{"id":58641,"date":"2016-07-01T11:43:42","date_gmt":"2016-07-01T11:43:42","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=58641"},"modified":"2016-07-01T12:03:35","modified_gmt":"2016-07-01T12:03:35","slug":"santa-rita-de-cassia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/sociedade-e-cultura\/calendario-comemorativo\/santa-rita-de-cassia","title":{"rendered":"Santa Rita de C\u00e1ssia"},"content":{"rendered":"<h2>22 de Maio<\/h2>\n<p><strong>Anel Nupcial e Ros\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Entrando no antigo mosteiro \u00e9 poss\u00edvel ver o interior de um pequeno quarto      que (cela, conforme denomina\u00e7\u00e3o antiga), no tempo de Santa Rita, era usado      para corre\u00e7\u00e3o de eventuais faltas consideradas graves contra o Evangelho e      contra as normas das religiosas.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar10.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"201\" height=\"308\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><br \/>\n<strong>Anel Nupcial de Santa Rita<\/strong><\/p>\n<p>A diferen\u00e7a das outras, esta \u00e9 desprovida de janelas e possui      um espinho \u00e0 porta.<\/p>\n<p>Dentro desta cela, em um relic\u00e1rio, est\u00e1 o ANEL NUPCIAL de Santa Rita, formado      por duas m\u00e3os que se entrela\u00e7am. Tem um grande valor simb\u00f3lico, pois recorda      que um amor aut\u00eantico exige fidelidade.<\/p>\n<p>Em outro relic\u00e1rio se contempla o ROS\u00c1RIO de Santa Rita, muito semelhante      \u00e0quele que aparece pintado nas m\u00e3os da Santa em antigas iconografias. Este      ros\u00e1rio real\u00e7a um outro elemento importante da espiritualidade de Santa Rita:      seu amor filial a Maria, M\u00e3e de Deus e imita\u00e7\u00e3o das suas virtudes.<\/p>\n<p>As rosas sempre estiveram associadas a Santa Rita, devido ao prod\u00edgio das      rosas e dos figos ocorrido num ano de rigoroso inverno, per\u00edodo em que estas      flores e frutos n\u00e3o s\u00e3o produzidos pela natureza. H\u00e1 diversos testemunhos      que relatam este epis\u00f3dio. Eis um breve relato de uma biografia de 1628:<\/p>\n<p>No mais r\u00edgido inverno, estando j\u00e1 tudo coberto de neve, uma boa senhora,      parente de Santa Rita (sua prima), foi visit\u00e1-la. Ao partir perguntou-lhe      se desejava alguma coisa de casa. Respondeu-lhe Santa Rita que desejava uma      rosa e dois figos do seu jardim.<\/p>\n<p>Sorrindo, a boa senhora, pensou que (Santa Rita) estivesse delirando por      causa da gravidade de sua enfermidade, e se foi. Quando chegou em casa, aproximando-se      do jardim, viu sobre o espinhal, sem nenhuma folha e coberta de neve, uma      bel\u00edssima rosa, e sobre a figueira, dois figos bem maduros. Maravilhada pelo      acontecido t\u00e3o contr\u00e1rio \u00e0 esta\u00e7\u00e3o e \u00e0 qualidade do clima muito frio, vendo      a flor e os frutos milagrosos, recolheu-os e levou-os a Santa Rita.<\/p>\n<p>Em mem\u00f3ria a tal prod\u00edgio, as religiosas cultivam, no mosteiro de Santa Rita,      um bel\u00edssimo roseiral, conforme podemos ver pela imagem que aqui temos.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar12.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"310\" height=\"262\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><br \/>\n<strong>O Roseiral de Santa Rita<\/strong><\/p>\n<p><strong>Perfil Hist\u00f3rico de Santa Rita<\/strong><\/p>\n<p>Santa Rita nasceu em 1381 e morreu aos 22 de maio de 1457. Estas duas datas      tradicionais foram consideradas corretas pelo Papa Le\u00e3o XIII quando a proclamou      Santa no dia 24 de maio de 1900.<\/p>\n<p>Rita, filha \u00fanica de Antonio Lotti e Amata Ferri, nasceu em Roccaporena,      a 5 km de C\u00e1ssia, e foi batizada com o nome de Margarida (MargaRITA) em Santa      Maria do Povo, tamb\u00e9m em C\u00e1ssia. Seus pais eram &#8220;pacificadores de Cristo&#8221;      nas lutas pol\u00edticas e familiares entre os Guelfi e os Ghibelini. Deram o melhor      de si mesmo na educa\u00e7\u00e3o de Rita, ensinando-a, inclusive a ler e escrever.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar13.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"285\" height=\"321\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><\/p>\n<p>Aos 16 anos Rita se casou com Paolo di Ferdinando Mancini, jovem de boas      inten\u00e7\u00f5es, mas vingativo. Tiveram dois filhos. Com uma vida simples, rica      de ora\u00e7\u00e3o e de virtudes, toda dedicada \u00e0 fam\u00edlia, ela ajudou o marido a converter-se      e a levar uma vida honesta e laboriosa. Sua exist\u00eancia de esposa e m\u00e3e foi      abalada pelo assassinato do marido, v\u00edtima do \u00f3dio entre fac\u00e7\u00f5es.Rita conseguiu      ser coerente com o Evangelho perdoando plenamente todos aqueles que lhe causaram      tanta dor.Os filhos, ao contr\u00e1rio, influenciados pelo ambiente e pelos parentes,      eram inclinados \u00e0 vingan\u00e7a. A m\u00e3e, para evitar que se destru\u00edssem humana e      espiritualmente, pediu a Deus que tirasse a vida deles, pois ela preferiu      v\u00ea-los mortos que manchados com sangue da vingan\u00e7a.<\/p>\n<p>Ambos, ainda jovens, viriam a falecer em consequ\u00eancia de doen\u00e7as naturais.<\/p>\n<p>Rita, vi\u00fava e sozinha, pacificou os \u00e2nimos e reconciliou as fam\u00edlias com      a for\u00e7a da ora\u00e7\u00e3o e do amor; s\u00f3, ent\u00e3o, p\u00f4de entrar no mosteiro agostiniano      de santa Maria Madalena, de C\u00e1ssia, onde viveu por 40 anos, servindo a Deus      e ao pr\u00f3ximo com uma generosidade alegre e atenta aos dramas do seu ambiente      e da Igreja do seu tempo.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 15 anos Santa Rita teve sobre a testa o estigma de um dos espinhos      de Cristo, completando, assim, na sua carne os sofrimentos de Jesus.<\/p>\n<p>Foi venerada como santa imediatamente ap\u00f3s a sua morte, como atestam o sac\u00f3fago      e o C\u00f3dex miraculorum, ambos documentos de 1457-1462. Seus ossos, desde 18      de maio de 1947, repousam no Santu\u00e1rio, na urna de prata e cristal fabricada      em 1930. Recentes exames m\u00e9dicos informaram que sobre a testa, \u00e0 esquerda,      existem tra\u00e7os de uma ferida \u00f3ssea (osteomielite). O p\u00e9 direito apresenta      sinais de uma doen\u00e7a sofrida nos \u00faltimos anos, talvez uma inflama\u00e7\u00e3o no nervo      ci\u00e1tico. Sua altura era de 1,57m. O rosto, as m\u00e3os e os p\u00e9s est\u00e3o mumificados,      enquanto que sob o h\u00e1bito de religiosa agostiniana existe, intacto, o seu      esqueleto.<\/p>\n<p><strong>AS MENSAGENS DE SANTA RITA<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o existem livros, cartas ou di\u00e1rios escritos por Santa Rita. A sua mensagem      prov\u00e9m de sua vida simples e her\u00f3ica. Santa Rita \u00e9 uma grande evangelizadora.      Ela n\u00e3o anuncia a si mesma, mas o Senhor Jesus e a for\u00e7a do seu Mist\u00e9rio Pascal      de cruz e Ressurrei\u00e7\u00e3o. Santa Rita \u00e9 a manifesta\u00e7\u00e3o vigorosa do Esp\u00edrito Santo,      que fala e age tamb\u00e9m na Igreja e no mundo de hoje.<\/p>\n<p><strong>1. MENSAGEM \u00c0S MULHERES<\/strong><\/p>\n<p>Santa Rita, antes de mais nada, quer transmitir sua mensagem \u00e0s mulheres      de todas as idades e condi\u00e7\u00f5es, porque ela conhecer pessoalmente os pap\u00e9is      femininos de filha, esposa, m\u00e3e, vi\u00fava e religiosa.<\/p>\n<p>Santa Rita anuncia \u00e0 mulher, o evangelho da liberdade, liberdade der ser      ela mesma, de defender a pr\u00f3pria dignidade e a de quem \u00e9 mais fraco.<\/p>\n<p>Ela proclama o evangelho da interioridade, porque sem esta, n\u00e3o existe liberdade,      e as coisas passageiras podem facilmente seduzir e escravizar o cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Santa Rita encarna o evangelho do servi\u00e7o, porque somente quem perde a pr\u00f3pria      vida por amor a encontra verdadeiramente.<\/p>\n<p><strong>2. MENSAGEM AOS C\u00d4NJUGES<\/strong><\/p>\n<p>Santa Rita anuncia aos esposos o evangelho da fidelidade ao pr\u00f3prio c\u00f4njuge.<\/p>\n<p>Ela proclama o evangelho do perd\u00e3o, porque quem erra anda errante e somente      ser\u00e1 ajudado se n\u00e3o for condenado por n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>3. MENSAGEM AOS PAIS<\/strong><\/p>\n<p>Aos pais, Santa Rita anuncia o evangelho da coer\u00eancia, porque, de fato, s\u00f3      se \u00e9 educador pelo exemplo.<\/p>\n<p>Ela anuncia o evangelho da confian\u00e7a, para que, a fam\u00edlia, egoisticamente,      n\u00e3o se feche ao futuro e n\u00e3o destrua a vida.<\/p>\n<p>Ela proclama o evangelho da ora\u00e7\u00e3o, porque abrir-se a Deus, significa construir      a pr\u00f3pria fam\u00edlia sobre a rocha.<\/p>\n<p><strong>4. MENSAGEM AOS JOVENS<\/strong><\/p>\n<p>Santa Rita se dirige aos jovens de hoje como uma m\u00e3e aos pr\u00f3prios filhos.<\/p>\n<p>Ela anuncia aos jovens o evangelho da esperan\u00e7a, porque a vida tem sentido,      porque Deus nos ama e n\u00e3o nos deixa sozinhos.<\/p>\n<p>Ela proclama o evangelho da obedi\u00eancia, porque somente partindo da humildade      se constroem grandes coisas<\/p>\n<p>Santa Rita anuncia aos jovens o evangelho da generosidade, porque com esfor\u00e7o      pr\u00f3prio pode-se superar a l\u00f3gica do \u00f3dio e da viol\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>5. MENSAGEM A QUEM SOFRE<\/strong><\/p>\n<p>A quem sofre Santa Rita anuncia o evangelho da proximidade do Deus Crucificado,      Consolador e Salvador.<\/p>\n<p>Ela proclama o evangelho da fortaleza em carregar a pr\u00f3pria cruz junto a      Cristo.<\/p>\n<p>Santa Rita encarna o evangelho da compaix\u00e3o, porque sofre com quem sofre      e socorre todo sofrimento com a sua poderosa intercess\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>6. MENSAGEM AOS CONSAGRADOS<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 pessoa consagrada (religiosos e religiosas) Santa Rita anuncia o evangelho      da alegria que surge da doa\u00e7\u00e3o total a quem vale muito mais do que o c\u00eantuplo:      o Senhor Jesus.<\/p>\n<p>Ela proclama aos consagrados o evangelho da comunh\u00e3o, porque na tens\u00e3o em      configurar-se a Cristo &#8220;n\u00e3o mais exista homem ou mulher, e todas as divis\u00f5es      sejam superadas&#8221;.<\/p>\n<p>Enfim, a todas as pessoas que encontra, Santa Rita anuncia o evangelho da      paz universal, para que sejamos todos sempre irm\u00e3os e irm\u00e3s, filhos e filhas      do mesmo Pai.<\/p>\n<p>Fonte: www.santarita-oar.org.br<\/p>\n<h6>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h2>22 de Maio<\/h2>\n<h2>O nascimento<\/h2>\n<p>Santa Rita nasceu num pequeno povoado chamado Roccaporena a cinco quil\u00f4metros      de C\u00e1ssia, bem no alto dos montes Apeninos, na prov\u00edncia da \u00dambria.<\/p>\n<p>A \u00dambria, embora fosse na \u00e9poca uma regi\u00e3o pouco povoada, se tornou ber\u00e7o      de muitos filhos ilustres, entre eles S\u00e3o Francisco de Assis, S\u00e3o Bento e      Santa Clara, al\u00e9m de Santa Rita.<\/p>\n<p>Os pais de Santa Rita, Ant\u00f4nio Lotti e Amata Ferri, formavam um casal exemplar      e eram conhecidos pelos seus amigos como \u0093pacificadores de Jesus Cristo\u0094.Gozavam      de imenso prest\u00edgio e autoridade no meio daquela gente, por suas virtudes.      Sua ocupa\u00e7\u00e3o di\u00e1ria era visitar os vizinhos mais necessitados, levando a eles      ajuda espiritual e material.<\/p>\n<p>Para que sua felicidade fosse completa, faltava ao casal um filho. Apesar      da idade avan\u00e7ada de Amata (62 anos) Deus atendeu \u00e0s suas preces: conta a      hist\u00f3ria que um anjo apareceu a ela e lhe revelou que daria \u00e0 luz uma menina      que seria a admira\u00e7\u00e3o de todos, escolhida por Deus para manifestar os seus      prod\u00edgios. Em 1381, nasceu esta admir\u00e1vel criatura, que foi batizada Santa      Maria dos Pobres, em C\u00e1ssia, porque o pequeno povoado de Roccaporena teve      uma pia batismal somente em 1720.<\/p>\n<p>O nome de Rita, diminutivo de Margherita, foi revelado pelo anjo, com o qual      a Santa se tomou conhecida para sempre. Quando Ant\u00f4nio e Amata iam trabalhar      nos campos, colocavam sua filhinha num cesto de vime e abrigavam-na \u00e0 sombra      das \u00e1rvores. Um dia, a crian\u00e7a sonhava, com os olhos voltados para o c\u00e9u azul,      quando um grande enxame de abelhas brancas a envolveu, fazendo um zumbido      especial. Muitas delas entravam em sua boca e a\u00ed depositavam mel, sem a ferroar,      como se n\u00e3o tivessem ferr\u00f5es. Nenhum gemido da crian\u00e7a para chamar seus pais;      ao contr\u00e1rio, dava gritinhos de alegria. Enquanto isso, um lavrador que estava      pr\u00f3ximo feriu-se com uma foice, dando um grande talho na m\u00e3o direita.<\/p>\n<p>Dirigindo-se imediatamente para C\u00e1ssia, a fim de receber os necessitados      cuidados m\u00e9dicos, ao passar perto da crian\u00e7a viu as abelhas que zumbiam ao      redor de sua cabe\u00e7a. Parou e agitou as m\u00e3os para livr\u00e1-las do enxame. No mesmo      instante, sua m\u00e3o parou de sangrar e o ferimento se fechou. Gritou de surpresa,      o que chamou a aten\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio e Amata que acorreram ao local.<\/p>\n<p>O enxame, por alguns instantes disperso, voltou ao seu lugar e mais tarde,      quando Rita foi para o mosteiro de C\u00e1ssia, as abelhas ficavam nas paredes      do jardim interno.<\/p>\n<p>Este fato \u00e9 relatado pelos bi\u00f3grafos da santa e transmitido pelas tradi\u00e7\u00f5es      e pinturas que a ele se referem. A Igreja, t\u00e3o exigente para aceitar as tradi\u00e7\u00f5es,      insere esta circunst\u00e2ncia nas li\u00e7\u00f5es do Brevi\u00e1rio. Tendo atribu\u00eddo o nascimento      de Rita a um milagre, seus pais tamb\u00e9m atribu\u00edram este acontecimento a um      prod\u00edgio .<\/p>\n<h2>A INF\u00c2NCIA E A JUVENTUDE<\/h2>\n<p>Rita era para seus pais um precioso dom concedido \u00e0 sua f\u00e9 e ora\u00e7\u00f5es. Analfabetos,      procuravam transmitir \u00e0 crian\u00e7a seus conhecimentos da vida de Nosso Senhor      Jesus Cristo, da Santa Virgem Maria e dos santos populares.<\/p>\n<p>Apenas chegara \u00e0 idade da raz\u00e3o, apareceram em Rita os primeiros sinais de      virtude que, sob influ\u00eancia da gra\u00e7a divina, ia-se desenvolvendo em sua bela      alma. Rita era um anjo, d\u00f3cil, respeitosa e obediente para com seus velhos      pais. Os ensinamentos que eles lhe davam levaram-na a decidir consagrar a      sua virgindade a Jesus Cristo.<\/p>\n<p>Gostava tanto da vida retirada que seus pais lhe permitiram ter um orat\u00f3rio      dentro de casa; ali passava os dias meditando no amor de Jesus, castigando      seu inocente corpo com duras penit\u00eancias. Aos 16 anos, pensava no modo de      confirmar definitivamente sua consagra\u00e7\u00e3o a Jesus Cristo por meio dos votos      perp\u00e9tuos. Rita chegou a pedir, de joelhos, licen\u00e7a para entrar no convento.<\/p>\n<p>Seus pais, por\u00e9m, com a idade avan\u00e7ada e guiados pelo amor natural, n\u00e3o querendo      deix\u00e1-la s\u00f3 no mundo, resolveram cas\u00e1-la com um jovem que pedira sua m\u00e3o.      Que lutas, que dores para o cora\u00e7\u00e3o dessa jovem, entre o amor \u00e0 virgindade      e a obedi\u00eancia devida a seus pais! N\u00e3o tinha coragem de dar a um homem o cora\u00e7\u00e3o      que desde a inf\u00e2ncia consagrara a Deus e, por outro lado, causavam-lhe piedade      seus velhos pais, muito idosos, aos quais se acostumara a obedecer nas m\u00ednimas      coisas.<\/p>\n<h2>O CASAMENTO<\/h2>\n<p>O jovem que pedira a m\u00e3o de Rita se chamava Paolo di Ferdinando Mancini,      descrito como um homem pervertido, de car\u00e1ter feroz e sem temor a Deus, que      seria capaz de provocar um verdadeiro esc\u00e2ndalo se Rita e seus pais n\u00e3o aceitassem      esse casamento. Assim, Rita se viu obrigada a se casar. Quanto padeceu ela      no longo per\u00edodo de 18 anos que viveu com seu esposo!Injuriada sem motivo,      n\u00e3o tinha uma palavra de ressentimento; espancada, n\u00e3o se queixava e era t\u00e3o      obediente que nem \u00e0 Igreja ia sem a permiss\u00e3o de seu brutal marido.<\/p>\n<p>A mansid\u00e3o, a docilidade e prud\u00eancia da esposa, por\u00e9m, suavizaram aquela      rude impetuosidade, conseguindo transformar em manso cordeiro aquele le\u00e3o      furioso. Fernando n\u00e3o p\u00f4de resistir a tanta abnega\u00e7\u00e3o e mudou completamente      de vida, tornando-se um marido respeitoso. Rita sentia-se muito feliz por      ver seu marido convertido ao bom caminho.<\/p>\n<p>Sentia-se feliz por educar nos princ\u00edpios da religi\u00e3o os dois filhinhos que      o c\u00e9u lhe dera: Giovanni Tiago e Paolo Maria. Mas durou pouco tempo aquela      felicidade de santa esposa e m\u00e3e! Quando menos esperava, seu marido foi ferozmente      assassinado pelos inimigos que fez em sua vida de viol\u00eancia. Rita tomou todas      as provid\u00eancias para um sepultamento digno para seu marido. Praticou, ainda,      o supremo ato de perdoar os seus assassinos.<\/p>\n<p>Refeita da primeira dor causada pela morte do marido, a piedosa mulher concentrou      toda sua aten\u00e7\u00e3o e solicitude em seus dois filhos. A m\u00e3e atenta percebia que      os dois jovens apresentavam sintomas de desejos de vingan\u00e7a. Quando se viu      em tal situa\u00e7\u00e3o, ela tomou uma resolu\u00e7\u00e3o her\u00f3ica e pediu a Jesus Crucificado      que levasse os seus filhos inocentes, se fosse humanamente imposs\u00edvel evitar      que tornassem criminosos.<\/p>\n<p>Um ap\u00f3s outro, ca\u00edram doentes os meninos e Rita os tratou com o m\u00e1ximo cuidado,      velando para que nada lhes faltasse, procurando todos os rem\u00e9dios necess\u00e1rios      para lhes conservar a vida.<\/p>\n<h2>EM BUSCA DO ANTIGO SONHO<\/h2>\n<p>Desligada dos la\u00e7os do matrim\u00f4nio e dos cuidados maternais pela morte do      esposo e filhos, Rita passou a se dedicar com afinco \u00e0 pr\u00e1tica das virtudes,      \u00e0s obras de caridade e \u00e0 ora\u00e7\u00e3o. A caridade para com o pr\u00f3ximo era inesgot\u00e1vel.<\/p>\n<p>N\u00e3o se contentando em dar o que tinha, trabalhava com suas pr\u00f3prias m\u00e3os      para poder dar mais. Tudo isto. Por\u00e9m, n\u00e3o bastava para aquela alma inflamada      pelo amor divino. Quando ia \u00e0 cidade, ao passar diante das portas dos mosteiros      onde teria podido servir a Deus com todas as suas for\u00e7as, parecia-lhe que      uma for\u00e7a interior e poderosa a atra\u00eda. Rita encorajou-se e resolveu fazer      uma tentativa. Bateu \u00e0 porta do convento das agostinianas de Santa Maria Madalena,      \u00e0s quais ela tinha profunda admira\u00e7\u00e3o pela devo\u00e7\u00e3o que tinha a Santo Agostinho      e por ter sido Santa M\u00f4nica, m\u00e3e de Santo Agostinho, seu modelo nos diversos      estados de vida e t\u00e3o parecida com ela no sofrimento, portas dos mosteiros      onde teria podido servir a Deus com todas as suas for\u00e7as, parecia-lhe que      uma for\u00e7a interior e poderosa a atra\u00eda.<\/p>\n<p>Exp\u00f4s \u00e0 superiora do convento o seu ardente desejo. Seu aspecto humilde e      piedoso causou excelente impress\u00e3o na religiosa; mas o convento, que somente      recebia jovens solteiras, jamais havia aberto suas portas a uma vi\u00fava, e a      pobre mulher se viu rejeitada.<\/p>\n<p>Imaginem em que estado de alma Rita voltou a Roccaporena. Voltou \u00e0s suas      ora\u00e7\u00f5es e boas obras e, tendo retomado a confian\u00e7a, voltou ainda por duas      vezes \u00e0 porta do mosteiro de Santa Maria Madalena, sofrendo duas novas rejei\u00e7\u00f5es.      Rita se abandonou \u00e0 vontade de Deus, recomendando-se mais do que nunca a seus      santos protetores. Quando Deus a viu perfeitamente resignada e confiante,      teve compaix\u00e3o dela e, uma noite, quando estava em ora\u00e7\u00e3o, ouviu chamar: \u0093Rita!Rita!\u0094.      Ela n\u00e3o viu ningu\u00e9m e, pensando ter se enganado, voltou \u00e0s suas ora\u00e7\u00f5es. Mas,      pouco depois, ouviu novamente: \u0093Rita!Rita!\u0094. Levantando-se, abriu      a porta e foi \u00e0 rua.<\/p>\n<p>Eram 3 homens e Rita n\u00e3o tardou a reconhec\u00ea-los: eram seus protetores S\u00e3o      Jo\u00e3o Batista, Santo Agostinho e S\u00e3o Nicolau de Tolentino, que a convidaram      para segu\u00ed-los. Em \u00eaxtase, como num sonho, ela os seguiu e logo estava em      C\u00e1ssia, diante do convento Santa Maria Madalena. As religiosas dormiam e a      porta estava bem trancada. Era imposs\u00edvel abri-la por meios humanos, mas os      santos que Deus enviara para acompanh\u00e1-la fizeram com que ela se encontrasse      no meio do mosteiro. Quando as religiosas desceram para se reunir no coro,      ficaram estupefatas ao encontrar a santa mulher que tinha sido insistentemente      rejeitada.<\/p>\n<p>Como entrara ela, se o mosteiro estava completamente fechado e n\u00e3o havia      sinal algum de abertura ou arrombamento? \u0093Sou eu mesma- dizia, chorando-      aquela que tantas vezes pediu para entrar aqui e n\u00e3o me aceitastes como digna      de tanta felicidade! Santas esposas de Jesus; sabei como a divina Majestade      me fez este singular favor, enviando na noite passada o Santo Precursor, acompanhado      do glorioso Patriarca Santo Agostinho e S. Nicolau, meus protetores, que me      trouxeram aqui de maneira milagrosa.<\/p>\n<p>Eu vos rogo, por aquele Senhor que t\u00e3o liberal foi comigo, que me recebais      em vossa companhia\u0094. As freiras ficaram impressionadas com o relato que      Rita fez do acontecido e, diante de um milagre t\u00e3o estupendo, reconheceram      os des\u00edgnios de Deus e admitiram jubilosas em sua companhia aquela criatura      mais angelical que humana.<\/p>\n<h2>A VIDA NO CONVENTO<\/h2>\n<p>A primeira coisa que Rita fez, ao ser admitida no convento, foi repartir      entre os pobres todos os bens que possu\u00eda. Para colocar \u00e0 prova a obedi\u00eancia      da novi\u00e7a, a superiora do convento ordenou-lhe que regasse de manh\u00e3 e \u00e0 tarde      um ramo de videira ressequido e j\u00e1 destinado ao fogo. Rita n\u00e3o ofereceu dificuldade      alguma e, de manh\u00e3 e de tarde, com admir\u00e1vel simplicidade, cumpria essa tarefa,      enquanto as irm\u00e3s a observavam com ir\u00f4nico sorriso. Isso durou cerca de um      ano, segundo certas biografias da santa.<\/p>\n<p>Um belo dia, as irm\u00e3s se assombraram: a vida reapareceu naquele galho ressequido,      surgiram brotos, apareceram folhas e uma bela videira se desenvolveu maravilhosamente,      dando a seu tempo deliciosas uvas. E essa videira, velha de cinco s\u00e9culos,      ainda hoje est\u00e1 vi\u00e7osa no convento. Em 1443, veio a C\u00e1ssia para pregar a Quaresma,      S\u00e3o Tiago de La Marca. O serm\u00e3o da paix\u00e3o de Nosso Senhor sensibilizou profundamente      Rita. Voltando ao convento, profundamente emocionada com o que ouvira, prostrou-se      diante da imagem do crucifixo que se achava em uma capela interior, e suplicou      ardentemente a Jesus que lhe concedesse participar de suas dores. E eis que      um espinho se destacou da coroa do crucifixo, veio a ela e entrou t\u00e3o profundamente      em sua testa que a fez cair desmaiada e quase agonizante.<\/p>\n<p>Quando voltou a si, a ferida l\u00e1 estava, atestando o doloroso prod\u00edgio.Enquanto      as chagas de S\u00e3o Francisco e de outros santos tinham a cor do sangue puro      e n\u00e3o eram repugnantes, a de Rita se converteu numa ferida purulenta e f\u00e9tida,      de maneira que a pobre v\u00edtima, para n\u00e3o empestear a casa, teve de ser recolhida      a uma cela distante, onde uma religiosa lhe levava o necess\u00e1rio para viver.      Ela suportou e ferida durante 15 anos.<\/p>\n<p>Em 1450 foi celebrado o jubileu em toda Cristandade e como algumas irm\u00e3s      estavam se preparando para ir a Roma, Rita manifestou um ardente desejo de      as acompanhar, mas seu estado de sa\u00fade estava se agravando devido a ferida      que o espinho havia deixado em sua testa. As irm\u00e3s acharam que Rita n\u00e3o deveria      ir, mas ela pedindo a Deus para a ferida desaparecer, foi mais uma vez atendida      e conseguiu acompanhar as irm\u00e3s a Roma, com grande proveito para sua alma.      Mas logo que voltou da viagem a ferida reapareceu e tamb\u00e9m uma enfermidade      incur\u00e1vel que lhe causava um grande sofrimento.<\/p>\n<p>Em meio as dores, ela conservava a alegria do esp\u00edrito e um sorriso encantador      que brilhava em seu rosto.<\/p>\n<h2>A MORTE DE SANTA RITA<\/h2>\n<p>Na \u00faltima enfermidade, que durou quatro anos, veio visit\u00e1-la sua parenta;      a Santa agradeceu-lhe a visita e, ao se despedir pediu:-V\u00e1 \u00e0 horta que fica      perto de tua casa, por amor de Jesus, e traga-me uma rosa. Era o m\u00eas de janeiro,      quando os campos est\u00e3o cobertos de neve e a vegeta\u00e7\u00e3o morta. A parenta n\u00e3o      deu cr\u00e9dito, pensando que a Santa delirasse; contudo, para ser agrad\u00e1vel,      se disp\u00f4s a atend\u00ea-la, certa por\u00e9m de que n\u00e3o encontraria rosa alguma.<\/p>\n<p>Rita percebeu suas d\u00favidas e lhe disse: -V\u00e1, n\u00e3o duvides. Entrando na horta      ela encontrou uma linda rosa. Cortou-a e levou \u00e0 enferma; Rita pediu-lhe que      voltasse \u00e0 mesma horta e lhe trouxesse dois figos. Foram achados numa figueira      que l\u00e1 havia.<\/p>\n<p>Esses fatos explicam o costume de se enfeitar a imagem da Santa com rosas,      figos, cachos de uvas e abelhas. A Santa Igreja mesmo parece querer perpetuar      o milagre das rosas, aprovando a b\u00ean\u00e7\u00e3o das rosas que se faz no dia da Festa      ou no dia 22 de cada m\u00eas, para al\u00edvio dos enfermos. A doen\u00e7a da Santa estava      cada dia piorando e as dores tinham se tornado insuport\u00e1veis. Com ora\u00e7\u00f5es      e santas aspira\u00e7\u00f5es ela se preparou para receber os sacramentos e entre express\u00f5es      de amor a Jesus e Maria sua alma se libertou dos v\u00ednculos que a prendiam \u00e0      terra.<\/p>\n<p>\u0093Chegou o tempo, minhas queridas irm\u00e3s, de sair deste mundo. Deus assim      o quer. Muito vos ofendi por n\u00e3o vos ter amado e obedecido como era de minha      obriga\u00e7\u00e3o; com toda a minha alma vos pe\u00e7o perd\u00e3o por todas as neglig\u00eancias      e descuidos; reconhe\u00e7o que vos tenho molestado por causa desta ferida da fronte;      rogo-vos tenhais piedade das minhas fragilidades; perdoai minhas ignor\u00e2ncias      e rogai a Deus por mim, para que minha alma alcance a paz e a miseric\u00f3rdia      da clem\u00eancia divina&#8230;\u0094No convento s\u00f3 se ouviam os solu\u00e7os das freiras.<\/p>\n<p>O rosto p\u00e1lido da enferma come\u00e7ou a tomar viva cor: transformou-se de repente,      voltando a recuperar a formosura dos anos juvenis. As freiras a contemplavam      extasiadas. Ela abriu novamente os olhos e, olhando para as irm\u00e3s em volta      com suavidade e do\u00e7ura, disse-lhes que a esperavam os Santos, seus protetores,      e acrescentou:<\/p>\n<p>\u0093Amai a Deus, minhas irm\u00e3s, sobre todas as coisas, porque a sua bondade      e formosura s\u00e3o inigual\u00e1veis e s\u00f3 Ele deve merecer o vosso amor; observai      a regra que haveis professado, venerai o nosso grande pai Santo Agostinho      por nos ter dado nela um caminho real para a gl\u00f3ria\u0094. Este foi o seu      testamento; e, levantando as m\u00e3os, assim prosseguia: \u0093Ficai com Deus,      em paz e caridade fraterna\u0094. Sorriu, pareceu adormecer e&#8230; acordou no      c\u00e9u entre os anjos.<\/p>\n<p>Finalmente, com 76 anos de idade e 40 de vida religiosa, faleceu Santa Rita      em C\u00e1ssia, no velho Convento das Agostinianas, no dia 22 de maio de 1457,      depois de ter recebido com muita piedade os \u00faltimos sacramentos. Neste momento      m\u00e3os invis\u00edveis tangeram os sinos do convento e da vila de C\u00e1ssia, entoando      um hino triunfal das esposas eternas, convidando a comunidade para fazer um      coro na glorifica\u00e7\u00e3o da alma daquela que viveu e morreu na santidade&#8230; A      morte de Rita foi acompanhada de muitos milagres. Na cela onde ela faleceu,      apareceu uma luz de grande esplendor e um perfume especial se fez sentir em      todo o mosteiro, e a ferida do espinho, antes de aspecto repugnante tornou-se      brilhante, limpa, cor de rubi.<\/p>\n<p>Centenas de pessoas compareciam ao convento para ver a \u0093Santa\u0094,      cujo cad\u00e1ver ficou em exposi\u00e7\u00e3o al\u00e9m do tempo legal. As freiras trataram de      sepultar o corpo da Santa, mas eis que a provid\u00eancia de Deus fez com que em      toda a cidade n\u00e3o se achasse mais que um carpinteiro, e este t\u00e3o doente que      estava n\u00e3o podia pegar nas ferramentas. \u0096Que a Santa me cure-disse ele-,      e eu farei o caix\u00e3o. De fato, Francesco Barbari sentiu-se repentinamente curado      e cumpriu a sua promessa. As irm\u00e3s entoavam hinos de agradecimento a Deus      por ter exaltado no c\u00e9u e na terra sua serva. Rita foi venerada como santa      imediatamente ap\u00f3s a sua morte, como atestam o sarc\u00f3fago e o Cod\u00e9x Miraculorum,      documentos de 1457 e 1462. Seus ossos, desde 18 de maio de 1947, repousam      no Santu\u00e1rio, na urna de prata e cristal fabricada em 1930.<\/p>\n<p>Quase 550 anos se passaram desde que alma de Rita deixou de animar aquele      corpo; n\u00e3o obstante, o poder de Deus ainda o conserva. As vestes que lhe serviam      de mortalha est\u00e3o t\u00e3o perfeitas como no dia em que a envolveram. Recentes      exames m\u00e9dicos afirmam que sobre a testa, \u00e0 esquerda, existem tra\u00e7os de uma      ferida \u00f3ssea (osteomielite). O p\u00e9 direito apresenta sinais de uma doen\u00e7a sofrida      nos \u00faltimos anos, talvez uma inflama\u00e7\u00e3o no nervo ci\u00e1tico. Sua altura era de      1,57m. O rosto, as m\u00e3os e os p\u00e9s est\u00e3o mumificados, enquanto que sob o h\u00e1bito      de religiosa agostiniana existe, intacto, o seu esqueleto. Culto \u00e0 bem aventurada      da vila de C\u00e1ssia rapidamente se estendeu pela It\u00e1lia, Portugal e Espanha,      onde devido aos milagres obtidos por sua intercess\u00e3o o povo lhe deu o nome      de \u0093Santa das causas imposs\u00edveis\u0094.<\/p>\n<p>O papa Urbano 8, ent\u00e3o bispo de Espoleto, a cuja diocese pertence a C\u00e1ssia,      presenciou v\u00e1rios milagres. Assim que foi elevado \u00e0 c\u00e1tedra de S\u00e3o Pedro,      mandou iniciar o processo de beatifica\u00e7\u00e3o. Em 1627 aprovou a reza e missa      em honra de Santa. Muitos contratempos fizeram com que se protelasse a canoniza\u00e7\u00e3o,      que s\u00f3 aos 24 de maio de 1900 se realizou sob o Pontificado de Le\u00e3o 13. Contudo,      j\u00e1 em 1577 se erguia em C\u00e1ssia uma igreja \u00e0 Santa das causas desesperadas      e imposs\u00edveis.<\/p>\n<p>O Brasil n\u00e3o foi das \u00faltimas na\u00e7\u00f5es em cultu\u00e1-la, pois a atual matriz de      Santa Rita da Arquidiocese do Rio de Janeiro, data da era remota de 1724.      Al\u00e9m desta, existem no Brasil outras igrejas dedicadas a Santa Rita, provando      a grande venera\u00e7\u00e3o que o povo cat\u00f3lico brasileiro tem por ela.<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.diocesedejundiai.org.br<\/p>\n<h6>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/h6>\n<h2>22 de Maio<\/h2>\n<p><strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong>\u00a0ou Santa dos Imposs\u00edveis,      como \u00e9 geralmente conhecida a grande advogada dos aflitos, nasceu em Rocca      Porena, perto de C\u00e1ssia (It\u00e1lia), em 22 de Maio de 1381, tendo por pais Ant\u00f4nio      Mancini e Amada Ferri.<\/p>\n<p>O nascimento da Santa foi precedido por sinais maravilhosos e vis\u00f5es celestiais      que fizeram seus pais perceberem algo da futura e providencial miss\u00e3o de Rita,      que seria colocada no mundo para instrumento da miseric\u00f3rdia de Deus em favor      da humanidade sofredora.<\/p>\n<p>Desde jovem, Rita tinha inten\u00e7\u00e3o de ser religiosa, mas seus pais, temendo      que ela ficasse sozinha, resolveram cas\u00e1-la com um jovem de fam\u00edlia nobre,      mas de temperamento excessivamente violento.<\/p>\n<p>Ela suportou pacientemente tal situa\u00e7\u00e3o por 18 anos.<\/p>\n<p>Como ele tinha muitos inimigos, foi assassinado.<\/p>\n<p>A vi\u00fava suportou a dolorosa perda, perdoando os assassinos. Por\u00e9m, crescia      em seus filhos o desejo de vingan\u00e7a. Rita pediu que Deus os levasse, pois      seria melhor que outra trag\u00e9dia.<\/p>\n<p>Assim, perdeu os filhos. Rita estava livre para dedicar-se a Deus e pediu      para entrar no Convento das religiosas Agostinianas da cidade.<\/p>\n<p>Mas naquela comunidade s\u00f3 podiam entrar virgens.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, ela transformou sua casa num claustro, onde rezava as ora\u00e7\u00f5es habituais      das religiosas.<\/p>\n<p>Uma noite, enquanto rezava, ouviu tr\u00eas batidas violentas em sua porta e uma      voz l\u00e1 de fora dizia: \u0093Rita! Rita!\u0094.<\/p>\n<p>Abriu a porta e viu em sua frente tr\u00eas Santos, que rapidamente a levaram      ao Convento onde havia sido negada tr\u00eas vezes.<\/p>\n<p>Os mensageiros fizeram-na entrar, apesar das portas estarem fechadas, e deixaram      Rita de C\u00e1ssia em um dos claustros.<\/p>\n<p>Depois desapareceram.A superiora ficou fascinada com essa manifesta\u00e7\u00e3o Divina.<\/p>\n<p>As religiosas decidiram por unanimidade que a vi\u00fava fosse recebida.<\/p>\n<p>Admitida novi\u00e7a Rita come\u00e7ou a trabalhar para realizar seus desejos.<\/p>\n<p>Consagrou-se \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e penit\u00eancia, seu corpo foi seguidamente flagelado.<\/p>\n<p>Passava os dias a p\u00e3o e \u00e1gua e noites sob vig\u00edlia e ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Certo dia pediu com extraordin\u00e1rio fervor que um estigma de Jesus aparecesse      para sentir a dor da reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em uma vis\u00e3o, Rita recebeu um espinho cravado em sua testa.<\/p>\n<p>A chaga ficou por toda a vida e ainda pode-se v\u00ea-la em sua cabe\u00e7a conservada      intacta com o resto do corpo.<\/p>\n<p>Um dia uma parente foi visit\u00e1-la, ela agradeceu a visita e ao se despedir      pediu que lhe trouxesse algumas rosas do jardim.<\/p>\n<p>Como era inverno e n\u00e3o tinha rosas, pensaram que Rita estava delirando e      sua visitante n\u00e3o ligou para seu pedido.<\/p>\n<p>Como para voltar para casa teria que passar pelo jardim olhou e se surpreendeu      ao contemplar quatro lindas rosas que se abriram entre os ramos secos.<\/p>\n<p>Admirada do prod\u00edgio, entrou no jardim, colheu as flores e as levou ao Convento      de C\u00e1ssia. Nesta \u00e9poca, Rita estava muito doente e morreu em 22 de Maio de      1547.<\/p>\n<p>No dia seguinte, seu corpo foi colocado na Igreja do Convento.<\/p>\n<p>Todos os habitantes da cidade foram venerar a religiosa.<\/p>\n<h2>Santifica\u00e7\u00e3o e corpo intacto<\/h2>\n<p>No s\u00e9culo XVII foi beatificada e em 24 de Maio de 1990, canonizada.<\/p>\n<p>O corpo de\u00a0<strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong>\u00a0continua      conservado intacto at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Qualquer pessoa pode contempla-la na Igreja do Convento de C\u00e1ssia, dentro      de um relic\u00e1rio de cristal.<\/p>\n<p>Depois de tantos anos, seus membros ainda t\u00eam flexibilidade e pela express\u00e3o      do rosto, parece estar dormindo.<\/p>\n<p>Fonte:  www.igrejaparati.com.br<\/p>\n<h6>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/h6>\n<h2>22 de Maio<\/h2>\n<p>Santa Rita nasceu em Rocca Porena perto de Spoleto, It\u00e1lia em 1381 e expressou      bem cedo o desejo de ser freira. Seus parentes j\u00e1 idosos insistiram para que      ela se casasse com a idade de doze anos com um homem descrito como sendo um      homem cruel e rude.<\/p>\n<p>Ela passou 18 anos extremamente infeliz, teve dois filhos e finalmente ficou      vi\u00fava quando o seu marido foi morto numa briga. Ambos os filhos logo morreram      e Rita tentou sem sucesso entrar para o convento agostiniano que havia em      Cascia.<\/p>\n<p>Ela foi recusada porque pelas regras do convento s\u00f3 se aceitavam virgens.<\/p>\n<p>Mas Rita continuou a rezar e a pedir, e uma noite ela foi milagrosamente      transportada para dentro do convento com todas as suas enormes portas fechadas      e trancadas.<\/p>\n<p>Quando as irm\u00e3s a viram l\u00e1 dentro, decidiram que era desejo de Deus que ela      fosse aceita e assim em 1413 ela entrou para o Ordem e logo ganhou fama pela      sua austeridade, devo\u00e7\u00e3o, ora\u00e7\u00e3o e caridade.<\/p>\n<p>No ano seguinte, ocorreu outro milagre. Havia lhe ordenado a Superiora, em      nome da obedi\u00eancia, que regasse todos os dias um p\u00e9 seco de uva, mas em um      ano, j\u00e1 daquele ramo morto brotaram cachos de uvas abundantes e saborosas.      E a videira, apesar de velha, de v\u00e1rios s\u00e9culos, ainda hoje est\u00e1 vi\u00e7osa.<\/p>\n<p>Certo dia ela recebeu vis\u00f5es e teve ferimentos na testa que pareciam uma      coroa de espinhos que seria uma estigmata (provavelmente um dos estigmas de      Cristo).<\/p>\n<p>Os ferimentos melhoraram de modo a permitir que ele fosse a Roma numa peregrina\u00e7\u00e3o      em 1450, mas reapareceu logo que ela retornou e com ela ficaram at\u00e9 a sua      morte.<\/p>\n<p>Pouco antes de morrer, uma visitante, sua parente, perguntou se queria algo      e ela pediu que lhe trouxessem rosas de sua terra natal. &#8220;Imposs\u00edvel&#8221;      disse a parente &#8220;agora \u00e9 pleno inverno&#8221;. Santa Rita respondeu :      &#8221; V\u00e1 e encontrar\u00e1s o que pe\u00e7o&#8221;.<\/p>\n<p>Ao chegar a parente, em Rocca Porena, no jardim em frente a sua casa, havia      no meio da neve, uma bela roseira com lindas flores de onde colheu as rosas      que Santa Rita havia pedido.<\/p>\n<p>Ao falecer outro milagre. Os sinos do mosteiro repicavam milagrosamente sozinhos      sem alguem por perto a tocar.<\/p>\n<p>Segundo a tradi\u00e7\u00e3o seu corpo estaria incorrupto at\u00e9 a presente data. Ela      morreu em 22 de mar\u00e7o em Cascia e muitos milagres foram relatados como sendo      devido a sua invoca\u00e7\u00e3o e intercess\u00e3o. Foi canonizada em 1900.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 venerada na Espanha, Estados Unidos, Fran\u00e7a, Portugal e em outros pa\u00edses      como sendo a &#8220;santa das causas imposs\u00edveis&#8221;.<\/p>\n<p>No Brasil, ela \u00e9 a padroeira das causas imposs\u00edveis junto com S\u00e3o Judas Thadeu.<\/p>\n<p>Na arte lit\u00fargica da Igreja ela \u00e9 mostrada com uma freira orando diante de      um crucifixo, ou com uma coroa de espinhos, ou recebendo uma coroa de rosas      da Virgem Maria, ou recebendo uma coroa de espinhos dos santos. O seu emblema      s\u00e3o as rosas. E em alguns locais as rosas s\u00e3o bentas no dia de sua festa.<\/p>\n<p>\u00c9 protetora contra a esterilidade, e infertilidade e das causas imposs\u00edveis,      e padroeira das vi\u00favas.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 considerada a mais popular das santas. Uma pesquisa feita por um instituto      de pesquisa italiano chegou a conclus\u00e3o ela \u00e9 a mais popular de todas as santas.<\/p>\n<p>Fonte: www.cademeusanto.com.br<\/p>\n<h6>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/h6>\n<h2>22 de Maio<\/h2>\n<p>Rita nasceu provavelmente no ano 1381 em Roccaporena, uma aldeia situada      na Prefeitura de C\u00e1ssia na provincia de Perugia, da Antonio Lotti e Amata      Ferri.<\/p>\n<p>Os seus pais eram crentes e a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica n\u00e3o era das melhores, mas      decorosa e tranquila.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria de S. Rita foi repleta de eventos extraordin\u00e1rios e um destes      se mostrou na sua infancia.<\/p>\n<p>A crian\u00e7a, talvez deixada por alguns minutos sozinha em uma cesta na ro\u00e7a      enquanto os seus pais trabalhavam na terra, foi circundada da um enxame de      abelhas. Estes insetos recobriram a menina mas estranhamente n\u00e3o a picaram.<\/p>\n<p>Um caipira, que no mesmo momento havia ferido a m\u00e3o com a enxada e estava      correndo para ir curar-se, passou na frente da cesta onde estava deitada Rita.      Viu as abelhas que rodeavam a crian\u00e7a, come\u00e7ou a mand\u00e1-las embora e con grande      estupor, a medida que movia o bra\u00e7o, a ferida se cicatrizava completamente.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o nos diz que Rita tinha uma precoce voca\u00e7\u00e3o religiosa e que um      Anjo descia do c\u00e9u para visit\u00e1-La quando ia rezar em uma pequena mansarda.<\/p>\n<p><strong>S. RITA ACEITA DE CASAR<\/strong><\/p>\n<p>Rita teria desejado ser monja todavia ainda jovem (a 13 anos) os pais, j\u00e1      idosos, a prometeram em casamento a Paulo Ferdinando Mancini, um homem conhecido      pelo seu car\u00e1ter iroso e brutal. S. Rita, habituada ao dover n\u00e3o op\u00f4s resist\u00eancia      e se casou com o jovem oficial que comandava a guarni\u00e7\u00e3o de Collegiacone,      presumivelmente entre os 17-18 anos, isto \u00e9 em torno aos anos 1387-1388.<\/p>\n<p>Do casamento entre Rita e Paulo nasceram dois filhos g\u00eameos; Giangiacomo      Antonio e Paulo Maria que tiveram todo o amor, a ternura e os cuidados da      m\u00e3e. Rita conseguiu com o seu doce amor e tanta paci\u00eancia a transformar o      car\u00e1ter do marido, o fazendo ser mais d\u00f3cil.<\/p>\n<p>A vida conjugal de S. Rita, passado 18 anos, foi tragicamente terminada com      o assassinato do marido, durante a noite, na Torre de Collegiacone a alguns      kilometros de Roccaporena quando voltava para C\u00e1ssia.<\/p>\n<p><strong>O PERD\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Rita ficou muito aflita pela atrocidade do acontecimento, procurou prote\u00e7\u00e3o      e conforto na ora\u00e7\u00e3o com ass\u00edduas e ardentes preces no pedir a Deus o perd\u00e3o      dos assassinos do seu marido.<\/p>\n<p>Contemporaneamente, S. Rita formulou uma a\u00e7\u00e3o para chegar \u00e0 pacifica\u00e7\u00e3o,      a partir dos seus filhos, que sentiam como um dever a vingan\u00e7a pela morte      do pai.<\/p>\n<p>Rita se deu conta que a vontade dos filhos n\u00e3o era di perd\u00e3o, ent\u00e3o a Santa      implorou ao Senhor oferecendo a vida dos seus filhos, a fim de n\u00e3o v\u00ea-los      manchados de sangue. &#8220;Eles morreram antes de completar um ano da morte      do pai&#8221;&#8230;<\/p>\n<p>Quando S. Rita ficou s\u00f3zinha, tinha pouco mais de 30 anos e sentiu reflorescer      no seu cora\u00e7\u00e3o o desejo de seguir aquila voca\u00e7\u00e3o que na juventude tinha desejado      realizar.<\/p>\n<p><strong>S. RITA SE TRANSFORMA EM MONJA<\/strong><\/p>\n<p>Rita pediu para entrar como monja no Mosteiro de S. Maria Madalena, mas por      tr\u00eas vezes lhe foi negado, porque vi\u00fava de um homem assassinado.<\/p>\n<p>A legenda narra que S. Rita conseguiu superar todos os impedimentos e portas      fechadas gra\u00e7as \u00e0 intercess\u00e3o de S. Jo\u00e3o Batista, S. Agostinho e S. Nicola      de Tolentino que a ajudaram a voar da \u0093Rocha\u0094 at\u00e9 o Convento de      C\u00e1ssia em um modo a Ela incomprens\u00edvel. As monjas convencidas do prod\u00edgio      e do seu sorriso, a acolheram e l\u00e1 Rita permaneceu por 40 anos submersa na      ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O MILAGRE SINGULAR DA ESPINHA<\/strong><\/p>\n<p>Era sexta-feira Santa de 1432, S. Rita voltou ao Covento profundamente confusa,      depois de ter escutado um predicador reinvocar com ardor os sofrimentos da      morte de Jesus e permaneceu orando na frente do crucifixo em contempla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>In um momento de amor S. Rita pediu a Jesus de condividir pelo menos em parte,      os Seus sofrimentos. Aconteceu ent\u00e3o o prod\u00edgio: S. Rita foi perfurada por      uma espinha da coroa de Jesus, na testa. Foi um espasmo sem fim. S. Rita teve      a ferida na testa por 15 anos como sigilo de amor.<\/p>\n<p><strong>VIDA DE SOFRIMENTO<\/strong><\/p>\n<p>Para Rita os \u00faltimos 15 anos foram de sofrimento sem tr\u00e9gua, a sua perseveran\u00e7a      na ora\u00e7\u00e3o a levava a passar at\u00e9 15 dias correntes na sua cela &#8220;sem falar      com ningu\u00e9m se n\u00e3o com Deus&#8221;, al\u00e9m do mais usava tamb\u00e9m o cilicio que      lhe dava tanto sofrimento, submetia o seu corpo a muitas mortifica\u00e7\u00f5es: dormia      no ch\u00e3o at\u00e9 que se adoentou e ficou doente at\u00e9 os \u00faltimos anos da sua vida.<\/p>\n<p><strong>O PROD\u00cdGIO DA ROSA<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s 5 meses da morte de Rita, um dia de inverno com a temperatura r\u00edgida      e um manto de neve cobria tudo, uma parente lhe foi visitar e antes de ir      embora perguntou \u00e0 Santa se Ela desejava alguma coisa, Rita respondeu que      teria desejado uma rosa da sua horta.<\/p>\n<p>Quando voltou a Roccaporena a parente foi \u00e0 horta e grande foi a sua surpresa      quando viu uma bel\u00edssima rosa, a colheu e a levou a Rita.<\/p>\n<p>Assim S. Rita foi denominada a Santa da &#8220;Espinha&#8221; e a Santa da      &#8220;Rosa&#8221;.<\/p>\n<p>S. Rita ante de fechar os olhos para sempre, teve a vis\u00e3o de Jesus e da Virgem      Maria que a convidavam no Para\u00edso.<\/p>\n<p>Uma monja viu a sua alma subir ao c\u00e9u acompanhada de Anjos e contemporaneamente      os sinos da igreja come\u00e7aram a tocar sozinhos, enquanto um perfume suav\u00edssimo      se espalhou por todo os Mosteiro e do seu quarto viram uma luz luminosa como      se fosse entrado o Sol. Era o dia 22 Maio de 1447.<\/p>\n<p>S. Rita da C\u00e1ssia foi beatificada 180 anos depois da sua subida aos c\u00e9us      e proclamada Santa ap\u00f3s 453 anos da sua morte.<\/p>\n<p>Fonte: digilander.libero.it<\/p>\n<h6>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/h6>\n<h2>22 de Maio<\/h2>\n<h2>Padroeira dos Imposs\u00edveis<\/h2>\n<p><strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong>\u00a0nasceu em C\u00e1ssia na It\u00e1lia,      em um 22 de maio. Seu verdadeiro nome era Margarida, mas desde muito pequena      lhe diziam Rita. Desde seu nascimento, a santa come\u00e7ou a demonstrar porque      ia ser chamada a &#8220;advogada dos imposs\u00edveis&#8221;, pois sua m\u00e3e era est\u00e9ril      e n\u00e3o podia conceber nenhum filho. Sem embargo, suas cont\u00ednuas ora\u00e7\u00f5es e penit\u00eancias      lhe permitiram obter a gra\u00e7a de Deus de dar \u00e0 luz a uma maravilhosa e piedosa      filha.<\/p>\n<p>Desde seus primeiros anos, a santa demonstrava constantemente sua piedade      e seu desejo de consagrar-se \u00e0 vida religiosa; seu maior gosto era dedicar-se      \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e \u00e0 caridade fraterna com o pr\u00f3ximo. Entretanto, por decis\u00e3o e obedi\u00eancia      aos seus pais, Santa Rita contraiu matrim\u00f4nio. O esposo da santa resultou      ser uma pessoa de car\u00e1ter dif\u00edcil e sumamente violento que constantemente      agredia e humilhava a Santa Rita entretanto, ela suportou o g\u00eanio feroz deste      homem por 18 anos, com a mais refinada paci\u00eancia, sem reclamar, sem recorrer      \u00e0s autoridades civis para pedir san\u00e7\u00f5es e oferecendo todo este mart\u00edrio pela      convers\u00e3o dos pecadores e entre eles, seu esposo, e logo seus dois filhos,      que tambb\u00e9m tinha herdado o g\u00eanio rebelde do seu pai.<\/p>\n<p>A paci\u00eancia e a ora\u00e7\u00e3o de Santa Rita deram seus frutos, e pouco antes da      morte de seu esposo, e logo de seus dois filhos, se converteram de cora\u00e7\u00e3o.      Agora j\u00e1 sem esposo e sem filhos, Rita se dedicou a obras de caridade e a      passar longos lapsos dedicados \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e \u00e0 medita\u00e7\u00e3o. Desejava ser religiosa,      mas as comunidades de freiras lhe respondiam que elas somente recebiam a jovens      solteiras. Ela aproveitou este intervalo de tempo para espiritualizar-se mais      e dedicar-se com maior esmero a socorrer aos necessitados.<\/p>\n<p>Afinal as irm\u00e3s Agustinianas fizeram uma exce\u00e7\u00e3o e aceitaram-na em sua comunidade.<\/p>\n<p>Uma vez admitida como religiosa se dedicou com a mais estrita atitude a cumprir      tudo o que mandavam os regulamentos da Congrega\u00e7\u00e3o e a obedecer a suas superioras      com alegria e prontid\u00e3o em tudo. Ademais, se dedicou a tender \u00e0s irm\u00e3s enfermas      e a rezar pela convers\u00e3o dos pecadores e obteve prod\u00edgios a longa dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Santa Rito caiu muito doente, falecendo no dia 22 de maio de 1457. Seu corpo      se conserva incorrupto.<\/p>\n<p>Fonte: www.acidigital.com<\/p>\n<h6>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/h6>\n<h2>22 de Maio<\/h2>\n<p>Vista de perto, se nos revela o rosto human\u00edssimo de uma mulher que n\u00e3o passou      indiferente ante a trag\u00e9dia da dor e da mis\u00e9ria e da mis\u00e9ria material, moral      e social. Sua vida terrena poderia ser de ontem como de hoje.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar23.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"250\" height=\"190\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><\/p>\n<p>Rita nasceu em 1381 em Roccaporena, um pequeno povoado perdido nas montanhas      Seus pais, anci\u00e3os, a educaram no temor de Deus, e ela respeitou a tal ponto      a autoridade paterna que abandonou o prop\u00f3sito de entrar no convento e aceitou      unir-se em matrim\u00f4nio com Paulo de Ferdinando, um jovem violento e revoltado.      As biografias da santa nos pintam um quadro familiar muito comum: uma mulher      doce, obediente, atenta a n\u00e3o chocar com a susceptibilidade do marido, cujas      maldades ela conhece e sofre e reza em sil\u00eancio.<\/p>\n<p>Sua bondade logrou finalmente transformar o cora\u00e7\u00e3o de Paulo, que mudou de      vida e de costumes, por\u00e9m, sem fazer esquecer os antigos rancores dos inimigos      que se havia buscado. Uma noite foi encontrado morto \u00e0 beira do caminho. Os      dois filhos, j\u00e1 jovens, juraram vingar a morte do pai. Quando Rita se deu      conta da inutilidade de seus esfor\u00e7os para convenc\u00ea-los de que desistissem      de seus prop\u00f3sitos, teve a valentia de pedir a Deus que os levasse, antes      que manchassem suas vidas com um homic\u00eddio. Sua ora\u00e7\u00e3o, humanamente incompreens\u00edvel,      foi ouvida. E sem esposo e sem filhos, Rita foi pedir sua entrada no convento      das agostinianas de C\u00e1ssia. Por\u00e9m, seu pedido foi negado.<\/p>\n<p>Voltou ao seu lugar deserto e rezou intensamente a seus tr\u00eas santos protetores,      S\u00e3o Jo\u00e3o Batista, Santo Agostinho e S\u00e3o Nicolas de Tolentino, e uma noite      sucedeu o prod\u00edgio. Se lhe apareceram os tr\u00eas santos, lhe disseram que os      seguisse, chegaram ao convento, abriram as portas e levaram a metade do coro,      onde as religiosas estavam rezando as ora\u00e7\u00f5es da manh\u00e3. Assim, Rita p\u00f4de vestir      o h\u00e1bito das agostinianas, realizando o antigo desejo de entrega total a Deus.      Se dedicou \u00e0 penit\u00eancia, \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e ao amor de Cristo crucificado, que a associou      ainda visivelmente a sua paix\u00e3o, cravando-lhe na fronte uma espinha.<\/p>\n<p>Este estigma milagroso, recebido durante um \u00eaxtase, marcou o rosto com um      doloros\u00edssima chaga purulenta at\u00e9 sua morte, isto \u00e9, durante quatorze anos.      A fama de sua santidade passou os limites de C\u00e1ssia. As ora\u00e7\u00f5es de Rita obtiveram      prodigiosas curas e convers\u00f5es. Para ela n\u00e3o pediu sen\u00e3o carregar sobre si      as dores do pr\u00f3ximo. Morreu no mosteiro de C\u00e1ssia em 1457. Pouco antes de      morrer e de firmar seu testamento verbal \u00e0s Irm\u00e3s do convento, veio visit\u00e1-la      uma sua parenta; a Santa agradeceu-lhe a visita e, ao se despedir pediu:<\/p>\n<p><strong>V\u00e1 \u00e0 horta que fica perto de tua casa, por amor de Jesus, e traga-me      uma rosa.<\/strong><\/p>\n<p>Como os campos encontravam-se cobertos pela neve e a vegeta\u00e7\u00e3o inexistente,      sua parenta imaginou que a Santa delirasse, por\u00e9m, acatou o que ela pedira      e dirigiu-se ao local certa de que nada encontraria. Chegando \u00e0 horta, encontrou      uma linda rosa, que a levou \u00e0 enferma; Rita novamente lhe pediu que retornasse      e lhe trouxesse dois figos que, tamb\u00e9m foram encontrados na figueira. Esses      fatos explicam a representa\u00e7\u00e3o da imagem da Santa com rosas, figos, cachos      de uvas e abelhas. A Santa Igreja, para perpetuar o milagre das rosas, aprovou      a B\u00ean\u00e7\u00e3o das Rosas que se realiza no dia da festa, ou no dia 22 de cada m\u00eas,      para al\u00edvio dos enfermos.<\/p>\n<p>Foi beatificada em 1627, ocasi\u00e3o em que seu corpo foi encontrado no mesmo      estado em que estava no momento de sua morte, ocorrida h\u00e1 mais de cento e      cinquenta anos. Seu corpo, desde 18 de maio de 1947, repousa no Santu\u00e1rio,      numa urna de prata e cristal fabricada em 1930. As vestes que lhe serviam      de mortalha est\u00e3o t\u00e3o perfeitas como no dia em que a envolveram.. Atualmente,      os visitantes podem sentir um doce aroma que prov\u00e9m de seu corpo.<\/p>\n<p>Recentes exames m\u00e9dicos afirmaram que sobre a testa, existem tra\u00e7os de uma      ferida \u00f3ssea (osteomielite). O p\u00e9 direito apresenta sinais de uma doen\u00e7a sofrida      nos \u00faltimos anos, talvez uma inflama\u00e7\u00e3o no nervo ci\u00e1tico. Sua altura era de      1,57 m. O rosto, as m\u00e3os e os p\u00e9s est\u00e3o mumificados, enquanto sob o h\u00e1bito      da religiosa agostiniana existe, intacto, o seu esqueleto.<\/p>\n<p>A sua beatifica\u00e7\u00e3o ocorreu no ano de 1900, sob o pontificado do Papa Le\u00e3o      XIII.<\/p>\n<h2>ORA\u00c7\u00d5ES \u00c0 SANTA RITA DE C\u00c1SSIA PELA FAM\u00cdLIA<\/h2>\n<p>\u00d3 glorios\u00edssima Santa Rita, padroeira e advogada nossa, consola\u00e7\u00e3o das almas      aflitas, modelo de esposa e m\u00e3e crist\u00e3. V\u00f3s que tivestes nesta vida um esposo      terreno que purificou a Vossa virtude e agora sois esposa amant\u00edssima de Jesus      Cristo, alcan\u00e7ai-me de Deus a gra\u00e7a de conservar meu cora\u00e7\u00e3o puro e limpo      de todo pecado e levar com santa resigna\u00e7\u00e3o a cruz do matrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>Guardai, como anjo do para\u00edso, a religi\u00e3o e a piedade em minha casa e em      minha fam\u00edlia. Compadecei-vos de meu esposo e muito especialmente dos meus      tenros e amados filhos. N\u00e3o me abandoneis na vida e na morte para que, imitando      Vossos exemplos e virtudes, possa gozar em Vossa am\u00e1vel companhia, da gl\u00f3ria      eterna. Am\u00e9m!<\/p>\n<h2>S\u00daPLICA A SANTA RITA<\/h2>\n<p>\u00d3 poderosa e gloriosa Santa Rita, eis a vossos p\u00e9s uma alma desamparada que,      necessitando de aux\u00edlio, a v\u00f3s recorre com a doce esperan\u00e7a de ser atendida.      Por causa da minha indignidade e de minhas infidelidades passadas, n\u00e3o ouso      esperar que minhas preces cheguem a mover o cora\u00e7\u00e3o de Deus e \u00e9 por isto que      sinto a necessidade de uma medianeira toda poderosa, e foi a v\u00f3s que me dirigi,      Santa Rita, com o incompar\u00e1vel t\u00edtulo de &#8220;Santa das Causas Imposs\u00edveis      e Desesperadas&#8221;. \u00d3 cara Santa, interessai-vos pela minha causa, intercedei      junto a Deus para que me conceda a gra\u00e7a de que tanto necessito e que ardentemente      desejo. (fazer o pedido)<\/p>\n<p>N\u00e3o permitais que me afaste de vossos p\u00e9s sem ser atendido. Se houver em      mim algum obst\u00e1culo que me impe\u00e7a de obter a gra\u00e7a que imploro, auxiliai-me      para que o afaste; envolvei minha prece em vossos preciosos m\u00e9ritos e apresentai-a      a vosso celeste esposo em uni\u00e3o com a vossa. Assim, enriquecida por v\u00f3s, esposa      fidel\u00edssima entre as mais fi\u00e9is, por v\u00f3s que sentistes as dores da sua paix\u00e3o,      como poder\u00e1 Deus repeli-la ou deixar de atend\u00ea-la?<\/p>\n<p>\u00d3 cara Santa Rita, que jamais diminua a confian\u00e7a e esperan\u00e7a que em v\u00f3s      coloquei; fazei com que n\u00e3o seja v\u00e3 a minha s\u00faplica; obtende-me de Deus o      que pe\u00e7o; a todos farei, ent\u00e3o, conhecer a bondade do vosso cora\u00e7\u00e3o e a onipot\u00eancia      da vossa intercess\u00e3o.<\/p>\n<p>E v\u00f3s, cora\u00e7\u00e3o admir\u00e1vel de Jesus, que sempre vos mostrastes t\u00e3o sens\u00edvel      \u00e0s menores mis\u00e9rias da humanidade, deixai-vos enternecer pelas minhas necessidades      e, sem olhar minha fraqueza e indignidade, concedei-me a gra\u00e7a que tanto desejo      e que por mim e comigo vos pede vossa fiel esposa Santa Rita.<\/p>\n<p>Oh! sim, pela fidelidade com que Santa Rita sempre correspondeu \u00e0 gra\u00e7a divina,      por todos esses dons com os quais quisestes cumular sua alma, por tudo quanto      sofreu em sua vida de esposa, de m\u00e3e, e como participante de vossa dolorosa      paix\u00e3o, concedei-me esta gra\u00e7a que me \u00e9 t\u00e3o necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>E v\u00f3s, \u00f3 Virgem Maria, como nossa boa M\u00e3e do c\u00e9u, deposit\u00e1ria dos tesouros      divinos e dispensadora de todas as gra\u00e7as, sustentai com vossa poderosa intercess\u00e3o      a de vossa grande devota Santa Rita, para me alcan\u00e7ar de Deus a gra\u00e7a desejada.      Assim seja!<\/p>\n<h2>NOVENA DE SANTA RITA &#8211; PRIMEIRO DIA<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00d3 gloriosa Santa Rita, protetora nos casos imposs\u00edveis, diante de v\u00f3s me      prostro com humildade e confian\u00e7a, a fim de que intercedais em meu favor junto      do trono de Deus.<\/p>\n<p>Compadecei-vos das minhas dificuldades e dores por aquela consola\u00e7\u00e3o celestial      experimentada pelos vossos piedosos pais, quando, est\u00e9reis, dada a idade avan\u00e7ada      que tinham, mereceram conceber-vos, qual d\u00e1diva preciosa do c\u00e9u. Por isso      e mais por aquele milagre das abelhas de doce sussurro, que enxamearam em      derredor de vossos l\u00e1bios ao rec\u00e9m-nascer, alcan\u00e7ai-me com o favor que imploro,      a gra\u00e7a de compreender o sentido sobrenatural da dor, para poder utiliz\u00e1-la      em bem de minha salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Tr\u00eas Pai Nossos, Ave e Gl\u00f3ria<\/h2>\n<p><strong>Ant\u00edfona<\/strong><\/p>\n<p>Exultou o esp\u00edrito de Rita em Deus, seu Salvador, ao receber o Espinho de      Cristo, seu Esposo.<\/p>\n<p><strong>V &#8211;<\/strong>\u00a0Assinalastes, Senhor a vossa serva Rita.<br \/>\n<strong>R &#8211;<\/strong>\u00a0Com o sinal da vossa caridade e paix\u00e3o.<\/p>\n<h2>OREMOS<\/h2>\n<p>\u00d3 Deus, que vos dignastes conceder \u00e0 Santa Rita tamanha gra\u00e7a, que havendo      ela vos imitado no amor de seus inimigos, trouxesse no cora\u00e7\u00e3o e na fronte      os sinais da vossa caridade e sofrimento, concedei, n\u00f3s vos suplicamos, que      pela sua intercess\u00e3o e merecimentos amemos os nossos inimigos e, com o espinho      da compun\u00e7\u00e3o, perenemente contemplemos as dores da vossa paix\u00e3o. Por Cristo,      Nosso Senhor Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>SEGUNDO DIA<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00d3 ditosa Santa Rita, advogada e consoladora dos atribulados, com grande confian\u00e7a      recorro \u00e0 vossa intercess\u00e3o a fim de que obtenhais de Deus o favor de que      necessito.<\/p>\n<p>Pela her\u00f3ica submiss\u00e3o aos vossos pais e ao vosso diretor espiritual, mediante      a qual sacrificastes o l\u00edrio da virginal pureza ao estado matrimonial; assim      como pela dor que experimentastes ao deixar o dom\u00e9stico e solit\u00e1rio abrigo      onde tantas consola\u00e7\u00f5es gozastes em cont\u00ednuo col\u00f3quio com Deus &#8211; oh ! por      tantos motivos de sofrimento, vos rogo que me alcanceis com a gra\u00e7a que imploro,      o desprendimento das coisas mundanas e a mais firme esperan\u00e7a nas divinas      promessas de Nosso Senhor Jesus Cristo. Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>TERCEIRO DIA<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00d3 Santa Rita, estupendo prod\u00edgio de fortaleza: com o cora\u00e7\u00e3o nos l\u00e1bios torno      a pedir-vos que intercedais por mim a Deus, a fim de que, benigno, volva o      seu olhar misericordioso sobre a minha atual atribula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pelos grav\u00edssimos insultos que recebestes, durante dezesseis anos de vosso      esposo col\u00e9rico e impetuoso, e pela dor que padecestes, quando barbaramente      o mataram; e ainda mais pelo que sofrestes com a obstinada resolu\u00e7\u00e3o dos vossos      filhos determinados a vingar a morte do pai, pe\u00e7o-vos que obtenhais de Deus      a necess\u00e1ria fortaleza para que a minha vontade, sempre animosa, nunca desfale\u00e7a      no meio dos sofrimentos. Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>QUARTO DIA<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00d3 Santa Rita, modelo de mansid\u00e3o e intercessora poderosa nos casos imposs\u00edveis,      de todo o cora\u00e7\u00e3o me dirijo, outra vez a vossa valiosa prote\u00e7\u00e3o, para suplicar-vos      auxilio nesta minha grande necessidade.<\/p>\n<p>Pela profunda humildade com que superastes as repetidas repulsas da Superiora      do Convento de C\u00e1ssia, at\u00e9 merecerdes o milagre extraordin\u00e1rio de ser introduzida      no mosteiro, a portas fechadas, pelos santos protetores, obtende-me de Deus      que resiste aos soberbos e com os humildes distribui as suas d\u00e1divas, a gra\u00e7a      de alcan\u00e7ar uma verdadeira humildade que me seja fundamento de todas as virtudes.      Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>QUINTO DIA<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00d3 Santa Rita v\u00edtima da caridade, pelo amor divino de que ora vos inflamais      no c\u00e9u escutai as minhas preces e tornai-as aceit\u00e1veis ao Senhor fazendo com      que, benigno, volva o olhar, n\u00e3o sobre a minha indignidade, mas sobre a grande      necessidade que me angustia.<\/p>\n<p>Por todas as l\u00e1grimas que derramastes pelos pecadores, ocasi\u00e3o em que se      vos manifestou a efici\u00eancia da ora\u00e7\u00e3o para afastar da terra os divinos castigos      que provocamos, rogai tamb\u00e9m por min ao Senhor, para que eu me torne digno      de receber, com o favor que almejo, um verdadeira zelo e um constante amor      pelas almas resgatadas pelo precios\u00edssimo sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.      Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>SEXTO DIA<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00d3 Santa Rita, perfeito modelo de obedi\u00eancia, favorecida com o dom dos milagres      para serdes invocada nas extremas necessidades da vida pelos filhos da dor,      &#8211; por amor da exat\u00edssima obedi\u00eancia com que durante um ano inteiro regastes      um lenho seco, de que milagrosamente brotou robust\u00edssima videira, e bem assim      pelos muitos milagres que Deus operou para premiar a vossa submiss\u00e3o \u00e0s ordens      dos vossos superiores &#8211; \u00f3 minha doce advogada, alcan\u00e7ai-me de Deus que eu      submeta sempre a minha vontade ao seu divino querer, repetindo com a mente      e o cora\u00e7\u00e3o as palavras de Nosso Senhor &#8220;- N\u00e3o a minha, mas a vossa vontade      se fa\u00e7a!&#8221; Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>S\u00c9TIMO DIA<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00d3 Santa Rita, verdadeira m\u00e1rtir do Redentor, novamente vos imploro e n\u00e3o      cessarei de faz\u00ea-lo at\u00e9 que me tenhais alcan\u00e7ado do vosso Divino Esposo a      gra\u00e7a que tanto almejo.<\/p>\n<p>Pelo dulc\u00edssimo \u00eaxtase e pela acerba dor que sofrestes, quando em penhor      de afeto o celeste Esposo vos transpassou a fronte com um dos espinhos de      sua coroa alcan\u00e7ai-me do divino Redentor a gra\u00e7a que venho pedindo, e a de      meditar frutuosamente a sua amarga paix\u00e3o. Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>OITAVO DIA<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00d3 afortunad\u00edssima Santa Rita, que t\u00e3o privilegiada fostes na terra, com grande      amor e confian\u00e7a venho rogar-vos que me tornei prop\u00edcio o Senhor Deus, concedendo-me      a gra\u00e7a que imploro.<\/p>\n<p>Pelos suav\u00edssimos col\u00f3quios que de continuamente gozastes com Jesus e Maria,      e pela vossa frequente familiaridade com os bem-aventurados Anjos. Oh! alcan\u00e7ai-me      de Jesus e Maria, a quem tanto amastes na terra, a gra\u00e7a que espero, e especialmente      a de v\u00ea-los benignos nesta vida e favor\u00e1veis no momento da minha morte. Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>NONO DIA<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>\u00d3 querida Santa Rita, angustiado pela desventura, a v\u00f3s me recomendo para      que me n\u00e3o abandoneis junto do trono do Alt\u00edssimo, nesta tribula\u00e7\u00e3o demasiado      amarga.<\/p>\n<p>Eu vo-lo pe\u00e7o ditoso momento em que a vossa alma se apresentou perante o      divino Juiz, rica de m\u00e9ritos, rica de virtudes; pelo inef\u00e1vel convite de aditar-vos      na beat\u00edfica eternidade; pelos numerosos prod\u00edgios operados por Deus, mediante      a vossa intercess\u00e3o; assim pelo fausto an\u00fancio do sino do mosteiro, o qual      tangido por m\u00e3os ang\u00e9licas, durante horas soou, magnificando o vosso ingresso      triunfal no c\u00e9u.<\/p>\n<p>\u00d3 minha querida advogada e doce protetora, em v\u00f3s, depois de Deus, ponho      o meu ref\u00fagio na minha atual necessidade. Com a encomenda da vida passada,      alcan\u00e7ai-me o perd\u00e3o de todos os meus pecados, para que me seja dado encontrar-me      convosco um ma no c\u00e9u. Am\u00e9m.<\/p>\n<h2>ORA\u00c7\u00c3O PARA O DIA DO ENCERRAMENTO<\/h2>\n<p>Em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>Angustiado e com a alma oprimida por graves infort\u00fanios, apresento-me perante      a vossa santa imagem, \u00f3 minha advogada, Santa Rita, para que n\u00e3o cesseis de      interceder por mim.<\/p>\n<p>Agora, que sois ditosa na frui\u00e7\u00e3o do Sumo Bem, orai por mim, para que Deus      se digne de conceder-me a gra\u00e7a que infatigavelmente solicito, a fim de poder      repetir com alegria e em verdade que sois de fato a &#8220;Advogada dos casos      desesperados e imposs\u00edveis.&#8221; Am\u00e9m.<\/p>\n<p>Fonte:  www.paginaoriente.com<\/p>\n<h6>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/h6>\n<h2>22 de Maio<\/h2>\n<p>No dia\u00a0<strong>22 de maio<\/strong>\u00a0celebramos a vida      santa da esposa, m\u00e3e, vi\u00fava e depois religiosa :\u00a0<strong>Santa      Rita de C\u00e1ssia\u00a0<\/strong>que tornou-se popular pela sua intercess\u00e3o      em casos imposs\u00edveis.<\/p>\n<p>Nascida em 1381 de uma pobre fam\u00edlia que muito bem comunicou-lhe a riqueza      que \u00e9 viver o Evangelho.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar14.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"210\" height=\"313\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><br \/>\n<strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong><\/p>\n<p>Desde pequena manifestava sua grande devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora, confian\u00e7a na      intercess\u00e3o de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista e de Santo Agostinho.\u00a0<\/p>\n<p>     No cora\u00e7\u00e3o de Santa Rita crescia o desejo da vida religiosa, por\u00e9m foi casada      pelos pais com Paulo Ferdinando, que de in\u00edcio aparentava de boa \u00edndole, por\u00e9m      come\u00e7ou a se mostrar grosseiro, violento e fanfarr\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar15.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"163\" height=\"217\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><br \/>\n<strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong><\/p>\n<p><strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong>\u00a0grande intercessora sofreu      muito com o esposo, at\u00e9 que este foi assassinado e acabou gerando nos dois      filhos g\u00eameos grande revolta e vontade de vingan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong>\u00a0se entregava constantemente      a ora\u00e7\u00e3o, e ao testemunho de caridade, tanto que perdoou o esposo e assassinos,      mas infelizmente perdeu cedo os filhos.<\/p>\n<p>Como vi\u00fava conseguiu a gra\u00e7a de entrar na vida religiosa. Chagada, e em meio      a novas situa\u00e7\u00f5es humanamente imposs\u00edveis, conseguiu superar com a gra\u00e7a de      Deus todos os desafios pela santidade.<\/p>\n<h2>O nascimento<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar16.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"181\" height=\"187\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><br \/>\n<strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong><\/p>\n<h2>A morte de Santa Rita<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar17.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"309\" height=\"206\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><br \/>\n<strong>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong><\/p>\n<p>No \u00faltimo per\u00edodo de sua vida, aconteceu um fato, que era a prova do carinho      que Deus dispensava a sua Serva. Durante um rigoroso inverno , pessoas de      Roca Porena, descobriram na horta de Rita uma roseira coberta de lindas rosas      e uma figueira com frutos maduros e saborosos. Rita, ficou feliz com esta      maravilhosa not\u00edcia e sentiu-se profundamente consolada, louvava cada vez      mais a Deus.\u00a0<\/p>\n<p>     Explicam esses fatos o piedoso costume de enfeitarem a imagem da Santa, particularmente      no dia de sua Festa, com rosas, figos, cachos de uvas e abelhas. A Santa Igreja      mesma parece querer perpetuar o milagre das rosas, aprovando a B\u00ean\u00e7\u00e3o das      Rosas que se faz no dia da Festa ou no dia 22 de cada m\u00eas, para al\u00edvio dos      enfermos.<\/p>\n<p>A doen\u00e7a da Santa estava cada dia piorando e as dores tinham se tornado insuport\u00e1veis.      Com ora\u00e7\u00f5es e santas aspira\u00e7\u00f5es ela se preparou para receber os sacramentos      e entre express\u00f5es de amor a Jesus e Maria sua alma se libertou dos v\u00ednculos      que a prendiam \u00e1 terra. Finalmente, com 78 anos de idade e 40 de vida religiosa,      faleceu Santa Rita em C\u00e1ssia, no velho Convento das Agostinianas, no dia 22      de maio de 1457, recreada com vis\u00f5es celestiais e depois de ter recebido com      muita piedade os \u00faltimos sacramentos.<br \/>\n     Neste momento m\u00e3os invis\u00edveis tangeram os sinos do convento e da vila de C\u00e1ssia,      entoando um hino triunfal das esposas eternas, convidando a comunidade e a      popula\u00e7\u00e3o para fazer um coro na glorifica\u00e7\u00e3o da alma daquela que viveu e morreu      na santidade&#8230;<\/p>\n<p>A morte de Rita foi acompanhada de muitos milagres. A cela onde ela faleceu,      apareceu uma luz de grande esplendor e um perfume especial se fez sentir em      todo o mosteiro, e a ferida do espinho, antes de aspecto repugnante tornou-se      brilhante, limpo, cor de rubi. Centenas de pessoas compareciam ao convento      para ver a &#8220;Santa&#8221;, cujo cad\u00e1ver ficou em exposi\u00e7\u00e3o al\u00e9m do tempo      legal. As religiosas, cantavam hinos de agradecimento a Deus, por ter exaltado      no c\u00e9u e na terra sua serva.<\/p>\n<h2>Beatifica\u00e7\u00e3o e Canoniza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar18.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"284\" height=\"348\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><br \/>\n<strong>Beatifica\u00e7\u00e3o e Canoniza\u00e7\u00e3o de Santa Rita de C\u00e1ssia<\/strong><\/p>\n<p>O culto \u00e0 bem aventurada da vila de C\u00e1ssia rapidamente se estendeu sobre      a It\u00e1lia e as na\u00e7\u00f5es de Portugal e Espanha, onde por causa dos milagres obtidos      por sua intercess\u00e3o o povo lhe deu o nome de &#8221; Santa das Causas Imposs\u00edveis&#8221;<\/p>\n<p>Em 1628 Urbano VIII lavrou o decreto de beatifica\u00e7\u00e3o da Santa com um especial      indulto do Papa Bento XIII de 1727.<\/p>\n<p>Muitos contratempos fizeram com que se protelasse a canoniza\u00e7\u00e3o, que s\u00f3 aos      24 de Maio de 1900 se realizou sob o pontificado de Le\u00e3o XIII. Contudo, j\u00e1      em 1577 se erguia em C\u00e1ssia uma igreja \u00e0 Santa das causa desesperadas e imposs\u00edveis.\u00a0<\/p>\n<p>     E o Brasil n\u00e3o foi das \u00faltimas na\u00e7\u00f5es em cultu\u00e1-la, porque a atual matriz      de Santa Rita da arquidiocese do Rio de Janeiro, data da era remota de 1724,      al\u00e9m desta, existem no Brasil outras igrejas dedicadas a Santa Rita, que provam      que ela recebe grande venera\u00e7\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o do povo Cat\u00f3lico Brasileiro.<\/p>\n<p>Fonte:  www.angelfire.com<\/p>\n<h6>Santa Rita de C\u00e1ssia<\/h6>\n<h3>22 de Maio<\/h3>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar19.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"158\" height=\"270\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><\/p>\n<h2>A MORTE DE SANTA RITA<\/h2>\n<p>Na \u00faltima enfermidade, que durou quatro anos, veio visit\u00e1-la uma sua parenta;      a Santa agradeceu-lhe a visita e, ao se despedir pediu:<\/p>\n<p><strong>V\u00e1 \u00e0 horta que fica perto de tua casa, por amor de Jesus, e traga-me      uma rosa.<\/strong><\/p>\n<p>Era o m\u00eas de janeiro, quando os campos est\u00e3o cobertos de neve e a vegeta\u00e7\u00e3o      morta. A parenta n\u00e3o deu cr\u00e9dito, pensando que a Santa delirasse; contudo,      para ser agrad\u00e1vel, se disp\u00f4s a atende-la, certa por\u00e9m de que n\u00e3o encontraria      rosa alguma. Rita percebeu suas d\u00favidas e lhe disse:<\/p>\n<p><strong>V\u00e1, n\u00e3o duvides.<\/strong><\/p>\n<p>Entrando na horta ela encontrou uma linda rosa. Cortou-a e levou \u00e0 enferma;      Rita pediu-lhe que voltasse \u00e0 mesma horta e lhe trouxesse dois figos. Foram      achados numa figueira que l\u00e1 havia.<\/p>\n<p>Esses fatos explicam o costume de se enfeitar a imagem da Santa com rosas,      figos, cachos de uvas e abelhas.<\/p>\n<p>A Santa Igreja mesmo parece querer perpetuar o milagre das rosas, aprovando      a B\u00ean\u00e7\u00e3o das Rosas que se faz no dia da Festa ou no dia 22 de cada m\u00eas, para      al\u00edvio dos enfermos. A doen\u00e7a da Santa estava cada dia piorando e as dores      tinham se tornado insuport\u00e1veis. Com ora\u00e7\u00f5es e santas aspira\u00e7\u00f5es ela se preparou      para receber os sacramentos e entre express\u00f5es de amor a Jesus e Maria sua      alma se libertou dos v\u00ednculos que a prendiam \u00e0 terra.<\/p>\n<p>&#8220;Chegou o tempo, minhas queridas irm\u00e3s, de sair deste mundo. Deus assim      o quer. Muito vos ofendi por n\u00e3o vos ter amado e obedecido como era de minha      obriga\u00e7\u00e3o; com toda a minha alma vos pe\u00e7o perd\u00e3o por todas as neglig\u00eancias      e descuidos; reconhe\u00e7o que vos tenho molestado por causa desta ferida da fronte;      rogo-vos tenhais piedade das minhas fragilidades; perdoai minhas ignor\u00e2ncias      e rogai a Deus por mim, para que minha alma alcance a paz e a miseric\u00f3rdia      da clem\u00eancia divina&#8230;&#8221;<\/p>\n<p>No convento s\u00f3 se ouviam os solu\u00e7os das freiras. O rosto p\u00e1lido da enferma      come\u00e7ou a tomar viva cor: transformou-se de repente, voltando a recuperar      a formosura dos anos juvenis. As freiras a contemplavam extasiadas. Ela abriu      novamente os olhos e, olhando para as irm\u00e3s em volta com suavidade e do\u00e7ura,      disse-lhes que a esperavam os Santos, seus protetores, e acrescentou:<\/p>\n<p>&#8220;Amai a Deus, minhas irm\u00e3s, sobre todas as coisas, porque a sua bondade      e formosura s\u00e3o inigual\u00e1veis e s\u00f3 Ele deve merecer o vosso amor; observai      a regra que haveis professado, venerai o nosso grande pai Santo Agostinho      por nos ter dado nela um caminho real para a gl\u00f3ria&#8221;.<\/p>\n<p>Este foi o seu testamento; e, levantando as m\u00e3os, assim prosseguia:<\/p>\n<p>&#8220;Ficai com Deus, em paz e caridade fraterna&#8221;.<\/p>\n<p>Sorriu, pareceu adormecer e&#8230; acordou no c\u00e9u entre os anjos.<\/p>\n<p>Finalmente, com 76 anos de idade e 40 de vida religiosa, faleceu Santa Rita      em C\u00e1ssia, no velho Convento das Agostinianas, no dia 22 de maio de 1457,      depois de ter recebido com muita piedade os \u00faltimos sacramentos.<\/p>\n<p>Neste momento m\u00e3os invis\u00edveis tangeram os sinos do convento e da vila de      C\u00e1ssia, entoando um hino triunfal das esposas eternas, convidando a comunidade      para fazer um coro na glorifica\u00e7\u00e3o da alma daquela que viveu e morreu na santidade&#8230;<\/p>\n<p>A morte de Rita foi acompanhada de muitos milagres. Na cela onde ela faleceu,      apareceu uma luz de grande esplendor e um perfume especial se fez sentir em      todo o mosteiro, e a ferida do espinho, antes de aspecto repugnante tornou-se      brilhante, limpa, cor de rubi.<\/p>\n<p>Centenas de pessoas compareciam ao convento para ver a &#8220;Santa&#8221;,      cujo cad\u00e1ver ficou em exposi\u00e7\u00e3o al\u00e9m do tempo legal.<\/p>\n<p>As freiras trataram de sepultar o corpo da Santa, mas eis que a provid\u00eancia      de Deus fez com que em toda a cidade n\u00e3o se achasse mais que um carpinteiro,      e este t\u00e3o doente que estava n\u00e3o podia pegar nas ferramentas.<\/p>\n<p>Que a Santa me cure &#8211; disse ele -, e eu farei o caix\u00e3o.<\/p>\n<p>De fato, Francesco Barbari sentiu-se repentinamente curado e cumpriu a sua      promessa.<\/p>\n<p>As irm\u00e3s entoavam hinos de agradecimento a Deus por ter exaltado no c\u00e9u e      na terra sua serva.<\/p>\n<p>Rita foi venerada como santa imediatamentre ap\u00f3s a sua morte, como atestam      o sarc\u00f3fago e o C\u00f3dex Miraculorum, documentos de 1457 e 1462. Seus ossos,      desde 18 de maio de 1947, repousam no Santu\u00e1rio, na urna de prata e cristal      fabricada em 1930.<\/p>\n<p>Quase 550 anos se passaram desde que a alma de Rita deixou de animar aquele      corpo; n\u00e3o obstante, o poder de Deus ainda o conserva. As vestes que lhe serviam      de mortalha est\u00e3o t\u00e3o perfeitas como no dia em que a envolveram.<\/p>\n<p>Recentes exames m\u00e9dicos afirmaram que sobre a testa, \u00e0 esquerda, existem      tra\u00e7os de uma ferida \u00f3ssea (osteomielite). O p\u00e9 direito apresenta sinais de      uma doen\u00e7a sofrida nos \u00faltimos anos, talvez uma inflama\u00e7\u00e3o no nervo ci\u00e1tico.      Sua altura era de 1,57m.<\/p>\n<p>O rosto, as m\u00e3os e os p\u00e9s est\u00e3o mumificados, enquanto que sob o h\u00e1bito de      religiosa agostiniana existe, intacto, o seu esqueleto.<\/p>\n<h2>BEATIFICA\u00c7\u00c3O E CANONIZA\u00c7\u00c3O<\/h2>\n<p>O culto \u00e0 bem aventurada da vila de C\u00e1ssia rapidamente se estendeu pela It\u00e1lia,      Portugal e Espanha, onde devido aos milagres obtidos por sua intercess\u00e3o o      povo lhe deu o nome de &#8220;Santa das causas imposs\u00edveis&#8221;.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar20.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"250\" height=\"310\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><\/p>\n<p>O papa Urbano 8\u00ba, ent\u00e3o bispo de Espoleto, a cuja diocese pertence C\u00e1ssia,      presenciou v\u00e1rios milagres. Assim que foi elevado \u00e0 c\u00e1tedra de S\u00e3o Pedro,      mandou iniciar o processo de beatifica\u00e7\u00e3o. Em 1627 aprovou a reza e missa      em honra da Santa.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar21.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"307\" height=\"262\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><\/p>\n<p>Muitos contratempos fizeram com que se protelasse a canoniza\u00e7\u00e3o, que s\u00f3 aos      24 de Maio de 1900 se realizou sob o pontificado de Le\u00e3o 13. Contudo, j\u00e1 em      1577 se erguia em C\u00e1ssia uma igreja \u00e0 Santa das causa desesperadas e imposs\u00edveis.<\/p>\n<p>O Brasil n\u00e3o foi das \u00faltimas na\u00e7\u00f5es em cultu\u00e1-la, pois a atual matriz de      Santa Rita da arquidiocese do Rio de Janeiro, data da era remota de 1724.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desta, existem no Brasil v\u00e1rias outras igrejas dedicadas a Santa Rita,      provando a grande venera\u00e7\u00e3o que o povo Cat\u00f3lico Brasileiro tem por ela.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/santar22.jpg\" alt=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" width=\"223\" height=\"297\" title=\"Santa Rita de C\u00e1ssia\" \/><\/p>\n<h3>ORA\u00c7\u00d5ES<\/h3>\n<h2>PROTE\u00c7\u00c3O DE SANTA RITA<\/h2>\n<p>\u00d3 Santa Rita, filha obediente, esposa am\u00e1vel de um homem dif\u00edcil, m\u00e3e paciente      de filhos indom\u00e1veis, irm\u00e3 bondosa e compreensiva das religiosas do convento,      mulher sofredora e fiel a Jesus, modelo de vida para todas as fam\u00edlias, dignai-vos      mostrar aqui vosso aux\u00edlio poderoso.<\/p>\n<p>V\u00f3s conheceis a humanidade e seu sofrimento. V\u00f3s sabeis tamb\u00e9m das minhas      necessidades e do pedido que venho depositar a vossos p\u00e9s, confiando na vossa      poderosa intercess\u00e3o junto a Deus.<\/p>\n<p>Concedei-me a gra\u00e7a mais importante: a de viver sempre na amizade de Deus      e com os irm\u00e3os, ouvindo a Palavra do Evangelho, participando dos Sacramentos,      crescendo na F\u00e9 e na vida de Comunidade. In\u00fameras pessoas ajudastes, em casos      desesperados e quase imposs\u00edveis, tornando-se assim um ref\u00fagio seguro para      todos os que rezam com f\u00e9.<\/p>\n<p>N\u00e3o esque\u00e7ais meu fervoroso pedido, v\u00f3s que, como ningu\u00e9m, tivestes o privil\u00e9gio      de se identificar com Cristo no mist\u00e9rio da cruz. Ajudai-me a carregar a minha      cruz e a seguir com coragem o meu caminho.<\/p>\n<p>\u00d3 poderosa Santa Rita, sede minha protetora. Am\u00e9m!<\/p>\n<h2>CASOS DIF\u00cdCEIS<\/h2>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\">\u00d3 poderosa Santa Rita, chamada Santa das Causas Imposs\u00edveis,        advogada dos casos desesperados, auxiliadora da \u00faltima hora, ref\u00fagio e abrigo        da dor que arrasta para o abismo do pecado e do desespero, com toda a confian\u00e7a        no vosso poder junto ao Cora\u00e7\u00e3o Sagrado de Jesus, a V\u00f3s recorro no caso        dif\u00edcil e imprevisto, que dolorosamente oprime o meu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\">V\u00f3s bem sabeis, v\u00f3s bem conheceis o que seja o mart\u00edrio        do cora\u00e7\u00e3o. Pelos sofrimentos atrozes que padecestes, pelas l\u00e1grimas amargos\u00edssimas        que santamente chorastes, vinde em meu aux\u00edlio. Falai, rogai, intercedei        por mim que n\u00e3o ouso faz\u00ea-lo ao Pai de miseric\u00f3rdia e fonte de toda a consola\u00e7\u00e3o,        e obtende-me a gra\u00e7a que desejo. (fazer o pedido)<\/p>\n<p class=\"imagem\">Apresentada por v\u00f3s a minha ora\u00e7\u00e3o, o meu pedido, por v\u00f3s        que sois t\u00e3o amada por Deus, certamente serei atendido. Dizei a Nosso Senhor        que me valerei da gra\u00e7a para melhorar a minha vida e os meus costumes e        para cantar na terra e no c\u00e9u a divina miseric\u00f3rdia. Am\u00e9m!<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>ORA\u00c7\u00c3O EM HONRA DE SANTA RITA<\/h2>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\">\u00d3 Deus, que Vos dignastes comunicar a Santa Rita tanta gra\u00e7a,        que Vos imitou no amor aos seus inimigos, trazendo no seu cora\u00e7\u00e3o e na sua        fronte os sinais da Vossa caridade e Paix\u00e3o, n\u00f3s Vos rogamos nos concedais,        Por sua intercess\u00e3o e m\u00e9ritos, amar os nossos inimigos e contemplar continuamente,        com o espinho da compun\u00e7\u00e3o, as dores da Vossa paix\u00e3o. V\u00f3s que viveis e reinais        pelos s\u00e9culos. Am\u00e9m.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>POR TODOS OS QUE SOFREM<\/h2>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\">Deus, nosso Pai e Amigo, sois o criador e conservador da        vida e do mundo, sois a fonte de onde brotam todas as gra\u00e7as e b\u00ean\u00e7\u00e3os.        Aben\u00e7oai Vossos filhos que, confiantes, vos dirigem esta prece, pela intercess\u00e3o        de Santa Rita de C\u00e1ssia.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Socorrei os pobres, as vi\u00favas, os \u00f3rf\u00e3os, e dai-nos um cora\u00e7\u00e3o        pobre e generoso. Curai os doentes, os alco\u00f3latras, os drogados, e dai-nos        um cora\u00e7\u00e3o puro e misericordioso. Confortai os aflitos, convertei os pecadores,        iluminai os que andam nas trevas do erro, da ignor\u00e2ncia e da mentira, e        dai-nos um cora\u00e7\u00e3o s\u00e1bio e verdadeiro. Aben\u00e7oai nossas fam\u00edlias nossos amigos,        os que conosco trabalham e todos aqueles por quem somos obrigados a rezar,        e dai-nos um cora\u00e7\u00e3o justo e fraterno.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Ajudai-nos em todas as nossas dificuldades, para que levemos        uma vida digna da voca\u00e7\u00e3o crist\u00e3 e construamos um mundo que seja verdadeiro        sinal do Vosso Reino. Rogai por n\u00f3s, Santa Rita de C\u00e1ssia, para que sejamos        dignos das promessas de Cristo.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Oremos: \u00d3 Deus, nosso Pai, Santa Rita correspondeu plenamente        \u00e0s vossas gra\u00e7as e imitou de tal modo o Vosso Filho, no perd\u00e3o e no amor        aos inimigos, que mereceu trazer um seu cora\u00e7\u00e3o e em sua fronte os sinais        da paix\u00e3o. Concedei-nos, por sua intercess\u00e3o e exemplo, que amemos a V\u00f3s        de todo o cora\u00e7\u00e3o e aos irm\u00e3os com a mais perfeita caridade, a fim de recebermos,        uma dia, a recompensa prometida no Evangelho. Por Jesus Cristo, nosso Senhor.        Am\u00e9m!<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>PROTE\u00c7\u00c3O DO LAR<\/h2>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\">Poderosa Santa Rita, a quem Deus constituiu Auxiliadora        dos Crist\u00e3os, n\u00f3s vos escolhemos como Senhora e Protetora desta casa. Dignai-vos        mostrar aqui o vosso poderoso aux\u00edlio. Preservai esta casa de todo perigo:        do inc\u00eandio, da inunda\u00e7\u00e3o, do raio, das tempestades, dos ladr\u00f5es, dos malfeitores,        da guerra e de todas as outras calamidades que conheceis.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Aben\u00e7oai, protegei, defendei e guardai como coisa vossa        as pessoas que vivem nesta casa. Sobretudo, concedei-lhes a gra\u00e7a mais importante:        a de viverem sempre na amizade de Deus, evitando o pecado. Dai-lhes a f\u00e9        que tivestes na Palavra de Deus e o amor que nutristes para com o vosso        Salvador Jesus Cristo e para com todos aqueles pelos quais Ele morreu na        cruz.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Gloriosa Santa Rita, rogai por todos os que moram nesta        casa que vos foi consagrada. Am\u00e9m!<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>AGRADECIMENTO A SANTA RITA<\/h2>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\">\u00c9 com o cora\u00e7\u00e3o profundamente comovido e perturbado que        hoje venho a v\u00f3s, \u00f3 gloriosa e poderosa Santa Rita. Na hora do perigo, no        momento em que estava amea\u00e7ada a minha felicidade e a dos que me s\u00e3o caros,        a v\u00f3s roguei com a alma aflita e cheia de apreens\u00e3o. A v\u00f3s supliquei, a        v\u00f3s que todos chamam de Santa dos Imposs\u00edveis, Advogada nos Casos Desesperados,        Ref\u00fagio na \u00daltima Hora&#8230; N\u00e3o foi iludida a minha confian\u00e7a em v\u00f3s.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Agora volto a v\u00f3s, n\u00e3o mais com as l\u00e1grimas do sofrimento        nos olhos, mas com alegria e serenidade no cora\u00e7\u00e3o, para vos ofertar meu        infinito reconhecimento. Esta alegria, esta serenidade, a v\u00f3s as devo, cara        Santa, a v\u00f3s que intercedestes em meu favor junto a Deus, apesar da minha        indignidade, e me alcan\u00e7astes a gra\u00e7a desejada.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Quisera poder melhor exprimir-vos o profundo sentimento        de gratid\u00e3o que enche meu cora\u00e7\u00e3o, \u00f3 Santa milagrosa, \u00f3 consoladora dos        aflitos, mas a pr\u00f3pria emo\u00e7\u00e3o causada pela felicidade de ter obtido esta        gra\u00e7a paralisa minhas express\u00f5es e somente sei murmurar: gra\u00e7as vos dou,        muitas gra\u00e7as, mil gra\u00e7as, Santa Rita.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Para vos demonstrar, ent\u00e3o, de maneira mais eficaz meu infinito        reconhecimento, prometo-vos propagar com zelo cada vez maior o vosso culto,        fazer-vos amada por aqueles que n\u00e3o vos conhecem ainda e que n\u00e3o t\u00eam, como        eu, a felicidade de ter experimentado vossa infinita benevol\u00eancia. Prometo-vos        auxiliar, segundo as minhas possibilidades, a manuten\u00e7\u00e3o do vosso culto        e participar, sempre que poss\u00edvel, das cerim\u00f4nias celebradas em vossa honra.        Para tornar-me sempre mais digno do aux\u00edlio do c\u00e9u e da vossa santa prote\u00e7\u00e3o,        tomo a partir de hoje a resolu\u00e7\u00e3o de cumprir com maior zelo e fervor os        meus deveres crist\u00e3os.<\/p>\n<p class=\"imagem\">\u00d3 cara Santa Rita, a v\u00f3s confio o cuidado de apresentar        a Deus estas sinceras resolu\u00e7\u00f5es e de lhe agradecer por mim a gra\u00e7a generosamente        concedida. Dignai-vos, enfim, n\u00e3o me desamparar jamais e continuai a dispensar-me        vossa santa e ativa prote\u00e7\u00e3o, a fim de que possa um dia encontrar-vos no        c\u00e9u e dizer-vos melhor todo o meu reconhecimento. Am\u00e9m!<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>LADAINHA<\/h2>\n<blockquote>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\">Senhor, compadecei-vos de n\u00f3s !<br \/>\n         Cristo, compadecei-vos de n\u00f3s!<br \/>\n         Senhor, compadecei-vos de n\u00f3s !<br \/>\n         Cristo, ouvi-nos !<br \/>\n         Cristo, escutai-nos !<br \/>\n         Pai celestial, que sois Deus,<br \/>\n         tende miseric\u00f3rdia de n\u00f3s !<br \/>\n         Filho, Redentor do mundo, que sois Deus,<br \/>\n         tende miseric\u00f3rdia de n\u00f3s !<br \/>\n         Esp\u00edrito Santo que sois Deus,<br \/>\n         tende miseric\u00f3rdia de n\u00f3s !<br \/>\n         Trindade Santa, que sois um s\u00f3 Deus,<br \/>\n         tende miseric\u00f3rdia de n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Maria,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa M\u00e3e de Deus,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Virgem das virgens,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Rita, sol luminoso para guiar ao porto da salva\u00e7\u00e3o,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Rita, intercessora dos aflitos,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Rita, Anjo de caridade,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Rita, serafim inflamado no amor divino,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Rita, modelo exemplar das esposas,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Rita, coroada com os espinhos de Cristo crucificado,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Rita, valioso aux\u00edlio em todas as necessidades,<br \/>\n         rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Santa Rita, sol brilhante da Igreja cat\u00f3lica,<br \/>\n         rogai rogai por n\u00f3s !<br \/>\n         Pelo inexplic\u00e1vel gozo que tivestes no dia da vossa profiss\u00e3o,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         Pelas particulares consola\u00e7\u00f5es que gozou a vossa alma,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         Pelas gra\u00e7as que recebestes do Sant\u00edssimo Sacramento da Eucaristia,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         Pela cruz de um marido incompat\u00edvel,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         Pelas dores crudel\u00edssimas que sofreste em vossa fronte,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         Por todas as vossa tribula\u00e7\u00f5es,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         Pela vossa vida paciente, penitente e solit\u00e1ria,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         V\u00f3s, cujo cora\u00e7\u00e3o foi um trono da majestade divina,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         V\u00f3s que, sendo uma criatura terrena, pareceis um querubim celeste,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         V\u00f3s que recebestes o poder de triunfar dos imposs\u00edveis,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         V\u00f3s que sois a consoladora dos necessitados,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         V\u00f3s que fostes assinalada com o selo de Jesus Cristo,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         V\u00f3s que tudo podeis junto a Jesus e Maria,<br \/>\n         amparai esta s\u00faplica !<br \/>\n         Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,<br \/>\n         perdoai-nos, Senhor !<br \/>\n         Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,<br \/>\n         ouvi-nos, Senhor !<br \/>\n         Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,<br \/>\n         tende miseric\u00f3rdia de n\u00f3s !<br \/>\n         V. &#8211; Assinalastes, Senhor, a vossa serva Rita.<br \/>\n         R &#8211; Com o sinal de vossa caridade e paix\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: adseda.sites.uol.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa Rita de C\u00e1ssia, Biografia, Religiosa, Ora\u00e7\u00e3o, Sofrimento, Como Viveu, Quem Foi, Causas Imposs\u00edveis, Santa Rita de C\u00e1ssia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[300],"tags":[],"class_list":["post-58641","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-calendario-comemorativo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Santa Rita de C\u00e1ssia, Biografia, Religiosa Santa Rita de C\u00e1ssia<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Santa Rita de C\u00e1ssia, Biografia, Religiosa, Ora\u00e7\u00e3o, Sofrimento, Como Viveu, Quem Foi, Causas Imposs\u00edveis, Santa Rita de 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