{"id":56349,"date":"2016-06-23T16:52:26","date_gmt":"2016-06-23T16:52:26","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=56349"},"modified":"2016-06-23T17:05:51","modified_gmt":"2016-06-23T17:05:51","slug":"saturno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/astronomia\/saturno","title":{"rendered":"Saturno"},"content":{"rendered":"<h4>Saturno &#8211; Planeta<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/saturno-014.jpg\" alt=\"Saturno\" title=\"Saturno\" \/><strong><br \/>\n     Planeta Saturno &#8211; compara\u00e7\u00e3o como tamanho da Terra<\/strong><\/p>\n<p>Sexto planeta a partir do Sol eo segundo maior.<\/p>\n<p>Assim como J\u00fapiter, <strong>Saturno <\/strong>\u00e9 conhecido desde os tempos      pr\u00e9-hist\u00f3ricos e foi Galileu quem o observou pela primeira vez, com seu telesc\u00f3pio      rec\u00e9m-fabricado, em 1610. <\/p>\n<p>Mas como n\u00e3o era t\u00e3o f\u00e1cil observar<strong> Saturno<\/strong> corretamente,      por causa da geometria de seus an\u00e9is, somente 1659 Cristiaan Huygens conseguiu      fazer isso corretamente. Os an\u00e9is de Saturno eram os \u00fanicos descobertos no      Sistema.<\/p>\n<p>Solar at\u00e9 1977; foi quando an\u00e9is de baixa intensidade foram descobertos em      Urano e, um pouco depois, J\u00fapiter e Netuno. <\/p>\n<p>Devido \u00e1 sua grande velocidade de rota\u00e7\u00e3o e seu estado fluido, <strong>Saturno<\/strong>      \u00e9 visivelmente achatado nos p\u00f3los.<\/p>\n<p><strong>Saturno\u00a0possui um n\u00facleo rochoso, que assim como o de J\u00fapiter      \u00e9 bem quente: <\/strong>12.000 K. <\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m disso tamb\u00e9m tem mais semelhan\u00e7as com J\u00fapiter:<\/strong> Irradia      mais energia para o espa\u00e7o do que recebe do Sol. Mas somente isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel      explicar sua luminosidade; os astr\u00f4nomos acreditam que outros mecanismos est\u00e3o      em funcionamento.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Gasoso<strong><br \/>\n       Massa:<\/strong> 5,68 x 1026 kg<br \/>\n<b>Dist\u00e2ncia M\u00e9dia do Sol:<\/b><strong> <\/strong>1.429.400.000 km (9,54 AU)        do Sol<br \/>\n<strong>Di\u00e2metro: <\/strong>120.536 km (no equador)<strong>, <\/strong>9,4        vezes o da Terra<b><br \/>\n       Di\u00e2metro polar\u00a0<\/b>&#8211; 108.000 km<br \/>\n<b>Achatamento<\/b>\u00a0&#8211; 0,105<br \/>\n<b>Massa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 da Terra\u00a0<\/b>&#8211; 95,2<strong><br \/>\n       Rota\u00e7\u00e3o (dia):<\/strong> 10h23m<br \/>\n<strong>Trnasla\u00e7\u00e3o (ano)<\/strong>: 29,5 anos<br \/>\n<strong>Temperatura: <\/strong>-125 \u00b0C<strong><br \/>\n       Luas:<\/strong> 62 <b><br \/>\n       Sat\u00e9lites:\u00a0<\/b>Pan, Atlas, Prometeu, Pandora, Epimeteu, Janus, Mimas,        Enc\u00e9lado, T\u00e9tis, Telesto, Calipso, Dione, Helene, R\u00e9ia, Tit\u00e3, Hiper\u00edon,        I\u00e1peto, Febe<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Os <strong>an\u00e9is de Saturno<\/strong> s\u00e3o bonitas mesmo em pequenos telesc\u00f3pios      amadores, especialmente quando o planeta est\u00e1 em sua maior inclina\u00e7\u00e3o para      a Terra, expondo a superf\u00edcie m\u00e1xima do sistema de an\u00e9is. <\/p>\n<p>Os <strong>an\u00e9is<\/strong> s\u00e3o extremamente fina em compara\u00e7\u00e3o com a largura.    <\/p>\n<p>Eles tem cerca de 250.000 km ou mais de di\u00e2metro, mas eles tem menos de um      quil\u00f4metro de espessura. A<\/p>\n<p>s part\u00edculas dos <strong>an\u00e9is<\/strong> s\u00e3o compostos principalmente de gelo      de \u00e1gua, com algumas part\u00edculas rochosas recobertas de gelo.<\/p>\n<p><strong>Saturno<\/strong> tem mais de 30 luas. A maior, Titan, \u00e9 proeminente      em pontos de vista atrav\u00e9s de um pequeno telesc\u00f3pio.<\/p>\n<p><strong>Estat\u00edsticas sobre a maior lua de Saturno<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Di\u00e2metro:<\/strong> 3.200 milhas (5.150 quil\u00f4metros), cerca de metade        do tamanho da Terra e quase t\u00e3o grande quanto Marte<br \/>\n<strong>A temperatura da superf\u00edcie: <\/strong>menos 290 Fahrenheit (menos        179 graus Celsius), o que torna a \u00e1gua t\u00e3o duro como rochas e permite que        o metano possa ser encontrada em sua forma l\u00edquida<br \/>\n<strong>Press\u00e3o da superf\u00edcie: <\/strong>ligeiramente maior do que a press\u00e3o        da Terra. Press\u00e3o da Terra ao n\u00edvel do mar \u00e9 de 1 bar enquanto Titan \u00e9 de        1,6 bares.<br \/>\n<strong>Per\u00edodo orbital:<\/strong> 15,945 dias<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Saturno &#8211; An\u00e9is <\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/saturno-018.jpg\" alt=\"Saturno\" title=\"Saturno\" \/><br \/>\n     Saturno<\/strong><\/p>\n<p><strong>Saturno<\/strong> \u00e9 conhecido desde tempos pr\u00e9-hist\u00f3ricos. <\/p>\n<p>Galileu foi o primeiro a observ\u00e1-lo com um telesc\u00f3pio em 1610; ele notou      a sua estranha apar\u00eancia mas ficou confundido com ela. <\/p>\n<p>As primeiras observa\u00e7\u00f5es de <strong>Saturno<\/strong> eram complicadas devido      ao fato da Terra passar pelo plano dos an\u00e9is de Saturno em intervalos de alguns      anos, \u00e0 medida que Saturno se move na sua \u00f3rbita. Uma imagem de baixa-resolu\u00e7\u00e3o      de Saturno muda por isso drasticamente. <\/p>\n<p>Foi s\u00f3 em 1659 que Christiaan Huygens inferiu a geometria dos an\u00e9is. <\/p>\n<p>Os an\u00e9is de Saturno permaneceram \u00fanicos no sistema solar conhecido at\u00e9 1977,      quando an\u00e9is muito t\u00eanues foram descobertos \u00e0 volta de Urano (e pouco tempo      depois \u00e0 volta de J\u00fapiter e Neptuno).<\/p>\n<p>Saturno foi visitado pela Pioneer 11 em 1979 e mais tarde pela Voyager 1      e 2. A sonda Cassini, agora a caminho, dever\u00e1 l\u00e1 chegar em 2004.<\/p>\n<p>Saturno \u00e9 visivelmente achatado quando visto por um pequeno telesc\u00f3pio; os      seus di\u00e2metros equatorial e polar variam quase 10% (120,536 km vs. 108,728      km). <\/p>\n<p>Isto \u00e9 o resultado da sua r\u00e1pida rota\u00e7\u00e3o e do estado flu\u00eddo. Os outros planetas      gasosos s\u00e3o tamb\u00e9m achatados, mas n\u00e3o tanto.<\/p>\n<p>Saturno \u00e9 o menos denso dos planetas; a sua gravidade espec\u00edfica (0.7) \u00e9      menos do que a da \u00e1gua.<\/p>\n<p>Tal como J\u00fapiter, Saturno cont\u00e9m cerca de 75% de hidrog\u00eanio e 25% de h\u00e9lio      com tra\u00e7os de \u00e1gua, metano, am\u00f4nia e &#8220;rocha&#8221;, semelhante \u00e0 composi\u00e7\u00e3o      da Nebulosa Solar primordial da qual o sistema solar foi formado.<\/p>\n<p>O interior de Saturno \u00e9 parecido com o de J\u00fapiter, consistindo de um n\u00facleo      rochoso, uma camada de hidrog\u00eanio met\u00e1lico l\u00edquido e uma camada de hidrog\u00eanio      molecular. Tamb\u00e9m est\u00e3o presentes tra\u00e7os de v\u00e1rios gelos. O interior de Saturno      \u00e9 quente (12000 K no n\u00facleo) e Saturno radia mais energia para o espa\u00e7o do      que recebe do Sol. A maioria da energia extra \u00e9 gerada pelo mecanismo Kelvin-Helmholtz,      tal como J\u00fapiter. Mas isto poder\u00e1 n\u00e3o ser suficiente para explicar a luminosidade      de Saturno; outro mecanismo adicional poder\u00e1 estar a atuar, talvez uma &#8220;chuva&#8221;      de h\u00e9lio no interior de Saturno.<\/p>\n<p>As bandas t\u00e3o proeminentes em J\u00fapiter s\u00e3o muito mais t\u00eanues em Saturno. S\u00e3o      tamb\u00e9m muito mais extensas perto do equador. Detalhes do topo das nuvens s\u00e3o      invis\u00edveis da Terra, por isso s\u00f3 a partir dos encontros das Voyager que alguns      detalhes da circula\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica de Saturno puderam ser estudados. Saturno      tamb\u00e9m exibe manchas de grande dura\u00e7\u00e3o e outras caracter\u00edsticas comuns a J\u00fapiter.      Em 1990, o Hubble observou uma enorme nuvem branca perto do equador de Saturno      que n\u00e3o estava presente durante os encontros com as Voyager; em 1994, outra      tempestade mais pequena foi observada.<\/p>\n<p>Dois proeminentes an\u00e9is (A e B) e um outro t\u00eanue (C) podem ser vistos da      Terra. O intervalo entre A e B \u00e9 conhecido como divis\u00e3o de Cassini. O outro      intervalo mais t\u00eanue na parte exterior do anel A \u00e9 conhecido como divis\u00e3o      de Encke (mas o nome \u00e9 um pouco impr\u00f3prio, pois \u00e9 prov\u00e1vel que Encke nunca      o tenha observado). As imagens das Voyager mostram outros quatro t\u00eanues an\u00e9is.      Os an\u00e9is de Saturno, ao contr\u00e1rio dos an\u00e9is de outros planetas, s\u00e3o muito      brilhantes (albedo 0.2-0.6).<\/p>\n<p>Embora pare\u00e7am cont\u00ednuos da Terra, os an\u00e9is s\u00e3o na verdade compostos de in\u00fameras      part\u00edculas pequenas, cada uma com uma \u00f3rbita independente. Elas t\u00eam tamanhos      entre um cent\u00edmetro at\u00e9 alguns metros. Tamb\u00e9m \u00e9 prov\u00e1vel haver objetos com      alguns quil\u00f4metros.<\/p>\n<p><strong>Os an\u00e9is de saturno s\u00e3o extraordinariamente finos:<\/strong> emboram      tenham 250,000 km ou mais em di\u00e2metro, t\u00eam menos de um quil\u00f4metro de espessura.      Apesar da sua impressionante apar\u00eancia, h\u00e1 na realidade muito pouco material      nos seus an\u00e9is &#8212; se fossem comprimidos num \u00fanico corpo, n\u00e3o teria mais que      100 km de di\u00e2metro.<\/p>\n<p>As part\u00edculas dos an\u00e9is parecem ser compostas na sua maioria por \u00e1gua gelada,      mas parecem tamb\u00e9m incluir part\u00edculas rochosas com revestimentos gelados.<\/p>\n<p>As Voyager comfirmaram a exist\u00eancia de complicadas inhomogeneidades radiais      nos an\u00e9is chamadas &#8220;raios&#8221;, que foram pela primeira vez observadas      por astr\u00f4nomos amadores. A sua natureza permanece um mist\u00e9rio, mas pode ter      algo a ver com o campo magn\u00e9tico de Saturno.<\/p>\n<p>O anel mais exterior de Saturno, o anel F, \u00e9 uma estrutura complexa constitu\u00edda      por outros an\u00e9is mais pequenos em que s\u00e3o vis\u00edveis &#8220;n\u00f3s&#8221;. Os cientistas      especulam que os n\u00f3s podem ser amontoados de material, ou mini-luas. Esta      estranha apar\u00eancia entran\u00e7ada vis\u00edvel em imagens da Voyager 1 n\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel      nas fotos da Voyager 2 talvez porque a sonda fotografou regi\u00f5es onde os n\u00f3s      s\u00e3o basicamente paralelos.<\/p>\n<p><strong>Existem complexas resson\u00e2ncias das mar\u00e9s entre algumas das luas de      Saturno e o sistema de an\u00e9is: <\/strong>alguns dos sat\u00e9lites, os chamados &#8220;sat\u00e9lites      pastores&#8221; (por exemplo, Atlas, Prometeu e Pandora), s\u00e3o claramente importantes      em manter os an\u00e9is no seu lugar; Mimas parece ser respons\u00e1vel pela escassez      de material na divis\u00e3o de Cassini, semelhante ao intervalo de Kirkwood na      cintura de aster\u00f3ides; Pan est\u00e1 localizado na divis\u00e3o de Encke. O todo do      sistema \u00e9 muito complexo e ainda pouco conhecido.<\/p>\n<p>A origem dos an\u00e9is de Saturno (e dos outros planetas jovianos) \u00e9 desconhecida.      Embora possam ter tido an\u00e9is desde a sua forma\u00e7\u00e3o, os sistemas s\u00e3o inst\u00e1veis      e t\u00eam que ser regenerados por processos comportamentais, provavelmente pela      fratura de sat\u00e9lites maiores.<\/p>\n<p>Tal como os outros planetas jovianos, Saturno tem um campo magn\u00e9tico significativo.<\/p>\n<p>Saturno tem 33 sat\u00e9lites. Um foi descoberto em 2003 e 2 em 2004 ainda sem      nome..<\/p>\n<p>Quanto est\u00e1 no c\u00e9u noturno, Saturno \u00e9 facilmente vis\u00edvel a olho nu. Embora      n\u00e3o seja t\u00e3o brilhante quanto J\u00fapiter, \u00e9 f\u00e1cil de identificar como planeta      porque n\u00e3o &#8220;pisca&#8221; como as estrelas. Os an\u00e9is e os maiores sat\u00e9lites      s\u00e3o observ\u00e1veis com um pequeno telesc\u00f3pio. Existem v\u00e1rios websites que mostram      a posi\u00e7\u00e3o atual de Saturno (e dos outros planetas) no c\u00e9u.<\/p>\n<h4>Saturno &#8211; Sat\u00e9lites<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/saturno-016.jpg\" alt=\"Saturno\" title=\"Saturno\" \/><strong><br \/>\n     Planeta Saturno<\/strong><\/p>\n<p>Quando as naves americanas Voyager foram lan\u00e7adas ao espa\u00e7o, no in\u00edcio dos      anos 70, tinham como miss\u00e3o obter as primeiras imagens detalhadas dos mais      distantes planetas, cuja estrutura n\u00e3o pode ser examinada apenas ao telesc\u00f3pio.      Mas assim acabaram abrindo um novo cap\u00edtulo na conquista do sistema solar,      pois essa regi\u00e3o \u00e9 ocupada por corpos muito diferentes da Terra e dos seus      poucos vizinhos \u0097 a Lua, Merc\u00fario, V\u00eanus, Marte e seus dois sat\u00e9lites,      Fobos e Deimos, todos constitu\u00eddos, basicamente, por rochas e metais.<\/p>\n<p>A partir de 1980, em vez disso, os cientistas descortinaram uma grande diversidade      de mundos, constru\u00eddos segundo uma bizarra arquitetura de gelos e de gases.    <\/p>\n<p>Nessa nova vitrine de cria\u00e7\u00f5es c\u00f3smicas, <strong>Saturno<\/strong>, o segundo      maior planeta do sistema solar, ocupa um lugar especial. Antes de mais nada,      por causa dos an\u00e9is \u0097 milh\u00f5es de rochas geladas que flutuam praticamente      encostadas \u00e0 superf\u00edcie do planeta, as mais pr\u00f3ximas a apenas 17 000 quil\u00f4metros,      5 por cento da dist\u00e2ncia entre a Terra e a Lua. Em compensa\u00e7\u00e3o, espalham-se      no espa\u00e7o como uma fin\u00edssima l\u00e2mina de 80 000 quil\u00f4metros de extens\u00e3o e 2,5      quil\u00f4metros de espessura.<\/p>\n<p>O resultado \u00e9 um inigual\u00e1vel espet\u00e1culo de equil\u00edbrio e harmonia, no qual      as rochas contrabalan\u00e7am a imensa gravidade de Saturno girando \u00e0 velocidade      de 50 000 quil\u00f4metros por hora. N\u00e3o menos impressionante, por\u00e9m, \u00e9 o cortejo      de sat\u00e9lites do planeta, composto por nada menos que dezoito corpos celestes      das mais variadas formas e tamanhos. Tit\u00e3, por exemplo, o maior deles, \u00e9 um      verdadeiro achado c\u00f3smico. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, embora gelado e sem \u00e1gua,      ele pode conter pistas importantes sobre a qu\u00edmica da vida.<\/p>\n<p>Primeiro, porque possui uma atmosfera parecida \u00e0 da Terra; \u00e9 uma das tr\u00eas      \u00fanicas luas dotadas de ar, junto com Trit\u00e3o, de Netuno, e Io, de J\u00fapiter.      Mas apenas a Terra e Tit\u00e3 cont\u00eam ar com uma grande propor\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio      misturado a um pouco de metano.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, ambos apresentam subst\u00e2ncias como o \u00e1cido cian\u00eddrico, o      cianog\u00eanio e o cianoacetileno, consideradas as precursoras das mol\u00e9culas org\u00e2nicas.      Parece significativo que as mesmas subst\u00e2ncias tenham se formado em ambientes      t\u00e3o diferentes, e diversos cientistas, atualmente, debru\u00e7am-se sobre essa      quest\u00e3o. Entre eles est\u00e1 o f\u00edsico brasileiro Carlos Vianna Speller, da Universidade      Federal de Santa Catarina.<\/p>\n<p>De posse dos dados das Voyagers, ele criou um simulador da atmosfera titaniana      em seu laborat\u00f3rio e agora se dedica a bombarde\u00e1-la com radia\u00e7\u00e3o. Assim, pretende      descobrir como se formaram as subst\u00e2ncias que, na Terra, precederam o aparecimento      dos seres vivos. Tit\u00e3 tem um raio de aproximadamente 2 000 quil\u00f4metros, n\u00e3o      muito menor que o de Merc\u00fario, que mede 2 500 quil\u00f4metros, ou o de Marte,      com 3 000 quil\u00f4metros. Al\u00e9m disso, \u00e9 coberto por extensos mares de hidrocarbonetos      \u0097 parentes qu\u00edmicos da gasolina, de grande import\u00e2ncia nos fen\u00f4menos      estudados por Speller. Esses l\u00edquidos poderiam compensar a falta da \u00e1gua,      t\u00e3o necess\u00e1ria \u00e0s rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas. No entanto, ao contr\u00e1rio dos planetas      mais conhecidos, metade do corpo de Tit\u00e3 \u00e9 feito de gelo, pois a \u00e1gua era      um material extremamente abundante em todo o sistema solar na \u00e9poca de sua      forma\u00e7\u00e3o. Os planetas e luas mais pr\u00f3ximos do Sol, devido ao calor, perderam      a maior parte de sua cota. Mas, al\u00e9m da \u00f3rbita de Marte, a \u00e1gua e outras subst\u00e2ncias      geladas condensaram-se na forma de corpos celestes.<\/p>\n<p>Nos outros sat\u00e9lites saturnianos, a import\u00e2ncia dessa mat\u00e9ria-prima chega      a ser maior que em Tit\u00e3, pois cont\u00e9m de 60 a 70 por cento de gelo. Curiosamente,      esses mundos distantes acabam tendo uma vida geol\u00f3gica mais ativa que alguns      astros rochosos. \u00c9 que o gelo \u00e9 mais f\u00e1cil de moldar \u0097 por exemplo, por      meio da energia liberada durante o impacto de meteoros. Esses \u00faltimos, efetivamente,      produzem mudan\u00e7as dr\u00e1sticas nos arredores de Saturno, como se v\u00ea em Japeto,      a segunda lua em tamanho, que tem metade de sua superf\u00edcie coberta por uma      estranha subst\u00e2ncia escura.<\/p>\n<p>A id\u00e9ia \u00e9 que se trata de uma esp\u00e9cie de lava, isto \u00e9, mat\u00e9ria do interior      do sat\u00e9lite que, sob um forte impacto externo, fundiu-se e vazou para a superf\u00edcie.      &#8220;Imaginamos que essa pasta contenha am\u00f4nia, gelo de \u00e1gua e algum outro      composto escuro, de natureza incerta&#8221; arriscam os planetologistas Laurence      Soderblom e Torrence Johnson, ligados \u00e0 ag\u00eancia americana NASA. Eles afirmam      que, antes dos anos 80, j\u00e1 se esperava que os sat\u00e9lites de Saturno, assim      como os de J\u00fapiter, apresentassem alto grau de atividade geol\u00f3gica.&#8221;Mas      os resultados foram muito mais amplos que o esperado&#8221;. acrescentam. R\u00e9ia,      uma lua quase do mesmo tamanho que Japeto (com 1500 quil\u00f4metros de raio),      exibe os mesmos estranhos vazamentos escuros. Em outros sat\u00e9lites, como T\u00e9tis,      existem largas rachaduras superficiais, provavelmente devido a fortes tens\u00f5es      em sua crosta gelada.<\/p>\n<p><strong>AURORA POLAR EM SATURNO<\/strong><\/p>\n<p><strong>O pr\u00f3prio Saturno \u00e9 um gigante de gelo, mas nesse caso h\u00e1 um componente      adicional:<\/strong> a imensa massa de gases que o circunda. Embora seja 750      vezes maior que a Terra, Saturno \u00e9 o planeta mais rarefeito de todo o sistema      solar \u0097 se fosse poss\u00edvel coloc\u00e1-lo em uma bacia com \u00e1gua, flutuaria.      Isso n\u00e3o quer dizer que seja leve, pois \u00e9 95 vezes mais pesado que a Terra.      No entanto, apenas o seu n\u00facleo, com 5 por cento do volume total, \u00e9 constitu\u00eddo      por gelo e rocha s\u00f3lida. <\/p>\n<p>Acima dessa, existe um mar de hidrog\u00eanio l\u00edquido e o resto s\u00e3o gases de hidrog\u00eanio      e h\u00e9lio, os mais leves da natureza. Isso faz com que a densidade do planeta      se torne menor que a da \u00e1gua&#8221;, ensina o planetologista Oscar Matsuara,      da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n<p>Outra conseq\u00fc\u00eancia da massa gasosa \u00e9 que ela d\u00e1 a Saturno uma superf\u00edcie      extremamente turbulenta, j\u00e1 que, apesar de todo seu tamanho, ele leva somente      10 horas e 32 minutos para completar uma volta em torno de si mesmo.Como se      v\u00ea, muito se aprendeu desde o tempo em que Saturno foi descoberto \u0097 ele      j\u00e1 era conhecido pelos s\u00e1bios da Babil\u00f4nia, no s\u00e9culo VII a.C. A cerca de      1 bilh\u00e3o de quil\u00f4metros da Terra, era o mais long\u00ednquo planeta conhecido pelos      antigos. <\/p>\n<p>Posteriormente, a descoberta dos an\u00e9is maravilhou o mundo. O autor da fa\u00e7anha      foi o italiano Galileu Galilei (1564-1642), que, em julho de 1610, observou      duas estranhas &#8220;orelhas&#8221; nas bordas do planeta.<\/p>\n<p>Seu telesc\u00f3pio mostrava apenas as extremidades dos an\u00e9is, pois apareciam      dos lados de Saturno, bem n\u00edtidas contra o c\u00e9u escuro; n\u00e3o permitia ver a      pane central, ofuscada pelo astro, ao fundo. Assim, o enigma s\u00f3 foi decifrado      em 1656, pelo astr\u00f4nomo holand\u00eas Christiaan Huygens (1629-1695). No s\u00e9culo      seguinte, um outro engano seria derrubado pela arg\u00facia do f\u00edsico franc\u00eas Pierre      Simon de Laplace (17491827).<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria come\u00e7ou com o astr\u00f4nomo italiano Gian Domenico Cassini (1625-1712),      que descobriu a divis\u00e3o dos an\u00e9is em faixas conc\u00eantricas. Mesmo depois disso,      no entanto, continuou-se a pensar que os an\u00e9is eram s\u00f3lidos e formavam um      \u00fanico bloco \u0097 uma teoria absurda, segundo Laplace. Se os an\u00e9is formassem      um bloco, disse ele, seriam destru\u00eddos por sua pr\u00f3pria rota\u00e7\u00e3o, pois seu aro      interno, mais pr\u00f3ximo de Saturno, sofreria uma atra\u00e7\u00e3o gravitacional mais      intensa.<\/p>\n<p>Como conseq\u00fc\u00eancia, tenderia a girar mais rapidamente. J\u00e1 o aro externo, mais      distante e menos solicitado pela for\u00e7a, giraria com mais lentid\u00e3o.<\/p>\n<p>Em suma, a diferen\u00e7a de velocidade entre as panes destro\u00e7aria o suposto corpo      \u00fanico e \u00edntegro. Por ironia, parece ter sido exatamente assim que os an\u00e9is      surgiram \u0097 pelo menos \u00e9 o que pensam os defensores da hip\u00f3tese de que      eles s\u00e3o os restos de um antigo sat\u00e9lite.<\/p>\n<p>Dessa vez o racioc\u00ednio pioneiro coube ao franc\u00eas \u00c9douard Roche (1820-1883),      que, n\u00e3o contente em aceitar a id\u00e9ia de Laplace, decidiu aplic\u00e1-la a um corpo      qualquer. Perguntou se, ent\u00e3o, o que aconteceria se a Lua se aproximasse cada      vez mais da Terra. <\/p>\n<p><strong>A resposta, \u00e9 claro, teria de ser semelhante \u00e0quela que se havia      obtido com os an\u00e9is:<\/strong> o hemisf\u00e9rio mais pr\u00f3ximo da Terra seria atra\u00eddo      com mais for\u00e7a e acabaria separando-se do hemisf\u00e9rio mais distante. De acordo      com as contas de Roche, a Lua se desintegraria quando estivesse a 15 563 quil\u00f4metros      do centro da Terra. Hoje, ela est\u00e1 segura, pois encontra-se a 384 000 quil\u00f4metros      de dist\u00e2ncia e est\u00e1 se afastando gradualmente. Mas h\u00e1 350 milh\u00f5es de anos,      a apenas 18 000 quil\u00f4metros, passou bem perto da desintegra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/saturno-017.jpg\" alt=\"Saturno\" title=\"Saturno\" \/><br \/>\n<b>An\u00e9is de Saturno<\/b><\/p>\n<p>A mesma sorte n\u00e3o tiveram os an\u00e9is, pois, nesse caso, o raio de Roche \u00e9 de      cerca de 150 000 quil\u00f4metros, contados a partir do centro de Saturno \u0097      e o mais externo deles est\u00e1 a pouco mais de 136 000 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia.      Assim, eles podem ter se originado de um ou v\u00e1rios sat\u00e9lites que passaram      o limite e foram destru\u00eddos. At\u00e9 que as imagens das Voyagers chegassem \u00e0 Terra      ningu\u00e9m foi capaz de antever toda a riqueza de movimentos de que s\u00e3o capazes      essas pequenas rochas geladas. Perfiladas em milhares de faixas \u0097 e n\u00e3o      tr\u00eas, como ainda se supunha dez anos atr\u00e1s \u0097, elas \u00e0s vezes se apresentam      emboladas, torcidas como urna rosca, ou mesmo alinhadas numa reta, em flagrante      desafio \u00e0 geometria circular das \u00f3rbitas.<\/p>\n<p>An\u00e1lises recentes revelam que esses fen\u00f4menos devem-se \u00e0 influ\u00eancia gravitacional      de miniluas imersas na vasta plan\u00edcie dos an\u00e9is. Elas impedem que as pequenas      rochas se misturem, e assim criam in\u00fameras faixas orbitais estreitas. Por      isso, recebem o apelido de &#8220;pastoras&#8221;, embora em muitos casos, em      vez de guiar, esse tipo de a\u00e7\u00e3o sirva para subverter o movimento mais usual      das rochas geladas. Os an\u00e9is, ent\u00e3o, assumem as configura\u00e7\u00f5es torcidas, alinhadas      ou emboladas. Al\u00e9m desse papel peculiar, as seis miniluas identificadas at\u00e9      agora fazem uma ponte entre as rochas dos an\u00e9is e os sat\u00e9lites.<\/p>\n<p>Com os seus 250 quil\u00f4metros de di\u00e2metro, em m\u00e9dia, elas criam uma escala      crescente de tamanho que come\u00e7a com os 50 metros das pequenas rochas e vai      at\u00e9 os sat\u00e9lites, com um di\u00e2metro de 1000 quil\u00f4metros ou mais. Em vista disso,      j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 muito sentido em diferenciar an\u00e9is e sat\u00e9lites, pois algumas miniluas      s\u00e3o quase t\u00e3o grandes como alguns dos menores sat\u00e9lites. <\/p>\n<p><strong>Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel que novas &#8220;pastoras&#8221; sejam descobertas      nos pr\u00f3ximos anos<\/strong>: \u00e9 dif\u00edcil discerni-las no emaranhado de an\u00e9is.      Por \u00faltimo, mas n\u00e3o menos interessante, h\u00e1 miniluas que partilham a \u00f3rbita      dos sat\u00e9lites mais pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p><strong>SATURNO EM INFRAVERMELHO<\/strong><\/p>\n<p>Essa curiosa circunst\u00e2ncia, embutida nas leis da gravita\u00e7\u00e3o, havia sido prevista      em 1772 pelo matem\u00e1tico franc\u00eas Joseph Louis Lagrange, mas nunca havia sido      observada. Com toda a justi\u00e7a, os corpos nessa situa\u00e7\u00e3o s\u00e3o chamados de sat\u00e9lites      lagrangianos. Fatos como esse denunciam a acanhada perspectiva que se tinha      do sistema solar, at\u00e9 \u00e9poca recente.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, revelam que os planetas t\u00eam uma din\u00e2mica de riqueza aparentemente      inexaur\u00edvel. Galileu chocou os seus contempor\u00e2neos quando mostrou que os mundos      distantes n\u00e3o eram diferentes da Terra. Reconhecer essa semelhan\u00e7a foi um      grande avan\u00e7o, naqueles tempos. Hoje, esses mundos que, mesmo entre iguais,      pode haver um universo de diferen\u00e7as.<\/p>\n<p>Com uma temperatura de 150 graus negativos e praticamente nenhuma \u00e1gua em      estado l\u00edquido, Tit\u00e3 n\u00e3o parece ser um bom local para o desenvolvimento da      vida. Apesar disso, cont\u00e9m \u00e1cido cian\u00eddrico, cianog\u00eanio e cianoacetileno &#8211;      subst\u00e2ncias que na c\u00e1lida e \u00famida Terra, h\u00e1 4 bilh\u00f5es de anos, foram decisivas      para o surgimento dos seres vivos. Mas como puderam formar-se nas adversas      paisagens titanianas?<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a pergunta que o f\u00edsico Carlos Vianna Speller procura responder \u0097      mesmo sem sair de seu laborat\u00f3rio, em Florian\u00f3polis, SC. Para isso, reproduziu      a receita da atmosfera de Tit\u00e3 numa c\u00e2mara fechada, do tamanho de uma caixa      de f\u00f3sforo, e bombardeia essa mistura de gases com radia\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>Agora espera que a energia radioativa force as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas entre      os gases:<\/strong> isso pode ter acontecido em Tit\u00e3, pois no espa\u00e7o tamb\u00e9m      h\u00e1 radia\u00e7\u00e3o.Parecida com o ar da Terra primitiva \u0097 antes que as bact\u00e9rias      come\u00e7assem a fabricar oxig\u00eanio \u0097, a atmosfera titaniana cont\u00e9m 95 por      cento de nitrog\u00eanio, 5 por cento de metano e menor quantidade de arg\u00f4nio.      A diferen\u00e7a \u00e9 que \u00e9 muito rarefeita e fria. Essas condi\u00e7\u00f5es extremas, copiadas      por Speller sugerem uma analogia curiosa. &#8220;\u00c9 como se a Terra tivesse      sido colocada no congelador.&#8221;<\/p>\n<p>O f\u00edsico n\u00e3o espera provar, logo de sa\u00edda, que os gases s\u00e3o a mat\u00e9ria-prima      das subst\u00e2ncias org\u00e2nicas Mas j\u00e1 confirmou que, sob a blitz radioativa, eles      tornam-se eletricamente carregados e formam grupos. Seria o primeiro passo      para a uni\u00e3o dos gases simples em uma arquitetura qu\u00edmica maior e mais complicada.<\/p>\n<h4>Saturno &#8211; <strong>Terra<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/saturno-015.jpg\" alt=\"Saturno\" title=\"Saturno\" \/><strong><br \/>\n     An\u00e9is de Saturno<\/strong><\/p>\n<p><strong>Saturno <\/strong>\u00e9 o sexto planeta em afastamento do Sol, e segundo      maior do sistema solar. <\/p>\n<p><strong>Saturno \u00e9 o planeta mais distante da Terra vis\u00edvel a olho nu, mas      \u00e9 atrav\u00e9s de um telesc\u00f3pio que as caracter\u00edsticas mais not\u00e1veis do planeta      pode ser visto:<\/strong> os an\u00e9is de Saturno.<\/p>\n<p><strong>Saturno <\/strong>\u00e9 formado por gases, em especial hidrog\u00eanio, sua      densidade \u00e9 oito vezes menor que a da Terra. <\/p>\n<p>Pensa-se que <strong>Saturno<\/strong> tem um n\u00facleo de rocha e ferro encerrado      em gelo e envolto por uma camada de hidrog\u00eanio l\u00edquido, tendo um campo magn\u00e9tico      1000 vezes mais intenso que o da Terra. <\/p>\n<p>Al\u00e9m de hidrog\u00eanio, a atmosfera de <strong>Saturno<\/strong> comp\u00f5e-se de      h\u00e9lio, metano, entre outros. <\/p>\n<p>O peso de sua atmosfera aumenta a press\u00e3o no interior do planeta, onde o      hidrog\u00eanio se condensa. <\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo ao centro, o hidrog\u00eanio l\u00edquido torna-se hidrog\u00eanio met\u00e1lico, ou      seja, um condutor el\u00e9trico. <\/p>\n<p>Correntes el\u00e9tricas, que ocorrem nesse tipo de hidrog\u00eanio, s\u00e3o respons\u00e1veis      pelo forte campo magn\u00e9tico do planeta.<\/p>\n<p><strong>Saturno<\/strong> \u00e9 famoso pelo seu sistema de an\u00e9is que foram observados      pela primeira vez por volta de 1610 por Galileu Galilei. <\/p>\n<p>Sabe-se hoje que os an\u00e9is compreendem mais de 100 mil aros, que cercam <strong>Saturno<\/strong>,      constitu\u00eddos de milhares de part\u00edculas s\u00f3lidas de tamanhos vari\u00e1veis que se      formaram da desagrega\u00e7\u00e3o de um ou mais sat\u00e9lites que se aproximaram demasiado      do planeta.<\/p>\n<p>As temperaturas m\u00e9dias de Saturno est\u00e3o em torno dos 180 \u00baC negativos, tornando      imposs\u00edvel a exist\u00eancia de vida no planeta. Saturno possui 18 Luas conhecidas      entre elas a maior Tit\u00e3. Saturno recebe o nome do deus grego da fartura devido      a beleza dos seus an\u00e9is.<\/p>\n<p>Fonte:  www.wwu.edu\/br.geocities.com\/www.colegiosaofrancisco.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Saturno, Planeta, An\u00e9is, Terra, Sat\u00e9lites, Composi\u00e7\u00e3o, Di\u00e2metro, Temperatura, Luas, Massa, Sol, Dist\u00e2ncia, Caracter\u00edsticas, Saturno<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[298],"tags":[],"class_list":["post-56349","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-astronomia"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Saturno, Planeta, An\u00e9is, Terra, Sat\u00e9lites Saturno<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Saturno, Planeta, 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