{"id":56109,"date":"2016-06-23T14:27:54","date_gmt":"2016-06-23T14:27:54","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=56109"},"modified":"2016-06-23T14:32:42","modified_gmt":"2016-06-23T14:32:42","slug":"constelacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/astronomia\/constelacoes","title":{"rendered":"Constela\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<h4>Constela\u00e7\u00f5es &#8211; Astronomia<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/constelacoes-0171.jpg\" alt=\"Constela\u00e7\u00f5es\" title=\"Constela\u00e7\u00f5es\" \/><strong><br \/>\n     Constela\u00e7\u00e3o de Andr\u00f4meda<\/strong><\/p>\n<p><strong>Constela\u00e7\u00f5es<\/strong> s\u00e3o padr\u00f5es no c\u00e9u da noite, muitas vezes formadas      pelas estrelas mais proeminentes a olho nu. <\/p>\n<p>Tecnicamente uma <strong>constela\u00e7\u00e3o<\/strong> define n\u00e3o apenas o grupo de      estrelas que formam seus padr\u00f5es, mas tamb\u00e9m a regi\u00e3o do c\u00e9u em que ele repousa.<\/p>\n<p>H\u00e1 88 <strong>constela\u00e7\u00f5es<\/strong> no c\u00e9u entre os hemisf\u00e9rios norte e sul      e, em ambas as partes da esfera celeste, esses padr\u00f5es de estrelas diferentes.      A lista atual, que inclui constela\u00e7\u00f5es, tais como Orion, Cassiopeia, Taurus      eo Plough, foi reconhecida pela Uni\u00e3o Astron\u00f4mica Internacional (IAU) desde      por volta de 1922 e baseiam-se no 48 que foram previamente identificados pelo      astr\u00f4nomo grego Cl\u00e1udio Ptolomeu.<\/p>\n<p><strong>Constela\u00e7\u00f5es<\/strong> muitas vezes carregam nomes e assumir a forma      de deuses, ca\u00e7adores, princesas, objetos e animais m\u00edticos associados com      a mitologia grega &#8211; no entanto, \u00e0s vezes, isso requer muita imagina\u00e7\u00e3o para      desenhar o que algumas constela\u00e7\u00f5es supostamente representam! <\/p>\n<p>Algumas das estrelas mais evidentes em uma constela\u00e7\u00e3o muitas vezes s\u00e3o dadas      nomes e, em geral, as estrelas mais vis\u00edveis de cada constela\u00e7\u00e3o s\u00e3o atribu\u00eddos      letras gregas com a tomada mais brilhante na primeira letra do alfabeto grego      (alfa), a segunda mais brilhante tomando beta e em breve. <\/p>\n<p>Como exemplo, a estrela mais brilhante Lyra \u00e9 Vega, que tamb\u00e9m \u00e9 chamado      de alfa Lyrae.<\/p>\n<h4>Constela\u00e7\u00f5es &#8211; Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Historicamente, constela\u00e7\u00f5es eram agrupamentos de estrelas que foram pensados      para delinear a forma de algo, geralmente com significado mitol\u00f3gico. H\u00e1 88      constela\u00e7\u00f5es reconhecidas, com os seus nomes rastreamento j\u00e1 em Mesopot\u00e2mia,      h\u00e1 5000 anos.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma palavra para um padr\u00e3o de estrelas no c\u00e9u que parece ser t\u00e3o distinta      que \u00e9 facilmente identific\u00e1vel e lembrado. Essa palavra \u00e9 &#8220;asterismo&#8221;.    <\/p>\n<p>Nos tempos antigos, as pessoas viram o asterismo e fizeram todos os tipos      de hist\u00f3rias sobre criaturas mitol\u00f3gicas e personagens associados aos padr\u00f5es      de estrelas. <\/p>\n<p>Como os astr\u00f4nomos, posteriormente, come\u00e7ou a fazer mapas das estrelas, os      asterisms nomeados foram inclu\u00eddas nos mapas e chamados constela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Constela\u00e7\u00f5es<\/strong> pode ser uma maneira \u00fatil para ajudar a identificar      as posi\u00e7\u00f5es das estrelas no c\u00e9u. <\/p>\n<p><strong>Constela\u00e7\u00f5es <\/strong>t\u00eam fronteiras imagin\u00e1rias formadas por &#8220;ligar      os pontos&#8221; e todas as estrelas dentro desses limites s\u00e3o etiquetados      com o nome dessa constela\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>No entanto, tenha em mente que as constela\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o objetos reais; eles      s\u00e3o apenas padr\u00f5es como visto do nosso ponto de observa\u00e7\u00e3o na Terra. <\/p>\n<p>Os padr\u00f5es que vemos s\u00e3o na sua maior parte apenas por acaso. As estrelas      individuais em uma constela\u00e7\u00e3o podem parecem ser muito pr\u00f3ximos uns dos outros,      mas, de fato, elas podem ser separadas por grandes dist\u00e2ncias no espa\u00e7o e      n\u00e3o t\u00eam qualquer verdadeira liga\u00e7\u00e3o uns com os outros em todos os. Por exemplo,      olhar para a imagem abaixo das estrelas que comp\u00f5em a constela\u00e7\u00e3o de Orion.    <\/p>\n<p>As estrelas nesta constela\u00e7\u00e3o facilmente observadas est\u00e3o em muito diferentes      dist\u00e2ncias da Terra!<\/p>\n<p>Em diferentes \u00e9pocas do ano, diferentes constela\u00e7\u00f5es pode ser visto no c\u00e9u.      Diferentes constela\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m pode ser visto, dependendo de onde voc\u00ea est\u00e1      na Terra.<\/p>\n<h4>Constela\u00e7\u00f5es &#8211; Defini\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Um agrupamento de estrelas na esfera celeste, percebido como uma figura ou      de design, especialmente um dos 88 grupos reconhecidos nomes de personagens      da mitologia grega e romana cl\u00e1ssica, bem como v\u00e1rios animais comuns e objetos.<\/p>\n<h4>Constela\u00e7\u00f5es &#8211; C\u00e9u<\/h4>\n<p>Nosso c\u00e9u est\u00e1 cheio de milh\u00f5es de estrelas, todos variando em tamanho, cor,      magnitude e dist\u00e2ncia. viajantes mais antigas usavam as estrelas como instrumento      de navega\u00e7\u00e3o contando com o conhecimento do tempo e da posi\u00e7\u00e3o para gui\u00e1-los      atrav\u00e9s da terra e dos oceanos<\/p>\n<p>Uma <strong>constela\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 um grupo de estrelas que fazem uma forma      imagin\u00e1ria no c\u00e9u \u00e0 noite. Eles s\u00e3o geralmente nomes de personagens mitol\u00f3gicos,      pessoas, animais e objetos. Em diferentes partes do mundo, as pessoas fez-se      formas diferentes de entre os mesmos grupos de estrelas brilhantes. \u00c9 como      um jogo de ligar os pontos. No passado a cria\u00e7\u00e3o de imagens imagin\u00e1rias de      estrelas se tornou \u00fatil para navegar \u00e0 noite e para manter o controle das      esta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os primeiros astr\u00f4nomos podiam ver imagens formadas pelas estrelas, muitas      vezes utilizado para retratar cenas de 48 lendas gregas cl\u00e1ssicas e hist\u00f3rias      m\u00edticas. <\/p>\n<p>Um total de 88 constela\u00e7\u00f5es s\u00e3o reconhecidas pela Uni\u00e3o Astron\u00f4mica Internacional.      As constela\u00e7\u00f5es s\u00e3o utilizadas para reconhecer diferentes se\u00e7\u00f5es do c\u00e9u e      ajudar a nomear as estrelas nesses grupos. O alfabeto grego \u00e9 usado para nomear      cada estrela de acordo com a magnitude ou o brilho, de alfa sendo o mais brilhante      e beta sendo a segunda mais brilhante e assim por diante.<\/p>\n<h4>Constela\u00e7\u00f5es &#8211; Estrelas<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/constelacoes-0181.jpg\" alt=\"Constela\u00e7\u00f5es\" title=\"Constela\u00e7\u00f5es\" \/><strong><br \/>\n     Estrelas e Constela\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>N\u00f3s, moradores das metr\u00f3poles, ao observar o c\u00e9u estrelado temos a impress\u00e3o      de um caos de pontos luminosos sem ordem alguma. <\/p>\n<p>Observadores mais atentos que vivem em mais contato com a natureza percebem      certas regularidades e padr\u00f5es. Olhando noite ap\u00f3s noite constatamos que as      estrelas n\u00e3o mudam de posi\u00e7\u00e3o umas em rela\u00e7\u00e3o as outras. Por isso falamos      num movimento diurno que envolve toda a Esfera Celeste, \u00e9 deste fato que surge      a necessidade de se criar constela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Chamamos <strong>constela\u00e7\u00e3o<\/strong> um grupamento de estrelas que aos nossos      olhos sugere certos alinhamentos e desenhos arbitr\u00e1rios. H\u00e1 mais de 3000 anos      que os homens t\u00eam utilizado de figuras imagin\u00e1rias para lembrar-se das posi\u00e7\u00f5es      aparentes das estrelas.<\/p>\n<p>O conceito de <strong>constela\u00e7\u00e3o<\/strong> foi sendo alterado com o passar      dos tempos. Houve \u00e9poca em que os desenhos em cartas celestes eram mais marcantes      do que as estrelas que os sugeriam. Assim podemos falar de uma representa\u00e7\u00e3o      pict\u00f3rica da constela\u00e7\u00e3o. Depois passou-se a usar alinhamentos mais ou menos      arbitr\u00e1rios unindo estrelas brilhantes. Era uma representa\u00e7\u00e3o esquem\u00e1tica.    <\/p>\n<p>Hoje usa-se regi\u00f5es da esfera celeste delimitadas por trechos de &#8220;paralelos&#8221;      e &#8220;meridianos&#8221; celestes (equivalentes aos usados nos mapas geogr\u00e1ficos,      utilizando coordenadas celestes ao inv\u00e9s de latitude e longitude). Todo o      c\u00e9u foi dividido pela IAU (International Astronomical Union) em 88 regi\u00f5es.      Trata-se de uma representa\u00e7\u00e3o por \u00e1rea do c\u00e9u. Logo qualquer astro do qual      se saiba as coordenadas pode ser classificado numa constela\u00e7\u00e3o espec\u00edfica.      Como numa concha de retalhos cada regi\u00e3o se encaixa na seguinte sem deixar      nenhuma estrela de fora. Nesta divis\u00e3o procurou-se manter, sempre que poss\u00edvel,      uma rela\u00e7\u00e3o com as constela\u00e7\u00f5es j\u00e1 consagradas pelos s\u00e9culos de observa\u00e7\u00e3o      do c\u00e9u.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/constelacoes-0151.jpg\" alt=\"Constela\u00e7\u00f5es\" title=\"Constela\u00e7\u00f5es\" \/><br \/>\n<b>Constela\u00e7\u00e3o de \u00d3rion: Mapa Celeste de Hevelius (Gdansk,1690), Cortesia      de Marcomedes Rangel.<\/b><\/p>\n<p><strong>Outro recurso que nos auxilia na memoriza\u00e7\u00e3o das posi\u00e7\u00f5es das estrelas      s\u00e3o os alinhamentos asterismos:<\/strong><\/p>\n<p>Alinhamento \u00e9 uma certa forma de relacionar estrelas brilhantes atrav\u00e9s de      retas imagin\u00e1rias que as unem. Costuma-se fazer isto com estrelas afastadas      e especialmente brilhantes (geralmente entre constela\u00e7\u00f5es distintas). Exemplo      de alinhamento \u00e9 o Grande Tri\u00e2ngulo do Norte que cont\u00e9m em seus v\u00e9rtices tr\u00eas      estrelas brilhantes vis\u00edveis no horizonte nordeste no in\u00edcio da noite em agosto.<\/p>\n<p><strong>As estrelas que comp\u00f5em o Grande Tri\u00e2ngulo s\u00e3o:<\/strong> Vega (Alfa      da Lira), Altair (Alfa da \u00e1guia) e Deneb (Alfa do Cisne).<\/p>\n<p><strong>Asterismo<\/strong> \u00e9 qualquer grupo peculiar de estrelas que n\u00e3o      seja uma das 88 constela\u00e7\u00f5es determinadas pela Uni\u00e3o Astron\u00f4mica Internacional.      Os asterismos mais not\u00e1veis s\u00e3o os dois Aglomerados Estelares abertos que      est\u00e3o pr\u00f3ximos de n\u00f3s e que brilham na constela\u00e7\u00e3o de Touro. S\u00e3o eles as Pl\u00eaiades      e as H\u00edades. Outros tipos de asterismos constituem-se de desenhos diferentes      dos geralmente aceitos como cl\u00e1ssicos. \u00c9 comum por exemplo, chamar de Chaleira      o grupo de sete estrelas mais brilhantes da constela\u00e7\u00e3o do Sagit\u00e1rio. Outro      asterismos famoso \u00e9 a Falsa Cruz (ou Falso Cruzeiro) na constela\u00e7\u00e3o da Carina.<\/p>\n<p><strong>USO DE CARTAS CELESTES<\/strong><\/p>\n<p>Geralmente o iniciante encontra alguma dificuldade em reconhecer de imediato      as constela\u00e7\u00f5es. Isto n\u00e3o deve desanima-lo. Alguns momentos de contempla\u00e7\u00e3o      tranq\u00fcila do c\u00e9u noturno possibilitam que se adquira o h\u00e1bito de observar.      A pr\u00e1tica leva a conhecer as diversas constela\u00e7\u00f5es. N\u00e3o h\u00e1 forma melhor de      treinar nossos olhos a reconhecer os astros do que o pr\u00f3prio ato de observar.      A grande ferramenta para localizar as estrelas s\u00e3o os mapas estelares. V\u00e1rios      tipos podem ser utilizados mas aconselha-se aos iniciantes os planisf\u00e9rios      rotativos pela sua facilidade de manuseio. Com uma carta celeste do tipo planisf\u00e9rio      obtemos uma imagem das estrelas vis\u00edveis no momento da observa\u00e7\u00e3o. Para isto      bastar coincidir nos c\u00edrculos graduados o dia e hora da observa\u00e7\u00e3o e voc\u00ea      ter\u00e1 uma vis\u00e3o da esfera celeste projetada no plano do mapa.<\/p>\n<p>Entretanto algumas pessoas sentem dificuldade de localizar no c\u00e9u os astros      desenhados no plano do mapa.<\/p>\n<p><strong>Quais seriam as dificuldades e como resolv\u00ea-las?<\/strong><\/p>\n<p>A primeira e mais importante dificuldade \u00e9 a Orienta\u00e7\u00e3o. Todos os mapas trazem      indicadas as dire\u00e7\u00f5es dos pontos cardeais (Norte, Sul, Leste e Oeste). Para      localizar as estrelas representadas num mapa \u00e9 preciso saber onde est\u00e3o os      pontos cardeais no horizonte e orientar a carta celeste de acordo com eles.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea colocar o seu bra\u00e7o esquerdo na dire\u00e7\u00e3o do nascente (leste) voc\u00ea      fica de frente para o sul (parte mais importante do c\u00e9u em nossa latitude).      Assim o norte estar\u00e1 suas costas e na sua direita estar\u00e1 o lugar no qual o      Sol se p\u00f5e e o lado para onde gira a esfera celeste. Imagine que a sua frente      est\u00e1 um ponto marcando o p\u00f3lo Sul Celeste e que este se mant\u00e9m im\u00f3vel enquanto      toda a esfera celeste gira ao redor dele num movimento lento e uniforme de      leste para oeste.<\/p>\n<p>De posse destes refer\u00eancias voc\u00ea pode localizar as estrelas umas em rela\u00e7\u00e3o      \u00e0s outras. Lembre-se quando referir-se ao Sul ou Norte que no c\u00e9u isto \u00e9 feito      em rela\u00e7\u00e3o aos p\u00f3los celestes e n\u00e3o aos pontos cardeais. Por exemplo coloque      seu planisf\u00e9rio no dia 15 de mar\u00e7o \u00e0 meia-noite. Bem no meridiano vemos a      constela\u00e7\u00e3o do Cruzeiro do Sul e a leste brilham duas estrelas da constela\u00e7\u00e3o      de Centauro, s\u00e3o elas Beta Centauro (tamb\u00e9m chamada Hadar) e Alfa Centauro      (Rigil Kentaurus). <\/p>\n<p><strong>Logo, quando quiser referir-se a uma estrela, n\u00e3o diga:<\/strong>      &#8220;aquela abaixo daquela outra&#8221;. Com os movimentos celestes aquela      &#8220;abaixo&#8221; pode estar acima em outra noite ou em outro momento. \u00c9      saud\u00e1vel adquirir o h\u00e1bito de utilizar os p\u00f3los celestes (sul e norte) e o      sentido de rota\u00e7\u00e3o da esfera celeste (leste e oeste) como refer\u00eancia. Por      exemplo, dizer que Alfa e Beta do Centauro est\u00e3o a leste do Cruzeiro significa      dizer que estas estrelas est\u00e3o do lado oposto ao da rota\u00e7\u00e3o aparente que o      c\u00e9u faz ao redor do p\u00f3lo sul celeste durante o passar das horas. Da mesma      forma podemos dizer que a constela\u00e7\u00e3o da Mosca est\u00e1 ao sul do Cruzeiro pois      ela est\u00e1 mais pr\u00f3xima do p\u00f3lo celeste sul do que esta \u00faltima. Isto cria um      paralelo entre o c\u00e9u estrelado e sua carta celeste.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o importante \u00e9 a Escala. Todo o mapa \u00e9 uma redu\u00e7\u00e3o de algo maior      da\u00ed surge necessidade de escalas de redu\u00e7\u00e3o. Usamos medidas angulares para      determinar as posi\u00e7\u00f5es (ou melhor as dire\u00e7\u00f5es) dos astros. Uma escala relaciona      um certo comprimento linear (no papel) com uma separa\u00e7\u00e3o angular (no c\u00e9u).      Isto pode gerar alguma confus\u00e3o pois no planisf\u00e9rio duas estrelas podem parecer      muito pr\u00f3ximas e no c\u00e9u separarem-se muito, dificultando a compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>A seguir uma tabela com algumas formas de estimar medidas angulares utilizando      como padr\u00e3o o seu pr\u00f3prio corpo e astros bem conhecidos:<\/b><\/p>\n<table width=\"427\" height=\"545\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bordercolor=\"#000000\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td width=\"31%\" height=\"34\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\"><b>Dist\u00e2ncia Angular<\/b><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"34\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\"><b>Padr\u00e3o:<\/b><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"31%\" height=\"36\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\">0.5\u00b0 = 30m<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"36\" valign=\"top\">O di\u00e2metro aparente do Sol          ou da Lua (cheia).<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"31%\" height=\"40\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\">1\u00b0 <\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"40\" valign=\"top\">A largura do seu dedo m\u00ednimo          ou o espa\u00e7o que separa cada uma das Tr\u00eas Marias, bem no centro de \u00d3rion.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"31%\" height=\"36\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\">5\u00b0 <\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"36\" valign=\"top\">A largura dos dedos anular,          m\u00e9dio e indicador juntos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"31%\" height=\"36\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\">6\u00b0 <\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"36\" valign=\"top\">O comprimento do bra\u00e7o maior          do Cruzeiro do Sul.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"31%\" height=\"36\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\">10\u00b0 <\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"36\" valign=\"top\">A largura da m\u00e3o fechada          (punho).<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"31%\" height=\"36\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\">15\u00b0 = 1h<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"36\" valign=\"top\">Dist\u00e2ncia entre o dedo m\u00ednimo          e o indicador, com a m\u00e3o aberta.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"31%\" height=\"42\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\">17\u00b0 <\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"42\" valign=\"top\">Dist\u00e2ncia entre Antares (Alfa          do Escorpi\u00e3o) e Shaula (Lambda do Escorpi\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"31%\" height=\"42\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\">19\u00b0 <\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"42\" valign=\"top\">Separa\u00e7\u00e3o entre Rigel (Beta          de Orion) e Betelgeuse (Alfa do Orion) isto \u00e9, a diagonal do quadril\u00e1tero          que delimita a constela\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td width=\"31%\" height=\"37\" valign=\"top\">\n<p class=\"imagem\">20\u00b0 <\/p>\n<\/td>\n<td width=\"69%\" height=\"37\" valign=\"top\">Largura da m\u00e3o aberta (dist\u00e2ncia          entre o m\u00ednimo e o polegar com os dedos, totalmente separados).<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p><b>Obs.:\u00a0<\/b>Todas as vezes que referimos medidas &#8220;manuais&#8221;      considere que se observa a m\u00e3o com o bra\u00e7o estendido.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/constelacoes-0161.jpg\" alt=\"Constela\u00e7\u00f5es\" title=\"Constela\u00e7\u00f5es\" \/><\/p>\n<p>De imediato distinguimos que as estrelas tem brilhos diferentes. Umas mais      brilhantes do que as outras. Para isso se usou uma classifica\u00e7\u00e3o em magnitudes.      No mapa costuma-se representar as estrelas por c\u00edrculos proporcionais as magnitudes      (c\u00edrculos maiores para magnitudes menores). Isto pode sugerir que as estrelas      tenham tamanhos visuais diferentes. Todas as estrelas apresentam-se aos nossos      olhos como pontos, sem di\u00e2metro. O que faz a diferen\u00e7a \u00e9 o brilho, isto \u00e9,      a quantidade de luz que chega aos nossos olhos. Assim duas estrelas pr\u00f3ximas      e brilhantes parecer\u00e3o mais juntas na carta do que realmente s\u00e3o no c\u00e9u. A      dist\u00e2ncia angular entre duas estrelas no planisf\u00e9rio deve ser medida entre      os centros dos c\u00edrculos que as representam.<\/p>\n<p>As constela\u00e7\u00f5es ao serem desenhadas no mapa deformam-se. Isto acontecesse      devido a proje\u00e7\u00e3o plana utilizada para representar a esfera celeste. Isto      fica mais evidente nas constela\u00e7\u00f5es do hemisf\u00e9rio que cont\u00e9m o p\u00f3lo abaixado      (oposto ao p\u00f3lo acima do horizonte, o chamado p\u00f3lo elevado) que em nosso caso      \u00e9 o hemisf\u00e9rio Norte. Logo deve-se levar em conta a Proje\u00e7\u00e3o do mapa ao se      avaliar o formato de uma constela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outro detalhe importante no uso das cartas \u00e9 o Horizonte. Nas cartas rotativas      o horizonte \u00e9 representado por uma abertura ovalada na m\u00e1scara de latitude.      Nem sempre se pode consider\u00e1-lo desimpedido. Ora s\u00e3o \u00e1rvores, pr\u00e9dios e montanhas,      ora \u00e9 a polui\u00e7\u00e3o luminosa que oculta as estrelas mais baixas. Logo podemos      dizer que h\u00e1 um horizonte pr\u00e1tico alguns graus (uns 15 graus em geral, nas      grandes cidades) acima do horizonte aparente abaixo do qual a observa\u00e7\u00e3o \u00e9      p\u00e9ssima.<\/p>\n<p><strong>M\u00c9TODO DA CONSTELA\u00c7\u00c3O-CHAVE<\/strong><\/p>\n<p>Para reconhecer as estrelas e constela\u00e7\u00f5es vamos utilizar um m\u00e9todo que parte      de constela\u00e7\u00f5es-chave.<\/p>\n<p><b>A escolha de tais constela\u00e7\u00f5es segue os seguintes crit\u00e9rios relativos      a facilidade de identifica\u00e7\u00e3o:<\/b><\/p>\n<table width=\"288\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bordercolor=\"#000000\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1. Grande extens\u00e3o angular.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2. Presen\u00e7a de estrelas brilhantes.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">3. Popularidade.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4. Desenho simples e tradicional.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">5. Posi\u00e7\u00f5es sim\u00e9tricas em rela\u00e7\u00e3o          a esfera celeste.<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p>Se voc\u00ea levantar as m\u00e1scaras de latitude de uma carta rotativa voc\u00ea ver\u00e1      um mapa de proje\u00e7\u00e3o circular do hemisf\u00e9rio vis\u00edvel de sua latitude. Uma faixa      clara (ou pontilhada) representando a Via-L\u00e1ctea , circunda de forma irregular      o planisf\u00e9rio. Ao longo desta faixa a quantidade de estrelas brilhantes \u00e9      bem maior que fora dela. <\/p>\n<p><strong>\u00c9 pr\u00f3ximo a esta faixa que encontraremos tr\u00eas constela\u00e7\u00f5es que satisfazem      plenamente estes crit\u00e9rios o faz delas excelentes candidatas a constela\u00e7\u00f5es-chave:      <\/strong>Orion, Cruzeiro do Sul e Escorpi\u00e3o<\/p>\n<p><strong>\u00d3rion, O Ca\u00e7ador<\/strong><\/p>\n<p>Coloque seu planisf\u00e9rio na posi\u00e7\u00e3o 22 de dezembro \u00e0 meia-noite . Bem pr\u00f3ximo      ao meridiano (um pouco para oeste) vemos quatro estrelas formando um grande      quadril\u00e1tero um pouco \u00e0 norte do z\u00eanite. No centro do quadril\u00e1tero existem      tr\u00eas estrelas alinhadas que usualmente chamamos Tr\u00eas Marias. Estas sete estrelas      s\u00e3o as mais not\u00e1veis da constela\u00e7\u00e3o de Orion. As estrelas mais brilhantes      est\u00e3o dispostas nas extremidades da diagonal do quadril\u00e1tero. S\u00e3o elas Betelgeuse      (Alfa Orionis) e Rigel (Beta Orionis). Betelgeuse \u00e9 a mais brilhante e fica      no v\u00e9rtice norte da diagonal. Esta brilha com um tom levemente alaranjado.      Rigel se encontra no extremo sul da diagonal. A constela\u00e7\u00e3o \u00e9 cortada no meio      pelo equador celeste (na altura das Tr\u00eas Marias).<\/p>\n<p><strong>O Cruzeiro do Sul<\/strong><\/p>\n<p>Meia noite, no dia 21 de mar\u00e7o bem pr\u00f3ximo ao meridiano e do p\u00f3lo sul vemos      o Cruzeiro do Sul composto de quatro estrelas dispostas em cruz e uma quinta      menos luminosa um tanto fora de centro. As estrelas mais luminosas est\u00e3o voltadas      para o leste.<\/p>\n<p><b>Obs.:<\/b>\u00a0A Caixa de J\u00f3ias \u00e9 um aglomerado estelar aberto (ver nota      de rodap\u00e9 no 2 da p\u00e1gina 1) cuja denomina\u00e7\u00e3o cientifica \u00e9 ngc4755 (NGC= New      Generall Cataloge).<\/p>\n<p>No bra\u00e7o maior do Cruzeiro encontramos a estrela mais brilhante da constela\u00e7\u00e3o,      Acrux (Alfa Crucis). Oposta a esta brilha Gacrux (Gama Crucis). Estas duas      estrelas servem para localizar aproximadamente o lugar do p\u00f3lo sul. Para isso      estenda mentalmente o comprimento do bra\u00e7o maior do Cruzeiro por quatro vezes      e meia. Uma vez localizado o p\u00f3lo sul celeste basta descer uma linha imagin\u00e1ria      at\u00e9 o horizonte e se encontra o ponto cardeal sul.<\/p>\n<p>Sem d\u00favida esta \u00e9 a constela\u00e7\u00e3o mais popular em nosso pa\u00eds pois pode ser      visto durante quase todo ano (exceto na Primavera quando fica muito baixa).<\/p>\n<p><strong>O Escorpi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No dia 21 de junho \u00e0 meia-noite bem pr\u00f3ximo do z\u00eanite (um pouco a oeste)      h\u00e1 um grupo de estrelas que lembram um enorme sinal de interroga\u00e7\u00e3o ou gancho      no c\u00e9u. Esta \u00e9 a constela\u00e7\u00e3o de Escorpi\u00e3o. Antares (Alfa Scorpi) \u00e9 a estrela      mais brilhante da constela\u00e7\u00e3o. Seguindo a cauda enrodilhada para o sudeste      at\u00e9 o fim encontramos duas estrelas formando o ferr\u00e3o do aracn\u00eddeo, a mais      brilhante chama-se Shaula (Lambda Scorpi).<\/p>\n<p><strong>DESCRI\u00c7\u00c3O DO C\u00c9U AUSTRAL<\/strong><\/p>\n<p>Todas as refer\u00eancias s\u00e3o dadas para a latitude do Rio de Janeiro por\u00e9m s\u00e3o      v\u00e1lidas para uma vasta regi\u00e3o do Brasil em torno do Tr\u00f3pico de Capric\u00f3rnio.<\/p>\n<p><strong>C\u00c9U DE OUTONO<\/strong><\/p>\n<p>A leste do Cruzeiro existem duas estrelas de grande brilho s\u00e3o elas Rigil      Kentaurus (Alfa Centauri) e Hadar (Beta Centauri). S\u00e3o chamadas Guardi\u00e3es      do Cruzeiro. Rigil \u00e9 a estrela mais pr\u00f3xima do Sistema Solar (mesmo assim      a luz demora cerca de quatro anos para percorrer o caminho at\u00e9 aqui). Na verdade      Alfa Centauri \u00e9 uma estrela tripla , isto \u00e9, um sistema composto de 3 estrelas      das quais duas podem ser vistas da Terra com instrumentos modestos.<\/p>\n<p>A sudeste das Guardi\u00e3es estar\u00e1 constela\u00e7\u00e3o do Tri\u00e2ngulo Astral cuja alfa      chama-se Atria. <\/p>\n<p><strong>A oeste do Cruzeiro temos uma regi\u00e3o repleta de estrelas e objetos      interessantes:<\/strong> a Carina. Desta rica constela\u00e7\u00e3o podemos destacar      o Falso Cruzeiro e Alfa Carin\u00e6, Canopus.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00f3ximo ao z\u00eanite quatro estrelas formam um pequeno quadril\u00e1tero:<\/strong>      \u00e9 o Corvo ladeado ao nordeste pela Alfa da Virgem, Spica, e a noroeste pela      constela\u00e7\u00e3o do Le\u00e3o, cuja alfa chama-se R\u00e9gulos.<\/p>\n<p><strong>C\u00c9U DE PRIMAVERA<\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma esta\u00e7\u00e3o um tanto ingrata para o principiante. Se voc\u00ea colocar      sua carta no dia 23 de setembro \u00e0 meia-noite perceber\u00e1 que a Via L\u00e1ctea estar\u00e1      praticamente no horizonte o que nos d\u00e1 um c\u00e9u sem muitas estrelas brilhantes.      Como o nosso m\u00e9todo trabalha com constela\u00e7\u00e3o contidas nas proximidades da      Via L\u00e1ctea este c\u00e9u constitui-se de um desafio para aqueles que j\u00e1 dominam      as esta\u00e7\u00f5es anteriores. Como a primavera \u00e9 a transi\u00e7\u00e3o do Inverno para o Ver\u00e3o      ainda \u00e9 poss\u00edvel ver alguns trechos dos c\u00e9us destas esta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No nascente podemos ver Orion e Touro. No horizonte sul, um pouco para o      leste, ainda brilha Canopus. No poente, um pouco ao sul, vemos Sagit\u00e1rio e      a cauda do Escorpi\u00e3o. Nesta \u00e9poca, a esta hora, o Cruzeiro est\u00e1 abaixo do      horizonte.<\/p>\n<p><strong>Antes e depois meridiano temos duas estrelas muito brilhantes: <\/strong>Achernar,      Alfa Eridani e Fomalhaut, Alfa Piscis Austrinus. Ainda ao longo do meridiano,      ao norte quatro estrelas formam o Grande Quadrado de P\u00e9gaso. <\/p>\n<p><strong>S\u00e3o elas:<\/strong> Sheats, Beta do P\u00e9gaso, Alpheratz, Alfa da Andromeda,      Algenib, Gama do P\u00e9gaso e Markab, Alfa do P\u00e9gaso.<\/p>\n<p><strong>C\u00c9U DE VER\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Ao noroeste de Orion encontramos Aldebaran, Alfa Tauri, com uma cor dourada.    <\/p>\n<p><strong>Esta brilhante estrela faz parte de um not\u00e1vel asterismo:<\/strong>      as H\u00edades que lembra uma letra A com seu v\u00e9rtice voltado para o sudoeste.      Este \u00e9 um dos aglomerado estelares mais pr\u00f3ximos de n\u00f3s.<\/p>\n<p>A sudeste vemos S\u00edrius, Alfa Canis Majoris, a estrela mais brilhante de todo      o c\u00e9u. Ao nordeste vemos a constela\u00e7\u00e3o de G\u00eameos com suas duas estrelas mais      brilhantes Castor (Alfa Geminorum) e Pollux (Beta Geminorum) e um pouco mais      ao sul destas brilha Procyon (Alfa Canis Majoris). Ao sul do C\u00e3o Maior(ao      longo do meridiano) vemos Canopus.<\/p>\n<p>O Cruzeiro ainda pode ser visto a sudeste pr\u00f3ximo ao horizonte.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> www.spaceanswers.com\/coolcosmos.ipac.caltech.edu\/starchild.gsfc.nasa.gov\/br.geocities.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Constela\u00e7\u00f5es, Astronomia, Tipo, Estrelas, Hist\u00f3ria, C\u00e9u, Terra, M\u00e9todo, Nomes, Constela\u00e7\u00e3o, Cruzeiro, Sul, Defini\u00e7\u00e3o, Constela\u00e7\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[298],"tags":[],"class_list":["post-56109","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-astronomia"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ 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