{"id":52374,"date":"2016-06-20T14:02:00","date_gmt":"2016-06-20T14:02:00","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=52374"},"modified":"2016-06-20T16:40:52","modified_gmt":"2016-06-20T16:40:52","slug":"grecia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/grecia","title":{"rendered":"Gr\u00e9cia"},"content":{"rendered":"<p>A      palavra\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>,      de acordo com Arist\u00f3teles, vem da palavra Graikoi que era o nome pr\u00e9-hist\u00f3rico      dos helenos.<\/p>\n<p>As      pessoas que n\u00f3s chamamos os gregos, e vive em um pa\u00eds que chamamos de Gr\u00e9cia,      na verdade se chamam helenos e viver em um pa\u00eds chamado Hellas.<\/p>\n<h4>Onde      a civiliza\u00e7\u00e3o ocidental come\u00e7ou<\/h4>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0antiga      \u00e9 chamado de &#8220;o ber\u00e7o da civiliza\u00e7\u00e3o ocidental&#8221;.<\/p>\n<p>Cerca de 2500 anos atr\u00e1s, os gregos criaram um modo de vida que foi admirado      e copiado pelas outras pessoas. O romanos copiaram a arte e os deuses gregos,      por exemplo.<\/p>\n<p>Os gregos antigos experimentaram a democracia , come\u00e7aram os Jogos Ol\u00edmpicos      e novas id\u00e9ias na ci\u00eancia, arte e filosofia (pensar sobre a vida, por exemplo).<\/p>\n<p>Os      antigos gregos viveram na\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0continental      e nas ilhas gregas, mas tamb\u00e9m no que hoje \u00e9 a Turquia, e em col\u00f4nias espalhadas      ao redor da costa do mar Mediterr\u00e2neo. Havia gregos na It\u00e1lia, Sic\u00edlia, Norte      de \u00c1frica e no extremo oeste da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia1.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n<strong>Parthenon-Acr\u00f3pole, em Atenas, Gr\u00e9cia<\/strong><\/p>\n<h4>Como      era a Gr\u00e9cia antiga?<\/h4>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0antiga      tinha um clima quente e seco, como a Gr\u00e9cia de hoje.<\/p>\n<p>As      pessoas viviam da agricultura, pesca e com\u00e9rcio. Alguns eram soldados. Outros      eram estudiosos, cientistas ou artistas.<\/p>\n<p>A      maioria dos gregos viviam em aldeias ou em pequenas cidades. Havia belos templos      de pedra com colunas e est\u00e1tuas, e teatros ao ar livre, onde as pessoas se      sentavam para assistir as pe\u00e7as de teatro.<\/p>\n<p>Muitos      gregos eram pobres. A vida era dif\u00edcil, porque a \u00e1gua, terras e madeira para      constru\u00e7\u00e3o eram escassos. \u00c9 por isso que muitos gregos navegou para encontrar      novas terras para conquistar.<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<h4>Como      a Gr\u00e9cia foi governada<\/h4>\n<p>N\u00e3o      havia um pa\u00eds chamado &#8220;<strong>Gr\u00e9cia Antiga<\/strong>&#8220;. Em vez disso,      houve uma pequena &#8221; cidade-estado &#8220;. Cada cidade-estado tinha seu      pr\u00f3prio governo. \u00c0s vezes, as cidades-estados lutaram entre si, s vezes eles      se uniram contra um inimigo maior, o Imp\u00e9rio persa.<\/p>\n<p>Atenas,      Esparta, Corinto e Ol\u00edmpia foram quatro destas cidades-estados.S\u00f3 um governante      muito poderoso poderia controlar toda a Gr\u00e9cia. Um homem no s\u00e9culo 4 aC surgiu.Ele      foi Alexandre, o Grande, da Maced\u00f4nia Maced\u00f4nia. Alexandre liderou seu ex\u00e9rcito      para conquistar n\u00e3o apenas a Gr\u00e9cia, mas um imp\u00e9rio que chegou t\u00e3o longe como      Afeganist\u00e3o e \u00cdndia.<\/p>\n<h4>Quando      a civiliza\u00e7\u00e3o grega come\u00e7ar?<\/h4>\n<p>Cerca      de 3000 aC, vivia na ilha de Creta, um povo chamado agora min\u00f3icos. O nome      vem do seu Rei Minos. Minos e outros reis Minoan enriqueceu com o com\u00e9rcio,      e constru\u00edram belos pal\u00e1cios. A civiliza\u00e7\u00e3o min\u00f3ica terminou cerca de 1450      aC.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a min\u00f3icos vieram os Mic\u00eanicos. Eles eram soldados da Gr\u00e9cia continental,      e foram os gregos que lutaram por Tr\u00f3ia no ano 1200 aC.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      terminar a idade Mic\u00eanica, cerca de 1100 aC, a Gr\u00e9cia entrou em uma &#8220;Idade      das Trevas&#8221;. Isso durou at\u00e9 o s\u00e9culo 9 aC quando os gregos partiram por      mar para explorar e criar col\u00f4nias.<\/p>\n<p>Os      Jogos Ol\u00edmpicos come\u00e7aram em 776 aC. Este foi o in\u00edcio da civiliza\u00e7\u00e3o &#8220;arcaico&#8221;      grego.<\/p>\n<p>Em      torno de 480 aC, a &#8220;idade de ouro&#8221; da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia\u00a0<\/strong>come\u00e7ou.      Isto \u00e9 o que os historiadores chamam de &#8220;cl\u00e1ssico&#8221; da Gr\u00e9cia.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0(e      as ilhas gregas) \u00e9 um pa\u00eds com uma hist\u00f3ria particularmente rica e personalidades      famosas.<\/p>\n<p>Escava\u00e7\u00f5es      mostram que as primeiras datas de liquida\u00e7\u00e3o da era paleol\u00edtica (11,000-3,000      BC). Durante o segundo mil\u00eanio aC, a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>deu      origem \u00e0 grande civiliza\u00e7\u00e3o do min\u00f3icos (2600-1500 aC), o mic\u00eanicos (1500-1150      aC) e da civiliza\u00e7\u00e3o das C\u00edclades.<\/p>\n<p>O      per\u00edodo cl\u00e1ssico da hist\u00f3ria grega (sexto-quarto s\u00e9culos aC) \u00e9 o mais famosos      em todo o mundo. O pico do per\u00edodo cl\u00e1ssico \u00e9 o s\u00e9culo 5 aC, quando os fundamentos      da civiliza\u00e7\u00e3o ocidental foram colocados em Atenas. Esta cidade-estado tornou-se      a maior pot\u00eancia naval da<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>, que o tempo e desenvolveu      todos os dom\u00ednios da cultura, incluindo a filosofia, m\u00fasica, teatro, ret\u00f3rica      e um novo regime, a democracia.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o,      a hist\u00f3ria da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0\u00e9      uma sucess\u00e3o de invas\u00f5es e domina\u00e7\u00f5es diferentes.<\/p>\n<p>Em      334 aC, Alexandre, o Grande, invadiu o Imp\u00e9rio Persa e seu ex\u00e9rcito conquistou      todo o caminho at\u00e9 a \u00cdndia. No entanto, em 323 aC, o grande general morre      na Babil\u00f4nia e seu imp\u00e9rio maced\u00f4nio \u00e9 dilacerada e governada por seus herdeiros.<\/p>\n<p>Em      168 aC em diante, os romanos conquistaram a Gr\u00e9cia e um novo per\u00edodo come\u00e7ou      para a hist\u00f3ria grega.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo 3, o Imp\u00e9rio Romano foi cortado em dois peda\u00e7os, o Imp\u00e9rio Romano do      Oriente e do Ocidente.<\/p>\n<p>Enquanto      o Imp\u00e9rio Romano do Ocidente foi gradualmente invadido por b\u00e1rbaros norte-europeus      tribos, o Imp\u00e9rio Romano do Oriente, com Constantinopla como capital desenvolveu      e se tornou o Imp\u00e9rio Bizantino, que durou cerca de 1.000 anos.<\/p>\n<p>Em      1453 aC, os turcos otomanos conquistaram Constantinopla e gradualmente o resto      da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>,      que j\u00e1 havia sido dominada pelos venezianos.<\/p>\n<p>O      pa\u00eds sofreu muito sob a ocupa\u00e7\u00e3o otomana e as pessoas tentaram se rebelar      muitas vezes.<\/p>\n<p>No      entanto, todos as rebeli\u00f5es foram suspensas, at\u00e9 mar\u00e7o de 1821, quando a Guerra      da Independ\u00eancia Grega come\u00e7ou.<\/p>\n<p>O      pa\u00eds finalmente conseguiu a sua liberdade em 1829, quando o Estado independente      primeiro Grego foi formada e Kapodistrias Ioannis foi definido como governador.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      Kapodistrias foi assassinado em 1831, o pr\u00edncipe Otto da Baviera se tornou      o primeiro rei da Gr\u00e9cia, seguido por George I da Dinamarca em 1863.<\/p>\n<p>Naquela      \u00e9poca, as ilhas J\u00f3nicas foram dadas \u00e0 Gr\u00e9cia pela Gr\u00e3-Bretanha e depois Tess\u00e1lia      foi anexado ao estado grego pelos turcos.<\/p>\n<p>No      in\u00edcio do s\u00e9culo 20, Maced\u00f4nia, Creta e ilhas do mar Egeu Oriental tamb\u00e9m      foram anexados ao estado grego. Este foi o momento em que a figura de um importante      pol\u00edtico grego se levantou, Eleftherios Venizelos.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0resistiu      muito as for\u00e7as do Eixo durante a Segunda Guerra Mundial, mas acabou perdendo      a guerra.<\/p>\n<p>A      maior parte do territ\u00f3rio grego foi conquistado pelos alem\u00e3es e algumas partes      pelos italianos.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a Segunda Guerra Mundial, as ilhas do Dodecaneso tamb\u00e9m se tornara parte do      Estado grego.<\/p>\n<p>Tr\u00eas      d\u00e9cadas de turbul\u00eancia pol\u00edtica se seguiu, incluindo uma junta militar a partir      de 1967 at\u00e9 1974.<\/p>\n<p>Desde      1975, o regime da Gr\u00e9cia \u00e9 Rep\u00fablica Parlamentar.<\/p>\n<p>Fonte:  colegiosaofrancisco.com.br<\/p>\n<h6>Gr\u00e9cia<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Gr\u00e9cia, Para\u00edso dos Deuses<\/h4>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0\u00e9      especial. As lendas e a mitologia nos dizem que os deuses escolheram este      cantinho do mundo para instalar sua morada, e quando se percorre o pa\u00eds, ningu\u00e9m      d\u00favida de que fizeram a melhor escolha.<\/p>\n<p>Na\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0se unem as paisagens mais      belas com os restos arqueol\u00f3gicos das civiliza\u00e7\u00f5es que sentaram as bases da      cultura ocidental. A arte, filosofia, literatura e o pensamento pol\u00edtico foram      desenvolvidos nesta terra baixo a atenta mirada dos deuses do Olimpo. <\/p>\n<p>Mas o trabalho divinho n\u00e3o acabou a\u00ed, pouco a pouco foram criando pequenos      para\u00edsos que somaram mais de 2.000 maravilhosas ilhas. Todas s\u00e3o de uma beleza      inacredit\u00e1vel, selvagem, natural, indescrit\u00edveis. <\/p>\n<p>Ainda se sente a magia divina e o fluxo de sabedoria legado das magn\u00edficas      civiliza\u00e7\u00f5es que foram ocupando este pa\u00eds. As terras onde Homero deu vida      a Ulisses, \u00cdcaro queimou suas asas ao querer viajar ao sol, Minotauro atemorizava      as donzelas cretenses depois de que se internaram no Labirinto e onde Safo      comp\u00f4s suas poesias e se suicidou por amor, n\u00e3o defraudam a ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>A      mirada dos gregos delata um ponto de melancolia que enriquece a fascina\u00e7\u00e3o      p\u00f4r esta popula\u00e7\u00e3o alegre, aberta, curiosa e muito comunicativa. N\u00e3o h\u00e1 nada      melhor que conversar com eles e deixar-se cativar por seus contos, lendas,      desejos e suas esperan\u00e7as. S\u00e3o os descendentes diretos dos deuses.<\/p>\n<p>Nas      festas populares gregas pode-se aproveitar e aceder a dimens\u00f5es divinas. A      animada m\u00fasica grega, a deliciosa gastronomia, as dan\u00e7as coloridas e o ouzo,      t\u00edpica bebida grega, transportam o visitante a ambientes nunca antes conhecidos      e explorados.<\/p>\n<p>Se Plat\u00e3o, Arist\u00f3teles, Pericles, Dem\u00f3stenes ou S\u00f3crates ressuscitassem e      passeassem pela\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0atual, assombrariam-se      com a sabedoria dos gregos contempor\u00e2neos. Demostraram suficiente capacidade      para unir o mais antigo com o mais moderno, e na delicadeza para entrela\u00e7ar      as tradi\u00e7\u00f5es com os conceitos mais avan\u00e7ados, conciliaram a cultura com a      t\u00e9cnica. <\/p>\n<p>Os antigos pensadores ficariam cativados com as cidades do s\u00e9culo XX, com      os edif\u00edcios que apresentam as mesmas caracter\u00edsticas de cinco mil anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Sem      d\u00favida, os deuses do Olimpo de sua distante morada, seguem protegendo a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0para      perpetuar o para\u00edso terrestre, repartindo-o hoje com todo o mundo.<\/p>\n<h4>Localiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Situada na Europa meridional,\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0compreende      o territ\u00f3rio sul da pen\u00ednsula dos Balc\u00e3s, os arquip\u00e9lagos das ilhas J\u00f4nicas,      do mar Egeu e a m\u00edstica ilha de Creta. <\/p>\n<p>Em total ocupa uma superf\u00edcie de 131.957 km. Tem fronteiras ao norte com      Iugosl\u00e1via e Bulg\u00e1ria, ao noroeste com Alb\u00e2nia, ao noroeste com Turquia e      com os mares Mediterr\u00e2neo, J\u00f4nico e Egeu.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0\u00e9 fundamentalmente montanhosa com um      terreno rochoso e afilado, sobre tudo em suas costas e ao constituir uma pen\u00ednsula      seu litoral \u00e9 muito importante sendo de aproximadamente 15.000 Km. <\/p>\n<p>A costa banhada pelo mar J\u00f4nico forma dois golfos, o de Arta e o de Patras.      A sul, no Pelopon\u00e9sio, tamb\u00e9m se recortam golfos, neste caso tr\u00eas, o de Mesenia,      de Laconia e de Nauplia. <\/p>\n<p>As margens escarpadas que banham o Mar Egeu se destacam por suas profundas      enseadas no Golfo de Egina, de Volo, de Tesalonica e na Pen\u00ednsula Calc\u00eddica.<\/p>\n<h4>Montanhas<\/h4>\n<p>As montanhas gregas ocupam um 80 por cento do terreno, as cadeias montanhosas      que formam est\u00e3o constitu\u00eddas principalmente por rochas cali\u00e7as, que o tempo      e a eros\u00e3o lhes converteu em crateras, enseadas fechadas, barrancos e grutas,      localmente chamadas &#8220;katavothra&#8221;. <\/p>\n<p>Uma das mais altas \u00e9 a do Maci\u00e7o do Pindo que se desdobra em duas, est\u00e1 situada      no monte Smolikas e atinge uma altitude de 2.637 metros; e nos montes do Parnaso,      com 2.510 metros no monte Guiona. <\/p>\n<p>Continuando pela dire\u00e7\u00e3o leste, a parte meridional com os Montes do Pelopon\u00e9sio      que estendem-se at\u00e9 os altiplanos de Epiro e os relevos de Etolia e Acarmania      e a parte que finaliza no monte Eta. Na parte setentrional destaca o Kaimaktsal\u00e1m      e sobre tudo a m\u00e1xima altitude do pa\u00eds, no Maci\u00e7o do Olimpo, morada dos deuses,      se eleva o M\u00edtikom com 2.917 metros.<\/p>\n<h4>Rios<\/h4>\n<p>A rede fluvial grega varia dependendo da zona. Os rios orientais s\u00e3o de carater      torrencial e seu m\u00e1ximo expoente \u00e9 o rio Aliakmom que des\u00e1gua no Golfo de      Tesal\u00f4nica, enquanto que os ocidentais s\u00e3o mais caudalosos e mais constantes,      entre os que destacam o Arakhthos e o Aqueloos. <\/p>\n<p>A rede hidrogr\u00e1fica hel\u00eanica, apresenta cursos de \u00e1guas bastante breves,      que desembocam no mar depois de haver criado plan\u00edcies pantanosas e amplios      deltas.<\/p>\n<p><strong>Desde      a cadeia de Pindo descendem at\u00e9 verter suas \u00e1guas no Mar J\u00f4nico:<\/strong>\u00a0o      rio Tiamis, o Arachthos, com um comprimento de 133 Km, que desemboca no Golfo      de Arta, entre marismas e zonas pantanosas; o Aqueloos, com 242 quil\u00f4metros      de comprimento, que desemboca frente \u00e0 ilha de Cefalonia.<\/p>\n<p><strong>Enquanto      descendem para o Egeu:\u00a0<\/strong>o      P\u00ednios, com 227 quil\u00f4metros de comprimento; e o Ali\u00e1kmon, o rio mais longo      de\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>,      com 325 Km, que desemboca no Golfo de Salonica, num amplio delta onde se fundem      tamb\u00e9m o Galik\u00f3s e o Axi\u00f3s.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia2.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Gr\u00e9cia<\/strong><\/p>\n<h4>Lagos<\/h4>\n<p>Entre      os lagos destaca o maior de\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>,      o Lago Prespa, ao norte do Pindo, que partilha com seus pa\u00edses vizinhos. Junto      a ele est\u00e1 situado o Lago Mikra Prespa. Entre as montanhas encontram-se alguns      menores como o Lago Kastor\u00eda, a beira da cidade que leva seu nome, no vale      alto do Ali\u00e1kmon; o Lago Vegorritis, situado entre os maci\u00e7os Voras e Vermion;      o Lago Doiranis; o Epiro; os lagos de Langada e Volvi em Macedonia; os lagos      Zistonis, ao leste do Delta de Nestos; o Lago Aqulinitsa, na desembocadura      do Alfi\u00f3s; e o Lago Trikhonis, junto \u00e0 cidade de Agr\u00ednion, que est\u00e1 entre      os montes situados ao norte do Golfo de Patras.<\/p>\n<h4>Ilhas<\/h4>\n<p>Uma parte essencial de\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0s\u00e3o      suas 427 ilhas que abarcam um total de 25.642 quil\u00f4metros quadrados do territ\u00f3rio      nacional. De todas elas s\u00f3 aproximadamente cem est\u00e3o habitadas. <\/p>\n<p>As de maior tamanho s\u00e3o Creta com 8.220 quil\u00f4metros quadrados, Eubea, 3.580      quil\u00f4metros e Lesbos com 1.750 quil\u00f4metros. <\/p>\n<p>As ilhas que h\u00e1 nas \u00e1guas territoriais gregas s\u00e3o resultado do encontro entre      o mar e a montanha, que s\u00e3o as partes mais altas de uma cadeia montanhosa      hoje submersa.<\/p>\n<h4>Flora<\/h4>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0tem sofrido uma profunda transforma\u00e7\u00e3o      com o passo do tempo. Alguns s\u00e9culos atr\u00e1s existiam grandes extens\u00f5es de frondosos      bosques de acebos, azinheiras, castanhos, fresnos, olmos, hayas e con\u00edferas      como alerces e abetos dos que em nossos dias s\u00f3 encontram-se algumas mostras,      especialmente nas zonas da Cadeia do Pindo ou no Olimpo. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a t\u00edpica vegeta\u00e7\u00e3o mediterr\u00e2nea tem sido substitu\u00edda em boa medida      pela phrygana, p\u00e1ramos com arbustos baixos, embora ainda podem-se encontrar      oliveiras, c\u00edtricos, acebos, jaras, louro, acantos, hibiscos, enebros e algarrobos,      entre outras esp\u00e9cies. <\/p>\n<p>Pode-se encontrar maquis, t\u00edpico mato do Mediterr\u00e2neo, chaparral de Calif\u00f3rnia,      fynbos de \u00c1frica do sul e &#8220;mallee serub&#8221; do sudoeste africano.<\/p>\n<p>Em\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0n\u00e3o      \u00e9 dif\u00edcil desfrutar de diferentes esp\u00e9cies de orqu\u00eddeas todas elas de grande      beleza. Tamb\u00e9m crescem narcisos, tulipas, a\u00e7ucenas de Calcedonia, adelfas,      campanillas e cicl\u00e1menes.<\/p>\n<p>Mesmo      com este cambio,\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0segue      contando com uma formosa vegeta\u00e7\u00e3o muito variada, chegou a registrar 6.000      esp\u00e9cies aut\u00f3ctones muitas delas end\u00eamicas.<\/p>\n<h4>Fauna<\/h4>\n<p>A      fauna tamb\u00e9m tem sofrido uma profunda restrutura\u00e7\u00e3o e se acredita que na antig\u00fcidade      viviam le\u00f5es, chacais e camelos. Em nossos dias n\u00e3o encontraremos nenhum felino      selvagem de formosa melena mas um grande n\u00famero de outras esp\u00e9cies como ursos      pardos, lobos, cervos, javalis, cobras, gato, corzos, lontras, gamos, gatos      monteses, linces, raposas, porco espinho, lebres, esquilos, tartarugas marinhas      e Hermann, escorpi\u00f5es e grande quantidade de aves como cegonhas, \u00e1guias, gar\u00e7as      caranguejeiras, alcotanes, abejarucos, urubus africanos, cormoranes, mochuelos,      pelicanos, andorinhas e corujas. Em fauna marinha destacam o pargo, mero,      dent\u00f3m comum, salmonete, lula, bonito de pele listada e o sargo comum.<\/p>\n<p>Nos      \u00faltimos tempos o governo grego tem come\u00e7ado a preocupar-se seriamente pela      prote\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies declarando dez reservas protegidas que corresponde a      uns 64.000 hectares. Destacam o Lago de Prespa, Maci\u00e7o do Olimpo, a Garganta      de Amar\u00e3o em Creta, Cabo Sun\u00e3o e o Monte Parnaso.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p><strong>Pr\u00e9-hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>hist\u00f3ria de Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0se remonta      aos primeiros povoados dos j\u00f4nicos, eolios e dorios que se assentaram na pen\u00ednsula      no 2.000 a.C. Especial men\u00e7\u00e3o vale a cultura desenvolvida em Creta denominada      minoica pelo m\u00edtico rei que governava esta ilha, Minos e que deixou importantes      mostras como os pal\u00e1cios de Cnosos e Festos. <\/p>\n<p>A uni\u00e3o de estes com os habitantes da zona do Egeu sup\u00f4s o nascimento da      civiliza\u00e7\u00e3o mic\u00e9nica que se expandiria pelas ilhas banhadas por esse mar e      por \u00c1sia Menor. O per\u00edodo de m\u00e1ximo esplendor desta civiliza\u00e7\u00e3o se deu entre      o 1.450 e o 1150 a.C.<\/p>\n<p><strong>A      Idade Escura<\/strong><\/p>\n<p>O      seguinte per\u00edodo expansivo dos primeiros gregos teve lugar nos s\u00e9culos VIII      e VII a.C. fundando-se col\u00f4nias em tudo o Mediterr\u00e2neo e do mar Negro ao Tirreno      e \u00e9 que os mic\u00e9nicos j\u00e1 tinham organizado socialmente e o poder estava em      m\u00e3os dos aristocratas com \u00e2nsias de grandeza.<\/p>\n<p>As      principais col\u00f4nias foram Cirenaica e Magna em\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>,      Sic\u00edlia em It\u00e1lia, Marselha em Fran\u00e7a e Ampurias na Espanha. Com o desenvolvimento      econ\u00f4mico, as migra\u00e7\u00f5es d\u00f3ricas e a apari\u00e7\u00e3o de novas estirpes come\u00e7ariam      os conflitos que dividiriam aos gregos durante boa parte de sua hist\u00f3ria,      deixando-lhes unicamente como elementos comuns sua cultura, seu profundo sentimento      religioso e sua paix\u00e3o pelas competi\u00e7\u00f5es atl\u00e9ticas (somente masculinas e que      acabariam desembocando nos primeiros Jugos Ol\u00edmpicos que se celebraram em      Ol\u00edmpia no 776 a.C.).<\/p>\n<p>Estas lutas sociais deram como resultado, j\u00e1 no s\u00e9culo VI a.C., ordenamentos      pol\u00edticos democr\u00e1ticos em cidades como Atenas na que governavam nove arcontes      eup\u00e1tidas, nobres, seis tesmotetes elegidos pelo povo e um are\u00f3pago, conselho      de ex-arcontes. <\/p>\n<p>A primeira constitui\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica foi redigida por Cistenes no 508 a.C.      Seu ancestral inimigo, Esparta optou, sem embargo, por uma Constitui\u00e7\u00e3o oligarquia      governando cinco \u00e9foros assistidos por um conselho de trinta anci\u00f5es. <\/p>\n<p>Estes dois estados n\u00e3o duvidaram em unir-se quando o perigo da invas\u00e3o persa      se acentuou gravemente e assim, no s\u00e9culo V, conseguiram derrotar-lhes enquanto      as respectivas col\u00f4nias tamb\u00e9m conseguiam c\u00e9leres Batalhas contra os cartaginenses      em Sic\u00edlia e os etruscos em Campania. <\/p>\n<p>Surgem importantes centros comerciais como Corinto, M\u00e9gara, Argos, assim      como centros industriais como Si\u00e7\u00e3o e Calcis e de grande poder naval como      Egina.<\/p>\n<p><strong>A      Gr\u00e9cia Cl\u00e1ssica e Helenistica<\/strong><\/p>\n<p>Esta uni\u00e3o entre os dois estados, representando cada um deles de uma liga      &#8211; Esparta \u00e0 cabe\u00e7a da Confedera\u00e7\u00e3o Pelopon\u00e9sica e Atenas na Liga Delo-\u00e1tica,-,      n\u00e3o durou muito. Atenas se havia convertido num estado com grande poder gra\u00e7as      ao s\u00e1bio governo de P\u00e9ricles o que provocou o antagonismo de Esparta. <\/p>\n<p>A rivalidade entre as duas cidades desembocaria nas Guerras do Pelopon\u00e9sio,      que duraram do 431 ao 404 a.C., alternando- nas vitorias e nas derrotas pois      existia uma grande igualdade entre as partes em lit\u00edgio. <\/p>\n<p>Esparta conseguiu a hegemonia dos dois estados acabando com a riqueza e influ\u00eancia      de Atenas. Esta supremacia espartana n\u00e3o finalizaria at\u00e9 o 371 a.C. com a      rebeli\u00e3o de Tebas. <\/p>\n<p>Por\u00e9m o governo tebano tampouco duraria muito, desta vez uma alian\u00e7a pac\u00edfica      consegue reunir diferentes estados baixo o mando de Filipo de Macedonia. <\/p>\n<p>O sucessor de Filipo, Alexandre Magno, reafirma com m\u00e3o dura a hegemonia      em Maced\u00f4nia destruindo Tebas e nenhuma outra cidade grega se levantou enquanto      durou seu mandato. <\/p>\n<p>O m\u00edtico Alexandre Magno empreende uma campanha contra Persia ao mando de      40.000 homens e em s\u00f3 nove anos conquista um grande n\u00famero de territ\u00f3rios      conseguindo que seu imp\u00e9rio se estendera desde o Mar J\u00f4nico at\u00e9 o vale do      Indo. <\/p>\n<p>Sua morte no 323 a.C. Provocaria o desmoronamento do Imp\u00e9rio formando-se      diferentes reinos que se uniram a sua vez em diferentes ligas. A mais importante      foi a do Pelopon\u00e9sio.<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo      Romano, Bizantino e Turco<\/strong><\/p>\n<p>Roma      come\u00e7a a tomar posi\u00e7\u00f5es para impedir a pirataria dos ilirios ocupando Apolonia,      Epidamno e Corf\u00fa. Esta influ\u00eancia foi aindaentando at\u00e9 que finalmente\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0passa      a ser uma col\u00f4nia independente baixo o dom\u00ednio do Imp\u00e9rio Romano e \u00e9 renomeada      no 27 a.C. com o nome de Acaya passando no ano 395 d.C.<\/p>\n<p>A      formar parte do Imp\u00e9rio de Oriente. No 393 d.C. Se celebraram os \u00faltimos Jogos      Ol\u00edmpicos e no 529 d.C. Justiniano fecha todas as escolas de filosofia de      Atenas. A divis\u00e3o do Imp\u00e9rio Romano deixa a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0dentro      da parte oriental passando a ser parte do Imp\u00e9rio Bizantino mas em lugar de      florescer com ele, a H\u00e9lade cai num per\u00edodo de decad\u00eancia.<\/p>\n<p>Desde este per\u00edodo at\u00e9 o s\u00e9culo XI Gr\u00e9cia sofre peri\u00f3dicas invas\u00f5es de germanos,      eslavos, b\u00falgaros, \u00e1rabes e normandos. No XI, durante a IV Cruzada, o territ\u00f3rio      grego \u00e9 dividido, nobres francos ocuparam a pen\u00ednsula enquanto as ilhas passaram      a ser propriedade de Veneza.<\/p>\n<p> A \u00e9poca de influ\u00eancia europ\u00e9ia se deixou notar na l\u00edngua, em especial nas      ilhas J\u00f4nicas, e em seu acercamento \u00e0 Igreja de Roma.<\/p>\n<p>No      ano de 1260 se restaura a domina\u00e7\u00e3o bizantina concedendo a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0uma      maior import\u00e2ncia, mas a presen\u00e7a de venezianos e genoveses n\u00e3o acaba pois      eles controlavam os portos e o com\u00e9rcio. Nos \u00faltimos anos deste per\u00edodo o      governo chama a mercen\u00e1rios catal\u00e3os para que defendam o territ\u00f3rio dos turcos,      mal pagados, acabariam tomando Atenas e Tebas nos anos 1311 e 1381.<\/p>\n<p>Em 1460\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0foi invadida pelos      turcos capitaneados pelo sult\u00e3o Mohamed II que nos s\u00e9culos XVI e XVII recuperariam      tamb\u00e9m as ilhas. <\/p>\n<p>Este foi um per\u00edodo muito duro pois durante o dominio otomano se unificou      de novo o territ\u00f3rio continental, os gregos foram oprimidos violentamente      e super explorados com o estabelecimento de servi\u00e7os e o pago de insuport\u00e1veis      taxas fiscais.<\/p>\n<p>Os bandoleiros e os piratas foram durante esta \u00e9poca uma fonte continua de      viol\u00eancia cotidiana, e as pragas reduziram a popula\u00e7\u00e3o mais drasticamente      que as guerras.<\/p>\n<p> Durante o s\u00e9culo XVII, o Imp\u00e9rio Otomano parou sua expans\u00e3o, apareceram      novas tens\u00f5es. Se formaram grupos de bandoleiros, chamados klephts, nas montanhas,      em lugares de dif\u00edcil acesso para o controle turco. A tradi\u00e7\u00e3o campesina os      converteu em s\u00edmbolos da resist\u00eancia grega.<\/p>\n<p><strong>A      Independ\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>O crescimento de uma comunidade comercial em essas circunstancias \u00e9 tal vez      uma das causas que favoreceu o nascimento do nacionalismo grego. Os gregos      bizantinos despreciavam o com\u00e9rcio, deixando-lhe para os estrangeiros, e igual      fizeram os turcos. <\/p>\n<p>Os gregos, judeus e arm\u00eanios se foram transformando nos mercadores do Imp\u00e9rio      Otomano. Os interc\u00e2mbios com Europa puseram em contato aos gregos ricos, n\u00e3o      s\u00f3 nos estilos de vida europeus, sino tamb\u00e9m com suas id\u00e9ias pol\u00edticas e culturais.    <\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o Francesa aportou o est\u00edmulo pol\u00edtico revolta, mas a terra j\u00e1      estava abonada com id\u00e9ias nacionalistas entre os crist\u00e3os do Imp\u00e9rio Otomano.<\/p>\n<p>Os primeiros movimentos independentistas se organizaram baixo uma seita secreta      chamada Hetairia que com o apoio russo se lan\u00e7aram contra os turcos em uma      luta que duraria de 1821 a 1829. <\/p>\n<p>Com o apoio franco-brit\u00e1nico e russo, as for\u00e7as insurrectas obtiveram a vit\u00f3ria      e no Congresso de Londres de 1830 se reconhecia o nascimento de um novo Estado      de cujo territ\u00f3rio foram exclu\u00eddas Tesalia, Maced\u00f4nia e Creta. Este novo estado      teve como dirigente o rei Ot\u00f3m I de Baviera que foi derrocado e substitu\u00eddo      por Jorge I de Dinamarca em 1863.<\/p>\n<p>Em      1881\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0recupera      Tesalia e uma parte de Epiro, e ap\u00f3s o conflito b\u00e9lico com Turquia de 1896,      que durou um ano, se reconhece a autonomia de Creta.<\/p>\n<p>Dentro de\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>, os c\u00e2mbios pol\u00edticos se for\u00e7avam      com freq\u00fc\u00eancia com levantamentos militares. Em 1909 alguns jovens oficiais      do ex\u00e9rcito se levantaram contra o regime estabelecido, e convidaram a um      novo pol\u00edtico de reputa\u00e7\u00e3o radical, Eleutherios Venizelos, procedente de Creta,      a formar governo. <\/p>\n<p>Consumado diplom\u00e1tico e de grande encanto pessoal, Venizelos canalizou as      energias da classe media grega atrav\u00e9s de seu Partido Liberal, que dominou      a pol\u00edtica grega os vinte e cinco anos seguintes. Com a ajuda exterior foi      capaz de construir uma armada e um ex\u00e9rcito de grande efic\u00e1cia militar.<\/p>\n<p><strong>S\u00e9culo      XX<\/strong><\/p>\n<p>Uma      nova crise balc\u00e2nica em 1912-13 foi resolvida com uma s\u00e1bia mistura de diplomacia      e a\u00e7\u00e3o militar por parte de Venizelos que finalizaria com os Tratados de Londres      e Bucareste. Mas n\u00e3o impediria os golpes para a pequena\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0que      significariam dez anos de guerra. Gr\u00e9cia se embarcaria tamb\u00e9m na Primeira      Guerra Mundial.<\/p>\n<p>O      legado desta \u00e9poca foi a derrocada financeira e a divis\u00e3o pol\u00edtica dos gregos.      Por outra parte, nestes anos\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0recupera      Creta e amplia o territ\u00f3rio com o resto de ilhas do Egeu exceto Dodecaneso,      Io\u00e1nnina e Tesal\u00f4nica.<\/p>\n<p>O territ\u00f3rio de\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0se viu de      novo amparada gra\u00e7as a Constantino I pelo seu apoio \u00e0 Entente, que obteve      pelo Tratado de S\u00e9vres em 1920 Adian\u00f3polis e Esmirna para voltar a perde-los      a m\u00e3os de Kemal Pach\u00e1 em 1923, ano em que terminou a guerra entre Gr\u00e9cia e      Turquia. <\/p>\n<p>Esta perdida provocou uma forte instabilidade que desemboca na ca\u00edda do rei      Jorge II e na ado\u00e7\u00e3o de um regime republicano que se manteria at\u00e9 o ano de      1935, data em que o general Kondylis reinstala a monarquia e no ano seguinte      se instauraria a ditadura de Metaxas.<\/p>\n<p>Durante      a Segunda Guerra Mundial Gr\u00e9cia foi ocupada pelo ex\u00e9rcito nazi contra os que      lutaram os partid\u00e1rios do EAM e do ELAS at\u00e9 o desembarco dos aliados em 1944.      Depois do conflito mundial, pelo que recuperaria o Dodecaneso, inicia-se um      conflito de carater civil em 1947 que finalizaria tr\u00eas anos depois com a derrota      dos comunistas.<\/p>\n<p>Em      1951\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0entra      a formar parte da OTAN. Em 1967 se produz um Golpe de Estado que instaura      uma ditadura ao mando de uma junta de coroneles.<\/p>\n<p>Dois      anos depois\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0abandona      o Conselho de Europa acusada de violar a Carta Europ\u00e9ia dos Direitos Humanos.<\/p>\n<p>Em 1974 Chipre, antiga reivindica\u00e7\u00e3o territorial, motiva um novo enfrentamento      com Turquia. Para ganhar tempo a Junta Militar nomeia a Karamanlis chefe de      governo do pa\u00eds. Esse mesmo ano, no m\u00eas de novembro, se convocam elei\u00e7\u00f5es      que reafirmam a Karamanlis no poder e como primeiro passo, este governante      carism\u00e1tico, abole a monarquia grega. <\/p>\n<p>O 7 de julho de 1975 se vota uma nova Carta Constitucional e \u00e9 elegido como      presidente da Rep\u00fablica Tsatsos. Dois anos depois celebram-se novas elei\u00e7\u00f5es      das que saiu vencedor K. Karamanlis que em 1980 passou a ser Presidente da      Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Em 1981\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0entra para formar      parte como estado de pleno direito da Comunidade Econ\u00f4mica Europ\u00e9ia e nesse      mesmo ano consegue a vit\u00f3ria nas urnas o Partido Socialista grego, PASOK,      com Papandreu como chefe de governo. <\/p>\n<p>Em 1985 os socialistas voltam a ganhar as elei\u00e7\u00f5es o que provoca a demiss\u00e3o      de Karamanlis que \u00e9 substitu\u00eddo como novo Chefe de Estado por Sartzetakis.    <\/p>\n<p>Em 1990 uma grave crises pol\u00edtica pr\u00f3pricia a volta \u00e0 presid\u00eancia de Karamanlis      e a substitui\u00e7\u00e3o de Papandreu por Mitsotakis.<\/p>\n<h4>Arte      e Cultura<\/h4>\n<p>A arte grega \u00e9 talvez, o que mais tem influenciado na arte de todo o mundo,      principalmente em Europa. Os padr\u00f5es art\u00edsticos de medida e propor\u00e7\u00f5es se      seguem ainda hoje em dia e sua cultura tem sido t\u00e3o importante que as principais      bases do pensamento humano se desenvolveram neste pa\u00eds. <\/p>\n<p>Se temos em conta que seu melhor per\u00edodo n\u00e3o durou mais de 30 anos, do 460      ao 430 a.C. resulta ainda mais surpreendente que em t\u00e3o pouco tempo se pudessem      desenvolver tantos e t\u00e3o diversos aspectos da cultura. De fato este fen\u00f4meno      n\u00e3o h\u00e1 voltuo a produzir-se em toda a hist\u00f3ria.<\/p>\n<h4>Pr\u00e9-hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Deste      per\u00edodo destacam as estatuetas estatopigeas e as cer\u00e2micas do neol\u00edtico, os      tholos e a cer\u00e2mica minia da civiliza\u00e7\u00e3o hel\u00e1dica, assim como as estatuetas      em forma de violino e as cer\u00e2micas em forma de frigideira da civiliza\u00e7\u00e3o cicl\u00e1dica.      Na idade do Bronze se estabeleceu em Creta uma civiliza\u00e7\u00e3o que se diferenciou      de todas as existentes em aquela \u00e9poca no Mediterr\u00e2neo, a minoico-mic\u00e9nica.<\/p>\n<p><strong>D\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p>Durante a idade do Ferro os dorios invadem a Pen\u00ednsula grega e embora com      a implanta\u00e7\u00e3o das cidades-estado perdem o dom\u00ednio pol\u00edtico, nas artes se desenvolvem      intensamente o estilo geom\u00e9trico t\u00e3o caracter\u00edstico deste povoado e que pode      verse, sobre tudo, na cer\u00e2mica. <\/p>\n<p>Um pouco mais tarde se desenvolve a escultura com D\u00e9dalo que realizava imagens      em pedras, de grandes propor\u00e7\u00f5es muito r\u00edgidas e decoradas com motivos geom\u00e9tricos.<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo      Arcaico<\/strong><\/p>\n<p>Em      este per\u00edodo se sofre a transforma\u00e7\u00e3o na arte, pois da import\u00e2ncia da forma      se passa \u00e0 import\u00e2ncia do s\u00edmbolo. Sua principal express\u00e3o s\u00e3o os Kuroi, figuras      masculinas desnudas de atletas e as Korai, figuras femininas com complicados      tocados e simples t\u00fanicas.<\/p>\n<p>Deste      per\u00edodo, metade do s\u00e9culo VII a.C. \u00e9 o primeiro templo grego, o de Hera em      Ol\u00edmpia seguindo os padr\u00f5es d\u00f3ricos.<\/p>\n<p><strong>Da      necessidade de decorar o interior dos templos surgem novas modalidades art\u00edsticas:<\/strong>\u00a0frisos,      metopas e frontones com relevos que tratam diferentes temas. A escultura come\u00e7a      a adquirir movimento embora de forma muito t\u00edmida. Por\u00e9m, a cer\u00e2mica adquire      neste per\u00edodo seu m\u00e1ximo esplendor com os vasos corintios em branco e negro.      Come\u00e7a a decorar a cer\u00e2mica com pintura e os motivos come\u00e7am a recrear grupos      de pessoas pintadas em negro.<\/p>\n<p><strong>Estilo      Severo<\/strong><\/p>\n<p>De      480 ao 450 a.C. Aparecem novas tend\u00eancias muito inovadoras como o naturalismo      baseado nas teorias de S\u00f3crates. O principal escultor \u00e9 Mir\u00f3m com seu famoso      Disc\u00f3bolo.<\/p>\n<h4>Per\u00edodo      Cl\u00e1ssico<\/h4>\n<p>Este per\u00edodo come\u00e7a desde o 447 at\u00e9 o 323 a.C. Embora o verdadeiro esplendor      dure s\u00f3 trinta anos. Em arquitetura destaca o Parten\u00f3n da Acr\u00f3polis de Atenas      de estilo d\u00f3rico. Em escultura destacam Mir\u00f3m que cavalga entre a etapa anterior      e \u00e9sta e Policleto a quem se deve a considera\u00e7\u00e3o da est\u00e1tua com medidas equilibradas.    <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 mundialmente famoso Fidias que seria substitu\u00eddo j\u00e1 no s\u00e9culo IV      a.C. Por Escopas que imprime movimento e sentimentos a suas esculturas, Praxisteles,      o primeiro escultor que realiza desnudos femininos e Lisipo, partid\u00e1rio do      naturalismo. <\/p>\n<p>Desaparece a cer\u00e2mica \u00e1tica, e em troca, se desenvolve a pintura de grandes      dimens\u00f5es.<\/p>\n<p>Em arquitetura destacam especialmente os templos gregos. Em geral todos est\u00e3o      compostos por uma grande sala retangular, naos, na que se situava a est\u00e1tua      do deus correspondente, sempre mirando para o Leste. Precedendo \u00e0 naos encontra-se      a pronaos com duas colunas \u00e0 entrada e cujo interior pode estar dividido em      v\u00e1rias salas divididas por colunas a sua vez. <\/p>\n<p>Com o tempo esta estrutura foi evolucionando complicando-se cada vez mais.      Os templos gregos s\u00e3o denominados de acordo com o n\u00famero de colunas da fachada,      quatro colunas, tetr\u00e1stilo, seis, ex\u00e1stilo, oito, oct\u00e1stilo, etc. <\/p>\n<p>E tamb\u00e9m por ordem arquitet\u00f4nico em que hajam sido realizados, d\u00f3rico, J\u00f4nico      ou corintio.<\/p>\n<p>A      ordem d\u00f3rico se caracteriza porque as colunas n\u00e3o tinham base, o fuste das      colunas eram acanalados e o capitel era simples e estava composto de um \u00e1baco      quadrado sobre um equino circular. O arquitrave, situado acima das colunas,      era liso e o friso se dividia em triglifos e metopas.<\/p>\n<p>A      ordem J\u00f4nica tem como normas fundamentais colunas com base moldada em forma      de discos superpostos, o fuste conta com astr\u00e1gulo entre as estrias e o capitel      conta com volutas e um \u00e1baco muito reduzido e trabalhado. O arquitrave tem      tr\u00eas faixas horizontais, um friso que pode ser liso ou com relevos.<\/p>\n<p>A      ordem corintio s\u00f3 se diverge do J\u00f4nico pela forma do capitel que comp\u00f5e-se      por duas capas de grandes folhas de acanto.<\/p>\n<p>O      templo grego era a resid\u00eancia do deus e o culto religioso se celebrava no      exterior pelo que as decora\u00e7\u00f5es mais belas sempre estavam na fachada do edif\u00edcio,      de ah\u00ed, os maravilhosos front\u00f5es t\u00edpicos de estas constru\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Per\u00edodo      Helen\u00edstico e Romano<\/h4>\n<p>O      grande predom\u00ednio de\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0acaba      neste per\u00edodo que vai desde o 310 at\u00e9 o 140 a.C. Os romanos favorecem o neoaticismo      consistente em reprodu\u00e7\u00f5es das obras cl\u00e1ssicas.<\/p>\n<h4>Arte      Paleocristiano<\/h4>\n<p>No      s\u00e9culo VI d.C. Aparecem as primeiras bas\u00edlicas crist\u00e3s surgidas em redor do      sepulcro de algum m\u00e1rtir. Destacam a Bas\u00edlica de Agios Dimitrios em Salonica      e as Bas\u00edlicas A e B de Creta.<\/p>\n<h4>Desde      o Per\u00edodo Bizantino at\u00e9 o Dom\u00ednio Turco<\/h4>\n<p>No      s\u00e9culo VIII se construiu a primeira igreja de estilo bizantino, a Bas\u00edlica      de Santa Sofia em Salonica. A partir desse momento se levantam numerosos edif\u00edcios      religiosos de diferentes dimens\u00f5es por todo o pa\u00eds. Estes edif\u00edcios estavam      decorados com formosos mosaicos como os de Ossios Loukas ou do mosteiro de      Dafne. Tamb\u00e9m surgem os frescos com movimento e vivas cores.<\/p>\n<p>Do      s\u00e9culo XIII ao XV a conquista de grande parte do territ\u00f3rio grego, por parte      dos francos e venezianos, traem a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0os      principais estilos art\u00edsticos europeus que se plasmam sobre tudo em igrejas      e fortifica\u00e7\u00f5es. Do s\u00e9culo XV ao XIX, com a ocupa\u00e7\u00e3o turca, as igrejas se      transformam em mesquitas e aparecem banhos e mercados tipicamente otomanos.<\/p>\n<h4>S\u00e9culos      XIX e XX<\/h4>\n<p>A      nova\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0independente      adota estilos e formas do resto da Europa mantendo o estilo cl\u00e1ssico. Destacam      em arquitetura Kaftantzoglou, Orlandos e Tazagres, em pintura Litras, Katzis      o Papaloukas e o realismo figurativo de Moralis, o expresionismo de Bouzianis      e Mavroidis e o abstrato de Spiropoulos. Em escultura Aprtis, Milona e Avramidis.<\/p>\n<h4>Literatura<\/h4>\n<p>A literatura grega tem enfluenciado poderosamente no resto do mundo durante      s\u00e9culos at\u00e9 nossos dias. A \u00e9pica de Homero, a trag\u00e9dia com S\u00f3focles e Eur\u00edpides,      a comedia de Arist\u00f3fanes e Menandro, a poesia de P\u00edndaro e Teognis, a l\u00edrica      de Safo, Anacreonte e P\u00edndaro, a historiografia de Tucidides e Jenofonte,      a orat\u00f3ria com Dem\u00f3stenes, a filosofia de Plat\u00f3m e Arist\u00f3teles, a elegia de      Cal\u00edmaco, a biografia com Plutarco e as f\u00e1bulas de Esopo s\u00e3o, entre outras      muitas, obras que ainda se l\u00eaem e se estudam em nossos dias pois suas tem\u00e1ticas      e seus estilos seguem contendo as bases do pensamento atual. <\/p>\n<p>A trag\u00e9dia tem sido um g\u00eanero muito cultivado entre os gregos. Tem suas origens      no culto dionis\u00edaco, particularmente nas festas chamadas Grandes Dionis\u00edacas,      que se celebravam em Atenas desde o s\u00e9culo VI a.C. <\/p>\n<p>Na chegada da primavera acudiam a todos os pontos do \u00c1tica para, durante      v\u00e1rios dias, assistir \u00e0s prociss\u00f5es, participar nos cortejos e entregar-se      aos excessos que autorizavam estas homenagens ao deus do vinho e da natureza.    <\/p>\n<p>Como apogeu de estas festas, os concursos de canto e poesias permitiam a      poetas e coristas medem seu talento perante um apaixonado audit\u00f3rio. Sua celebra\u00e7\u00e3o      daria lugar ao nascimento da trag\u00e9dia.<\/p>\n<p>J\u00e1      na idade contempor\u00e2nea destacam Papadiamandis, Kondilakis, Xen\u00f3pulos, Kavafis,      Kostis Palam\u00e1s, os Pr\u00eamio Nobel Seferis e Elitis e os poemas levados a can\u00e7\u00f5es      populares de Theodorakis.<\/p>\n<h4>A      Mitologia<\/h4>\n<p>Os gregos tinham um sentido do mundo profundamente m\u00edstico e religioso. Os      antigos situaram de maneira muito precisa alguns de seus mitos. Os cidad\u00e3os      de Atenas, Corinto e Tebas podem ver continuamente com seus pr\u00f3prios olhos      as zonas de atividade de seus her\u00f3is e deuses. <\/p>\n<p>Desde os tempos de Homero at\u00e9 a desintegra\u00e7\u00e3o do imp\u00e9rio de Alexandre, os      gregos se sentiam um povo diferente de todos os demais, aos que chamavam b\u00e1rbaros.<\/p>\n<p>Conforme      a lenda, a deusa Atenea escolheu a terra de\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0para      seu povo favorito, situada estrategicamente entre o norte gelado e o sul t\u00f3rrido.<\/p>\n<p>A religi\u00e3o grega conciliou seus deuses baixo formas antropom\u00f3rficas e sobre      eles criou uns mitos de uma riqueza excepcional. S\u00e3o t\u00e3o fascinantes que todas      nossas manifesta\u00e7\u00f5es culturais, especialmente a literatura e a arte, em qualquer      \u00e9poca hist\u00f3rica, se inspiraram em eles. <\/p>\n<p>A religi\u00e3o teve sua origem nos cultos e as cren\u00e7as ligadas \u00e0 vida cotidiana      e \u00e0 agricultura. Veneravam \u00e0s for\u00e7as sobrenaturais, que traziam a fertilidade      e a fecundidade. <\/p>\n<p>Deusas e deuses de corpos inacredit\u00e1veis, ligados a animais ou vegetais eram      adorados nos campos, templos e moradas constru\u00eddas para eles. Lhes levavam      oferendas, rendiam sacrif\u00edcios, em festas que davam lugar a prociss\u00f5es, representa\u00e7\u00f5es,      dan\u00e7as e jogos gin\u00e1sticos.<\/p>\n<p><strong>O      panteom grego estava organizado como uma sociedade familiar<\/strong>: Zeus,      Poss\u00eaidon, Hermes, Ares, Dioniso, Hera, Atenea, Artemis.<\/p>\n<p>Junto a eles apareciam animais de variadas formas como as sirenas, esfinges,      hidras, quimeras, grifos, gorgonas, que procediam de Creta e Oriente. Sem      d\u00favida os mitos est\u00e3o ligados a grandes aventureiros cujas lendas se formaram      em torno das viagens de explora\u00e7\u00e3o caracter\u00edsticas da \u00e9poca mic\u00e9nica (1580-1100      a.C.), e a lugares importantes da \u00e9poca.<\/p>\n<p> Os mitos tal e como os conhecemos hoje s\u00e3o a cria\u00e7\u00e3o de grandes poetas,      que se inspiraram nas lendas populares. Entre os escritores maiores de estes      tempos encontra-se Homero, cujas obras a Il\u00edada e a Odiss\u00e9ia s\u00e3o conhecidas      no mundo inteiro.<\/p>\n<h4>M\u00fasica      e Dan\u00e7a<\/h4>\n<p>O      instrumento musical grego por excel\u00eancia \u00e9 o bouzo\u00faki, uma esp\u00e9cie de mandolina      com um m\u00e1stil alargado. A m\u00fasica e a dan\u00e7a guardam influ\u00eancias otomanas.<\/p>\n<p>O      kalamantian\u00f3s est\u00e1 considerado como a dan\u00e7a nacional; se baila em c\u00edrculo,      colocando-se o primeiro bailarino no centro com um len\u00e7o. Pode ser acompanhada      com uma balada triste, que faz referencia ao sacrif\u00edcio das mulheres Suli      que se jogavam desde uma roca fugindo dos turcos.<\/p>\n<p>De origem oriental s\u00e3o as dan\u00e7as do zeimb\u00e9kiko, interpretado por um s\u00f3 bailarino,      o chass\u00e1piko por pares masculinos, e o tsifteteli, uma esp\u00e9cie de dan\u00e7a do      ventre. A mirologia \u00e9 uma dan\u00e7a f\u00fanebre, que tem sua origem em Epiro, \u00e0 que      acompanha o sonido de um clarinete. <\/p>\n<p>O sirt\u00f3s \u00e9 a dan\u00e7a tradicional dos euzones, soldados do Corpo de Guardas      do Estado, se baila ataviado com gorro turco e saia do Epiro; desta dan\u00e7a      se deriva o conhecido sirt\u00e1ki. <\/p>\n<p>O hani\u00f3tico e o pentoz\u00e1li de Creta, e o ts\u00e1mikos de Samos s\u00e3o dan\u00e7as guerreiras,      assim como a so\u00fasta, que data de \u00e9pocas muito antigas, atualmente \u00e9 bailada      por homens e mulheres colocados em filas uns de frente pra outros.<\/p>\n<h4>Gastronomia<\/h4>\n<p>A      cozinha grega se caracteriza pela sua simplicidade e por seus sabores agrad\u00e1veis      ao paladar. \u00c9 uma cozinha tipicamente mediterr\u00e2nea com o azeite de oliva como      base fundamental. N\u00e3o em v\u00e3o\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0\u00e9      um dos principais produtores deste produto junto com Espanha e It\u00e1lia.<\/p>\n<p><strong>O      Caf\u00e9 da manh\u00e3<\/strong><\/p>\n<p>Os gregos come\u00e7am o dia com um caf\u00e9 da manh\u00e3 ligeiro, nada de ovos, suco,      cereais, etc. t\u00e3o s\u00f3 um caf\u00e9 com as roscas de p\u00e3o com sementes de gergelim,      conhecidas como koulouri, s\u00e3o mais que suficiente. <\/p>\n<p>Durante o transcurso da manh\u00e3 \u00e9 habitual tomar algum petisco e \u00e9 freq\u00fcente      que nas zonas de escrit\u00f3rios das principais cidades existam os kafetzis que      servem, ap\u00f3s receber uma chamada telef\u00f4nica, qualquer refresco, caf\u00e9, sandu\u00edches      ou doces. <\/p>\n<p>Se n\u00e3o se conta com este servi\u00e7o se costuma sair \u00e0 rua e comprar nos postos      na rua os magn\u00edficos folheados bem de queijo (tiropitta), bem de espinafre      (spanakopitta), de carne (kreatopitta), acompanhados de um iogurte folheado      com nata ou fruta conhecido como bugatsa, delicioso.<\/p>\n<p><strong>A      hora do Almo\u00e7o e Jantar<\/strong><\/p>\n<p>A comida, quando tem-se tempo, \u00e9 muito mais que o simples fato de comer.      \u00c9 um evento de reuni\u00e3o familiar ou de amigos que se deve desfrutar plenamente.    <\/p>\n<p>Se come\u00e7a tomando um o\u00fazo, aguardente de an\u00eds tipicamente grego, acompanhado      de algum canap\u00e9s que pode consistir em azeitona, salsich\u00e3o, anchovas, caviar,      camar\u00e3o, salchichas de f\u00edgado, frituras, v\u00edsceras ou deliciosas saladas de      ovas de peixe chamadas taramosal\u00e1ta.<\/p>\n<p>O      primeiro prato costuma consistir na salada grega, salta khori\u00e1tiki, tipicamente      mediterr\u00e2nea a base de tomates, pepinos, cebola, azeitona negras e como toque      grego se acompanha com queijo de ovelha chamado f\u00e9ta. Tamb\u00e9m pode-se comer      como primeiro um prato de sopa de verduras com um ovo escalfado. No tempo      de P\u00e1scoa \u00e9 habitual tomar Magir\u00edtsa, sopa de bucho com ovos e suco de lim\u00e3o.<\/p>\n<p>O segundo prato, o mais consistente, pode ser de carne ou peixe acompanhado      de verduras. Si se decide pela carne encontrar\u00e1 estupenda vitela na zona de      Tesalia e Atenas e em todo o pa\u00eds, principalmente, cordeiro. <\/p>\n<p>Si se opta pelo porco (gouroun\u00f3poulo), os gregos normalmente o preparam assado.      Pratos t\u00edpicos de carne s\u00e3o a souvl\u00e1kia, brocheta que mistura carne de cordeiro      com carne de porco, as d\u00f3lmades, carne picada com arroz envolvida em folhas      de parra ou couve, soutzouk\u00e1kia, alm\u00f4ndegas de carne e arroz com salsa de      tomate, mousak\u00e1s, berinjela, molho branco e carne picada em forma de pastel,      giov\u00e9tsi, cordeiro assado com massa, kebab, t\u00edpica brocheta de carne de cordeiro      de origem turco, kot\u00f3poulo, frango assado recheado de arroz, queijo e passas      e o galapo\u00fala germist\u00ed, peru recheado de castanhas, passas e azeitona. <\/p>\n<p>Todos estes pratos de carne est\u00e3o preparados com grande esmero e seu sabor      \u00e9 realmente delicioso.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0\u00e9      uma pen\u00ednsula pelo que os peixes se tomam abundantemente em todo o pa\u00eds e      s\u00e3o muito frescos.<\/p>\n<p><strong>Os restaurantes, bares e tabernas das cidades costeiras servem todo      tipo de pratos:<\/strong>\u00a0a mar\u00edda s\u00e3o peixes fritos de pequeno      tamanho regados com vinho aromatizado com resina e pode levar tamb\u00e9m camar\u00e3o,      polvo ou calamares. Tamb\u00e9m s\u00e3o muito t\u00edpicos os salmonetes que se servem fritos      ou a brasa. <\/p>\n<p>Estes s\u00e3o as comidas de peixe mais tradicionais mas as cartas est\u00e3o repletas      de peixes preparados de diferentes maneiras. N\u00e3o titubeei em provar qualquer      variedade, sem d\u00favida ser\u00e1 uma magn\u00edfica experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Tanto      os peixes como as carnes se costumam acompanhar de saladas mediterr\u00e2neas e      pur\u00eas entre os que destaca o de berinjelas com or\u00e9gano.<\/p>\n<p>Como sobremesa pode-se optar pelos queijos gregos como o f\u00e9ta e o mizithra,      ambos de ovelha de sabor suave ou pelo kas\u00e9ri, de cor amarelo e sabor mais      forte. O iogurte \u00e9 outra sobremesa habitual que pode-se tomar folheado, a\u00e7ucarado,      com nata ou frutas.<\/p>\n<p> E j\u00e1 como doces destacam as massas conhecidas como tir\u00f3pita, os pudins de      requeij\u00e3o ou queijo e as baklav\u00e1, cata\u00edfi e balaktobo\u00fareko, tortas folheadas,      nozes e mel de origem turco. S\u00e3o estupendas tamb\u00e9m os doces acompanhadas de      mel e as geleias de frutas. N\u00e3o deixe de provar os sorvetes gregos, pagot\u00e1,      t\u00eam merecida fama.<\/p>\n<p>O      jantar \u00e9 algo mais leve e se comem os mesmos pratos que durante o almo\u00e7o s\u00f3      que em menor quantidade.<\/p>\n<h4>Bebidas<\/h4>\n<p>Est\u00e1s deliciosas comidas costumam estar regadas com vinho do pa\u00eds que deixa-se      envelhecer em cubas \u00e0s que se acrescenta resina de pinho conferindo-lhe um      sabor curioso e uma maior conserva\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>N\u00e3o o mescle com \u00e1gua ou soda, o sabor piorar\u00e1 notavelmente. O vinho grego      costuma ser branco, \u00e1spero, embora tamb\u00e9m se toma rosado, kokkin\u00e9li, que leva      menos resina. Se este sabor n\u00e3o lhe satisfaz prove os magn\u00edficos caldos do      Peloponesio como Aca\u00eda, Mantinha e Reine, os do \u00c1tica, de Creta, Minos e os      do resto das ilhas que t\u00eam um ligeiro sabor doce. <\/p>\n<p>Os vinhos tintos come\u00e7aram a criar nos \u00faltimos tempos, destacando o de Naoussa.      Tamb\u00e9m pode-se tomar cerveja, a mais popular \u00e9 a Fix.<\/p>\n<p>O      caf\u00e9 \u00e9 imprescind\u00edvel depois de uma boa comida. A influ\u00eancia do caf\u00e9 turco      \u00e9 not\u00e1vel pelo que o sabor \u00e9 excelente. Pode-se tomar amargo (ski\u00e9tos), ligeiramente      doce (m\u00e9trios), doce (glik\u00eds), carregado (var\u00eds) ou cozido durante muito tempo      (vrast\u00f3s).<\/p>\n<p>A      comida finaliza com os licores. O brandy grego \u00e9 excelente, os mais famosos      s\u00e3o o Cambas e o Metax\u00e1, este \u00faltimo se obt\u00e9m da destila\u00e7\u00e3o do lentisco.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m      se toma licor de guindas, visinada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos restaurantes e tabernas gregas vale a pena visitar os kafenion,      lugares de reuni\u00e3o de grupos de amigos onde se joga \u00e0s cartas, se conversa      ou se l\u00ea o jornal ou bem, os ouzeri, t\u00edpicas tabernas onde se toma o licor      nacional, o ouzo, cerveja, vinho e qualquer outra bebida acompanhados dos      aperitivos mais variados conhecidos como meze. <\/p>\n<p>O ambiente de ambos locais \u00e9 tipicamente grego e resulta fascinante.<\/p>\n<h4>Compras<\/h4>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0\u00e9      um verdadeiro para\u00edso para os amantes das compras. Destacam os produtos artesanais      como as imita\u00e7\u00f5es de antigas vasilhas de cer\u00e2mica em branco e negro com figuras      humanas, as talhas de madeira pintadas a m\u00e3o que podem ir desde pequenas caixas      a cabeceiros de cama, cadeiras mesas, escrivaninhas, vitrinas, ovos de madeira      de radiante colorido, tapetes de parede de desenhos originais, vestidos t\u00edpicos      de vivas cores, bordados de esmerado trabalho, tapetes de flokati, objetos      de coro como sapatos, cintur\u00f5es, artigos de escrit\u00f3rio, bolsas entre as que      destacam as conhecidas tagaria que s\u00e3o bolsas de praia de algod\u00e3o e l\u00e3, luvas,      bonecas, as t\u00edpicas m\u00e1scaras da trag\u00e9dia grega realizadas nos mais variados      materiais e diferentes objetos de cer\u00e2mica como jarros, vasos, l\u00e2mpadas, jogos      de caf\u00e9 e ch\u00e1, braceletes e brincos entre muitos outros.<\/p>\n<p>T\u00eam      especial fama os tecidos confeccionados a m\u00e3o, em especial os da ilha de Creta.      Tamb\u00e9m s\u00e3o conhecidos os de Micenas, de pior acabado que os cretenses, cujo      estampado a listas \u00e9 ideal para jogos de mesa ou saias de senhora. S\u00e3o excelentes      para o inverno os pul\u00f4veres tecidos a m\u00e3o pelas campesinas com l\u00e3 das ovelhas      do pa\u00eds.<\/p>\n<p>No      relativo a cer\u00e2mica \u00e9 muito apreciada a de Rodas e a de Amaruosion. Se lhe      gosta o vime e os pequenos m\u00f3veis de incrustado, nas ilhas Cicladas encontrar\u00e1      estes artigos a bom pre\u00e7o.<\/p>\n<p>Os      trabalhos de joalheria s\u00e3o realmente excepcionais. Desenhos originais e imita\u00e7\u00f5es      de j\u00f3ias antigas muito formosas. Destacam as j\u00f3ias de filigrana de prata,      de prata, ouro, colares de ametista e os preciosos esmaltes de Epiro.<\/p>\n<p>Em\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0podem-se      adquirir tamb\u00e9m a bons pre\u00e7os casacos de pele, sobre tudo de vis\u00e3o e raposa,      procedentes de Kastor\u00eda.<\/p>\n<p>S\u00e3o muito t\u00edpicos os komboloi, esp\u00e9cie de ros\u00e1rio de cores que se vai passando      para ter as m\u00e3os ocupadas. Pode ser de v\u00e1rios materiais embora os mais usados      s\u00e3o os de madeira e \u00e2mbar. Por\u00e9m os artigos mais vendidos neste pa\u00eds s\u00e3o as      imita\u00e7\u00f5es de obras de arte antigas. <\/p>\n<p>Estas imita\u00e7\u00f5es s\u00e3o vendidas em ocasi\u00f5es como pe\u00e7as originais pelo que se      deve que ter cuidado com o que lhe oferecem e com os certificados que estende      o vendedor. \u00c9 muito importante ter em conta que na alf\u00e2ndega ser\u00e3o muito severos      com as pe\u00e7as de arte aut\u00eantica que se tentem sacar do pa\u00eds. <\/p>\n<p>Si se conforma com uma boa imita\u00e7\u00e3o encontrar\u00e1 pe\u00e7as excelentes, vasos, estatuetas,      \u00edcones e pequenas esculturas entre outras.<\/p>\n<p>Como      produtos aliment\u00edcios s\u00e3o maravilhosos os frutos secos, mel, am\u00eandoas e os      doces. Tamb\u00e9m o vinho com sabor a resina (vinho macerado em barricas com resina      de pino), o que lhe confere um sabor doce curioso e agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p>Recorde      que em toda\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0h\u00e1      exposi\u00e7\u00f5es permanentes de artesanato do pa\u00eds que dependem da Organiza\u00e7\u00e3o Nacional      Hel\u00e9nica de Artes\u00e3os, Hommeh. Aqui podem-se conseguir pe\u00e7as originais a bons      pre\u00e7os, al\u00e9m de obter os endere\u00e7os de artes\u00e3os especializados.<\/p>\n<p>Existe      uma grande variedade de com\u00e9rcios nos que adquirir estes produtos. Desde butiques      de luxo de elevados pre\u00e7os passando pelas pequenas lojas de aspecto \u00edntimo,      onde pode-se encontrar de tudo, at\u00e9 os alegres mercados inundados de cores      e cheiros onde o ambiente \u00e9 t\u00e3o atrativo como os objetos que ali podem-se      encontrar. Passe por eles, vale a pena.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o      e Costumes<\/h4>\n<p>Os      habitantes de\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0t\u00eam      o t\u00edpico car\u00e1ter mediterr\u00e2neo embora com caracter\u00edsticas pr\u00f3prias. S\u00e3o alegres,      amantes da divers\u00e3o, sorrientes, abertos, comunicativos e acolhedores. O estrangeiro      se sentir\u00e1 como em seu pr\u00f3prio pa\u00eds e receber \u00e1 toda ajuda que possa necessitar.<\/p>\n<p>Os      gregos s\u00e3o faladores, num tono mais alto de o habitual, e lhes encanta conversar      com gentes de distinta cultura pois s\u00e3o muito curiosos e gostam conhecer outras      formas de vida, outras cren\u00e7as e outros modos de comportamento. N\u00e3o criticaram      as diferen\u00e7as sino que as englobaram em outras culturas como parte delas e      tentaram sacar o melhor de elas.<\/p>\n<p>A      imagina\u00e7\u00e3o grega \u00e9 desbordante, de fato, existem numerosas lendas e contos      que passam oralmente de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. Tal vez esta criatividade procede      da Mitologia, t\u00e3o estendida, que relata a vida e encarna\u00e7\u00f5es dos deuses gregos      e sua descend\u00eancia assim como suas conflituosas rela\u00e7\u00f5es com os humanos.<\/p>\n<p>A vida grega tem lugar em sua maior parte na rua. Os caf\u00e9s, pra\u00e7as, passeios      e jardins est\u00e3o repletos de gente. Nos povoados \u00e9 t\u00edpico ver \u00e0s mulheres charlando      nas portas das casas aproveitando o refrescar da tarde enquanto que os maridos      fazem o mesmo nas tabernas. <\/p>\n<p>Outra atividade e tipicamente grega, que resulta chocante para os visitantes,      \u00e9 o passar as contas de komboli entre os dedos. Os komboli s\u00e3o uma esp\u00e9cie      de ros\u00e1rio realizado em diferentes materiais, principalmente de madeira e      \u00e2mbar.<\/p>\n<p>Talvez,      devido ao calor, as atividades l\u00fadicas costumam realizar-se avan\u00e7ada a tarde      e se alargam at\u00e9 bem entrada a noite. A siesta \u00e9 respeitada por todos e durante      as primeiras horas da tarde as ruas costumam estar desertas. O Tabil \u00e9 um      dos jogos preferidos para as horas de relaxa\u00e7\u00e3o na taberna.<\/p>\n<p>No      relativo \u00e0s ilhas, s\u00f3 a d\u00e9cima parte delas est\u00e3o habitadas, e algumas por      uns quantos monges e algumas cabras. Cada ilha conserva uma certa individualidade      em sua arquitetura, em seus trajes t\u00edpicos, e em seus dialetos. Apesar de      isso \u00e9 freq\u00fcente que existam contatos entre os grupos de ilhas, estabelecendo-se      um rico interc\u00e2mbio cultural.<\/p>\n<p>Os gregos t\u00eam uma parte melanc\u00f3lica em seu car\u00e1ter. De vez em quando se observa      certa tristeza em seus olhos e uma abstra\u00e7\u00e3o moment\u00e2nea que passa rapidamente.    <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o muito orgulhosos e embora tentam dissimular \u00e9 melhor n\u00e3o despertar      esta faceta sua.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia \u00e9 o n\u00facleo essencial e costuma existir uma estreita rela\u00e7\u00e3o entre      pais, av\u00f4s, tios, primos, sobrinhos e demais parentela. Os anci\u00f5es s\u00e3o venerados      e costumam viver com os filhos at\u00e9 sua morte, enquanto que as crian\u00e7as s\u00e3o      muito queridas e gozam de uma amplia liberdade. <\/p>\n<p>Como pa\u00eds mediterr\u00e2neo que \u00e9, o machismo ainda \u00e9 habitual embora tem-se avan\u00e7ado      muito neste aspecto, sobre tudo, nas novas gera\u00e7\u00f5es e nas zonas urbanas. <\/p>\n<p>Nas zonas rurais ainda se mant\u00e9m os antigos comportamentos, entre os que      destacam o fato de que a mulher \u00e9 sempre esposa e filha de um homem. Ainda      se mant\u00e9m o dote que a noiva aporta ao matrimonio.<\/p>\n<p>A      educa\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria para todos e, de fato, em\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0existe      um \u00edndice muito baixo de analfabetismo e um n\u00famero muito alto de livrarias.      Os gregos s\u00e3o gente culta e lhes gosta cultivar-se.<\/p>\n<p>Outra peculiaridade grega \u00e9 o profundo respeito pelo religioso assim como      pelos fen\u00f4menos sobrenaturais. A mistura do culto ortodoxo com celebra\u00e7\u00f5es      pag\u00e3s, procedentes da antig\u00fcidade, est\u00e3o ao cabo do dia. As lendas, feiti\u00e7os,      ritos e supersti\u00e7\u00f5es t\u00eam um fiel reflexo ainda nas zonas rurais e se plasmam      nas festas populares. <\/p>\n<p>Os bailes folcl\u00f3ricos s\u00e3o coloridos e animados e ao ritmo do bouzo\u00faki se      interpretam o kalamantian\u00f3s, um baile em c\u00edrculo em cujo centro est\u00e1 o bailarino      principal com um len\u00e7o, o tsifteteli, dan\u00e7a do ventre ao grego, o chass\u00e1piko,      bailado por duplas masculinas e o zeimb\u00e9kiko no que um dan\u00e7arino se move com      passos que imitam aos dos felinos. <\/p>\n<p>Se tem oportunidade n\u00e3o deixe de assistir a qualquer de estas celebra\u00e7\u00f5es.      As dan\u00e7as, a m\u00fasica, o vinho, a comida e sobre tudo a companhia dos gregos      \u00e9 fant\u00e1stica. Estamos seguros de que passar\u00e1 momentos deliciosos.<\/p>\n<h4>Entretenimento<\/h4>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0oferece      uma grande variedade de atividade para passar um bom momento, tanto ao ar      livre praticando algum esporte, como nas cidades assistindo a algum espet\u00e1culo.<\/p>\n<p><strong>Ber\u00e7o      dos Jogos Ol\u00edmpicos permite praticar numerosas atividade esportivas:<\/strong>\u00a0vela,      esqui n\u00e1utico, golf, t\u00eanis, equita\u00e7\u00e3o, alpinismo e esqui alpino.<\/p>\n<p><strong>Praia<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0tem 15.000 quil\u00f4metros de costa pelo      que as possibilidades de desfrutar do mar e das praias s\u00e3o quase ilimitadas.      Barcos de vela que navegam pelas ilhas recorrendo rinc\u00f5es de grande beleza,      motos aqu\u00e1ticas, surf windsurfing, esqui n\u00e1utico o, simplesmente, um prezerosos      banho em uma praia de areias finas s\u00e3o algumas das op\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Os principais centros tur\u00edsticos contam com instala\u00e7\u00f5es adequadas para satisfazer      as mais exigentes peti\u00e7\u00f5es, e os pre\u00e7os n\u00e3o variam muito dos que podem-se      encontrar em outras zonas mediterr\u00e2neas como Espanha ou It\u00e1lia. As praias      mais apreciadas encontram-se em \u00c1tica, Beocia e o Peloponesio.<\/p>\n<p>Encontrar\u00e1      dificuldades para achar lugares com sombra pelo que se deve tomar precau\u00e7\u00f5es      \u00e0 hora de tomar o sol. Recorde que para praticar a pesca submarina em\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0h\u00e1      que trasladar-se \u00e0s zonas em que esta permitida dita pr\u00e1tica. Informe-se antes      de realizar esta atividade.<\/p>\n<p><strong>Montanha      e Excurs\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o muito gratificantes as excurs\u00f5es a p\u00e9 por um entorno de grande      beleza como a rota do Pelopon\u00e9sio, um total de 250 quil\u00f4metros que podem-se      percorrer em duas semanas cruzando zonas espetaculares como Egiona, Gythion,      Kalavrita, Arcadia, Tr\u00edpolis e Esparta. <\/p>\n<p>Existem numerosos ref\u00fagios para os aventureiros. Por outra parte a Sociedade      Hel\u00e9nica de Espeleologia descobriu e exploro umas 7.500 forma\u00e7\u00f5es em forma      de grutas e precip\u00edcios, curiosidades naturais, que acondicionaram em alguns      casos para permitir sua visita. <\/p>\n<p>Destacando a Gruta de Koutouki em \u00c1tica em Peania e a Gruta de Diros no Pelopon\u00e9sio      na Baia do mesmo nome.<\/p>\n<p><strong>Outras      Atividades<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m      destas atividade pode-se praticar equita\u00e7\u00e3o, golfe, t\u00eanis, esqui e espeleolog\u00eda.      As esta\u00e7\u00f5es de esqui mais importantes est\u00e3o em Beocia, Monte Parnaso; no Pelopon\u00e9sio,      no Monte Aroania e no Monte M\u00e9nalo.<\/p>\n<p><strong>Balne\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Em\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0podem-se      encontrar tamb\u00e9m maravilhosos balne\u00e1rios de \u00e1guas termais. Muito conhecidos      s\u00e3o os de Kamena Vourla especializado em aliviar enfermidades do sistema nervoso,      reumatismo, atrozes degenerativas, ci\u00e1ticas, lumbago e problemas end\u00f3crinos,      o de Thermopyles com \u00e1guas de sulfurosas de hidrog\u00eanio que melhoram os problemas      respirat\u00f3rios e as enfermidades ginecol\u00f3gicas, Kalidromo cujas \u00e1guas tratam      as infec\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas, Ypati recomendado para pessoas com problemas sang\u00fc\u00edneos      e card\u00edacos e Platystomo com \u00e1guas sulfurosas alcalinas que tratam problemas      de nutri\u00e7\u00e3o, de f\u00edgado e do sistema digestivo. Todos os balne\u00e1rios contam      com instala\u00e7\u00f5es agrad\u00e1veis com todo o necess\u00e1rio para fazer o tratamento e      para passar uns dias muito agrad\u00e1veis.<\/p>\n<p><strong>Espet\u00e1culos<\/strong><\/p>\n<p>Nas      cidades as atividade s\u00e3o muito diferentes mas n\u00e3o s\u00e3o menos divertidas.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0conta com uma grande oferta de teatros      nos que pode-se desfrutar de qualquer tipo de espet\u00e1culos musicais. Tamb\u00e9m      encontram-se na carteleira bailes folcl\u00f3ricos e, nos meses de ver\u00e3o, interpreta\u00e7\u00f5es      cl\u00e1sicas em espetaculares entornos como a Fortaleza velha em Corf\u00fa. <\/p>\n<p>Se tem oportunidade n\u00e3o deixe de assistir ao Festival de Atenas que celebra-se      entre os meses de julho a setembro no Odeon de Herodes \u00c1tico (muito perto      \u00e0 Acr\u00f3poles), com representa\u00e7\u00f5es de trag\u00e9dias cl\u00e1ssicas, \u00f3pera, concertos      e ballets num marco incompar\u00e1vel.<\/p>\n<p>Nas      salas de cinema se exp\u00f5em filmes, sobre tudo estrangeiras, embora tamb\u00e9m se      exibem filmes nacionais.<\/p>\n<p>Os      quatro casinos com que conta\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0s\u00e3o      muito atrativos, existe um no Monte Parnaso ao que se acede em telef\u00e9rico,      outro em Corf\u00fa, um mais em Rodas e outro na pen\u00ednsula Calc\u00eddica no complexo      hoteleiro de Porto Carr\u00e1s, uma esp\u00e9cie de Porto Ban\u00fas em grego.<\/p>\n<p>Um dos espet\u00e1culos mais t\u00edpicos de\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0s\u00e3o      os clubes noturnos onde escuta a rembetika, m\u00fasica popular grega que muitas      vezes se compara com o blues. Aparte de desfrutar do bom ambiente pode-se      tomar uma copa e empapar-se do espirito de festa, isto nunca antes das doze      da noite (mesmo abrindo \u00e0s 22.00 h.). <\/p>\n<p>Al\u00e9m da rembetika em outros clubes tocam os acordes do jazz, pop, rock e      m\u00fasica tradicional como o bouzouki.<\/p>\n<h4>Festividades<\/h4>\n<p><strong>Janeiro<\/strong><\/p>\n<p>As festividades em\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0come\u00e7am      em 1 de janeiro com a celebra\u00e7\u00e3o do Ano Novo. Os gregos se re\u00fanem em fam\u00edlia      para degustar uma excelente comida e come\u00e7ar o ano com bom p\u00e9. O dia 6 de      janeiro \u00e9 o dia em que em todas as casas se escuta as risas das crian\u00e7as gregas.    <\/p>\n<p>Os Reis Magos fizeram bem o seu labor e os presentes, especialmente brinquedos,      fazem as delicias dos menores.<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Em 25 de mar\u00e7o se comemora o Dia da Independ\u00eancia, desfiles, concertos, exposi\u00e7\u00f5es      e fogos artificiais para este dia t\u00e3o especial para<strong> Gr\u00e9cia<\/strong>.<\/p>\n<p>A Quaresma e Pentecostes celebram-se segundo o rito ortodoxo pelo que t\u00eam      lugar semanas mais tarde que as correspondentes festas cat\u00f3licas. A Semana      Santa se segue com bastante fervor religioso. A sexta-feira Santa \u00e9 festa      nacional e \u00e9 t\u00edpico ver prociss\u00f5es do f\u00e9retro de Jesus Cristo, coberto de      panos e flores com epit\u00e1fios, seguido de pessoas com velas ascendidas. <\/p>\n<p>Ao meio dia o recolhimento d\u00e1 passo \u00e0 festa pois em esse momento as campanas      ressoam com alegria e o c\u00e9u grego se enche da luz dos fogos artificiais. Tamb\u00e9m      s\u00e3o festa nacional o Dia de P\u00e1scoa e segunda-feira de P\u00e1scoa, nestas celebra\u00e7\u00f5es      as casas, sobre tudo nos povoados, est\u00e3o abertas e \u00e9 tradicional comer cordeiro      ao espeto. <\/p>\n<p>Se tem oportunidade n\u00e3o deixe de visitar Corf\u00fa nesta \u00e9poca do ano, especialmente      o S\u00e1bado Santo quando realiza-se a prociss\u00e3o das rel\u00edquias de S\u00e3o Spirid\u00f3m      e se rompem vasilhas de barro acompanhadas das filarm\u00f4nicas da ilha. Esta      prociss\u00e3o se repete no Domingo de Ramos, no 11 de agosto e no primeiro domingo      de novembro.<\/p>\n<p><strong>Maio<\/strong><\/p>\n<p>Em      21 de maio em Langada celebra-se a Festa de S\u00e3o Constantino e neste mesmo      dia, em Macedonia, tem lugar o Agia Elen\u00ed, uma festividade impressionante      pois se bailam dan\u00e7as populares sobre brasas acesas.<\/p>\n<p><strong>Abril      &#8211; Novembro<\/strong><\/p>\n<p>De      abril a outubro t\u00eam lugar v\u00e1rios espet\u00e1culos de luz e sonido em marcos incompar\u00e1veis      como a Acr\u00f3polis ateniense e a Fortaleza Antiga de Corf\u00fa. De maio a setembro      se p\u00f5e em cena numerosos bailes folcl\u00f3ricos na colina de Filopapo em Atenas.      Durante todo o ver\u00e3o celebram-se continuas festas nas ilhas gregas.<\/p>\n<p>T\u00eam      especial fama as que t\u00eam lugar com motivo da sa\u00edda e o regresso dos pescadores      de esponjas.<\/p>\n<p>De      junho a setembro celebram-se diferentes eventos como o Festival de Teatro      Antigo de Epidauro, o Festival de Teatro, M\u00fasica, Dan\u00e7a e Artes Pl\u00e1sticas      de Patras e o Festival de Atenas com concertos de todo tipo de m\u00fasica, teatro,      ballets, dan\u00e7as folcl\u00f3ricas e muitos mais espet\u00e1culos de tipo cultural.<\/p>\n<p><strong>Julho<\/strong><\/p>\n<p>No      dia 8 de julho t\u00eam lugar as festas de Lefkimi em Corf\u00fa, muito divertidas,      enquanto que o 15 de agosto, como em qualquer pa\u00eds com produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola,      celebra-se a Virgem de Agosto. A Assun\u00e7\u00e3o \u00e9 uma festa religiosa que se sente      com profundo fervor em toda\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Setembro<\/strong><\/p>\n<p>Em      setembro celebra-se o Festival de Corf\u00fa com todo tipo de manifesta\u00e7\u00f5es culturais      em meio de um grande ambiente popular. E em Dafn\u00ed, perto de Atenas, tem lugar      a Festa do vinho.<\/p>\n<p><strong>Outubro<\/strong><\/p>\n<p>O      28 de outubro, festa nacional, os gregos comemoram o n\u00e3o haver ca\u00eddo baixo      a influ\u00eancia fascista durante a Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n<p><strong>Dezembro<\/strong><\/p>\n<p>O      ano finaliza com duas celebra\u00e7\u00f5es especiais de carater familiar, o dia 25      Natal e o Dia de S\u00e3o Esteban.<\/p>\n<p>No      Natal, em toda\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>,      se bendiz o mar para que a pesca de todo o ano seja pr\u00f3pria. Se submerge uma      cruz na \u00e1gua em uma cerimonia tipicamente marinha repleta de encanto. Tem      especial fama a que realiza-se no Pireo.<\/p>\n<h4>Transportes<\/h4>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0conta      com uma excelente rede de comunica\u00e7\u00f5es com o resto do mundo. O turismo oferece      importantes ingressos econ\u00f4micos ao pa\u00eds e o governo grego cuida com esmero      esta fonte de ingressos.<\/p>\n<p><strong>Avi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>As      principais cidades est\u00e3o comunicadas por via a\u00e9rea. Olympic Airways oferece      numerosos v\u00f4os \u00e0s ilhas gregas como Creta, Miconos, Rodas e Santorini.<\/p>\n<p>Durante      a temporada de ver\u00e3o \u00e9 aconselh\u00e1vel reservar pra\u00e7a com suficiente anteced\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Em      Atenas existem dois aeroportos:<\/strong>\u00a0o      Aeroporto Hellinikom Este para v\u00f4os internacionais e o Aeroporto Hellinikom      Oeste para os v\u00f4os nacionais. Ambos aeroportos est\u00e3o bem comunicados com a      cidade. Existem v\u00e1rios \u00f4nibus e um bom n\u00famero de taxis que s\u00e3o bastante mais      baratos que em outros pa\u00edses da Europa, al\u00e9m de oferecer um excelente servi\u00e7o.      Certifique de que o motorista tenha entendido corretamente o aeroporto ao      que deseja ir.<\/p>\n<p><strong>Barco<\/strong><\/p>\n<p>Desde      o Pireo saem barcos e trens que chegam aos principais portos do Mediterr\u00e2neo      e a quase todas as ilhas gregas. Pode-se viajar com o carro nestes barcos      mas o pre\u00e7o \u00e9 bastante alto portanto \u00e9 aconselh\u00e1vel alugar o ve\u00edculo no lugar      do destino.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m      podem-se fazer cruzeiros de um ou v\u00e1rios dias pelas ilhas.<\/p>\n<p><strong>Trem<\/strong><\/p>\n<p>No interior do pa\u00eds a rede de ferrovias n\u00e3o \u00e9 muito extensa e de fato s\u00f3      cobre 2.479 quil\u00f4metros parte pertencem a Comboios de via estreita. As principais      esta\u00e7\u00f5es atenienses s\u00e3o as de Larisa na que se tomam as linhas para Tesalonica      e o norte de Gr\u00e9cia e a Esta\u00e7\u00e3o do Pelopon\u00e9sio com servi\u00e7o para Patras e Kalamata.    <\/p>\n<p>A rede de ferrovias gregas est\u00e1, em sua maior parte, dirigida pelo OSE (Organismos      Sidirodr\u00f3mom Ell\u00e1dos).<\/p>\n<p>Perecorrer\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0em      comboio pode converter-se em uma odiss\u00e9ia devido \u00e0 reduzida rede de ferrovias      e \u00e0 escassa freq\u00fc\u00eancia dos hor\u00e1rios dos trens, tendo por vezes que esperar      um ou dois dias para poder enla\u00e7ar com outros destinos, n\u00e3o \u00e9 muito aconselh\u00e1vel      este meio de transporte.<\/p>\n<p><strong>\u00d4nibus<\/strong><\/p>\n<p>Os \u00f4nibus s\u00e3o o meio mais utilizado pelos gregos para viajar pelo interior      do pa\u00eds, dado o carater prec\u00e1rio das ferrovias. As esta\u00e7\u00f5es de \u00f4nibus atenienses      oferecem um servi\u00e7o regular e pontual \u00e0s principais cidades gregas e apesar      de ser mais custoso que o trem, vale a pena. <\/p>\n<p>Da Esta\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus Terminal A, saem os \u00f4nibus para o Pelopon\u00e9sio, enquanto      que da Terminal B partem os que se dirigem a Atica e Beocia.<\/p>\n<p><strong>Carro<\/strong><\/p>\n<p>A      documenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para poder aceder a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0em      carro \u00e9 a carteira de motorista, os documentos do ve\u00edculo e o seguro obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0disp\u00f5e      de 38.000 quil\u00f4metros de estradas que se classificam em estradas nacionais      com 8.700 quil\u00f4metros e uma incipiente rede de autoestradas (autovias) que      se limita em Patras-Corinto-Atenas e Atenas-Larisa-Salonica-Evzsonoi.<\/p>\n<p>Para conduzir em\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0se deve      ter em conta que, embora o asfalto \u00e9 bom nas principais cidades tur\u00edsticas,      as pequenas cidades do Pelopon\u00e9sio contam com estradas sem asfaltar e de trazado      sinuoso pelo que \u00e9 recomend\u00e1vel extremar as precau\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>As normas de circula\u00e7\u00e3o s\u00e3o as mesmas que no resto dos pa\u00edses da uni\u00e3o Europ\u00e9ia.      Os indicadores est\u00e3o escritos em grego e em caracteres latinos. O limite de      velocidade \u00e9 de 120 km\/h nas autoestradas, 80 km\/h nas estradas provinciais      e de 50 km\/h nas zonas urbanas. \u00c9 obrigat\u00f3rio o uso do cinto de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Em caso de defeito ou acidente a associa\u00e7\u00e3o grega de ajuda em estrada recebe      o nome de ELPA. Para fazer patente a necessidade de ajuda tem que levantar      o capo do carro embora o defeito n\u00e3o afete ao motor. <\/p>\n<p>O telefone em caso de urg\u00eancia \u00e9 o 104. Nas estradas secundarias h\u00e1 que recorrer      \u00e0 pol\u00edcia, marcando o n\u00famero de telefone 100.<\/p>\n<p>Nas      grandes cidades o tr\u00e1fico \u00e9 um pouco ca\u00f3tico e a isto h\u00e1 que somar uma certa      anarquia dos gregos \u00e0 hora de conduzir. \u00c9 importante saber que em Atenas s\u00f3      se permite o acesso \u00e0 cidade em dias alternativos segundo a matr\u00edcula seja      par ou impar, entretanto os carros estrangeiros n\u00e3o sofrem esta restri\u00e7\u00e3o.      O estacionamento tamb\u00e9m \u00e9 algo complicado.<\/p>\n<p>N\u00e3o      tem nenhum problema \u00e0 hora de alugar um carro. Nos aeroportos e nas principais      zonas tur\u00edsticas encontram-se escrit\u00f3rios das principais firmas de aluguel      de ve\u00edculos. \u00c9 necess\u00e1rio ser maior de 21 anos de idade e pagar a fian\u00e7a correspondente.<\/p>\n<p><strong>Taxi<\/strong><\/p>\n<p>Os      taxis s\u00e3o mais baratos que no resto dos pa\u00edses europeus, oferecendo um servi\u00e7o      c\u00f4modo e r\u00e1pido.<\/p>\n<p><strong>Os      carros s\u00e3o de cor amarelo e \u00e9 muito importante fixar-se nos cartazes de &#8220;Taxi&#8221;      pois v\u00e3o acompanhados de uma letra que \u00e9 a que lhes permite circular pelo      centro de Atenas em dias alternativos:<\/strong>\u00a0M      para os dias impares e Z para os pares. N\u00e3o se assombre si voc\u00ea toma um taxi      e durante o percurso se recolhe a mais passageiros. \u00c9 muito habitual que nas      avenidas tenha gente parada gritando o caminho que quer realizar para partilhar      a corrida. H\u00e1 suplementos por equipagem, nos dias festivos e durante a noite,      entre a meia noite e as sete da manh\u00e3.<\/p>\n<p><strong>Transportes      P\u00fablicos em Atenas<\/strong><\/p>\n<p>Atenas      conta com uma extensa rede de \u00f4nibus urbanos. Tamb\u00e9m \u00e9 o meio de transporte      p\u00fablico mais usado pelos atenienses pois \u00e9 r\u00e1pido, pr\u00e1tico e econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>O      bilhete se adquire nos quiosques. Atenas conta, ademais, com um servi\u00e7o de      trolebus. As paradas desses s\u00e3o amarelas e as dos \u00f4nibus azuis.<\/p>\n<p>O      metr\u00f4 ateniense conta com uma \u00fanica linha que une O Pireo com Kifissia passando      pelos lugares mais centricos da cidade. Funciona das 5:30 da manh\u00e3 s 24:00      h.<\/p>\n<p>O      funicular do Monte Licabeto permite aceder \u00e0 colina mais alta de Atenas desde      a qual se divisa uma formosa paisagem.<\/p>\n<p>Fonte: www.genteviajera.es<\/p>\n<h6>Gr\u00e9cia<\/h6>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0\u00e9      um pa\u00eds do Sudeste da Europa e membro da Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>A      capital \u00e9 Ath\u00ednai [Atenas].<\/p>\n<p>A      principal religi\u00e3o \u00e9 o Cristianismo (Ortodoxo, a Igreja Ortodoxa da Gr\u00e9cia      \u00e9 a igreja oficial).<\/p>\n<p>A      l\u00edngua nacional \u00e9 o Grego.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0conseguiu a independ\u00eancia      do Imp\u00e9rio Otomano em 1829. Durante a segunda metade do s\u00e9culo 19 e primeira      metade do s\u00e9culo 20, ela gradualmente acrescentou as ilhas vizinhas e territ\u00f3rios,      a maioria com popula\u00e7\u00f5es falando Grego. <\/p>\n<p>Na Segunda Guerra Mundial, a Gr\u00e9cia foi invadida pela It\u00e1lia (1940) e, posteriormente,      ocupada pela Alemanha (1941-44); a luta resistiu em uma prolongada guerra      civil entre os partid\u00e1rios do rei e os rebeldes Comunistas. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s a derrota destes \u00faltimos em 1949, a Gr\u00e9cia aderiu \u00e0 OTAN em 1952. Uma      ditadura militar, que em 1967 suspendeu muitas liberdades pol\u00edticas e for\u00e7ou      o rei a fugir do pa\u00eds, durou sete anos. As democr\u00e1ticas elei\u00e7\u00f5es de 1974 e      um referendo criaram uma rep\u00fablica parlamentar e aboliram a monarquia. <\/p>\n<p>Em 1981, a Gr\u00e9cia aderiu \u00e0 Comunidade Europ\u00e9ia (atual Uni\u00e3o Europ\u00e9ia); ela      se tornou o 12\u00ba membro da Uni\u00e3o Economica e Monet\u00e1ria Europ\u00e9ia em 2001.<\/p>\n<p> Em 2010, a perspectiva de uma inadimplencia Grega de sua d\u00edvida denominada      em euros criou graves tens\u00f5es dentro da EMU e levantou a quest\u00e3o de saber      se um pa\u00eds membro pode abandonar voluntariamente a moeda comum ou ser removido.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0ocupa um lugar \u00fanico na      mente dos povos modernos. Os antigos Gregos tiveram um papel dominante no      desenvolvimento da civiliza\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica e ajudaram a lan\u00e7ar a base para todas      as civiliza\u00e7\u00f5es Europeias e de inspira\u00e7\u00e3o Europeia em todo o mundo. <\/p>\n<p>Assim a Gr\u00e9cia moderna \u00e9 considerada como a fonte da civiliza\u00e7\u00e3o Ocidental.      As cidades-estados Gregas da era cl\u00e1ssica s\u00e3o lembradas por suas contribui\u00e7\u00f5es      \u00e0 arte, arquitetura, literatura, religi\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o, e filosofia. E acima      de tudo, a Gr\u00e9cia antiga \u00e9 encarada como a inspira\u00e7\u00e3o para as nossas teorias      modernas da democracia.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 apenas a Gr\u00e9cia cl\u00e1ssica, no entanto, que tem influenciado o mundo      moderno. Perto do fim da era cl\u00e1ssica, as cidades-estados Gregas ca\u00edram sob      o dom\u00ednio de Roma; mas ao conquistar o mundo Grego o Imp\u00e9rio Romano absorveu      e adaptou muito da cultura Grega, ampliando e tornando permanente os ideais      Gregos. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, fora do Imp\u00e9rio Romano do Oriente l\u00e1, eventualmente, desenvolveu-se      um imp\u00e9rio Grego medieval que hoje chamamos de Imp\u00e9rio Bizantino. Este imp\u00e9rio,      uma das entidades pol\u00edticas mais dur\u00e1veis que jamais existiram, durou de 330-1453.    <\/p>\n<p>Inicialmente, os governantes do imp\u00e9rio usavam o Latin na administra\u00e7\u00e3o,      mas por volta do s\u00e9culo 7 o imp\u00e9rio tinha sido reduzido para, essencialmente,      as \u00e1reas de l\u00edngua Grega da Europa, \u00c1sia e sul da It\u00e1lia. <\/p>\n<p>O Imp\u00e9rio Bizantino deixou a sua marca n\u00e3o s\u00f3 sobre a Gr\u00e9cia moderna, mas      tamb\u00e9m sobre toda a civiliza\u00e7\u00e3o Europeia. Sua capital em Constantinopla (moderna      Istambul) foi durante muitos s\u00e9culos a maior cidade na Europa e superou Roma      como o centro da cultura e aprendizagem.<\/p>\n<p>Durante      o s\u00e9culo 11 o Imp\u00e9rio Bizantino come\u00e7ou a enfraquecer militarmente e economicamente.      Ele perdeu muitos de seus importantes territ\u00f3rios nucleares para forasteiros      (especialmente Mu\u00e7ulmanos), que, por vezes, deixaram seu impacto na cultura      Grega. Como o passar dos anos, a desintegra\u00e7\u00e3o do imp\u00e9rio continuou.<\/p>\n<p>Do      final do s\u00e9culo 13 os Turcos Otomanos, um povo que tinha sa\u00eddo da \u00c1sia, come\u00e7aram      as invas\u00f5es que se tornaram cada vez mais bem sucedidas.<\/p>\n<p>Em 1453, os Turcos tomaram Constantinopla, e o Imp\u00e9rio Bizantino entrou em      colapso. A partir da\u00ed at\u00e9 o s\u00e9culo 19, a Gr\u00e9cia esteve sob o dom\u00ednio Turco,      mas como o passar dos anos a oposi\u00e7\u00e3o ao dom\u00ednio Otomano cresceu. <\/p>\n<p>Finalmente, a independ\u00eancia triunfou; em 1821, os Gregos se revoltaram, e      em 1832 um min\u00fasculo reino independente Grego foi fundado. A partir deste      reino o Estado Grego moderno desenvolveu-se e expandiu.<\/p>\n<h4>Terra<\/h4>\n<p>Geograficamente,      a Gr\u00e9cia est\u00e1 localizada no sudeste da Europa no extremo sul da Pen\u00ednsula      Balc\u00e2nica e abrange centenas de ilhas espalhadas pelo extremo leste do Mar      Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p><strong>Ao      norte, a Gr\u00e9cia continental fronteira a Alb\u00e2nia, Maced\u00f4nia, Bulg\u00e1ria e Turquia.      Em outras dire\u00e7\u00f5es, a Gr\u00e9cia \u00e9 cercada pelo Mediterr\u00e2neo e suas diversas subdivis\u00f5es:<\/strong>\u00a0o      Mar Jonico, o Mar Egeu e o Mar de Creta.<\/p>\n<p>Levou mais de 100 anos para reunir as terras &#8211; tanto continentais e as ilhas      &#8211; que constituem o moderno estado Grego. Quando a Gr\u00e9cia se tornou um reino      independente em 1832, o estado consistia do Peloponeso, as Cyclades, e um      pequeno territ\u00f3rio ao norte, incluindo Euboea. <\/p>\n<p>As ilhas J\u00f4nicas foram cedidas pela Gr\u00e3-Bretanha em 1864; a Tess\u00e1lia e uma      pequena parte do \u00c9piro foram entregues pelo Imp\u00e9rio Otomano em 1881; Creta,      Epirus, Macedonia, e muitas das ilhas do Mar Egeu vieram dos Turcos com os      assentamentos das Guerras dos Balc\u00e3s de 1912 e 1913; a Tr\u00e1cia Ocidental veio      da Bulg\u00e1ria ap\u00f3s a Primeira Guerra Mundial; e, finalmente, (1947) as Ilhas      do Dodecaneso foram cedidas para a Gr\u00e9cia pela It\u00e1lia ap\u00f3s a Segunda Guerra      Mundial.<\/p>\n<h4>Regi\u00e3o      Continental<\/h4>\n<p>A Gr\u00e9cia continental \u00e9 dividida em duas partes desiguais pelo Golfo de Corinto.      Ao norte deste golfo est\u00e3o as subdivis\u00f5es hist\u00f3ricas de Attica, Be\u00f3cia, Tess\u00e1lia,      Epiro, Macedonia, Tr\u00e1cia ocidental e a Pen\u00ednsula Calc\u00eddica. <\/p>\n<p>Ao sul do golfo est\u00e1 o Peloponeso, uma pen\u00ednsula que at\u00e9 os tempos modernos      estava ligada por terra \u00e0s \u00e1reas do norte do Istmo de Corinto. Em 1893, o      Canal de Corinto foi aberto, cortando aquele istmo e conectando o Golfo de      Corinto com o Golfo de Salonica a leste. <\/p>\n<p>Hoje, o Peloponeso est\u00e1 completamente cercado por \u00e1gua, e os navios viajam      diretamente do oeste atrav\u00e9s do Canal de Corinto ao Mar Egeu.<\/p>\n<p>O      Peloponeso inclui \u00e1reas com nomes t\u00e3o antigos como Arcadia, Laconia, Acaia,      Argolis, e Mess\u00eania. Nos tempos medievais, o Peloponeso foi chamado de Morea,      um nome que ainda \u00e9 usado ocasionalmente.<\/p>\n<p>A topografia da Gr\u00e9cia continental varia, mas as condi\u00e7\u00f5es montanhosas prevalecem      sobre grande parte do territ\u00f3rio. As Montanhas Pindo dominam no noroeste e      as Montanhas Taygetus no sul do Peloponeso. <\/p>\n<p>Apesar de montanhas, montes e vales serem encontrados em todo o pa\u00eds, existem      \u00e1reas bastante f\u00e9rteis pr\u00f3prias para a agricultura em lugares como a Tess\u00e1lia,      Arcadia, e Be\u00f3cia. No entanto, n\u00e3o tem havido geralmente terras f\u00e9rteis suficientes      para sustentar a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esta      \u00e9 uma raz\u00e3o pela qual muitos Gregos se voltaram para o mar para sua subsist\u00eancia      ou emigraram ao territ\u00f3rio em torno do Mediterr\u00e2neo e, posteriormente, em      todo o mundo. A emigra\u00e7\u00e3o da Gr\u00e9cia no final do s\u00e9culo 19 e 20 foi particularmente      elevada, resultando em um n\u00famero substancial de Gregos se instalando nos Estados      Unidos e em outros lugares.<\/p>\n<p>A Gr\u00e9cia continental, como a It\u00e1lia e a Espanha, reflete as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas      do Mediterr\u00e2neo. Muitas de suas \u00e1reas s\u00e3o muito quentes durante os meses de      ver\u00e3o. Nas \u00e1reas montanhosas de inverno, especialmente no norte, pode ser      muito frio, com queda de neve consider\u00e1vel. <\/p>\n<p>Mesmo as montanhas do sul do Peloponeso sofrem frio severo e condi\u00e7\u00f5es de      inverno, \u00e0s vezes. A maior parte da chuva cai na primavera e o ver\u00e3o e o outono      tendem a ser extremamente secos.<\/p>\n<h4>As      Ilhas Gregas<\/h4>\n<p>A      Gr\u00e9cia continental \u00e9 delimitada por centenas de ilhas que, como a parte continental,      variam muito em topografia e clima. As duas maiores ilhas s\u00e3o Creta ao sul      e Euboea ao leste. Euboea, tamb\u00e9m conhecida como Negropont (o nome dado nos      tempos medievais), fica a leste do continente e \u00e9 separada por um canal estreito.<\/p>\n<p>Algumas      das ilhas Gregas est\u00e3o inclu\u00eddas em grupos que t\u00eam seus pr\u00f3prios nomes distintos.      A oeste est\u00e3o as Ilhas Jonicas, das quais as mais conhecidas s\u00e3o Corfu, Cephalonia,      Ithaca, e Zakynthos (ou Zante).<\/p>\n<p><strong>As      Cyclades<\/strong><\/p>\n<p>No      Mar Egeu est\u00e3o as Cyclades (que vem da palavra Grega para c\u00edrculo, porque      os antigos Gregos as consideravam um grupo circular de ilhas com Delos como      o grande centro comercial e pol\u00edtico). A maior ilha das C\u00edclades \u00e9 Naxos.      Ela est\u00e1 associada com a antiga hist\u00f3ria de Teseu, que matou o Minotauro na      ilha de Creta com a ajuda da Princesa Ariadne, que ele abandonou em Naxos.<\/p>\n<p>Outra      das C\u00edclades, Thera, tamb\u00e9m chamada de Santorin, \u00e9 conhecida por suas forma\u00e7\u00f5es      geol\u00f3gicas e suas muitas erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas. Uma cidade antiga, acredita-se      ter sido destru\u00edda pela grande erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica de 1400 aC, est\u00e1 sendo sistematicamente      escavada.<\/p>\n<p><strong>As      Esporades<\/strong><\/p>\n<p>Dois outros grupos de ilhas no Mar Egeu s\u00e3o as Esporades do Norte e as Esporades      do Sul. Euboea \u00e9 uma das Esporades do Norte. Outra \u00e9 a ilha de Skyros, mais      famosa talvez porque o poeta Ingl\u00eas Rupert Brooke (1887-1915) est\u00e1 enterrado      l\u00e1. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m nas Esporades est\u00e1 Mykonos, que \u00e9 not\u00e1vel por seus moinhos de vento      e in\u00fameras igrejas caiadas de branco, capelas e casas. Mykonos \u00e9 uma das mais      populares das ilhas Gregas com os turistas de ver\u00e3o.<\/p>\n<p>As ilhas mais importantes das Esporades do Sul s\u00e3o as do Dodecaneso, que      em Grego significa &#8220;doze&#8221;. Na verdade, existem 12 ilhas principais      e um n\u00famero de menores no grupo. Elas encontram-se na costa meridional Turca,      e a mais importante delas \u00e9 Rhodes. <\/p>\n<p>L\u00e1 nos tempos antigos foi constru\u00edda a grande est\u00e1tua de bronze do deus do      sol H\u00e9lios, que veio a ser conhecida como o Colosso de Rhodes, uma das Sete      Maravilhas do Mundo Antigo. Nenhum vest\u00edgio do que sobrevive. <\/p>\n<p>Rhodes tem visto muitos conquistadores ao longo dos s\u00e9culos. Em 1309 ela      foi tomada por uma ordem de Cruzados, que fortificaram a ilha e estabeleceram      sua sede l\u00e1. Em 1522 a ilha foi entregue para os Turcos Otomanos. Em Rhodes      algumas das fortifica\u00e7\u00f5es medievais e outros edif\u00edcios foram restaurados.<\/p>\n<p>A ilha de Patmos \u00e9 importante na hist\u00f3ria Crist\u00e3. A tradi\u00e7\u00e3o da Igreja afirma      que em cerca de 95 AD, S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista foi exilado para Patmos. L\u00e1, ele      viu a sua vis\u00e3o do Apocalipse e ditou a sua hist\u00f3ria para seu disc\u00edpulo St.      Pr\u00f3coro. <\/p>\n<p>O Apocalipse, tamb\u00e9m chamado de o Livro da Revela\u00e7\u00e3o, \u00e9 parte do Novo Testamento.<\/p>\n<p><strong>Ao norte est\u00e3o tr\u00eas ilhas famosas da hist\u00f3ria Grega:<\/strong>\u00a0Samos,      Quios e Lesbos. Samos foi um grande centro cultural no s\u00e9culo 6 e reivindica      Pit\u00e1goras como um filho da terra. Chios, que afirma ser o ber\u00e7o de Homero,      foi notada nos tempos antigos por seus bons escultores e poetas. <\/p>\n<p>No final do per\u00edodo Bizantino, Chios caiu (1261) nas m\u00e3os dos Genoveses.      Os Turcos Otomanos a capturaram em 1566; e em 1822, durante a Revolu\u00e7\u00e3o Grega,      foi a cena de um grande massacre, quando os Turcos assassinaram a popula\u00e7\u00e3o      Crist\u00e3 inteira. <\/p>\n<p>O massacre foi amplamente divulgado e fez muito para trazer Europeus e Americanos      para o lado dos Gregos em sua busca pela independ\u00eancia dos Turcos.<\/p>\n<p>Lesbos      (tamb\u00e9m conhecido como Mitilene) \u00e9 inclu\u00edda por alguns ge\u00f3grafos nas Sporades      do Sul. Seu nome \u00e9 sempre associado com a grande poetisa Safo e outros poetas      do s\u00e9culo 7 aC.<\/p>\n<p><strong>Creta<\/strong><\/p>\n<p>No sul do Mar Egeu est\u00e1 a maior ilha Grega, Creta. Creta tem uma heran\u00e7a      magn\u00edfica desde os tempos antigos at\u00e9 o presente. Ela foi o local de uma antiga      civiliza\u00e7\u00e3o Mediterr\u00e2nea chamada de Minoana, ap\u00f3s o lend\u00e1rio Rei Minos, cujo      pal\u00e1cio estava na cidade de Knossos. <\/p>\n<p>A civiliza\u00e7\u00e3o Min\u00f3ica influenciou outras partes do mundo Grego. O pal\u00e1cio      de Knossos foi escavado e restaurado no in\u00edcio do s\u00e9culo 20 e \u00e9 hoje uma das      principais atra\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas da Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>Creta permaneceu parte do mundo Grego na \u00e9poca cl\u00e1ssica, e mais tarde caiu      sob os imp\u00e9rios Romano e Bizantino. De 823-960 ela foi detida pelos \u00c1rabes.      Os Bizantinos retomaram-na, mas depois perderam o controle para Veneza no      in\u00edcio do s\u00e9culo 13. <\/p>\n<p>Em 1669, ela foi entregue para os Turcos Otomanos depois de uma longa guerra.      Durante o per\u00edodo de ocupa\u00e7\u00e3o Veneziana, Creta produziu um dos maiores artistas      de todos os tempos. Seu nome era Kyriakos Theotokopoulos, mas ele \u00e9 mais conhecido      no mundo por seu apelido Espanhol, El Greco.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Os Gregos se referem a si mesmos como Helenos, e a Gr\u00e9cia pode ser referida      como Hellas, a palavra Grega para o pa\u00eds. Os quase 11 milh\u00f5es de habitantes      da Gr\u00e9cia vivem em locais muito divergentes, da mais \u00ednfima aldeia para grandes      cidades se alastrando como Atenas. <\/p>\n<p>Com o advento da avan\u00e7ada tecnologia nos transportes e comunica\u00e7\u00f5es, as distin\u00e7\u00f5es      entre as pessoas da cidade e do interior quase desapareceram. A informa\u00e7\u00e3o      \u00e9 acess\u00edvel a quase todos por todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>O vestido de costume nos ambientes urbanos \u00e9 muito parecido com aquele conhecido      em todo o resto do mundo. Nas \u00e1reas rurais e agr\u00edcolas remotas as formas de      se vestir s\u00e3o, por vezes baseadas nos estilos antigos, mas, em geral, os trajes      tradicionais Gregos s\u00e3o usados apenas em festivais, desfiles e outros eventos      sociais. <\/p>\n<p>Os famosos Evzones que guardam o pal\u00e1cio presidencial e o T\u00famulo do Soldado      Desconhecido em Atenas usam o distintivo uniforme fustanella; ele se distingue      por uma saia como um kilt e sapatos distintos chamados tsarouhia. <\/p>\n<p>Certo tempo, um s\u00e9culo ou mais atr\u00e1s, a fustanella era a roupa costumeira      dos homens.<\/p>\n<p>A moderna cultura e civiliza\u00e7\u00e3o Gregas s\u00e3o um am\u00e1lgama das muitas influ\u00eancias      que foram combinadas atrav\u00e9s dos s\u00e9culos. A tradi\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica \u00e9 vis\u00edvel nos      vest\u00edgios que abundam no pa\u00eds e na rever\u00eancia com que os Gregos mostram sobre      sua heran\u00e7a. <\/p>\n<p>A influ\u00eancia Bizantina \u00e9 vista na presen\u00e7a viva da Igreja Ortodoxa Grega      como parte integrante da sociedade, bem como nas obras arquitet\u00f4nicas e art\u00edsticas      que continuam a ser inspiradas por formas Bizantinas. As tradi\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas,      a m\u00fasica, a literatura, e o artesanato exibem as influ\u00eancias que resultam      dos per\u00edodos cl\u00e1ssico, Bizantino e moderno.<\/p>\n<p>\u00c9      a l\u00edngua Grega que une tudo isso junto, de modo que no s\u00e9culo 20, a civiliza\u00e7\u00e3o      Grega surgiu como um todo multifacetado, por\u00e9m vibrante.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea      s\u00f3 precisa citar as obras de tr\u00eas escritores Gregos:<\/strong>\u00a0o      poeta George Seferis, que ganhou o Pr\u00eamio Nobel de Literatura em 1963; Odysseus      Elytis, outro poeta ilustre, que ganhou o Pr\u00eamio Nobel em 1979; e Nikos Kazantzakis,      autor de Zorba, o Grego e in\u00fameras outras obras e o romancista mais famoso      da Gr\u00e9cia moderna. A influ\u00eancia de tais escritores se estende al\u00e9m das fronteiras      da sua Gr\u00e9cia nativa.<\/p>\n<h4>Religi\u00e3o<\/h4>\n<p>Estima-se      que cerca de 98 por cento da popula\u00e7\u00e3o Grega pertence \u00e0 Igreja Ortodoxa Grega,      uma denomina\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 que \u00e9 parte integrante da Igreja Ortodoxa Oriental,      que foi separada da Igreja Cat\u00f3lica Romana em 1054. Naquela \u00e9poca, cada ramo      excomungou o outro.<\/p>\n<p>Ao longo dos s\u00e9culos, as duas igrejas pela maior parte meramente toleraram      umas \u00e0s outras. Gradualmente, as rela\u00e7\u00f5es entre elas melhoraram. Embora ainda      separadas, ambas em 1965 &#8220;comprometeram-se ao esquecimento&#8221; da excomunh\u00e3o      de 1054; e, assim h\u00e1 uma maior coopera\u00e7\u00e3o presente entre elas. <\/p>\n<p>No mesmo esp\u00edrito de coopera\u00e7\u00e3o a Igreja Ortodoxa Grega tem desenvolvido      rela\u00e7\u00f5es de amizade com os Protestantes e seitas n\u00e3o-Crist\u00e3s fora do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para      os Gregos em geral, ser membro da Igreja Ortodoxa \u00e9 visto n\u00e3o apenas como      uma quest\u00e3o de devo\u00e7\u00e3o religiosa, mas tamb\u00e9m como parte de ser etnicamente      Grego. H\u00e1 orgulho e rever\u00eancia especial no fato de que o Novo Testamento foi      escrito originalmente em Grego, e \u00e9 esta forma n\u00e3o traduzida da B\u00edblia que      ainda \u00e9 usada nos servi\u00e7os Ortodoxos Gregos hoje na Gr\u00e9cia.<\/p>\n<h4>Da      L\u00edngua Grega<\/h4>\n<p>A moderna l\u00edngua Grega \u00e9 o resultado da evolu\u00e7\u00e3o ao longo de muitos s\u00e9culos.      No momento da independ\u00eancia da Gr\u00e9cia no s\u00e9culo 19 duas formas de Grego moderno      foram defendidas por diferentes fac\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>A forma mais pura, chamada katharevousa, foi usada para esfor\u00e7os liter\u00e1rios      e n\u00e3o para conversas di\u00e1rias; ela tentava imitar o Grego cl\u00e1ssico, tanto quanto      poss\u00edvel. A outra forma era a l\u00edngua da fala comum, chamada dem\u00f3tico, ou dimotiki,      que varia muito do Grego cl\u00e1ssico, mas ainda \u00e9 reconhecidamente o seu desdobramento.    <\/p>\n<p>\u00c0s vezes, toda a quest\u00e3o de \u00e0 qual forma -katharevousa ou dimotiki &#8211; deve      ser dada preced\u00eancia na literatura e educa\u00e7\u00e3o tornou-se entrela\u00e7ada com as      quest\u00f5es pol\u00edticas Gregas. Recentemente, no entanto, o dem\u00f3tico ganhou ampla      aceita\u00e7\u00e3o na escrita, bem como no discurso falado.<\/p>\n<h4>Educa\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Hoje, a educa\u00e7\u00e3o universal na Gr\u00e9cia \u00e9 fortemente for\u00e7ada, e todas as escolas      s\u00e3o supervisionadas pelo governo nacional. Como resultado desses esfor\u00e7os      o pa\u00eds hoje tem uma taxa de alfabetiza\u00e7\u00e3o de 96 por cento. <\/p>\n<p>No topo do sistema de ensino est\u00e1 a Universidade de Atenas, fundada em 1837,      poucos anos depois da Gr\u00e9cia ganhar a independ\u00eancia. Ela tornou-se um catalisador      de um sistema nacional de ensino superior que hoje inclui uma s\u00e9rie de outras      universidades e numerosas faculdades t\u00e9cnicas, de com\u00e9rcio e especializadas.    <\/p>\n<p>Existem institui\u00e7\u00f5es privadas de ensino superior, mas o governo Grego n\u00e3o      reconhece os seus programas de gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>Cidades<\/h4>\n<p><strong>Atenas<\/strong><\/p>\n<p>Como a capital e o centro economico e cultural da Gr\u00e9cia, Atenas desempenha      um papel dominante em todos os aspectos da vida Grega. Nomeada para a deusa      Atena e uma vez a j\u00f3ia da civiliza\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica Grega, Atenas foi muito menos      importante nos tempos Bizantinos e foi reduzida para pouco mais de uma aldeia      durante o per\u00edodo Otomano. <\/p>\n<p>N\u00e3o foi mesmo a primeira capital da rep\u00fablica Grega; Nauplia, no Peloponeso,      foi. Mas a sede do governo foi logo removida para Atenas, e a partir desse      ponto o crescimento da moderna cidade come\u00e7ou.<\/p>\n<p>Embora crescesse ao longo da era moderna, ela teve sua maior explos\u00e3o de      crescimento no per\u00edodo ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial. Na aldeia ap\u00f3s aldeia      em toda a Gr\u00e9cia, os jovens desertavam a casa da fam\u00edlia em busca de empregos      e o progresso econ\u00f4mico em Atenas. <\/p>\n<p>Muitas vezes, eles foram acompanhados pelo resto da fam\u00edlia. Como resultado,      hoje Atenas \u00e9 uma cidade superlotada se alastrando, com servi\u00e7os p\u00fablicos      inadequados e graves problemas de polui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>No entanto, a cidade ainda continua sendo um \u00edm\u00e3 para os Gregos das \u00e1reas      rurais e possui uma vibra\u00e7\u00e3o encontrada apenas nas grandes cidades do mundo.      Ela \u00e9 o centro da vida econ\u00f4mica da Gr\u00e9cia, e muito do transporte da na\u00e7\u00e3o      passa por seu porto do Pireu.<\/p>\n<p>Atenas \u00e9 o local das muitas mundialmente famosas rel\u00edquias da hist\u00f3ria Grega.      A mais conhecida delas \u00e9 o Parthenon. Ele est\u00e1 localizado, junto com outras      gl\u00f3rias da Gr\u00e9cia cl\u00e1ssica, na Acr\u00f3pole, a antiga cidadela da cidade. <\/p>\n<p>Ele era originalmente um santu\u00e1rio dedicado \u00e0 deusa Atena, e foi convertido      em uma igreja Crist\u00e3 durante a \u00e9poca Bizantina. Incrivelmente, o edif\u00edcio      sobreviveu em estado quase perfeito at\u00e9 o s\u00e9culo 17.<\/p>\n<p>Durante uma guerra Otomano-Veneziana em 1687, os Turcos usaram o Parthenon      como um local de armazenamento de muni\u00e7\u00f5es, e as canhoneiras Venezianas bombardearam-no,      reduzindo-o a ru\u00ednas. <\/p>\n<p>A grande reconstru\u00e7\u00e3o do monumento come\u00e7ou na d\u00e9cada de 1980. A cole\u00e7\u00e3o de      esculturas de m\u00e1rmore, conhecida como os M\u00e1rmores de Elgin, foi removida no      in\u00edcio do s\u00e9culo 19 por um Ingl\u00eas, Thomas Bruce, o s\u00e9timo Conde de Elgin.    <\/p>\n<p>Hoje a cole\u00e7\u00e3o reside no Museu Brit\u00e2nico. O governo Grego pediu para t\u00ea-la      devolvida.<\/p>\n<p>Entre      as rel\u00edquias da era cl\u00e1ssica est\u00e3o o \u00c1gora, o Erechtheum, e o Teatro de Dion\u00edsio.      Do per\u00edodo Romano, o Arco de Adriano domina a sua localiza\u00e7\u00e3o. Da era Bizantina      est\u00e1 a Pequena Catedral do s\u00e9culo 12, ou Velha Igreja Metropolitana. A Igreja      Kapnikarea \u00e9 outro excelente exemplo da arquitetura Bizantina. O Museu Nacional      de Atenas mostra a arte gloriosa de toda a Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>Entre      as modernas estruturas de Atenas est\u00e1 o Edif\u00edcio do Parlamento, localizado      na Pra\u00e7a Syntagma (Constitui\u00e7\u00e3o), o mais importante espa\u00e7o p\u00fablico da cidade.<\/p>\n<p>Originalmente constru\u00eddo como um pal\u00e1cio real para o Rei Otto I (reinou de      1832-1862), o primeiro rei da Gr\u00e9cia moderna, ele foi convertido em um pr\u00e9dio      para abrigar o parlamento Grego, no s\u00e9culo 20. <\/p>\n<p>Foi na frente do edif\u00edcio em 1844 que os revolucion\u00e1rios for\u00e7aram o Rei Otto      a conceder \u00e0 na\u00e7\u00e3o uma constitui\u00e7\u00e3o. Atenas \u00e9 tamb\u00e9m o local do Est\u00e1dio Panathenaico,      que foi originalmente constru\u00eddo no s\u00e9culo 6 aC, e em seguida, reconstru\u00eddo      em 329 aC, e restaurado para sediar os primeiros Jogos Ol\u00edmpicos modernos      em 1896. <\/p>\n<p>Ele foi usado novamente nos Jogos Ol\u00edmpicos de 2004, para os quais Atenas      construiu outro complexo principal de edif\u00edcios. O \u00faltimo inclui um est\u00e1dio      projetado e com a assinatura do arquiteto Espanhol Santiago Calatrava.<\/p>\n<p>A Plaka, na base da colina em que fica a Acr\u00f3pole, \u00e9 a parte antiga de Atenas.      Suas sinuosas ruas estreitas d\u00e3o uma id\u00e9ia do que a cidade deve ter sido pelo      fim da era Bizantina, no per\u00edodo das Cruzadas, e durante a ocupa\u00e7\u00e3o Turca.<\/p>\n<p> O governo Grego acaba de dar muita aten\u00e7\u00e3o para a restaura\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o      da Plaka, e ela \u00e9 uma das atra\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas favoritas de Atenas, com muitas      lojas, restaurantes e casas noturnas.<\/p>\n<p><strong>Sal\u00f4nica<\/strong><\/p>\n<p>A segunda maior cidade da Gr\u00e9cia \u00e9 a grande cidade Macedonica de Sal\u00f4nica,      tamb\u00e9m conhecida como Tessal\u00f4nica. Ao longo de sua longa hist\u00f3ria ela tem      sido a capital cultural, religiosa e comercial do norte. <\/p>\n<p>Ela foi especialmente importante durante a \u00e9poca Bizantina, e os seus museus      est\u00e3o cheios de obras-primas da arte Bizantina que rivalizam com as encontradas      em Istambul. A moderna Salonika continua a ser um importante centro comercial      e seu porto \u00e9 apenas segundo ao Pireu.<\/p>\n<p><strong>Patras<\/strong><\/p>\n<p>O      maior porto mar\u00edtimo no Peloponeso, Patras \u00e9 tamb\u00e9m um importante centro industrial.      Ele produz t\u00eaxteis, papel, pneus, vinhos e produtos qu\u00edmicos. Liderados por      seu bispo, Patras foi a primeira cidade do Peloponeso que se levantou contra      os Turcos na revolu\u00e7\u00e3o Grega de 1821.<\/p>\n<p><strong>Monte      Athos<\/strong><\/p>\n<p>Um local fascinante no norte da Gr\u00e9cia \u00e9 a comunidade Crist\u00e3 do Monte Athos,      localizada na ponta da pen\u00ednsula de Calc\u00eddica. Esta comunidade s\u00f3 de homens      religiosos consiste de 20 mosteiros e \u00e9 regida sob um sistema teocr\u00e1tico,      que funciona como uma entidade separada administrativa na Gr\u00e9cia. <\/p>\n<p>O primeiro mosteiro do Monte Athos foi fundado em 963, e suas comunidades      religiosas t\u00eam sobrevivido desde aquela \u00e9poca.<\/p>\n<p><strong>Cidades      Hist\u00f3ricas<\/strong><\/p>\n<p>Delfos,      no noroeste do continente de Atenas e situada entre o Monte Parnaso e o Golfo      de Corinto, foi um dos centros religiosos mais importantes da Gr\u00e9cia antiga.      Foi aqui que o Or\u00e1culo de Delfos era consultado sobre grandes quest\u00f5es de      Estado. Muitos templos elaborados foram constru\u00eddos em Delfos e preenchidos      de tesouros por v\u00e1rias cidades-estados Gregas.<\/p>\n<p>O Peloponeso \u00e9 o local de v\u00e1rias das mais importantes cidades da Gr\u00e9cia antiga.      Olympia, como Delfos, foi um centro religioso, e foi aqui que os Jogos Ol\u00edmpicos      originais foram realizados. Tiryna \u00e9 o local das ru\u00ednas de uma importante      fortaleza militar do s\u00e9culo 13. <\/p>\n<p>Micenas \u00e9 uma das cidades mais antigas da Gr\u00e9cia. Ela floresceu de 1600 a      1100 aC, durante a Idade do Bronze, e foi a lend\u00e1ria capital do Rei Agamenon.<\/p>\n<p>Corinto foi provavelmente fundada no s\u00e9culo 9 e tornou-se um movimentado      centro comercial. Ela foi destru\u00edda em 146 aC, e em 44 J\u00falio C\u00e9sar construiu      uma nova cidade no mesmo local. Corinto continuou como uma cidade importante      durante as eras Bizantina, Veneziana, e Turca. <\/p>\n<p>Grande parte da cidade foi destru\u00edda por um terremoto no s\u00e9culo 19 e a moderna      Corinto foi constru\u00edda em 1858 no interior a partir do antigo local. Embora      a moderna Sparta seja uma bastante pequena cidade, ela \u00e9 o local da mais importante      cidade-estado do Peloponeso durante a \u00e9poca cl\u00e1ssica.<\/p>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>A multifacetada economia Grega inclui a agricultura, ind\u00fastria, transporte,      minera\u00e7\u00e3o e turismo. Ainda mais do que a maioria das economias, a da Gr\u00e9cia      sempre foi vulner\u00e1vel \u00e0s press\u00f5es externas. <\/p>\n<p>No s\u00e9culo 20, ela sentiu os efeitos da Guerra dos B\u00e1lc\u00e3s de 1912 e 1913,      da Primeira Guerra Mundial, da Guerra Greco-Turca de 1920, da depress\u00e3o mundial      da d\u00e9cada de 1930s, da Segunda Guerra Mundial, e da Guerra Civil Grega da      d\u00e9cada de 1940.<\/p>\n<p>A agricultura continua a ser uma parte significativa da economia Grega, apesar      da terra ar\u00e1vel insuficiente e do fato de que muitos jovens n\u00e3o parecem querer      ir para a agricultura, optando pela vida na cidade. <\/p>\n<p>As principais culturas incluem uvas para vinho e para uvas passas, azeitonas,      figos, trigo e frutas c\u00edtricas. <\/p>\n<p>Outras frutas, arroz e legumes tamb\u00e9m s\u00e3o cultivados. Algod\u00e3o e tabaco s\u00e3o      culturas importantes para exporta\u00e7\u00e3o. As ovelhas s\u00e3o os principais rebanhos.<\/p>\n<p>A      bauxita \u00e9 um mineral importante. O m\u00e1rmore, magn\u00e9sio, lignita, e n\u00edquel tamb\u00e9m      s\u00e3o minados. Recentes descobertas de petr\u00f3leo perto da ilha de Thassos do      Egeu levaram a s\u00e9rios conflitos com a Turquia sobre os direitos do petr\u00f3leo      na \u00e1rea.<\/p>\n<p>O      transporte mar\u00edtimo continua a ser muito importante &#8211; muitas das grandes fortunas      feitas na Gr\u00e9cia v\u00eam das flotilhas de navios navegando pelos armadores Gregos.      A produ\u00e7\u00e3o industrial est\u00e1 atrasada da Europa Ocidental. A Gr\u00e9cia produz cimento,      a\u00e7o, t\u00eaxteis, a\u00e7\u00facar refinado, e navios.<\/p>\n<p>Em 1981, a Gr\u00e9cia aderiu \u00e0 Comunidade Europeia (CE), que agora \u00e9 conhecida      como a Uni\u00e3o Europ\u00e9ia (UE). Mas o esperado impulso para a economia n\u00e3o ocorreu      imediatamente. Desde o final dos anos 1990s, no entanto, a economia da Gr\u00e9cia      cresceu de forma constante. <\/p>\n<p>Em 2002, a Gr\u00e9cia adotou a moeda da UE, o euro, e o crescimento econ\u00f4mico      acelerou entre 2003 e 2007. Mas o crescimento desacelerou dramaticamente mais      tarde, em resposta \u00e0 crise econ\u00f4mica mundial de 2008-09. No final de 2009,      a economia Grega enfrentou uma grave crise da d\u00edvida.<\/p>\n<p><strong>Turismo<\/strong><\/p>\n<p>Pelo menos desde o s\u00e9culo 18, aventureiros viajantes Europeus t\u00eam procurado      as gl\u00f3rias da Gr\u00e9cia cl\u00e1ssica e Bizantina. Hoje, o turismo \u00e9 um fator importante      para a economia Grega. Estrangeiros continuam a vir para a Gr\u00e9cia para buscar      suas ru\u00ednas magn\u00edficas e s\u00edtios hist\u00f3ricos; mas muitos mais v\u00eam para desfrutar      de nata\u00e7\u00e3o, pesca, passeios de barco e cruzeiro pelas ilhas Gregas. <\/p>\n<p>Promovida pelo apoio do governo, a ind\u00fastria tur\u00edstica Grega cresceu enormemente      desde a Segunda Guerra Mundial. O aeroporto internacional de Atenas \u00e9 um dos      mais movimentados do mundo. Navios de cruzeiro de luxo transportam turistas      estrangeiros de uma ilha Grega para a pr\u00f3xima.<\/p>\n<h4>Governo<\/h4>\n<p>Desde 1974, quando a monarquia foi derrubada, a Gr\u00e9cia tem sido uma rep\u00fablica,      cujo nome oficial \u00e9 Rep\u00fablica Hel\u00eanica. Sob a sua constitui\u00e7\u00e3o, ratificada      em 1975, o chefe de Estado \u00e9 o presidente. <\/p>\n<p>A autoridade legislativa \u00e9 investida em um parlamento unicameral (Vouli),      ou assembl\u00e9ia nacional. O Parlamento, constitu\u00eddo por 300 deputados eleitos      por sufr\u00e1gio universal, escolhe o presidente para um mandato de cinco-anos.    <\/p>\n<p>O poder executivo real, no entanto, recai sobre o primeiro-ministro e o gabinete      de ministros, que formam o governo. Eles s\u00e3o escolhidos dentre os membros      do parlamento.<\/p>\n<p>Administrativamente, a Gr\u00e9cia \u00e9 subdividida em 51 prov\u00edncias, ou departamentos      (nomoi). Eles, por sua vez s\u00e3o divididos em unidades menores. H\u00e1 tamb\u00e9m uma      regi\u00e3o aut\u00f4noma, Mt. Athos. <\/p>\n<p>O ministro do Interior nomeia um governador, ou prefeito (nomarchis), para      cada departamento; assim h\u00e1 uma grande quantidade de controle central dos      governos locais. Os prefeitos e outros funcion\u00e1rios s\u00e3o eleitos localmente.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Os primeiros povos falantes do Grego migraram abaixo do continente do que      \u00e9 hoje a Gr\u00e9cia por volta de 1900 aC. Entrando em contato com a j\u00e1 pr\u00f3spera      civiliza\u00e7\u00e3o Min\u00f3ica da ilha de Creta, eles desenvolveram sua pr\u00f3pria civiliza\u00e7\u00e3o,      hoje conhecida como Mic\u00eanica. <\/p>\n<p>Esta floresceu por volta de 1600 \u00e0 cerca de 1150 aC. Esta era de instabilidade      peri\u00f3dica foi o cen\u00e1rio para as duas grandes obras da literatura Grega antiga,      a Il\u00edada e a Odiss\u00e9ia. Ambos os poemas foram escritos entre 800 e 750 aC,      com base em tradi\u00e7\u00f5es orais. <\/p>\n<p>O poeta cego Homero sempre foi creditado por escrev\u00ea-los. Eles formam a primeira      grande obra liter\u00e1ria dos Gregos antigos e duas das obras mais influentes      da civiliza\u00e7\u00e3o Ocidental.<\/p>\n<p>Na Il\u00edada, Homero descreve o cerco de Tr\u00f3ia para garantir a liberta\u00e7\u00e3o da      requintadamente bela rainha de Esparta, Helena, que tinha sido capturada e      levada por Paris, filho de Pr\u00edamo, rei de Tr\u00f3ia. Assim, o palco estava montado      para a Guerra de Tr\u00f3ia, um evento que a maioria dos historiadores aceitam      como tendo ocorrido cerca de 1250 aC. <\/p>\n<p>A Odiss\u00e9ia tra\u00e7a o vaguear de Ulisses, rei de \u00cdtaca, em seus esfor\u00e7os para      voltar \u00e0 sua casa ap\u00f3s o fim da Guerra de Tr\u00f3ia.<\/p>\n<h4>Idade      de Ouro da Gr\u00e9cia<\/h4>\n<p>Os Gregos antigos n\u00e3o estabeleceram um pa\u00eds unificado. Em vez disso, eles      estabeleceram cidades-estados, cada uma chamada de polis, que eram auto-governadas      e independentes. <\/p>\n<p>Muitas vezes, elas guerreavam entre si, os dois inimigos mais persistentes      sendo Atenas e Esparta. Todas as cidades-estados, no entanto, de vez em quando      iam \u00e0 guerra com outra polis.<\/p>\n<p>Embora os Gregos s\u00e3o creditados com a inven\u00e7\u00e3o da forma democr\u00e1tica de governo,      nem todos as cidades-estados eram democr\u00e1ticas na forma. Esparta, por exemplo,      foi durante a maior parte de sua predomin\u00e2ncia um regime aristocr\u00e1tico e militar.    <\/p>\n<p>Mesmo Atenas, a mais famosa de todas as cidades-estados democr\u00e1ticos, contou      com a escravid\u00e3o para seu bem-estar econ\u00f4mico. S\u00f3 os cidad\u00e3os Atenienses do      sexo masculino participavam da democracia.<\/p>\n<p><strong>Todas      as cidades-estados Gregas tinham altos n\u00edveis de cultura e a civiliza\u00e7\u00e3o Grega      se espalhou por col\u00f4nias em todo o mundo Mediterr\u00e2neo:<\/strong>\u00a0do      Mar Negro para a Espanha e da It\u00e1lia e do sul da Fran\u00e7a ao Norte da \u00c1frica.<\/p>\n<p>Atenas      serviu como uma esp\u00e9cie de catalisador entre as cidades-estados, e o que surgiu      foi uma das maiores civiliza\u00e7\u00f5es que o mundo j\u00e1 viu. A arquitetura atingiu      n\u00edveis espl\u00eandidos. O Parthenon, constru\u00eddo entre 447 e 432 aC, foi o mais      espetacular dos muitos belos templos que foram constru\u00eddos em toda a Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>Raramente      qualquer per\u00edodo de tempo viu tal profus\u00e3o de pessoas talentosas como na Gr\u00e9cia      cl\u00e1ssica. Entre eles estavam o l\u00edder Ateniense P\u00e9ricles; os fil\u00f3sofos S\u00f3crates,      Plat\u00e3o e Arist\u00f3teles; o escultor F\u00eddias; os dramaturgos S\u00f3focles, \u00c9squilo,      Eur\u00edpides e Arist\u00f3fanes; o poeta P\u00edndaro; e Her\u00f3doto, o &#8220;Pai da Hist\u00f3ria&#8221;.<\/p>\n<p>A      rivalidade entre Atenas e Esparta irrompeu na Guerra do Peloponeso, em 431      aC. Ela finalmente terminou em 404 com uma grande vit\u00f3ria para Esparta, que      surgiu como o governante de toda a Gr\u00e9cia. Era para ser um governo de curta      dura\u00e7\u00e3o. Guerras com a P\u00e9rsia ao leste e com a cidade Grega de Tebas &#8211; e com      toda a Gr\u00e9cia &#8211; abriram \u00e0 conquista do norte.<\/p>\n<h4>Per\u00edodo      Helen\u00edstico<\/h4>\n<p>Em 338 aC, o Rei Filipe II da Maced\u00f4nia foi capaz de trazer as outrora orgulhosas      cidades-estados Gregas sob seu controle. Os Maced\u00f4nios eram um povo aparentado      aos Gregos. Eles falavam uma forma de Grego, e os seus governantes consideravam-se      verdadeiros Gregos. <\/p>\n<p>O filho de Filipe, Alexandre, o Grande (reinou de 336-323 aC), conquistou      vastas \u00e1reas da Europa, Egito e \u00c1sia, chegando at\u00e9 a \u00cdndia. As conquistas      de Alexandre expandiram a civiliza\u00e7\u00e3o Grega e a l\u00edngua por todo o Oriente      M\u00e9dio. <\/p>\n<p>A civiliza\u00e7\u00e3o Grego-baseada que se desenvolveu ent\u00e3o \u00e9 chamada Helen\u00edstica      para distingui-la do per\u00edodo Grego cl\u00e1ssico que terminou com as conquistas      da Maced\u00f4nia.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a morte de Alexandre seu imp\u00e9rio foi dividido entre seus generais. A cidades-estados      Gregas formaram v\u00e1rias ligas e pelos anos 220s aC tinham-se tornado na maior      parte independentes novamente. Os confrontos com os Maced\u00f4nios e a expans\u00e3o      de Roma impediram as tentativas para manter a independ\u00eancia.<\/p>\n<h4>O      Per\u00edodo Romano<\/h4>\n<p>Com      o decl\u00ednio do poder Maced\u00f4nio e a ascens\u00e3o de Roma os Romanos interviram repetidamente      nos assuntos Gregos particularmente a partir dos anos 220s.<\/p>\n<p>Por 146 aC os Gregos estavam efetivamente sob a domina\u00e7\u00e3o Romana e assim      permaneceriam por s\u00e9culos. Os Romanos, no entanto, foram cativados pelas belezas      da civiliza\u00e7\u00e3o Grega, e as formas e ideais Gregos tiveram uma influ\u00eancia t\u00e3o      importante na cultura Romana que as pessoas ainda hoje falam da fus\u00e3o como      Greco-Romana. <\/p>\n<p>O Cristianismo foi promovido entre os Gregos pela viagens mission\u00e1rias e      as obras de S\u00e3o Paulo. Ele pregava em lugares como Atenas, Corinto, Filipos      e Tessal\u00f4nica (Sal\u00f4nica). Foi nos primeiros s\u00e9culos do Cristianismo, que o      per\u00edodo Romano se fundiu na era Bizantina da hist\u00f3ria Grega.<\/p>\n<h4>O      Imp\u00e9rio Bizantino<\/h4>\n<p>Em 330 o Imperador Romano Constantino I fundou a cidade de Constantinopla,      que ele ergueu no local da antiga cidade Grega de Biz\u00e2ncio. Constantinopla      se tornou a capital do que viria a tornar-se o Imp\u00e9rio Bizantino. <\/p>\n<p>O Grego sempre permaneceu a l\u00edngua da cultura no Imp\u00e9rio Romano oriental.      Ap\u00f3s o reinado de Constantino, as partes orientais do imp\u00e9rio cada vez mais      se separaram dos territ\u00f3rios ocidentais.<\/p>\n<p><strong>Aos      poucos, elas se dividiram em duas partes:\u00a0<\/strong>a      Ocidental, com sua capital em Roma, e a Oriental, com sua capital em Constantinopla.      Quando o Imp\u00e9rio Romano enfraqueceu, muito de seus territ\u00f3rios orientais foram      perdidos para os conquistadores Isl\u00e2micos. Por volta do s\u00e9culo 7 o que tinha      sido o Imp\u00e9rio do Oriente foi reduzido a um n\u00facleo essencialmente de l\u00edngua      Grega centrado em torno de Constantinopla.<\/p>\n<p>Por muitos s\u00e9culos, este ainda-poderoso Imp\u00e9rio Bizantino teve um enorme      impacto na Europa e no mundo em torno da bacia do Mediterr\u00e2neo. Quando Roma      caiu, Constantinopla se tornou o centro da arte, arquitetura, literatura,      educa\u00e7\u00e3o, com\u00e9rcio e religi\u00e3o. <\/p>\n<p>Em Constantinopla residia o mais importante bispo da Igreja do Oriente, o      Patriarca Ecum\u00eanico; mesmo os membros de hoje da Igreja Ortodoxa Grega e de      outras igrejas Ortodoxas consideram o Patriarca Ecumenico o l\u00edder espiritual      da Igreja. Mission\u00e1rios enviados da Igreja Grega em Constantinopla converteram      muitas pessoas da Europa Oriental para o Cristianismo, incluindo os Russos,      os S\u00e9rvios, os Romenos e os B\u00falgaros. Assim, atrav\u00e9s da Igreja, a influ\u00eancia      Grega cobriu praticamente toda a Europa Oriental.<\/p>\n<p>Por      volta do s\u00e9culo 11 o Imp\u00e9rio Bizantino tinha come\u00e7ado a enfraquecer internamente      em face do aumento das press\u00f5es externas. Os Cruzados Crist\u00e3os, que vieram      da Europa Ocidental inicialmente para assumir &#8220;terras infi\u00e9is&#8221; na      Palestina, anexaram terras controladas por seus companheiros Crist\u00e3os, os      Gregos Bizantinos. Ocidentais como Normandos, Venezianos, e Genoveses assumiram      grandes se\u00e7\u00f5es de Biz\u00e2ncio. Mesmo a capital de Constantinopla foi detida por      Europeus Ocidentais de 1204-1261, quando os Bizantinos a retomaram.<\/p>\n<p>Por      esse tempo o imp\u00e9rio tinha perdido seu impulso, no entanto, e os Bizantinos      nunca foram capazes de desalojar totalmente os l\u00edderes da Europa Ocidental      que haviam criado os seus pr\u00f3prios pequenos estados em algumas partes no que      hoje \u00e9 a Gr\u00e9cia moderna. Atenas tornou-se o Ducado de Atenas e Tebas, governada      por pessoas de origem Ocidental. A maioria dos moradores das ilhas Gregas      tornaram-se vassalos de v\u00e1rios pr\u00edncipes reinantes da Europa Ocidental.<\/p>\n<p>E      um novo poder surgiu na \u00e1rea; a partir do s\u00e9culo 14 os Turcos Otomanos come\u00e7aram      a invadir ambos o Imp\u00e9rio Bizantino e suas conquistas Europ\u00e9ias Ocidentais.<\/p>\n<h4>Os      Turcos Otomanos<\/h4>\n<p>Constantinopla      caiu em 1453, terminando assim a exist\u00eancia pol\u00edtica do Imp\u00e9rio Bizantino.      Posteriormente, os Turcos trouxeram sob seu controle todas as partes de l\u00edngua      Grega da Europa e da \u00c1sia Menor, exceto por uma grande \u00e1rea, as ilhas J\u00f4nicas.      Estas permaneceram sob o dom\u00ednio Veneziano por centenas de anos (at\u00e9 1797).      Ap\u00f3s a era Napole\u00f4nica, eles se tornaram um protetorado Brit\u00e2nico.<\/p>\n<p>Caso contr\u00e1rio, os Gregos ficaram sob o dom\u00ednio dos Turcos Otomanos. O Sult\u00e3o      Mohammed II, o Conquistador, o governante Turco que tomara Constantinopla      em 1453, deu ao Patriarca Ecum\u00eanico certos direitos pol\u00edticos e religiosos      sobre os assuntos da Ortodoxia Grega do imp\u00e9rio. <\/p>\n<p>Isso ajudou os Gregos a manter uma identidade \u00e9tnica reconhec\u00edvel em um imp\u00e9rio      que era de outra maneira quase que totalmente Mu\u00e7ulmano. Relativamente poucos      Gregos foram convertidos ao Isl\u00e3, e a Igreja Ortodoxa Grega portanto ajudou      a manter vivo um sentimento nacional distinto entre os Gregos.<\/p>\n<p>As      condi\u00e7\u00f5es dos Gregos variavam de lugar para lugar no Imp\u00e9rio Otomano. Alguns      eram oprimidos e explorados; outros enriqueceram no com\u00e9rcio. Outros ainda      chegaram a elevada posi\u00e7\u00e3o no governo, mesmo que permanecessem Crist\u00e3os.<\/p>\n<h4>A      Busca da Independ\u00eancia<\/h4>\n<p>Ainda assim, muitos Gregos se irritavam sob o dom\u00ednio Otomano, e quando os      ideais do nacionalismo que foram desencadeados pela Revolu\u00e7\u00e3o Francesa no      s\u00e9culo 18 se espalharam para \u00e1reas de l\u00edngua Grega, o esp\u00edrito revolucion\u00e1rio      se desenvolveu entre os Gregos. <\/p>\n<p>O resultado foi uma revolu\u00e7\u00e3o de pleno-direito contra os Turcos em 1821.      Com a ajuda da Gr\u00e3-Bretanha, R\u00fassia e Fran\u00e7a, e depois de in\u00fameras batalhas      sangrentas, a Gr\u00e9cia tornou-se um reino independente em 1832.<\/p>\n<p>Durante      a revolu\u00e7\u00e3o muitos estrangeiros que eram pr\u00f3-Gregos, incluindo alguns Norte-americanos,      ajudaram a causa de fora ou foram para a Gr\u00e9cia para lutar com os rebeldes.      Eles foram chamados Filelenos, e o mais famoso deles foi o poeta Ingl\u00eas Lord      Byron. Sua morte na Gr\u00e9cia em 1824 fez dele um her\u00f3i nacional Grego, inspirando      muitos outros a aderir \u00e0 causa Grega.<\/p>\n<h4>O      Reino Grego<\/h4>\n<p>Com a independ\u00eancia, um pr\u00edncipe B\u00e1varo chamado Otto foi escolhido pelas      pot\u00eancias Ocidentais para ser o primeiro rei da moderna Gr\u00e9cia. Pode parecer      estranho que os Gregos aceitariam um rei nascido no estrangeiro depois de      terem expelido o jugo Turco. Haviam v\u00e1rias raz\u00f5es para isso, entre elas que      nenhum rebelde Grego surgiu como l\u00edder do pa\u00eds. <\/p>\n<p>Talvez o mais importante, acreditava-se que um estranho ligado por nascimento      \u00e0s grandes casas reais da Europa Ocidental daria \u00e0 nova na\u00e7\u00e3o lutando o prest\u00edgio      que seria necess\u00e1rio entre os outros governantes reais da Europa. <\/p>\n<p>Otto era o filho do Rei Ludwig I da Baviera, o primeiro monarca Europeu a      abertamente apoiar a causa Grega. Por fim, Otto era jovem o suficiente para      que ele pudesse se aclimatar ao pa\u00eds e se tornar, de fato, um Grego.<\/p>\n<p>Otto acabou por ser um forte patriota Grego. Ele apoiou um conceito chamado      de a Grande Id\u00e9ia, que previa a min\u00fascula Gr\u00e9cia como o n\u00facleo para um aumentado      Estado Grego que recriaria o antigo Imp\u00e9rio Bizantino \u00e0 custa dos agora fracos      Turcos Otomanos. Embora bem-educado, Otto tamb\u00e9m era autorit\u00e1rio. <\/p>\n<p>Um levante em 1843 for\u00e7ou-o a aceitar uma constitui\u00e7\u00e3o nacional. No entanto,      seu autoritarismo cresceu, e em 1862 ele foi for\u00e7ado a partir do trono.<\/p>\n<p>Otto      foi substitu\u00eddo em 1863 por um pr\u00edncipe Dinamarqu\u00eas &#8211; eleito pela Assembleia      Nacional Grega &#8211; que assumiu o trono Grego como George I dos Helenos. O novo      rei, como o Rei Otto, defendia a Grande Id\u00e9ia e de fato viu o seu reino alargado      tr\u00eas vezes durante seu reinado.<\/p>\n<p>Durante os \u00faltimos anos de seu governo, o Rei George confiou o primeiro-minist\u00e9rio      \u00e0 um dos l\u00edderes mais not\u00e1veis da Gr\u00e9cia moderna. Eleutherios Venizelos, um      Cretense de nascimento, lutara contra os Turcos em sua ilha natal, onde ele      ganhara grande aclama\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Como primeiro-ministro, Venizelos rejuvenesceu a Gr\u00e9cia; ele dedicou aten\u00e7\u00e3o      \u00e0 administra\u00e7\u00e3o interna e construiu o ex\u00e9rcito e a marinha. Ele supervisionou      a revis\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o, e ele habilmente construiu uma rede de conex\u00f5es      com os vizinhos do norte da Gr\u00e9cia contra os Turcos Otomanos.<\/p>\n<p><strong>As      Guerras dos Balc\u00e3s<\/strong><\/p>\n<p>Foi nestas circunst\u00e2ncias que a primeira Guerra Balc\u00e2nica eclodiu em 1912,      e a Gr\u00e9cia foi um participante importante nela. Com Venizelos como o l\u00edder      pol\u00edtico e o filho do Rei George, o Pr\u00edncipe Herdeiro Constantino, \u00e0 frente      do ex\u00e9rcito, a Gr\u00e9cia ganhou vit\u00f3rias sem igual. <\/p>\n<p>Assim que Constantino tinha tomado Salonika dos Turcos, o Rei George passou      a residir ali para mostrar que, mesmo antes do tratado de paz, a Gr\u00e9cia considerava      a cidade Grega. Foi em Sal\u00f4nica que o rei foi assassinado por um louco em      Mar\u00e7o de 1913, enquanto caminhava pelas ruas.<\/p>\n<p>Constantino      I subiu ao trono como o filho de um m\u00e1rtir e como o primeiro rei Grego-nascido      em s\u00e9culos. Em Junho de 1913 uma segunda Guerra dos B\u00e1lc\u00e3s come\u00e7ou. Novamente      Constantino e Venizelos trabalharam juntos para garantir vit\u00f3rias enormes      e novos territ\u00f3rios para a Gr\u00e9cia.<\/p>\n<h4>A      Primeira Guerra Mundial<\/h4>\n<p>Infelizmente, a Primeira Guerra Mundial rompeu a estreita rela\u00e7\u00e3o entre o      rei e o primeiro-ministro. Venizelos favorecia juntar-se aos Aliados (Gr\u00e3-Bretanha,      Fran\u00e7a e R\u00fassia) contra a Alemanha, a \u00c1ustria-Hungria e o Imp\u00e9rio Otomano.    <\/p>\n<p>Constantino, cuja esposa, a rainha Sofia, era uma irm\u00e3 do Imperador Alem\u00e3o      William II, queria que a Gr\u00e9cia se mantivesse neutra. Constantino foi marcado      como pr\u00f3-Alem\u00e3o; Venizelos renunciou ao cargo, liderou uma revolu\u00e7\u00e3o, e for\u00e7ou      o rei a abdicar em 1917.<\/p>\n<p>O segundo filho de Constantino, em seguida, tornou-se o Rei Alexandre I dos      Helenos. Venizelos voltou para o cargo de primeiro-ministro e ganhou uma s\u00e9rie      brilhante de vit\u00f3rias militares e diplom\u00e1ticas. Elas culminaram com as tropas      Gregas entrando em Constantinopla junto com as demais for\u00e7as Aliadas quando      o Imp\u00e9rio Otomano perdeu a guerra e desapareceu da hist\u00f3ria. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, Venizelos ganhou dos Aliados o direito de ocupar a cidade Grega-habitada      de Esmirna, na \u00c1sia Menor, sinalizando assim o fato de que territ\u00f3rio Turco      na \u00c1sia Menor n\u00e3o estava imune \u00e0 Grande Id\u00e9ia.<\/p>\n<h4>Os      Anos 1920s e 1930s<\/h4>\n<p>Ent\u00e3o, tudo entrou em colapso. O Rei Alexandre morreu tragicamente como o      resultado de uma infec\u00e7\u00e3o de uma mordida de macaco. Venizelos perdeu nas urnas,      e o Rei Constantino foi restaurado ao trono pelo voto popular. <\/p>\n<p>Os Turcos, apesar de sua derrota na Primeira Guerra Mundial, atacaram os      Gregos em Esmirna e os expulsaram. Constantino foi for\u00e7ado a abdicar mais      uma vez (1922), desta vez em favor de seu filho mais velho, que se tornou      o Rei George II dos Helenos. <\/p>\n<p>O desastre militar na \u00c1sia Menor havia deixado a Gr\u00e9cia um pa\u00eds enfraquecido      e alquebrado. A Grande Id\u00e9ia foi destru\u00edda para sempre, e George II foi for\u00e7ado      a deixar a Gr\u00e9cia em 1923.<\/p>\n<p>De      1924 a 1935, a Gr\u00e9cia foi uma rep\u00fablica. A maioria desses anos foram turbulentos,      com exce\u00e7\u00e3o de um per\u00edodo de 1928-1932, quando Venizelos mais uma vez deu      ao pa\u00eds um governo est\u00e1vel. A monarquia foi restaurada em 1935, na pessoa      de George II, mas no ano seguinte todo o poder governamental caiu nas m\u00e3os      de um ditador militar chamado John Metaxas.<\/p>\n<p><strong>A      Segunda Guerra Mundial<\/strong><\/p>\n<p>Metaxas      ainda estava no comando em Outubro de 1940, quando a It\u00e1lia Fascista sob Benito      Mussolini invadiu a Gr\u00e9cia. A valente defesa pelos Gregos, que continuaram      ap\u00f3s a morte de Metaxas no in\u00edcio de 1941, levou a uma invas\u00e3o Alem\u00e3 a partir      do norte em 1941. O Rei George II e seu governo foram for\u00e7ados ao ex\u00edlio.<\/p>\n<p>Durante      a ocupa\u00e7\u00e3o Nazista, grupos de resist\u00eancia se desenvolveram, sendo o mais importante      o EAM com seu ex\u00e9rcito ELAS. Eles eram comunistas que tentaram, sem sucesso,      tomar o governo em 1944, quando a Gr\u00e9cia foi liberada.<\/p>\n<p><strong>A      Guerra Civil Grega e Chipre<\/strong><\/p>\n<p>No      final da Segunda Guerra Mundial, o Rei George II foi novamente restaurado      ao trono em um plebiscito de 1946. Ele morreu em 1947, e seu irm\u00e3o, o filho      mais novo de Constantino I, tornou-se rei como Paulo I. Entretanto, os comunistas      tinham come\u00e7ado uma guerra civil que durou at\u00e9 1949 quando, com a decisiva      ajuda Americana, ela foi esmagada.<\/p>\n<p>Durante      o reinado do Rei Paulo surgiu um homem que enfileira com Venizelos como um      dos dois grandes estadistas modernos Gregos. Constantine Karamanlis tornou-se      primeiro-ministro em 1955. Ele ressaltou o desenvolvimento econ\u00f4mico e uma      solu\u00e7\u00e3o para a quest\u00e3o Cipriota. Chipre era uma col\u00f4nia Brit\u00e2nica, com uma      popula\u00e7\u00e3o de cerca de 80 por cento Grega e 17 por cento Turca.<\/p>\n<p>O Arcebispo Ortodoxo Grego de Chipre, Makarious III, tornou-se o l\u00edder de      um movimento para a enosis, ou uni\u00e3o, com a Gr\u00e9cia. A enosis foi acremente      oposta por ambos os Cipriotas Turcos e pela Turquia. Karamanlis negociou com      os Brit\u00e2nicos, a Turquia e os Cipriotas, e como resultado, Chipre tornou-se      uma rep\u00fablica independente em 1960. <\/p>\n<p>As rela\u00e7\u00f5es Greco-Turcas t\u00eam sofrido por causa da disputa sobre o Chipre,      mas nos \u00faltimos anos elas come\u00e7aram a ser consertadas. Depois de uma briga      com o Rei Paul, Karamanlis renunciou em 1963.<\/p>\n<p><strong>O      Governo dos Coron\u00e9is<\/strong><\/p>\n<p>A aus\u00eancia de Karamanlis marcou o in\u00edcio de uma longa crise pol\u00edtica na Gr\u00e9cia.      O Rei Paul morreu em 1964, e seu filho o sucedeu como Constantino II. Constantino      achou cada vez mais dif\u00edcil lidar com uma situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica inst\u00e1vel. <\/p>\n<p>Em Abril de 1967, um grupo de oficiais militares conhecidos como os Coron\u00e9is      tomaram o governo e estabeleceram uma ditadura. O rei bravamente tentou desaloj\u00e1-los      do poder em Dezembro de 1967, mas ele falhou e foi for\u00e7ado ao ex\u00edlio.<\/p>\n<p>Enquanto      isso, o problema Cipriota continuou. As duas fac\u00e7\u00f5es, Gregos e Turcos, n\u00e3o      podiam viver juntos em harmonia. Em resposta aos esfor\u00e7os dos Coron\u00e9is para      for\u00e7ar a uni\u00e3o de Chipre, a Turquia invadiu a ilha em 1974 e tomou aproximadamente      40 por cento da ilha. Na Gr\u00e9cia, isso levou \u00e0 queda dos Coron\u00e9is. Karamanlis      voltou do seu longo ex\u00edlio, tornou-se primeiro-ministro novamente, e restabeleceu      a democracia.<\/p>\n<h4>A      Rep\u00fablica Grega<\/h4>\n<p>Em      1974, a monarquia foi rejeitada pelo plebiscito, e a Gr\u00e9cia foi declarada      uma rep\u00fablica. Karamanlis permaneceu como primeiro-ministro at\u00e9 1980. Sua      pol\u00edtica externa se concentrou em uma rela\u00e7\u00e3o estreita com a Europa Ocidental      e os Estados Unidos, e a Gr\u00e9cia aderiu \u00e0 Comunidade Europeia (CE).<\/p>\n<p>Em 1981, um governo Socialista chegou ao poder. Andreas Papandreou, l\u00edder      do Partido Socialista (PASOK), serviu como primeiro-ministro at\u00e9 1989. De      1989 a 1993, o conservador Partido da Nova Democracia estava no poder. Karamanlis      tornou-se presidente em 1990. <\/p>\n<p>Enquanto isso, Papandreou e v\u00e1rios de seus companheiros foram presos por      acusa\u00e7\u00f5es de corrup\u00e7\u00e3o, embora Papandreou foi absolvido em Janeiro de 1992.      Em Outubro de 1993, o PASOK venceu as elei\u00e7\u00f5es parlamentares e Papandreou      tornou-se primeiro-ministro novamente. <\/p>\n<p>Ele serviu at\u00e9 Janeiro de 1996, quando renunciou devido a problemas de sa\u00fade      e foi substitu\u00eddo como chefe do PASOK e primeiro-ministro por Kostas Simitis.<\/p>\n<p>Em      Abril de 2000, o PASOK venceu as elei\u00e7\u00f5es parlamentares pela quinta vez. Durante      seu mandato de oito-anos, o moderado Simitis melhorou as rela\u00e7\u00f5es com o inimigo      tradicional da Gr\u00e9cia, a Turquia, e tamb\u00e9m mudou o pa\u00eds para a zona do euro.      Cerca de 1.000 tropas Gregas serviram na for\u00e7a de manuten\u00e7\u00e3o da paz no Kosovo,      na S\u00e9rvia.<\/p>\n<p>Simitis      renunciou em Janeiro de 2004. Nas elei\u00e7\u00f5es seguintes, em Mar\u00e7o, a oposi\u00e7\u00e3o      conservadora do partido da Nova Democracia venceu confortavelmente. O novo      governo, liderado por Kostas Karamanlis (sobrinho de Constantine Karamanlis),      inicialmente focou no Jogos Ol\u00edmpicos de 2004. Apesar dos receios de ataques      terroristas, o forte esquema de seguran\u00e7a permitiu aos jogos seguirem sem      problemas.<\/p>\n<p>Os      Jogos Ol\u00edmpicos foram muito caros para o governo Grego, que depois se esfor\u00e7ou      para reduzir o seu d\u00e9ficit or\u00e7amental. Sob press\u00e3o da UE, o governo tentou      reformar as leis trabalhistas e do bem-estar e reduzir a despesa p\u00fablica.      Tais esfor\u00e7os foram em grande parte descarrilados por greves e protestos generalizados.<\/p>\n<p>Em      2007, quando o governo ganhou estreitamente a reelei\u00e7\u00e3o, e em 2009, os inc\u00eandios      varreram o pa\u00eds. Em Dezembro de 2008, violentos dist\u00farbios ocorreram em Atenas,      quando as pessoas lan\u00e7aram ao ar as suas queixas sobre a corrup\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.      Finalmente, em Setembro de 2009, novas elei\u00e7\u00f5es parlamentares varreram o PASOK      de volta ao poder.<\/p>\n<p>O l\u00edder Socialista George Papandreou, filho de Andreas e neto do anterior      George, tamb\u00e9m primeiro-ministro, assumiu a lideran\u00e7a do pa\u00eds. Ele enfrentou      uma crise colossal. Tanto o d\u00e9ficit or\u00e7amental e a d\u00edvida p\u00fablica total eram      muito mais elevados do que anteriormente reconhecidos. <\/p>\n<p>Em resposta, as ag\u00eancias de classifica\u00e7\u00e3o internacionais rebaixaram a classifica\u00e7\u00e3o      do cr\u00e9dito da Gr\u00e9cia, temendo que o pa\u00eds poderia entrar em default em seus      empr\u00e9stimos.<\/p>\n<p>Sob forte press\u00e3o dos mercados financeiros e da UE, Papandreou anunciou medidas      de austeridade dif\u00edceis. Elas inclu\u00edam os sal\u00e1rios do setor p\u00fablico e cortes      nas pens\u00f5es, aumento dos pre\u00e7os de combust\u00edvel, e uma repress\u00e3o contra a evas\u00e3o      fiscal. <\/p>\n<p>Em Abril de 2010, uma importante ag\u00eancia de cr\u00e9dito atribuiu a classifica\u00e7\u00e3o      de cr\u00e9dito mais baixo poss\u00edvel da d\u00edvida Grega. Em Maio, o Fundo Monet\u00e1rio      Internacional e os governos da Zona do Euro forneceram \u00e0 Gr\u00e9cia empr\u00e9stimos      de emerg\u00eancia no valor de $147 bilh\u00f5es de d\u00f3lares para permitir ao pa\u00eds pagar      suas d\u00edvidas. <\/p>\n<p>Em troca desse grande resgate, o governo anunciou novos cortes de gastos      e aumentos de impostos, totalizando $40 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de seus antecessores, Papandreou se manteve firme diante dos      enormes protestos p\u00fablicos contra as medidas de austeridade. Os protestos      continuaram em 2011, quando os cortes de gastos foram sentidos ainda mais      intensamente. <\/p>\n<p>Mas os cortes tamb\u00e9m tomaram seu pre\u00e7o na economia, que se contraiu fortemente.      As receitas do governo ca\u00edram, e, no ver\u00e3o de 2011, a Gr\u00e9cia precisava de      ajuda financeira adicional. Em meio a muita controv\u00e9rsia, a UE negociou outro      resgate para o sitiado pa\u00eds em Julho. <\/p>\n<p>Mesmo antes deste plano ser ratificado por todos os membros da zona do euro,      ficou claro que um pacote de resgate muito maior era necess\u00e1rio. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o de dif\u00edceis negocia\u00e7\u00f5es, mais um acordo foi acertado no      final de Outubro. Ele deveria reduzir o tamanho da carga da d\u00edvida da Gr\u00e9cia,      for\u00e7ando os obrigacionistas a aceitar um corte de 50% no valor de seus t\u00edtulos      Gregos.<\/p>\n<p>O acordo tamb\u00e9m impos austeridades adicionais sobre a Gr\u00e9cia, bem como um      sistema para monitorar suas finan\u00e7as. Com a falta de apoio dentro de seu pr\u00f3prio      partido, o Primeiro-ministro Papandreou envolveu-se em manobras pol\u00edticas      para ganhar o apoio do Partido da Nova Democracia da oposi\u00e7\u00e3o, liderado por      Antonis Samaras. <\/p>\n<p>Ele at\u00e9 prop\u00f4s submeter o acordo da d\u00edvida para aprova\u00e7\u00e3o por referendo popular,      uma sugest\u00e3o logo retirada. Ap\u00f3s v\u00e1rios dias de crise pol\u00edtica aguda, a Nova      Democracia concordou em participar de um governo de unidade nacional.<\/p>\n<p>As negocia\u00e7\u00f5es sobre um governo de unidade entre Papandreou e Antonis Samaras      se arrastaram por v\u00e1rios dias no in\u00edcio de Novembro quando os dois lados discordaram      sobre um primeiro-ministro. <\/p>\n<p>Mas em 10 de Novembro, Lucas Papademos, ex-governador do Banco da Gr\u00e9cia      e um ex-vice-presidente do Banco Central Europeu, foi nomeado primeiro-ministro      interino. O governo interino deveria supervisionar a implementa\u00e7\u00e3o do novo      acordo da d\u00edvida e a ado\u00e7\u00e3o de um or\u00e7amento para 2012 antes de convocar as      elei\u00e7\u00f5es em 2012.<\/p>\n<h4>Fotos<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia3.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     O coroas Partenon da Acr\u00f3pole, em Atenas. A Acr\u00f3pole \u00e9 uma fortaleza em uma      superf\u00edcie plana, alta,<br \/>\n     afloramento rochoso de 150 m (490 p\u00e9s) acima do n\u00edvel do mar e \u00e9 o ponto mais      alto de Atenas.\u00a0<br \/>\n     Ele preserva uma s\u00e9rie de estruturas antigas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia4.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Parthenon &#8211; templo \u00e0 divindade antiga Atenas &#8216;patrono, Athena<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia5.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Outro ponto de vista do Partenon na Acr\u00f3pole de Atenas.\u00a0<br \/>\n     Constru\u00eddo no s\u00e9culo 5 aC, \u00e9 o edif\u00edcio mais importante sobrevivente da Gr\u00e9cia      Cl\u00e1ssica<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia6.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Vista da parte de tr\u00e1s do Partenon na Acr\u00f3pole de Atenas. O templo, dedicado      \u00e0 deusa Atena, foi constru\u00eddo entre 447 e 438 aC.<br \/>\n     A Acr\u00f3pole \u00e9 uma fortaleza em uma superf\u00edcie plana, alta, afloramento rochoso      de 150 m (490 p\u00e9s)\u00a0<br \/>\n     acima do n\u00edvel do mar e \u00e9 o ponto mais alto de Atenas. Ele preserva uma s\u00e9rie      de estruturas antigas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia7.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     As ru\u00ednas do Templo de Zeus Ol\u00edmpico (Olympieion) em Atenas<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia8.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Treze das colunas do Templo de Zeus Ol\u00edmpico (Olympieion) em Atenas.\u00a0<br \/>\n     Originalmente, 104 colunas apoiou esta estrutura maci\u00e7a, que foi iniciada      em 520 aC mas n\u00e3o totalmente conclu\u00edda at\u00e9 132 dC!<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia9.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     O Templo de Zeus Ol\u00edmpico (Olympieion) em Atenas.\u00a0<br \/>\n     A constru\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em 520 aC mas n\u00e3o foi conclu\u00edda at\u00e9 132 dC durante o      reinado do imperador romano Adriano.\u00a0<br \/>\n     Dezesseis dos originais 104 colunas cor\u00edntias sobreviver (15 em p\u00e9, uma ca\u00edda).      A Acr\u00f3pole pode ser visto na dist\u00e2ncia<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia10.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     O Templo de Hefesto na \u00c1gora ou mercado antigo em Atenas \u00e9 o melhor preservado      templo cl\u00e1ssico na Gr\u00e9cia.\u00a0<br \/>\n     Foi dedicado a Hefesto e Atena. A \u00c1gora foi fundado no s\u00e9culo 6 aC e era o      cora\u00e7\u00e3o da cidade de 1.200 anos<\/strong><\/p>\n<p><strong>George      J. Marcopoulos<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: Internet      Nations<\/p>\n<h6>Gr\u00e9cia<\/h6>\n<p><strong>Nome completo:<\/strong>\u00a0A Rep\u00fablica Hel\u00e9nica<br \/>\n<strong>Popula\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a011,4 milh\u00f5es (ONU, 2011)<br \/>\n<strong>Capital:<\/strong>\u00a0Atenas<br \/>\n<strong>\u00c1rea:<\/strong>\u00a0131.957 km \u00b2 (50.949 milhas quadradas)<br \/>\n<strong>Grande l\u00edngua:<\/strong>\u00a0Grego<br \/>\n<strong>Principal religi\u00e3o:<\/strong>\u00a0Cristianismo<br \/>\n<strong>Expectativa de vida:<\/strong>\u00a078 anos (homens), 83 anos      (mulheres) (ONU)<br \/>\n<strong>Unidade monet\u00e1ria:<\/strong>\u00a01 euro = 100 centavos<br \/>\n<strong>Principais exporta\u00e7\u00f5es:<\/strong>\u00a0t\u00eaxteis e vestu\u00e1rio,      alimentos, produtos de petr\u00f3leo<br \/>\n<strong>RNB per capita:<\/strong>\u00a0EUA 25030 d\u00f3lares (Banco Mundial,      2011)<br \/>\n<strong>Dom\u00ednio da Internet:<\/strong>\u00a0gr.<br \/>\n<strong>C\u00f3digo de discagem internacional:<\/strong>\u00a030<\/p>\n<h4>Perfil<\/h4>\n<p>O      patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e cultural da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0continua      a repercutir em todo o mundo ocidental moderno &#8211; em sua literatura, arte,      filosofia e pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Situado      no extremo sul da Pen\u00ednsula dos Balc\u00e3s, Gr\u00e9cia combina as altas montanhas      do continente, com mais de 1.400 ilhas, a maior das quais \u00e9 Creta.<\/p>\n<p>P\u00f3s-Segunda      Guerra Mundial a Gr\u00e9cia viu a mudan\u00e7a econ\u00f4mica e social r\u00e1pida, com o turismo      e transporte se tornando os principais contribuintes para a economia.<\/p>\n<p>A      crise financeira do final dos anos 2000 atingiu a Gr\u00e9cia particularmente dif\u00edcil,      como o legado de elevados gastos p\u00fablicos e evas\u00e3o fiscal generalizada combinada      com a crise de cr\u00e9dito ea recess\u00e3o resultante para deixar o pa\u00eds com uma d\u00edvida      incapacitante.<\/p>\n<p>Na primavera de 2010, em meio a temores de um default iminente sobre o pagamento      da d\u00edvida e do cont\u00e1gio da d\u00edvida se espalhe para outros pa\u00edses, os pa\u00edses      da zona do euro colegas da Gr\u00e9cia concordou um in\u00e9dito pacote de 110 bilh\u00f5es      de euros para resgatar sua economia cambaleante. <\/p>\n<p>A principal condi\u00e7\u00e3o associadas ao empr\u00e9stimo &#8211; cortes dr\u00e1sticos nos gastos      p\u00fablicos e aumento de impostos &#8211; solicitado agita\u00e7\u00e3o social prolongada.<\/p>\n<p>O      pacote de resgate 2010 logo se mostrou \u00e0 altura da tarefa de ligar o buraco      nas finan\u00e7as da Gr\u00e9cia, e no ano seguinte uma ajuda ainda maior de euros 130      bilh\u00f5es foi obrigado a afastar o perigo iminente de o pa\u00eds calote em suas      d\u00edvidas. A economia continuou a contrair at\u00e9 2012, superando as estimativas      anteriores.<\/p>\n<p>Gr\u00e9cia      tem sido em desacordo com o seu vizinho pr\u00f3ximo, a Turquia, sobre disputas      territoriais no Mar Egeu e da ilha dividida de Chipre.<\/p>\n<p>Rela\u00e7\u00f5es      aqueceu depois que ambos os pa\u00edses sofreram terremotos em 1999 e ofereceu      a cada um outro tipo de ajuda pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Embora      as disputas continuam por resolver, o governo grego d\u00e1 forte apoio \u00e0 candidatura      da Turquia \u00e0 UE. Ele v\u00ea dividendos a serem obtidos com a maior estabilidade      regional que acredita filia\u00e7\u00e3o traria.<\/p>\n<p>A      Gr\u00e9cia tem estado em disputa desde o in\u00edcio de 1990 com a antiga Rep\u00fablica      Jugoslava da Maced\u00f4nia. Gr\u00e9cia afirma que o uso do nome Maced\u00f4nia pelo pa\u00eds      vizinho implica uma reivindica\u00e7\u00e3o territorial sobre pr\u00f3pria regi\u00e3o da Gr\u00e9cia      com o mesmo nome. A ONU est\u00e1 envolvida em continuar os esfor\u00e7os de media\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atenas      entrou para a ribalta mundial quando os Jogos Ol\u00edmpicos voltaram para casa      em 2004. Os jogos foram saudados como um sucesso, apesar dos temores amplamente      divulgadas de que a infra-estrutura n\u00e3o seria completa no tempo.<\/p>\n<p><strong>Uma      cronologia dos principais eventos:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1924      &#8211;<\/strong>\u00a0gregos      voto para a aboli\u00e7\u00e3o da monarquia, o pa\u00eds torna-se rep\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>1935      &#8211;<\/strong>\u00a0Monarquia      restaurada.<\/p>\n<p><strong>1936      &#8211;\u00a0<\/strong>Metaxas geral nomeado      primeiro-ministro, estabelece-direita ditadura.<\/p>\n<p><strong>1940      &#8211;<\/strong>\u00a0As      for\u00e7as de Mussolini ataque Gr\u00e9cia do italiano-held Alb\u00e2nia, mas s\u00e3o repelidos.<\/p>\n<p><strong>1941      &#8211;<\/strong>\u00a0Metaxas      morre. Gr\u00e9cia cai para a Alemanha. Mais de 100 mil morrem de fome.<\/p>\n<p><strong>1942      &#8211; 1944 &#8211;<\/strong>\u00a0feroz      resist\u00eancia \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o por fac\u00e7\u00f5es comunistas e monarquista igualmente.<\/p>\n<p><strong>1944      &#8211;<\/strong>\u00a0For\u00e7as      brit\u00e2nicas e gregas combinam para for\u00e7ar a retirada nazista. Com o apoio da      Gr\u00e3-Bretanha, Georgios Papandreou torna-se primeiro-ministro.<\/p>\n<p>Protesto      comunistas. As tens\u00f5es aumentam e h\u00e1 viol\u00eancia espor\u00e1dica.<\/p>\n<p><strong>1946      &#8211; 1949 &#8211;<\/strong>\u00a0os      partidos mon\u00e1rquicos ganhar elei\u00e7\u00f5es. Que se seguiu uma guerra civil termina      com a derrota das for\u00e7as comunistas.<\/p>\n<p><strong>1952      &#8211;<\/strong>\u00a0Nova      Constitui\u00e7\u00e3o declara Gr\u00e9cia um reino governado por uma democracia parlamentar.      A Gr\u00e9cia adere Otan.<\/p>\n<p><strong>1955      &#8211;<\/strong>\u00a0Konstantinos      Karamanlis torna-se primeiro-ministro.<\/p>\n<p><strong>1964      &#8211;<\/strong>\u00a0O      rei Constantino II sucede ao seu pai, Paul.<\/p>\n<p><strong>1967      &#8211;<\/strong>\u00a0Grupo      de oficiais do ex\u00e9rcito tomar o poder em golpe militar. Elei\u00e7\u00f5es s\u00e3o adiadas      indefinidamente e Col George Papadopoulos toma posse como primeiro-ministro.<\/p>\n<p>Centenas      de ativistas pol\u00edticos s\u00e3o presos sob um regime caracterizado pela brutalidade      e repress\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>1973      &#8211;<\/strong>\u00a0A      Gr\u00e9cia declarou uma rep\u00fablica, a monarquia \u00e9 abolida e Papadopoulos assume      a presid\u00eancia.<\/p>\n<p>A      oposi\u00e7\u00e3o ao regime militar leva \u00e0 inquieta\u00e7\u00e3o crescente. Papadopoulos deposto      em golpe de Estado por Ioannidis Demetrios brigadeiro-general, comandante      da pol\u00edcia militar. Ele restaura parcialmente o regime civil, mas mant\u00e9m grande      parte do poder.<\/p>\n<p><strong>1974      &#8211;<\/strong>\u00a0Um      golpe Gr\u00e9cia, apoiado contra o presidente Makarios do Chipre \u00e9 seguido por      invas\u00e3o turca e ocupa\u00e7\u00e3o do norte da ilha.<\/p>\n<p>Governo      desmorona Ioannidis. Karamanlis lembrou do ex\u00edlio e empossado como primeiro-ministro.      Referendo rejeita restaura\u00e7\u00e3o da monarquia.<\/p>\n<h4>Rep\u00fablica      parlamentar<\/h4>\n<p><strong>1975      &#8211;<\/strong>\u00a0Nova      Constitui\u00e7\u00e3o declara Gr\u00e9cia uma rep\u00fablica parlamentar com alguns poderes executivos      investidos em um presidente.<\/p>\n<p><strong>1980      &#8211;<\/strong>\u00a0Karamanlis      presidente eleito.<\/p>\n<p><strong>1981      &#8211;\u00a0<\/strong>A Gr\u00e9cia adere      UE. Socialista Andreas Papandreou Party (Pasok) ganha as elei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>1985      &#8211;\u00a0<\/strong>Karamanlis renuncia      em protesto contra os planos do governo para reduzir os poderes do presidente.      Christos Sartzetakis torna-se chefe de Estado.<\/p>\n<p><strong>1986      &#8211;<\/strong>\u00a0Emenda      Constitucional transfere alguns dos poderes presidenciais para a legislatura<\/p>\n<p><strong>1990      &#8211;\u00a0<\/strong>Centro-direita      Nova Democracia partido do governo sob formas l\u00edder do partido Constantino      Mitsotakis<\/p>\n<p><strong>1991      &#8211;<\/strong>\u00a0Antiga      Rep\u00fablica Jugoslava da Maced\u00f4nia declara a independ\u00eancia. Objetos para Gr\u00e9cia      nome ea bandeira da Rep\u00fablica da Maced\u00f4nia, por raz\u00f5es que implicam reivindica\u00e7\u00f5es      territoriais para a prov\u00edncia grega da Maced\u00f4nia.<\/p>\n<p><strong>1993      &#8211;<\/strong>\u00a0Elei\u00e7\u00e3o      retorna Papandreou ao poder.<\/p>\n<p><strong>1995      &#8211;<\/strong>\u00a0Rela\u00e7\u00f5es      com a Maced\u00f4nia normalizado.<\/p>\n<p><strong>1996      &#8211;\u00a0<\/strong>Tens\u00e3o chamas entre      Gr\u00e9cia e Turquia sobre disputado Egeu ilhota.<\/p>\n<p>Papandreou      renuncia por problemas de sa\u00fade e morre pouco depois. Sucedido por Kostas      Simitis.<\/p>\n<p><strong>De      setembro de 1999 &#8211;<\/strong>\u00a0terremoto      atinge Atenas &#8211; dezenas de mortos, milhares desabrigadas.<\/p>\n<p><strong>Junho      de 2000 &#8211;<\/strong>\u00a0S\u00eanior      diplomata brit\u00e2nico brigadeiro Stephen Saunders morto a tiros em Atenas pelo      esquerdista grupo guerrilheiro 17 de novembro.<\/p>\n<p><strong>Janeiro      de 2002 &#8211;<\/strong>\u00a0Euro      substitui dracma.<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o      de 2002 &#8211;\u00a0<\/strong>grego,      governos turcos concordam em construir gasoduto atrav\u00e9s do qual a Turquia      abastecimento da Gr\u00e9cia com g\u00e1s.<\/p>\n<p><strong>Julho      de 2002 &#8211;\u00a0<\/strong>suposto      l\u00edder e membros do grupo terrorista novembro 17 presos depois que um deles      est\u00e1 ferido, supostamente por sua pr\u00f3pria bomba, e fornece informa\u00e7\u00f5es \u00e0 pol\u00edcia.<\/p>\n<p><strong>De      dezembro de 2003 &#8211;<\/strong>\u00a0Julgamento      de 17 de novembro suspeitos termina com a sua convic\u00e7\u00e3o. Chefe de grupo e      seu principal assassino condenado \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua.<\/p>\n<p><strong>2004      Fevereiro &#8211;<\/strong>\u00a0Kostas      Simitis chama elei\u00e7\u00f5es de mar\u00e7o e fica para baixo como l\u00edder do Pasok.<\/p>\n<h4>Mudan\u00e7a      de governo<\/h4>\n<p><strong>Mar\u00e7o      de 2004 &#8211;<\/strong>\u00a0Nova      Democracia conservador liderado por Costas Karamanlis ganha elei\u00e7\u00e3o geral,      terminando mais de uma d\u00e9cada de governo do Pasok.<\/p>\n<p><strong>Agosto      de 2004 &#8211;<\/strong>\u00a0Atenas      anfitri\u00f5es dos Jogos Ol\u00edmpicos.<\/p>\n<p><strong>Dezembro      de 2004 &#8211;<\/strong>\u00a0quest\u00f5es      da Comiss\u00e3o Europeia advert\u00eancia formal depois da Gr\u00e9cia encontrado para ter      falsificado dados do d\u00e9fice or\u00e7amental em run-up de ingressar na zona do euro.<\/p>\n<p><strong>Abril      de 2005 &#8211;<\/strong>\u00a0O      Parlamento ratifica Constitui\u00e7\u00e3o da UE.<\/p>\n<p><strong>Dezembro      de 2005 &#8211;<\/strong>\u00a0Em      meio a greves de protesto por parte dos trabalhadores de transporte, o parlamento      aprova mudan\u00e7as nas leis trabalhistas, incluindo o fim da vida em empregos      para o setor p\u00fablico. Os planos de a\u00e7\u00e3o provocou industrial em junho.<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o      de 2006 &#8211;<\/strong>\u00a0Os      trabalhadores do setor p\u00fablico greve por sal\u00e1rios e em protesto contra planos      do governo de sucata leis de seguran\u00e7a do trabalho e intensificar a privatiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Maio      de 2006 &#8211;\u00a0<\/strong>grego e      turco lutador acidente de avi\u00f5es no Mar Egeu ap\u00f3s se chocar em pleno ar.<\/p>\n<p><strong>Setembro      de 2006 &#8211;<\/strong>\u00a0Gr\u00e9cia,      R\u00fassia e Bulg\u00e1ria volta um neg\u00f3cio t\u00e3o esperado para construir um oleoduto      que transportar\u00e1 petr\u00f3leo russo para a Europa atrav\u00e9s Alexandropoulis na Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p><strong>De      agosto de 2007 &#8211;<\/strong>\u00a0Os      inc\u00eandios florestais varrer tinder-seca florestas em todo o continente e ilhas,      matando dezenas de pessoas.<\/p>\n<p><strong>De      setembro de 2007 &#8211;\u00a0<\/strong>Apesar      das cr\u00edticas da manipula\u00e7\u00e3o de seu governo dos inc\u00eandios, o primeiro-ministro      Karamanlis ganha uma estreita maioria na vota\u00e7\u00e3o. Ele diz que tem agora um      mandato por mais reformas, mas tamb\u00e9m se compromete a fazer a unidade nacional      uma prioridade.<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o      de 2008 &#8211;<\/strong>\u00a0Oferta      blocos Gr\u00e9cia Maced\u00f4nia a aderir \u00e0 OTAN por causa da disputa n\u00e3o resolvida      sobre o nome da ex-rep\u00fablica jugoslava.<\/p>\n<p>Parlamento      aprova lei restritiva do governo de reforma controversa pens\u00e3o em face da      greve do setor p\u00fablico em geral e protestos em massa.<\/p>\n<p><strong>De      dezembro de 2008 &#8211;<\/strong>\u00a0Os      estudantes e os jovens para as ruas da cidade em protestos em todo o pa\u00eds      e motins da pol\u00edcia morte de um menino de 15 anos de idade, em Atenas. Grandes      greves do setor p\u00fablico coincidir aumentar a press\u00e3o sobre o governo por suas      pol\u00edticas econ\u00f4micas.<\/p>\n<p><strong>De      agosto de 2009 &#8211;\u00a0<\/strong>Cerca      de 10 mil pessoas s\u00e3o retiradas de suas casas como inc\u00eandios varredura em      todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Outubro      de 2009 &#8211;<\/strong>\u00a0Oposi\u00e7\u00e3o      socialista Pasok partido ganha elei\u00e7\u00f5es antecipadas chamado por Karamanlis      PM. George Papandreou toma posse como novo primeiro-ministro.<\/p>\n<h4>Crise      da d\u00edvida<\/h4>\n<p><strong>2009      Dezembro &#8211;<\/strong>\u00a0Confrontos      sair em Atenas, no primeiro anivers\u00e1rio da morte de um adolescente pela pol\u00edcia.<\/p>\n<p>Classifica\u00e7\u00e3o      da Gr\u00e9cia de cr\u00e9dito \u00e9 rebaixado por um dos tr\u00eas mundiais principais ag\u00eancias      de rating em meio a temores de que o governo poderia pagar sua d\u00edvida balonismo.      PM Papandreou anuncia programa de duros cortes de gastos p\u00fablicos.<\/p>\n<p><strong>2010      Janeiro-Mar\u00e7o &#8211;<\/strong>\u00a0Governo      anuncia mais duas rodadas de duras medidas de austeridade, e enfrenta protestos      em massa e greves.<\/p>\n<h4>Pacote      de resgate<\/h4>\n<p><strong>2010      Abril \/ Maio &#8211;<\/strong>\u00a0Os      temores de uma poss\u00edvel inadimpl\u00eancia em d\u00edvidas da Gr\u00e9cia da zona do euro      os pa\u00edses imediatas para aprovar um $ 145bn (110 bilh\u00f5es de euros; \u00a3 91bn)      pacote de resgate para o pa\u00eds. Como parte do acordo de resgate, PM Papandreou      anuncia uma rodada de medidas de austeridade ainda mais severas. Sindicatos      convocar uma greve geral em protesto.<\/p>\n<p><strong>2010      Outubro &#8211;<\/strong>\u00a0Governo      anuncia novas medidas mais duras de austeridade, em 2011 projeto de or\u00e7amento.      As medidas incluem novos impostos e maior taxa de IVA.<\/p>\n<p><strong>2011      Fevereiro &#8211;<\/strong>\u00a0credores      internacionais dizem que as medidas de austeridade implementadas at\u00e9 agora      n\u00e3o v\u00e3o longe o suficiente, e que a Gr\u00e9cia deve acelerar reformas para colocar      as finan\u00e7as de volta aos trilhos.<\/p>\n<p><strong>2011      Junho &#8211;\u00a0<\/strong>24 horas      greve geral. Dezenas de milhares de manifestantes marcham em parlamento para      se opor aos esfor\u00e7os do governo para aprovar leis de austeridade novas.<\/p>\n<h4>Aprofundamento      da crise<\/h4>\n<p><strong>2011      Julho &#8211;\u00a0<\/strong>Os l\u00edderes      da Uni\u00e3o Europeia concordam uma ajuda importante para a Gr\u00e9cia sobre a crise      da d\u00edvida, canalizando euros 109bn atrav\u00e9s do Fundo Europeu de Estabilidade      Financeira.<\/p>\n<p>Todas      as tr\u00eas ag\u00eancias de classifica\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito principais cortar rating da Gr\u00e9cia      para um n\u00edvel associado a um risco substancial de padr\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>2011      Setembro &#8211;<\/strong>\u00a0rebaixamentos      ag\u00eancia de nota\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito Moody oito bancos gregos, devido a preocupa\u00e7\u00f5es      sobre a capacidade da Gr\u00e9cia de pagar suas d\u00edvidas.<\/p>\n<p><strong>2011      Outubro &#8211;<\/strong>\u00a0Os      l\u00edderes da zona do euro concordam uma d\u00edvida de 50% do abate para a Gr\u00e9cia      em troca de mais medidas de austeridade. PM George Papandreou lan\u00e7a o neg\u00f3cio      em d\u00favida ao anunciar um referendo sobre o pacote de resgate.<\/p>\n<p><strong>2011      Novembro &#8211;<\/strong>\u00a0Diante      de uma tempestade de cr\u00edticas sobre o seu plano de referendo, Papandreou retira-lo      e, em seguida, anuncia a sua demiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Lucas      Papademos, ex-diretor do Banco da Gr\u00e9cia, torna-se primeiro-ministro interino      de um coaltion Democracia \/ Pasok Novo com a tarefa de tirar o pa\u00eds de volta      aos trilhos a tempo para as elei\u00e7\u00f5es marcadas provisoriamente para a primavera      de 2012.<\/p>\n<h4>Novo      plano de resgate<\/h4>\n<p><strong>2012      Janeiro &#8211;\u00a0<\/strong>As negocia\u00e7\u00f5es      de reescalonamento da d\u00edvida com credores privados da Gr\u00e9cia vacilar, pondo      em perigo a 130 bilh\u00f5es de euros do pacote de resgate da UE \/ FMI, que a Gr\u00e9cia      precisa cumprir o seu prazo de reembolso pr\u00f3ximo d\u00edvida em mar\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>2012      Fevereiro &#8211;<\/strong>\u00a0Num      cen\u00e1rio de violentos protestos nas ruas de Atenas, o Parlamento grego aprova      um novo pacote de medidas de austeridade duras acordadas com a UE, o pre\u00e7o      de um pacote de socorro do euro 130 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>2012      Mar\u00e7o &#8211;<\/strong>\u00a0Gr\u00e9cia      atinge uma &#8220;d\u00edvida swap&#8221; a lidar com os seus credores do setor privado,      permitindo-lhe reduzir \u00e0 metade sua debtload maci\u00e7a.<\/p>\n<p>Ministros      das Finan\u00e7as da UE insistiu que o acordo de troca de d\u00edvida era uma condi\u00e7\u00e3o      que tinham de ser cumpridos antes que eles concordassem em assinar o pacote      de resgate do euro 130 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>2012      Maio &#8211;\u00a0<\/strong>elei\u00e7\u00f5es legislativas      antecipadas ver o apoio dos partidos da coliga\u00e7\u00e3o Nova Democracia ea queda      do Pasok, com um aumento do apoio \u00e0 austeridade anti-partidos da extrema esquerda      e da direita. As tr\u00eas partes de alto escal\u00e3o n\u00e3o conseguem formar uma coaliz\u00e3o      de trabalho e presidente Papoulias chama novas elei\u00e7\u00f5es para 17 de Junho.<\/p>\n<p><strong>2012      Junho &#8211;<\/strong>\u00a0Outras      elei\u00e7\u00f5es parlamentares impulsionar a Nova Democracia, embora deixando-o sem      uma maioria. L\u00edder Antonis Samaras monta uma coaliz\u00e3o com o terceiro colocado      do Pasok e grupos menores para prosseguir o programa de austeridade.<\/p>\n<h4>Anti-austeridade      protestos<\/h4>\n<p><strong>2012      Setembro &#8211;\u00a0<\/strong>Com\u00e9rcio      sindicatos fase greve geral de 24 horas contra as medidas de austeridade do      governo. Pol\u00edcia de g\u00e1s lacrimog\u00eaneo para dispersar fogo com\u00edcio anarquista      fora do parlamento.<\/p>\n<p><strong>2012      Outubro &#8211;<\/strong>\u00a0O      projeto de or\u00e7amento para 2013 prev\u00ea mais de contra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e um endividamento      ainda maior, com o primeiro-ministro Samaras advertindo que seu governo vai      ficar sem dinheiro at\u00e9 o final de novembro a menos que receba ajuda internacional      fresca.<\/p>\n<p>Parlamento      passa um plano de austeridade 13.5bn de euros destinada a garantir a pr\u00f3xima      rodada de empr\u00e9stimos de resgate da UE e do FMI, o pacote &#8211; o quarto em tr\u00eas      anos &#8211; inclui aumentos de impostos e cortes de pens\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>2012      novembro &#8211;<\/strong>\u00a0Ministros      das Finan\u00e7as da Zona Euro e do FMI concorda em liberar a pr\u00f3xima parcela do      empr\u00e9stimo de resgate da Gr\u00e9cia em dezembro. O neg\u00f3cio \u00e9 visto como mitigar      o risco de a Gr\u00e9cia deixar o euro.<\/p>\n<p>Fonte: news.bbc.co.uk<\/p>\n<h6>Gr\u00e9cia<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Os      primeiros vest\u00edgios de ocupa\u00e7\u00e3o humana do territ\u00f3rio grego datam j\u00e1 da Era      Paleol\u00edtica (cerca de 120.000 &#8211; 10.000 a.C.).<\/p>\n<p>No      curso do per\u00edodo seguinte, a Era Neol\u00edtica (cerca de 7.000 &#8211; 3.000 a.C.),      uma civiliza\u00e7\u00e3o florescente aparece no espa\u00e7o grego. In\u00fameras povoa\u00e7\u00f5es e      cemit\u00e9rios neol\u00edticos foram descobertos na Tess\u00e1lia (Sesklo, Dimini), na Maced\u00f4nia,      no Peloponeso e em outras regi\u00f5es.<\/p>\n<p>O in\u00edcio da Idade do Cobre (de 3000 a 1100 a.C. aproximadamente) coincide      com o aparecimento dos primeiros n\u00facleos urbanos no espa\u00e7o do Mar Egeu (Poliokhni,      em Lemnos). Surgem povoa\u00e7\u00f5es humanas florescentes em Creta, na Gr\u00e9cia continental,      nas C\u00edclades e na regi\u00e3o nordeste do Mar Egeu, \u00e1reas onde desenvolvem-se alguns      modelos de civiliza\u00e7\u00e3o caracter\u00edsticos. <\/p>\n<p>No come\u00e7o do segundo mil\u00eanio a.C., na Creta Min\u00f3ica surgem comunidades organizadas      em torno de grandes pal\u00e1cios, tendo por consequ\u00eancia o aparecimento dos primeiros      sistemas de escrita.<\/p>\n<p>A      partir do n\u00facleo constitu\u00eddo pelo Pal\u00e1cio de Cnossos, os Minoanos organizam      uma rede de comunica\u00e7\u00f5es com povos do Mediterr\u00e2neo oriental, adotam elementos      de suas culturas e, por sua vez, influenciam de maneira decisiva as civiliza\u00e7\u00f5es      da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0continental      e das ilhas do Mar Egeu.<\/p>\n<p>Na\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0continental, os gregos      micenianos, tirando partido do desastre provocado em Creta pela erup\u00e7\u00e3o do      vulc\u00e3o de Santorini (em torno de 1500 a.C.), come\u00e7am a desenvolver-se e tornam-se      a pot\u00eancia liderante em toda a \u00e1rea do Mar Egeu no curso dos \u00faltimos s\u00e9culos      do segundo mil\u00eanio. <\/p>\n<p>As citadelas micenianas em Micenas, Tirinto, Pylos, Tebas, Gl\u00e1, Atenas e      Iolk\u00f3s passam a ser os n\u00facleos de reinos organizados de modo burocr\u00e1tico.      A destrui\u00e7\u00e3o massiva dos n\u00facleos micenianos, em torno de 1200 a.C., levou      a civiliza\u00e7\u00e3o miceniana ao decl\u00ednio e gerou movimentos de popula\u00e7\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o      das costas da \u00c1sia Menor e de Chipre (primeiro per\u00edodo de coloniza\u00e7\u00e3o grega).<\/p>\n<p>Depois de cerca de dois s\u00e9culos de inatividade econ\u00f4mica e cultural, tamb\u00e9m      conhecidos como &#8220;Idade das Trevas&#8221; (de 1150 a 900 a.C.), sobrev\u00e9m      o Per\u00edodo Geom\u00e9trico (s\u00e9c. IX e VIII a.C.), \u00e9poca em que tem in\u00edcio o renascimento      grego. <\/p>\n<p>Esse per\u00edodo \u00e9 marcado pela forma\u00e7\u00e3o das cidades-estados gregas, pela cria\u00e7\u00e3o      do alfabeto grego e pela composi\u00e7\u00e3o dos poemas \u00e9picos de Homero (fim do s\u00e9c.      VIII a.C.). O Per\u00edodo Arcaico que vem em seguida (s\u00e9c. VII e VI a.C.) caracterizam-se      por c\u00e2mbios sociais e culturais profundos. <\/p>\n<p>As cidades-estados gregas estabelecem col\u00f4nias desde a Espanha no Ocidente      at\u00e9 o Mar Negro ao norte, passando pelas costas setentrionais da \u00c1frica (segundo      per\u00edodo de coloniza\u00e7\u00e3o grega), criando os fundamentos para o auge do per\u00edodo      cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>Durante      o Per\u00edodo Cl\u00e1ssico (s\u00e9c. V e IV a.C.) torna-se patente a hegemonia espiritual      e pol\u00edtica de Atenas, a tal ponto que a segunda metade do s\u00e9culo V a.C. \u00e9      citado como a &#8220;Idade de Ouro&#8221; de P\u00e9ricles. No ano de 404 a.C., ap\u00f3s      o fim da Guerra do Peloponeso, Atenas perde seu papel de pot\u00eancia dominante.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo IV apparecem novas p\u00f6tencias. Com Felipe II e seu filho Alexandre,      os Maced\u00f4nios passam a desempenhar um papel dominante no territ\u00f3rio da Gr\u00e9cia.      A campanha militar de Alexandre no Levante e a conquista de terras que chegam      at\u00e9 o rio Indo acarretaram mudan\u00e7as radicais na situa\u00e7\u00e3o do mundo conhecido      naquela \u00e9poca. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s a morte de Alexandre, os territ\u00f3rios do vasto imp\u00e9rio criado por ele      s\u00e3o partilhados entre seus generais, surgindo desse modo os reinos que ir\u00e3o      dominar durante o Per\u00edodo Helen\u00edstico (s\u00e9c. III a I a.C.). <\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca, as cidades gregas conservam ainda uma autonomia reletiva, apesar      de terem perdido o poder e o prest\u00edgio de outrora.<\/p>\n<p>A apari\u00e7\u00e3o dos romanos e a conquista definitiva do territ\u00f3rio grego, no ano      de 146 a.C., transformou a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0em      prov\u00edncia do vasto Imp\u00e9rio Romano. Durante o Per\u00edodo Romano (s\u00e9c. I a.C. a      III a.D.), a maioria dos imperadores romanos, sendo admiradores da civiliza\u00e7\u00e3o      grega, far\u00e3o obras de benevol\u00eancia nas cidades gregas, especialmente em Atenas.    <\/p>\n<p>No curso do primeiro s\u00e9culo de nossa era, com as viagens do Ap\u00f3stolo Paulo,      teve in\u00edcio a divulga\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o grego do cristianismo, da nova religi\u00e3o      que iria gradualmente destronar o culto dos deuses do Olimpo.<\/p>\n<p>Os      visitantes que chegam hoje na\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0t\u00eam      a oportunidade de conhecer as &#8220;marcas&#8221; deixadas pela hist\u00f3ria do      pa\u00eds, desde a \u00e9poca paleol\u00edtica at\u00e9 o per\u00edodo romano, nas centenas de s\u00edtios      arqueol\u00f3gicos, bem como nos museus e cole\u00e7\u00f5es de arqueologia, que encontram-se      espalhados por todo o territ\u00f3rio do pa\u00eds (Gr\u00e9cia continental e insular).<\/p>\n<p>A decis\u00e3o do imperador Constantino Magno de transladar a capital do imp\u00e9rio,      de Roma para Constantinopla (no ano de 324), teve por consequ\u00eancia a transposi\u00e7\u00e3o      do cora\u00e7\u00e3o do imp\u00e9rio \u00e0 sua parte oriental. Essa transposi\u00e7\u00e3o marca o in\u00edcio      do Per\u00edodo Bizantino, durante o qual a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0constitui      uma regi\u00e3o do Imp\u00e9rio Bizantino. <\/p>\n<p>Depois do ano de 1204, quando Constantinopla foi conquistada pelos cruzados      ocidentais, partes do territ\u00f3rio grego s\u00e3o partilhadas entre soberanos ocidentais      enquanto que os venezianos ocupam posi\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas da regi\u00e3o do Mar Egeu      (ilhas ou cidades costeiras), tendo em vista o controle das vias de com\u00e9rcio.    <\/p>\n<p>A reconquista de Constantinopla pelos bizantinos, em 1262, marca a \u00faltima      fase da vida do imp\u00e9rio. A partir do s\u00e9culo XIV, os Otomanos iniciam aos poucos      a ocupar territ\u00f3rios do Imp\u00e9rio Bizantino, concluindo sua destrui\u00e7\u00e3o com a      conquista de Constantinopla, em 1453. <\/p>\n<p>Creta foi a \u00faltima parte do territ\u00f3rio grego a ser ocupada pelos otomanos,      no ano de 1669. Sobrev\u00eam quase quatro s\u00e9culos de domina\u00e7\u00e3o otomana, at\u00e9 o      in\u00edcio da Guerra de Independ\u00eancia, em 1821.<\/p>\n<p>Hoje      em dia sobrevivem in\u00fameros monumentos que datam do Per\u00edodo Bizantino e da      \u00e9poca da domina\u00e7\u00e3o otomana; entre eles figuram igrejas e mosteiros bizantinos      e p\u00f3s-bizantinos, constru\u00e7\u00f5es de estilo otomano, encantadores castelos bizantinos      e francos, v\u00e1rios outros monumentos, mas tamb\u00e9m povoados tradicionais, muitos      dos quais preservam at\u00e9 hoje seu estilo otomano e, em certo ponto, bizantino.<\/p>\n<p>Como      consequ\u00eancia da Guerra de Independ\u00eancia, foi institu\u00eddo em 1830 um reino grego      independente, o qual, todavia, extendia-se em um territ\u00f3rio limitado.<\/p>\n<p>Pouco      a pouco, no curso do s\u00e9culo XIX e no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, ser\u00e3o incorporados      ao Estado grego novos territ\u00f3rios onde predominava a popula\u00e7\u00e3o grega.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0ter\u00e1      sua m\u00e1xima extens\u00e3o territorial logo ap\u00f3s o fim da Primeira Guerra Mundial,      em 1920, gra\u00e7as \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o decisiva do primeiro-ministro da \u00e9poca, Eleftherios      Venizelos. O territ\u00f3rio do Estado grego tomou sua forma atual depois da Segunda      guerra Mundial e ap\u00f3s a incorpora\u00e7\u00e3o das ilhas do Dodecaneso.<\/p>\n<p>Em      1974, ap\u00f3s sete anos de ditadura, foi decidido por referendo mudar o regime      do pa\u00eds, de monarquia constitucional para democracia parlamentar presidencial,      e desde 1981 a Gr\u00e9cia \u00e9 um Estado-membro da Comunidade Europ\u00e9ia, atualmente      Uni\u00e3o Europ\u00e9ia.<\/p>\n<h4>Clima<\/h4>\n<p>O clima da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0\u00e9 do tipo mediterr\u00e2nico,      com importante insola\u00e7\u00e3o, temperaturas amenas e precipita\u00e7\u00f5es moderadas. Caracteriza-se      por grandes varia\u00e7\u00f5es devido \u00e0 situa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do pa\u00eds, ao relevo acidentado      e \u00e0 sua distribui\u00e7\u00e3o entre a parte continental do pa\u00eds e o mar. <\/p>\n<p>Durante o ver\u00e3o, os dias quentes e secos s\u00e3o geralmente refrescados por ventos      sezonais chamados &#8220;melt\u00e9mia&#8221;, enquanto que as regi\u00f5es montanhosas      apresentam temperaturas mais baixas. Os invernos s\u00e3o amenos nas \u00e1reas de plan\u00edcie,      com a presen\u00e7a de um pouco de geada e neve, mas as montanhas ficam geralmente      cobertas por neve. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 um fen\u00f4meno comum a ocorr\u00eancia de condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas diferentes      no curso da mesma esta\u00e7\u00e3o do ano (p.ex., calor ameno perto do mar e temperaturas      mais frescas nas regi\u00f5es montanhosas).<\/p>\n<h4>Sa\u00fade<\/h4>\n<p>Os      turistas oriundos de pa\u00edses-membros da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia (U.E.) que desejem visitar      a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0devem      trazer consigo o Cart\u00e3o Europeu de Sa\u00fade \/ European Health Card (EHIC), ou      outro documento comunit\u00e1rio legal expedido por sua caixa de seguran\u00e7a social      competente, a fim de poderem aproveitar dos necess\u00e1rios cuidados de sa\u00fade      em nosso pa\u00eds<\/p>\n<p><strong>Nesses      casos, os socorros m\u00e9dicos necess\u00e1rios na Gr\u00e9cia s\u00e3o assumidos:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Pelos Centros        de Sa\u00fade ou as cl\u00ednicas do IKA (Instituto de Previd\u00eancia Social) em cada        localidade<\/p>\n<p>Pelas Policl\u00ednicas        Regionais (antigos ambulat\u00f3rios rurais) ou os Centros de Sa\u00fade do Sistema        Nacional de Sa\u00fade (ESY)<\/p>\n<p>Pelos ambulat\u00f3rios        de consulta externa dos estabelecimentos hospitalares contratados.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Os      turistas que v\u00eam de pa\u00edses n\u00e3o pertencentes \u00e0 Uni\u00e3o Europ\u00e9ia, devem consultar      seu organismo de seguran\u00e7a social ante de visitarem a Gr\u00e9cia, a fim de poderem      aproveitar dos necess\u00e1rios cuidados de sa\u00fade em nosso pa\u00eds.<\/p>\n<p>A      Rep\u00fablica Hel\u00eanica, nome oficial da Gr\u00e9cia (Ellinik\u00ed Dimokrat\u00eda ou Ell\u00e1s,      em grego), \u00e9 um pa\u00eds europeu situado no sul da pen\u00ednsula dos Balc\u00e3s. Sua superf\u00edcie      de 131.957 km2 inclui v\u00e1rias ilhas nos mares J\u00f4nico e Egeu, que ocupam cerca      de um quinto da extens\u00e3o total. Faz fronteira com a Turquia, a leste; com      a Bulg\u00e1ria e a Maced\u00f4nia, ao norte; e com a Alb\u00e2nia, a noroeste.<\/p>\n<p>O      nome latino\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0deriva      de graeci, com o qual os romanos denominaram a tribo dos be\u00f3cios, estabelecida      na It\u00e1lia at\u00e9 o s\u00e9culo VIII a.C.<\/p>\n<h4>Geologia      e relevo<\/h4>\n<p>A montanha e o mar s\u00e3o os dois elementos dominantes na paisagem grega. Tr\u00eas      quartos do pa\u00eds s\u00e3o cobertos de montanhas e de tal maneira o mar invade a      terra, com in\u00fameros golfos, que o ponto mais afastado da costa dista dela      apenas oitenta quil\u00f4metros. <\/p>\n<p>O relevo tem como principal n\u00f3 orogr\u00e1fico a cadeia do Pindo, prolongamento      das montanhas balc\u00e2nicas, na dire\u00e7\u00e3o noroeste-sudeste. Do Pindo partem algumas      ramifica\u00e7\u00f5es, como o maci\u00e7o do monte Aeta, que se estende, tamb\u00e9m na dire\u00e7\u00e3o      sudeste, pelos montes Parnaso, Kizeron e Helicon. <\/p>\n<p>Na dire\u00e7\u00e3o leste partem do Pindo duas cadeias que delimitam a bacia da Tess\u00e1lia.      Na por\u00e7\u00e3o mais setentrional ergue-se o famoso monte Olimpo, com 2.918m, ponto      culminante da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>. <\/p>\n<p>Na pen\u00ednsula do Peloponeso, separada do continente europeu pelos golfos de      Patras e de Corinto, erguem-se os montes de Acaia e Arc\u00e1dia.<\/p>\n<p><strong>As      regi\u00f5es naturais da Gr\u00e9cia s\u00e3o:<\/strong>\u00a0a      Maced\u00f4nia e Tr\u00e1cia, ao norte, montanhosas e com plan\u00edcies litor\u00e2neas de origem      aluvial; a Gr\u00e9cia central, onde se encontram a Tess\u00e1lia e a \u00c1tica, com f\u00e9rteis      vales; o Peloponeso, zona muito montanhosa mas com vales litor\u00e2neos; e Creta,      a maior ilha do pa\u00eds, com montanhas que atingem quase 2.500m de altitude.<\/p>\n<h4>Clima      e hidrografia<\/h4>\n<p>O      clima \u00e9 mediterr\u00e2neo em grande parte do territ\u00f3rio, com sens\u00edveis diferen\u00e7as      entre as regi\u00f5es localizadas a oeste do Pindo, mais quentes e \u00famidas, e as      orientais, mais secas e de temperaturas mais baixas. Nas regi\u00f5es montanhosas      ocorrem climas semi continentais.<\/p>\n<p>A      hidrografia grega \u00e9 pobre, devido \u00e0 abund\u00e2ncia de solos calc\u00e1rios, que determinam      represamentos subterr\u00e2neos. Os rios s\u00e3o curtos, com volume irregular durante      o ano, n\u00e3o s\u00e3o naveg\u00e1veis e t\u00eam limitadas possibilidades para a irriga\u00e7\u00e3o.      Os principais cursos fluviais gregos s\u00e3o o Vardar, o Struma e o Nestos, que      cruzam a Maced\u00f4nia e a Tr\u00e1cia para desembocar no mar Egeu.<\/p>\n<h4>Flora      e fauna<\/h4>\n<p>A vegeta\u00e7\u00e3o \u00e9 tipicamente mediterr\u00e2nea (pinheiros, oliveiras, vegeta\u00e7\u00e3o rasteira      e matas esparsas) nas regi\u00f5es meridionais e centrais. No norte prevalece o      tipo de vegeta\u00e7\u00e3o caracter\u00edstico da Europa central, com florestas mistas.      Nas plan\u00edcies predomina vegeta\u00e7\u00e3o arbustiva e herb\u00e1cea. <\/p>\n<p>Nos planaltos do centro e do sul aparecem \u00e1rvores de folhas caducas, sobretudo      o carvalho e o castanheiro. Acima de 200m estendem-se florestas e cerrados.<\/p>\n<p>Nas regi\u00f5es centrais, sobretudo nas zonas de floresta, a fauna \u00e9 do tipo      centro-europeu, com ursos, lobos, javalis, linces, martas, cor\u00e7as, camur\u00e7as      e v\u00e1rios r\u00e9pteis. <\/p>\n<p>No litoral predominam as esp\u00e9cies mediterr\u00e2neas, como o chacal, o bezoar      (esp\u00e9cie de cabra selvagem) e o porco-espinho. Entre as aves, salientam-se      pelicanos, gar\u00e7as, cucos e cegonhas. Muitas esp\u00e9cies do norte da Europa migram      para a<strong> Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0durante o inverno.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o grega \u00e9 de ra\u00e7a branca, embora se encontrem pessoas de pele escura      devido \u00e0 mesti\u00e7agem ocorrida durante a domina\u00e7\u00e3o turca. Outros grupos \u00e9tnicos,      al\u00e9m da maioria grega, s\u00e3o os maced\u00f4nios, albaneses, b\u00falgaros, arm\u00eanios, turcos      e ciganos. <\/p>\n<p>A l\u00edngua oficial e mais falada \u00e9 o grego moderno, que conserva os mesmos      caracteres gr\u00e1ficos do grego cl\u00e1ssico, mas \u00e9 sintaticamente mais simples.      O tipo de povoamento rural compreende desde pequenas comunidades montanhesas,      semelhantes \u00e0s da Europa central, at\u00e9 as maiores do sul e de Creta, semelhantes      \u00e0s do norte da \u00c1frica. <\/p>\n<p>O desenvolvimento econ\u00f4mico e a influ\u00eancia do turismo favorecem o \u00eaxodo do      campo para a cidade, o que determina uma concentra\u00e7\u00e3o de mais de dois ter\u00e7os      da popula\u00e7\u00e3o nas zonas urbanas. A principal cidade \u00e9 Atenas, a capital, que      com seu porto, o Pireu, constitui a maior concentra\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0e      um importante centro industrial e portu\u00e1rio. <\/p>\n<p>Seguem-se, em import\u00e2ncia, Tessalonica, na Maced\u00f4nia, e Heracl\u00e9ia (C\u00e2ndia),      em Creta.<\/p>\n<p>Com exce\u00e7\u00e3o de Chipre, sul da Alb\u00e2nia e Turquia, n\u00e3o h\u00e1 grupos gregos nos      pa\u00edses vizinhos, mas h\u00e1 importantes comunidades gregas no oeste da Europa,      na Am\u00e9rica e na Austr\u00e1lia. Os limitados recursos econ\u00f4micos da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0sempre      foram motivo de emigra\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Enquanto no per\u00edodo cl\u00e1ssico ela se dirigia para o resto do Mediterr\u00e2neo,      nos tempos modernos se voltou para os Estados Unidos, Canad\u00e1, Austr\u00e1lia, Alemanha      e B\u00e9lgica, embora a crise econ\u00f4mica mundial de 1973 tenha freado a corrente      migrat\u00f3ria.<\/p>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0experimentou um r\u00e1pido      desenvolvimento econ\u00f4mico depois da segunda guerra mundial, apesar da limita\u00e7\u00e3o      de seus recursos naturais e da excessiva burocratiza\u00e7\u00e3o. O pa\u00eds vinculou-se      economicamente \u00e0 Comunidade Econ\u00f4mica Europ\u00e9ia (CEE) em janeiro de 1981 e,      em julho de 1992, o Parlamento ratificou a ades\u00e3o grega \u00e0 Uni\u00e3o Europ\u00e9ia,      regulada pelo Tratado de Maastricht. <\/p>\n<p>Embora a economia grega tenha se baseado tradicionalmente na iniciativa privada,      a interven\u00e7\u00e3o p\u00fablica aumentou bastante &#8212; sobretudo com a chegada ao poder      do Movimento Socialista Pan-hel\u00eanico (Pasok), em 1981 &#8212; at\u00e9 controlar mais      de dois ter\u00e7os da atividade econ\u00f4mica, especialmente produ\u00e7\u00e3o de energia,      estaleiros, comunica\u00e7\u00f5es, seguros e bancos. <\/p>\n<p>A partir de 1970 observou-se uma queda significativa no n\u00famero de pessoas      empregadas na agricultura e um aumento proporcional de trabalhadores nos setores      industrial e de servi\u00e7os.<\/p>\n<h4>Agricultura,      pecu\u00e1ria e pesca<\/h4>\n<p>Aproximadamente trinta por cento da superf\u00edcie total da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0s\u00e3o      ar\u00e1veis, sessenta s\u00e3o usados como pastos ou est\u00e3o cobertos por florestas e      os outros dez s\u00e3o improdutivos. <\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola \u00e9 economicamente importante, apesar do solo rochoso,      das chuvas escassas, do excesso de minif\u00fandios e da utiliza\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas      agr\u00edcolas obsoletas. As principais lavouras s\u00e3o as de trigo, cevada, arroz,      algod\u00e3o, fumo e batata, no norte; as regi\u00f5es centrais, o sul e as ilhas produzem      mel\u00f5es, figos, tomates, uvas e azeite. <\/p>\n<p>A pecu\u00e1ria \u00e9 constitu\u00edda, principalmente, de rebanhos ovinos e caprinos;      na Tess\u00e1lia, h\u00e1 cria\u00e7\u00e3o de gado bovino. Os produtos florestais n\u00e3o s\u00e3o economicamente      importantes.<\/p>\n<p>A      grande extens\u00e3o do litoral e a tradi\u00e7\u00e3o mar\u00edtima impulsionaram a moderniza\u00e7\u00e3o      da frota pesqueira. Entretanto, o relativo esgotamento pisc\u00edcola do Mediterr\u00e2neo      transformou a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0em      importador de produtos da pesca.<\/p>\n<h4>Energia      e minera\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>A      produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, baseada na linhita e nas quedas-d&#8217;\u00e1gua, aumentou      a partir de 1950, em virtude de investimentos feitos pela Empresa P\u00fablica      de Energia, que contou com ajuda financeira e t\u00e9cnica dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0n\u00e3o      \u00e9 rica em recursos minerais, exceto em bauxita, de que \u00e9 um dos principais      produtores europeus. H\u00e1 tamb\u00e9m produ\u00e7\u00e3o de linhita, mangan\u00eas, ferro, zinco,      chumbo, ouro e diamantes.<\/p>\n<p>A      produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e de g\u00e1s natural no norte do mar Egeu come\u00e7ou em 1981.<\/p>\n<h4>Ind\u00fastria<\/h4>\n<p>Algumas      empresas de grande porte, concentradas em Atenas e Tessalonica, dividem a      atividade industrial com milhares de pequenas empresas que n\u00e3o empregam mais      de dez trabalhadores por unidade.<\/p>\n<p>Devido      \u00e0s fortes diferen\u00e7as regionais, a CEE considerou que todo o territ\u00f3rio da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>,      \u00e0 exce\u00e7\u00e3o da \u00c1tica e da Tessalonica, re\u00fane os requisitos necess\u00e1rios para      receber ajuda do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional.<\/p>\n<h4>Finan\u00e7as      e com\u00e9rcio<\/h4>\n<p>O Banco da Gr\u00e9cia, fundado em 1928, dirige a pol\u00edtica monet\u00e1ria do pa\u00eds e      supervisiona todas as opera\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias. As ru\u00ednas da antiga civiliza\u00e7\u00e3o      hel\u00eanica, as apraz\u00edveis ilhas e o clima ensolarado fizeram da\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0uma      pot\u00eancia tur\u00edstica. <\/p>\n<p>O turismo e as remessas dos imigrantes e marinheiros compensa parcialmente      o d\u00e9ficit do com\u00e9rcio exterior e o saldo negativo da balan\u00e7a de pagamentos.      As principais importa\u00e7\u00f5es consistem em petr\u00f3leo, maquinaria e produtos qu\u00edmicos      e aliment\u00edcios. As exporta\u00e7\u00f5es incluem alimentos, bebidas, madeira e diamantes.<\/p>\n<p>O transporte terrestre, tanto rodovi\u00e1rio como ferrovi\u00e1rio, tem menos import\u00e2ncia      que o mar\u00edtimo, j\u00e1 que a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0conta      com uma das maiores frotas mercantes do mundo. <\/p>\n<p>O transporte a\u00e9reo \u00e9 servido por uma companhia nacional e v\u00e1rias companhias      estrangeiras. O pa\u00eds disp\u00f5e de modernos aeroportos, especialmente em Atenas      e Creta.<\/p>\n<p>Fonte: www.gnto.gr<\/p>\n<h6>Gr\u00e9cia<\/h6>\n<h4>Gr\u00e9cia      Antiga &#8211; Arte<\/h4>\n<p><strong>Resgate      da Hist\u00f3ria pela Arte<\/strong><\/p>\n<p>At\u00e9      as primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XIX, as civiliza\u00e7\u00f5es antigas eram totalmente      desconhecidas do Ocidente. Exaltada como a perfei\u00e7\u00e3o da Antig\u00fcidade, a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0era      tida como o passado cultural da humanidade, mas um passado do qual pouco se      sabia.<\/p>\n<p>O      alem\u00e3o Johann Joachin Winckelmann (1717-1768), coletando as raras e nem sempre      originais pe\u00e7as \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o em Dresden, iniciou a sistematiza\u00e7\u00e3o do passado      grego. Em dois livros, relacionou obras e artistas, identificou escolas e      a iconografia dos deuses. Seu trabalho acordou o interesse mundial.<\/p>\n<p>Como      decorr\u00eancia, uma institui\u00e7\u00e3o internacional foi criada em Roma. E quando em      1821, a\u00a0<strong>Gr\u00e9cia<\/strong>\u00a0consolidou      sua independ\u00eancia da Turquia (parte do m\u00e9rito devido \u00e0quela institui\u00e7\u00e3o),      as escava\u00e7\u00f5es come\u00e7aram. Delos, Ol\u00edmpia, Argus, Corinto e Atenas, a hist\u00f3ria      brotava do solo, enchendo os museus da Europa e dos Estados Unidos.<\/p>\n<p><strong>Por\u00e9m,      apesar de prof\u00edcuas, nenhuma pe\u00e7a pr\u00e9-hist\u00f3rica foi encontrada, donde surgiu      o novo desafio:<\/strong>\u00a0onde      estariam os prim\u00f3rdios desta cultura? Como vimos, foram as contribui\u00e7\u00f5es de      Heinrich Schlieman e de Arthur Evans que romperiam os v\u00e9us deste mist\u00e9rio.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia11.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n<strong>Aten\u00e1 a deusa<br \/>\n     Zeus concebeu Aten\u00e1 de sua cabe\u00e7a. Com tal proced\u00eancia, ela \u00e9 a deusa da sabedoria      e das manobras bem sucedidas.<\/strong><\/p>\n<h4><strong>As      finalidades da cer\u00e2mica<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia12.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Kratera para vinho &#8211; Estilo Orientalizante<\/strong><\/p>\n<p><strong>A      cer\u00e2mica servia a v\u00e1rios fins<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Vasos funer\u00e1rios,        como o ao lado;<\/p>\n<p>Grandes        recipientes para armazenagem de vinho, azeite, ou mantimentos secos;<\/p>\n<p><strong>Recipientes        para bebida, como:\u00a0<\/strong>a        kratera e a en\u00f3coa<\/p>\n<p>Recipientes        para rituais, como a cabe\u00e7a com chifres como al\u00e7as (arte min\u00f3ica); e<\/p>\n<p>Vasos de        cosm\u00e9ticos<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Demarca\u00e7\u00e3o      da Hist\u00f3ria Hel\u00eanica<\/h4>\n<p><strong>Para      estudo, a Hist\u00f3ria da Gr\u00e9cia Antiga \u00e9 divida em quatro momentos:<\/strong>\u00a0Per\u00edodo      Pr\u00e9-hel\u00eanico (5000 a 1200 a.C.); Per\u00edodo Obscuro (1200 a 800 a.C.); Per\u00edodo      Hel\u00eanico (800 a 323 a.C.); e Per\u00edodo Helen\u00edstico (323 a 147 a.C.).<\/p>\n<h4>Demarca\u00e7\u00e3o      da Cultura Hel\u00eanica<\/h4>\n<p><strong>J\u00e1      para a an\u00e1lise da cultura hel\u00eanica, definimos tr\u00eas momentos:<\/strong>\u00a0Cultura      Arcaica (IX e de VII a VI a.C.), Cultura Cl\u00e1ssica (V e IV a.C.) e a Cultura      Helen\u00edstica (III ao II a.C.). Destes momentos, nos restaram muitas Cer\u00e2micas      (com registros pict\u00f3ricos), Relevos, Esculturas, Arquitetura e nenhuma Pintura.<\/p>\n<p>No      Per\u00edodo Pr\u00e9-hel\u00eanico, a Cultura Arcaica foi composta pela Cultura Min\u00f3ica      (referente ao Rei Minos) e Cultura Mic\u00eanica.<\/p>\n<p>O      Per\u00edodo Obscuro abrange a acomoda\u00e7\u00e3o dos d\u00f3rios.<\/p>\n<p>O      Per\u00edodo Hel\u00eanico, que inicia no final do s\u00e9culo VIII a.C., abrange a J\u00f4nia,      a H\u00e9lade e as demais col\u00f4nias.<\/p>\n<p>J\u00e1      a Cultura Cl\u00e1ssica inicia somente no s\u00e9culo V a.C., tendo como centro Atenas.      O Per\u00edodo Helen\u00edstico, ap\u00f3s a morte de Alexandre at\u00e9 a conquista romana da      \u00e1rea, tem como centro cultural a cidade de Alexandria no Egito.<\/p>\n<h4>Na      cer\u00e2mica o passado perdido<\/h4>\n<p>Com      poucas terras produtivas, o potencial econ\u00f4mico dos helenos era \u00ednfimo.<\/p>\n<p><strong>Como      riquezas havia:<\/strong>\u00a0o      azeite (usado na ilumina\u00e7\u00e3o, perfumaria e alimenta\u00e7\u00e3o), o vinho e a cer\u00e2mica.      S\u00f3 posteriormente, as oficinas de Escultura chegariam a ter uma produ\u00e7\u00e3o consider\u00e1vel.      Com uma vasta costa, estimular o com\u00e9rcio externo foi a solu\u00e7\u00e3o para a busca      de lucro.<\/p>\n<p>Sendo      cria\u00e7\u00e3o utilit\u00e1ria, a Arte (com sentido amplo) da Antig\u00fcidade era tarefa do      quotidiano, onde as necessidades configuravam os objetos. Contudo, quando      as pe\u00e7as se tornaram mercadorias que rendiam bons lucros, o preciosismo passou      a fazer parte da cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Astutos      negociantes, os helenos contaram com o esmero de seus artes\u00e3os para tornarem      as pe\u00e7as produtos cobi\u00e7ados.<\/p>\n<p>De      simples recipiente para guardar comest\u00edveis, o artesanato evoluiu para belos      frascos de perfume, pe\u00e7as para ritos sagrados, para as reuni\u00f5es dos simp\u00f3sios      e de enxoval matrimonial ou mesmo\u00a0<strong>funer\u00e1rio.<\/strong><\/p>\n<h4>Enxoval      funer\u00e1rio<\/h4>\n<p>Com      finalidade funer\u00e1ria, eram fabricados grandes vasos para demarcar os locais      do sepultamento (posteriormente esses foram substitu\u00eddos por estelas). Vasos      funer\u00e1rios menores serviam para guardar cinzas (o h\u00e1bito da crema\u00e7\u00e3o foi introduzido      pelos d\u00f3rios). Vasos pequenos e ornados eram utilizados para as oferendas      aos mortos, geralmente, contendo azeite.<\/p>\n<p>Nesses      vasos era usada uma artimanha curiosa. O conte\u00fado preenchia somente o espa\u00e7o      do gargalo, uma pr\u00e1tica de ostenta\u00e7\u00e3o pelo tamanho da oferenda e uma medida      de economia pelo conte\u00fado real.<\/p>\n<p>Na      \u00e1rdua reconstitui\u00e7\u00e3o dos prim\u00f3rdios da Hist\u00f3ria hel\u00eanica pelos historiadores,      seria a cer\u00e2mica que teria um papel predominante. Sem outros achados, foram      as imagens pintadas na superf\u00edcie dos vasos que contariam sobre o passado      perdido.<\/p>\n<h4>Est\u00e1gios      do passado<\/h4>\n<p>Seriam      os tratamentos distintos que permitiriam uma an\u00e1lise dos tempos vividos.<\/p>\n<p>No      Per\u00edodo Arcaico, a cer\u00e2mica mais remota \u00e9 denominada de estilo\u00a0<strong>Geom\u00e9trico<\/strong>,      tendo sua decora\u00e7\u00e3o em figuras pretas estilizadas, rasgadas com estilete sobre      o fundo avermelhado do barro.<\/p>\n<p>Na      sequ\u00eancia: <strong>Orientalizante, Brilhante,Quotidiano<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia13.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"> <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia14.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia15.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><\/p>\n<p>A      partir de VII a.C., a influ\u00eancia vinda da J\u00f4nia cria o estilo\u00a0<strong>Orientalizante<\/strong>,      onde as figuras vermelhas ou brancas s\u00e3o tratadas com pincel sobre fundo negro      fosco, e posteriormente\u00a0<strong>brilhante<\/strong>.      Como seria de esperar, os temas s\u00e3o os her\u00f3is e mitos j\u00f4nicos, com predomin\u00e2ncia      dos personagens de Homero.<\/p>\n<p>Por\u00e9m,      ao tomar gosto pelo estilo narrativo, os pintores come\u00e7aram a gravar suas      pr\u00f3prias fa\u00e7anhas, legando-nos descri\u00e7\u00f5es detalhadas e preciosas do\u00a0<strong>quotidiano<\/strong>\u00a0da      \u00e9poca. O final do per\u00edodo \u00e9 marcado pelas figuras sobre fundo branco.<\/p>\n<p>A      regi\u00e3o da \u00c1tica desenvolveu uma obra memor\u00e1vel na t\u00e9cnica &#8211; principalmente      na cidade de Cer\u00e2mica &#8211; localidade que passaria seu nome a esta t\u00e9cnica milenar.<\/p>\n<h4>Gerando      o desejo &#8211; criando o mercado<\/h4>\n<p>Para      obter um amplo p\u00fablico consumidor, o costume regional do Simp\u00f3sio, (beber      junto) foi estimulado e divulgado, tornando-se uma fonte de vantajosos lucros.<\/p>\n<p>Reclinados      sobre coxins, os homens ouviam m\u00fasica, poesias, conversavam e deleitavam-se      com a mistura de vinho e \u00e1gua, j\u00e1 que beber vinho puro &#8220;era coisa de      b\u00e1rbaro, que levava \u00e0 loucura&#8221;. O c\u00e9lebre Banquete de Plat\u00e3o narra uma      dessas reuni\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Amplamente      vivido pelos gregos, e disseminado por todo o Mediterr\u00e2neo e o Oriente, o      simp\u00f3sio tornou-se sonho de consumo, e com esse, sua lou\u00e7a:<\/strong>\u00a0a      kratera, para a mistura do vinho com a \u00e1gua; a en\u00f3coa, para por a mistura      nas ta\u00e7as; o k\u00falix, ta\u00e7a com duas asas; e a sk\u00fafos, um similar da caneca.<\/p>\n<p>Artigo      de luxo, a lou\u00e7a era requisita em todos os portos. Uma demanda t\u00e3o grande,      que at\u00e9 os etruscos, povo que basearia a cultura romana, trabalharam na sua      confec\u00e7\u00e3o, na Magna Gr\u00e9cia.<\/p>\n<h4>Escultura      &#8211; um culto a Perfei\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>O      amor pela Ph\u00fdsis vem desde os primeiros ritos no Per\u00edodo Pr\u00e9-hel\u00eanico, quando      nas cerim\u00f4nias, um tronco de madeira eram cortado, erguido e cultuado como      s\u00edmbolo de uni\u00e3o entre c\u00e9u e terra.<\/p>\n<p>Ao      longo do tempo, os troncos foram sendo trabalhados, at\u00e9 resultarem em toscas      pe\u00e7as esculpidas com forma humana &#8211; a xoana, que significa madeira raspada.<\/p>\n<p>Ainda      no Per\u00edodo Arcaico, a evolu\u00e7\u00e3o do tratamento da figura \u00e9 constatada na numerosa      estatu\u00e1ria masculina &#8211; os kouroi, encontrada pelos arque\u00f3logos.<\/p>\n<p>Com      seus sorrisos enigm\u00e1ticos, lembrando as obras mesopot\u00e2micas, e postura frontal      como as eg\u00edpcias, os Kouroi foram tomados por representa\u00e7\u00f5es de deuses. Hoje      se sup\u00f5e que sejam homenagens aos her\u00f3is das Olimp\u00edadas.<\/p>\n<p>Contudo,      tamb\u00e9m foram encontradas est\u00e1tuas femininas &#8211; as K\u00f3rai, o que fragiliza a      hip\u00f3tese, visto que as mulheres n\u00e3o participavam dos jogos, n\u00e3o podendo assim      receber o m\u00e9rito. O exerc\u00edcio f\u00edsico fazia parte somente da educa\u00e7\u00e3o masculina,      com exce\u00e7\u00e3o das mulheres espartanas, que seguiam a tradi\u00e7\u00e3o atl\u00e9tica das cretenses.<\/p>\n<p><strong>Veja      exemplos de koroi abaixo:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Arte      Arcaica<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia16.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Kouros de Anavisos &#8211; 194 cm<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia17.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Kor\u00e9 &#8211; 500 a.C<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia18.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Kouros de S\u00fanio &#8211; 550 a.C.<\/strong><\/p>\n<p>Nos      est\u00e1dios esportivos, os atletas treinavam nus, e seus corpos perfeitos serviam      de modelo aos artistas. O nu feminino somente foi cultivado na arte helen\u00edstica.<\/p>\n<p>Quais      os arcaicos troncos de adora\u00e7\u00e3o, o ereto corpo do kouros busca unir c\u00e9u e      terra. Em um total de algumas centenas, eles podem ser admirados por todos      os melhores museus do mundo.<\/p>\n<p>Para      os helenos, o Universo &#8211; C\u00f3smos, oriundo do Caos primordial, distinguiu-se      desse pela Ordena\u00e7\u00e3o &#8211; sin\u00f4nimo de Beleza. O sagrado n\u00e3o habitava outra inst\u00e2ncia,      nem tinha de ser revelado, pois o mundo era repleto de deuses (leis), e todas      as suas maravilhas eram oferecidas ao deleite da vista.<\/p>\n<p>Portanto,      a Arte helena reproduzia a Ph\u00fdsis &#8211; a Natureza, usando o &#8211; corpo humano &#8211;      como modelo de sua ordena\u00e7\u00e3o. Como seria de se esperar, a Escultura que se      desenvolveria retrataria o corpo nu na plenitude de sua aret\u00ea.<\/p>\n<p>No      Per\u00edodo Cl\u00e1ssico, os ateli\u00eas atenienses foram centros fervi-lhantes, aonde      as encomendas de esculturas em m\u00e1rmore chegavam dos recantos mais distantes.<\/p>\n<p>J\u00e1      a fundi\u00e7\u00e3o em bronze teria no Peloponeso os seus mais primorosos artes\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia19.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n<strong>Os lekitos &#8211; Vasos de oferendas funer\u00e1rias<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia20.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Vasos de cosm\u00e9ticos<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia21.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Oferenda de ex-votos<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia22.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Cavaleiro de Payne-Rampin &#8211; Louvre &#8211; Per\u00edodo Arcaico, cerca 560 a.C.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ggrecia23.jpg\" alt=\"Gr\u00e9cia\" title=\"Gr\u00e9cia\" \/><br \/>\n     Teatro grego &#8211; Local de aculturamento do povo,\u00a0<br \/>\n     o teatro reunia multid\u00f5es em espet\u00e1culos de dias<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: www.arguscultura.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gr\u00e9cia, Pa\u00eds, Antiga, Europa, Capital, Idioma, Hist\u00f3ria, Cidade, Religi\u00e3o, Economia, Independ\u00eancia, Cultura, Educa\u00e7\u00e3o, Geografia, Localiza\u00e7\u00e3o, Gr\u00e9cia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-52374","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Gr\u00e9cia, Pa\u00eds, Antiga, Europa, Capital, Idioma, Hist\u00f3ria Gr\u00e9cia<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Gr\u00e9cia, Pa\u00eds, Antiga, Europa, Capital, Idioma, Hist\u00f3ria, Cidade, Religi\u00e3o, Economia, 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