{"id":58196,"date":"2016-06-30T12:27:01","date_gmt":"2016-06-30T12:27:01","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=58196"},"modified":"2016-06-30T12:52:44","modified_gmt":"2016-06-30T12:52:44","slug":"inglaterra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/inglaterra","title":{"rendered":"Inglaterra"},"content":{"rendered":"<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/iinglat1.jpg\" alt=\"Inglaterra\" title=\"Inglaterra\" \/><\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>A\u00a0<b>Hist\u00f3ria da Inglaterra<\/b>\u00a0iniciou-se no s\u00e9c.      V, com a instala\u00e7\u00e3o, na Bretanha* (Britannia), dos anglo-sax\u00f5es. Estes, repelindo      ou assimilando os antigos ocupantes, colonizaram a regi\u00e3o que lhes deve o      nome (England, terra dos anglos) e organizaram-se em pequenos reinos rivais      (Kent, Essex, Wessex, Sussex, Nort\u00fambris, M\u00e9rcia, East Anglia). <\/p>\n<p>O Wessex dominou a regi\u00e3o a partir do s\u00e9c. IX e tornou-se pr\u00f3spero durante      os reinados de Alfredo, o Grande (871-899) e de seus sucessores (s\u00e9culos IX-XI).<\/p>\n<p>A introdu\u00e7\u00e3o do cristianismo na Inglaterra (s\u00e9c. VII) tornara poss\u00edvel o      desenvolvimento e a expans\u00e3o da civiliza\u00e7\u00e3o anglo-sax\u00f4nica, cuja perenidade      foi assegurada pelas duas metr\u00f3poles religiosas, Yerk e Canterbury, e por      numerosos mosteiros. <\/p>\n<p>Mas os dinamarqueses, que invadiram a ilha no s\u00e9c. IX e instalaram-se no      Danelaw, conquistaram a regi\u00e3o no s\u00e9c. XI. Contudo, sua implanta\u00e7\u00e3o permaneceu      superficial.<\/p>\n<p> Assim, ap\u00f3s a morte de Kriud, e Grande (1035), a dinastia anglo-sax\u00f4nica      foi restaurada por Eduardo, o Confessor (1042-1066). Este rei estava ligado      aos normandos, e o princ\u00edpio da legitimidade real foi questionado por seu      sucessor, Haroldo II.<\/p>\n<p>O duque da Normandia, Guilherme, invadiu ent\u00e3o a Inglaterra (Bata-lha de      Rastings, 14.10.1066), sendo logo em seguida coroado rei (Guilherme 1, o Conquistador,      1066-1087). Os filhos de Guilherme, seus sucessores, travaram lutas terr\u00edveis,      mas Henrique I Beauclerc (1100-1135) prosseguiu com a obra unificadora e administrativa      de seu pai. <\/p>\n<p>Com sua morte, contudo, a guerra civil iniciou-se. Henrique II Plantageneta      (1154-1189), tendo desposado Alienor da Aquit\u00e2nia, tornou-se senhor de um      vasto imp\u00e9rio anglo-angevino, que se estendeu, ao mesmo tempo, sobre a Fran\u00e7a,      onde o rei teve de defender-se contra os Capotes e sobre a Inglaterra, onde      teve que reduzir uma feudalidade turbulenta e enfrentar a oposi\u00e7\u00e3o de Thomas      Becket. <\/p>\n<p>A presen\u00e7a freq\u00fcente dos Plantageneta na Fran\u00e7a e a incapacidade dos sucessores      de Henrique [Ricardo Cora\u00e7\u00e3o de Le\u00e3o (1189-1199), Jo\u00e3o sem Terra (1199-1216),      Henrique III (1216-1272)] para resistir \u00e0 influ\u00eancia da aristocracia for\u00e7aram      a aceita\u00e7\u00e3o de um poder representado pelo Parlamento.<\/p>\n<p>A      ascend\u00eancia da aristocracia sobre es camponeses aumentou, reduzindo-os \u00e0 servid\u00e3o      e fazendo das resid\u00eancias senhoriais, ao mesmo tempo que importantes focos      de explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, centros judici\u00e1rios locais.<\/p>\n<p>O reinado de Eduardo I(1272-1307) marcou o retorno a um certo equil\u00edbrio,      inclusive cem a conquista de Pais de Gales. Mas Eduardo II(1307-1327) fracassou      na conquista da Esc\u00f3cia. Durante es reinados de Eduardo III (1327-1377), de      Ricardo II (1377-1399) e dos Lancaster Henrique IV (1399-1413), Henrique V      (1413-1422), Henrique VI (1422-1461), a Inglaterra esgotou-se na guerra contra      os Valois (Guerra dos Cem Anos), enquanto a crise monet\u00e1ria e econ\u00f4mica, as      epidemias e a fome afetavam a popula\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Gra\u00e7as \u00e1 fragilidade dos Lancaster, manifestaram-se as ambi\u00e7\u00f5es nobili\u00e1rias      que provocaram a Guerra das Duas Rosas (1450-1485), que op\u00f4s os Lancaster      aos York. Contudo, Eduardo IV (1461-1483) p\u00f4s fim \u00e0 Guerra dos Cem Anos (1475),      mas sua obra de restabelecimento da ordem interna foi arruinada por Ricardo      III (1483-1485).<\/p>\n<p>A ascens\u00e3o de Henrique VII Tudor (1485-1509) devolveu \u00e0 Inglaterra a prosperidade      e o equil\u00edbrio. A pol\u00edtica interna do soberano, baseada no acordo com o Parlamento      e a nobreza, e uma diplomacia de prest\u00edgio, que se beneficiou da rivalidade      entre a Fran\u00e7a e os Rabsburgo, prosseguiram, com um clamor ainda maior e apesar      das conseq\u00fc\u00eancias do cisma religioso, durante o reinado de Henrique VIII (1509-1547).      Com Eduardo VI (1547-1553), a Igreja evoluiu em dire\u00e7\u00e3o ao protestantismo.    <\/p>\n<p>Foi reconduzida, n\u00e3o sem problemas, ao catolicismo por Maria I Tudor (1553-1558),      mas Elizabeth I (1558-1603) restaurou a Igreja nacional. Esta, a servi\u00e7o da      monarquia, refor\u00e7ou a unidade do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A      Inglaterra moderna, favorecida pela amplia\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o de animais, que foi      acompanhada pelo movimento dos &#8220;enclosures&#8221; (cercamentos), surgiu,      ent\u00e3o, ao mesmo tempo pr\u00e9-capitalista e mar\u00edtima. Com a morte de Elizabeth,      Jaime VI Stuart, rei da Esc\u00f3cia, tornou-se Jaime I da Inglaterra; assim se      constituiu, de fato, a Gr\u00e3-Bretanha; a uni\u00e3o dos dois remos foi concretizada      pelo Ato de 1707.<\/p>\n<h4>Cultura<\/h4>\n<p>Poucos      pa\u00edses t\u00eam legado ao acervo cultural da humanidade uma contribui\u00e7\u00e3o t\u00e3o importante      como a que proporcionaram os pensadores brit\u00e2nicos. Talentos como Thomas Hobbes,      Thomas Moore e John Stuart Mill em ci\u00eancias pol\u00edticas, Adam Smith, David Ricardo,      John Maynard Keynes em economia, e Francis Bacon, Isaac Newton, John Locke,      George Berkeley, David Hume e Bertrand Russell na matem\u00e1tica, nas ci\u00eancias      e na filosofia, s\u00e3o s\u00f3 uma pequena parte da rela\u00e7\u00e3o de pensadores universais      que nasceram no Reino Unido. Geoffrey Chaucer, William Shakespeare, John Milton,      Jonathan Swift e muitos outros fizeram da literatura brit\u00e2nica um dos maiores      tesouros da cultura universal.<\/p>\n<h4>M\u00fasica<\/h4>\n<p>Desde      suas origens, o Reino Unido prestigiou a cria\u00e7\u00e3o musical. Compositores significativos      j\u00e1 apareceram no s\u00e9culo XIV, tempo da ars nova, como no caso de John Dunstable.      Nos s\u00e9culos XVI e XVII, de alta m\u00fasica religiosa e madrigalista, imortalizaram-se      figuras como William Byrd, Thomas Morley, John Dowland e Henry Purcell, fundador      da \u00f3pera inglesa.<\/p>\n<p>O      italianismo, no s\u00e9culo seguinte, provocou a c\u00e9lebre rea\u00e7\u00e3o nacionalista da      \u00f3pera-balada, de que \u00e9 exemplo The Beggar&#8217;s Opera (A \u00f3pera do mendigo) de      John Christopher Pepusch e John Gay, contrapartida sat\u00edrica \u00e0 presen\u00e7a do      g\u00eanio de Haendel, magnificamente bem-sucedido na Gr\u00e3-Bretanha. Na primeira      metade do s\u00e9culo XIX, \u00e9 importante a personalidade de John Field, sobretudo      no desenvolvimento da m\u00fasica para piano.<\/p>\n<p>Do fim do s\u00e9culo XIX em diante, o panorama se enriqueceu com a light opera      de Arthur Sullivan, cujo nome est\u00e1 ligado ao de William Gilbert, com a obra      orquestral e coral de Edward Elgar, o impressionismo de Frederick Delius e      a vasta atividade criadora de Vaughan Williams. <\/p>\n<p>A modernidade, algo metaf\u00edsica na fantasia astral de Gustav Holst, e eleg\u00edaca      na m\u00fasica de c\u00e2mara de Frank Bridge, atinge um fasc\u00ednio crescente na obra      vocal e instrumental de Benjamin Britten, sobretudo em sua \u00f3pera Peter Grimes      (1945).<\/p>\n<h4>Arquitetura<\/h4>\n<p>A      invas\u00e3o normanda do s\u00e9culo XI levou para a ilha os estilos art\u00edsticos do continente.      Constru\u00edram-se numerosas igrejas e catedrais rom\u00e2nicas, de estreita semelhan\u00e7a      com as que pouco antes se haviam erguido na Normandia francesa. Salientam-se,      entre estas, as catedrais de Gloucester, Norwich e Durham.<\/p>\n<p>Logo      se come\u00e7aram a construir ab\u00f3badas de ogivas cruzadas e desenvolveu-se o estilo      g\u00f3tico, no in\u00edcio muito semelhante ao do norte da Fran\u00e7a, mas que a partir      do s\u00e9culo XIII (catedral de Salisbury) come\u00e7ou a ganhar caracter\u00edsticas peculiares,      como o gosto por ab\u00f3badas estreladas de grande complexidade de formas e, principalmente,      o acentuado sentido de verticalidade.<\/p>\n<p>A      nave da capela do King&#8217;s College, de Cambridge, a capela do New College de      Oxford e a capela do Rei na abadia de Westminster s\u00e3o amostras representativas      do g\u00f3tico ingl\u00eas.<\/p>\n<p>A paix\u00e3o dos arquitetos brit\u00e2nicos pelo estilo g\u00f3tico, ent\u00e3o, tornou-se tradicional.      Em meados do s\u00e9culo XVI desenvolveu-se o estilo Tudor, que, sem abandonar      as estruturas g\u00f3ticas, incorporou elementos renascentistas. <\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVII triunfaram, com grande atraso em rela\u00e7\u00e3o ao continente, as      formas arquitet\u00f4nicas neocl\u00e1ssicas, que se mantiveram simples e despojadas,      j\u00e1 que o barroco europeu contempor\u00e2neo apenas penetrou na Gr\u00e3-Bretanha. Sir      Christopher Wren foi autor de grande n\u00famero de edifica\u00e7\u00f5es na Londres que      teve de reconstruir depois do grande inc\u00eandio de 1666.<\/p>\n<p>A      catedral de S\u00e3o Paulo, de Londres, com magn\u00edfica c\u00fapula e um p\u00f3rtico d\u00f3rico,      \u00e9 a obra mais representativa da \u00e9poca. O s\u00e9culo XVIII tamb\u00e9m encaminhou as      prefer\u00eancias para o gosto cl\u00e1ssico. Numerosos edif\u00edcios e pal\u00e1cios inspiraram-se      nos trabalhos de Andrea Palladio.<\/p>\n<p>O      s\u00e9culo XIX conheceu uma arquitetura ecl\u00e9tica, com numerosas edifica\u00e7\u00f5es de      estilo neocl\u00e1ssico e uma renova\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o g\u00f3tica, de que \u00e9 exemplo o      edif\u00edcio do Parlamento. Mais que a arquitetura, por\u00e9m, foi a engenharia brit\u00e2nica      que brilhou nesse s\u00e9culo, com o emprego de novos materiais e a realiza\u00e7\u00e3o      de obras p\u00fablicas gigantescas. O pal\u00e1cio de Cristal e as grandes pontes met\u00e1licas      s\u00e3o cria\u00e7\u00f5es estupendas da \u00e9poca vitoriana.<\/p>\n<h4>Pintura<\/h4>\n<p>Nos      s\u00e9culos XVI e XVII n\u00e3o houve pintores nem escultores brit\u00e2nicos de destaque.      As obras culminantes na pintura do primeiro per\u00edodo foram os retratos de Hans      Holbein o Jovem, e no segundo, os de Antoon van Dyck, ambos estrangeiros.<\/p>\n<p><strong>No      s\u00e9culo XVIII, contudo, ocorreu o nascimento de uma escola pict\u00f3rica verdadeiramente      brit\u00e2nica:<\/strong>\u00a0William      Hogarth, Joshua Reynolds, Thomas Gainsborough e Richard Wilson foram os grandes      nomes da \u00e9poca. Os tr\u00eas primeiros continuaram a tradi\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica do retrato,      e os dois \u00faltimos criaram uma escola de paisag\u00edstica.<\/p>\n<p>William      Turner e John Constable seriam os grandes paisagistas brit\u00e2nicos do s\u00e9culo      XIX, sobressaindo o primeiro como precursor do impressionismo. Por volta de      1850 irrompeu o grupo de pintores pr\u00e9-rafaelitas, que introduziram em suas      obras uma carga de simbolismo inspirado muitas vezes no primeiro Renascimento      italiano.<\/p>\n<p>Entre      eles encontravam-se Dante Gabriel Rossetti, John Everett Millais e William      Holman Hunt. Edward Burne-Jones, William Morris e Aubrey Breadsley, j\u00e1 no      fim do s\u00e9culo, s\u00e3o considerados modernistas. Morris fundou em 1861 o movimento      Arts and Crafts, que renovou profundamente as artes decorativas.<\/p>\n<p>Durante      o s\u00e9culo XX, as artes pl\u00e1sticas brit\u00e2nicas permaneceram geralmente \u00e0 margem      das vanguardas internacionais at\u00e9 os \u00faltimos dec\u00eanios.<\/p>\n<p>As      revolu\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas iniciadas pelo cubismo foram mais tarde recebidas nas      ilhas. Figuras de express\u00e3o indiscut\u00edvel na escultura, contudo, foram Barbara      Hepworth, Henry Moore e Reg Butler. Na pintura, distinguiram-se ainda nomes      como Augustus John, Ben Nicholson, Paul Nash, Sir Stanley Spencer, Graham      Sutherland, Francis Bacon, David Hockney e muitos outros.<\/p>\n<h4>Cinema<\/h4>\n<p>Londres foi uma das cidades em que o cinema deu seus primeiros passos. Depois      da fase do pioneirismo, de Robert William Paul, George-Albert Smith e James      Williamson, seguiu-se um per\u00edodo de influ\u00eancia fortemente teatral, hist\u00f3rica      e liter\u00e1ria, marcado, j\u00e1, pela penetra\u00e7\u00e3o do cinema americano. <\/p>\n<p>A paisagem social e humana do Reino Unido s\u00f3 se firmou nas telas a partir      dos document\u00e1rios do escoc\u00eas John Grierson e de outros diretores.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a segunda guerra mundial, o drama, no cinema, j\u00e1 se mostrou propriamente      ingl\u00eas sob a dire\u00e7\u00e3o de David Lean, John Boulting ou Anthony Asquith. Com      as com\u00e9dias da companhia Ealing ou o retorno \u00e0 dramaturgia, embora de excelente      qualidade, o cinema ingl\u00eas n\u00e3o se renovou, o que s\u00f3 aconteceu a partir da      d\u00e9cada de 1950, com cineastas como Lindsay Anderson, Karel Reisz, Jack Clayton      e Tony Richardson &#8212; realizador de Tom Jones (1963). <\/p>\n<p>Depois, destacaram-se os cineastas John Schlesinger, Bryan Forbes, Desmond      Davis, Ken Russell e Richard Lester. Entretanto, o maior cineasta em atividade      no Reino Unido no per\u00edodo foi o americano Joseph Losey.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>O      Reino Unido \u00e9 um dos pa\u00edses mais densamente povoados do mundo.<\/p>\n<p>Nos s\u00e9culo XVII e XVIII, a popula\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica experimentou um crescimento      cont\u00ednuo, por se atenuarem as epidemias, por manter-se alta a taxa de natalidade      da sociedade tradicional e ainda por cair a taxa de mortalidade ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o      de modernas t\u00e9cnicas de higiene. <\/p>\n<p>A revolu\u00e7\u00e3o industrial &#8212; e agr\u00edcola &#8212; do s\u00e9culo XVIII permitiu a alimenta\u00e7\u00e3o      adequada da crescente popula\u00e7\u00e3o, de modo que se deu no pa\u00eds, pela primeira      vez, o fen\u00f4meno da explos\u00e3o demogr\u00e1fica que caracterizou a transi\u00e7\u00e3o de algumas      sociedades para a modernidade. <\/p>\n<p>No come\u00e7o do s\u00e9culo XX ainda se mantinham no Reino Unido taxas de natalidade      relativamente altas (m\u00e9dia de 1900-1917: 27 por mil), enquanto as de mortalidade      haviam ca\u00eddo para menos de 16 por mil, ent\u00e3o entre as mais baixas do mundo.<\/p>\n<p>A      partir da primeira guerra mundial, contudo, a taxa de natalidade baixou drasticamente      &#8212; e mais ainda na d\u00e9cada de 1930. Pouco antes da segunda guerra mundial produziu-se      uma eleva\u00e7\u00e3o, mas em meados da d\u00e9cada de 1960 come\u00e7ou a cair de novo, at\u00e9      ao ponto de, no come\u00e7o da d\u00e9cada de 1990, a taxa de natalidade aproximar-se      bastante da taxa de mortalidade, que se mantinha quase constantemente por      volta de 12 por mil.<\/p>\n<p>A      expectativa de vida ao nascer, de 74 anos em m\u00e9dia no in\u00edcio dessa d\u00e9cada,      era uma das mais altas do mundo. A popula\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica, no final do s\u00e9culo      XX, era fundamentalmente madura, ou seja, os grupos de idades m\u00e9dias eram      os mais numerosos.<\/p>\n<h4>Distribui\u00e7\u00e3o      geogr\u00e1fica da popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>A      popula\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica \u00e9 uma das mais urbanizadas do mundo. Mais de 90% dos brit\u00e2nicos      habitam em cidades e, dos 10% que vivem nos n\u00facleos considerados rurais, mais      da metade trabalha tamb\u00e9m nas cidades. O fen\u00f4meno do \u00eaxodo rural no Reino      Unido alcan\u00e7ou sua m\u00e1xima intensidade ao longo do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p><strong>Boa      parte do territ\u00f3rio brit\u00e2nico \u00e9 pouco povoada:<\/strong>\u00a0os      planaltos da Esc\u00f3cia e as zonas montanhosas do norte da Inglaterra e de Gales      contam-se entre as escassas \u00e1reas despovoadas da Europa ocidental. Pelo contr\u00e1rio,      a popula\u00e7\u00e3o concentra-se em grandes aglomerados urbanos.<\/p>\n<p>Quase a metade da popula\u00e7\u00e3o da Inglaterra habita nas aglomera\u00e7\u00f5es de Londres,      Manchester, Leeds, Birmingham, Liverpool e Newcastle. Belfast concentra boa      parte da popula\u00e7\u00e3o da Irlanda do Norte. <\/p>\n<p>Uma eficaz pol\u00edtica de ordena\u00e7\u00e3o territorial, posta em pr\u00e1tica desde o fim      da segunda guerra mundial, imp\u00f4s o descongestionamento dos superpovoados centros      urbanos e fez deslocar parte da popula\u00e7\u00e3o para cidades-sat\u00e9lites de cria\u00e7\u00e3o      recente ou para centros urbanos menores e preexistentes na periferia das grandes      cidades.<\/p>\n<p>Por isso, a maior parte das grandes cidades aparentemente perdeu popula\u00e7\u00e3o      nos \u00faltimos dec\u00eanios, embora as grandes \u00e1reas urbanizadas se tenham estendido      ainda mais. <\/p>\n<p>Ocupam boa parte da plan\u00edcie brit\u00e2nica intermin\u00e1veis conjuntos de casas com      jardim e pomar, de densidade bastante baixa, com grandes superf\u00edcies ajardinadas      e geralmente servidas por um eficiente sistema de transportes p\u00fablicos, em      que predominam as solu\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias.<\/p>\n<h4>L\u00ednguas<\/h4>\n<p>O      idioma ingl\u00eas tem suas ra\u00edzes nos dialetos germ\u00e2nicos utilizados por anglos,      sax\u00f5es e outros povos que invadiram a ilha no s\u00e9culo V. Depois da conquista      normanda desenvolveu-se na Inglaterra uma linguagem de estrutura anglo-sax\u00f4nica      e vocabul\u00e1rio em grande parte franc\u00eas, j\u00e1 que este \u00faltimo idioma era falado      pelos conquistadores normandos, convertidos em classe dominante.<\/p>\n<p>Dessa      superposi\u00e7\u00e3o prov\u00e9m o ingl\u00eas moderno, que com o tempo se estendeu n\u00e3o s\u00f3 pelas      ilhas Brit\u00e2nicas como pelas diversas depend\u00eancias e col\u00f4nias, inclusive como      segunda l\u00edngua fora da esfera cultural anglo-sax\u00f4nica, at\u00e9 chegar a ser o      idioma mais difundido no mundo.<\/p>\n<h4>Sociedade<\/h4>\n<p>N\u00edvel      de vida e classes sociais. O Reino Unido \u00e9 um pa\u00eds desenvolvido, de economia      de mercado. A distribui\u00e7\u00e3o da renda, que em princ\u00edpios do s\u00e9culo XX era muito      desigual, passou por um per\u00edodo de nivelamento depois da segunda guerra mundial      e, na segunda metade do s\u00e9culo, apresentava menores desigualdades que na maior      parte da Europa ocidental, o que n\u00e3o impediu um &#8220;\u00eaxodo de talentos&#8221;,      principalmente para os Estados Unidos, onde cientistas e dirigentes de empresas      obtinham melhor remunera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A renda m\u00e9dia dos brit\u00e2nicos, embora tenha aumentado de forma constante desde      a segunda guerra mundial, n\u00e3o cresceu no mesmo ritmo dos demais pa\u00edses da      Europa ocidental. No fim da d\u00e9cada de 1980, chegou mesmo, pela primeira vez,      a ser inferior \u00e0 italiana e ainda abaixo de dois ter\u00e7os da alem\u00e3 ou da francesa.    <\/p>\n<p>A qualidade de vida, contudo, \u00e9 elevada, como resultado da preocupa\u00e7\u00e3o com      o meio ambiente, do elevado n\u00edvel das tradi\u00e7\u00f5es culturais e outras raz\u00f5es      semelhantes. Embora as dist\u00e2ncias econ\u00f4micas entre as classes tenham diminu\u00eddo      sensivelmente depois da segunda guerra mundial, continuava a existir certo      classismo social, que se manifesta na particularidade dos diferentes sotaques      das diversas camadas sociais e culturais. A import\u00e2ncia social que o sotaque      ainda possui no Reino Unido \u00e9 dif\u00edcil de ser entendida pelos n\u00e3o-brit\u00e2nicos.<\/p>\n<p>Os poderosos sindicatos brit\u00e2nicos est\u00e3o organizados no Trade Unions Congress,      que em meados do s\u00e9culo XX conseguiu uma significativa influ\u00eancia pol\u00edtica,      embora seu poder tendesse a diminuir durante o governo de Margaret Thatcher.    <\/p>\n<p>A maior parte dos sindicatos est\u00e1 ligada ao Partido Trabalhista. A Confedera\u00e7\u00e3o      da Ind\u00fastria Brit\u00e2nica (Confederation of British Industry, CBF) agrupa um      grande n\u00famero de organiza\u00e7\u00f5es empresariais. Existem tamb\u00e9m numerosos tribunais      e comit\u00eas de concilia\u00e7\u00e3o e arbitragem.<\/p>\n<h4>Sa\u00fade      e assist\u00eancia social<\/h4>\n<p>O sistema de assist\u00eancia m\u00e9dica e previdenci\u00e1ria do estado \u00e9 muito desenvolvido.      Foi no Reino Unido que teve origem o conceito de estado do bem-estar. Em 1948      fundou-se o Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade, que proporciona cuidados m\u00e9dicos, hospitaliza\u00e7\u00e3o,      rem\u00e9dios etc., na maior parte dos casos completamente gratuitos, a todos os      cidad\u00e3os brit\u00e2nicos. <\/p>\n<p>Nada menos que 98% dos m\u00e9dicos do pa\u00eds encontram-se incorporados pela sa\u00fade      p\u00fablica, embora existam consult\u00f3rios e cl\u00ednicas particulares.<\/p>\n<p>O      sistema de seguridade social tamb\u00e9m \u00e9 muito abrangente e proporciona aposentadorias,      subs\u00eddios de desemprego etc. As autoridades locais est\u00e3o obrigadas por lei      a proporcionar habita\u00e7\u00f5es em condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas para os habitantes de suas      jurisdi\u00e7\u00f5es, e grande n\u00famero de brit\u00e2nicos vive em moradias de aluguel constru\u00eddas      pelas autoridades municipais e subvencionadas em parte pelo estado. O costume      de socializar o solo urbano favoreceu pre\u00e7os relativamente baixos.<\/p>\n<h4>Sistema      educacional<\/h4>\n<p>O ensino \u00e9 obrigat\u00f3rio e gratuito entre os 5 e 16 anos de idade. Numerosos      centros de ensino privado coexistem com os p\u00fablicos. Cerca de um ter\u00e7o dos      brit\u00e2nicos tem acesso ao ensino superior, o que faz do Reino Unido um dos      pa\u00edses de maior n\u00edvel educacional do mundo. <\/p>\n<p>O analfabetismo praticamente n\u00e3o existe e o \u00edndice de leitura de livros e      publica\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas \u00e9 bastante alto. Entre os centros de ensino superior,      sobressaem as antigas universidades de Oxford e Cambridge.<\/p>\n<h4>Religi\u00e3o<\/h4>\n<p>De      forma aproximada, pode-se dizer que a Inglaterra \u00e9 majoritariamente anglicana,      a Esc\u00f3cia, presbiteriana, e Gales, metodista, enquanto na Irlanda do Norte      predominam as v\u00e1rias denomina\u00e7\u00f5es protestantes sobre os cat\u00f3licos. H\u00e1, contudo,      minorias importantes de outras confiss\u00f5es crist\u00e3s nos quatro pa\u00edses.<\/p>\n<p>A Igreja Cat\u00f3lica possui for\u00e7a e prest\u00edgio ela pertencem 10% dos habitantes      do Reino Unido. Os anglicanos somam um pouco mais de 50%. As religi\u00f5es n\u00e3o-crist\u00e3s      contam com uma quantidade de adeptos bem menor que as crist\u00e3s. <\/p>\n<p>A comunidade judaica \u00e9 numerosa nas grandes cidades, enquanto mu\u00e7ulmanos      e hindus contam-se em bom n\u00famero entre os imigrantes recentes. Uma grande      parcela da popula\u00e7\u00e3o declara-se agn\u00f3stica.<\/p>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>O Reino Unido foi, no s\u00e9culo XIX, l\u00edder indiscut\u00edvel e centro da economia      mundial. Ao longo do s\u00e9culo XX, contudo, sua posi\u00e7\u00e3o pouco a pouco declinou      e sua import\u00e2ncia econ\u00f4mica foi ultrapassada pela de um grupo de pa\u00edses que      se industrializaram rapidamente e substitu\u00edram-no em diversos mercados. <\/p>\n<p>O ingresso do Reino Unido na Comunidade Econ\u00f4mica Europ\u00e9ia, em janeiro de      1973, teve como conseq\u00fc\u00eancia um est\u00edmulo ainda maior do processo de concentra\u00e7\u00e3o      do com\u00e9rcio brit\u00e2nico com outros pa\u00edses da Europa ocidental, enquanto as rela\u00e7\u00f5es      econ\u00f4micas com as antigas col\u00f4nias sofreram progressivo esvaziamento.<\/p>\n<h4>Agricultura,      pecu\u00e1ria e pesca<\/h4>\n<p>Nas      \u00faltimas d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, apenas uma pequena parte da popula\u00e7\u00e3o ativa      brit\u00e2nica, inferior a 2 %, estava empregada no setor agr\u00edcola, altamente mecanizado.<\/p>\n<p>O      grande aumento de produtividade, experimentado desde o come\u00e7o do s\u00e9culo e      superior ao da popula\u00e7\u00e3o, fez cair muito a depend\u00eancia do Reino Unido, em      mat\u00e9ria de alimentos, para com o com\u00e9rcio exterior, embora continuasse consider\u00e1vel.      Trigo, cevada, batata e beterraba a\u00e7ucareira s\u00e3o os principais produtos agr\u00edcolas,      enquanto ovelhas, vacas, porcos e galinhas s\u00e3o criados em grandes quantidades      e por processos de alta moderniza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica.<\/p>\n<p>O leite e seus derivados constituem um dos itens mais importantes da produ\u00e7\u00e3o      pecu\u00e1ria. Ao longo de muitas d\u00e9cadas protegeu-se a agricultura para estimular-lhe      o crescimento, com a subven\u00e7\u00e3o de seus custos para baratear o produto final.    <\/p>\n<p>Desde a entrada na Comunidade Econ\u00f4mica Europ\u00e9ia, a pol\u00edtica agr\u00edcola teve      de se alinhar com a desta \u00faltima, tendente a manter pre\u00e7os agr\u00edcolas artificialmente      elevados, o que gerou numerosos atritos entre o Reino Unido e seus parceiros.<\/p>\n<p>Os      mares que circundam as ilhas Brit\u00e2nicas s\u00e3o ricos em pescado de variadas esp\u00e9cies,      raz\u00e3o pela qual a atividade pesqueira do Reino Unido \u00e9 significativa e de      ra\u00edzes tradicionais, principalmente na Esc\u00f3cia.<\/p>\n<p>A      amea\u00e7a de superexplora\u00e7\u00e3o levou a acordos internacionais para limitar as capturas      em diversos setores mar\u00edtimos, submetidos a estrito controle.<\/p>\n<p>Aproximadamente      6,5% da superf\u00edcie do Reino Unido est\u00e3o cobertos de florestas.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o madeireira, apesar do ativo reflorestamento, s\u00f3 cobre uma pequena      propor\u00e7\u00e3o das necessidades dom\u00e9sticas, supridas, principalmente, por importa\u00e7\u00f5es      de pa\u00edses do norte da Europa, Canad\u00e1 e diversos pa\u00edses tropicais. Energia      e minera\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A primeira revolu\u00e7\u00e3o industrial, que levou o Reino Unido \u00e0 primazia econ\u00f4mica      mundial no s\u00e9culo XIX, baseou-se no emprego do carv\u00e3o, que se encontra em      grande quantidade no solo da Gr\u00e3-Bretanha. Nas proximidades de Newcastle,      os veios superficiais j\u00e1 eram explorados no s\u00e9culo XIII.<\/p>\n<p>O r\u00e1pido desmatamento da Inglaterra desde cedo imp\u00f4s o emprego do carv\u00e3o      mineral para a calefa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, a inven\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina a vapor e o emprego      de altos-fornos para a obten\u00e7\u00e3o de ferro, desde as \u00faltimas d\u00e9cadas do s\u00e9culo      XVIII, estimularam a produ\u00e7\u00e3o de tal maneira, que o sistema industrial ingl\u00eas,      pouco depois, ficou concentrado em torno das jazidas mais rent\u00e1veis do min\u00e9rio.    <\/p>\n<p>As plan\u00edcies da Esc\u00f3cia, as terras situadas a leste e a oeste da cadeia Penina,      a zona que rodeia Manchester, Leeds e o sul de Gales apresentam extensos e      amplos veios carbon\u00edferos, que, ao ritmo de explora\u00e7\u00e3o atingido no final do      s\u00e9culo XX, ainda continham reservas para v\u00e1rios s\u00e9culos. Nos primeiros anos      do s\u00e9culo XX, o carv\u00e3o brit\u00e2nico era exportado para todo o mundo.<\/p>\n<p>Em 1913 chegaram-se a extrair mais de 300 milh\u00f5es de toneladas, mas depois      da primeira guerra mundial a produ\u00e7\u00e3o passou a cair, ainda que lentamente,      e as exporta\u00e7\u00f5es baixaram de forma dr\u00e1stica, por serem os custos de extra\u00e7\u00e3o      bem maiores que os dos pa\u00edses concorrentes. <\/p>\n<p>Modernamente, a dissemina\u00e7\u00e3o do uso dos derivados do petr\u00f3leo eliminou boa      parte das aplica\u00e7\u00f5es do carv\u00e3o (calefa\u00e7\u00e3o, obten\u00e7\u00e3o de g\u00e1s encanado, transporte),      que continua utilizado sobretudo para gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica em centrais      t\u00e9rmicas e a produ\u00e7\u00e3o de coque para a siderurgia.<\/p>\n<p>Numerosas minas foram fechadas, algumas por esgotamento e as demais por falta      de rentabilidade, de forma que extensas \u00e1reas industriais e mineiras perderam      a atividade, enquanto o n\u00famero de mineiros empregados nos trabalhos de extra\u00e7\u00e3o      reduziu-se rapidamente, com os conseq\u00fcentes bols\u00f5es de desemprego e de conflitos      sociais. <\/p>\n<p>At\u00e9 a d\u00e9cada de 1970, apenas uma pequena quantidade de petr\u00f3leo era obtida      na regi\u00e3o dos Midlands, e o Reino Unido tinha de importar grande quantidade      do golfo P\u00e9rsico, da Nig\u00e9ria e de outros pa\u00edses. <\/p>\n<p>Apesar disso, o consumo de carv\u00e3o nacional diminu\u00eda progressivamente, devido      aos baixos pre\u00e7os do petr\u00f3leo. Na d\u00e9cada de 1960 foram descobertas grandes      jazidas de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural no mar do Norte, boa parte delas no setor      atribu\u00eddo ao Reino Unido.<\/p>\n<p>Os elevados custos de explora\u00e7\u00e3o s\u00f3 tornaram rent\u00e1veis a extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo      quando o pre\u00e7o mundial dos hidrocarbonetos, em 1973, repentinamente quadruplicou.      Dois anos mais tarde come\u00e7ou a explora\u00e7\u00e3o em grande escala das jazidas e,      na d\u00e9cada de 1980, o Reino Unido havia passado de importador a exportador      de derivados de petr\u00f3leo, de que se transformou num dos principais produtores      do mundo. <\/p>\n<p>Mais pr\u00f3ximas \u00e0 costa brit\u00e2nica, algumas jazidas de g\u00e1s natural da plataforma      continental do mar do Norte come\u00e7aram a ser exploradas em 1965. Gasodutos      submarinos logo as uniram \u00e0 Gr\u00e3-Bretanha, que se cobriu de uma densa rede      de oleodutos e gasodutos, entre as principais cidades e centros industriais.<\/p>\n<p>O      governo brit\u00e2nico foi um dos primeiros a se interessar pela energia nuclear.<\/p>\n<p>A      primeira usina a entrar em opera\u00e7\u00e3o foi a Calder Hall, conectada \u00e0 rede de      distribui\u00e7\u00e3o em 1956. Seguiram-se muitas outras, de tecnologia aperfei\u00e7oada.<\/p>\n<p>Apesar      de proporcionarem uma substancial parcela da eletricidade consumida no pa\u00eds,      sua rentabilidade, no entanto, \u00e9 problem\u00e1tica. A maior parte da eletricidade      do Reino Unido continua a ser de gera\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica convencional, em sua quase      totalidade de centrais constru\u00eddas junto a minas. A energia hidrel\u00e9trica \u00e9      bastante escassa.<\/p>\n<p>Fonte: br.geocities.com<\/p>\n<h6>Inglaterra<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<p>Talvez      nenhum outro lugar no mundo tenha tanta hist\u00f3ria embalada para t\u00e3o pouca terra.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Inglaterra<\/strong>\u00a0tem o seu nome a partir      dos Angles, um povo Germ\u00e2nico que, juntamente com os Sax\u00f5es, a conquistaram      no s\u00e9culo 5. Os v\u00e1rios reinos Anglo-Sax\u00f5es foram unificados em um por volta      do s\u00e9culo 10. <\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos cem anos, esse reino estendeu seu dom\u00ednio sobre o Pa\u00eds de Gales      e a Irlanda vizinhos e se fundiu com o reino da Esc\u00f3cia. Mais tarde ele passou      a controlar um imp\u00e9rio global. No final do s\u00e9culo 20, a maioria de suas col\u00f4nias      ultramar tinham ganho a sua independ\u00eancia. <\/p>\n<p>Em casa, no entanto, a Inglaterra continuou a ser a principal divis\u00e3o pol\u00edtica      do que \u00e9 agora chamado o Reino Unido da Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda do Norte. (A      Irlanda foi dividida em 1920-1922, a parte sul tornando-se o Estado independente      da Irlanda).<\/p>\n<h4>Terra<\/h4>\n<p>A\u00a0<strong>Inglaterra<\/strong>\u00a0atravessa      o sul e o leste de dois ter\u00e7os da ilha da Gr\u00e3-Bretanha, que fica ao largo      da costa noroeste da Europa continental. Sua \u00e1rea totaliza 50.352 milhas quadradas      (130.412 km\u00b2). Ela faz fronteira com Gales, a oeste, e a Esc\u00f3cia, ao norte.      Suas margens s\u00e3o banhadas pelo Mar do Norte ao norte e leste, o Canal Ingl\u00eas      ao sul, e o mar da Irlanda, a oeste.<\/p>\n<p>A profundamente recortada costa da Inglaterra, como a de toda a Gr\u00e3 Bretanha,      pode ser sua caracter\u00edstica f\u00edsica mais distintiva. De fato, suas muitas ba\u00edas      e enseadas protegidas ajudaram a tornar a Inglaterra a primeira pot\u00eancia naval      do mundo por quase meio mil\u00eanio. <\/p>\n<p>A mar\u00e9 alta do mar do Norte, em particular, t\u00eam esculpidos grandes estu\u00e1rios      e portos em torno das embocaduras dos rios fluindo leste da Inglaterra. Penhascos      de giz branco estonteantes sobem para formar a costa sul da Inglaterra, ao      longo do Canal Ingl\u00eas.<\/p>\n<p>Mais      escuros penhascos rochosos dominam sua costa oeste, no Mar da Irlanda. Estes      penhascos ocidentais estendem ao interior em uma regi\u00e3o serrana de colinas      escarpadas e montanhas. A oeste e ao sul, a paisagem cai em eleva\u00e7\u00e3o e achata      para formar uma regi\u00e3o muito maior de plan\u00edcies costeiras. Onde quer que voc\u00ea      viaje na Inglaterra, voc\u00ea est\u00e1 sempre dentro de 100 mi (160 km) do mar.<\/p>\n<h4>Os      Altiplanos da Inglaterra<\/h4>\n<p>A cadeia de montanhas conhecida como os Pennines formam a espinha dorsal      da regi\u00e3o das terras altas da Inglaterra. Ela se estende ao sul de sua fronteira      norte com a Esc\u00f3cia. Os Pennines cont\u00eam o maior ponto da Inglaterra &#8211; o Pico      Scaffel (3209 p\u00e9s; 978 m acima do n\u00edvel do mar). Suas encostas ocidentais      seguram o renomado Lago District do pa\u00eds, sem d\u00favida a regi\u00e3o natural mais      bonita da Inglaterra. <\/p>\n<p>A parte central do Lago District \u00e9 um parque nacional de 35 sq-mi (91 sq      km). Ele \u00e9 famoso por suas cachoeiras espetaculares, lagos de montanha, e      dram\u00e1ticos vales em forma de U. Os maiores lagos da \u00e1rea incluem o Windermere,      o Ullswater, o Bassenthwaite, o Derwent Water, e o Coniston Water.<\/p>\n<h4>A      V\u00e1rzea da Inglaterra<\/h4>\n<p>Caindo para fora do alto nordeste do pa\u00eds, plan\u00edcies rolando tipificam a      maior parte central e leste da Inglaterra. A regi\u00e3o central montanhosa, ou      &#8220;Midlands&#8221;, cont\u00e9m veias profundas de carv\u00e3o e uma abund\u00e2ncia de      \u00e1gua corrente. <\/p>\n<p>Estas duas fontes de energia naturais levaram \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o      das Midlands no s\u00e9culo 18. Durante os pr\u00f3ximos 200 anos, as chamin\u00e9s das f\u00e1bricas      e fundi\u00e7\u00f5es escureceram os c\u00e9us das Midlands. Eles revestiram a paisagem com      fuligem.<\/p>\n<p>Devido      a este fen\u00f4meno, a \u00e1rea passou a ser conhecida como o &#8220;Pa\u00eds Preto&#8221;.      O fim da minera\u00e7\u00e3o do carv\u00e3o e os controles da polui\u00e7\u00e3o do ar removeram o      negrume do c\u00e9u, se n\u00e3o o nome.<\/p>\n<p>A leste das Midlands, a terra desce baixa e plana. Ela forma a plan\u00edcie pantanosa      costeira do leste da Inglaterra, uma \u00e1rea conhecida como East Anglia. Nos      \u00faltimos 1.000 anos, os agricultores t\u00eam drenado e preenchido os p\u00e2ntanos nativos      desta regi\u00e3o. <\/p>\n<p>Uma \u00e1rea particularmente grande de terras valorizadas, as Fens, se estendem      ao longo do Rio Ouse. Elas cont\u00e9m algumas das melhores terras agr\u00edcolas da      Inglaterra. Afundando t\u00e3o baixo quanto 13 p\u00e9s (4 metros) abaixo do n\u00edvel do      mar em alguns pontos, as Fens formam o ponto mais baixo da Inglaterra. <\/p>\n<p>Ao norte das Fens, \u00e1reas menores de p\u00e2ntano preenchido se estendem ao lado      do Rio Humber, como o fazem ao longo do Tamisa ao sul de Londres.<\/p>\n<p>Ao      sul das Midlands, a terra sobe ligeiramente para formar muitas pequenas cadeias      de colinas e penhascos de giz que acabar\u00e3o por cair para o mar ao longo do      Canal Ingl\u00eas. A maior destas cadeias incluem a Cotswold e a Chiltern Hills,      ao norte do Rio T\u00e2misa, e as Downs do Norte e do Sul, ao sul do mesmo. Os      penhascos de giz sobem novamente no exterior para formar a dram\u00e1tica Ilha      de Wight, seus planaltos de giz cortados por rios.<\/p>\n<p>A oeste, a costa sul da Inglaterra forma uma ampla gama de terra que separa      o Canal Ingl\u00eas do Mar da Irlanda. Geralmente referida como a Regi\u00e3o Oeste,      esta pen\u00ednsula consiste em um plat\u00f4 de granito cerca de 1.700 p\u00e9s (500 metros)      de altura. <\/p>\n<p>Mais notavelmente, ela cont\u00e9m Dartmoor. \u00c9 uma regi\u00e3o de p\u00e2ntanos, turfeiras      e florestas an\u00e3s que comp\u00f5em a maior \u00e1rea deserta da Inglaterra. A Regi\u00e3o      Oeste culmina no Extremo da Terra, onde penhascos de granito ficam a mais      de 60 p\u00e9s (20 m) acima da \u00e1gua. <\/p>\n<p>As 140 pequenas Ilhas de Scilly ficam para o oeste-sudoeste, cerca de 25      mi. (40 km) offshore.<\/p>\n<h4>Clima<\/h4>\n<p>Gra\u00e7as \u00e0s \u00e1guas quentes e os ventos que fluem atrav\u00e9s do Atl\u00e2ntico a partir      do Caribe, a Inglaterra tem um clima ameno. (Encontra-se, afinal, na mesma      alta latitude do gelado Labrador do Canad\u00e1). <\/p>\n<p>Em geral, as temperaturas abaixo do congelamento ou acima dos 80 \u00b0F (26 \u00b0C)      s\u00e3o motivo de manchetes. No entanto, o clima da Inglaterra \u00e9 famoso por sua      mutabilidade. Independentemente da esta\u00e7\u00e3o, um dia t\u00edpico ver\u00e1 nuvens, chuva      e sol perseguir uns aos outros no c\u00e9u. <\/p>\n<p>Assim, enquanto mais da metade dos dias do ano s\u00e3o nublados na Inglaterra,      a maioria dos dias tamb\u00e9m desfrutam per\u00edodos de sol.<\/p>\n<p>Em geral, os invernos Ingl\u00eases v\u00eaem geadas ocasionais e neve, nevoeiro e      muita chuva. A temperatura m\u00e9dia diurna varia de 43 \u00b0F (6 \u00b0C) em Janeiro para      70 \u00b0F (21 \u00b0C), em Agosto. As eleva\u00e7\u00f5es de ver\u00e3o ocasionalmente sobem a n\u00edveis      de onda de calor, com alta umidade. <\/p>\n<p>As temperaturas variam um pouco entre as regi\u00f5es. Ver\u00f5es quentes e invernos      suaves tipificam o sudoeste. O sudeste experiencia ver\u00f5es quentes e invernos      mais frios. O norte da Inglaterra tem ver\u00f5es frescos e invernos mais frios.<\/p>\n<p>A precipita\u00e7\u00e3o varia mais amplamente. O mais ensolarado da costa leste recebe      menos do que 25 polegadas (635 mm) em um ano t\u00edpico. Em contraste, o sudoeste      tem de 40-60 polegadas (1.000 a 1.500 mm) anualmente. <\/p>\n<p>O Lake District, no noroeste do pa\u00eds, recebe mais que o dobro disso. Este      \u00faltimo recebe uma m\u00e9dia de 130 polegadas (3.300 mm) de chuva e neve a cada      ano.<\/p>\n<h4>Animais      selvagens<\/h4>\n<p>Em      \u00e9pocas pr\u00e9-hist\u00f3ricas, densas florestas de carvalho, faia, e teixo cobriram      a Inglaterra abaixo de uma eleva\u00e7\u00e3o de cerca de 1.000 p\u00e9s (300 m). V\u00e1rios      milhares de anos de agricultura em grande parte apagaram a paisagem Ingl\u00easa,      tornando a Inglaterra uma das \u00e1reas menos arborizadas em toda a Europa.<\/p>\n<p>(Somente      a Irlanda e os Pa\u00edses Baixos t\u00eam menos). Florestas ainda cobrem cerca de 8      por cento da terra. Mas elas consistem principalmente de con\u00edferas introduzidas      a partir de outras partes do mundo. Os antigos Romanos introduziram o arbusto      espinhoso conhecido como tojo. Ele agora cresce em toda a Inglaterra, a grossa      maioria ao longo das estradas e outras \u00e1reas perturbadas.<\/p>\n<p>Uma      abund\u00e2ncia de flores silvestres nativas cobre os prados da Inglaterra e ilumina      a sua floresta. Algumas das mais comuns incluem as bluebells, buttercups,      margaridas, pimpinelas escarlates, senhores-e-senhoras, monkshood, e estevas.      A urze e o musgo cobrem os mouros das montanhas do norte e do sudoeste.<\/p>\n<p>S\u00e9culos      atr\u00e1s, os ca\u00e7adores e agricultores dizimaram os grandes mam\u00edferos nativos      da Inglaterra. Eles inclu\u00edam lobos, ursos, bois selvagens e javalis. Esp\u00e9cies      nativas de cervos, raposas, lebres, e texugos permanecem. Ainda mais comum      \u00e9 o coelho. Ele foi introduzido h\u00e1 muito tempo do continente Europeu.<\/p>\n<p>A Inglaterra tem uma grande abund\u00e2ncia de vida de p\u00e1ssaros gra\u00e7as a seus      muitos estu\u00e1rios e \u00e0 sua posi\u00e7\u00e3o ao longo das principais rotas migrat\u00f3rias.      Entre os mais comuns est\u00e3o os pardais, melros, chickadees e chapins, carri\u00e7as,      corvos, pombos, estorninhos e tordos. <\/p>\n<p>Os r\u00e9pteis nunca foram particularmente abundantes na Inglaterra. Mas tornaram-se      absolutamente raros. Aqueles que sobrevivem incluem o lagarto &#8220;comum&#8221;,      a cobra venenosa, a cobra de grama, e o slowworm (um lagarto sem pernas).    <\/p>\n<p>Os anf\u00edbios nativos da Inglaterra incluem v\u00e1rios tipos de trit\u00f5es, salamandras,      sapos, e r\u00e3s. A truta, o salm\u00e3o, a carpa, o l\u00facio, e as enguias preenchem      seus c\u00f3rregos e lagos.<\/p>\n<h4>Riqueza      mineral<\/h4>\n<p>As Midlands e o Nordeste da Inglaterra cont\u00eam alguns dos mais profundos e      mais ricos campos de carv\u00e3o do mundo. Cinco s\u00e9culos de explora\u00e7\u00e3o intensiva      esgotaram todas as veias de carv\u00e3o mais pr\u00f3ximas da superf\u00edcie. <\/p>\n<p>Por causa do custo da opera\u00e7\u00e3o, quase todos os po\u00e7os mais profundos foram      fechados at\u00e9 o final do s\u00e9culo 20. A Inglaterra tamb\u00e9m reivindica vastos dep\u00f3sitos      offshore de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural no Mar do Norte. <\/p>\n<p>O Noroeste da Inglaterra tem dep\u00f3sitos substanciais de ferro e chumbo. O      sudoeste det\u00e9m estanho e caulinita (caulim). Outras partes da Inglaterra cont\u00eam      grandes dep\u00f3sitos de calc\u00e1rio, sal, dolomita e gesso.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Apenas evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas restam dos primeiros ocupantes da Inglaterra.      Eles foram pessoas da Idade da Pedra e da Idade do Bronze que ca\u00e7avam e mais      tarde araram a terra milhares de anos atr\u00e1s. <\/p>\n<p>A maioria dos Ingleses de hoje tra\u00e7am sua ascend\u00eancia a uma mistura dos primeiros      invasores Celtas e depois de ondas de Romanos, Germ\u00e2nicos Anglo-Sax\u00f5es, Dinamarqueses      e Normandos (da Normandia, na costa da Fran\u00e7a).<\/p>\n<p>Desde o s\u00e9culo 17, pequenos grupos de refugiados pol\u00edticos t\u00eam ampliado a      diversidade \u00e9tnica da Inglaterra. Eles inclu\u00edram Protestantes Franceses nos      1600s, marinheiros Africanos nos 1700s, e Judeus Europeus no final dos 1800s      e in\u00edcio dos 1900s. <\/p>\n<p>Os 1960s e 1970s trouxeram ondas maiores de imigrantes de pa\u00edses do antigo      Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico. Eles vieram mais especialmente da \u00cdndia, do Paquist\u00e3o,      e de v\u00e1rios estados Africanos e do Caribe. <\/p>\n<p>Com suas caracter\u00edsticas f\u00edsicas distintas, l\u00ednguas, religi\u00f5es e costumes,      esses novos grupos mudaram a cultura Ingl\u00easa de uma maneira n\u00e3o vista desde      a invas\u00e3o Normanda de 1066. Hoje, eles comp\u00f5em cerca de 5 por cento da popula\u00e7\u00e3o      da Inglaterra.<\/p>\n<p>Cerca      de 25 milh\u00f5es de habitantes da Inglaterra (cerca de metade da popula\u00e7\u00e3o) se      consideram &#8220;Anglicanos&#8221;. Ou seja, eles pertencem \u00e0 Igreja da Inglaterra,      embora possam n\u00e3o freq\u00fcentar regularmente os servi\u00e7os religiosos. Adeptos      do Catolicismo Romano contam por mais 7 milh\u00f5es. Os Protestantes n\u00e3o-Anglicanos      totalizam cerca de 1,5 milh\u00f5es. E o n\u00famero de Mu\u00e7ulmanos Ingl\u00eases recentemente      ultrapassou a marca de 1 milh\u00e3o. Outros grandes grupos religiosos incluem      os Sikhs, Hindus e Judeus.<\/p>\n<p>Embora      uma grande lacuna permanece entre ricos e pobres na Inglaterra, a popula\u00e7\u00e3o      como um todo goza de consider\u00e1vel apoio do governo na forma livre do baixo      custo de cuidados m\u00e9dicos, do apoio financeiro para os necessitados, e das      pens\u00f5es de velhice. Pouco mais da metade t\u00eam casa pr\u00f3pria, que tendem a ser      menores do que aquelas nos Estados Unidos, devido \u00e0 densa popula\u00e7\u00e3o da Inglaterra      e \u00e0 superf\u00edcie terrestre limitada.<\/p>\n<p>Como um todo, o povo da Inglaterra compartilha um tremendo orgulho em sua      hist\u00f3ria. Um aspecto desse orgulho \u00e9 a sua celebra\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da monarquia      e de sua pompa. Outra \u00e9 a observa\u00e7\u00e3o de alguns dos aspectos cerimoniais da      nobreza e do nobili\u00e1rio, que remontam \u00e0 Idade M\u00e9dia. <\/p>\n<p>A nobreza tradicional e heredit\u00e1ria ainda \u00e9 conhecida por uma hierarquia      de t\u00edtulos, tais como duque e duquesa (t\u00edtulos confinados quase exclusivamente      \u00e0 realeza), conde e condessa, bar\u00e3o e baronesa, e assim por diante.<\/p>\n<p>Hoje, t\u00edtulos e honrarias s\u00e3o concedidos anualmente \u00e0 indiv\u00edduos que se distinguiram      profissionalmente e no servi\u00e7o p\u00fablico. Estes t\u00edtulos s\u00e3o mantidos apenas      para a vida. Alguns s\u00e3o nobili\u00e1rios (t\u00edtulos de nobreza), que conferem o direito      de se sentar na C\u00e2mara dos Lordes. <\/p>\n<p>Alguns s\u00e3o de cavaleiros, o que significa que os homens e mulheres assim      honrados s\u00e3o, ent\u00e3o, devidamente tratados como &#8220;Sir&#8221; ou &#8220;Dame&#8221;.      Famosos exemplos recentes incluem a Dame Judi Dench, homenageada por sua carreira      de atriz, e Sir Paul McCartney, condecorado por sua m\u00fasica.<\/p>\n<h4>Arte      e Educa\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Como um todo, os Ingl\u00eases tendem a ser um povo altamente educado, com uma      taxa de alfabetiza\u00e7\u00e3o de quase 100 por cento. Todas as crian\u00e7as capazes nas      idades de 5-16 frequentam a escola. Cerca de 90 por cento frequentam escolas      com financiamento p\u00fablico. <\/p>\n<p>Outras 10 por cento freq\u00fcentam escolas particulares, a maioria delas dirigidas      por igrejas ou sinagogas. As mais prestigiosas das escolas particulares da      Inglaterra (na verdade chamadas de &#8220;escolas p\u00fablicas&#8221;) remontam      \u00e0 Idade M\u00e9dia. Elas incluem os internatos de Eton, Harrow e Winchester.<\/p>\n<p>Em      compara\u00e7\u00e3o com os Estados Unidos, menos estudantes Ingleses seguem o ensino      secund\u00e1rio com forma\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria. Em vez disso, cerca de metade dos formandos      prosseguiram os estudos relacionados ao trabalho em uma das 300 ou assim escolas      profissionais, institutos polit\u00e9cnicos ou institutos de arte, neg\u00f3cios, agricultura,      ou de educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>At\u00e9      1846, a Inglaterra tinha apenas duas universidades, ambas remontando ao s\u00e9culo      13. As mais antigas universidades da Gr\u00e3-Bretanha, Cambridge e Oxford, ou      &#8220;Oxbridge&#8221;, continuam entre as mais prestigiadas do mundo. Hoje,      h\u00e1 muitas universidades mais, assim como outras institui\u00e7\u00f5es de ensino superior.<\/p>\n<p>Talvez      refletindo sua popula\u00e7\u00e3o altamente alfabetizada, a Inglaterra est\u00e1 repleta      de museus locais e nacionais (centenas) e bibliotecas (dezenas de milhares).      As maiores podem ser encontradas em Londres. Elas incluem a Biblioteca Brit\u00e2nica,      o Museu Brit\u00e2nico, a National Gallery, a Tate Gallery e o Museu Victoria e      Albert.<\/p>\n<p>Acima de tudo, a cultura Ingl\u00easa h\u00e1 muito beneficiou da riqueza do idioma      Ingl\u00eas em si. Sua diversa mistura de Latim, Celta, Germ\u00e2nica, N\u00f3rdica, e do      vocabul\u00e1rio Franc\u00eas reflete as ondas de invasores conquistadores que t\u00eam governado      esta terra ao longo dos \u00faltimos dois milenios. <\/p>\n<p>De fato, palavra por palavra, o idioma Ingl\u00eas se destaca como o maior do      mundo. Ao longo dos s\u00e9culos, os escritores Ingl\u00eases tiram proveito de sua      grande tape\u00e7aria para produzir um extenso corpo de literatura de renome.<\/p>\n<p>A literatura Ingl\u00easa desenvolveu-se continuamente ao longo de 15 s\u00e9culos,      come\u00e7ando com o poema \u00e9pico Anglo-Sax\u00e3o Beowulf (s\u00e9culo 8). Entre as suas      gl\u00f3rias iniciais est\u00e3o os Contos de Canterbury de Chaucer (1380s) e os insuper\u00e1veis      dramas e sonetos de Shakespeare (1592-1616). <\/p>\n<p>Os s\u00e9culos 19 e 20 trouxeram os romances de Jane Austen, Charles Dickens,      Charlotte Bront\u00eb, Thomas Hardy, Louis Robert Stevenson, D. H. Lawrence, Virginia      Woolf, William Golding, Graham Greene, Doris Lessing, e muitos outros.<\/p>\n<h4>Esportes<\/h4>\n<p>Quando      o duque de Wellington derrotou Napole\u00e3o em Waterloo, em 1815, ele disse ter      brincado que a grande batalha &#8220;foi vencida nos campos de jogo de Eton&#8221;.      Verdade ou n\u00e3o, o coment\u00e1rio reflete a import\u00e2ncia primordial dos esportes      intensamente competitivos na vida Ingl\u00easa &#8211; e n\u00e3o apenas no p\u00e1tio da escola.<\/p>\n<p>O      jogo de taco e bola conhecido como cricket permanece o tradicional jogo &#8220;nacional&#8221;      da Inglaterra. Sua popularidade cresce a um passo da febre em torno dos Test      Matches e da Copa do Mundo.<\/p>\n<p>Nos      \u00faltimos anos, no entanto, o cricket foi ofuscado pela crescente popularidade      do rugby e, especialmente, do futebol (soccer). \u00c0s vezes nos \u00faltimos anos,      o fervor entre os f\u00e3s do futebol Ingl\u00eas em jogos internacionais tem beirado      a viol\u00eancia.<\/p>\n<p>Outros esportes populares giram em torno do amor de longa data da Inglaterra      pelos cavalos. O polo, trazido para a Inglaterra da \u00cdndia, tem seus f\u00e3s principalmente      entre os ricos. Os membros da fam\u00edlia real est\u00e3o entre os muitos jogadores.    <\/p>\n<p>Corridas de cavalos, com apostas legalizadas, \u00e9 um esporte espectador l\u00edder.      N\u00e3o competitivos, mas tamb\u00e9m populares, s\u00e3o os passatempos de observa\u00e7\u00e3o de      p\u00e1ssaros, caminhadas e pesca de trutas. <\/p>\n<p>Depois de muita controv\u00e9rsia, o esporte tradicional da ca\u00e7a \u00e0 raposa (que      Oscar Wilde descreveu como &#8220;o inef\u00e1vel&#8221; na busca completa do &#8220;intrag\u00e1vel&#8221;)      foi proibido pelo Parlamento em Junho de 2003.<\/p>\n<h4>Cidades<\/h4>\n<p>Londres,      com uma popula\u00e7\u00e3o de 7,6 milh\u00f5es, tem sido a maior cidade da Inglaterra, o      principal porto, e o centro dos neg\u00f3cios e do governo por mais de 1.000 anos.      \u00c9 tamb\u00e9m o lar das Casas do Parlamento, a sede do governo para o conjunto      do Reino Unido, bem como o Pal\u00e1cio de Buckingham e a Abadia de Westminster.<\/p>\n<p>Birmingham, com uma popula\u00e7\u00e3o de cerca de 1 milh\u00e3o, classifica-se como a      segunda maior cidade da Inglaterra. Ela domina a altamente industrializada      regi\u00e3o das Midlands, cerca de 120 milhas (190 km) ao noroeste de Londres.    <\/p>\n<p>Um dos maiores centros mundiais da manufatura de direito pr\u00f3prio, Birmingham      tamb\u00e9m serve como um centro comercial e financeiro para as cidades industriais      que a rodeiam.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria das ind\u00fastrias modernas de Birmingham remonta \u00e0 Idade M\u00e9dia, quando      os mineiros descobriram dep\u00f3sitos de carv\u00e3o e ferro substanciais nas proximidades.      A Revolu\u00e7\u00e3o Industrial do s\u00e9culo 18 da Inglaterra come\u00e7ou em grande parte      l\u00e1. <\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, Birmingham tem sido associada por canais feitos pelos humanos      a todos os principais portos da Inglaterra.<\/p>\n<p>Hoje, Birmingham \u00e9 o lar de cinco grandes universidades. Suas galerias de      arte e museus incluem o novo Birmingham Museum of Science and Discovery, que      celebra a longa hist\u00f3ria de tecnologia da cidade, incluindo a inven\u00e7\u00e3o da      m\u00e1quina a vapor pelo Birmingham residente, ou &#8220;Brummie&#8221;, James Watt.    <\/p>\n<p>Outras atra\u00e7\u00f5es culturais incluem os jardins bot\u00e2nicos da cidade, a \u00f3pera,      o ballet real, e sua mundialmente famosa orquestra sinf\u00f4nica. Nas \u00faltimas      d\u00e9cadas, a redu\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica da polui\u00e7\u00e3o do ar e da \u00e1gua t\u00eam fomentado a ind\u00fastria      do turismo de Birmingham, que atrai os visitantes principalmente para fazer      compras, especialmente no distrito de j\u00f3ias da cidade hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>Leeds, nas margens do Rio Aire, \u00e9 a terceira-maior cidade da Inglaterra,      com uma popula\u00e7\u00e3o de pouco mais de 475,000. \u00c9 o centro comercial e industrial      para a parte setentrional do pa\u00eds. As ind\u00fastrias mais importantes da cidade      incluem a fabrica\u00e7\u00e3o de roupas, equipamentos el\u00e9tricos e produtos de papel.    <\/p>\n<p>Suas principais galerias de arte e museus datam do s\u00e9culo 19, quando canais      e ferrovias primeiro ligaram Leeds com o resto do pa\u00eds e a fizeram um importante      centro de distribui\u00e7\u00e3o. A cidade \u00e9 a casa da altamente respeitada Universidade      de Leeds, fundada em 1904, e a mais recente Leeds Metropolitan University      (1992).<\/p>\n<p>Manchester, a 30 milhas (50 km) no interior de Liverpool, serve como o centro      comercial, financeiro, educacional e cultural do noroeste da Inglaterra. A      cidade em si \u00e9 o lar de quase 470 mil pessoas, tornando-se a quarta maior      cidade da Inglaterra. Mas sua \u00e1rea metropolitana engloba cerca de 2,5 milh\u00f5es.    <\/p>\n<p>Como Birmingham, Manchester divide a pretens\u00e3o de ser um ber\u00e7o da Revolu\u00e7\u00e3o      Industrial do s\u00e9culo 18. L\u00e1, James Hargreaves inventou a &#8220;m\u00e1quina do      fuso&#8221;, que revolucionou a manufatura de tecidos e ajudou a tornar Manchester      o centro t\u00eaxtil mundial que permanece at\u00e9 hoje. <\/p>\n<p>O Canal de Navios de Manchester, conclu\u00eddo em 1894, fez de Manchester um      grande porto interior ligando-a ao Rio Mersey e ao Mar da Irlanda.<\/p>\n<p>Manchester,      conhecida pela pesquisa cient\u00edfica realizada em suas quatro universidades      e no seu Centro de Computa\u00e7\u00e3o Nacional, \u00e9 o lar de mais de 20 ganhadores dos      Pr\u00eamios Nobel. Muitas de suas realiza\u00e7\u00f5es podem ser vistas no popular de 7,5      acres (3-ha) Museu de Ci\u00eancia e Ind\u00fastria. Outras atra\u00e7\u00f5es locais incluem      a Catedral de Manchester de 600-anos e o Sportcity, um complexo esportivo      e academia colossal constru\u00eddo para os Jogos do Commonwealth XVII, realizados      l\u00e1 em 2002. Manchester tamb\u00e9m \u00e9 a sede do Guardian, um dos jornais mais lidos      e respeitados do mundo por mais de um s\u00e9culo.<\/p>\n<p>Liverpool serve como o segundo mais movimentado porto mar\u00edtimo e a sexta      mais populosa cidade (popula\u00e7\u00e3o 464.000) da Inglaterra. Ela \u00e9 mais conhecida      talvez como a casa do sucesso fenomenal do grupo de rock Beatles. <\/p>\n<p>Localizada no noroeste da Inglaterra, ela fica nas margens do Rio Mersey,      perto da foz do rio no Mar da Irlanda. As atividades do porto de Liverpool      incluem a importa\u00e7\u00e3o e a exporta\u00e7\u00e3o de materiais e o transbordo de pessoas      e ve\u00edculos entre a Inglaterra e a Irlanda. <\/p>\n<p>As ind\u00fastrias de Liverpool incluem produtos farmac\u00eauticos, equipamentos eletr\u00f4nicos,      e a refina\u00e7\u00e3o do a\u00e7\u00facar e de farinha. Grandes f\u00e1bricas de autom\u00f3veis operam      apenas fora dos limites da cidade.<\/p>\n<p>Enquanto      as cidades da Inglaterra s\u00e3o velhas, Liverpool \u00e9 relativamente nova, tendo      permanecido uma aldeia at\u00e9 o final do s\u00e9culo 17. Ela possui uma orquestra      sinf\u00f4nica, muitos teatros e salas de m\u00fasica, universidades e institutos de      pesquisa cient\u00edficas.<\/p>\n<p>Sheffield, 35 milhas (56 km) ao sul de Leeds, no sop\u00e9 das Montanhas Pennine,      classifica-se como a s\u00e9tima-maior cidade da Inglaterra. Ela, tamb\u00e9m, serve      como um importante centro de produ\u00e7\u00e3o. A siderurgia tem sido a grande ind\u00fastria      da cidade por centenas de anos. <\/p>\n<p>Ali\u00e1s, foi aqui que o inventor Ingl\u00eas Sir Henry Bessemer desenvolveu os processos      de fabrica\u00e7\u00e3o do a\u00e7o moderno que revolucionaram a ind\u00fastria na d\u00e9cada de 1850.      Sheffield permanece mundialmente famosa por seus finos talheres de a\u00e7o inoxid\u00e1vel.      Suas seculares fundi\u00e7\u00f5es de bronze e de ferro continuam sendo importantes      tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Os muitos edif\u00edcios hist\u00f3ricos de Sheffield incluem a Catedral de S\u00e3o Pedro      e S\u00e3o Paulo do s\u00e9culo 15 e a C\u00e2mara dos Bispos do s\u00e9culo 15, agora um museu.      Muitos outros edif\u00edcios hist\u00f3ricos foram perdidos quando Sheffield sofreu      pesados bombardeamentos Alem\u00e3es durante a Segunda Guerra Mundial. Desde ent\u00e3o,      ela foi reconstru\u00edda em uma cidade altamente moderna. <\/p>\n<p>Ela \u00e9 a casa para a Universidade de Sheffield e para a Sheffield Hallam University.<\/p>\n<p>Newcastle, no Rio Tyne, no nordeste, destaca-se como talvez a mais Vitoriana      das principais cidades da Inglaterra. Um posto militar nos tempos Romanos,      esta antiga cidade chegou a grande riqueza primeiro na \u00e9poca Elizabetana,      como um dos maiores exportadores de carv\u00e3o, e novamente no s\u00e9culo 19, como      um centro industrial. <\/p>\n<p>Durante o final do s\u00e9culo 19 e o in\u00edcio do s\u00e9culo 20, a cidade mostrou sua      riqueza com a constru\u00e7\u00e3o de muitas grandes mans\u00f5es Vitorianas, igrejas e edif\u00edcios      de escrit\u00f3rios. A cidade leva o nome de seu castelo Normando, constru\u00eddo l\u00e1      em 1080.<\/p>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>Como a maior e mais populosa regi\u00e3o do Reino Unido, a Inglaterra dirige a      economia da na\u00e7\u00e3o maior. Por mais de 500 anos, a Inglaterra, especialmente      Londres, reinou como um centro mundial para o setor banc\u00e1rio e financeiro      internacional. <\/p>\n<p>Por quase tanto tempo, a Inglaterra foi um l\u00edder na fabrica\u00e7\u00e3o do a\u00e7o e dos      t\u00eaxteis. Autom\u00f3veis e a fabrica\u00e7\u00e3o de aeronaves tornou-se outra grande ind\u00fastria      no s\u00e9culo 20. Rica em recursos de combust\u00edvel, a Inglaterra alimentou suas      primeiras ind\u00fastrias com a energia hidrel\u00e9trica e o carv\u00e3o escavado a partir      de suas Midlands e regi\u00f5es do norte. <\/p>\n<p>Na segunda metade do s\u00e9culo 20, ricos dep\u00f3sitos de petr\u00f3leo offshore e o      g\u00e1s natural tomaram o lugar do carv\u00e3o como a mais importante fonte de energia      da Inglaterra.<\/p>\n<p>Os anos 1970s e 1980s viram a perda de muitos empregos na ind\u00fastria por toda      a Inglaterra, quando as empresas transferiram suas f\u00e1bricas no exterior para      aproveitar trabalho mais barato e materiais. Hoje, a fabrica\u00e7\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel      por apenas 20 por cento da economia Ingl\u00easa. <\/p>\n<p>As f\u00e1bricas continuam a produzir grandes quantidades de metais acabados,      ve\u00edculos, aeronaves, fibras sint\u00e9ticas, e equipamentos eletr\u00f4nicos. No entanto,      as ind\u00fastrias pesadas pelas quais a Inglaterra foi uma vez conhecida &#8211; tais      como a minera\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o e a constru\u00e7\u00e3o naval, diminu\u00edram.    <\/p>\n<p>Elas foram substitu\u00eddas pelas ind\u00fastrias de servi\u00e7os e pelas ind\u00fastrias de      alta tecnologia, tais como a ind\u00fastria da computa\u00e7\u00e3o e a ind\u00fastria farmac\u00eautica.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, o governo do Reino Unido tem investido fortemente no crescimento      de novas ind\u00fastrias atrav\u00e9s das nove ag\u00eancias de desenvolvimento regional      da Inglaterra. Estas ag\u00eancias apoiam financeiramente a pesquisa cient\u00edfica      em universidades da \u00e1rea, institutos de tecnologia, e centros de pesquisa      privados. <\/p>\n<p>Entre as grandes hist\u00f3rias de sucesso deste programa tem sido o enorme crescimento      da ind\u00fastria biofarmac\u00eautica da Inglaterra. As ag\u00eancias de desenvolvimento      regional tamb\u00e9m continuam o trabalho desafiador de revitalizar os envelhecidos      centros das muitas centen\u00e1rias cidades industriais da Inglaterra.<\/p>\n<p>O      turismo continua a crescer em import\u00e2ncia econ\u00f4mica na maioria das regi\u00f5es.      Nos \u00faltimos anos, a Internet permitiu que as comunidades locais comercializassem      melhor seus muitos castelos, catedrais, museus, espa\u00e7os musicais e outras      atra\u00e7\u00f5es para o mundo.<\/p>\n<p>Durante      a d\u00e9cada de 1990, a agricultura Inglesa sofria de epizootias da &#8220;vaca      louca&#8221; (encefalopatia espongiforme bovina) e a infec\u00e7\u00e3o da febre aftosa.      Conter a sua propaga\u00e7\u00e3o exigiu o abate de muitos animais. A maioria das fazendas      sobreviveu \u00e0 crise com a ajuda do governo.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Os restos arqueol\u00f3gicos dos habitantes pr\u00e9-hist\u00f3ricos da Inglaterra (os Neandertais      e Cro-Magnons) mostram que eles ca\u00e7avam renas l\u00e1 durante a \u00faltima Era Glacial,      cerca de 11.000 aC. Naquela \u00e9poca, a atual ilha da Gr\u00e3-Bretanha estava ligada      ao continente Europeu. <\/p>\n<p>Ela se separou cerca de 8.500 anos atr\u00e1s. Por 3500 aC, um povo agricultor      chamado os Ib\u00e9ricos, ou Long Skulls, tinha atravessado do sudoeste da Europa.      V\u00e1rias centenas de anos mais tarde, os povos &#8220;Beaker&#8221; da Idade do      Bronze chegaram da mesma regi\u00e3o. <\/p>\n<p>Nomeados por seus navios de beber cer\u00e2mica, os povos Beaker deixaram para      tr\u00e1s enormes e misteriosos monumentos de pedra, como Stonehenge, perto da      atual cidade de Salisbury, no sul da Inglaterra.<\/p>\n<p>Por volta de 1500 aC, os Celtas da Idade do Ferro da Europa continental varreram      a Inglaterra, conquistando e absorvendo seus povos mais primitivos em sua      pr\u00f3pria sociedade. Os Celtas clarearam vastas \u00e1reas de floresta com seus machados      de ferro. <\/p>\n<p>Eles cultivavam o solo pesado com arados de ferro. E eles extra\u00edam estanho      da terra, que negociavam em lugares t\u00e3o distantes como a Gr\u00e9cia. Os reis e      rainhas Celtas governaram a sociedade juntamente com os sumos sacerdotes conhecidos      como Druidas. Os Celtas tamb\u00e9m desenvolveram uma intrincada forma de arte      curvil\u00ednea, uma das gl\u00f3rias da civiliza\u00e7\u00e3o ocidental.<\/p>\n<h4>Conquista      Romana<\/h4>\n<p>Em 55 aC, o general e estadista Romano J\u00falio C\u00e9sar chegou a lutar brevemente      com os Celtas sobre a terra que chamavam Brittonum. Um s\u00e9culo depois, em 43      dC sob o Imperador Claudius, os Romanos come\u00e7aram sua conquista a s\u00e9rio. <\/p>\n<p>Claudius estabeleceu a cidade fortificada de Londinium (atual Londres), no      Rio Tamisa, a 40 milhas (64 km) de sua embocadura, no Mar do Norte. Os Romanos      tomaram a maior parte da ilha da Gr\u00e3-Bretanha. <\/p>\n<p>Ao fazer isso, eles dirigiram os Celtas para as terras altas do norte da      Inglaterra e da Esc\u00f3cia, mas n\u00e3o sem resist\u00eancia feroz. Em 60 dC, as for\u00e7as      da rainha Celta Boudicca queimaram a Londinium dos Romanos para o ch\u00e3o. <\/p>\n<p>Por 122 dC, as legi\u00f5es do Imperador Adriano completaram a conquista Romana      da Inglaterra e emparedaram os invasores &#8220;b\u00e1rbaros&#8221;, no lado norte      da longa fortifica\u00e7\u00e3o de 73 milhas (117 km) conhecida como a Muralha de Adriano.<\/p>\n<p>Durante a sua estadia prolongada, os Romanos pontilharam a paisagem com moradias      de luxo e resorts, como Aquae Sulis (agora Bath). Eles tamb\u00e9m constru\u00edram      v\u00e1rias cidades fortificadas, muitas delas com nomes que terminavam em &#8220;cester&#8221;      ou &#8220;caster&#8221; (que significa castelo). <\/p>\n<p>Mais importante, talvez, os Romanos constru\u00edram a rede de estradas que se      tornaria a base para o sistema de transporte da Inglaterra. Eles tamb\u00e9m impuseram      o Cristianismo no lugar das formas de adora\u00e7\u00e3o da natureza dos Druidas.<\/p>\n<p>No entanto, em sua maior parte, a Roma Britanica permaneceu pouco mais de      um posto avan\u00e7ado militar &#8211; o canto mais ao norte do vasto imp\u00e9rio. Al\u00e9m disso,      manter os nativos rebeldes da Gr\u00e3-Bretanha em verifica\u00e7\u00e3o exigia a presen\u00e7a      de um total de um d\u00e9cimo do ex\u00e9rcito Romano. <\/p>\n<p>Conseq\u00fcentemente, os Romanos abandonaram Londinium e o resto da Gr\u00e3-Bretanha      quando os problemas atingiram mais perto de casa por volta de 400 dC.<\/p>\n<h4>Terra      Inglesa<\/h4>\n<p>Antes      do final do s\u00e9culo 5 (os anos 400s), as altas e de cabelos louros tribos conhecidas      como Anglos, Sax\u00f5es, e Jutos tinham varrido da Europa continental.<\/p>\n<p>Suas expedi\u00e7\u00f5es viajavam ao longo das estradas Romano-constru\u00eddas da Gr\u00e3-Bretanha,      matando ou escravizando aqueles que encontravam. Muitos Celtas Romanizados      fugiram oeste na Cornualha e no Pa\u00eds de Gales e, em todo o Mar da Irlanda,      para a Irlanda. <\/p>\n<p>A partir deste per\u00edodo vem a lenda Inglesa do Rei Arthur, com base em um      rei Brit\u00e2nico Celta que lutou bravamente contra os invasores Sax\u00f5es.<\/p>\n<p>Os Anglo-Sax\u00f5es introduziram os primeiros elementos do feudalismo para o      seu reino rec\u00e9m-criado de Anglia, ou &#8220;Angle-land&#8221;. Nesta forma de      governo, que atingiu a maturidade sob os governantes posteriores Normandos,      o rei ou rainha governante concediam a terra e poder para uma classe superior      de senhores e senhoras. Estes \u00faltimos, por sua vez, concediam terras aos cavaleiros      em troca de seu servi\u00e7o militar. <\/p>\n<p>Os membros da classe camponesa trabalhavam a terra de seus mestres por uma      parte da comida que produziam. Ao longo do s\u00e9culo seguinte, os Anglo-Sax\u00f5es      estabeleceram os sete reinos de Kent, Sussex, Essex, Wessex, Nort\u00fambria, M\u00e9rcia,      e East Anglia. <\/p>\n<p>O Cristianismo voltou para a Inglaterra no s\u00e9culo 6, com os emiss\u00e1rios de      Roma e de monges Crist\u00e3os Celtas da Irlanda e da Esc\u00f3cia.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo 9, os muitas vezes em conflito reinos da Inglaterra uniram-se para      atender uma amea\u00e7a externa. Os Vikings Dinamarqueses haviam invadido os assentamentos      costeiros da Inglaterra por d\u00e9cadas. <\/p>\n<p>Em 865, eles invadiram com vigor. O Rei Alfred de Wessex liderou a resist\u00eancia      de uma d\u00e9cada. Ele criou a primeira marinha Ingl\u00easa e, em 878, recapturou      Londres e empurrou os Dinamarqueses do seu reino do sudoeste. Em 886, um tratado      de paz assinado por Alfred premiou o nordeste da Inglaterra (o Danelaw) para      os Dinamarqu\u00eases, e o sudoeste para Alfred.<\/p>\n<p>Lembrado      como Alfred, o Grande, o rei de Wessex estabeleceu um governo forte, com leis      escritas. Ele tamb\u00e9m estabeleceu escolas e promoveu a leitura &#8211; uma habilidade      antes restrita ao clero. O filho e o neto de Alfred recapturaram o Danelaw      e uniram toda a Inglaterra sob um reino pela primeira vez. Um s\u00e9culo de paz      seguiu-se. Mas no s\u00e9culo 11, um poderoso ex\u00e9rcito e marinha Dinamarquesa fez      dos reis da Dinamarca tamb\u00e9m reis da Inglaterra.<\/p>\n<p>A      Inglaterra saltou para tr\u00e1s e para frente entre os beligerantes Dinamarqueses      e os reis de Wessex at\u00e9 1066, quando William, o duque da Normandia (na costa      Francesa), invadiu a terra. Ele ficou conhecido como William, o Conquistador.<\/p>\n<h4>Inglaterra      Normanda<\/h4>\n<p>William      introduziu novas leis, costumes e a l\u00edngua Francesa para a Inglaterra. O Franc\u00eas      se tornou a l\u00edngua da realeza, enquanto o &#8220;povo comum&#8221; ainda falava      o &#8220;Ingl\u00eas Antigo&#8221;, ou Anglo-Sax\u00e3o. Ao longo dos anos, o Anglo-Sax\u00e3o      e o Franc\u00eas Normando seriam fundidos para produzir as bases do moderno Ingl\u00eas.<\/p>\n<p>William      deu a maioria da terra Saxonica \u00e0 seus senhores Normandos e tributou pesadamente      o povo Ingl\u00eas. Em 1086, a realiza\u00e7\u00e3o do Domesday Book, o primeiro censo da      Inglaterra, permitiu aos cobradores de impostos fazer seu trabalho de forma      mais eficiente. Ao longo dos anos, William e seus sucessores &#8211; seus filhos      William II e, mais tarde Henry I &#8211; fortaleceram a monarquia Ingl\u00easa e estenderam      o seu poder para incluir partes da Irlanda.<\/p>\n<p>Nos      s\u00e9culos 12 e 13, a monarquia Ingl\u00easa entrou em conflito, primeiro com os poderosos      bispos da igreja Ingl\u00easa e, em seguida, com seus pr\u00f3prios nobres. A primeira      luta culminou em 1170, com o assassinato de S\u00e3o Thomas Becket, o arcebispo      de Canterbury. A segunda resultou no documento que se tornaria o fundamento      da democracia na Inglaterra e, atrav\u00e9s dela, em grande parte do mundo.<\/p>\n<h4>A      Carta Magna<\/h4>\n<p>Quando o Rei Ricardo I, Cora\u00e7\u00e3o de Le\u00e3o, morreu em 1199, seu irm\u00e3o Rei Jo\u00e3o      tentou estender o poder real e, frequentemente, se colocou acima da lei. Em      1215, um grupo de bar\u00f5es &#8211; apoiados por comerciantes poderosos de Londres      e o novo arcebispo de Canterbury &#8211; for\u00e7aram John a assinar um acordo pelo      qual ele admitia seu erro e prometia respeitar o direito Ingl\u00eas. <\/p>\n<p>Conhecido como a Carta Grande, ou Carta Magna em Latim, o documento exigia      do monarca obter o consentimento dos seus nobres antes da cobran\u00e7a de novos      impostos. Ele tamb\u00e9m dava a eles o direito a julgamento por um j\u00fari de seus      pares. Com o tempo, esses direitos viriam a se aplicar a todo o povo da Inglaterra.<\/p>\n<p>A Inglaterra prosperou ao longo do s\u00e9culo seguinte. A cria\u00e7\u00e3o de ovelhas      para carne e a l\u00e3 se tornou uma ind\u00fastria importante, os comerciantes cresceram      ricos, e Londres tornou-se um importante centro comercial mundial. A igreja      da Inglaterra tamb\u00e9m enriqueceu. <\/p>\n<p>Com esta riqueza, a igreja construiu catedrais impressionantes em todo o      pa\u00eds e desenvolveu Oxford e Cambridge em duas das primeiras grandes universidades      do mundo. Corpora\u00e7\u00f5es de of\u00edcio poderosas chamadas minist\u00e9rios controlavam      suas profiss\u00f5es particulares, incluindo a atribui\u00e7\u00e3o de aprendizes para os      &#8220;mestres&#8221; de quem eles iriam aprender o seu of\u00edcio.<\/p>\n<p>Entre 1277 e 1284, o Rei Edward I conquistou grande parte do Pa\u00eds de Gales.      Ele nomeou seu filho mais velho Pr\u00edncipe de Gales, t\u00edtulo que tem sido detido      desde ent\u00e3o pelo filho mais velho do monarca Ingl\u00eas. Em 1295, o conselho de      conselheiros do rei tornou-se o Parlamento Ingl\u00eas. <\/p>\n<p>Durante o pr\u00f3ximo s\u00e9culo, o Parlamento formaria dois n\u00edveis &#8211; com bar\u00f5es      e bispos na Casa dos Lordes, e os representantes das cidades e condados na      C\u00e2mara dos Comuns.<\/p>\n<p>Oposi\u00e7\u00e3o, conspira\u00e7\u00e3o, e assassinato suplantaram um rei ap\u00f3s o outro. O Rei      Edward III lan\u00e7ou a Guerra dos Cem Anos com a Fran\u00e7a em 1337, com a esperan\u00e7a      de enriquecer seus cofres reais. <\/p>\n<p>Durante o curso desta guerra secular, o Ingl\u00eas substituiu o Franc\u00eas como      l\u00edngua dos nobres, Geoffrey Chaucer produziu a primeira grande poesia no idioma      Ingl\u00eas, e a Peste Negra (a peste bub\u00f4nica) matou uma em cada tr\u00eas pessoas      da Inglaterra. <\/p>\n<p>Todo o tempo, v\u00e1rios ramos da fam\u00edlia real continuaram a disputar o trono      Ingl\u00eas. O pico do conflito veio com a guerra civil chamada Guerra das Rosas,      depois dos emblemas dos dois lados lutando. Em 1485, Henry Tudor matou o Rei      Ricardo III, para se tornar o Rei Henrique VII e, finalmente, trazer a paz      \u00e0 terra.<\/p>\n<p>Sob      os reis Tudor, a Inglaterra floresceu, e sua crescente frota de navios mercantes      expandiu seu alcance e abriu novos mercados para os bens Ingl\u00eases. Em 1497,      John Cabot explorou a costa nordeste da Am\u00e9rica do Norte at\u00e9 o sul de Delaware,      reivindicando a terra para a Inglaterra.<\/p>\n<p>Em      1534, o papa recusou a concess\u00e3o de um div\u00f3rcio \u00e0 Henry VIII com sua primeira      esposa, Catarina de Arag\u00e3o. Para se casar com Ana Bolena, Henrique fez-se      nomeado chefe da nova Igreja da Inglaterra, ou Igreja Anglicana.<\/p>\n<p>Embora      ele se casasse seis vezes &#8211; divorciando e decapitando v\u00e1rias esposas em sua      miss\u00e3o de ter um filho &#8211; Henry teve apenas um. Quando esse filho, Edward,      morreu em sua juventude, a filha Cat\u00f3lica de Henry de seu primeiro casamento      tornou-se rainha. Quando Mary morreu, sua meia-irm\u00e3 Elizabeth subiu ao trono      e se tornou um dos monarcas mais poderosos e influentes que a Inglaterra &#8211;      e possivelmente o mundo, j\u00e1 haviam conhecido.<\/p>\n<h4>A      Era Elizabethana<\/h4>\n<p>Sob      o comando de Elizabeth, a Marinha Ingl\u00easa derrotou a Armada Espanhola em 1588,      e o pa\u00eds entrou num per\u00edodo de prosperidade sem precedentes.<\/p>\n<p>Exploradores      como Francis Drake e Martin Frobisher partiram em viagens de descobertas que      levaram \u00e0 expans\u00e3o do primerio Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico.<\/p>\n<p>A      riqueza e a seguran\u00e7a trouxeram um florescimento das artes sob o incentivo      ativo de Elizabeth. Esta foi a idade de Shakespeare e do dramaturgo Christopher      Marlowe, do escritor Ben Jonson, e do poeta-aventureiro Sir Walter Raleigh.      Elizabeth nunca se casou.<\/p>\n<p>A      Elizabeth sem filhos designou seu primo, James VI (cuja m\u00e3e, Mary, Rainha      dos Escoceses, ela tinha executado), como seu sucessor. Assim, em 1603, ele      se tornou James I da Inglaterra, unindo as coroas da Esc\u00f3cia e Ingl\u00easa. No      entanto, seria necess\u00e1rio mais um s\u00e9culo de guerra civil para unir oficialmente      a Esc\u00f3cia com os reinos Ingl\u00eases.<\/p>\n<h4>Os      Stuarts e a Guerra Civil<\/h4>\n<p>Um      rei acad\u00eamico, James \u00e9 mais lembrado pela autoriza\u00e7\u00e3o de uma nova tradu\u00e7\u00e3o      da B\u00edblia em 1611. A &#8220;Vers\u00e3o do Rei James&#8221; exerceria uma enorme      influ\u00eancia sobre o estilo liter\u00e1rio Ingl\u00eas por s\u00e9culos. Mas James negligenciou      a sua marinha e a economia de seu pa\u00eds. O povo tamb\u00e9m se irritou sob o controle      do rei da igreja e sua nomea\u00e7\u00e3o de bispos.<\/p>\n<p>O      conflito chegou ao auge durante o reinado do filho de James, Charles I, que      se recusou a consultar o Parlamento e exigiu impostos sem a sua permiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Medidas      duras levaram a uma rebeli\u00e3o Escocesa em 1640, e em 1642, a guerra civil eclodiu      entre as for\u00e7as parlamentares lideradas por Oliver Cromwell e os simpatizantes      Cat\u00f3licos de Charles. Sobre a derrota de Charles em 1649, o Parlamento mandou      decapit\u00e1-lo por trai\u00e7\u00e3o. Cromwell governou a Inglaterra at\u00e9 1658. Em 1660,      o filho de Charles foi chamado do ex\u00edlio e restaurou a monarquia.<\/p>\n<p>Quando Charles II morreu em 1685, seu irm\u00e3o, James II, tornou-se rei e tentou      for\u00e7ar a convers\u00e3o da Inglaterra ao Catolicismo. O Parlamento voltou a levantar      um ex\u00e9rcito. Ele enviou James II para o ex\u00edlio com a ajuda de William de Orange,      pr\u00edncipe da Holanda &#8211; que tinha casado com a filha Protestante de James II,      Mary. Mary e William assumiram o trono, e o Parlamento aprovou a Bill of Rights.    <\/p>\n<p>O projeto de lei firmemente limitava o poder de qualquer monarca e estabelecia      o governo democr\u00e1tico da Inglaterra atrav\u00e9s dos membros eleitos do Parlamento.      Com uma outra rebeli\u00e3o Escocesa posta para descansar, os Parlamentos Escoc\u00eas      e Ingl\u00eas ratificaram o Ato da Uni\u00e3o em 1707.<\/p>\n<p><strong>A      Inglaterra, a Esc\u00f3cia e o Pa\u00eds de Gales se tornaram uma na\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0o      Reino Unido da Gr\u00e3-Bretanha.<\/p>\n<h4>Governo<\/h4>\n<p>Para fins da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os locais e do governo, a Inglaterra est\u00e1      dividida em 46 autoridades unit\u00e1rias, 34 munic\u00edpios (ou &#8220;condados&#8221;),      e a Grande Londres. Os munic\u00edpios, por sua vez, s\u00e3o subdivididos em cerca      de 240 distritos. <\/p>\n<p>Os munic\u00edpios geralmente oferecem servi\u00e7os como educa\u00e7\u00e3o, transporte, prote\u00e7\u00e3o      contra inc\u00eandio e bibliotecas. Os distritos controlam o planejamento local,      as estradas, as inspe\u00e7\u00f5es dos edif\u00edcios, e os servi\u00e7os de sa\u00fade. <\/p>\n<p>As autoridades unit\u00e1rias fornecem ambos. Os residentes elegem os membros      do conselho para presidir cada n\u00edvel de governo local. Nos distritos grandes      o suficiente para serem chamados cidades, o presidente do conselho serve como      o prefeito.<\/p>\n<p>Como      parte do Reino Unido, a Inglaterra tamb\u00e9m est\u00e1 dividida em &#8220;estados&#8221;,      cada um dos quais elege um membro para represent\u00e1-lo na Casa dos Comuns do      Parlamento (o legislativo nacional).<\/p>\n<p>Fonte: Internet      Nations<\/p>\n<h6>Inglaterra<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Apesar      de haver pouco registro dos primeiros habitantes da ilha, sabe-se que antes      do per\u00edodo calciol\u00edtico, havia culturas avan\u00e7adas em Wiltshire, a quem s\u00e3o      atribu\u00eddas \u00e0s constru\u00e7\u00f5es de lindos monumentos megal\u00edticos, como Stonehenge,      que corresponde a um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, quando invas\u00f5es do continente europeu      introduziram o uso de instrumentos de lat\u00e3o e bronze.<\/p>\n<p>Quando C\u00e9sar conquistou a Bretanha, a ilha foi ocupada pelos Celtas e muitas      outras tribos nativas b\u00e1rbaras, que ofereceram forte resist\u00eancia aos ex\u00e9rcitos      romanos. No quinto s\u00e9culo, os romanos deixaram a Bretanha, que foi invadida      pelos anglos e pelos sax\u00f5es.<\/p>\n<p>No reinado de Egbert, o Grande, foi invadida pelos dinamarqueses, que conseguiram      submeter o pa\u00eds e impor seus reis de 1017 a 1042.<\/p>\n<p>Foi      nessa \u00e9poca que Edward, o Confessor, conseguiu restabelecer a monarquia anglo-sax\u00f4nica,      e quando ele morreu em 1066, houve uma disputa pela coroa, entre seu cunhado      e sucessor Harold II, duque da Normandia e Guilherme, o Conquistador, que      invadiu a Inglaterra, derrotou seu rival em Hastings e se proclamou rei, fundando      a dinastia normanda. Em 1154 come\u00e7ou a reinar a dinastia Angevin, com Henrique      II Plantagenet (1154-1189).<\/p>\n<p>Foi seguido por Ricardo, Cora\u00e7\u00e3o de Le\u00e3o (1189-1199), um dos l\u00edderes da 3\u00aa      Cruzada, que morreu numa batalha contra Felipe, da Fran\u00e7a. John Lackland (1199-1216),      irm\u00e3o e sucessor de Ricardo, causou uma rebeli\u00e3o entre o clero e os bar\u00f5es      e teve que assinar a Magna Carta. <\/p>\n<p>Eduardo III iniciou a Guerra dos Roses, que se estendeu durante os reinados      de Eduardo IV (1422-1461) e Ricardo III (1483-1485) que morreu na batalha      de Bosworth. Ap\u00f3s ele, Henrique VII foi proclamado rei (1485-1509) e iniciou      a dinastia Tudor.<\/p>\n<p>Ele favorece a Reforma e fundou o poder mar\u00edtimo da Inglaterra. Henrique      VIII (1509-1547) formou a Igreja Anglicana. Durante o reinado do jovem Henrique      VI (1547-1553), Somerset estabeleceu o protestantismo. <\/p>\n<p>Apesar de Lady Jane Grey (1553), rejeitada pelos cat\u00f3licos, reinou por alguns      dias apenas e Mary I (1553-1558) ter perseguido os protestantes, a religi\u00e3o      reformada prevaleceu novamente com Elizabeth (1558-1603) que estabeleceu o      anglicanismo definitivamente. <\/p>\n<p>Foi no reinado dela que come\u00e7ou o poder mar\u00edtimo e colonial da Inglaterra,      assim como a industria e o comercio; a literatura atinge seu apogeu, mas tamb\u00e9m      prevalece o regime absolutista.<\/p>\n<p>Os      Tudor foram seguidos pelos Stuart. Jacob I (VI na Esc\u00f3cia), filho de Mary      Stuart, reinou de 1603 a 1625 e uniu definitivamente debaixo de um \u00fanico trono,      as coroas da Esc\u00f3cia e da Inglaterra, com seu absolutismo e resist\u00eancia em      reconhecer os direitos do Parlamento, preparou a guerra civil, que explodiu      no reinado de seu filho, Charles I (1625-1649) e custou a este, a coroa e      a vida.<\/p>\n<p>A      Republica parlamentar foi ent\u00e3o estabelecida (1649-1653), cujo poder supremo      foi confiado a Oliver Cronwell com o t\u00edtulo de Senhor Protetor (1659-1660).<\/p>\n<p>Os      Stuart recuperaram o trono. O infeliz reinado de Charles II (1660-1685) e      de Jacob II (1685-1689) os tornaram impopulares e trouxeram a Revolu\u00e7\u00e3o que      lan\u00e7ou na Europa os direitos pol\u00edticos modernos e teve uma repercuss\u00e3o, cem      anos depois, na Revolu\u00e7\u00e3o Francesa.<\/p>\n<p>O      Parlamento ofereceu a coroa a Guilherme III de Orange (1689-1702) que reinou      com sua esposa Mary I, filha de Jacob II, deposto e refugiado na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Guilherme      foi seguido por Ana (1703-1714), outra filha de Jacob. Durante o reinado dela,      a uni\u00e3o Inglaterra e Esc\u00f3cia de restabeleceu.<\/p>\n<p><strong>Ana      morreu sem um sucessor, porque todos os seus filhos morreram antes dela, ent\u00e3o      a coroa foi passada para a casa de Hannover, a que reina at\u00e9 hoje e cujos      reis at\u00e9 agora foram:<\/strong>\u00a0George      I (1714-1727); George II (1727-1760); George III (1760-1820), cujo reinado      corresponde \u00e0 independ\u00eancia \u00e0s col\u00f4nias da Am\u00e9rica do Norte (os Estados Unidos),      \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do vasto imp\u00e9rio indiano, \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o Francesa e \u00e0s alian\u00e7as contra      a Rep\u00fablica e o Imp\u00e9rio, a revolu\u00e7\u00e3o da Irlanda e sua fus\u00e3o pol\u00edtica com a      Gr\u00e3-Bretanha sob o nome de Reino Unido da Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda; George IV      (1820-1830); William IV (1830-1837), cujo reinado causou uma importante reforma      parlamentar, onde foi abolida a escravid\u00e3o e foram reformadas as leis da pobreza;      Victoria (1837-1901), em cujo reinado o imp\u00e9rio brit\u00e2nico se expandiu e houve      um florescimento da ci\u00eancia, artes, industria e com\u00e9rcio; Edward VII (1901-1910)      que para manter o imperialismo brit\u00e2nico, a supremacia pol\u00edtica e comercial      da Gr\u00e3-Bretanha sobre os pa\u00edses do mundo, e a inveja da amea\u00e7a de superioridade      da Alemanha, obteve com sucesso alian\u00e7as poderosas, para conseguir enfrentar      a Tr\u00edplice Alian\u00e7a nos dias do grande choque, que j\u00e1 se aproximava e que ele      conseguia prever; George V, que subiu ao trono em 1910 e reinou at\u00e9 1936.<\/p>\n<p>Ele liderou a Inglaterra quando a grande guerra irrompeu na Europa em 1914      e defendeu o imperialismo brit\u00e2nico, acima mencionado, do imperialismo alem\u00e3o.      A Gr\u00e3-Bretanha e seus aliados ganharam a guerra e ent\u00e3o os irlandeses, pelo      direito concedido de pequenas na\u00e7\u00f5es terem seu pr\u00f3prio governo, pediram sua      independ\u00eancia. <\/p>\n<p>Quando viram sua peti\u00e7\u00e3o negada, se armaram, at\u00e9 1921, quando um acordo foi      realizado em que a Irlanda era considerada dom\u00ednio ingl\u00eas. <\/p>\n<p>Mais tarde, os j\u00e1 fracos la\u00e7os que uniam o Estado Livre da Irlanda com o      Reino Unido, foram quebrados com a separa\u00e7\u00e3o definitiva em 1949, formando      a Republica da Irlanda como um Estado independente, sendo apenas afetado pelo      Reino Unido e Irlanda do Norte, constitu\u00edda de seis munic\u00edpios da prov\u00edncia      de Ulster.<\/p>\n<p>Quando Jorge V morreu no fim de janeiro de 1936, foi proclamado rei seu filho      Edward, pr\u00edncipe de Gales, que subiu ao trono com o nome de Edward VIII, mas      que reinou por pouco tempo, pois em dezembro do mesmo ano, por raz\u00f5es de natureza      sentimental (casar com uma mulher americana divorciada), abdicou \u00e0 pessoa      de seu irm\u00e3o Albert, duque de York, que o seguiu com o nome de George VI.    <\/p>\n<p>Em 1\u00ba de setembro de 1939 a Alemanha atacou Pol\u00f4nia e dois dias depois a      Gr\u00e3-Bretanha e a Fran\u00e7a, por virtude dos acordos que tinha com esse pa\u00eds,      declararam guerra \u00e0 Alemanha, come\u00e7ando assim a Segunda Guerra Mundial, que      durou at\u00e9 1945.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a vit\u00f3ria, a Gr\u00e3-Bretanha juntou-se a outras na\u00e7\u00f5es na organiza\u00e7\u00e3o de      uma paz mundial, concordando com os pontos de vista dos Estados Unidos. Em      1951, o Partido Trabalhista, que estava no poder desde o final da guerra,      e sob o qual o regime do imp\u00e9rio brit\u00e2nico foi profundamente danificado e      sofreu uma enorme redu\u00e7\u00e3o em seu prestigio na Inglaterra, teve que ceder a      posi\u00e7\u00e3o aos conservadores, ao governo da Gr\u00e3-Bretanha. <\/p>\n<p>George VI morreu em 1952 e sua filha Elizabeth o sucedeu, com o nome de Elizabeth      II. Durante seu reinado, a Gr\u00e3-Bretanha perdeu o controle do Canal de Suez      e viu desmantelar-se seu imp\u00e9rio colonial, no entanto, grande de suas antigas      col\u00f4nias pertencem \u00e0 na\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica.<\/p>\n<h4>Clima<\/h4>\n<p>O      clima ingl\u00eas \u00e9 muito mut\u00e1vel, e pode passar de um dia frio e chuvoso \u00e0 um      dia esplendoroso de sol, em algumas horas, raz\u00e3o pela qual \u00e9 sempre recomend\u00e1vel      ter em m\u00e3os um casaco e um capa de chuva. Normalmente chove um dia a cada      tr\u00eas, apesar dos per\u00edodos de dias longos. A temperatura varia entre 30\u00baC no      ver\u00e3o e -5\u00baC no inverno.<\/p>\n<h4>Transporte<\/h4>\n<p><strong>Aeroportos<\/strong><\/p>\n<p>Londres      possui cinco aeroportos internacionais. Heathrow, localizado 24km a oeste      de Londres \u00e9 o mais importante. Os outros s\u00e3o Gatwick, Stansted, Luton, e      o Aeroporto da Cidade de Londres. Em outras partes do pa\u00eds, h\u00e1 aeroportos      internacionais nas cidades de Birmingham, Manchester e Newcastle.<\/p>\n<p><strong>Avi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>British      Airways \u00e9 a principal companhia a\u00e9rea brit\u00e2nica. Cobre destinos internacionais      e v\u00f4os dom\u00e9sticos. A grande maioria das companhias internacionais tem v\u00f4os      para as cidades mais importantes da Inglaterra.<\/p>\n<p><strong>Outras      companhias a\u00e9reas que fazem v\u00f4os dom\u00e9sticos s\u00e3o:<\/strong>\u00a0KLM      UK, EasyJet, Aer Lingus e BMI British Midland.<\/p>\n<p><strong>Trem<\/strong><\/p>\n<p>O      Reino Unido possui 16.500km de estradas de ferro, que s\u00e3o a maneira mais r\u00e1pida      de locomo\u00e7\u00e3o entre Londres e as cidades importantes do pa\u00eds. O sistema tem      pre\u00e7os razo\u00e1veis, no entanto o turista pode optar por passagens especiais      oferecidas pela Britrail, com viagens ilimitadas. Devem ser adquiridas no      pa\u00eds de origem do visitante e permite que a pessoa economize dinheiro.<\/p>\n<p><strong>Carros<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Inglaterra<\/strong>\u00a0possui estradas principais      (classifica\u00e7\u00e3o A), que conecta as principais cidades da ilha, e estradas rurais,      classifica\u00e7\u00e3o B, mais lentas e sinuosas, algumas vezes imposs\u00edveis de se trafegar      no inverno. <\/p>\n<p>H\u00e1 boas linhas de \u00f4nibus e \u00e9 poss\u00edvel alugar um carro para turmas que desejam      cruzar a Inglaterra por essas estradas. N\u00e3o se pode esquecer que na Inglaterra      a m\u00e3o \u00e9 a esquerda. O limite de velocidade permitido \u00e9 50 km\/h nas zonas urbanas,      120 km\/h nas vias expressas e entre 80km\/h e 100 km\/h nas outras estradas.    <\/p>\n<p>O uso de cinto de seguran\u00e7a \u00e9 obrigat\u00f3rio, assim como possuir carteira de      motorista e seguro.<\/p>\n<p><strong>Aluguel<\/strong><\/p>\n<p>Todas      as principais empresas de loca\u00e7\u00e3o de carro possuem filial na Inglaterra.<\/p>\n<h4>Transporte      Urbano<\/h4>\n<p><strong>Metr\u00f4<\/strong><\/p>\n<p>Londres,      Newcastle, Liverpool e Glasgow possuem linhas de metr\u00f4. As de Glasgow e Londres      s\u00e3o as mais antigas. As regi\u00f5es urbanas de Glasgow, Cardiff, Manchester, Liverpool      e Birmingham possuem boas linhas de bonde. Em Londres, cobrem uma enorme \u00e1rea,      sendo a maior linha de metr\u00f4 do mundo.<\/p>\n<p><strong>\u00d4nibus<\/strong><\/p>\n<p>Todas      as cidades inglesas possuem linha de \u00f4nibus urbano, que integram as passagens      com trens e \u00f4nibus intermunicipais. O terminal central geralmente \u00e9 pr\u00f3ximo      a uma esta\u00e7\u00e3o de trem.<\/p>\n<p><strong>T\u00e1xis<\/strong><\/p>\n<p>Podem      se encontrados nas principais cidades e \u00e9 comum deixar entre 2 e 3 por cento      de gorjeta. Possuem taxas extras nos feriados, dias de semana, madrugada ou      excesso de bagagem.<\/p>\n<h4>Cart\u00f5es      Postais da Inglaterra<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/iinglat3.jpg\" alt=\"Inglaterra\" title=\"Inglaterra\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/iinglat4.jpg\" alt=\"Inglaterra\" title=\"Inglaterra\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/iinglat5.jpg\" alt=\"Inglaterra\" title=\"Inglaterra\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/iinglat6.jpg\" alt=\"Inglaterra\" title=\"Inglaterra\" \/><\/p>\n<p>Fonte: www.sprachcaffe-england.com<\/p>\n<h6>Inglaterra<\/h6>\n<p>A imagem lend\u00e1ria fleum\u00e1tico do pa\u00eds, cristalizado na d\u00e9cada de 1930 em um      tempo quando a vida girava em torno do Ingl\u00eas correios, pub e casa paroquial,      n\u00e3o resistiu ao final do s\u00e9culo XX e expans\u00e3o suburbana . <\/p>\n<p>Hoje, o pa\u00eds atrai tanto pela sua paisagem verdejante para suas cidades,      onde criatividade, cultura e vida noturna bater um ritmo acelerado. <\/p>\n<p>Manchester, Bristol ou Brighton est\u00e3o entre a refer\u00eancia mundial no campo      da m\u00fasica, enquanto a reputa\u00e7\u00e3o de Londres \u00e9 mais para fazer em termos de      grandes exposi\u00e7\u00f5es e dinamismo art\u00edstico. <\/p>\n<p>Anexado ao seu particularismo insular apesar de sua ades\u00e3o \u00e0 Uni\u00e3o Europeia,      Inglaterra cultiva o seu apego \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o e vanguardismo sempre disse. No      momento em que os manifestantes velhos viciados s\u00e3o elevados \u00e0 categoria de      um cavaleiro, diz ela, mais uma vez, a sua singularidade para o mundo.<\/p>\n<h4>HIST\u00d3RIA<\/h4>\n<p>Inglaterra      \u00e9 um dos quatro pa\u00edses que comp\u00f5em o Reino Unido.<\/p>\n<p>O      nome teve origem na Inglaterra na imigra\u00e7\u00e3o anglo-sax\u00e3o para a ilha da Gr\u00e3-Bretanha,      Inglaterra &#8211; Ingl\u00eas Inglaterra &#8211; esta \u00e9 a &#8220;terra dos anglos&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Originalmente      morcell\u00e9e entre os sete reinos do Heptarchy:\u00a0<\/strong>East      Anglia, Essex, Kent, M\u00e9rcia, Northumbria, Sussex, Wessex, etc.<\/p>\n<p><strong>Cuja      reunifica\u00e7\u00e3o foi o fato de Eduardo, o Velho, rei de Wessex, assistido pelo      seu \u00c6thelfl\u00e6d irm\u00e3, a rainha de M\u00e9rcia nos 902-920 anos:<\/strong>\u00a0East      Anglia foi conquistada em 917, o reino de York, em 918 mas perdeu novamente      em 919, Northumbria em 918. M\u00e9rcia em 919 e anexo ao Wessex.<\/p>\n<p>\u00c9      importante para se distinguir da Gr\u00e3-Bretanha e Reino Unido. A ilha da Gr\u00e3-Bretanha      cont\u00e9m Inglaterra, Esc\u00f3cia e Pa\u00eds de Gales, enquanto o Reino Unido \u00e9 o Reino      Unido da Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda do Norte. Um cidad\u00e3o de Belfast, ent\u00e3o, viver      no Reino Unido, mas n\u00e3o no Reino Unido, e \u00e9 natural de Edimburgo brit\u00e2nico      (e escoc\u00eas), mas n\u00e3o Ingl\u00eas.<\/p>\n<p>Inglaterra      tinha uma coroa distinta da Esc\u00f3cia at\u00e9 1707. Os monarcas da Inglaterra tamb\u00e9m      foram monarcas da Esc\u00f3cia a partir de 1603, as duas monarquias foram fundidas      em 1707, com o Ato de Uni\u00e3o, e Queen Anne Stuart tornou-se a primeira rainha      do Reino Unido da Gr\u00e3- Gr\u00e3-Bretanha.<\/p>\n<h4>GEOGRAFIA<\/h4>\n<p>A      Inglaterra \u00e9 o mais rico e mais populoso (47.800.000 habitantes) que comp\u00f5em      a Gr\u00e3-Bretanha. Londres, a capital, \u00e9 hoje a maior metr\u00f3pole europeia.<\/p>\n<p>Natural England \u00e9 delimitada a norte pela Esc\u00f3cia e ao oeste pelo Pa\u00eds de      Gales e \u00e9 banhada a leste pelo Mar do Norte, sudeste pelo Estreito de Dover,      a sul pelo Canal ea oeste pelo Mar da Irlanda. <\/p>\n<p>Seu terreno \u00e9 formado para o sul e leste, por uma bacia sedimentar, a bacia      de Londres, onde a altitude \u00e9 inferior a 300 m, cercado ao norte e ao sudoeste,      em massa, n\u00e3o superior a velha n\u00e3o 1000 m. Camadas na sua levemente inclinada      para o sul-leste, a eros\u00e3o destacou costelas frentes alinhadas nordeste para      sudoeste, Cotswold Hills, esculpida em pedra calc\u00e1ria do Jur\u00e1ssico, e as Colinas      Chiltern, modelado no giz. <\/p>\n<p>Sudeste, as colinas do Norte e do quadro de South Downs a botoeira do Weald.      O Norte eo Sul final Downs com a al\u00e7a de uma linha de fal\u00e9sias. Para o leste,      no Golfo do Wash, p\u00e2ntanos estender o Fens. Sudoeste pen\u00ednsula de Devon e      Cornwall apresenta seus barrens aos ventos onshore.<\/p>\n<p>A \u00e1rea montanhosa \u00e9 ocupado principalmente pelos Pennines, no sentido Norte-Sul,      que se projeta entre os compartimentos desabou leste de Yorkshire, Lancashire      e da regi\u00e3o de West Midlands, ao sul. <\/p>\n<p>Rios que descem s\u00e3o a origem da voca\u00e7\u00e3o industrial destas regi\u00f5es, tornaram-se      os Pa\u00edses Preto, XVIII e XIX, gra\u00e7as \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de minas de carv\u00e3o. Que      seja prorrogado para o leste pelos mouros Yorkshire, a oeste pela pequena      massa de Cumberland, que \u00e9 a a\u00e7\u00e3o de geleiras antigas para ser repleta de      lagos (Lake District), e para o norte pelos montes Cheviot para a fronteira      anglo-escocesa.<\/p>\n<p>Do      mar entra a partir de todos os lados, Inglaterra. Os efeitos de mar\u00e9 s\u00e3o sentidos      at\u00e9 nos mais profundos estu\u00e1rios e de f\u00e1cil acesso para os sites porto mais      abrigadas.<\/p>\n<p><strong>A      massa de temperatura da \u00e1gua do mar e regula clima oce\u00e2nico d\u00e1 maioria de      suas caracter\u00edsticas:<\/strong>\u00a0amplitude      t\u00e9rmica baixa e inverno chuvoso. A \u00e1rea de Londres, menos exposto aos ventos      do oeste, tem uma tend\u00eancia clima continental.<\/p>\n<h4>ECONOMIA<\/h4>\n<p>O solo e as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas tornam Inglaterra a primeira regi\u00e3o agr\u00edcola      no Reino Unido. Fazendas, 40 a 50 ha, em m\u00e9dia, s\u00e3o altamente mecanizadas.      Os agricultores e propriet\u00e1rios de terras aplicar m\u00e9todos eruditos de rota\u00e7\u00e3o      de culturas e cria\u00e7\u00e3o de gado, agricultura e cria\u00e7\u00e3o de animais como est\u00e3o      associados (policultura). <\/p>\n<p>O cultivo de cereais, combinada com a de beterraba e batata, domina nas terras      ricas do Sul e do Oeste, do Leste e do Centro ser\u00e1 cont\u00edguo culturas forrageiras      (Lancashire, Yorkshire, Fens). As frutas e hortali\u00e7as s\u00e3o cultivadas em Kent,      enquanto as culturas em estufas s\u00e3o a especialidade de Sussex. Kent e Worcestershire      l\u00fapulo crescer. <\/p>\n<p>A Midlands e Somerset Weald dedicado ao gado, enquanto as colinas secas dos      Downs Cotswold e da \u00e1rea Chiltern s\u00e3o ovelhas. No entanto, o setor agr\u00edcola      representa apenas uma pequena parte da renda da Inglaterra, a regra continua      a ser a ind\u00fastria.<\/p>\n<p>Moderniza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria A ind\u00fastria est\u00e1 concentrada no pa\u00eds preto, uma      vez especializada em minera\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o e da ind\u00fastria t\u00eaxtil na convers\u00e3o.      Bacias Northumberland-Durham e Yorkshire East Midlands, modernizou fornecer      cerca de dois ter\u00e7os da produ\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica, parcialmente queimado em centrais      el\u00e9ctricas e de coque locais. <\/p>\n<p>O a\u00e7o \u00e9 dirigida para a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7os especiais em Sheffield, enquanto      o heavy metal ind\u00fastria da l\u00e3 animado Newcastle ainda est\u00e1 vivo em Leeds e      Bradford. Para o oeste, o Cumberland encontrou sua salva\u00e7\u00e3o no &#8220;Steel      on Water&#8221; Barrow-in-Furness, que lida com min\u00e9rio importado.<\/p>\n<p><strong>No      entanto, a gravidade da crise, em Lancashire, quase arruinada pela regress\u00e3o      da ind\u00fastria de algod\u00e3o, levaram a diversifica\u00e7\u00e3o industrial:<\/strong>\u00a0Liverpool      e Manchester sediou a qu\u00edmica, refinarias de petr\u00f3leo, linhas de montagem      de autom\u00f3veis e oficinas fazer.<\/p>\n<p><strong>Sul      da bacia Midlands \u00e9 a sede do processamento de metal:<\/strong>\u00a0autom\u00f3veis,      m\u00e1quinas, armas, equipamentos diversos (Birmingham, Coventry). A pol\u00edtica      de convers\u00e3o \u00e9 acompanhada por uma remodela\u00e7\u00e3o da paisagem urbana. Muito avan\u00e7ado      em Midlands, o movimento ganhar outros Pa\u00edses preto.<\/p>\n<p>Nova      centros industriais nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a ind\u00fastria est\u00e1 implantada no cora\u00e7\u00e3o      da Inglaterra verde no centro da Bacia de Londres.?<\/p>\n<p><strong>Usando      energia el\u00e9trica e algumas mat\u00e9rias-primas, mas usando a m\u00e3o-d-obra qualificada,      e ele desenha na \u00e1rea de Londres, centra-se nas atividades mais din\u00e2micas:<\/strong>\u00a0automotivo      Oxford, Cambridge Electron. A especificidade de Londres \u00e9 a import\u00e2ncia do      setor terci\u00e1rio. Seu porto perdeu muito de seu neg\u00f3cio para o benef\u00edcio de      Tilbury, a jusante da capital, as mais modernas instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Fonte: www.europa-planet.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inglaterra, Pa\u00eds, Capital, Cidade, Turismo, Hist\u00f3ria, Reino, Unido, Economia, Pol\u00edtica, Cultura, Pontos, Tur\u00edsticos, Geografia, Localiza\u00e7\u00e3o, Inglaterra<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-58196","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Inglaterra, Pa\u00eds, Capital, Cidade, Turismo, Hist\u00f3ria Inglaterra<\/title>\n<meta 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