{"id":59853,"date":"2016-07-07T14:38:31","date_gmt":"2016-07-07T14:38:31","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=59853"},"modified":"2022-09-01T09:25:23","modified_gmt":"2022-09-01T11:25:23","slug":"dia-do-economista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista","title":{"rendered":"Dia do Economista"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Embora devido a sua amplitude, ao desconhecimento do p\u00fablico em geral e as dificuldades advindas de suas t\u00e9cnicas e do jarg\u00e3o dos seus profissionais ser economista \u00e9 uma profiss\u00e3o que, ao longo do tempo, tende a ganhar cada vez mais espa\u00e7o na sociedade. Isto se explica, principalmente porque se trata do estudo, por excel\u00eancia, do funcionamento da sustenta\u00e7\u00e3o de todo o arcabou\u00e7o social, ou seja, o econ\u00f4mico trata, no seu cerne, de como os homens produzem seus meios de subsist\u00eancia e de manuten\u00e7\u00e3o, de como transformam a natureza em bens e servi\u00e7os para satisfazer suas necessidades.<\/p>\n<p>Nenhuma outra profiss\u00e3o concorre tanto para se ter uma no\u00e7\u00e3o ampla do funcionamento da sociedade, da\u00ed o economista aparecer como um profissional de profundo conhecimento te\u00f3rico que, muitas vezes, se intromete na seara alheia, mas, por seus m\u00e9todos, possui capacidade de tomar a melhor decis\u00e3o, maior conhecimento do cen\u00e1rio de fundo e se destaca, quando capacitado, pela excel\u00eancia em assessorias e consultorias.<\/p>\n<p><strong>Neste sentido a amplitude do espa\u00e7o do economista pode ser medido pelos campos em que atua:<\/strong><\/p>\n<p>An\u00e1lise e pesquisas da Conjutura Econ\u00f4mica<\/p>\n<p>Elabora\u00e7\u00e3o de projetos de viabilidade econ\u00f4mica<\/p>\n<p>Arbitragem e per\u00edcia<\/p>\n<p>Consultoria em aquisi\u00e7\u00e3o, incorpora\u00e7\u00e3o e fus\u00e3o de empresas<\/p>\n<p>Diagn\u00f3stico, estudo e orienta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de empresas<\/p>\n<p>Desenvolvimento e planejamento econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Projetos e orienta\u00e7\u00e3o Financeira<\/p>\n<p>Mercado financeiro<\/p>\n<p>Assessoria de Projetos Agroindustriais\/agrobusiness<\/p>\n<p>Projetos de infra-estrutura<\/p>\n<p>Com\u00e9rcio exterior<\/p>\n<p>Elabora\u00e7\u00e3o de estudos de merdcado<\/p>\n<p>Or\u00e7amentos p\u00fablicos e comerciais<\/p>\n<p>Marketing e Log\u00edstica.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma enumera\u00e7\u00e3o que mostra que o economista tem um mercado de trabalho bastante diversificado, inclusive em \u00f3rg\u00e3os e empresas p\u00fablicas ou privadas, de v\u00e1rios segmentos produtivos. A vis\u00e3o ampla do economista \u00e9 necess\u00e1ria, principalmente em ambientes de incerteza, como o de nosso pa\u00eds, onde um bom conhecimento da realidade de mercado e do ambiente pol\u00edtico-legal permite, dentro do poss\u00edvel, planejar as a\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas, analisar o retorno dos investimentos da empresa e o comportamento da demanda, entre outras atividades de simula\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rios futuros poss\u00edveis.Enfim cabe ao economista analisar os fatores que influenciam a economia nacional e mundial, da\u00ed a necessidade de qualifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os empregos, hoje, para os economistas est\u00e3o restritos na medida em que apenas as grandes organiza\u00e7\u00f5es, institui\u00e7\u00f5es de pesquisa, universidades e institui\u00e7\u00f5es financeiras investem na contrata\u00e7\u00e3o destes profissionais, por\u00e9m nos cursos que investem e preparam os alunos durante sua forma\u00e7\u00e3o poucos se queixam de falta de oferta de empregos. Isto \u00e9 ainda mais evidente nos pa\u00edses desenvolvidos onde a profiss\u00e3o \u00e9 objeto de desejo.<\/p>\n<p>Por exemplo, nos Estados Unidos, nos \u00faltimos cinco anos, dados de 2004 quando em 272 escolas de n\u00edvel superior foram formados 16.411 economistas, o n\u00famero de profissionais da \u00e1rea aumentou em 40% mostrando a valoriza\u00e7\u00e3o e a procura pela profiss\u00e3o. Como, pela Lei n\u00ba 1441, de 13.08.1951, sancionada pelo presidente Get\u00falio Vargas, regulamentando a profiss\u00e3o de economista no pa\u00eds, se comemora o dia 13 de agosto como dia do Economista, nosso objetivo \u00e9 o de incentivar um maior conhecimento sobre a profiss\u00e3o e parabenizar os colegas pela data.<\/p>\n<p><strong>Dia do Economista &#8211; Vis\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Compreender de que forma as sociedades usam seus recursos materiais e humanos, com vistas a produzir e distribuir bens e servi\u00e7os, \u00e9 o trabalho do economista, que atua basicamente em duas \u00e1reas: na macro e na microeconomia.<\/p>\n<p>Na macroeconomia, esse profissional se dedica \u00e0s atividades e rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e financeiras internacionais de um pa\u00eds, de uma regi\u00e3o ou de uma comunidade. Trata da pol\u00edtica econ\u00f4mica, de distribui\u00e7\u00e3o de renda, gastos e investimentos p\u00fablicos e relaciona a situa\u00e7\u00e3o do mercado com a economia como um todo.<\/p>\n<p>Na microeconomia, que diz respeito ao desenvolvimento e \u00e0 viabilidade da ind\u00fastria e do com\u00e9rcio, o economista orienta o planejamento econ\u00f4mico e financeiro do neg\u00f3cio, controlando gastos e custos e fazendo previs\u00f5es sobre os nichos do mercado.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea pensa que para fazer tudo isso o economista precisa apenas de n\u00fameros, est\u00e1 muito enganado. Al\u00e9m dos dados e estat\u00edsticas que fundamentam seu trabalho, o bom profissional dessa \u00e1rea deve ter conhecimentos de hist\u00f3ria, sociologia e pol\u00edtica. O curso de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas exige muita leitura e pesquisa. Portanto, \u00e9 importante refor\u00e7ar a ideia de que a economia \u00e9 uma ci\u00eancia humana, acima de tudo.<\/p>\n<table border=\"0\" width=\"70%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\"><b>Atividade<\/b><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\"><b>Como funciona<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\"><b>Com\u00e9rcio internacional<\/b><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\">Estuda as oportunidades de importa\u00e7\u00e3o e de exporta\u00e7\u00e3o de mercadoria e as tend\u00eancias do mercado.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\"><b>Economia agr\u00edcola<\/b><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\">Analisa e planeja as atividades produtivas de empresas agropecu\u00e1rias.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\"><b>Economia urbana<\/b><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\">Desenvolve projetos e solu\u00e7\u00f5es para os problemas econ\u00f4micos de uma cidade, verificando as necessidades da comunidade.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\"><b>Finan\u00e7as p\u00fablicas<\/b><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\">Define a pol\u00edtica econ\u00f4mica de um pa\u00eds, estado ou munic\u00edpio. Equilibra a receita e a despesa do governo e estuda as conseq\u00fc\u00eancias sociais das medidas econ\u00f4micas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\"><b>Recursos humanos e do trabalho<\/b><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\">Estuda o comportamento do mercado de trabalho de diferentes setores da economia. Verifica dados como taxa de desemprego e massa salarial. Define planos de cargos e sal\u00e1rios em empresas privadas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\"><b>Sistema financeiro<\/b><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\">Examina a viabilidade de projetos e cr\u00e9ditos da empresa. Trabalha no planejamento e no controle financeiro da organiza\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\"><b>Tecnologia e desenvolvimento<\/b><\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\">Avalia os impactos econ\u00f4micos e sociais da introdu\u00e7\u00e3o de novas tecnologias e produtos no mercado. Estuda a viabilidade de projetos industriais e urbanos, considerando o meio ambiente.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>S\u00e3o v\u00e1rias as teorias econ\u00f4micas que embasaram o pensamento sobre as rela\u00e7\u00f5es de troca entre os homens, no decorrer da hist\u00f3ria. Vejamos algumas delas:<\/p>\n<p><strong>Mercantilismo (s\u00e9culos XV e XVII)<\/strong><\/p>\n<p>Segundo essa corrente te\u00f3rica, a riqueza de uma na\u00e7\u00e3o estaria calcada nas suas reservas de metais preciosos, ouro e prata principalmente. Esse pensamento se explica pelo fato de que, nesse per\u00edodo hist\u00f3rico, de expans\u00e3o comercial, tanto o ouro quanto a prata eram usados como moeda.<\/p>\n<p><strong>Fisiocracia (s\u00e9culo XVIII)<\/strong><\/p>\n<p>Define a terra como a \u00fanica fonte de riqueza de um pa\u00eds, colocando assim, em posi\u00e7\u00e3o de destaque, as sociedades agr\u00edcolas. Ao contr\u00e1rio dos mercantilistas, que defendiam a interfer\u00eancia do Estado para a descoberta de novas jazidas e obten\u00e7\u00e3o de super\u00e1vit comercial, os fisiocratas eram favor\u00e1veis ao esquema do &#8220;deixar fazer, deixar passar&#8221; &#8211; que se torna a m\u00e1xima do liberalismo -, a favor de que as leis naturais da economia, da oferta e da procura, sigam seu curso livremente.<\/p>\n<p><strong>Economia cl\u00e1ssica (s\u00e9culos XVIII e XIX)<\/strong><\/p>\n<p>Centrada nas transforma\u00e7\u00f5es do processo produtivo, advindas da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, afirma que n\u00e3o \u00e9 a prata nem o ouro os respons\u00e1veis pelo crescimento de uma na\u00e7\u00e3o, mas sim o trabalho humano. Os cl\u00e1ssicos s\u00e3o adeptos do liberalismo.<\/p>\n<p><strong>Marxismo (s\u00e9culos XIX e XX)<\/strong><\/p>\n<p>Procura explicar de que forma o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista permite a acumula\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de capital. Esse ac\u00famulo acontece porque, segundo os marxistas, a quantidade de trabalho socialmente necess\u00e1ria para produzir uma mercadoria determinaria o valor a ser pago pelo servi\u00e7o. S\u00f3 que a for\u00e7a de trabalho desprendida produz valores superiores aos dos sal\u00e1rios oferecidos. \u00c9 o que comumente se denomina de &#8220;mais-valia&#8221;, fonte dos lucros dos capitalistas.<\/p>\n<p><strong>Neocl\u00e1ssica (XIX e XX)<\/strong><\/p>\n<p>Nega a teoria cl\u00e1ssica do valor trabalho. De acordo com os neoclassicistas, o valor de um produto \u00e9 subjetivo, uma vez que teria a ver com a utilidade apresentada para cada um e dependeria da quantidade de bens que um indiv\u00edduo possu\u00edsse. Nessa linha de pensamento, a \u00e1gua seria valios\u00edssima no deserto e pouco valorizada em regi\u00f5es de chuva. Essa lei de mercado &#8211; oferta e procura &#8211; determinaria os pre\u00e7os das mercadorias e, mantendo um equil\u00edbrio, conduziria \u00e0 estabilidade econ\u00f4mica.<\/p>\n<p><strong>Escola keynesiana (s\u00e9culo XX)<\/strong><\/p>\n<p>Contesta as hip\u00f3teses dos neocl\u00e1ssicos de que as for\u00e7as de mercado levariam ao equil\u00edbrio econ\u00f4mico. Para essa escola, \u00e9 poss\u00edvel numa economia a perman\u00eancia de crises demoradas, com recess\u00e3o e desemprego, que ocorreriam quando o investimento na economia fosse pequeno, insuficiente para garantir a ocupa\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho existente. O aumento do gasto p\u00fablico (obras estatais, por exemplo) \u00e9 recomendado para suprir a procura por novos postos de trabalho.<\/p>\n<p><strong>A data<\/strong><\/p>\n<p>O dia 13 de agosto foi consagrado como o \u0093Dia do Economista\u0094 em raz\u00e3o da data da promulga\u00e7\u00e3o da lei n\u00ba 1.411, em 13 de agosto de 1951, que regulamentou a profiss\u00e3o de economista no Brasil e estabeleceu as normas de sua organiza\u00e7\u00e3o. Esta lei definiu que a designa\u00e7\u00e3o profissional de economista \u00e9 privativa dos bachar\u00e9is em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, diplomados no Brasil. Reconheceu, ainda, os profissionais de not\u00f3rio saber que atuavam como economistas na \u00e9poca, mas n\u00e3o normatizou sobre a p\u00f3s &#8211; gradua\u00e7\u00e3o strictu sensu (mestrado e doutorado).<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos houve v\u00e1rias tentativas frustradas de aprovar o reconhecimento dos mestres e doutores em economia como economistas. V\u00e1rios projetos de lei tramitaram no Congresso Nacional desde o final dos anos 80 com esse objetivo, sem sucesso. A lei n\u00ba 1.411, de autoria do deputado ga\u00facho Fernando Ferrari, criou, juntamente com a regulamenta\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o, o Conselho Federal de Economia (Cofecon) e os Conselhos Regionais de Economia (Corecon), que s\u00e3o Autarquias Federais com a finalidade de fiscalizar o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o. Para exercer a profiss\u00e3o de economista os bachar\u00e9is dever\u00e3o ser registrados nos Conselhos Regionais de Economia \u0096 Corecon, que fornece carteira de identidade profissionalcom validade em todo o Territ\u00f3rio Nacional.<\/p>\n<p>Este artigo analisa alguns marcos hist\u00f3ricos da origem da profiss\u00e3o de economista no Brasil, a estrutura atual dos cursos de economia, o s\u00edmbolo do economista e o cen\u00e1rio atual do ensino e profiss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Breve hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p>V\u00e1rios autores relatam a hist\u00f3ria da profiss\u00e3o do economista e do ensino de Economia no Brasil, com destaque para os estudos do professor Nivalde Jos\u00e9 de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Para este autor (CASTRO, 1991) embora as origens do ensino de economia datem do in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, sua constitui\u00e7\u00e3o formal, com a cria\u00e7\u00e3o do primeiro curso superior s\u00f3 ocorreu na d\u00e9cada de 30 do S\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>O embri\u00e3o dos cursos de economia no Brasil est\u00e1 nas cadeiras de economia criadas nos cursos de Direito e Engenharia e, em especial, no ensino t\u00e9cnico comercial. Estes cursos de com\u00e9rcio n\u00e3o formavam bachar\u00e9is, eram essencialmente pr\u00e1ticos e pretendiam formar profissionais com conhecimentos de contabilidade, direito mercantil e no\u00e7\u00f5es de economia pol\u00edtica aplicada ao com\u00e9rcio e ind\u00fastria. Os primeiros cursos superiores de economia resultaram da evolu\u00e7\u00e3o desses cursos de com\u00e9rcio criados no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>A gesta\u00e7\u00e3o do ensino comercial e de economia no Brasil foi lan\u00e7ada no s\u00e9culo XIX, com a vinda da Fam\u00edlia Real Portuguesa, em 1808. O marco inicial da evolu\u00e7\u00e3o do ensino de economia foi a institui\u00e7\u00e3o formal das \u0093Aulas de Com\u00e9rcio\u0094. Mas o ensino de economia passou a ser mais valorizado depois da chegada do Visconde de Cair\u00fa (Jos\u00e9 da Silva Lisboa).<\/p>\n<p>Em novembro de 1808 foi criada uma cadeira de \u0093Aula P\u00fablica de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas\u0094 no Rio de Janeiro (23\/11\/1808), atribu\u00edda ao Visconde de Cair\u00fa, considerado, por alguns historiadores, o primeiro economista brasileiro, por ser o introdutor da economia pol\u00edtica e do liberalismo econ\u00f4mico no Brasil. Os estudos do com\u00e9rcio tiveram seus passos iniciais na obra de Visconde de Cair\u00fa. Em 1801, publicou, em Lisboa, sua obra \u0093Princ\u00edpios de Direito Mercantil\u0094, primeira obra publicada em nossa l\u00edngua, sobre economia pol\u00edtica. Em 1804, segundo Castro (1991), publicou sua obra \u0093Princ\u00edpios de Economia Pol\u00edtica\u0094. Alguns historiadores tamb\u00e9m lhe atribuem a autoria da id\u00e9ia de abertura dos portos brasileiros, em 1808. Consta que ele teria participado do \u00e9dito liberal de 28\/1\/1808 que abriu os portos brasileiros \u00e0s na\u00e7\u00f5es amigas.<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o da referida cadeira, e de sua atribui\u00e7\u00e3o a Cair\u00fa, foi a primeira manifesta\u00e7\u00e3o concreta de ensino de Economia no Brasil. Entretanto, ela n\u00e3o ocorreu, pois ele n\u00e3o p\u00f4de aceitar tendo em vista sua promo\u00e7\u00e3o ao emprego de deputado do Superior Tribunal da Junta do Com\u00e9rcio, dedicando-se doravante s atividades pol\u00edticas e de historiador (CASTRO, 1991). Alguns autores da \u00e1rea de contabilidade relatam que \u0093Cair\u00fa jamais lecionou uma aula sequer\u0094.<\/p>\n<p><strong>\u0091\u0091 Em 1809, foram criadas as Aulas de Com\u00e9rcio, iniciando-se oficialmente o ensino comercial no Brasil. Essas formas de ensino foram usadas durante o Imp\u00e9rio e atendiam aos neg\u00f3cios p\u00fablicos e privados. Refletia \u00e0 preocupa\u00e7\u00e3o da Coroa Portuguesa em modernizar esse setor da economia &#8220;<\/strong><\/p>\n<p>Em 1809, foram criadas as Aulas de Com\u00e9rcio, intituladas \u0093aulas pr\u00e1ticas\u0094, por meio da promulga\u00e7\u00e3o do Alvar\u00e1 de 15 de julho, iniciando-se oficialmente o ensino comercial no Brasil. Essas formas de ensino foram usadas durante o Imp\u00e9rio e atendiam aos neg\u00f3cios p\u00fablicos e privados. Refletia \u00e0 preocupa\u00e7\u00e3o da Coroa Portuguesa em modernizar esse setor da economia. Em Portugal, a Aula de Com\u00e9rcio, fundada por iniciativa de Pombal, j\u00e1 havia produzido resultados, formando jovens em assuntos mercantis, com conhecimento comercial, econ\u00f4mico e financeiro.<\/p>\n<p>H\u00e1 indica\u00e7\u00f5es de Aulas de Com\u00e9rcio e aulas de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas no Rio de Janeiro e na Prov\u00edncia do Maranh\u00e3o, no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX. No caso do Maranh\u00e3o, os estudos n\u00e3o s\u00e3o conclusivos, mas consideram que a partir de 1811 havia as condi\u00e7\u00f5es de realiza\u00e7\u00e3o das primeiras Aulas de Com\u00e9rcio, suspensas pelo Governo Imperial na d\u00e9cada de 1820 e retomadas na d\u00e9cada de 1830, com o Decreto sem n\u00famero, de 2\/08\/1831, que restabeleceu a Aula de Com\u00e9rcio na, ent\u00e3o, cidade do Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>A partir da d\u00e9cada de 1830, o governo imperial, por meio de decretos, aprovou, estabeleceu e modificou as condi\u00e7\u00f5es de oferta dessas Aulas.<\/p>\n<p>Em 1846, ocorreu a inclus\u00e3o de uma disciplina de economia pol\u00edtica nas Aulas de Com\u00e9rcio2. A reforma do ensino comercial de 1856 incluiu na estrutura curricular as disciplinas de direito mercantil, economia pol\u00edtica com aplica\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio e \u00e0 ind\u00fastria e estat\u00edstica comercial3. O Decreto de 1856 instituiu o Instituto Comercial do Rio de Janeiro precursor da Academia de Com\u00e9rcio4. Para Castro (1999), esse decreto deve ser considerado como o da cria\u00e7\u00e3o do ensino superior de Com\u00e9rcio, culminando, mais tarde, com os primeiros diplomados em Ci\u00eancia Econ\u00f4mica. Em 1861, foi realizada a terceira reforma no ensino comercial, ampliando-se no curso profissional o leque de disciplinas relacionadas com Economia (matem\u00e1tica; escritura\u00e7\u00e3o mercantil e legisla\u00e7\u00e3o de fazenda; geografia e estat\u00edstica comercial; direito comercial e economia pol\u00edtica)5. Em 1880, o Decreto 7.679 estabeleceu que o ensino comercial deveria conter 25% das disciplinas totais em cada uma das \u00e1reas de Contabilidade, Economia Pol\u00edtica, Geografia Econ\u00f4mica (com\u00e9rcio exterior) e Ci\u00eancias Jur\u00eddicas (\u00eanfase em Direito Comercial)6.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XIX, merece destaque ainda as disciplinas de economia que eram ministradas nos cursos de Direito e Engenharia. Segundo Castro (1991), citando o Decreto de 9\/01\/1825, a disciplina de economia pol\u00edtica era obrigat\u00f3ria nos cursos de Direito criados em S\u00e3o Paulo e Olinda nos primeiros anos ap\u00f3s a independ\u00eancia do Brasil. A ementa indicava as obras de Smith, Malthus, Ricardo, Sismondi e outros. Nos cursos de Engenharia, constitu\u00eddos formalmente em 1873, havia disciplinas relacionadas com economia, voltadas fundamentalmente \u00e0 aspectos instrumentais, no campo das finan\u00e7as e organiza\u00e7\u00e3o industrial. Destas duas profiss\u00f5es surgiram os primeiros economistas brasileiros.<\/p>\n<p>Em 1905, foi promulgado o Decreto7 que reconhecia como sendo oficiais os diplomados da Academia de Com\u00e9rcio do Rio de Janeiro, fundada em 1902, destinados a forma\u00e7\u00e3o superior de com\u00e9rcio. Em 1923, outro Decreto equipara os diplomas da Academia de Ci\u00eancias Comerciais de Alagoas e de outras institui\u00e7\u00f5es aos da Academia Comercial do Rio de Janeiro8.<\/p>\n<p>Somente em 1919 foi criada, sem respaldo oficial, a primeira faculdade de economia no Brasil: a Faculdade de Ci\u00eancias Pol\u00edticas e Econ\u00f4micas do Rio de Janeiro. Mas s\u00f3 em 1926, com o Decreto9 de maio de 1926 foi homologado o reconhecimento formal do t\u00edtulo de graduado em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas e Comerciais. Por\u00e9m, o aluno formado n\u00e3o recebia o t\u00edtulo de Bacharel, reservado aos que conclu\u00edam os cursos de Medicina, Engenharia e Direito.<\/p>\n<p><strong>\u0091\u0091 Somente em 1919 foi criada, sem respaldo oficial, a primeira faculdade de economia no Brasil: a Faculdade de Ci\u00eancias Pol\u00edticas e Econ\u00f4micas do Rio de Janeiro. Mas s\u00f3 em 1926, foi homologado o reconhecimento formal do t\u00edtulo de graduado em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas e Comerciais. Por\u00e9m, o aluno formado n\u00e3o recebia o t\u00edtulo de Bacharel, reservado aos que conclu\u00edam os cursos de Medicina, Engenharia e Direito. &#8220;<\/strong><\/p>\n<p>A primeira norma que trata efetivamente do curr\u00edculo de forma\u00e7\u00e3o do economista \u00e9 o Decreto 20.158, de 30\/06\/1931. Sob o t\u00edtulo gen\u00e9rico de Administra\u00e7\u00e3o e Finan\u00e7as \u00e9 dominado por disciplinas de car\u00e1ter jur\u00eddico, financeiro, cont\u00e1bil e administrativo. \u00c9 com esse curr\u00edculo que se forma a primeira turma da Faculdade de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas de S\u00e3o Paulo. Dela, 22 bachar\u00e9is participam, em 1935, da assembl\u00e9ia de funda\u00e7\u00e3o da Ordem dos Economistas do Brasil \u0096 OEB.<\/p>\n<p><strong>O Decreto-Lei, de 1945, transforma a antiga Faculdade Nacional de Pol\u00edtica e Economia, criada em 1937, na Faculdade Nacional de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, e extingue o curso superior de Administra\u00e7\u00e3o e Finan\u00e7as e de Ci\u00eancias Atuariais. Esse decreto modificou totalmente o curr\u00edculo de 1931 e incorporou definitivamente a Ci\u00eancia Econ\u00f4mica ao sistema universit\u00e1rio brasileiro.<\/strong><\/p>\n<p>Esse decreto surge no bojo da reforma educacional denominada Francisco Campos. Essa reforma contou com uma s\u00e9rie de decretos: o Decreto n\u00ba. 19.850 de 11\/04\/1931 que criava o Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (CNE); os Decretos n\u00ba. 19.851, 19.852, de 11\/04\/1931 que institu\u00edram o Estatuto das Universidades Brasileiras; o Decreto 19.852 que reorganizou a Universidade do Rio de Janeiro; al\u00e9m do referido Decreto n\u00ba. 20.158 de 30\/06\/1931, que organizou o ensino comercial nos n\u00edveis m\u00e9dio e superior.<\/p>\n<p>A reforma Francisco Campos de 1931 previa, ainda, que deveria ser criada faculdade de ci\u00eancias pol\u00edticas e econ\u00f4micas, como componente da nova universidade. A Faculdade seria objeto de press\u00f5es, interesses e motiva\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios tipos, levando finalmente \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da Faculdade Nacional de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da Universidade do Brasil, em 1945. A inten\u00e7\u00e3o de cria\u00e7\u00e3o da Faculdade de Economia estava prevista no Decreto n\u00ba 19.852, de 11 de abril de 1931, que organizava a Universidade do Rio de Janeiro. Em 1933 a Universidade do Rio de Janeiro forma uma comiss\u00e3o composta por Lu\u00eds Betim Paes Leme, C\u00e2ndido Mendes de Almeida e Valdemar Falc\u00e3o para elaborar o projeto de uma faculdade de ci\u00eancias pol\u00edticas e econ\u00f4micas.<\/p>\n<p>Na verdade a Faculdade Nacional de Pol\u00edtica e Economia chega a ser criada oficialmente em 1937, pela lei n\u00ba 452 de 5 de julho de 1937, mas n\u00e3o \u00e9 implantada, para frustra\u00e7\u00e3o dos j\u00e1 formados em cursos afins, e principalmente, frustrando a ideia de elevar ao grau universit\u00e1rio um curso \u00fanico, em que se enquadrem as especializa\u00e7\u00f5es de economia, administra\u00e7\u00e3o e finan\u00e7as. Finalmente, o Decreto-Lei n\u00ba 7.988, de 22 de setembro de 1945, transforma a antiga Faculdade Nacional de Pol\u00edtica e Economia, criada em 1937, na Faculdade Nacional de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, e extingue o curso superior de Administra\u00e7\u00e3o e Finan\u00e7as e de Ci\u00eancias Atuariais. Esse decreto modificou totalmente o curr\u00edculo de 1931 e incorporou definitivamente a Ci\u00eancia Econ\u00f4mica ao sistema universit\u00e1rio brasileiro.<\/p>\n<p>O novo curr\u00edculo tomou por base a sugest\u00e3o de um novo projeto de curso superior de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas elaborado por uma comiss\u00e3o formada por Eug\u00eanio Gudin, Maurice By\u00e9 e Ot\u00e1vio Gouveia de Bulh\u00f5es, em 1941. Registra-se, ainda, que em agosto de 1944, ap\u00f3s a Confer\u00eancia de Bretton Woods, Eug\u00eanio Gudin visita a Faculdade de Economia da Universidade de Harvard, em companhia de Ot\u00e1vio Gouveia de Bulh\u00f5es, onde discute o projeto da Faculdade de Economia do Rio de Janeiro (SCHWARTZMAN, BOMENY e COSTA, 2000). O resultado da visita, segundo esses autores, \u00e9 relatado em carta ao ministro da Educa\u00e7\u00e3o10, enviada de Chicago: Escrevi na pedra o programa e o projeto de curr\u00edculo que lhe recomendamos, para submet\u00ea-lo \u00e0 critica de todos e para receber as sugest\u00f5es dos mestres. Tenho a satisfa\u00e7\u00e3o de comunicar-lhe que depois de fazerem v\u00e1rias perguntas e de pedirem esclarecimentos, todos os professores de Harvard acharam o programa excelente, dizendo que nada havia a modificar.\u0094 Existia, no entanto, uma obje\u00e7\u00e3o: Perguntamos-lhes tamb\u00e9m sobre a conveni\u00eancia ou n\u00e3o de separar, as duas faculdades, a de economia e a de administra\u00e7\u00e3o. Eles nos levaram \u00e0 janela para mostrarmos, do outro lado do rio, a faculdade de administra\u00e7\u00e3o, admiravelmente instalada, e nos recomendaram que se n\u00e3o tiv\u00e9ssemos um rio, abr\u00edssemos um canal (&#8230;) para separar as duas faculdades.\u0094 O resto da carta \u00e9 dedicado \u00e0s possibilidades de participa\u00e7\u00e3o de professores americanos na faculdade de economia, que pareciam promissoras para os anos de p\u00f3s-guerra.<\/p>\n<p>Apesar do curr\u00edculo de 1931 ser geralmente considerado o primeiro curr\u00edculo m\u00ednimo de economia, seria mais adequado considerar o curr\u00edculo de 1945. O curr\u00edculo de 1931 era tomado, em sua maior parte por mat\u00e9rias ou disciplinas de car\u00e1ter jur\u00eddico, financeiro, cont\u00e1bil e administrativo, havendo uma disciplina de \u0093Economia Pol\u00edtica\u0094, outra de \u0093Geografia Econ\u00f4mica\u0094 e uma de \u0093Hist\u00f3ria Econ\u00f4mica e \u0093Fontes da Riqueza Nacional\u0094 entre o total de dezessete. O curr\u00edculo de 1945 ainda caracterizava-se por um elevado peso das \u00e1reas jur\u00eddicas, de administra\u00e7\u00e3o e de contabilidade, mas, observa-se, entretanto, que esse curr\u00edculo tinha um grande n\u00famero de disciplinas econ\u00f4micas, que s\u00e3o ainda hoje obrigat\u00f3rias no ensino de economia, embora com nomes distintos.<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que o ensino de economia ainda n\u00e3o tinha se desvinculado integralmente de suas origens, nem das profiss\u00f5es afins de contador e administrador. Era comum haver uma predomin\u00e2ncia de t\u00e9cnicos comerciais de ensino m\u00e9dio entre os alunos das primeiras turmas do curso de economia. Por outro lado, a origem de parte consider\u00e1vel dos professores era de bachar\u00e9is em direito e engenheiros. A partir de 1962 se concretiza a separa\u00e7\u00e3o entre economia, contabilidade e atu\u00e1ria, mediante pareceres e resolu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas do Conselho Federal de Educa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 na vig\u00eancia da Lei de Diretrizes e Bases. Foram criados os tr\u00eas cursos, disciplinados pelo Parecer 397\/62, e quatro anos depois surge o Curso T\u00e9cnico em Administra\u00e7\u00e3o, com o Parecer 307\/66.<\/p>\n<p>Entre as caracter\u00edsticas relevantes do curr\u00edculo m\u00ednimo de 1962 est\u00e1 a separa\u00e7\u00e3o de um ciclo b\u00e1sico e um ciclo de forma\u00e7\u00e3o profissional, e a divis\u00e3o entre as mat\u00e9rias caracteristicamente econ\u00f4micas e as acess\u00f3rias. A dura\u00e7\u00e3o do curso foi fixada em quatro anos e a carga hor\u00e1ria m\u00ednima foi regulamentada em 1965 pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (Portaria n\u00ba 159\/65).<\/p>\n<p>Esse curr\u00edculo m\u00ednimo vigorou at\u00e9 1984, quando surge o Parecer 375\/84 e a Resolu\u00e7\u00e3o 11\/84, do Conselho Federal de Educa\u00e7\u00e3o, que aprova um novo curr\u00edculo m\u00ednimo de economia, que consolida os debates do conjunto da comunidade acad\u00eamica brasileira sobre as caracter\u00edsticas que deveria ter o curso de economia no Brasil. As Novas Diretrizes Curriculares de Economia mant\u00eam a estrutura b\u00e1sica, os princ\u00edpios e diretrizes da Resolu\u00e7\u00e3o 11\/84 e do Parecer 375\/84 do professor Armando Dias Mendes11, ent\u00e3o relator do Curr\u00edculo de Economia do CFE.<\/p>\n<p><strong>&#8221; Apesar do curr\u00edculo de 1931 ser geralmente considerado o primeiro curr\u00edculo m\u00ednimo de economia, seria mais adequado considerar o curr\u00edculo de 1945. Caracterizado por um elevado peso das \u00e1reas jur\u00eddicas, de administra\u00e7\u00e3o e de contabilidade, mas, observa-se, entretanto, que esse curr\u00edculo tinha um grande n\u00famero de disciplinas econ\u00f4micas, que s\u00e3o ainda hoje obrigat\u00f3rias no ensino de economia, embora com nomes distintos. &#8220;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Novas Diretrizes Curriculares de Economia<\/strong><\/p>\n<p>A estrutura atual dos cursos de economia foi definida pelas Novas Diretrizes Curriculares de Economia aprovadas pelo Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (CNE) pela Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 4\/2007, de 13 de julho de 2007. Essa Resolu\u00e7\u00e3o institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas, bacharelado, a serem observadas pelas Institui\u00e7\u00f5es de Educa\u00e7\u00e3o Superior em sua organiza\u00e7\u00e3o curricular. Outra Resolu\u00e7\u00e3o do CNE (Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 2\/2007 definiu a carga hor\u00e1ria m\u00ednima de 3.000 horas aula e a dura\u00e7\u00e3o de quatro anos como limite m\u00ednimo para integraliza\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo.<\/p>\n<p>Com a aprova\u00e7\u00e3o das Novas Diretrizes Curriculares de Economia chegou ao fim um dos cap\u00edtulos de uma novela que j\u00e1 se arrastava no CNE por cerca de dez anos. Nesse per\u00edodo houve uma queda de bra\u00e7o entre os membros do CNE e as entidades representativas da comunidade dos economistas (Conselhos Federal e Regionais de Economia \u0096 Cofecon e Corecon -; ANGE &#8211; Associa\u00e7\u00e3o dos Cursos de Gradua\u00e7\u00e3o em Economia; Fenecon \u0096 Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Economistas; e ANPEC \u0096 Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Cursos de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Economia). As entidades defendiam a proposta de Diretrizes Curriculares sistematizada pela Comiss\u00e3o de Especialistas em Economia nomeada pela Secretaria de Ensino Superior do MEC (SESU\/MEC). Enquanto, sucessivos pareceres do CNE propunham altera\u00e7\u00f5es na proposta da Comiss\u00e3o, com a elimina\u00e7\u00e3o da monografia como componente curricular obrigat\u00f3ria e a redu\u00e7\u00e3o da dura\u00e7\u00e3o do curso para menos de quatro anos. Prevaleceu a proposta da Comiss\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios e diretrizes que orientaram o curr\u00edculo de 1984, com os ajustes acordados nos eventos das entidades e no sentido de atender a LDB &#8211; Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o Nacional (lei n\u00ba. 9.394 de dezembro de 1996).<\/p>\n<p><strong>As Novas Diretrizes propiciaram a flexibiliza\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo, reservando parte da carga hor\u00e1ria (50%) para o curr\u00edculo m\u00ednimo, que garante a forma\u00e7\u00e3o do perfil profissional comum do economista, que caracteriza o economista nacional\u0094, referendando os conte\u00fados curriculares estabelecidos na Resolu\u00e7\u00e3o 11\/84; e reservando 50% da carga hor\u00e1ria para o perfil espec\u00edfico, de livre escolha da IES.<\/strong><\/p>\n<p>As Novas Diretrizes propiciaram a flexibiliza\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo, reservando parte da carga hor\u00e1ria (50%) para o curr\u00edculo m\u00ednimo, que garante a forma\u00e7\u00e3o do perfil profissional comum do economista, que caracteriza o \u0093economista nacional\u0094, referendando os conte\u00fados curriculares estabelecidos na Resolu\u00e7\u00e3o 11\/84; e reservando 50% da carga hor\u00e1ria para o perfil espec\u00edfico, de livre escolha da IES. Com isso cada curso de economia pode ter um perfil espec\u00edfico, de forma a atender as peculiaridades regionais e a voca\u00e7\u00e3o e interesse dos corpos docentes e discentes de cada IES.<\/p>\n<p>As novas diretrizes estabeleceram como princ\u00edpios, que dever\u00e3o nortear os projetos pedag\u00f3gicos dos cursos de economia: estar comprometido com o estudo da realidade brasileira, sem preju\u00edzo de uma s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o te\u00f3rica, hist\u00f3rica e instrumental; caracterizar- se pelo pluralismo metodol\u00f3gico, em coer\u00eancia com o car\u00e1ter plural das ci\u00eancias econ\u00f4micas formadas por correntes de pensamento e paradigmas diversos; enfatizar as inter-rela\u00e7\u00f5es dos fen\u00f4menos econ\u00f4micos com o todo social em que se insere; e \u00eanfase na forma\u00e7\u00e3o de atitudes, do senso \u00e9tico para o exerc\u00edcio profissional e para a responsabilidade social, indispens\u00e1vel ao exerc\u00edcio futuro da profiss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A estrutura curricular dos cursos de gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas dever\u00e1 contemplar, em seus projetos pedag\u00f3gicos e em sua organiza\u00e7\u00e3o curricular:<\/strong><\/p>\n<p>I &#8211; Conte\u00fados de Forma\u00e7\u00e3o Geral, que t\u00eam por objetivo introduzir o aluno ao conhecimento da ci\u00eancia econ\u00f4mica e de outras ci\u00eancias sociais, abrangendo tamb\u00e9m aspectos da filosofia e da \u00e9tica (geral e profissional), da sociologia, da ci\u00eancia pol\u00edtica e dos estudos b\u00e1sicos e proped\u00eauticos da administra\u00e7\u00e3o, do direito, da contabilidade, da matem\u00e1tica e da estat\u00edstica econ\u00f4mica;<\/p>\n<p>II &#8211; Conte\u00fados de Forma\u00e7\u00e3o Te\u00f3rico-Quantitativa, que se direcionam \u00e0 forma\u00e7\u00e3o profissional propriamente dita, englobando t\u00f3picos de estudos mais avan\u00e7ados da matem\u00e1tica, da estat\u00edstica, da econometria, da contabilidade social, da macroeconomia, da microeconomia, da economia internacional, da economia pol\u00edtica, da economia do setor p\u00fablico, da economia monet\u00e1ria e do desenvolvimento socioecon\u00f4mico;<\/p>\n<p>III &#8211; Conte\u00fados de Forma\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica, que possibilitem ao aluno construir uma base cultural indispens\u00e1vel \u00e0 express\u00e3o de um posicionamento reflexivo, cr\u00edtico e comparativo, englobando a hist\u00f3ria do pensamento econ\u00f4mico, a hist\u00f3ria econ\u00f4mica geral, a forma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Brasil e a economia brasileira contempor\u00e2nea; e<\/p>\n<p>IV &#8211; Conte\u00fados Te\u00f3rico-Pr\u00e1ticos, abordando quest\u00f5es pr\u00e1ticas necess\u00e1rias prepara\u00e7\u00e3o do graduando, compat\u00edveis com o perfil desejado do formando, incluindo atividades complementares, Monografia, t\u00e9cnicas de pesquisa em economia e, se for o caso, est\u00e1gio curricular supervisionado. Estes conte\u00fados dever\u00e3o ter assegurado, no m\u00ednimo, o percentual de 50% da carga hor\u00e1ria total do curso, a ser distribu\u00eddo: para a Forma\u00e7\u00e3o Geral (10%), Forma\u00e7\u00e3o Te\u00f3rico-Quantitativa (20%), Forma\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica (10%) e Trabalho de Curso e as atividades acad\u00eamicas de forma\u00e7\u00e3o em Metodologia e T\u00e9cnicas da Pesquisa em Economia (10%).<\/p>\n<p>Pelas novas Diretrizes Curriculares o curso de gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas deve ensejar, como perfil desejado do formando, capacita\u00e7\u00e3o e aptid\u00e3o para compreender as quest\u00f5es cient\u00edficas, t\u00e9cnicas, sociais e pol\u00edticas relacionadas com a economia, revelando assimila\u00e7\u00e3o e dom\u00ednio de novas informa\u00e7\u00f5es, flexibilidade intelectual e adaptabilidade, bem como s\u00f3lida consci\u00eancia social indispens\u00e1vel ao enfrentamento de situa\u00e7\u00f5es e transforma\u00e7\u00f5es pol\u00edtico-econ\u00f4micas e sociais, contextualizadas, na sociedade brasileira e no conjunto das fun\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas mundiais.<\/p>\n<p><strong>&#8221; Pelas novas Diretrizes Curriculares o curso de gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas deve ensejar, como perfil desejado do formando, capacita\u00e7\u00e3o e aptid\u00e3o para compreender as quest\u00f5es cient\u00edficas, t\u00e9cnicas, sociais e pol\u00edticas relacionadas com a economia, revelando assimila\u00e7\u00e3o e dom\u00ednio de novas informa\u00e7\u00f5es, flexibilidade intelectual e adaptabilidade, bem como s\u00f3lida consci\u00eancia social &#8220;<\/strong><\/p>\n<p>O Bacharel em Ci\u00eancias Econ\u00f4micas deve apresentar um perfil centrado em s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o geral e com dom\u00ednio t\u00e9cnico dos estudos relacionados com a forma\u00e7\u00e3o te\u00f3rico-quantitativa e te\u00f3rico-pr\u00e1tica, peculiares ao curso, al\u00e9m da vis\u00e3o hist\u00f3rica do pensamento econ\u00f4mico aplicado \u00e0 realidade brasileira e ao contexto mundial, exigidos os seguintes pressupostos:<\/p>\n<p>I &#8211; uma base cultural ampla, que possibilite o entendimento das quest\u00f5es econ\u00f4micas no seu contexto hist\u00f3rico-social;<\/p>\n<p>II &#8211; capacidade de tomada de decis\u00f5es e de resolu\u00e7\u00e3o de problemas numa realidade diversificada e em constante transforma\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>III &#8211; capacidade anal\u00edtica, vis\u00e3o cr\u00edtica e compet\u00eancia para adquirir novos conhecimentos; e<\/p>\n<p>IV &#8211; dom\u00ednio das habilidades relativas \u00e0 efetiva comunica\u00e7\u00e3o e express\u00e3o oral e escrita.<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, os projetos pedag\u00f3gicos dos cursos de economia podem definir um perfil espec\u00edfico que caracteriza e diferencia o seu curso, mas devem, tamb\u00e9m, garantir base t\u00e9cnico-cient\u00edfica comum que garante a identidade do economista brasileiro (perfil comum). Em s\u00edntese, o economista brasileiro atende o perfil indicado por John Maynard Keynes.<\/p>\n<p>Ele (o economista) deve ser matem\u00e1tico, historiador, estadista, fil\u00f3sofo (&#8230;) deve entender os s\u00edmbolos e falar com palavras. Deve contemplar o particular nos termos do gen\u00e9rico, e tocar o abstrato e o concreto na mesma revoada do pensamento, Deve estudar o presente \u00e0 luz do passado com objetivos futuros. Nenhuma parte da natureza humana ou das suas institui\u00e7\u00f5es deve ficar completamente fora do alcance da sua vis\u00e3o. Ele deve ser decidido e desinteressado com a mesma disposi\u00e7\u00e3o; t\u00e3o distante e incorrupt\u00edvel quanto um artista, e ainda assim algumas vezes t\u00e3o perto da terra quanto um pol\u00edtico. (John Maynard Keynes, in: Essays in biography)12.<\/p>\n<p><strong>O s\u00edmbolo do economista<\/strong><\/p>\n<p>O s\u00edmbolo do economista \u00e9 composto por dois conjuntos: o primeiro conjunto possui dois elementos &#8211; a folha de acanto, s\u00edmbolo universal de perfei\u00e7\u00e3o art\u00edstica e \u00edndice de inteireza de carater e perfei\u00e7\u00e3o moral, e o globo que representa o universo, o mundo; o segundo possui tamb\u00e9m dois elementos &#8211; a cornuc\u00f3pia (palavra de origem latina, que se refere ao corno mitol\u00f3gico, atributo da abund\u00e2ncia e s\u00edmbolo da agricultura e do com\u00e9rcio), que representa a fortuna, riqueza e economia (no sentido de pec\u00falio), e a roda dentada simbolizando a ind\u00fastria, est\u00e1gio mais adiantado da civiliza\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p>O primeiro conjunto como unidade (folha de acanto mais globo) significa a ci\u00eancia universal; o segundo (cornuc\u00f3pia mais roda dentada), a ind\u00fastria como geradora de riquezas e economia dos povos, em outras palavras, a abund\u00e2ncia decorrente do trabalho em escala industrial. A uni\u00e3o dos dois conjuntos representa, \u00e9 claro, a Ci\u00eancia Econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Cada um dos s\u00edmbolos est\u00e3o comentados nas p\u00e1ginas dos Conselhos, Sindicados e Cursos de Economia. A \u00fanica controv\u00e9rsia ocorre em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 folha de acanto, pois o Conselho Regional de Economia de S\u00e3o Paulo indica a folha de louro e n\u00e3o de acanto, destacando que a folha de louro \u00e9 \u0093a mais nobre das folhas vegetais, simboliza valor, cust\u00f3dia e boa forma\u0094.<\/p>\n<p>Na verdade, a maioria das entidades e escolas indica a folha de acanto e n\u00e3o de louro. Tanto o Conselho Federal de Economia como a Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Economistas apresentam em suas p\u00e1ginas a folha de acanto.<\/p>\n<p>Sem entrar na controv\u00e9rsia, tanto a folha de louro como a de acanto tem simbolismo hist\u00f3rico muito rico. Alguns autores comentam que o loureiro era a \u00e1rvore consagrada \u00e0 Apolo &#8211; Deus grego da profecia, poesia e cura. As sacerdotisas transmitiam suas profecias ap\u00f3s, entre outros rituais, comer uma folha de louro. Na antiguidade greco-romana era s\u00edmbolo de gl\u00f3ria, com as coroas feitas das folhas de louro. Ainda hoje as coroas confeccionadas com ramos de louro s\u00e3o o s\u00edmbolo da vit\u00f3ria e s\u00e3o utilizados em diversas atividades esportivas, inclusive para os atletas dos jogos ol\u00edmpicos. Muitos mitos se formaram em torno do louro no mundo antigo dos romanos e gregos, que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel aqui relatar. Registra-se ainda que no in\u00edcio do Cristianismo, os mortos eram cobertos de louro em suas sepulturas para simbolizar a vida eterna, porque a planta permanece sempre verde. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o consta que o louro, companheiro da gl\u00f3ria e do sucesso, s\u00edmbolo da poesia, \u00e9 amigo das letras. A palavra \u0093bacharelato\u0094 vem do latim bacca laureus, o \u0093formando coberto de louros\u0094.<\/p>\n<p>A folha de acanto foi destacada na p\u00e1gina do Cofecon com os seguintes dizeres: Posto que acoimada de ser planta ex\u00f3tica, lembra, entretanto, uma \u00e9poca de not\u00e1vel fulgor hist\u00f3rico &#8211; a arte hel\u00eanica. A beleza de seu limbo conferiu-lhe o poder da imortalidade, atrav\u00e9s do censo est\u00e9tico de Calimico.\u0094<\/p>\n<p>Na hist\u00f3ria, folha de Acanto foi intensamente utilizada na constru\u00e7\u00e3o de templos e monumentos sacros, passou com o tempo, a ser associada \u00e0s virtudes de pureza e honestidade. Mas, para os economistas, a origem da simbologia da folha de Acanto est\u00e1 na Hist\u00f3ria da Intend\u00eancia Militar. \u00c9 o s\u00edmbolo do Servi\u00e7o de Intend\u00eancia.<\/p>\n<p>Consta que na Guerra de Tr\u00f3ia, assim como os Ass\u00edrios, Caldeus, Medos e Persas utilizaram a folha de Acanto, porque secavam com facilidade com uma tonalidade ligeiramente amarela-dourada, pendurando- as nas entradas das barracas, de oficiais de alta patente, com honras de magistrados, aos quais estava incumbida a guarda e a gest\u00e3o dos fundos destinados aos pagamentos dos soldados e das demais despesas \u0093in-loco\u0094, decorrentes da campanha militar. Assim, em situa\u00e7\u00f5es emergenciais, eram facilmente localizados dentro de seus acampamentos.<\/p>\n<p>Consta da Hist\u00f3ria da Intend\u00eancia Militar que foram justamente os magistrados das finan\u00e7as militares das tropas de Agamenon, lend\u00e1rio rei de Micenas e her\u00f3i das pugnas troianas (relato de Homero na Il\u00edada) que, pela primeira vez, elegeram a folha de Acanto para seu s\u00edmbolo distintivo, n\u00e3o como adorno de uniforme, mas como meio pr\u00e1tico de se fazerem localizar, com facilidade, dentro dos acampamentos.<\/p>\n<p>Consta, ainda, que esse simbolismo permaneceu nas legi\u00f5es guerreiras de Roma. Os magistrados nomeados para cuidar das finan\u00e7as militares autenticavam documentos com um sinete que tinha as caracter\u00edsticas da folha do Acanto.<\/p>\n<p>Esse distintivo do intendente militar que nasceu a cerca de cinco mil\u00eanios, no entrevero das batalhas, \u00e9 o mesmo distintivo dos Intendentes das For\u00e7as Armadas do Brasil e elemento do s\u00edmbolo do economista.<\/p>\n<p>O Globo completa o primeiro conjunto do s\u00edmbolo do economista, representa a economia mundial. A administra\u00e7\u00e3o universal. A Ci\u00eancia da Administra\u00e7\u00e3o, abrangendo a todo o mundo \u0096 a Ci\u00eancia Universal. N\u00e3o h\u00e1 controv\u00e9rsia, alguns conselhos, sindicatos e universidades colocam que \u00e9 o s\u00edmbolo representativo do \u0093Universo, o Mundo\u0094.<\/p>\n<p>A Cornuc\u00f3pia \u00e9 o s\u00edmbolo da \u0093fortuna, riqueza, economia, fartura, abund\u00e2ncia\u0094 (Cofecon). \u0093\u00cdcone mitol\u00f3gico, atributo de abund\u00e2ncia, fortuna e s\u00edmbolo da agricultura e do com\u00e9rcio\u0094 (Corecon\/SP). Esta imagem, no formato de uma corneta, ou amplificador, \u00e9 apresentada no ombro de Artemisa, deusa da fartura na mitologia grega. Na entrada principal do Museu do Prado, em Madrid, Espanha, h\u00e1 uma est\u00e1tua dessa deusa, em tamanho natural, junto com todas as demais divindades da Gr\u00e9cia antiga. Na mitologia era um vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele sa\u00edam em abund\u00e2ncia frutas e flores. Conta a lenda que \u00e9 o chifre da Cabra Amalt\u00e9ia que Zeus (J\u00fapiter) deu \u00e0s ninfas que dele cuidaram quando crian\u00e7a. Tinha a virtude de se encher com tudo que o possuidor desejasse. Era atributo da deusa da Ambund\u00e2ncia, divindade aleg\u00f3rica representada como uma bela mulher coroada de flores, tendo na destra um corno repleto de flores e frutos. Hoje, simboliza a agricultura e o com\u00e9rcio. No s\u00edmbolo do economista no lugar da frutas e flores que saem da Cornuc\u00f3pia \u00e9 a moeda, o ouro, melhor representativo da abund\u00e2ncia e riqueza.<\/p>\n<p>A roda dentada representa \u0093a Ind\u00fastria, est\u00e1gio mais adiantado da civiliza\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea\u0094 (Cofecon). \u00c9 o \u0093s\u00edmbolo do labor e da fortuna. Ind\u00fastria (terra, capital e trabalho)\u0094 (Corecon\/SP).<\/p>\n<p>O significado do segundo conjunto do s\u00edmbolo do economista (Cornuc\u00f3pia mais roda dentada) representa a ind\u00fastria como geradora da riqueza para a economia dos povos. A abund\u00e2ncia decorrente do trabalho industrial. O processo indefinido da m\u00e1quina como processo civilizador e propulsor do progresso.<\/p>\n<p><strong>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/strong><\/p>\n<p>Para finalizar, cabe ainda registrar alguns pontos que est\u00e3o na agenda de preocupa\u00e7\u00f5es e discuss\u00f5es das entidades da categoria e cursos de economia. No campo da profiss\u00e3o de economista o fato que se destaca \u00e9 a proposta de atualiza\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o, com a amplia\u00e7\u00e3o e reconhecimento de novos campos de atua\u00e7\u00e3o dos economistas; a quest\u00e3o do reconhecimento dos \u0093tecn\u00f3logos\u0094 em economia; das profiss\u00f5es afins, como Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Ci\u00eancia Pol\u00edtica, que est\u00e3o em processo de incorpora\u00e7\u00e3o pelos Conselhos de Economia, passando a compor uma grande \u00e1rea de economia, fiscalizada e normatizada pelo sistema Cofecon\/Corecons. Nesse mesmo debate est\u00e3o os mestres e doutores em economia, que hoje n\u00e3o s\u00e3o reconhecidos como economistas pelos Conselhos, mas que em muitos casos s\u00e3o consagrados como \u0093grandes economistas\u0094.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio atual da profiss\u00e3o de economista \u00e9 de estabiliza\u00e7\u00e3o do n\u00famero de economistas e de cursos de economia, enquanto que os cursos afins se mant\u00eam em elevado crescimento.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o da demanda pelos cursos \u00e9 outra preocupa\u00e7\u00e3o das entidades. O n\u00famero de cursos de economia apresentou, nos \u00faltimos anos, redu\u00e7\u00e3o substancial, com o fechamento, inclusive, de cursos tradicionais, em raz\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o da demanda. Este \u00e9 um fen\u00f4meno mundial.<\/p>\n<p>Um sinal positivo, entretanto, \u00e9 a prolifera\u00e7\u00e3o de cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o strictu sensu em economia (mestrado e doutorado). Em Bras\u00edlia existem dez cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o contra apenas tr\u00eas em n\u00edvel de gradua\u00e7\u00e3o, em pleno funcionamento. Talvez estejamos passando por uma nova evolu\u00e7\u00e3o do curso de economia, como ocorreu no passado, em que o curso evoluiu do n\u00edvel t\u00e9cnico para a gradua\u00e7\u00e3o e o bacharelato. O novo economista seria p\u00f3s-graduado. Na verdade, pesquisa realizada pelo Cofecon entre os economistas registrados constatou que a grande maioria dos profissionais j\u00e1 possui p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o latu sensu, e que uma boa parcela possui mestrado ou doutorado.<\/p>\n<p>Outro sinal positivo tem sido os bons resultados dos cursos que fizeram os ajustes do seu curr\u00edculo e diferenciaram os seus cursos com perfis espec\u00edficos. Por exemplo, certamente em Bras\u00edlia h\u00e1 espa\u00e7o para um curso de Economia da Regula\u00e7\u00e3o, em n\u00edvel de gradua\u00e7\u00e3o, dada a grande demanda por esses profissionais com as ag\u00eancias de regula\u00e7\u00e3o. Ou ainda um curso de Economia do Setor P\u00fablico, Economia Ambiental etc, al\u00e9m dos cursos ecl\u00e9ticos j\u00e1 existentes.<\/p>\n<p>Quanto ao desempenho profissional, os economistas t\u00eam se destacado com o melhor desempenho nos concursos p\u00fablicos, obtendo elevados \u00edndices de aprova\u00e7\u00e3o. Tem o melhor \u00edndice de perman\u00eancia no emprego e est\u00e3o entre os melhores remunerados, segundo dados de pesquisa do Cofecon.<\/p>\n<p>Outro destaque \u00e9 o prest\u00edgio desses profissionais junto \u00e0 sociedade. Os economistas no Brasil, e no mundo, est\u00e3o entre os profissionais que recebem maior espa\u00e7o na m\u00eddia. Toda a sociedade, desde o mais humilde ao mais abastado, quer saber o que pensam os economistas.<\/p>\n<p>13 de agosto, comemora-se o dia do economista, categoria profissional criada no Brasil, em 1951, atrav\u00e9s da lei 1.411.<\/p>\n<p>\u00c9 tarefa do economista analisar causas e efeitos dos fen\u00f4menos sociais e sua interfer\u00eancia na economia de uma sociedade.<\/p>\n<p>\u00c9 seu papel tamb\u00e9m elaborar diretrizes e planos que possam contribuir com a programa\u00e7\u00e3o e reprograma\u00e7\u00e3o da economia, corrigindo poss\u00edveis distor\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Cabe ao economista estar atento \u00e0s altera\u00e7\u00f5es no cen\u00e1rio econ\u00f4mico para ter condi\u00e7\u00f5es de fazer an\u00e1lise e tomar decis\u00f5es coerentes com a realidade de sua atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ser economista \u00e9 mais que ser um profissional, \u00e9 uma filosofia que se baseia na busca do bem-estar social.<\/p>\n<p>\u00c9 ineg\u00e1vel a relev\u00e2ncia dos aspectos econ\u00f4micos de uma sociedade e sua influ\u00eancia na vida de cada cidad\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 o economista, um dos profissionais respons\u00e1veis por zelar pelo destino da economia de qualquer na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como economista, quero parabenizar e conclamar meus colegas de profiss\u00e3o para que reflitam sobre a grande responsabilidade e import\u00e2ncia de sua atua\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento de nosso Estado e do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Que possamos utilizar as t\u00e9cnicas e conhecimentos adquiridos, na Academia e no dia a dia, no sentido de contribuir com esse desenvolvimento.<\/p>\n<p>Fonte: IBGE teen\/www.corecon-ba.org.br\/silviopersivo.blogspot.com\/www.meionorte.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional, Atua\u00e7\u00e3o, Origem, Import\u00e2ncia, Forma\u00e7\u00e3o, Mercado De Trabalho, Finan\u00e7as, Leis, Dia do Economista<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[300],"tags":[],"class_list":["post-59853","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-calendario-comemorativo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional Dia do Economista<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional, Atua\u00e7\u00e3o, Origem, Import\u00e2ncia, Forma\u00e7\u00e3o, Finan\u00e7as, Leis, Dia do Economista\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional Dia do Economista\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional, Atua\u00e7\u00e3o, Origem, Import\u00e2ncia, Forma\u00e7\u00e3o, Finan\u00e7as, Leis, Dia do Economista\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-07-07T14:38:31+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-09-01T11:25:23+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"37 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\\\/dia-do-economista#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\\\/dia-do-economista\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"headline\":\"Dia do Economista\",\"datePublished\":\"2016-07-07T14:38:31+00:00\",\"dateModified\":\"2022-09-01T11:25:23+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\\\/dia-do-economista\"},\"wordCount\":7372,\"commentCount\":0,\"articleSection\":[\"Calend\u00e1rio Comemorativo\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\\\/dia-do-economista#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\\\/dia-do-economista\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\\\/dia-do-economista\",\"name\":\"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional Dia do Economista\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2016-07-07T14:38:31+00:00\",\"dateModified\":\"2022-09-01T11:25:23+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"description\":\"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional, Atua\u00e7\u00e3o, Origem, Import\u00e2ncia, Forma\u00e7\u00e3o, Finan\u00e7as, Leis, Dia do Economista\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\\\/dia-do-economista#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\\\/dia-do-economista\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\\\/dia-do-economista#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Sociedade e Cultura\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/sociedade-e-cultura\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Calend\u00e1rio Comemorativo\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/sociedade-e-cultura\\\/calendario-comemorativo\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Dia do Economista\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\",\"name\":\"admin\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional Dia do Economista","description":"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional, Atua\u00e7\u00e3o, Origem, Import\u00e2ncia, Forma\u00e7\u00e3o, Finan\u00e7as, Leis, Dia do Economista","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional Dia do Economista","og_description":"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional, Atua\u00e7\u00e3o, Origem, Import\u00e2ncia, Forma\u00e7\u00e3o, Finan\u00e7as, Leis, Dia do Economista","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2016-07-07T14:38:31+00:00","article_modified_time":"2022-09-01T11:25:23+00:00","author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"37 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"headline":"Dia do Economista","datePublished":"2016-07-07T14:38:31+00:00","dateModified":"2022-09-01T11:25:23+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista"},"wordCount":7372,"commentCount":0,"articleSection":["Calend\u00e1rio Comemorativo"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista","name":"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional Dia do Economista","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"datePublished":"2016-07-07T14:38:31+00:00","dateModified":"2022-09-01T11:25:23+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"description":"Dia do Economista, Economia, Profiss\u00e3o, Hist\u00f3ria, Profissional, Atua\u00e7\u00e3o, Origem, Import\u00e2ncia, Forma\u00e7\u00e3o, Finan\u00e7as, Leis, Dia do Economista","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/dia-do-economista#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Sociedade e Cultura","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/sociedade-e-cultura"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Calend\u00e1rio Comemorativo","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Dia do Economista"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859","name":"admin"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59853","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59853"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59853\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59853"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59853"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59853"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}