o dos frutos.<\/p>\n<p>Quanto      ao vento, este pode causar o fendilhamento de folhas ou at\u00e9 o rompimento do      sistema radicular, alongamento do ciclo e tombamento de plantas. Assim, para      minimizar seu efeito, torna-se importante a implanta\u00e7\u00e3o de quebra-ventos no      banretal, associando o plantio de cultivares de porte mais baixo.<\/p>\n<p>Isto      posto, esclarecemos que, em condi\u00e7\u00f5es de clima favor\u00e1vel, a bananeira apresenta      h\u00e1bito de crescimento cont\u00ednuo e r\u00e1pido, condi\u00e7\u00e3o esta indispens\u00e1vel para      a obten\u00e7\u00e3o de cachos de alto valor comercial, enquanto que em condi\u00e7\u00f5es adversas      de clima (baixas temperaturas e d\u00e9ficit h\u00eddrico) a planta pode passar por      um per\u00edodo de paralisa\u00e7\u00e3o de desenvolvimento.<\/p>\n<p>Nas      bananeiras, a maior porcentagem (70%) das ra\u00edzes se encontram nas primeiros      30 cm do solo, no entanto este deve permitir que as ra\u00edzes consigam penetrar,      no m\u00ednimo, 60 a 80 cm de profundidade. Assim, os solos preferidos s\u00e3o os ricos      em mat\u00e9ria org\u00e2nica, bem drenados, argilosos ou mistos, que possuam boa disponibilidade      de \u00e1gua e topografia favor\u00e1vel. Os solos arenosos, al\u00e9m da baixa fertilidade      e da baixa reten\u00e7\u00e3o de umidade, favorecem a dissemina\u00e7\u00e3o de nemat\u00f3ides, devendo      pois receber maior aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>3      &#8211; CULTIVARES<\/strong><\/p>\n<p>\u0091Nanic\u00e3o\u0092:      cultivar que por apresentar melhor conforma\u00e7\u00e3o de cachos e de frutos substituiu      em muitos casos a \u0091Nanica\u0092, sendo pois hoje o cultivar mais plantado      no Estado de S\u00e3o Paulo, dominando o mercado interno e de exporta\u00e7\u00e3o. O bom      clone do cultivar nanic\u00e3o deve ter:<\/p>\n<p>a      cultura m\u00e1xima de 3 metros cacho com 11 a 13 pencas e polpa ligeiramente amarelo-dourada      (melhor paladar e aroma).<\/p>\n<p>\u0091Grande      Naine\u0092: possui grande semelhan\u00e7a com o cultivar Nanic\u00e3o, por\u00e9m o porte      \u00e9 um pouco mais baixo. tem sido o cultivar mais plantado no mercado externo.      Possui alta capacidade de resposta em condi\u00e7\u00e3o de alta tecnologia, por\u00e9m n\u00e3o      tem a mesma rusticidade do cultivar Nanic\u00e3o.<\/p>\n<p>\u0091Nanica\u0092:      semelhante \u00e0 \u0091Nanic\u00e3o\u0092, de porte mais baixo frutos menores e mais      curvos, e apresenta problema de &#8220;engasgamento&#8221; no lan\u00e7amento dos      cachos no inverno.<\/p>\n<p>\u0091Prata\u0092:      Com limita\u00e7\u00e3o de cultivo devido ao &#8220;Mal-do-Panam\u00e1&#8221;, restrita a \u00e1reas      reduzidas.<\/p>\n<p>\u0091Prata      An\u00e3\u0092: Enxerto ou Prata-de-Santa-Catarina: porte m\u00e9dio \/baixo, planta      vigorosa e frutos id\u00eanticos aos do cultivar \u0091Prata\u0092. \u00c9 tolerante      ao frio e mediamente tolerante a nemat\u00f3ides.<\/p>\n<p>\u0091Terra\u0092:      plantio limitado e de dif\u00edcil manejo, devido a altura e f\u00e1cil tombamento,      por ser muito suscet\u00edvel ao ataque da broca-da-bananeira, necessitando de      um adequado escoramento.<\/p>\n<p>\u0091Ma\u00e7\u00e3\u0092:      \u00f3tima qualidade e excelente aceita\u00e7\u00e3o no mercador consumidor, por\u00e9m com s\u00e9ria      limita\u00e7\u00e3o para seu cultivo devido ao &#8220;Mal-do-Panam\u00e1&#8221;<\/p>\n<p>\u0091Mysore\u0092:      Pode substituir a \u0091ma\u00e7\u00e3\u0092, devido a semelhan\u00e7a entre seus frutos      e apresentar toler\u00e2ncia ao &#8220;Mal-do-Panam\u00e1&#8221;.<\/p>\n<p>Ouro:      De cultivo restrito, altamente suscept\u00edvel a &#8220;Sigatoka&#8221;.<\/p>\n<p>De      forma geral, as recomenda\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas aqui relatadas, referem-se basicamente      \u00e0 cultura do nanic\u00e3o, diferindo para as demais em alguns pontos, como espa\u00e7amento,      produtividade, mercado e toler\u00e2ncia a pragas e doen\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>2-      Quando tolerantes, sem defici\u00eancia h\u00eddrica na esta\u00e7\u00e3o vegetativa<\/strong><\/p>\n<p><strong>4      &#8211; PREPARO DO TERRENO<\/strong><\/p>\n<p>O      preparo do terreno segue o procedimento normal adotado para outras culturas:      limpeza do terreno, ara\u00e7\u00e3o, gradagem, subsolagem e abertura de sulcos ou de      covas para o plantio.<\/p>\n<p>Aconselha-se      a realizar previamente uma an\u00e1lise de solo, e se houver necessidade realizar      a calagem com anteced\u00eancia, realizando-se uma gradea\u00e7\u00e3o para incorpora\u00e7\u00e3o      do corretivo, pois esta \u00e9 a oportunidade de se fazer uma aplica\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio      significativa.<\/p>\n<p>Conforme      as condi\u00e7\u00f5es locais, do terreno ou da cobertura vegetal do mesmo, algumas      varia\u00e7\u00f5es podem ser adotadas no preparo do terreno, com o objetivo de melhorar      o potencial de instala\u00e7\u00e3o do banretal.<\/p>\n<p><strong>5      &#8211; PLANTIO<\/strong><\/p>\n<p><strong>5.1-      \u00c9poca<\/strong><\/p>\n<p>O      plantio, deve ser iniciado com as primeiras chuvas, sempre que poss\u00edvel e,      evitando-se come\u00e7\u00e1-lo nos meses de baixa temperatura, e tamb\u00e9m em fun\u00e7\u00e3o do      per\u00edodo em que se pretende colocar o produto no mercado.<\/p>\n<p><strong>5.2-      Espa\u00e7amento<\/strong><\/p>\n<p>Um      banretal &#8220;fechado&#8221; acarreta alongamento do ciclo de produ\u00e7\u00e3o em      at\u00e9 alguns meses e leva a forma\u00e7\u00e3o de frutos menores, por isso a import\u00e2ncia      quanto ao espa\u00e7amento.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m,      \u00e9 essencial um bom planejamento do banretal, com o perfeito dimensionamento      dos talh\u00f5es e carreadores, buscando possibilitar a melhor execu\u00e7\u00e3o dos tratos      culturais e controle de doen\u00e7as, inclusive mecanicamente e, facilitar o escoamento      da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O      espa\u00e7amento pode ser influenciado pela disponibilidade de mudas, pela fertilidade      do solo e pelo manejo do banretal, mas de forma geral os espa\u00e7amentos para      os diferentes cultivares est\u00e3o colocados no Quadro 1.<\/p>\n<p><strong>5.3-      Mudas<\/strong><\/p>\n<p><strong>5.3.1-      Tipos<\/strong><\/p>\n<p>A      bananeira \u00e9 propagada vegetativamente, a partir de seu rizoma, quer brotado      ou n\u00e3o brotado:<\/p>\n<p><strong>a)      rizoma n\u00e3o brotado:<\/strong><\/p>\n<p>inteiro;      subdividido ao meio ou em 4 partes (com peso nunca inferior a 500g cada);<\/p>\n<p><strong>b)      rizoma brotado ou inteiro:<\/strong><\/p>\n<p><strong>chifrinho:<\/strong>rebento      rec\u00e9m brotado, com 20 cm de altura, com 2 a 3 meses de idade e com aproximadamente      1 kg;<\/p>\n<p><strong>chifre      rebentos:<\/strong>em      est\u00e1gio m\u00e9dio de desenvolvimento,medindo de 50-60 cm de altura, pesando entre      1-2 kg;.<\/p>\n<p><strong>chifr\u00e3o:<\/strong>rebento      apresentado a primeira folha normal, pesando entre 2-3 kg;<\/p>\n<p><strong>muda      alta (muda replante):<\/strong>rebento      bem desenvolvido, com mais de 1 metro de altura e pesando entre 3-5 kg. Usado      como replante das falhas em bananais formadas ou em forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As      mudas de rizoma n\u00e3o brotado apresentam desenvolvimento mais lento e conseq\u00fcentemente      o primeiro ciclo de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 mais longo. Observa-se ainda, na pr\u00e1tica, que      o desenvolvimento das mudas do mesmo tipo \u00e9 t\u00e3o mais r\u00e1pido quanto maior for      o seu peso.<\/p>\n<p>\u00c9      poss\u00edvel ainda, obter-se mudas a partir do desenvolvimento de meristemas (gemas      laterais e apical) por meio de multiplica\u00e7\u00e3o de tecidos em laborat\u00f3rios de      biotecnologia.<\/p>\n<p><strong>5.3.2-      Preparo e tratamento das mudas<\/strong><\/p>\n<p>A      princ\u00edpio \u00e9 imprescind\u00edvel que o banretal fornecedor de mudas n\u00e3o tenha sintomas      de v\u00edrus, Mal-do-Panam\u00e1 e se poss\u00edvel, n\u00e3o apresentar sinais de nemat\u00f3ides      e da broca-da-bananeira.<\/p>\n<p>T\u00e3o      logo poss\u00edvel ap\u00f3s a extra\u00e7\u00e3o, o material de plantio deve ser submetido a      uma limpeza (toalete ou escalpelamento) retirando-se todas as ra\u00edzes, limpando-se      as partes necrosadas, secas e a terra aderente, tomando-se cuidado para evitar      qualquer les\u00e3o \u00e0s gemas.<\/p>\n<p>Esse      material pode ser ent\u00e3o submetido a um tratamento qu\u00edmico espec\u00edfico, a base      de carbofuran l\u00edquido \u00e0 0,4% por um per\u00edodo de 15 minutos, devendo-se para      este tratamento utilizar-se dos equipamentos de prote\u00e7\u00e3o individual (EPIs)      pois o produto \u00e9 altamente t\u00f3xico. Pode-se ainda como op\u00e7\u00e3o submeter o material      a um tratamento com 2 litros de \u00e1gua mais um litro de hipoclorito de s\u00f3dio      por 10 minutos.<\/p>\n<p><strong>5.4-      Plantio<\/strong><\/p>\n<p>Para      o tipo de muda, peda\u00e7o de rizoma, coloc\u00e1-la no fundo da cova, no caso do Planalto      Paulista, cobertura com 15-20 cm de terra.<\/p>\n<p>Em      terrenos pesados e mais \u00famidos, como nas condi\u00e7\u00f5es do Litoral, plantar mais      raso, e cobrir com 5cm de terra.<\/p>\n<p><strong>6      &#8211; TRATOS CULTURAIS<\/strong><\/p>\n<p><strong>6.1-      Controle de Plantas daninhas<\/strong><\/p>\n<p>O      banretal deve ser mantido no limpo atrav\u00e9s de ro\u00e7adas mec\u00e2nicas ou capina      manual superficial, visto que a concorr\u00eancia com o mato resulta em atraso      no desenvolvimento, diminui\u00e7\u00e3o no vigor e queda na produ\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se devendo      gradear ou passar rotativa, dada a superficialidade das ra\u00edzes.<\/p>\n<p>No      controle qu\u00edmico, podemos utilizar herbicidas de p\u00f3s ou pr\u00e9-emerg\u00eancia nas      dosagens especificadas para cada produto, em fun\u00e7\u00e3o do tipo de solo e das      esp\u00e9cies infestantes.<\/p>\n<p>O      n\u00famero de capinas fica a crit\u00e9rio das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, fertilidade do      solo e do espa\u00e7amento utilizado, sendo que num banretal bem formado, as plantas      daninhas s\u00e3o problemas nos primeiros meses, quando ent\u00e3o o controle deve ser      realizado.<\/p>\n<p><strong>6.2-      Desbaste<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      uma das opera\u00e7\u00f5es mais importantes no manejo do banretal, e consiste em favorecer      o maior e mais r\u00e1pido desenvolvimento do \u00fanico rebento (filho ou guia) deixado      junto a planta m\u00e3e, e que ser\u00e1 respons\u00e1vel pela pr\u00f3xima safra. Esse desbaste      pode ser feito utilizando-se a ferramenta &#8220;lurdinha&#8221; (vazador),      ou apenas com cortes dos rebentos.<\/p>\n<p>O      primeiro desbaste, que ir\u00e1 eleger a planta m\u00e3e, deve ser realizado quando      os brotos atinjam 60cm. O desbaste dever\u00e1 ser realizado periodicamente, visando      manter m\u00e3e e filho, at\u00e9 o lan\u00e7amento da infloresc\u00eancia pela planta-m\u00e3e, nesta      fase escolhe-se um novo broto junto ao filho que passar\u00e1 a ser o &#8220;neto&#8221;.      O n\u00famero de desbastes varia de 3 a 5 vezes\/ano.<\/p>\n<p>O      desbaste tamb\u00e9m poder\u00e1 ser conduzido de forma a se controlar a \u00e9poca de produ\u00e7\u00e3o,      objetivando-se a colheita de cachos na \u00e9poca de melhores pre\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>6.3-      Corte de Pseudocaule ap\u00f3s a colheita.<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s      o corte do cacho por ocasi\u00e3o da colheita, permanece o pseudocaule que dever\u00e1      ser cortado o mais alto poss\u00edvel, permitindo a transloca\u00e7\u00e3o dos seus nutrientes      e horm\u00f4nios para o rizoma, o pseudocaule pode ser eliminado totalmente 40-60      dias ap\u00f3s a colheita.<\/p>\n<p><strong>6.4-      Limpeza do Banretal (retirada de folhas secas)<\/strong><\/p>\n<p>Periodicamente,      aconselha-se a retirada das folhas secas, j\u00e1 sem fun\u00e7\u00e3o na planta, cortando-as      junto ao pec\u00edolo, de baixo para cima e enleiradas nas entrelinhas do banretal.<\/p>\n<p>Em      regi\u00f5es sujeitas ao frio, esta opera\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser efetuada antes do inverno,      visando permitir um maior escoamento da massa de ar frio do banretal.<\/p>\n<p><strong>6.5-      Poda<\/strong><\/p>\n<p>Pode      ser realizada com o objetivo de deslocar a produ\u00e7\u00e3o, concentrando-a numa \u00e9poca      de pre\u00e7os mais favor\u00e1veis, o que ocorre normalmente no final do ano.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m      pode ser utilizada para recuperar uma lavoura atingida por geada, inunda\u00e7\u00e3o,      granizo, vento, que tenha comprometido as plantas mais velhas e a produ\u00e7\u00e3o      pendente.<\/p>\n<p><strong>6.6-      Outros tratamentos<\/strong><\/p>\n<p>Elimina\u00e7\u00e3o      do cora\u00e7\u00e3o: quebra-se a r\u00e1quis masculina (&#8220;rabo-do-cacho&#8221;) junto      ao bot\u00e3o floral, quando houver entre ele e a \u00faltima penca, cerca de 10-12      cm. Este procedimento visa acelerar o desenvolvimento (&#8220;engordamento&#8221;)      das bananas, aumentar o comprimento dos \u00faltimos frutos, aumentar o peso do      cacho e provocar a diminui\u00e7\u00e3o de trips e tra\u00e7a-da-bananeira.<\/p>\n<p>Retirada      dos pistilos (despistilagem): faz com que a proximidade distal do dedo fique      mais cheia, melhorando seu aspecto visual, al\u00e9m de ser um eficiente m\u00e9todo      de controle da tra\u00e7a-da-bananeira. Na pr\u00e1tica, este procedimento n\u00e3o vem sendo      realizado a n\u00edvel de campo, pelo seu alto custo de realiza\u00e7\u00e3o, necessitando      entretanto ser realizado no tratamento p\u00f3s-colheita.<\/p>\n<p>Ensacamento      do cacho com pl\u00e1stico polietileno<\/p>\n<p><strong>7      &#8211; ADUBA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A      aduba\u00e7\u00e3o, calagem e fosfatagem devem ser feitas baseadas nos resultados da      an\u00e1lise do solo e foliar e de acordo com os per\u00edodos de maior demanda pelos      nutrientes, como por exemplo na fase de crescimento vegetativo e de &#8220;lan\u00e7amento&#8221;      do cacho onde ocorrem maiores demandas de Nitrog\u00eanio (N), enquanto que por      ocasi\u00e3o da &#8220;engorda&#8221; dos frutos \u00e9 maior a demanda de pot\u00e1ssio(K).<\/p>\n<p>A      retirada de nutrientes por tonelada de cacho \u00e9 de aproximadamente: N=2,0 kg;      P2O5: 0,6 kg; K2O=6,4 kg; CaO= 0,4 kg: e MgO: 0,9 kg.<\/p>\n<p>Todos      os restos da cultura devem permanecer dentro do banretal como fonte de mat\u00e9ria      org\u00e2nica (salvo aquelas de plantas doentes), podendo-se inclusive em solos      arenosos acrescentar outros materiais de baixo custo com a finalidade de melhorar      a qualidade f\u00edsica do solo.<\/p>\n<p>Na      calagem, antes do plantio, recomenda-se utilizar calc\u00e1rio dolom\u00edtico com um      m\u00ednimo de 16% de MgO, com o objetivo de evitar o desequil\u00edbrio em Ca, Mg,      e K que pode provocar um problema fisiol\u00f3gico (&#8220;azul da bananeira&#8221;)      que pode anular por completo a produ\u00e7\u00e3o. Aplicar antes do plantio, 10 litros      por cova de esterco de curral ou 2 litros de esterco de aves ou 1 litro de      torta de mamona, especialmente em solos arenosos, recomendando-se ainda, como      pr\u00e1tica importante, a fosfatagem na dosagem de 100 a 200 kg\/ha de P2O5 ou      de 40-50g de P2O5\/cova.<\/p>\n<p>As      aduba\u00e7\u00f5es dos bananais em forma\u00e7\u00e3o e em produ\u00e7\u00e3o seguem as recomenda\u00e7\u00f5es de      aduba\u00e7\u00e3o e calagem para o Estado de S\u00e3o Paulo do Instituto Agron\u00f4mico de Campinas      (Boletim T\u00e9cnico n\u00ba 100).<\/p>\n<p>As      aduba\u00e7\u00f5es dever\u00e3o ser parceladas, realizando-as nos meses de setembro-dezembro-abril,      com solo \u00famido, procurando-se distribuir os adubos na &#8220;parte da frente&#8221;      da bananeira, no sentido do caminhamento do banretal, onde est\u00e3o os brotos      que ficar\u00e3o para a pr\u00f3xima produ\u00e7\u00e3o, a uma dist\u00e2ncia de 20-40 cm, formando      um semic\u00edrculo.<\/p>\n<p>Quanto      aos micronutrientes, torna-se interessante a aplica\u00e7\u00e3o de fertilizantes fornecedores      de zinco, cobre, boro, ferro e outros .<\/p>\n<p><strong>8      &#8211; PRAGAS E DOEN\u00c7AS<\/strong><\/p>\n<p><strong>8.1-      Pragas<\/strong><\/p>\n<p><strong>8.1.1-      &#8220;Moleque&#8221; ou Broca-da-Bananeira&#8221; (Cosmopolites sordidus)<\/strong><\/p>\n<p>Praga      bastante disseminada, atingindo praticamente todos os bananais. O inseto adulto      \u00e9 um besouro preto, de h\u00e1bito noturno, suas larvas s\u00e3o respons\u00e1veis pelas      perfura\u00e7\u00f5es que aparecem no rizoma, destruindo internamente o tecido da planta,      prejudicando o seu desenvolvimento. As folhas amarelecem, os cachos ficam      pequenos e as plantas sujeitas ao tombamento.<\/p>\n<p>Para      o seu controle recomenda-se a limpeza das mudas, com uma toalete completa,      onde se escalpela todo o seu rizoma, eliminando por completo os sinais de      sua presen\u00e7a.<\/p>\n<p>O      controle, ainda, \u00e9 realizado com o monitoramento da praga, utilizando-se de      iscas tipo queijo ou telha, onde acrescenta-se um inseticida na dosagem de      2-3g\/isca, fazendo-se 25 iscas\/ha.<\/p>\n<p>Recentemente      tem-se realizado o controle biol\u00f3gico da broca utilizando-se o fungo Beuveria      bassiana, no mesmo sistema de iscas, agora utilizando 20-25g do fungo\/isca      na propor\u00e7\u00e3o de 100 iscas\/ha.<\/p>\n<p><strong>8.1.2-      Nemat\u00f3ides<\/strong><\/p>\n<p>Os      nemat\u00f3ides que ocorrem na cultura da banana s\u00e3o classificados segundo as les\u00f5es      que provocam:<\/p>\n<p>a)      les\u00f5es profundas (Radophulos similis &#8211; nemat\u00f3ide &#8220;cavern\u00edcola&#8221; e      Pratylenchus musicola<\/p>\n<p>b)      les\u00f5es superficiais (Helicotylenchus spp)<\/p>\n<p>c)      les\u00f5es tipo galha (Meloidogyne spp).<\/p>\n<p>Os      nemat\u00f3ides parasitam o sistema radicular e rizomas das bananeiras, s\u00e3o respons\u00e1veis      por expressivas quedas de produ\u00e7\u00e3o nos bananais em decorr\u00eancia da exist\u00eancia      de condi\u00e7\u00f5es prop\u00edcias para o desenvolvimento de altas popula\u00e7\u00f5es, como terreno      arenoso e per\u00edodos secos.<\/p>\n<p>S\u00e3o      encontrados em quase todas as planta\u00e7\u00f5es do Estado de S\u00e3o Paulo, podendo reduzir      as ra\u00edzes a apenas 10% do seu comprimento, levando ao tombamento de plantas,      al\u00e9m disso abrem nas ra\u00edzes e no rizoma, portas de entrada para outros parasitas.<\/p>\n<p>O      melhor m\u00e9todo de controle \u00e9 n\u00e3o permitir a entrada de nemat\u00f3ides em novas      \u00e1reas, para isso necessita-se de mudas de origem sadia. Para complementar      recomenda-se realizar uma boa &#8220;toalete&#8221; do rizoma das mudas, eliminando      toda e qualquer mancha escura,e fazer tratamento das mudas.<\/p>\n<p>Nos      tratamentos rotineiros, podemos aplicar nematicida via solo (n\u00e3o realizando      o tratamento em plantas com cachos) ou logo ap\u00f3s a colheita dentro da planta-m\u00e3e      com aux\u00edlio da lurdinha.<\/p>\n<p>Outras      formas de atenuar os problemas com a presen\u00e7a de nemat\u00f3ides s\u00e3o as de manter      as plantas com nutri\u00e7\u00e3o correta e bem conduzidas.<\/p>\n<p><strong>8.1.3-      Outras pragas<\/strong><\/p>\n<p>Outras      pragas ocorrem ocasionalmente na cultura da banana como por exemplo:<\/p>\n<p><strong>Trips:<\/strong>Pequenos      insetos que causam danos na casca dos frutos. A elimina\u00e7\u00e3o dos &#8220;cora\u00e7\u00f5es&#8221;      exercem um certo controle na popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Tra\u00e7a-dos-frutos-da-bananeira      (Opogona sacchari):<\/strong>a      larva penetra no fruto, abrindo galerias, causando o apodrecimento e o amarelecimento      deste, com o resto do cacho ainda verde. Seu controle pode ser feito com despestilagem      ou pulverizando-se com produtos recomendados, com jato dirigido ao cacho rec\u00e9m-formado,<\/p>\n<p><strong>Lagartas:<\/strong>provocam      preju\u00edzos na \u00e1rea foliar, com desfolhamento ou abertura de galerias no par\u00eanquima      foliar. Seu controle quando necess\u00e1rio pode ser realizado quimicamente com      resultados satisfat\u00f3rios.<\/p>\n<p><strong>8.2-      Doen\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p><strong>8.2.1-      &#8220;Mal-de-Sigatoka&#8221; (Mycosphaerella musicola &#8211; fase perfeita; Cercospora      musae &#8211; fase imperfeita)<\/strong><\/p>\n<p>Os      sintomas ocorrem nas folhas, iniciando-se por pontua\u00e7\u00f5es com leve descolora\u00e7\u00e3o,      passando por estrias clor\u00f3ticas e manchas necr\u00f3ticas, el\u00edpticas, alongadas      e dispostas paralelamente as nervuras secund\u00e1rias, apresentado estas les\u00f5es      \u00e1 parte central acinzentada e as bordas amarelecidas, essas les\u00f5es podem coalescer      comprometendo uma grande \u00e1rea foliar.<\/p>\n<p>\u00c9      um problema fitossanit\u00e1rio limitante para os cultivares Nanic\u00e3o, Nanica e      Grande Naine sendo imprescind\u00edvel um programa de controle fitossanit\u00e1rio.      O cultivar Ouro \u00e9 ainda mais suscept\u00edvel, j\u00e1 os cultivares Ma\u00e7a e Prata s\u00e3o      considerados medianamente resistentes e o \u0091Terra\u0092 ainda mais resistentes.<\/p>\n<p>Para      o seu controle recomenda-se pulveriza\u00e7\u00e3o sobre as folhas, em baixo volume,      atingindo as folhas novas, com \u00f3leo mineral &#8220;Spray oil&#8221; entre 12      e 18 litros\/ha.<\/p>\n<p>O      per\u00edodo de controle dever\u00e1 ser de setembro a maio, pois o fungo necessita      de temperatura e umidade alta para se desenvolver, num intervalo de aplica\u00e7\u00e3o      de 20-22 dias, podendo este prazo ser dilatado quando utilizado \u00f3leo mais      um fungicida sist\u00eamico triaz\u00f3is, benomyl e benzimidoz\u00f3les.<\/p>\n<p>As      aplica\u00e7\u00f5es s\u00e3o feitas por atomizador costal, atomiza\u00e7\u00e3o via trator e aplica\u00e7\u00f5es      a\u00e9reas.<\/p>\n<p><strong>8.2.2-      &#8220;Mal-do-Panam\u00e1&#8221; (Fusarium oxysporum f. sp. cubense)<\/strong><\/p>\n<p>Os      cultivares de interesse comercial apresentam taxas vari\u00e1veis de toler\u00e2ncia,      assim apresentam alta toler\u00e2ncia os cultivares: \u0091Ouro\u0092, \u0091Nanica\u0092,      \u0091Nanic\u00e3o\u0092; mediana toler\u00e2ncia: \u0091Terra\u0092; baixa toler\u00e2ncia:      \u0091Prata\u0092 e intolerante: \u0091Ma\u00e7a\u0092.<\/p>\n<p>Esta      doen\u00e7a, sendo limitante para o cultivar Ma\u00e7a, fruta de grande prefer\u00eancia      de consumo, motivou a migra\u00e7\u00e3o de seu cultivo do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Apesar      da toler\u00e2ncia do cultivar Nanic\u00e3o, desequil\u00edbrios nutricionais (P, Ca, Mg      e Zn), parasitismo de nemat\u00f3ides, ou per\u00edodos elevados de estiagem, podem      levar ao aparecimento de sintomas da fusariose.<\/p>\n<p>N\u00e3o      existe controle para a doen\u00e7a, e no caso da escolha por variedades suscet\u00edveis,      buscar locais onde n\u00e3o ocorreram plantios anteriores e utilizar mudas sadias      e de qualidade.<\/p>\n<p><strong>8.2.3-      &#8220;Moko&#8221; ou &#8220;Murcha Bacteriana&#8221; (Pseudomonas solanacearum)<\/strong><\/p>\n<p>Doen\u00e7a      bacteriana que se encontra no Brasil apenas na regi\u00e3o Norte, onde j\u00e1 \u00e9 bastante      difundida, e no Nordeste. A planta infectada morre em poucas semanas, sua      incid\u00eancia se d\u00e1 em reboleiras, com as folhas ca\u00eddas e secas (&#8220;guarda-chuva      fechado&#8221;), os frutos apresentam a polpa com manchas negras distribu\u00eddas      no seu interior. Como \u00fanico m\u00e9todo de controle, preconiza-se um rigoroso programa      de erradica\u00e7\u00e3o das plantas doentes.<\/p>\n<p>No      Estado de S\u00e3o Paulo, n\u00e3o foi constatada a presen\u00e7a dessa doen\u00e7a, devendo-se      pois atentar-se para n\u00e3o permitir a entrada desse pat\u00f3geno nas nossas regi\u00f5es      produtoras.<\/p>\n<p><strong>8.2.4-      Viroses (v\u00edrus do mosaico do pepino)<\/strong><\/p>\n<p>Embora      j\u00e1 constatada em nossas condi\u00e7\u00f5es de cultivo, at\u00e9 o momento n\u00e3o tem causado      problemas de s\u00e9rias propor\u00e7\u00f5es, devendo-se no entanto manter a aten\u00e7\u00e3o quanto      a esta doen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>8.2.5-      Doen\u00e7as de frutos<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o      algumas as doen\u00e7as f\u00fangicas que normalmente n\u00e3o chegam a afetar a qualidade      da polpa, no entanto, como s\u00e3o causados por fungos manchadores de frutos,      leva a perda de valor comercial devido a defeitos e m\u00e1 apar\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Como      exemplo citamos:<\/strong><\/p>\n<p>ponta-de-charuto:      causado por uma associa\u00e7\u00e3o de fungos<\/p>\n<p>doen\u00e7a-das-pintas      (Pyricularia grisea).<\/p>\n<p>De      maneira geral, essas doen\u00e7as n\u00e3o tem sido problema limitante, no entanto,      em bananais limpos, bem arejados e com bom manejo, diminuem as possibilidades      de ocorr\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>8.2.6-      Doen\u00e7as P\u00f3s-colheita<\/strong><\/p>\n<p>Podem      ocorrer podrid\u00f5es, seja no enga\u00e7o, na coroa ou almofada ou nos frutos. Para      evitar tais problemas que resultam em diminui\u00e7\u00e3o no valor comercial do produto,      deve-se atentar a uma colheita cuidadosa e no ponto correto, proceder a limpeza      das pencas, a lavagem dos frutos com detergente e posterior imers\u00e3o em solu\u00e7\u00e3o      fungicida (benomyl e thiabendaz\u00f3le) e o acondicionamento nas embalagens adequadamente.<\/p>\n<p><strong>9      &#8211; COLHEITA E COMERCIALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Considera-se      que a banana est\u00e1 apta para a comercializa\u00e7\u00e3o quando os frutos se encontram      fisiologicamente desenvolvidos, ou seja, que atingiram o est\u00e1gio de desenvolvimento      caracter\u00edstico da variedade.<\/p>\n<p>No      entanto, esta n\u00e3o pode ser colhida madura, pois como fruta muito sens\u00edvel      ao transporte e por n\u00e3o se conservar por muito tempo, seu amadurecimento p\u00f3s-colheita      deve se processar em c\u00e2maras de climatiza\u00e7\u00e3o, onde s\u00e3o submetidas \u00e0 matura\u00e7\u00e3o      sobre controle de temperatura, umidade e ventila\u00e7\u00e3o, conseguindo-se um produto      final de melhor qualidade e uniformemente amadurecido, de maior valor comercial.<\/p>\n<p>Para      determinar o ponto de colheita, deve-se levar em considera\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia      e a que mercado se destina a fruta. De modo geral como par\u00e2metros que podemos      adotar para determinar o ponto-de-colheita da banana, est\u00e3o o grau fisiol\u00f3gico      do fruto, que se baseia na sua apar\u00eancia visual (magro; 3\/4 magro; 3\/4 normal;      3\/4 gordo e gordo) ou no di\u00e2metro da fruta, onde se mede o di\u00e2metro do dedo      central da segunda m\u00e3o.(magro = 30mm; 3\/4 magro=32mm;3\/4 normal =34mm 3\/4      gordo 36mm e gordo 38mm).<\/p>\n<p>De      forma geral, os frutos devem ser colhidos ainda verdes, por\u00e9m j\u00e1 desenvolvidos      e as &#8220;quinas&#8221; longitudinais pouco salientes (3\/4 gordo). Para o      mercado externo, prefere-se colher frutos um pouco mais magros que para o      mercado interno.<\/p>\n<p>Os      cuidados na colheita devem ser os mais atendidos, no sentido de se evitar      bater os frutos, n\u00e3o permitir sua exposi\u00e7\u00e3o prolongada ao sol etc., desde      a colheita do cacho, at\u00e9 seu transporte e o manuseio no &#8220;packing house&#8221;.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a colheita, o produto pode ter v\u00e1rios destinos e diferentes modalidades de      comercializa\u00e7\u00e3o, seja na comercializa\u00e7\u00e3o direta dos cachos, seja em embalagens      que devem obedecer a portaria espec\u00edfica do Minist\u00e9rio da Agricultura e Reforma      Agr\u00e1ria, que padroniza de acordo com o mercado a que se destina (interno e      externo) e com a cultivar, os diferentes tipos de embalagem para banana (torito,      caixa &#8220;M&#8221;, caixa de papel\u00e3o).<\/p>\n<p>Quanto      ao mercado, observa-se a disponibilidade de frutos durante todo o ano, entretanto      com flutua\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o em fun\u00e7\u00e3o da oferta\/demanda em algumas \u00e9pocas do ano.<\/p>\n<p>Para      pensarmos seriamente em exporta\u00e7\u00e3o, n\u00e3o apenas para nossos tradicionais importadores,      Uruguai e Argentina, temos que estar dispostos a reverter a situa\u00e7\u00e3o que nos      separa de pa\u00edses como o Equador, que apesar da palatabilidade inferior de      suas bananas e com pre\u00e7os equivalentes, quando comparamos com o Brasil, apresentam      uma qualidade e uma apresenta\u00e7\u00e3o extremamente superior, inclusive comercializando      seus frutos em forma de &#8220;buqu\u00ea&#8221; (5-7 frutos), pr\u00e1tica esta que j\u00e1      vem sendo realizada pelos produtores nacionais.<\/p>\n<p>Hoje,      tem-se incentivado a pr\u00e1tica de tratamentos p\u00f3s-colheita, com manuseio de      frutos em casas de embalagem, nas \u00e1reas de bananicultura do Estado, como forma      de melhorar a qualidade final do produto. Al\u00e9m disso temos que pensar num      trabalho de marketing salientando as propriedades da banana como alimento      com o objetivo de se estimular seu consumo<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS      BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><\/p>\n<p>Frutas      Tropicais 3 &#8211; Banana. Instituto de Tecnologia de Alimentos 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o 1990.<br \/>\n     Manual T\u00e9cnico das Culturas. Banana CATI\/DEXTRU\/CTPV pag 100-110, Campinas,      1986<br \/>\n     MOREIRA, R.S. Banana: Teoria e Pr\u00e1tica de Cultivo. Campinas. Funda\u00e7\u00e3o Cargil,      1987. 335p<br \/>\n     MOREIRA, R. S. Considera\u00e7\u00f5es Sobre a Bananicultura (apostila), II Curso Pr\u00e1tico      de Bananicultura &#8211; FCVJ\/UNESP, 1995<br \/>\n     PENTEADO, L.A.C. A Cultura da Banana (apostila)<br \/>\n     RANGEL, A. Cultura da Banana (apostila)<\/p>\n<p>Fonte:       www.agrobyte.com.br<\/p>\n<h6>Dia da Banana<\/h6>\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<h4>Voc\u00ea      acha que a bananeira s\u00f3 d\u00e1 banana?<\/h4>\n<p>A      bananeira \u00e9 uma monocotiled\u00f4nea pertencente a fam\u00edla das mus\u00e1ceas do g\u00eanero      musa, \u00e9 originada e nativa de diversas regi\u00f5es do continente latino-americano.<\/p>\n<p>\u00c9      considerada uma erva gigante, pois tem caule subterr\u00e2neo e sua parte a\u00e9rea      se assemelha a um tronco (pseudo caule), que nada mais \u00e9 do que folhas justapostas      e imbricadas umas nas outras de forma compacta e consistente.<\/p>\n<p>Do      pseudo caule da bananeira podemos extrair fibras vegetais atrav\u00e9s de um processo      simples, de baixo custo e de bons lucros para aquele que sabe usar a criatividade.<\/p>\n<p><strong>As      fibras da bananeira s\u00e3o resistentes, flex\u00edveis, n\u00e3o el\u00e1sticas, elevado \u00edndice      de absors\u00e3o de \u00e1gua, quando \u00famidas sofrem intumescimento, facilmente tingidas      com corantes de tecido de algod\u00e3o, facilmente pintadas com tinta para tecido,      misturam-se com:<\/strong><\/p>\n<p>cola<\/p>\n<p>cimento<\/p>\n<p>resina<\/p>\n<p>barro      e outros materiais<\/p>\n<p>queima      em presen\u00e7a do fogo<\/p>\n<p>atac\u00e1veis      pela alcalinidade<\/p>\n<p>quando      \u00famidas apresentam colora\u00e7\u00e3o bege escura e quando secas<\/p>\n<p>bege      claro<\/p>\n<p>podem      ser amaciadas<\/p>\n<p>clarificadas<\/p>\n<p>tingidas<\/p>\n<p>misturam-se      facilmente com material reciclado<\/p>\n<p>pode-se      fazer at\u00e9 papel artesretal.<\/p>\n<p>Se      voc\u00ea se interessou pela bananeira, a\u00ed vai uma dica de como extrair suas fibras:      Corte o pseudo-caule da bananeira, separe as folhas e fa\u00e7a uma sele\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Coloque      em cima de uma mesa uma das folhas e com aux\u00edlio de uma escova de a\u00e7o penteie      a folha em um \u00fanico sentido, at\u00e9 chegar as fibras que ficar\u00e3o divididas em      fios.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      lave estes fios em \u00e1gua corrente e coloque para secar em um varal.<\/p>\n<p>Se      desejar pode colocar no clarificante, e amaciante. Ap\u00f3s estar seca a fibra      j\u00e1 pode ser trabalhada.<\/p>\n<p>O      res\u00edduo que sobra na escova de a\u00e7o pode ser lavado, amaceado, secado e ser      utilizado para fazer recheio de almofada travesseiro ou colch\u00e3o.<\/p>\n<p>Este      \u00e9 um dos trabalhos desenvolvidos pela professora Regiane Castione, atuante      em projetos de feiras Agrocient\u00edcicas no Oeste do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Fonte:       www.soartigos.com<\/p>\n<h6>Dia da Banana<\/h6>\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p>A      banana \u00e9 uma \u00f3tima fonte de energia muscular pois \u00e9 um concentrado de carboidratos,      raz\u00e3o porque os atletas recorrem a esse aporte, ap\u00f3s grande esfor\u00e7o f\u00edsico.<\/p>\n<p>Este      fruto da bananeira possui muitos minerais, como pot\u00e1ssio que \u00e9 revitalizante      do sistema muscular, o f\u00f3sforo que fortalece os ossos; e o s\u00f3dio e o ferro      que d\u00e3o vigor ao organismo.<\/p>\n<p>Pessoas      que fazem dieta, geralmente, cortam a banana de sua alimenta\u00e7\u00e3o, achando que      ela faz engordar, mas ao contr\u00e1rio, s\u00e3o poucas suas prote\u00ednas e o fruto tem      apenas 90 calorias. Esta fruta tem muita fibra que sacia rapidamente o apetite.<\/p>\n<p>Sendo      muito aconselh\u00e1vel para problemas g\u00e1stricos, sobretudo para diarr\u00e9ias, quando      ainda est\u00e1 verde; e para constipa\u00e7\u00e3o (pris\u00e3o de ventre), quando est\u00e1 madura.<\/p>\n<p>Outra      qualidade da banana \u00e9 a de tranq\u00fcilizante, embora sua ingest\u00e3o seja tamb\u00e9m      recomendada para facilitar o bom funcionamento dos rins ou tamb\u00e9m para enriquecer      o leite materno.<\/p>\n<p>A      banana n\u00e3o cont\u00e9m colesterol e possui vitaminas A, B e C, por isso imunizando      o corpo.<\/p>\n<p>Ela      possui ainda outra vantagem, pois, seu a\u00e7\u00facar \u00e9 tolerado pelas pessoas diab\u00e9ticas,      podendo deste modo ado\u00e7ar a alimenta\u00e7\u00e3o mon\u00f3tona e rotineira deste grupo de      pessoas.<\/p>\n<p>Fonte:       www.viaki.com<\/p>\n<h6>Dia da Banana<\/h6>\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p>A      banana \u00e9 o fruto da bananeira, pertencente \u00e0 fam\u00edlia Musaceae. \u00c9 cultivada      em todas as regi\u00f5es tropicais e origin\u00e1ria do sudeste da \u00c1sia. O maior produtor      mundial de banana \u00e9 o Equador, seguido da \u00cdndia e do Brasil.<\/p>\n<p>As      bananas formam-se em cachos, estes ficam pendurados no caule da bananeira      e pesam de 30 a 50 kg. O cultivo \u00e9 f\u00e1cil, j\u00e1 que os primeiros cachos podem      ser colhidos ap\u00f3s o primeiro ano de plantio.<\/p>\n<p>A      banana \u00e9 composta de 75% de \u00e1gua e 25% de mat\u00e9ria seca. \u00c9 fonte de vitaminas      A, C, B1, B2, carboidratos, fibras, sais minerais e pot\u00e1ssio. Possui baixo      teor de gordura.<\/p>\n<p>Quando      imatura, \u00e9 uma fruta de cor verde. Ao madurar apresenta cor amarela ou vermelha.      Existem mais de 500 variedades de banana em todo o mundo. As quatro variedades      principais s\u00e3o: banana-prata, banana-ma\u00e7\u00e3, cavendish e a banana-da-terra.<\/p>\n<p>Enquanto      est\u00e1 verde, a banana \u00e9 composta por \u00e1gua e amido, o que lhe garante o sabor      adstringente. Pode ser consumida fresca, assada, cozida ou frita. \u00c9 usada      para a prepara\u00e7\u00e3o de doces. \u00c9 a fruta mais consumida no Brasil e no mundo,      sendo um alimento energ\u00e9tico bastante apreciado por atletas.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea      j\u00e1 parou para pensar onde ficam as sementes da banana?<\/strong><\/p>\n<p>Muitas      pessoas acreditam que as sementes s\u00e3o aqueles pequenos pontinhos pretos no      interior da banana. Alguns at\u00e9 retiram esses pequenos pontinhos com o receio      de estar comendo uma semente.<\/p>\n<p>Na      realidade, as esp\u00e9cies que consumimos (banana-prata, ouro, ma\u00e7\u00e3, etc) n\u00e3o      possuem sementes.<\/p>\n<p>Aqueles      pontos pretos na polpa da banana s\u00e3o apenas \u00f3vulos n\u00e3o fecundados. As bananas      que cultivamos s\u00e3o est\u00e9reis e se reproduzem assexuadamente.<\/p>\n<p>Para      plantar uma nova esp\u00e9cie de banana, basta cortar um peda\u00e7o da raiz e plant\u00e1-la      em outro local. Alguns bi\u00f3logos adotam o nome de &#8220;propaga\u00e7\u00e3o vegetativa&#8221;      a esse tipo de reprodu\u00e7\u00e3o das bananeiras.<\/p>\n<p><strong>Apenas      algumas esp\u00e9cies selvagens possuem sementes, conforme figura abaixo:<\/strong><\/p>\n<p>Banana      verde: uma fruta ainda pouco conhecida.<\/p>\n<p>Voc\u00ea      sabia que existem cerca de 100 tipos de banana cultivadas no mundo todo? Pois      \u00e9. O que voc\u00ea n\u00e3o sabia \u00e9 que a banana verde ainda \u00e9 pouco explorada, apesar      de seu potencial. Seus derivados possuem 0% de colesterol, s\u00e3o ricos em c\u00e1lcio,      pot\u00e1ssio, fibras e vitaminas.<\/p>\n<p>Mas      a banana verde est\u00e1 come\u00e7ando a ser mais explorada. A Max Brasil, empresa      do setor aliment\u00edcio, est\u00e1 lan\u00e7ando uma linha de tr\u00eas produtos derivados dessa      fruta: bananas chips salgadas, banana passa e mariolas (balas e palitos de      banana).<\/p>\n<p>Esses      tipos de banana s\u00e3o produtos naturais e nutritivos, ricos em c\u00e1lcio e pot\u00e1ssio,      fundamentais para o desenvolvimento e bom funcionamento dos ossos, m\u00fasculos      e dentes. Al\u00e9m disso, essa fruta cont\u00e9m fibras, ideais para o sistema digestivo.<\/p>\n<p><strong>Os      tipos de banana mais conhecidos no Brasil s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>banana-nanica      (conhecida tamb\u00e9m como banana-d&#8217;\u00e1gua, banana-da-china, banana-an\u00e3 ou banana-chorona)      &#8211; tem casca fina e amarelo-esverdeada (mesmo na fruta madura) e polpa doce,      macia e de aroma agrad\u00e1vel. Cada cacho tem por volta de duzentas bananas.<\/p>\n<p>banana-prata      (ou banana-an\u00e3-grande) &#8211; tem fruto reto, de at\u00e9 15 cm de comprimento, casca      amarelo-esverdeada, de cinco facetas, polpa menos doce que a da banana-nanica,      mais consistente e indicada para fritar.<\/p>\n<p>banana-da-terra      (banana-chifre-de-boi, banana-comprida ou pacovan) &#8211; s\u00e3o as maiores bananas      conhecidas, chegando a pesar 500 g cada fruta e a ter comprimento de 30 cm.      \u00c9 achatada num dos lados, tem casca amarelo-escura, com grandes manchas pretas      quando maduras e polpa bem consistente, de cor rosada e textura macia e compacta,      sendo mais rica em amido do que a\u00e7\u00facar, o que a torna ideal para cozinhar,      assar ou fritar.<\/p>\n<p>banana-ma\u00e7\u00e3      (ou banana-branca) &#8211; de tamanho variado, pode atingir, no m\u00e1ximo, 15 cm e      pesar 160 g. \u00c9 ligeiramente curva, tem casca fina, amarelo-clara, e polpa      branca, bem arom\u00e1tica, de sabor muito apreciado. Recomendada como alimento      para beb\u00eas, fica muito gostosa amassada e misturada com aveia, biscoito ralado      ou farinhas enriquecidas.<\/p>\n<p>banana-de-s\u00e3o-tom\u00e9      (banana-curta ou banana-do-para\u00edso) &#8211; existem dois tipos, que se diferenciam      apenas na cor da casca &#8211; roxa ou amarela. S\u00e3o pouco apreciadas, devido \u00e0 polpa      amarela e ao cheiro muito forte. Recomenda-se consumi-las cozidas, fritas      ou assadas.<\/p>\n<p>banana-ouro      (inaj\u00e1, banana-dedo-de-mo\u00e7a, banana-mosquito ou banana-imperador) &#8211; \u00e9 a menor      de todas as bananas, medindo no m\u00e1ximo 10 cm. Tem forma cil\u00edndrica, casca      fina de cor amarelo-ouro, polpa doce, de sabor e cheiro agrad\u00e1veis. \u00c9 muito      usada para fazer croquetes.<\/p>\n<p>banana-sapo      &#8211; fruto curto, grosso e anguloso, com casca espessa e dura, e polpa pouco      delicada, mais usada como alimento de animais dom\u00e9sticos.<\/p>\n<p>A      banana verde pode ser utilizada em diversos tipos de alimentos, rendendo receitas      altamente saud\u00e1veis e nutritivas para o consumo de pessoas de todas as idades.<\/p>\n<p>Fonte:       www.tropicalfresh.com.br<\/p>\n<h6>Dia da Bana<\/h6>\n<h4>22      de Setembro<\/h4>\n<p>Musa      \u00e9 um dos tr\u00eas g\u00e9neros da fam\u00edlia das Musaceae que inclui as plantas herb\u00e1ceas      vivazes que produzem vulgarmente designados como bananeiras, incluindo as      cultivadas para a produ\u00e7\u00e3o de fibras (abac\u00e1s) e para a produ\u00e7\u00e3o de bananas.      Existem cerca de 50 esp\u00e9cies de Musa, utilizadas pelo ser humano para diversas      finalidades, origin\u00e1rias do sudeste da \u00c1sia &#8211; na regi\u00e3o ocupada, atualmente,      pela Mal\u00e1sia, Indon\u00e9sia e Filipinas.<\/p>\n<p>Muitas      variedades de bananas selvagens existem ainda nessa regi\u00e3o. Caracterizam-se      por um caule suculento e subterr\u00e2neo (rizoma), cujo &#8220;falso&#8221; tronco      (um pseudocaule) \u00e9 formado pelas bainhas superpostas das suas folhas.<\/p>\n<p>Estas      s\u00e3o grandes, de colora\u00e7\u00e3o verde-clara, brilhantes e de forma, em geral, oblonga      ou el\u00edptica. As flores disp\u00f5em-se numa espiga terminal, em torno do chamado      &#8220;cora\u00e7\u00e3o&#8221; da bananeira, com glom\u00e9rulos androg\u00ednicos, apesar de,      na pr\u00e1tica, os glom\u00e9rulos superiores funcionarem apenas como masculinos e      os inferiores como femininos. Apresenta ainda br\u00e1cteas em forma de espata.      O &#8220;fruto&#8221;, conhecido como banana, \u00e9, na verdade, uma pseudobaga.      As esp\u00e9cies do g\u00e9nero Ensete, incluindo a bananeira-da-abiss\u00ednia (Ensete ventricosum)      s\u00e3o vulgarmente designadas como &#8220;falsas bananeiras&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Taxonomia      e morfologia<\/strong><\/p>\n<p>O      g\u00e9nero Musa era, tradicionalmente, classificado em cinco se\u00e7\u00f5es (Ingentimusa,      Australimusa, Callimusa, Musa e Rhodochlamys) mas estas foram recentemente      (2002) reduzidas a tr\u00eas. Outras classifica\u00e7\u00f5es referem apenas quatro se\u00e7\u00f5es:      Australimusa, Callimusa, Rhodochlamys e Eumusa. Anteriormente, as esp\u00e9cies      com 2n = 20 cromossomas estavam separadas nas se\u00e7\u00f5es Australimusa e Callimusa,      enquanto que as esp\u00e9cies com 2n = 22 cromossomas estavam distribu\u00eddas pelas      se\u00e7\u00f5es Musa e Rhodochlamys. Recentemente, pesquisas de Carol Wong e colegas      de Singapura revelaram que as diferen\u00e7as gen\u00e9ticas entre cada se\u00e7\u00e3o do mesmo      grupo cromoss\u00f3mico s\u00e3o menores que as identificadas dentro de cada se\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Isto      significa que a separa\u00e7\u00e3o tradicional das se\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 reflexo da realidade      biol\u00f3gica. Os estudos de Wong defendem, contudo, que se deva manter a sepra\u00e7\u00e3o      entre as esp\u00e9cies de 20 e 22 cromossomas, mantendo a se\u00e7\u00e3o de 14 cromossomas      como grupo distinto.<\/p>\n<p>A      identifica\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica do grupo, quanto ao n\u00famero de cromossomos, pode      ser feita observando-se as br\u00e1cteas das bananas; neste caso, as bananeiras      com 10 cromossomos seriam aquelas que apresentam externamente br\u00e1cteas livres,      e com 11 cromossomos aquelas com br\u00e1cteas onduladas. Pode-se tamb\u00e9m efetuar      a contagem do n\u00famero de cromossomos atrav\u00e9s das c\u00e9lulas das pontas das ra\u00edzes.<\/p>\n<p>A      se\u00e7\u00e3o Australimusa, onde est\u00e3o as plantas com 10 cromossomos (n=10), apresentam      cachos e &#8220;umbigos&#8221; (infloresc\u00eancia masculina) eretos; compreende      5 esp\u00e9cies, sendo as mais conhecidas, a Musa textilis e a Musa fehi; as plantas      desta se\u00e7\u00e3o s\u00e3o utilizadas para a extra\u00e7\u00e3o de suas fibras, consumo dos frutos      e na forma de vegetal. A se\u00e7\u00e3o Callimusa, engloba plantas com 10 cromossomos      (n=10), compreende 5 a 6 esp\u00e9cies de pequeno tamanho e de interesse bot\u00e2nico,      sendo a mais conhecida a Musa coccinea.<\/p>\n<p>Na      se\u00e7\u00e3o Rhodochlamys est\u00e3o as plantas com n\u00famero b\u00e1sico de 11 cromossomos (n=11),      apresentando infloresc\u00eancia ereta e poucas flores em cada br\u00e1ctea; a esp\u00e9cie      mais conhecida \u00e9 a Musa ornata que apresenta br\u00e1cteas rosa-violeta e tendo      interesse como planta ornamental.<\/p>\n<p>Fazendo      parte da se\u00e7\u00e3o Eumusa est\u00e3o as bananeiras com 11 cromossomos (n=11), apresentando      cachos e &#8220;umbigos&#8221; (infloresc\u00eancia masculina) horizontais ou cadentes,      seiva leitosa ou aguada; nesta se\u00e7\u00e3o localizam-se as bananas comest\u00edveis,      de grande valor comercial, incluindo a Musa acuminata e a Musa balbisiana.<\/p>\n<p><strong>Bananas      comest\u00edveis<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o      v\u00e1rios os grupos distintos de bananas comest\u00edveis que se desenvolveram a partir      de esp\u00e9cies do g\u00e9nero Musa. At\u00e9 \u00e0 atualidade, as variedades mais cultivadas      e usadas comercialmente derivam das esp\u00e9cies Musa acuminata (principalmente)      e Musa balbisiana &#8211; seja em variedades puras ou em diversas combina\u00e7\u00f5es h\u00edbridas.      O grupo seguinte, mais utilizado, deriva dos membros da se\u00e7\u00e3o Callimusa (antes      classificada como Australimusa) e a sua import\u00e2ncia econ\u00f3mica restringe-se      praticamente \u00e0 Polin\u00e9sia. De import\u00e2ncia ainda mais reduzida, existem alguns      grupos h\u00edbridos cultivados na Papua-Nova Guin\u00e9; um grupo derivado, entre outras      esp\u00e9cies, de Musa schizocarpa e um grupo h\u00edbrido de Musa x se\u00e7\u00e3o Callimusa.<\/p>\n<p>Desde      a \u00e9poca de Linnaeus at\u00e9 \u00e0 d\u00e9cada de 1940 que tipos diferentes de bananas comest\u00edveis      e de bananas-da-terra receberam a sua designa\u00e7\u00e3o segundo a nomenclatura binomial,      como Musa cavendishii como se fossem esp\u00e9cies distintas. De fato, as bananas      comest\u00edveis t\u00eam uma origem extremamente complicada que envolve a hibrida\u00e7\u00e3o,      muta\u00e7\u00e3o e, finalmente, a sele\u00e7\u00e3o pelo Homem. Assim, como estas variedades      h\u00edbridas complexas receberam nomes cient\u00edficos, a confus\u00e3o est\u00e1 instalada      em tudo o que diz respeito \u00e0 bot\u00e2nica das bananas. Na d\u00e9cada de 1940 e de      1950s tornou-se claro que as bananas cultivadas e as bananas-da-terra n\u00e3o      deveriam receber nomes cient\u00edficos de acordo com a conven\u00e7\u00e3o da nomenclatura      binomial, sendo mais prudente utilizar nomes de cultivares. Assim, um sistema      alternativo, baseado no genoma, foi criado para a se\u00e7\u00e3o das bananas Musa.<\/p>\n<p>Como      j\u00e1 foi referido acima, o principal grupo de bananas comest\u00edveis derivam de      Musa acuminata e Musa balbisiana. Como exemplo da aplica\u00e7\u00e3o do sistema de      nomenclatura baseada no genoma, a planta antes designada como Musa cavendishii      tornou-se Musa (grupo AAA) &#8216;Cavendish an\u00e3&#8217;. O &#8220;novo&#8221; nome mostra,      de forma clara, que a &#8216;Cavendish an\u00e3&#8217; \u00e9 tripl\u00f3ide, com tr\u00eas grupos de cromossomas,      todos derivados de Musa acuminata, agora designada pelo &#8220;A&#8221;. Quando      nos referimos a Musa balbisiana utilizamos a letra &#8220;B&#8221; para o mesmo      efeito. Assim, a cultivar &#8216;Rajapuri&#8217; passa a ser designada como Musa (grupo      AAB) &#8216;Rajapuri&#8217;. &#8216;Rajapuri&#8217; \u00e9, portanto, tripl\u00f3ide, com dois grupos de cromossomas      de Musa acuminata e um de Musa balbisiana. Nas bananas comest\u00edveis, podemos      encontrar combina\u00e7\u00f5es de genoma como AA, BB, ABB, BBB e mesmo AAAB.<\/p>\n<p>N\u00e3o      foi criado um sistema de nomenclatura semelhante para o grupo seguinte de      bananas comest\u00edveis derivadas da se\u00e7\u00e3o Callimusa. Contudo, este grupo \u00e9 conhecido      geralmente como bananas &#8220;Fe&#8217;i&#8221; ou &#8220;Fehi&#8221;, existindo numerosas      cultivares deste grupo na regi\u00e3o do pac\u00edfico Sul. S\u00e3o plantas com caracter\u00edsticas      muito distintas com frutos em cachos ascendentes &#8211; como se pode ver em tr\u00eas      pinturas de Paul Gauguin. A polpa deve ser cozinhada antes de ser consumida,      tem uma cor alaranjada brilhante &#8211; quando consumida, modifica a cor da urina      de quem a ingere. As bananas Fe&#8217;i j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam atualmente grande import\u00e2ncia      na alimenta\u00e7\u00e3o humana, ainda que algumas tenham o seu papel em determinados      rituais. \u00c9 prov\u00e1vel que as bananas Fe&#8217;i bananas derivem principalmente de      Musa maclayi ainda que as suas origens n\u00e3o estejam t\u00e3o bem esclarecidas como      as da se\u00e7\u00e3o Musa. As cultivares podem ser designadas, formalmente, por exemplo,      como Musa (grupo Fe&#8217;i) &#8216;Utafun&#8217;.<\/p>\n<p><strong>Cultivo<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto      que as bananeiras originais produziam frutos com grandes sementes, as que      s\u00e3o utilizadas ap\u00f3s sele\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o alimentar humana s\u00e3o cultivares      tripl\u00f3ides (logo, produzem frutos sem sementes formados por partenog\u00e9nese).      Estas, propagam-se asexuadamente a partir de brotos ou rebentos que nascem      das socas da planta. As socas s\u00e3o obtidas a partir da remo\u00e7\u00e3o cuidadosa de      uma parte do caule subterr\u00e2neo que contenha algum rebento e algumas ra\u00edzes      intactas, geralmente na base do pseudocaule. Um s\u00f3 rizoma pode dar origem      a v\u00e1rios rebentos (vulgarmente designados como filhos ou filhotes). Para que      frutifiquem em condi\u00e7\u00f5es, contudo, \u00e9 necess\u00e1rio que alguns sejam suprimidos      &#8211; caso contr\u00e1rio competir\u00e3o entre si pelos recursos da planta (\u00e1gua e sais      minerais). O escapo floral forma-se 5 a 8 meses ap\u00f3s a forma\u00e7\u00e3o dos brotos.      Como a &#8220;bananeira&#8221; \u00e9 cortada ap\u00f3s a colheita do cacho, deve-se ter      especial cuidado, nesta opera\u00e7\u00e3o, para n\u00e3o danificar os brotos mais jovens.<\/p>\n<p>O      tempo de vida m\u00e9dio de um banretal \u00e9 de cerca de 25 anos. A manuten\u00e7\u00e3o das      planta\u00e7\u00f5es por meios mecanizados \u00e9 dificultada pelo fato de n\u00e3o ser poss\u00edvel      manter as bananeiras dispostas de forma regular. Isto deve-se ao fato de os      novos rebentos crescerem na periferia do cormo de forma algo aleat\u00f3ria em      rela\u00e7\u00e3o \u00e0 posi\u00e7\u00e3o original das socas (cormos simpodiais), dando a impress\u00e3o      que as bananeiras se v\u00e3o movendo pela planta\u00e7\u00e3o ao longo do tempo.<\/p>\n<p>Existem      dois sistemas de produ\u00e7\u00e3o, conforme se pretendam colheitas sazonais ou ao      longo de todo o ano. O sistema de p\u00e9 de galinha consiste em permitir o desenvolvimento      em simult\u00e2neo dos v\u00e1rios rebentos, procedendo-se \u00e0 colheita em simult\u00e2neo,      seguindo-se uma \u00e9poca sem produ\u00e7\u00e3o, dedicada apenas ao crescimento dos novos      rebentos. O sistema da m\u00e3e, filha, neta consiste em proceder \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o      dos rebentos, de modo a existir um pronto a frutificar e outros, que lhe suceder\u00e3o,      em diferentes fases de crescimento, de modo a existir produ\u00e7\u00e3o de bananas      ao longo de todo o ano.<\/p>\n<p><strong>Doen\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p>Ainda      que n\u00e3o esteja propriamente em perigo de extin\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel que a cultivar      Cavendish se torne invi\u00e1vel para cultivo a larga escala nos pr\u00f3ximos 10 a      20 anos. A cultivar Gros Michel, que a precedeu no monop\u00f3lio do com\u00e9rcio mundial      sofreu o mesmo destino. Apesar da sua popularidade nos mercados europeus e      americanos, a Cavendish, tal como a maioria das bananas, n\u00e3o apresenta qualquer      diversidade gen\u00e9tica (j\u00e1 que se reproduz assexuadamente), o que a torna particularmente      vulner\u00e1vel a doen\u00e7as que amea\u00e7am, de igual forma, a agricultura de subsist\u00eancia.      As principais doen\u00e7as s\u00e3o:<\/p>\n<p><strong>Doen\u00e7as      f\u00fangicas<\/strong><\/p>\n<p>As      doen\u00e7as provocadas por fungos est\u00e3o entre as que mais danos causam na cultura      da bananeira. Muitos entranham-se na planta, absorvidos juntamente com a \u00e1gua      da seiva bruta, infectando o pseudocaule e as folhas. Os seus efeitos nefastos      podem resultam em perdas de 100% nas colheitas. A propaga\u00e7\u00e3o destas doen\u00e7as      est\u00e1, em muitos casos, relacionada com o com\u00e9rcio global de bananas. Os pr\u00f3prios      trabalhadores ajudam \u00e0 dispers\u00e3o dos fungos nos utens\u00edlios usados na lavoura      ou mesmo nas roupas. Os meios de controle, adaptados a cada caso, incluem      a utiliza\u00e7\u00e3o de variedades cultivares resistentes, a elimina\u00e7\u00e3o de partes      atacadas pelos fungos (folhas, flores, etc.), de acordo com os sintomas apresentados      pela planta, utiliza\u00e7\u00e3o de fungicidas (com modera\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a resist\u00eancia      dos pat\u00f3genos tem aumentado), controlo de plantas daninhas e nemat\u00f3ides, prote\u00e7\u00e3o      dos cachos com polietileno perfurado, entre outras medidas.<\/p>\n<p>Antracnose      &#8211; Colletotrichum musae<br \/>\n     Mal-do-panam\u00e1 &#8211; ou fusariose.<br \/>\n     Sigatoka-amarela<br \/>\n     Sigatoka-negra<br \/>\n     Les\u00e3o-de-Johnston &#8211; ou pinta-de-pyricularia (Pyricularia grisea)<br \/>\n     Mancha-de-cladosporium<br \/>\n     Mancha-de-cordana<br \/>\n     Mancha-parda &#8211; (Cercospora hayi)<br \/>\n     Mancha-losango (mancha &#8220;diamond&#8221;)<br \/>\n     Pinta-de-deightoniella &#8211; (Deightoniella torulosa)<br \/>\n     Ponta-de-charuto<br \/>\n     Podrid\u00e3o-da-coroa<br \/>\n     Finger rot (Botryodiplodia theobromae)<\/p>\n<p><strong>Doen\u00e7as      bacterianas<\/strong><\/p>\n<p>As      doen\u00e7as, provocadas por bact\u00e9rias devem, acima de tudo, ser combatidas atrav\u00e9s      da preven\u00e7\u00e3o, evitando que se propaguem, quer em utens\u00edlios (desinfectando-os      convenientemente), quer atrav\u00e9s de insetos onde as bact\u00e9rias se hospedam.      As principais doen\u00e7as deste g\u00e9nero s\u00e3o:<\/p>\n<p>Murcha-bacteriana      (Moko)<br \/>\n     Podrid\u00e3o-mole<\/p>\n<p><strong>Viroses<\/strong><\/p>\n<p>Os      v\u00edrus, geralmente transmitidos por insetos hospedeiros, como os af\u00eddios, podem,      por vezes, estarem relacionados com outras culturas de vegetais onde estes      s\u00e3o infectados. As doen\u00e7as virais mais representativas s\u00e3o:<\/p>\n<p>Estrias      da bananeira<br \/>\n     Mosaico<br \/>\n     Bunchy top (Topo em leque)<\/p>\n<p><strong>Nemat\u00f3ides<\/strong><\/p>\n<p>Nemat\u00f3ide      cavern\u00edcola<br \/>\n     Nemat\u00f3ide espiralado<br \/>\n     Meloidoginose<br \/>\n     Nemat\u00f3ide das les\u00f5es radiculares<\/p>\n<p><strong>Pragas<\/strong><\/p>\n<p>Contamos      entre as principais pragas que atacam as bananeiras:<\/p>\n<p>Broca-do-rizoma<br \/>\n     Tripes<br \/>\n     Lagartas desfolhadoras<br \/>\n     Pulg\u00e3o-da-bananeira<br \/>\n     \u00c1caros de teia<\/p>\n<h4><strong>Tipos      de Banana<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Se\u00e7\u00e3o      Ingentimusa &#8211; da Papua-Nova Guin\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>Musa      ingens<\/p>\n<p><strong>Se\u00e7\u00e3o      Callimusa (incorpora a antiga Australimusa)<\/strong><\/p>\n<p>M.      alinsanaya<br \/>\n     M. beccarii<br \/>\n     M. boman<br \/>\n     M. borne\u00ebnsis<br \/>\n     M. bukensis<br \/>\n     M. campestris<br \/>\n     M. coccinea<br \/>\n     M. exotica<br \/>\n     M. fitzalanii<br \/>\n     M. flavida<br \/>\n     M. gracilis<br \/>\n     M. hirta<br \/>\n     M. insularimontana<br \/>\n     M. jackeyi<br \/>\n     M. johnsii<br \/>\n     M. lawitiensis<br \/>\n     M. lolodensis<br \/>\n     M. maclayi<br \/>\n     M. monticola<br \/>\n     M. muluensis<br \/>\n     M. paracoccinea<br \/>\n     M. peekelii<br \/>\n     M. pigmaea<br \/>\n     M. salaccensis<br \/>\n     M. splendida<br \/>\n     M. suratii<br \/>\n     M. textilis<br \/>\n     M. tuberculata<br \/>\n     M. violascens<\/p>\n<p><strong>Se\u00e7\u00e3o      Musa (incorpora a antiga Rhodochlamys)<\/strong><\/p>\n<p>M.      acuminata<br \/>\n     M. angcorensis<br \/>\n     M. aurantiaca<br \/>\n     M. balbisiana<br \/>\n     M. banksii<br \/>\n     M. basjoo<br \/>\n     M. cheesmanii<br \/>\n     M. flaviflora<br \/>\n     M. griersonii<br \/>\n     M. itinerans<br \/>\n     M. laterita<br \/>\n     M. mannii<br \/>\n     M. nagensium<br \/>\n     M. ochracea<br \/>\n     M. ornata<br \/>\n     M. rubra<br \/>\n     M. sanguinea<br \/>\n     M. schizocarpa<br \/>\n     M. siamea<br \/>\n     M. sikkimensis<br \/>\n     M. thomsonii<br \/>\n     M. velutinaepens<br \/>\n     M. sp. &#8216;Burmese Blue&#8217;<br \/>\n     M. sp. &#8216;VN1-054&#8217;<\/p>\n<p>Fonte:       tiosam.net<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dia da Banana, Fruta, Hist\u00f3ria, Brasil, Produtor, Cultivo, Curiosidade, Propriedades, Vitaminas, Tipos, Dia da Banana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[300],"tags":[],"class_list":["post-60249","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-calendario-comemorativo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the 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