{"id":53498,"date":"2016-06-21T13:11:25","date_gmt":"2016-06-21T13:11:25","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=53498"},"modified":"2016-06-21T14:17:07","modified_gmt":"2016-06-21T14:17:07","slug":"portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/portugal","title":{"rendered":"Portugal"},"content":{"rendered":"<h4>Portugal:      perfil do pa\u00eds<\/h4>\n<p>As      ra\u00edzes da \u00e9poca remontam ao s\u00e9culo 15, quando exploradores Portugu\u00eas como      Vasco da Gama lan\u00e7ou-se ao mar em busca de uma passagem para a \u00cdndia.<\/p>\n<p>Por      volta do s\u00e9culo 16 os marinheiros tinham ajudado a construir um imp\u00e9rio enorme      abra\u00e7ando Brasil, bem como faixas de \u00c1frica e \u00c1sia.<\/p>\n<p>A      Hist\u00f3ria de <strong>Portugal <\/strong>teve um impacto duradouro sobre a cultura      do pa\u00eds, com influ\u00eancias mouras e oriental na arquitetura e nas artes.<\/p>\n<p>Dan\u00e7a      folcl\u00f3rica e m\u00fasica tradicionais, particularmente a melancolia do fado, permanecer      vibrante.<\/p>\n<p>At\u00e9      a metade do s\u00e9culo 20 Portugal era uma ditadura em que por d\u00e9cadas Antonio      de Oliveira Salazar foi a figura chave. Obstinada recusa da ditadura a abandonar      seu controle sobre as ex-col\u00f4nias, como exig\u00eancias de independ\u00eancia ganhou      for\u00e7a l\u00e1 resultaram em guerras dispendiosas em \u00c1frica.<\/p>\n<p>Este      per\u00edodo durou at\u00e9 o final em 1974. Em um golpe de Estado, pitorescamente conhecido      como a Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, que marcou o in\u00edcio de uma nova democracia.<\/p>\n<p>At\u00e9      o final de 1975 todas as ex-col\u00f3nias de Portugal em \u00c1frica eram independentes      de Lisboa.<\/p>\n<p>Desde      que se tornou um membro da ent\u00e3o Comunidade Europeia, em 1986, a economia      predominantemente agr\u00edcola tradicionalmente\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0tornou-se      cada vez mais diversificada e orientada para o setor de servi\u00e7os.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pportug3.jpg\" alt=\"Portugal\" title=\"Portugal\" \/><\/p>\n<p><strong>Geografia<\/strong><\/p>\n<p><strong>Portugal      <\/strong>est\u00e1 situado no extremo sudoeste da Europa e inclui os arquip\u00e9lagos      da Madeira e dos A\u00e7ores no Oceano Atl\u00e2ntico. No continente europeu, o territ\u00f3rio      portugu\u00eas ocupa uma \u00e1rea de 88.889 km\u00b2 (com 218 km de largura, 561 km de comprimento,      832 km de costa atl\u00e2ntica e 1.215 km de fronteira terrestre com Espanha).<\/p>\n<p>Situado      no Oceano Atl\u00e2ntico, entre o continente europeu e o norte-americano, o arquip\u00e9lago      dos A\u00e7ores tem uma \u00e1rea de 2.355 km\u00b2 e \u00e9 constitu\u00eddo por nove Ilhas &#8211; S\u00e3o      Miguel e Santa Maria no Grupo Oriental, Terceira, Graciosa, S\u00e3o Jorge, Pico      e Faial no Grupo Central, e Flores e Corvo no Grupo Ocidental. As liga\u00e7\u00f5es      com Portugal continental s\u00e3o asseguradas por via a\u00e9rea, em cerca de 2 horas      de voo.<\/p>\n<p>O Arquip\u00e9lago da Madeira com uma \u00e1rea de 741 km\u00b2, est\u00e1 situado no Oceano      Atl\u00e2ntico a cerca de 500 kms da costa africana e 1000 kms do continente europeu      (1h30 de voo para Lisboa). \u00c9 constitu\u00eddo pelas Ilhas da Madeira e de Porto      Santo, e pelas ilhas inabitadas das Desertas e Selvagens (que s\u00e3o \u00c1reas de      Reserva Natural).<\/p>\n<p><strong>Popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Portugal      tem uma popula\u00e7\u00e3o de cerca de 10 milh\u00f5es de habitantes.<\/p>\n<p>Os      maiores \u00edndices de densidade populacional registam-se em Lisboa, a capital      do pa\u00eds, e nos seus arredores, onde vivem cerca 1.9 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>A      segunda maior cidade de Portugal \u00e9 o Porto, localizado no norte do pa\u00eds.<\/p>\n<p>De      um modo geral as localidades junto ao litoral t\u00eam maior ocupa\u00e7\u00e3o humana do      que o interior do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Com      uma fronteira t\u00e3o extensa para o mar, n\u00e3o admira que tenhamos assistido a      muitos desembarques e embarques. Por isso tornamo-nos desde h\u00e1 muito abertos      ao mundo e \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Absorvemos gentes de variadas origens: <\/strong>Fen\u00edcios, Gregos,      Cartagineses, Romanos (que nos deixaram a l\u00edngua que falamos), povos n\u00f3rdicos      e povos da Maurit\u00e2nia. Apesar de tantas misturas, o nosso Pa\u00eds \u00e9 dos mais      antigos da Europa. <\/p>\n<p>No s\u00e9c. XII tornou-se independente dos outros reinos peninsulares gra\u00e7as      ao conde Afonso Henriques que foi nosso primeiro rei por sua vontade pr\u00f3pria.      Um s\u00e9culo mais tarde, com a conquista do Algarve, Portugal acabava de desenhar      a sua fronteira continental.<\/p>\n<p>Em      finais do s\u00e9c. XIII o rei D. Dinis criou a nossa Universidade, uma das mais      antigas da Europa, e levou-a para a bela cidade de Coimbra.<\/p>\n<p>Nos      s\u00e9culos XIV, XV e XVI foram os primeiros europeus a navegar at\u00e9 \u00c1frica, ao      long\u00ednquo Oriente e \u00e0s profundezas do continente Sul Americano, donde trouxemos      uma montanha de raridades. Ainda antes de prosseguirmos pela costa de \u00c1frica,      encontr\u00e1mos os arquip\u00e9lagos dos A\u00e7ores e da Madeira, que s\u00e3o parte do nosso      territ\u00f3rio no Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Depois de uma crise din\u00e1stica que nos colocou sob o trono de Espanha, em      1640 volt\u00e1mos a ter um rei portugu\u00eas porque, embora discretos, temos um grande      sentido de independ\u00eancia. <\/p>\n<p>No s\u00e9c. XVIII, D. Jo\u00e3o V, rei absolutista e amante das artes, mandou construir      o imenso pal\u00e1cio-convento de Mafra, e o grande Aqueduto que conduziu a \u00e1gua      \u00e0 cidade de Lisboa. No s\u00e9c. XIX, lutas partid\u00e1rias enfraquecem a Monarquia,      que acaba por cair em 1910, ano em que se implantou a Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Somos      parte da UE desde 1986, mas continuamos a valorizar as nossas virtudes pr\u00f3prias.<\/p>\n<p>Com      esta Hist\u00f3ria, vai ver que a nossa Arte \u00e9 um pouco diferente daquela que j\u00e1      conhece.<\/p>\n<p><strong>Repare      sobretudo nas manifesta\u00e7\u00f5es que nos s\u00e3o peculiares:\u00a0<\/strong>no      &#8220;Manuelino&#8221;, exalta\u00e7\u00e3o da \u00e9poca das Descobertas, na forma como soubemos      trabalhar a arte do azulejo e no nosso Fado, can\u00e7\u00e3o de nostalgia.<\/p>\n<p><strong>Religi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O      povo portugu\u00eas \u00e9 maioritariamente cat\u00f3lico, mas a Constitui\u00e7\u00e3o portuguesa      garante a liberdade religiosa, o que se traduz na presen\u00e7a em Portugal de      diversos cultos.<\/p>\n<p><strong>L\u00edngua<\/strong><\/p>\n<p>De      raiz latina, o portugu\u00eas \u00e9 a terceira l\u00edngua europeia mais falada no mundo,      por cerca de 250 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>Os      pa\u00edses de express\u00e3o oficial portuguesa espalham-se pelos quatro cantos do      mundo.<\/p>\n<p>Assim,      fala-se portugu\u00eas em \u00c1frica (Angola, Cabo Verde, Guin\u00e9-Bissau, Mo\u00e7ambique      e S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe) na Am\u00e9rica do Sul (no Brasil),\u00a0e na \u00c1sia, em Timor-Leste,      o mais jovem pa\u00eds do mundo, sendo ainda l\u00edngua oficial na Regi\u00e3o Administrativa      Especial\u00a0de Macau.<\/p>\n<p>Em      Portugal uma boa parte dos cidad\u00e3os tem facilidade de comunica\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas,      franc\u00eas e castelhano.<\/p>\n<p>Fonte: colegiosaofrancisco.com.br<\/p>\n<h6>Portugal<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Terra<\/h4>\n<p>Em      poucas horas em Portugal, pode-se conduzir das altas, frias, e quase est\u00e9reis      \u00e1reas montanhosas para a costa sul do pa\u00eds, onde o ver\u00e3o nunca termina.<\/p>\n<p>Portugal ocupa cerca de 17% da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica. Ele compartilha a pen\u00ednsula      com a Espanha, o seu \u00fanico vizinho. As fronteiras entre Espanha e Portugal      s\u00e3o formadas em parte por rios. <\/p>\n<p>Eles incluem o Minho, no norte e o Guadiana, no sudeste. Outros dois importantes      rios, o Tejo e o Douro, crescem na Espanha e fluem atrav\u00e9s de Portugal para      o Oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>O Rio Tejo divide o pa\u00eds em duas partes distintas. A metade norte do pa\u00eds      \u00e9 muito montanhosa. Ela inclui a faixa mais alta de Portugal &#8211; a Serra da      Estrela, cujo pico mais elevado, o Pico da Serra, estende-se 6.532 p\u00e9s (1.991      m) acima do n\u00edvel do mar. <\/p>\n<p>A regi\u00e3o da Serra da Estrela \u00e9 conhecida pelos seus resorts e recursos minerais.      Movendo-se oeste do interior montanhoso, chega-se no sop\u00e9 pontilhado com pequenas      fazendas, olivais e vinhas.<\/p>\n<p>O quente, seco, e ensolarado vale superior do Rio Douro no norte de Portugal      \u00e9 a casa do mais famoso vinho do pa\u00eds &#8211; o Porto. L\u00e1, nas \u00edngremes vinhas em      socalcos que se assemelham a escadas gigantes, as uvas s\u00e3o cultivadas e colhidas.    <\/p>\n<p>Ap\u00f3s o suco de uva ter fermentado por um tempo, brandy \u00e9 adicionado. E o      Porto \u00e9 colocado em barris de carvalho. Os barris do vinho novo s\u00e3o trazidos      para o Rio Douro e flutuados em barcos a jusante para Oporto, a segunda maior      cidade de Portugal. O vinho \u00e9 classificado e armazenado em caves at\u00e9 atingir      a cor e sabor adequados.<\/p>\n<p>Ao sul do Rio Tejo, Portugal torna-se uma terra de plan\u00edcies e planaltos.      Esta \u00e9 a \u00e1rea dos latif\u00fandios, ou enormes propriedades. O solo \u00e9 pobre. Mas      este \u00e9 o centro de cultivo de gr\u00e3os do pa\u00eds. Aqui, tamb\u00e9m, ovelhas, cabras      e gado pastam. <\/p>\n<p>E os cavalos e touros s\u00e3o criados para touradas. H\u00e1 tamb\u00e9m olivais, planta\u00e7\u00f5es      de arroz, e florestas de sobreiros. Portugal \u00e9 o maior produtor mundial de      corti\u00e7a. H\u00e1 tamb\u00e9m florestas de castanheiros, eucaliptos e pinheiros.<\/p>\n<p>Portugal      exporta resina, terebintina e outros produtos da madeira. No clima ameno e      subtropical do Algarve no extremo sul, am\u00eandoas, t\u00e2maras, figos, alfarrobas,      laranjas, e rom\u00e3s s\u00e3o cultivadas.<\/p>\n<h4>Madeira      e A\u00e7ores: Ilhas das Prov\u00edncias<\/h4>\n<p>As ilhas da Madeira e dos A\u00e7ores est\u00e3o inclu\u00eddos em Portugal continental      para fins administrativos. No entanto, ambos os grupos de ilhas receberam      autonomia limitada na esteira da revolu\u00e7\u00e3o de 1974. As ilhas da Madeira se      encontram cerca de 600 milhas (960 km) sudoeste de Portugal no Oceano Atl\u00e2ntico      Norte. <\/p>\n<p>Elas s\u00e3o famosas por suas paisagens e como um resort durante todo o ano.      A capital e principal cidade, Funchal, est\u00e1 na maior ilha, tamb\u00e9m chamada      de Madeira. Os vinhos da Madeira e a roupa de cama delicadamente bordada s\u00e3o      os mais conhecidos produtos das ilhas.<\/p>\n<p>Os A\u00e7ores, cerca de 1.000 milhas (1.600 km) oeste de Lisboa, tamb\u00e9m foram      importantes como um local de paragem para os viajantes entre a Europa, \u00c1frica      e o Hemisf\u00e9rio Ocidental. <\/p>\n<p>Sua localiza\u00e7\u00e3o e paisagem magn\u00edfica os torna uma atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica popular.      Gr\u00e3os e frutas s\u00e3o cultivados nas ilhas, e peixes s\u00e3o retirados do mar.<\/p>\n<h4>Os      Antigos Territ\u00f3rios Ultramarinos<\/h4>\n<p>Num      certo tempo, Portugal governava territ\u00f3rios ultramarinos que eram 23 vezes      o seu tamanho.<\/p>\n<p>Oficialmente,      estes territ\u00f3rios eram considerados prov\u00edncias ultramarinas ou estados.<\/p>\n<p><strong>Portugal      governou uma vasta \u00e1rea na \u00c1frica:<\/strong>\u00a0A      Guin\u00e9 Portugu\u00easa (hoje Guin\u00e9-Bissau), na costa oeste da \u00c1frica; as Ilhas do      Cabo Verde, na costa oeste; S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, um grupo de ilhas situadas      no Golfo da Guin\u00e9 fora do centro-oeste da \u00c1frica Central; Angola, no sudoeste      da \u00c1frica; e Mo\u00e7ambique, no sudeste da \u00c1frica.<\/p>\n<p>Angola e Mo\u00e7ambique foram de longe a maior e mais valiosa das prov\u00edncias      ultramarinas de Portugal. <\/p>\n<p>Elas tinham terras f\u00e9rteis, boa pesca, e recursos minerais consider\u00e1veis,      incluindo petr\u00f3leo, cobre e diamantes. A Guin\u00e9-Bissau foi o primeiro dos territ\u00f3rios      Africanos \u00e0 ganhar a independ\u00eancia, em 1974. As outras possess\u00f5es Portugu\u00easas      ganharam sua independ\u00eancia em 1975.<\/p>\n<p>O Timor Portugu\u00eas, a parte oriental da ilha do Timor no arquip\u00e9lago Malaio,      foi um dos territ\u00f3rios Asi\u00e1ticos de Portugal. O Timor Leste, como \u00e0s vezes      era chamado, tornou-se parte da Indon\u00e9sia em 1976. <\/p>\n<p>Mas em 2002, ganhou a independ\u00eancia total. Portugal perdeu seus territ\u00f3rios      na \u00cdndia, incluindo Goa, em 1961. Mas ele manteve o \u00faltimo territ\u00f3rio restante,      Macau &#8211; na foz do Rio Canton fora da costa sudeste da China at\u00e9 Dezembro de      1999. Macau foi, ent\u00e3o, entregue \u00e0 Rep\u00fablica Popular da China. Tornou-se uma      zona administrativa especial, com autonomia consider\u00e1vel.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>O povo Portugu\u00eas, que soma cerca de 11 milh\u00f5es, s\u00e3o uma mistura de v\u00e1rios      grupos diferentes. As primeiras pessoas conhecidas \u00e0 habitar a pen\u00ednsula foram      os Ib\u00e9ricos. Eles foram mais tarde juntados pelos Celtas. No tempo os Fen\u00edcios,      Gregos, e Cartagineses chegaram e criaram assentamentos costeiros. <\/p>\n<p>Os mais agressivos desses invasores foram os Cartagineses, e foi para combat\u00ea-los      que o povo chamado Celtiberiano chamou os Romanos por ajuda. Os Romanos chegaram,      mas eles, por sua vez, tentaram conquistar a regi\u00e3o. <\/p>\n<p>Eles foram fortemente contestados por uma tribo guerreira chamada Lusitanos.      Eles conseguiram resistir \u00e0 conquista Romana por quase dois s\u00e9culos, mas foram      finalmente superados em cerca de 1 s\u00e9culo aC. <\/p>\n<p>Os Romanos foram derrotados pelas tribos Germ\u00e2nicas. Eles, por sua vez, foram      empurrados fora pelos Mouros do norte da \u00c1frica no s\u00e9culo 8. Fora dessas conquistas      e reconquistas finalmente veio a na\u00e7\u00e3o de Portugal e um povo unido pela sua      l\u00edngua e pela sua religi\u00e3o, o Catolicismo Romano.<\/p>\n<p>Ao descrever o povo de Portugal os escritores muitas vezes insistem sobre      a profunda melancolia Portugu\u00easa. Diz-se que ela reside das \u00e9pocas de lutas      e tristezas e \u00e9 expressa nas famosas can\u00e7\u00f5es de Portugal, os fados.<\/p>\n<p>Cantados com acompanhamento da guitarra, os fados cantam a morte demasiado      precoce, de amantes crueis, de her\u00f3is do passado, de um grande toureiro morto      na arena. Eles se resumem na intraduz\u00edvel palavra Portugu\u00easa saudade. Ela      descreve um estado de esp\u00edrito em que algu\u00e9m est\u00e1 suspirando, desejando, ou      recordando o passado com resigna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar dessa aura de melancolia os Portugu\u00eases encontram alegria em muitas      coisas. Seu patrim\u00f4nio de riquezas pode ser visto na tape\u00e7arias, obras de      ouro, e azulejos decorativos nas igrejas e pal\u00e1cios. <\/p>\n<p>A beleza e a decora\u00e7\u00e3o desempenham um papel na sua vida di\u00e1ria, tamb\u00e9m, como      em toalhas de mesa requintadamente bordadas.<\/p>\n<p>\u00c9      um deleite ser convidado para uma casa de campo em Portugal. O almo\u00e7o sai      de uma chaleira de cobre e \u00e9 acompanhado por um vinho local. O milho \u00e9 um      b\u00e1sico. O peixe \u00e9 mais importante do que carne. Bacalhau \u00e9 o prato mais comum.      Um bom cozinheiro vai reivindicar que ele pode preparar o fiel amigo, como      o bacalhau \u00e9 chamado, em pelo menos 365 maneiras &#8211; uma para cada dia do ano.<\/p>\n<h4>Esportes<\/h4>\n<p>Portugal      \u00e9 internacionalmente famoso pela excel\u00eancia de suas equipes de futebol. Algumas      alcan\u00e7aram o topo do ranking das competi\u00e7\u00f5es europeias e mundiais.<\/p>\n<p>Cada      equipe tem milhares de f\u00e3s extremamente leais e ruidosos. Os jogos de futebol      e o totobola (polo aquatico) baseado neles est\u00e3o entre os divertimentos mais      populares do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Outra atra\u00e7\u00e3o \u00e9 a tourada Portugu\u00easa. A tradicional corrida (tourada) \u00e9 uma      competi\u00e7\u00e3o entre um desafiante touro e um cavaleiro &#8211; desviando, girando,      e sempre retornando a um ataque frontal para provar o dom\u00ednio sobre o touro.    <\/p>\n<p>O touro n\u00e3o \u00e9 morto na tourada Portugu\u00easa. A pega &#8211; enfrentando o touro pelas      m\u00e3os \u00e9 exclusiva para Portugal. Na pra\u00e7a de touros, uma equipe de \u00e1geis e      corajosos jovens liderados por um capit\u00e3o abordam o touro face-a-face. <\/p>\n<p>A p\u00e9, eles desafiam o touro, agarrando seus chifres em suas simples m\u00e3os,      subjugando-o e trazendo-o de joelhos. Estes homens s\u00e3o amadores que jogam      este jogo perigoso por esporte, n\u00e3o por dinheiro.<\/p>\n<h4>Educa\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Houve      leis de educa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria em Portugal desde 1911. Mas elas n\u00e3o foram rigorosamente      aplicadas at\u00e9 o in\u00edcio dos anos 1930s. Hoje a taxa de alfabetiza\u00e7\u00e3o \u00e9 de cerca      de 93 por cento.<\/p>\n<p>H\u00e1 seis universidades no Portugal continental. A mais antiga \u00e9 a Universidade      de Coimbra. Ela foi fundada em Lisboa em 1290 e mudou-se para Coimbra no s\u00e9culo      16. Duas outras universidades, em Lisboa e em Oporto, foram fundadas em 1911.    <\/p>\n<p>As universidades remanescentes est\u00e3o em Aviero (fundada em 1973), Minho (fundada      em 1974), e outra em Lisboa (fundada em 1974). A Universidade T\u00e9cnica de Lisboa      foi fundada em 1930. A Universidade Cat\u00f3lica foi inaugurada em Lisboa em 1967.<\/p>\n<h4>Cidades<\/h4>\n<p>Desde      1147, Lisboa tem sido o centro pol\u00edtico de Portugal. Uma das mais antigas      cidades da Europa, Lisboa est\u00e1 constru\u00edda sobre sete colinas com vista sobre      a boca do Rio Tejo, um grande porto natural. Cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o de      Portugal vive em Lisboa. Ela \u00e9 o centro comercial e industrial do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Grande      parte da beleza da cidade \u00e9 um cr\u00e9dito ao plano diretor elaborado pelo Marqu\u00eas      de Pombal. Ele foi primeiro-ministro em 1755, quando um terremoto, inc\u00eandios      e ondas gigantes destru\u00edram 66% de Lisboa. Um dos planos de Pombal resultou      em uma das pra\u00e7as mais bonitas da Europa, a Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Uma      s\u00e9rie de edif\u00edcios com arcadas foram constru\u00eddos no final do s\u00e9culo 18. Eles      defrontam a pra\u00e7a em tr\u00eas lados. O quarto lado est\u00e1 aberto para o rio.<\/p>\n<p>Lisboa, como muitas das antigas cidades Europeias, \u00e9 uma cidade de contrastes.      Existem largas avenidas, belos pr\u00e9dios modernos, e encantadores apartamentos      em estuque pastel. <\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m se\u00e7\u00f5es antigas de ruas estreitas, ruas sinuosas, \u00e1reas antigas      (algumas das quais escaparam do terremoto), com velhas igrejas, e pequenas      lojas que vendem antiguidades. <\/p>\n<p>Algumas das ruas de Lisboa s\u00e3o t\u00e3o \u00edngremes que elevadores levam-no de um      n\u00edvel para outro; outras t\u00eam telef\u00e9ricos ou bondes el\u00e9tricos.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitos locais famosos para o visitante, em Lisboa. Algumas das cal\u00e7adas      das avenidas importantes s\u00e3o azulejadas em mosaicos pretos e brancos, dispostos      em desenhos atrativos. Os monumentos hist\u00f3ricos mais famosos est\u00e3o na \u00e1rea      chamada Bel\u00e9m. <\/p>\n<p>L\u00e1, o Rei Manuel I construiu o grande mosteiro dos Jeronimos no s\u00e9culo 16.      Ele ergue-se no local de uma pequena capela. Os primeiros navegadores vinham      \u00e0 capela para rezar antes de embarcar rumo ao desconhecido. <\/p>\n<p>\u00c9 um santu\u00e1rio nacional. Vasco da Gama, que \u00e9 suposto ter rezado l\u00e1 na v\u00e9spera      da sua hist\u00f3rica viagem \u00e0 \u00cdndia em 1497, est\u00e1 enterrado l\u00e1. O mesmo \u00e9 verdadeiro      de Luis Vaz de Cam\u00f5es, o poeta Portugu\u00eas do s\u00e9culo 16. <\/p>\n<p>Ele escreveu o \u00e9pico Os Lus\u00edadas. O cora\u00e7\u00e3o deste poema diz respeito \u00e0 viagem      de descoberta em torno do Cabo da Boa Esperan\u00e7a para a \u00cdndia e os feitos de      Vasco da Gama e seus marinheiros.<\/p>\n<p>A igreja de Os Jeronimos \u00e9 uma obra-prima da arquitetura Manuelina. Este      \u00e9 um estilo desenvolvido em Portugal no final do s\u00e9culo 15 e in\u00edcio do s\u00e9culo      16 e nomeado ap\u00f3s o Rei Manuel I. \u00c9 uma elabora\u00e7\u00e3o exuberante do estilo G\u00f3tico,      que foi financiado pela riqueza proveniente do com\u00e9rcio com o Oriente. <\/p>\n<p>Os edif\u00edcios Manuelinos podem ser reconhecidos pelas massas de intricadas      pedras esculpidas de cordas, conchas, \u00e2ncoras, b\u00fassolas, globos, e outros      s\u00edmbolos do dom\u00ednio dos mares de Portugal.<\/p>\n<p>O sub\u00farbio de Bel\u00e9m tamb\u00e9m tem a Torre. \u00c9 um ex\u00f3tico monumento Manuelino      constru\u00eddo sobre o local exato de onde os navios navegavam por diante em suas      viagens de descoberta. <\/p>\n<p>Em 1960, para comemorar o 500\u00ba anivers\u00e1rio da morte do Infante D. Henrique,      o Navegador, o Monumento dos Descobrimentos foi revelado. Os exploradores      mar\u00edtimos l\u00edderes de Portugal, com o Pr\u00edncipe em suas cabe\u00e7as, est\u00e3o representados      no monumento.<\/p>\n<p>\u00c0 pouca dist\u00e2ncia interior de Lisboa est\u00e1 Cintra. \u00c9 uma cidade de lindas      casas de estuque antigo em magn\u00edficos jardins. Em Cintra existem antigos pal\u00e1cios,      pois este foi uma vez um lugar favorito para os reis e a nobreza passarem      o ver\u00e3o. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m perto de Lisboa, mas no litoral, est\u00e1 o Estoril. \u00c9 o centro dos resorts      da moda de Portugal na Costa do Sol. Ali os ricos, e alguma realeza exilada      de outras terras Europ\u00e9ias, constru\u00edram lindas casas de estuque vermelho,      azul, rosa, laranja, e amarelo e azulejos que reluzem no sol brilhante.<\/p>\n<p>Portugal tem muitas cidades antigas, que valem a pena visitar. Oporto, a      segunda maior cidade e centro da ind\u00fastria do vinho, tem v\u00e1rias not\u00e1veis igrejas      Rom\u00e2nicas. \u00c9 tamb\u00e9m o lar do Museu Soares dos Reis. <\/p>\n<p>O museu exibe a maioria das obras do grande escultor e pintor do s\u00e9culo 19      Soares dos Reis, bem como pinturas, ourivesaria, e porcelanas.<\/p>\n<p>Ao      norte do Porto est\u00e1 Braga, que \u00e9 famosa por suas igrejas. A cidade de \u00c9vora      tra\u00e7a a sua hist\u00f3ria para os Romanos e os Mouros. H\u00e1 os restos de um Templo      de Diana do primeiro ou segundo s\u00e9culo aC; a grande catedral em estilo G\u00f3tico      do s\u00e9culo 12, e muitos outros monumentos.<\/p>\n<p>No centro de Portugal, 68 milhas (110 km) ao norte de Lisboa, est\u00e1 a aldeia      de F\u00e1tima, com seu santu\u00e1rio nacional em honra de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio      de F\u00e1tima. <\/p>\n<p>Os Cat\u00f3licos Romanos t\u00eam feito peregrina\u00e7\u00f5es a F\u00e1tima desde 1917, quando      tr\u00eas pastorinhas disseram ter visto a Virgem Maria l\u00e1 por seis vezes. \u00c9 agora      um local de peregrina\u00e7\u00e3o, com mais de 2 milh\u00f5es de peregrinos visitando a      cada ano.<\/p>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>Os dias das grandes viagens de descoberta e coloniza\u00e7\u00e3o se passaram na hist\u00f3ria,      mas muitos Portugu\u00eases ainda ganham a vida do mar. S\u00e3o os pescadores que prov\u00eam      os Portugu\u00eases com a principal fonte de prote\u00edna em sua dieta e a mat\u00e9ria-prima      para sua importante ind\u00fastria de conservas. <\/p>\n<p>O mar \u00e9 rico em peixes, mas o oceano aberto \u00e9 muitas vezes brutal e a pesca      pode ser uma profiss\u00e3o perigosa.<\/p>\n<p>Em Nazar\u00e9 os pescadores levam seus fr\u00e1geis barcos diretamente atrav\u00e9s das      ondas do oceano em busca de sardinhas e outros peixes. No litoral sul, na      prov\u00edncia do Algarve, e em torno dos A\u00e7ores, eles saem principalmente atr\u00e1s      do atum. <\/p>\n<p>Durante s\u00e9culos, as frotas de pesca Portugu\u00easas t\u00eam sa\u00eddo a cada primavera      para os distantes mares da Terra Nova conhecidos como os Grandes Bancos. Eles      retornam no final do ver\u00e3o, carregados de bacalhau. <\/p>\n<p>O bacalhau \u00e9 salgado e armazenado nos por\u00f5es dos navios. Ap\u00f3s a chegada em      Portugal, o peixe salgado \u00e9 despojado, curado e seco, para se tornar o prato      nacional, o bacalhau.<\/p>\n<p>Portugal      est\u00e1 expandindo sua ind\u00fastria de pesca mediante a concess\u00e3o de empr\u00e9stimos      para a moderniza\u00e7\u00e3o de equipamentos, mas ocasionalmente ainda se pode ver      as mulheres nos portos de pesca remendando as redes, as quais elas mant\u00eam      esticadas com os p\u00e9s descal\u00e7os; e as varinas (mulheres dos pescadores) ainda      levam seus produtos de porta em porta, carregando o peixe em cestos sobre      suas cabe\u00e7as.<\/p>\n<p>Portugal tem estado desde h\u00e1 muito entre os pa\u00edses mais pobres da Europa      Ocidental, mas nas \u00faltimas d\u00e9cadas sua economia tem sido totalmente modernizada      e diversificada. <\/p>\n<p>Apenas cerca de 10 por cento da popula\u00e7\u00e3o ativa est\u00e1 agora empregada na agricultura,      silvicultura e pesca, e cerca de 60 por cento trabalham na ind\u00fastria de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>Portugal      \u00e9 moderadamente rico em minerais, mas alguns s\u00e3o dif\u00edceis de minar. Os mais      importantes s\u00e3o a wolframita (a fonte do tungst\u00eanio), ferro, cobre, e minerais      n\u00e3o-met\u00e1licos como o m\u00e1rmore, ard\u00f3sia, e calc\u00e1rio. H\u00e1 tamb\u00e9m certa quantidade      de carv\u00e3o de baixa qualidade. Um gasoduto de g\u00e1s natural da Arg\u00e9lia foi inaugurado      em 1997.<\/p>\n<p>Planos de desenvolvimento sucessivos proveram o norte de Portugal com uma      rede de barragens. Elas geram a muito necess\u00e1ria energia e prov\u00eam a irriga\u00e7\u00e3o.      As mais conhecidas destas barragens s\u00e3o Castelo do Bode, Belver, e Idanha      sobre o Tejo e seus afluentes. <\/p>\n<p>Na bacia do Rio Douro, um esfor\u00e7o conjunto Portugu\u00eas-Espanhol construiu um      vasto complexo hidrel\u00e9trico servindo tanto Espanha e Portugal. Duas refinarias      de petr\u00f3leo foram constru\u00eddas, uma em Matozinhos, perto de Oporto, em uma      \u00e1rea que tamb\u00e9m produz a\u00e7o e petroqu\u00edmica, e outra pr\u00f3xima de Lisboa. <\/p>\n<p>Uma usina sider\u00fargica moderna est\u00e1 localizada sobre o Rio Tejo de Lisboa.      Em 1979, um complexo petroqu\u00edmico iniciou suas opera\u00e7\u00f5es em Sines, ao sul      de Lisboa. Estas melhorias, e a Ponte 25 de Abril (antes Ponte Salazar) atravessando      o Tejo e ligando Lisboa com a metade sul do pa\u00eds, simbolizam um Portugal que      entrou na era industrial moderna.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos peixes conservas, da corti\u00e7a, e das ind\u00fastrias de vinho, Portugal      produz algod\u00e3o e tecidos de l\u00e3, produtos de metal, cimento, produtos qu\u00edmicos,      papel, sab\u00e3o, vidro e cristais, e rem\u00e9dios. <\/p>\n<p>No entanto, grande parte da ind\u00fastria de Portugal ainda est\u00e1 em pequenas      f\u00e1bricas e oficinas. L\u00e1, os t\u00eaxteis s\u00e3o feitos, o linho \u00e9 tecido e bordado,      e tapetes s\u00e3o feitos sob medida. O turismo proporciona \u00e0 economia de Portugal      com a sua maior fonte de divisas. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, quantidades substanciais de dinheiro s\u00e3o recebidos dos Portugu\u00eases      em outras partes da Europa Ocidental, Brasil e Am\u00e9rica do Norte.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>A moderna hist\u00f3ria Portugu\u00easa come\u00e7ou com as guerras travadas contra os Mouros.      Eles ocuparam o pa\u00eds no s\u00e9culo 8. Apesar da ocupa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds pelos \u00c1rabes      Mu\u00e7ulmanos, a f\u00e9 Crist\u00e3 permaneceu firmemente estabelecida. <\/p>\n<p>Os nobres Crist\u00e3os tinham recuado para as regi\u00f5es montanhosas do noroeste.      N\u00e3o foi at\u00e9 o s\u00e9culo 11 que eles come\u00e7aram a empurrar os Mouros de volta para      o sul. Muitos jovens cavaleiros, motivados pela f\u00e9, z\u00ealo guerreiro, e ambi\u00e7\u00e3o,      vieram de outras terras para participar nas guerras.<\/p>\n<p>Foi assim que Henrique, um jovem da Borgonha, veio da Fran\u00e7a no s\u00e9culo 11.      Ele distinguiu-se na batalha e ganhou uma noiva, a Princesa do Reino de Le\u00f3n,      que tinha o territ\u00f3rio entre os Rios Douro e Minho. Este territ\u00f3rio foi chamado      o pa\u00eds de Portugal, porque um dos centros desta regi\u00e3o estava localizado perto      da foz do Rio Douro em um lugar chamado Portucale. <\/p>\n<p>O nome \u00e9 provavelmente derivado do Latim para porto &#8211; portus &#8211; e Calle, o      nome de um castelo que dava para ele. Portucale deu seu nome \u00e0 na\u00e7\u00e3o de Portugal.<\/p>\n<p>Em 1139 o filho capaz de Henrique da Borgonha, Afonso, declarou-se Afonso      I, o primeiro monarca de Portugal. Afonso I reuniu um grupo de Cruzados Europeus      do norte para a sua causa. Eles estavam em seu caminho para a Terra Santa      quando uma tempestade varreu-os para a foz do Douro. <\/p>\n<p>Com a ajuda deles, Afonso recapturou sete cidadelas Mouras, incluindo a cidade      de Lisboa. Em uma a\u00e7\u00e3o ousada, ele varreu pelo territ\u00f3rio dos Mouros e recapturou      o Cabo de S\u00e3o Vicente.<\/p>\n<p>Os      sucessores de Afonso completaram o trabalho de empurrar os Mouros para fora      da pen\u00ednsula. Por meados do s\u00e9culo 13 as fronteiras de Portugal estavam firmemente      estabelecidas.<\/p>\n<p>Um dos mais not\u00e1veis dos primeiros reis Portugu\u00eases foi o Rei Diniz (reinou      1261-1325). Ele foi chamado de O Rei Lavrador por causa de seu interesse na      agricultura. Entre as suas muitas realiza\u00e7\u00f5es estava o plantio de florestas      de pinheiros para evitar a eros\u00e3o. <\/p>\n<p>Estas florestas mais tarde proveram mastros e madeira para os navios dos      exploradores. Diniz tamb\u00e9m escreveu poesia em Portugu\u00eas. E ele publicou decretos      reais e documentos em Portugu\u00eas numa \u00e9poca em que apenas o Latim era usado      para escrever tais escritos. Ele tamb\u00e9m fundou a primeira universidade de      Portugal.<\/p>\n<h4>Os      Exploradores<\/h4>\n<p>O      in\u00edcio efetivo das grandes viagens de descobertas Portugu\u00easas \u00e9 dif\u00edcil de      identificar. N\u00e3o h\u00e1 mist\u00e9rio, no entanto, sobre o l\u00edder que inspirou as grandes      viagens.<\/p>\n<p>Ele foi o Infante D. Henrique o Navegador. Ele fundou um arsenal naval em      Sagres, perto do canto mais ao sudoeste da Europa, para servir como uma base      de explora\u00e7\u00e3o. Em seguida, ele acrescentou um observat\u00f3rio e uma escola para      a geografia e navega\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>De 1418 at\u00e9 sua morte em 1460, ele cercou-se de cart\u00f3grafos, astr\u00f4nomos,      fabricantes de instrumentos, matem\u00e1ticos e pilotos. Ele enviou equipes para      tra\u00e7ar os mares, estudar os ventos e as correntes, elaborar mapas de porto,      e construir caravelas &#8211; navios projetados para longas viagens.<\/p>\n<p>Com      os mapas, instrumentos, navios, conhecimento e inspira\u00e7\u00e3o legados a eles pelo      infante D. Henrique, os Portugu\u00eases gradualmente mais e mais navegaram pela      costa da \u00c1frica. Em 1488, Bartolomeu Dias atingiu o Cabo da Boa Esperan\u00e7a,      na ponta da \u00c1frica. Ele descobriu que a costa voltava-se para o nordeste l\u00e1.<\/p>\n<p>Em      1498, quase 40 anos ap\u00f3s a morte de Henrique, Vasco da Gama descobriu o caminho      para as riquezas da \u00cdndia que Colombo e tantos outros tinham buscado em v\u00e3o.<\/p>\n<p>Os      Portugu\u00eases tinham encontrado a maneira de trazer para a Europa as sedas,      especiarias, ouro e outros tesouros da \u00c1sia, sem arriscar a perigosa rota      de caravanas terrestres ou ataques por aqueles que controlavam as \u00e1guas do      Mediterr\u00e2neo. Os marinheiros Portugu\u00eases assumiram o com\u00e9rcio de especiarias      do Oriente dos \u00c1rabes. Eles acumularam grandes riquezas e come\u00e7aram os assentamentos      na costa Indiana.<\/p>\n<p>Os      Portugu\u00eases introduziram sua l\u00edngua, seus costumes e sua f\u00e9 para as pessoas      em terras distantes. Seus mission\u00e1rios pregaram o Cristianismo na \u00cdndia e      t\u00e3o a leste quanto o Jap\u00e3o. Eles tamb\u00e9m introduziram armas de fogo para aquelas      terras. Da China eles trouxeram para casa o uso de ch\u00e1 e de fogos de artif\u00edcio.      Eles deixaram para tr\u00e1s palavras Portugu\u00easas que se tornaram parte do Chin\u00eas      e de outras l\u00ednguas Orientais.<\/p>\n<p>A      concorr\u00eancia entre os exploradores Espanh\u00f3is e Portugu\u00eases tornou-se intensa.      Em 1494 os dois pa\u00edses assinaram o Tratado de Tordesilhas. Eles dividiram      o mundo n\u00e3o-Crist\u00e3o, desenhando uma linha imagin\u00e1ria de p\u00f3lo a p\u00f3lo. O que      estava a leste da linha foi dado a Portugal; a terra a oeste da linha era      da Espanha.<\/p>\n<p>Felizmente para Portugal, quando Pedro Alvares Cabral, acompanhado por Bartholomeu      Dias, chegou ao Brasil em 1500, aquela \u00e1rea caiu dentro da reivindica\u00e7\u00e3o Portugu\u00easa.      Mission\u00e1rios e pioneiros seguiram-se a Cabral. <\/p>\n<p>Eles empurraram profundamente na selva Amaz\u00f4nica do Brasil para fundar assentamentos,      cultivar a cana, e minar o ouro, prata e diamantes que proveram a fant\u00e1stica      riqueza de Portugal durante d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo 16 o Imp\u00e9rio Portugu\u00eas se estendia desde a costa da China ao Brasil,      do norte da \u00c1frica ao Oceano Pac\u00edfico. Portugal monopolizou o com\u00e9rcio de      especiarias e enviou marinheiros, colonos, comerciantes, administradores e      sacerdotes para suas distantes explora\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Mas Portugal era um pa\u00eds de apenas 2.000.000 de pessoas, e muitos de seus      homens mais talentosos morreram naquelas terras distantes. Al\u00e9m disso, grande      parte do lucro da riqueza importada foi orientado para proteger os assentamentos      distantes e para manter abertas as generalizadas rotas mar\u00edtimas de Portugal.<\/p>\n<h4>Decl\u00ednio      de Portugal<\/h4>\n<p>A boa sorte de Portugal terminou de repente. Em 1578, D. Sebasti\u00e3o levou      os ex\u00e9rcitos Portugu\u00eases em uma expedi\u00e7\u00e3o ao Marrocos. Sonhando com uma nova      cruzada, ele levou seus homens para batalhar os Mouros no deserto Marroquino.    <\/p>\n<p>Ele foi morto, e apenas alguns de seus homens sobreviveram ao massacre. Em      1580 o pa\u00eds enfraquecido, dividido por lutas internas, foi anexado pelos Espanh\u00f3is,      que governou at\u00e9 1640. Naquele ano, Jo\u00e3o de Bragan\u00e7a, aproveitando a participa\u00e7\u00e3o      da Espanha em outras guerras, conseguiu expulsar os Espanh\u00f3is e tornou-se      D. Jo\u00e3o IV de Portugal.<\/p>\n<p>Durante os 1700s houve novamente um breve per\u00edodo de grande prosperidade      em Portugal, com os recursos do Brasil fornecendo a riqueza. Mas em 1755,      Lisboa foi quase destru\u00edda por um terremoto, e o pa\u00eds levou um longo tempo      para se recuperar. <\/p>\n<p>Durante as Guerras Napoleonicas ele foi invadido pelo ex\u00e9rcito Franc\u00eas. O      Rei e a familia real fugiram para o Brasil, e por um curto per\u00edodo de tempo      a capital de Portugal estava no Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>Depois que Napole\u00e3o foi derrotado a fam\u00edlia real voltou para Portugal. Durante      este per\u00edodo, o vasto imp\u00e9rio come\u00e7ou a desmoronar. Em 1822, o Brasil declarou      sua independ\u00eancia, e, portanto, a \u00fanica fonte maior de riqueza de Portugal      estava perdida.<\/p>\n<p>Todo o s\u00e9culo 19 e o in\u00edcio do s\u00e9culo 20 foi uma \u00e9poca de desastre econ\u00f4mico      e pol\u00edtico em Portugal. A paralisa\u00e7\u00e3o repentina da riqueza do Brasil causou      dificuldades financeiras que levaram a pesados empr\u00e9stimos da Inglaterra.    <\/p>\n<p>As id\u00e9ias liberais da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, trazidas para Portugal pelos ex\u00e9rcitos      invasores de Napole\u00e3o, inspiraram o povo a lutar contra o dom\u00ednio absoluto.      Violentas lutas partid\u00e1rias, guerras civis, e agita\u00e7\u00e3o cont\u00ednua levaram a      condi\u00e7\u00f5es ca\u00f3ticas e a um movimento crescente para o republicanismo. <\/p>\n<p>O rei e seu herdeiro foram assassinados em 1908, e dois anos depois Portugal      se tornou uma rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Durante a Primeira Guerra Mundial Portugal foi um dos aliados Ocidentais      contra a Alemanha. Mas Portugal tinha tantos s\u00e9rios problemas econ\u00f4micos que      os governos livremente eleitos enfrentaram grandes dificuldades. <\/p>\n<p>Nos 16 anos ap\u00f3s a rep\u00fablica ser proclamada em 1910, Portugal assistiu a      repetidos golpes de estado, e 46 governos se sucederam em r\u00e1pida sucess\u00e3o.      A agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica continuou a perturbar a vida da na\u00e7\u00e3o at\u00e9 1926, quando      o Marechal Antonio Oscar de Fragoso Carmona assumiu o governo.<\/p>\n<p>Em      1928, Carmona nomeou Antonio de Oliveira Salazar, um professor da Universidade      de Coimbra, como ministro das finan\u00e7as para ajudar a estabilizar a economia      de Portugal. Em 1932, Salazar tornou-se premier e, com seus poderes estendidos      pela nova Constitui\u00e7\u00e3o de 1933, chefiou o governo por 35 anos.<\/p>\n<p>For\u00e7ado      a se aposentar devido a doen\u00e7a, ele foi sucedido por Marcello Caetano, em      1968. Salazar morreu em 1970.<\/p>\n<h4>Anos      de Mudan\u00e7a<\/h4>\n<p>Durante os anos de Salazar como primeiro-ministro, Portugal teve um governo      em geral est\u00e1vel, mas autorit\u00e1rio. Sob a Constitui\u00e7\u00e3o ent\u00e3o em vigor, Portugal      foi descrito como uma rep\u00fablica unit\u00e1ria e corporativa. <\/p>\n<p>Havia um presidente como chefe de Estado; uma legislatura, a Assembl\u00e9ia Nacional;      e um \u00f3rg\u00e3o consultivo denominado C\u00e2mara Corporativa. Foi Salazar, no entanto,      que governou Portugal durante este longo per\u00edodo. Apenas um partido pol\u00edtico      era oficialmente permitido.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s Marcello Caetano tornar-se premier ele estendeu o voto para as      mulheres. Anteriormente, apenas as mulheres que eram chefes de fam\u00edlia ou      profissionais independentes eram autorizadas a votar. <\/p>\n<p>Em 1969, a lei eleitoral foi alterada para colocar as mulheres em p\u00e9 de igualdade      com os homens. Caetano tamb\u00e9m controlava a pol\u00edcia pol\u00edtica, permitiu uma      maior liberdade de discuss\u00e3o e relaxou as leis da censura.<\/p>\n<p>Mas muitos Portugu\u00eases desejavam reformas pol\u00edticas e sociais mais amplas.      A quest\u00e3o das prov\u00edncias ultramarinas na \u00c1frica tamb\u00e9m despertava grande controv\u00e9rsia.      Por muitos anos o Ex\u00e9rcito tinha tido uma guerra amarga e cara contra grupos      nacionalistas Africanos na Guin\u00e9 Portugu\u00easa (Guin\u00e9-Bissau), Angola e Mo\u00e7ambique,      que buscavam a independ\u00eancia. <\/p>\n<p>A guerra era impopular com muitas pessoas que acreditavam que as prov\u00edncias      deviam ser autorizadas a sua independ\u00eancia. Elas sentiam que as enormes somas      de dinheiro gasto em mant\u00ea-las sob o dom\u00ednio Portugu\u00eas seriam melhor gastas      em \u00e1reas como educa\u00e7\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o e desenvolvimento industrial em casa.<\/p>\n<p>Em 1974, um grupo de oficiais do ex\u00e9rcito contra a continua\u00e7\u00e3o da guerra      na \u00c1frica derrubou o governo do Premier Caetano. Um governo provis\u00f3rio, composto      por membros das for\u00e7as armadas, foi criado. <\/p>\n<p>Um de seus primeiros atos foi reconhecer o direito das prov\u00edncias Africanas      \u00e0 independ\u00eancia. Os novos l\u00edderes do pa\u00eds tamb\u00e9m prometeram restaurar a democracia      para Portugal. No entanto, o conflito logo surgiu quanto a que tipo de governo      Portugal devia ter. <\/p>\n<p>Uma luta pelo poder desenvolveu-se entre os Comunistas, aliados a grupos      extremistas radicais e os Socialistas. Uma onda de inquieta\u00e7\u00e3o varreu o pa\u00eds,      e a j\u00e1 enfraquecida economia Portugu\u00easa foi posteriormente interrompida pela      instabilidade pol\u00edtica.<\/p>\n<h4>A      Era Democr\u00e1tica<\/h4>\n<p>Mesmo      que muitos governos detiveram o poder desde 1974, Portugal gradualmente foi      transferido para o sol da democracia das sombras da crise que tomou conta      do pa\u00eds ap\u00f3s a remo\u00e7\u00e3o de Caetano do cargo. V\u00e1rios fatores causaram essa transi\u00e7\u00e3o.      De import\u00e2ncia crucial foi o apoio cont\u00ednuo \u00e0s for\u00e7as democr\u00e1ticas fornecido      pelos membros da Comunidade Europeia (CE) e pelos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o l\u00edder Socialista M\u00e1rio Soares, que por duas vezes atuou como      premier antes de ganhar a presid\u00eancia em 1986, defendeu a democratiza\u00e7\u00e3o e      se op\u00f4s aos extremistas dentro de ambas as For\u00e7as Armadas e o Partido Comunista.    <\/p>\n<p>As reformas introduzidas por Soares no in\u00edcio dos 1980s abriram uma economia      atingida por anos de altas tarifas, a burocracia, os subs\u00eddios, as pr\u00e1ticas      de gest\u00e3o ultrapassadas, e a interven\u00e7\u00e3o estatal nos assuntos econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>A entrada na Comunidade Europeia em 1986 ampliou consideravelmente as oportunidades      de exporta\u00e7\u00e3o para Portugal. Em meados da d\u00e9cada de 1990, a Uni\u00e3o Europeia      (UE) &#8211; a organiza\u00e7\u00e3o que sucedeu a EC &#8211; tinha fornecido Portugal com bilh\u00f5es      de d\u00f3lares em ajuda para a moderniza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Ao longo da d\u00e9cada, Portugal tinha uma das economias que mais cresciam na      Europa. A combina\u00e7\u00e3o de estabilidade pol\u00edtica, crescimento econ\u00f4mico e pol\u00edticas      flex\u00edveis provocou um forte aumento nos investimentos estrangeiros de outros      pa\u00edses da UE.<\/p>\n<p>Contribuindo para a estabilidade do pa\u00eds foi a elei\u00e7\u00e3o de 1987 do Social      Democrata An\u00edbal Cavaco Silva como primeiro-ministro. Um professor universit\u00e1rio      e economista, ele trabalhou para acabar com uma era de &#8220;paternalismo      estatal&#8221;, incentivando a livre iniciativa. <\/p>\n<p>Em 1989, o parlamento removeu a linguagem Marxista da Constitui\u00e7\u00e3o de 1976.      Cavaco Silva e o Partido Social Democrata de centro-direita foram devolvidos      ao poder em 1991.<\/p>\n<p>As elei\u00e7\u00f5es gerais realizadas em Outubro de 1995 marcaram o fim do dom\u00ednio      de 10 anos do Partido Social Democrata, quando o Partido Socialista assumiu      o poder. Em 1996, as elei\u00e7\u00f5es presidenciais foram ganhas pelo Socialista Jorge      Sampaio, o ex-prefeito de Lisboa, que foi reeleito em 2001. <\/p>\n<p>Os Socialistas perderam para os Social Democratas em Mar\u00e7o de 2002. No in\u00edcio      daquele ano, Portugal substituiu sua moeda nacional com o euro. Jos\u00e9 S\u00f3crates      tornou-se primeiro-ministro quando o Partido Socialista voltou ao poder em      2005. Nas elei\u00e7\u00f5es nacionais de 2009, S\u00f3crates ganhou um segundo mandato,      mas \u00e0 frente de um governo de minoria.<\/p>\n<p>O      crescimento economico de Portugal abrandou a partir de 2000, e o pa\u00eds lutava      para manter seu d\u00e9ficit or\u00e7ament\u00e1rio dentro dos limites estabelecidos pela      UE.<\/p>\n<p>A      crise econ\u00f4mica global em 2008-09 agravou este problema. Com uma grande d\u00edvida      p\u00fablica e uma economia estagnada, Portugal come\u00e7ou a ter problemas de financiamento      da sua d\u00edvida externa. Confrontado com o perigo do default em seus empr\u00e9stimos,      ele recebeu uma ajuda financeira da UE em Maio de 2011.<\/p>\n<p>Nesse \u00ednterim, o governo Socialista tinha ca\u00eddo. As elei\u00e7\u00f5es em Junho levaram      o Partido Social Democrata de volta ao poder sob a lideran\u00e7a de Pedro Passos      Coelho, que se tornou primeiro-ministro. Sob os termos do resgate, o novo      governo teve que implementar r\u00edgidos cortes no or\u00e7amento (que vieram em cima      dos cortes feitos anteriormente pelo governo anterior).<\/p>\n<p> O efeito foi aprofundar a recess\u00e3o econ\u00f4mica do pa\u00eds, que foi provavelmente      a pior desde quando Portugal voltou para a democracia em 1974.<\/p>\n<p><strong>George      W. Grayson<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: Internet      Nations<\/p>\n<h6>Portugal<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p><strong>Portugal<\/strong>, \u00e9 um pequeno pa\u00eds europeu famoso sobretudo pelas      importantes descobertas mar\u00edtimas que ampliaram o mundo conhecido no s\u00e9culo      XVI. Povos pr\u00e9-hist\u00f3ricos viveram h\u00e1 mais de 100.000 anos na regi\u00e3o onde hoje      est\u00e1\u00a0<strong>Portugal<\/strong>. <\/p>\n<p>Os primeiros habitantes conhecidos foram os Iberos que ali viveram h\u00e1 5.000      anos. Os fen\u00edcios povoaram a regi\u00e3o, precisamente a costa leste do Mar Mediterr\u00e2neo,      no sec. XI a.C.<\/p>\n<p>Os Celtas e os gregos estabeleceram povoa\u00e7\u00f5es entre os secs. X e VII a.C.      respectivamente. Os fen\u00edcios de Cartago dominaram grande parte da pen\u00ednsula      no s\u00e9c.V a.C. No ano 201 a.C. o Imp\u00e9rio Romano derrota Cartago na Segunda      Guerra P\u00fanica e domina a pen\u00ednsula Ib\u00e9rica acelerando o seu desenvolvimento      sob todos os aspectos. <\/p>\n<p>Por\u00e9m tribos de origem germ\u00e2nica, os Visigodos, expulsaram os romanos no      s\u00e9c. V d.C. Os Visigodos j\u00e1 estavam convertidos ao cristianismo e\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0permaneceu      sob seu dom\u00ednio, numa inst\u00e1vel sucess\u00e3o de Chefes\/Reis, que acaba com a organiza\u00e7\u00e3o      deixada pelos romanos e estabelece v\u00e1rios pequenos estados sempre em lit\u00edgio      entre si.<\/p>\n<p>Em princ\u00edpios do s\u00e9c. VIII d.C. chegam os mu\u00e7ulmanos, donos de uma sociedade      avan\u00e7ada e organizad\u00edssima, com um refinamento cultural muit\u00edssimo superior      ao que havia em toda a Europa medieval; eles conquistaram o que \u00e9 hoje\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0e      Espanha e mant\u00e9m a sua influ\u00eancia de maneira muito acentuada nesses pa\u00edses      com o seu Califado de C\u00f3rdoba. <\/p>\n<p>Os crist\u00e3os se refugiaram ao Norte de Portugal l\u00e1 mantendo sua influ\u00eancia      e independ\u00eancia pol\u00edtica\/religiosa e, ap\u00f3s s\u00e9culos de lutas, reconquistaram      em meados do s\u00e9c. XIII a supremacia, tanto em Portugal quanto na Espanha.    <\/p>\n<p>A na\u00e7\u00e3o portuguesa foi criada a partir do apoio dado por Henrique de Borgonha,      filho do Conde da Borgonha, uma das grandes fam\u00edlias do Reino de Fran\u00e7a, aos      Reis Crist\u00e3os de Espanha em sua luta contra os mu\u00e7ulmanos. <\/p>\n<p>Em 1094 Alfonso VI (1035-1109), 14o Rei de Le\u00e3o e 3o Rei de Castela, doou      a Henrique de Borgonha, (que era casado com uma de suas filhas) como recompensa      pela sua ajuda militar no combate aos mu\u00e7ulmanos, os condados do Porto e de      Coimbra pois, Portugal, nessa \u00e9poca, pertencia \u00e0 Espanha.<\/p>\n<p>Afonso Henriques (1109-1185), filho de Henrique de Borgonha, e neto de Afonso      VI, ap\u00f3s muitas vit\u00f3rias sobre os mu\u00e7ulmanos, tomou o t\u00edtulo de Rei de Portugal,      a 25\/7\/1139, tornando-o independente da Espanha e iniciando a 1a Dinastia      Real de Portugal, a Dinastia de Borgonha (1139-1383). <\/p>\n<p>Em 1383, com o t\u00e9rmino da dinastia de Borgonha, subiu ao trono portugu\u00eas      o rei Jo\u00e3o 1o, que inicia a 2a Dinastia Real de Portugal, a dinastia de Avis      (1383-1580), garantindo a independ\u00eancia de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0e      fazendo alian\u00e7a pol\u00edtica com a Inglaterra para se defender da Espanha. <\/p>\n<p>Em 1415, os portugueses conquistam Ceuta, no Marrocos, pois j\u00e1 haviam se      tornado ex\u00edmios navegadores e adquirido grandes conhecimentos n\u00e1uticos. Gra\u00e7as      \u00e0 Escola de Sagres, aprimoram a t\u00e9cnica da navega\u00e7\u00e3o e constroem navios para      suportar longas viagens.<\/p>\n<p>Tinha      in\u00edcio a era dourada das navega\u00e7\u00f5es e dos descobrimentos que tornam\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0o      pa\u00eds mais rico da Europa. Assim, em 1419, os navegantes portugueses chegaram      as Ilhas da Madeira e em 1431 alcan\u00e7aram os A\u00e7ores e a partir de ent\u00e3o, se      lan\u00e7am na amplia\u00e7\u00e3o das rotas mar\u00edtimas que culminam com a descoberta do Caminho      das \u00cdndias por Vasco da Gama e do Brasil por Cabral e criam o Imp\u00e9rio Portugu\u00eas      que foi maior que o Romano e o Ingl\u00eas e era muito bem organizado tanto no      C\u00f4dice de Leis como na Educa\u00e7\u00e3o que tornavam portugueses iguais aos da Metr\u00f3pole      Lisboeta, todos os s\u00faditos espalhados pelo mundo afora.<\/p>\n<p>A dinastia de Avis termina em 1580 com a morte de D. Sebasti\u00e3o, sem herdeiros,      e\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0passa a ser governado      pela Espanha de cujo jugo s\u00f3 se libertar\u00e1 com a restaura\u00e7\u00e3o dos Bragan\u00e7as      quando Jo\u00e3o, 8o Duque de Bragan\u00e7a, \u00e9 feito Rei de Portugal a 1\/12\/1640, como      D. Jo\u00e3o 4o, o Restaurador, iniciando a 3 a Dinastia Real de Portugal, a Dinastia      de Bragan\u00e7a que, de 1640 reinou at\u00e9 1910 sendo, a partir de 1820, uma Monarquia      Constitucional, que deu ao Brasil os seus 2 Imperadores, de 1822 a 1889. <\/p>\n<p>Com a queda da Monarquia a partir de 1910 se estabelece a 1a Rep\u00fablica Portuguesa      que mant\u00e9m as suas col\u00f4nias na Indon\u00e9sia, Angola, Guin\u00e9 e Mo\u00e7ambique, este      per\u00edodo inclui a fase de autoritarismo de Antonio de Oliveira Salazar que      termina com a Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos, a 25\/4\/197 dando inicio \u00e0 2\u00aa Rep\u00fablica      Portuguesa que perdura at\u00e9 hoje sem possuir mais nenhuma Col\u00f4nia Ultramarina      e fazendo parte da Europa Unificada que deu grande desenvolvimento econ\u00f4mico      a Portugal inserindo-o no mundo contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p>Fonte: www.jbcultura.com.br<\/p>\n<h6>Portugal<\/h6>\n<p><strong>Capital:\u00a0<\/strong>Lisboa<br \/>\n<strong>Popula\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a010,7 milh\u00f5es (est. 2010)<br \/>\n<strong>L\u00edngua oficial:<\/strong>\u00a0Portugu\u00eas (de jure)<br \/>\n<strong>O grupo majorit\u00e1rio:<\/strong>\u00a0Portugu\u00eas (96%)<br \/>\n<strong>Grupos minorit\u00e1rios:\u00a0<\/strong>espanhol, \u00e1rabe, galego,      mirandesa, calo, Ingl\u00eas, Alem\u00e3o, Gypsy, franc\u00eas, etc.<br \/>\n<strong>Sistema pol\u00edtico:<\/strong>\u00a0Rep\u00fablica<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p><strong>Os      primeiros povos<\/strong><\/p>\n<p>Muitas pessoas se instalaram na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica desde os tempos antigos.      Inclua os iberos, fen\u00edcios, celtas, bascos e os Cartagineses, para n\u00e3o mencionar      os gregos e os romanos. <\/p>\n<p>Aqueles que deixaram os mais profundos tra\u00e7os foram, sem d\u00favida, os romanos,      porque eles deixaram o povo de l\u00edngua rom\u00e2nica e uma religi\u00e3o, o cristianismo.      As \u00fanicas pessoas que habitavam a \u00e1rea na Antiguidade e que ainda hoje existe,      \u00e9 que os bascos.<\/p>\n<p><strong>Os      ib\u00e9ricos<\/strong><\/p>\n<p>A partir do per\u00edodo Neol\u00edtico, ou para o sexto mil\u00eanio, as pessoas ainda      origens misteriosas, iberos, assentadas na Europa Ocidental. Alguns historiadores      acreditam que os ib\u00e9ricos eram da regi\u00e3o do Ebro, ent\u00e3o chamado iberus, enquanto      outros dizem que j\u00e1 chegou na \u00c1frica do Norte entre 4000 e 3500 aC. <\/p>\n<p>No entanto, sabemos com certeza que, cerca do ano 3000, os ib\u00e9ricos havia      vencido a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica a estabelecer-se ao longo do Mar Mediterr\u00e2neo.      Eram v\u00e1rias pessoas, incluindo os Lacetani Sordones os indigetes os Hercavones      o Edetani o Contestani, etc. Sua l\u00edngua, Ib\u00e9rica (com seus muitos dialetos),      pr\u00e9-indo-europeu linguagem \u00e9 atestada em inscri\u00e7\u00f5es que ainda n\u00e3o foram decifrados.      A l\u00edngua nativa foi gradualmente se voltam para I. ou AD s\u00e9culo II, a ser      gradualmente substitu\u00eddo pelo latim e mais tarde pelas l\u00ednguas rom\u00e2nicas.<\/p>\n<p>O      segundo mil\u00eanio, a costa mediterr\u00e2nea foram ocupadas por fen\u00edcios e gregos.      Foram os gregos que chamavam a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica (em franc\u00eas: Iberia), provavelmente      em mem\u00f3ria dos primeiros habitantes, os ib\u00e9ricos.<\/p>\n<p><strong>O      Celtas<\/strong><\/p>\n<p>Por      volta de 1000, ondas de imigrantes da Alemanha e da G\u00e1lia, os celtas vieram      do norte e se estabeleceram no vale do Ebro, a oeste da regi\u00e3o ocupada pela      Aquitaine e ib\u00e9ricos, que corresponde \u00e0s regi\u00f5es atuais de Castilla-La Mancha,      Castela e Le\u00e3o, Ast\u00farias, Galiza e Portugal.<\/p>\n<p><strong>Como ib\u00e9ricos, celtas eram compostos de muitos povos:<\/strong>\u00a0Gallaeci      das Ast\u00farias, o Vaccaei o Carpetanos, etc. Entre estes, o Lusitani (ou lusitanos      francesa) e vettones (ou vettones franc\u00eas) veio antes de todos os outros,      eles s\u00e3o chamados de &#8220;pr\u00e9-celta povos&#8221;. <\/p>\n<p>Lusitanos eram originalmente a identidade do Portugu\u00eas. Acredita-se tamb\u00e9m      que os l\u00edgures tamb\u00e9m pode ter ocupado a pen\u00ednsula antes da chegada dos celtas.      Posteriormente, celtas e ib\u00e9ricos t\u00eam coexistido e misturado Celtiberian formando      o fundo da popula\u00e7\u00e3o da pen\u00ednsula. <\/p>\n<p>Celtiberos falavam l\u00ednguas celtas variedades de tipo arcaico, eles eram bastante      diferentes variedades de l\u00ednguas faladas na G\u00e1lia ao norte da pen\u00ednsula, G\u00e1lia      (atual Fran\u00e7a). Eles deixaram vest\u00edgios em nomes de lugares como muitos Berd\u00fan,      Navard\u00fan Salard\u00fa ou Conimbriga Portugal.<\/p>\n<p><strong>Os      bascos e outros povos<\/strong><\/p>\n<p>Norte,      Aquitani (ou Aquit\u00e2nica), Proto-bascos bascos foram os ancestrais de hoje.      Apresentar, antes da chegada dos celtas, Proto-bascos descendentes dos habitantes      da \u00e9poca pr\u00e9-hist\u00f3rica. A origem da l\u00edngua pr\u00e9-indo-europeu \u00e9 ainda em grande      parte desconhecido e se funde com a do Pa\u00eds Basco.<\/p>\n<p>No      Algarve presente, sul de Portugal, em seguida, apresentar o Turdetani viveu      (ou Turd\u00e9taniens), um povo ib\u00e9rico, mas tamb\u00e9m existiam na Andaluzia presente      (sul da Espanha) Tardessos (ou Tartessos), que falou de l\u00ednguas de seus vizinhos,      provavelmente relacionada berberes l\u00ednguas, portanto, tipo de linguagem Hamito-semita.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo V, os cartagineses vieram do norte da \u00c1frica estendeu sua domina\u00e7\u00e3o      no sul da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, que liquidou os Turd\u00e9taniens e Tartessos. A partir      do terceiro s\u00e9culo aC, os cartagineses entraram em conflito constante com      os romanos que esmagou os seus inimigos em 201 aC. A civiliza\u00e7\u00e3o cartaginesa      foi finalmente derrubado na vit\u00f3ria da Roma e da destrui\u00e7\u00e3o de Cartago (Tun\u00edsia)      -146, ap\u00f3s um cerco de quatro anos.<\/p>\n<p><strong>O      per\u00edodo romano<\/strong><\/p>\n<p>Despojado do seu grande rival, Cartago, Roma come\u00e7ou a expandir seu imp\u00e9rio,      que continuou na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica. Durante a Segunda Guerra P\u00fanica (218-202      aC), iberos acolheu com satisfa\u00e7\u00e3o as primeiras tropas romanas de Scipio Africanus      Geral (235-183 aC. AC), a fim de se libertar da domina\u00e7\u00e3o Cartago. <\/p>\n<p>Mas antes que a pol\u00edtica repressiva colonial dos romanos, iberos mudaram      de id\u00e9ia. \u00c9 por isso que os romanos sabiam algumas dificuldades para impor      a &#8220;pax romana&#8221; na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, a que chamavam Hisp\u00e2nia, uma      palavra derivada do fen\u00edcia (&#8220;i-im-shepan&#8221;) em latinizado &#8220;I-\u00e9-span      &#8220;significado&#8221; terra de coelhos &#8220;, porque a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica      era conhecido por sua abund\u00e2ncia de coelhos.<\/p>\n<p>Ao      longo dos s\u00e9culos, a palavra Hispania (em franc\u00eas: Hispania) iria evoluir      para Espa\u00f1a (&#8220;Espanha&#8221;).<\/p>\n<p><strong>As      popula\u00e7\u00f5es latiniza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Romaniza\u00e7\u00e3o completa da pen\u00ednsula levou 200 anos. Foi feito por etapa, a      partir de leste para oeste (ver mapa \u00e0 esquerda). Os romanos ocuparam o norte-leste      e -218 em alguns povos subjugados Ib\u00e9rica (Sordones, Ausetani, indigetes,      Laietani). <\/p>\n<p>No ano -197, todos os outros ib\u00e9ricos (Cessetani, Ilercavones, Edetani, Contestani,      Bastetani, etc.), Isto \u00e9, aqueles que viviam ao longo do Mediterr\u00e2neo ficou      sob o dom\u00ednio romano. Em 157 aC, foi a vez do lusitano e vettones, ent\u00e3o Vaccaei      em -133 e, finalmente, galegos (&#8220;Gallaeci&#8221;) em -29.<\/p>\n<p>Romaniza\u00e7\u00e3o foi mais r\u00e1pido sudeste, ou Citerior Hispania (sul do rio Ebro      Ebro ou). Residentes, incluindo o Bastetani Turdetani o Carpetanos e celtiberos,      rapidamente abandonada ap\u00f3s 40 anos, a sua l\u00edngua a falar latim. <\/p>\n<p>Na regi\u00e3o Norte os romanos chamavam ent\u00e3o o ulterior Hispania (Galiza, Pa\u00eds      Basco e Portugal de hoje), que \u00e9, a &#8220;Espanha distante&#8221;, a resist\u00eancia      foi feroz do Lusitano , de vettones, o Vaccaei e galegos como os romanos &#8220;pacificado&#8221;      da regi\u00e3o no ano 29 aC.<\/p>\n<p>\u00c9, obviamente, nas Baleares (no extremo leste) que latiniza\u00e7\u00e3o (ou romaniza\u00e7\u00e3o)      tornou-se o mais r\u00e1pido, enquanto ele est\u00e1 em Galiza e Ast\u00farias, que teve      lugar mais tarde. N\u00e3o s\u00f3 latiniza\u00e7\u00e3o foi gradual leste a oeste, mas n\u00e3o ir      no mesmo ritmo entre os do Norte e do Sul, algumas popula\u00e7\u00f5es de latinis\u00e8rent      Norte, por vezes, mais tarde ou no fim do s\u00e9culo III de nossa era. <\/p>\n<p>Depois disso, a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica \u00e9 latinisa, com exce\u00e7\u00e3o dos bascos que      continuaram a falar sua l\u00edngua, apesar da press\u00e3o pelos romanos. Quanto \u00e0      linguagem Ib\u00e9rica, desapareceu completamente absorvida pela Am\u00e9rica durante      os seis s\u00e9culos de ocupa\u00e7\u00e3o romana.<\/p>\n<p><strong>A      Hisp\u00e2nia romana foi organizado e dividido em tr\u00eas prov\u00edncias:<\/strong>\u00a0a      B\u00e9tica (ou Baetica) ao sul da Lusit\u00e2nia (Lusit\u00e2nia) para o sudoeste e Tarraconaise      (Tarraconensis) no resto da Pen\u00ednsula. Posteriormente, os cartagineses foram      adicionados (Carthaginensis), sob a jurisdi\u00e7\u00e3o do Tarraconaise e no s\u00e9culo      VI, ou Balearica B\u00e9arique (Ilhas Baleares).<\/p>\n<p>Porque      a Hispania foi localizado no final do Imp\u00e9rio Romano, de modo mais isolado,      latim falado nestas prov\u00edncias permaneceu geralmente mais arcaico e menos      aberto a inova\u00e7\u00f5es ling\u00fc\u00edsticas de Roma.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      disso, muitas velhas formas latinas foram preservados mais tarde, em Espanhol      e Portugu\u00eas. Por exemplo, o velho latim mensa (&#8220;mesa&#8221;) deu mesa      em Espanhol e Portugu\u00eas, mas foi abandonado na Catalunha, G\u00e1lia e It\u00e1lia para      uma tabula nova palavra, agora Taula catal\u00e3o, franc\u00eas tabela tavola e italiano.<\/p>\n<p>Poder\u00edamos      multiplicar os exemplos desse tipo, que testemunham em compara\u00e7\u00e3o com o resto      do mundo romanizado, mudando um pouco diferente do velho latim Hispania.<\/p>\n<p><strong>As      invas\u00f5es germ\u00e2nicas<\/strong><\/p>\n<p>Invas\u00f5es &#8220;germ\u00e2nico&#8221; come\u00e7ou em 375, com a chegada dos hunos, povo      da \u00c1sia Central liderada por \u00c1tila (395-453), na Europa Central e Oriental.      Como um efeito domin\u00f3, os hunos dirigiu outras pessoas, principalmente a oeste      germ\u00e2nica. <\/p>\n<p>Os hunos e ostrogodos bout\u00e8rent suevos que, por sua vez, levaram os visigodos,      v\u00e2ndalos, alanos, francos, lombardos, alamanos, sax\u00f5es, anglos, etc. Oeste.      Invas\u00f5es germ\u00e2nicas multiplicado a tal ponto que eles colocaram em risco o      Imp\u00e9rio Romano. <\/p>\n<p>Essas pessoas eram chamadas pelos romanos &#8220;b\u00e1rbaros&#8221;, da\u00ed o termo      &#8220;invas\u00f5es b\u00e1rbaras&#8221;, porque eles vieram de fora do Imp\u00e9rio romano,      ou seja no barbaricum, a &#8220;terra dos b\u00e1rbaros&#8221;. Hoje, nas l\u00ednguas      germ\u00e2nicas, ele usa a palavra V\u00f6lkerwanderung significado &#8220;migra\u00e7\u00e3o dos      povos&#8221;.<\/p>\n<p>Na      Hispania, territ\u00f3rio situada a oeste da Europa, as invas\u00f5es come\u00e7aram em 409      com os v\u00e2ndalos, e eles foram acompanhados pelo, Suevos e Alanos visigodos.      Em 410, os suevos estabelecido na Galiza , em 412, os visigodos tornaram-se      aliados dos romanos, os v\u00e2ndalos levaram na Andaluzia e Ilhas Baleares, os      alanos na Lusitania. Somente os bascos mantiveram sua identidade, devido ao      seu isolamento nas montanhas, e eles conseguem estabelecer um reino independente      com sua capital em Pamplona.<\/p>\n<p>Em      meados do s\u00e9culo V, os visigodos j\u00e1 estavam na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica e sul de      Fran\u00e7a, de Gibraltar para Toulouse cidade escolhida como a capital do Imp\u00e9rio      Visigodo. Na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, a unifica\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio visig\u00f3tico foi      assegurado quando a capital mudou-se para Toledo, muito mais ao sul, depois      de ceder a Andaluzia bizantinos (556).<\/p>\n<p><strong>Diversidade      do germ\u00e2nico reinos<\/strong><\/p>\n<p><strong>No      final do s\u00e9culo V, o Imp\u00e9rio Romano foi dividido em uma d\u00fazia de reinos germ\u00e2nicos:<\/strong>\u00a0Os      ostrogodos sendo instalado na It\u00e1lia e Montenegro e S\u00e9rvia, hoje, os visigodos      ocuparam a Espanha e sul da Fran\u00e7a, os francos tinham tomado o norte da Fran\u00e7a      e da Alemanha, os anglos e os sax\u00f5es haviam cruzado a Gr\u00e3-Bretanha, os burg\u00fandios      haviam invadido o centro de Fran\u00e7a (Borgonha, Sab\u00f3ia , Romandie atual), os      alamanos foram reprimidos em Helvetia, Suevos na Galiza e parte de Portugal,      enquanto os v\u00e2ndalos tinham conquistado a costa do norte da \u00c1frica e tinham      feito os mestres do Mar Mediterr\u00e2neo por ocupa\u00e7\u00e3o das Ilhas Baleares, C\u00f3rsega      e Sardenha. Todos esses imp\u00e9rios vai desmoronar rapidamente, exceto para o      imp\u00e9rio dos Francos (na Fran\u00e7a).<\/p>\n<p>O reino da Su\u00e1bia foi finalmente constru\u00edda em 585 do que o rei visigodo,      Leovigild, alcan\u00e7ando assim a unidade pol\u00edtica dos visigodos. Visigodos, sob      o reinado do rei visigodo Recaredo I, convertido ao catolicismo em 589 e misturado      com a Ibero-romanos, criando uma esp\u00e9cie de fus\u00e3o entre os invasores e os      povos conquistados. <\/p>\n<p>As invas\u00f5es germ\u00e2nicas teve o efeito de remo\u00e7\u00e3o de toda a administra\u00e7\u00e3o do      Estado romano. No entanto, a organiza\u00e7\u00e3o eclesi\u00e1stica consegue sem lutando      para manter, ela tinha sido adotada do quinto s\u00e9culo por Suevos e Visigodos.    <\/p>\n<p>A Igreja Crist\u00e3 tornou-se assim um importante instrumento de estabilidade      durante este per\u00edodo de germaniza\u00e7\u00e3o. Obviamente, as diferen\u00e7as de linguagem      espec\u00edficos para a Hispania acentuada com as invas\u00f5es germ\u00e2nicas.<\/p>\n<p><strong>A      forma\u00e7\u00e3o das l\u00ednguas rom\u00e2nicas<\/strong><\/p>\n<p>Os visigodos, como v\u00e1rios outros povos germ\u00e2nicos, n\u00e3o poderia impor sua      l\u00edngua, visig\u00f3tica, j\u00e1 bastante romanizada do s\u00e9culo V, e aprovou, em vez      de o vencido, uma l\u00edngua que n\u00e3o era o original em latim, porque ele j\u00e1 estava      muito mudado e n\u00e3o era latim, mas o romance, exceto no Pa\u00eds Basco, onde a      l\u00edngua basca pr\u00e9-indo-europeu, permaneceu protegida por montanhas. <\/p>\n<p>Com efeito, dado que as escolas ea administra\u00e7\u00e3o romana tinha desaparecido,      a popular perdeu sua consist\u00eancia e evoluiu de forma diferente em muitos reinos      germ\u00e2nicos. Por volta do ano 600, a popular n\u00e3o era mais falado na Pen\u00ednsula      Ib\u00e9rica, foi substitu\u00edda pela multiplicidade de l\u00ednguas rom\u00e2nicas. <\/p>\n<p>Na Galiza, a novela tinha adquirido as caracter\u00edsticas locais, o que levaria      ao desenvolvimento de uma forma de proto-Portugu\u00eas.<\/p>\n<p><strong>No      entanto, o latim escrito, com sua influ\u00eancias germ\u00e2nicas e rom\u00e2nicas, permaneceu      a l\u00edngua franca, lit\u00fargica e legal:<\/strong>\u00a0foi      o latim medieval, tamb\u00e9m conhecida como a &#8220;Igreja latina&#8221; ou &#8220;Igreja      latina&#8221; longe da Am\u00e9rica empregado pelo poeta cl\u00e1ssico Virg\u00edlio (s\u00e9culo      I aC).<\/p>\n<p>Obviamente, a l\u00edngua rom\u00e2nica de que o tempo estava fragmentado em uma multiplicidade      de l\u00ednguas diferentes. Mesmo se todos fossem do comum Latina, todos eles foram      fragmentados em um grande n\u00famero de l\u00ednguas mais ou menos diferentes regi\u00f5es.    <\/p>\n<p>Em todas as partes da antiga Imp\u00e9rio Romano do Ocidente, as tribos germ\u00e2nicas      (visigodos , suevos, francos, ostrogodos, etc.) constru\u00edram seus reinos, enquanto      a popular foi transformado de acordo com as regi\u00f5es, enquanto os povos ind\u00edgenas      estavam se desenvolvendo gradualmente suas linguagens espec\u00edficas. <\/p>\n<p>Assim apareceu in\u00fameras l\u00ednguas indo-europ\u00e9ias da Am\u00e9rica, as l\u00ednguas rom\u00e2nicas      . reinado visigodos durou um pouco mais de um s\u00e9culo, at\u00e9 a chegada dos mouros      na Hispania.<\/p>\n<p><strong>O      per\u00edodo \u00e1rabe-mu\u00e7ulmana (711-1492)<\/strong><\/p>\n<p>Depois      de entrar na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica em 414, como aliados do Imp\u00e9rio Romano, os      visigodos fundaram um reino com Toulouse como sua capital, e Toledo, ap\u00f3s      ter sido espancado pelas tropas de Cl\u00f3vis, rei dos francos na Batalha de Vouill\u00e9      em 507, os visigodos foram, ent\u00e3o, for\u00e7ados a deixar uma grande \u00e1rea dos Francos,      no sul da Fran\u00e7a. Em 575, os visigodos conquistaram o reino dos suevos localizado      no norte de Portugal e Galiza atual.<\/p>\n<p>Cerca      de dois s\u00e9culos depois, na Hisp\u00e2nia, os visigodos foram expulsos, por sua      vez pelos mouros em 711 desembarcou em Gibraltar. Esses conquistadores resolvido      primeiro no sul da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica n\u00e3o eram \u00e1rabes, mas berberes islamizados      de Marrocos e da Maurit\u00e2nia (da\u00ed o nome &#8220;mouros&#8221;), as tropas mouras      consistiu de Berber guerreiros enquanto apenas os l\u00edderes e oficiais eram      \u00e1rabes. Neste sentido, podemos falar de \u00e1rabe-mu\u00e7ulmano conquista. Ela vai      acabar em 1492 com a vit\u00f3ria das tropas de Fernando de Arag\u00e3o e Isabel de      Castela, em Granada sobre os mu\u00e7ulmanos liderados por Sultan Boabdil.<\/p>\n<p><strong>O      nascimento do reino Portugu\u00eas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ast\u00farias      tornou-se o Reino de Le\u00e3o, foram administradas de acordo com quatro subdivis\u00f5es:<\/strong>\u00a0Asturias,      Le\u00f3n, Galiza e Castela, cada um dirigido por um conde.<\/p>\n<p>Desde      1064, Fernando I, o Grande, rei de Castela, e seus sucessores, se comprometeu      a devolver todos os territ\u00f3rios ao sul do Douro, hoje, Portugal. Em 1095,      Henri de Bourgogne recebeu de seu padrasto, Afonso VI, Condado de Portugal      (Condado Portucalense), que teve o efeito de emancipar gradualmente a regi\u00e3o      da tutela de Castela.<\/p>\n<p>Pelo      Tratado de Zamora 1143, Afonso VII de Castela, sob press\u00e3o do Papa finalmente      reconheceu o reino de Portugal e Alfonso Rei I (1109-1185), tamb\u00e9m conhecido      sob o nome de &#8220;Afonso I Henriques&#8221; e, anteriormente, foi o t\u00edtulo      de Alphonse &#8220;princeps&#8221; (&#8220;pr\u00edncipe&#8221;).<\/p>\n<p>No      ano seguinte, Afonso I de Portugal reafirmou sua reivindica\u00e7\u00e3o para a parte      sul da Galiza. Rei Afonso VII de Castela declarou guerra a Portugal. Os dois      ex\u00e9rcitos se encontraram em Arcos de Valdevez, onde as fortunas de guerra      tinha que ser decidido em um torneio vencido pelos cavaleiros portugueses.<\/p>\n<p>Os      habitantes do concelho de Portugal (1095-1096) e mais tarde o Reino de Portugal      (1143), compartilhou a mesma l\u00edngua ou o Galego-Portugu\u00eas , com o Norte galegos      (Galiza). Em 1071, o Reino de Galicia foi incorporada ao reino de Le\u00e3o, mas      em 1128 Afonso I de Portugal, que governou de 1139-1185, Portugal fez o reino      independente da Galiza e Le\u00f3n.<\/p>\n<p>Em      1230, Leon e Galiza foram anexados \u00e0 coroa de Castela, que acabou por impor      castelhano como l\u00edngua oficial. Isso altera permanentemente a situa\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica      entre a Galiza e Portugal. Pol\u00edtica de separa\u00e7\u00e3o resultaria inevitavelmente      distinto evolu\u00e7\u00e3o ling\u00fc\u00edstica entre a Galiza e Portugal, enquanto o Portugu\u00eas      seria incorporar elementos do \u00e1rabe, o galego seria influenciado pela l\u00edngua      castelhana e Serra. Deve ser lembrado que a Galiza \u00e9 uma l\u00edngua rom\u00e2nica ,      depois latim, que deu origem ao Portugu\u00eas.<\/p>\n<p><strong>A      Reconquista Crist\u00e3<\/strong><\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00f5es da Galiza, Ast\u00farias, Castela, Navarra, Arag\u00e3o, de Le\u00e3o e Catalunha      nunca tinha desistido antes da ocupa\u00e7\u00e3o mourisca. Bols\u00f5es de resist\u00eancia foram      mantidas durante todo o norte da pen\u00ednsula. Lembre-se a batalha de Covadonga,      em 722, o que permitiu que a Pelayo rei das Ast\u00farias para o reino independente      dos mouros. <\/p>\n<p>Ast\u00farias, incluindo uma parte da Galiza, Cant\u00e1bria, Pa\u00eds Basco, formaram      o n\u00facleo inicial da Reconquista (&#8220;Reconquista&#8221;), o que permitiu      que os reinos crist\u00e3os da Espanha e de Portugal para empurrar os mouros no      sul Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica. <\/p>\n<p>Ca\u00e7a Mouros foi interpretada na \u00e9poca como uma cruzada para limpar a Pen\u00ednsula      Ib\u00e9rica. Em v\u00e1rias ocasi\u00f5es, os papas chamados cavaleiros europeus para participar      da cruzada na pen\u00ednsula, para lutar contra o Isl\u00e3 e salvar a cristandade.<\/p>\n<p><strong>Ordens      militares foram fundadas para esse fim:<\/strong>\u00a0a      Ordem de Calatrava, a Ordem de Aviz, Ordem de Santiago (Ordem de Saint-Jacques-de-Espada),      a Ordem de Ordem Monschau Alc\u00e1ntara, Ordem de S\u00e3o Jorge de Alfama, etc.<\/p>\n<p><strong>O      advento da linguagem Portugu\u00eas<\/strong><\/p>\n<p><strong>O Portugu\u00eas foi utilizado pela primeira vez em dois documentos:<\/strong>\u00a0Not\u00edcia      do Torto (Tors &#8220;observa\u00e7\u00e3o&#8221;), para 1211, e D. Testamento Afonso      II (&#8220;Testamento de D. Afonso II&#8221;), em 1214. &#8216;S pol\u00edtica de fronteiras      que \u00e9 fixada permanentemente entre Portugal e Galiza gradualmente produziu      os seus efeitos sobre a linguagem usada no oeste da pen\u00ednsula Ib\u00e9rica. Portugal      manteve-se mudo ra\u00edzes galegas e sofre influ\u00eancias diferentes de galego. <\/p>\n<p>Assim, enquanto o Norte da Galiza (galego-castelhano) come\u00e7ou a ser colonizado      pela Espanha e emprestado pesadamente para castelhano, galego Sul ( Galego-Portugu\u00eas      ) sofre bastante a influ\u00eancia da l\u00edngua \u00e1rabe. Se muitos mu\u00e7ulmanos emigraram      para escapar crist\u00e3os, a maioria deles teve que ficar parado.<\/p>\n<p><strong>Sul      de Portugal reuniu popula\u00e7\u00f5es muito diferentes:<\/strong>\u00a0os      crist\u00e3os do Norte e do Sul, mo\u00e7\u00e1rabe (Christian arabizados), mouros e judeus.      Com o tempo, essas popula\u00e7\u00f5es s\u00e3o culturas mistas e Galego-Portugu\u00eas e luso-mo\u00e7\u00e1rabe      ter derretido gradualmente. Mais tarde, quando a regi\u00e3o estava sob a dinastia      dos duques de Borgonha e da influ\u00eancia dos monges de Cluny (famosa abadia      francesa de Borgonha), Galego do Sul emprestou uma parte do seu vocabul\u00e1rio      franc\u00eas.<\/p>\n<p><strong>O      imp\u00e9rio colonial de Portugal<\/strong><\/p>\n<p>Em 1381, Portugal entrou em conflito com Castela, o pa\u00eds foi invadido pelos      castelhanos, com o apoio de uma parte da nobreza Portugu\u00eas. Foi alcan\u00e7ado      um acordo que prev\u00ea o casamento da Infanta Beatriz de Portugal, com Jo\u00e3o I      de Castela, que resultou no fim do reinado da Casa de Borgonha em Portugal.    <\/p>\n<p>Com a morte de D. Fernando I, em 1383, D. Jo\u00e3o I de Castela reivindicou a      uni\u00e3o das duas coroas (Portugal e Castela). Porque ele teve o apoio de alguns      da nobreza Portugu\u00eas, Castela estava em vigor para anexar Portugal, que se      rebelou imediatamente. Depois de algumas grandes batalhas, o Portugu\u00eas finalmente      derrotar os castelhanos.<\/p>\n<p>Depois      de muita delibera\u00e7\u00e3o, Jo\u00e3o I (1358-1433) foi eleito rei pelas Cortes de Portugal      em 1385. Foi a primeira vez que um rei foi eleito por uma assembl\u00e9ia em vez      de simplesmente reconhecida por hereditariedade natural. Jo\u00e3o I de Portugal      e foi o fundador da dinastia de Aviz, que governou Portugal at\u00e9 1578. Em 1431,      Portugal e Castela assinaram um tratado de paz reconhecendo a independ\u00eancia      do reino final de Portugal.<\/p>\n<p><strong>O      decl\u00ednio do Imp\u00e9rio Portugu\u00eas<\/strong><\/p>\n<p>No      entanto, Portugal seria pequeno demais para controlar um vasto imp\u00e9rio. O      decl\u00ednio do imp\u00e9rio colonial Portugu\u00eas era inevit\u00e1vel, dadas as limita\u00e7\u00f5es      demogr\u00e1ficas (apenas um milh\u00e3o de habitantes), geogr\u00e1fica (92,391 km \u00b2; Fran\u00e7a:      543 965 km \u00b2) e metr\u00f3pole econ\u00f4mica em compara\u00e7\u00e3o com a extens\u00e3o desproporcional      de seu imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>Em 4 de Agosto de 1578, o jovem rei de Portugal, Sebasti\u00e3o, que havia vencido      o Marrocos na cabe\u00e7a de um ex\u00e9rcito de cerca de 17.000 homens, desaparecidos      durante a &#8220;Batalha dos Tr\u00eas Reis&#8221;, que teve lugar perto da cidade      de Ksar el Kebir no norte de Marrocos. <\/p>\n<p>Os reis eram em causa, por um lado, o ex\u00e9rcito mu\u00e7ulmano marroquino Sultan      Abu Marwan Abd al-Malik, o caixa pilotos marroquina, artilheiros turcos e      mosqueteiros da Andaluzia (castelhano) e, por outro, o ex\u00e9rcito os chamados      &#8220;crist\u00e3os&#8221; por S\u00e9bastien controlada Eu e de seu aliado, o Sult\u00e3o      de Marrocos, Moulay Mohammed Abu Marwan arquivado por Abd al-Malik, incluindo      mercen\u00e1rios italianos, alem\u00e3es e flamengos. Por esta grande derrota, Portugal      perdeu n\u00e3o s\u00f3 a sua nobreza e do ex\u00e9rcito, mas tamb\u00e9m a sua independ\u00eancia      da Espanha e sua posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica a n\u00edvel mundial. 3<\/p>\n<p><strong>A      Rep\u00fablica Portugu\u00eas<\/strong><\/p>\n<p>Portugal teve um longo per\u00edodo de instabilidade pol\u00edtica a partir da segunda      d\u00e9cada do s\u00e9culo XIX. A m\u00e1 gest\u00e3o das finan\u00e7as p\u00fablicas agravou a situa\u00e7\u00e3o      e evitar que o pa\u00eds avan\u00e7ar. A monarquia foi derrubada por um golpe militar      e foi proclamada a Rep\u00fablica em 5 de Outubro de 1910. <\/p>\n<p>Mas a corrente permaneceu monarquista forte, o que levou a v\u00e1rias tentativas      de monarquia ou ditadura. Atacada pela Alemanha em suas col\u00f4nias africanas,      Portugal ficou do lado dos Aliados na Primeira Guerra Mundial, \u00e9 de mar\u00e7o      de 1916. <\/p>\n<p>Em 1926, um golpe militar derrubou o governo parlamentar para estabelecer      uma ditadura que iria durar por v\u00e1rias d\u00e9cadas. Enquanto isso, o ministro      das Finan\u00e7as (1928), Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar (1898-1970), estabeleceu      um regime de partido \u00fanico, a Uni\u00e3o Nacional (Uni\u00e3o Nacional), apoiado pelo      ex\u00e9rcito, a Igreja Cat\u00f3lica e por propriet\u00e1rios de terras. <\/p>\n<p>Este foi o in\u00edcio do Estado Novo (&#8220;Estado Novo&#8221;) por um plebiscito      proclamou 19 mar\u00e7o de 1933. Portanto, a nova Constitui\u00e7\u00e3o deu-lhe plenos poderes      e total controle do Estado, como Presidente do Conselho.<\/p>\n<h4>Localiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Portugal,      oficialmente designado como Rep\u00fablica Portuguesa (Em Franc\u00eas, Portugu\u00eas Rep\u00fablica),      \u00e9 um pa\u00eds de 92,391 km \u00b2 (Fran\u00e7a: 543 965 km \u00b2) delimitada a sul e oeste pelo      Oceano Atl\u00e2ntico, limitado a norte ea leste pela Espanha (504 748 km \u00b2), o      \u00fanico pa\u00eds com o qual Portugal partilha uma fronteira.<\/p>\n<p>Os A\u00e7ores ea Madeira s\u00e3o dois arquip\u00e9lagos no Oceano Atl\u00e2ntico e erigido      em &#8220;regi\u00f5es aut\u00f4nomas&#8221; desde 1976. O arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores est\u00e1      localizado cerca de 1500 km a oeste de Lisboa, e muito, a noroeste de Marrocos,      ea 3900 km da costa leste da Am\u00e9rica do Norte. <\/p>\n<p>Quanto ao arquip\u00e9lago da Madeira \u00e9 de 980 km de dist\u00e2ncia de Lisboa, a cerca      de 660 km da \u00c1frica e 400 km de Gran Canaria, nas Ilhas Can\u00e1rias, e 880 km      de Santa Maria, a ilha mais pr\u00f3xima A\u00e7ores.<\/p>\n<p>A      estrutura de divis\u00e3o administrativa de Portugal \u00e9 relativamente complexa.<\/p>\n<p><strong>Na      verdade, o pa\u00eds est\u00e1 dividido em v\u00e1rias regi\u00f5es (chamados Regi\u00e3o em Portugu\u00eas),      mas eles t\u00eam duas categorias:<\/strong>\u00a0<strong>aut\u00f4nomos      ilha duas regi\u00f5es aut\u00f4nomas (ilhas A\u00e7ores e Madeira ) e cinco administrativos      regi\u00f5es continentais :<\/strong><\/p>\n<p>1)      Regi\u00e3o Norte,\u00a0<br \/>\n     2) Regi\u00e3o Central,\u00a0<br \/>\n     3) \u00c1rea de Lisboa,\u00a0<br \/>\n     4) Alentejo\u00a0<br \/>\n     5) Algarve.<\/p>\n<p>No      entanto, essas \u00e1reas n\u00e3o foram inclu\u00eddas na Constitui\u00e7\u00e3o, eles pr\u00f3prios s\u00e3o      divididas em sub-regi\u00f5es e distritos.<\/p>\n<p><strong>N\u00f3s      tamb\u00e9m distinguir nomes tradicionais para designar regi\u00f5es:<\/strong>\u00a0Costa      Verde, Costa de Prata, Costa de Lisboa, plan\u00edcies, montanhas e no Algarve.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Portug43.jpg\" alt=\"Portugal\" title=\"Portugal\" \/><br \/>\n     Mapa de Portugal<\/strong><\/p>\n<p><strong>H\u00e1 18 distritos (&#8220;distritos&#8221;):<\/strong>\u00a0Aveiro,      Beja, Braga, Bragan\u00e7a, Castelo Branco, Coimbra, \u00c9vora, Faro (Algarve), a Guarda      Leiria Lisboa, Porto, Portalegre, Santar\u00e9m, Set\u00fabal Viana do Castelo Vila      Real e Viseu. <\/p>\n<p>Distritos cada um tem seu pr\u00f3prio capital e est\u00e1 dividido em Conselhos (&#8220;Cities&#8221;)      se subdividem em freguesias (&#8220;par\u00f3quia&#8221;). No entanto, os limites      das regi\u00f5es continentais n\u00e3o s\u00e3o exatamente sobreposto a esses distritos.      A capital de Portugal \u00e9 Lisboa (Lisboa).<\/p>\n<p>Finalmente, desde 1960, Portugal tem perdido todas as suas col\u00f4nias no exterior      em \u00c1frica (Mo\u00e7ambique, Angola, Guin\u00e9-Bissau, Cabo Verde, S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe).    <\/p>\n<p>Em 1975, n\u00f3s tamb\u00e9m sabemos que o Indon\u00e9sia tem simplesmente anexada pela      for\u00e7a em Timor Leste estava sob administra\u00e7\u00e3o Portugu\u00eas, tornou-se um Estado      independente, Timor Lorosae. Quanto ao pequeno enclave chin\u00eas de Macau (em      Portugu\u00eas Macau), a sua transfer\u00eancia para a China teve lugar em 20 de Dezembro      de 1999.<\/p>\n<p>Fonte: www.tlfq.ulaval.ca<\/p>\n<h6>Portugal<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>A\u00a0<strong>hist\u00f3ria      de Portugal<\/strong>\u00a0se      inicia nos primeiros s\u00e9culos da era crist\u00e3. Mesmo sendo parte da Ib\u00e9ria, a      revolta na Lusit\u00e2nia contra os romanos no s\u00e9culo II a.C. \u00e9 reividicada como      uma demonstra\u00e7\u00e3o de unidade nacional anterior \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da na\u00e7\u00e3o portuguesa.<\/p>\n<p>Entre      1095 e 1279, o Reino de Portugal estabelece as suas fronteiras continentais,      praticamente inalteradas at\u00e9 hoje. Depois deste per\u00edodo,a monarquia se consolida      mesmo com a resist\u00eancia do Reino de Castela.<\/p>\n<p>Localizado      entre a Espanha e o mar, Portugal se lan\u00e7a na aventura mar\u00edtima rumo \u00e0 conquista      de novas terras. Considerada uma das quatro quinas da Europa, junto com Inglaterra,      R\u00fassia e Turquia, os portugueses, naturalmente iniciaram sua epop\u00e9ia ao redor      do mundo.<\/p>\n<p>O      s\u00e9culo XV \u00e9 marcado pelas Cruzadas e descobertas mar\u00edtimas. Com as conquistas,      o pa\u00eds se torna um imp\u00e9rio de propor\u00e7\u00f5es mundiais. Este avan\u00e7o \u00e9 interrompido      com a fus\u00e3o pol\u00edtica com a Espanha de 1581 a 1640. Retomada a independ\u00eancia,      iniciam-se as reformas que desencadeam a transforma\u00e7\u00e3o do absolutismo em monarquia      constitucional em 1826. Na mesma d\u00e9cada o Brasil se torna independente de      Portugal.<\/p>\n<p>A      partir do s\u00e9culo XVII, Portugal perde o seu poderio dos s\u00e9culos anteriores.      O gigante terremoto de Lisboa em 1755 piorou ainda mais a situa\u00e7\u00e3o do p\u00e1is.      A ocupa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds pelas tropas de Napole\u00e3o e a fuga da fam\u00edlia real para      o Brasil \u00e9 um exemplo claro do poder perdido.<\/p>\n<p>A Rep\u00fablica implantada em 1910, dura at\u00e9 o golpe de estado de 1926. Na Primeira      Guerra Mundial, Portugal entra no conflito ao lado dos Aliados. O pa\u00eds sofre      uma grave crise no per\u00edodo de entreguerras, o que forneceu o surgimento do      &#8220;Estado Novo&#8221;, no mesmo per\u00edodo que governos fascistas dominavam      na Europa. <\/p>\n<p>Mesmo neutro na Segunda Guerra, Portugal era cortejado pelo Eixo, Salazar,      assim como Vargas, entrou no conflito b\u00e9lico ao lado dos Aliados apenas em      1945, quando a guera esta paticamente encerrada. No Guerra Fria, as ditaduras      ib\u00e9ricas eram toleradas pelos pa\u00edses ocidentais no combate ao bloco comunista.<\/p>\n<p>Mesmo      com a retirada de Salazar, a ditadura s\u00f3 termina em 25 de abril de 1974 com      o golpe militar que derrubou Marcello Caetano, A Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos. Ap\u00f3s      golpes e contra-golpes, a democracia se restabelece em Portugal, o pa\u00eds retoma      a via do desenvolvimento, impulsionado ainda pela ades\u00e3o \u00e0 Comunidade Econ\u00f3mica      Europ\u00e9ia (CEE) em 1986.<\/p>\n<p>As      col\u00f4nias africanas foram decisivas para o fim do regime salazarista. Apoiado      pela Igreja e pelo ultranacionalismo de um Portugal uno e indivis\u00edvel de Lisboa      ao Timor, o regime perdeu o apoio dos militares nas sucessivas guerras coloniais      e da popula\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s a queda do salazarismo, Angola, Mo\u00e7ambique, S\u00e3o Tom\u00e9      e Pr\u00edncipe e Guin\u00e9-Bissau declararam sua indep\u00eandencia.<\/p>\n<p>As      marcas da expans\u00e3o mar\u00edtima ainda persistem, o portugu\u00eas hoje \u00e9 uma das l\u00ednguas      mais faladas em todo o mundo. S\u00e3o cerca de 200 milh\u00f5es de lus\u00f3fonos em oito      pa\u00edses distribuidos por cinco continentes (Brasil, Portugal, Angola, Mo\u00e7ambique,      S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, Guin\u00e9-Bissau, Timor-Leste e Cabo Verde), al\u00e9m de Macau,      Goa, Dam\u00e3o e Diu.<\/p>\n<p>Mesmo      sendo um pa\u00eds pequeno e tendo uma popula\u00e7\u00e3o menor do que a da cidade de S\u00e3o      Paulo, Portugal tem uma hist\u00f3ria grande de um dos grandes imp\u00e9rios da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>O      pa\u00eds tem um alto \u00edndice de desenvolvimento humano (0.896), mesmo assim, tem      um dos menores desempenhos da Europa Ocidental. Portugal tem um desn\u00edvel em      rela\u00e7\u00e3o ao bloco em \u00edndices de desemprego, analfabetismo e PNB.<\/p>\n<p>Depois      de 48 anos de ditadura, Portugal consolida a sua democracia. A constitui\u00e7\u00e3o      de 1976 reestabele os direitos e deveres b\u00e1sicos do estado democr\u00e1tico com      um regime semipresidencialista. Enquanto o presidente, eleito por sufr\u00e1gio      universal, representa a rep\u00fablica e \u00e9 o Comandante Supremo das For\u00e7as Armadas,      o Primeiro-Ministro \u00e9 nomeado pelo Presidente da Rep\u00fablica de acordo com o      resultado das elei\u00e7\u00f5es para a Assembleia da Rep\u00fablica. Esta \u00e9 composta por      um m\u00ednimo de 230 deputados eleitos pela popula\u00e7\u00e3o com um mandato de 4 anos.      O sistema portugu\u00eas \u00e9 unicameral.<\/p>\n<p>Administra\u00e7\u00e3o      local portuguesa \u00e9 praticamente aut\u00f4noma. Exercida pelas autarquias locais,      munic\u00edpios e as freguesias. Elas tem um larga tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>Portugal      n\u00e3o tem mais col\u00f4nias mas permite autonomia \u00e0 A\u00e7ores e Madeira. Estas Regi\u00f5es      aut\u00f4nomas, separadas do continente, t\u00eam estatutos pol\u00edticos e administrativos      e \u00f3rg\u00e3os do Governo pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>Portugal foi um exemplo no combate \u00e0s ditaduras latinas nos anos 70. Depois      do 25 de abril, os pa\u00edses que viviam em regimes chamados democr\u00e1ticos viram      a esperan\u00e7a das ditaduras acabarem, mesmo que lentas, graduais e seguras para      seus impositores. <\/p>\n<p>Desde o fim da ditadura, o pa\u00eds melhora a qualidade de vida aos seus cidad\u00e3os,      mesmo enfrentando os problemas de imigra\u00e7\u00e3o ilegal, desemprego e pobreza,      Portugal hoje \u00e9 palco de grandes eventos, como a Exposi\u00e7\u00e3o Mundial em 1998      e, neste ano, o p\u00e1is sedia a primeira edi\u00e7\u00e3o europeia do Rock in rio e o Campeonato      Europeu de Sele\u00e7\u00f5es, maior evento futebol\u00edstico entre sele\u00e7\u00f5es depois da Copa      do Mundo.<\/p>\n<p>Portugal      \u00e9 a prova de que sem as ditaduras os pa\u00edses melhoram. Sem o salazarismo e      o franquismo, os pa\u00edses ib\u00e9ricos estariam em situa\u00e7\u00f5es melhores. O 25 de abril      trouxe experi\u00eancias negativas e frustra\u00e7\u00f5es, mas \u00e9 ineg\u00e1vel que se o salazarismo      estivesse perdurado at\u00e9 os dias de hoje a his\u00f3tia seria outra, felizmente      n\u00e3o foi.<\/p>\n<p>Fonte: www.duplipensar.net<\/p>\n<h6>Portugal<\/h6>\n<p><strong>PORTUGAL, TERRA DE MAR E DESCUBRIDORES<\/strong><\/p>\n<p><strong>Portugal<\/strong>\u00a0um pa\u00eds pequeno e imensamente belo      que ainda muitos viajantes t\u00eam por descobrir. E, sobre tudo o mar e a costa.      A influ\u00eancia do Atl\u00e2ntico domina suas terras n\u00e3o somente desde o ponto de      vista f\u00edsico, produzindo um clima temperado e est\u00e1vel, m\u00e1s tamb\u00e9m desde a      mentalidade das pessoas e da hist\u00f3ria. <\/p>\n<p>Os portugueses se v\u00eaem a si mesmo como um povo marinheiro e n\u00e3o se deve esquecer      que, navegante como Vasco da Gama, foi o que abriu a rota da descoberta de      \u00c1frica e o Novo Mundo.<\/p>\n<p>As      praias e o sol, s\u00e3o abundantes em suas terras peninsulares, se multiplicam      nos edens das Ilhas A\u00e7ores e Madeira, verdadeiros jardins flutuantes que estendem      seus encantos terra dentro.<\/p>\n<p>Mas\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0\u00e9 muito mais que mar      e praia. Seu passado colonial contribuiu para por em contato a suas pessoas      com elementos africanos e sul-americanos, como os &#8220;fados&#8221;, melanc\u00f3licas      can\u00e7\u00f5es caracter\u00edsticas de Lisboa e Coimbra, ou o estilo manuelino, arquitetura      barroca do &#8220;Descobrimento&#8221;, com influ\u00eancia \u00e1rabe e os quais que      tem como exemplo os edif\u00edcios mais not\u00e1veis do pa\u00eds. <\/p>\n<p>\u00c9 uma terra de cultura milen\u00e1ria povoada desde tempos imemoriais e com quase      nove s\u00e9culos de hist\u00f3ria como na\u00e7\u00e3o, constru\u00eddos sobre as pegadas que deixaram      durante seu passo por terras ib\u00e9ricas os celtas, fen\u00edcios, gregos, romanos      e \u00e1rabes, cujas marcas profundas formam parte da idiossincrasia. <\/p>\n<p>De norte a sul, \u00e0 cada passo, pode-se ter um encontro com o passado visitando      castelos, contemplando o trabalho realizado sobre pedras das catedrais, ou      a suntuosidade da madeira talhada, deleitando-se com a eleg\u00e2ncia cl\u00e1ssica      dos pal\u00e1cios ou com uma surpreendente viagem no tempo dentro de uma muralha      medieval.<\/p>\n<p>Muito      sol, cultura e arte a XXX raudais, mas tamb\u00e9m campo, montanha e zonas rurais.<\/p>\n<p><strong>De norte a sul, Portugal se vai mostrando com uma grande diversidade      de paisagens:\u00a0<\/strong>montanhas enigm\u00e1ticas e sinuosas, plan\u00edcies      douradas, campos soleados moteados de alcornoques e oliveiras, dunas atl\u00e1nticas      que destacam sobre as vastas extens\u00f5es de areia e coloridas praias cheias      de luz e do aroma do mar. Todo isso oferecido ao visitante, a variedade dos      m\u00faltiples contrastes que caracterizam esta pequena mas asombrosa bela na\u00e7\u00e3o.    <\/p>\n<p>De uma grande cidade, como Lisboa, cheia de todo o rebul\u00edcio socio-cultural      das grandes cidades de casta hist\u00f3rica, ao colorido das pitorescas aldeias      de pedra, pasando pela imensidade do mar e as coloridas barcas de Nazar\u00e9 at\u00e9      os caser\u00edos de um branco imaculado festoneados de azul e ocre, misturados      com roupas de cores vistosas que mant\u00e9m as tradi\u00e7\u00f5es centenarias.<\/p>\n<p>Toda      esta beleza est\u00e1 magistralmente mezclada com a simplicidade e a gentileza      de um povo que recebe ao viajante com os bra\u00e7os abertos.<\/p>\n<h4>Localiza\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica<\/h4>\n<p><strong>Portugal<\/strong>,      est\u00e1 situada ao extremo mais ocidental da Europa, ocupa a maior parte da fachada      atl\u00e2ntica da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica com uma superf\u00edcie continental de 88.500 quil\u00f4metros      quadrados. e uma \u00e1rea total de 91.676 km\u00b2. (incluidas as ilhas A\u00e7ores e Madeira).      A caracter\u00edstica forma retangular, t\u00eam uma longitude de norte a sul de 561      quil\u00f4metros e de leste a oeste 218 quil\u00f4metros.<\/p>\n<p><strong>Tem      fronteiras, s\u00f3 apenas com Espanha, e est\u00e3o determinadas por linhas artificiais      e v\u00e1rios cursos fluviais:<\/strong>\u00a0ao      norte, o rio Minho, ao oeste, os rios Douro, Tejo e o Guadiana, enquanto que      o Oceano Atl\u00e2ntico constitui o l\u00edmite ocidental e meridional.<\/p>\n<p>Fazendo      de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0um      dos &#8220;pequenos pa\u00edses&#8221; de Europa, porem, como exemplo e tendo em      conta sua superf\u00edcie insular, \u00e9 tr\u00eas vezes maior que B\u00e9lgica. O pa\u00eds est\u00e1      dividido administrativamente em 11 prov\u00edncias e 22 distritos, incluindo as      ilhas.<\/p>\n<p>Os      principais rios de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0s\u00e3o      Douro, Mondego, Guadiana e, sobre tudo, o Tejo, que corre desde o centro da      pen\u00ednsula at\u00e9 o Atl\u00e2ntico e em cuja desembocadura forma uma amplia estuario,      onde encontra-se a capital da na\u00e7\u00e3o, servindo de margem a dos zonas muito      diferentes.<\/p>\n<p>Ao      norte do Tejo predomina o verde, prateado e montanhoso. A meseta peninsular      descomp\u00f5e-se numa s\u00e9rie de mesetas, inclinadas para o oceano, separadas entre      s\u00ed por agudos rebordes e estreitos vales. Os picos est\u00e3o muito desgastadas      e n\u00e3o sobrepassam os 1.600 m. De altitude. \u00c9 na zona de rio Douro e de numerosas      serras, entre as quais encontra-se a de Estrela, onde se localiza o Malh\u00e3o      de Estrela, que com seu 1.991 m constitui o teto do Portugal continental.<\/p>\n<p>Ao      sul do Tejo o relevo \u00e9 mais suave e as altitudes poucas vezes superam os 400      m. \u00c9 terra de amplios horizontes e plan\u00edcies salpicados, excepcionalmente,      de algumas ondula\u00e7\u00f5es destacabos, entre elas, a Serra de S\u00e3o Mamede.<\/p>\n<p>A      maior montanha de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0\u00e9      insular e se sit\u00faa nas ilhas A\u00e7ores, onde o perfeito cone do vulc\u00e3o do Pico      chega aos 2.345 m. A Madeira, a pesar das reducidas dimens\u00f5es, possui um aspecto      abrupto que n\u00e3o conhecem as terras continentais, com altitudes m\u00e1ximas de      1.861 m.<\/p>\n<h4>Flora e Fauna<\/h4>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0entre os climas      atl\u00e1nticos e mediterr\u00e1neos explica a presen\u00e7a de duas \u00e1reas vegetais. A metade      setentrional do pa\u00eds, \u00e9 caracterizada por um belo e intenso verde, e a fachada      mar\u00edtima ocidental \u00e9 dom\u00ednio da vegeta\u00e7\u00e3o atl\u00e1ntica. <\/p>\n<p>Em alguns bosques de montanhas do nordeste dominam o carvalho albar ou carvalho,      avel\u00e3 e abedul, assim como brezos, arbustos e pedras. H\u00e1 tamb\u00e9m algumas variedades      de pinheiros, entre os que predomina o mar\u00edtimo, que atinge grande difus\u00e3o      entre as plan\u00edcies arenosas do litoral.<\/p>\n<p>A      vegeta\u00e7\u00e3o mediterr\u00e2nea, pouco frequente no norte, adquiere predominio quase      absoluto ao sul do Tejo. As manifesta\u00e7\u00f5es mais caracter\u00edsticas s\u00e3o a azinheira,      o sobreiro, o pinheiro manso \u00e9 uma grande variedade de arbustos e diversas      plantas arom\u00e1ticas (alecrim, tomillo, espliego, etc.). Esta vegeta\u00e7\u00e3o densa      e de baixo tamanho se da, sobre tudo, nas serras da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Perante      este h\u00e1bitat os animais que fazem parte desta fauna s\u00e3o os mam\u00edferos tipo      coelho, lebres e outros roedores. H\u00e1 uma grande variedade de p\u00e1ssaros e \u00e9      muito rica a fauna pisc\u00edcola nos rios do norte, onde abundam as trutas e salm\u00f5es.      Igualmente \u00e9 muito variada a fauna marinha costeira, em que se destacam a      sardinha e o at\u00fam.<\/p>\n<p>Nas A\u00e7ores, verdadeiro jard\u00edm flotante devido as brumas, podem-se encontrar      qauntidades de laurisilva, reliquias da floresta hidr\u00f3fila que cubria o arquip\u00e9lago      antes de ser habitado. Entre as muitas esp\u00e9cies ex\u00f3ticas introduzidas destacam      a criptomeria japonesa, a araucaria, as hortensias e azaleas. <\/p>\n<p>Uma grande qauntidade de flores selvagens e de esp\u00e9cies bot\u00e2nicas de pequeno      porte, muitas das cuais procedem da flora original. Os elementos mais atrativos      da fauna terrestre s\u00e3o as aves marinhas e diversos p\u00e1ssaros, entre eles o      &#8220;priolo&#8221;, esp\u00e9cie end\u00e9mica. <\/p>\n<p>Mas, igual que em Madeira, \u00e9 no mar onde encontra-se a verdadeira riqueza      faun\u00edstica, com centenas de esp\u00e9cies de moluscos, peixes e grandes mam\u00edferos      como o cachalote e o golfinho.<\/p>\n<p><strong>Em      Madeira, pelo seu clima menos \u00famido, crescem variedades de hortensias, hibiscus,      jacarand\u00e1s, orqu\u00eddeas e o emblema das ilhas:<\/strong>\u00a0os      &#8220;p\u00e1ssaros do para\u00edso&#8221;.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria de Portugal<\/h4>\n<p><strong>Portugal<\/strong>\u00a0\u00e9      um dos pa\u00edses mais antigos de Europa, com 9 s\u00e9culos de hist\u00f3ria como na\u00e7\u00e3o,      caracterizado por sua riqueza, complexidade e pela caracter\u00edstica peninsular      e mar\u00edtima.<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo Pr\u00e9-nacional<\/strong><\/p>\n<p>A      nacionalidade portuguesa n\u00e3o aparece at\u00e9 bem entrar a Idade Media. Antes s\u00e3o      poucas as particularidades que diferenciam a fachada ocidental da Pen\u00ednsula      Ib\u00e9rica do resto de culturas.<\/p>\n<p><strong>A finais do Neol\u00edtico \u00e9 quando aparece o primeiro foco cultural luso      com caracteres originais:<\/strong>\u00a0as constru\u00e7\u00f5es dolm\u00e9nicas,      antas mamites cromuleques. Um dos mais importantes \u00e9, sem d\u00favida, o de Herdade      de Almendres em \u00c9vora (Planicies). As pegadas rupestres mais importantes s\u00e3o      as das margens do Tejo em Fratel, Vila Velha de R\u00f4d\u00e3o (Montanhas). Na idades      do Bronze e do Ferro os celtas e \u00edberos aportaram uma cultura pastoril e agraria      a todo o territ\u00f3rio. <\/p>\n<p>No litoral, fenicios, gregos e cartaginenses fundaram f\u00e1bricas e exploraram      as minas do mediodia portugu\u00e9s. Desta epoca s\u00e3o conhecidos como Castros, antigas      popula\u00e7\u00f5es fortificados da \u00e9poca pre-romana, com que especial men\u00e7\u00e3o a Briteiros      e Sanfins, ambos na Costa Verde.<\/p>\n<p>A      primeira popula\u00e7\u00e3o que aparece com uma forte individualidade \u00e9 o lusitano,      extendido entre o Tejo meio e o Douro. Viv\u00edam nas serras e se dedicavam \u00e0      pecu\u00e1ria e faziam frequentes roubos aos povos agr\u00edcolas dos vales. Se extenderam      para o mar e a meseta, o que incitu aos romanos (siglo II a.C.) a emprender      a conquista da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Os territ\u00f3rios ao sul do Douro cayeram cedo, mas demoraram mais de um s\u00e9culo      em acabar com a resistencia ao norte do rio. Os lusitanos, segundo o historiador      romano Estrab\u00e3o, foram &#8220;o mais poderoso dos povos \u00edberos, o que mais      tempo resistiu aos ex\u00e9rcitos de Roma&#8221;. <\/p>\n<p>Foi 50 anos o que durou a resistencia, sempre dirigida por Viriato, quem      foi assassinado ap\u00f3s uma victoriosa campanha em 193 a.C. Dois anos depois      seus homens ser\u00edam finalmente submetidos pelas legiones do D\u00e9cimo Julho Bruto.<\/p>\n<p>A      integra\u00e7\u00e3o no imp\u00e9rio romano foi levada a cabo na maior parte por Julio C\u00e9sar,      que em 60 a.C. estabeleceu uma capital em Olisipo (Lisboa) e importantes col\u00f4nias      em Ebora (Evora), Scallabis (Santar\u00e9m) e Pax Julia (B\u00e9ja).<\/p>\n<p><strong>A      romaniza\u00e7\u00e3o acentuaria as diferen\u00e7as entre as duas regi\u00f5es principais:<\/strong>\u00a0nos      agrestes montes setentrionais seriam superficiais, enquanto que nas plan\u00edcies      e nos planaltos meridionais se enraizaria profundamente. Criaram grandes latif\u00fandios      e substitu\u00edram os cultivos tradicionais por oliveira, trigo, cevada e vinhas.<\/p>\n<p>Arquitetonicamente      n\u00e3o ficaram muitas lembran\u00e7as da \u00e9poca, salvo alguns monumentos isolados em      \u00c9vora e Coimbriga. O idioma &#8211; uma l\u00edngua latina -, as ca\u00e7adas e algumas pontes      que ainda est\u00e3o em uso s\u00e3o pegadas do dom\u00ednio romano<\/p>\n<p>At\u00e9 a invas\u00e3o mu\u00e7ulmana, a princ\u00edpios do s\u00e9culo VIII, foram os germanos quem      substituiu aos romanos. Os suevos dominaram ao norte do Tejo e no resto os      visigodos, que estabelecieram uma total hegemonia a finais do s\u00e9culo VI. <\/p>\n<p>Os suevos fixaram su aresid\u00eancia em Braga e em Portucale (Porto), e foram      convertidos ao cristianismo por S\u00e3o Mart\u00edm de Dumio. Os visigodos, muito romanizados,      acabaram por absorver o reino suevo em 585, e chegaram a controlar toda a      pen\u00ednsula. Reinando sempre desde Toledo, a marca visigoda n\u00e3o se sentiu t\u00e3o      forte em\u00a0<strong>Portugal<\/strong>. <\/p>\n<p>O seu centralismo e intolerancia religiosa (foram os primeiros em perseguir      os judeus), fizeram com que algumas fac\u00e7\u00f5es das que povoavam Portugal pedissem      ajuda aos mu\u00e7ulmanos do norte de Africa.<\/p>\n<p><strong>A      chegada dos mu\u00e7ulmanos sup\u00f4s uma nova diferen\u00e7a:<\/strong>\u00a0o      norte, menos influ\u00eanciado, permaneceu encerrado em s\u00ed mesmo; no sul floresceu      um per\u00edodo de alta civiliza\u00e7\u00e3o, de governantes sabios e tolerantes, poetas,      ge\u00f3grafos, historiadores, matem\u00e1ticos e fil\u00f3sofos. Os \u00e1rabes se assentaram      preferentemente na faixa mais meridional do territ\u00f3rio, ao qual denominaram      Al-Gharb (Algarve). Em torno \u00e0 capital, Shelb (Silves), em meados do s\u00e9culo      IX, surgiu um forte califato independente do de C\u00f3rdoba.<\/p>\n<p><strong>Dando      um grande desenvolvimento \u00e0 cultura e a economia do sul de Portugal:\u00a0<\/strong>aperfei\u00e7oaram      as t\u00e9cnicas de rego dos romanos, introduziram a rota\u00e7\u00e3o dos cultivos e plantaram      algod\u00e3o, arroz, laranjas e lim\u00f5es. estabelecieram fortes v\u00ednculos comerciais      com o norte de Africa, e a vida urbana experimentou um grande incremento,      de modo que Lisboa, Evora, Santar\u00e9m e Beja se transformaram em grandes cidades.<\/p>\n<h4>Forma\u00e7\u00e3o da Nacionalidade<\/h4>\n<p>A      Cristiandade reacionou perante o Islam e sorprendeu aos mu\u00e7ulmanos mais preocupados      pelos seus jardins e filosofias que por resguardar las fronteiras.<\/p>\n<p><strong>Mesmo      assim, a Reconquista, iniciada no s\u00e9culo VIII, foi longa e dura:<\/strong>\u00a0at\u00e9      1.249 n\u00e3o saiu os \u00faltimos \u00e1rabes de Faro.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XI, Portucale tinha a categoria de pa\u00eds, mas seus governantes eram      designados pelos reis de Le\u00f3n. As\u00ed, o rei Alfonso VI otorgu o trono do pa\u00eds      a su filha bastarda Teresa, cujo filho, Alfonso Henriques, seria quem atingeria      de fato independ\u00eancia desplazando a sua m\u00e3e do governo. <\/p>\n<p>Se dedicou a reconquistar os territ\u00f3rios do sul e se proclamou a ele mesmo      primeiro rei de Portugal, t\u00edtulo que renconheciu Alfonso VII de Castilha -Le\u00f3n      no Tratado de Zamora em 1143.<\/p>\n<p>Os      monarcas que o sucederam no trono se dedicaram a terminar a reconquista e      \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Assim Dom Dinis (1279-1325) fixou as fronteiras portuguesas      pelo Tratado de Alcanhices firmado com o rei Fernando IV de Castilha, fundou      a Universidade de Lisboa e criou a Ordem de Cristo para substituir do Temple.<\/p>\n<p>Fernando I morreu em (1383) sem filhos homens, e sua esposa Leonor nomea      rainha a sua filha Beatriz, casada com Jo\u00e3o I de Castilha. Mas a burguesia      lusa se op\u00f4s ao nombramento, queriam a entroniza\u00e7\u00e3o do Maestre de Av\u00eds, Jo\u00e3o,      irm\u00e3o n\u00e3o leg\u00edtimo de Fernando I. <\/p>\n<p>As tropas espanholas foram derrotadas em 1385 na Batalha de Aljubarrota,      o que sup\u00f4s a chegada da segunda dinast\u00eda, a de Av\u00eds, na frente de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>.      A ajuda dos ingleses na luta contra os espanh\u00f3is levaria a Jo\u00e3o I de Av\u00eds      a firmar o Tratado de Windsor em 1386, no que se firma uma alian\u00e7a que durar\u00e1      at\u00e9 o s\u00e9culo XX.<\/p>\n<h4>\u00c9poca de Descobrimentos<\/h4>\n<p>Firmada      a paz definitiva com Castilha em 1411, Jo\u00e3o I da come\u00e7o \u00e0 expans\u00e3o mar\u00edtima      de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>,      que chegaria a ser realmente importante quando faz sua apari\u00e7\u00e3o o Princ\u00edpe      Dom Enrique &#8220;O Navegante&#8221;. O Pr\u00edncipe inverteria os recursos da      Ordem de Cristo em financiar os estudios mar\u00edtimos, fundando uma escola de      Cosmografia em Sagres.<\/p>\n<p>Assim,      em 1419 e 1427 se descobriram Madeira e as A\u00e7ores, e exploraram Cabo Verde      e a costa ocidental de Africa at\u00e9 Serra Leona.<\/p>\n<p>Depois      de um pequeno intervalo, a expans\u00e3o em ultramar retomaria nova for\u00e7a com os      reinados de Jo\u00e3o II, Manuel I e Jo\u00e3o III. Nesta \u00e9poca Vasco da Gama chega      a \u00cdndia<\/p>\n<p>(1447),      abrindo uma importante rota comercial e Pedro Alvarez Cabral chega em Brasil      em (1500). Como conseq\u00fc\u00eancia, os portugueses aumentam tanto o poder comercial      que se converte em na primeira pot\u00eancia internacional, com lugares estrat\u00e9gicos      ao longo de milhares de quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>Em 1494, o Tratado de Tordesillas estabelece o reparto dos territ\u00f3rios descobertos      entre as duas pot\u00eancias ib\u00e9ricas. Colocou-se uma linha imaginaria ao oeste      das ilhas de Cabo Verde que deixava em poder luso toda \u00c1frica, Oriente e o      Brasil, que seria &#8220;descoberto&#8221; seis anos mais tarde. <\/p>\n<p>A mediados do s\u00e9culo XVI os portugueses dominavam o com\u00e9rcio internacional.      Tinham estabelecido postos estrat\u00e9gicos em Goa, Malaca e Macao, e aos ingressos      pelo com\u00e9rcio de especiarias se somavam os do crescente tr\u00e1fico de escravos      entre \u00c1frica ocidental, Europa e Brasil.<\/p>\n<p>Men\u00e7\u00e3o      especial vale o reinado de Manuel I (1495-1521), com ele chega o m\u00e1ximo esplendor      desta etapa da hist\u00f3ria portuguesa. A monarquia converte-se numa das mais      ricas de Europa, que dentro do pa\u00eds cobra express\u00e3o na exuber\u00e2ncia da arquitetura      manuelina, cuja obra-mestra \u00e9 o Mosteiro dos Jeronimos de Lisboa.<\/p>\n<p>M\u00e1s      pouco depois come\u00e7a a decad\u00eancia das monarquias imperiais portuguesas. As      finan\u00e7as dos lusos as levavam geralmente os judeus, que nunca foram t\u00e3o mal      vistos como no resto do pa\u00edses crist\u00e3os. Mesmo assim, e a seu pesar, Manuel      I teve que ordenar a expuls\u00e3o dos mesmos devido a press\u00f5es internas, de Espanha      e da Igreja, o que suponha o princ\u00edpio do fim do esplendor lusitano.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o      III foi sucedido p\u00f4r Dom Sebasti\u00e3o (1557-1578) que, empenhado numa perigosa      cruzada no norte de \u00c1frica, \u00e9 derrotado e morre na Batalha de Alcazarquivir,      ent\u00e3o a coroa vai para tio, o Cardeal Dom Enrique.<\/p>\n<h4>Da Uni\u00e3o Espanhola \u00e0 Rep\u00fablica<\/h4>\n<p>Ao morrer Dom Enrique, Felipe II, que aspirava \u00e0 coroa p\u00f4r ser neto de Manuel      I, soube ganhar \u00e0 maioria da nobreza portuguesa. Em 1581 Felipe II, rei de      Espanha, foi reconhecido pelas Cortes de Tomar como Felipe I de Portugal.      Era a terceira dinastia. <\/p>\n<p>O dom\u00ednio espanhol foi curto, 50 anos, mas suficiente para provocar o recelo      de todas as outras grandes col\u00f4nias incluindo sua tradicional aliada, Inglaterra,      com a conseguinte perca de uma important\u00edssima parte do com\u00e9rcio que jamais      se recuMasu.<\/p>\n<p>Seguiram      a Felipe II, Felipe III e Felipe IV. Com este \u00faltimo se acentuou o nacionalismo      luso devido \u00e0s pol\u00edticas centralistas, e em 1640 uma subleva\u00e7\u00e3o expulsou \u00e0      Vice Rainha de Portugal e proclamou como rei ao Duque de Bragan\u00e7a com o nome      de Jo\u00e3o IV, cuja coroa ficou assegurada pela prote\u00e7\u00e3o que foi dada p\u00f4r Inglaterra,      Fran\u00e7a e Holanda.<\/p>\n<p>A      alian\u00e7a com os ingleses se confirmou com o matrimonio, em 1640, de Catarina      de Bragan\u00e7a com Carlos II de Inglaterra.<\/p>\n<p>A riqueza que proporcionou \u00e0 coroa a descoberta de jazidas de ouro e diamantes      em Brasil foi em grande parte dilapidada pela megalomania de Jo\u00e3o V, que subiu      ao trono em 1706 e come\u00e7ou imensas obras, como a do convento de Mafra, que      consumiu grandes quantidades de recursos. <\/p>\n<p>Para fomentar o com\u00e9rcio com Inglaterra, firmou um desastroso acordo que      aniquilou com a florescente industria t\u00eaxtil portuguesa, ao admitir a importa\u00e7\u00e3o      dos artigos ingleses, muito mais baratos. Foi sucedido p\u00f4r seu filho, o ap\u00e1tico      Jos\u00e9 I.<\/p>\n<p>Em 1755 se produziu um tremor que destruiu Lisboa, e o encarregado de reconstrui-la      foi o Marqu\u00eas de Pombal, primeiro ministro de Jos\u00e9 I, que aplicou duramente      as id\u00e9ias do despotismo ilustrado, expulsou aos jesu\u00edtas, reprimiu duramente      as pretens\u00f5es da nobreza e fomentou o desenvolvimento econ\u00f4mico. <\/p>\n<p>N\u00e3o contou sempre com o apoio da aristocracia, mas astuto e manipulador,      soube imponer sua pol\u00edtica. Caiu finalmente em desgra\u00e7a, mas suas reformas      permaneceram.<\/p>\n<p><strong>Posteriormente, Portugal teve que enfrentar-se \u00e0 invas\u00f5es napole\u00f4nicas      entre 1807 e 1811, estancando assim os avan\u00e7os propostos pelo Marqu\u00eas de Pombal:<\/strong>\u00a0o      monarca, Jos\u00e9 VI, fugiu a Brasil com seus tesouros, ficando a guerra contra      os franceses em m\u00e3os dos generais brit\u00e2nicos Beresford e Wellington. <\/p>\n<p>Enquanto, Brasil se declarava reino independente, o que tecnicamente convertia      Brasil em metr\u00f3poles e Portugal em metade col\u00f4nia brasileira, metade protetora      de Inglaterra.<\/p>\n<p>Neste tempo, a \u00fanica institui\u00e7\u00e3o que permanecia m\u00e1s ou menos intacta em\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0era      o ex\u00e9rcito. Assim, durante a aus\u00eancia real, um grupo de militares come\u00e7aram      a escrever uma nova Constitui\u00e7\u00e3o inspirada nos c\u00e2mbios liberais de Espanha      e Europa. <\/p>\n<p>Ao regressar, o rei se viu obrigado a firma-la. Sua esposa, a rainha Carlota,      e seu filho menor, Miguel, se negaram a reconhecer os avan\u00e7os liberais da      nova Constitui\u00e7\u00e3o (sufr\u00e1gio universal masculino, aboli\u00e7\u00e3o dos privil\u00e9gios      da igreja e da nobreza), dando lugar a uma for\u00e7a reacion\u00e1ria com grande arraigo      nas zonas rurais que marcariam a pol\u00edtica dos anos seguintes.<\/p>\n<p>Ao morrer Jo\u00e3o VI, em 1826, o pr\u00edncipe Pedro abdicou a sua filha Maria e      nomeou regente a Miguel com a condi\u00e7\u00e3o de que jurasse uma nova carta reeditada      p\u00f4r ele, menos liberal que a constitui\u00e7\u00e3o anterior. Miguel aceitou, mas posteriormente      a derrogou e voltou a suas convic\u00e7\u00f5es absolutistas. <\/p>\n<p>Contou com o apoio do campo portugu\u00eas, mas n\u00e3o das pot\u00eancias, Fran\u00e7a e Espanha,      que apoiaram aos rebeldes liberais, que acabaram devolvendo o trono a Pedro      IV.<\/p>\n<p>O      resto dos governos do s\u00e9culo XIX esteve marcado pelas constantes disputas      entre os partid\u00e1rios da constitui\u00e7\u00e3o e os que queriam a liberal de 1822. Em      1846 a situa\u00e7\u00e3o se agravou at\u00e9 o ponto de desembocar numa guerra civil entre      Maria, que apoiava a carta de seu pai, e os constitucionalistas radicais.      As pot\u00eancias estrangeiras tiveram de impor a paz, mediante a Conven\u00e7\u00e3o de      Gramido, em 1847.<\/p>\n<p>A      segunda metade do s\u00e9culo conheceu certa estabilidade gra\u00e7as a um sistema bipartid\u00e1rio,      mas a coroa se encontrava quase em bancarrota e o republicanismo cobrava for\u00e7a,      sobre tudo no ex\u00e9rcito e nas classes urbanas mais desfavorecidas. O rei Carlos      I e seu primog\u00eanito foram assassinados p\u00f4r exaltados republicanos em 1908      e em 1910 a monarquia era abolida p\u00f4r uma subleva\u00e7\u00e3o militar.<\/p>\n<p><strong>S\u00e9culo XX<\/strong><\/p>\n<p>Em      1911 os republicanos triunfaram nas elei\u00e7\u00f5es para a C\u00e2mara de Deputados e      a fam\u00edlia real teve de sair para o ex\u00edlio. Assim se formou o Governo provisional      da Primeira Rep\u00fablica, cujo primeiro presidente oficial foi Manuel Arriaga.<\/p>\n<p>Mas a implanta\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica n\u00e3o trairia a estabilidade pol\u00edtica consigo.      O governo esteve consumido a maior parte do tempo em caos devido a imposi\u00e7\u00e3o      ditatorial de Afonso Costa, o l\u00edder do predominante Partido Democr\u00e1tico, que      n\u00e3o duvidou em manipular as elei\u00e7\u00f5es sucessivas para manter-se no cargo. <\/p>\n<p>A burocracia herdada dos tempos mon\u00e1rquicos, corrupta e ineficaz, se veia      incapaz de levar a cabo as a\u00e7\u00f5es de governo que se requeriam, com o que os      militares iam assumindo cada vez maiores cargos. <\/p>\n<p>Dado que nem o presidente nem o primeiro ministro tinham autoridade para      dissolver o parlamento, o levantamento militar &#8211; como na vizinha Espanha-      se imp\u00f5e como m\u00e9todo para troca de governo, dos que tiveram 45 entre 1910      e 1926.<\/p>\n<p>No      \u00faltimo de eles -1926- o poder \u00e9 assumido p\u00f4r um militar cat\u00f3lico e mon\u00e1rquico,      o geral Carmona, que suprimiu a constitui\u00e7\u00e3o republicana, e perante a d\u00favida      de como o povo receberia a restaura\u00e7\u00e3o da monarquia, convocou em 1928 elei\u00e7\u00f5es      nas que se apresentava como candidato \u00fanico. esse mesmo ano ascendia a Ministro      de Fazenda um professor de economia da Universidade de Coimbra, o Dr. Salazar,      que assumiu o controle dos ingressos de todos os minist\u00e9rios. Suas estritas      pol\u00edticas monet\u00e1rias produziram uma imediata e palp\u00e1vel melhora da economia      portuguesa que foi relevado ao posto de primeiro ministro em 1932, cargo que      ocupo at\u00e9 1968.<\/p>\n<p><strong>Salazar      nunca adotou planteamentos ideol\u00f3gicos que pudessem ser considerados como      fascistas, mas seus m\u00e9todos sem foram:<\/strong>\u00a0os      membros do parlamento eram elegidos de um partido \u00fanico, uni\u00e3o Nacional; os      &#8220;sindicatos&#8221; eram dirigidos pelos pr\u00f3prios empres\u00e1rios; a educa\u00e7\u00e3o,      estritamente controlada pelo estado, fomentava a religi\u00e3o cat\u00f3lica; a censura      era absoluta e at\u00e9 contava com uma policia pol\u00edtica, a PIDE, controlada pela      Gestapo.<\/p>\n<p>Na      pol\u00edtico, Salazar logrou criar a infra-estrutura de uma economia moderna,      mas os benef\u00edcios de esta n\u00e3o chegaram a atingir \u00e0 maioria dos portugueses,      e o campo ficou em grande medida abandonado.<\/p>\n<p><strong>O descontento popular era generalizado, mas n\u00e3o muito forte, e a      ca\u00edda do chamado Novo Estado portugu\u00eas veio marcada sobre tudo p\u00f4r fatores      ex\u00f3genos:\u00a0<\/strong>em seu imperialismo veemente, Salazar manteve      custosas guerras coloniais fazendo com que ganhasse a repulsa internacional.    <\/p>\n<p>Por outro lado, as for\u00e7as militares destacadas nas col\u00f4nias africanas come\u00e7aram      a concientizar da injusti\u00e7a que se estava cometendo e da necessidade de um      cambio.<\/p>\n<p>Salazar foi sucedido por Marcelo Caetano, que trato de prolongar o regime      fazendo certas concess\u00f5es \u00e0 democratiza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. O descontento dos militares      crescia, dando lugar ao revolucion\u00e1rio Movimento das For\u00e7as Armadas (MFA).    <\/p>\n<p>Assim, em 25 de Abril de 1974, o comandante Otelo Saraiva de Carvalho liderou      um golpe militar incruento, dando passo \u00e0 que se chamou Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravo.<\/p>\n<p>Se      sucederam tempos de extremada agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica nos que os diferentes rg\u00e3os      pol\u00edticos -partidos, militares, sindicatos, igreja- tratavam de dilucidar      qual devia ser o futuro de um pa\u00eds que acabava de sair de uma ditadura de      mais de 40 anos. As elei\u00e7\u00f5es do ver\u00e3o de 1975 terminou com a vit\u00f3ria do Partido      Socialista de M\u00e1rio Soares que, gra\u00e7as ao apoio social-democr\u00e1ta e \u00e0 estabilidade      que representou a presid\u00eancia do coronel Eanes, conseguiu iniciar o processo      de consolida\u00e7\u00e3o da democracia, que chegou at\u00e9 nossos dias.<\/p>\n<p><strong>\u00c9      neste per\u00edodo de revoltas e trocas, desde os 60 at\u00e9 a chegada das liberdades,      quando se produziu a perca das muitas col\u00f4nias que ainda conservava o pa\u00eds,      sobre tudo em \u00c1frica:<\/strong>\u00a0Guinea      Bissau, Mozambique, Cabo Verde, Angola, etc.<\/p>\n<p>Desde      ent\u00e3o at\u00e9 hoje\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0tem-se      convertido numa firme democracia ocidental atrav\u00e9s dos governos M\u00e1rio Soares      e do social-democr\u00e1ta Anibal Cavaco Silva. Em janeiro de 1986, Soares substituiu      a Eanes na Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, convertendo-se no primeiro presidente      civil em 60 anos. Pouco a poucose foi reduzindo a infla\u00e7\u00e3o, aumentando a taxa      de crescimento e diminuindo o paro. \u00c9 ent\u00e3o quando se consegue a entrada na      Comunidade Europ\u00e9ia, o que sup\u00f5e a aposta definitiva para a moderniza\u00e7\u00e3o e      a j\u00e1 duradoura estabilidade.<\/p>\n<h4>Arte e Cultura de Portugal<\/h4>\n<p><strong>Per\u00edodo Cl\u00e1ssico<\/strong><\/p>\n<p>Desde      a pr\u00e9- hist\u00f3ria t\u00eam chegado a nossos dias importantes pegadas rupestres, como      as da beira do Tejo em Fratel, Vila Velha de R\u00f3dao (Montanhas). Da Idade de      Ferro s\u00e3o as fabulosas pe\u00e7as celtas que encontram-se no Museu Arqueol\u00f3gico      de Lisboa. Da \u00e9poca pr\u00e9-romana destaca-se os &#8220;Castros&#8221;, antigas      popula\u00e7\u00f5es fortificados celtas e, posteriormente romanos.<\/p>\n<p>Da      ocupa\u00e7\u00e3o romana, que se integra sobre tudo no sul, nos chegam, entre outros      muitos, os importantes restos do Templo de \u00c9vora (Plan\u00edcies), as ru\u00ednas de      Milreu, cuja cole\u00e7\u00e3o de objetos est\u00e1 exposta no Museu Pr\u00edncipe Dom Henrique      em Faro (Algarve), o criptop\u00f3rtico do Museu Machado de Castro (Coimbra) e      o emprazamento romano de Conimbriga (Costa de Prata).<\/p>\n<p>A      invas\u00e3o mu\u00e7ulmana, embora extensa, deixou, mais que obras concretas, influ\u00eancias      estil\u00edsticas que chegaram at\u00e9 nossos dias (azulejos, estilo manuelino, etc.).      Os primeiros observadores de arte crist\u00e3 chegaram com os suevos e visigodos.<\/p>\n<p><strong>Da Idade Media ao Manuelismo<\/strong><\/p>\n<p>A Idade Media, rom\u00e2nica e g\u00f3tica, muito francesa em sua inspira\u00e7\u00e3o experimentou      influ\u00eancias santongenses, auverhenses, languedosianas, e posteriormente dos      cistercienses. O rom\u00e2nico se da sobre tudo no norte (Montanhas). <\/p>\n<p>Desta \u00e9poca encontramos a Catedral de Coimbra e a de Lisboa, ambas com caracter\u00edsticas      de fortaleza medieval. Tamb\u00e9m o mosteiro de Alcobaca (Costa de Prata), que      com sua planta quadrada cisterciense \u00e9 um dos monumentos g\u00f3ticos mais importantes.    <\/p>\n<p>Junta a ele, o mosteiro de Santa Maria da Vit\u00f3ria em Batalha (Costa de Prata),      cujo estilo g\u00f3tico termina p\u00f4r render-se ao incipiente Manuelino. estes dois      \u00faltimos s\u00e3o reconhecidos pela UNESCO como patrim\u00f4nio mundial da Humanidade.<\/p>\n<p>Men\u00e7\u00e3o especial vale o Castelo de S\u00e3o Jorge. Seu nome vem da \u00e9poca de Jo\u00e3o      I (s\u00e9culo XIV), mas antes de isto era conhecido como o Castelo de Lisboa.      Cada monarca foi trocando e acomodando a seu gosto, mas n\u00e3o se sabe com certeza      quando apareceu esta fortaleza. <\/p>\n<p>Outras edifica\u00e7\u00f5es medievais, a maioria com car\u00e1ter de fortaleza, importantes      s\u00e3o o Castelo e muralhas de \u00d3bidos (Costa da Prata), Marv\u00e3o e Monsaraz (Plan\u00edcies),      Belmonte (Montanhas) e M\u00e9rtola, centro de investiga\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a \u00e1rabe.<\/p>\n<p>O Manuelino \u00e9 o estilo portugu\u00eas p\u00f4r excel\u00eancia, que atravessa as fronteiras      para Brasil. Sua denomina\u00e7\u00e3o procede do rei Manuel o Afortunado (1495-1521).      O arquiteto franc\u00eas Boytac foi quem o iniciou na igreja de Set\u00fabal, pondo      colunas acanaladas em lugar dos r\u00edgidos pilares g\u00f3ticos. <\/p>\n<p>Nele se observa claramente a influ\u00eancia dos &#8220;Descobrimentos&#8221;, reproduzindo      com todo luxo de detalhes centos de motivos sobre o tema e chegando ao del\u00edrio      escult\u00f3rico. N\u00e3o afeta \u00e0s estruturas cl\u00e1ssicas, sen\u00e3o que pretende enobrece-las      dando -las um novo aspecto.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      do mosteiro de Santa Maria da Vit\u00f3ria em Batalha e a igreja de Set\u00fabal, aparecem,      dignos de qualquer mirada, a famosa janela do Convento de Cristo em Tomar      (Costa da Prata), o grande mosteiro dos Jer\u00f3nimos em Lisboa, a Torre de Bel\u00e9m      e, combinado com os conhecidos azulejos, o Pal\u00e1cio Nacional de Sintra, cidade      monumental por excel\u00eancia (Costa de Lisboa). Sua influ\u00eancia chegaria a todo      o pa\u00eds, inclu\u00eddas as A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n<p>Outra men\u00e7\u00e3o especial vale uma tradi\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica lusa que aparece na      Idade Media, os azulejos. De diversas cores e, ainda alguns, pintados a m\u00e3o,      uns mostram motivos ornamentais e outros reproduzem epis\u00f3dios, hist\u00f3rias ou      a vida de santos. <\/p>\n<p>Foram utilizados em arquiteturas e decora\u00e7\u00f5es desde o medieval at\u00e9 nossos      dias, passando por todos os estilos, s\u00e3o de clara influ\u00eancia \u00e1rabe. Como exemplo,      \u00e9 interessante visitar o Museu Nacional do Azulejo, que encontra-se nos claustros      da magn\u00edfica igreja de Madre de Deus, em Lisboa.<\/p>\n<p><strong>O Barroco<\/strong><\/p>\n<p>O      Renascimento luso est\u00e1 muito influenciado pela insist\u00eancia da exuber\u00e2ncia      manuelina. Existem formosas igrejas renascentistas como a Capela de Concei\u00e7\u00e3o      de Tomar (Costa de Prata), ou mineiristas como a Igreja de S\u00e3o Vicente de      Flora (Lisboa).<\/p>\n<p>Mas o estilo predominante em todo o pa\u00eds, inclusive nas ilhas, \u00e9 o barroco      e sua transi\u00e7\u00e3o ao rococ\u00f3. O s\u00edmbolo do barroco \u00e9 Mafra (Costa de Lisboa),      onde se associa a ostenta\u00e7\u00e3o do pal\u00e1cio e do convento. <\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel n\u00e3o sucumbir perfei\u00e7\u00e3o dos altares de prata, as esculturas,      os originais pain\u00e9is de azulejos e os objetos de talha dourada, de onde sobressai      o altar maior da igreja de S\u00e3o Bento da Vitoria, em Porto. <\/p>\n<p>Outras obras barrocas s\u00e3o o Bom Jesus de Braga (Costa Verde) &#8211; na regi\u00e3o      de maior densidade de monumentos religiosos -, o Pal\u00e1cio da Bolsa em Porto,      o Pal\u00e1cio da Vila (Sintra), as igrejas dos Cl\u00e9rigos ou de S\u00e3o Francisco em      Porto e o Pal\u00e1cio de Queluz (Lisboa), que com seus formosos jardins e habita\u00e7\u00f5es      pode ser considerado como um dos melhores exemplos europeus do rococ\u00f3. S\u00e3o      inumer\u00e1veis os pal\u00e1cios e obras religiosas deste estilo.<\/p>\n<p>Para      os amantes da arte,\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0oferece      uma longa lista de museus nacionais, regionais e funda\u00e7\u00f5es, abarcando desde      n\u00facleos arqueol\u00f3gicos at\u00e9 centros de patrim\u00f4nio industrial de nossos dias,      nos que se mostram n\u00e3o s\u00f3 a hist\u00f3ria e a arte local, sen\u00e3o tamb\u00e9m a inspira\u00e7\u00e3o      art\u00edstica lusa nascida como conseq\u00fc\u00eancia dos freq\u00fcentes contatos com outros      povos. Ademais, neles encontramos a vers\u00e3o pict\u00f3rica e escult\u00f3rica de todas      as tend\u00eancias desenvolvidas, e inclusive mostras da arte dos azulejos.<\/p>\n<p><strong>M\u00fasica e Touros<\/strong><\/p>\n<p>Para      fechar o apartado art\u00edstico \u00e9 necess\u00e1rio fazer men\u00e7\u00e3o da m\u00fasica, em sua vertente      mais popular, o Fado. Sem ele seria dif\u00edcil compreender a forma de ser e sentir      do povo portugu\u00eas, quest\u00e3o que constitui uma das miss\u00f5es fundamentais da arte.      \u00c9 o reflexo de pessoas lutadoras e apaixonadas, que expressam os maus momentos      vividos com o canto.<\/p>\n<p>Sua      origem se remonta -comentam- \u00e0s can\u00e7\u00f5es dos escravos africanos, embora dado      o intenso interc\u00e2mbio de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0com      outras culturas atrav\u00e9s do mar, as influ\u00eancias se multiplicam. Tr\u00e1s a perca      do imp\u00e9rio ap\u00f3s a revolu\u00e7\u00e3o dos clavais, e de algum modo refor\u00e7ando o estereotipo,      o fado veio representar o sentimento de frustra\u00e7\u00e3o e fatalismo que segundo      eles mesmos define aos portugueses.<\/p>\n<p><strong>Existem      basicamente dos vers\u00f5es de fados:<\/strong>\u00a0o      que se escuta nos bairros lisboetas de Mouraria e Alfama, e que t\u00eam um alto      conte\u00fado pessoal e sentimental; e da zona de Coimbra, mais did\u00e1tica, como      foi imposto pelo passado universit\u00e1rio da cidade.<\/p>\n<p>A      cantante de fados mais conhecida \u00e9 sem d\u00favida Am\u00e1lia Rodrigues, que \u00e9 relativamente      f\u00e1cil escutar em algum de seus numerosos recitais em Lisboa. Tamb\u00e9m atua freq\u00fcentemente      em Espanha, especialmente em Huelva e Sevilha. Outras grandes figuras tradicionais      s\u00e3o Alberto Prado, Jos\u00e9 de Camara, Castro Rodrigo e Jos\u00e9 Afonso.<\/p>\n<p>A      ele pode-se considerar sem nenhum g\u00eanero de d\u00favidas o pai da m\u00fasica popular      moderna portuguesa. Uma viagem de estudante por Angola mostrou a verdade do      assunto colonial portugu\u00eas, influindo notavelmente na consci\u00eancia social que      acabaria denotando suas composi\u00e7\u00f5es. Seus primeiros discos foram cole\u00e7\u00f5es      de fados compostas com Luis G\u00f3is, mas a partir dos sessenta quando come\u00e7ou      a compor letras consideradas subversivas pelo regime de Salazar, pelo que      foi censurado e a muitas vezes perseguido pela policia secreta do ditador.      Ele dedicou grande parte de sua vida contra o fascismo atrav\u00e9s da can\u00e7\u00e3o e      a a\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>Depois      da revolu\u00e7\u00e3o seguiu compondo, tanto can\u00e7\u00f5es como m\u00fasica para cinema e teatro,      e chegou a editar mais de 20 discos. Jos\u00e9 Afonso morreu em 1987.<\/p>\n<p>Outro      aspecto insepar\u00e1vel da cultura lusa \u00e9 sua particular festa dos touros. A import\u00e2ncia      e antig\u00fcidade desta atividade criou um tipo especial de criador de gado, o      campesino, um tipo de homem severo, com roupas caracter\u00edsticas e que vive      sobre seu cavalo. Profundamente enraizada, incluindo touradas com largadas      em plena cidade, nas que se manifestam bravura e destreza, arte e coragem.      Mas nelas n\u00e3o se mata ao toro, simplesmente se faz um jogo de for\u00e7a muito      elegante e caracter\u00edstico, antes se desenvolve um belo espet\u00e1culo de rejoneo      e se colocam bandeiras desde o cavalo, todo ele adornado com vestimentas do      s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p>Depois      aparecem os &#8220;forcados&#8221;, que com destreza leva o toro ao solo.<\/p>\n<p>O      grande centro taurino de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0\u00e9      Ribatejo e seus arredores e a temporada vai de abril a outubro.<\/p>\n<p><strong>Literatura<\/strong><\/p>\n<p>A      narrativa portuguesa t\u00eam dado e segue dando uma enorme quantidade de talentos      atrav\u00e9s de cuja literatura podemos chegar a entender um pouco melhor o car\u00e1ter      do pa\u00eds vizinho.<\/p>\n<p>Fernando      Pessoa \u00e9 provavelmente a figura cume das letras lusas. Escritor e poeta morreu      em 1933, t\u00eam como obra destacada &#8220;O livro do desassossego&#8221;, publicada      na Espanha por Seix Barral. Nela se narra, com uma extraordin\u00e1ria prosa po\u00e9tica,      a vida cotidiana de uma personalidade liter\u00e1ria fict\u00edcia criada por Pessoa.      A trav\u00e9s desta obra pode-se chegar a compreender a sensibilidade liter\u00e1ria      e social do escritor.<\/p>\n<p>E\u00e7a      de Queiroz \u00e9 o novelista portugu\u00eas por excel\u00eancia, autor de v\u00e1rias grandes      novelas do s\u00e9culo passado.<\/p>\n<p>Os      cr\u00edticos lhe atribuem a introdu\u00e7\u00e3o no pa\u00eds da novela realista.<\/p>\n<p><strong>Entre      suas melhores obras est\u00e3o:\u00a0<\/strong>&#8220;A      rel\u00edquia&#8221;, &#8220;O mist\u00e9rio da estrada de Sintra&#8221;,&#8221;O primo      Basilio&#8221; e &#8220;O crime do pai Amaro&#8221;. Estas est\u00e3o publicadas na      Espanha por Bruguera.<\/p>\n<p>Luis      de Cam\u00f5es \u00e9 o grande poeta \u00e9pico de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>.      Em sua obra &#8220;Os Lus\u00edadas&#8221; Cam\u00f5es descreve a travessia de nove meses      que levou a Vasco da Gama a abrir a rota mar\u00edtima com a \u00cdndia atrav\u00e9s do Cabo      de Boa Esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Jos\u00e9      Saramago, literato, historiador e social e politico, \u00e9 provavelmente o autor      mais reconhecido, admirado e convidado em Espanha. Sua obra liter\u00e1ria est\u00e1      carregada de um forte compromisso social, e \u00e9 um grande entendedor das profundidades      do ser ib\u00e9rico, n\u00e3o somente em portugu\u00eas. Entre as obras mais destacadas figuram      &#8220;Memorial do Convento&#8221;, &#8220;A bolsa de pedra&#8221; e &#8220;Hist\u00f3ria      do cerco de Lisboa&#8221;. Est\u00e3o publicadas na Espanha por Seix Barral.<\/p>\n<p>A      lista de destacados poderia ser intermin\u00e1vel, mas n\u00e3o pode-se deixar de mencionar      a Miguel Torga (&#8220;Contos da montanha&#8221;), Jos\u00e9 Cardoso Pires (&#8220;A      balada da praia dos c\u00e3es&#8221;), Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta      e Maria Velho da Costa (&#8220;Novas cartas portuguesas: as tr\u00eas Marias&#8221;),      e Jo\u00e3o de Melo (&#8220;Gente feliz com l\u00e1grimas&#8221;).<\/p>\n<h4>Gastronomia de Portugal<\/h4>\n<p>A      cozinha portuguesa \u00e9 excelente, econ\u00f4mica e abundante, ademais, est\u00e1 acompanhada      de caldos muito saborosos e a estandardiza\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o tem se imposto.<\/p>\n<p><strong>Na Costa Azul (o de Lisboa) podemos distinguir dos variantes gastron\u00f4micas:<\/strong>\u00a0o      litoral, onde predominam os pratos de peixe e frutos do mar, e no interior      com a caracter\u00edstica gastronomia alentejana. <\/p>\n<p>O peixe guisado \u00e0 marinheira e as angulas guisadas, a sopa de peixe e a sopa      de tamboril com poleos, esp\u00e9cie de marisco, e os jureles assados s\u00e3o algumas      das especialidades mais conhecidas. <\/p>\n<p>Na zona alentejana n\u00e3o se deve esquecer as migas com carne de porco, a esp\u00e9cie      de sopa de alho alentejana, o coelho frito ou o p\u00e9 de porco ao forno. Em confeitaria      destacam as pinhonatas da regi\u00e3o de Alc\u00e1cer, os doces de laranja de Set\u00fabal      e as p\u00earas cozidas em vinho moscatel de Palmela. Sem esquecer o queijo de      ovelha de Aceit\u00e3o e os vinhos de Palmela, que possuem fama internacional.<\/p>\n<p>Na Costa de Prata \u00e9 t\u00edpica a lagosta suada, as apetitosas caldeiradas, angulas      ao escabeche, sardinhas assadas e peixe fresco de Peniche. Em carnes, o leit\u00e3o      da Barriada (cochinillo assado), ou o frango na p\u00facara (pollo cozinhado na      olla de barro). <\/p>\n<p>Os vinhos mais conhecidos s\u00e3o os de Bucaso ou Bairrada. Como sobremesa podemos      tomar os doces de ovos de Aveiro, ou as cavacas de Caldas da Rainha.<\/p>\n<p>Na      Costa Verde pode-se come\u00e7ar com um caldo verde (sopa de repollo e salchichas),      seguido de peixe fresco e de um prato de tripas de porco. O pudding de arroz      e o p\u00e3o de l\u00f3 (bizcocho) com Porto, um dos melhores vinhos nacionais, s\u00e3o      alguns dos poss\u00edveis sobremesas. Para acompanhar sua comida pode-se provar      o fresco e ligeiramente espumoso vinho verde.<\/p>\n<p>Nas Plan\u00edcies, em outono \u00e9 digna de ser visitada a Feiras Gastron\u00f4micas de      Santar\u00e9m, onde encontrar\u00e1 especialidades trazidas de todas as partes do pa\u00eds.      Nesta regi\u00e3o, para degustar a fundo o exotismo da cozinha portuguesa, se deve      provar o porco com mariscos. <\/p>\n<p>Ali poderemos provar diferentes tipos de salchichas, lombo de porco e a ca\u00e7a,      assim como os famosos bolos mon\u00e1sticos feitos com ovos. O queijo de Serpa      e seu delicioso p\u00e3o, regado com os vinhos tintos de Cartaxo e Almeirim, Redondo,      Reguengos ou Vidigueira s\u00e3o excelentes acompanhamentos.<\/p>\n<p>No      Algarve uma das especialidades mais conhecidas \u00e9 a &#8220;cataplana de mariscos&#8221;,      cozidos numa panela especial, outra, as sardinhas assadas. Todo o podemos      acompanhar com doces de am\u00eandoas e figos e os magn\u00edficos vinhos de Lagos,      Lagoa e Tavira.<\/p>\n<p>Nas      Montanhas deve-se provar as &#8220;Alheiras de Mirandela&#8221; (salchichas      de frango), o &#8220;presunto&#8221; (jam\u00f3m curado) de Chaves e o conhecido      queijo da Serra. Este queijo de montanha se faz com a leite de cabra e de      ovelha; \u00e9 gorduroso, untuoso, que se consume principalmente entre outubro      e maio. Al\u00e9m do famoso vinho do porto, deve saborear os vinhos maduros do      D\u00e3o.<\/p>\n<p>Em      Madeira pode-se degustar um prato de carne servido num espeto de laurel ou      um filete de atum com cereais fritos, o peixe espada, mariscos, bogavante,      n\u00e3o esquecendo um bolo de caco e mel e um c\u00e1lice do famoso vinho da ilha.<\/p>\n<p>Nas      A\u00e7ores a cozinha \u00e9 muito variada.<\/p>\n<p><strong>\u00c9      aconselh\u00e1vel provar um &#8220;cozido das furnas&#8221; (cozido feito com o calor      do fogo) ou o &#8220;alcatra \u00e0 moda de Terceira&#8221; (prato de carne) sem      esquecer os peixes e os saborosos mariscos:<\/strong>\u00a0lagosta,      percebes, &#8220;cavaco&#8221;, &#8220;cracas&#8221;, etc.<\/p>\n<p>S\u00e3o      v\u00e1rios os queijos da regi\u00e3o, o saboroso queijo da Ilha do Pico ou o da Ilha      de S\u00e3o Jorge. Para terminar, nomear as doces e deliciosas pinhas da Ilha de      S\u00e3o Miguel e os vinhos de Pico e &#8220;verdelho&#8221;.<\/p>\n<h4>Vinhos Portugueses<\/h4>\n<p>Os      vinhos portugueses merecemum apartado especial. S\u00e3o conhecidos em todo o mundo      pela sua ampla gama e excelente qualidade de caldos, que refletem a variedade      de seus microclimas.<\/p>\n<p>No      noroeste, regi\u00e3o do conhecido e refrescante &#8220;vinho verde&#8221;, um bom      vinho de mesa que acompanha muito bem aos mariscos e cujas vinhas se cultivam      segundo o m\u00e9todo tradicional &#8220;suspendidas&#8221; e apoiadas em p\u00e9rgolas,      ao leste, o Rio Douro marca uma das zonas vin\u00edcolas mais antigas do pa\u00eds,      onde se produz o mundialmente famoso Porto, vinho rico e forte quando \u00e9 jovem      (&#8220;blends&#8221;, feitos com sabias combina\u00e7\u00f5es), e suave e sedoso quando      envelhece, o conhecido &#8220;vintage&#8221;. O Porto repousa em Vila Nova de      Gaia, localidade que vale a pena ser visitada para degustar, gr\u00e1tis, os caldos.      Tamb\u00e9m se produzem nas cercanias do Douro vinhos branco e tintos.<\/p>\n<p><strong>Na      regi\u00e3o do D\u00e3o (entre Coimbra, Viseu e Guarda), ao sul do rio, se produz o      melhor vinho de mesa do pa\u00eds:<\/strong>\u00a0vinhos      tintos e fortes que s\u00e3o o acompanhamento ideal para uma boa comida t\u00edpica.<\/p>\n<p>As      zonas rurais pr\u00f3ximos a Lisboa elaboram alguns dos vinhos lusos mais conhecidos.      Em Bucelas se produz um branco rico e suave e em Colares, perante a proximidade      da costa, as vinhas crescem em terreno arenoso matizando os sabores.<\/p>\n<p>No      sul destacam os vinhos de Set\u00fabal, vinho forte e doce e os de Serra Arr\u00e1bida,      bons amigos dos mariscos. Em Plan\u00edcies, sobressaem Borda, Redondo, Vidigueira,      Portalegre, \u00c9vora, Moura e Reguengos, caracterizados pelo calor do sul. Os      vinhos do Algarve, quase todos tintos, s\u00e3o em geral suaves e arom\u00e1ticos.<\/p>\n<p>N\u00e3o      \u00e9 poss\u00edvel esquecer-se dos importantes caldos de Madeira. O clima e o solo      vulc\u00e2nico proporcionam condi\u00e7\u00f5es \u00fanicas para a produ\u00e7\u00e3o de vinhos fortes e      ricos, entre os que destacam o malvasia, doce, vermelho, escuro e perfumado;      o boal, doce, mas mais seco e leve; o verdelho, semi-seco, pode servir para      acompanhar toda uma comida; e o sercial, seco, ambarino e forte, \u00e9 o perfeito      madeira de aperitivo.<\/p>\n<p>Nas      A\u00e7ores, o vinho aperitivo de Pico, o verdelho de Biscoitos e o &#8220;vinho      de cheiro&#8221; dominam a mesa. Tamb\u00e9m \u00e9 comum a aguardente.<\/p>\n<h4>Compras em Portugal<\/h4>\n<p>Falar      de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0\u00e9      falar de artesanato, uma artesanato rico, variado e de qualidade. Se d\u00e1 em      todas as prov\u00edncias e, tanto nos mercados como nas ferias, encontram-se mostras      de artes e of\u00edcios tradicionais, feitas da mesma forma em que se faziam no      passado: a m\u00e3o, com perfei\u00e7\u00e3o e rigor.<\/p>\n<p>O      bordado encontra-se por todas partes, mas podemos destacar o Minho, em Viana      do Castelo (Costa Verde), Barcelos, Peniche (Costa de Prata) ou Trofa.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m nos arquip\u00e9lagos de A\u00e7ores e Madeira bordam, tecem e fazem ponto em      pequenas cooperativas. As colchas de Castelo Branco (Montanhas), usadas a      freq\u00fcentemente para decorar paredes, est\u00e3o bordadas com desenhos de seda.    <\/p>\n<p>Em ponto encontramos jaquetas, j\u00e9rseis e gorros (gorro pontiagudo de l\u00e3,      com orelhas, t\u00edpico dos marinheiros em Madeira) como especialidades de Nazar\u00e9      e Funchal (Madeira).<\/p>\n<p>Os      famosos tapetes de Arraiolos (Plan\u00edcies) exibem motivos baseados em modelos      orientais que se remontam ao s\u00e9culo XVII e a f\u00e1brica de Portalegre \u00e9 conhecida      em todo o mundo pelos seus tapetes murais firmados por famosos pintores.<\/p>\n<p>A cesteria, que al\u00e9m do vime utiliza palma, palha de centeio e fios, se desenvolve      principalmente em Algarve, Beira Alta, Madeira e A\u00e7ores. Podemos encontrar      cestos, esteiras tran\u00e7adas ou canastras nos que se empregam m\u00e9todos centen\u00e1rios.    <\/p>\n<p>Nas ilhas tamb\u00e9m achamos objetos de corti\u00e7a, de fibra de banana, de corda,      de marcenaria, de raiz de hort\u00eansia, de escamas de peixes, delicados trabalhos      em pequenos peda\u00e7os de figueira e obras de arte gravadas em dentes e mand\u00edbulas      de cachalote.<\/p>\n<p>Por      todo\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0encontra-se      uma grande variedade de objetos de cer\u00e2mica e porcelana, de uso pr\u00e1tico, decorativos      e representativos da artesanato popular.<\/p>\n<p>Vale      a pena citar a porcelaneria de Barcelos (Costa Verde), de exemplo universal      \u00e9 o famoso galo; a Costa da Prata, com a fabrica\u00e7\u00e3o de lou\u00e7a figurativa, porcelana      fina (Vista Alegre) e um cristal de brancura excepcional; em Montanhas \u00e9 famosa      a porcelaneria &#8220;negra&#8221; de Bisalh\u00e3es; as miniaturas de Mafra (Costa      de Lisboa); as pequenas esculturas de cores de Estremoz (Plan\u00edcies); os objetos      de barro incrustado de pedrinhas de m\u00e1rmore de Nice e a lou\u00e7a pintada de Redondo      (Plan\u00edcies) ou de varandas no Algarve. Nas ilhas A\u00e7ores s\u00e3o famosas as tradicionais      lou\u00e7as azules e brancas e os encaixes delicados.<\/p>\n<p>No      relativo a arte da joalheria e objetos de metais preciosos, se fabricam, sobre      tudo, na Costa Verde (Gondomar, perto de Porto e Viana do Castelo). Segundo      seus materiais os pre\u00e7os podem chegar a ser muito elevados.<\/p>\n<p>O      Minho \u00e9 o lugar para procurar objetos de madeira talhada (Braga ou Barcelos).      Se trata-se de pe\u00e7as grandes, como as cangas de bois esculpidas com adornos      de flores, os pre\u00e7os costumam ser elevados. Como contrapartida pode-se encomendar      o que se deseje a base de paci\u00eancia e dinheiro. Mas tamb\u00e9m se talham objetos      de menor tamanho e mais acess\u00edveis ao bolso.<\/p>\n<h4>Principais Mercados<\/h4>\n<p>H\u00e1      muitas lojas especializadas no mercado de &#8220;souvenirs&#8221;, mas o melhor      \u00e9 visitar um mercado semanal que re\u00fane numa feira uma multid\u00e3o de vendedores.<\/p>\n<p><strong>Porto: <\/strong>O da Pra\u00e7a de Lisboa (todos os dias). O de Rua S\u00e1      da Bandeira (detr\u00e1s de Correios) e os de Calcada de Vandoma e Alameda das      Fontainhas (aos s\u00e1bados)<\/p>\n<p><strong>Barcelos (Costa Verde): <\/strong>A Feira de Barcelos \u00e9 uma das maiores      e mais importantes da Europa (quinta-feira)<\/p>\n<p><strong>Lisboa: <\/strong>Mercado de Pra\u00e7a do Chile (de segunda a s\u00e1bado).      Mercado de Pra\u00e7a de Espanha (todos os dias, exceto os domingos) e pra\u00e7a do      Aeroporto (domingos pela manh\u00e3).<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o e Costumes de Portugal<\/h4>\n<p>A      vila continental de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0se      acerca aos 11 milh\u00f5es de habitantes. Ao que h\u00e1 que acrescenta-se uns 500 mil      que vivem nos arquip\u00e9lagos, A\u00e7ores e Madeira.<\/p>\n<p>A densidade media \u00e9 de algo mais de 100 habitantes por quil\u00f4metros quadrados,      equipar\u00e1vel \u00e0 da Fran\u00e7a e bastante maior que a de Espanha. Os n\u00facleos mais      importantes s\u00e3o, a capital, Lisboa, com perto de 1 milh\u00e3o de habitantes, e      Porto, que ronda os 500 mil. <\/p>\n<p>S\u00e3o quantidades muito apreci\u00e1veis si temos em conta o tamanho do pa\u00eds. Ademais,      se estima que quase 3 milh\u00f5es de portugueses vivem no estrangeiro, sobre tudo      em Europa central. Assim, Paris \u00e9 a segunda &#8220;cidade lusa&#8221; com mais      de 500 mil emigrantes.<\/p>\n<p>Mais      de um ter\u00e7o das vila \u00e9 rural e vive em grande quantidade de vilas e aldeias      agrupadas, apertadamente, em torno \u00e0 igreja. Mas nos \u00faltimos dec\u00eanios o \u00eaxodo      rural a contribu\u00eddo a desenvolver v\u00e1rias cidades como Set\u00fabal, Lisboa ou Porto.<\/p>\n<p>A      maior parte dos habitantes s\u00e3o de origem celtibero, por vezes com algo de      sangue estrangeira, como \u00e1rabe, flamenca ou bret\u00e3. Estes s\u00e3o os casos de algumas      aldeias das A\u00e7ores, com nomes como Flamingo ou Bretanha.<\/p>\n<p>Os portugueses, homens e mulheres, s\u00e3o trabalhadores, honestos, am\u00e1veis e      discretos. Cr\u00eaem em supersti\u00e7\u00f5es e s\u00e3o fervorosamente religiosos &#8211; cat\u00f3licos-,      mas sem chegar ao fanatismo. Embora h\u00e1 vilas interiores, o rasgo que mais      os define \u00e9 sua car\u00e1ter mar\u00edtimo e vivificante, presente ao longo de sua hist\u00f3ria.    <\/p>\n<p>S\u00e3o amantes da ordem, da limpeza, com um profundo sentido da fam\u00edlia e do      respeito \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es. Sentem, a sua vez, o gosto pelas festas, sejam religiosas      ou n\u00e3o, assim como pelo exuberante. <\/p>\n<p>Mas tamb\u00e9m s\u00e3o um povo de coloridas e apaixonadas contradi\u00e7\u00f5es, o que lhes      leva ao sentimento da &#8220;saudade&#8221;, melancolia contemplativa que parece      ter sua origem no fatalismo oriental herdado da ocupa\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana. <\/p>\n<p>Relacionado com esse sentir est\u00e1 o Fado, que \u00e9 a forma tipicamente portuguesa      das m\u00fasicas po\u00e9ticas mais antigas de inspira\u00e7\u00e3o tradicional. Sua linguaje      resulta da influ\u00eancia de poesias occitanas, provenzais, um sentimento profundo      que t\u00eam cruzado os s\u00e9culos para cultivar a &#8220;saudade&#8221;.<\/p>\n<p><strong>O      Fado se canta por todos os rinc\u00f5es de Portugal, mas existem dos cidades fadistas      por excel\u00eancia:<\/strong>\u00a0Lisboa,      com um canto mais tradicional e Coimbra, onde toma uma vertente intelectual.<\/p>\n<p>Como rasgo essencial do folclore luso \u00e9 necess\u00e1rio falar da dan\u00e7a. N\u00e3o trata-se      de um folclore estereotipado e representado, sen\u00e3o sentido e com af\u00e3 de festejar,      de expressar o mais publicamente poss\u00edvel em prociss\u00f5es e romarias. <\/p>\n<p>Qualquer pretexto serve para sacar do ba\u00fa as lembran\u00e7as, o belo traje provincial,      as alhajas, as cintas ou os tocados. N\u00e3o trata-se de nada aparatoso, nem de      montagem teatral, tudo \u00e9 simples e natural.<\/p>\n<p>Em      definitiva, o povo portugu\u00eas \u00e9 um povo de sentimentos variados e apaixonados      como a vida mesma, e cuja hospitalidade convida a conviver entre suas gentes      para poder desfrutar com eles. T\u00eam algo de mediterr\u00e2neos, algo de ib\u00e9ricos,      algo de europeus, algo de marinheiros, mas em realidade nada disso os define,      t\u00e3o s\u00f3 s\u00e3o portugueses.<\/p>\n<h4>Entretenimento e Festividades de Portugal<\/h4>\n<p><strong>Portugal<\/strong>\u00a0oferece uma ampla e variada oferta      de entretenimentos. O aficionado \u00e0 arqueologia e aos monumentos pode ver satisfeitos      seus desejos visitando as citanias do Minho, principalmente as de Viana do      Castelo, os patrogrifos do Onterio Maior, os megalitos em \u00c9vora e Conimbriga      com suas vilas romanas entre outros. S\u00e3o interessantes tamb\u00e9m as cidades medievais      como Bragan\u00e7a.<\/p>\n<p>O      amante dos touros pode presenciar as touradas que t\u00eam lugar, sobre tudo, entre      P\u00e1scoa e outubro. As pra\u00e7as mas famosas est\u00e3o situadas em Lisboa, Santar\u00e9m      e Porto.<\/p>\n<p>O      retorno da pesca \u00e9 um espet\u00e1culo muito concorrido em zonas que n\u00e3o disp\u00f5em      de porto, pois os pescadores arrastam as embarca\u00e7\u00f5es at\u00e9 a praia, algumas      vezes com suas pr\u00f3prias m\u00e3os, e outras vezes com ajuda de com bois ou de um      trator. \u00c9 a principal atra\u00e7\u00e3o de Nazar\u00e9, Espinho e Figueira da Foz.<\/p>\n<p>O      aficionado ao esporte e \u00e0 natureza pode praticar a marcha em lugares como      o Parque Nacional de Peneda-Geres, nas ladeiras de Madeira, na Serra de Estela      ou pode tamb\u00e9m, optar pela ascens\u00e3o ao vulc\u00e3o Pico em A\u00e7ores.<\/p>\n<p>Para      extasiar-se com a vis\u00e3o da natureza e descobrir seus cheiros, nada melhor      que passear pelo Parque Natural das Serras de ar e Candeeiros, admirar a paisagem      protegida da Serra de Acor e o Parque Nacional de Peneda-Geres.<\/p>\n<p>As      alternativas existentes para o amante do esporte s\u00e3o muito numerosas, sobre      tudo para os esportes n\u00e1uticos. Nas ba\u00edas ou no interior dos estu\u00e1rios as      condi\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica de vela, windsurf e esqui aqu\u00e1tico s\u00e3o \u00f3timas. Podemos      sinalar as lagoas de Melides, Santo Andr\u00e9 e Albufeira, as represas de Pego      do Altar e Vale de Gaio. Nestes lugares tamb\u00e9m pode-se praticar pesca esportiva.<\/p>\n<p>O      Atl\u00e2ntico, ao longo de seu variado litoral, disp\u00f5e de infinitas oportunidades      para realizar esqui aqu\u00e1tico, vela, mergulho submarino, surf e pesca. Neste      \u00faltimo, pode-se optar entre pesca de mar e de rio. H\u00e1 mais de quarenta clubes      e mais de duzentas variedades de peixes como salm\u00f5es, s\u00e1balos, robalos, trutas,      barbos, etc.<\/p>\n<p>Mas      si se deseja desfrutar do golf, Portugal \u00e9 uma das Mecas deste esporte. Disp\u00f5e      de 33 excelentes campos para escolher. A maioria s\u00e3o de competi\u00e7\u00e3o e desenhados      por expertos internacionais. Em eles pode-se apreciar os bonitos greens, vistas      sobre o mar, praias, bosques e ensolarado clima. Destacam-se Tr\u00f3ia e Aroeira.<\/p>\n<p>Outro      dos esportes que pode-se praticar \u00e9 o t\u00eanis pois, por todo o pa\u00eds, magn\u00edficas      instala\u00e7\u00f5es como as de Vilamoura, Vale do Lobo, Carvoeira, Tr\u00f3ia e Lisboa.      Em Estoril encontra-se o sofisticado T\u00eanis Clube de Estoril.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m pode-se conhecer a beleza dos campos de\u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0e      sua litoral atrav\u00e9s de meios de transporte como o cavalo e a bicicleta. H\u00e1      cavalari\u00e7as ao longo de toda a costa, com variedade de cavalos, desde os anglo\u00e1rabes      e o famoso lusitano at\u00e9 p\u00f4neis para crian\u00e7as e principiantes. <\/p>\n<p>Para passear e ir em bicicleta pode-se escolher desde a movimenta\u00e7\u00e3o da cosmopolita      Lisboa \u00e0s praias douradas do Algarve, as vistas verdes da Costa Verde, a tranq\u00fcila      beleza do vale do Douro, a regi\u00e3o do Minho, as plan\u00edcies do Alentejo e os      encantos de Madeira e A\u00e7ores.<\/p>\n<p>Relacionado      tamb\u00e9m com os cavalos, pode contemplar-se no rosado pal\u00e1cio rococ\u00f3 de Queluz      uma deslumbrante exibi\u00e7\u00e3o de arte eq\u00fcestre, realizada por expertos cavaleiros,      ataviados com trajes do s\u00e9culo XVIII. e, por \u00faltimo, em Cascais, Lisboa, cavaleiros      que jogam ao p\u00f3lo montados sobre r\u00e1pidos p\u00f4neis argentinos.<\/p>\n<p>Por      o que se refere \u00e0s ilhas, Madeira \u00e9 o para\u00edso dos desportistas. Podem realizar-se      excurs\u00f5es \u00e0 montanha ou ao longo das &#8220;levadas&#8221;, praticar a nata\u00e7\u00e3o      nas grandes piscinas dos hot\u00e9is, nas enseadas da ilha e na imensa praia de      Porto Santo, al\u00e9m de poder praticar a vela ou o surf, com o mar geralmente      em calma e com vento assegurado. Os aficionados \u00e0 pesca submarina devem acudir      s ilhas Desertas ou \u00e0s Selvagens. Com respeito \u00e0 pesca de altitude, Madeira      t\u00eam v\u00e1rios recordes de capturas de tubar\u00e3o azul, peixe espada e atum.<\/p>\n<p>Nas      A\u00e7ores destacam os esportes n\u00e1uticos. A observa\u00e7\u00e3o submarina oferece tesouros      em toda a ilha. Tamb\u00e9m pode praticar-se a ca\u00e7a menor (coelho) em Pico e Terceira      ou bem, contemplar seus vale s, precip\u00edcios, pequenas ilhas e lagoas.<\/p>\n<p>Desejando-se algo mais tranq\u00fcilo, h\u00e1 uma grande oferta de balne\u00e1rios e termais      ao longo do pa\u00eds. Castelo de Vide, t\u00eam a \u00e1gua que cura a diabetes, hipertens\u00e3o      e pertuba\u00e7\u00f5es biliares e intestinais. As termais de Fadagosa, em Nice, s\u00e3o      para o reumatismo e doen\u00e7as ginecol\u00f3gicas. <\/p>\n<p>As termais de Cabeco de Vide, em Fronteira, para dermatites e vias respirat\u00f3rias      e, finalmente, as Termas de Monte da Pedra, em Crato, se aconselham para enfermidades      de pele e metabolismo.<\/p>\n<p><strong>Festividades<\/strong><\/p>\n<p>Durante      todo o ano se d\u00e3o m\u00faltiplas e variadas festas e romarias em\u00a0<strong>Portugal<\/strong>,      ainda um pa\u00eds rural e tradicional. As principais celebra\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter nacional      s\u00e3o em Semana Santa, nas que destaca a de Braga e a V\u00e9spera de S\u00e3o Jo\u00e3o, sobressaindo      a de Porto (23-24 de junho).<\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m      das conhecidas em todo o mundo, como festas oficiais -com ou sem celebra\u00e7\u00e3o-      existem as seguintes:<\/strong>\u00a025      de abril, Comemora\u00e7\u00e3o da Revolu\u00e7\u00e3o de 1974, 10 de junho, Dia de Cam\u00f5es e das      Comunidades, 15 de agosto, a Assun\u00e7\u00e3o, 5 de outubro, Dia da Rep\u00fablica, 1 de      dezembro, Independ\u00eancia de Espanha.<\/p>\n<p>No      m\u00eas de janeiro, encontramos, o 20 de janeiro, a Festa das Fogaceiras em Santa      Maria da Feira, que conta com um dos castelos mais formosos de Portugal.<\/p>\n<p>J\u00e1      em fevereiro, os dias 2 e 3 celebram-se em \u00c9vora as Feiras de Pucarinhos (lou\u00e7a      regional) com prociss\u00f5es, e a v\u00e9spera da quarta-feira de cinza, em Loul\u00e9-Portimao,      Carnaval e Festa das amendoeiras. O segundo e quarto domingo de quaresma,      em Gra\u00e7a e Mafra (Costa de Lisboa), se desenvolvem as prociss\u00f5es do Senhor      dos Passos e a dos Terceiros, com barcas na \u00e1gua.<\/p>\n<p>Em      mar\u00e7o, o dia 25 em Aveiro (Costa da Prata), pode-se acudir \u00e0 marinheira festa      dos barcos &#8220;moliceiros&#8221;.<\/p>\n<p>Com      a chegada da Semana Santa, entramos num dos per\u00edodos mais intensos das festas      religiosas lusas. Destacam-se as imponentes festas de Braga, cidade de muitos      monumentos de grandeza medieval. Suas prociss\u00f5es percorrem as muralhas, a      catedral rom\u00e2nica e os pontos mais grandiosos da cidade.<\/p>\n<p>Em      Barcelos, do 2 ao 5 de maio, podemos assistir \u00e0 Festa da Cruz, com dan\u00e7as      folcl\u00f3ricas, prociss\u00f5es e, sobre tudo, mercado e mercadinhos. Esta cidade      do norte do pa\u00eds t\u00eam um dos mercados maiores e importantes da Europa, que      hoje \u00e9 quase permanente.<\/p>\n<p>Visitado      por mais de 4 milh\u00f5es de peregrinos anualmente, o Santu\u00e1rio de F\u00e1tima vive      intensamente a f\u00e9 cat\u00f3lica. Ao ar livre as cerimonias liturgicas mais importantes      come\u00e7am na noite do 12 de maio com a inolvid\u00e1vel prociss\u00e3o das velas, onde      milhares de pessoas iluminam o recinto. Culminam o dia 13, com a emotiva prociss\u00e3o      do Adeus.<\/p>\n<p>Em Lisboa, nos bairros t\u00edpicos como Alafama e Mouraria, as Festas de Santo      Ant\u00f4nio se iniciam ao anoitecer do 12 de junho e se prolongam at\u00e9 a madrugada      do 13, lotando a cidade as Marchas Populares com m\u00fasica, vistosos trajes,      bailes populares e sardinhas asadas. <\/p>\n<p>As festas de S\u00e3o Jo\u00e3o celebram-se do 23 ao 24 de junho, com especial significa\u00e7\u00e3o      em Porto e Braga, onde as multid\u00f5es, entre fogueiras, percorrem as ruas em      ambiente de alegria. S\u00e3o Pedro festeja-se em todo Portugal o 29 de junho,      sendo muito significativa a celebra\u00e7\u00e3o em Montijo, com uma prociss\u00e3o sobre      o Tejo que prov\u00eaem da Idade Media. Neste m\u00eas tamb\u00e9m celebra-se em muitos lugares,      especialmente em Penhafiel, o Corpus Christi.<\/p>\n<p>O      primeiro fim de semana do m\u00eas de julho, em Vila Franca de Xira, come\u00e7am as      festas do &#8220;Jaleco vermelho&#8221; ou Festas do Colete Encarnado, na qual      h\u00e1 encierro dos touros, touradas, comida ao ar livre e dan\u00e7as folcl\u00f3ricas.      Estas data tamb\u00e9m s\u00e3o de festa na hist\u00f3rica cidade de Coimbra, com as Festas      da Rainha Santa em homenagem a Santa Isabel, rainha portuguesa do s\u00e9culo XIII      e em An\u00e7a, a curiosa romaria de S. Tom\u00e9 e S. Tiago, com desfile de cavaleiros      medievais.<\/p>\n<p>Agosto      \u00e9 um m\u00eas de festas em todo\u00a0<strong>Portugal<\/strong>,      celebrando-se sobre tudo, no dia 15, a Assun\u00e7\u00e3o. H\u00e1 desfiles, prociss\u00f5es e      ferias quase em cada povoado e cidade como as de Sines (Costa de Lisboa),      com sua prociss\u00e3o mar\u00edtima; a romaria de S\u00e3o Mamede; Viana do Castelo, com      as festas da Virgem da Agonia, nas que brilham ilumina\u00e7\u00f5es m\u00e1gicas e fogos      artificiais; Guimar\u00e3es, com seu desfile de gigantes, ferias e corridas do      primeiro domingo de m\u00eas; Castro Marim (Algarve), que entre o 15 e o 17 celebra      suas famosas Festas da Senhora dos M\u00e1rtires, que inclui feria anual de artesanato      e, por \u00faltimo, a Feira de cavalos em Vila Vi\u00e7osa a mediados de m\u00eas.<\/p>\n<p>Na      regi\u00e3o de Montanhas, para o sul, onde se produz o vinho do porto, se levanta,      dominando a singular cidade de Lamego, o Santu\u00e1rio de Nossa Senhora dos Rem\u00e9dios,      imponente constru\u00e7\u00e3o barroca do s\u00e9culo XVIII que acolhe, no dia 8 de setembro,      a famosa Prociss\u00e3o e Romaria do Triunfo. A mediados deste m\u00eas tamb\u00e9m encontramos      em Nazar\u00e9 (Costa de Prata) sua marinheira Festa do Sito, com os mais famosos      e caracter\u00edsticos trajes folcl\u00f3ricos.<\/p>\n<p>Durante      o segundo domingo de outubro, em Santar\u00e9m, se desenvolve a Festa da Piedade,      interessante por suas corridas de touros. No dia 13 e 14 do m\u00eas se produz      a segunda peregrina\u00e7\u00e3o anual a F\u00e1tima. A sua vez, o 9 deste m\u00eas, em Machico      (Madeira) encontramos a marinheira Romaria do Cristo dos Milagres.<\/p>\n<p>No      se deve esquecer a arte eq\u00fcestre e as corridas de touros \u00e0 portuguesa. Para      desfrutar podemos acudir \u00e0 Feira de S\u00e3o Mart\u00edm de Golega (Plan\u00edcies), festa      de apresenta\u00e7\u00e3o anual de cavalos.<\/p>\n<p>No      dia 8 de dezembro, em Vila Vi\u00e7osa, se desenvolve a grandiosa prociss\u00e3o ao      Santu\u00e1rio de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o, padroeira de Portugal. e, por \u00faltimo,      o 31 deste m\u00eas em Funchal (Madeira) podemos observar sobre o mar os fogos      artificiais das Festas de S\u00e3o Silvestre.<\/p>\n<h4>Transportes em Portugal<\/h4>\n<p><strong>Avi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>PGA-PORTUGALIA      AIRLINES, primeira companhia a\u00e9rea privada de Portugal, oferece v\u00f4os di\u00e1rios      desde os principais aeroportos espanh\u00f3is (Madrid, Barcelona, Bilbao, grande      Can\u00e1ria, Palma de Mallorca, Tenerife e Val\u00eancia), \u00e0s tr\u00eas cidades mais importantes      de Portugal (Lisboa, Porto e Faro).<\/p>\n<p>Al\u00e9m      dos v\u00f4os referidos, PGA-PORTUGALIA AIRLINES oferece v\u00f4os internos em Portugal      entre Lisboa, Porto e Faro, assim como v\u00f4os diretos desde estas cidades a      algumas das principais capitais europ\u00e9ias.<\/p>\n<p>PGA-PORTUGALIA      AIRLINES opera todas suas rotas com modernos avi\u00f5es, a rea\u00e7\u00e3o, oferecendo      a bordo um esmerado servi\u00e7o de qualidade distribu\u00eddo em duas classes: Private      Clube e Turista.<\/p>\n<p>O aeroporto Internacional Lisboeta de Portela encontra-se a 20 minutos do      centro, podendo chegar-se em taxi ou em \u00f4nibus (com uma periodicidade de 15      minutos. Linhas 90, 44, 45). Em Porto, situado a 13 quil\u00f4metros. Ao norte      da cidade acha-se o aeroporto de Pedras Rubras. <\/p>\n<p>Existe um servi\u00e7o de \u00f4nibus (56) que o enla\u00e7a com a Pra\u00e7a de Lisboa. O aeroporto      Internacional de Faro encontra-se a 6 quil\u00f4metros do centro da cidade, ao      qual pode-se chegar em \u00f4nibus, trens ou em taxi, disp\u00f5e, ademais, de ag\u00eancias      de aluguel de ve\u00edculos.<\/p>\n<p><strong>Barco<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      uma bonita maneira de entrar em Portugal, atrav\u00e9s dos transportadores que      o comunicam com Espanha: o que enla\u00e7a Ayamonte (Huelva) com Vila Real de Santo      Ant\u00f4nio, cruzando o Guadiana ou o que une Goi\u00e1m (Pontevedra) com Vila Nova      de Cerveira, cruzando o Minho.<\/p>\n<p>Desde      Lisboa se enla\u00e7a, atrav\u00e9s do Tejo, com os povoados situados enfrente: Barreiro,      Montijo, etc. E finalmente, desde Set\u00fabal, cruzando o Sado, chega-se em transportador      a Tr\u00f3ia. H\u00e1 um servi\u00e7o bastante confi\u00e1vel que une Funchal com Porto Santo,      assim como outros barcos que fazem o circuito das principais ilhas das A\u00e7ores.<\/p>\n<p><strong>Trens<\/strong><\/p>\n<p>Todos      os Comboios do pa\u00eds s\u00e3o da CP, Companhia Ferrovi\u00e1ria Portuguesa. H\u00e1 expressos      Lisboa-Porto (Porto), que v\u00e3o por Coimbra, Lisboa-Algarve (Comboios alfa)      e Comboios regionais (interurbanos e regionais) que unem as diferentes zonas      de Portugal.<\/p>\n<p>A      maioria dos Comboios s\u00e3o regionais, que param em quase todas as esta\u00e7\u00f5es e      disp\u00f5em de 1\u00aa. e 2\u00aa. classe. T\u00eam a tarifa mais baixa e neles pode-se usar      o Inter-Rail e EuroRail. Os interurbanos s\u00e3o o doble de r\u00e1pidos e de caros.      Por\u00e9m, o servi\u00e7o mais r\u00e1pido, luxuoso e caro \u00e9 o dos Comboios alfa. Nestes      dos \u00faltimos deve-se pagar um suplemento si se viaja com passe ferrovi\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u00c9 conveniente chegar com anteced\u00eancia para reservar assento, dado as longas      filas que se formam. Em toda a rede CP pode-se utilizar passagens tur\u00edsticos      por uma quantidade global v\u00e1lidos para 7, 14 ou 21 dias, o que permite viajar      a tarifas reduzidas.<\/p>\n<p> Os maiores de 65 anos disp\u00f5em de descontos especiais com a &#8220;cart\u00e3o      dourado&#8221;. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso advertir que as esta\u00e7\u00f5es, freq\u00fcentemente,      distam v\u00e1rios quil\u00f4metros da vila correspondente e n\u00e3o sempre existem transporte      entre ambas.<\/p>\n<p>Para      mais informa\u00e7\u00e3o dirigir-se a Caminhos de Ferro Portugueses (CP), Dire\u00e7\u00e3o Comercial,      Esta\u00e7\u00e3o de Santa Apolonia. Tel. 386-41-81.<\/p>\n<p><strong>\u00d4nibus<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      o meio mais r\u00e1pido, em especial para viagens curtas e pouco correntes. A maioria      das longas dist\u00e2ncias est\u00e3o cobertas por \u00f4nibus expressos e linhas regulares      que fazem continuas paragens.<\/p>\n<p>A empresa estatal Rodovi\u00e1ria Nacional (RN), reconhec\u00edvel pela cor laranja,      recorria at\u00e9 faz pouco todas as rotas de Portugal chegando at\u00e9 aos vales mais      escondidos. \u00c9 r\u00e1pida e confort\u00e1vel. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, na atualidade se est\u00e3o privatizando as linhas e dividendo por regi\u00f5es      e embora tenha-se mantido uma rede nacional de expressos, funcionam j\u00e1 muitas      companhias privadas. A sede da Rodovi\u00e1ria Nacional est\u00e1 situada em Lisboa,      Av. Fontes Perina No. 33. Tel. 353-88-46.<\/p>\n<p><strong>Carro<\/strong><\/p>\n<p>Embora      t\u00eam a vantagem de proporcionar liberdade de movimento a qualquer hora, h\u00e1      que ter em conta que a gasolina \u00e9 bastante cara. Por outro lado, deve-se ter      em conta que a maneira de conduzir dos lusos \u00e9 muito arbitraria, pelo que      \u00e9 conveniente conduzir por estradas pouco transitadas, muito embora n\u00e3o estejam      em muito bom estado.<\/p>\n<p>A circula\u00e7\u00e3o \u00e9 pela direita, \u00e9 obrigat\u00f3rio o cintur\u00e3o e a velocidade m\u00e1xima      permitida nas cidades \u00e9 de 50 km\/h nas estradas principais e autopistas 90      e 120 quil\u00f4metros respectivamente. As autopistas de Portugal s\u00e3o de ped\u00e1gio.    <\/p>\n<p>As esta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o est\u00e3o abertas desde as 7:00 at\u00e9 as 20:00 h e em autopistas      durante as 24 h. Em caso de averia pode-se pedir ajuda ao Autom\u00f3vel Clube      de Portugal, que t\u00eam acordos rec\u00edprocos com outras associa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Existem      empresas de aluguel de autom\u00f3veis em todas as cidades importantes e nos aeroportos      internacionais. Para alugar \u00e9 necess\u00e1rio acreditar a identidade e ter uma      carteira de motorista v\u00e1lida. A carta verde \u00e9 imprescind\u00edvel e n\u00e3o pode-se      alugar a menores de 21 anos.<\/p>\n<p><strong>Transporte Publico<\/strong><\/p>\n<p>Nas cidades existe um bom servi\u00e7o de \u00f4nibus urbanos, podendo-se pagar o bilhete      ao condutor. Em Lisboa e Porto podem-se adquirir b\u00f4nus tur\u00edsticos especiais      (de 4ou 7 dias) nos quiosques da companhia (Lisboa), do metro de Lisboa ou      da STCP (Porto), abertos desde as 8:00 \u00e0s 22:00 h. <\/p>\n<p>Com eles pode-se utilizar, sem limite, \u00f4nibus, el\u00e9tricos, metro e funiculares,      assim como o elevador de Santa Justa.<\/p>\n<p>Em      Lisboa vale a pena fazer uso dos bondes, que passam cada 10 ou 15 minutos      ou bem pegar o metropolitano, que disp\u00f5e de linhas muito \u00fateis. As esta\u00e7\u00f5es      mais centrais s\u00e3o as de Pra\u00e7a dos Restauradores e Rossio.<\/p>\n<p><strong>Taxis<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1      muitos e s\u00e3o muito econ\u00f4micos, sempre que n\u00e3o se passam os limites da cidade.      Levam tax\u00edmetro e a luz verde significa que est\u00e3o ocupados. Podemos encontrar-los      de cor verde-negro, mas se est\u00e3o mudando ao bege.<\/p>\n<p>Fonte: www.rumbo.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portugal, Pa\u00eds, Europa, Capital, Cultura, Hist\u00f3ria, Localiza\u00e7\u00e3o, Per\u00edodo, Gastronomia, Economia, Popula\u00e7\u00e3o, Educa\u00e7\u00e3o, Vinhos, Portugal<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-53498","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Portugal, Pa\u00eds, Europa, Capital, Cultura, Hist\u00f3ria Portugal<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Portugal, Pa\u00eds, Europa, Capital, Cultura, 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