{"id":56107,"date":"2016-06-23T14:27:37","date_gmt":"2016-06-23T14:27:37","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=56107"},"modified":"2016-06-23T14:32:31","modified_gmt":"2016-06-23T14:32:31","slug":"cometas-asteroides-e-meteoros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/astronomia\/cometas-asteroides-e-meteoros","title":{"rendered":"Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros"},"content":{"rendered":"<p><strong>Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros s\u00e3o muitas vezes agrupados, pois s\u00e3o      basicamente a mesma coisa: <\/strong>pequenos peda\u00e7os de rocha ou gelo que      n\u00e3o s\u00e3o parte de um grande planeta.<\/p>\n<h4>Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros &#8211; Diferen\u00e7a<\/h4>\n<p><strong>Cometas<\/strong><\/p>\n<p>Os <strong>cometas<\/strong> s\u00e3o objetos compostos principalmente de gelo      e poeira e suas caudas crescem quando se aproximam do sol. <\/p>\n<p>Todos os <strong>cometas<\/strong> tem um n\u00facleo, que \u00e9 de rocha ou gelo duro.      Quando um n\u00facleo de um cometa se aproxima do sol, a energia solar come\u00e7a a      aquecer o gelo e vaporizar-lo. O g\u00e1s sai para fora do cometa, \u00e0s vezes violentamente      o suficiente para quebrar o n\u00facleo \u00e0 parte, e joga poeira-se com ele. Os gases      formam uma nuvem em torno do n\u00facleo chamado de coma. Parte do g\u00e1s \u00e9 despojado      de el\u00e9trons e soprado para tr\u00e1s pelo vento solar. Isso forma uma cauda de      \u00edons de cor azulada. <\/p>\n<p>As part\u00edculas de poeira s\u00e3o empurradas para longe do cometa pela radia\u00e7\u00e3o      solar, formando uma cauda de poeira que podem ser muitos milh\u00f5es de milhas      de comprimento. <\/p>\n<p>A cauda de poeira \u00e9 o mais f\u00e1cil de ver a olho nu, mas ocasionalmente a cauda      i\u00f4nica \u00e9 vis\u00edvel tamb\u00e9m. Cada vez que um cometa passa perto do sol, ele perde      mais de seu gelo. Eventualmente, o cometa pode n\u00e3o ter mais material suficiente      para formar suas caudas.<\/p>\n<p><strong>Aster\u00f3ides<\/strong><\/p>\n<p>Os<strong> aster\u00f3ides<\/strong> s\u00e3o os pequenos objetos rochosos no Sistema      Solar. <\/p>\n<p>O maior <strong>aster\u00f3ide<\/strong> \u00e9 Ceres, que tem aproximadamente 933 km      (580 milhas) de di\u00e2metro. <\/p>\n<p>Os menores <strong>aster\u00f3ides<\/strong> que temos observados em detalhe s\u00e3o      apenas dezenas de metros de tamanho, mas h\u00e1 provavelmente um grande n\u00famero      de pequenas pedras no espa\u00e7o que atualmente fica dif\u00edcil para que possamos      detectar. <\/p>\n<p>Muitos <strong>aster\u00f3ides<\/strong>, incluindo todos os maiores aster\u00f3ides,      orbitam o Sol entre Marte e J\u00fapiter no Cintur\u00e3o de Aster\u00f3ides.<\/p>\n<p>Os <strong>aster\u00f3ides<\/strong> troianos compartilham a \u00f3rbita de J\u00fapiter,      mas ficar 60 graus \u00e0 frente ou atr\u00e1s de J\u00fapiter. <\/p>\n<p>Pr\u00f3ximos da Terra os <strong>aster\u00f3ides<\/strong> orbitam o Sol nas imedia\u00e7\u00f5es      dos planetas rochosos terrestres e representam a maior amea\u00e7a para a Terra.      Pensamos que a massa total de todas os asteroides combinados \u00e9 menos do que      a da Lua.<\/p>\n<p><strong>Aster\u00f3ides<\/strong> n\u00e3o s\u00e3o vis\u00edveis a olho nu, mas alguns podem      ser vistos com pequenos telesc\u00f3pios ou mesmo bin\u00f3culos.<\/p>\n<p><strong>Meteoros<\/strong><\/p>\n<p><strong>Meteoros<\/strong> s\u00e3o pequenos, deixam caminhos brancos no c\u00e9u que      chamamos de &#8220;estrelas cadentes&#8221;. <\/p>\n<p>Eles s\u00e3o causados por pequenos peda\u00e7os do tamanho de ervilhas de poeira inter-planet\u00e1ria      que queimam-se quando eles batem na atmosfera da Terra em altas velocidades.    <\/p>\n<p>Chuvas de <strong>meteoros<\/strong> ocorrem quando a Terra passa atrav\u00e9s      da \u00f3rbita de um cometa que deixou uma grande quantidade de poeira para tr\u00e1s.    <\/p>\n<p>Poeira e as part\u00edculas formam meteoros \u00e0 medida que atingem a atmosfera<\/p>\n<p>Ocasionalmente uma pequena pedra pode cair atrav\u00e9s da atmosfera, causando      uma raia extremamente brilhante e colorida no c\u00e9u chamada de bola de fogo.      (Estes s\u00e3o muitas vezes confundidos com cometas, mas cometas n\u00e3o riscam o      c\u00e9u rapidamente, pois eles s\u00e3o normalmente vis\u00edveis por muitos dias.).<\/p>\n<p>\u00c0s vezes as rochas da bola de fogo n\u00e3o s\u00e3o completamente vaporizado, e a      superf\u00edcie causam um impacto da Terra. Uma pedra ca\u00eddo do espa\u00e7o dessa maneira      \u00e9 chamado um meteorito.<\/p>\n<h4>Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros &#8211; O que \u00e9<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/cometas-asteroides-meteoros-041.jpg\" alt=\"Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros\" title=\"Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros\" \/><strong><br \/>\n     Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros<\/strong><\/p>\n<p>Ainda persiste, entre os leigos, alguma confus\u00e3o entre <strong>Cometas, Aster\u00f3ides,      Meteoros e Meteoritos<\/strong> e por isso creio que devemos esclarecer aos      iniciantes, a diferen\u00e7a entre estes pequenos corpos celestes.<\/p>\n<p><strong>Meteoros<\/strong> s\u00e3o os menores corpos do sistema solar que v\u00e3o      desde milim\u00e9tricas part\u00edculas de p\u00f3 at\u00e9 alguns metros de tamanho compostos      de rocha, metal ou ambos e que em contato com a atmosfera da Terra, devido      ao atrito pela alta velocidade, se queimam e deixam atr\u00e1s de si um rastro      luminoso devido a sua queima e ioniza\u00e7\u00e3o em contato as camadas superiores      da alta atmosfera terrestre.<\/p>\n<p>Estas part\u00edculas podem ter origem tanto de escombros comet\u00e1rios (restos que      os cometas deixam atr\u00e1s de si em sua \u00f3rbita); de choques entre aster\u00f3ides      e\/ou aster\u00f3ides e planetas, como tamb\u00e9m de lixo espacial que penetram em nossa      atmosfera.<\/p>\n<p><strong>Meteoritos <\/strong>s\u00e3o os meteoros que n\u00e3o se queimaram completamente      em sua passagem pela atmosfera e se chocam contra o solo da Terra ou de qualquer      outro corpo do Sistema Solar.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m existe uma nova classe incomum de objetos chamados de Centauros ap\u00f3s      a descoberta de Chiron.<\/p>\n<p>Estes objetos s\u00e3o incomuns porque apresenta um pequeno coma quando em sua      m\u00e1xima aproxima\u00e7\u00e3o do Sol e isso indica que \u00e9 um corpo comet\u00e1rio, mas s\u00e3o      objetos muito mais volumosos do que as caracter\u00edsticas de um cometa normal,      um tamanho mais proporcional ao de um grande aster\u00f3ide.<\/p>\n<p>Estes corpos foram designados Centauros, devido a sua ambig\u00fcidade meio cometa      meio aster\u00f3ide e por isso seu nome deriva da ra\u00e7a dos mitol\u00f3gicos seres descritos      pela mitologia grega como sendo meio-homem\/meio-cavalo.<\/p>\n<p>Acredita-se que estes objetos tenham escapado do cinto de Kuiper, um disco      de objetos que orbitam para al\u00e9m do Netuno.<\/p>\n<p>Os <strong>Cometas<\/strong> s\u00e3o compostos principalmente de gelo, poeira,      rocha e gases e que esporadicamente podem entrar no Sistema Solar interior      e, quando sua \u00f3rbita os traz para mais pr\u00f3ximo do Sol eles ganham uma coma      e por vezes uma ou mais caudas de poeira e g\u00e1s.<\/p>\n<p><strong>Qual a diferen\u00e7a entre Cometas e Aster\u00f3ides?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A resposta n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil porque cometas e aster\u00f3ides t\u00eam muito em comum:<\/strong>      eles s\u00e3o corpos pequenos; teoricamente s\u00e3o parte das mat\u00e9rias primordiais      da forma\u00e7\u00e3o do Sistema Solar, formados junto com os planetas e seus sat\u00e9lites      a cerca de 4.6 bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s; e qualquer desses objetos podem ser      achados na vizinhan\u00e7a de J\u00fapiter.<\/p>\n<p>Duas caracter\u00edsticas diferenciam o n\u00facleo comet\u00e1rio de um aster\u00f3ide muito      pequeno, sua \u00f3rbita e sua natureza qu\u00edmica. A \u00f3rbita de um cometa \u00e9 mais exc\u00eantrica;      ent\u00e3o, sua dist\u00e2ncia para o Sol varia consideravelmente.<\/p>\n<p>Seu material \u00e9 mais vol\u00e1til. Quando longe do Sol, por\u00e9m, um cometa permanece      em seu estado primitivo durante muito tempo sem perder qualquer componente      vol\u00e1til por causa do gelado espa\u00e7o fundo.<\/p>\n<p>Por isto, os astr\u00f4nomos acreditam que os primitivos n\u00facleos comet\u00e1rios podem      representar o mais velho e melhor material preservado do sistema solar original.<\/p>\n<h4>Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros &#8211; Atmosfera da Terra<\/h4>\n<p>Entre os planetas e as luas, existem milhares de aster\u00f3ides e cometas que      t\u00eam sido catalogados e suas \u00f3rbitas calculadas &#8211; e milhares mais permanecem      desconhecidos.<\/p>\n<p><strong>Os Cometas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/cometas-asteroides-meteoros-011.jpg\" alt=\"Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros\" title=\"Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros\" \/><strong><br \/>\n     Cometa<\/strong><\/p>\n<p>Os cometas s\u00e3o pequenas &#8220;bolas de neve sujas&#8221; formadas da mistura      de gelo, gases congelados e poeira. Todos estes itens s\u00e3o restos de forma\u00e7\u00f5es      do Sistema Solar.<\/p>\n<p>Os cometas viajam tr\u00eas vezes mais r\u00e1pidos do que os aster\u00f3ides e s\u00f3 s\u00e3o vis\u00edveis      quando est\u00e3o pr\u00f3ximos do Sol.<\/p>\n<p>O cometa Haley tem 16 km de comprimento e passa em frente ao Sol a cada 76      anos. J\u00e1 o comenta Halebopp, de 40 km de comprimento, s\u00f3 passa a cada 4.026      anos. Acredita-se que a metade dos aster\u00f3ides localizados agora perto da Terra      seja cometas mortos.<\/p>\n<p><strong>Meteoros<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/cometas-asteroides-meteoros-021.jpg\" alt=\"Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros\" title=\"Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros\" \/><strong><br \/>\n     Meteoro<\/strong><\/p>\n<p>Duas vezes por semana, aproximadamente, um meteoro do tamanho de uma almofada      se precipita sobre a Terra e explode com a for\u00e7a de uma bomba at\u00f4mica.<\/p>\n<p>Felizmente, nossa atmosfera faz com que eles se vaporizem a 8 km do solo.      Se um peda\u00e7o de meteoro sobreviver e conseguir chegar \u00e0 superf\u00edcie, ent\u00e3o      ser\u00e1 chamado de meteorito.<\/p>\n<p>Milh\u00f5es de meteoritos atacam a Terra todos os dias &#8211; a maioria deles \u00e9 do      tamanho de um gr\u00e3o de areia. No entanto, de vez em quando, algum objeto maior      entra em contato com esse escudo de prote\u00e7\u00e3o natural da Terra &#8211; \u00e0s vezes com      efeitos catastr\u00f3ficos.<\/p>\n<p>Os cientistas acreditam que uma dessas bolas de fogo ocasionou a extin\u00e7\u00e3o      dos dinossauros ao colidir com a Terra em Chicxulub, na prov\u00edncia de Yucatan,      no M\u00e9xico, h\u00e1 65 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Esse meteoro poderia ser tido 8 km      de di\u00e2metro.<\/p>\n<p><strong>Os Aster\u00f3ides<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/cometas-asteroides-meteoros-031.jpg\" alt=\"Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros\" title=\"Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros\" \/><strong><br \/>\n     Aster\u00f3ide<\/strong><\/p>\n<p>A maioria dos <strong>Aster\u00f3ides<\/strong> se comporta de forma ordenada,      ficando em \u00f3rbita ao redor do Sol num cintur\u00e3o de aster\u00f3ides localizado entre      Marte e J\u00fapiter. Alguns escapam de sua \u00f3rbita e terminam sendo uma amea\u00e7a      para n\u00f3s.<\/p>\n<p>Acredita-se que os aster\u00f3ides s\u00e3o restos do processo de forma\u00e7\u00e3o do Sistema      Solar h\u00e1 4,6 bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Os aster\u00f3ides podem estar formados por rocha e metal.<\/p>\n<p><strong>Seus tamanhos podem variar:\u00a0<\/strong>desde pedrinhas at\u00e9 934      km de largura.<\/p>\n<h4>Classifica\u00e7\u00e3o dos Meteoritos<\/h4>\n<p><strong>Em primeira instancia podemos classificar os meteoritos em tr\u00eas grandes      grupos:<\/strong> rochosos, met\u00e1licos e rocho-met\u00e1licos. A classifica\u00e7\u00e3o atual      compreende mais de cem tipos distintos e novas classes s\u00e3o constantemente      incorporadas.<\/p>\n<p>Embora eles venham do espa\u00e7o exterior, os\u00a0<b>Meteoritos<\/b>\u00a0cont\u00e9m      os mesmos elementos qu\u00edmicos dos materiais terrestres.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, os elementos existentes nos Meteoritos s\u00e3o notadamente em propor\u00e7\u00f5es      diferentes das rochas da Terra. Eles se fundem de maneiras caracter\u00edsticas      para formar o tecido dos Meteoritos ou uma liga met\u00e1lica de ferro e n\u00edquel,      ou uma rocha rica em sil\u00edcio e oxig\u00eanio.<\/p>\n<p>H\u00e1 3 classes ou grupos distintos de Meteoritos, classificados de acordo com      sua composi\u00e7\u00e3o ou natureza.<\/p>\n<p><strong>Para cada uma dessas classes tamb\u00e9m h\u00e1 subdivis\u00f5es ou subclasses:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Meteoritos Rochosos<\/strong><\/p>\n<p><b>Condritos<\/b><\/p>\n<blockquote>\n<p><b>85,7% dos meteoritos encontrados<\/b><br \/>\n       Carb\u00f4nicos (carbonaceous)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Enstatite<\/strong><\/p>\n<p><b>N\u00e3o condritos ou Acondritos (7.1%)<\/b><\/p>\n<blockquote>\n<p>Grupo HED\u00a0<br \/>\n       Grupo SNC\u00a0<br \/>\n       Aubrites\u00a0<br \/>\n       Ureilites<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Meteoritos Met\u00e1licos &#8211; ou ferrosos (5.7%)<\/strong><\/p>\n<p>Subdividos em treze grupos principais e consistem principalmente em ligas      de ferro-n\u00edquel com quantias secund\u00e1rias de carbono, enxofre, e f\u00f3sforo<\/p>\n<p><strong>Meteoritos ferro-rochosos ou rocho-met\u00e1licos &#8211; mistos (1.5%)<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Pallasitos\u00a0<br \/>\n       Mesosideritos<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><b>Meteoritos<\/b>\u00a0provaram ser dif\u00edcil classific\u00e1-los, mas os tr\u00eas maiores      agrupamentos s\u00e3o rocho-met\u00e1licos ou mistos, rochosos, e met\u00e1licos. Os meteoritos      mais comuns s\u00e3o condritos (chondrites) que s\u00e3o meteoritos rochosos. Cada uma      dessas classes pode ser subdividido em grupos menores com propriedades distintas.<\/p>\n<p><strong>Meteoritos Rochosos ou P\u00e9treos ou Aer\u00f3litos<\/strong><\/p>\n<p><b>Nesta classe est\u00e3o os Meteoritos cuja composi\u00e7\u00e3o \u00e9 de rochas e tamb\u00e9m      est\u00e3o inclu\u00eddos os seguintes grupos:<\/b><\/p>\n<p><strong>Condritos<\/strong><\/p>\n<p>Nome dado \u00e0s pequenas part\u00edculas esf\u00e9ricas, chamadas c\u00f4ndrulos, que as caracterizam.      Algum meteoristas sugeriram que as diferentes propriedades encontradas em      v\u00e1rios condritos sugerem a localiza\u00e7\u00e3o na qual eles foram formados. Data\u00e7\u00e3o      radiom\u00e9trica de condritos os coloca \u00e0 idade de 4.55 bilh\u00f5es anos, o que representa      a idade aproximada do Sistema Solar. Eles s\u00e3o considerados amostras da mat\u00e9ria      que remonta \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do nosso Sistema, embora em muitos casos suas propriedades      foram modificadas por metamorfismo t\u00e9rmico ou altera\u00e7\u00e3o glacial.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Condritos Enstatite: <\/strong>Cont\u00e9m os elementos mais refrat\u00e1rios        e \u00e9 acreditado que foram formado no sistema solar interno.<strong><br \/>\n       Chondritos Comuns: <\/strong>\u00c9 o tipo mais comum que cont\u00e9m ambos elementos        vol\u00e1til e \u00f3xido, \u00e9 pensado que tenha sido formado no cintur\u00e3o interno de        aster\u00f3ide.<strong><br \/>\n       Condritos Carbon\u00edferos (Carbonados): <\/strong>Meteoritos rochosos muito        fr\u00e1geis e facilmente desintegr\u00e1veis.Os Condritos carbonados apresentam propor\u00e7\u00f5es        mais altas de elementos vol\u00e1teis e a maioria \u00e9 oxido, \u00e9 pensado que tenha        originado \u00e1 grandes dist\u00e2ncias solares.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Acondritos<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o meteoritos rochosos, mas eles s\u00e3o considerados diferenciados ou      que sua mat\u00e9ria foi repocessada. Eles foram derretidos e recristalizados em      ou dentro de seu meteorito de origem; como resultado, os achondrites t\u00eam texturas      distintas e mineralogias indicativa de processos \u00edgneos.<\/p>\n<p><strong>Meteoritos Met\u00e1licos ou Ferrosos ou Sideritos<\/strong><\/p>\n<p>Neste grupo est\u00e3o os Meteoritos compostos da liga de ferro e n\u00edquel. Os Meteoritos      met\u00e1licos s\u00e3o classificados em treze grupos principais e consistem principalmente      em ligas de ferro-n\u00edquel com quantias secund\u00e1rias de carbono, enxofre, e f\u00f3sforo.<\/p>\n<p><strong>Meteoritos Rocho-Met\u00e1licos ou Ferro-Rochosos ou Sider\u00f3litos<\/strong><\/p>\n<p>Neste grupo est\u00e3o os Meteoritos formados por rochas e metais, incluindo os      Pallasites e os Mesosiderites. Pallasites (Palacitos) s\u00e3o meteoritos rocho-met\u00e1licos      compostos de olivina misturado ao metal. Os meteoritos, como os Pallasites      e Acondritos, se formaram quando metal fundido segregou de material de silicato      menos denso e esfriou e mostra outro tipo de derretimento sofrido dentro do      corpo do qual foi originado. Assim, os meteoritos cont\u00eam evid\u00eancia de mudan\u00e7as      que aconteceram nos corpos originais dos quais eles foram removidos ou foram      rompidos, presumivelmente atrav\u00e9s de impactos.<\/p>\n<p><strong>Tektites<\/strong><\/p>\n<p>Uma classe completamente distinta de pequenos corpos v\u00edtreos (vitrificados),      naturais chamados Tektites, \u00e0 vezes \u00e9 inclu\u00eddo na categoria de Meteoritos;      entretanto, n\u00e3o \u00e9 acreditado que estes objetos tenham vindo do espa\u00e7o exterior      como fazem os Meteoritos. Os Tektites se assemelham a alguns cascalhos roli\u00e7os      terrestres que s\u00e3o formados quando grandes meteoritos golpeiam a Terra. Por      outro lado, eles tem certas caracter\u00edsticas distintivas que sugerem que eles      n\u00e3o vieram da Terra, mas de algum lugar dentro do Sistema Terra-Lua. Por\u00e9m,      a origem exata deles ainda \u00e9 incerta.<\/p>\n<p>As observa\u00e7\u00f5es \u00f3ticas demonstraram que a grande maioria (92,7%) de todos      os Meteoritos que caem na Terra pertece \u00e0 classe dos rochosos e, em particular,      \u00e0 subclasse dos condritos (84,8%); enquanto \u00e9 muito pequena a porcentagem      dos met\u00e1licos (5,6%) e a dos rocho-met\u00e1licos (1,7%). Estas propor\u00e7\u00f5es apoiam      as hip\u00f3teses de alguns estudiosos, segundo a qual a maioria dos Meteoritos      prov\u00e9m da desintegra\u00e7\u00e3o de n\u00facleos comet\u00e1rios; de fato, hoje considera-se      que os materiais s\u00f3lidos contidos nos n\u00facleos dos Cometas s\u00e3o tamb\u00e9m do tipo      condr\u00edtico. Contudo, e apesar disso, a maioria das amostras encontradas no      solo pertence \u00e0 classe dos Meteoritos ferrosos (54,5%). Este aparente contra-senso      \u00e9 explicado pelo fato que os Meteoritos rochosos, uma vez ca\u00eddos no solo e      n\u00e3o recuperados imediatamente, s\u00e3o facilmente destru\u00eddos ou alterados pelos      agentes atmosf\u00e9ricos e acabam sendo confundidos com as rochas naturais da      Terra; enquanto os met\u00e1licos resistem mais tempo e podem ser encontrados at\u00e9      muitos anos depois da queda e s\u00e3o mais facilmente reconhec\u00edveis.<\/p>\n<h4>Amea\u00e7a de Impacto de Meteoro<\/h4>\n<p>Considerando que a Terra foi formada a mais de quatro bilh\u00f5es anos atr\u00e1s,      Aster\u00f3ides e cometas habitualmente bateram no planeta; e de acordo com a NASA      os Aster\u00f3ides mais perigosos s\u00e3o extremamente raros. Muito embora quase sempre      ouvimos not\u00edcias que um deles passou quase que raspando a Terra s\u00f3 sendo descoberto      depois dessa passagem, e\/ou que um tal aster\u00f3ide ir\u00e1 se chocar com a Terra      daqui um determinado tempo, t\u00eam despertado interesse e alarmado muita gente,      principalmente depois do choque do cometa Shoemaker-Levy 9 haver se chocado      com o planeta J\u00fapiter.<\/p>\n<p>Objetos e rochas vindas do espa\u00e7o golpeiam diariamente a Terra, sendo que      a grande maioria desses corpos s\u00e3o gr\u00e3os de poeira que se queimam em contato      com nossa atmosfera. Peda\u00e7os maiores, e menos freq\u00fcentemente, aparecem inicialmente      como um luminoso meteoro. Rochas do tamanho de uma bola de beisebol, e peda\u00e7os      de gelo diariamente cortam nossa atmosfera, sendo que a maioria se vaporisa      antes de alcan\u00e7ar o ch\u00e3o. <\/p>\n<p>Um <b>aster\u00f3ide<\/b> capaz provocar um desastre global teria que ter mais      que um quarto de milha em tamanho. Investigadores calculam que um impacto      desse tipo elevaria bastante p\u00f3 na atmosfera para criar um efetivo &#8221;      inverno nuclear &#8220;, destruindo severamente a agricultura ao redor do globo      terrestre. Segundo a NASA, em m\u00e9dia, somente uma ou duas vezes a cada 1.000      s\u00e9culos um Aster\u00f3ide bastante grande chegaria a colidir com nosso Planeta.      Acredita-se que Aster\u00f3ides menores golpeiam a Terra a cada 1,000 ou 10,000      anos, o que poderiam destruir uma cidade ou causar tsunamis (ondas gigantescas      em torno de 30 metros de altura) devastadores. Mais de 160 Aster\u00f3ides foram      classificados como &#8220;potencialmente perigoso&#8221; pelos cientistas que      os localizam. Alguns destes, tem suas \u00f3rbitas bastante \u00edntimas da Terra, e      potencialmente poderiam ser perturbadas no futuro distante, e serem desviadas      de seu curso e virem a colidir com nosso planeta.<\/p>\n<p>Os Cientistas apontam que se um aster\u00f3ide for achado para estar em um curso      de colis\u00e3o com Terra, isso ocorreria entre 30 e 40 anos antes que ele viesse      chocar-se com o planeta, h\u00e1 tempo para que pud\u00e9ssemos evitar o impacto. Embora      uma tecnologia desse tipo ainda tenha que ser desenvolvida, existem possibilidades      que incluem a explos\u00e3o do objeto ou seu desvio para uma outra trajet\u00f3ria ou      \u00f3rbita. Embora as \u00f3rbitas de muitos aster\u00f3ide sejam conhecidas, existem muitos      corpos que ainda n\u00e3o foram descobertos e ainda, muitos Aster\u00f3ides que n\u00e3o      tiveram suas \u00f3rbitas calculadas, e corpos ainda menores poderiam ser mais      amea\u00e7adores. Segundo a NASA, as chances disso acontecer em descobrir um aster\u00f3ide      que por ventura estivesse em rota de colis\u00e3o com a Terra nos pr\u00f3ximos 10 anos      seria na casa de 1 em 10,000.<\/p>\n<p>Existem alguns programas ativamente fixos de procura desses objetos chmados      de NEOs &#8211; Near-Earth Objects (Objetos Pr\u00f3ximos da Terra). <\/p>\n<p>Entre essses projetos est\u00e1 o programa NASA&#8217;s Near Earth Asteroid Tracking      (NEAT) program, e o programa Spacewatch na Universidade de Arizona. Tamb\u00e9m,      existe a Funda\u00e7\u00e3o de Spaceguard que foi estabelecida em 1996 em Roma. A meta      da organiza\u00e7\u00e3o internacional \u00e9 proteger a Terra dos impactos promovendo e      coordenando programas de descoberta e estudo dos NEOs.<\/p>\n<p>Segundo relat\u00f3rios, NEOs de 1 quil\u00f4metro ou maior est\u00e3o sendo descobertos      \u00e0 taxa de cerca de cinco deles por m\u00eas. A meta combinada destas ag\u00eancias \u00e9      achar 90 % de todos os NEOs de 1 quil\u00f4metro ou mais dentro da pr\u00f3xima d\u00e9cada.    <\/p>\n<p><strong>Torino Scale<\/strong><\/p>\n<p>Em julho de 1999, a Uni\u00e3o Astron\u00f4mica Internacional adotou um novo sistema      de avalia\u00e7\u00e3o para amea\u00e7as de aster\u00f3ide, chamado Torino Scale. Uma colis\u00e3o      de um volumoso aster\u00f3ide ou cometa, com mais de 1 km de di\u00e2metro, \u00e9 bastante      raro e tipicamente pode acontecer em milh\u00f5es de anos, e teria catastr\u00f3ficas      conseq\u00fc\u00eancias verdadeiramente global. Muitos aster\u00f3ides que tem \u00f3rbitas que      passam bastante pr\u00f3ximas da Terra ainda s\u00e3o desconhecidos, mas a cada ano,      muitos deles s\u00e3o descobertos. Uma colis\u00e3o interplanet\u00e1ria n\u00e3o afetaria a \u00f3rbita      da Terra, tanto quanto um gr\u00e3o de poeira n\u00e3o afeta o clima do planeta; mas      um prov\u00e1vel resultado \u00e9 a extin\u00e7\u00e3o global de muitas esp\u00e9cies de vida, al\u00e9m      de obscurecer os raios solares por meses, fazendo cair drasticamente a temperatura      da Terra em muitos graus abaixo de zero. <\/p>\n<p>Segundo os estudiosos isso j\u00e1 aconteceu algumas vezes como atestam as dezenas      de crateras de impacto na Terra, e dever\u00e1 acontecer novamente, mas n\u00e3o se      pudermos descobrir tal objeto com anteced\u00eancia e tivermos desenvolvido meios      para prevenir tal catastrofe mundial. Segundo os pesquisadores de objetos      pr\u00f3ximos da Terra, atualmente nenhum aster\u00f3ide ou cometa \u00e9 conhecido que possa      estar em um curso de colis\u00e3o direto com a Terra.<\/p>\n<p>Milhares de Aster\u00f3ides e Cometas giram ao redor do Sol. De vez em quando      um chega muito perto da Terra e, geralmente, passa sem causar nenhum dano.    <\/p>\n<p>Mas, h\u00e1 214 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s foi diferente. Um Cometa que se partiu      ou uma s\u00e9rie de Aster\u00f3ides cairam sobre nosso planeta. Foi semelhante ao ocorrido      em 1994 em J\u00fapiter, bombardeado pelos restos do Cometa shoemaker-Levy 9 que      abriu crateras maior do que a Terra na superf\u00edcie de J\u00fapiter. Entre os aster\u00f3ides,      os da fam\u00edlia Apollo , pelo fato de passarem pela \u00f3rbita terrestre, existe      uma chance de algum deles se chocar com a Terra, por\u00e9m este evento n\u00e3o traz      muita preocupa\u00e7\u00e3o para n\u00f3s, j\u00e1 que as chances de um aster\u00f3ide da fam\u00edlia Apollo      atingir a Terra s\u00e3o de uma colis\u00e3o a cada 200 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>H\u00e1 milhares de anos, a Terra era muito diferente do que \u00e9 agora, quando foi      bombardeada do espa\u00e7o h\u00e1 mais de 214 milh\u00f5es de anos. <\/p>\n<p><strong>Os Continentes ainda n\u00e3o haviam se separado ; os imp\u00e1ctos de Aster\u00f3ides      ou peda\u00e7os de um Cometa, ocorreram ao longo de uma linha:<\/strong> ao Sul      da Fran\u00e7a; perto da cidade de Quebec no Canad\u00e1; e na parte Ocidental do Canad\u00e1.      Somente a cratera perto de quebec ainda pode ser vista hoje. <\/p>\n<p>Sup\u00f5e-se que a s\u00e9rie de imp\u00e1ctos tenha levantado uma enorme nuvem de destro\u00e7os      e poeira, tapando o Sol por muitos anos. Mais ou menos nessa \u00e9poca, dizem      os cientistas, ocorreu a primeira s\u00fabta extin\u00e7\u00e3o de plantas e animais. A Segunda      grande mortandade aconteceu a apenas 65 milh\u00f5es de anos e pode ter sido causada      por evento semelhante. <\/p>\n<p>Segundo uma teoria, foi quando os dinossauros desapareceram da face da Terra.<\/p>\n<p>Desde que as \u00f3rbitas de alguns Aster\u00f3ides e cometas freq\u00fcentemente cruzam      com a \u00f3rbita da Terra, as colis\u00f5es com os objetos celestes pr\u00f3ximos da Terra      aconteceram no passado, n\u00f3s devemos permanecer alertas \u00e0 possibilidade de      futuras aproxima\u00e7\u00f5es \u00edntimas destes corpos com a Terra. Parece bastante prudente      montar esfor\u00e7os para descobrir e estudar estes objetos, caracterizar seus      tamanhos, a composi\u00e7\u00f5es e estruturas e manter um olho nas futuras trajet\u00f3rias      futuras deles. Para encontrar quase todos os grandes NEOs que ocasionalmente      tem uma trajet\u00f3ria que chega muito pr\u00f3ximo da Terra, \u00e9 necess\u00e1rio cont\u00ednuos      esfor\u00e7os na procura destes objetos. Devemos ser cuidadosos para verificar      qualquer predi\u00e7\u00e3o de colis\u00e3o com a Terra.<\/p>\n<p>Dado a natureza extremamente improv\u00e1vel de tal colis\u00e3o, quase todas as previs\u00f5es      tem se mostrado serem alarme falso. Por\u00e9m, se for verificado que um objeto      possa estar em rota ou trajet\u00f3ria de colis\u00e3o com a Terra, parece prov\u00e1vel      que esta possibilidade de colis\u00e3o ser\u00e1 conhecida v\u00e1rios anos antes que disso      acontecer. <\/p>\n<p>Assim, ter\u00edamos v\u00e1rios anos de anteced\u00eancia para usar a tecnologia existente,      para desviar o amea\u00e7ador objeto para longe da Terra. O ponto chave neste processo      de abrandar os resultados de um iminente impacto \u00e9 encontrar os objetos amea\u00e7adores      com anteced\u00eancia de forma que uma ordenada campanha internacional possa ser      montada para enviar astronaves ao encontro do objeto amea\u00e7ador.<\/p>\n<p>Teoricamente, uma das t\u00e9cnicas sugeridas para inclinar ou desviar um aster\u00f3ide      para longe da Terra, inclui as armas de fus\u00e3o nucleares enviadas sobre a superf\u00edcie      do objeto para mudar ligeiramente a velocidade do aster\u00f3ide sem parti-lo.      Neutrons de alta velocidade de explos\u00e3o irradiariam uma concha de material      na superf\u00edcie do aster\u00f3ide; o material desta concha se expandiria e ent\u00e3o      sopraria para fora produzindo assim um recuo do pr\u00f3prio aster\u00f3ide. Uma mudan\u00e7a      de velocidade, mesmo que muito pequena, no movimento do aster\u00f3ide (s\u00f3 alguns      mil\u00edmetros por segundo), agindo durante v\u00e1rios anos, poderia desvia-lo completamente      da Terra. Por\u00e9m, isso deve ser feito de modo a tocar suavemente o aster\u00f3ide      para n\u00e3o danific\u00e1-lo e n\u00e3o explodi-lo. Entretanto, a op\u00e7\u00e3o de explodir o aster\u00f3ide,      t\u00e3o popular nos filmes de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, cria um problema ainda maior      quando todos os peda\u00e7os encontrassem na atmosfera da Terra.<\/p>\n<p>Outra op\u00e7\u00e3o que foi discutida inclui o estabelecimento de grandes velas solares      enviadas, a superf\u00edcie do aster\u00f3ide, atrav\u00e9s de uma pequena sonda que se prenderia      ao objeto; de forma que a press\u00e3o da luz e do vento solar poderia eventualmente      redirecionar o objeto para longe de sua predita trajet\u00f3ria de colis\u00e3o com      Terra.<\/p>\n<p>Em cima de longos per\u00edodos de tempo, as chances da Terra ser imprensada n\u00e3o      s\u00e3o desprez\u00edveis e deve ser levada em conta e, assim, alguma forma de seguran\u00e7a      possa garantir que um NEO n\u00e3o alcance nosso globo terrestre. No momento, nosso      melhor seguro est\u00e1 nas m\u00e3os dos cientistas que pesquisam os NEOs, nos esfor\u00e7os      destes abnegados homens dispostos a encontrar estes objetos com anteced\u00eancia      e localizar seus movimentos no futuro. De qualquer forma, antes de tudo, precisamos      primeiro detect\u00e1-los, e ent\u00e3o mante-los sob cerrada observa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora possa existir uma remota probabilidade de acontecer um impacto de      um Aster\u00f3ide ou Cometa com a Terra, n\u00e3o demos nos alarmar com esta amea\u00e7a.      A possibilidade de uma pessoa sofrer um acidente de carro ou ser apanhada      de surpresa por outros desastres naturais e uma variedade de outros problemas      s\u00e3o muito mais altas que a amea\u00e7a dos NEOs. <\/p>\n<p>Fonte:  curious.astro.cornell.edu\/br.geocities.com\/www.discoverybrasil.com\/rgregio.astrodatabase.net<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros, Meteoritos, Diferen\u00e7as, Atmosfera, Terra, Tamanho, Caracter\u00edsticas, Corpos, Sistema, Solar, O que \u00e9, Cometas, Aster\u00f3ides e Meteoros<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[298],"tags":[],"class_list":["post-56107","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-astronomia"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - 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