{"id":56019,"date":"2016-06-23T14:13:14","date_gmt":"2016-06-23T14:13:14","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=56019"},"modified":"2016-06-23T14:23:48","modified_gmt":"2016-06-23T14:23:48","slug":"aurora-polar-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/ciencias-da-natureza\/astronomia\/aurora-polar-3","title":{"rendered":"Aurora Polar"},"content":{"rendered":"<h4>Aurora Polar &#8211; O que \u00e9<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/aurora-polar-0172.jpg\" alt=\"Aurora Polar\" title=\"Aurora Polar\" \/><strong><br \/>\n     Aurora T\u00edpica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Aurora <\/strong>\u00e9 uma luz colorida no c\u00e9u \u00e0 noite nas proximidades      p\u00f3los magn\u00e9ticos da Terra, chamados <strong>aurora boreal<\/strong> (&#8220;Luzes      do Norte&#8221;) no hemisf\u00e9rio Norte e <strong>aurora austral<\/strong> ( &#8216;luzes      do sul &#8220;) no hemisf\u00e9rio sul. <\/p>\n<p>Embora <strong>auroras<\/strong> s\u00e3o normalmente restritos aos c\u00e9us <strong>polares<\/strong>,      as flutua\u00e7\u00f5es do vento solar, ocasionalmente, causar-lhes a ser vis\u00edvel em      latitudes mais baixas. <\/p>\n<p>Uma <strong>aurora<\/strong> \u00e9 geralmente sob a forma de um arco luminoso      com seu \u00e1pice em dire\u00e7\u00e3o ao p\u00f3lo magn\u00e9tico, seguido por arcos, bandas, raios,      cortinas e coronae, geralmente verdes, mas muitas vezes mostrando tons de      azul e vermelho, e \u00e0s vezes amarelo ou branco. <\/p>\n<p><strong>Auroras<\/strong> s\u00e3o causadas em alturas de mais de 100 km \/ 60 mi      por um fluxo r\u00e1pido de part\u00edculas carregadas de erup\u00e7\u00f5es solares e &#8216;buracos&#8217;      de baixa densidade na corona do Sol. Estes s\u00e3o guiados pelo campo magn\u00e9tico      da Terra em dire\u00e7\u00e3o ao p\u00f3los magn\u00e9ticos norte e sul, onde eles entram na atmosfera      superior e bombardear os gases na atmosfera, fazendo com que elas emitem luz      vis\u00edvel.<\/p>\n<p>As luzes do norte, um dos v\u00e1rios fen\u00f4menos astron\u00f4micos chamados luzes polares      (Aurora polar), s\u00e3o eixos ou cortinas de luz colorida vis\u00edvel na ocasi\u00e3o no      c\u00e9u \u00e0 noite.<\/p>\n<h4>Aurora Polar &#8211; O que s\u00e3o<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/aurora-polar-0162.jpg\" alt=\"Aurora Polar\" title=\"Aurora Polar\" \/><strong><br \/>\n     Aurora Polar<\/strong><\/p>\n<p><strong>A aurora polar \u00e9 o nome gen\u00e9rico atribu\u00eddo ao fen\u00f4meno luminoso que      ocorre nos c\u00e9us em ambos os hemisf\u00e9rios:<\/strong> sua ocorr\u00eancia no norte      recebe o nome de aurora boreal; no sul, \u00e9 nomeada como aurora austral. <\/p>\n<p>Tais fen\u00f4menos s\u00e3o mais vis\u00edveis nas datas pr\u00f3ximas aos equin\u00f3cios, que representam      o ponto da trajet\u00f3ria anual aparente do Sol na esfera celeste coincidente      com a linha imagin\u00e1ria do equador terrestre, ocorrendo nas datas aproximadas      de 23 de setembro e 21 de mar\u00e7o. <\/p>\n<p>O fen\u00f4meno \u00e9 de interesse tanto por sua beleza &#8211; assumindo in\u00fameras formas,      como manchas, nuvens, cortinas, v\u00e9us, coroas e arcos luminosos, como se fossem      chamas coloridas &#8211; quanto pelos eventos que ocorrem simultaneamente, j\u00e1 que      as causas do fen\u00f4meno ocasionam tamb\u00e9m grande interfer\u00eancia no funcionamento      de b\u00fassolas, em transmiss\u00f5es de r\u00e1dio, na telefonia e at\u00e9 mesmo na rota de      sat\u00e9lites.<\/p>\n<p>As <strong>auroras polares<\/strong> s\u00e3o ocasionadas pela incid\u00eancia do vento      solar &#8211; que \u00e9 um fluxo de part\u00edculas eletricamente carregadas, pr\u00f3tons e el\u00e9trons,      emitidas pelo Sol &#8211; em camadas superiores da atmosfera terrestre. <\/p>\n<p>Este fluxo de part\u00edculas \u00e9 cont\u00ednuo, mas podem adquirir maior intensidade      com a ocorr\u00eancia de erup\u00e7\u00f5es solares, sobretudo quando as atividades solares      &#8211; surgimento de erup\u00e7\u00f5es e manchas solares associadas \u00e0 atividade magn\u00e9tica      no Sol &#8211; atingem seu pico, em ciclos de 11 anos. Nestes momentos de pico,      a intensidade luminosa das auroras polares tamb\u00e9m atinge seu \u00e1pice.<\/p>\n<p>Quando o vento solar atinge a atmosfera, suas part\u00edculas s\u00e3o capturadas pelo      campo magn\u00e9tico terrestre. Este campo \u00e9 mais intenso nas proximidades dos      p\u00f3los magn\u00e9ticos terrestres, isto explica a ocorr\u00eancia e a intensidade do      fen\u00f4meno nas proximidades das regi\u00f5es polares (lembrando que os p\u00f3los geogr\u00e1ficos      n\u00e3o coincidem exatamente com os p\u00f3los magn\u00e9ticos). <\/p>\n<p>As part\u00edculas capturadas s\u00e3o aceleradas ao entrarem num t\u00fanel formado pelas      for\u00e7as magn\u00e9ticas dos p\u00f3los, colidindo com grandes quantidades de mol\u00e9culas      de g\u00e1s da atmosfera. <\/p>\n<p>Pela a\u00e7\u00e3o das cargas el\u00e9tricas positivas das part\u00edculas, os choques com os      \u00e1tomos formam \u00edons que passam a emitir radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica em v\u00e1rios      comprimentos de onda do espectro vis\u00edvel. Em outras palavras, os \u00edons excitados      passam a emitir luz de variadas cores, formando ent\u00e3o o fen\u00f4meno da aurora      polar, ocorrendo em altitudes de, no m\u00ednimo, 100 quil\u00f4metros. <\/p>\n<p>Paralelamente, ocorr\u00eancias mais intensas do fen\u00f4meno resultam em dist\u00farbios      do magnetismo terrestre que, por sua vez, acarretam interfer\u00eancias em v\u00e1rios      tipos de equipamentos, seja em b\u00fassolas, seja em transmiss\u00f5es de telecomunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Terra pode ser considerada um im\u00e3 gigantesco. O magnetismo terrestre \u00e9      atribu\u00eddo a enormes correntes el\u00e9tricas que circulam no n\u00facleo do planeta,      que \u00e9 constitu\u00eddo de ferro e n\u00edquel no estado l\u00edquido, devido \u00e0s altas temperaturas.<\/p>\n<p>Por conven\u00e7\u00e3o, chamamos de p\u00f3lo norte da agulha magn\u00e9tica aquele que aponta      para a regi\u00e3o pr\u00f3xima do p\u00f3lo norte geogr\u00e1fico. Entretanto, como sabemos,      p\u00f3los de mesmo nome se repelem e de nomes contr\u00e1rios se atraem. <\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o podemos concluir que:<\/strong> <\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>I) <\/strong>se a agulha magn\u00e9tica aponta para uma regi\u00e3o pr\u00f3xima        do p\u00f3lo norte geogr\u00e1fico \u00e9 porque nessa regi\u00e3o existe um p\u00f3lo sul magn\u00e9tico;        <strong><br \/>\n       II)<\/strong> a mesma agulha aponta, o seu p\u00f3lo sul magn\u00e9tico, para uma regi\u00e3o        pr\u00f3xima do p\u00f3lo sul geogr\u00e1fico. Logo, nas proximidades do p\u00f3lo sul geogr\u00e1fico        existe o p\u00f3lo norte magn\u00e9tico.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Aurora Boreal<\/strong><\/p>\n<p>Conhecida tamb\u00e9m pelo seu nome latino, Aurora Borealis, ou ent\u00e3o como &#8220;Luzes      do Norte&#8221;, este \u00e9 o fen\u00f4meno de Aurora que ocorre no hemisf\u00e9rio norte<\/p>\n<p><strong>Aurora Austral<\/strong><\/p>\n<p>Com o nome latino de Aurora Australis este \u00e9 o fen\u00f4meno de Aurora que ocorre      no hemisf\u00e9rio sul<\/p>\n<h4><strong>O Fen\u00f4meno e seu Apelido<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/aurora-polar-0132.jpg\" alt=\"Aurora Polar\" title=\"Aurora Polar\" \/><br \/>\n     Aurora Polar<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Aurora Polar \u00e9 comumente conhecida pela express\u00e3o criada por Galileu<\/strong>:      Aurora Boreal (em ingl\u00eas, \u0093Northern Lights\u0094). <\/p>\n<p>Pode tamb\u00e9m ser apelidada de Aurora Austral (em ingl\u00eas, \u0093Southern Lights\u0094),      express\u00e3o utilizada por James Cook.<\/p>\n<p><strong>Curiosidades<\/strong><\/p>\n<p>Galileu Galilei, por sempre vislumbrar a aurora polar no norte, criou a express\u00e3o      Aurora Boreal em homenagem \u00e0 Aurora e B\u00f3reas, elementos hist\u00f3ricos de Roma      e Gr\u00e9cia. <\/p>\n<p><strong>A escolha se deve a hist\u00f3ria dos dois<\/strong>Aurora (ou Eos) era      a deusa romana do amanhecer, al\u00e9m disso, na mitologia grega, tit\u00e3 de segunda      gera\u00e7\u00e3o (os Tit\u00e3s foram liderados por Cronos no enfrentamento contra Zeus      e os Deuses Ol\u00edmpicos pelo dom\u00ednio do universo na Titanomaquia).<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>S &#8211;<\/strong> Aurora (ou Eos) era a deusa romana do amanhecer, al\u00e9m        disso, na mitologia grega, tit\u00e3 de segunda gera\u00e7\u00e3o (os Tit\u00e3s foram liderados        por Cronos no enfrentamento contra Zeus e os Deuses Ol\u00edmpicos pelo dom\u00ednio        do universo na Titanomaquia).<\/p>\n<p><strong>\u0080 &#8211; B\u00f3reas, segundo a Mitologia Grega, representa os ventos        do norte e possui tr\u00eas irm\u00e3os:<\/strong> Z\u00e9firo(ventos do Oeste), N\u00f3tus (ventos        do sul) e Euro(ventos do leste). <\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Um detalhe interessante:<\/strong> Euro (ou Noto) era o vento, em      regra, tranq\u00fcilo e ben\u00e9volo (apenas Hor\u00e1cio o apresentou como furioso). <\/p>\n<p>Portanto, o nome euro, de origem grega, foi uma bela escolha para a moeda      europ\u00e9ia! Ademais, o s\u00edmbolo da moeda europ\u00e9ia (\u0080) tem sua origem na      letra grega \u00e9psilon (e), mas com duas barras paralelas no centro que representam      a estabilidade atual do continente europeu, diferente do inst\u00e1vel per\u00edodo      grego. <\/p>\n<p><strong>Perceba que a escolha do s\u00edmbolo e do nome da nova moeda \u00fanica europ\u00e9ia      (o euro) foi envolta em in\u00fameros simbolismos, sobretudo que buscam consolidar      uma id\u00e9ia de uni\u00e3o para os europeus, por exemplo, fortalecendo a no\u00e7\u00e3o de      ber\u00e7o em comum:<\/strong> a cultura greco-romana!<\/p>\n<h4><strong>Hist\u00f3ria e Explica\u00e7\u00e3o do Fen\u00f4meno<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/aurora-polar-0142.jpg\" alt=\"Aurora Polar\" title=\"Aurora Polar\" \/><br \/>\n     Aurora Polar<\/strong><\/p>\n<p>De forma simples e fria, a <strong>Aurora Polar<\/strong> tem sua causa em      el\u00e9trons de alta velocidade que colidem com \u00e1tomos de oxig\u00eanio e nitrog\u00eanio      na atmosfera superior. <\/p>\n<p>Entretanto, para ficar mais agrad\u00e1vel, vejamos a hist\u00f3ria do conceito e do      fen\u00f4meno em si.<\/p>\n<p>Por mil\u00eanios, nossos ancestrais acreditavam que o fen\u00f4meno da aurora boreal      fosse uma manifesta\u00e7\u00e3o dos deuses para fatos vividos por suas civiliza\u00e7\u00f5es.      Press\u00e1gios bons ou ruins, por exemplo, predizendo safras, guerras, pragas      ou morte de l\u00edderes, entre outras previs\u00f5es.<\/p>\n<p>Os Vikings n\u00f3rdicos possu\u00edam grande proximidade com o fen\u00f4meno. Acreditavam      que os arcos produzidos pela aurora boreal correspondiam ao \u0093tremendo      e impetuoso caminho percorrido por guerreiros mortos em batalha que levava      at\u00e9 Valhalla\u0094.<\/p>\n<p><strong>Curiosidades<\/strong><\/p>\n<p>Na mitologia n\u00f3rdica, Valhalla (ou Valhol) era um pal\u00e1cio m\u00e1gico (o castelo      de Valhol) situado na terra dos deuses n\u00f3rdicos, Asgard, para onde deveriam      seguir (atrav\u00e9s dos \u0093caminhos\u0094 da aurora boreal) os guerreiros destemidos      e honrados mortos em combate. No castelo, os guerreiros treinariam durante      o dia e teriam seus ferimentos curados de forma m\u00e1gica. \u00c0 noite, os guerreiros      viveriam grandes banquetes e orgias.<\/p>\n<p>Em troca, participariam de um ex\u00e9rcito para defender o castelo (o \u0093Ex\u00e9rcito      das Almas Vivas\u0094) at\u00e9 o Ragnarok, ou seja, at\u00e9 a batalha do fim do mundo      para os n\u00f3rdicos (o \u0093Armageddon\u0094, no conceito b\u00edblico).<\/p>\n<p>O v\u00ednculo com a divindade foi reduzindo com os s\u00e9culos. A partir de meados      do s\u00e9culo XVIII, os pensadores iniciaram o estudo cient\u00edfico do fen\u00f4meno.      Os estudos realizados durante o in\u00edcio da \u0093Era Espacial\u0094 possibilitaram      muitas desmistifica\u00e7\u00f5es. Os cientistas puderam vincular o fen\u00f4meno \u00e0 ocorr\u00eancia      de tempestades magn\u00e9ticas e aos fluxos de part\u00edculas carregadas que entravam      na atmosfera conforme os ciclos de ventos solares. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, descobriram que suas cores eram produzidas pela \u0093agita\u00e7\u00e3o\u0094      de centenas de \u00e1tomos de oxig\u00eanio e nitrog\u00eanio situados algumas milhas acima      da superf\u00edcie da Terra.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XX, cientistas puderam criar uma aurora artificial em laborat\u00f3rio.      A quest\u00e3o que ainda n\u00e3o havia sido solucionada era o que provocava o acionamento      do fen\u00f4meno, alguns acreditavam que fossem part\u00edculas provenientes diretamente      do Sol. Inclusive, ainda hoje, essa explica\u00e7\u00e3o \u00e9 encontrada em alguns livros!<\/p>\n<p><strong>A explica\u00e7\u00e3o atual (retirada de um especial da NASA, leia mais no      final do \u0093post\u0094) \u00e9 a seguinte:<\/strong> \u0093quando uma grande      tempestade solar atinge o campo magn\u00e9tico da Terra, ele sofre rearranjos.<\/p>\n<p>Nesse ponto, s\u00e3o liberadas significativas cargas de energia com poderosas      correntes de part\u00edculas que fluem de diferentes e distantes partes do campo      magn\u00e9tico terrestre na atmosfera. Essas part\u00edculas n\u00e3o s\u00e3o provenientes do      Sol, mas do pr\u00f3prio campo magn\u00e9tico, uma vez que atinjam uma camada carregada,      chamada Ionosfera, elas adquirem ainda mais energia.<\/p>\n<p>A corrente de part\u00edculas carregadas e com grande velocidade continuam fluindo      ao longo do campo magn\u00e9tico da Terra nas regi\u00f5es polares e colidindo com o      oxig\u00eanio e o nitrog\u00eanio presentes. As colis\u00f5es produzem um forte brilho (vermelho      escuro) a mais de cem quil\u00f4metros de altitude com lindas cortinas de luzes      verdes e vermelhas com altitudes de noventa quil\u00f4metros\u0094. (Dr. Sten Odenwald.      IMAGE Satellite Program, NASA, com tradu\u00e7\u00e3o minha).<\/p>\n<p>A Aurora Polar \u00e9 influenciada pelo impacto entre o vento solar e a alta atmosfera      terrestre, pois nesse momento ocorrem altera\u00e7\u00f5es no campo magn\u00e9tico da Terra.      N\u00e3o \u00e9 um conjunto de \u0093raios\u0094 provenientes diretamente do sol que      provocam o fen\u00f4meno.<\/p>\n<p><strong>Explica\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n<p>A aurora polar \u00e9 produzida por el\u00e9trons (part\u00edcula subat\u00f4mica que circunda      o n\u00facleo at\u00f4mico), pr\u00f3tons (part\u00edcula subat\u00f4mica do n\u00facleo dos elementos e      que junto com o n\u00eautron formam o n\u00facleo at\u00f4mico) e part\u00edculas alfa (n\u00facleos      do \u00e1tomo de H\u00e9lio) que ao colidirem com \u00e1tomos da atmosfera, principalmente      nitrog\u00eanio e oxig\u00eanio, produzem luz. As colis\u00f5es descritas emitem parte da      energia da part\u00edcula para o \u00e1tomo que foi atingido, gerando processos de ioniza\u00e7\u00e3o,      dissocia\u00e7\u00e3o e excita\u00e7\u00e3o de part\u00edculas. <\/p>\n<p>Na ioniza\u00e7\u00e3o (produ\u00e7\u00e3o de \u00edons, esp\u00e9cies qu\u00edmicas eletricamente carregadas),      os el\u00e9trons s\u00e3o despejados nos \u00e1tomos, que carregam energia e criam um efeito      em cascata de ioniza\u00e7\u00e3o de outros \u00e1tomos. A excita\u00e7\u00e3o resulta em emiss\u00e3o de      luz, pois os \u00e1tomos inst\u00e1veis emitem luz para atingir a estabiliza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O oxig\u00eanio e o nitrog\u00eanio s\u00e3o importantes na atmosfera, porque o oxig\u00eanio      demora at\u00e9 um segundo para estabilizar, enquanto o nitrog\u00eanio estabiliza-se      e emite luz de forma instant\u00e2nea.<\/p>\n<p><strong>As cores predominantes do fen\u00f4meno s\u00e3o:<\/strong> verde e vermelho,      mas aparecem in\u00fameros outros tons, como o ultravioleta, o violeta e o azul.<\/p>\n<h4>Aurora Polar &#8211; Terra<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/aurora-polar-0112.jpg\" alt=\"Aurora Polar\" title=\"Aurora Polar\" \/><strong><br \/>\n     Aurora Polar<\/strong><\/p>\n<p>As <strong>auroras<\/strong> podem ser observadas nas camadas mais elevadas      da atmosfera, nas proximidades dos p\u00f3los norte e sul da Terra. <\/p>\n<p>\u00c9 um belo espet\u00e1culo de luz e cores na atmosfera \u00e0 noite. <\/p>\n<p>A que ocorre no p\u00f3lo norte recebe o nome de <strong>aurora boreal<\/strong>,      a do p\u00f3lo sul \u00e9 conhecida como <strong>aurora austral<\/strong>.<\/p>\n<p>Elas formam no c\u00e9u uma luminosidade difusa, que pode ser vista quando o Sol      est\u00e1 baixo no horizonte.<\/p>\n<p>O Sol emite uma grande quantidade de part\u00edculas eletricamente carregadas,      pr\u00f3tons e el\u00e9trons, que caminham em todas as dire\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Esse fluxo de part\u00edculas recebe o nome de vento solar. Ao atingir as altas      camadas da atmosfera da Terra, essas part\u00edculas eletrizadas s\u00e3o capturadas      e aceleradas pelo magnetismo terrestre, que \u00e9 mais intenso nas regi\u00f5es polares.    <\/p>\n<p>Essa corrente el\u00e9trica colide com \u00e1tomos de oxig\u00eanio e nitrog\u00eanio &#8211; num processo      semelhante \u00e0 ioniza\u00e7\u00e3o (eletrifica\u00e7\u00e3o) de gases que faz acender o tubo de      uma l\u00e2mpada fluorescente. <\/p>\n<p>Esses choques produzem radia\u00e7\u00e3o em diversos comprimentos de onda, gerando      assim as cores caracter\u00edsticas da <strong>aurora<\/strong>, em tonalidades      fortes e cintilantes que se estendem por at\u00e9 2 000 quil\u00f4metros. <\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/aurora-polar-0122.jpg\" alt=\"Aurora Polar\" title=\"Aurora Polar\" \/><br \/>\n     Campo Magn\u00e9tico da terra<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto a luz emitida pelo nitrog\u00eanio tem um tom avermelhado, a do oxig\u00eanio      produz um tom esverdeado ou tamb\u00e9m pr\u00f3ximo do vermelho.<\/p>\n<p>As <strong>auroras polares<\/strong> podem surgir em forma de manchas, arcos      luminosos, faixas ou v\u00e9us. Umas t\u00eam movimentos suaves, outras pulsam. <\/p>\n<p>Sempre em alturas de cerca de 100 quil\u00f4metros de altitude. Quanto mais pr\u00f3ximo      o observador estiver dos p\u00f3los magn\u00e9ticos, maior a chance de ver o fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>O campo magn\u00e9tico da Terra nos protege das part\u00edculas presentes no vento      solar, que viajam a 400 km\/s. Se n\u00e3o fosse esse campo, ter\u00edamos s\u00e9rios problemas      de sa\u00fade, pois ser\u00edamos atingidos por essas part\u00edculas.<\/p>\n<p>A II Guerra Mundial consumia a Europa e a \u00c1sia em setembro de 1941. Nos Estados      Unidos, os cidad\u00e3os da Calif\u00f3rnia, na costa oeste, temiam um ataque japon\u00eas.    <\/p>\n<p>Inesperadamente, no meio de uma noite escura, o c\u00e9u ficou vermelho. <\/p>\n<p><strong>P\u00e2nico, alerta geral<\/strong>: aquilo s\u00f3 podia ser o inicio da invas\u00e3o.      E era. Mas nenhum japon\u00eas estava por tr\u00e1s daquela luz. Ela vinha de outro      lugar e o &#8220;campo de batalha&#8221; situava-se a cerca de cem quil\u00f4metros      de altura. Os califonianos estavam presenciando uma <strong>aurora polar<\/strong>.    <\/p>\n<p>Nada a ver com o raiar do dia. <\/p>\n<p>A <strong>aurora polar <\/strong>acontece mesmo no meio da noite. \u00c9 um fen\u00f4meno      luminoso produzido por part\u00edculas energizadas vindas do Sol. S\u00e3o pr\u00f3tons e      el\u00e9trons que, viajando a 1,4 milh\u00e3o de quil\u00f4metros por hora, penetram pelas      linhas magn\u00e9ticas da Terra criando os mais variados efeitos luminosos. <\/p>\n<p>\u00c9 como se a atmosfera terrestre fosse um gigantesco tubo de televis\u00e3o, pois      em ambos os el\u00e9trons energizados emitem luzes, e assim, criam imagens. Se      for uma <strong>aurora polar<\/strong>, pode ser, por exemplo, uma cortina      brilhante que se estende por centenas de quil\u00f4metros. Ela se move lentamente.    <\/p>\n<p>Em sua base, insinua-se um verde, depois um vermelho, como se fosse a barra      do tecido, que pulsa e ondula. <\/p>\n<p>Na Antiguidade, quando nem se suspeitava que o Sol emitisse mat\u00e9ria, a ocorrencia      de uma <strong>aurora polar <\/strong>era sinal da ira divina, pren\u00fancio de      cat\u00e1strofes e guerras, castigo certo. O terror se espalhava entre os espectadores.<\/p>\n<p>Aquilo s\u00f3 pod\u00eda ser coisa de Deus, ou do diabo. Passaram-se mu\u00edtos s\u00e9culos      at\u00e9 que a ciencia comesasse a entender o espet\u00e1culo. Em 1621, um homem que      investigava o movimento dos astros come\u00e7ou a explicar o que antes apenas apavorava      a humanidade. J\u00e1 que, por algum motivo que ele n\u00e3o suspeitava, a luminosidade      notuma quase sempre ocoria no norte da Europa, ele come\u00e7ou batizando o fen\u00f4meno      de &#8220;<strong>aurora boreal<\/strong>&#8221; (de B\u00f3reas, o deus grego do      venta norte). <\/p>\n<p>Aquele s\u00e1bio italiano, de tanto estudar, compraria uma briga feia com a Igreja      Cat\u00f3lica, por ter descoberto que a Terra, humildemente, girava em torno do      Sol. <\/p>\n<p>Seu nome era Galileu Galilei e a express\u00e3o que ele inventou para designar      a <strong>aurora polar<\/strong> \u00e9 usada por muita gente at\u00e9 hoje. Mas n\u00e3o      \u00e9 a mais correta. <\/p>\n<p>No s\u00e9culo seguinte, o navegante ingl\u00eas James Cook, descobridor da Austr\u00e1lia,      presenciaria no oceano \u00cdndico a <strong>aurora de Galileu<\/strong>, mas na      dire\u00e7\u00e3o do polo sul. <\/p>\n<p>Chamou-a de <strong>aurora austral<\/strong>. <\/p>\n<p>A partir da\u00ed, ficou claro que ela n\u00e3o pertencia exclusivamente ao norte,      mas as duas regi\u00f5es polares do planeta. Veio dai o nome <strong>aurora polar<\/strong>.    <\/p>\n<p>Um sujeito que entrou para a histor\u00eda na cauda de um cometa, o astronomo      Edmond Halley (1656-1742), foi o primeiro a ligar a ocorr\u00eancia das <strong>auroras      polares <\/strong>ao campo magn\u00e9tico terrestre, sua principal \u00e1rea de estudo.    <\/p>\n<p>No entanto, foi apenas no fim do s\u00e9culo XVIII que outro pesquisador, o americano      El\u00edas Loomis, dar\u00eda um passo decisivo para transformar o mist\u00e9rio da <strong>aurora<\/strong>      em ciencia, ao investigar a atividade solar. <\/p>\n<p>Ele percebeu que ao acorrer uma erup\u00e7\u00e3o solar (s\u00fabito brilho na superficie      do Sol que dura menos de duas horas), 20 a 40 horas mais tarde tinha-se noticia      de uma espetacular <strong>aurora<\/strong> em regi\u00f5es pr\u00f3ximas \u00e1 latitude      77\u00b0, no norte do Canad\u00e1 e dentro do c\u00edrculo polar \u00e1rtico. <\/p>\n<p>N\u00e3o por acaso, desconfiou Loomis, o polo magn\u00e9tico da Terra, para ande todas      as b\u00fassolas se dirigem. Mas que rela\u00e7\u00e3o pode existir entre uma erup\u00e7\u00e3o solar,      <strong>auroras polares<\/strong> ocorrendo dias dias depois (a 149 milh\u00f5es      de quil\u00f4metros de dist\u00e1ncia do Sol) e o campo magn\u00e9tico terrestre? Essa rela\u00e7\u00e3o      \u00e9 dada pelo vento solar, uma descoberta que ainda n\u00e3o completou meio s\u00e9culo.    <\/p>\n<p>No fim da d\u00e9cada de 50, os cientistas perceberam que, al\u00e9m de luz e calor,      o Sol tamb\u00e9m emite grandes quantidades de mat\u00e9ria, ou, mais exatamente, pr\u00f3tons      e el\u00e9trons. Deu-se o neme de vento solar a este fluxo de pr\u00f3tons e el\u00e9trons      carregados eletricamente. Ele \u00e9 ininterrupto, mas quando h\u00e1 uma erup\u00e7\u00e3o solar      torna-se mais violento. \u00c9 esse vento solar que explica o fato de as caudas      dos cometas estarem sempre no sentido contr\u00e1rio ao Sol &#8211; como o vento comum      aqu\u00ed da Terra empurra as caudas dos papagaios e das pipas da garotada. <\/p>\n<p>A hip\u00f3tese do vento solar apareceu em 1957, a partir de um trabalho do f\u00edsico      americano Newman Parker. No ano seguinte, o sat\u00e9lite americano Explorer 1      anunciava a entrada dos Estados Unidos na corrida espacial e comprovava, com      seus instrumentos, a veracidade da id\u00e9ia de Parker.<\/p>\n<p>Quando o vento solar entra em contato com o campo magn\u00e9tico terrestre, parte      das part\u00edculas \u00e9 atra\u00edda para onde existe maior atividade magn\u00e9tica, ou seja,      nos polos. <\/p>\n<p><strong>Imagine-se aqu\u00ed a Terra funcionando como um gigantesco im\u00e3: <\/strong>sua      maiar for\u00e7a de atra\u00e7\u00e3o est\u00e1 nos polos. Com o movimento de rota\u00e7\u00e3o da Terra,      formamnestas regi\u00f5es linhas de magnetismo em forma de espiral. -se <\/p>\n<p>\u00c9 al\u00ed que as part\u00edculas vindas do Sol ser\u00e1o aceleradas. Em contato com o      oxig\u00eanio e nitrog\u00eanio livres na alta atmosfera, as part\u00edculas aceleradas emitem      luz, como se estivessem num tubo de l\u00e2mpada fluorescente. Essa a teoria que      atualmente explica a ocorr\u00eancia das <strong>auroras polares<\/strong>. <\/p>\n<p>As <strong>auroras polares<\/strong> podem surgir na forma de manchas, ralos,      arcos, faixas ou v\u00e9us. Umas t\u00e9m movimentos suaves, outras pulsam, formando      um quadro mutante. Sempre a cem quil\u00f4metros das nossas cabe\u00e7as, no m\u00ednimo.    <\/p>\n<p>A dist\u00e2ncia \u00e9 providencial pois a forma\u00e7\u00e3o da <strong>aurora polar<\/strong>      libera energia da ordem de um milh\u00e3o de watts (o que produz, no pico, a Usina      de Sobradinho, no r\u00edo S\u00e3o Francisco). Mesmo assim, de longe, elas provocam      tempestades magn\u00e9ticas t\u00e3o fortes que costumam afetar as r\u00e1diotransmiss\u00f5es,      o movimento das b\u00fassolas, a a\u00e7\u00e3o de radares e at\u00e9 mesmo a rota de alguns sat\u00e9lites.    <\/p>\n<p>Quanto mais pr\u00f3ximo o observador estiver dos polos magn\u00e9ticos (que n\u00e3o coincidem      exatamente com os p\u00f3los geogr\u00e1ficos), maiar a chance de ver o fen\u00f4meno. <\/p>\n<p>Como o polo magn\u00e9tico no nosso hemisf\u00e9rio sul est\u00e1 em pleno oceano, o mais      indicado \u00e9 o norte do Canad\u00e1, entre 60\u00b0 e 77\u00b0 de latitude, longe das luzes      da cidade e, de prefer\u00eancia, de 20 a 40 horas depois de uma erup\u00e7\u00e3o solar.      Nos Estados Unidos, existe um servi\u00e7o para astr\u00f4nomos amadores que informa      a ocorr\u00eancia de erup\u00e7\u00e1o solar. <\/p>\n<h4>Aurora Polar &#8211; Luzes<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/aurora-polar-0152.jpg\" alt=\"Aurora Polar\" title=\"Aurora Polar\" \/><strong><br \/>\n     Aurora Polar<\/strong><\/p>\n<p>As <strong>auroras polares <\/strong>s\u00e3o faixas brilhantes de luz colorida      que surgem nos c\u00e9us das regi\u00f5es de maiores latitudes, pr\u00f3ximo do P\u00f3lo Norte      e do P\u00f3lo Sul (no caso de ocorrerem no hemisf\u00e9rio Norte designam-se por auroras      boreais e no caso de ocorrerem no hemisf\u00e9rio sul designam-se por auroras austrais).<\/p>\n<p>As <strong>auroras polares<\/strong> s\u00e3o produzidas na ionosfera e s\u00e3o provocadas      pela radia\u00e7\u00e3o ultravioleta e por part\u00edculas carregadas de eletricidade resultantes      da intera\u00e7\u00e3o entre a radia\u00e7\u00e3o solar e a atmosfera terrestre. <\/p>\n<p>A radia\u00e7\u00e3o ultravioleta e as part\u00edculas eletricamente carregadas s\u00e3o atra\u00eddas      pelo campo magn\u00e9tico da Terra na dire\u00e7\u00e3o dos P\u00f3los Norte e Sul, produzindo      faixas verdes, azuis, brancas e vermelhas pela ioniza\u00e7\u00e3o dos gases da atmosfera      terrestre.<\/p>\n<p>Nas noites polares, a escurid\u00e3o do c\u00e9u \u00e9, \u00e0s vezes, interrompido por brilhantes      luzes multicoloridas que apresentam um movimento, como se fossem cortinas      luminosas agitadas por estranhos ventos. <\/p>\n<p>O estudo desses fen\u00f4menos permitiu identifica-los como uma radia\u00e7\u00e3o luminosa      vis\u00edvel, emitida por \u00e1tomos e mol\u00e9culas existentes na ionosfera. <\/p>\n<p>Tais \u00e1tomos ou mol\u00e9culas s\u00e3o bombardeados por el\u00e9trons provindos do sol,      e essa excita\u00e7\u00e3o provoca a sua ioniza\u00e7\u00e3o, ou mesmo o rompimento de mol\u00e9culas,      dando origem a outros tantos \u00e1tomos ou mol\u00e9culas ionizadas. <\/p>\n<p>Os \u00edons formados emitem radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica numa ampla faixa espectral,      que vai do ultravioleta ao infravermelho.<\/p>\n<p>Essa radia\u00e7\u00e3o resulta da relaxa\u00e7\u00e3o dos el\u00e9trons de \u00e1tomos\/mol\u00e9culas excitados,      que retornam a n\u00edveis de menor energia, ou da captura de el\u00e9trons livres pelos      \u00edons j\u00e1 formados. <\/p>\n<p>O efeito luminoso mais comum nas <strong>auroras<\/strong> polares \u00e9 o de      cor verde-clara, que decorre de emiss\u00e3o por \u00e1tomos de oxig\u00eanio. Por vezes      ocorrem belas emiss\u00f5es cor-de-rosa, feitas por \u00e1tomos de nitrog\u00eanio. <\/p>\n<p>O aspecto de cortina movedi\u00e7a dessa auroras se deve a varia\u00e7\u00f5es no campo      magn\u00e9tico da Terra, que \u00e9 o respons\u00e1vel pela orienta\u00e7\u00e3o do fluxo de el\u00e9trons      provindo do sol. <\/p>\n<p>Fonte:  digitalphotopix.com\/www.cesarkallas.net\/br.geocities.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aurora Polar, Forma, O que \u00e9, Luzes, Cores, Fen\u00f4meno, Boreal, Austral, Altura, Terra, Fotos, Hist\u00f3ria, Aurora Polar<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[298],"tags":[],"class_list":["post-56019","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-astronomia"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO 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