{"id":52351,"date":"2016-06-20T14:03:01","date_gmt":"2016-06-20T14:03:01","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=52351"},"modified":"2016-06-20T14:11:15","modified_gmt":"2016-06-20T14:11:15","slug":"franca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/franca","title":{"rendered":"Fran\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>O      nome da\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0vem      de um povo germ\u00e2nico, os Franks, comprovados a partir do terceiro s\u00e9culo na      borda inferior do direito Reno. O rei Cl\u00f3vis e seu filho, conquistaram no      per\u00edodo entre 481 e 535, quase toda a prov\u00edncia romana da antiga G\u00e1lia, e      mais al\u00e9m, isto \u00e9 uma grande parte do territ\u00f3rio da atual Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>O      nome da\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0foi      usado oficialmente apenas a partir de 1190, aproximadamente, quando a chancelaria      do rei Filipe Augusto come\u00e7ou a usar o termo rex Franci\u00e6 (rei da Fran\u00e7a) em      vez de rex Francorum ( Rei dos Francos) para designar o soberano, a palavra      j\u00e1 foi usada para designar uma \u00e1rea mais ou menos bem definido, como visto      de ler a Chanson de Roland , escrito um s\u00e9culo antes.<\/p>\n<p>O      termo &#8220;<strong>Fran\u00e7a<\/strong>&#8221; segue a &#8221; Francia ocidental      &#8220;, formalizada no Tratado de Verdun em 843 para designar a parte ocidental      do Imp\u00e9rio Carol\u00edngio, ap\u00f3s a sua morte.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca1.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><\/p>\n<p>Em      junho de 1205, o territ\u00f3rio foi designado na Carta como Franci\u00e6 regnum, isto      \u00e9, o reino de Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>A      ocupa\u00e7\u00e3o humana do territ\u00f3rio correspondente hoje \u00e0 Fran\u00e7a \u00e9 muito antiga.      Grupos apareceram desde o Paleol\u00edtico e Neol\u00edtico e foram adicionados at\u00e9      o primeiro mil\u00eanio, ondas sucessivas de solu\u00e7\u00e3o composta de Celtas, do germ\u00e2nico      povos francos, visigodos, alamanos, ostrogodos e burg\u00fandios.<\/p>\n<p>No      in\u00edcio do segundo mil\u00eanio, \u00e9 a monarquia Capetian que construiu a unidade      territorial do reino da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>17      de junho de 1789 \u00e9 a primeira unidade pol\u00edtica criandoo povo franc\u00eas. Este      foi o nascimento do Estado. O per\u00edodo contempor\u00e2neo \u00e9 marcado por esfor\u00e7os      de unifica\u00e7\u00e3o, enriquecimento lingu\u00edstico e cultural em todo o pa\u00eds e de imigra\u00e7\u00e3o      da Europa, mas tamb\u00e9m na \u00c1frica e na \u00c1sia.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Ferramentas      de pedra indicam que o homem primitivo estava presente na Fran\u00e7a pelo menos      1,57 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>Os      primeiros humanos modernos surgiram na \u00e1rea a 40 mil anos atr\u00e1s. Os primeiros      registros escritos para a Hist\u00f3ria da Fran\u00e7a aparecem na Idade do Ferro.<\/p>\n<p>O      que hoje \u00e9 a Fran\u00e7a fez-se a maior parte da regi\u00e3o conhecida pelos romanos      como G\u00e1lia.<\/p>\n<p><strong>Os      escritores romanos notaram a presen\u00e7a de tr\u00eas principais grupos etno-lingu\u00edsticos      na \u00e1rea:<\/strong>\u00a0o      gauleses, o Aquitani, eo Belgae.<\/p>\n<p>Ao      longo do primeiro mil\u00eanio aC, os gregos, romanos e cartagineses foram as col\u00f4nias      estabelecidas no Mediterr\u00e2neo, costa e nas ilhas.<\/p>\n<p>A      Rep\u00fablica Romana anexo sul da G\u00e1lia como a prov\u00edncia de narbonensis Gallia      no BC s\u00e9culo 2, e as for\u00e7as romanas sob J\u00falio C\u00e9sar conquistaram o resto da      G\u00e1lia durante as Guerras da G\u00e1lia de 58-51 aC.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca10.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><\/p>\n<p>Depois      que a cultura galo-romana surgiu a G\u00e1lia ficou cada vez mais integrado no      Imp\u00e9rio Romano.<\/p>\n<p>Nos      est\u00e1gios mais avan\u00e7ados do Imp\u00e9rio Romano, a G\u00e1lia foi alvo de b\u00e1rbaros ataques      e migra\u00e7\u00e3o, o mais importante pelos germ\u00e2nicos Franks.<\/p>\n<p>O      rei franco Cl\u00f3vis I uniu a maioria da G\u00e1lia sob seu governo no final do s\u00e9culo      5, preparando o palco para o dom\u00ednio franco na regi\u00e3o h\u00e1 centenas de anos.<\/p>\n<p>O      poder franco atingiu sua m\u00e1xima extens\u00e3o sob Carlos Magno. O medieval Reino      da Fran\u00e7a emergiu da parte ocidental de Carlos Magno Imp\u00e9rio Carol\u00edngio, conhecido      como Francia ocidental, e alcan\u00e7ou proemin\u00eancia crescente sob o dom\u00ednio da      C\u00e2mara dos Capeto, fundada por Hugo Capeto em 987.<\/p>\n<p>A sucess\u00e3o de crises ap\u00f3s a morte do monarca Capetian \u00faltima em 1337 levou      a uma s\u00e9rie de conflitos conhecidos como Guerra dos Cem Anos entre a Casa      de Valois e da C\u00e2mara dos Plantagenet. <\/p>\n<p>As guerras terminaram com uma vit\u00f3ria Valois em 1453, consolidando o poder      do Antigo Regime como altamente centralizado monarquia absoluta. <\/p>\n<p>Durante os s\u00e9culos seguintes, a Fran\u00e7a experimentou o Renascimento ea Reforma      Protestante, bem como os recorrentes conflitos religiosos e guerras com outros      poderes. O crescente imp\u00e9rio colonial foi estabelecido a partir do s\u00e9culo      16.<\/p>\n<p>No      final do s\u00e9culo 18 as institui\u00e7\u00f5es da monarquia e associados foram derrubados      na Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, e mudaram para sempre a hist\u00f3ria da Fran\u00e7a e do mundo.<\/p>\n<p>O      pa\u00eds foi governado por um per\u00edodo como uma Rep\u00fablica, at\u00e9 o Imp\u00e9rio franc\u00eas      foi declarado por Napole\u00e3o Bonaparte.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a derrota de Napole\u00e3o na Guerras Napole\u00f4nicas a\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0passou      por v\u00e1rias mudan\u00e7as de regime, e foi governada como uma monarquia, depois      brevemente como uma Segunda Rep\u00fablica, e depois como Segundo Imp\u00e9rio, at\u00e9      um mais duradouro que foi a Terceira Rep\u00fablica Francesa foi criada em 1870.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0foi      um dos Tr\u00edplice poderes na I Guerra Mundial, lutando ao lado do Reino Unido,      R\u00fassia e seus aliados contra os poderes centrais.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0foi      uma das Pot\u00eancias Aliadas na Segunda Guerra Mundial, mas foi conquistada pela      Alemanha nazista em 1940.<\/p>\n<p>A      Terceira Rep\u00fablica foi desmontada, e a maior parte do pa\u00eds foi controlado      diretamente pelos Poderes do Eixo, enquanto o sul foi controlada pelo colaboracionista      governo de Vichy.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a liberta\u00e7\u00e3o, em 1944, uma Quarta Rep\u00fablica foi estabelecida.<\/p>\n<p>Esta      Rep\u00fablica foi sucedido em 1958 pelo Quinta Rep\u00fablica francesa.<\/p>\n<p>Depois      da guerra, a descoloniza\u00e7\u00e3o viu a maior parte do imp\u00e9rio colonial franc\u00eas      tornar-se independente, enquanto outras partes foram incorporados ao Estado      franc\u00eas como departamentos ultramarinos e coletividades.<\/p>\n<p>Desde      a Segunda Guerra Mundial a\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0tem      sido um dos principais membros da ONU, a Uni\u00e3o Europeia e NATO, e continua      a ser uma forte influ\u00eancia econ\u00f4mica, cultural, militar e pol\u00edtica no s\u00e9culo      21.<\/p>\n<p>Fonte:  www.colegiosaofrancisco.com.br<\/p>\n<h6>Fran\u00e7a<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>LUXO      DA IMAGINA\u00c7\u00c3O<\/h4>\n<p><strong>A      magia do passado, a maravilha do futuro e a vitalidade do presente convivem      amplamente num s\u00f3 lugar:<\/strong>\u00a0<strong>Fran\u00e7a.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c9      poss\u00edvel que essa harmonia, que mant\u00e9m unidas a cidades ancestrais com espa\u00e7os      que se movem no mais avan\u00e7ado desenvolvimento tecnol\u00f3gico, seja produto de      um car\u00e1ter que identifica ao franc\u00eas:<\/strong>\u00a0o      daqueles que s\u00e3o capazes de subtrair-se \u00e0 realidade, sem perde-la de vista;      porque finalmente, o que faz a Fran\u00e7a um lugar de sonho n\u00e3o s\u00e3o suas belas      paisagens, suas modernas cidades ou seus avan\u00e7os cient\u00edficos, sen\u00e3o essa capacidade      de seus habitantes para ver al\u00e9m do que outros olham, de sentir a vida em      sua espl\u00eandida ilus\u00e3o e extraviar-se nos deleites que ela brinda, sem a vertigem      que produz tirar os p\u00e9s da terra.<\/p>\n<p>Para conhecer\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0h\u00e1 que observar      seus homens e mulheres como assombrosos atores num grande cen\u00e1rio, levando      a cabo uma pl\u00e1cida obra de harmonia ao elaborar seus vinhos, seus perfumes,      seus tecidos, ao sair a rua e misturar-se com todos sem perder sua individualidade,      ao subir suas montanhas ou repousar em suas praias. <\/p>\n<p>\u00c9 uma obra que n\u00e3o termina, que continua dia a dia e que, no gigantesco cen\u00e1rio      da humanidade, t\u00eam atra\u00eddo a um grande p\u00fablico que, hipnotizado, aplaude fren\u00e9tico      aos franceses sem compreender que para eles essa \u00e9 a vida.<\/p>\n<p><strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0\u00e9 um pa\u00eds mim\u00e9tico. Para seus nativos,      tanto como para seus visitantes, esta terra \u00e9 o que se quer ver nela, assim,      livremente, sem restri\u00e7\u00f5es nem espa\u00e7os proibidos. Em seus rinc\u00f5es \u00e9 poss\u00edvel      viver a ilus\u00e3o palaciana ou a simplicidade campesina. Poss\u00edvel \u00e9, tamb\u00e9m,      viver o sonho cosmopolita e de vanguarda ou remontar-se \u00e0 magia das lendas      mais remotas. <\/p>\n<p>Extraviar-se no interior \u00e9 simplesmente, delicioso e placentero, com a adicional      garantia da seguran\u00e7a que brinda a relativa possibilidade de regressar rapidamente      ao presente, embora n\u00e3o todos decidem retornar.<\/p>\n<p>Uma      viagem por estas terras, um roce com suas gentes e suas obras vivas \u00e9 um aventurado      risco para o viajante pois existe a possibilidade de que ao retornar, &#8220;o      presente seja diferente de como seria antes de descobrir a Fran\u00e7a&#8221;.<\/p>\n<h4><strong>ALF\u00c2NDEGA      E DOCUMENTA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/h4>\n<p>Os      cidad\u00e3os de pa\u00edses membros da Comunidade Europ\u00e9ia s\u00f3 requerem do Documento      Nacional de Identidade para transitar por territ\u00f3rio franc\u00eas durante uma estadia      inferior a tr\u00eas meses. Os procedentes de outros pa\u00edses (segundo seja a proced\u00eancia)      dever\u00e3o estar de posse de um passaporte e de um visto emitido pelo consulado      franc\u00eas em seu pa\u00eds de origem. A lei francesa exige que o turista traga consigo      permanentemente sua documenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os      cidad\u00e3os n\u00e3o comunit\u00e1rios podem introduzir 300 cigarros ou 75 charutos ou      400 gr. de tabaco, 1 1\/2 litros de bebidas alco\u00f3licas, 5 litros de vinho,      50 ml. de perfume e 250 ml. de col\u00f4nia. Os animais como cachorros e gatos      podem ser admitidos se contam com um certificado de vacina\u00e7\u00e3o e t\u00eam mais de      seis meses de idade.<\/p>\n<h4>CLIMA<\/h4>\n<p><strong>O      clima est\u00e1 claramente marcado por dos temporadas:<\/strong>\u00a0inverno      e ver\u00e3o.<\/p>\n<p>No inverno as temperaturas s\u00e3o baixas em todas as regi\u00f5es, embora n\u00e3o costumam      descender baixo zero, excetuando a zona dos Alpes e os Pirineos. No ver\u00e3o      a temperatura atinge os 27 graus cent\u00edgrados na maior parte do territ\u00f3rio.    <\/p>\n<p>A zona de Proven\u00e7a \u00e9 entre 3 e 5 graus cent\u00edgrados mais quente em rela\u00e7\u00e3o      a Paris. Os melhores meses para conhecer Fran\u00e7a s\u00e3o junho, quando o clima      quente come\u00e7a a invadir mas ainda n\u00e3o \u00e9 muito quente e setembro, que conserva      o encanto do ver\u00e3o sem as sufocantes temperaturas. A primaveira se instala      em Fran\u00e7a em maio, mais que em abril. A temporada de esqui nos Alpes e Pirineos      come\u00e7a em dezembro e finaliza em abril.<\/p>\n<h4>EQUIPAMENTOS      DE VIAGEM<\/h4>\n<p>\u00c9 conveniente levar pouco equipamento para poder transladar-se com facilidade      e aproveitar os econ\u00f4micos e r\u00e1pidos transportes p\u00fablicos. A veste depender\u00e1      da temporada do ano em que visite o pa\u00eds. No ver\u00e3o a roupa ligeira de algod\u00e3o      se imp\u00f5e, embora sempre \u00e9 necess\u00e1rio levar um guarda-chuva para a zona de      Paris. <\/p>\n<p>Na temporada de inverno, para o norte, centro e leste, se requerem prendas      quentes, j\u00e9rsei, abrigo, luvas e meias grossas. Na zona mediterr\u00e2nea faz menos      frio, embora \u00e9 bom ir preparado com roupa de meia-esta\u00e7\u00e3o. A roupa casual      \u00e9 bem aceitada em quase todos os lugares, exceto nos restaurantes formais,      teatros ou quando se aceita a convite para visitar a uma fam\u00edlia francesa.<\/p>\n<h4>IDIOMA<\/h4>\n<p>A l\u00edngua oficial \u00e9 o franc\u00eas. Por\u00e9m, existem diferentes sotaques carater\u00edsticos      das diversas regi\u00f5es que comp\u00f5e Fran\u00e7a. grande parte dos habitantes falam      ou conhecem outro idioma, embora apreciam bastante que os turistas fa\u00e7am um      esfor\u00e7o para falar em franc\u00eas. <\/p>\n<p>Em algumas regi\u00f5es a l\u00edngua local tem-se mantido com for\u00e7a, de tal maneira      que t\u00eam adquirido valor oficial e se usam os dos idiomas, tal \u00e9 o caso de      Bretanha ou do Pa\u00eds Vasco franc\u00eas.<\/p>\n<h4>RELIGI\u00c3O<\/h4>\n<p>Fran\u00e7a      \u00e9 um pa\u00eds de tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica. Foi o primeiro em decretar a liberdade de      culto e os habitantes costumam ser muito tolerantes com as manifesta\u00e7\u00f5es de      outras cren\u00e7as. Atualmente h\u00e1 uma importante minoria mu\u00e7ulmana, judia e protestante,      assim como uma grande quantidade de ateus.<\/p>\n<h4>ELETRICIDADE<\/h4>\n<p>A      tens\u00e3o el\u00e9trica \u00e9 220 volts a 50 Hz. Alguns hot\u00e9is muito antigos utilizam      ainda a tens\u00e3o de 110 volts.<\/p>\n<h4>MOEDA      E C\u00c2MBIO<\/h4>\n<p><strong>No      dia 1 de Janeiro do ano 2002, o Euro converteu-se na moeda de curso oficial      e comunit\u00e1ria de doze Pa\u00edses da Europa:<\/strong>Espanha, Alemanha, \u00c1ustria,      B\u00e9lgica, Finl\u00e2ndia, Fran\u00e7a, Gr\u00e9cia, Holanda, Irlanda, It\u00e1lia, Luxemburgo e      Portugal. As notas s\u00e3o iguais para os doze Pa\u00edses e distinguem-se entre si      pela sua cor e tamanho.<\/p>\n<p><strong>Existem      notas de maior valor:\u00a0<\/strong>de      500 euros, 200 euros, 100 euros e 50 euros e circulam, tamb\u00e9m, notas de menor      valor: de 20 euros, 10 euros e 5 euros.<\/p>\n<p>Estas      notas t\u00eam incorporados elementos de seguran\u00e7a avan\u00e7ados, os quais permitem,      f\u00e1cilmente, comprovar a sua veracidade, como uma marca de \u00e1gua, um holograma,      uma linha de seguran\u00e7a, tinta de cor vari\u00e1vel, impress\u00e3o em relevo e uma banda      iridescente que brilha e muda ligeiramente de cor sob uma luz intensa.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      disso, puseram-se em circula\u00e7\u00e3o oito moedas que t\u00eam uma face com\u00fam e uma face      nacional, desenhada por cada Pa\u00eds. Todas as moedas se consideram v\u00e1lidas nos      doze Pa\u00edses da zona do euro. H\u00e1 moedas de 2 euros,&amp;nbsp; 1 euro, de 50      c\u00eantimos,&amp;nbsp; 20 c\u00eantimos,&amp;nbsp; 10 c\u00eantimos, 5 c\u00eantimos, 2 c\u00eantimos      e 1 c\u00eantimo. Cada uma delas com um di\u00e2metro, peso, cor, composi\u00e7\u00e3o e espessura      diferente para uma mais f\u00e1cil identifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O      cambio de divisas \u00e9 f\u00e1cil pois Fran\u00e7a conta com um magnifico suporte banc\u00e1rio.      As cart\u00e3os de cr\u00e9dito internacionais mais conhecidas s\u00e3o amplamente aceitadas      nos estabelecimentos comerciais e hot\u00e9is das zonas urbanas, igualmente que      os cheques de viaje, embora sempre se cobra uma comiss\u00e3o pelo cambio.<\/p>\n<p>Os      bancos urbanos abrem geralmente de segunda-feira a sexta-feira das 9 da manh\u00e3      \u00e0s 4:30 da tarde, embora alguns fecham para comer durante uma hora ao meio      dia. Para fazer qualquer transa\u00e7\u00e3o lhe pediram seu passaporte. Nas pequenas      vilas \u00e9 poss\u00edvel que somente possa utilizar efetivo, v\u00e1 preparado.<\/p>\n<h4>CORREIOS      E TELEFONIA<\/h4>\n<p>O      servi\u00e7o postal franc\u00eas \u00e9 r\u00e1pido, eficiente e seguro. Em seus escrit\u00f3rios,      que abrem de 8 a 19 horas de segunda-feira a sexta-feira e media jornada os      s\u00e1bados, poder\u00e1 conseguir selos, enviar paquetes, comprar cart\u00e3os telef\u00f4nicas,      consultar os diret\u00f3rios e enviar ou receber giros postais. O escrit\u00f3rio central      de Paris abre as 24 horas do dia para telefones e tel\u00e9grafos.<\/p>\n<p>O      servi\u00e7o de telefone \u00e9 magn\u00edfico. H\u00e1 grande quantidade de cabinas em todas      as zonas que funcionam com moedas ou bem, com cart\u00e3os telef\u00f4nicas (recentemente      a maioria dos telefones p\u00fablicos funcionam seu com cart\u00e3os). As tarifas noturnas      e de fim de semana s\u00e3o mais econ\u00f4micas que as diurnas. Desde Fran\u00e7a \u00e9 poss\u00edvel      comunicar-se a qualquer lugar do mundo. Para chamar a Fran\u00e7a h\u00e1 que marcar      00-33, seguido do prefixo da cidade e do n\u00famero de assinante.<\/p>\n<p>Desde      1996 os n\u00fameros de telefones franceses t\u00eam variado. Em lugar de ter oito cifras      t\u00eam nove d\u00edgitos, a exce\u00e7\u00e3o de Paris e sua regi\u00e3o que n\u00e3o t\u00eam sofrido modifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>FOTOGRAFIA<\/h4>\n<p>As paisagens naturais e humanos da Fran\u00e7a fazem quase uma exig\u00eancia o fazer      uso da fotografia para guard\u00e1-los na mem\u00f3ria. Em todo o pa\u00eds \u00e9 fat\u00edvel encontrar      lojas de artigos fotogr\u00e1ficos e revelado. \u00c9 recomend\u00e1vel levar os rolos de      filme em lugar seco e escuro para que n\u00e3o se deteriorem. <\/p>\n<p>Um bom filtro solar lhe permitir\u00e1 captar muitas das imagens com maior nitidez,      especialmente se viaja em ver\u00e3o. Para evitar o deterioro do material fotogr\u00e1fico      evite passar com ele pelos raios X das alf\u00e2ndegas e aeroportos mais de 5 vezes.<\/p>\n<h4>HOR\u00c1RIO      COMERCIAL<\/h4>\n<p>Os      grandes armaz\u00e9ns das cidades abrem das 9 ou 9:30 h at\u00e9 as 18 ou 19:00 h Os      estabelecimentos pequenos costumam abrir mais cedo, \u00e0s 8:00 h e fechar at\u00e9      as 20:00 h. Contudo fazem uma pausa para a refei\u00e7\u00e3o entre as 13 e 16:00 h.      Alguns com\u00e9rcios de imigrantes abrem at\u00e9 as 22:00 h. Durante o ver\u00e3o, alguns      lugares fecham pelas tardes.<\/p>\n<h4>GORJETAS<\/h4>\n<p>\u00c9      costume deixar gorjeta quase a todos os servi\u00e7os que se contrate, exceto quando      exista alguma disposi\u00e7\u00e3o contraria anunciada mediante o cartaz. Nos bares      e restaurantes a gorjeta vai em direta rela\u00e7\u00e3o a consuma\u00e7\u00e3o, sendo de 10 %.<\/p>\n<h4>TAXAS      E IMPOSTOS<\/h4>\n<p>Os      servi\u00e7os de hot\u00e9is e restaurantes incluem o imposto correspondente. Nos com\u00e9rcios,      o IVA, que em franc\u00eas se conhece como VAT, est\u00e1 inclu\u00eddo no pre\u00e7o dos produtos.      Os estrangeiros t\u00eam direito a pedir sua devolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>LOCALIZA\u00c7\u00c3O      GEOGR\u00c1FICA<\/h4>\n<p>Com      uma superf\u00edcie de 543.965 quil\u00f4metros quadrados, Fran\u00e7a est\u00e1 coberta por vales,      cavidades fluviais e zonas montanhosas que variam de uma regi\u00e3o a outra. Goza      de uma paisagem excepcional na que se misturam as cores quentes da terra e      o sol, os tons ocres e escuros das montanhas, os azuis da \u00e1gua e os cinzas      do c\u00e9u.<\/p>\n<p><strong>Predominam      em Fran\u00e7a as plan\u00edcies, baixas mesetas e colinas, que ocupam dois ter\u00e7os do      territ\u00f3rio, e podem distinguir-se tr\u00eas grandes conjuntos regionais dispostos      ao redor de um centro de dispers\u00e3o de \u00e1guas que \u00e9 o Maci\u00e7o Central:\u00a0<\/strong>o      norte com a Cuenca de Paris, as plan\u00edcies do Norte e as Montanhas Medias;      o sudoeste e oeste com a Cuenca de Aquitania e a zona de mesetas e colinas;      e ao sul e sudeste com as grandes montanhas alpinas e a zona mediterr\u00e2nea.<\/p>\n<p>Para o Norte do pa\u00eds encontra-se o Canal da Mancha que outorga uma proximidade      com o Reino Unido. A zona de Normand\u00eda, com suas paisagens nebulosos e cinzas      d\u00e1 um ar forte, nost\u00e1lgico e m\u00edstico a estas terras. <\/p>\n<p>Ao Leste, as zonas de Ardene, Champagne, Borgonha, Alsacia e Lorraine onde      os abundantes bosques cobrem as zonas montanhosas e os vales. Na Regi\u00e3o Central,      dominada por um maci\u00e7o, predominam ainda os bosques e vales, de maior intensidade,      que se prolongam at\u00e9 chegar \u00e0 zona dos Alpes, cadeia montanhosa que partilha      com Su\u00ed\u00e7a e It\u00e1lia. <\/p>\n<p>Nela, o Mont Blanc, que atinge mais de 4.000 metros de altitude, sendo o      pico mais alto da Europa Ocidental.<\/p>\n<p><strong>Ao Sudoeste de Fran\u00e7a est\u00e1 flanqueada por Espanha, com uma fronteira      natural:\u00a0<\/strong>os Pirineos. Esta zona, distintamente montanhosa,      tem temperaturas mais extremas no inverno. O Ocidente Atl\u00e2ntico brinda a Fran\u00e7a      um amplio territ\u00f3rio mar\u00edtimo que t\u00eam sabido aproveitar muito bem. <\/p>\n<p>A regi\u00e3o interior desta zona, coberta pelo vale do Loire, est\u00e1 cheios de      bosques entre os que se assomam impressionantes constru\u00e7\u00f5es palacianas. Por      \u00faltimo, o Sul, a zona mediterr\u00e2nea ou Proven\u00e7al, a mais quente do pa\u00eds, embora      n\u00e3o chega a temperaturas extremas gra\u00e7as a sua umidade. <\/p>\n<p>A campina conta com um sol brilhante, um sol que t\u00eam inspirado a muitos artistas      e que t\u00eam ficado plasmado em mais de uma obra de arte. A Costa Azul \u00e9 dominada      de tal forma, gra\u00e7as a esta cor. <\/p>\n<p>A zona est\u00e1 exposta a uma estranha conjuga\u00e7\u00e3o de dois ventos, o Mistral,      uma brisa fria e invernal que se produz na meseta central da Fran\u00e7a e que      vem terminar no Mediterr\u00e2neo, e o Siroco, um vento \u00famido e moderado ou seco      e quente, segundo a \u00e9poca do ano, que se gera no norte de \u00c1frica e se cruza      na zona Proven\u00e7al com o Mistral. <\/p>\n<p>Esta confronta\u00e7\u00e3o constante entre ambos ventos produz nesta zona movimentos      t\u00e9rmicos que a fazem especialmente inst\u00e1vel e que, segundo alguns ge\u00f3grafos,      \u00e9 a causa de comportamentos estranhos e incompreens\u00edveis em alguns dos habitantes      humanos e animais da regi\u00e3o.<\/p>\n<h4>Rios<\/h4>\n<p><strong>Quatro      rios principais, com numerosos afluentes, d\u00e3o vida atrav\u00e9s de suas \u00e1guas e      seus assentamentos \u00e0 vida francesa:<\/strong>\u00a0o      Dordonha no sudoeste, o Loire, em cujo vale existe a maior concentra\u00e7\u00e3o de      castelos, o R\u00f3dano, \u00fanico rio que desemboca no Mediterr\u00e2neo e o Sena, que      t\u00eam visto nascer e permanecer a Paris, pese a m\u00faltiplos governos e invas\u00f5es.      Os vales que a comp\u00f5e explicam a excelente qualidade de seus vinhos, ideais      para o cultivo da vide de diferentes esp\u00e9cies.<\/p>\n<h4>Costas<\/h4>\n<p>As costas est\u00e3o tra\u00e7adas em Fran\u00e7a como resultado das varia\u00e7\u00f5es do n\u00edvel      do mar e em geral pode-se dizer que dominam as costas baixas. As costas setentrionais      correspondem \u00e0s plan\u00edcies do norte e \u00e0 Cuenca de Paris; em Flandes e Picardia      s\u00e3o baixas e maregeadas de dunas, resultado da acumula\u00e7\u00e3o dos aluvi\u00f5es transportados      pela forte corrente do sudoeste. <\/p>\n<p>Em Normandia alternam os precip\u00edcios com as praias arenosas. As costas da      Bretanha, as mais recortadas do pa\u00eds, apresentam numerosos bra\u00e7os, cabos e      ilhas, enquanto que as de Aquitania, no sudoeste, s\u00e3o em geral regulares e      planas (formadas por cord\u00f5es retil\u00edneos de dunas, sendo o principal acidente      o estu\u00e1rio da Gironda). <\/p>\n<p>A costa mediterr\u00e2nea \u00e9 baixa e pantanosa no Golfo do Le\u00e3o e com numerosas      lagoas; destaca particularmente o delta do R\u00f3dano, que constitui a Camargue.      O setor dos Pirineos \u00e9 rochoso, igualmente a zona da desembocadura do R\u00f3dano.<\/p>\n<p>Pequenos      maci\u00e7os caem abruptamente sobre o mar formando uma costa escarpada com belas      ba\u00edas, dando lugar \u00e0 Costa Azul.<\/p>\n<h4>Principado      de M\u00f4naco<\/h4>\n<p>Situado      na Costa Azul, no Mediterr\u00e2neo, M\u00f4naco reserva as praias de maior renome,      luxo e atrativo da Fran\u00e7a. M\u00f4naco \u00e9, em sentido pol\u00edtico, um territ\u00f3rio independente,      contudo, \u00e9 parte da hist\u00f3ria e tradi\u00e7\u00e3o francesa. Seu car\u00e1ter de principado      disputado ao longo de muitos anos de hist\u00f3ria por diversas fam\u00edlias e retido      fielmente pelos Grimaldi, fazem deste pequeno territ\u00f3rio um desses lugares      nos que a grandeza est\u00e1 em sua hist\u00f3ria, mais que em seu presente.<\/p>\n<h4>C\u00f3rcega<\/h4>\n<p>C\u00f3rcega      surpreende pela sua excepcional paisagem de contrastes. A zona do litoral      \u00e9 ampla, gozando de magn\u00edficas praias em algumas partes, em outras, \u00e9 escassa      e rapidamente se eleva convertida em altas montanhas.<\/p>\n<p>O      centro da ilha \u00e9 uma esp\u00e9cie de meseta rodeada pelas montanhas mais atrativas,      cobertas de vegeta\u00e7\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. A localiza\u00e7\u00e3o da ilha, mais pr\u00f3xima \u00e0 zona      clim\u00e1tica quente, faz de C\u00f3rcega o lugar de praia mais atrativo ao longo do      ano.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p><strong>A      Pr\u00e9-hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Os      primeiros ind\u00edcios humanos do que hoje constitui a Fran\u00e7a remontam ao Paleol\u00edtico,      faz ao redor de 25.000 anos, quando grupos da Idade da Pedra se estabeleceram      no vale do Dordonha, no sudoeste da atual geografia do pa\u00eds. As pegadas destes      grupos t\u00eam ficado refletidas na s\u00e9rie de pinturas rupestres existentes ao      longo do vale do Dordonha, sendo as mais excepcionais as da Grotte de Lascaux      em Montignac.<\/p>\n<p>no      neol\u00edtico, entre os anos 12.000 e o 4.000 a.C. os assentamentos humanos se      regularizaram em torno aos vales dos quatro rios mais importantes da Fran\u00e7a      (Dordonha Loire, R\u00f3dano e o Sena). Numerosos restos de ferramentas de trabalho      e artigos de cozinha d\u00e3o mostras do grau de avan\u00e7o daqueles antigos habitantes      que se iniciavam na agricultura.<\/p>\n<p><strong>Celtas,      Galos e gregos<\/strong><\/p>\n<p>no ano 450 a.C. os povos c\u00e9lticos ocuparam a zona do norte e se apropriaram      de suas montanhas e bosques misturando com suas tradi\u00e7\u00f5es e lendas. Os galos      ou g\u00e1licos, se consideram os habitantes franceses por excel\u00eancia. <\/p>\n<p>Um pouco antes, no 600 a.C. os gregos se assentaram na zona mediterr\u00e2nea      dando como nome Corsica, atualmente a ilha de C\u00f3rcega e fundando Massilia,      hoje convertida no Porto de Marselha. Como em outros lugares, os gregos deixaram      parte de sua civiliza\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica disseminada pela zona e evitaram entrar      em enfrentamentos com os habitantes do norte. Na coexist\u00eancia destas duas      culturas se entrela\u00e7am as ra\u00edzes do atual povo franc\u00eas.<\/p>\n<p><strong>Romanos      e Francos<\/strong><\/p>\n<p>Durante      o Imp\u00e9rio Romano, no ano 120 a.C. A zona mediterr\u00e2nea sucumbiu aos ex\u00e9rcitos      do C\u00e9sar (os galos resistiram at\u00e9 o ano 50 aC.). Julho C\u00e9sar logrou venc\u00ea-los      e iniciou a unifica\u00e7\u00e3o do que hoje \u00e9 Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Nas      margens do Sena, assim como numa das pequenas ilhas que encontram-se no interior      deste rio, nasceu uma pequena povoado \u00e0 que os galo-romanos chamaram &#8220;Lutetia&#8221;      (cidade do barro), a mesma que mais tarde se converteria em Paris.<\/p>\n<p><strong>Esta      cidade recebeu os numerosos assaltos de v\u00e1rios povos b\u00e1rbaros:<\/strong>\u00a0visigodos,      ostrogodos, burgundos e francos. O ataque mais forte que viveram foi o de      Atila, rei huno, que esteve a ponto de destruir a cidade inteira. Finalmente      foram os francos que lograram vencer aos galo-romanos e assentar-se em Lutetia,      \u00e0 que chamaram Paris, em honra a uma tribo de pescadores do Sena, os parisi.<\/p>\n<p>Com      o rei Clodoveo e o dom\u00ednio franco, se inicia a Etapa Merovingia. Nela os francos      convertem-se ao cristianismo e edificam grandes mosteiros e centros de cultura      como Limoges, Tours e Chartres entre o ano 490 e o 511 d.C. A partir da conquista      dos francos, Paris converte-se no centro do imp\u00e9rio; um centralismo que perdura      por longo tempo e que faz desta cidade o principal objetivo de assalto para      qualquer conquistador.<\/p>\n<h4>Do      s\u00e9culo VIII ao s\u00e9culo XIII<\/h4>\n<p>A entrada em cena dos \u00e1rabes no mundo europeu no ano 730 d.C., obriga a mudan\u00e7as      nos sistemas e chefes de governo. Carlos Magno converte-se em Rei e det\u00e9m      o avan\u00e7o \u00e1rabe embora \u00e9 derrotado na Batalha de Roncesvalles. <\/p>\n<p>\u00c9 neste per\u00edodo quando se delimita a fronteira com Espanha e o Sacro Imp\u00e9rio      estende-se at\u00e9 Alemanha. A morte de Carlos Magno vem uma sucess\u00e3o de reis      que logram manter o Sacro Imp\u00e9rio at\u00e9 o ano 987, quando a parte oriental passa      a ser Alemanha e a ocidental Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>A      elei\u00e7\u00e3o de Hugo Capeto como rei da Fran\u00e7a no 987 da inicio \u00e0 dinastia dos      Capetos na que se estabelece o princ\u00edpio mon\u00e1rquico heredit\u00e1rio. Um breve      per\u00edodo de ordem e tranq\u00fcilidade possibilita o fortalecimento das rela\u00e7\u00f5es      com a Igreja Romana e o desenvolvimento da cultura, a arte e a arquitetura,      cujo estilo rom\u00e2nico se reflete claramente nas catedrais de Autum e Angulema.<\/p>\n<p>Em      1066, os normandos, \u00e0s ordens de Guillermo o Conquistador, tomam Inglaterra.      O reino anglonormando adquire poder e \u00e9 motivo de luta quando Leonor de Aquitania,      casada com Luis VII da Fran\u00e7a, passa a ser a esposa de Enrique II da Inglaterra,      adjudicando assim o territ\u00f3rio normando aos ingleses.<\/p>\n<p>Durante      os dois s\u00e9culos seguintes, a for\u00e7a \u00e1rabe ocupou aos europeus nas Cruzadas      para parar sua influ\u00eancia. Estes per\u00edodos se viram salpicados de numerosos      epis\u00f3dios de luta entre os reinos da zona com os anglonormandos e a influ\u00eancia      da Igreja Romana que terminar\u00e1 instalando a Sede Papal em Avignon para 1309.<\/p>\n<h4>O      Renascimento<\/h4>\n<p>O per\u00edodo compreendido entre 1330 e 1598 representa uma fase de lutas constantes      contra os ingleses; neste se encrava a conhecida Guerra dos Cem anos. O t\u00e9rmino      desta rivalidade se da quando os franceses recuperam Calais e os ingleses      saem do territ\u00f3rio franco. <\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m nesta fase quando se da a invas\u00e3o italiana, que mais que militar      \u00e9 cultural atrav\u00e9s dos artistas convidados \u00e0s cortes por Francisco I. Entre      estes destaca Leonardo Da Vinci que fez da Fran\u00e7a sua terra de \u00eaxito. <\/p>\n<p>O Renascimento chega e se instala gra\u00e7as a este deslize cultural do monarca      e \u00e0 presen\u00e7a dos g\u00eanios italianos. Nos \u00faltimos anos do s\u00e9culo XVI se suscitam      numerosas guerras religiosas entre cat\u00f3licos, protestantes e hugonotes, depois      das quais se gera o primeiro clima de toler\u00e2ncia religiosa e liberdade de      culto.<\/p>\n<p>A      chegada ao poder do Primeiro Rei Borbon, Enrique IV (1598) marca um per\u00edodo      de esplendor cultural e art\u00edstico. Luis XVI, o Rei Sol, logra fazer da Fran\u00e7a      a na\u00e7\u00e3o mais poderosa da \u00e9poca. O poder econ\u00f4mico do pa\u00eds \u00e9 terreno para engendrar      as id\u00e9ias da Ilustra\u00e7\u00e3o, o Enciclopedismo e o M\u00e9todo Cient\u00edfico a partir das      quais come\u00e7ar\u00e1 a gestar-se a Revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>A      Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, Napole\u00e3o e o fim dos Borbons<\/h4>\n<p>Durante      a Guerra dos Sete Anos (1756-1763) uma vez mais contra os ingleses, Fran\u00e7a      perde a maior parte de suas possess\u00f5es de ultramar enquanto que Inglaterra      se consolida como a primeira pot\u00eancia mundial. A Revolu\u00e7\u00e3o Francesa \u00e9 a primeira      que exige igualdade e liberdade no sentido que hoje t\u00eam estes t\u00e9rminos. A      toma da Bastilha o 14 de julho de 1789, marca o inicio de um per\u00edodo cujas      repercuss\u00f5es atingiram a todo o mundo dominado pelos europeus.<\/p>\n<p>Por\u00e9m,      os ideais revolucion\u00e1rios terminam na implanta\u00e7\u00e3o de uma \u00e9poca conhecida como      a do terror, na que s\u00e3o executados numerosos aristocratas e celebridades.<\/p>\n<p>Em      1804 Napole\u00e3o se coroa a si mesmo imperador em Notre Dame, com a presen\u00e7a      do Papa. Sua estrat\u00e9gia militar conquista grande parte da Europa e restabelece      uma etapa de esplendor art\u00edstico. A escuadra francesa \u00e9 apalastada por Nelson      em Trafalgar. O famoso militar \u00e9 detido em terra pelo Imp\u00e9rio Russo, raz\u00e3o      pela que abdica e \u00e9 desterrado \u00e0 ilha de Elba, no Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>A      abdica\u00e7\u00e3o napole\u00f4nica possibilita a restaura\u00e7\u00e3o da monarquia dos Borbons.      Embora Napole\u00e3o faz um intento por recuperar o Imp\u00e9rio, n\u00e3o t\u00eam \u00eaxito em sua      incurs\u00e3o e \u00e9 derrotado em Waterloo em 1818. A Batalha de Waterloo p\u00f4s fim      ao Imp\u00e9rio dos Cem Dias. Esta vez seu ex\u00edlio \u00e9 definitivo e morre na ilha      de Santa Elena no Atl\u00e2ntico Sul.<\/p>\n<p>A      dinastia dos borbons n\u00e3o pode resolver a forte crise econ\u00f4mica que se apresenta      ao pa\u00eds em 1848.<\/p>\n<p><strong>Todo fazia pensar que o novo regime seria mais s\u00f3lido que o anterior,      o novo rei parecia oferecer \u00e0 burguesia todas as garantias que esta podia      desejar, mas teve que enfrentar-se a uma doble oposi\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0a      dos mon\u00e1rquicos e a dos republicanos. <\/p>\n<p>Os propriet\u00e1rios da velha Fran\u00e7a, que baixo a restaura\u00e7\u00e3o tinham querido      retornar ao estado das coisas do Antigo Regime, conservaram s\u00f3lidas posi\u00e7\u00f5es      na Fran\u00e7a rural, mais numerosa na \u00e9poca que a povoa\u00e7\u00e3o urbana. <\/p>\n<p>Nas cidades, em cambio, e em algumas prov\u00edncias particularmente patriotas,      subsistiu uma oposi\u00e7\u00e3o republicana que considerava que a revolu\u00e7\u00e3o havia sido      malograda. Esta posi\u00e7\u00e3o &#8220;esquerdista&#8221; tamb\u00e9m se nutria do proletariado      que emergia. <\/p>\n<p>A monarquia n\u00e3o respondia \u00e0s aspira\u00e7\u00f5es de amplias camadas da na\u00e7\u00e3o, a crise      econ\u00f4mica diminuiu o apoio das classes ricas \u00e0 monarquia, aumentando a oposi\u00e7\u00e3o      dos burgueses radicais e do proletariado.<\/p>\n<p>Em Fran\u00e7a se levanta uma subleva\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica para a amplia\u00e7\u00e3o das bases      do poder e termina com a abdica\u00e7\u00e3o do rei Luis Felipe. A burguesia necessitou      de novo do povo para obter a queda do regime, mas desta vez o povo n\u00e3o queria      retirar-se de suas conquistas e a luta sangrenta que se estabeleceu separaria      desde esse momento \u00e0 burguesia da classe oper\u00e1ria. <\/p>\n<p>Era a \u00e9poca em que Marx publicava seu c\u00e9lebre &#8220;Manifesto Comunista&#8221;.      A partir de aqui Fran\u00e7a se encontrar\u00e1 num sistema republicano que sofrer\u00e1      lutas interiores, tentativas de invas\u00e3o de outros pa\u00edses europeus, per\u00edodos      de solidez e estremecimento. <\/p>\n<p>\u00c9 num desses per\u00edodos de solidez quando Fran\u00e7a se consolida como um imp\u00e9rio      colonial no norte da \u00c1frica e o sudeste da \u00c1sia. Este car\u00e1ter sobresaltado      da Fran\u00e7a do s\u00e9culo XIX origina movimentos art\u00edsticos e culturais como o romantismo,      impressionismo, modernismo e o cubismo, entre outros. <\/p>\n<p>Fran\u00e7a \u00e9 o lugar ideal para ref\u00fagio de intelectuais, cientistas e artistas      que a miram como um imp\u00e9rio forte, livre, excitante, mas que, ao mesmo tempo,      oferece essa estranha instabilidade que tanto apaixona aos artistas.<\/p>\n<p>Luis Napole\u00e3o, filho da rainha Hort\u00eansia e de Luis Bonaparte, aproveita a      conjuntura da crise pol\u00edtica e social para conseguir a presid\u00eancia da Rep\u00fablica      em 1848. Em 1851 com um golpe de estado se transforma a Rep\u00fablica em Imp\u00e9rio.    <\/p>\n<p>Com Napole\u00e3o III Fran\u00e7a viveu uma \u00e9poca de guerras intermin\u00e1veis, at\u00e9 que      abdicou em 1870 e se voltou a proclamar a Rep\u00fablica. O poder ficava em m\u00e3os      dos grupos conservadores esta vez. A III Rep\u00fablica se manteve com altibaixos      at\u00e9 1914. <\/p>\n<p>A pol\u00edtica exterior de princ\u00edpios do s\u00e9culo XX, dirigida pelos radicais levantou      a Triple Entente (Fran\u00e7a, R\u00fassia e Gr\u00e3 Bretanha), frente \u00e0 Triple Alian\u00e7a      (Alemanha, \u00c1ustria e It\u00e1lia).<\/p>\n<h4>As      Guerras Mundiais<\/h4>\n<p>A      Primeira Guerra Mundial (1914-1918) muda o panorama n\u00e3o s\u00f3 da Fran\u00e7a, sen\u00e3o      de todo o mundo. Por primeira vez os franceses s\u00e3o aliados da Inglaterra,      agora contra os alem\u00e3es. O territ\u00f3rio franc\u00eas \u00e9 duramente castigado pelos      ex\u00e9rcitos germ\u00e2nicos, especialmente no norte. A guerra transformou completamente      a Fran\u00e7a. A Rep\u00fablica havia resistido a prova.<\/p>\n<p>M\u00e1s nada compensava os 300.000 mortos, nem o esgotamento econ\u00f4mico que se      traduzia numa crise monet\u00e1ria de grandes dimens\u00f5es. O per\u00edodo posterior \u00e0      Primeira Guerra Mundial oferece um terreno de reconstru\u00e7\u00e3o que atrai, uma      vez m\u00e1s, a artistas e escritores igualmente que em outros per\u00edodos de paz.    <\/p>\n<p>A crise econ\u00f4mica que estalou nos Estados Unidos em 1929 n\u00e3o tardou muito      em afetar a Fran\u00e7a, sendo o principal respons\u00e1vel da transforma\u00e7\u00e3o da p\u00f3s      guerra numa pr\u00e9-guerra.<\/p>\n<p>A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) ocupa a Fran\u00e7a da maneira mais dr\u00e1stica.      As tropas nazistas tomam o governo franc\u00eas durante alguns anos nos que o terror      da guerra \u00e9 o tono constante. Desde Londres, a Resist\u00eancia Francesa livre,      dirigida por Charles de Gaulle, mant\u00e9m a esperan\u00e7a de recuperar o pa\u00eds. <\/p>\n<p>Os aliados tomam Norm\u00e2ndia no 6 de junho de 1944 e come\u00e7am a recupera\u00e7\u00e3o      da Fran\u00e7a pelo norte e pelo sul em Provence, dias mais tarde. Paris \u00e9 finalmente      liberada em agosto do mesmo ano instalando-se um governo provis\u00f3rio dirigido      pelo General De Gaulle.<\/p>\n<h4>Da      II Guerra Mundial a Nossos Dias<\/h4>\n<p>Terminada      a guerra, Fran\u00e7a elabora uma nova constitui\u00e7\u00e3o. Suas col\u00f4nias africanas e      asi\u00e1ticas lutam pela independ\u00eancia e a situa\u00e7\u00e3o francesa do p\u00f3s guerra lhe      impede recuperar algumas delas. Em 1957, junto com outros pa\u00edses europeus,      Fran\u00e7a interv\u00e9m na constru\u00e7\u00e3o da Comunidade Econ\u00f4mica Europ\u00e9ia.<\/p>\n<p>Em      1958, baixo a nova Constitui\u00e7\u00e3o francesa, Charles de Gaulle \u00e9 o primeiro presidente      da Fran\u00e7a da p\u00f3s guerra. Depois dos dist\u00farbios estudantis de maio de 1968,      De Gaulle demite. Anos mais tarde, Francois Mitterrand converte-se no primeiro      presidente socialista escolhido democraticamente pelos franceses.<\/p>\n<p>Durante      seu mandato, que se prolonga ao ser reeleito, Fran\u00e7a recupera seu car\u00e1ter      de vanguarda, seu patrim\u00f4nio cultural, seu poder econ\u00f4mico e se constitui      como uma na\u00e7\u00e3o defensora dos direitos humanos, da liberdade, da democracia      e da paz.<\/p>\n<p><strong>Em      1993, os franceses d\u00e3o um giro em sua pol\u00edtica ao escolher a um primeiro ministro      conservador como presidente:\u00a0<\/strong>Jaques      Chirac. Em 1997 as elei\u00e7\u00f5es situam a Lionel Jospin como primeiro ministro,      dando um novo giro para o socialismo. A atual situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds \u00e9 dif\u00edcil de      explicar.<\/p>\n<p><strong>Igualmente      que no resto dos pa\u00edses europeus, o n\u00edvel de vida de seus habitantes \u00e9 satisfat\u00f3rio,      mas se enfrentam aos inimigos do s\u00e9culo XX:<\/strong>\u00a0a      super-popula\u00e7\u00e3o, a crise interior do homem como indiv\u00edduo e o crescente desemprego.<\/p>\n<h4>Arte      e Cultura<\/h4>\n<p>A      arte e Fran\u00e7a sempre t\u00eam-se identificado como uma dualidade indissol\u00favel.      Esta cren\u00e7a t\u00eam bases evidentes e amplas; muitos dos artistas mais reconhecidos      do mundo e da hist\u00f3ria desenvolveram parte de sua obra na Fran\u00e7a ou bem, t\u00eam      sido inspirados em alguma moda, acontecimento ou recurso franc\u00eas.<\/p>\n<p>De      ra\u00edzes celtas e greco-latinas, o espirito franc\u00eas atual guarda uma equilibrada      rela\u00e7\u00e3o entre a magia, a permisividade e a lenda dos primeiros povos do norte,      e a disciplina, a est\u00e9tica e racionalidade dos filhos de Zeus.<\/p>\n<p>Esta      \u00e9 o motivo pelo qual o franc\u00eas recebe com gosto as tend\u00eancias mais variadas,      os excessos e a austeridade, o m\u00edstico e o mundano.<\/p>\n<p>A      arte na na\u00e7\u00e3o francesa \u00e9 um produto cotidiano, enriquecido, altamente conservado      e apetec\u00edvel a toda hora e para todo p\u00fablico. Mais que algo exterior, colecionado      nos museus ou centros destinados a sua cria\u00e7\u00e3o, \u00e9 um espirito que se leva      por dentro, que encontra-se refletido nas ruas, nas paisagens, no ambiente      que vibra constantemente e que cobre de sensibilidade e magia a vis\u00e3o real      deste pa\u00eds cheio de express\u00f5es est\u00e9ticas.<\/p>\n<p><strong>Primeiras      Manifesta\u00e7\u00f5es Art\u00edsticas<\/strong><\/p>\n<p>Entre      as primeiras manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que podem-se encontrar em Fran\u00e7a est\u00e3o      as Grutas de Lascaux, no vale do Dordonha, onde os homens primitivos do neol\u00edtico      expressaram suas experi\u00eancias e temores respeito da ca\u00e7a assim como das cren\u00e7as      em torno \u00e0 fertilidade humana. A forma\u00e7\u00e3o em Carnac, na costa bret\u00e3, realizada      com mais de cinco mil pedras e cujo significado e proced\u00eancia continuam ignorando-se,      revela a exist\u00eancia de um antecipado espirito est\u00e9tico que t\u00eam prevalecido      atrav\u00e9s do tempo.<\/p>\n<p><strong>Testemunhos      Romanos<\/strong><\/p>\n<p>A      influ\u00eancia romana deixou variadas obras, principalmente arquitet\u00f4nicas, especialmente      na zona Proven\u00e7al, que o tempo t\u00eam deteriorado deixando s\u00f3 alguns restos.      N\u00e3o obstante, a majestuosidade das constru\u00e7\u00f5es romanas prevalece e \u00e9 poss\u00edvel      observ\u00e1-la em lugares como os anfiteatros de Nimes e Arles, o Teatro de Orange      e o Aqueduto Pont Du Gard no sul da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Algumas      cidades como Autum, Saintes e Reims, conservam aquedutos herdados pelos romanos,      enquanto que Lyon e Paris s\u00f3 podem oferecer ao visitante alguns restos do      passo romano por suas terras.<\/p>\n<p><strong>Etapa      Merovingia e Carolingia<\/strong><\/p>\n<p>A      Etapa Merovingia, com a convers\u00e3o da Fran\u00e7a ao cristianismo, sup\u00f4s uma modifica\u00e7\u00e3o      nas tend\u00eancias art\u00edsticas da \u00e9poca. Constru\u00edram-se grandes mosteiros, em geral      de car\u00e1ter austero embora imponente, como os de Tours, Limoges e Chartres,      que se converteram em centros culturais da zona, onde os monges de diversas      ordens desenvolveram parte da Ci\u00eancia e a filosofia. A capela merovingia que      mais destaca \u00e9 a de P\u00e9piole, perto de Toulon.<\/p>\n<p>A      etapa Carolingia, no s\u00e9culo VIII, sup\u00f4s um renascimento da cultura e a arte      a n\u00edveis extraordin\u00e1rios, orientados geralmente para fins de tipo religioso      ou nacionalista. As gestas \u00e9picas de car\u00e1ter po\u00e9tico se desenvolvem notavelmente,      embora n\u00e3o aparecem escritas at\u00e9 s\u00e9culos depois. Mostras arquitet\u00f4nicas da      \u00e9poca s\u00e3o a Abadia octogonal de Ottmarsheim em Alsacia.<\/p>\n<p><strong>O      Rom\u00e2nico<\/strong><\/p>\n<p>O estilo rom\u00e2nico, desenvolvido fundamentalmente durante a monarquia dos      Capetos, produz obras de grande tamanho e amplitude, baseadas no arco de meio      ponto, o uso da pedra talhada na decora\u00e7\u00e3o, substituindo a madeira e os mosaicos      pintados. <\/p>\n<p>Aparecem tamb\u00e9m grandes janelas na parte superior das colunas, que as tornam      menos sombrias e convidam a um maior despegue de cor. Borgonha, Alsacia e      Auverge conservam obras do per\u00edodo rom\u00e2nico, todavia, a cidade mais representativa      deste estilo \u00e9 Poittiers, no oeste do pa\u00eds, com uma abundante arquitetura      rom\u00e2nica que se coroa com a igreja de Notre-Dame-la Grande.<\/p>\n<p>No      ano 1100 as primeiras universidades come\u00e7am a aparecer em Europa.<\/p>\n<p>Em      Paris, habitual centro cultural por ser tamb\u00e9m o centro pol\u00edtico, se d\u00e3o os      primeiros intentos de consolidar uma Universidade.<\/p>\n<p><strong>Em      estas reuni\u00f5es cient\u00edfico-literarias, surge a m\u00e9trica da can\u00e7\u00e3o popular que      se vinha desenvolvendo oralmente desde tempos remotos:<\/strong>\u00a0a      Chanson de Roland.<\/p>\n<p><strong>O      G\u00f3tico<\/strong><\/p>\n<p>O soberbo estilo g\u00f3tico assalta Fran\u00e7a no ano 1140. Em contraste com o rom\u00e2nico,      \u00e9 uma arquitetura mais fina, com colunas mais delgadas que aproveitam o arco      apuntalado para reduzir a tens\u00e3o f\u00edsica e o espa\u00e7o. <\/p>\n<p>A coroa\u00e7\u00e3o com talhados em pedra em suas altas colunas e o uso de ojivas      nas janelas, fazendo-os mais amplos, \u00e9 o que lhe da a este car\u00e1ter essa apar\u00eancia      de uma altura intermin\u00e1vel. O g\u00f3tico \u00e9 um estilo que teve grande acolhida      em Fran\u00e7a e enormidade de obras em diversas cidades d\u00e3o mostra disso. <\/p>\n<p>Sempre orientado \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de obras religiosas, imensas catedrais, igrejas,      conventos e mosteiros, os franceses de ent\u00e3o viram na arquitetura g\u00f3tica uma      forma que guarda o equil\u00edbrio entre a simplicidade que imp\u00f5e a religi\u00e3o e      a fantasia que oferece a constru\u00e7\u00e3o. Sem lugar a d\u00favidas, a imagem da Fran\u00e7a      g\u00f3tica que mais se conhece no mundo \u00e9 a da Catedral de Notre-Dame em Paris.<\/p>\n<p><strong>O      Renascimento<\/strong><\/p>\n<p>O      Renascimento tamb\u00e9m deixou sua pegada na cultura e na arte francesa.<\/p>\n<p>A corte de Felipe I reuniu a alguns dos mais avantajados renascentistas italianos      ao oferece-lhes ref\u00fagio em Fran\u00e7a. Entre estes, os mais destacados s\u00e3o Rosso,      Primaticcio e Leonardo Da Vinci que doou a Paris A Gioconda (Monalisa). <\/p>\n<p>As mudan\u00e7as introduzidas pelos renascentistas, orientados a recuperar a beleza      e os padr\u00f5es da antig\u00fcidade greco-latina com uma vis\u00e3o mais prolongada \u00e0s      necessidades e prazeres individuais, significaram uma volta \u00e0 simplicidade,      ao realismo em todas as artes. <\/p>\n<p>Um cambio relevante desta etapa \u00e9 a orienta\u00e7\u00e3o, por primeira vez, da est\u00e9tica      da arte para a vida secular; isto se revela nos quadros que representam cenas      campestres, urbanas e palacianas, assim como no florescimento de castelos,      pal\u00e1cios e pra\u00e7as que nada t\u00eam que ver com a cultura religiosa.<\/p>\n<p>Em      contraste, a literatura \u00e9pica, gestora de glorias nacionalistas e Batalhas      em pr\u00f3 da religiosidade, se orienta ao teatro e as comedias, aos mensagens      did\u00e1ticos-moralistas.<\/p>\n<p><strong>O      Barroco<\/strong><\/p>\n<p>O barroco chega para elevar a atmosfera est\u00e9tica para um sentido mais artificial,      recarregado, suntuoso, para distinguir ampla e notavelmente a vida da massa      popular da aristocr\u00e1tica vida da nobreza. Nela, a constru\u00e7\u00e3o de grandes castelos      ou Chateuax, principalmente no vale do Loire, s\u00e3o uma esp\u00e9cie de rebeli\u00e3o      discreta contra a domina\u00e7\u00e3o religiosa e a invas\u00e3o da vida popular na arte      que as etapas anteriores tinham logrado. <\/p>\n<p>Fontainebleau e Versalles s\u00e3o formosas mostras arquitet\u00f4nicas do recarregado      e evidentemente aristocr\u00e1tico estilo barroco. Entretanto, Descartes desenvolve      o M\u00e9todo Cient\u00edfico e Moli\u00e9re, Racine e Corneille elaboram pe\u00e7as teatrais      que t\u00eam-se convertido em verdadeiros cl\u00e1ssicos. A pintura tamb\u00e9m abunda tanto      como a m\u00fasica; \u00e9 \u00e9poca de grandes mecenazgos, das pe\u00e7as dedicadas \u00e0s mais      ins\u00f3litas obras reais e nobres.<\/p>\n<p><strong>Estilo      Rococ\u00f3<\/strong><\/p>\n<p>Esse      espirito de ir sempre em procura do mais inimagin\u00e1vel, de ter esse encontro      entre o m\u00e1gico e o racional, se coroa com as extravagancias do estilo rococ\u00f3,      que re\u00fane dentro de um corpo estabelecido, uma pe\u00e7a musical, uma obra arquitet\u00f4nica      ou at\u00e9 um simples m\u00f3vel, uma s\u00e9rie excessiva de detalhes que o realcem.<\/p>\n<p>A      decora\u00e7\u00e3o interior dos Pal\u00e1cios Reais e os Castelos habitados pela nobreza      constituem a mostra mais clara deste estilo. Entre os pintores da \u00e9poca, Antoine      Wateau, Francois Boucher e Jean Honor\u00e9 Fragonard s\u00e3o os mais representativos.<\/p>\n<h4>O      Neocl\u00e1ssico e o Romantismo<\/h4>\n<p>Um      novo retorno \u00e0 simplicidade \u00e9 marcado pela apari\u00e7\u00e3o da tend\u00eancia neocl\u00e1ssica.      A literatura se volta menos fantasiosa, mais real e viva, capaz de retratar      os sentimentos humanos com claridade e simplicidade, embora a n\u00edvel interno      as obras se encontrem reguladas por m\u00faltiplos par\u00e2metros.<\/p>\n<p>A      filosofia deriva para as vis\u00f5es mais humanistas e naturalistas do homem como      as exp\u00f5e Rousseau, para o nascimento do estado moderno com as bases aportadas      pela Ilustra\u00e7\u00e3o, desenvesqueces por Voltaire e Diderot.<\/p>\n<p><strong>Aparece      o ensaio pol\u00edtico com Montaigne, como uma trombeta que sinala o que se aproxima:<\/strong>\u00a0a      Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, o fim do absolutismo, o sonho de justi\u00e7a e igualdade para      os homens.<\/p>\n<p>Posterior      \u00e0 afamada Revolu\u00e7\u00e3o de 1789, o romantismo se instala no mundo cultural e art\u00edstico.      Stendhal, Chateubriand, Balzac, Baudelaire e desde logo, V\u00edctor Hugo, deleitam      com suas obras melanc\u00f3licas, amorosas e idealistas que p\u00f5e \u00eanfases na paisagem      regional, enquanto que Delacroix, na pintura faz o seu.<\/p>\n<p><strong>O      Realismo e Naturalismo<\/strong><\/p>\n<p>Talvez sejam tantas invas\u00f5es, tantas guerras internas ou tantos intentos      por retornar ao car\u00e1ter imperial o que beira aos artistas franceses a assentar-se      num estilo mais real, mais pr\u00f3ximo \u00e0 vida da gente, mais igualit\u00e1rio atrav\u00e9s      do realismo. <\/p>\n<p>Nesta viagem \u00e0 realidade, chega-se \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o de transportes mais acess\u00edveis      e \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o de cidades como Paris, cuidando de conservar a mostra art\u00edstica      que a hist\u00f3ria lhes havia deixado encarregada.<\/p>\n<p>O      naturalismo \u00e9 uma mostra mais da tend\u00eancia a ver o lado escuro das coisas.      Agora j\u00e1 n\u00e3o basta com retratar as paisagens cotidianos ou narrar hist\u00f3rias      aproximadas \u00e0 vida de qualquer; \u00e9 necess\u00e1rio expressar os aspetos mais s\u00f3rdidos      e crus da vida nas cidades. Emile Zol\u00e1 \u00e9 quem melhor expressa a vida popular      e descarnada da Paris daquela \u00e9poca que iniciava sua verdadeira ascens\u00e3o para      a democracia.<\/p>\n<p><strong>O      Impressionismo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Uma s\u00e9rie de pintores p\u00f5e em marcha, a mediados do s\u00e9culo XIX uma      nova vis\u00e3o est\u00e9tica:<\/strong>\u00a0o impressionismo, ao qual se lhe      considera como o nascimento da pintura moderna, onde a realidade exterior,      tanto como a subjetiva, se plasma filtrada pelos olhos do artista. Eduard      Manet, Claude Monet e Paul C\u00e9zanne s\u00e3o os primeiros artistas do pincel que      se expressaram desta maneira; posteriormente Degas e Renoir se uniram. <\/p>\n<p>Mais que em outras \u00e9pocas e talvez favorecidos pela crescente amplia\u00e7\u00e3o dos      transportes e as comunica\u00e7\u00f5es, estas novidades francesas no mundo da arte,      atraem a credores de todo o mundo, fundamentalmente europeus, que fixam em      sua mente a id\u00e9ia de chegar a Fran\u00e7a a aprender, a expressar suas id\u00e9ias,      a ser compreendidos, porque o car\u00e1ter franc\u00eas, t\u00e3o permissivo, t\u00e3o aberto      ao novo, n\u00e3o se espanta e inclusive aprecia a arte moderno.<\/p>\n<p>A      m\u00fasica tamb\u00e9m cambia seus padr\u00f5es no s\u00e9culo XIX. Maurice Ravel e Claude Debussy      s\u00e3o os m\u00fasicos mais representativos desta etapa modernista. Rodin, cria obras      carregadas de filosofia e erotismo, joga com o novo espirito individualista      franc\u00eas, com uma mirada profunda aos sentimentos pr\u00f3prios do homem.<\/p>\n<p><strong>Surrealismo      e Cubismo<\/strong><\/p>\n<p>A      zona sul da Fran\u00e7a alberga aos precursores dos movimentos surrealistas e cubistas.      Por ai se estabeleceram Van Gogh, Picasso e Dal\u00ed, ao menos durante um per\u00edodo      de sua vida. O que procuravam era um espa\u00e7o tranq\u00fcilo e estimulante ao memso      tempo para suas particulares vis\u00f5es da realidade. E se Fran\u00e7a lhes deu o espa\u00e7o      que procuravam, eles lhe t\u00eam dado ao mundo uma vis\u00e3o intensa do que \u00e9 o pa\u00eds      galo atrav\u00e9s de suas obras.<\/p>\n<p><strong>Literatura<\/strong><\/p>\n<p>Na      literatura, durante os s\u00e9culos XIX e XX, Fran\u00e7a \u00e9 t\u00e3o acolhedora como com      os pintores e recebe a numerosos escritores que desenvolvem suas melhores      obras ao amparo da vida em Paris, Lyon, Nice ou Marseille. A instabilidade      pol\u00edtica, produto do fim do Imp\u00e9rio, assim como as Guerras Mundiais que castigaram      duramente ao povo franc\u00eas, s\u00e3o per\u00edodos alternos a aqueles em que a Ci\u00eancia,      a cultura e a arte floresce nesta na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Movimentos      como o surrealismo, o dada\u00edsmo e o existencialismo expressados nas obras de      Cam\u00fas, Sartre e Simone de Beauvoir, surgiram entre as ru\u00ednas que a a\u00e7\u00e3o b\u00e9lica      deixou, crescendo para seguir \u00e0 vanguarda da express\u00e3o mundial do pensamento      livre.<\/p>\n<p><strong>De      ai que a maior parte dos escritores, m\u00fasicos, bailarinos e pintores da \u00e9poca      contempor\u00e2nea tenham residido em algum lugar da Fran\u00e7a, em algum momento de      sua vida<\/strong>: ir a Fran\u00e7a era uma convite ao desenvolvimento profissional.<\/p>\n<p><strong>Cinema<\/strong><\/p>\n<p>A      s\u00e9tima arte, o cinema, teve sua origem precisamente neste pa\u00eds quando os irm\u00e3os      Lumi\u00e9re apresentaram seu aparato m\u00e1gico a uma s\u00e9rie de audazes espectadores.      A tradi\u00e7\u00e3o pelo cinema permanece e se volta maior cada dia. O Festival de      Cannes, al\u00e9m do luxo que representa, conta com o prestigio de valorar o cinema      de qualidade, o cinema arte.<\/p>\n<h4>GASTRONOMIA<\/h4>\n<p>A      cozinha costuma ser o reflexo mais p\u00fablico da sensualidade de um povo, de      seus segredos prim\u00e1rios, do mesti\u00e7agem de sua hist\u00f3ria. No instante em que      os olhos do estrangeiro se cruzam com a exposi\u00e7\u00e3o dos produtos aliment\u00edcios      nos mercados, lojas, padarias, mantequerias e vinater\u00edas, \u00e9 poss\u00edvel saber      o que a comida significa para os habitantes de cada regi\u00e3o da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>A      comida em Fran\u00e7a t\u00eam tanta tradi\u00e7\u00e3o como sua hist\u00f3ria, sua arte ou seu sentido      da liberdade. Quando acorrem \u00e0 mente cenas de refinamento, romantismo e sensualidade      relacionadas com os franceses, se projetam no arquivo interior as imagens      palacianas que o cinema tem-se encarregado de divulgar, onde reis e aristocratas      se deleitam com mesas inteiras cobertas por pratos inimagin\u00e1veis, fontes de      frutas e esculturas de postres com nomes extravagantes. Esta \u00e9 a cozinha dos      reis, propriedade atual dos chefs.<\/p>\n<p>Restaurantes      exclusivos; \u00e9 a alta cozinha francesa. Por\u00e9m, o espirito igualit\u00e1rio que os      franceses t\u00eam desenvolvido nos \u00faltimos s\u00e9culos t\u00eam fato que sua cozinha resulte      acess\u00edvel para todo o que a visita.<\/p>\n<p><strong>Existem dos tipos de gastronomia que podem guiar ao turista:<\/strong>\u00a0a      cl\u00e1ssica e a chamada &#8220;de mulheres&#8221;. A primeira \u00e9 aquela que, vinda      da aristocracia, tem-se ido renovando sem perder sua origem e que se oferece      atualmente a todo o que queira prov\u00e1-la quase ao longo de todo o pa\u00eds. <\/p>\n<p>A cozinha de mulheres deve seu nome ao fato de que era a realizada pelas      amas de casa, m\u00e3es e av\u00f3s; \u00e9 aquela que antanho fora a cozinha campestre,      mais regional, mais pr\u00f3pria do cotidiano dos franceses. Ambas gastronomia      convivem perfeitamente na atualidade e, sendo Fran\u00e7a o pa\u00eds com mais restaurantes      da Europa, o visitante t\u00eam a possibilidade de degustar interminavelmente o      que mais lhe atraia.<\/p>\n<p>Os cozinheiros franceses conhecem muito bem o ritual de sua cozinha; sabem      que o ponto de distin\u00e7\u00e3o \u00e9 a qualidade de seus ingredientes e o equil\u00edbrio      entre estes com a boa apresenta\u00e7\u00e3o e a simplicidade. <\/p>\n<p>Por isso \u00e9 que t\u00eam desenvolvido inumer\u00e1veis tipos de salsas e cremas com      as que acompanham seus pratos. desta forma, o visitante se surpreende com      pratos sumamente simples cujo atrativo reside na harmonia de seus componentes      e o ritmo que lhe imp\u00f5e enquanto sua cor como sua forma de inger\u00ed-lo. Exemplos      claros de isto s\u00e3o o sufl\u00ea, o foie gras, o salm\u00e3o em aspicou as mouselines      e mac\u00e9donies.<\/p>\n<p><strong>Elementos      chaves da cozinha francesa<\/strong><\/p>\n<p>Um      ponto chave dentro da gastronomia francesa s\u00e3o suas padarias.<\/p>\n<p><strong>Existem      grande quantidade e variedade de panes; o mais cl\u00e1ssico, o branco, que se      apresenta em forma de barras:<\/strong>\u00a0as      delgadas ou &#8220;flutes&#8221;, os baguetes e as mais grossas ou &#8220;pains&#8221;.      O p\u00e3o franc\u00eas s\u00f3 se conserva fresco ao redor de quatro horas e cada dia s\u00e3o      menos as padarias que o elaboram da maneira tradicional, raz\u00e3o que torna-se      muito atrativo e se converte num desafio provar um p\u00e3o rec\u00e9m feito.<\/p>\n<p>A      pastelaria \u00e9 outro forte da cozinha francesa. Nelas poder\u00e1 encontrar infinidade      de past\u00e9is de diversos tipos e tamanhos entre os que destacam os merengues,      as madalenas, os &#8220;pettits fours&#8221;, tartaletas, bolinhos e o caramelo.      As tortas tamb\u00e9m s\u00e3o variadas, especialmente de chocolate e de frutos secos      ou de temporada; t\u00eam a carater\u00edstica de uma apresenta\u00e7\u00e3o elegante e atrativa.<\/p>\n<p>As      carnes frias s\u00e3o tamb\u00e9m produtos muito atrativos e abundantes. Nas charcuterias      pode-se encontrar grande variedade de carnes cozinhadas, presuntos, salchichas      e pat\u00eas. Algumas delas tamb\u00e9m oferecem saladas e pratos do dia, simples, atrativos      e econ\u00f4micos em geral.<\/p>\n<p>Os      queijos s\u00e3o algo que conv\u00e9m provar; a elei\u00e7\u00e3o entre mais de 360 tipos existentes      \u00e9 como atravessar um labirinto sem fin. Numa boa loja de queijos pode-se degustar      v\u00e1rios de eles e escolher o que mais se adapta aos gostos pessoais, contando      sempre com a colabora\u00e7\u00e3o dos encarregados do estabelecimento. Entre os melhores      queijos est\u00e3o o Fromage Fermier e o Camembert; um queijo com a inscri\u00e7\u00e3o &#8220;lait      cru&#8221; (leche pura), que representa a mais alta qualidade entre os produtos      desta natureza.<\/p>\n<p><strong>Cozinha      Regional<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o se deve esquecer que cada regi\u00e3o implica sua geografia em sua cozinha      e que, por tanto, cada zona oferecer\u00e1 diferentes especialidades. Em Alsacia      pode-se pedir o foie gras, choucroute e torta flamejada, acompanhada de um      bom vinho. <\/p>\n<p>Na zona sudoeste, o cassoulet, confit de pato e setas preparadas de diferentes      formas. Em Bretanha se recomenda o peixe, o marisco e as crepes. Na zona de      Normandia vale viver a aventura de degustar o pato ao molho, o peixe \u00e0 creme      e as sobremesas de ma\u00e7\u00e3.<\/p>\n<p>Em Borgonha, al\u00e9m de seu vinho que \u00e9 o protagonista do evento mais importante      da colheita da uva cada ano, pode provar os caracoles ao ajo e o boi borgonh\u00eas,      sem lugar a d\u00favidas, cumes da refinada arte culin\u00e1ria franc\u00eas. <\/p>\n<p>Em Lyon, o salsich\u00e3o com pistachos, a pularda trufada e o &#8220;gras double&#8221;,      simplesmente delicioso. A zona mediterr\u00e2nea de Proven\u00e7a oferece variados tipos      de peixes \u00e0 brasa temperados com hinojo, ratatouille e bullabesa. Por \u00faltimo,      na zona norte pode-se provar os waffers, a carbonada de boi \u00e0 cerveja e a      anguila &#8220;au vert&#8221;.<\/p>\n<p>Paris      n\u00e3o conta com uma cozinha pr\u00f3pria de grande tradi\u00e7\u00e3o e sua arte culin\u00e1rio      radica em que, ao converter-se no centro da na\u00e7\u00e3o, os imigrantes t\u00eam levado      a esta cidade suas especialidades regionais. Na Cidade da Luz quase tem-se      ao alcance toda a comida francesa regional assim como uma magn\u00edfica representa\u00e7\u00e3o      de cozinhas internacionais, por se algu\u00e9m sente muita saudade de seu pa\u00eds.<\/p>\n<p>Lyon      oferece uma variedade gastron\u00f4mica t\u00e3o intensa como Paris pois seus restaurantes      est\u00e3o ainda mais especializados nas comidas regionais e na &#8220;cozinha de      mulheres&#8221;, pelo que resultam menos elitistas que os refinados restaurantes      parisienses. Por\u00e9m, em qualquer lugar da Fran\u00e7a poder\u00e1 encontrar a cozinha      em todo seu esplendor e deleitar-se com ela de m\u00faltiplas formas.<\/p>\n<p><strong>Vinhos      Franceses<\/strong><\/p>\n<p>Outro produto de grande tradi\u00e7\u00e3o em Fran\u00e7a \u00e9 o vinho, essa bebida m\u00e1gica      que vem a ser o perfume do paladar. Cada regi\u00e3o t\u00eam o seu pr\u00f3prio, que dificilmente      poder\u00e1 encontrar fora dela; mas tamb\u00e9m existem os vinhos que traspassam fronteiras,      que envolveram hist\u00f3rias e lendas e que com seguran\u00e7a lhe agradaria provar      como \u00e9 o caso do Borgonha, o Bordaux, o Conhac e o m\u00edstico Champagne.<\/p>\n<p> O Bordaux t\u00eam suas origens na Idade Media, quando esta regi\u00e3o, ao sudoeste      franc\u00eas estava dominada pelos ingleses. O Champagne, s\u00edmbolo de \u00eaxito e triunfo,      est\u00e1 elaborado a partir da combina\u00e7\u00e3o de uvas de diversos vinhedos.<\/p>\n<p>Possivelmente haja escutado falar de &#8220;Dom P\u00e9rignon&#8221;, associando      este nome a uma das mais prestigiosas marcas de champagne; pois bem, para      1700 este monge cego foi quem descobriu a qualidade espumosa deste vinho que,      gra\u00e7as \u00e0s garrafas de cristal grosso e o uso de casca no envase, p\u00f4de ser      produzido e conservado em maior escala. <\/p>\n<p>O Borgonha \u00e9 um vinho que se produz em menor quantidade pois suas uvas requerem      de uma qualidade que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil obter em grande escala. \u00c9 um vinho cl\u00e1ssico,      forte, que se incrusta no paladar e permanece no lembran\u00e7a para sempre. se      aproxima \u00e0 zona de Proven\u00e7a poder\u00e1 encontrar vinhos mais ligeiros, frescos      e afrutados, produto de um clima mais mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>Os vinhos oferecem em sua etiqueta as claves para conhecer sua ess\u00eancia.      A abreviatura AC (Appelatiom d&#8217;Origem Control\u00e9e) significa que trata-se de      um vinho rigorosamente controlado desde a sele\u00e7\u00e3o de suas uvas, passando pelos      procedimentos de elabora\u00e7\u00e3o e o tempo de aperfei\u00e7oamento at\u00e9 a gradua\u00e7\u00e3o que      cont\u00e9m. <\/p>\n<p>A categoria Vin D\u00e9limit\u00e9 de Qualit\u00e9 Sup\u00e9rieure (VDQS) s\u00e3o vinhos de segunda      classe que resultam bastante bons e que competem ano com ano para passar \u00e0      primeira categoria. Por \u00faltimo, os Vim de T\u00e1vel s\u00e3o vinhos regionais que requerem      menos rigor em sua elabora\u00e7\u00e3o, embora isso n\u00e3o significa que sejam de mala      qualidade, al\u00e9m de resultar mais econ\u00f4micos.<\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rio      de refei\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p><strong>Geralmente o caf\u00e9 da manh\u00e3 \u00e9 ligeiro:<\/strong>\u00a0crosaint      ou brioche com caf\u00e9. Se deseja suco de frutas ter\u00e1 que pedi-lo aparte na maioria      dos casos. A hora para o caf\u00e9 da manh\u00e3 \u00e9 a mais vari\u00e1vel das refei\u00e7\u00f5es embora      costume ser cedo. <\/p>\n<p>O almo\u00e7o e o jantar t\u00eam hor\u00e1rios mais estritos e na cultura francesa n\u00e3o      \u00e9 bem visto tomar um aperitivo entre refei\u00e7\u00f5es ou beliscar algo. O almo\u00e7o      costuma servir-se \u00e0s 12:30 ou 13:00 h. e o jantar, que \u00e9 a principal refei\u00e7\u00e3o      do dia, ao redor das 20:00 h.<\/p>\n<p>Ambos podem ser abundantes e pelo geral incluem uma salada com algum produto      de origem animal como o frango ou os frutos do mar, um creme ou sopa e um      prato forte. Se acompanham com vinho ou com \u00e1gua mineral. <\/p>\n<p>\u00c9 aconselh\u00e1vel realizar reserva nos restaurante, especialmente \u00e0 hora de      jantar e nas grandes cidades pois \u00e9 a hora em que encontram-se mais comensais.      Alguns estabelecimentos abrem at\u00e9 muito tarde e servem jantar entre as 12      da noite e as 2 da manh\u00e3 para os assistentes a espet\u00e1culos noturnos.<\/p>\n<p>Se      n\u00e3o deseja enfrentar-se aos restaurantes formais, com seguran\u00e7a encontrar\u00e1      inumer\u00e1veis caf\u00e9s, bistros, brasseries (restaurantes de grande tradi\u00e7\u00e3o mas      menos formais) ou restaurantes de comida r\u00e1pida que t\u00eam chegado a quase todo      o mundo. Nas ruas e mercados tamb\u00e9m existem vendedores ambulantes de diversos      sandu\u00edches.<\/p>\n<h4>COMPRAS<\/h4>\n<p>Em      geral Fran\u00e7a \u00e9 um pa\u00eds onde pode-se adquirir de tudo. Sempre t\u00eam sido zona      de tr\u00e2nsito para muitos produtos, especialmente para aqueles que tenham que      ver com a beleza, a decora\u00e7\u00e3o, a moda, a cultura e os prazeres do paladar.<\/p>\n<p>Em      geral, os estabelecimentos comerciais incluem em seus pre\u00e7os o IVA, conhecido      em Fran\u00e7a como VAT. Os estrangeiros t\u00eam direito a que lhes seja reembolsado.      Um desconto por exporta\u00e7\u00e3o, do 20 ao 30% \u00e9 poss\u00edvel se a compra num mesmo      estabelecimento supera os 2.800 francos, para os estrangeiros de pa\u00edses membros      da CEE e os 1.200 francos se o pa\u00eds de proced\u00eancia n\u00e3o pertence \u00e0 uni\u00e3o Europ\u00e9ia,      embora este tamb\u00e9m depender\u00e1 dos artigos que se hajam selecionado. Os pre\u00e7os      nas lojas s\u00e3o definitivos e n\u00e3o se regateiam, m\u00e1s nos mercados pode-se p\u00f4r      a prova as habilidades de todo bom comprador.<\/p>\n<p><strong>Compras      em Paris<\/strong><\/p>\n<p>Se fazer compras \u00e9 um prazer para voc\u00ea, neste pa\u00eds poder\u00e1 faz\u00ea-lo com grande      deleite. Em Paris poder\u00e1 encontrar uma enorme quantidade de lojas com diversos      produtos, desde os mais simples e ordin\u00e1rios, at\u00e9 os mais especializados e      extravagantes. Antes de iniciar as compras \u00e9 necess\u00e1rio dizer que na esfera      parisiense a Margem Direita costuma conter as casas mais exclusivas e tradicionais      de alta costura, galerias de arte e antig\u00fcidades, grandes armaz\u00e9ns e lojas      de luxo. <\/p>\n<p>A Margem esquerda, em cambio, guarda zelosamente suas grandes livrarias,      pequenas lojas artesanais e galerias vanguardistas. Por\u00e9m, em ambos lados      h\u00e1 lojas exclusivas e de altos pre\u00e7os convivendo em harmonia com as lojas      mais acess\u00edveis e modestas.<\/p>\n<p>Em geral, a atitude dos vendedores s\u00f3 \u00e9 am\u00e1vel quando o cliente n\u00e3o anda      a indeciso e sabe o que quer; ademais, sempre \u00e9 melhor atendido quem t\u00eam a      delicadeza de sa\u00fadar primeiro. Nos grandes armaz\u00e9ns existem empregados instru\u00eddos      especialmente para atender aos clientes estrangeiros. <\/p>\n<p>Galerias Lafayette e Le Printemps s\u00e3o duas das melhores lojas de roupa, porcelanas,      equipamentos e perfumaria. Les Printemps, conta ademais, com um magn\u00edfico      departamento de brinquedos e roupas \u00edntimas.<\/p>\n<p>Samaritane,      nas proximidades do Pont Neuf, sobre o Sena, \u00e9 uma peculiar loja que oferece      mais de 52 uniformes de trabalho. Se o que deseja \u00e9 encontrar bons livros      e boa m\u00fasica, os armaz\u00e9ns fnac, do estilo moderno, se os oferecem com grande      qualidade.<\/p>\n<p>A moda nasceu em Paris e apesar de que tem-se trasladado a Tokio e Nova York,      Paris segue sendo o centro art\u00edstico da moda. Em cada esta\u00e7\u00e3o do ano realizam-se      majestosos desfiles com as modelos do momento e Paris converte-se num cen\u00e1rio      constante de atividade e com visitas de personagens do mundo social e econ\u00f4mico.    <\/p>\n<p>Em Paris est\u00e3o presentes as mais prestigiosas firmas de moda como Dior, Givenchy,      Saint Laurent, ou Channel. Comprar numa loja de alta costura ou &#8220;pret      a port\u00e9r&#8221; \u00e9 privilegio de uns quantos, mas assomar-se a suas vitrines      \u00e9 uma possibilidade mais democr\u00e1tica.<\/p>\n<p>A      Margem esquerda t\u00eam por tradi\u00e7\u00e3o, em Saint Germaine des Pr\u00e9s, grandes e pequenas      livrarias, lojas de roupa especializadas e a vitrine da moda &#8220;chic&#8221;      com as butiques de Sonia Rykiel e Charles Jourdan. A Rue de Saints P\u00e8res est\u00e1      coberta por sapatarias e estabelecimentos de telas e nos arredores da Rue      de Rennes pode-se encontrar lojas de v\u00e1rios artigos de moda a pre\u00e7os muito      acess\u00edveis. Subindo para Montparnasse, pode-se encontrar grandes armaz\u00e9ns      que oferecem bons produtos a pre\u00e7os adequados.<\/p>\n<p>O      Forum des Halles, antigo mercado popular ao leste do Palais-Royal, foi convertido      num moderno centro comercial que alberga m\u00faltiplas lojas de roupa, sapatos      e souvenirs entre outras coisas. Em seus arredores, perto do Pal\u00e1cio da Opera,      a Rue Faubourg Saint Honor\u00e9 alberga as lojas mais caras e exclusivas de j\u00f3ias,      peles e alta costura.<\/p>\n<p><strong>Fran\u00e7a\u00a0<\/strong>\u00e9 um lugar fant\u00e1stico para a busca de      antig\u00fcidades. H\u00e1 lojas muito prestigiosas na Margem esquerda, assim como mercados      populares nos arredores da cidade, especialmente os s\u00e1bados, onde podem-se      encontrar os cl\u00e1ssicos soldadinhos napole\u00f4nicos de plomo, bonecas e instrumentos      musicais. <\/p>\n<p>O Mercado de Birom \u00e9 especialista em antig\u00fcidades de m\u00f3veis e arte, seus      pre\u00e7os s\u00e3o muito inferiores aos das grandes galerias enquanto que sua qualidade      \u00e9 boa. Malik \u00e9 o mercado que oferece mais divers\u00e3o pois sua especialidade      s\u00e3o os vestidos, j\u00f3ias, trajes, uniformes, lembran\u00e7as da Belle Epoque e a      primeira Guerra Mundial. <\/p>\n<p>Em cambio, se o que procura \u00e9 Art Nouveau, Jules Vall\u00e9s \u00e9 o mercado ideal.      Se o que quer \u00e9 levar pr\u00e1 casa uma obra de arte, prove olhar e comprar em      Montmartre com os pintores que se instalam nas cal\u00e7adas, embora fa\u00e7a-o com      firmeza e cautela pois \u00e9 uma zona de muito tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p>Os      amantes da leitura tamb\u00e9m t\u00eam um para\u00edso em Paris. Ao longo do Sena se colocam      livrarias de segunda m\u00e3o que na atualidade oferecem muito mais peri\u00f3dicos      e revistas de \u00e9poca. Respeito a livros, Reiffel \u00e9 o lugar adequado para procurar      curiosidades e antig\u00fcidades.<\/p>\n<p>Os      perfumes s\u00e3o um maravilhoso presente de Paris ao mundo. H\u00e1 v\u00e1rias lojas especializadas      em ambos lados da cidade, mas n\u00e3o se ilusione demais com os pre\u00e7os, pois s\u00e3o      muito similares aos pre\u00e7os do resto da Europa (em alguns casos mais caros).<\/p>\n<p>Os      queijos, embutidos e vinhos s\u00e3o extraordin\u00e1rios lembran\u00e7as que levar da Fran\u00e7a.      Lhe aconselhamos que busque embalagens que, al\u00e9m da beleza sejam seguras no      relativo ao transporte e conserva\u00e7\u00e3o dos alimentos.<\/p>\n<p><strong>Mercados      em Paris<\/strong><\/p>\n<p>Os      mercados s\u00e3o um espet\u00e1culo que n\u00e3o \u00e9 aconselh\u00e1vel perd\u00ea-lo, ainda se n\u00e3o t\u00eam      inten\u00e7\u00e3o de comprar.<\/p>\n<p><strong>Coloridos,      ruidosos e com o aroma de Paris, h\u00e1 quatro mercados onde poder\u00e1 deleitar-se      com as cenas de vida que ali se representam dia a dia:<\/strong>\u00a0o      da Rue Mouffetard, que abre ter\u00e7a-feira, quinta-feira e s\u00e1bados; o de Rue      de Bucci, que est\u00e1 aberto todos os dias, exceto os segunda-feira; o da Rue      Daguerre e o de Lepic, abrem di\u00e1rio e descansam os segunda-feira. Em Ile da      Cit\u00e9 se coloca um mercado especializado em flores e plantas; \u00e9 um verdadeiro      desdobramento de cores, aromas e rumores que o vento dispersa por todo Paris.<\/p>\n<p>Este      mesmo mercado floral surpreende os domingos ao converter-se num mercado de      p\u00e1ssaros.<\/p>\n<p><strong>Compras      em outras regi\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>No      relativo a outras zonas, a emo\u00e7\u00e3o das compras se mant\u00e9m e talvez se intensifique,      pois as diferentes regi\u00f5es francesas guardam preciosos tesouros, em forma      de artesanatos, alimentos, doces, vinhos e um longo etc.<\/p>\n<p>No      Vale do Loire \u00e9 conveniente procurar seus doces de mazap\u00e1n, de ameixa, de      a\u00e7\u00facar de cevada e chocolate. Por outro lado, seu car\u00e1ter palaciano t\u00eam discorrido      em variadas lojas de antig\u00fcidades a pre\u00e7os mais acess\u00edveis que em Paris. A      lou\u00e7a, a cer\u00e2mica e os artigos de vime s\u00e3o carater\u00edsticos desta formosa zona.<\/p>\n<p>Em      Bretanha impressionam seus trajes t\u00edpicos, de origem celta, seus telas de      lana, lou\u00e7a pintada a mano, rendas, tecidos bordados, marionetes, bonecas      e joalheria t\u00edpica. O chocolate \u00e9 uma boa op\u00e7\u00e3o, especialmente as uvas em      conhaque cobertas de chocolate. O artesanato, que pode-se adquirir nos mercados      populares e em lojas especializadas se carateriza pela madeira talhada, j\u00f3ias,      artigos de pele, cristal e seda pintada.<\/p>\n<p>Em      Normandia destacam os bordados a mano, que costumam ser caros e dif\u00edceis de      encontrar, mas que compensam por sua inacredit\u00e1vel beleza e tradi\u00e7\u00e3o. Em junho      em Ca\u00e9n e em agosto em Cabourg, se montam mercados de antig\u00fcidades onde podem-se      encontrar objetos e pe\u00e7as muito interessantes.<\/p>\n<p>Champagne      e o norte s\u00e3o zonas tradicionalmente famosas por suas rendas, sedas pintadas      e artigos de vime.<\/p>\n<p>Em      Amiens podem-se adquirir graciosas marionetes de manufatura tradicional enquanto      que em St-Omer a lou\u00e7a esmaltada \u00e9 o mais atrativo.<\/p>\n<p><strong>Mas      sem d\u00favida, o que n\u00e3o deve esquecer comprar nesta zona \u00e9 o produto de ouro      da Fran\u00e7a:<\/strong>\u00a0o      champagne. Experimetne faz\u00ea-lo com os produtores regionais que se estabelecem      ao longo dos povoados.<\/p>\n<p>Na      zona de Alsacia e Lorraine, ao leste, os jogos de mesas tecidos a m\u00e3o s\u00e3o      uma boa compra. A lou\u00e7a esmaltada de brilhantes cores \u00e9 preciosa.<\/p>\n<p><strong>Em      Lorraine a cristaleria \u00e9 o ponto de \u00eaxtases:<\/strong>\u00a0Baccarat      t\u00eam sua origem aqui. Bensancon \u00e9 a terra dos rel\u00f3gios e as Ardenas oferecem      trabalhos em madeira talhada enquanto que Langers \u00e9 famosa pela a suas facas.<\/p>\n<p>Em      Borgonha, Troyes \u00e9 o lugar ideal para adquirir roupa a pre\u00e7os geralmente inferiores,      at\u00e9 num 50% mais baixo que no resto da Fran\u00e7a. O vinho da regi\u00e3o, escasso      e caro mas maravilhoso, \u00e9 outra boa aquisi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Lyon      \u00e9 a segunda cidade em import\u00e2ncia do pa\u00eds. \u00c9 um mercado significativo de roupa      elegante e seda. Suas gravuras tamb\u00e9m s\u00e3o chamativos assim como suas marionetes.      Respeito a comida, o chocolate, alguns past\u00e9is e pat\u00eas s\u00e3o dignos de tentar      lev\u00e1-los pr\u00e1 casa. H\u00e1 associa\u00e7\u00f5es de artes\u00e3os que t\u00eam seus pr\u00f3prios mercados      e oferecem objetos fatos a m\u00e3o a pre\u00e7os muito vantajosos.<\/p>\n<p>A zona proven\u00e7al \u00e9 famosa por suas figuras de barro que representam aos participantes      do nascimento de Cristo, feitas a m\u00e3o e pintadas em cores chamativos; se lhes      conhece como &#8220;santons&#8221;. Em Aix-en-Provence, os sab\u00f5es de ervas e      flores s\u00e3o uma boa compra; ai mesmo, os ma\u00e7ap\u00e3es de am\u00eandoa e ovo convertem-se      em atrativas figurillas. <\/p>\n<p>Proven\u00e7a \u00e9 zona de formosas e delicadas telas com finos estampados, que podem-se      adquirir por metros ou bem, convertidos em vestidos, chais e jogos de mesa.      Os mercados proven\u00e7ais s\u00e3o muito chamativos, embora a maior parte dos produtos      que oferecem n\u00e3o sejam objetos que se possam levar a casa.<\/p>\n<p>A      Riviera, a zona mais exclusiva do sul, lhe oferece roupa e acess\u00f3rios elegantes,      geralmente de prestigiosas e reconhecidas marcas. Os chocolates e frutas escarchadas      s\u00e3o outra alternativa. O aceite de oliva, muito bem envasado atrai muito aos      visitantes.<\/p>\n<p>A      zona de Toulouse e os Pirineos favorece o sabor de seu famoso foie-gras e      pato em conserva em latas que asseguram sua dura\u00e7\u00e3o. Sant Vincens em Perpinh\u00e1m      lhe deleitar\u00e1 com um mercado de artesanatos. A roupa, livros, discos, j\u00f3ias      e perfumes s\u00e3o acess\u00edveis e variados nesta parte da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>C\u00f3rcega      \u00e9 terra de bosques e madeiras. Seu artesanato lan\u00e7a m\u00e3o deste recurso e pode-se      adquirir objetos talhados neste nobre elemento. Um bom cachimbo da C\u00f3rcega      \u00e9 um presente excelente. A cer\u00e2mica tamb\u00e9m \u00e9 atrativa, al\u00e9m dos tecidos e      aquarelas.<\/p>\n<h4>POPULA\u00c7\u00c3O      E COSTUMES<\/h4>\n<p>Fran\u00e7a      \u00e9 um pa\u00eds com uma grandeza hist\u00f3rica e cultural muito mais ampla que o seu      territ\u00f3rio de apenas meio milh\u00e3o de quil\u00f4metros quadrados. Tem uma popula\u00e7\u00e3o      de 57 milh\u00f5es, na maioria adultos e de terceira idade.<\/p>\n<p>Como      muitos pa\u00edses europeus, sofre o problema de desemprego, o qual t\u00eam fato dos      \u00faltimos anos uma \u00e9poca dif\u00edcil de assumir, variando o car\u00e1ter dos franceses      para sentidos menos participativos na vida social, como era seu costume.<\/p>\n<p>Uma carater\u00edstica de seus povoadores \u00e9 a apertura cultural para outros habitantes      do planeta dentro e fora do seu territ\u00f3rio, sem perder sua individualidade      ou afetar seu nacionalismo. <\/p>\n<p>Tradicionalmente Fran\u00e7a t\u00eam sido um dos impulsores da toler\u00e2ncia racial e      cultural, eixo de muitas associa\u00e7\u00f5es internacionais em favor dos direitos      humanos. Este aprecio \u00e0 diversidade se reflete no seu territ\u00f3rio. Nele convivem,      em boa medida, minorias africanas, judias e da Europa do Leste que conformam      uma popula\u00e7\u00e3o de quase 4 milh\u00f5es. Tudo isso produz um espetacular mosaico      de cores, id\u00e9ias e ra\u00e7as.<\/p>\n<p>Durante a \u00e9poca de seu esplendor imperial e seu dom\u00ednio b\u00e9lico dos s\u00e9culos      XIX e XX, o n\u00edvel de vida franc\u00eas foi dos mais altos do mundo; suas modas      sociais, educativas, cient\u00edficas e inclusive de vestido, eram imitadas em      todo o mundo. Ser franc\u00eas, por nascimento, era uma esp\u00e9cie de dom divino incompar\u00e1vel.    <\/p>\n<p>Isto causou uma esp\u00e9cie de sobre valoriza\u00e7\u00e3o de sua cultura que fez presa      a alguns de seus habitantes e desta forma, se ganharam uma fama de individualistas      que desprezavam aos demais pa\u00edses e que lhes olhavam por acima. Atualmente      esse sentimento t\u00eam ficado atr\u00e1s ao ver-se enfrentado \u00e0 realidade de finais      do s\u00e9culo XX. Hoje em dia, Fran\u00e7a v\u00ea nos pa\u00edses europeus, aliados aos que      lhes deve tratar com hospitalidade e respeito.<\/p>\n<p>A vida familiar segue sendo um n\u00facleo social importante, embora cada vez      existem mais fam\u00edlias sem filhos. O n\u00edvel de vida permite que o bem estar      reine na maioria dos lares. Existe a costume da comida em fam\u00edlia, que se      respeita apesar do acelerado ritmo de suas cidades. <\/p>\n<p>Outra costume francesa \u00e9 n\u00e3o comer entre comidas nem beber aperitivos que      estragam o gosto pelos alimentos. Se uma fam\u00edlia lhe convidasse a comer, a      pontualidade \u00e9 b\u00e1sica e \u00e9 recomend\u00e1vel que o apar\u00eancia seja formal. No lar,      \u00e9 costume repetir v\u00e1rias vezes o prato que mais agrada, sem que por isso se      descuide aos outros pratos do dia.<\/p>\n<p>Os      franceses gostam que os visitantes fa\u00e7am esfor\u00e7os para falar em sua l\u00edngua,      embora seja com um p\u00e9ssimo sotaque. S\u00e3o muito mais cordiais quando percebem      o interesse do visitante que quando lhe olham indeciso e incapaz de arriscar-se.      Rara vez respondem em outro idioma embora o conhe\u00e7am muito bem.<\/p>\n<p>As mulheres francesas, especialmente as parisienses, vestem com uma eleg\u00e2ncia      que n\u00e3o t\u00eam que ver com suas roupas ou adornos, sen\u00e3o mais que nada com a      gra\u00e7a que imprimem a seus movimentos, andares e gestos. Essa mesma gra\u00e7a que      cativa e faz mirar os lugares hist\u00f3ricos desta cultura com ansiosos olhos.    <\/p>\n<p>Os jovens t\u00eam acesso, em geral, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria pelo que sua prepara\u00e7\u00e3o      \u00e9 alta. Os centros educativos contam com grande tradi\u00e7\u00e3o no relativo a sua      qualidade, motivo que traz anualmente a milhares de estudantes dos lugares      mais rec\u00f4nditos do planeta. Este fato contribui a que o caleidosc\u00f3pio das      imagens urbanas se complique e se volte mais atrativo.<\/p>\n<p>Entre      as costumes mais importantes dos habitantes do pa\u00eds est\u00e1 a assist\u00eancia a espet\u00e1culos      teatrais, musicais e cinematogr\u00e1ficos. Sendo Fran\u00e7a o ber\u00e7o do cinema, seus      povoadores devoram com assiduidade o que a industria produz, especialmente      a cinematografia nacional, porque, um tra\u00e7o muito pr\u00f3prio dos galos \u00e9 o amor      \u00e0s produ\u00e7\u00f5es de sua p\u00e1tria.<\/p>\n<p>A      gente em Fran\u00e7a t\u00eam uma s\u00f3 costume comum, a de surpreender pela sua seguran\u00e7a,      por sua variedade e por sua facilidade para misturar-se com o novo sem perder      o que t\u00eam conservado por anos. Pela mesma raz\u00e3o, para conhecer aos franceses      h\u00e1 que transladar-se \u00e0s regi\u00f5es mais distantes das grandes cidades.<\/p>\n<p>Nelas      conservam-se costumes mais antigas, mais simples, especialmente no relativo      \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o e a divers\u00e3o, o que produz um agrad\u00e1vel contraste com a vida      urbana. A vida religiosa \u00e9 mais ativa nestas \u00e1reas, onde celebram-se incont\u00e1veis      festividades de car\u00e1ter religioso cada ano.<\/p>\n<p>Apesar      de todo, o principal tra\u00e7o do galo moderno \u00e9 seu apego \u00e0 liberdade individual,      apego que se fortaleceu com o governo socialista e que os faz afortunados      embora solit\u00e1rios. Possivelmente por essa solid\u00e3o e o agobio econ\u00f4mico que      vivem atualmente, estejam procurando com ansiedade as aten\u00e7\u00f5es de adivinhos      e curandeiros, deixando claro que n\u00e3o perderam seu car\u00e1ter m\u00e1gico, de heran\u00e7a      celtica.<\/p>\n<h4>ENTRETENIMENTO<\/h4>\n<p>Um      espirito de curiosidade e um pouco de energia s\u00e3o suficientes para n\u00e3o se      cansar num pa\u00eds como Fran\u00e7a, no que existem m\u00faltiplas formas para ocupar-se      e que abarcam desde os gostos e motivos mais simples at\u00e9 os desejos mais sofisticados.<\/p>\n<p>\u00c9      comum associar a esta na\u00e7\u00e3o com os eventos e lugares mais atrativos do mundo,      com a mais alta express\u00e3o art\u00edstica e cultural, contudo, em Fran\u00e7a podem-se      viver trepidantes aventuras em suas montanhas, seus rios e suas ilhas ou bem,      desfrutar de sossegados passeios por suas campinas, seus vinhedos, litorais      e cidades medievais.<\/p>\n<p>A      estranha qualidade mim\u00e9tica desta na\u00e7\u00e3o experta em abrir-se aos visitantes      de qualquer nacionalidade e cultura, faz que o estrangeiro veja nela justamente      o que deseja ver. Seja qual seja o interesse particular do viajante, nesta      terra poder\u00e1 encontr\u00e1-lo.<\/p>\n<p><strong>Mar,      Praia e Sol<\/strong><\/p>\n<p>As      areias do litoral Atl\u00e2ntico franc\u00eas s\u00e3o magn\u00edficas para os esportes de navega\u00e7\u00e3o      com vela j\u00e1 seja em \u00e1gua ou na areia. A regi\u00e3o do Canal da Mancha \u00e9 o lugar      ideal para os apaixonados do surf, especialmente durante os meses do outono.<\/p>\n<p>O      mergulho pode ser praticado com grande facilidade nas ilhas mediterr\u00e2neas      como C\u00f3rcega, Porquerolles e Port Cros. Suas \u00e1guas transparentes e esp\u00e9cies      marinhas far\u00e3o sentir a profundidade do imenso mar; se ademais, ao sair encontra-se      com esse ar de piratas que oferecem as ilhas, a experi\u00eancia ser\u00e1 \u00fanica.<\/p>\n<p><strong>Os      Portos do Atl\u00e2ntico oferecem uma possibilidade que nem todos os lugares do      mundo tem:<\/strong>\u00a0centros      naturistas onde pode-se levar uma vida tranq\u00fcila, distante da contamina\u00e7\u00e3o,      mas muito longe de resultar cansativa. se \u00e9 mais atrevido, as zonas costeiras      da Riviera, especialmente Saint Tropez, escondem pequenas praias destinadas      ao nudismo. Numa palavra, Fran\u00e7a oferece todas as possibilidades para quem      gosta de praia, areia e sol.<\/p>\n<p><strong>Turismo      Fluvial<\/strong><\/p>\n<p>Navegar      pelos rios da Fran\u00e7a \u00e9 uma aventura relaxada e atrativa. Mais de 12.000 quil\u00f4metros      de leito fluviais naveg\u00e1veis &#8211; gra\u00e7as aos 5.000 quil\u00f4metros de canais que      unem aos rios- oferecem variadas alternativas.<\/p>\n<p>Os      quatro principais rios (Dordonha, Loire, R\u00f3dano, \u00fanico rio que desemboca no      Mediterr\u00e2neo e o Sena), contam com tours organizados para percorrer seus afluentes      e desfrutar das paisagens que os rodeiam. estes passeios costumam ser tranq\u00fcilos,      por vezes animados durante a travessia com m\u00fasica ou um pequeno sal\u00e3o de baile,      mas que podem ser perfeitamente familiares. Existem cruzeiros de uma manh\u00e3      at\u00e9 de v\u00e1rios dias em modernas embarca\u00e7\u00f5es tipo hotel.<\/p>\n<p>Se      o que lhe atrai \u00e9 a independ\u00eancia e a solid\u00e3o, pode alugar um bote pequeno      ou uma casa flutuante e percorrer por suaconta a zona elegida. Entre os lugares      mais visitados e atrativos encontra-se o vale do Loire, o Canal de Borgonha,      o Marne que cruza os vinhedos de Champagne e chega a Estrasburgo e o Canal      de Midi que passa por Bordaux.<\/p>\n<p><b>Algumas      dire\u00e7\u00f5es de interesse para praticar turismo fluvial no Rodano:<\/b><\/p>\n<blockquote>\n<p>Relais        Nautique D\u00b4Avignon, Kapitaim Manureva Pont St Benezet. Avignon.<\/p>\n<p>DNP France,        20, Quai du Canal. Saint Guilles.<\/p>\n<p>Au Fil        de l\u00b4Eau, 1 Rue Emile Zola. Vitry sul Seine.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Cruzeiros<\/strong><\/p>\n<p>Fazer      um cruzeiro pelas pequenas ilhas que salpicam as costas francesas pode ser      uma aventura apaixonamte e rom\u00e2ntica.<\/p>\n<p><b>Existem      alguns lugares indicados para realizar esta atividade:<\/b><\/p>\n<blockquote>\n<p>Castelo        de If e Ilha de Frioul. Agrupamento de Armadores costeiros Marselleses.        Quai des Belgues. Marseille.<\/p>\n<p>L\u00b4Ile Verte.        Quai Ganteaume. A Ciotat \/ Quai de Gaulle. Le Voltigeur II. Le Monte Cristo        II.<\/p>\n<p>Ilha de        Bendor. Soci\u00e9t\u00e9 des Transports Maritimes de Bendor. Bandol.<\/p>\n<p>Ilha de        Hy\u00e9res (Porquerolles, Port Cros e Ile du Levant), Embarcadouro no porto        de Hy\u00e8res e na Tour Fondue.<\/p>\n<p>Transports        Maritimes du Litoral Varois. BP 1106.<\/p>\n<p>Compagnie        des Transports Maritimes &#8220;Iles d\u00b4Or&#8221; e &#8220;Le Corsire&#8221;.        15, Quai Gabriel P\u00e9ri. Le Lavandou.<\/p>\n<p>Armement        Yves Amal. 1247 Route de Faron. Toulon.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Centros      Termais<\/strong><\/p>\n<p>Desde      a \u00e9poca dos romanos existiram pequenas zonas termais acolhedoras e suaves.      Atualmente s\u00e3o centros de descanso invej\u00e1veis que oferecem m\u00faltiplos servi\u00e7os.      Entre os mais famosos est\u00e3o Bourbonne les Bains na zona dos Vosgos, Contrexeville,      Parque Vitel, Bourbole e Royat em Auvergne e Vichy, proximidades ao bosque      de Troncay e ao Lago Allier.<\/p>\n<p>No      mar tamb\u00e9m existem centros de talasoterapia que combinam as bondades da \u00e1gua      com as de algas marinhas e outros produtos relaxantes. As costas do oeste      oferecem servi\u00e7os de tipo tonificante e revitalizante; as do sul s\u00e3o as ideais      para o descanso e diminui\u00e7\u00e3o do estresse. As costas do norte est\u00e3o mais orientadas      \u00e0 relaxo atrav\u00e9s de atividades esportivas.<\/p>\n<p><strong>Pesca      em Lagos<\/strong><\/p>\n<p>As cadeias montanhosas contam com lagos que convertem-se no recipiente ideal      da primavera quando acontece o desgelo das altas montanhas. \u00c9 ent\u00e3o um momento      e um lugar ideal para a relaxo por meio da pesca encontrando salm\u00e3o, truta      e carpa entre outras esp\u00e9cies. Languedoc-Roussillom combina com harmonia a      pesca e a montanha. <\/p>\n<p>Se o que interessa \u00e9 encontrar-se com o m\u00edstico salm\u00e3o, os Pirineos Atl\u00e2nticos      s\u00e3o o lugar ideal. Se por outra parte, se desejam grandes esp\u00e9cies como marlins,      tubar\u00f5es e wahoos, (A Reuni\u00e3o no Indico) \u00e9 o lugar ideal.<\/p>\n<p><strong>Turismo      de Montanha<\/strong><\/p>\n<p>O      pa\u00eds conta com v\u00e1rias cadeias montanhosas de n\u00edveis m\u00e9dios e com os Alpes      e os Pirineos para as grandes altitudes. Sua ascens\u00e3o, tanto em ver\u00e3o como      em inverno, \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o inesquec\u00edvel. Em qualquer caso \u00e9 conveniente prever      as diversas situa\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e de sa\u00fade e n\u00e3o p\u00f4r-se metas imposs\u00edveis.      Apesar de que as zonas est\u00e3o altamente protegidas e oferecem esta\u00e7\u00f5es adequadas      para passar a noite ou descansar, \u00e9 melhor n\u00e3o arriscar-se demasiado.<\/p>\n<p><strong>Viajes      em Bicicleta<\/strong><\/p>\n<p>A      Fran\u00e7a t\u00eam uma grande tradi\u00e7\u00e3o ciclista. Quase pode-se cruzar todo o territ\u00f3rio      neste meio de transporte, embora desde logo com v\u00e1rias escalas.<\/p>\n<p>H\u00e1      mais de 28.000 sendeiros corretamente sinalizados para os amantes da bicicleta.<\/p>\n<p><strong>A      rota que se elija pode ir perfeitamente em fun\u00e7\u00e3o do que se quer ver e descobrir:<\/strong>\u00a0o      vinho, as costas, os castelos medievais, etc.<\/p>\n<p><strong>Viajes      a Cavalo<\/strong><\/p>\n<p>Este      nobre meio de transporte \u00e9 muito atrativo para dar um passeio corto ou de      mediana dura\u00e7\u00e3o sobre as zonas verdes da Fran\u00e7a. Suas paisagens adquirem uma      imagem muito mais hist\u00f3rica se percorrem num meio de locomo\u00e7\u00e3o t\u00e3o natural      como o cavalo. Pode alugar-se com ou sem guia nas cidades pr\u00f3ximas aos lugares      mais adequados para seu uso, como s\u00e3o as praias e povoados situados nos formosos      vales.<\/p>\n<p><strong>Espeleolog\u00eda<\/strong><\/p>\n<p>Mais      de 10.000 grutas e cavernas esperam para os curiosos que desejam descobrir      as profundidades da terra. As mais atrativas s\u00e3o as de Pierre S\u00e3o Mart\u00edn nos      Pirineos, Vercors, Ardeche e as Gargantas do Verdon. Se n\u00e3o se deseja ir t\u00e3o      longe, nos arredores de Paris as grutas pr\u00f3ximas a Fontainebleau podem ser      uma magn\u00edfica op\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O      roteiro dos vinhos<\/strong><\/p>\n<p>Cada regi\u00e3o t\u00eam seus vinhedos pr\u00f3prios e fascinantes, acompanhados de suas      vinhatarias e bodegas. Fazer um percurso por elas \u00e9 uma excelente forma de      compreender o aprecio por esta bebida. Pode-se escolher entre a rota de Alsacia,      a do maravilhoso e afamado Borgonha, que entre outubro e novembro converte-se      numa rota inesquec\u00edvel, a do Bordaux, o Loire, Proven\u00e7a e, por suposto, a      rota do Champagne. <\/p>\n<p>Fazer um itiner\u00e1rio do vinho \u00e9 em certa forma ver sua origem, sua gesta\u00e7\u00e3o      e seu destino. No caminho, que pode ser em \u00f4nibus ou inclusive em bicicleta,      podem-se ir descobrindo hist\u00f3rias fabulosas que adornam ao fruto da vide e      que t\u00eam tornado o produto mais t\u00edpico da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Rotas      Religiosas<\/strong><\/p>\n<p>Se      elige viajar \u00e0s mais renomeadas zonas religiosas da Fran\u00e7a pode faz\u00ea-lo amplamente.      Cada pequeno povoado e cada grande cidade guardam uma magn\u00edfica rela\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica      com a igreja. H\u00e1 ag\u00eancias que organizam tours exclusivamente para visitar      os monumentos, edif\u00edcios e todo o relacionado com a hist\u00f3ria religiosa.<\/p>\n<p><strong>Cemit\u00e9rios<\/strong><\/p>\n<p>Embora      possa parecer estranho, um dos melhores lugares para conhecer mais a fundo      o pa\u00eds s\u00e3o seus cemit\u00e9rios. Com uma grande reverencia pela morte, os franceses      t\u00eam-se distinguido pela beleza com que constr\u00f3em e conservam as \u00faltimas moradas      de seus homens e mulheres ilustres.<\/p>\n<p><strong>Turismo      Musical<\/strong><\/p>\n<p>Esta      \u00e9 uma classe de tour organizado para chegar a diversos lugares que t\u00eam rela\u00e7\u00e3o      direta com a m\u00fasica, especialmente durante a temporada de concertos ou os      programas de Opera de Paris. O plano inclui traslados, entradas aos concertos      e hotel com ou sem alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Cursos<\/strong><\/p>\n<p>A maioria dos cursos que se oferecem s\u00e3o para aprender o idioma franc\u00eas,      em especial em Paris e se ofertam durante o ver\u00e3o ou nas f\u00e9rias escolares.      Est\u00e3o organizados para toda classe de pessoas, embora predominam os destinados      a estudantes. <\/p>\n<p>Se dividem em principiantes, intermedi\u00e1rios e avan\u00e7ados. Existem tamb\u00e9m cursos      de gastronomia, hoteleira, etiqueta e artes que se promovem durante todo o      ano. Na zona de Proven\u00e7a, regi\u00e3o que t\u00eam recorrido grande parte da tradi\u00e7\u00e3o      francesa da arte popular, se distribuem cursos breves de olaria, gravura em      madeira, vidro, mosaico ou cobre, marceneria, pintura, fotografia, escultura,      tecido e cer\u00e2mica.<\/p>\n<p><strong>Vida      noturna<\/strong><\/p>\n<p>Para os amantes da escurid\u00e3o e as luzes artificiais, as noites costumam ser      intensas, especialmente em Paris. Centos de discotecas, bares, cafeterias,      centros de espet\u00e1culos, em ambos lados da cidade, lhe esperam.<\/p>\n<p> Um tranq\u00fcilo e rom\u00e2ntico passeio em bote pelo Sena \u00e9 poss\u00edvel em essas noite      de lua cheia que adquirem um cor diferente e reanimam os sentidos. O que deve      ter presente se gosta da vida noturna \u00e9 que Fran\u00e7a costuma ser cara no relativo      \u00e0s entradas e consuma\u00e7\u00f5es em seus centros e que alguns de eles s\u00e3o exclusivos      e n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil entrar sem reserva e inclusive em ocasiones, de nenhuma maneira.    <\/p>\n<p>Nas cidades de Proven\u00e7a, a vida de noite \u00e9 t\u00e3o agitada como em Paris, especialmente      na Riviera. Geralmente se exige roupa formal para ingressar a certos estabelecimentos.<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7os      de Museus e Parques de \u00d3cio<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Inter Mus\u00e9es        (Association), 25 rue du Renard, Paris.<\/p>\n<p>Caisse        Nationale des Monuments Historiques et des Sites, Hotel de Sully. 62, rue        Saint-Antoine, Paris.<\/p>\n<p>Mus\u00e9es        Nationaux, 49, rue Etienne-Marcel, Paris.<\/p>\n<p>Cit\u00e9 des        Sciences et de l\u00b4Industrie na Villette, 30 Avenue Corentim Cariu 75930 Paris        Cedex 19.<\/p>\n<p>Le Pays        France Miniature \/ Grupo de Museus Grevin, 25 Route du Masnil &#8211; 78 990 Elancourt.        Tel.<\/p>\n<p>Memorial        de Caem \/ Museu pela Paz, Esplanade D. Eisenhower. BP 6261 &#8211; 14066 Caem        Cedex.<\/p>\n<p>Nausica\u00e1        \/ Centro Nacional do Mar, Boulevard Ste-Beuve 62200 Boulogne sul Mer.<\/p>\n<p>Futuroscope,        BP 3030 &#8211; 86130, Jaunay Clan.<\/p>\n<p>Parc Ast\u00e9rix,        BP 8 &#8211; 60128 Plailly.<\/p>\n<p>Chateau        et Parc de Thoiry, 78770 Thoiry.<\/p>\n<p>Oc\u00e9anopolis        Brest, BP 411 &#8211; 29275 Brest Cedex.<\/p>\n<p>O Dorado        City, Chateauneuf les Martigues (Bouches du Rhone).<\/p>\n<p>Ok Corral,        Cuges-les-Pins (Bouches du Rhone).<\/p>\n<p>Aquacity,        Estrada de Sept\u00e8mes-les-Vallons &#8220;Le Petit P\u00e9age&#8221; (Bouches du Rhone).<\/p>\n<p>Parc Minifrance,        RN 7 Estrada de Nice Brignoles (Var).<\/p>\n<p>Niagra,        Estrada de Canadel A Mole (Var).<\/p>\n<p>Aqualand,        Z.A.C. des Pradeaux BP 42 Saint Cyr sul Mer C\u00e9dex (Var).<\/p>\n<p>Aquatica,        Dire\u00e7\u00e3o Sainte Maxime RN 98 Fr\u00e9jus (Var).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Parques      Naturais Nacionais<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Les Ecrins        (Is\u00e8re, Hautes Alpes).<\/p>\n<p>Port-Cros        (Var).<\/p>\n<p>Le Mercantour        (Alpes Maritimes, Alpes de Haute Provence).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Parques      Naturais Regionais<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Camargue        (Bouches du Rhone).<\/p>\n<p>Luberam        (Vaucluse, Alpes de Hautes Provence).<\/p>\n<p>Queyras        (Hautes Alpes).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Parques      Marinhos, Zoos e Parques Naturais Protegidos<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Parque        Regional Marinho da Cote Bleue (Bouches du Rhone).<\/p>\n<p>Parque        Regional Marinho da Baie da Ciotat (Bouches du Rhone).<\/p>\n<p>Le Barbem        Parque Zool\u00f3gico (Bouches du Rhone).<\/p>\n<p>Parque        Natural Protegido des Cordes (Bouches du Rhone).<\/p>\n<p>Parque        Zool\u00f3gico (Var).<\/p>\n<p>Zoo e Jardim        ex\u00f3tico (Var).<\/p>\n<p>Zoo (Var).<\/p>\n<p>Feiras        de Mont-Faram (Var).<\/p>\n<p>Parque        das Aves (Var).<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>FESTIVIDADES<\/h4>\n<p>Um dos maiores atrativos da Fran\u00e7a s\u00e3o suas festas e festivais. Anualmente      celebram-se mais de 500 acontecimentos relacionados com o cinema, a arte,      a religi\u00e3o, o esporte e a gastronomia, entre outros, que n\u00e3o s\u00f3 resultam conhecidos      em todo o mundo, sen\u00e3o que representam a elite de diversos setor es.<\/p>\n<p> Por outro lado, cada regi\u00e3o t\u00eam \u00e0 parte que seu vinho, sua cozinha e seu      queijo, suas festividades pr\u00f3prias. N\u00e3o h\u00e1 que esquecer que Fran\u00e7a \u00e9 uma na\u00e7\u00e3o      onde convergem grandes culturas de antanho e contempor\u00e2neas, pelo que seus      festivais est\u00e3o abertos ao mundo.<\/p>\n<p><strong>Janeiro      &#8211; Fevereiro<\/strong><\/p>\n<p>A      princ\u00edpios de janeiro t\u00eam lugar o Festival Internacional do Circo em M\u00f4naco      onde os melhores palha\u00e7os, trapezistas, magos e domadores do mundo se d\u00e3o      encontros para reivindicar sua profiss\u00e3o. A mediados do mesmo m\u00eas t\u00eam lugar      o Rally de Montecarlo, de grande tradi\u00e7\u00e3o no mundo do automobilismo.<\/p>\n<p>Em      fevereiro os Carnavais se vivem, como em outros pa\u00edses da Europa, sendo o      mais importante o de Nice, onde a cultura mediterr\u00e2nea imp\u00f5e seus disfarces,      suas fantasias e sua algaravia.<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o      &#8211; Abril<\/strong><\/p>\n<p>Entre      os meses de mar\u00e7o e abril realiza-se o Prix du Pr\u00e9sident da R\u00e9publique no      hip\u00f3dromo de Auteuil, em Paris. Tamb\u00e9m em abril comparessem as melhores raquetes      do mundo no Campeonato Aberto de T\u00eanis de Montecarlo.<\/p>\n<p>No      vale do Loire, desde abril at\u00e9 setembro, realizam-se em numerosos castelos      Espet\u00e1culos de Luz e Som.<\/p>\n<p>A      \u00e9poca de Semana Santa, que sempre celebra-se em algum destes meses, \u00e9 temporada      para desfrutar, em cada regi\u00e3o, as diferentes e particulares vis\u00f5es do cristianismo.      As festividades do norte, antiga zona celta, se caraterizam pelo colorido      de seus trajes e sua m\u00fasica.<\/p>\n<p><strong>Maio      &#8211; Junho<\/strong><\/p>\n<p>Maio \u00e9 um m\u00eas muito ativo. Destaca o Festival de Cinema de Cannes que durante      dos semanas re\u00fane \u00e0s estrelas mais famosas do mundo cinematogr\u00e1fico e que      conta com um grande prestigio dentro do cinema cultural e de vanguarda. <\/p>\n<p>Quase ao mesmo tempo t\u00eam lugar a Maratona Internacional de Paris no cora\u00e7\u00e3o      desta hist\u00f3rica cidade. para finais deste m\u00eas inicia o Festival Internacional      de Lyon e o Campeonato Aberto de T\u00eanis da Fran\u00e7a, que celebra-se no est\u00e1dio      Roland Garros de Paris.<\/p>\n<p>A mediados de junho inicia o Festival du Marais, dedicado durante um m\u00eas      aos espet\u00e1culos de m\u00fasica, dan\u00e7a e teatro e realizado nas igrejas e mans\u00f5es      hist\u00f3ricas de Marais, em Paris. Tamb\u00e9m neste m\u00eas celebra-se o Festival Internacional      de M\u00fasica de Estrasburgo assim como a grande Corrida de Obst\u00e1culos de Paris      que realiza-se no hip\u00f3dromo parisiense de Auteuil. <\/p>\n<p>O 21 de junho em toda Fran\u00e7a \u00e9 a Festa da M\u00fasica, com a que se comemora o      inicio do ver\u00e3o. O Gran Pr\u00eamio de Paris fecha o m\u00eas de junho com a emo\u00e7\u00e3o      da compet\u00eancia h\u00edpica em cavalos de tr\u00eas anos no hip\u00f3dromo de Longchamp.<\/p>\n<p><strong>Julho      &#8211; Agosto<\/strong><\/p>\n<p>Julho      \u00e9 o m\u00eas da Fran\u00e7a por excel\u00eancia. O dia 14 se comemora o Dia da Queda Bastilha,      s\u00edmbolo da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa de 1789. A calidez do ver\u00e3o franc\u00eas \u00e9 o marco      de numerosos acontecimentos de todo tipo, especialmente no m\u00eas de julho. O      Festival de Avignon destina seu espa\u00e7o ao teatro europeu de vanguarda apresentando      espet\u00e1culos por toda a zona. O Gran Festival de Jazz, em Nice, oferece os      melhores grupos deste g\u00eanero, enquanto que o Festival de M\u00fasica e Arte L\u00edrica,      em Aix-en-Provence, deleita durante quase tr\u00eas semanas aos amantes dos espet\u00e1culos      musicais.<\/p>\n<p>O      Festival de Ver\u00e3o de Paris, que inicia a mediados de julho e se prolonga at\u00e9      finais de setembro, dedica seu espa\u00e7o \u00e0 m\u00fasica cl\u00e1ssica executada em igrejas,      museus e salas de toda a cidade. Entre julho e agosto, o Festival Internacional      de Fogos Artificiais converte-se numa deslumbrante exibi\u00e7\u00e3o pirot\u00e9cnica em      M\u00f4naco.<\/p>\n<p><strong>O      m\u00eas de julho termina com a corrida ciclista mais famosa do mundo:\u00a0<\/strong>o      Tour da Fran\u00e7a, a cuja meta nos Campos Eliseos acorrem grande quantidade de      amantes para aclamar aos corredores.<\/p>\n<p>Durante      agosto continuam alguns dos festivais musicais e art\u00edsticos iniciados em julho.      Em Bretanha t\u00eam lugar o Festival Interc\u00e9ltico de Lorient que rememora as dan\u00e7as,      cantos e lendas herdadas dos celtas.<\/p>\n<p><strong>Setembro      &#8211; Outubro<\/strong><\/p>\n<p>Em      setembro, quando o clima \u00e9 ainda quente mas longe das chuva ver\u00e3os, come\u00e7a      o Festival de M\u00fasica de Bensancon e Franche Comt\u00e9 dedicado \u00e0 m\u00fasica de c\u00e2mara.      Neste mesmo m\u00eas inicia o Festival de Outono de Paris, dedicado \u00e0s artes e      que se prolonga at\u00e9 finais de dezembro.<\/p>\n<p>Entre      setembro e outubro celebram-se as Festas do vinho cujo motivo \u00e9 a celebra\u00e7\u00e3o      da colheita da uva nas regi\u00f5es vin\u00edcolas da Fran\u00e7a como Champagne-Ardenne,      Alsacia e Borgonha. Tamb\u00e9m nessas datas tem lugar a Bienal de Dan\u00e7a de Lyon      que representa um cen\u00e1rio important\u00edssimo para a dan\u00e7a contempor\u00e2nea e moderna.<\/p>\n<p>Nos      primeiros dias de outubro t\u00eam lugar o Prix de l&#8217;Arc de Triomphe, corrida anual      de cavalos que se leva a cabo no hip\u00f3dromo de Longchamp em Paris.<\/p>\n<p><strong>Novembro      &#8211; Dezembro<\/strong><\/p>\n<p><strong>Na      regi\u00e3o de Borgonha, a finais do m\u00eas de novembro realiza-se o festival de vinho      desta denomina\u00e7\u00e3o que inclui a subasta mais importante de todo o ano:<\/strong>\u00a0Les      Trois Glorieses. Esta festividade conta com uma grande tradi\u00e7\u00e3o, momento em      que as fam\u00edlias desfilam pelos vinhedos e fazem do campo seu peda\u00e7o de \u00e9den      desfrutando de uma deliciosa e tradicional merenda.<\/p>\n<p>Dezembro,      m\u00eas do Natal num pa\u00eds de tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3, traz o dia 24 o Festival do Pastor,      uma celebra\u00e7\u00e3o natalina que inclui uma tradicional missa de galo e um atrativo      nascimento de figuras vivas em Les Baux, Proven\u00e7a. O Natal franc\u00eas est\u00e1 cheio      do colorido carater\u00edstico desta \u00e9poca do ano que oferece variados espet\u00e1culos      organizados principalmente para as crian\u00e7as pelos setores comerciais da na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Aparte      disso tudo, Paris oferece ao longo do ano as celebra\u00e7\u00f5es, n\u00e3o hist\u00f3ricas nem      tradicionais, mas sim muito esperados os desfiles de moda, de cal\u00e7ados, de      acess\u00f3rios e objetos de adorno. H\u00e1 tamb\u00e9m inumer\u00e1veis eventos musicais, de      dan\u00e7a, de teatro ou esportivos que se projetam em diferentes \u00e9pocas do ano      e que podem ser o ponto principal de uma visita a esta maravilhosa terra.<\/p>\n<h4>TRANSPORTES<\/h4>\n<p><strong>Avi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>As      principais cidades da Fran\u00e7a est\u00e3o comunicadas por via a\u00e9rea. Existe, al\u00e9m      de Air France, duas linhas a\u00e9reas de car\u00e1ter nacional e ao redor de 29 regionais.<\/p>\n<p>As      principais cidades francesas contam com um aeroporto grande e moderno.<\/p>\n<p><strong>Paris      t\u00eam dois aeroportos internacionais:<\/strong>\u00a0o      de Orly, situado a 14 quil\u00f4metros ao sudeste da cidade e o Charles de Gaulle,      tamb\u00e9m conhecido como Roissy, 23 quil\u00f4metros ao norte do centro da cidade.      Ambos aeroportos oferecem facilidades ao viajante para transladar-se a qualquer      lugar da cidade desde as 5.55 h. at\u00e9 as 23:00 h.<\/p>\n<p>Em      ambos existem conex\u00f5es com o trem expresso suburbano, com \u00f4nibus especiais      e com taxis. A diferen\u00e7a de pre\u00e7o entre o trem e os \u00f4nibus, com respeito ao      taxi \u00e9 consider\u00e1vel pelo que \u00e9 recomend\u00e1vel, se leva pouca bagagem e se disp\u00f5e      de tempo, utilizar o transporte p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>Barco<\/strong><\/p>\n<p>Fran\u00e7a conta com uma excelente rede de rotas mar\u00edtima que enla\u00e7am v\u00e1rios      pa\u00edses da Europa e do resto do mundo. As mais populares rotas as mant\u00e9m com      Inglaterra e Espanha atrav\u00e9s dos Ferrys que percorrem o Canal da Mancha. <\/p>\n<p>Na zona mediterr\u00e2nea existem, ao alcance da maioria, cruzeiros desde 2 at\u00e9      30 dias que variam de pre\u00e7o de acordo \u00e0 qualidade do servi\u00e7o contratado. O      maior atrativo da navega\u00e7\u00e3o por mar radica mais na possibilidade de apreciar      os formosos lugares da Costa Azul, gozar de divers\u00e3o e um servi\u00e7o completo,      mais que como um meio de transporte.<\/p>\n<p>As      embarca\u00e7\u00f5es estrangeiras podem atracar em qualquer porto mar\u00edtimo franc\u00eas      sem ter que pagar quota alguma exceto se pensa permanecer mais de 30 dias;      neste caso t\u00eam de pagar-se um imposto por repatria\u00e7\u00e3o da nave. Respeito \u00e0      navega\u00e7\u00e3o fluvial, as disposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o diferentes e os estrangeiros que trazem      seu pr\u00f3prio barco dever\u00e3o abonar um imposto para poder navegar em \u00e1guas de      rios franceses.<\/p>\n<p>Existem      ag\u00eancias que alugam barcos de diversos tamanhos para que o turista os conduza,      ou bem, previstos de tripula\u00e7\u00e3o. Em ambos casos, o seguro \u00e9 obrigat\u00f3rio. Tamb\u00e9m      existem companhias que oferecem rotas de navega\u00e7\u00e3o por diversos rios, muito      populares, pois Fran\u00e7a \u00e9 o pa\u00eds europeu com maior densidade de tr\u00e1fico fluvial.      estes percursos geralmente s\u00e3o t\u00e3o atrativos como os mar\u00edtimos, com o aumento      da emo\u00e7\u00e3o das correntes e o passo constante por vilas pitorescas e grandes      cidades. Entre as rotas mais solicitadas est\u00e3o as de Bretanha e Borgonha.<\/p>\n<p><strong>TRENS      TALGO TRANS-PIRINEOS<\/strong><\/p>\n<p>Sem      lugar a d\u00favidas, uma das melhores formas para aceder a Fran\u00e7a desde Espanha      \u00e9 faz\u00ea-lo com os TRENS TALGO TRANS-PIRINEOS. As vantagens podem ser inumer\u00e1veis      pois os trajetos diretos realizam-se durante a noite (o que se traduz na economia      de uma noite de hotel) em confort\u00e1veis carros cama (cabina individual, cabina      doble, cabina qu\u00e1drupla), em alguns casos previstos de ducha e lavabo, com      os \u00faltimos avan\u00e7os e comodidades dos trens pr\u00f3prios do s\u00e9culo XXI. Todos os      trens contam com Coche Cafeteria, para picar e beber algo e com Coche Restaurante,      com os melhores pratos da gastronomia espanhola e francesa.<\/p>\n<p>Os      trens TALGO TRANS-PIRINEOS t\u00eam sua chegada a seu destino a primeiras horas      da manh\u00e3 nas principais esta\u00e7\u00f5es, pelo que o passageiro, descansado e com      caf\u00e9 da manh\u00e3 tomado, aproveita ao m\u00e1ximo seu dia. Deste modo, o sistema Talgo      RD permite o cambio autom\u00e1tico das vias sem a interven\u00e7\u00e3o humana (no h\u00e1 que      esquecer que o largo das vias espanholas \u00e9 diferente ao do resto de pa\u00edses      da Europa).<\/p>\n<p><b>Os      trens TALGO TRANS-PIRINEOS, batizados com nomes de personagens emblem\u00e1ticos,      oferecem os seguintes trajetos:<\/b><\/p>\n<blockquote>\n<p>Trem &#8220;Francisco        de Goya&#8221;, Madrid &#8211; Paris, com uma parada especial em Poitiers muito        perto do Parque Tem\u00e1tico Futuroscope.<\/p>\n<p><strong>Trem        &#8220;Joan Mir\u00f3&#8221;, Barcelona &#8211; Paris, com uma parada na capital da borgonha        francesa:\u00a0<\/strong>Dijon.<\/p>\n<p>Trem &#8220;Paul        Casals&#8221;, Barcelona &#8211; Zurich (com paragens em Geneve, Lausana, Berna        e Friburgo).<\/p>\n<p>Trem &#8220;Salvador        Dal\u00ed&#8221;, Barcelona &#8211; Mil\u00e1m (com parada em Tur\u00edn).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Trem<\/strong><\/p>\n<p>Em      Fran\u00e7a existem trens de Alta Velocidade (TGV) que fazem percursos entre Paris      e as principais cidades como Lyon, Bordaux, Nantes, Rennes e Marseill. A reserva      no TGV \u00e9 obrigat\u00f3ria. Tamb\u00e9m conta com trens normais que est\u00e3o classificados      em v\u00e1rias categorias e cujos pre\u00e7os variam entre uma e outra classe. A maior      parte dos trens contam com camas, comedor, sal\u00e3o e servi\u00e7os higi\u00eanicos. Viajar      neles, al\u00e9m da comodidade e beleza, \u00e9 a oportunidade de apreciar melhor as      paisagens da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>As      grandes cidades contam com v\u00e1rias esta\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias, distribu\u00eddas na cidade      de acordo aos lugares de onde procedem e a onde retornam.<\/p>\n<p><strong>Em      Paris, por exemplo, h\u00e1 seis esta\u00e7\u00f5es de trem internacionais:<\/strong>\u00a0Gare      du Nord, para quem chega ou parte para o norte via Calais; Gare Saint Lazare,      para quem se dirige ao norte via Dieppe; Gare del&#8217;Est, para aqueles que t\u00eam      como destino Europa Central; Gare de Lyon, para dirigir-se para Proven\u00e7a e      Italia; Gare d&#8217;Austerlitz, para viajar para o vale do Loire e Espanha; e Gare      Montparnasse para quem tem seu destino em dire\u00e7\u00e3o Bordaux.<\/p>\n<p>Para      percorrer o interior do pa\u00eds fazendo uso das redes nacionais de trem se t\u00eam      v\u00e1rias alternativas. A melhor e mais r\u00e1pida s\u00e3o os trens de alta velocidade      cuja velocidade varia entre os 250 e 300 km\/hora dependendo da rota a que      corresponda. Com os TGV \u00e9 poss\u00edvel transladar-se de Paris a Lyon, Su\u00ed\u00e7a, a      Riviera, Angers, Nantes, Tours e Bordaux. Para o resto de destinos existem      trens regulares que s\u00e3o limpos, c\u00f4modos e oferecem servi\u00e7o de comedor na maioria      dos casos, embora os alimentos costumam ser caros. Em Fran\u00e7a existe o costume      de cobrar um importe adicional por viajar nas horas de maior tr\u00e1fico.<\/p>\n<p>No      caso de que se requer viajar de noite, os trens internos da Fran\u00e7a contam      com os conhecidos &#8220;wagon-lits&#8221; (coches cama) e os leitos ou &#8220;couchettes&#8221;,      que est\u00e3o agrupadas de seis em seis.<\/p>\n<p>A      empresa de transporte ferrovi\u00e1rio organiza o calend\u00e1rio em dias vermelhos,      brancos e azules. Os primeiros s\u00e3o os feirados, durante os quais n\u00e3o existe      nenhuma classe de descontos; os dias brancos correspondem ao fim de semana      e s\u00f3 oferecem descontos do 20% aos jovens e aos passageiros da terceira idade.      Os dias azuis s\u00e3o os dias uteis, exceto a sexta-feira, e oferecem um desconto      do 50% \u00e0s mesmas pessoas que os dias brancos. Em qualquer caso, a tarifa do      trem n\u00e3o varia comprando a viagem redondo e costuma diminuir quando se compra      um b\u00f4nus de 4 ou 8 viagens.<\/p>\n<p><strong>\u00d4nibus<\/strong><\/p>\n<p>O      \u00f4nibus n\u00e3o \u00e9 o meio mais popular dentro da Fran\u00e7a, possivelmente porque a      rede ferrovi\u00e1ria o substitui. As esta\u00e7\u00f5es de \u00f4nibus costumam estar distantes      das zonas centrais das cidades e o mais comum \u00e9 que os visitantes estrangeiros      que chegam por este meio, o fa\u00e7am em tours previamente organizados por ag\u00eancias      de viagens com lugares especiais para estacionar.<\/p>\n<p><strong>Carro<\/strong><\/p>\n<p>As      estradas francesas s\u00e3o seguras e encontram-se em muito bom estado. A rede      de estradas cobre densamente o pa\u00eds e pode-se chegar por este meio a qualquer      lugar.<\/p>\n<p><strong>A      circula\u00e7\u00e3o \u00e9 pela direita e as velocidades permitidas variam de acordo ao      tipo de estrada:<\/strong>\u00a050      km\/h nas zonas urbanas, 90 km\/h em estrada, 110 km\/h em autovias e 130 km\/h      em auto-estradas. \u00c9 obrigat\u00f3rio o cinto de seguran\u00e7a para todos os passageiros      que viajem no ve\u00edculo. As crian\u00e7as dever\u00e3o ter dispositivos adequados para      sua idade que lhes assegurem durante o trajeto e em caso de acidentes. \u00c9 v\u00e1lido      o carn\u00ea de conduzir de outros pa\u00edses sempre que o condutor seja maior de 21      anos e o ve\u00edculo tenha seguro a terceiros. As infra\u00e7\u00f5es para os estrangeiros      devem abonar-se no momento mesmo em que s\u00e3o impostas e costumam ser altas.<\/p>\n<p>A tarifa nas auto-estradas de ped\u00e1gio \u00e9 elevada, todavia, isto se compreende      ao observar o magn\u00edfico estado em que encontram-se as auto-estradas e os servi\u00e7os      que oferecem aos condutores. As \u00e1reas de descanso e servi\u00e7o s\u00e3o maravilhosas      e oferecem toda classe de produtos necess\u00e1rios para o caminho, boas comidas      e postos de gasolina r\u00e1pidos e c\u00f4modos. <\/p>\n<p>Existe um servi\u00e7o de aten\u00e7\u00e3o em caso de avarias por meio do qual basta uma      chamada para que um membro de uma oficina autorizada se apresente e conserte      qualquer defeito mec\u00e2nico ou auxilie em rebocar o ve\u00edculo. <\/p>\n<p>As \u00e1reas de descanso t\u00eam sido desenhadas pensando em toda classe de viajantes      e contam com lugares para merendar, para relaxar-se ou para que as crian\u00e7as      brinquem. desta maneira, as auto-estradas oferecem uma paisagem inesquec\u00edvel      e uma especial proximidade \u00e0 cultura francesa.<\/p>\n<p>Se      n\u00e3o t\u00eam carro ou n\u00e3o deseja pagar o custo de transladar o seu pr\u00f3prio, pode      encontrar as mais prestigiosas ag\u00eancias de aluguel de ve\u00edculos em Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Transportes      P\u00fablicos<\/strong><\/p>\n<p>O      melhor para percorrer a cidade uma vez instalado \u00e9 converter-se num audaz      pedestre. A quantidade e proximidade de lugares hist\u00f3ricos, museus, monumentos,      restaurantes e centros de interesse faz que as dist\u00e2ncias sejam assombrosamente      curtas; enquanto que a vista resulta muito atrativa com os mercados, lojas,      varandas e bairros, que leva \u00e0 conclus\u00e3o de que caminhar \u00e9 o melhor que pode-se      fazer em Fran\u00e7a. Para um percurso maior pode utilizar o metr\u00f4 em Paris, Lille,      Lyon, Marseill, Toulouse e Rouen. O hor\u00e1rio de servi\u00e7o \u00e9 das 5:30 h \u00e0s 0:30      h.<\/p>\n<p>O \u00f4nibus \u00e9 outra boa op\u00e7\u00e3o para transladar-se dentro das cidades francesas.      O servi\u00e7o \u00e9 bom e amplio em qualidade e cobertura de dist\u00e2ncia e de hor\u00e1rio;      geralmente iniciam \u00e0s 6:30 h e terminam \u00e0s 22:30 horas. Por a noite h\u00e1 um      servi\u00e7o noturno de \u00f4nibus em Paris, uma cidade que n\u00e3o dorme. <\/p>\n<p>Os bilhetes se compram ao momento de abordar ou nos estancos; podem-se adquirir      por unidade ou por b\u00f4nus, existindo combina\u00e7\u00f5es variadas segundo as necessidades      do viajante. Lembre-se de conservar seu bilhete durante o trajeto.<\/p>\n<p>O      carro n\u00e3o \u00e9, no caso do turista, o melhor meio para percorrer uma cidade francesa.      O melhor \u00e9 estacion\u00e1-lo em algum lugar seguro, dif\u00edcil de encontrar, por certo,      e percorrer a cidade por outros meios. O taxi \u00e9 um meio que deve deixar-se      como recurso especial, pois costuma ser caro, pode-se encontrar em meio de      um engarrafamento n\u00e3o economizar tempo nem dinheiro.<\/p>\n<p><strong>Bicicleta<\/strong><\/p>\n<p>Os      franceses s\u00e3o grandes amantes ao ciclismo; por isso \u00e9 freq\u00fcente encontrar      espa\u00e7o para as bicicletas nas estradas e caminhos, assim como numerosas empresas      de aluguer. Talvez n\u00e3o seja o meio mais adequado para percorrer o pa\u00eds, contudo,      a bicicleta oferece uma possibilidade de sair do turismo tradicional e se      recomenda, ao menos durante um pequeno percurso entre uma cidade ou povoado      e outro.<\/p>\n<p>Fonte: www.rumbo.com.br<\/p>\n<h6>Fran\u00e7a<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><strong>&#8220;Marcos      hist\u00f3ricos monumentais, belos jardins, cozinha de classe internacional, alta      costura, um dos maiores e mais completos sistema de metr\u00f4 do mundo e toda      sua vida sociocultural. &#8220;<\/strong><\/p>\n<p>Famosa      pela culin\u00e1ria, pela moda, pelos perfumes e conhecida como importante centro      irradiador de cultura, a Fran\u00e7a \u00e9 um dos pa\u00edses mais visitados do mundo.<\/p>\n<p><strong>Localizada      a oeste da Europa Ocidental, ocupa uma \u00e1rea de 543.965 km\u00b2 e tem uma popula\u00e7\u00e3o      de aproximadamente 58,9 milh\u00f5es de habitantes, composta basicamente por tr\u00eas      grupos:<\/strong>\u00a0o      n\u00f3rdico, o alpino e o mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>Paris,      a &#8220;cidade luz&#8221;, \u00e9 a capital do pa\u00eds e o destino preferido de milh\u00f5es      de turistas, mas a Fran\u00e7a oferece paisagens variadas e atraentes, que v\u00e3o      das regi\u00f5es montanhosas dos Alpes \u00e0 ensolarada costa mediterr\u00e2nea.<\/p>\n<h4>Divers\u00e3o<\/h4>\n<p>Centro      de discotecas, bares, cafeterias, centros de espet\u00e1culos, em ambos lados da      cidade, lhe esperam. Um tranq\u00fcilo e rom\u00e2ntico passeio em bote pelo Sena \u00e9      poss\u00edvel em essas noite de lua cheia que adquirem um cor diferente e reanimam      os sentidos. O que deve ter presente se gosta da vida noturna \u00e9 que Fran\u00e7a      costuma ser cara no relativo \u00e0s entradas e consuma\u00e7\u00f5es em seus centros e que      alguns de eles s\u00e3o exclusivos e n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil entrar sem reserva e inclusive      em ocasiones, de nenhuma maneira.<\/p>\n<h4>Transporte<\/h4>\n<p>A      principal porta de entrada internacional para Paris e a Fran\u00e7a \u00e9 o Aeroporto      Charles de Gaulle [1] (CDG), tamb\u00e9m conhecido como Roissy, que \u00e9 o segundo      mais movimentado da Europa. Situado a 23 quil\u00f4metros do centro de Paris, o      aeroporto tem diversas conex\u00f5es com a cidade e at\u00e9 mesmo com outras partes      do pa\u00eds e da Europa,<\/p>\n<p>Do      terminal 2 (onde pousam a Air France e a TAM &#8211; a TAP usa o terminal 1) parte      a linha B do RER.<\/p>\n<p>A      rede do metr\u00f4 \u00e9 muito extensa e, n\u00e3o importa onde voc\u00ea v\u00e1, quase sempre haver\u00e1      uma esta\u00e7\u00e3o por perto.<\/p>\n<h4>Dinheiro<\/h4>\n<p>A      moeda corrente \u00e9 o Euro da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia.<\/p>\n<p><strong>Existem      notas de maior valor:<\/strong>\u00a0de      500 euros, 200 euros, 100 euros e 50 euros e circulam, tamb\u00e9m, notas de menor      valor: de 20 euros, 10 euros e 5 euros.<\/p>\n<p>O      cambio de moeda pode-se realizar tanto nos bancos como nos escrit\u00f3rios de      cambio situados em aeroportos, esta\u00e7\u00f5es, hot\u00e9is e em numerosos lugares.<\/p>\n<h4>Clima<\/h4>\n<p>No      inverno as temperaturas s\u00e3o baixas em todas as regi\u00f5es, embora n\u00e3o costumam      descender baixo zero, excetuando a zona dos Alpes e os Pirineos.<\/p>\n<p>No      ver\u00e3o a temperatura atinge os 27 graus cent\u00edgrados na maior parte do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>Os      melhores meses para conhecer Fran\u00e7a s\u00e3o junho, quando o clima quente come\u00e7a      a invadir mas ainda n\u00e3o \u00e9 muito quente e setembro, que conserva o encanto      do ver\u00e3o sem as sufocantes temperaturas.<\/p>\n<p>A      primaveira se instala em Fran\u00e7a em maio.<\/p>\n<p>A      temporada de esqui nos Alpes come\u00e7a em dezembro.<\/p>\n<h4>Paris<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca2.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><br \/>\n<strong>Torre Eiffel<\/strong><\/p>\n<p><b>Paris<\/b>\u00a0\u00e9      a capital cosmopolita da Fran\u00e7a e a mais visitada do mundo. Com 3 milh\u00f5es      de pessoas vivendo na cidade e mais 10 milh\u00f5es em seus sub\u00farbios (la banlieue)      \u00e9 uma das maiores cidades da Europa. Localizada ao norte da Fran\u00e7a, \u00e0s margens      do rio Sena, \u00e9 conhecida como a &#8220;Cidade Luz&#8221;.<\/p>\n<p>Tal      reputa\u00e7\u00e3o se deve talvez por ser um dos mais bonitos e rom\u00e2nticos lugares      do mundo, cheia de hist\u00f3ria e mantendo uma vasta influ\u00eancia sobre a cultura,      arte, moda, culin\u00e1ria e arquitetura.<\/p>\n<p>Fonte: www.souturista.com.br<\/p>\n<h6>Fran\u00e7a<\/h6>\n<p>A\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0\u00e9      um pa\u00eds da Europa Ocidental.<\/p>\n<p>A      capital \u00e9 Paris.<\/p>\n<p>A      principal religi\u00e3o \u00e9 o Cristianismo (Catolicismo).<\/p>\n<p>A      l\u00edngua nacional \u00e9 o Franc\u00eas.<\/p>\n<p>Embora finalmente um vencedor na Primeira e na Segunda Guerras Mundiais,      a Fran\u00e7a sofreu perdas consider\u00e1veis em seu imp\u00e9rio, riqueza, m\u00e3o-de-obra,      e classifica\u00e7\u00e3o como um estado-na\u00e7\u00e3o dominante. <\/p>\n<p>A <strong>Fran\u00e7a<\/strong> \u00e9 hoje um dos pa\u00edses mais modernos do mundo e \u00e9      l\u00edder entre as na\u00e7\u00f5es Europ\u00e9ias. Ela desempenha um papel influente global      como um membro permanente do Conselho de Seguran\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es Unidas, da NATO,      do G-8, do G-20, da UE e de outras organiza\u00e7\u00f5es multilaterais. A Fran\u00e7a voltou      \u00e0 estrutura de comando militar integrado da OTAN em 2009, revertendo a decis\u00e3o      de Gaulle em 1966 para levar as for\u00e7as Francesas fora da NATO. <\/p>\n<p>Desde 1958, ela construiu um sistema presidencial-parlamentar h\u00edbrido resistente      \u00e0s instabilidades com experi\u00eancia nas administra\u00e7\u00f5es anteriores mais puramente      parlamentares. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a sua reconcilia\u00e7\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o com a      Alemanha provaram-se centrais para a integra\u00e7\u00e3o economica da Europa, incluindo      a introdu\u00e7\u00e3o de uma moeda de troca comum, o euro, em Janeiro de 1999. <\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo 21, cinco entidades Francesas ultramarinas &#8211; a Guiana      Francesa, Guadalupe, Martinica, Mayotte, e Reuni\u00e3o &#8211; tornaram-se regi\u00f5es Francesas      e passaram a fazer parte da pr\u00f3pria Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Por muitos s\u00e9culos, a Fran\u00e7a reinou como o centro cultural do mundo Ocidental.      Durante a Idade M\u00e9dia e o Renascimento, as pessoas educadas em toda a Europa      aprendiam a falar o Franc\u00eas. Elas citavam os fil\u00f3sofos e romancistas Franceses.      E, se pudessem se dar ao luxo de fazer isso, viajavam a Paris para visitar      seus museus e bibliotecas. <\/p>\n<p>Hoje a Fran\u00e7a, especialmente a capital de Paris, continua a ser um centro      mundial da arte, arquitetura, moda, alimentos gourmet, e do estilo elegante      de viver.<\/p>\n<p>As      sofisticadas cidades da Fran\u00e7a t\u00eam uma beleza especial. Elas oferecem a grandiosa      arquitetura ainda graciosa, caf\u00e9s rom\u00e2nticos, e passeios nas arborizadas alamedas      do rio. A Fran\u00e7a \u00e9 tamb\u00e9m uma terra de tirar o f\u00f4lego de montanhas cobertas      de neve, praias ressecadas pelo sol, e brilhantes oceanos azuis. Nas aldeias      interior, azinhagas sombreadas conduzem afora ao longo de c\u00f3rregos suavemente      fluindo para as vinhas nas encostas, \u00e0s pastagens e campos agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>Em      toda a Fran\u00e7a, v\u00ea-se exclusivamente os seus pal\u00e1cios elegantes, ou ch\u00e2teaux.      Muitos s\u00e3o cercados por jardins elaboradamente paisag\u00edsticos.<\/p>\n<p>Muitas      partes da Fran\u00e7a estavam em ru\u00ednas ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial. Mas a na\u00e7\u00e3o      reconstruiu-se rapidamente. Hoje, ela \u00e9 uma das principais pot\u00eancias Europeias      no campo dos neg\u00f3cios, a defesa militar, e a ci\u00eancia. Ela tamb\u00e9m permanece      o local favorito de f\u00e9rias da Europa e o principal destino tur\u00edstico do mundo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m      da Fran\u00e7a continental, a Rep\u00fablica Francesa inclui a ilha Mediterr\u00e2nica da      C\u00f3rsega e oito territ\u00f3rios ultramarinos. Esses territ\u00f3rios s\u00e3o ex-col\u00f4nias      Francesas, cujo povo tem elegido para manter sua cidadania Francesa. Com exce\u00e7\u00e3o      de uma, a Guiana Francesa,na costa nordeste da Am\u00e9rica do Sul, todas elas      consistem de pequenas ilhas e arquip\u00e9lagos. Elas incluem Guadalupe e Martinica,      nas Antilhas; Reuni\u00e3o e Mayotte, no Oceano \u00cdndico; Nova Caled\u00f4nia e as Ilhas      Wallis e Futuna, no Pac\u00edfico Sul; e S\u00e3o Pedro e Miquelon, na costa do Canad\u00e1.<\/p>\n<p>A      Fran\u00e7a compartilha suas fronteiras terrestres com oito na\u00e7\u00f5es. No sentido      hor\u00e1rio, a partir do norte, seus vizinhos s\u00e3o a B\u00e9lgica, Luxemburgo, Alemanha,      Su\u00ed\u00e7a, It\u00e1lia, M\u00f4naco, Espanha e Andorra. A costa noroeste da Fran\u00e7a enfrenta      o Canal Ingl\u00eas, atrav\u00e9s do qual est\u00e1 o Reino Unido. A C\u00f3rsega est\u00e1 no Mar      Mediterr\u00e2neo, a apenas 50 milhas (80 km) fora da costa oeste da It\u00e1lia.<\/p>\n<h4>TERRA<\/h4>\n<p>Cerca      do tamanho do Texas (211.208 milhas quadradas, 547.029 km\u00b2), a Fran\u00e7a \u00e9 o      maior pa\u00eds no noroeste da Europa. \u00c9 o terceiro maior no continente Europeu,      atr\u00e1s da R\u00fassia e da Ucr\u00e2nia. As fronteiras naturais em grande parte definem      a forma aproximadamente hexagonal da Fran\u00e7a. No sentido hor\u00e1rio a partir do      norte, est\u00e3o o Canal Ingl\u00eas, o Rio Reno, as cadeias de montanhas Jura e Alp,      o Mar Mediterr\u00e2neo, as Montanhas dos Pirineus e o Oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>De      oeste para leste, a paisagem da Fran\u00e7a se estende baixa e plana ao longo de      uma extensa plan\u00edcie costeira. A plan\u00edcie se estende para o interior do Atlantico,      e em seguida, aumenta gradualmente para uma regi\u00e3o serrana central de plat\u00f4s      desgastados. De l\u00e1, a terra continua a aumentar para o leste e o sul. Os picos      dram\u00e1ticos das Montanhas Jura e os Alpes est\u00e3o ao longo da fronteira leste      da Fran\u00e7a com a Su\u00ed\u00e7a e a It\u00e1lia. Os robustos Pirin\u00e9us est\u00e3o ao longo da fronteira      sul da Fran\u00e7a com a Espanha.<\/p>\n<p><strong>Os      ge\u00f3logos dividem a Fran\u00e7a em tr\u00eas grandes forma\u00e7\u00f5es:<\/strong>\u00a0terras      baixas costeiras, planalto central, e as montanhas.<\/p>\n<h4>As      Plan\u00edcies Costeiras<\/h4>\n<p>Da      ponta norte da Fran\u00e7a, seu litoral oeste se estende do sudoeste ao longo do      Canal Ingl\u00eas (chamado La Manche, ou &#8220;manga&#8221;, na Fran\u00e7a). Ele se      projeta muito para o oeste com as pen\u00ednsulas da Normandia e da Bretanha. E      ent\u00e3o, em seguida, ele curva sudeste ao longo da costa do Atl\u00e2ntico Norte      para a Ba\u00eda de Biscaia e a fronteira sul da Fran\u00e7a com a Espanha. Praias e      cost\u00f5es rochosos alternam ao longo desta costa, que se estende mais de 1.000      milhas (1.600 km). Das praias e fal\u00e9sias, uma extensa plan\u00edcie costeira estende-se      100-200 milhas (160-320 km) ao interior. Esta plan\u00edcie \u00e9 a se\u00e7\u00e3o mais ocidental      da vasta Grande Plan\u00edcie Europeia, que continua a nordeste por todo o continente      para a R\u00fassia.<\/p>\n<p>A      Bacia de Paris domina a metade norte da plan\u00edcie costeira da Fran\u00e7a. \u00c9 uma      regi\u00e3o de 38.600 milhas quadradas (100.000 km\u00b2) em forma de pires de plan\u00edcies      verdes e f\u00e9rteis que sobe suavemente para formar uma borda de planaltos florestais      e cumes rochosos. Baixas colinas arborizadas pontilham a paisagem. Rios que      fluem suavemente drenam para o Atl\u00e2ntico. Ao longo da borda nordeste da bacia,      as montanhas florestadas das Ardenas sobem para a B\u00e9lgica.<\/p>\n<p>As      maiores e mais robustas Montanhas Vosges separam a plan\u00edcie costeira do Vale      do Rio Reno a leste. Junto da borda sudoeste da Bacia de Paris, a terra torna-se      gradualmente mais rolante. Ele forma a regi\u00e3o montanhosa da Normandia e da      Bretanha &#8211; duas regi\u00f5es de rocha antiga coberta por uma fina camada de solo.      As encostas ocidentais desses montes formam um litoral acidentado com ba\u00edas      profundamente recortadas.<\/p>\n<p>Ao      sul da Normandia e da Bretanha, a Bacia de Aquitaine forma uma regi\u00e3o de plan\u00edcie.      Ela \u00e9 conhecida por suas florestas de pinheiros e plan\u00edcies ondulantes, salpicadas      por dunas de areia. Os Rios Garonne e Dordogne drenam a Aquitaine. Eles se      juntam para formar o amplo Rio Gironde antes de desaguar no Oceano Atl\u00e2ntico.      Os rios pegam uma carga enorme de areia quando viajam para o mar. O Gironde      deposita a areia na foz do seu delta. De l\u00e1, ele abana-se para criar as belas      praias brancas da costa sudoeste da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Uma      muito mais estreita plan\u00edcie costeira fronteira a costa sudeste da Fran\u00e7a      Mediterr\u00e2nica. Ela estende-se mais para o interior ao longo do Rio Rh\u00f4ne para      formar o f\u00e9rtil Vale do Rh\u00f4ne. Resorts dominam a beira da costa Mediterr\u00e2nea      da Fran\u00e7a. Mas a poucos quil\u00f4metros para o interior, a plan\u00edcie permanece      uma \u00e1rea de cultivo de pomares, vinhas e quintas.<\/p>\n<h4>O      Planalto Central<\/h4>\n<p>A      maci\u00e7a regi\u00e3o do planalto de montanhas da Europa central se estende para a      Fran\u00e7a ao longo da fronteira oriental da plan\u00edcie costeira do pa\u00eds. Estes      planaltos aumentam da Bacia de Paris, ao norte, o Vale do Rio Rh\u00f4ne, a leste      e sudeste, e a Bacia de Aquitaine no sudoeste.<\/p>\n<p>Antigas      montanhas vulc\u00e2nicas formaram esses planaltos mais de 230 milh\u00f5es de anos      atr\u00e1s. Eles agora consistem de planaltos muito desgastados para baixo de granito      e lava endurecida, com uma altitude m\u00e9dia de 2.500 p\u00e9s (760 m). Rios e c\u00f3rregos      cortaram gargantas profundas nestes planaltos.<\/p>\n<p>A      maior se\u00e7\u00e3o do planalto central \u00e9 o bloco de montanha conhecida como o Maci\u00e7o      Central, no centro-sul da Fran\u00e7a. A inclina\u00e7\u00e3o suave do Maci\u00e7o do oeste captura      a chuva soprando do Atl\u00e2ntico. A chuva nutre uma exuberante paisagem de prados      e pastagens na encosta. Planaltos secos de calc\u00e1rio formam o Maci\u00e7o do interior.<\/p>\n<p>Ao      leste, as chapadas sobem mais alto, para encontrar os vulc\u00f5es extintos que      formam as Montanhas Auvergne e C\u00e9vennes. Estas montanhas aumentam t\u00e3o gentilmente      que os caminhantes podem facilmente atravessar os picos mais altos em um dia.      O mais dram\u00e1tico inclui o Monte Mezenc (5.755 p\u00e9s; 1.754 m), com vista para      o Vale do Rio Rh\u00f4ne. Mais ao norte, o Puy de D\u00f4me (4.806 p\u00e9s; 1.465 m) tem      as suas vistas dos morros e plan\u00edcies verdes do Auvergne.<\/p>\n<p>Os      Rios Allier e Loire surgem no Maci\u00e7o Central e cortam os vales por meio de      sua colinas do norte. Ao norte, o planalto central queda inferior para formar      uma ampla faixa de colinas. Estes montes se estendem ao nordeste para os Vosges.      \u00c9 um pequeno maci\u00e7o, ou bloco de montanha, perto da fronteira da Fran\u00e7a com      a Alemanha. No geral, o solo da regi\u00e3o central dos altiplanos da Fran\u00e7a \u00e9      fino e pobre.<\/p>\n<p>A      Vale do Rio Rh\u00f4ne corta uma fronteira entre o planalto central da Fran\u00e7a e      suas montanhas do leste. Em alguns lugares, o rio corta gargantas estreitas      atrav\u00e9s da rocha dura. Em outros lugares, ele forma amplas bacias com solo      f\u00e9rtil.<\/p>\n<h4>Montanhas<\/h4>\n<p>O      sistema de montanhas da Europa Alpina termina no sudeste da Fran\u00e7a, entrando      no pa\u00eds ao longo de sua fronteira com a Su\u00ed\u00e7a e a It\u00e1lia. Os altos picos estreitos      dos Alpes Franceses est\u00e3o entre os mais dram\u00e1ticos do mundo. Muitos t\u00eam eleva\u00e7\u00f5es      superiores a 11.500 p\u00e9s (3.500 m) acima do n\u00edvel do mar. O mais alto \u00e9 o Mont      Blanc (15.771 p\u00e9s; 4.807 m), o segundo pico mais alto da Europa (depois do      Monte Elbrus, nas Montanhas do C\u00e1ucaso). O pico do Mont Blanc sobe na Fran\u00e7a.      Mas a maioria de suas 30 milhas (48 km) de comprimento do bloco de montanha      encontra-se na It\u00e1lia.<\/p>\n<p>Muitas      geleiras, incluindo o famoso Mer de Glace, cobrem as encostas Francesas da      montanha. Um dos t\u00faneis mais longos do mundo de autom\u00f3vel corre por 7,5 milhas      (12 km) atrav\u00e9s da montanha. Muitos c\u00f3rregos e rios fluem oeste dos Alpes      Franceses para desaguar no rio R\u00f3dano.<\/p>\n<p>Ao      norte dos Alpes Franceses, as densamente florestadas Montanhas Jura se estendem      por 125 milhas (200 km) ao longo da fronteira noroeste da Fran\u00e7a, curvando-se      com a Su\u00ed\u00e7a. Os Juras tamb\u00e9m pertencem ao Sistema de Montanha Alpino da Europa.      Os Juras t\u00eam uma altitude m\u00e9dia de 2.800 p\u00e9s (850 m). Seu ponto mais alto      na Fran\u00e7a \u00e9 o Cr\u00eat de la Neige, a 5.652 p\u00e9s (1.723 m). Os Juras Franceses      s\u00e3o famosos por seus muitos rios subterr\u00e2neos e cavernas.<\/p>\n<p>Ao      sul dos Alpes Franceses, o Sistema de Montanha Alpina da Europa se estende      em toda a ilha da C\u00f3rsega, no Mediterr\u00e2neo, 105 milhas (169 km) sudeste da      Fran\u00e7a continental. Um bloco enorme de montanha domina a ilha. Ele sobe at\u00e9      uma altura m\u00e1xima de 8.891 p\u00e9s (2.710 m) no pico central do Monte Cinto.<\/p>\n<p>Muitos      c\u00f3rregos e rios cortam gargantas profundas no bloco de montanha, criando uma      paisagem excepcionalmente robusta.<\/p>\n<h4>Os      Principais Rios e Lagos<\/h4>\n<p>Mais      de 200 rios enla\u00e7am a paisagem Francesa. Os principais rios surgem no leste,      no alto das eleva\u00e7\u00f5es de seu planalto central e montanhas.<\/p>\n<p>Aqueles      que fluem oeste das terras altas vagam e ampliam seus canais quando eles cruzam      a plan\u00edcie costeira. Alguns se curvam ao norte para desaguar no Canal Ingl\u00eas.      Outros esvaziam mais ao sul, diretamente para o Oceano Atl\u00e2ntico. O mais movimentado      e mais famoso dos rios da Fran\u00e7a fluindo para o oeste \u00e9 o Sena, do norte da      Fran\u00e7a. Ele passa por Paris a caminho de suas cabeceiras no Planalto de Langres      dos altiplanos centrais, e des\u00e1gua na Ba\u00eda do Sena, um recuo do Canal Ingl\u00eas.      O Sena e seus principais afluentes &#8211; os Rios Oise, Aisne, Marne e Yonne &#8211;      drenam a grande Bacia de Paris do norte da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>O      rio mais longo da Fran\u00e7a &#8211; e muitos dizem o mais bonito &#8211; \u00e9 o Loire, da Fran\u00e7a      central. O Loire e seu principal afluente, o Allier, ascendem dos picos do      leste do Maci\u00e7o Central. Eles arqueiam ao norte antes de virar para oeste,      at\u00e9 desaguar no Atl\u00e2ntico Norte, ao sul da pen\u00ednsula da Bretanha. O Loire      carrega tanta areia que continua a ser superficial e atado com bancos de areia.      Conseq\u00fcentemente, ele nunca se tornou uma das principais vias para tr\u00e1fego      de barca\u00e7as ou outro barco comercial.<\/p>\n<p>Outra      importante rede de rios fluindo oeste une-se para drenar no sul da Fran\u00e7a.      O Garonne cresce nas Montanhas dos Pirineus. Ele flui norte para aceitar as      \u00e1guas dos Rios Tarn e Lot, que fluem oeste para fora do Maci\u00e7o Central. O      Garonne, em seguida, vira oeste e encontra o Dordogne, outro rio que nasce      no Maci\u00e7o Central, antes de se tornar o rio largo das mar\u00e9s e do estu\u00e1rio      conhecido como o Gironde, na costa sudoeste da Fran\u00e7a. Voltando aos 1600s,      os trabalhadores cavaram canais para ligar os alcances sudeste do Rio Garonne      para o Mar Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>No      nordeste da Fran\u00e7a, a maioria dos principais rios fluem norte. O Rio Reno      \u00e9 o mais longo da Europa ocidental. Ele nasce nos Alpes Su\u00ed\u00e7os para fluir      norte ao longo da fronteira leste da Fran\u00e7a com a Alemanha, acabando por desaguar      no Mar do Norte. O Rio Moselle come\u00e7a nas Montanhas Vosges da Fran\u00e7a e segue      nordeste para juntar-se ao Reno na Alemanha. E o Rio Meuse nasce no Planalto      Langres da Fran\u00e7a e flui para a B\u00e9lgica.<\/p>\n<p>A      maioria dos outros grandes rios do leste, eventualmente juntam-se ao Rh\u00f4ne      para chegar ao Mar Mediterr\u00e2neo. Entre os maiores est\u00e1 o Rio Sa\u00f4ne. Ele cai      abaixo das Montanhas Vosges do nordeste e flui sul para se juntar ao Rio Doubs,      que derrama sobre as Montanhas Jura. Juntos, os Rios Sa\u00f4ne e Doubs fluem sul      para a cidade de Lyon, onde des\u00e1guam no Rio R\u00f3dano.<\/p>\n<p>O      Rh\u00f4ne, que nasce nos Alpes Su\u00ed\u00e7os, continua sul como o maior rio da Fran\u00e7a      em volume e profundidade. Ele des\u00e1gua no Golfo de Lyon, o ponto central da      costa Mediterr\u00e2nea da Fran\u00e7a. As barragens do Rio Rh\u00f4ne permitem que os engenheiros      controlem o fluxo do rio. Assim, barca\u00e7as e rebocadores podem viajar do golfo      t\u00e3o longe quanto Lyon, mais de 150 milhas (240 km) rio acima.<\/p>\n<p>Algumas      3.000 milhas (4.800 km) de canais ligam os principais rios do pa\u00eds um ao outro      e com as rotas dos principais rios dos pa\u00edses vizinhos da Fran\u00e7a. Os mais      importantes incluem o Canal do Marne-Rheno de 217 milhas (349 km). Ele liga      o Rheno e outros rios do nordeste a Paris e o Canal Ingl\u00eas (atrav\u00e9s do Rio      Sena).<\/p>\n<p>O      Canal do Reno-R\u00f3dano de 195 milhas (314 km) liga os rios do nordeste da Fran\u00e7a      ao Mar Mediterr\u00e2neo. Ao sul, os canais do Sa\u00f4ne incluem o Burgundy de 150      milhas (241 km), que liga o Rio Sa\u00f4ne a Paris atrav\u00e9s do Rio Yonne, e nas      proximidades o Canal du Centre (73 mi; 117 km), que liga o Sa\u00f4ne ao Rio Loire.<\/p>\n<p>No      sul da Fran\u00e7a, um sistema de canais chamado de Canal du Midi liga o Oceano      Atl\u00e2ntico com o Mar Mediterr\u00e2neo, atrav\u00e9s do Rio Garonne. Constru\u00eddo nos 1600s,      este elaborado sistema de canais, t\u00faneis, aquedutos, e bloqueios estende-se      por mais de 200 milhas (320 km).<\/p>\n<p>O      \u00fanico grande lago da Fran\u00e7a \u00e9 o belo e em forma de crescente Lago de Genebra,      que os Franceses chamam de Lac L\u00e9man. Na verdade, o lago de \u00e1guas profundas      e claras \u00e9 um alargamento do Rio R\u00f3dano. O R\u00f3dano entra no lago na sua extremidade      oriental, na Su\u00ed\u00e7a, e sai de sua extremidade ocidental, tamb\u00e9m na Su\u00ed\u00e7a, antes      de entrar na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>A      maioria das 224 milhas quadradas (580 km\u00b2) do lago est\u00e1 dentro da Su\u00ed\u00e7a. Mas      grande parte da sua margem sul pertence \u00e0 Fran\u00e7a. De interesse especial \u00e9      uma esp\u00e9cie de flutua\u00e7\u00e3o das mar\u00e9s, chamada de seiche. Isso faz com que todo      o lago se agite ritmicamente de costa a costa.<\/p>\n<h4>Clima<\/h4>\n<p>Com      a sua posi\u00e7\u00e3o exatamente no meio do caminho entre o P\u00f3lo Norte e o equador,      grande parte da Fran\u00e7a tem um clima ameno. Os fortes ventos oeste do Atl\u00e2ntico      Norte varrem em todo o pa\u00eds, sem obst\u00e1culos, pois as \u00fanicas barreiras das      montanhas s\u00f3 se encontram ao longo das fronteiras do extremo leste e sul da      Fran\u00e7a. Os mesmos ventos do oeste trazem chuvas durante todo o ano a todos      menos o sul da Fran\u00e7a. Quatro tipos de clima &#8211; mar\u00edtimo, continental, Mediterr\u00e2neo,      e alpino &#8211; prevalecem na Fran\u00e7a, embora muitos lugares desfrutam de uma mistura      de dois ou mais.<\/p>\n<p>Um      clima mar\u00edtimo tipifica a costa oeste da Fran\u00e7a e se estende muito para o      interior. Isto \u00e9 especialmente no norte, onde os ventos de oeste mant\u00eam ver\u00f5es      frescos e invernos suaves. O tempo tende a ser nublado, com chuvas frequentes      e gentis; a ocasional neve ou geada do inverno nunca dura muito. T\u00edpica do      clima mar\u00edtimo da Fran\u00e7a \u00e9 Brest, no extremo ocidental da Pen\u00ednsula da Bretanha.      As temperaturas di\u00e1rias aqui s\u00e3o em m\u00e9dia de 39\u00b0 a 47 \u00b0F (4\u00b0 a 8\u00b0 C), em Janeiro,      e 54\u00b0 para 67 \u00b0F (12\u00b0 a 19\u00b0 C), em Julho; a chuva cai, em m\u00e9dia, 180 dias      no ano, para um total de mais de 40 polegadas (1.000 mm).<\/p>\n<p>Em      Paris, cerca de 375 milhas (600 km) no interior, o clima permanece principalmente      mar\u00edtimo com um toque de continental. As temperaturas di\u00e1rias aqui s\u00e3o em      m\u00e9dia de 34\u00b0 a 40\u00b0 F (1\u00b0 a 4\u00b0 C), em Janeiro, e 55\u00b0 a 75 \u00b0F (13\u00b0 a 24\u00b0 C),      em Julho, com uma m\u00e9dia anual de 26 in. (660 mm) de precipita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um clima continental predomina no extremo nordeste, onde as massas de ar      da Europa Central trazem menos umidade e temperaturas sazonais mais extremas.      A cidade do nordeste de Strasbourg, por exemplo, tem a maior faixa de temperatura      sazonal da Fran\u00e7a. <\/p>\n<p>Suas temperaturas geladas de Janeiro s\u00e3o em m\u00e9dia de 28\u00b0 a 38\u00b0 F (-2\u00b0 a 3\u00b0      C). Julhos quentes e abafados t\u00eam em m\u00e9dia 56\u00b0 a 77 \u00b0 F (13\u00b0 a 25\u00b0 C). Em      m\u00e9dia, a regi\u00e3o recebe menos do que 25 polegadas (635 mm) de precipita\u00e7\u00e3o      cada ano. A maior parte cai durante as fortes chuvas e trovoadas de ver\u00e3o.<\/p>\n<p>Um      clima mediterr\u00e2neo domina o sudoeste da Fran\u00e7a, mais especificamente dentro      de 100 milhas (160 km) do mar. Os ver\u00f5es tendem a ser quentes e secos. Os      invernos s\u00e3o suaves e um pouco mais \u00famidos. A ensolarada cidade Mediterr\u00e2nica      de Marselha goza temperaturas m\u00e9dias de 35\u00b0 a 50\u00b0 F (2\u00b0 a 10\u00b0 C) em Janeiro.      Elas sobem de 63\u00b0 a 84 \u00b0F (17\u00b0 a 29\u00b0 C) em Julho. Cerca de 22 polegadas (560      mm) de chuva caem a cada ano, principalmente no outono e inverno.<\/p>\n<p>Os      Alpes escudam a costa Mediterranea da Fran\u00e7a dos ventos frios do norte do      continente pela maioria do ano. A exce\u00e7\u00e3o a esta regra dram\u00e1tica \u00e9 o poderoso      mistral. O mistral \u00e9 um vento de montanha da for\u00e7a de um vendaval que canaliza      atrav\u00e9s do Vale do Garonne do oeste e abaixo do Vale do Rh\u00f4ne do norte. Mais      comuns no inverno e na primavera, os mistrals podem atingir velocidades de      at\u00e9 115 milhas (185 km) por hora.<\/p>\n<p>Um      clima alpino, como o pr\u00f3prio nome sugere, prevalece nas mais altas montanhas      da Fran\u00e7a. Nas eleva\u00e7\u00f5es superiores dos Alpes e Pirineus, a neve permanente      cobre e as geleiras permanentes capeam os picos mais altos. A aldeia Alpina      de Brian\u00e7on tem uma temperatura m\u00e9dia de 28\u00b0 F (-2\u00b0 C), em Janeiro.<\/p>\n<p>Ela      sobe para uma m\u00e9dia de 63\u00b0 F (17\u00b0 C) em Julho. Uma precipita\u00e7\u00e3o anual de 23      polegadas (584 mm) cai na sua maioria como neve.<\/p>\n<h4>Recursos      Naturais<\/h4>\n<p>O      solo rico da Fran\u00e7a tem sido o recurso mais valioso do pa\u00eds. Ele continua      assim depois de mais de 1.000 anos de agricultura intensiva. O solo mais f\u00e9rtil      situa-se no norte, na Bacia de Paris. Ela produz grandes colheitas de gr\u00e3os      e prov\u00ea pastagens para o gado fornecedor de leite. As \u00e1reas mais rochosas      do sul da Fran\u00e7a s\u00e3o ideais para o cultivo de uva.<\/p>\n<p>Com      a maioria de suas florestas cortadas no in\u00edcio do s\u00e9culo 20, a Fran\u00e7a iniciou      um extensivo programa de reflorestamento. Hoje, as florestas cobrem mais de      25% da terra. Apenas os pa\u00edses Escandinavos da Su\u00e9cia e da Finl\u00e2ndia t\u00eam uma      maior percentagem de cobertura florestal. Al\u00e9m disso, mais de 66% das florestas      da Fran\u00e7a consistem de madeiras valiosas como o carvalho, a faia, e a castanheira.      A maioria destas \u00e1reas reflorestadas pertencem a empresas madeireiras, e a      madeira colhida \u00e9 usada na constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O solo Franc\u00eas nunca conteve grandes dep\u00f3sitos de minerais ou de petr\u00f3leo.      Os leitos de carv\u00e3o do norte da Fran\u00e7a alimentaram a industrializa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds      nos 1700s. Mas eles estavam quase esgotados por volta do s\u00e9culo 20, e a minera\u00e7\u00e3o      do carv\u00e3o quase parou.<\/p>\n<p> Da mesma forma, os campos de ferro na regi\u00e3o de Lorraine do nordeste da      Fran\u00e7a estiveram entre os mais produtivos da Europa. No entanto, a \u00faltima      mina de ferro fechou na d\u00e9cada de 1990. A minera\u00e7\u00e3o da bauxita (min\u00e9rio de      alum\u00ednio) tamb\u00e9m cessou, e a produ\u00e7\u00e3o da potassa (utilizada para fertilizantes)      e do gesso foi muito diminu\u00edda.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo 19, cientistas Franceses descobriram o valioso elemento radioativo      radium. O radium, na forma do mineral ur\u00e2nio, \u00e9 agora usado para abastecer      as usinas nucleares da Fran\u00e7a, em que o pa\u00eds depende fortemente. Pequenas      quantidades de ur\u00e2nio s\u00e3o minadas. A ind\u00fastria \u00e9 importante no centro da Fran\u00e7a,      que cont\u00e9m os maiores dep\u00f3sitos do pa\u00eds. Os rios do pa\u00eds s\u00e3o uma fonte de      energia hidrel\u00e9trica.<\/p>\n<h4>O      POVO<\/h4>\n<p>A      Fran\u00e7a tem uma popula\u00e7\u00e3o de quase 63 milh\u00f5es de pessoas. (Outros quase 2 milh\u00f5es      de cidad\u00e3os Franceses vivem nos territ\u00f3rios ultramarinos do pa\u00eds).<\/p>\n<p>Os Franceses est\u00e3o entre os povos mais saud\u00e1veis, mais ricos e mais instru\u00eddos      do mundo. Eles classificam alto em todos os aspectos, mesmo para os padr\u00f5es      Europeus. Os Franceses permaneceram um povo majoritariamente rural at\u00e9 meados      do s\u00e9culo 20. Mais de tr\u00eas em cada quatro agora vivem ou trabalham em uma      cidade ou zona urbana. <\/p>\n<p>Como grande parte da popula\u00e7\u00e3o do mundo industrializado, o povo Franc\u00eas tamb\u00e9m      est\u00e1 ficando mais velho. Ou seja, a cada ano, os aposentados se tornam uma      porcentagem maior da popula\u00e7\u00e3o, pois os casais t\u00eam menos filhos e os avan\u00e7os      da medicina prolongam a longevidade.<\/p>\n<p>Noventa      por cento da popula\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a se identificam como sendo simplesmente &#8220;Franc\u00eas&#8221;.      A ascend\u00eancia Francesa representa uma fus\u00e3o de muitos grupos \u00e9tnicos. Esses      v\u00e1rios grupos refletem a longa hist\u00f3ria de invas\u00f5es e imigra\u00e7\u00f5es desta terra,      que remonta h\u00e1 milhares de anos. Em ess\u00eancia, a ascend\u00eancia Francesa representa      uma mistura de fil\u00f5es principalmente Romanos, Alem\u00e3es e Celtas. Existem tamb\u00e9m      cepas de povos Eslavos do leste e Escandinavos do norte. O nome Fran\u00e7a \u00e9 derivado      dos Francos. Os Francos eram uma tribo Germ\u00e2nica que invadiram esta terra      depois que os Romanos deixaram, no final dos anos 400s.<\/p>\n<p>T\u00e3o recentemente como a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa (1789), os muitos grupos \u00e9tnicos      da Fran\u00e7a permaneceram distintos. Na verdade, muitos de seu povo nem sequer      falavam Franc\u00eas na \u00e9poca. Mas a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa marcou o in\u00edcio de uma      grande \u00eanfase no droit du sol, ou &#8220;lei do solo&#8221;. Esta filosofia      procurou descartar distin\u00e7\u00f5es de classe e etnia como iguais e unir todas as      pessoas vivendo em solo Franc\u00eas. <\/p>\n<p>Desde aquela \u00e9poca, a educa\u00e7\u00e3o Francesa foi igualmente focada no ensino de      uma l\u00edngua unificada, mesmo abaixo de um estrito c\u00f3digo de pron\u00fancia. N\u00e3o      surpreendentemente, este nivelamento de mistura e padroniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o apagou      todas as diferen\u00e7as \u00e9tnicas.<\/p>\n<p><strong>Minorias      Nativas<\/strong><\/p>\n<p>Na      Fran\u00e7a, meia d\u00fazia de povos nativos preservaram suas formas tradicionais e      as l\u00ednguas em pequenas p\u00e1trias relativamente isoladas. Os Bret\u00f5es, um povo      Celta, vivem na Pen\u00ednsula da Bretanha do noroeste da Fran\u00e7a. Sua m\u00fasica popular      incorpora harpas Celtas e gaitas de foles. Suas escolas ensinam a antiga l\u00edngua      Bret\u00e3 como uma segunda l\u00edngua. Ainda assim, os Bret\u00f5es nativos da Bretanha,      em grande parte se misturaram com o resto da popula\u00e7\u00e3o da pen\u00ednsula.<\/p>\n<p>As      enormes montanhas dos Pirineus, no sudoeste da Fran\u00e7a, t\u00eam sido o ref\u00fagio      de duas muito diferentes minorias nativas. Elas s\u00e3o os Bascos, nos Pirineus      ocidentais, e os Catal\u00e3es, no leste. Sua terra natal, na verdade, escarrancha      a fronteira da Fran\u00e7a e da Espanha.<\/p>\n<p>Os      Bascos, que se chamam Euskaldunak, numeram mais de 250.000 no lado Franc\u00eas      da p\u00e1tria que eles chamam de Euskadi. Eles viveram l\u00e1 pelo menos 4.000 anos.      A maioria dos Bascos Franceses falam o Franc\u00eas e sua l\u00edngua antiga.<\/p>\n<p>Os      Catal\u00e3es t\u00eam uma longa hist\u00f3ria e cultura que remontam \u00e0 Idade M\u00e9dia. Foi      quando o reino da corte da Catalunha dominava o com\u00e9rcio do Mediterr\u00e2neo e      produziu grande literatura e arte. A maioria da hist\u00f3rica terrra dos Catal\u00e3es      est\u00e1 situada no pa\u00eds pequeno e independente de Andorra e do lado Espanhol      dos Pirin\u00e9us. L\u00e1, os Catal\u00e3es operam seu pr\u00f3prio governo aut\u00f4nomo. Os Catal\u00e3es      Franceses t\u00eam tamb\u00e9m mantido sua antiga l\u00edngua Rom\u00e2nica e \u00fanica cultura vivas.<\/p>\n<p>Mas      eles escolheram permanecer parte da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Os      outros tradicionais enclaves \u00e9tnicos da Fran\u00e7a refletem a ascend\u00eancia de seus      pa\u00edses de fronteira. No extremo norte, o povo Flamengo de Flandres fala o      mesmo dialeto do Holand\u00eas como seus parentes do outro lado da fronteira na      B\u00e9lgica. Na verdade, a fronteira Franco-Belga que divide os Flamengos mudou      v\u00e1rias vezes para frente e para tr\u00e1s durante os s\u00e9culos 18 e 19.<\/p>\n<p>Da      mesma forma, os Alsacianos da fronteira nordeste da Fran\u00e7a com a Alemanha      falam um dialeto da l\u00edngua Alem\u00e3. Eles s\u00e3o mais propensos a encherem seus      pratos com o bratwurst e o sauerkraut Alem\u00e3o do que com a tradicional cozinha      Francesa. O povo da ilha Mediterr\u00e2nica da C\u00f3rsega da Fran\u00e7a tem uma cultura      e l\u00edngua muito mais perto do Italiano. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, os Corsos ganharam      uma grande medida de independ\u00eancia em reger os seus assuntos.<\/p>\n<p><strong>Minorias      Imigrantes<\/strong><\/p>\n<p>Como      um pa\u00eds, a Fran\u00e7a tem uma longa hist\u00f3ria de acolher imigrantes e misturar      seus grupos \u00e9tnicos em sua cultura nacional. At\u00e9 a d\u00e9cada de 1950, a grande      maioria desses imigrantes vieram de outros pa\u00edses Europeus com os costumes      semelhantes aos da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a Segunda Guerra Mundial, a Fran\u00e7a abriu as suas portas mais amplamente. Ela      congratulou-se com um grande n\u00famero de trabalhadores de suas ex-col\u00f4nias do      Norte Africano, como a Arg\u00e9lia e a Tun\u00edsia. Ao contr\u00e1rio dos imigrantes anteriores,      muitos Norte-africanos formaram bairros \u00e9tnicos, onde eles mantiveram uma      l\u00edngua, cultura e religi\u00e3o diferentes (o Isl\u00e3). Muitos desses novos imigrantes      tamb\u00e9m se destacaram com suas roupas tradicionais Isl\u00e2micas, como os len\u00e7os      de cabe\u00e7a usado por mulheres. Hoje, h\u00e1 v\u00e1rios milh\u00f5es de Mu\u00e7ulmanos vivendo      na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Muito      mais assimilados s\u00e3o cerca de 500.000 imigrantes Asi\u00e1ticos do leste. Eles      vieram de antigos e atuais territ\u00f3rios Franceses, como o Vietn\u00e3, o Tahiti      e a Nova Caled\u00f4nia. Eles comp\u00f5em um pouco menos de 1 por cento da popula\u00e7\u00e3o.      Os Vietnamitas Franc\u00eases, em particular, acrescentaram suas comidas t\u00edpicas      \u00e0 famosa culin\u00e1ria da Fran\u00e7a com muitos restaurantes populares.<\/p>\n<h4>Linguagem<\/h4>\n<p>O Franc\u00eas, a l\u00edngua oficial da Fran\u00e7a, come\u00e7ou a se desenvolver mais de 1.000      anos atr\u00e1s, como um dialeto do Latim falado em Paris, e regi\u00f5es vizinhas.      Ele se espalhou do norte da Fran\u00e7a durante a Idade M\u00e9dia. No entanto, ele      manteve-se apenas uma das muitas l\u00ednguas e dialetos regionais at\u00e9 depois da      Revolu\u00e7\u00e3o Francesa. <\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo 19, Napole\u00e3o Bonaparte ordenou que o Franc\u00eas apropriado      fosse ensinado em todas as escolas. Praticamente todas as pessoas nativas      da Fran\u00e7a falam o Franc\u00eas. No entanto, muitos s\u00e3o fluentes em outras l\u00ednguas      tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>A      Fran\u00e7a oficialmente reverteu a pol\u00edtica de 200-anos de desencorajar o uso      das muitas l\u00ednguas e dialetos regionais atrav\u00e9s de suas escolas. Hoje, muitas      escolas p\u00fablicas em regi\u00f5es tradicionais, como a Bretanha e a Catalunha ensinam      o Bret\u00e3o, o Catal\u00e3o, e assim por diante como segundas l\u00ednguas. Na C\u00f3rsega,      algumas escolas ensinam metade de suas aulas em Franc\u00eas e a outra metade em      Corso.<\/p>\n<p>Mas      a mais falada da &#8220;segunda l\u00edngua&#8221; da Fran\u00e7a n\u00e3o est\u00e1 associada a      qualquer minoria nativa em particular, mas com uma grande regi\u00e3o da Fran\u00e7a.      O Occitano ou langue d&#8217;oc, era a antiga l\u00edngua dos poetas e trovadores medievais.      Por volta do s\u00e9culo 20, ela tornou-se uma esp\u00e9cie de dialeto rural, ainda      falado em boa parte do sul da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Hoje,      a \u00faltima gera\u00e7\u00e3o de falantes nativos do Occitan &#8211; os nascidos na d\u00e9cada de      1930 &#8211; est\u00e1 gradualmente desaparecendo. Ao mesmo tempo, o Occitano tem experimentado      algum renascimento no sul da Fran\u00e7a. L\u00e1, as crian\u00e7as t\u00eam vindo a aprender      o idioma nas escolas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Outras      l\u00ednguas regionais da Fran\u00e7a est\u00e3o ligadas a suas minorias nativas do Basco,      Bret\u00e3o, Catal\u00e3o, Corso, Flamengo e Alem\u00e3o. A maioria dos Vietnamitas \u00e9tnicos      da Fran\u00e7a s\u00e3o bil\u00edng\u00fces (Vietnamita e Franc\u00eas). Os imigrantes recentes da      Norte da \u00c1frica falam \u00c1rabe, embora muitos tamb\u00e9m saibam o Franc\u00eas.<\/p>\n<h4>Religi\u00e3o<\/h4>\n<p>A      Fran\u00e7a n\u00e3o tem uma religi\u00e3o nacional, ou oficial. Mas desde a Idade M\u00e9dia,      o seu povo permaneceu esmagadoramente Cat\u00f3lico Romano. Hoje, pouco mais de      80 por cento dos Franceses se identificam como Cat\u00f3licos. Embora relativamente      poucos frequentam a igreja em uma base regular. Outros 2 por cento da popula\u00e7\u00e3o      \u00e9 Protestante.<\/p>\n<p>Desde      1970, os imigrantes Mu\u00e7ulmanos fizeram o Isl\u00e3 uma religi\u00e3o importante na Fran\u00e7a,      com aproximadamente 5 a 6 milh\u00f5es de adeptos, ou quase 8 por cento da popula\u00e7\u00e3o.      Cerca de 500.000 cidad\u00e3os s\u00e3o Judeus. Os Budistas numeram cerca de 400.000.      Aproximadamente 10 por cento das pessoas da Fran\u00e7a, cerca de 6 milh\u00f5es, dizem      que n\u00e3o t\u00eam f\u00e9 religiosa em particular.<\/p>\n<p>O governo Franc\u00eas h\u00e1 muito abra\u00e7ou uma pol\u00edtica oficial de toler\u00e2ncia religiosa.      Mas os Judeus e os Mu\u00e7ulmanos do pa\u00eds continuam a sofrer preconceito e viol\u00eancia      ocasional. Parte disso \u00e9 dirigido contra as diferen\u00e7as vis\u00edveis, como o costume      de meninas e mulheres Mu\u00e7ulmanas usar len\u00e7os na cabe\u00e7a e vestidos envolventes.    <\/p>\n<p>O anti-semitismo (preconceito contra os Judeus) em grande parte tem a forma      de graffiti e os casos de vandalismo em sinagogas e cemit\u00e9rios. Nos \u00faltimos      anos, as tens\u00f5es entre na\u00e7\u00f5es \u00c1rabes e Israel derramaram na Fran\u00e7a, com uma      s\u00e9rie de atentados a sinagogas e queimadas.<\/p>\n<p> Em 2004, o governo Franc\u00eas proibiu todos os estudantes de freq\u00fcentar a escola      vestindo marcadamente &#8220;sinais e vestes&#8221; religiosos, tais como grandes      cruzes, solid\u00e9us Judeus, ou v\u00e9us de cabe\u00e7a Mu\u00e7ulmanos. Em 2010 foi aprovada      uma lei barrando as mulheres Mu\u00e7ulmanas de usarem v\u00e9us faciais completos em      p\u00fablico.<\/p>\n<h4>Educa\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Os      Franceses classificam entre os povos mais cultos do mundo. O pa\u00eds tem uma      taxa de alfabetiza\u00e7\u00e3o de 99 por cento e oferece educa\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria gratuita      para todos aqueles que qualificam. O governo Franc\u00eas controla rigidamente      os curr\u00edculos, ou cursos de estudo, em todas as suas escolas p\u00fablicas, para      garantir uma educa\u00e7\u00e3o de alto n\u00edvel e uniforme. Nos \u00faltimos anos, o Minist\u00e9rio      da Educa\u00e7\u00e3o permitiu alguma varia\u00e7\u00e3o em \u00e1reas como o ensino da l\u00edngua regional      e hist\u00f3ria. Cerca de 16% dos estudantes freq\u00fcentam escolas privadas Cat\u00f3licas.<\/p>\n<p>As crian\u00e7as Francesas devem freq\u00fcentar a escola desde a idade dos 6 a 16      anos. A maioria tamb\u00e9m participa de 2-3 anos do pr\u00e9-escolar gratuito, ou \u00e9cole,      e algum tipo de escola secund\u00e1ria. Especificamente, depois de seis anos do      ensino fundamental, os alunos passam para o ensino m\u00e9dio, ou coll\u00e8ge. <\/p>\n<p>Aos 15 anos, eles escolhem se querem continuar a sua forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica em      um lyc\u00e9e geral (escola secund\u00e1ria) ou se preparam para uma carreira t\u00e9cnica      ou profissional em um lic\u00e9e profissional.<\/p>\n<p>Hoje,      mais de 75 por cento dos adolescentes Franceses optam por 12 anos completos      de escolaridade acad\u00eamica. Depois de tr\u00eas anos, estes alunos fazem um teste      nacional padronizado para ganhar um grau de baccalaureate e a oportunidade      de ir para uma universidade p\u00fablica. Normalmente, apenas 66% daqueles que      fazem o teste desafiador passam-no em sua primeira tentativa.<\/p>\n<p>Cerca      de 1 milh\u00e3o de estudantes Franceses por ano prossegem o ensino superior, livre      de taxa de matr\u00edcula, em uma escola t\u00e9cnica ou em uma das mais de 70 universidades      p\u00fablicas. Um grupo seleto ganha um lugar em uma das prestigiosas grandes \u00e9coles      da Fran\u00e7a marcando excepcionalmente bem no vestibular. Essas universidades      proeminentes treinam estudantes para posi\u00e7\u00f5es de topo no governo e nos neg\u00f3cios.<\/p>\n<h4>Estilo      de Vida<\/h4>\n<p>Tradicionalmente,      a maioria das empresas Francesas fechava ao meio-dia para uma longa pausa      de almo\u00e7o, sem pressa. A socializa\u00e7\u00e3o em caf\u00e9s e bistr\u00f4s aconchegantes continua      a ser um passatempo nacional. Os Franceses tamb\u00e9m permanecem dedicados aos      feriados e f\u00e9rias. Al\u00e9m dos costumeiros feriados Crist\u00e3os do Natal e da P\u00e1scoa,      festivais e grandes celebra\u00e7\u00f5es envolvem dias de festa, como o Carnaval (Mardi      Gras) e Pentecostes na primavera; o Dia da Assun\u00e7\u00e3o, em Agosto; e o Dia de      Todos os Santos em 1 de Novembro. Pela legisla\u00e7\u00e3o nacional, a maioria dos      trabalhadores Franceses recebem cinco semanas de f\u00e9rias pagas. A maioria deles      tira f\u00e9rias em Agosto, quando as \u00e1reas de resort transbordam.<\/p>\n<p>Os      Franceses tamb\u00e9m desfrutam de uma elevada qualidade de vida. Um forte sistema      de servi\u00e7os sociais do governo garante a todos os residentes o acesso aos      cuidados de sa\u00fade e necessidades b\u00e1sicas como moradia, alimenta\u00e7\u00e3o, e vestu\u00e1rio.      O sistema de sa\u00fade Franc\u00eas, em particular, tem sido apontado como um dos melhores      do mundo.<\/p>\n<p>Mas em compara\u00e7\u00e3o com o resto da Europa Ocidental, a Fran\u00e7a tem diferen\u00e7as      mais marcantes entre as classes bem-educadas e bem pagas superior e m\u00e9dia-alta      e um segmento persistentemente menos educado e mais pobre de sua sociedade.      Entre os mais bem pagos est\u00e3o os 30 por cento dos trabalhadores Franceses      em posi\u00e7\u00f5es profissionais, de gest\u00e3o e de m\u00e9dia-administra\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Entre os mais baixos pagos est\u00e3o os 30 por cento trabalhando em trabalho-manual      ou clerical de baixo n\u00edvel. Os trabalhadores de escrit\u00f3rio de n\u00edvel superior,      pequenos empres\u00e1rios e comerciantes qualificados tendem a cair em algum lugar      no meio.<\/p>\n<p>As universidades Francesas permanecem de ensino gratuito. Mas relativamente      poucas crian\u00e7as de pais sem educa\u00e7\u00e3o prosseguem o ensino superior. Esta falta      de educa\u00e7\u00e3o pode ser parte da raz\u00e3o porque a Fran\u00e7a tem taxas persistentemente      elevadas de desemprego e criminalidade do que a maioria das outras na\u00e7\u00f5es      da Europa Ocidental. As subclasses da Fran\u00e7a t\u00eam crescido com as ondas recentes      de imigrantes do Norte da \u00c1frica. <\/p>\n<p>Mesmo na economia relativamente forte do in\u00edcio do s\u00e9culo 21, cerca de 8      por cento dos trabalhadores Franceses estavam desempregados. As taxas s\u00e3o      mais elevadas nos antigos centros industriais e de minera\u00e7\u00e3o ao norte e ao      sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Como      na maioria da Europa ocidental, a grande maioria dos Franceses vivem em cidades      ou vilas. Mas, enquanto a norma Europeia \u00e9 viver em um pr\u00e9dio de apartamentos      ou em outras habita\u00e7\u00f5es multifamiliares, mais de 60 por cento dos Franceses      vivem em casas unifamiliares.<\/p>\n<p>Paris      prova a exce\u00e7\u00e3o a esse estilo de vida mais-alastrado. A aglomera\u00e7\u00e3o e alugu\u00e9is      extremamente elevados for\u00e7am mais pessoas a viver em pequenos apartamentos.      Mas mesmo a vida da cidade tende a ser agrad\u00e1vel na Fran\u00e7a. Edif\u00edcios hist\u00f3ricos      e bairros permanecem em boas condi\u00e7\u00f5es. Parques e passeios c\u00eanicos no rio      s\u00e3o abundantes. E os carros foram proibidos em muitas \u00e1reas.<\/p>\n<p>Os      arredores das cidades da Fran\u00e7a n\u00e3o s\u00e3o sempre t\u00e3o agrad\u00e1veis. Complexos habitacionais      cercam muitas cidades em bairros imprensados entre as \u00e1reas da moda interior      e os seus arrabaldes confort\u00e1veis.<\/p>\n<p>Hoje,      menos de um em cada cinco pessoas na Fran\u00e7a vive em uma \u00e1rea rural. No entanto,      muitos moradores das cidades alugam ou possuem um lugar no interior onde pode-se      retirar para fins de semana e f\u00e9rias. Acampamentos e resorts tamb\u00e9m abundam      nas montanhas da Fran\u00e7a e ao longo da extensa costa do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Esportes<\/strong><\/p>\n<p>Os      Franceses t\u00eam estado a jogar tenis h\u00e1 quase 800 anos. A nobreza do pa\u00eds come\u00e7ou      a bater em torno de bolas em quadras de grama no final dos 1200s.<\/p>\n<p>Inicialmente,      eles batiam a bola com a palma de uma m\u00e3o enluvada. Mas ent\u00e3o eles acrescentavam      raquetes para estender seu alcance. O nome do jogo vem da antiga palavra Francesa      tenez, significando &#8220;pegar&#8221;. Hoje, o t\u00eanis continua a ser popular.      E a Fran\u00e7a tem grande orgulho em seus muitos campe\u00f5es mundiais.<\/p>\n<p>Cada      Junho, os melhores jogadores do mundo se re\u00fanem para competir no Aberto Franc\u00eas      de duas semanas de dura\u00e7\u00e3o em Paris. Milh\u00f5es assistem ao torneio pela televis\u00e3o.<\/p>\n<p>Julho traz ao mundo a principal corrida de bicicleta internacional, o Tour      de France (Volta da Fran\u00e7a). \u00c9 uma cansativa corrida de tr\u00eas semanas atrav\u00e9s      do variado terreno da Fran\u00e7a e pa\u00edses vizinhos. A rota do Tour muda a cada      ano. <\/p>\n<p>Mas a corrida normalmente cobre uma dist\u00e2ncia total de mais de 2.000 milhas      (3.200 km). Ela sempre termina em Paris. Cada dia, o l\u00edder da corrida usa      o cobi\u00e7ado maillot jaune, ou camisa amarela. Milhares de torcedores alinham-se      na rota e milh\u00f5es mais observam na televis\u00e3o.<\/p>\n<p>Como      em grande parte da Europa, o futebol continua a ser o esporte de equipe mais      popular. Ao longo do s\u00e9culo 20, o basquete tornou-se extremamente popular,      tanto como um jogo de rua, como um esporte de espectador. A Fran\u00e7a tem mais      de 100 resorts de esqui nos Alpes Franceses, nos Juras, nos Pirineus, e em      outras cadeias de montanhas. Ela produziu muitos campe\u00f5es mundiais e medalhistas      de ouro Ol\u00edmpico.<\/p>\n<p>Os      Franceses tamb\u00e9m gostam de jogar e assistir a um estilo animado de handebol      que envolve jogar uma pequena bola numa rede que se assemelha a um gol de      futebol. Os tradicionais esportes Franc\u00eases incluem a p\u00e9tanque. \u00c9 um jogo      de boliche jogado rolando bolas de metal oco t\u00e3o perto quanto poss\u00edvel de      uma pequena bola de madeira, chamada de &#8220;leit\u00e3o&#8221;. O jogo de pelota      Basca \u00e9 jogado arremessando uma bola contra um campo de tr\u00eas paredes com uma      raquete de vime.<\/p>\n<h4>Artes      e Cultura<\/h4>\n<p>Durante      s\u00e9culos, os Franceses t\u00eam tido grande orgulho na sofistica\u00e7\u00e3o de sua cultura,      que inclui a grande literatura e arte, a comida gourmet e a alta moda. Hoje,      as pessoas ao redor do mundo est\u00e3o familiarizadas com as grandes tradi\u00e7\u00f5es      de pintura, m\u00fasica, literatura, arquitetura e teatro da Fran\u00e7a.<\/p>\n<h4>Pintura<\/h4>\n<p>As pinturas mais antigas da Fran\u00e7a permaneceram escondidas at\u00e9 o s\u00e9culo 20.      Em 1901, uma professora foi at\u00e9 uma caverna perto de Dordogne, no sul da Fran\u00e7a,      e descobriu que as paredes da caverna foram a tela para elaboradamente pintados      mamutes, bis\u00f5es e cavalos. As pinturas em Grotte de Font-de-Gaume provaram      ter mais de 15.000 anos de idade. <\/p>\n<p>Elas foram as primeiras de mais de uma dezena de conjuntos de pinturas rupestres      pr\u00e9-hist\u00f3ricas descobertas na Fran\u00e7a durante o s\u00e9culo 20. Em 1994, a Caverna      Chauvet, tamb\u00e9m no sul da Fran\u00e7a, foi encontrada para conter a arte ainda      mais antiga &#8211; pinturas e gravuras de animais de 30.000 anos de idade.<\/p>\n<p>No      final do s\u00e9culo 8 e grande parte do s\u00e9culo 9, a ilumina\u00e7\u00e3o floresceu no norte      da Fran\u00e7a. Nesta arte, monges medievais pintaram belas ilustra\u00e7\u00f5es e decora\u00e7\u00f5es      em manuscritos da igreja. Muitos desses manuscritos sobrevivem em museus de      arte ao redor do mundo. Tais como os seus pintores da caverna Cro-Magnon,      os artistas medievais da Fran\u00e7a permanecem an\u00f4nimos.<\/p>\n<p>Em contraste, o mundo conhece bem os nomes de muitos grandes pintores do      Renascimento da Fran\u00e7a. Ao longo do s\u00e9culo 17, Claude Lorrain foi pioneiro      no estilo idealista da pintura de paisagem. Foi uma forma de arte amplamente      imitada que retratava a natureza como classicamente bonita e harmoniosa. <\/p>\n<p>No s\u00e9culo 18, pintores Franceses como Antoine Watteau desenvolveram o estilo      rococ\u00f3 de cenas fantasiosas e elaboradamente decoradas de aristocratas elegantes      e idealizados deusas e deuses.<\/p>\n<p>No      in\u00edcio do s\u00e9culo 19, Th\u00e9odore G\u00e9ricault, Eug\u00e8ne Delacroix, e outros grandes      pintores rom\u00e2nticos produziram obras mais conhecidas por suas cores ousadas      e cenas dram\u00e1ticas. O pintor Franc\u00eas Gustave Courbet foi pioneiro do estilo      realista em meados dos 1800s, com retratos verdadeiros de pessoas e lugares      comuns.<\/p>\n<p>Hoje,      a Fran\u00e7a pode ser mais conhecida por seus pintores impressionistas e p\u00f3s-impressionistas      do final do s\u00e9culo 19 e in\u00edcio do s\u00e9culo 20. As pinturas suaves e on\u00edricas,      ou &#8220;impressionistas&#8221; de Claude Monet, Pierre-Auguste Renoir, Edgar      Degas, \u00c9douard Manet, e Camille Pissarro preenchem mais livros de arte e atraem      mais multid\u00f5es aos museus em todo o mundo que qualquer outro grupo de pintores.      Os impressionistas tamb\u00e9m influenciaram a obra do pr\u00f3ximo grupo de grandes      pintores da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>O      p\u00f3s-impressionista Paul Gauguin tornou-se famoso por suas ousadas e fortemente      definidas pinturas de Taitianos e sua cultura nativa na Polin\u00e9sia Francesa.<\/p>\n<p>Amigo      de Gauguin foi o famoso Holand\u00eas p\u00f3s-impressionista Vincent van Gogh. Ele      se mudou para a Fran\u00e7a para trabalhar, como era o h\u00e1bito de muitos grandes      artistas Europeus durante o s\u00e9culo 19 e in\u00edcio do s\u00e9culo 20. Henri de Toulouse-Lautrec      desenvolveu o estilo conhecido como Art Nouveau, com sua brilhante e quase      berrante representa\u00e7\u00e3o da vida noturna Parisiense.<\/p>\n<p>Na      d\u00e9cada de 1890, Paul C\u00e9zanne come\u00e7ou a explorar a forma e a estrutura para      inspirar uma mudan\u00e7a revolucion\u00e1ria na arte. Os pintores Franceses lideraram      o mundo para este novo reino de &#8220;arte moderna&#8221; do s\u00e9culo 20, com      a obra brilhante e poderosa de Henri Matisse e o famoso cubismo de Pablo Picasso      (nascido na Espanha), com seus fragmentados e distorcidos temas e formas.<\/p>\n<p>N\u00e3o      \u00e9 surpreendente para um pa\u00eds t\u00e3o rico em arte, que a Fran\u00e7a \u00e9 o lar de alguns      dos melhores e maiores museus de arte do mundo. O mais famoso \u00e9 o Museu do      Louvre, em Paris. Ele atrai milh\u00f5es de visitantes de todo o mundo a cada ano.<\/p>\n<h4>M\u00fasica<\/h4>\n<p>A partir de seus monges e trovadores medievais para suas mundialmente famosas      \u00f3peras e sinfonias, a m\u00fasica Francesa tem uma tradi\u00e7\u00e3o longa e altamente art\u00edstica.      Na Idade M\u00e9dia, os menestr\u00e9is da Fran\u00e7a viajavam de cidade em cidade e de      castelo em castelo. <\/p>\n<p>Eles entretiam os plebeus e a nobreza com suas vozes e violinos. Os menestr\u00e9is      proviam acompanhamento para os nobres poeta-m\u00fasicos conhecidos como trovadores.      Suas can\u00e7\u00f5es de amor cort\u00eas deram \u00e0 Europa algumas de suas primeiras grandes      m\u00fasicas n\u00e3o-religiosas.<\/p>\n<p>Quando      a m\u00fasica secular se desenvolvia, os compositores do s\u00e9culo 15 da Fran\u00e7a escreveram      can\u00e7\u00f5es de batalha e m\u00fasica de festival inspirada nos sons da natureza. Quando      o poder da Fran\u00e7a cresceu nos s\u00e9culos 16 e 17, as cortes de Paris e de Versailles      tornaram-se centros musicais. Os compositores escreveram m\u00fasica para os bal\u00e9s      reais, e pe\u00e7as individuais para eventos especiais, como coroa\u00e7\u00f5es. Os reis      e rainhas da Fran\u00e7a ricamente apoiaram os seus compositores favoritos. O pr\u00f3prio      Rei Lu\u00eds XIII comp\u00f4s grandes obras.<\/p>\n<p>Em      1673, o compositor Franc\u00eas Jean-Baptiste Lully come\u00e7ou a escrever as primeiras      \u00f3peras exclusivamente Franc\u00easas em um estilo preciso e cort\u00eas que ficou conhecido      como trag\u00e9die-lyrique, ou trag\u00e9dia l\u00edrica. Em 1875, Georges Bizet escreveu      a dolorosamente rom\u00e2ntica Carmen, sem d\u00favida, a \u00f3pera mais amada do mundo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m nos 1800s, Hector Berlioz ajudou a criar a moderna orquestra sinf\u00f4nica      com sua obras de grande-escala. Ele permanece mais famoso por sua altamente      rom\u00e2ntica Sinfonia Fant\u00e1stica. Foi uma das primeiras sinfonias a contar uma      hist\u00f3ria atrav\u00e9s da repeti\u00e7\u00e3o de motivos mel\u00f3dicos para cada personagem. No      final dos 1800s, os compositores Franceses como Claude Debussy e Maurice Ravel      desenvolveram a m\u00fasica impressionista. <\/p>\n<p>Eles usaram harmonias inusitadas e combina\u00e7\u00f5es de instrumentos para transmitir      sentimentos e efeitos quase-visuais, tais como &#8220;explos\u00f5es de luz&#8221;.      No s\u00e9culo 20, Erik Satie, Olivier Messiaen, e Pierre Boulez foram pioneiros      de avant-garde da m\u00fasica experimental para orquestra e piano.<\/p>\n<p>Todos      esses compositores Franceses continuam populares hoje, suas obras executadas      em concertos por grandes orquestras sinf\u00f4nicas, pianistas e outros m\u00fasicos      em todo o mundo.<\/p>\n<p>A      maioria das cidades Francesas t\u00eam orquestras sinf\u00f4nicas e \u00f3peras. Mas nada      rivaliza com as de Paris pela qualidade e quantidade. As principais casas      de \u00f3pera da capital incluem o Palais Garnier, a Op\u00e9ra-Comique, e a ultramoderna      Bastille Opera House (casa da \u00d3pera Nacional de Paris). Suas salas de sinfonia      incluem a Salle Pleyel, a Radio France Salle Olivier Messiaen, e a Cit\u00e9 de      la Musique.<\/p>\n<h4>Literatura<\/h4>\n<p>Hoje,      os grandes amantes da literatura cl\u00e1ssica ainda l\u00eaem os poemas de amor dos      trovadores medievais da Fran\u00e7a. Eles foram escritos na l\u00edngua Francesa Occitana      e representam algumas das primeiras poesias n\u00e3o-religiosas da Fran\u00e7a. Os poetas      Franceses tamb\u00e9m nos deram as chansons de geste &#8211; poemas \u00e9picos inspirados      pelas Cruzadas.<\/p>\n<p>Durante      o Renascimento (da palavra Francesa para &#8220;renascimento&#8221;), a Fran\u00e7a      produziu e desenvolveu muitos grandes estilos da literatura Europeia. Durante      o in\u00edcio dos 1500s, Fran\u00e7ois Rabelais usou a nova forma do romance de fic\u00e7\u00e3o      para celebrar a alegria da vida, enquanto que zombando da religi\u00e3o, dos preconceitos      sociais, e da aprendizagem acad\u00eamica fora-de-moda. Sua sat\u00edrica Gargantua      e Pantagruel continua a ser uma obra-prima da literatura Ocidental.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m      no s\u00e9culo 16, Pierre de Ronsard liderou o famoso La Pl\u00e9iade, um grupo de sete      poetas que fizeram do Franc\u00eas a nova linguagem &#8220;cl\u00e1ssica&#8221; da Europa.<\/p>\n<p>No      final do s\u00e9culo 16, Michel de Montaigne foi pioneiro no ensaio pessoal como      uma forma liter\u00e1ria.<\/p>\n<p>Em      1635, o Cardeal Richelieu criou a Acad\u00e9mie Fran\u00e7aise para garantir a &#8220;pureza&#8221;      cl\u00e1ssica da l\u00edngua Francesa e orientar o desenvolvimento de sua literatura.      Para a maior parte, os escritores do s\u00e9culo 17 da Fran\u00e7a retornaram \u00e0 literatura      cl\u00e1ssica Europeia das ra\u00edzes Gregas. Eles produziram obras que enfatizavam      a ordem, o equil\u00edbrio, e o racioc\u00ednio intelectual. Ren\u00e9 Descartes da Fran\u00e7a,      um matem\u00e1tico e fil\u00f3sofo, estava na vanguarda desta Idade da Raz\u00e3o, ou Iluminismo.<\/p>\n<p>No      Discurso do M\u00e9todo (1637), ele argumentou que os seres humanos foram feitos      para serem criaturas pensantes que questionavam a autoridade.<\/p>\n<p>Os      grandes dramaturgos do s\u00e9culo 17 da Fran\u00e7a incluiram Pierre Corneille e Jean      Racine, que escreveram trag\u00e9dias cl\u00e1ssicas. Seu contempor\u00e2neo Moli\u00e8re (Jean-Baptiste      Poquelin) escreveu com\u00e9dias sobre a pol\u00edtica da vida di\u00e1ria. Suas pe\u00e7as continuam      a ser populares e relevantes hoje.<\/p>\n<p>O intelectualismo estrito deu lugar ao romantismo do s\u00e9culo 19. Muitos consideram      o romancista, poeta e dramaturgo Franc\u00eas Victor Hugo como o maior de todos      os escritores rom\u00e2nticos. (Sua obra mais conhecida, Os Miser\u00e1veis, tem desfrutado      de um revival na forma de um musical da Broadway). <\/p>\n<p>Em 1844, Alexandre Dumas publicou seu cl\u00e1ssico igualmente duradouro, Os Tr\u00eas      Mosqueteiros. Charles Baudelaire usou a linguagem l\u00edrica Francesa para desenvolver      a forma liter\u00e1ria conhecida como &#8220;poemas em prosa&#8221;, produzindo obras      duradouras, como As Flores do Mal.<\/p>\n<p>Outros      grandes escritores Franceses do s\u00e9culo 19 incluiram Honor\u00e9 de Balzac, Stendhal,      e Amandine Dupin (pseud\u00f4nimo George Sand). Estes tr\u00eas se afastaram do romantismo      para retratar a sociedade Francesa de forma mais realista. Nos seus passos,      \u00c9mile Zola chocou os leitores com seus romances duramente realistas da classe      oper\u00e1ria Francesa.<\/p>\n<p>Em      1913, Marcel Proust come\u00e7ou a escrever Em Busca do Tempo Perdido, um retrato      de v\u00e1rios volumes de uma era, contada em um estilo de fluxo de consci\u00eancia      autobiogr\u00e1fico. O livro e o novo estilo de escrever de Proust muito influenciou      os autores do s\u00e9culo 20 em todo o mundo.<\/p>\n<p>Em      meados do s\u00e9culo 20, as pe\u00e7as filos\u00f3ficas e ensaios de Jean-Paul Sartre e      de Albert Camus inspiraram o movimento liter\u00e1rio conhecido como existencialismo      &#8211; dedicado ao desejo humano de encontrar sentido em um mundo ca\u00f3tico. No final      do s\u00e9culo 20, os escritores Franceses Marguerite Duras e Claude Simon foram      pioneiros no nouveau roman, ou novo romance, que se afastou da narrativa tradicional      para descrever eventos vividos pelos personagens individuais.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m no s\u00e9culo 20, a Fran\u00e7a encontrou nova express\u00e3o em sua ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica.      Em 28 de Dezembro de 1895, a era dos filmes p\u00fablicos come\u00e7ou em um caf\u00e9 de      Paris, quando os inventores Franceses Louis e Auguste Lumi\u00e8re projetaram um      programa de curtas-metragens mudo para o primeiro p\u00fablico de filme pagante.    <\/p>\n<p>Depois de estudar as c\u00e2meras experimentais e a visualiza\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas de      Thomas Edison, os irm\u00e3os tinham inventado o Cin\u00e9matographe &#8211; o modelo para      todas as c\u00e2meras de filmes e projetores dos dias de hoje.<\/p>\n<p>Desde      esse dia, o papel l\u00edder da Fran\u00e7a no cinema internacional tem sido mais art\u00edstico      do que tecnol\u00f3gico. Por toda a era do &#8220;nickelodeon&#8221; do cinema mudo,      os cineastas Franceses dominaram o cinema, com romances e thrillers que provocaram      l\u00e1grimas e gritos nos pa\u00edses ao redor do mundo. De fato, os primeiros cineastas      Americanos tentaram limitar a importa\u00e7\u00e3o deste &#8220;produto estrangeiro&#8221;      para que eles pudessem obter cinemas para mostrar seus filmes menos-populares.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1920, o Minist\u00e9rio da Cultura da Fran\u00e7a come\u00e7ou a financiar      a ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica do pa\u00eds em muito da mesma forma que ele defendia      o ballet, a \u00f3pera, e outros grandes empreendimentos art\u00edsticos. <\/p>\n<p>Os cineastas Franceses tornaram-se conhecidos por sua criatividade e t\u00e9cnicas      inovadoras. No final dos anos 1950s, por exemplo, os diretores do cinema Franc\u00eas      come\u00e7aram o movimento Nouvelle Vague, ou &#8220;New Wave&#8221;, que veio a      transformar o cinema popular. Eles usavam \u00e2ngulos de c\u00e2mera incomuns e faziam      saltos repentinos de cena para cena, e eles desenvolveram um estilo altamente      pessoal e \u00edntimo de contar hist\u00f3rias. <\/p>\n<p>Embora comuns hoje em dia, estas abordagens provocaram uma mudan\u00e7a revolucion\u00e1ria      do estilo simples e de espet\u00e1culo dos filmes de Hollywood dos meados do s\u00e9culo.      Os mais influentes filmes do New Wave da Fran\u00e7a incluem Os Incompreendidos      (1959) de Fran\u00e7ois Truffaut e Acossado (1960) de Jean-Luc Godard.<\/p>\n<p>Hoje,      os festivais de cinema Franc\u00eas continuam populares nos campus universit\u00e1rios      e nas principais cidades do mundo, com mostras de uma semana e \u00e0s vezes de      um m\u00eas de dura\u00e7\u00e3o de ambos New Wave e os recentes filmes Franceses com legendas      em Ingl\u00eas. O governo Franc\u00eas patrocina muitos festivais internacionais de      cinema, que atraem milh\u00f5es de pessoas a cada ano. O mais famoso \u00e9 o festival      premiado em Cannes, na Riviera Francesa.<\/p>\n<p>A      publica\u00e7\u00e3o de livros continua a ser uma grande ind\u00fastria na Fran\u00e7a, hoje,      pois os Franceses classificam entre os leitores mais \u00e1vidos do mundo. A Fran\u00e7a      comemora seus autores nativos a cada ano com v\u00e1rios concursos liter\u00e1rios &#8211;      o Prix Goncourt e o Prix Femina sendo os mais conhecidos.<\/p>\n<h4>Arquitetura<\/h4>\n<p>Mais      de 1.000 anos da grande arquitetura permanecem em exibi\u00e7\u00e3o em toda a Fran\u00e7a.      As igrejas Europ\u00e9ias representam as maiores obras-primas art\u00edsticas da Idade      M\u00e9dia, e a Fran\u00e7a \u00e9 o lar de muitas das melhores.<\/p>\n<p><strong>No      s\u00e9culo 8, os arquitetos Franceses projetaram e constru\u00edram um novo estilo      de capela que caracterizava dram\u00e1ticos &#8220;westworks&#8221;:<\/strong>\u00a0altas      c\u00e2maras internas ladeadas por escadarias imponentes. Come\u00e7ando no s\u00e9culo 10,      a crescente riqueza das ordens mon\u00e1sticas da Fran\u00e7a alimentou a constru\u00e7\u00e3o      de mosteiros e igrejas no estilo rom\u00e2nico com enorme tetos abobadados e telhados      feitos de pedra em vez de madeira.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo 12, os construtores Franceses desenvolveram o estilo G\u00f3tico, com seus      graciosos arcos pontiagudos e torres delgadas apontando para o c\u00e9u. A Catedral      de Notre Dame, em Paris, est\u00e1 entre os maiores exemplos do estilo G\u00f3tico,      que se espalhou da Fran\u00e7a atrav\u00e9s da Europa ocidental. Alguns dos melhores      vitrais do mundo enfeitam as janelas da Sainte-Chapelle, tamb\u00e9m em Paris.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo 16, os arquitetos Renascentistas da Fran\u00e7a projetaram muitos ch\u00e2teaux      elegantes, ou pal\u00e1cios. Agora abertos ao p\u00fablico, os mais famosos desses incluem      Fontainebleau, Chambord, e Azay-le-Rideau. A obra-prima da arquitetura barroca      da Fran\u00e7a \u00e9 o espetacular Pal\u00e1cio de Versalhes, constru\u00eddo nos arredores de      Paris entre 1661 e 1663 como a principal resid\u00eancia real. <\/p>\n<p>Em 1660, o Rei da Fran\u00e7a Lu\u00eds XIV desejava, acima de tudo, retirar-se da      plebe de Paris. Ele ordenou a seus artistas, jardineiros e arquitetos reais      para construir-lhe um pal\u00e1cio grandioso no campo, um que refletisse seu status      de auto-declarado Rei-Sol. <\/p>\n<p>Entre 1661 e 1683, eles constru\u00edram o deslumbrante Pal\u00e1cio de Versalhes no      local de um pavilh\u00e3o de ca\u00e7a real algumas 11 milhas (18 km) a sudoeste da      capital Francesa.<\/p>\n<p>Com      mais de 1.000 quartos, o pal\u00e1cio original se estendia por cerca de 1.320 p\u00e9s      (400 metros) de comprimento, com mais de 100 acres (40 ha) de jardins formais      decorados com fontes, est\u00e1tuas e vasos enormes. Louis XIV continuou a sua      expans\u00e3o ao longo de sua vida. Em um ponto, ele at\u00e9 mesmo demoliu uma vila      adjacente para construir um pequeno pal\u00e1cio onde ele poderia tomar suas &#8220;refei\u00e7\u00f5es      ligeiras&#8221; longe dos milhares de cortes\u00e3os que normalmente o acompanhavam.<\/p>\n<p>Versailles      permaneceu a resid\u00eancia dos reis e rainhas da Fran\u00e7a &#8211; e a inveja de toda      a realeza Europeia &#8211; por mais de um s\u00e9culo. Durante a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa (1789),      a popula\u00e7a saqueou o pal\u00e1cio e em grande parte destru\u00edu seus fundamentos muito      bem cuidados.<\/p>\n<p>Agora      restaurado \u00e0 sua antiga gl\u00f3ria, Versailles \u00e9 uma das principais atra\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas      da Fran\u00e7a. Seus quartos mais famosos incluem o deslumbrante Sal\u00e3o dos Espelhos,      a suntuosa c\u00e2mera do rei e da rainha, uma capela real magn\u00edfica e uma casa      de \u00f3pera privada. O pal\u00e1cio tamb\u00e9m foi o cen\u00e1rio para importantes eventos      hist\u00f3ricos, incluindo a assinatura do Tratado de Versailles, o acordo que      encerrou oficialmente a Primeira Guerra Mundial, em 1919.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo 19, os arquitetos treinados na prestigiosa \u00c9cole des Beaux-Arts da      Fran\u00e7a criaram um novo estilo de arquitetura usando materiais industriais      e t\u00e9cnicas de constru\u00e7\u00e3o. A famosa Torre Eiffel e a \u00d3pera de Paris se tornaram      s\u00edmbolos deste movimento. No in\u00edcio dos 1900s, os designers do Art Nouveau      Franc\u00eas desenvolveram edif\u00edcios graciosos baseados em formas naturais, e o      Su\u00ed\u00e7o-nascido arquiteto Franc\u00eas Charles-\u00c9douard Jeanneret (conhecido como      Le Corbusier) foi pioneiro no Estilo Internacional, com sua \u00eanfase na fun\u00e7\u00e3o,      ou &#8220;edif\u00edcios como m\u00e1quinas para se viver&#8221;.<\/p>\n<h4>CIDADES<\/h4>\n<p>Para todas as suas diferen\u00e7as not\u00e1veis, as cidades da Fran\u00e7a compartilham      muitos tra\u00e7os duradouros. Todas valorizam e mostram a sua hist\u00f3ria em castelos,      catedrais e velhos bairros diligentemente preservados que remontam \u00e0 Idade      M\u00e9dia e ao Renascimento. <\/p>\n<p>As cidades Francesas tamb\u00e9m compartilham uma grande riqueza cultural que      toma a forma f\u00edsica em uma abund\u00e2ncia de museus e salas de concerto. E nenhuma      grande cidade na Fran\u00e7a existe sem um porto cheio de barcos de recreio e da      ind\u00fastria &#8211; seja um largo rio, sistema de canal, ou espumante porto costeiro.<\/p>\n<h4>Paris<\/h4>\n<p>Mundialmente      conhecida por sua beleza, Paris \u00e9 uma cidade que possui in\u00fameros caf\u00e9s, jardins      rom\u00e2nticos, pra\u00e7as hist\u00f3ricas e museus cheios de grande arte.<\/p>\n<p>Passear      por Paris pela manh\u00e3 \u00e9 ouvir o canto dos p\u00e1ssaros das castanheiras que alinham      suas grandes avenidas. \u00c0 noite, holofotes iluminam os muitos dos magn\u00edficos      pal\u00e1cios e monumentos da cidade.<\/p>\n<p>Aqueles que adoram Paris &#8211; e eles s\u00e3o dezenas de milh\u00f5es em todo o mundo      &#8211; muitas vezes discutem sobre o significado do apelido Cidade das Luzes. Refere-se      \u00e0 beleza cintilante da cidade, ou \u00e0 sua grande tradi\u00e7\u00e3o de cultura e de aprendizagem?      Ambos podem aplicar-se igualmente hoje. <\/p>\n<p>Mas Paris primeiro ganhou o nome durante o Iluminismo, um movimento intelectual      do s\u00e9culo 18, quando novos estilos de literatura e arte desenvolveram-se aqui      antes de se espalharem pela Europa e al\u00e9m.<\/p>\n<p>Todos os anos, mais de 25 milh\u00f5es de turistas estrangeiros visitam a regi\u00e3o      de Paris. Por mais de um s\u00e9culo, a atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica mais popular foi o deck      de observa\u00e7\u00e3o da Torre Eiffel, a 1.056 p\u00e9s (322 m) de altura de metal em flecha      constru\u00edda para uma exposi\u00e7\u00e3o mundial em 1889. <\/p>\n<p>Por muito mais tempo, mais de 800 anos, na verdade, os turistas t\u00eam estado      olhando com admira\u00e7\u00e3o para os pin\u00e1culos elevados, contrafortes arqueados,      e murais de pedra da Catedral de Notre Dame. <\/p>\n<p>Hoje, os visitantes podem subir a torre sineira sul da catedral para obter      uma olhada de perto das famosas figuras grotescas de pedra conhecidas como      g\u00e1rgulas. Sainte-Chapelle, uma outra igreja mais velha (embora j\u00e1 n\u00e3o seja      utilizada como uma) apresenta alguns dos mais belos vitrais do mundo.<\/p>\n<p>Enquanto a Torre Eiffel ergue-se na borda dos agitados bairros tur\u00edsticos      e empresariais da cidade, Notre Dame est\u00e1 em seu cora\u00e7\u00e3o &#8211; sobre a \u00cele de      la Cit\u00e9 (&#8220;cidade-ilha&#8221;) de 1 milha (1,6 km) de comprimento, que      cont\u00e9m a Paris Velha. <\/p>\n<p>As amplas partes do Rio Sena ficam em torno desta ilha, onde o conquistador      Romano J\u00falio C\u00e9sar encontrou um estabeleciento de povos Celtas chamado Parisii      no ano 53 aC. Mil anos mais tarde, Paris classificava-se como a maior cidade      da Europa. <\/p>\n<p>Hoje, os limites da cidade de Paris abrangem uma popula\u00e7\u00e3o de quase 2,2 milh\u00f5es      dentro de uma \u00e1rea de 41 milhas quadradas (106 km quadrados), delimitada por      um anel vi\u00e1rio chamado de Boulevard P\u00e9riph\u00e9rique.<\/p>\n<p>Nenhum      ponto dentro dos limites da cidade fica a mais de 6 milhas (10 km) a partir      de sua central \u00cele de la Cit\u00e9. O hist\u00f3rico Pont Neuf, ou &#8220;nova ponte&#8221;,      cruza o extremo ocidental da ilha e o conecta com as famosas margens Direita      e Esquerda do Rio Sena (da perspectiva de enfrentar a jusante). Como se para      destacar um dos muitos paradoxos de Paris, a Pont Neuf, \u00e9 de fato, a ponte      mais antiga de p\u00e9 da cidade, constru\u00edda em 1604.<\/p>\n<p>A Margem Direita tem sido considerada a se\u00e7\u00e3o mais aristocr\u00e1tica de Paris.      Ela possui o Pal\u00e1cio do Louvre, uma vez a casa de reis e rainhas, e agora      um dos maiores museus de arte da Europa. O Louvre de Paris come\u00e7ou como uma      fortaleza medieval, tornou-se um pal\u00e1cio real, e \u00e9 hoje um dos maiores e melhores      museus de arte do mundo. <\/p>\n<p>A origem do nome do museu permanece misteriosa, mas pode referir-se \u00e0s florestas      cheias de lobos, ou louvraie, onde o Rei Filipe II primeiro construiu suas      fortifica\u00e7\u00f5es em 1204. Um s\u00e9culo depois, o Rei Carlos V remodelou a fortaleza      para uma casa de campo, e em 1546 o Rei Francisco I alargou-a em um pal\u00e1cio      real e come\u00e7ou a ench\u00ea-lo com tesouros de arte, incluindo a Mona Lisa de Leonardo      da Vinci.<\/p>\n<p>Ao longo das gera\u00e7\u00f5es, os escultores reais continuaram a decorar as paredes      do Louvre e seus fundamentos com murais e est\u00e1tuas, enquanto os arquitetos      reais adicionavam as grandes galerias que agora est\u00e3o entre os maiores e mais      estensos espa\u00e7os de arte do mundo. Mesmo depois de o Rei Lu\u00eds XIV transferir      a sua resid\u00eancia real para Versalhes, em 1682, ele continuou a encher o Louvre      com pinturas, esculturas e j\u00f3ias. <\/p>\n<p>Quando Lu\u00eds XIV morreu em 1715, a cole\u00e7\u00e3o real contava mais de 2.500 obras      de arte. O pr\u00f3ximo Lu\u00eds concordou em abrir o Louvre como um museu, embora      apenas para os estudantes de arte e a aristocracia. O Louvre tornou-se um      verdadeiro museu nacional quando os l\u00edderes da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa abriram      as suas portas a todos em 1793.<\/p>\n<p>Ao      longo do s\u00e9culo seguinte, Napole\u00e3o Bonaparte tornou-se o grande patrono do      Louvre, preenchendo-o com vag\u00f5es da arte confiscada das fam\u00edlias reais e museus      de arte de cada pa\u00eds que ele conquistava. Por volta do s\u00e9culo 20, o Louvre      tornou-se t\u00e3o lotado que muitas de suas maiores cole\u00e7\u00f5es tiveram que ser transferidas      para novos museus.<\/p>\n<p>Hoje,      o Louvre expandido abrange mais de 40 acres (16 ha), incluindo uma nova se\u00e7\u00e3o      subterr\u00e2nea coroada por uma gigantesca pir\u00e2mide feita de vidro no p\u00e1tio e      projetada por I. M. Pei. Al\u00e9m da Mona Lisa de Leonardo, as mais famosas das      mais de 400.000 pe\u00e7as de arte do Louvre incluem as cl\u00e1ssicas est\u00e1tuas Gregas      da V\u00eanus de Milo e da Vit\u00f3ria de Samotr\u00e1cia, a Piet\u00e0 de Avignon, e os m\u00e1rmores      Escravo Rebelde e Escravo Morrendo de Michelangelo.<\/p>\n<p>Aqui,      tamb\u00e9m, encontram-se os hot\u00e9is mais elegantes, restaurantes, teatros, e as      casas dos designers famosos da roupa haute couture, ou &#8220;alta moda&#8221;.<\/p>\n<p>Caminhando      oeste ao longo da Margem Direita est\u00e1 a Champs-\u00c9lys\u00e9es, a avenida mais espetacular      da cidade e o local de desfiles e celebra\u00e7\u00f5es. Elegantes jardins e pal\u00e1cios      menores, ou ch\u00e2teaux alinham a avenida de 1,25 milhas (2 km), a qual leva      \u00e0 Place Charles de Gaulle, uma das mais de 130 pra\u00e7as p\u00fablicas de Paris. Aqui      est\u00e1 o Arc de Triomphe ou Arco do Triunfo de 164 p\u00e9s (50 m) de altura, constru\u00eddo      por Napole\u00e3o para comemorar as vit\u00f3rias militares da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Para      muitos, a Margem Esquerda de Paris incorpora o lado art\u00edstico e rom\u00e2ntico      da cidade. No in\u00edcio do s\u00e9culo 13, a Sorbonne, agora parte da Universidade      de Paris, abriu na extremidade leste do distrito, que ainda \u00e9 conhecido como      o Quartier Latin, para a l\u00edngua falada ali ao longo da Idade M\u00e9dia. Hoje,      o Quartier Latin \u00e9 ainda mais famoso por seus caf\u00e9s da moda, boutiques elegantes,      e extravagantes casas noturnas, bem como pelas suas lojas de antiguidades,      livrarias e galerias de arte.<\/p>\n<p>Paris \u00e9 tamb\u00e9m um grande centro industrial, com uma abund\u00e2ncia de f\u00e1bricas      e parques empresariais na periferia da cidade e ao longo de sua periferia,      onde muitos grandes complexos habitacionais continuam a ser constru\u00eddos para      os trabalhadores e suas fam\u00edlias. <\/p>\n<p>As maravilhas de Paris at\u00e9 mesmo se estendem em subterr\u00e2neos, e incluem o      limpo e eficiente Metr\u00f4, um dos maiores metr\u00f4s do mundo, e um \u00fanico sistema      de esgoto do s\u00e9culo 19 que, at\u00e9 recentemente, podia realmente ser visitado      de barco.<\/p>\n<p>Marseille,      na costa do Mediterr\u00e2neo, \u00e9 a mais antiga e a segunda-maior cidade da Fran\u00e7a,      seu principal porto, e um centro industrial, com uma popula\u00e7\u00e3o de 856.000.      Mais de 1,6 milh\u00f5es de pessoas vivem na \u00e1rea maior urbana de Marselha. Os      antigos Gregos fundaram a cidade cerca de 2.600 anos atr\u00e1s. Desde ent\u00e3o, ela      tem servido como principal porta de entrada entre a Europa ocidental e ambos      a \u00c1frica e o Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n<p>Na      forma de um semi-c\u00edrculo, Marseille envolve em torno de um porto hist\u00f3rico      cheio de iates. Caf\u00e9s alinham o passeio mar\u00edtimo do porto e se estendem ao      longo da Canebi\u00e8re, a principal rua da cidade cheia de lojas atraentes.<\/p>\n<p>O porto \u00e9 muito pequeno para navios de transporte de grande porte. O movimentado      porto da moderna Marselha come\u00e7a a oeste do Porto Velho e se estende por cerca      de 5 milhas (8 km). O com\u00e9rcio de bens flui tamb\u00e9m para Marselha das cidades      do interior ao longo do canal que liga a costa do Mediterr\u00e2neo com o Rio Rh\u00f4ne.    <\/p>\n<p>As grandes ind\u00fastrias de Marseille incluem o ferro, o a\u00e7o, e o refino de      petr\u00f3leo, e o processamento de alimentos, pl\u00e1sticos e produtos qu\u00edmicos.<\/p>\n<p>Os      muitos marcos hist\u00f3ricos da cidade incluem uma abund\u00e2ncia de belas igrejas,      especialmente Notre Dame de la Garde, uma catedral no morro levando uma imagem      da Virgem Maria que pode ser vista mar afora. Marinheiros visitantes, turistas      e os muitos trabalhadores Norte-africanos d\u00e3o a Marseille uma atmosfera ocupada,      internacional.<\/p>\n<p>Lyon      se espalha atrav\u00e9s da jun\u00e7\u00e3o dos Rios Rh\u00f4ne e Sa\u00f4ne, 170 milhas (274 km) ao      norte de Marselha. Ela \u00e9 considerada como a terceira-maior cidade da Fran\u00e7a,      com uma popula\u00e7\u00e3o de 472 mil (cerca de 1,8 milh\u00f5es em sua maior \u00e1rea urbana).      Docas e armaz\u00e9ns alinham os rios g\u00eameos, que dividem a cidade em tr\u00eas partes.<\/p>\n<p>O      principal distrito de escrit\u00f3rios, compras e entretenimento da cidade fica      na pen\u00ednsula entre os rios. Ao norte deste centro da cidade est\u00e3o as imponentes      casas dos bairros hist\u00f3ricos t\u00eaxteis do s\u00e9culo 19 de Lyon, onde os tecel\u00f5es      habilidosos uma vez penduravam os enormes teares Jacquard do teto das ab\u00f3badas.      A oeste, na margem oposta do Rio Sa\u00f4ne, est\u00e1 a &#8220;Velha Lyon&#8221;, com      suas hist\u00f3ricas catedrais Renascentistas. A margem mais a leste do Rh\u00f4ne det\u00e9m      a terceira se\u00e7\u00e3o mais nova de Lyon, com sua mistura interessante de f\u00e1bricas,      bairros afluentes, e um campus universit\u00e1rio de grande porte.<\/p>\n<p>J\u00falio C\u00e9sar escolheu este local estrat\u00e9gico para um grande campo de guerra      e centro de abastecimento em 58 aC. Ele cresceu para se tornar Lugdunum, uma      das mais importantes cidades do Imp\u00e9rio Romano. Pelo in\u00edcio do s\u00e9culo 15,      Lugdunum tornou-se Lyon e uma capital do com\u00e9rcio Europeu, com uma reputa\u00e7\u00e3o      internacional em tecidos de seda. <\/p>\n<p>Hoje, suas universidades s\u00e3o grandes centros de pesquisa m\u00e9dica e cient\u00edfica,      e seus sub\u00farbios est\u00e3o cheios de f\u00e1bricas t\u00eaxteis, de produtos qu\u00edmicos, e      de autom\u00f3veis. Lyon tamb\u00e9m \u00e9 a sede mundial para a organiza\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia      de intelig\u00eancia internacional conhecida como Interpol.<\/p>\n<p>Toulouse,      a quarta-maior cidade da Fran\u00e7a (popula\u00e7\u00e3o 439.000), situa-se no sop\u00e9 dos      Pirineus, onde o Rio Garonne vira oeste em dire\u00e7\u00e3o ao Oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m conhecida como la Ville Rose pela empoeirada cor rosa de suas muitas      catedrais medievais e outros belos edif\u00edcios hist\u00f3ricos. Hoje, Toulouse \u00e9      a sede para a ag\u00eancia espacial Francesa. A fabrica\u00e7\u00e3o de avi\u00f5es e naves espaciais      tornou-se a grande ind\u00fastria da cidade, seguida por eletr\u00f4nicos, biotecnologia      e tecnologia da informa\u00e7\u00e3o. A Universidade de Toulouse apoia estas ind\u00fastrias      de alta tecnologia com pesquisa e educa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>\u00c9 a segunda mais antiga universidade da Fran\u00e7a (fundada em 1229) e seu segundo      maior centro de ensino superior. A hist\u00f3ria da cidade remonta \u00e0 mais de 2.000      anos, sua import\u00e2ncia como um ponto intermedi\u00e1rio para os comerciantes Romanos      viajando entre o Mediterr\u00e2neo e o Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Nice,      na Riviera Francesa, tornou-se um playground para a elite da Europa cerca      de 300 anos atr\u00e1s, quando a nobreza Brit\u00e2nica come\u00e7ou a passar seus invernos      em casas grandes ao longo de suas praias ensolaradas. Hoje, os grandes hot\u00e9is      ainda alinham a famosa Promenade des Anglais (Boulevard Ingl\u00eas), que corre      ao longo de suas praias e as cintilantes \u00e1guas do Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>Bem      ao norte, Strasbourg est\u00e1 perto do Rio Reno (ligada a ele por um canal), logo      deste lado da fronteira da Fran\u00e7a com a Alemanha. Como o nome Strasbourg sugere,      a Alemanha governou esta cidade v\u00e1rias vezes ao longo de sua longa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>A      maioria dos Strasbourgianos s\u00e3o bil\u00edng\u00fces, falando Alem\u00e3o e Franc\u00eas, e as      especialidades culin\u00e1rias da cidade incluem tanto salsichas e carnes ao estilo      Alem\u00e3o e iguarias Francesas tais como o foie gras (pat\u00ea de f\u00edgado de ganso).      Strasbourg \u00e9 tamb\u00e9m onde, de volta na d\u00e9cada de 1440, o ourives Alem\u00e3o Johann      Gutenberg inventou sua imprensa revolucion\u00e1ria. Hoje, a cidade \u00e9 a sede do      Parlamento Europeu, o Conselho da Europa de 45-membros e o seu Tribunal de      Direitos Humanos e outras institui\u00e7\u00f5es Europeias.<\/p>\n<h4>ECONOMIA<\/h4>\n<p>A      Fran\u00e7a \u00e9 uma das na\u00e7\u00f5es mais pr\u00f3speras do mundo, com uma moderna e eficiente      produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e ind\u00fastrias de alta tecnologia. Ela tem uma economia capitalista,      mas que apresenta uma quantidade significativa de propriedade e de interven\u00e7\u00e3o      do governo. A tend\u00eancia recente tem sido em dire\u00e7\u00e3o a uma maior privatiza\u00e7\u00e3o      e outras reformas para liberar os mercados.<\/p>\n<p>Os cidad\u00e3os Franceses s\u00e3o protegidos por uma s\u00e9rie de benef\u00edcios sociais.      Eles t\u00eam-se revelado onerosos para o Estado, no entanto, aumentando a preocupa\u00e7\u00e3o      crescente sobre a sua sustentabilidade. <\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o atingiu um novo pico no rescaldo da crise economica e financeira      mundial de 2008-09. Os gastos do governo para estimular a economia aumentaram      o d\u00e9ficit or\u00e7ament\u00e1rio e a d\u00edvida p\u00fablica global. <\/p>\n<p>Como resultado, em 2010 o governo passou dos gastos de est\u00edmulo aos esfor\u00e7os      para reduzir a d\u00edvida. Uma medida nesse sentido foi o aumento da idade de      aposentadoria de 60-62 anos, o que iria conseguir uma economia substancial      nos custos de pens\u00e3o. <\/p>\n<p>Outras mudan\u00e7as no sistema de benef\u00edcios sociais do pa\u00eds eram esperados.      Forte resist\u00eancia popular, como ocorreu com a reforma das pens\u00f5es, tamb\u00e9m      era esperado.<\/p>\n<p>A      Fran\u00e7a foi um dos membros fundadores da Comunidade Economica Europeia, mais      tarde conhecida como a Comunidade Europeia e, mais tarde ainda, como a Uni\u00e3o      Europ\u00e9ia (UE). Ela tamb\u00e9m \u00e9 membro da Uni\u00e3o Monet\u00e1ria Europeia e adotou o      euro, a moeda comum da UE, em 2002. O euro substituiu o franco.<\/p>\n<h4>Servi\u00e7os<\/h4>\n<p>Quase      80 por cento do PIB da Fran\u00e7a \u00e9 composto de servi\u00e7os. (O PIB \u00e9 o valor de      mercado total de todos os bens e servi\u00e7os finais produzidos num pa\u00eds durante      um per\u00edodo de tempo, normalmente um ano). A maioria dos trabalhadores Franceses,      mais de 70 por cento, est\u00e3o empregados no setor de servi\u00e7os. Ou seja, eles      t\u00eam empregos em setores como educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, governo, finan\u00e7as, com\u00e9rcio,      turismo, transportes e comunica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Manufatura<\/h4>\n<p>A      Fran\u00e7a \u00e9 um dos principais produtores mundiais de bens manufaturados. A fabrica\u00e7\u00e3o      contribui com cerca de 20 por cento para o PIB e emprega menos de 25 por cento      da for\u00e7a de trabalho.<\/p>\n<p>Desde      que a Fran\u00e7a entrou na era industrial nos 1700s, ela goza de uma reputa\u00e7\u00e3o      de produtos de alta qualidade. Seus fabricantes de t\u00eaxteis e de roupas permanecem      mundialmente famosos por seus produtos de luxo e tecidos de alta-costura.      Seus alimentos processados incluem muitos dos vinhos mais finos e mais caros      do mundo e mais de 300 tipos de queijo gourmet.<\/p>\n<p>Desde meados do s\u00e9culo 20, as ind\u00fastrias de manufatura da Fran\u00e7a tornaram-se      conhecidas pela quantidade tamb\u00e9m. A Fran\u00e7a \u00e9 hoje um dos principais produtores      (em volume) de produtos l\u00e1cteos processados, vinhos, e autom\u00f3veis. <\/p>\n<p>Outros importantes produtos industriais incluem o a\u00e7o; equipamentos el\u00e9tricos      e eletr\u00f4nicos; m\u00e1quinas; equipamentos de transporte, como trens de alta velocidade;      produtos qu\u00edmicos; produtos farmac\u00eauticos; e vestu\u00e1rio.<\/p>\n<p> Sua ind\u00fastria aeroespacial \u00e9 conhecida por alguns dos mais avan\u00e7ados avi\u00f5es      comerciais e militares, bem como sat\u00e9lites e foguetes de lan\u00e7amento de sat\u00e9lites.      A Fran\u00e7a tamb\u00e9m tem uma ind\u00fastria de armas de grande porte.<\/p>\n<h4>Agricultura      e Pesca<\/h4>\n<p>A      Fran\u00e7a \u00e9 um produtor l\u00edder mundial agr\u00edcola. A agricultura e a pesca contribuem      com cerca de 4 por cento para o PIB e empregam cerca de 2 por cento da for\u00e7a      de trabalho.<\/p>\n<p>Carne      bovina e produtos l\u00e1cteos como queijo geram a maior parte da renda agr\u00edcola      da Fran\u00e7a. O trigo classifica como a cultura mais importante, cultivado principalmente      nas f\u00e9rteis plan\u00edcies do centro-norte do pa\u00eds. A agricultura Francesa pode      ser mais famosa por suas uvas de vinho de alta qualidade, com v\u00e1rias regi\u00f5es      geogr\u00e1ficas, como Borgonha, Champagne, e Bordeaux produzindo vinhos conhecidos      mundialmente por seu sabor caracter\u00edstico.<\/p>\n<p>Os      agricultores aqui tamb\u00e9m crescem uma abund\u00e2ncia de aveia, milho e cevada para      alimenta\u00e7\u00e3o animal; beterraba para fazer a\u00e7\u00facar; e girassol para o \u00f3leo de      cozinha. A produ\u00e7\u00e3o fresca mais abundante do pa\u00eds inclui ma\u00e7\u00e3s, cerejas, p\u00eassegos,      p\u00earas, tomates, feij\u00e3o, cenouras e couve-flor. A Fran\u00e7a tamb\u00e9m tem muitas      fazendas de flores.<\/p>\n<p>A frota de pesca comercial da Fran\u00e7a \u00e9 baseada principalmente nos portos      ao longo da sua costa Atl\u00e2ntica. A deple\u00e7\u00e3o dos estoques de peixes e a resultante      regulamenta\u00e7\u00e3o, uma consequ\u00eancia da pesca predat\u00f3ria, e o aumento dos custos      dos combust\u00edveis t\u00eam contribu\u00eddo para um grande decl\u00ednio no n\u00famero de navios      de pesca e no tamanho das capturas. <\/p>\n<p>A piscicultura Francesa levanta grandes quantidades de ostras, mariscos,      e mexilh\u00f5es ao longo das costas do Atl\u00e2ntico e do Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<h4>Energia<\/h4>\n<p>Os dep\u00f3sitos de ur\u00e2nio da Fran\u00e7a ajudam a alimentar o seu extensivo sistema      de usinas nucleares. Ao todo, a energia nuclear fornece cerca de 75 por cento      da eletricidade do pa\u00eds. No leste, barragens hidrel\u00e9tricas em rios grandes      produzem eletricidade adicional. <\/p>\n<p>O governo Franc\u00eas investiu pesadamente em novas fontes de energia limpa com      uma planta de energia das mar\u00e9s na foz do Rio Rance da Bretanha e plantas      de energia solar nos Pirineus. At\u00e9 agora, por\u00e9m, estes atendem apenas uma      pequena parte das necessidades de energia do pa\u00eds. A queima de carv\u00e3o fornece      o resto das necessidades de energia do pa\u00eds.<\/p>\n<h4>Com\u00e9rcio<\/h4>\n<p>A Fran\u00e7a \u00e9 uma das mais importantes na\u00e7\u00f5es comerciais do mundo. Seus principais      parceiros comerciais s\u00e3o os pa\u00edses da UE, bem como os Estados Unidos e a China.      O pa\u00eds \u00e9 l\u00edder mundial em exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas. <\/p>\n<p>No entanto, suas exporta\u00e7\u00f5es mais importantes em termos de valor s\u00e3o m\u00e1quinas      e equipamentos de transporte, avi\u00f5es, pl\u00e1sticos, produtos qu\u00edmicos e farmac\u00eauticos,      e vinho. O petr\u00f3leo bruto est\u00e1 entre suas importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Transporte<\/h4>\n<p>Napol\u00e9on      Bonaparte instituiu um sistema rodovi\u00e1rio nacional no in\u00edcio do s\u00e9culo 19,      criando um sistema de estradas principais que irradiava para fora de Paris.<\/p>\n<p>Na      era moderna, a Fran\u00e7a tem uma das mais densas redes de estradas em todo o      mundo. Cerca de 10 por cento das suas estradas (umas 6.800 milhas; 11.000      km) s\u00e3o expressas.<\/p>\n<p>O      sistema ferrovi\u00e1rio \u00e9 muito menos extenso, mas inclui um trem de alta velocidade      (TGV) que liga as principais cidades da rede dentro e fora das fronteiras      Francesas. Comboios circulam pelo T\u00fanel da Mancha (ou Chunnel), que abriu      em 1994 e liga a Fran\u00e7a e a Inglaterra.<\/p>\n<p>O      pa\u00eds tem cerca de 5.300 milhas (8.500 km) de vias naveg\u00e1veis interiores, consistindo      em rios e canais. Alguns destes transportam o tr\u00e1fego comercial &#8211; tanto Paris      e Rouen, no Sena, s\u00e3o os principais portos de navega\u00e7\u00e3o interior &#8211; mas a maioria      n\u00e3o. Por outro lado, cerca de 72 por cento das exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es da      Fran\u00e7a s\u00e3o transportadas por mar. Os portos mais movimentados incluem Le Havre,      Marselha, Dunkerque (Dunkirk), e Calais.<\/p>\n<h4>Comunica\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p>A      Fran\u00e7a goza de liberdade de imprensa. Ela tem mais de 100 jornais di\u00e1rios,      alguns associados a partidos pol\u00edticos. Entre os mais conhecidos est\u00e3o Le      Monde, Liberation, Le Figaro, e Ouest France. Os seman\u00e1rios de not\u00edcias incluem      L&#8217;Express e Le Point. A Agence France Presse, fundada em 1835, \u00e9 um servi\u00e7o      l\u00edder internacional de not\u00edcias a cabo.<\/p>\n<p>As      esta\u00e7\u00f5es de televis\u00e3o s\u00e3o uma mistura de propriedade p\u00fablica e privada. A      Radio France dirige uma rede de esta\u00e7\u00f5es nacionais, mas compete com a r\u00e1dio      comercial.<\/p>\n<p>Cerca      de 70 por cento da popula\u00e7\u00e3o usa a Internet. E h\u00e1 quase tantos telefones m\u00f3veis      (celulares) como existem pessoas.<\/p>\n<h4>HIST\u00d3RIA<\/h4>\n<p>A      hist\u00f3ria humana da Fran\u00e7a come\u00e7a com o homem de Neandertal (Homo neanderthalensis      sapiens), uma ra\u00e7a de seres humanos da Idade da Pedra, que surgiu na Europa      e na \u00c1sia ocidental mais de 100 mil anos atr\u00e1s. Eles eram mais curtos e mais      densamente constru\u00eddos que os humanos modernos (Homo sapiens), que parecem      ter migrado para o norte no que hoje \u00e9 a Fran\u00e7a, do norte da \u00c1frica, cerca      de 40.000 anos atr\u00e1s. Cerca de 15.000 anos atr\u00e1s, estes seres humanos primitivos      deram origem aos Cro-Magnons, que come\u00e7aram a inscri\u00e7\u00e3o dos primeiros registros      hist\u00f3ricos da Europa nas paredes das cavernas no sul da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Seus      murais elaborados caracterizavam mamutes, bisontes Europeus, e outros animais      que eles ca\u00e7avam com lan\u00e7as e machados.<\/p>\n<p>Cerca de 8.000 anos atr\u00e1s, essas tribos come\u00e7aram a se fixar para estabelecer      as primeiras comunidades agr\u00edcolas da Europa. Esta mudan\u00e7a revolucion\u00e1ria      no abastecimento alimentar &#8211; da ca\u00e7a e coleta para o cultivo &#8211; permitiu que      a popula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o Francesa crescesse entre 4 milh\u00f5es e 5 milh\u00f5es de pessoas.    <\/p>\n<p>Cerca de 3.400 anos atr\u00e1s, esses primeiros fazendeiros come\u00e7aram a minera\u00e7\u00e3o      de minerais da Terra e forjando-os em eixos de metal, facas e outras ferramentas.      Este salto tecnol\u00f3gico marcou seu surgimento da assim-chamada Idade da Pedra.<\/p>\n<p>Cerca      de 3.200 anos atr\u00e1s, tribos poderosas arrastaram-se para esta regi\u00e3o da Europa      central. Os antigos Gregos os chamavam Celtas; os Romanos os chamavam Gauleses.      Durante os pr\u00f3ximos 300 anos, eles se espalhariam atrav\u00e9s do que \u00e9 hoje a      Fran\u00e7a e se misturariam com os seus povos nativos. Sua civiliza\u00e7\u00e3o bem sucedida      se beneficiaria com o uso de pesados arados de ferro para trabalhar a terra      e um com\u00e9rcio lucrativo com os Gregos. Em 600 aC, os comerciantes Gregos estabeleceram      no que hoje \u00e9 a Fran\u00e7a a col\u00f4nia permanente de Massalia (atual Marselha),      na costa do Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>Os Gauleses, ou Celtas, tornaram-se grandes ferreiros famosos em todo o Mediterr\u00e2neo      por suas belas espadas. Eles constru\u00edram cidades em torno dos locais sagrados      onde os seus sacerdotes, chamados Druidas, reuniam-se para rituais anuais.    <\/p>\n<p>Por 100 aC, sua popula\u00e7\u00e3o dentro das fronteiras do que \u00e9 hoje a Fran\u00e7a tinha      crescido para entre 6 milh\u00f5es e 8 milh\u00f5es. Mas era uma popula\u00e7\u00e3o dividida      em centenas de comunidades em grande parte independentes. E isso deixou-as      vulner\u00e1veis \u00e0 conquista Romana.<\/p>\n<h4>G\u00e1lia      Romana<\/h4>\n<p>Os Romanos come\u00e7aram a fazer incurs\u00f5es militares na terra que chamaram Gallia,      ou G\u00e1lia, t\u00e3o cedo quanto 200 aC. Em 58 aC, o ex\u00e9rcito Romano de J\u00falio C\u00e9sar      derrotou os Gregos em Massalia e assumiu a regi\u00e3o circundante ao longo da      costa do Mediterr\u00e2neo. <\/p>\n<p>De l\u00e1, C\u00e9sar levou seus ex\u00e9rcitos para o norte ao longo do Rio R\u00f3dano. Por      volta de 50 aC, suas legi\u00f5es tinham completado a conquista da G\u00e1lia &#8211; uma      \u00e1rea que inclu\u00eda todas as atuais Fran\u00e7a, B\u00e9lgica, Luxemburgo e Su\u00ed\u00e7a. No processo,      um n\u00famero estimado de 1 milh\u00e3o de pessoas nativas pereceram, e muitas foram      vendidas como escravos.<\/p>\n<p>Ao ocupar a terra, os Romanos a uniram pela primeira vez. Eles fundaram muitas      das modernas cidades da Fran\u00e7a, incluindo Paris (que eles chamaram de Lutetia),      Lyon (Lugdunum) e Estrasburgo (Argentoratum). Eles constru\u00edram grandes aquedutos      e pontes, e estabeleceram estradas em rotas que hoje est\u00e3o na base das modernas      rodovias da Fran\u00e7a. <\/p>\n<p>Os Romanos trouxeram sua cultura cl\u00e1ssica e um sistema de leis, ambos os      quais iriam perdurar atrav\u00e9s dos tempos. O Latin se tornou a l\u00edngua oficial,      e que iria evoluir, com forte influ\u00eancia da conversa\u00e7\u00e3o Celta da G\u00e1lia, para      a l\u00edngua Francesa que conhecemos hoje.<\/p>\n<h4>A      Ascen\u00e7\u00e3o dos Francos<\/h4>\n<p>No      s\u00e9culo 3 A.D., uma s\u00e9rie de pragas devastou a popula\u00e7\u00e3o e, com ela, as colheitas      agr\u00edcolas e as receitas fiscais que os Romanos necessitavam para apoiar a      sua ocupa\u00e7\u00e3o. O poder Romano sobre a G\u00e1lia enfraqueceu ainda mais com os repetidos      ataques de tribos Germanicas &#8211; nomeadamente os Francos, Burg\u00fandios e Visigodos      &#8211; varrendo a partir do leste. Durante os pr\u00f3ximos 200 anos, as invas\u00f5es aumentaram.<\/p>\n<p>Algumas      das tribos Germ\u00e2nicas fizeram as pazes com os Romanos e criaram seus pr\u00f3prios      assentamentos ao longo das \u00e1reas de fronteira que permaneceram sob o dom\u00ednio      Romano. Os Francos, no entanto, continuaram a expandir seu territ\u00f3rio, e os      enfraquecidos Romanos cederam. Em 486, o senhor da guerra Franco Clovis derrotou      os \u00faltimos remanescentes do poder Romano e ganhou o controle da G\u00e1lia.<\/p>\n<p>Quando      Cl\u00f3vis se converteu ao Cristianismo, o papa reinante exortou os outros senhores      da guerra a se unirem sob a lideran\u00e7a de Cl\u00f3vis. Durante o pr\u00f3ximo s\u00e9culo,      os Francos permaneceram unidos para lutar contra os novos invasores. Em 732,      eles ganharam uma vit\u00f3ria decisiva quando repeliram o ex\u00e9rcito Mu\u00e7ulmano que      tinha atravessado os Pirineus.<\/p>\n<p>Durante      a segunda metade do s\u00e9culo 8, os Francos estenderam suas fronteiras em partes      do que agora est\u00e3o a \u00c1ustria, Alemanha, It\u00e1lia, S\u00e9rvia e Montenegro.<\/p>\n<p>No      ano 800, o papa coroou o Rei Franco Carlos Magno o &#8220;Santo Imperador Romano&#8221;.      Carlos Magno conduziu mais de 50 campanhas militares. Ele construiu dezenas      de igrejas, estabeleceu as primeiras escolas formais na Europa, e deu \u00e0 Fran\u00e7a      um novo c\u00f3digo de leis.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a morte de Carlos Magno em 814, o poder central do imp\u00e9rio diminuiu. Seus      netos lutaram e dividiram o reino em tr\u00eas partes. Um neto, Carlos, o Calvo,      ficou com a parte ocidental &#8211; a Francia Occidentalis &#8211; o n\u00facleo da Fran\u00e7a      de hoje. Mas o poder do rei Franc\u00eas continuou a se enfraquecer, devido \u00e0 lealdade      dividida dos seus senhores. Devastadores ataques Vikings do norte pioraram      as condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>A      Idade M\u00e9dia<\/h4>\n<p>Em 987, os nobres da Francia mudaram sua lealdade e escolheram um novo rei,      Hugo Capeto. Capeto e seus sucessores, os Capetos, muito fortaleceram a monarquia      Francesa. Este per\u00edodo tamb\u00e9m marcou o desenvolvimento do feudalismo &#8211; com      cada rei concedendo terra para seus nobres, ou senhores, em troca de seu apoio      militar. <\/p>\n<p>Cada senhor, por sua vez, distribu\u00eda por\u00e7\u00f5es de terra, chamadas feudos, a      seus vassalos, em retorno pelos servi\u00e7os de um grupo de cavaleiros guerreiros.      Na parte inferior da pir\u00e2mide social, servos sem terra trabalhavam o solo      em troca de uma pequena parte de suas colheitas.<\/p>\n<p>Ao      mesmo tempo, surgiram as primeiras agita\u00e7\u00f5es da democracia com uma crescente      classe m\u00e9dia de comerciantes e artes\u00e3os nas cidades. Eles formaram organiza\u00e7\u00f5es      profissionais, chamadas guildas, que ganharam uma grande medida de poder no      governo de suas cidades.<\/p>\n<p>Os senhores das prov\u00edncias Francesas da Normandia, Aquitania, Borgonha e      Flandres tornaram-se gradualmente mais poderosos e independentes. Em 1066,      William, o Conquistador da Normandia cruzou o Canal Ingl\u00eas para tomar a Inglaterra      e se tornar seu rei. <\/p>\n<p>Agora, um rei &#8220;Ingl\u00eas&#8221;, William, ainda controlava grande parte      do norte da Fran\u00e7a. Em 1152, a Inglaterra ganhou mais territ\u00f3rio Franc\u00eas quando      o casamento de Eleanor da Aquit\u00e2nia e o Rei Lu\u00eds VII da Fran\u00e7a foi anulado,      e ela se casou com o futuro Rei Henrique II da Inglaterra.<\/p>\n<p>Durante este tempo, a Igreja cada vez mais rica construiu muitas grandes      catedrais e mosteiros. Ela tamb\u00e9m lan\u00e7ou as Cruzadas, grandes campanhas militares      para a Terra Santa da Palestina que eram lideradas pelos Franceses e outros      senhores Europeus e financiadas por impostos pesados. <\/p>\n<p>Por volta de 1300, a popula\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a tinha crescido para cerca de 20      milh\u00f5es. Mas a vida poderia ser brutalmente curta. Na verdade, menos da metade      das crian\u00e7as sobreviviam at\u00e9 a idade de cinco anos.<\/p>\n<p><strong>No      in\u00edcio do s\u00e9culo 14, o Rei Filipe IV (Filipe, o Belo) convocou a primeira      assembl\u00e9ia dos Estados-Gerais, um &#8220;parlamento do cidad\u00e3o&#8221;, assim      chamado porque seus delegados representavam tr\u00eas estados, ou grupos, do povo      Franc\u00eas:<\/strong>\u00a0o      clero (primeiro estado), a nobreza (segundo estado), e as pessoas comuns (terceiro      estado). Os historiadores consideram os Estados-Gerais como sendo o ancestral      do parlamento democr\u00e1tico da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Popular      e poderoso, Philip IV convenceu os oficiais da igreja \u00e0 elegerem um arcebispo      Franc\u00eas como o pr\u00f3ximo papa em 1305. O Papa Franc\u00eas Clemente V transferiu      sua corte de Roma para um grande pal\u00e1cio em Avignon, no sul da Fran\u00e7a. L\u00e1,      os papas permaneceriam em grande parte sob o controle dos reis Franceses,      por mais de 70 anos.<\/p>\n<h4>A      Guerra dos Cem Anos<\/h4>\n<p>Em      1337, o Rei da Inglaterra Eduardo III invadiu a Fran\u00e7a para iniciar o que      ficou conhecido como a Guerra dos Cem Anos (1337-1453). Os Ingl\u00eases ganharam      muitas primeiras batalhas &#8211; mais notavelmente em Agincourt e Cr\u00e9cy no norte      da Fran\u00e7a, e em Poitiers no centro da Fran\u00e7a. Durante este tempo, a praga      conhecida como a Peste Negra atingiu a Europa ocidental e matou pelo menos      33% da popula\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Em      1422, pela morte de Charles VI da Fran\u00e7a, os governadores de Paris ficaram      do lado da reivindica\u00e7\u00e3o do rei da Inglaterra ao trono Franc\u00eas. A situa\u00e7\u00e3o      do sem-coroa Charles VII da Fran\u00e7a tinha chegado ao seu pior momento, quando,      em 1429, uma jovem camponesa de 17 anos de idade de Lorena se apresentou em      sua corte. Joana d&#8217;Arc afirmou que vozes lhe disseram que Deus queria que      ela liderasse os ex\u00e9rcitos da Fran\u00e7a contra os Ingl\u00eases e assim veriam Charles      VII ser coroado rei.<\/p>\n<p>A      lideran\u00e7a inspiradora de Joana marcou um ponto de viragem na guerra, e ela      ficou ao lado de Charles VII na sua coroa\u00e7\u00e3o. Em \u00faltima inst\u00e2ncia, ela foi      capturada e executada como uma bruxa por for\u00e7as leais ao rei Brit\u00e2nico. Charles      recapturou a maior parte da Fran\u00e7a entre 1450 e 1453.<\/p>\n<h4>Renascimento      e Conflito Religioso<\/h4>\n<p>Embora      devastada pela Guerra dos Cem Anos, a popula\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a se recuperou e construiu      uma forte economia. Em 1515, Francisco I se tornou rei e um grande patrono      das artes e da educa\u00e7\u00e3o. Suas guerras com a It\u00e1lia ganharam \u00e0 Fran\u00e7a pouco      territ\u00f3rio novo, mas exp\u00f4s os Franceses aos estilos da pintura, escultura,      arquitetura, literatura, e ci\u00eancia Renascentistas da It\u00e1lia.<\/p>\n<p>A      Renascen\u00e7a Francesa tamb\u00e9m trouxe conflitos religiosos, como a Reforma, ou      as id\u00e9ias Protestantes de Martinho Luthero que varreram a Fran\u00e7a da Alemanha      e da Su\u00ed\u00e7a. Os Protestantes Franceses chamavam a si pr\u00f3prios Huguenotes (a      origem do nome permanece misterioso), e inclu\u00edam os membros da fam\u00edlia real      Francesa. Os conflitos entre os Huguenotes e os Cat\u00f3licos Romanos levou \u00e0      guerra civil.<\/p>\n<p>Em      1561, Catharina de M\u00e9dicis, a poderosa m\u00e3e do Rei Carlos IX de 11-anos, tentou      fazer as pazes chamando uma reuni\u00e3o dos l\u00edderes Cat\u00f3licos e Huguenotes. Ao      longo dos pr\u00f3ximos nove anos, a Cat\u00f3lica Catharina fez valer as pazes com      os Huguenotes. Mas somente dois anos depois, ela ordenou o infame Massacre      do Dia de S\u00e3o Bartolomeu (1572) dos Huguenotes.<\/p>\n<p>A      paz finalmente chegou em 1598, quando o Rei Henrique IV, o genro Huguenote      de Catarina, se converteu ao Catolicismo, mas permitiu aos assuntos Huguenotes      alguma liberdade religiosa com seu famoso Edito de Nantes. Henrique IV se      tornou um dos reis mais populares da Fran\u00e7a, com a mais justa tributa\u00e7\u00e3o para      as pessoas comuns e promessas memor\u00e1veis, como &#8220;uma galinha em cada panela&#8221;.      Sob seu reinado, a agricultura da Fran\u00e7a novamente floresceu, assim como o      com\u00e9rcio Franc\u00eas com outras terras. Henrique enviou os navios Franceses por      todo o mundo em busca de riquezas.<\/p>\n<p>Ao      longo do caminho, os exploradores Franceses estabeleceram muitas col\u00f4nias      no Novo Mundo. Em 1610, um fan\u00e1tico Cat\u00f3lico assassinou Henrique IV, deixando      o governo da Fran\u00e7a nas m\u00e3os de sua esposa, a Rainha Maria de M\u00e9dicis. Cat\u00f3licos      e Huguenotes novamente come\u00e7aram a batalha, e o poder real enfraqueceu-se.<\/p>\n<h4>Richelieu      e o Rei Sol<\/h4>\n<p>O      Cardeal Richelieu (o vil\u00e3o em Os Tr\u00eas Mosqueteiros de Alexandre Dumas) subiu      ao poder sob Maria de M\u00e9dicis e ganhou o quase completo controle do governo      Franc\u00eas durante o reinado de seu filho, Louis XIII. Richelieu esmagou toda      a oposi\u00e7\u00e3o ao seu poder dentro da Fran\u00e7a, e ele cobrava altos impostos, especialmente      sobre os camponeses e comerciantes.<\/p>\n<p>Ao      mesmo tempo, Richelieu forjou a Fran\u00e7a para o estado mais forte da Europa.      Ele incentivou o com\u00e9rcio exterior e ampliou o imp\u00e9rio internacional da Fran\u00e7a,      especialmente as suas col\u00f4nias na Am\u00e9rica do Norte e no Caribe. Na pol\u00edtica      externa, Richelieu op\u00f4s-se \u00e0s poderosas monarquias Habsburgo da \u00c1ustria e      da Espanha, a quem os ex\u00e9rcitos da Fran\u00e7a lutaram durante a Guerra dos Trinta      Anos da Europa (1618-1648).<\/p>\n<p>Em      1643, Louis XIV, aos cinco anos, se tornou rei. Durante os primeiros 18 anos      do reinado de Lu\u00eds XIV, sua m\u00e3e, Anna, governou como regente juntamente com      o protegido de Richelieu, o Cardeal Mazarin. Eles suprimiram as rebeli\u00f5es      Huguenotes que deflagraram sob o rei crian\u00e7a, e quando Louis XIV atingiu a      idade adulta, ele se tornou o mais poderoso rei na Europa.<\/p>\n<p>Em      1685, Louis XIV revogou a liberdade religiosa que seu av\u00f4 havia concedido      com o Edito de Nantes. Declarando-se o representante de Deus na Terra, chamou      a si mesmo le roi soleil, &#8220;o Rei Sol&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Ele      rejeitou todas as outras autoridades com a sua famosa proclama\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0&#8220;L&#8217;\u00e9tat,      c&#8217;est moi&#8221; (O Estado sou eu). Ao longo de seu reinado, Lu\u00eds envolveu      a Fran\u00e7a em guerras caras com a Espanha, Holanda e Inglaterra, mas ganhou      pouco territ\u00f3rio. Ele tamb\u00e9m drenou os cofres reais para construir o seu grande      Pal\u00e1cio de Versalhes nos arredores de Paris.<\/p>\n<p>Em      1715, Louis XIV morreu, deixando um doente neto de cinco anos como seu \u00fanico      herdeiro. A Fran\u00e7a continuou a ser uma grande pot\u00eancia mundial, mas perdeu      a maior parte de seu imp\u00e9rio Norte-americano para os Brit\u00e2nicos durante a      Guerra dos Sete Anos (1756-1763). Em 1766, a Fran\u00e7a recuperou a regi\u00e3o nordeste      da Lorena.<\/p>\n<p>Os      1700s foram tamb\u00e9m a \u00e9poca do grande Iluminismo da Europa, um movimento intelectual      que teve seu maior florescimento na Fran\u00e7a, onde at\u00e9 mesmo os camponeses aprenderam      a ler e escrever. Com maior educa\u00e7\u00e3o veio o desejo de ter uma maior influ\u00eancia      em seu governo. Mas a classe m\u00e9dia da Fran\u00e7a era fortemente tributada, e os      pobres permaneciam desesperadamente com fome. Eles logo come\u00e7aram o protesto      &#8211; e a revolta.<\/p>\n<h4>A      Revolu\u00e7\u00e3o Francesa<\/h4>\n<p>Na      d\u00e9cada de 1780, a Fran\u00e7a enviou ajuda militar e financeira maci\u00e7a aos revolucion\u00e1rios      colonos Brit\u00e2nicos na Am\u00e9rica do Norte. Na necessidade desesperada de dinheiro,      Louis XVI fez a jogada arriscada da convocar plebeus, nobres e cl\u00e9rigos para      a primeira reuni\u00e3o dos Estados-Gerais (parlamento cidad\u00e3o) em 175 anos. O      rei queria que os delegados cobrassem novos impostos. Mas alguns se reuniram      em segredo, formaram uma assembl\u00e9ia nacional, e come\u00e7aram a escrever uma constitui\u00e7\u00e3o      modelada pela Declara\u00e7\u00e3o de Independ\u00eancia dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o,      em 14 de Julho de 1789, uma multid\u00e3o invadiu a Bastilha, uma infame pris\u00e3o      real em Paris. Em todo o pa\u00eds, multid\u00f5es de camponeses invadiram propriedades      dos nobres e mataram ou prenderam os propriet\u00e1rios de terras. Em Agosto de      1789, a rec\u00e9m-formada Assembleia Nacional Francesa emitiu a sua Declara\u00e7\u00e3o      dos Direitos do Homem e obrigou Lu\u00eds XVI a partilhar o poder.<\/p>\n<p>Mas      o novo governo, com sua limitada monarquia constitucional, n\u00e3o durou muito      tempo. Em Setembro de 1792, l\u00edderes revolucion\u00e1rios, como Maximiliano Robespierre      declararam a Fran\u00e7a uma rep\u00fablica democr\u00e1tica. Poucos meses depois, eles publicamente      decapitaram Lu\u00eds XVI e sua rainha, Maria Antonieta, e come\u00e7aram o Reinado      do Terror contra todos os inimigos percebidos da revolu\u00e7\u00e3o. Eles executaram      milhares antes de Robespierre ser executado em 1794. Enquanto isso, a nova      rep\u00fablica viu-se atacada pelas monarquias restantes da Europa, incluindo a      Alemanha, \u00c1ustria, Pr\u00fassia e Inglaterra.<\/p>\n<h4>Napole\u00e3o      Bonaparte<\/h4>\n<p>Durante      este tempo, um jovem oficial da ilha Mediterr\u00e2nea Francesa da C\u00f3rsega subiu      na hierarquia, com uma brilhante vit\u00f3ria militar ap\u00f3s a outra. Em 1799, o      General Napole\u00e3o Bonaparte declarou-se imperador, deixando de lado o governo      democraticamente eleito da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Napole\u00e3o      declarou que ele representava a vontade do povo e, de fato, ele provou-se      popular. Ele elaborou um c\u00f3digo legal que se tornaria a base do moderno direito      Franc\u00eas. Em 1801, ele fez as pazes com o papa e ganhou a b\u00ean\u00e7\u00e3o da Igreja.      Ele melhorou o sistema educacional da Fran\u00e7a e selecionou seus alunos mais      brilhantes para os cargos no governo.<\/p>\n<p>Sob      o comando de Napole\u00e3o, os militares da Fran\u00e7a conquistaram grande parte da      Europa ocidental e central. Nos mares, apenas a poderosa marinha Ingl\u00easa poderia      se equiparar \u00e0 da Fran\u00e7a. Mas em 1812, Napole\u00e3o esticou demais quando ele      decidiu marchar com seu ex\u00e9rcito de 600.000 homens profundamente na Europa      oriental para esmagar o que restava do poder da R\u00fassia.<\/p>\n<p>Depois      de v\u00e1rias grandes vit\u00f3rias, os Franc\u00eases ocuparam Moscou, que os Russos tinham      abandonado e incendiado. O ex\u00e9rcito Russo continuou a recuar, destruindo todos      os suprimentos em sua esteira. Com o frio e a neve do inverno Russo em conjunto,      Napole\u00e3o ordenou \u00e0s suas tropas para fazer a longa e dif\u00edcil marcha de volta      para a Fran\u00e7a. Os Russos aproveitaram a oportunidade para atacar os Franceses      em retirada. Apenas 17% do glorioso ex\u00e9rcito de Napole\u00e3o sobreviveu \u00e0 viagem      de retorno. Sua vit\u00f3ria vazia se transformou em derrota.<\/p>\n<p>Em      1814, os advers\u00e1rios Franceses de Napole\u00e3o for\u00e7aram-no do poder e fora da      Fran\u00e7a. Eles restabeleceram uma monarquia constitucional, com Lu\u00eds XVIII (irm\u00e3o      do executado Lu\u00eds XVII) no trono. Em Mar\u00e7o de 1815, Napole\u00e3o liderou uma for\u00e7a      de apoiantes para expulsar Lu\u00eds XVIII da Fran\u00e7a e recuperar sua posi\u00e7\u00e3o como      imperador da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Mas      o segundo reinado de Napole\u00e3o duraria apenas 100 dias. Em Junho de 1815, um      ex\u00e9rcito internacional liderado pelos Prussianos e Ingl\u00eases derrotou Napole\u00e3o      pela \u00faltima vez no campo de batalha em Waterloo, na B\u00e9lgica. Napole\u00e3o passou      o restante de sua vida no ex\u00edlio na pequena ilha do Atl\u00e2ntico Sul de Santa      Helena.<\/p>\n<h4>As      Revolu\u00e7\u00f5es de 1830 e 1848<\/h4>\n<p>Com      a derrota de Napole\u00e3o, Lu\u00eds XVIII voltou como rei, bem quando a Revolu\u00e7\u00e3o      Industrial estava transformando a Fran\u00e7a. Fam\u00edlias deixavam o campo para trabalhar      nas f\u00e1bricas e viverem nas cidades. A classe m\u00e9dia cresceu em tamanho e influ\u00eancia.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o,      em 1830, o sucessor de Lu\u00eds, Charles X, tentou recuperar o poder total por      dissolver o parlamento e fechar os jornais que criticavam seu governo. O povo      de Paris saiu \u00e0s ruas para protestar e amotinar. A Revolu\u00e7\u00e3o de Julho de 1830      for\u00e7ou Charles ao ex\u00edlio e levou a uma constitui\u00e7\u00e3o mais forte para garantir      a democracia da Fran\u00e7a. Os revolucion\u00e1rios colocaram o duque de Orl\u00e9ans no      trono como Rei Louis Philippe.<\/p>\n<p>Por      mais de uma d\u00e9cada, a Fran\u00e7a desfrutou da paz. A industrializa\u00e7\u00e3o continuou.      As cidades cresceram maiores, especialmente nos centros t\u00eaxteis do norte e      nas \u00e1reas de minera\u00e7\u00e3o do leste. Mas o governo fez pouco para melhorar as      condi\u00e7\u00f5es adversas dos trabalhadores ou para ajudar os desempregados. Os pobres      tamb\u00e9m se ressentiam do fato de que s\u00f3 os ricos podiam votar ou trabalhar      no governo. Greves oper\u00e1rias e motins em Paris levaram a confrontos sangrentos      entre as tropas do governo e o povo.<\/p>\n<p>A      &#8220;Revolu\u00e7\u00e3o de Fevereiro&#8221; de 1848 colocou um ponto final \u00e0 monarquia      Francesa e estabeleceu a Segunda Rep\u00fablica da Fran\u00e7a. Todos os homens Franceses      ganharam o direito de voto. Eles elegeram Lu\u00eds-Napole\u00e3o Bonaparte, sobrinho      de Napole\u00e3o I, como o primeiro presidente da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>A      nova Constitui\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a permitiu ao presidente apenas um mandato de quatro-anos.      Com nenhuma inten\u00e7\u00e3o de abrir m\u00e3o do poder, Lu\u00eds-Napole\u00e3o dissolveu a Assembleia      Nacional, prendeu aqueles que protestavam, e apelou para uma vota\u00e7\u00e3o nacional      para torn\u00e1-lo o novo imperador. Os eleitores deram a Lu\u00eds-Napole\u00e3o o poder      que ele queria, e ele declarou-se Imperador Napole\u00e3o III do Segundo Imp\u00e9rio.      (Napole\u00e3o II, filho de Bonaparte, nunca governou).<\/p>\n<p>Napole\u00e3o      III definiu como sua meta o ressurgimento da Fran\u00e7a como na\u00e7\u00e3o mais poderosa      da Europa. Engenheiros Franceses cavaram o Canal de Suez do Egito (inaugurado      em 1869), dando aos Franc\u00eases uma forte presen\u00e7a no Oriente M\u00e9dio. Os exploradores      e soldados Franceses tamb\u00e9m expandiram as col\u00f4nias da Fran\u00e7a na \u00c1frica e na      \u00c1sia.<\/p>\n<p>Mas      na d\u00e9cadas de 1850 e de 1860, Napole\u00e3o III levou a Fran\u00e7a \u00e0 uma s\u00e9rie de guerras      dispendiosas, incluindo a Guerra da Crim\u00e9ia contra a R\u00fassia. Em 1870, ele      declarou guerra contra o reino muito mais poderoso da Pr\u00fassia, que derrotou      seus ex\u00e9rcitos em apenas tr\u00eas meses e tomou a maior parte da prov\u00edncia Francesa      da Als\u00e1cia-Lorena. O povo de Paris se revoltou quando os Prussianos fizeram      Napole\u00e3o prisioneiro, e proclamaram a Fran\u00e7a uma rep\u00fablica livre, mais uma      vez.<\/p>\n<p>A      Terceira Rep\u00fablica Francesa gradualmente reconstruiu a economia e a for\u00e7a      militar do pa\u00eds. Mas o p\u00fablico Franc\u00eas permaneceu dividido sobre se eles queriam      uma rep\u00fablica democr\u00e1tica ou um retorno da realeza, fossem elas do estilo      militar de imperadores ou reis. Um incidente envolvendo um jovem Judeu capit\u00e3o      do ex\u00e9rcito finalmente for\u00e7ou os Franceses a decidir.<\/p>\n<p>Em      1894, oficiais militares prenderam o Capit\u00e3o Alfred Dreyfus, acusando-o de      vender segredos militares \u00e0 Alemanha. Apesar das fortes evid\u00eancias da inoc\u00eancia      de Dreyfus, um tribunal militar o condenou, sentenciando-o a uma col\u00f4nia prisional      particularmente dura ao largo da costa da Am\u00e9rica do Sul. Muitas pessoas,      incluindo o estimado jornalista \u00c9mile Zola e o l\u00edder pol\u00edtico Georges Clemenceau,      reuniram-se para a defesa de Dreyfus, acusando os l\u00edderes militares da Fran\u00e7a      de abusar de seu poder ao negar \u00e0 Dreyfus um julgamento justo.<\/p>\n<p>Dreyfus      tornou-se um s\u00edmbolo de reuni\u00e3o para aqueles que queriam mais direitos civis      e uma forte rep\u00fablica. Os que favoreciam um imp\u00e9rio militar denunciavam os      partid\u00e1rios de Dreyfus como traidores. A luta pol\u00edtica que se seguiu em grande      parte destru\u00edu o poder dos militares sobre o governo Franc\u00eas, bem como qualquer      apoio restante para a restaura\u00e7\u00e3o da monarquia. Em 1906, a suprema corte da      Fran\u00e7a revisou o caso Dreyfus e encontrou o capit\u00e3o inocente de todas as acusa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>As      Guerras Mundiais<\/h4>\n<p>Em      1907, a Fran\u00e7a assinou a Tr\u00edplice Entente com a Gr\u00e3-Bretanha e a R\u00fassia, cada      uma prometendo o seu apoio caso as outras fossem atacadas. Em 1914, praticamente      todas as na\u00e7\u00f5es da Europa haviam entrado em uma tal alian\u00e7a. Como resultado,      quando um nacionalista S\u00e9rvio assassinou o Arquiduque Francisco Ferdinando      da \u00c1ustria e a Arquiduquesa Sofia, em 1914, toda a Europa se encontrava em      guerra.<\/p>\n<p>A      Alemanha invadiu a Fran\u00e7a, na esperan\u00e7a de uma vit\u00f3ria r\u00e1pida. Em vez disso,      desenvolveu-se um impasse, com as tropas Francesas e Alem\u00e3s enfrentando-se      em trincheiras que se estendiam do nordeste da Fran\u00e7a e da B\u00e9lgica. Em 1915,      nenhum dos lados tinha ganho muito terreno, mas juntos eles tinham matado      mais de 1 milh\u00e3o de uns dos outros soldados. Os Estados Unidos entraram na      guerra em 1917, e as for\u00e7as combinadas da Fran\u00e7a, Gr\u00e3-Bretanha e da Am\u00e9rica      empurraram os Alem\u00e3es para fora da Fran\u00e7a pelo final de 1918.<\/p>\n<p>A      paz veio em 1919 com o Tratado de Versalhes. O tratado de paz concedeu \u00e0 Fran\u00e7a      seu antigo territ\u00f3rio da Als\u00e1cia-Lorena, com seus ricos recursos minerais.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m      obrigou a Alemanha a dar \u00e0 Fran\u00e7a um contrato de arrendamento de 15 anos em      suas bacias do Vale do Saar e bilh\u00f5es de d\u00f3lares em repara\u00e7\u00f5es de guerra.<\/p>\n<p>Mas      grande parte da Fran\u00e7a estava em ru\u00ednas, suas f\u00e1bricas e campos agr\u00edcolas      destru\u00eddos, e a navega\u00e7\u00e3o e o com\u00e9rcio paralizados. Na reconstru\u00e7\u00e3o de sua      economia, a Fran\u00e7a modernizou suas ind\u00fastrias e pr\u00e1ticas agr\u00edcolas. Na verdade,      ela tinha em grande parte reconstru\u00eddo a sua economia, quando, em 1931, uma      Depress\u00e3o mundial levou \u00e0 outra crise econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Trabalhadores      desempregados protestavam, e os trabalhadores mal pagos chamavam por greves      massivas, ou paralisa\u00e7\u00f5es do trabalho. Nenhum partido pol\u00edtico poderia manter      o poder por muito tempo. Em Setembro de 1939, a Alemanha, sob Adolf Hitler,      invadiu a Pol\u00f4nia. A Fran\u00e7a e a Gr\u00e3-Bretanha vieram ao apoio de seu aliado,      e logo toda a Europa estava em guerra novamente.<\/p>\n<p>As      tropas Alem\u00e3s invadiram a Fran\u00e7a e tomaram Paris em Junho de 1940. O Marechal      P\u00e9tain, um her\u00f3i Franc\u00eas da Primeira Guerra Mundial, assinou um acordo de      paz que rendia o norte da Fran\u00e7a \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 e deixava P\u00e9tain estabelecer      um governo fantoche no sul da Fran\u00e7a, com sede na cidade de Vichy.<\/p>\n<p>Embora      o governo de Vichy colaborasse com a Alemanha Nazista, um movimento de resist\u00eancia      nacional se reuniu por tr\u00e1s de Charles de Gaulle, um general Franc\u00eas que tinha      fugido para Londres. De Gaulle liderou o partido pol\u00edtico da Fran\u00e7a Livre,      que trabalhou com as for\u00e7as Aliadas lideradas pela Gr\u00e3-Bretanha e os Estados      Unidos. Em 1941, quando os Aliados libertaram as col\u00f4nias da Fran\u00e7a no norte      da \u00c1frica, de Gaulle tornou-se o l\u00edder do governo provis\u00f3rio Franc\u00eas l\u00e1. Em      repres\u00e1lia, o ex\u00e9rcito Alem\u00e3o se mudou para o sul da Fran\u00e7a para garantir      seu dom\u00ednio sobre todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>No Dia-D &#8211; 6 de Junho de 1944 &#8211; a contra-ofensiva Aliada come\u00e7ou. Algumas      150.000 for\u00e7as Americanas, Brit\u00e2nicas e Canadenses desembarcaram nas praias      da Normandia e come\u00e7aram a lutar o seu caminho interior, enquanto outros 27.000      p\u00e1ra-quedistas aterravam atr\u00e1s das linhas inimigas. O<\/p>\n<p>s avi\u00f5es Aliados atingiam as \u00e1reas controladas pelos Alem\u00e3es do ar, com uma      perda terr\u00edvel de cerca de 14.000 civis Franceses. Os Aliados pareciam estar      sobrecarregados no campo. Mas em Agosto, as for\u00e7as Aliadas brilhavam pelo      norte da Fran\u00e7a para Paris. Em 25 de Agosto, as tropas Francesas apoiadas      pelos Norte-americanos libertavam Paris, para a alegria desenfreada de seu      povo.<\/p>\n<h4>Fran\u00e7a      do P\u00f3s-guerra<\/h4>\n<p>Em      1945, os Franceses elegeram uma Assembl\u00e9ia Nacional para escrever uma nova      constitui\u00e7\u00e3o e formar uma Quarta Rep\u00fablica. Pela primeira vez, as mulheres      Francesas ganharam o direito de voto. A assembl\u00e9ia do p\u00f3s-guerra da Fran\u00e7a      nomeou de Gaulle o presidente provis\u00f3rio. Mas ele renunciou no ano seguinte,      reclamando que a nova Constitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o lhe dava poder suficiente. As diverg\u00eancias      pol\u00edticas resultantes enfraqueceram o governo da Fran\u00e7a e retardaram a recupera\u00e7\u00e3o      do pa\u00eds da guerra.<\/p>\n<p>Em      1947, o Secret\u00e1rio de Estado George Marshall dos Estados Unidos prometeu o      apoio Americano para a reconstru\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses Europeus, incluindo a Fran\u00e7a.      Este Programa de Recupera\u00e7\u00e3o Europeia, ou o Plano Marshall, proveu dinheiro      vital e o suporte t\u00e9cnico para os esfor\u00e7os de recupera\u00e7\u00e3o Franc\u00eases. Ao mesmo      tempo, o empres\u00e1rio e diplomata Franc\u00eas Jean Monnet elaborou um plano de cinco-anos      de recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica para a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Monnet      acreditava que o sucesso da Fran\u00e7a nesta \u00e1rea dependia do sucesso de seus      vizinhos. Ele desenvolveu e promoveu a id\u00e9ia de um &#8220;Estados Unidos da      Europa&#8221;, e, juntamente com o Chanceler Franc\u00eas Robert Schuman, ajudou      a fundar uma s\u00e9rie de organiza\u00e7\u00f5es internacionais, incluindo a Comunidade      Europeia do Carv\u00e3o e do A\u00e7o e a Comunidade Economica Europeia, ou Mercado      Comum.<\/p>\n<p>Em 1949, a Fran\u00e7a juntou-se aos Estados Unidos e a Gr\u00e3-Bretanha como membros      fundadores da Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado do Atl\u00e2ntico Norte (NATO), formada para      proporcionar uma defesa m\u00fatua, especialmente contra a amea\u00e7a da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica      Comunista. <\/p>\n<p>Em 1958, De Gaulle voltou ao poder como primeiro-ministro, e no ano seguinte      foi eleito presidente. Seu governo preparou ainda uma outra Constitui\u00e7\u00e3o,      concedendo ao presidente maiores poderes, reduzindo os poderes do parlamento,      e criando a Quinta Rep\u00fablica da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Enquanto isso, muitas das col\u00f4nias ultramarinas da Fran\u00e7a exigiam sua independ\u00eancia.      A Fran\u00e7a livremente concedeu a independ\u00eancia para algumas, mas lutou para      reter outras, como a Arg\u00e9lia e o Vietn\u00e3, que ela liberou somente ap\u00f3s anos      de guerra sangrenta. <\/p>\n<p>A dissolu\u00e7\u00e3o do imp\u00e9rio colonial aliviou a Fran\u00e7a do grande custo de governar      e desenvolver as suas long\u00ednquas explora\u00e7\u00f5es. Mas a Fran\u00e7a continuou a dar      apoio financeiro, forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, e ajuda militar aos territ\u00f3rios que procuraram      a sua ajuda.<\/p>\n<p>No      final dos anos 1960s, o governo cada vez mais ditatorial de de Gaulle levou      a protestos estudantis e de trabalhadores. Ele deixou o cargo em 1969, mas      seu conservador partido Gaullista permaneceu no poder pelos anos 1970s.<\/p>\n<p>Em      1979, a Fran\u00e7a entrou na era espacial, ao lado dos Estados Unidos e a Uni\u00e3o      Sovi\u00e9tica, com o lan\u00e7amento bem sucedido de seu primeiro sat\u00e9lite abordo do      foguete Franc\u00eas Ariane 1. A Fran\u00e7a iria passar a assumir um papel preponderante      na forma\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Espacial Europeia em 1980.<\/p>\n<p>Em      1981, os eleitores Franceses elegeram o Socialista Fran\u00e7ois Mitterrand para      a presid\u00eancia e uma maioria de legisladores Socialistas para o Parlamento.      O governo de Mitterrand aprovou leis que estenderam os benef\u00edcios sociais      aos trabalhadores e desempregados da Fran\u00e7a. Ele tamb\u00e9m aumentou a propriedade      estatal das empresas, incluindo muitos dos maiores bancos e ind\u00fastrias do      pa\u00eds.<\/p>\n<p>Durante as pr\u00f3ximas duas d\u00e9cadas, os Franceses deram aos partidos socialista      e conservador uma partilha de poder dos pap\u00e9is no governo. Ou seja, eles tendiam      a dar a um grupo pol\u00edtico a presid\u00eancia e a outro grupo a maioria no parlamento.    <\/p>\n<p>Em 1986, por exemplo, eles reelegeram como presidente o Socialista Mitterrand,      mas elegeram uma maioria conservadora no parlamento. Este \u00faltimo reverteu      muitas das reformas Socialistas do presidente. <\/p>\n<p>Mitterrand fez hist\u00f3ria ao nomear a primeira mulher primeiro-ministro da      Fran\u00e7a, a Socialista Edith Cresson. Em 1995, os eleitores Franceses escolheram      o conservador Jacques Chirac para presidente, mas deram aos Socialistas uma      maioria no parlamento. O encurtamento da semana de trabalho para um m\u00e1ximo      de 35 horas entrou em vigor em 2000.<\/p>\n<p>Em 1999, a Fran\u00e7a reconheceu a uni\u00e3o civil entre pessoas do mesmo sexo, e      extendeu os benef\u00edcios do bem-estar, a redu\u00e7\u00e3o de impostos, e os direitos      de heran\u00e7a para os casais solteiros do sexo masculino e feminino tamb\u00e9m. <\/p>\n<p>Em 2000, o parlamento Franc\u00eas aprovou uma lei exigindo que a maioria das      elei\u00e7\u00f5es p\u00fablicas tivessem aproximadamente o mesmo n\u00famero de candidatos do      sexo masculino e feminino. <\/p>\n<p>O ato foi o resultado de anos de debate sobre o fato de que, mais de meio      s\u00e9culo depois de as mulheres Francesas tinham ganho o direito de participar      nas elei\u00e7\u00f5es, elas ainda representavam menos de 10 por cento dos eleitos em      cargos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>No      in\u00edcio de 2002, a Fran\u00e7a sofreu uma onda de terrorismo anti-Semita. Para os      Franceses, a viol\u00eancia aumentou a tens\u00e3o p\u00fablica sobre a cont\u00ednua imigra\u00e7\u00e3o      dos povos Mu\u00e7ulmanos do Oriente M\u00e9dio. Em 2004, uma lei que proibia os v\u00e9us      de cabe\u00e7a Mu\u00e7ulmanos (bem como os solid\u00e9us Judaicos e as cruzes Crist\u00e3s) nas      escolas causou um alvoro\u00e7o no mundo Mu\u00e7ulmano.<\/p>\n<p>No primeiro turno da elei\u00e7\u00e3o presidencial de 2002, a Fran\u00e7a experimentou      um terremoto pol\u00edtico quando o notoriamente anti-Semita e anti-imigra\u00e7\u00e3o pol\u00edtico      Jean-Marie Le Pen ficou em segundo lugar. Em todo o pa\u00eds, as pessoas se uniram      para condenar as declara\u00e7\u00f5es racistas e pol\u00edticas de Le Pen, e no segundo      turno de vota\u00e7\u00e3o esmagadoramente reelegeram Chirac. <\/p>\n<p>Em 2003, a oposi\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a \u00e0 invas\u00e3o do Iraque pelos EUA severamente estressou      as rela\u00e7\u00f5es entre Chirac e o Presidente dos EUA George W. Bush. Em 2006, a      rela\u00e7\u00e3o entre as duas na\u00e7\u00f5es tinha sido amplamente reparada.<\/p>\n<p>Em um referendo em Maio de 2005, os eleitores Franceses rejeitaram a proposta      da Constitui\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia (UE), expressando seus temores sobre os      trabalhadores dos novos Estados-membros mais pobres em tirar seus empregos.    <\/p>\n<p>Isto iniciou uma importante reavalia\u00e7\u00e3o do processo de integra\u00e7\u00e3o Europeia.      No outono daquele ano, a morte de dois adolescentes de ascend\u00eancia Africana,      que estavam alegadamente fugindo da pol\u00edcia, provocou uma nova crise na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Durante      tr\u00eas semanas, jovens furiosos dos sub\u00farbios incendiaram milhares de carros      e dezenas de edif\u00edcios, em protesto contra o tratamento das minorias.<\/p>\n<p>V\u00e1rios      meses depois, uma proposta de legisla\u00e7\u00e3o trabalhista levou \u00e0 revolta ainda      mais. A legisla\u00e7\u00e3o &#8211; que teria tornado mais f\u00e1cil contratar e demitir pessoas      com menos de 26 anos, provocou massivas manifesta\u00e7\u00f5es de rua e viol\u00eancia.      Depois de semanas de agita\u00e7\u00e3o, a lei foi descartada em favor de reformas mais      modestas.<\/p>\n<p>A      Fran\u00e7a deu uma guinada decisiva para a direita em Maio de 2007 quando o candidato      presidencial conservador Nicolas Sarkozy, da Uni\u00e3o por um Movimento Popular,      decisivamente derrotou seu rival, a Socialista S\u00e9gol\u00e8ne Royal, a primeira      mulher candidata presidencial na pol\u00edtica Francesa. A posi\u00e7\u00e3o de Sarkozy foi      refor\u00e7ada por uma vit\u00f3ria conservadora nas elei\u00e7\u00f5es parlamentares de Junho.<\/p>\n<p>Sarkozy assumiu o poder prometendo sacudir a economia Francesa, criando mais      empregos e mais crescimento. Ele empurrou por algumas reformas, mas a crise      financeira e economica de 2008-09, de certa forma demonstrou as virtudes do      sistema que ele procurou mudar. <\/p>\n<p>O alto gasto p\u00fablico da Fran\u00e7a e a tradi\u00e7\u00e3o da interven\u00e7\u00e3o estatal nos neg\u00f3cios      almofadou tanto a economia e a popula\u00e7\u00e3o dos piores efeitos da recess\u00e3o. Da      mesma forma o generoso sistema de bem-estar protegeu as pessoas.<\/p>\n<p>Quando      a economia retomou o crescimento, o governo parecia ter perdido alguns de      seus zelos por reformas. No ver\u00e3o de 2010, no entanto, ele prop\u00f4s uma grande      reforma do sistema de pens\u00f5es, que inclu\u00eda o aumento da idade de aposentadoria      de 60 a 62 anos. Esta proposta foi fortemente contestada pelos sindicatos      de trabalhadores e provocou grandes protestos de rua. No entanto, a legisla\u00e7\u00e3o      foi aprovada em Outubro do mesmo ano.<\/p>\n<p>Como      a segunda maior economia da Europa, a Fran\u00e7a desempenhou um papel fundamental      no esfor\u00e7o da UE para gerir o crescente problema da d\u00edvida soberana de alguns      dos seus membros. A Fran\u00e7a participou nos planos de salvamento para resgatar      a Gr\u00e9cia, Irlanda e Portugal. No entanto, o problema da d\u00edvida desses pa\u00edses,      bem como em outros membros da UE &#8211; principalmente a Espanha e a It\u00e1lia, continuou      a crescer.<\/p>\n<h4>GOVERNO<\/h4>\n<p>O      governo nacional da Fran\u00e7a combina ambos os sistemas presidencial e parlamentar.      Os cidad\u00e3os Franceses de 18 anos ou mais elegem seu presidente para um per\u00edodo      de cinco anos. O chefe de Estado oficial, o presidente dirige os assuntos      estrangeiros e comanda os militares do pa\u00eds. O povo Franc\u00eas pode reeleger      um presidente por um n\u00famero ilimitado de mandatos.<\/p>\n<p>O      presidente compartilha a autoridade executiva com o primeiro-ministro &#8211; o      chefe oficial do governo e l\u00edder do parlamento. O presidente escolhe o primeiro-ministro,      mas deve faz\u00ea-lo a partir do grupo pol\u00edtico cujos membros det\u00eam a maioria      das cadeiras na Assembleia Nacional, mesmo que esse grupo seja diferente daquele      do presidente.<\/p>\n<p>O      primeiro-ministro lidera um governo executivo composto por um Conselho de      Ministros (secret\u00e1rio de Estado, ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros, ministro      da sa\u00fade, e outros). O primeiro-ministro recomenda uma equipe de ministros      e o presidente nomeia-os oficialmente a seus postos.<\/p>\n<p>Quando      o presidente da Fran\u00e7a e o primeiro-ministro pertencem ao mesmo partido, o      primeiro-ministro tende a servir como uma esp\u00e9cie de deputado que ap\u00f3ia os      objetivos do presidente no parlamento. Se eles pertencem a partidos diferentes,      eles tendem a verificar uns dos outros poderes. O presidente, o primeiro-ministro,      e o Conselho de Ministros comp\u00f5em o ramo executivo do governo nacional da      Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>O      ramo legislativo, ou legislador, \u00e9 constitu\u00eddo por duas casas:<\/strong>\u00a0a      Assembleia Nacional e o Senado. A Assembleia tem 577 membros, cada eleito      para um mandato de cinco anos pelos eleitores em um determinado distrito eleitoral.      O presidente pode dissolver a Assembleia e convocar novas elei\u00e7\u00f5es a qualquer      momento.<\/p>\n<p>O      Senado \u00e9 composto por 321 membros, cada eleito para um mandato de nove anos      por uma determinada regi\u00e3o ou cidade. Um ter\u00e7o dos senadores v\u00eam para a elei\u00e7\u00e3o      a cada tr\u00eas anos. Enquanto o Senado e a Assembleia Nacional compartilham as      obriga\u00e7\u00f5es de legislar, a assembleia tem a decis\u00e3o final se as duas c\u00e2maras      discordam sobre uma proposta de lei ou pol\u00edtica.<\/p>\n<h4>Governo      Local<\/h4>\n<p><strong>Abaixo      do n\u00edvel nacional, existem tr\u00eas n\u00edveis de governo:<\/strong>\u00a0as      regi\u00f5es, os departamentos e as comunas. Cada um destes n\u00edveis tem um executivo      e um conselho democraticamente eleito. A Fran\u00e7a tem 22 regi\u00f5es Europeias e      quatro regi\u00f5es no exterior. Aquelas da Europa correspondem aproximadamente      \u00e0s prov\u00edncias hist\u00f3ricas, como a Bretanha, Normandia, Borgonha, e assim por      diante. As regi\u00f5es da Fran\u00e7a est\u00e3o subdivididas em 112 departamentos (106      na Europa, mais seis no exterior).<\/p>\n<p>As      regi\u00f5es variam em popula\u00e7\u00e3o de dezenas de milhares a mais de 2 milh\u00f5es (Paris).      Este n\u00edvel de governo fornece muitos servi\u00e7os p\u00fablicos como sa\u00fade, e cria      as leis locais. A Fran\u00e7a tem mais de 36.000 comunas. Elas incluem pequenas      aldeias e bairros da cidade, a maioria com menos de 1.000 habitantes. O prefeito      e o conselho de cada comunidade t\u00eam a responsabilidade de administrar as escolas      locais e a assist\u00eancia para os pobres e idosos.<\/p>\n<h4>Pol\u00edtica<\/h4>\n<p>Os grupos pol\u00edticos da Fran\u00e7a se formam e reformam em torno dos candidatos      presidenciais. Assim como os candidatos mudam de uma elei\u00e7\u00e3o presidencial      para a pr\u00f3xima, assim tamb\u00e9m mudam os nomes e a maquiagem dos partidos pol\u00edticos      do pa\u00eds. <\/p>\n<p>Nos \u00faltimos tempos, dois dos maiores grupos pol\u00edticos conservadores t\u00eam sido      o Rally para a Rep\u00fablica (RPR) e a Uni\u00e3o por um Movimento Popular (UMP). Ambos      suportam dar ao governo nacional um grande poder, criando um ex\u00e9rcito forte,      e mantendo uma pol\u00edtica externa independente da da UE. <\/p>\n<p>A Frente Nacional (FN) e o Movimento Nacional Republicano (MNR) representam      os eleitores ainda mais conservadores, com pol\u00edticas que limitam tanto a imigra\u00e7\u00e3o      e os benef\u00edcios da assist\u00eancia social.<\/p>\n<p>\u00c0 esquerda, ou do lado liberal da pol\u00edtica Francesa est\u00e1 o Partido Socialista,      que promove maior controle das empresas, programas sociais tais como os cuidados      universais da sa\u00fade e o aux\u00edlio financeiro para os pobres, e uma maior aproxima\u00e7\u00e3o      econ\u00f4mica e pol\u00edtica com o resto da Europa. <\/p>\n<p>Na extrema esquerda est\u00e1 o Partido Comunista da Fran\u00e7a, que defende o quase      completo controle do governo sobre as empresas e o bem-estar social. A Fran\u00e7a      tamb\u00e9m tem partidos ambientalistas ou &#8220;Verdes&#8221;.<\/p>\n<p>A      maioria das elei\u00e7\u00f5es governamentais na Fran\u00e7a envolvem dois turnos de vota\u00e7\u00e3o.      Muitos partidos pol\u00edticos estendem candidatos no primeiro turno. Se nenhum      dos candidatos obtiver a maioria dos votos, um segundo turno seleciona o vencedor      entre os principais candidatos.<\/p>\n<h4>Fotos<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca3.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><br \/>\n     A Abbaye aux Hommes (Abbey homens) \u00e9 uma igreja rom\u00e2nica dedicada a St. Etienne      (Santo Est\u00eav\u00e3o), em Caen.<br \/>\n     Constru\u00eddo por ordem de Guilherme, o Conquistador, a abadia beneditina primeira      foi conclu\u00edda em 1063<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca4.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><br \/>\n     O p\u00e1tio enorme, no Chateau de Versailles (Pal\u00e1cio de Versalhes).\u00a0<br \/>\n     A maior parte da constru\u00e7\u00e3o no local alastrando foi realizado em quatro fases      entre 1664 e 1710, durante o reinado de Lu\u00eds XIV<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca5.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><br \/>\n     A Pir\u00e2mide do Louvre, constru\u00eddo em 1989, serve como entrada principal do      Louvre, um dos museus maiores e mais visitados do mundo.\u00a0<br \/>\n     Objetos que datam da pr\u00e9-hist\u00f3ria ao s\u00e9culo 19<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca6.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><br \/>\n     A Place de la Concorde em Paris \u00e9 a maior pra\u00e7a da capital francesa.\u00a0<br \/>\n     No centro da Pra\u00e7a ergue-se um obelisco gigante, transportados do Egito e      erigido em 1836<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca7.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><br \/>\n     A ponte romana ainda em uso em Provence perto Roussillon<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca8.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><br \/>\n     O Castelo na pra\u00e7a da aldeia em Gordes, Provence, foi parcialmente constru\u00eddo      em 1525<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: Internet      Nations<\/p>\n<h6>Fran\u00e7a<\/h6>\n<p>Ponta      hexagonal da &#8220;Pen\u00ednsula Europa&#8221;, a\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0desempenhou      um papel hist\u00f3rico hoje pode parecer desproporcional ao seu vasto territ\u00f3rio      e sua popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na      realidade, a Fran\u00e7a, que ainda \u00e9 a maior do Estado na Europa, atr\u00e1s da R\u00fassia      e da Ucr\u00e2nia, at\u00e9 o s\u00e9culo XIX foi o continente mais populoso do pa\u00eds, com      exce\u00e7\u00e3o da R\u00fassia.<\/p>\n<p>Acima de tudo, o pensamento franc\u00eas, o Iluminismo ea Revolu\u00e7\u00e3o, percorreu      o mundo, a ponto de ser promovido a modelo. A influ\u00eancia da Fran\u00e7a secular      apenas pensei que era muito cedo, em termos de unidade e miss\u00e3o. <\/p>\n<p>Por quase mil anos, os reis eram teimosos povos unificar e prov\u00edncias, e      iniciou o processo de centraliza\u00e7\u00e3o que a Revolu\u00e7\u00e3o e o Imp\u00e9rio foram conclu\u00eddos      dentro dos limites percebidos como &#8220;natural&#8221;. <\/p>\n<p>Por outro lado, &#8220;a filha mais velha da Igreja&#8221; e &#8220;direito      \u00e0 terra&#8221;, na Fran\u00e7a, as Cruzadas para o levante em massa de 1792 eo &#8220;direito      de guerra&#8221; \u00e9 cru investido Carregar impor uma vis\u00e3o de mundo. Mesmo se,      o Cristianismo a liberdade, a realidade nem sempre coincidem com esta bela      imagem de Epinal, fato \u00e9 que, no in\u00edcio do terceiro mil\u00eanio, e em um mundo      politicamente e culturalmente fragmentada, um dos pontos fortes mais forte      da Fran\u00e7a continua a ser consciente. \u00c9 com base na imagem que a Fran\u00e7a est\u00e1      a tentar construir uma nova organiza\u00e7\u00e3o europeia e definir um novo tipo de      rela\u00e7\u00e3o entre os povos de uma muta\u00e7\u00e3o mundo cheio.<\/p>\n<h4>HIST\u00d3RIA<\/h4>\n<p><strong>Proto-Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>As      primeiras fontes escritas sobre os habitantes dos territ\u00f3rios que um dia se      tornam Fran\u00e7a s\u00e3o gregos. Eles &#8211; excepto as relativas \u00e0 funda\u00e7\u00e3o da Massalia      por colonos fen\u00edcios por volta de 600 aC (Tuc\u00eddides Marseille) &#8211; est\u00e3o confinados      principalmente para incluir &#8220;cim\u00e9rios&#8221; Norte e &#8220;Lig\u00faria&#8221;      sul (Rhone), sem qualquer precis\u00e3o geogr\u00e1fica.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi at\u00e9 Arist\u00f3teles, aluno de Plat\u00e3o e Is\u00f3crates (-384 -332 a) s\u00e3o listados      para as paredes dos Celtas, dos habitantes celtas (grego keltoi) entre o Rhone      e dos Alpes. Ele, como a maioria dos historiadores antigos antes da conquista      romana, a \u00eanfase est\u00e1 em boas maneiras e b\u00e1rbaros guerreiros (no sentido moderno)      dos celtas. <\/p>\n<p>\u00c9 significativo que, no momento, ele escreveu, os celtas saber quando uma      fase de expans\u00e3o que leva para o Delta do Dan\u00fabio e vai muito al\u00e9m dos limites      da G\u00e1lia. Estas fontes indiretas que est\u00e3o aprendendo muito sobre a Fran\u00e7a      futuro.<\/p>\n<p><strong>Principados      da Idade do Ferro (-850 -450 a)<\/strong><\/p>\n<p>O      uso da arqueologia, no entanto, pode estabelecer com certeza o surgimento      de dist\u00farbios sociais e militares em sociedades relativamente est\u00e1veis de      Neol\u00edtico final e da Idade do Bronze. Esses dist\u00farbios ocorrem em -850, que      \u00e9, a Idade do Ferro, como mostrado terminal postquem (a data final de ocupa\u00e7\u00e3o)      em muitos sites.<\/p>\n<p>Naquela      \u00e9poca, os arque\u00f3logos reconhecer a exist\u00eancia de um complexo t\u00e9cnico-econ\u00f4mico,      um dos quais &#8211; nos Alpes &#8211; poderia ter sido proto-celta.<\/p>\n<p>As      caracter\u00edsticas do per\u00edodo parecem ter sido o dom\u00ednio de principados relativamente      grandes regidos por uma aristocracia guerreira. Estes &#8220;pr\u00edncipes e princesas      do celta&#8221; (Patrice BROWN) eram enterrados com armas e carruagens cerimoniais,      como Vix, em C\u00f4te-d&#8217;Or (Borgonha) ou Hochdorf (em W\u00fcrttemberg). Seus t\u00famulos      tamb\u00e9m revelaram a presen\u00e7a de itens de luxo da regi\u00e3o do Mediterr\u00e2neo (incluindo      o Egito), refletindo a dimens\u00e3o comercial da riqueza dos aristocratas.<\/p>\n<p><strong>Os      celtas (-450 para segundo s\u00e9culo aC)<\/strong><\/p>\n<p>Para      -450 -400 para, mais uma vez, mudan\u00e7as significativas ocorreram nas artes      e, provavelmente, pol\u00edticas. Este \u00e9 o momento parece T\u00e8ne-se na nossa \u00e1rea      geogr\u00e1fica. Tradicionalmente, \u00e9 a partir desta data o per\u00edodo gaul\u00eas (em sentido      estrito). V\u00e1rias teorias conflitantes ainda para explicar as mudan\u00e7as observadas      arqueologia.<\/p>\n<p>Principalmente      entre os proponentes dessas mudan\u00e7as sociais que seriam disponibilizados gradualmente,      sob a influ\u00eancia das rela\u00e7\u00f5es com os proponentes mundo mediterr\u00e2neo de invas\u00e3o      real por novos povos celtas em territ\u00f3rios anteriormente ocupada por povos      ind\u00edgenas que tinham pouco mudou desde os tempos pr\u00e9-hist\u00f3ricos.<\/p>\n<p>Realidade      s\u00f3cio-pol\u00edtica dessas mudan\u00e7as para o mais evasivo, e \u00e9 prov\u00e1vel que devemos      estar satisfeitos com os pressupostos materiais. A combina\u00e7\u00e3o destas duas      altera\u00e7\u00f5es \u00e9 a explica\u00e7\u00e3o que agora parece mais prov\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>G\u00e1lico      per\u00edodo de independ\u00eancia (segundo ao primeiro s\u00e9culo aC)<\/strong><\/p>\n<p>Na      verdade, n\u00e3o foi at\u00e9 quase a v\u00e9spera da conquista de Roma por Narbonne para      a ascens\u00e3o n\u00e9voa sobre os gauleses. O termo (do latim Galli) \u00e9 demonstrado      pela primeira vez nos escritos de Cato, o Velho, de -168 para designar os      habitantes do Celtic que invadiram a Po, isto \u00e9, os habitantes da G\u00e1lia Cisalpina.<\/p>\n<p>Pouco      tempo depois, e no final do segundo s\u00e9culo, sob a influ\u00eancia de Marselha ou      geralmente atrav\u00e9s de liga\u00e7\u00f5es comerciais com o mundo mediterr\u00e2neo, a G\u00e1lia      est\u00e1 dividida em tribos ou povos que est\u00e3o permanentemente estabelecidos e      parecem ter sido bem definida. As fronteiras desses povos coincidem &#8211; como      um todo &#8211; com os do futuro &#8220;cidades&#8221; Roman e, portanto, com os limites      da maioria das regi\u00f5es e departamentos franceses de hoje. A \u00faltima vez que      o tempo T\u00e8ne saber para etnocultural relativa estabilidade.<\/p>\n<p><strong>No      plano pol\u00edtico, no entanto, e se voc\u00ea ainda acreditam que as fontes latinas,      monarquias ou aristocracias parecem poder ceder gaulesa aos ju\u00edzes eleitos:\u00a0<\/strong>&#8221;      Vergobrets&#8221; os \u00c9 por isso que, na v\u00e9spera da conquista da morte de seu      pai Vercingetorix, o Celtill Arverne condenado por seu povo.<\/p>\n<p>Ao      contr\u00e1rio do tradicional, herdado de autores antigos e vis\u00e3o moderna, que      h\u00e1 muito tempo aderiram ao &#8220;b\u00e1rbaros&#8221; na G\u00e1lia, agora parece que      a civiliza\u00e7\u00e3o gaulesa do per\u00edodo imediatamente anterior \u00e0 conquista romana      foi particularmente bem sucedido. O surgimento de verdadeiras cidades fortificadas      (oppida) de dimens\u00f5es muito maiores do que as fortalezas de per\u00edodos anteriores,      com efeito, ou o uso de dinheiro s\u00e3o as caracter\u00edsticas de uma civiliza\u00e7\u00e3o      quase equivalentes aos da pen\u00ednsula italiana a partir de -300 a -200.<\/p>\n<p><strong>Contribui\u00e7\u00f5es      gauleses para a cultura da rep\u00fablica romana tardia, e do Imp\u00e9rio eram numerosos:<\/strong>\u00a0o      n\u00edvel ling\u00fc\u00edstico, no artesanato ou na (o barril militar, a espada de cadeia,      malha ou a parte de sab\u00e3o).<\/p>\n<p><strong>Antiguidade<\/strong><\/p>\n<p>Nos      tempos antigos, em si, que come\u00e7a com a conquista romana, o territ\u00f3rio do      que hoje \u00e9 a Fran\u00e7a corresponde essencialmente a G\u00e1lia.<\/p>\n<p><strong>O      fim da independ\u00eancia gaulesa (-125 a -51)<\/strong><\/p>\n<p>O      sudeste da Fran\u00e7a, especialmente no Languedoc e Provence, chamado togata Gallia      ou &#8220;G\u00e1lia toga&#8221; por causa de sua romaniza\u00e7\u00e3o avan\u00e7ado no fim da      independ\u00eancia, foram conquistados por Roma antes do final do segundo s\u00e9culo.<\/p>\n<p>Sob      o pretexto de ajuda militar ao Marselha, o general romano conquistou Salyens      territ\u00f3rios Sextius Calvinus e provoca vazamento de seu rei, que \u00e9 o seu nome      que deriva da cidade de Aix-en-Provence ( Am\u00e9rica Aquae Sextiae &#8220;Sextius      \u00e1guas&#8221;), enquanto o da capital de Salyens (que domina a cidade, situado      na d&#8217;planalto Entremont, ao norte) \u00e9 perdido.<\/p>\n<p>Agosto      -121, os romanos, liderados pelo c\u00f4nsul Fl\u00e1vio, e enfrentar um coallition      Arverne Allobrogian na conflu\u00eancia do Is\u00e8re. Roma, de fato, este povo \u00faltimo      ataque, sob o pretexto de que ele havia recebido o salyen rei como um refugiado.      Rei Arverne Bituitus \u00e9 ent\u00e3o feito prisioneiro em triunfo na It\u00e1lia. Ao mesmo      tempo, os gauleses hegemonia Arverne rivais, nomeadamente a Heduos s\u00e3o recebidos      no Senado e proclamados &#8220;amigos de Roma.&#8221;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s      esta derrota os gauleses, o resto dos territ\u00f3rios situados ao sul ea leste      das C\u00e9vennes s\u00e3o rapidamente submetidas pela for\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Enquanto      est\u00e1 \u00e9 a primeira prov\u00edncia romana fora da It\u00e1lia:<\/strong>\u00a0Narbonne,      parece que o cacique hegemonia foi desestabilizado sob a dupla influ\u00eancia      de Roma no sul e aliados norte Heduos. O poder do Judici\u00e1rio, &#8220;Vergobrets&#8221;      fontes mencionadas, o sucessor da monarquia, sem a tenta\u00e7\u00e3o de que ele desapare\u00e7a.<\/p>\n<p>Para      -80, no entanto, um chefe chamado Celtill, pai de Vercingetorix, tentando      restaurar um poder soberano sobre Arvernos, como no momento da luern e Bituitus.      Mas falha e \u00e9 queimado pela aristocracia de seu povo. Gobanitio seu irm\u00e3o      parece ter sido o seu principal rival, neste caso, uma vez que \u00e9 sabido que      ele se tornou o primeiro em seu poder em Arvernos.<\/p>\n<p>N\u00e3o      foi at\u00e9 -58, para a ambi\u00e7\u00e3o de um homem, J\u00falio C\u00e9sar, ea amea\u00e7a representada      pela press\u00e3o alem\u00e3 sobre os gauleses, n\u00e3o apenas perturbar o equil\u00edbrio pol\u00edtico.<\/p>\n<p><strong>O      pretexto ou raz\u00e3o \u00faltima interven\u00e7\u00e3o romana \u00e9 a migra\u00e7\u00e3o Helv\u00e9tica:<\/strong>\u00a0as      pessoas \u00faltimo, fugindo dos alem\u00e3es, deseja instalar na G\u00e1lia e, portanto,      amea\u00e7a os gauleses, mas tamb\u00e9m por tr\u00e1s do muro que eles s\u00e3o humanos, Roma.<\/p>\n<p>J\u00falio      C\u00e9sar, que tinha sido nomeado proc\u00f4nsul da G\u00e1lia pouco antes sido t\u00e3o quebrou      a cabe\u00e7a de suas legi\u00f5es norte do Rh\u00f4ne. Para legitimar suas a\u00e7\u00f5es, ele depende      de um senatus-consulte assist\u00eancia promessas -61 no Aeduan pessoas.<\/p>\n<p>Portanto,      o jogo pol\u00edtico que leva \u00e0 gauleses tende a torn\u00e1-lo o verdadeiro mestre da      G\u00e1lia cabeludo. Ele apareceu pela primeira vez como o defensor dele.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o      foi at\u00e9 -52 janeiro, com a ascens\u00e3o ao poder de Vercingetorix, para o Arvernos      e seus clientes se rebelaram contra o ex\u00e9rcito do proc\u00f4nsul:<\/strong>\u00a0\u00e9      certo que rivais pol\u00edticos deste \u00faltimo foram reconstru\u00e7\u00f5es especialmente      encorajadores.<\/p>\n<p><strong>G\u00e1lia      cabeluda, conquistada por J\u00falio C\u00e9sar durante as Guerras da G\u00e1lia de -58 para      -51, quando o t\u00famulo oppidum Uxellodunum, \u00e9 conhecido pelo trabalho de seu      ator principal:\u00a0<\/strong>J\u00falio      C\u00e9sar. Ele realmente incorretamente chamado, nunca tocou a G\u00e1lia territ\u00f3rios      e foi principalmente devido \u00e0 resist\u00eancia do jovem chefe Chieftain Vercingetorix,      o perdedor de Alesia em -52, e os seus clientes fi\u00e9is entre os povos Arvernos.<\/p>\n<p><strong>G\u00e1lia      romana<\/strong><\/p>\n<p>Ao      contr\u00e1rio do que tem sido aceito, romaniza\u00e7\u00e3o e da pacifica\u00e7\u00e3o parece ter      durado pelo menos um s\u00e9culo. As elites eram mais r\u00e1pidos a servir o conquistador      romano adotar estilo de vida e linguagem. Isto foi refor\u00e7ado pelas tabelas      Lyon, quando o imperador Claudius Senado Romano dava acesso ao gauleses. Da\u00ed      em diante, n\u00f3s nos referimos a galo-romana, embora o termo nunca foi utilizado      pelos contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>Em      21, novas medidas financeiras empurrou v\u00e1rias tribos gaulesas, cujo And\u00e9caves      e Turons a revolta. A Eduen nome J\u00falio Sacrovir tornou-se chefe dos camponeses      insurgentes nas Nivernais e oposi\u00e7\u00e3o dos auxiliares gauleses ele comandou      as tropas romanas. Derrotado, ele se matou por imola\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em      69, um Civilis holand\u00eas levantou suas tropas para a B\u00e9lgica, enquanto Vit\u00e9lio      e Vespasiano lutou para o Imp\u00e9rio. O Lingon J\u00falio Sabino, diretor gaulesa      auxiliado por dois oficiais Treveri venceu tr\u00eas legi\u00f5es romanas estacionadas      no Reno. Ele quebrou as t\u00e1buas de Lyon e tornou-se ainda proclamar &#8220;C\u00e9sar&#8221;,      mas logo foi derrotado pelo sequanos. Tomada pelos romanos ap\u00f3s escondido      por nove anos, ele finalmente torturado com sua esposa.<\/p>\n<p>Em      \u00faltima an\u00e1lise, este epis\u00f3dio dos gauleses que se opuseram a eles, Sabino      se aliou com os alem\u00e3es, \u00e9 mais conflitos do que um desejo de p\u00f4r fim a qualquer      romano. Paz \u00e9 institu\u00eddo, ent\u00e3o &#8211; se era uma paz &#8220;nos bra\u00e7os&#8221; &#8211;      durou at\u00e9 o meio de dist\u00farbios do terceiro s\u00e9culo.<\/p>\n<p><strong>A      crise do s\u00e9culo III<\/strong><\/p>\n<p>A      meados do s\u00e9culo terceiro, em 258, os francos e alamanos cruzaram o Reno e      saquearam a G\u00e1lia. Um imp\u00e9rio ef\u00eamero da G\u00e1lia, sem que ele tenha um car\u00e1ter      nacional, \u00e9 criado por Postumus logo assassinados por seus soldados.<\/p>\n<p>Bagaudes      Ao mesmo tempo, a crise econ\u00f4mica e social empurra bandas se revoltaram contra      o Imp\u00e9rio na floresta ou em \u00e1reas pouco povoadas.<\/p>\n<p>O      Imp\u00e9rio Romano parece superar esta crise e fortalecidos sob Diocleciano (284-313      ou 316), que estabelece o sistema de tetrarquia. Esta \u00e9 a maneira geral, o      futuro Imperador Maximiano, que ultrapassa a resist\u00eancia de Bagaudae gaulois.Maximien,      que supera a resist\u00eancia de Bagaudae g\u00e1lico.<\/p>\n<p><strong>Invas\u00f5es      germ\u00e2nicas (406 &#8211; s\u00e9culo VI)<\/strong><\/p>\n<p>Na      noite de 31 de dezembro de 406 realizou uma invas\u00e3o maci\u00e7a do Imp\u00e9rio Romano,      quando os v\u00e2ndalos, suevos, alanos, e outros povos germ\u00e2nicos cruzaram o Reno      lim\u00e3o, apreciando o gelo tomou o rio. At\u00e9 o fim do Imp\u00e9rio Romano do Ocidente      em 476 &#8211; e apesar dos esfor\u00e7os de A\u00e9cio &#8211; o poder imperial deu ch\u00e3o e gerentes      da derrota Imp\u00e9rio, em G\u00e1lia.<\/p>\n<p><strong>B\u00e1rbaros      s\u00e3o instalados sob dois estatutos:<\/strong>\u00a0ou      como aliados &#8211; foederati &#8211; quer como colonos &#8211; tas.<\/p>\n<p><strong>Idade      M\u00e9dia<\/strong><\/p>\n<p><strong>A      Idade M\u00e9dia \u00e9 um per\u00edodo de &#8220;material denso&#8221; para a Hist\u00f3ria da      Fran\u00e7a:\u00a0<\/strong>a Fran\u00e7a      &#8220;moderno&#8221;, na verdade, nascido na \u00e9poca.<\/p>\n<p><strong>Por      um lado, \u00e9 o mais longo per\u00edodo hist\u00f3rico (um mil\u00eanio), e em segundo lugar,      \u00e9 um momento onde a hist\u00f3ria local \u00e9 muito importante:<\/strong>\u00a0cada      munic\u00edpio, cada cidade tem pol\u00edtico importante, estrat\u00e9gico, econ\u00f4mico, e      cada um tem sua hist\u00f3ria principado independente, pelo menos at\u00e9 que o franc\u00eas      nascido no final do s\u00e9culo XI.<\/p>\n<p><strong>V\u00e1rias      dinastias governou territ\u00f3rios componente da Fran\u00e7a na Idade M\u00e9dia:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>os descendentes        merov\u00edngios de Cl\u00f3vis<br \/>\n       os carol\u00edngios, descendentes de Carlos Magno<br \/>\n       o capetianos e os Valois, descendentes de Hugo Capeto.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>As      origens da Fran\u00e7a (Ve &#8211; s\u00e9culos IX)<\/strong><\/p>\n<p>Fran\u00e7a      deve seu nome aos francos. Ap\u00f3s o colapso do Imp\u00e9rio Romano do Ocidente em      476, os sucessos militares e pol\u00edticos do povo alem\u00e3o e da convers\u00e3o ao cristianismo      ortodoxo (que \u00e9 dizer ao catolicismo romano, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 heresia ariana)      de seu rei, Clovis, em 496 ou 498, permitiu que os francos ocidentais para      entregar mais de G\u00e1lia. Sucessores da dinastia de Cl\u00f3vis, os merov\u00edngios,      a prov\u00edncia romana ex-preenchido para germanizar.<\/p>\n<p>Durante      esta primeira fase de recursos de forma\u00e7\u00e3o de conceito civiliza\u00e7\u00e3o medieval      cl\u00e1ssica de Estado, isto \u00e9 &#8220;bem p\u00fablico&#8221; (do latim res publica)      herdado da antiga Roma desapareceu, enquanto a era necess\u00e1rio confus\u00e3o entre      a propriedade estatal ea propriedade privada do soberano.<\/p>\n<p>No      final do per\u00edodo merov\u00edngio, no entanto, os reis tinham perdido a maior parte      de seus poderes enquanto &#8220;prefeitos do pal\u00e1cio&#8221;, francos aristocratas,      dirigiu os assuntos do reino.<\/p>\n<p>Enquanto      uma divis\u00e3o pol\u00edtica entre o Ocidente (N\u00eaustria) e leste (Austr\u00e1sia) instaurait      \u00e9 o nome da G\u00e1lia permaneceu em uso entre os estudiosos crist\u00e3os at\u00e9 a dinastia      seguinte, os carol\u00edngios.<\/p>\n<p><strong>O      nascimento da Fran\u00e7a sob os carol\u00edngios (IX &#8211; s\u00e9culo X)<\/strong><\/p>\n<p>A      \u00faltima, cujos antepassados foram os prefeitos originais austrasiano do pal\u00e1cio      v\u00e1rias vezes (nomeadamente com Charles Martel, o vencedor da batalha de Poitiers      em 732), levaram a coroa com Pepino, o Breve, em 751. O reino dos Francos      (Am\u00e9rica regnum Francorum), unificado pela primeira carol\u00edngios, gostava de      sua maior expans\u00e3o em Carlos Magno, que foi coroado &#8220;Imperador dos francos      e dos romanos&#8221; em Roma, no Natal de 800. Ele estendeu o reino at\u00e9 Sax\u00f4nia,      no leste (dilatatio regni), a oeste e ao sul da Bretanha para o Pa\u00eds Basco.<\/p>\n<p>No      entanto, levou at\u00e9 quase meio s\u00e9culo que Francie, um termo designado primeiro      territ\u00f3rios originais do reino dos francos, deu \u00e0 luz a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>O      \u00faltimo foi no primeiro chamado West Francia, ao contr\u00e1rio do leste de Francia,      o reinado do filho de Carlos Magno, Carlos, o Calvo. Em 842, o juramento de      Estrasburgo e do Tratado de Verdun em 843, conseguiu fazer a distin\u00e7\u00e3o entre      os territ\u00f3rios que se tornariam a Fran\u00e7a e os territ\u00f3rios que se tornariam      Alemanha.<\/p>\n<p>Em 845, Nomino\u00eb patroa dominicus da Bretanha (Princeps Veneticae civitatis)      substitui as tropas de Carlos, o Calvo, na Batalha de Ballon. A independ\u00eancia      da Bretanha \u00e9 reconhecida por Carlos, o Calvo. <\/p>\n<p>Franks perder Rennes, Nantes e Retz. Em 856, o Tratado de Louviers, Erispo\u00eb      \u00e9 oficialmente o rei da Gr\u00e3-Bretanha. O Tratado reconhece Entrammes em 863,      na Bretanha, Maine e parte de Anjou, e em 868, o Tratado de Compi\u00e8gne lhe      concede os direitos para o Cotentin e Avranchin. \u00c9 reconhecido por Carlos,      o Calvo. Franks perder Rennes, Nantes e Retz. <\/p>\n<p>Em 856, o Tratado de Louviers, Erispo\u00eb \u00e9 oficialmente o rei da Gr\u00e3-Bretanha.      O Tratado reconhece Entrammes em 863, na Bretanha, Maine e parte de Anjou,      e em 868, o Tratado de Compi\u00e8gne lhe concede os direitos para o Cotentin e      Avranchin.<\/p>\n<p><strong>A      luta para ampliar o dom\u00ednio real no capetianos precoce (XI &#8211; s\u00e9culo XII)<\/strong><\/p>\n<p>Os sucessores dos carol\u00edngios \u00faltimos, o capetianos primeiro tinha pouco      poder sobre seus vassalos mais poderosos na cabe\u00e7a de principados, e teve      apenas um dom\u00ednio poucos estendida, essencialmente reduz a \u00cele-de-France,      um remanescente de Ducado da Fran\u00e7a Robert, o Forte. <\/p>\n<p>Eles, no entanto, conseguiu fazer sua linhagem heredit\u00e1ria, e uma pol\u00edtica      inteligente seguido pela maioria deles, para aumentar significativamente o      dom\u00ednio real, para fazer um dos mais poderosos reinos do Ocidente.<\/p>\n<p><strong>Os      principados s\u00e3o:\u00a0<\/strong>Condado      de Anjou, o ducado de Aquitaine, o Ducado de Borgonha, Bretanha, conde de      Flandres, do Ducado da Normandia.<\/p>\n<p><strong>Crises      e mudan\u00e7as no final da Idade M\u00e9dia (XIV &#8211; s\u00e9culo XV)<\/strong><\/p>\n<p>Capetian      linha direta terminou com o reinado t\u00e3o tumultuada por tr\u00eas sucessivas filho      de Felipe IV.<\/p>\n<p><strong>O      esc\u00e2ndalo do Tour de Nesle abalou o prest\u00edgio da monarquia. Lu\u00eds X le Hutin      morreu prematuramente, teve um filho p\u00f3stumo Jo\u00e3o I, que viveu apenas alguns      dias:<\/strong>\u00a0o      regente, seu irm\u00e3o, se tornou rei sob o nome de Filipe V, o Alto. Em si n\u00e3o      fez &#8220;herdeiros ea coroa passou para o terceiro irm\u00e3o, Charles IV, o Belo.<\/p>\n<p>A      falta de um herdeiro masculino ao poder Capetian \u00faltima direta passado para      um ramo j\u00fanior, os Valois.<\/p>\n<p>Esta      escolha frustrou a ambi\u00e7\u00e3o de um outro pretendente, um descendente de Philippe      le Bel por sua m\u00e3e, que era Edward III, rei da Inglaterra. Lei s\u00e1lica interpretado      pelo grande talento feudal para fechar esse aplicativo considerado perigoso      para sua pr\u00f3pria independ\u00eancia, foi a causa direta da Guerra dos Cem Anos.<\/p>\n<p>Durante este conflito intermin\u00e1vel, o territ\u00f3rio franc\u00eas foi fechada campo      da luta feroz entre epis\u00f3dica, mas reis da Fran\u00e7a e os reis da Inglaterra,      que queria ser como na Fran\u00e7a. Os nobres s\u00e3o combinados de acordo com sua      pr\u00f3pria estrat\u00e9gia pessoal ea situa\u00e7\u00e3o torna-se extremamente dif\u00edcil durante      o reinado de Carlos VI, louco. <\/p>\n<p>Seus parentes, Lu\u00eds de Orleans, irm\u00e3o do rei e do poderoso Duque de Borgonha      Jo\u00e3o sem Medo, v\u00ea uma oportunidade de expandir seu poder e v\u00eam em uma rivalidade      que terminou com o assassinato de dois protagonistas e despejo de quase delfim      Carlos VII se tornou o &#8220;rei de Bourges&#8221;, enquanto o Ingl\u00eas viemos      para proclamar o seu pr\u00f3prio rei. <\/p>\n<p>A erup\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria da Fran\u00e7a Joana D&#8217;Arc \u00e9 um evento extraordin\u00e1rio que      se tornou uma lenda, mas na verdade acabou por aquilo que o Ingl\u00eas foram finalmente      expulsos da Fran\u00e7a, apesar da morte da hero\u00edna do participa\u00e7\u00e3o em Rouen em      30 de Maio de 1431.<\/p>\n<p>Os      reis da Fran\u00e7a recuperar prest\u00edgio e autoridade. Eles sempre fazem um partido      forte, especialmente com os duques de Borgonha, Dukes Oeste. Filipe, o Bom      e Carlos, o Temer\u00e1rio ser\u00e1 o principal rival de Charles VII e seu filho Lu\u00eds      XI. No posses Borgonha, juntaram-se a Holanda e enfrentar os soberanos mais      poderosos da Europa.<\/p>\n<p><strong>Com      a morte de Charles a parte, Bold dos seus bens de volta para sua filha, Maria      de Borgonha, casado Maximiliano da \u00c1ustria:<\/strong>\u00a0um      novo perigo \u00e9 preciso.<\/p>\n<p>A      Idade M\u00e9dia terminou com o desaparecimento dos principados grandes Ducado      da Bretanha e do ducado de Borgonha.<\/p>\n<h4><strong>Tempos modernos<\/strong><\/h4>\n<p><strong>O      fim do mundo medieval<\/strong><\/p>\n<p>Quando Francisco subiu ao trono, seu principal concorrente na Europa \u00e9 Carlos      V cujos campos cercam o reino da Fran\u00e7a. A rivalidade entre os dois soberanos      e seus sucessores ir\u00e3o ocupar o s\u00e9culo XVI, cada um tentando forjar alian\u00e7as,      \u00e0s vezes complicada por considera\u00e7\u00f5es religiosas que lhes permitem ter esperan\u00e7a      de vencer. <\/p>\n<p>O Francis Cat\u00f3lica vai forjar uma alian\u00e7a com o sult\u00e3o Suleiman os pr\u00edncipes      protestantes Magnificent ou alem\u00e3o para ter de volta o n\u00e3o menos cat\u00f3lico      Charles Quint. Cada um deles tenta agradar o vergonhoso Henrique VIII, que      rompeu com Roma, a fim de se casar de novo &#8230;<\/p>\n<p>A      era moderna come\u00e7ou com o Renascimento. Este movimento filos\u00f3fico e art\u00edstico      e sociocultural levou \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o do papel do homem no universo &#8211; atrav\u00e9s      Humanismo &#8211; e leva a um questionamento do por\u00e3o da Igreja sobre a sociedade.<\/p>\n<p>Renascimento Cultural ganha Fran\u00e7a, de It\u00e1lia, nomeadamente atrav\u00e9s das guerras      italianas, come\u00e7aram durante o reinado de Carlos VIII (1483-1498), continuou      sob seus sucesseurs Louis XII e, especialmente, Francis. Isto leva Leonardo      para a sua corte. <\/p>\n<p>Este \u00e9 o tempo da constru\u00e7\u00e3o dos castelos do Loire, Chambord, que \u00e9 o melhor      exemplo. Enquanto isso, o progresso t\u00e9cnico consider\u00e1vel ocorreu, iniciada      no final da Idade M\u00e9dia, o que permite uma consider\u00e1vel expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o.      Estas inven\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m facilitar a dissemina\u00e7\u00e3o do conhecimento, com a inven\u00e7\u00e3o      da imprensa, mas tamb\u00e9m a expans\u00e3o da civiliza\u00e7\u00e3o europeia.<\/p>\n<p>Inicialmente para fins econ\u00f4micos, a busca por &#8220;Passagem para a \u00cdndia&#8221;      traz a descoberta da Am\u00e9rica em 1492 e sensibiliza\u00e7\u00e3o para os Europeus da      exist\u00eancia de outras culturas. <\/p>\n<p>Todos esses fatos, mais o cisma protestante com a reforma da Igreja empreendida      por Lutero e Calvino, quebrou quadros da sociedade medieval.<\/p>\n<p><strong>As      guerras de religi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O      progresso da Reforma Protestante, tornada poss\u00edvel pela impress\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o      da B\u00edblia, contra a Reforma contra a Igreja Cat\u00f3lica. Endurecimento da oposi\u00e7\u00e3o      entre cat\u00f3licos e protestantes ver as duas religi\u00f5es embate violentamente      em toda a Europa, especialmente no reino da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>O reinado de Henrique II (1547-1559) e, especialmente, os de seu filho de      tr\u00eas Francisco II (1559-1560), Charles IX (1560-1574) e Henry III (1574-1589)      foram marcados pelo embate entre protestantes e cat\u00f3licos, incluindo oito      guerras religiosas entre 1562 e 1598. <\/p>\n<p>O massacre de S\u00e3o Bartolomeu, come\u00e7ou na noite de 24 de agosto a 25 de 1572,      \u00e9 o exemplo mais tr\u00e1gico destes confrontos. Com a morte de Henrique III foi      assassinado por um monge fan\u00e1tico, ea falta de um herdeiro masculino, o trono      passou para um jovem ramo dos Bourbons, na pessoa de Henrique IV, rei de Navarra      antes. <\/p>\n<p>Mas este \u00e9 um protestante, ele n\u00e3o foi reconhecido pelos cat\u00f3licos ultra-da      Liga Santo. Ele levou reconquistar seu reino e, especialmente, para converter-se      ao catolicismo, o que ele fez em 1593 (ele teria tido o famoso ocasional dizendo      &#8220;Paris vale uma missa&#8221;). <\/p>\n<p>Uma vez que consolidou seu poder, Henry terminou as Guerras de Religi\u00e3o em      decretar a liberdade de culto para os protestantes pelo Edito de Nantes, em      1598. <\/p>\n<p>Ajudado por seu ministro Sully, Henri IV manchada para reconstruir o reino      duramente atingida pelas guerras de religi\u00e3o, quando Ravaillac assassinado      por um fan\u00e1tico cat\u00f3lico, em 1610, legou a seu filho Louis XIII um reino consideravelmente      refor\u00e7ada.<\/p>\n<p>religi\u00e3o,      foi assassinado por um fan\u00e1tico Ravaillac quando Cat\u00f3lica em 1610, legou a      seu filho Louis XIII um reino consideravelmente refor\u00e7ada.<\/p>\n<p><strong>Monarquia      absoluta<\/strong><\/p>\n<p>Ele      est\u00e1 sob os Bourbons que a monarquia absoluta, tamb\u00e9m chamada de Ancien R\u00e9gime      estava no auge de seu poder.<\/p>\n<p>Lu\u00eds XIII (1610-1643) conseguiu Henrique IV, que foi assassinado em 1610.      Com seu ministro, o Cardeal Richelieu, ele seguiu uma pol\u00edtica de domestica\u00e7\u00e3o      dos grandes senhores do reino e curando aos protestantes, em termos de pol\u00edtica      externa de confronto com os Habsburgos, dividida em dois ramos, Espanha e      \u00c1ustria. <\/p>\n<p>Durante o reinado de Lu\u00eds XIV (1643-1715), a Fran\u00e7a foi o poder pol\u00edtico,      a domina\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e cultural na Europa, atrav\u00e9s da compra de Espanha,      com o metal precioso e sua pol\u00edtica mercantilista imp\u00e9rio iniciado por Fouquet      e especialmente Colbert . <\/p>\n<p>Numerosas campanhas militares de Lu\u00eds XIV e da confus\u00e3o entre o dinheiro      eo estado cassete real fortemente solicitado pelo esplendor da sua corte,      levou a problemas financeiros cr\u00f4nicos durante o s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p>Louis XV sucedeu a seu bisav\u00f4, Lu\u00eds XIV morreu em 1715. Seu reino \u00e9 muito      brilhante no n\u00edvel cultural, com o advento dos fil\u00f3sofos iluministas, como      Voltaire, Rousseau, Montesquieu, Diderot e d&#8217;Alembert, mas a Fran\u00e7a perdeu      sua import\u00e2ncia pol\u00edtica no exterior, principalmente na Am\u00e9rica e na \u00cdndia,      onde ela vende seus territ\u00f3rios para rivalizar com a Inglaterra pelo Tratado      de Paris em 1763. <\/p>\n<p>O maior problema do Estado \u00e9, ent\u00e3o, o d\u00e9ficit or\u00e7ament\u00e1rio cr\u00f4nica leva      a fazer o rei dependente financeira e de dinheiro corretores. Tentativas de      modernizar o &#8220;sistema fiscal-financeira&#8221;, como o &#8220;sistema&#8221;,      da Lei durante a reg\u00eancia de Philippe d&#8217;Orl\u00e9ans falhar. Outra fonte de sistemas      de paralisia do governo, a oposi\u00e7\u00e3o dos parlamentos, tribunais dominada por      uma aristocracia posando como um defensor das leis do reino. <\/p>\n<p>Oposi\u00e7\u00e3o a qualquer tentativa de alterar o sistema fiscal, que impede a necess\u00e1ria      reforma do Estado absolutista. O pequeno filho de Lu\u00eds XV, Lu\u00eds XVI foi o      \u00faltimo monarca absoluto de um reino assolado por problemas financeiros e or\u00e7amentais.      Ele foi deposto pela Revolu\u00e7\u00e3o Francesa.<\/p>\n<p><strong>Revolu\u00e7\u00e3o      Francesa<\/strong><\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o Francesa \u00e9 o evento que marca a hist\u00f3ria da Fran\u00e7a viragem entre      o &#8220;in\u00edcio da era moderna&#8221; e &#8220;era moderna&#8221;. \u00c9 tamb\u00e9m a      primeira vez na hist\u00f3ria da Europa desde os tempos antigos, a monarquia foi      derrubada, o epis\u00f3dio da Revolu\u00e7\u00e3o Ingl\u00eas de Cromwell n\u00e3o ter esse resultado.    <\/p>\n<p>Seu impacto \u00e9 tamb\u00e9m devido \u00e0s guerras da Revolu\u00e7\u00e3o e do Imp\u00e9rio que afetou      grande parte da Europa continental com a cria\u00e7\u00e3o de &#8220;rep\u00fablicas irm\u00e3s&#8221;      ou o fim do Imp\u00e9rio Romano.<\/p>\n<p>O      per\u00edodo revolucion\u00e1rio come\u00e7a em 1789 com a reuni\u00e3o dos Estados Gerais e da      tomada da Bastilha, e termina em 1799 com o golpe de Estado de 18 de Brum\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Consulado      e Primeiro Imp\u00e9rio<\/strong><\/p>\n<p>Restaura\u00e7\u00e3o      \u00e9 o per\u00edodo entre a queda do Imp\u00e9rio abril 6, 1814 \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o de 1830. O      Bourbon voltar ao poder. \u00c9, de fato, a &#8220;restaura\u00e7\u00e3o&#8221; do antigo regime.      Este per\u00edodo foi interrompida pelo epis\u00f3dio dos Cem Dias de 20 de mar\u00e7o to      22 de junho de 1815, durante o qual Napole\u00e3o brevemente tomaram o poder. Este      interl\u00fadio divide a Restaura\u00e7\u00e3o Restaura\u00e7\u00e3o Restaura\u00e7\u00e3o Primeira e Segunda.<\/p>\n<p><strong>Segunda      Rep\u00fablica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Segunda      Rep\u00fablica \u00e9 um regime original da hist\u00f3ria da Fran\u00e7a, em sua brevidade, por      um lado, mas tamb\u00e9m pela sua constitui\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>\u00e9      o regime unicameral apenas na hist\u00f3ria da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Segundo      Imp\u00e9rio<\/strong><\/p>\n<p>O      Segundo Imp\u00e9rio foi o regime bonapartista de Napole\u00e3o III 1852-1870, entre      a Segunda Rep\u00fablica e da Terceira Rep\u00fablica, na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Guerra      de 1870<\/strong><\/p>\n<p>A      Guerra Franco-Prussiana (19 de julho de 1870 &#8211; 10 de Maio de 1871) contra      o Segundo Imp\u00e9rio Franc\u00eas eo Alem\u00e3o reinos unidos atr\u00e1s do Reino da Pr\u00fassia      (como \u00e0s vezes \u00e9 chamado a Guerra Franco-Prussiana). O conflito marcou a culmina\u00e7\u00e3o      da tens\u00e3o entre os dois poderes, resultante do desejo prussiano para dominar      toda a Alemanha, que era ent\u00e3o uma federa\u00e7\u00e3o de quase-estados independentes.      A derrota levou \u00e0 queda do Imp\u00e9rio Franc\u00eas.<\/p>\n<p><strong>A      Comuna de Paris<\/strong><\/p>\n<p>A      Comuna de Paris foi um governo revolucion\u00e1rio formado em Paris em 26 de Mar\u00e7o      de 1871. Em v\u00e1rias outras cidades da Fran\u00e7a (Marselha, Lyon, Saint-Etienne,      Toulouse, Narbonne, Grenoble, Limoges) munic\u00edpios foram proclamados partir      de 3 de mar\u00e7o de 1871, mas todos eles foram rapidamente suprimida.<\/p>\n<p><strong>Terceira      Rep\u00fablica<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s      a Guerra Franco-Prussiana de 1870, a Terceira Rep\u00fablica foi estabelecido e      durou at\u00e9 a derrota militar de 1940.<\/p>\n<p><strong>A      guerra de 1914-1918<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s      pesadas perdas em tropas e equipamentos causada pela Primeira Guerra Mundial      (1914-1918), a Fran\u00e7a colocou no lugar na d\u00e9cada de 1920, um sistema evoluiu      para defender suas fronteiras (a Linha Maginot), uma frota poderosa incluindo      como navios de guerra Richelieu e Jean Bart e do B\u00e9arn porta-avi\u00f5es e alian\u00e7as      com seus vizinhos para proteger-se contra um poss\u00edvel ressurgimento do poder      alem\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Segunda      Guerra Mundial<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vichy<\/strong><\/p>\n<p>No      entanto, foi rapidamente derrotado na Segunda Guerra Mundial, e foi ocupada      em junho de 1940.<\/p>\n<p><strong>Vit\u00f3ria      alem\u00e3 ao governo franc\u00eas imp\u00f4s redesenhado para a ocasi\u00e3o:<\/strong>\u00a010      de julho de 1940, o governo de Vichy foi estabelecido. Seus antigos l\u00edderes      fecharam os olhos sobre a pilhagem do pa\u00eds, e teve de aceitar o envio de franc\u00eas      em campos de trabalho for\u00e7ado na Alemanha que esperavam desta forma a preservar      pelo menos uma parte da soberania francesa.<\/p>\n<p><strong>Fran\u00e7a      livre<\/strong><\/p>\n<p>General      de Gaulle op\u00f4s o armist\u00edcio e deixou a Fran\u00e7a para a Inglaterra 15 junho de      1940 para formar e liderar as For\u00e7as Francesas Livres. Seu apelo de 18 de      junho o povo franc\u00eas atrav\u00e9s de r\u00e1dio BBC de Londres, levou a Resist\u00eancia      Francesa (onde quer que fosse) contra os ocupantes nazistas.<\/p>\n<p>A      ocupa\u00e7\u00e3o alem\u00e3 finalmente provou um desastre econ\u00f4mico, uma vez que a Alemanha      se apropriou uma boa metade das receitas do setor p\u00fablico. Depois de quatro      anos de ocupa\u00e7\u00e3o e priva\u00e7\u00e3o, as for\u00e7as aliadas libertaram a Fran\u00e7a em 1944.<\/p>\n<p><strong>O      p\u00f3s-guerra<\/strong><\/p>\n<p>Roosevelt      tinha planejado colocar a Fran\u00e7a sob a supervis\u00e3o da administra\u00e7\u00e3o dos EUA.<\/p>\n<p><strong>De      Gaulle recusou e em 14 de junho, ele disse:<\/strong>\u00a0N\u00f3s      lutamos ao lado de aliados, os aliados, como um aliado. E que vamos conquistar      a vit\u00f3ria ser\u00e1 a vit\u00f3ria da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Quanto      \u00e0 liberta\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio franc\u00eas, cada cidade \u00e9 a sede de uma luta de poder      entre o MMLA (Miss\u00e3o de Liga\u00e7\u00e3o Militar Administrativa) e as for\u00e7as AMGOT      dos EUA. Na verdade, depois de algumas contra\u00e7\u00f5es, a coopera\u00e7\u00e3o entre os dois      governos ser\u00e3o mais eficazes.<\/p>\n<p>Fim      de Agosto de 1944, o Governo Provis\u00f3rio de Charles de Gaulle \u00e9 necess\u00e1rio      no ch\u00e3o. Ela \u00e9 composta de comunistas, socialistas e gaullistas. O compromisso      dos comunistas franceses na resist\u00eancia, soldados sovi\u00e9ticos coragem ea vit\u00f3ria      final da URSS e l\u00edderes aliados comunistas fornecer prest\u00edgio significativo      na opini\u00e3o p\u00fablica. N\u00e3o foi at\u00e9 meados de outubro \u00e9 oficialmente reconhecida      pelos Estados Unidos.<\/p>\n<p><strong>O      governo provis\u00f3rio garante o direito das mulheres ao voto 21 de abril de 1944,      no artigo 17 \u00ba da Portaria de Argel:<\/strong>\u00a0eles      v\u00e3o votar pela primeira vez nas elei\u00e7\u00f5es municipais de 29 de Abril e 13 de      Maio de 1945.<\/p>\n<p><strong>Quarta      Rep\u00fablica<\/strong><\/p>\n<p>Em      1946, o governo provis\u00f3rio deu lugar \u00e0 Quarta Rep\u00fablica, estabeleceu uma nova      constitui\u00e7\u00e3o aprovada por referendo. Mas as tens\u00f5es internas ap\u00f3s o tratamento      e as diferen\u00e7as sobre os problemas coloniais na Indochina e na Arg\u00e9lia levou      a sucessivas crises, e v\u00e1rias remodela\u00e7\u00f5es ministeriais.<\/p>\n<p><strong>Quinta      Rep\u00fablica<\/strong><\/p>\n<p>Finalmente,      em 13 de Maio de 1958, na sequ\u00eancia dos acontecimentos na Arg\u00e9lia, o governo      foi dissolvido Parlamento legitimou o golpe e pediu o general de Gaulle para      liderar o pa\u00eds para evitar uma poss\u00edvel guerra civil. Ele tornou-se Presidente      do Conselho em Junho de 1958 (no in\u00edcio da Quinta Rep\u00fablica), e foi eleito      Presidente da Rep\u00fablica, em dezembro do mesmo ano.<\/p>\n<p>De      Gaulle estabelecer o procedimento referendo v\u00e1rias vezes, especialmente um      que decidiu a elei\u00e7\u00e3o do Presidente da Rep\u00fablica por sufr\u00e1gio universal.<\/p>\n<p>Em      1965, quando a primeira elei\u00e7\u00e3o por sufr\u00e1gio universal direto, de Gaulle foi      reeleito com 55% dos votos contra seu advers\u00e1rio Fran\u00e7ois Mitterrand.<\/p>\n<p>Os      acontecimentos de maio de 68 partiu em campus universit\u00e1rios e reuniu os partidos      de esquerda. O plano parecia vacilar, com a apar\u00eancia de poder de f\u00e9rias por      alguns dias. Mas de Gaulle tomou sua m\u00e3o e uma grande manifesta\u00e7\u00e3o na Champs-\u00c9lys\u00e9es      em incentivos seu favor para ficar. Os acordos foram celebrados por Grenelle      Georges Pompidou, logo substitu\u00eddo como primeiro-ministro Maurice Couve de      Murville.<\/p>\n<p>Em      abril de 1969, o governo de De Gaulle lan\u00e7ou um referendo nacional sobre a      cria\u00e7\u00e3o de 21 regi\u00f5es com poder pol\u00edtico limitado ea transforma\u00e7\u00e3o da Sala      do Senado da empresa. O &#8220;n\u00e3o&#8221; no referendo e tomou de Gaulle escolheu      a demitir-se.<\/p>\n<p>Seus      sucessores \u00e0 frente da Fran\u00e7a foram o gaullista Georges Pompidou (1969-1974),      o Independente republicano Valery Giscard d&#8217;Estaing (1974-1981), o socialista      Fran\u00e7ois Mitterrand (1981-1995), e os neo-gaullista Jacques Chirac (eleito      na primavera de 1995, reeleito em Maio de 2002).<\/p>\n<h4>GEOGRAFIA<\/h4>\n<p>Estado      da Europa Ocidental, limitado a noroeste pelo Mar do Norte eo Canal Ingl\u00eas,      a oeste pelo Oceano Atl\u00e2ntico, a sul pelo Mediterr\u00e2neo (total: fronteira mar\u00edtima      3,427 km), e limitado Nordeste por suas fronteiras com a B\u00e9lgica (com o qual      a Fran\u00e7a tem 620 km de fronteira comum), Luxemburgo (73 km) e Alemanha (451      km), Para o leste da Su\u00ed\u00e7a (573 km de fronteira comum).<\/p>\n<p>Sudeste      It\u00e1lia (488 km) e M\u00f4naco (4 km).<\/p>\n<p>E      sudoeste Espanha (623 km) e Andorra (56,6 km).<\/p>\n<p>\u00c1rea:      544.435 km \u00b2.<\/p>\n<p><strong>A      Fran\u00e7a tamb\u00e9m tem quatro departamentos ultramarinos (DOM):<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Guadalupe        (\u00e1rea 1704 km \u00b2)<br \/>\n       Guiana (\u00e1rea de 90,000 km \u00b2)<br \/>\n       Martinica (\u00e1rea 1110 km \u00b2)<br \/>\n       e Reuni\u00e3o (km \u00e1rea de 2.512 \u00b2).<br \/>\n<strong>Popula\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a058.518.395        habitantes (a \u00fanica metr\u00f3pole) e 60.185.831 habitantes (franc\u00eas) com o DOM.<br \/>\n<strong>Capital:<\/strong>\u00a0Paris.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Bacias<\/strong><\/p>\n<p>Apesar      da estrutura imponente regi\u00f5es montanhosas dominam baixo. Duas bacias sedimentares      que ocupam dois quintos do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>A      Bacia de Paris (140.000 trimestre, uma km2 do territ\u00f3rio) \u00e9 uma regi\u00e3o de      plan\u00edcies e planaltos que os sistemas de partes do rio Sena e do Loire.<\/p>\n<p>A      Bacia de Aquit\u00e2nia (80.000 km2), a maior parte drenada pelo Garonne, tem um      dispositivo semelhante.<\/p>\n<p><strong>Clima<\/strong><\/p>\n<p>O      clima \u00e9 temperado na Fran\u00e7a, se considerarmos as temperaturas m\u00e9dias, o equil\u00edbrio      entre o calor tropical e polar frio. A precipita\u00e7\u00e3o \u00e9 moderada e geralmente      bem distribu\u00edda ao longo do ano. Esses personagens n\u00e3o, no entanto, evitar      certas situa\u00e7\u00f5es extremas, ondas de frio ou secas.<\/p>\n<p><strong>Hidrografia<\/strong><\/p>\n<p>A      distribui\u00e7\u00e3o dos rios franceses \u00e9 determinado pela topografia e hist\u00f3ria geol\u00f3gica.      Drenos e do Sena faz a maior parte da Bacia de Paris, enquanto o Loire, que      se juntou ainda perto de Paris, no in\u00edcio do Quatern\u00e1rio, tem sido uma rede      independente. Como o Sena, o Garonne na sarjeta central de coleta maior parte      de sua bacia hidrogr\u00e1fica. Nascido nos Alpes, o R\u00f3dano corre como Saone, seu      maior afluente, o amplo corredor que separa o colapso do Maci\u00e7o Central Jura      e os Alpes.<\/p>\n<p><strong>O      Maci\u00e7o Central \u00e9 o centro de dispers\u00e3o de \u00e1gua em territ\u00f3rio franc\u00eas, ele      se alimenta mais ou menos abundantemente seus rios principais:<\/strong>\u00a0o      Loire (1.020 km) e do rio Sena (775 km), os \u00fanicos cuja bacia \u00e9 completamente      localizados dentro das fronteiras do R\u00f3dano (880 km, incluindo 522 em Fran\u00e7a)      e do Rio (650 km, incluindo 575 na Fran\u00e7a), que se originam, respectivamente,      na Su\u00ed\u00e7a e na Espanha.<\/p>\n<p><strong>Litoral<\/strong><\/p>\n<p>Fran\u00e7a      faz fronteira com cerca de 3.000 km de costa com v\u00e1rios aspectos e \u00e1reas em      baixo relevo rochas regularizadas e irregulares que cortam a terrenos mais      dif\u00edceis.<\/p>\n<p><strong>Popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Em      1 de Janeiro de 2001, a Fran\u00e7a tinha um pouco mais de 61 milh\u00f5es (US $ 59      milh\u00f5es para a \u00fanica metr\u00f3pole), com uma densidade m\u00e9dia de popula\u00e7\u00e3o (109      habitantes \/ km \u00b2) relativamente baixos em toda a Europa Ocidental.<\/p>\n<h4>ECONOMIA<\/h4>\n<p>Com      a sua 551 602 km2 e cerca de 59 milh\u00f5es de habitantes Fran\u00e7a (metr\u00f3pole) certamente      n\u00e3o pode ser considerado um grande pa\u00eds em todo o mundo.<\/p>\n<p>Como      o seu peso econ\u00f4mico, tornando-se a pot\u00eancia mundial quinto ele surpresa.      Na verdade, ela sabia muito cedo para tirar proveito dos recursos naturais      ineg\u00e1veis, come\u00e7ando com a sua localiza\u00e7\u00e3o na boca ou na passagem de fluxos      comerciais mais importantes da Europa Ocidental.<\/p>\n<p>A      este respeito, o Mercado Comum criada em 1957, tem sido para as empresas francesas      uma colheita, enquanto ex-col\u00f4nias e territ\u00f3rios ultramarinos continuam a      ser os principais parceiros comerciais.<\/p>\n<p><strong>Agricultura<\/strong><\/p>\n<p>Com      23% da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola da UE em 1999, a Fran\u00e7a \u00e9, de longe, os maiores pa\u00edses      da UE, seguida pela It\u00e1lia (15,4%) e Alemanha (15,2%). \u00c9 verdade que desde      os anos 1950, a agricultura francesa passou por moderniza\u00e7\u00e3o consider\u00e1vel.<\/p>\n<p>A      for\u00e7a de trabalho agr\u00edcola continua a diminuir, continuando o movimento que      poderosamente retomada ap\u00f3s o fim da \u00faltima guerra mundial, se, em 1946, ela      ainda era um ter\u00e7o dos ativos, sua participa\u00e7\u00e3o diminuiu de forma constante,      e em 2000, que teria sido de 3,5% da popula\u00e7\u00e3o francesa.<\/p>\n<p><strong>No      entanto, parece que as pessoas conhece um rejuvenescimento relativo, especialmente      relacionados a aposentadorias maci\u00e7as e reforma antecipada:<\/strong>\u00a053%      dos dirigentes agr\u00edcolas eram menos de 50 anos em 2000, contra 42,6% em 1988.<\/p>\n<p>Com      28 milh\u00f5es de hectares, as atividades agr\u00edcolas ocupam cerca de 60% do territ\u00f3rio      franc\u00eas metropolitana. Na verdade, um pouco mais da metade desta \u00e1rea \u00e9 apenas      o decl\u00ednio cultivo agr\u00edcola e observado por v\u00e1rias d\u00e9cadas benef\u00edcios da urbaniza\u00e7\u00e3o,      mas tamb\u00e9m para a floresta.<\/p>\n<p><strong>Em      2000, de acordo com a Insee, o valor da a\u00e7\u00e3o de cada grupo de produtos agr\u00edcolas      em toda a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola era a seguinte:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Produtos        vegetais variados (plantas forrageiras, plantas e flores):<\/strong>\u00a010,8%<\/p>\n<p><strong>Frutas        e Legumes:<\/strong>\u00a010,4%<\/p>\n<p><strong>Outros        produtos animais (leite e produtos l\u00e1cteos, coelhos, etc.):\u00a0<\/strong>13,3%<\/p>\n<p><strong>Produtos        de aves:<\/strong>\u00a06,4%<\/p>\n<p><strong>Pecu\u00e1ria:<\/strong>\u00a018,4%<\/p>\n<p><strong>Culturas        industriais:<\/strong>\u00a06,8%<\/p>\n<p><strong>Cereais:<\/strong>\u00a015,5%<\/p>\n<p><strong>Vinhos:\u00a0<\/strong>servi\u00e7os        14,2%<\/p>\n<p><strong>(agro-turismo,        etc.):<\/strong>\u00a04,2%.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Em termos de produ\u00e7\u00e3o animal, com \u0080 11,9 bilh\u00f5es em valor em 2000, chega      uma lideran\u00e7a clara antes do cereal (de 10.000 a 66 milh\u00f5es de toneladas)      e vinhos (\u0080 8,9 bilh\u00f5es) . Com 22,6 bilh\u00f5es de litros em 2000, a cole\u00e7\u00e3o      francesa de leite de vaca, embora menor do que em 1990, um quinto do total      europeu. <\/p>\n<p>Se a pesca tem agora um peso rid\u00edculo em compara\u00e7\u00e3o com o n\u00edvel europeu e      mundial (341 mil toneladas em 1999 atum, principalmente tropical) e referem-se      apenas a cerca de 6.000 navios de 20.500 marinheiros, as fazendas marinhas,      principalmente ostras e mexilh\u00f5es, est\u00e3o crescendo desde a sua produ\u00e7\u00e3o dobrou      desde o in\u00edcio de 1980. <\/p>\n<p>Por fim, a extra\u00e7\u00e3o de madeira &#8211; 36, 2 milh\u00f5es de m\u00b3 em 1999 &#8211; alimentando      um setor inteiro (serrarias, fabrica\u00e7\u00e3o, madeira, produ\u00e7\u00e3o de artigos de papel      e papel\u00e3o), que emprega cerca de 100.000 pessoas. <\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola tamb\u00e9m est\u00e1 na origem de um importante setor do agroneg\u00f3cio,      que no final de 1999, com cerca de 3.000 empresas, que empregam 370 mil funcion\u00e1rios,      incluindo 122 mil na ind\u00fastria da carne apenas.<\/p>\n<p><strong>Ind\u00fastrias<\/strong><\/p>\n<p>A      Fran\u00e7a \u00e9 o maior do mundo industrial quarto, atr\u00e1s dos Estados Unidos, Jap\u00e3o      e Alemanha.<\/p>\n<p><strong>Em      sua ind\u00fastria, v\u00e1rios grupos franceses ocupam o primeiro lugar, mesmo contra      seus concorrentes estrangeiros:<\/strong>\u00a0este      \u00e9 particularmente o caso da L&#8217;Or\u00e9al (cosm\u00e9ticos), Michelin (pneus) e Alcatel      (telecomunica\u00e7\u00f5es, el\u00e9trica).<\/p>\n<p>Embora      dominado por servi\u00e7os, consultores, empresas de engenharia e &#8220;tecnologia      superior,&#8221; novas formas da ind\u00fastria, muito diversas, est\u00e3o realizando      em \u00e1reas onde as estruturas est\u00e3o adaptadas a restri\u00e7\u00f5es de mercado (aeroespacial,      telecomunica\u00e7\u00f5es, computadores), muitas vezes em associa\u00e7\u00e3o com parceiros      europeus.<\/p>\n<p>Ramos      usando os mais empregados s\u00e3o mec\u00e2nicos, el\u00e9tricos e eletr\u00f4nicos (25% em 1998),      metalurgia (11,7%) e de madeira de papel de impress\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o (10,2%).      Men\u00e7\u00e3o especial deve ser feita para o carro com uma produ\u00e7\u00e3o anual de cerca      de 5 milh\u00f5es de ve\u00edculos, \u00e9 fornecida por cerca de 300.000 funcion\u00e1rios de      grandes empresas (PSA, Renault), mas os empregos induzidos (outsourcing equipamento,      etc.) s\u00e3o estimadas em 2,6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Com      88% das empresas com menos de 200 funcion\u00e1rios em 1998, a ind\u00fastria francesa      \u00e9 muito concentrado. \u00c9 que, ao lado de grandes &#8211; mesmo grupos muito grandes      &#8211; viver e prosperar em muitas PME, muitas vezes, no exerc\u00edcio de atividades      de subcontrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Exporta\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      preciso falar primeiro de todo o setor agro-alimentar, com \u0080 9,4 bilh\u00f5es      para super\u00e1vit de 2000 representa uma posi\u00e7\u00e3o tradicionalmente operam em mercados      de exporta\u00e7\u00e3o. A ponta de lan\u00e7a \u00e9, sem d\u00favida, formada por bebidas e \u00e1lcool      (champanhe, vinho, conhaque), seguido de cereais e animais e carne.<\/p>\n<p><strong>Acompanhar      de muito perto a ind\u00fastria automotiva (\u0080 9,3 bilh\u00f5es) e de bens &#8211; com      uma situa\u00e7\u00e3o contrastante:<\/strong>\u00a0balan\u00e7o      fortemente positivo para a ind\u00fastria de transporte desfrutando o sucesso da      avia\u00e7\u00e3o (incluindo Airbus) e ind\u00fastria naval franc\u00eas, negativo para mec\u00e2nica      e eletro-eletr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Os      principais parceiros comerciais s\u00e3o os pa\u00edses Fran\u00e7a da Uni\u00e3o Europeia, com      a qual seu super\u00e1vit comercial e se concentra 62% de suas exporta\u00e7\u00f5es e 60%      das importa\u00e7\u00f5es em 2000, seguido muito atr\u00e1s de Am\u00e9rica e \u00c1sia. O mercado      comunit\u00e1rio &#8211; onde a Alemanha se destaca, parceiro tradicional, seguido pelo      Reino Unido, It\u00e1lia e Espanha &#8211; \u00e9, portanto, um importante mercado para os      exportadores franceses.<\/p>\n<p>Em      rela\u00e7\u00e3o \u00e0s importa\u00e7\u00f5es importa\u00e7\u00f5es, dificilmente ser\u00e1 surpreendido ao encontrar      a energia, em primeiro lugar, mas, tradicionalmente, em posi\u00e7\u00e3o de d\u00e9fice      para 2000, que, &#8211; 23 5 bilh\u00f5es de euros, um recorde desde o segundo choque      do petr\u00f3leo. Os principais fornecedores de petr\u00f3leo para a Fran\u00e7a s\u00e3o a Noruega      e Ar\u00e1bia Saudita, R\u00fassia e Reino Unido. Os outros ramos s\u00e3o importadores l\u00edquidos      de bens de capital e de couro vestu\u00e1rio dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>Balan\u00e7a de pagamentos como o com\u00e9rcio, e esses servi\u00e7os registrou uma receita      excedente desceu em 2000, 3? \u0080 9000000000. Eles s\u00e3o, no entanto, um grande      valor para a economia francesa para exportar, especialmente viagens que posi\u00e7\u00e3o      continua a beneficiar da entrada de turistas no territ\u00f3rio franc\u00eas. <\/p>\n<p>N\u00f3s tamb\u00e9m incluem servi\u00e7os de business (engenharia, consultoria, comunica\u00e7\u00f5es,      servi\u00e7os financeiros, etc.) Extremamente din\u00e2mico e para que a Fran\u00e7a tem      uma forte reputa\u00e7\u00e3o para per\u00edcia.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7os      de terciariza\u00e7\u00e3o da economia:<\/strong>\u00a0provavelmente      essa express\u00e3o resume O melhor lugar tomado agora lan\u00e7ando servi\u00e7os no sistema      franc\u00eas produtiva, a imagem das mudan\u00e7as observadas em outros pa\u00edses industrializados.      Sem me deter sobre as grandes mudan\u00e7as que fez especialmente na forma como      as empresas operam, a produ\u00e7\u00e3o espacial, relat\u00f3rios para o trabalho, deve-se      lembrar que, em 2000, a ind\u00fastria empregava cerca de tr\u00eas quartos da popula\u00e7\u00e3o      trabalhadora francesa.<\/p>\n<p><strong>Outro      setor importante:<\/strong>\u00a0o      com\u00e9rcio, d\u00e9cadas marcadas por violentos dist\u00farbios consider\u00e1veis em favor      de supermercados, v\u00e1rios atores s\u00e3o grupos de tamanho em todo o mundo, muitas      vezes atrav\u00e9s de fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es de grande porte (Carrefour, Auchan, Leclerc,      Intermarch\u00e9 &#8230;).<\/p>\n<p><strong>Turismo<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m de transporte, o turismo ocupa um lugar de destaque, em primeiro lugar      porque gera consider\u00e1veis ganhos cambiais (em 2000, a esta\u00e7\u00e3o de &#8220;viajar&#8221;      iria gravar um excedente de cerca de \u0080 15240000000) . <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a intensidade m\u00e9dia do capital (com exce\u00e7\u00e3o de alguns segmentos,      como resorts ou elevadores) e precisa de for\u00e7a de trabalho significativa (1,2      milh\u00f5es de postos de trabalho em sentido amplo, incluindo muitos sazonal )      fazer uma atividade econ\u00f4mica vital. <\/p>\n<p>Ela d\u00e1 origem a atividades variadas, tanto em termos de alojamento (hot\u00e9is,      parques de campismo, quintas &#8230;) e organiza\u00e7\u00e3o de viagens (ag\u00eancias, excursionistas      treinador &#8230;) ou pr\u00e1ticas (admiss\u00f5es a museus e monumentos ou parques recrea\u00e7\u00e3o,      caminhadas, turismo de neg\u00f3cios, etc) ..<\/p>\n<p>A      Fran\u00e7a \u00e9, h\u00e1 v\u00e1rios anos, o maior do mundo, para os Estados Unidos e Espanha,      para o n\u00famero total de turistas estrangeiros. Em 2000, cerca de 75,5 milh\u00f5es      deles &#8211; recorde &#8211; supostamente foi para a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>A      balan\u00e7a externa de turismo franc\u00eas \u00e9 realmente excedente muito grande:<\/strong>\u00a0em      2000, o turismo gerou na Fran\u00e7a a partir de \u0080 32780000000 em receitas,      enquanto os turistas franceses que viajam no estrangeiro gastou apenas 17      53000000000 \u0080, a balan\u00e7a de pagamentos, assim, liberando um excedente      de cerca de \u0080 15240000000. A variedade de paisagens, comprimento costeira,      o n\u00famero ea diversidade de monumentos, para n\u00e3o mencionar o prest\u00edgio da cozinha      francesa pode explicar a popularidade dos visitantes anteriores.<\/p>\n<p>Fonte: www.europa-planet.com<\/p>\n<h6>Fran\u00e7a<\/h6>\n<p><strong>Nome      completo:<\/strong>\u00a0Rep\u00fablica      Francesa<\/p>\n<p><strong>Popula\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a063,0      milh\u00f5es (ONU, 2011)<\/p>\n<p><strong>Capital:<\/strong>\u00a0Paris<\/p>\n<p><strong>\u00c1rea:<\/strong>\u00a0543.965      km \u00b2 (210.026 milhas quadradas)<\/p>\n<p><strong>Grande      l\u00edngua:<\/strong>\u00a0franc\u00eas<\/p>\n<p><strong>Principal      religi\u00e3o:<\/strong>\u00a0Cristianismo<\/p>\n<p><strong>Expectativa      de vida:<\/strong>\u00a078      anos (homens), 85 anos (mulheres) (ONU)<\/p>\n<p><strong>Unidade      monet\u00e1ria:<\/strong>\u00a01      euro = 100 centavos<\/p>\n<p><strong>Principais      exporta\u00e7\u00f5es:<\/strong>\u00a0m\u00e1quinas      e equipamentos de transporte, produtos agr\u00edcolas, incluindo vinho<\/p>\n<p><strong>RNB      per capita:<\/strong>\u00a0EUA      $ 42.420 (Banco Mundial, 2011)<\/p>\n<p><strong>Dom\u00ednio      da Internet:.<\/strong>\u00a0Fr<\/p>\n<p><strong>C\u00f3digo      de discagem internacional:<\/strong>\u00a033<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ffranca9.jpg\" alt=\"Fran\u00e7a\" title=\"Fran\u00e7a\" \/><br \/>\n     O Pal\u00e1cio de Versalhes, um s\u00edmbolo da antiga monarquia da Fran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<h4>Perfil<\/h4>\n<p>Um      jogador-chave no cen\u00e1rio mundial e um pa\u00eds no cora\u00e7\u00e3o pol\u00edtico da Europa,      a\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0pagou      um pre\u00e7o alto, tanto em termos econ\u00f4micos e humanos durante as duas guerras      mundiais.<\/p>\n<p>Os      anos que se seguiram viram conflitos prolongados que culminaram com a independ\u00eancia      da Arg\u00e9lia ea maioria das outras col\u00f4nias francesas na \u00c1frica, bem como a      descoloniza\u00e7\u00e3o no sudeste da \u00c1sia.<\/p>\n<p>A      Fran\u00e7a foi um dos fundadores da integra\u00e7\u00e3o europeia como o continente procurou      reconstruir ap\u00f3s a devasta\u00e7\u00e3o da Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n<p>Na      d\u00e9cada de 1990 a coopera\u00e7\u00e3o franco-alem\u00e3 foi fundamental para a integra\u00e7\u00e3o      econ\u00f4mica europeia. A liga\u00e7\u00e3o entre os dois pa\u00edses foi de novo \u00e0 tona no novo      mil\u00eanio quando seus l\u00edderes manifestaram forte oposi\u00e7\u00e3o que a campanha liderada      pelos EUA no Iraque.<\/p>\n<p>Mas      a Fran\u00e7a enviou ondas de choque atrav\u00e9s de capitais da Uni\u00e3o Europeia, quando      os eleitores rejeitaram a proposta de Constitui\u00e7\u00e3o da UE em um referendo em      Maio de 2005.<\/p>\n<p>Passado      colonial da Fran\u00e7a \u00e9 um fator importante que contribui para a presen\u00e7a de      uma popula\u00e7\u00e3o diversa e multicultural. \u00c9 o lar de mais de cinco milh\u00f5es de      pessoas de ascend\u00eancia \u00e1rabe e Africano.<\/p>\n<p>Ele      tem uma s\u00e9rie de territ\u00f3rios ultramarinos, que, juntamente com a Fran\u00e7a e      C\u00f3rsega, v\u00e3o fazer-se as 26 regi\u00f5es que comp\u00f5em o pa\u00eds. Ele \u00e9 dividido em      100 departamentos, cinco dos quais &#8211; Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica,      Reuni\u00e3o e Mayotte &#8211; est\u00e3o geograficamente distantes da Europa.<\/p>\n<p>Governo      da Fran\u00e7a \u00e9 conhecido por seu alto grau de centraliza\u00e7\u00e3o mas em mar\u00e7o de 2003,      o Parlamento aprovou altera\u00e7\u00f5es \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o que permite a devolu\u00e7\u00e3o de      bastante amplos poderes para as regi\u00f5es e departamentos.<\/p>\n<p>\u00c0      luz do comparecimento eleitoral baixo, o movimento foi amplamente visto como      uma tentativa de voltar a envolver as pessoas no processo pol\u00edtico franceses      desiludidos pela influ\u00eancia onipresente do que \u00e9 muitas vezes visto como a      elite de Paris.<\/p>\n<p>Fran\u00e7a      tem produzido alguns dos escritores mais influentes do continente e pensadores      de Descartes e Pascal, no s\u00e9culo 17, por meio de Rousseau e Voltaire no 18,      Baudelaire e Flaubert no 19 de Sartre e Camus na 20.<\/p>\n<p>Nos      \u00faltimos dois s\u00e9culos, tem dado o mundo da arte das obras de Renoir, Monet,      C\u00e9zanne, Gauguin, Matisse e Braque, para citar apenas alguns.<\/p>\n<p>Ele      tamb\u00e9m \u00e9 famoso por sua forte tradi\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria. A Fran\u00e7a produz mais de      250 queijos e alguns dos vinhos mais apreciados do mundo.<\/p>\n<p><strong>Uma      cronologia dos principais eventos:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1789      &#8211;\u00a0<\/strong>Revolu\u00e7\u00e3o Francesa      termina regra da monarquia de voltar para nono s\u00e9culo, seguido pelo estabelecimento      da Primeira Rep\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>1799      &#8211;<\/strong>\u00a0Napole\u00e3o      Bonaparte leva golpe para derrubar o governo; consolida posi\u00e7\u00e3o com nova Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>1804-1814      &#8211;<\/strong>\u00a0Napole\u00e3o      coroa-se imperador do Primeiro Imp\u00e9rio Franc\u00eas; s\u00e9rie de sucessos militares      traz mais da Europa continental sob seu controle.<\/p>\n<p><strong>1815      &#8211;<\/strong>\u00a0Napole\u00e3o      derrotado na Batalha de Waterloo, a monarquia restabelecida.<\/p>\n<p><strong>1848      &#8211;<\/strong>\u00a0Queda      do Rei Louis-Philippe, sobrinho de Lu\u00eds Napole\u00e3o, de Napole\u00e3o Bonaparte, proclamado      presidente da Segunda Rep\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>1852-1870      &#8211;<\/strong>\u00a0Lu\u00eds      Napole\u00e3o leva t\u00edtulo de Napole\u00e3o III em Segundo Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p><strong>1870-1871      &#8211;<\/strong>\u00a0Guerra      Franco-Prussiana, terminando em derrota francesa, a perda da Als\u00e1cia-Lorena      e no final do Segundo Imp\u00e9rio; Terceira Rep\u00fablica dura at\u00e9 1940.<\/p>\n<p><strong>1877      &#8211;\u00a0<\/strong>Os republicanos      ganham elei\u00e7\u00f5es gerais, terminando a esperan\u00e7a de um renascimento monarquista.<\/p>\n<p><strong>1914-1918      I Guerra Mundial &#8211;<\/strong>\u00a0baixas      maci\u00e7as nas trincheiras no nordeste da Fran\u00e7a, 1,3 milh\u00f5es de franceses s\u00e3o      mortos e muitos mais feridos ao final da guerra.<\/p>\n<p><strong>1918      &#8211;<\/strong>\u00a0Anglo-Franc\u00eas      ofensiva &#8211; apoiado por novas tropas americanas &#8211; For\u00e7as Alemanha para um armist\u00edcio      em 11 de novembro.<\/p>\n<p><strong>1919      &#8211;<\/strong>\u00a0Tratado      de Paz de Versalhes. Fran\u00e7a recupera Als\u00e1cia-Lorena, a Alemanha concorda em      repara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>1936-1938      &#8211;\u00a0<\/strong>Eleva\u00e7\u00e3o da Frente      Popular, uma alian\u00e7a de for\u00e7as de esquerda.<\/p>\n<p><strong>1939-1945      &#8211;<\/strong>\u00a0Segunda      Guerra Mundial &#8211; Alemanha ocupa grande parte da Fran\u00e7a. Vichy regime no sul      desocupado colabora com os nazistas. General de Gaulle, subsecret\u00e1rio de guerra,      estabelece o governo em ex\u00edlio em Londres e, mais tarde, Argel. Aumento da      resist\u00eancia francesa.<\/p>\n<h4>Liberta\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p><strong>1944      &#8211;<\/strong>\u00a0for\u00e7as      aliadas na Normandia terra levando a liberta\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a. De Gaulle configura      governo provis\u00f3rio. Purga contra ex-colaboradores.<\/p>\n<p><strong>1946      &#8211;<\/strong>\u00a0De      Gaulle renuncia como presidente provis\u00f3rio, substitu\u00eddo pelo socialista F\u00e9lix      Gouin.<\/p>\n<p><strong>1946-1958      &#8211;<\/strong>\u00a0Quarta      Rep\u00fablica \u00e9 marcada pela reconstru\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e no in\u00edcio do processo de      independ\u00eancia para muitos de col\u00f4nias da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>1951      &#8211;<\/strong>\u00a0Fran\u00e7a      junta-se a Alemanha Ocidental e outros pa\u00edses europeus na Comunidade Europeia      do Carv\u00e3o e do A\u00e7o (CECA) &#8211; levando \u00e0 forma\u00e7\u00e3o, em 1957, a Comunidade Econ\u00f4mica      Europeia (CEE).<\/p>\n<p><strong>1954      Primeira Guerra da Indochina extremidades &#8211;<\/strong>\u00a0franc\u00eas      derrotou na batalha de Dien Bien Phu, no noroeste da Vietn\u00e3.<\/p>\n<p>Guerra      de Independ\u00eancia da Arg\u00e9lia come\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>1956      &#8211;<\/strong>\u00a0O      dom\u00ednio colonial termina em Marrocos e Tun\u00edsia.<\/p>\n<h4>Quinta      Rep\u00fablica<\/h4>\n<p><strong>1958      &#8211;\u00a0<\/strong>De Gaulle regressa      ao poder em volta da crise argelina e funda a Quinta Rep\u00fablica, com uma forte      presid\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>1962      &#8211;<\/strong>\u00a0A      Arg\u00e9lia concedeu a independ\u00eancia do dom\u00ednio colonial franc\u00eas.<\/p>\n<p><strong>1968      Maio &#8211;<\/strong>\u00a0revolta      estudantil contra as pol\u00edticas do governo e da falta de escalada de reforma      social em greve nacional.<\/p>\n<p><strong>1969      &#8211;<\/strong>\u00a0De      Gaulle deixa o cargo. Georges Pompidou eleito presidente.<\/p>\n<p><strong>1970      &#8211;<\/strong>\u00a0De      Gaulle morre de acidente vascular cerebral.<\/p>\n<p><strong>1974      &#8211;\u00a0<\/strong>morre Pompidou,      sucedido por Valery Giscard d&#8217;Estaing.<\/p>\n<p><strong>1981      &#8211;<\/strong>\u00a0candidato      socialista Fran\u00e7ois Mitterrand \u00e9 eleito presidente.<\/p>\n<p><strong>1986      &#8211;\u00a0<\/strong>Centro-direita      vit\u00f3ria nas elei\u00e7\u00f5es legislativas de 1986 leva a &#8220;co-habita\u00e7\u00e3o&#8221;      &#8211; um presidente de esquerda e de direita o primeiro-ministro, Jacques Chirac.<\/p>\n<p><strong>1988      &#8211;\u00a0<\/strong>Mitterrand reeleitos.<\/p>\n<p><strong>1992      &#8211;<\/strong>\u00a0Fran\u00e7a      sinais Tratado de Maastricht sobre a Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p><strong>1995      &#8211;\u00a0<\/strong>Jacques Chirac      eleito presidente, encerrando 14 anos de presid\u00eancia socialista.<\/p>\n<p>Fran\u00e7a      atrai condena\u00e7\u00e3o internacional atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de testes      nucleares no Pac\u00edfico.<\/p>\n<p><strong>1997      &#8211;<\/strong>\u00a0Lionel      Jospin torna-se primeiro-ministro.<\/p>\n<p><strong>Setembro      de 2000 &#8211;\u00a0<\/strong>Chirac      envolvido em esc\u00e2ndalo de corrup\u00e7\u00e3o. Ele rejeita as alega\u00e7\u00f5es de jornal.<\/p>\n<p><strong>Junho      de 2001 &#8211;<\/strong>\u00a0O      servi\u00e7o militar obrigat\u00f3rio abolido.<\/p>\n<p><strong>Janeiro      de 2002 &#8211;<\/strong>\u00a0Euro      substitui franco, primeiro cunhadas em 1360.<\/p>\n<h4>Jospin      abandona, Chirac reeleito<\/h4>\n<p><strong>Maio      de 2002 &#8211;<\/strong>\u00a0Jacques      Chirac re-eleito presidente, vencendo Frente Nacional de Jean-Marie Le Pen      no segundo turno de vota\u00e7\u00e3o. Le Pen, mostrando na primeira rodada enviou ondas      de choque em toda a Fran\u00e7a e Europa e galvanizados eleitores franceses em      manifesta\u00e7\u00f5es de rua em massa.<\/p>\n<p>Lionel      Jospin, o candidato de esquerda principal presidencial que Le Pen nocauteado      no primeiro round, renuncia a chefia e lideran\u00e7a do Partido Socialista.<\/p>\n<p><strong>Junho      de 2002 &#8211;<\/strong>\u00a0vit\u00f3ria      esmagadora nas elei\u00e7\u00f5es legislativas de centro-direita UMP. Governo de Jean-Pierre      Raffarin, de centro-direita confirmado no cargo, marcando o fim de &#8220;coabita\u00e7\u00e3o&#8221;      anos, quando Chirac teve de trabalhar com primeiro-ministro socialista Lionel      Jospin.<\/p>\n<p><strong>Novembro      de 2002 &#8211;<\/strong>\u00a0Widespread      greves do setor p\u00fablico sobre os planos de privatiza\u00e7\u00e3o do governo trazer      pa\u00eds a um impasse.<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o      de 2003 &#8211;\u00a0<\/strong>Constitui\u00e7\u00e3o      alterada para permitir a descentraliza\u00e7\u00e3o para as regi\u00f5es e departamentos      da poderes sobre o desenvolvimento econ\u00f4mico, cultura, transportes, turismo      e educa\u00e7\u00e3o. Altera\u00e7\u00f5es prev\u00eaem tamb\u00e9m referendos locais, para dar \u00e0s pessoas      mais nas decis\u00f5es locais.<\/p>\n<p><strong>Maio-Junho      de 2003 &#8211;<\/strong>\u00a0reformas      previdenci\u00e1rias propostas desencadear a\u00e7\u00e3o sindical, os trabalhadores protestam      contra perspectiva de ter de pagar contribui\u00e7\u00f5es mais elevadas por per\u00edodos      mais longos.<\/p>\n<p><strong>Julho      de 2003 &#8211;<\/strong>\u00a0referendo      C\u00f3rsega, primeiro a acompanhar altera\u00e7\u00f5es constitucionais de Mar\u00e7o, por pouco      votos contra estabelecimento de montagem unificada com poderes limitados para      elevar impostos e gastar. Paris tinha esperan\u00e7a de que o voto sim seria acabar      com a viol\u00eancia separatista.<\/p>\n<p>Parlamento      aprova reformas controversas para sistema de pens\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o      de 2004 &#8211;<\/strong>\u00a0UMP      do Presidente Chirac encaminhado nas elei\u00e7\u00f5es regionais.<\/p>\n<p><strong>Novembro      de 2004 &#8211;<\/strong>\u00a0Nicolas      Sarkozy toma posse como l\u00edder da UMP.<\/p>\n<p><strong>De      janeiro de 2005 &#8211;<\/strong>\u00a0Os      sindicatos organizam onda de greves do setor p\u00fablico contra as reformas propostas      pens\u00e3o de trabalho e bem-estar.<\/p>\n<p><strong>Maio      de 2005 &#8211;<\/strong>\u00a0Referendo      vai contra proposta de Constitui\u00e7\u00e3o da UE. O resultado leva a uma pol\u00edtica      shake-up, incluindo a ren\u00fancia do primeiro-ministro Raffarin.<\/p>\n<p><strong>Junho      de 2005 &#8211;<\/strong>\u00a0International      grupo de projeto diz que a Fran\u00e7a \u00e9 hospedar reator do mundo primeira fus\u00e3o      nuclear experimental em Cadarache, perto de Marselha.<\/p>\n<p><strong>Outubro      de 2005 &#8211;<\/strong>\u00a0Um      dia de greve nacional em protesto contra as reformas da previd\u00eancia social,      os baixos sal\u00e1rios e planos de privatiza\u00e7\u00e3o provoca perturba\u00e7\u00e3o generalizada.<\/p>\n<h4>Viol\u00eancia      urbana<\/h4>\n<p><strong>Outubro-Novembro      2005 &#8211;<\/strong>\u00a0em      grande parte das comunidades imigrantes no nordeste de Paris s\u00e3o atingidos      por dist\u00farbios ap\u00f3s dois jovens de origem norte-Africano s\u00e3o eletrocutado      em uma subesta\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica. As autoridades negam que eles estavam      sendo perseguidos pela pol\u00edcia na \u00e9poca. Motins agrava e se espalha para outras      cidades. Governo apresenta medidas de emerg\u00eancia para tentar restaurar a ordem.<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e7o-Abril      de 2006 &#8211;<\/strong>\u00a0Novas      leis trabalhistas jovens desencadear manifesta\u00e7\u00f5es em Paris e outras cidades      da Fran\u00e7a. Como os protestos continuam, a legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 desmantelada.<\/p>\n<h4>Sarkozy      se torna presidente<\/h4>\n<p><strong>Maio      de 2007 &#8211;<\/strong>\u00a0Nicolas      Sarkozy, o ex-ministro interior e l\u00edder do partido conservador UMP, ganha      uma vit\u00f3ria decisiva no segundo turno da elei\u00e7\u00e3o presidencial.<\/p>\n<p><strong>Junho      de 2007 &#8211;<\/strong>\u00a0A      UMP vence elei\u00e7\u00f5es parlamentares, mas com uma maioria reduzida. O partido      insiste que ainda tem um mandato para realizar as suas reformas propostas.<\/p>\n<p>Sarkozy      cumpre sua promessa pr\u00e9-eleitoral para nomear mulheres para metade dos cargos      no novo gabinete, e traz pessoas de todo o espectro pol\u00edtico.<\/p>\n<p><strong>2007      novembro &#8211;<\/strong>\u00a0Os      funcion\u00e1rios p\u00fablicos v\u00e3o \u00e0s ruas, junto com os trabalhadores dos setores      de transporte e energia, para protestar contra os cortes planejados de Sarkozy      nos sal\u00e1rios e empregos, e de reforma das pens\u00f5es. H\u00e1 perturba\u00e7\u00e3o generalizada      dos servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n<p><strong>2008      Fevereiro &#8211;<\/strong>\u00a0Fran\u00e7a      formalmente ratifica Tratado de Lisboa sobre a reforma da Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<h4>Crise      financeira<\/h4>\n<p><strong>Outubro      de 2008 &#8211;<\/strong>\u00a0promessa      governos Europeia at\u00e9 \u0080 1800000000000, como parte de planos coordenados      para refor\u00e7ar seus setores financeiros, duramente atingida pela crise financeira      global. Fran\u00e7a diz que vai injetar euros 10.5bn no pa\u00eds seis maiores bancos.<\/p>\n<p><strong>2010      Mar\u00e7o &#8211;\u00a0<\/strong>UMP sofre      pesada derrota nas elei\u00e7\u00f5es regionais, perdendo o controle de tudo, mas uma      das 22 regi\u00f5es da Fran\u00e7a metropolitana e C\u00f3rsega.<\/p>\n<p><strong>Junho      de 2010 &#8211;\u00a0<\/strong>Governo      anuncia cortes de gastos p\u00fablicos de 45 bilh\u00f5es de euros em esfor\u00e7o para reduzir      o n\u00edvel elevado de d\u00edvida p\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>2010      Julho &#8211;\u00a0<\/strong>Promotores      inqu\u00e9rito lan\u00e7amento alega\u00e7\u00f5es de que L&#8217;Oreal Liliane Bettencourt herdeira      feito doa\u00e7\u00f5es ilegais para a campanha do presidente Sarkozy nas elei\u00e7\u00f5es de      2007.<\/p>\n<p><strong>2010      Agosto &#8211;<\/strong>\u00a0Fran\u00e7a      come\u00e7a a desmantelar ilegais Roma (cigana) e campos de deportar seus moradores      de volta \u00e0 Rom\u00e9nia e \u00e0 Bulg\u00e1ria, como parte de um pacote de novas medidas      de seguran\u00e7a.<\/p>\n<h4>Protestos      de pens\u00e3o<\/h4>\n<p><strong>Setembro-outubro      de 2010 &#8211;<\/strong>\u00a0Centenas      de milhares vir em v\u00e1rias ondas de sindicais lideradas protestos contra os      planos do governo de aumentar a idade de aposentadoria para 62 anos.<\/p>\n<p><strong>2010      novembro &#8211;<\/strong>\u00a0Fran\u00e7a      conclui acordo militar e nuclear com o Reino Unido. Sob os termos do novo      tratado, os dois pa\u00edses v\u00e3o cooperar em testar ogivas nucleares.<\/p>\n<p><strong>2011      Mar\u00e7o &#8211;<\/strong>\u00a0Fran\u00e7a      desempenha papel de destaque na imponente e aplica\u00e7\u00e3o de exclus\u00e3o a\u00e9rea sobre      a L\u00edbia zona.<\/p>\n<p><strong>2011      Abril &#8211;\u00a0<\/strong>proibi\u00e7\u00e3o      de v\u00e9u entra em vigor.<\/p>\n<p><strong>2011      Maio &#8211;<\/strong>\u00a0establishment      pol\u00edtico franc\u00eas est\u00e1 abalada pela pris\u00e3o de Dominique Strauss-Kahn, que tinha      sido apontado como um forte candidato socialista \u00e0 presid\u00eancia, em Nova York      sob a acusa\u00e7\u00e3o de agress\u00e3o sexual que foram retiradas mais tarde.<\/p>\n<p><strong>2011      Agosto &#8211;<\/strong>\u00a0Governo      anuncia pacote de medidas de austeridade destinadas a reduzir o d\u00e9ficit p\u00fablico      de 12 bilh\u00f5es de euros em dois anos. Em novembro, anuncia um euros mais 7      bilh\u00f5es de cortes em 2012 e 11.6bn de euros em 2013.<\/p>\n<p><strong>2011      Setembro &#8211;<\/strong>\u00a0rebaixamentos      ag\u00eancia de nota\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito Moody os dois maiores bancos franceses, o Cr\u00e9dit      Agricole e Soci\u00e9t\u00e9 G\u00e9n\u00e9rale, por causa de preocupa\u00e7\u00f5es sobre sua exposi\u00e7\u00e3o      \u00e0 d\u00edvida grega. Credit Agricole depois anuncia um corte de 2.350 empregos      em todo o mundo.<\/p>\n<p><strong>2011      Novembro &#8211;\u00a0<\/strong>O primeiro-ministro      Fran\u00e7ois Fillon leva pol\u00edticos e l\u00edderes religiosos em condenar um ataque      de gasolina bomba por extremistas isl\u00e2micos que destoryed os escrit\u00f3rios da      revista sat\u00edrica Charlie Hebdo depois de ter chamado o profeta Maom\u00e9 como      &#8220;editor convidado&#8221;.<\/p>\n<p><strong>2012      Janeiro &#8211;<\/strong>\u00a0Fran\u00e7a      perde sua classifica\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito AAA topo da Standard &amp; Poor \u00e9, juntamente      com Espanha e It\u00e1lia.<\/p>\n<p><strong>2012      Fevereiro &#8211;<\/strong>\u00a0O      Senado aprova um projeto de lei tornando crime negar o genoc\u00eddio foi cometido      por turcos otomanos contra arm\u00eanios durante a Primeira Guerra Mundial Presidente      Sarkozy deve assin\u00e1-lo em lei at\u00e9 o final de fevereiro. Turquia amea\u00e7a medidas      de retalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>2012      Mar\u00e7o &#8211;<\/strong>\u00a0islamita      franc\u00eas Mohamed Merah brotos mortas sete pessoas, incluindo tr\u00eas estudantes      judeus, em Toulouse. Ele \u00e9 morto a tiros em um cerco policial de seu apartamento.      Fran\u00e7a pro\u00edbe militante isl\u00e2mico pregadores de entrar no pa\u00eds, come\u00e7ando com      o Qatar baseado eg\u00edpcio Yusuf al-Qaradawi.<\/p>\n<p><strong>2012      Maio &#8211;<\/strong>\u00a0candidato      socialista Fran\u00e7ois Hollande bate Nicolas Sarkozy no segundo turno presidencial.      Ele nomeia pr\u00f3ximo aliado Jean-Marc Ayrault como primeiro-ministro sobre o      l\u00edder do Partido Socialista e de esquerda Aubry Martine rival. Presidente      Hollande anuncia a retirada das tropas de combate do Afeganist\u00e3o at\u00e9 o final      de 2012, um ano antes do programado.<\/p>\n<p>A      pol\u00edcia francesa deter o \u00faltimo l\u00edder militar do grupo separatista basco ETA,      Gurruchaga Gogorza Oroitz, e seu vice Xabier Aramburu em uma opera\u00e7\u00e3o conjunta      com a Espanha.<\/p>\n<p><strong>2012      Junho &#8211;<\/strong>\u00a0Socialistas      ganhar confort\u00e1vel maioria nas elei\u00e7\u00f5es parlamentares.<\/p>\n<p><strong>2012      Agosto &#8211;\u00a0<\/strong>France Mensagens      de crescimento zero no segundo trimestre de 2012, como nos dois anteriores      &#8211; um resultado melhor do que o esperado.<\/p>\n<p><strong>2012      Outubro &#8211;\u00a0<\/strong>Presidente      Hollande promete a comunidade judaica uma &#8220;mobiliza\u00e7\u00e3o total do estado      para combater todas as amea\u00e7as terroristas&#8221; depois que a pol\u00edcia atire      morto um homem, em Estrasburgo, suspeito de alvejar um Paris judaica loja      e espa\u00e7os em branco foram disparados do lado de fora de uma sinagoga de Paris      sobre o feriado judaico de Sucot . Anti-terror da pol\u00edcia realizar uma s\u00e9rie      de ataques em todo o pa\u00eds, prendendo 11 suspeitos.<\/p>\n<p><strong>2012      novembro &#8211;<\/strong>\u00a0Moody      a ag\u00eancia de classifica\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito rebaixamento da Fran\u00e7a a partir do topo      triplo A de faturamento para Aa1, com a op\u00e7\u00e3o de cort\u00e1-lo novamente. Moody      culpa estagnou o crescimento econ\u00f4mico, o risco de uma sa\u00edda do euro grego      e do perigo da Fran\u00e7a ter que ajudar a socorrer outros pa\u00edses da zona euro.<\/p>\n<p><strong>2013      Janeiro &#8211;<\/strong>\u00a0comandos      franceses montar uma opera\u00e7\u00e3o na Som\u00e1lia para tentar resgatar um ref\u00e9m, mas      o lance falhar. Al-Shabab rebeldes isl\u00e2micos depois dizem ter executado o      homem.<\/p>\n<p>As      for\u00e7as francesas intervir no Mali e ajudar o governo a recuperar o controle      sobre o norte do pa\u00eds, tomado por militantes isl\u00e2micos. Presidente Hollande      anuncia interven\u00e7\u00e3o militar ser\u00e1 reduzida em abril.<\/p>\n<p>Fonte: news.bbc.co.uk<\/p>\n<h6>Fran\u00e7a<\/h6>\n<h4>Historia<\/h4>\n<p>Por      causa dos gauleses, a primeira tribo a ocupar o territ\u00f3rio franc\u00eas, juntamente      com os Lig\u00farios e os Iberos, foi chamado de G\u00e1lia todo o territ\u00f3rio que hoje      \u00e9 a\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>.<\/p>\n<p>A      G\u00e1lia foi conquistada no s\u00e9culo I a.C pelos romanos, que espalharam sua cultura      e civiliza\u00e7\u00e3o durante os s\u00e9culos. A invas\u00e3o b\u00e1rbara, no in\u00edcio do s\u00e9culo V,      arrasou o pa\u00eds, at\u00e9 o final do mesmo s\u00e9culo, o rei franco Clovis conseguiu      restaurar o territ\u00f3rio aos gauleses.<\/p>\n<p>A      distribui\u00e7\u00e3o do pa\u00eds entre os filhos do rei debilitou a dinastia Merovingian      que foi destru\u00edda por Pipin, pai de Carlos Magno, fundados da dinastia Charolingians.<\/p>\n<p>Com      Carlos Magno, que reinou de 768 a 814, a G\u00e1lia se tornou o centro de um vasto      imp\u00e9rio que se estendia at\u00e9 o Ilibe, o Tais, o Adri\u00e1tico, o Garellano e o      \u00c9brio. Em 987 a dinastia Charolingians foi deposta pelos Capetians, que governaram      os destinos da Fran\u00e7a at\u00e9 a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa.<\/p>\n<p>O      primeiro Capetian tentou recuperar a autoridade real e estender seus dom\u00ednios,      apesar da oposi\u00e7\u00e3o da Inglaterra e da Germ\u00e2nia, mas Felipe Augustus II os      derrotou nos primeiros anos do s\u00e9culo XIII. Louis IX (S\u00e3o Luis) coordenou      as duas ultimas Cruzadas (1248-1270). Felipe IV, o Belo, que reinou de 1285      a 1314, defendeu a corou contra as pretens\u00f5es do Papa Bonif\u00e1cio VIII e Louis      X, no seu reinado ef\u00eamero (1314-1316) causou a emancipa\u00e7\u00e3o dos servos.<\/p>\n<p>Nos      s\u00e9culos XIV e XV (1336-1453), a Fran\u00e7a foi imersa na Guerra dos 100 Anos at\u00e9      a intr\u00e9pida e her\u00f3ica Joana D\u0092Arc, levantou o esp\u00edrito guerreiro dos      franceses e liderou a invas\u00e3o com sua p\u00e1tria m\u00e3e (1429-1431). Louis XI (1461-1483)      travou com Carlos, o Insensato, um duelo que terminou com a morte do Duque      de Bourgogne na batalha de Nancy (1477). Carlos VIII (1483-1498), Louis XII      (1498-1515) e Francis I (1547-1559) invadiram o territ\u00f3rio italiano e l\u00e1 travaram      batalhas infrut\u00edferas para a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Francis      I e seu filho Henrique (1547-1559) lutaram incansavelmente contra a Espanha      nos reinados dos filhos de Henrique II:\u00a0<\/strong>Francis      II (1559-1560), Carlos IX (1560-1574) e Henrique III (1574-1589). Portanto,      as autoridades reais ficaram debilitadas e com Carlos IX, as guerras religiosas      come\u00e7aram. Henrique IV (1589-1610) recuperou definitivamente a autoridade      real e com Louis XIII (1610-1643) e seu ministro, Richelieu, adquiriu-se o      absolutismo.<\/p>\n<p>O      absolutismo cresceu, com os reinados de Louis XIV (1643-1715) e Louis XV (1715-1774).      As guerras do Rei do Sol e seus exagerados gastos com sua soberania, os v\u00edcios      e a estupidez diplom\u00e1tica de Louis XV, a m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o dos inaptos e impopulares      ministros de Louis XVI, os escritos dos fil\u00f3sofos e a desigualdade entre nobreza,      clero e o estado, levaram \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o (1789).<\/p>\n<p>Essa,      ap\u00f3s estabelecer as leis beneficiarias, caiu no excesso. Ap\u00f3s o violento Terror      (1793-1794), apareceu o Diret\u00f3rio (1795-1799), o Consulado (1799-1804) e o      Imp\u00e9rio (1804-1815) com Napole\u00e3o I que com suas memor\u00e1veis campanhas contra      toda a Europa, estendeu o territ\u00f3rio da Fran\u00e7a vertiginosamente at\u00e9 a derrota      da batalha de Waterloo.<\/p>\n<p>A      Restaura\u00e7\u00e3o que deu o trono \u00e0 Louis XVIII (1814-1824) reduziu as fronteiras.      Enquanto Carlos X (1824-1830) reinava, explodiu a revolu\u00e7\u00e3o liberal de 1830      que colocou no trono Louis Felipe de Orleans, que foi deposto em 1848 por      outra revolu\u00e7\u00e3o que restaurou a Rep\u00fablica. Logo veio (1852) o golpe de estado      de Luois Napol\u00e9on, que foi nomeado imperados com o nome de Napole\u00e3o III e      cujo governo foi t\u00e3o proveitoso para o pa\u00eds quanto inconveniente para o exterior,      porque acabou causando a desastrosa guerra Franco-Germana de 1870\/71. Como      resultado, o imperados foi deposto e uma terceira Rep\u00fablica foi restaurada.<\/p>\n<p>Desde      1871 a Fran\u00e7a tentou reconstruir suas for\u00e7as internas e conservar a paz com      a Europa formando alian\u00e7as, mas se essa primeira inten\u00e7\u00e3o prevaleceu, havia      uma segunda inten\u00e7\u00e3o, pois quando a Primeira Guerra Mundial explodiu em 1914,      os pa\u00edses que formavam alian\u00e7a tentaram imediatamente invadir a Fran\u00e7a, tomando      com a Inglaterra todo o peso da batalha, que acabaram vencendo. Seguiu-se      um per\u00edodo de paz, escurecido pela desconfian\u00e7a at\u00e9 que em setembro de 1939,      o equil\u00edbrio entre os Estados da Europa foi trincado com a proclama\u00e7\u00e3o do      Dantzig pela Alemanha e por esta ter atacado a Pol\u00f4nia, a Fran\u00e7a for\u00e7ada por      sua alian\u00e7a com a Inglaterra declarou guerra aos alem\u00e3es, para ser derrotada      por estes em 1940.<\/p>\n<p>Teve      que solicitar um tratado de paz separadamente pelo qual o governo redigiu      com a condi\u00e7\u00e3o da renuncia de Reynaud e a passagem do poder para as m\u00e3os de      P\u00e9ta\u00edn, que teve que pedir pela anistia. O Presidente Lebrun tamb\u00e9m renunciou      e a C\u00e2mara votou pela aboli\u00e7\u00e3o da Terceira Rep\u00fablica e restaurou o Estado      totalit\u00e1rio; foi concedido ao Governo o poder de estabelecer uma nova Constitui\u00e7\u00e3o      e conferiram o poder a P\u00e9tain como Chefe de Estado com plenos poderes.<\/p>\n<p>Quando      a na\u00e7\u00e3o foi libertada pelos Ingleses e os Americanos em 1944, ap\u00f3s o desembarque      na Normandia em 6 de junho desse mesmo ano, um governo provis\u00f3rio foi decretado,      com o general De Gaulle e frente, um homem que incentivou a resist\u00eancia contra      a Inglaterra e que foi mantido no poder at\u00e9 1946.<\/p>\n<p>Em      Janeiro de 1947 a Quarta Rep\u00fablica foi restaurada, com Vincent Auriol como      Presidente. Nesse per\u00edodo come\u00e7ou o colapso do imp\u00e9rio colonial franc\u00eas.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0se      retirou da Indochina, concedeu independ\u00eancia a Tun\u00edsia e ao Marrocos e enfrentou      a rebeli\u00e3o algeriana. De Gaulle retomou o poder em 1958. No mesmo ano, uma      nova Constitui\u00e7\u00e3o foi elaborada e foi proclamada a Quinta Rep\u00fablica. Uma conseq\u00fc\u00eancia      disso foi a independ\u00eancia da Guinea. Em 1962, ap\u00f3s uma guerra sangrenta, a      Alg\u00e9ria tamb\u00e9m obteve sua independ\u00eancia. Apesar desses incidentes, Fran\u00e7a      est\u00e1 hoje em dia entre as grandes pot\u00eancias mundiais, tanto no aspecto tecnol\u00f3gico      quando no econ\u00f4mico e pol\u00edtico.<\/p>\n<h4>Clima<\/h4>\n<p>Na\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0h\u00e1      quarto tipos de climas. No oeste, pr\u00f3ximo ao litoral, prevalece o clima temperado,      onde Brest \u00e9 um exemplo de invernos suaves, ver\u00f5es refrescantes e muitas chuvas.      No interior, o clima \u00e9 continental, com ver\u00f5es quentes e invernos mais rigorosos      com poucas chuvas.<\/p>\n<p>Um      clima montanhoso prevalece nos lugares elevados, com invernos longos e gelados.      A precipita\u00e7\u00e3o cresce com a eleva\u00e7\u00e3o e neva no inverno; muitos vilarejos nos      altos vales t\u00eam mais de 50 dias de neve por ano. No litoral sul, o clima \u00e9      mediterr\u00e2neo, caracterizado por ver\u00f5es secos e quentes, invernos suaves e      \u00famidos e poucas chuvas durante o ano.<\/p>\n<h4>Transporte<\/h4>\n<p><strong>Aeroportos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Paris      tem dois aeroportos:<\/strong>\u00a0o      Roisy-Charles De Gaulle, 25km ao norte da cidade e Orly, 14km ao sul. \u00c8 recomend\u00e1vel      que se use o transporte p\u00fablico que liga os aeroportos com a cidade, como      trens e \u00f4nibus.<\/p>\n<p><strong>Avi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Air      France, a companhia a\u00e9rea francesa, \u00e9 respons\u00e1vel com os v\u00f4os dom\u00e9sticos.      H\u00e1 outras companhias que tamb\u00e9m fazem v\u00f4os dom\u00e9sticos, como a Air Liberte,      e a Air Littoral e as companhia a\u00e9reas regionais. A maioria das empresas t\u00eam      tarifas reduzidas para jovens, casais e fam\u00edlias.<\/p>\n<p><strong>Carro<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1      mais de 8.000km de estradas e a excelente rede de rodovias que tornam o carro      uma boa op\u00e7\u00e3o. Nas estradas, h\u00e1 \u00e1reas de descanso a cada 10km e a cada 30km      ou 40km h\u00e1 um posto de gasolina. O limite de velocidade \u00e9 50km\/h na cidade;      80km\/h nas regi\u00e3o vizinhas de Paris; 90km\/h nas rodovias estaduais; 110km\/h      nas rodovias federais e 130km\/h na via-espressa. \u00c9 obrigat\u00f3rio o uso de cinto      de seguran\u00e7a para os passageiros do carro e estar com carteira de motorista,      seguro do carro em dia e documenta\u00e7\u00e3o. Nas cidades, estacionar nas regi\u00f5es      centrais s\u00e3o geralmente proibidos.<\/p>\n<p><strong>Aluguel:<\/strong>\u00a0para      alugar um carro \u00e9 necess\u00e1rio ter no m\u00ednimo 20 anos, carteira de motorista      v\u00e1lida e pelo menos um anos de experi\u00eancia como motorista. \u00c9 obrigat\u00f3rio ter      um seguro.<\/p>\n<p><strong>Trem<\/strong><\/p>\n<p>A      SNCF (Sociedade Nacional Francesa de Esta\u00e7\u00e3o F\u00e9rrea) possui uma linha de trens      r\u00e1pidos e eficientes, incluindo v\u00e1rias linhas de TGV de alta velocidade e      conex\u00f5es com a Inglaterra atrav\u00e9s do Eurot\u00fanel. As passagens podem ser adquiridas      em agencies de viagem ou no Europe Rail.<\/p>\n<p>H\u00e1      tarifas reduzidas em certos dias do anos, Dias Brancos e Azuis e muitos outros      passes especiais. O mais comum \u00e9 o \u0093Eurodominio Freedom\u0094. Com o      \u0093Inter-rail\u0094 e o \u0093Eurail\u0094 n\u00e3o h\u00e1 limite de uso dos trens      enquanto o passe for v\u00e1lido.<\/p>\n<p><strong>Bicicleta<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      um meio de transporte t\u00e3o popular que, para quem est\u00e1 de bicicleta, tudo \u00e9      f\u00e1cil na Fran\u00e7a. \u00c9 um transporte de acr\u00e9scimo m\u00ednimo nos trens e na SNCF.      H\u00e1 espa\u00e7os reservados para bicicletas nas estradas e nas cidades e h\u00e1 muitas      empresas que as alugam.<\/p>\n<h4>Transporte      Urbano<\/h4>\n<p><strong>Metr\u00f4<\/strong><\/p>\n<p><strong>H\u00e1      metr\u00f4 em seis cidades:<\/strong>\u00a0Paris,      Lille, Lyon, Marselha, Toulouse e Rouen. Geralmente abre as 5:30hs da manh\u00e3      e fecha a 0:30hs. Na hora do rush, o trem passa a cada dois minutos. As passagens      s\u00e3o adquiridas na esta\u00e7\u00e3o, em guich\u00eas ou maquinas. H\u00e1 passes para dez viagens,      entre outras op\u00e7\u00f5es, com pre\u00e7os reduzidos.<\/p>\n<p>Em      Paris, o metro faz parte da rede RATP, uma combina\u00e7\u00e3o de linhas de metr\u00f4,      \u00f4nibus e bairros, ou RER. Possui mais de 200km, 13 linhas principais e 295      esta\u00e7\u00f5es de metr\u00f4. A RER de Paris possui quatro grandes linhas e conecta a      cidade com as regi\u00f5es vizinhas.<\/p>\n<p><strong>\u00d4nibus<\/strong><\/p>\n<p>as      cidades francesas possuem \u00f3timas linhas de \u00f4nibus que ligam os centros das      cidades e os sub\u00farbios. Eles circulam, geralmente, entre 6:30hs da manh\u00e3 at\u00e9      8:30hs da noite, exceto nas grandes cidades, em que tamb\u00e9m circulam de madrugada.      Em Paris, h\u00e1 o \u0093Noctambus\u0094, \u00f4nibus noturnos que ligam Paris aos      sub\u00farbios.<\/p>\n<p><strong>T\u00e1xi<\/strong><\/p>\n<p>Devem      ter a conta e tarifa a vista do passageiro. H\u00e1 taxas extras para transporte      com animais, malas, ou tomar um t\u00e1xi em lugares como esta\u00e7\u00f5es de trem ou terminais      de \u00f4nibus e aeroportos. Em Paris h\u00e1 cerca de 15.000 t\u00e1xis e aproximadamente      470 pontos de t\u00e1xi distribu\u00eddos pela cidade, assim como v\u00e1rias empresas de      t\u00e1xi particulares.<\/p>\n<h4>Turismo<\/h4>\n<p>A      Fran\u00e7a \u00e9 uma terra diversificada e multicultural, e por essa raz\u00e3o, um dos      pa\u00edses mais atraentes da Europa. Cada regi\u00e3o da Fran\u00e7a tem o seu pr\u00f3prio estilo.      Na verdade, os habitantes de cada regi\u00e3o se referem a tais como \u0093mon      pays\u0094, ou meu pa\u00eds. Cruzar a Fran\u00e7a significa portanto, cruzar diversos      pa\u00edses, bonitos e bem cuidados.<\/p>\n<p><strong>Ile      de France<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9      uma pequena regi\u00e3o, formada por Paris e as regi\u00f5es que influencia. Tem sido      descrita como \u0093o jardim dos reis\u0094 devido \u00e0 quantidade de lugares      charmosos que apresenta. Pr\u00f3ximo de Paris, h\u00e1 pontos tur\u00edsticos interessantes      como os pal\u00e1cios Vaux-him-Vicomte ou o Fontainebleau, em Versalhes, assim      como a cidade medieval de Provins. Paris \u00e9 a capital do pa\u00eds e uma das cidades      mais importantes da Europa.<\/p>\n<p>Sua      heran\u00e7a hist\u00f3rica e cultural \u00e9 t\u00e3o grande que seria necess\u00e1rio semanas para      conhec\u00ea-la por inteiro.<\/p>\n<p><strong>A      maioria dos lugares interessantes fica ao redor do rio Sena:\u00a0<\/strong>o      museu do Louvre, Champ Elisee, Torre Eiffel, a catedral de Notre Dame, ou      o cemit\u00e9rio de Pere Lachaise, lugar de descanso de personalidades que v\u00e3o      de Oscar Wild a Jim Morrinson. No entanto, h\u00e1 um lado moderno de Paris, representado      pelo Centro Pompidou e os bairros de La Defense e La Villette.<\/p>\n<p><strong>Provence-Cote      d\u00b4Azur<\/strong><\/p>\n<p>Abrange      a regi\u00e3o entre os Alpes e a costa do Mediterr\u00e2neo. \u00c9 uma das regi\u00f5es mais      famosas da Fran\u00e7a. Provence \u00e9 sin\u00f4nimo de sol, azeite de oliva, lavanda, \u00e1rvores      frut\u00edferas e pequenas cidades com ar latino. Possui cidades interessantes      como Avignon, a cidade dos Papas, Arles, Orange e Aix-in-Provence.<\/p>\n<p>Cote      d\u0092Azur inclui o litoral que vai de Marselha at\u00e9 a fronteira da Fran\u00e7a      com a It\u00e1lia. \u00c9 repleta de vilarejos e cidades que combinam o glamour dos      iates, os carros luxuosos lojas e alta costura, com lugares escondidos onde      a natureza ainda \u00e9 a protagonista. No primeiro estilo h\u00e1 lugares como Nice,      St-Tropez ou Cannes, centros de agito que se contrastam com as Ilhas d\u0092Hy\u00e8res,      Cassis, Bormes-les-Mimosas ou Juan-les-Pins.<\/p>\n<p><strong>Champagne-Ardennes<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m      de outras atra\u00e7\u00f5es, essa regi\u00e3o ao norte \u00e9 famosa mundialmente pela produ\u00e7\u00e3o      de champagne, a glamurosa bebida \u0093fortificante\u0094. O ent\u00e3o chamado      \u0093caminho de Champagne\u0094 leva os visitantes a lugares como Reims,      Troyes ou \u00c9pernay, onde \u00e9 poss\u00edvel visitar uma f\u00e1brica para conhecer o processo      de fabrica\u00e7\u00e3o da bebida e comprar uma garrafa a um bom pre\u00e7o. Logicamente,      a paisagem \u00e9 dominada por vinhedos, apesar de ao norte encontrar-se a regi\u00e3o      das florestas de Ardennes.<\/p>\n<p><strong>Bretagne<\/strong><\/p>\n<p>Essa      \u00e9 uma terra de mist\u00e9rios, o litoral mais r\u00fasticos, com in\u00fameros far\u00f3is, entradas      e ilhas.<\/p>\n<p><strong>\u00c9      dividida em duas regi\u00f5es:\u00a0<\/strong>Armor,      os territ\u00f3rios mar\u00edtimos; e Argoat, o territ\u00f3rio de florestas. A costa norte      \u00e9 mais r\u00fastica e caracterizada por recifes e penhascos, enquanto o litoral      sul \u00e9 mais homog\u00eanea, raz\u00e3o pela qual predominam os p\u00e2ntanos e as ba\u00edas.<\/p>\n<p>No      interior localiza-se a cidade de Rennes, com um bairro medieval e uma regi\u00e3o      do s\u00e9culo XVIII centrada na sede do Parlamento, no H\u00f4tel de Ville e no cerco      paroquial, uma jun\u00e7\u00e3o de igrejas, ossu\u00e1rio e cemit\u00e9rio, que come\u00e7a no povoado      de Morlaix.<\/p>\n<p><strong>Ao      sul da regi\u00e3o h\u00e1 um dos monumentos mais misteriosos da Fran\u00e7a:<\/strong>\u00a0o      alinhamento de Carnac, uma jun\u00e7\u00e3o de dolmens ou pedras verticais de origem      desconhecida.<\/p>\n<p><strong>Aquitaine<\/strong><\/p>\n<p>Localiza-se      no sudoeste da Fran\u00e7a \u00e9 a mais pr\u00f3ximo da Espanha, tanto geograficamente como      culturalmente. Sua capital \u00e9 Bordeaux, cidade que vive do com\u00e9rcio e especialmente      da ind\u00fastria de vinho. Ao redor da cidade h\u00e1 in\u00fameros vinhedos com ch\u00e2teaux      para degusta\u00e7\u00e3o e aquisi\u00e7\u00e3o de boas safras (M\u00e9doc, Libourne e Between-deux-Mers      s\u00e3o algumas dessas regi\u00f5es).<\/p>\n<p>O      norte da regi\u00e3o \u00e9 uma \u00e1rea de importantes dep\u00f3sitos pr\u00e9-hist\u00f3ricos (L\u00eas Eyzes      e o vale de V\u00e8z\u00e9re) e v\u00e1rias cidades medievais como P\u00e9rigueux, Sarlat e Bergerac.      A regi\u00e3o \u00e9 banhada pelos rios Dordogne e Garonne. Ao sul da nascente dos rios,      o litoral \u00e9 um praia e o interior \u00e9 dominado por uma extensa Landas, uma floresta      de pinheiros imensa do s\u00e9culo XIX, que servia para conter o desmatamento e      hoje \u00e9 um Parque Natural.<\/p>\n<p>Duna      du Pila, em Arcachon, \u00e9 uma eleva\u00e7\u00e3o de areia com mais de 100m de altura.      Ao sul fica a Basque Country Francesa, que chama aten\u00e7\u00e3o pelo litoral com      pequenas vilas de pescadores e mans\u00f5es do s\u00e9culo XIX, como Biarrita, San Juan      de Luz e Hendayas.<\/p>\n<p><strong>Corsica<\/strong><\/p>\n<p>Ao      contr\u00e1rio de outras ilhas do Mediterr\u00e2neo, Corsica mant\u00e9m sua bela costa quase      intacta e a regi\u00e3o do interior caracterizada por cadeias montanhosas. A maioria      de suas 360 cidades merece uma visita. A capital, Ajaccio, assim como muitas      cidades da ilha, como Bastia ou Corte possuem muitos lugares antigos interessantes.      Os amantes da natureza devem conhecer a Linda pen\u00ednsula de Girolata, declarada      \u0093Patrim\u00f4nio da Humanidade\u0094 pela UNESCO.<\/p>\n<p><strong>Vale      de Loire e Loire do Atl\u00e2ntico<\/strong><\/p>\n<p>Um      dos cora\u00e7\u00f5es da Fran\u00e7a, conhecida por seus ch\u00e2teaux e banhada pelo rio Loire.      Atrav\u00e9s do canal fluvial, de leste a oeste, encontra-se as cidades e castelos      mais famosos. H\u00e1 ch\u00e2teaux excepcionalmente bonitos em Chambord, Cheverny e      Chenonceaux, assim como a cidades de Angers, onde se encontra o famoso tapete      do Apocalipse, e Blois.<\/p>\n<p>Os      amantes de carros devem ir a cidade de L\u00ea Mand e seu lend\u00e1rio circuito. Em      Orl\u00e9ans, a cidade de Joana D\u0092Arc, e Chartres, ao norte da regi\u00e3o, encontram-se      duas das catedrais mais imponentes da Fran\u00e7a. Na costa do Atl\u00e2ntico termina      o rio Loire, passando antes pela cidade de Nantes, h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s uma      cidade poderosa devido ao com\u00e9rcio mar\u00edtimo. Em St-Nazaire, um importante      porto no oeste da Fran\u00e7a, encontra-se toda a magia dos transatl\u00e2nticos, com      um museu dedicado a eles.<\/p>\n<p><strong>Poitou-Charentes<\/strong><\/p>\n<p>Paisagens      com atmosfera sulista e o litoral puramente do atl\u00e2ntico. Essa regi\u00e3o \u00e9 um      dos destinos preferido dos amantes da natureza. Em sua costa h\u00e1 \u00f3timas praias      e cidades muito relacionadas \u00e0 navega\u00e7\u00e3o e ao com\u00e9rcio (Rochelle, Rochefort      e Royan). \u00c9 o lugar perfeito para provar ostras e mexilh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Ao      norte fica a capital, Poitiers, que t\u00eam o parque tem\u00e1tico Futuroscope, com      cinemas em 3D e atra\u00e7\u00f5es virtuais e tem\u00e1ticas com as mais novas tecnologias      audiovisuais, e a regi\u00e3o de Marais Poiteven, chamada de \u0093Verde Veneza\u0094:<\/strong>\u00a0um      labirinto de rios e canais que terminam em p\u00e2ntanos pr\u00f3ximos da costa, pr\u00f3prios      para turismo fluvial. O sul da regi\u00e3o \u00e9 atravessada de leste a oeste pelo      rio Carente, com cidades como Angulema, sede do museu C\u00f3smico, e Cognac, que      tem esse nome devido \u00e0 famosa bebida que \u00e9 destilada aqui. \u00c9 uma boa op\u00e7\u00e3o      visitar as fabricas de vinho e destila\u00e7\u00e3o de bebidas.<\/p>\n<p>Fonte: www.sprachcaffe-frankreich.com<\/p>\n<h6>Fran\u00e7a<\/h6>\n<p>A<strong>\u00a0hist\u00f3ria      da Fran\u00e7a<\/strong>, um dos pa\u00edses mais antigos do Ocidente, confunde-se com      a hist\u00f3ria da Europa e do pr\u00f3prio mundo. Na Fran\u00e7a nasceram o absolutismo      mon\u00e1rquico, personificado na figura de Lu\u00eds XIV, e a revolu\u00e7\u00e3o burguesa, que      marcou o nascimento de uma nova era.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>,      localizada no oeste da Europa, ocupa uma \u00e1rea de 543.965km2. Limita-se ao      norte com o canal da Mancha e o mar do Norte; a nordeste com a B\u00e9lgica, a      Alemanha e Luxemburgo; a leste com a Su\u00ed\u00e7a e a It\u00e1lia; ao sul com M\u00f4naco e      o mar Mediterr\u00e2neo; a sudoeste com Andorra e a Espanha; e a oeste com o oceano      Atl\u00e2ntico. O territ\u00f3rio franc\u00eas, que tem forma hexagonal, mede cerca de mil      quil\u00f4metros tanto entre os pontos extremos ao norte e ao sul (da cidade de      Dunquerque aos Pireneus, na fronteira com a Espanha), quanto a oeste e leste      (da pen\u00ednsula da Bretanha ao rio Reno).<\/p>\n<h4>Geologia      e relevo<\/h4>\n<p>A      grande plan\u00edcie europ\u00e9ia, que come\u00e7a na Sib\u00e9ria ocidental, afunila-se para      oeste e termina no sop\u00e9 dos Pireneus.<\/p>\n<p><strong>Assim,      as plan\u00edcies francesas formam uma unidade morfol\u00f3gica:<\/strong>\u00a0a      bacia sedimentar de Paris est\u00e1 ligada pelo rio Poitou \u00e0 bacia da Aquit\u00e2nia,      a qual, por sua vez, se liga ao vale do R\u00f3dano-Sa\u00f4ne pelo corredor de Carcassonne.      Al\u00e9m das bacias sedimentares, os maci\u00e7os hercinianos e as montanhas alpinas      formam os outros conjuntos fisiogr\u00e1ficos da Fran\u00e7a, completando em s\u00edntese      os tra\u00e7os fundamentais do relevo do continente europeu.<\/p>\n<p>Os      maci\u00e7os hercinianos formaram-se h\u00e1 cerca de 345-225 milh\u00f5es de anos. Posteriormente,      esses relevos foram aplanados pela eros\u00e3o e ressurgiram pelo dobramento alpino,      h\u00e1 aproximadamente 3,5 a 2,5 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p><strong>Distinguem-se      dois ramos:\u00a0<\/strong>o oriental      e o ocidental.<\/p>\n<p>O      primeiro inclui as Ardennes, no norte, que cont\u00eam as estreitas gargantas dos      rios Mosa (Meuse) e Sambre; os Vosges, que separam a bacia de Paris da regi\u00e3o      da Ren\u00e2nia, a leste, cujo ponto culminante \u00e9 o monte Guebwiller (1.424m);      e a parte oriental do maci\u00e7o Central. O ramo ocidental inclui, al\u00e9m da parte      oeste do maci\u00e7o Central, o maci\u00e7o Armoricano, no extremo oeste da Fran\u00e7a,      onde se encontra o monte Avaloirs (417m), ponto mais alto das plan\u00edcies ocidentais.<\/p>\n<p>O      imenso maci\u00e7o Central, onde nasce grande parte dos rios da Fran\u00e7a, apresenta      fen\u00f4menos vulc\u00e2nicos nas linhas de fratura resultantes da orogenia alpina.      Por sua extens\u00e3o, representou um obst\u00e1culo para as comunica\u00e7\u00f5es com o interior      do pa\u00eds e permaneceu isolado durante muito tempo.<\/p>\n<p>As      bacias de rochas sedimentares n\u00e3o apresentam grande extens\u00e3o se comparadas      com as do nordeste da Europa e, em conseq\u00fc\u00eancia da orogenia alpina, sofreram      diversas compress\u00f5es que resultaram em eleva\u00e7\u00f5es e dobramentos em alguns pontos.<\/p>\n<p>Entre essas plan\u00edcies, destaca-se a bacia de Paris, que compreende uma s\u00e9rie      de planaltos &#8211; Brie, \u00cele de France, Vallois &#8211; que descem em dire\u00e7\u00e3o ao interior      e \u00e0 regi\u00e3o de Paris-Orl\u00e9ans. As plan\u00edcies do Loire se estendem ao longo do      rio de mesmo nome que, com seus afluentes, corta os planaltos e colinas da      regi\u00e3o. <\/p>\n<p>A bacia da Aquit\u00e2nia, menor que a de Paris, \u00e9 cortada pelo rio Garona e situa-se      entre os Pireneus e o maci\u00e7o Central. O litoral, com mais de tr\u00eas mil quil\u00f4metros      de extens\u00e3o, possui um relevo que varia desde a costa retil\u00ednea e arenosa      do oeste \u00e0 suave plan\u00edcie que desce em dire\u00e7\u00e3o ao mar do Norte, depois de      passar pelo litoral da Bretanha, onde desembocam v\u00e1rios rios.<\/p>\n<p>As montanhas da idade alpina s\u00e3o os Pireneus, os Alpes e o Jura. Os Pireneus      constituem uma barreira natural entre a Fran\u00e7a e a Espanha, com extens\u00e3o superior      a 450 km, interrompida por estreitos passos localizados a grandes altitudes.    <\/p>\n<p>O lado espanhol \u00e9 mais elevado que o franc\u00eas, onde se destaca o pico de Vignemale      (3.298m). Os Alpes franceses fazem parte de uma vasta cordilheira que se estende      por outros pa\u00edses europeus e estabelecem um limite natural entre a Fran\u00e7a,      a It\u00e1lia e a Su\u00ed\u00e7a. Nessa fronteira, em territ\u00f3rio franc\u00eas, se localiza o      monte Branco (4.807m), ponto culminante dos Alpes. <\/p>\n<p>O Jura localiza-se a noroeste dos Alpes. \u00c9 uma cadeia de montanhas de 300      km de extens\u00e3o, entre o R\u00f3dano e o Reno, cujo pico mais alto \u00e9 a Crista de      Neve (1.723m).<\/p>\n<h4>Clima<\/h4>\n<p>A      localiza\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a, na parte ocidental do continente europeu, entre o mar      Mediterr\u00e2neo e o oceano Atl\u00e2ntico, conjugada a sua grande extens\u00e3o, permite      que o pa\u00eds desfrute de grande variedade de climas.<\/p>\n<p><strong>A      latitude, a dire\u00e7\u00e3o das cadeias de montanhas e a topografia tamb\u00e9m contribuem      para definir quatro tipos diferentes de climas:<\/strong>\u00a0oce\u00e2nico,      continental, mediterr\u00e2neo e de montanha.<\/p>\n<p>O      clima oce\u00e2nico \u00e9 caracter\u00edstico das faixas costeiras do noroeste, especialmente      da Bretanha. A temperatura m\u00e9dia \u00e9 de 11o C, as precipita\u00e7\u00f5es s\u00e3o bem distribu\u00eddas      e freq\u00fcentemente acompanhadas de brumas e n\u00e9voas. A regi\u00e3o recebe influ\u00eancia      da massa polar \u00famida e dos ventos que sopram do oeste. Mudan\u00e7as bruscas de      tempo s\u00e3o freq\u00fcentes.<\/p>\n<p>O      clima continental estende-se principalmente pelas plan\u00edcies do leste e decorre      da influ\u00eancia da massa polar seca, com invernos mais rigorosos e longos, embora      ensolarados.<\/p>\n<p>As      precipita\u00e7\u00f5es s\u00e3o menos abundantes e mal distribu\u00eddas, com tempestades violentas      durante o ver\u00e3o e maior quantidade de chuvas nos maci\u00e7os. A bacia de Paris      apresenta clima intermedi\u00e1rio entre o oce\u00e2nico e o continental.<\/p>\n<p>No      sul da Fran\u00e7a impera o clima mediterr\u00e2neo, assim como na plan\u00edcie do R\u00f3dano      e nas \u00e1reas meridionais de algumas cadeias de montanhas, caracterizadas por      invernos brandos e ver\u00f5es quentes, com temperaturas que chegam a 35o C. Durante      o outono e a primavera registram-se fortes tempestades. No ver\u00e3o, instala-se      o ar seco vindo do Saara e os dias se tornam quentes e luminosos. No baixo      R\u00f3dano, sopra \u00e0s vezes o &#8220;mistral&#8221;, vento que vem do norte e torna      os dias particularmente frios.<\/p>\n<p>O      clima de montanha, caracter\u00edstico dos Alpes, Pireneus, Vosges e maci\u00e7o Central,      \u00e9 marcado por invernos muito longos e muito frios, nevadas fortes e geadas      freq\u00fcentes. Chove tanto no inverno quanto no ver\u00e3o, sempre curto e fresco.<\/p>\n<h4>Hidrografia<\/h4>\n<p>Embora      n\u00e3o se incluam entre os maiores do mundo, os rios franceses desempenham importante      papel na economia do pa\u00eds. Destacam-se pelo potencial energ\u00e9tico e pela navegabilidade,      pois, sujeitos a clima temperado e \u00famido, n\u00e3o congelam e correm sempre com      apreci\u00e1vel volume de \u00e1gua. Os principais sistemas hidrogr\u00e1ficos da Fran\u00e7a      des\u00e1guam no Atl\u00e2ntico e no canal da Mancha, onde formam estu\u00e1rios. Est\u00e3o unidos      por uma rede de canais.<\/p>\n<p>O      Reno, que nasce na Su\u00ed\u00e7a, percorre 180 km da fronteira oriental, estabelece      durante parte de seu curso o limite entre a Fran\u00e7a e a Alemanha. Seus principais      afluentes franceses s\u00e3o o Mosa e o Ill. A navega\u00e7\u00e3o no Reno, de grande import\u00e2ncia,      \u00e9 feita por meio de canais paralelos. O Sena (Seine) nasce na C\u00f4te d&#8217;Or, passa      por Paris e Rouen e segue para noroeste at\u00e9 desembocar no canal da Mancha,      no grande estu\u00e1rio em frente ao Havre, ap\u00f3s percorrer 776 km. \u00c9 naveg\u00e1vel,      assim como seus afluentes Aisne e Marne, e se liga \u00e0 bacia do Reno por uma      s\u00e9rie de canais.<\/p>\n<p>O      maior rio franc\u00eas em extens\u00e3o \u00e9 o Loire, com 1.010km, que n\u00e3o \u00e9 naveg\u00e1vel      devido \u00e0 irregularidade de seu curso. Nasce no maci\u00e7o Central e desemboca      no oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Entre      os principais rios da Fran\u00e7a, o mais curto (575 km) \u00e9 o Garona, que nasce      nos Pireneus espanh\u00f3is, drena a regi\u00e3o sudeste da Fran\u00e7a e desemboca no oceano      Atl\u00e2ntico, formando com o rio Dordogne um amplo estu\u00e1rio denominado Gironda.      O R\u00f3dano \u00e9 o rio mais caudaloso do pa\u00eds. Ligado \u00e0 bacia do Reno por um canal,      atravessa de norte a sul a regi\u00e3o de Lyon para desembocar no mar Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p><strong>Os      lagos franceses s\u00e3o muitos:<\/strong>\u00a0lagos      de geleiras, localizados nos Alpes (Genebra, Annecy e Bourget) e Pireneus;      de origem vulc\u00e2nica, situados principalmente no maci\u00e7o Central; e os de barragem,      separados do mar, de forma parcial ou total, por cord\u00f5es arenosos.<\/p>\n<h4>Flora<\/h4>\n<p>Apesar      da devasta\u00e7\u00e3o a que foi submetida durante s\u00e9culos, \u00e0 Fran\u00e7a tem a quarta parte      de seu territ\u00f3rio recoberto por florestas reconstitu\u00eddas. A flora mediterr\u00e2nea      ocupa o sudoeste do pa\u00eds, onde predominam florestas de azinheiras, cuja degenera\u00e7\u00e3o      deu lugar ao maqui &#8211; forma\u00e7\u00e3o arbustiva fechada pr\u00f3pria de solos silicosos      &#8211; e \u00e0s garrigues, forma\u00e7\u00e3o est\u00e9pica, em solo calc\u00e1rio. Nos Alpes mar\u00edtimos      e nos Pireneus orientais ocorrem carvalhos, castanheiros, pinheiros e lari\u00e7os.      Nas altitudes maiores predomina a vegeta\u00e7\u00e3o alpina.<\/p>\n<p>A      flora n\u00e3o mediterr\u00e2nea apresenta da Bretanha at\u00e9 o nordeste e na regi\u00e3o central      da Fran\u00e7a, o carvalho s\u00e9ssil e a faia europ\u00e9ia.<\/p>\n<p>Nas      regi\u00f5es oeste e sudoeste ocorrem v\u00e1rias esp\u00e9cies de carvalho, o castanheiro      e a b\u00e9tula. Nas regi\u00f5es montanhosas prevalecem os abetos, faias, pinheiros      e lari\u00e7os. Acima do limite da floresta, geralmente composta de con\u00edferas,      aparece a vegeta\u00e7\u00e3o alpina.<\/p>\n<h4>Fauna<\/h4>\n<p>O      territ\u00f3rio franc\u00eas foi, em tempos remotos, uma encruzilhada onde animais de      diversas origens se encontraram e se miscigenaram, o que resultou numa fauna      relativamente rica. A fauna selvagem habita, sobretudo as montanhas e florestas.<\/p>\n<p>Destacam-se      a raposa, o javali e o urso, extinto nos Alpes mas ainda encontrado nos Pireneus,      onde tamb\u00e9m h\u00e1 \u00e1guias.<\/p>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>A      Fran\u00e7a apresenta uma economia muito desenvolvida e \u00e9 um dos pa\u00edses mais industrializados      do mundo. At\u00e9 meados do s\u00e9culo 19, a economia era essencialmente agr\u00edcola,      com importantes atividades artesanais. O desenvolvimento dos transportes,      na segunda metade do s\u00e9culo 19, acelerou a concentra\u00e7\u00e3o, em certas \u00e1reas,      de atividades industriais. M\u00e9todos modernos de fabrica\u00e7\u00e3o em s\u00e9rie foram implantados      ap\u00f3s a primeira guerra mundial.<\/p>\n<p>Depois      da segunda guerra mundial, mais exatamente a partir de 1950, o governo franc\u00eas      estabeleceu algumas medidas protecionistas de seus produtos frente aos estrangeiros,      que foram paulatinamente abandonadas \u00e0 medida que a ind\u00fastria francesa se      modernizou, tornando-se mais competitiva. Na d\u00e9cada de 1970 a produ\u00e7\u00e3o industrial      cresceu 33% mas, a partir de 1980, estabilizou-se.<\/p>\n<h4>Agricultura<\/h4>\n<p>A\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0possui      solos excelentes para o cultivo de cereais, o que a torna um dos poucos pa\u00edses      europeus com excedentes agr\u00edcolas para exportar. A principal regi\u00e3o produtora      \u00e9 a bacia de Paris. A tradi\u00e7\u00e3o agr\u00edcola remonta a \u00e9pocas muito antigas, mas      a mecaniza\u00e7\u00e3o do campo alterou a agricultura de subsist\u00eancia e gerou o \u00eaxodo      rural, a especializa\u00e7\u00e3o dos cultivos e a expans\u00e3o das lavouras. A maior parte      das terras cultiv\u00e1veis \u00e9 utilizada para a produ\u00e7\u00e3o de cereais e uva, principais      produtos agr\u00edcolas do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A      Fran\u00e7a est\u00e1 entre os grandes produtores mundiais de trigo e, na Europa, tem      uma das maiores produ\u00e7\u00f5es de arroz &#8211; plantado principalmente no sul (Camargue).      O milho h\u00edbrido, destinado \u00e0 forragem, \u00e9 cultivado principalmente na regi\u00e3o      sudoeste. A produ\u00e7\u00e3o de cevada (Als\u00e1cia e Borgonha) cresceu em fun\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria      da cerveja.<\/p>\n<p>\u00c9      grande a produ\u00e7\u00e3o de vinhos na Fran\u00e7a. Destinam-se ao mercado interno, mas      h\u00e1 excedente para exportar para todo o mundo.<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o      produzidos basicamente tr\u00eas tipos de vinho:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1)\u00a0<\/strong>os        grandes vinhos, chamados vins d&#8217;appellation ou vins de cru, que t\u00eam a qualidade        controlada pelo governo desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XX<\/p>\n<p><strong>2)        os &#8220;vinhos transformados&#8221; (bebidas semelhantes ao vinho)<\/strong>:        o champagne, o cognac, o armagnac, batizados de acordo com sua regi\u00e3o de        origem; e<\/p>\n<p><strong>3)<\/strong>\u00a0os        vinhos comuns, ou vins de consommation, vendidos em copos no varejo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Somente      os dois primeiros s\u00e3o exportados.<\/p>\n<p><strong>Os      melhores vinhos franceses prov\u00eam dos pequenos vinhedos localizados em \u00e1reas      espec\u00edficas:<\/strong>\u00a0o      vale do rio Loire, a Borgonha, as C\u00f4tes du Rh\u00f4ne, a Als\u00e1cia e o Jura.<\/p>\n<p>A      beterraba, plantada no norte para fabrica\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar, a batata, frutas,      hortali\u00e7as e flores tamb\u00e9m s\u00e3o produtos importantes. Assinala-se ainda o cultivo      de plantas arom\u00e1ticas para a ind\u00fastria de perfumes.<\/p>\n<h4>Pecu\u00e1ria,      recursos florestais e pesca<\/h4>\n<p>No      fim do s\u00e9culo 20, o rebanho de bovinos teve crescimento acentuado na Fran\u00e7a.      Com o pa\u00eds situado entre os maiores exportadores de derivados de leite do      mundo, a pecu\u00e1ria representava uma importante fonte de divisas. Destacam-se      tamb\u00e9m os rebanhos ovino, para produ\u00e7\u00e3o de l\u00e3 e carne, e su\u00edno. Em menor medida,      s\u00e3o criadas cabras para produ\u00e7\u00e3o de queijo.<\/p>\n<p>As      florestas prim\u00e1rias da Fran\u00e7a constitu\u00edam-se de carvalhos e faias que foram      substitu\u00eddos por pinheiros e outras esp\u00e9cies de crescimento r\u00e1pido. Nas regi\u00f5es      montanhosas h\u00e1 grandes florestas de con\u00edferas e, na regi\u00e3o das Landas, o pinheiro      \u00e9 muito abundante. O governo central, assim como os governos estaduais, administra      um consider\u00e1vel percentual das \u00e1reas de florestas do pa\u00eds, mas a maior parte      est\u00e1 em m\u00e3os de particulares. Junto aos pa\u00edses escandinavos, tradicionalmente      madeireiros, a Fran\u00e7a se destaca como produtora de madeira na Europa.<\/p>\n<p>Devido      \u00e0s grandes extens\u00f5es litor\u00e2neas voltadas para o oceano Atl\u00e2ntico e o mar Mediterr\u00e2neo,      a pesca \u00e9 uma importante atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n<p><strong>Na      regi\u00e3o norte localizam-se os maiores centros de pesca industrial do pa\u00eds,      sobretudo na Bretanha, onde h\u00e1 grandes portos:<\/strong>\u00a0La      Rochelle, Lorient, Concarneau, Douarnenez, Dieppe, Boulogne e Fr\u00e9camp. No      mar Mediterr\u00e2neo a pesca \u00e9 mais artesanal e predominam a sardinha e o atum.      Na pesca de alto-mar, s\u00e3o importantes para a economia do pa\u00eds o arenque, atum,      linguado e cavala. Na regi\u00e3o litor\u00e2nea do golfo de Biscaia destaca-se a cria\u00e7\u00e3o      de ostras.<\/p>\n<h4>Energia      e minera\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>A      nacionaliza\u00e7\u00e3o das minas francesas logo depois da segunda guerra mundial permitiu      a moderniza\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas de minera\u00e7\u00e3o, o que aumentou a produtividade do      setor. Entretanto, a atividade e o n\u00famero de trabalhadores t\u00eam diminu\u00eddo,      desde 1960, com a progressiva substitui\u00e7\u00e3o do carv\u00e3o por outras fontes de      energia, como o petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Produz-se carv\u00e3o principalmente no norte do pa\u00eds e na Lorena, na bacia do      Sarre. O carv\u00e3o de melhor qualidade encontra-se na bacia de Saint-\u00c9tienne      e \u00e9 utilizado em usinas termel\u00e9tricas e sider\u00fargicas dessa regi\u00e3o ou de Lyon.    <\/p>\n<p>A Fran\u00e7a, no entanto, importa carv\u00e3o, pois a produ\u00e7\u00e3o interna n\u00e3o atende      \u00e0s necessidades da siderurgia nacional. H\u00e1 jazidas de petr\u00f3leo em Parentis,      mas a produ\u00e7\u00e3o insuficiente torna necess\u00e1ria a importa\u00e7\u00e3o. Essa depend\u00eancia      fez com que os efeitos da crise do petr\u00f3leo de 1973 fossem bastante graves      para a economia francesa.<\/p>\n<p>Entre os pa\u00edses europeus, a Fran\u00e7a \u00e9 um importante produtor de min\u00e9rio de      ferro. No passado, teve grande import\u00e2ncia tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o de bauxita, que      deve seu nome \u00e0 localidade de Les Baux, perto de Arles. <\/p>\n<p>O pa\u00eds possui ainda outros recursos minerais &#8212; zinco, sais de pot\u00e1ssio,      chumbo e ouro. Havia tamb\u00e9m grandes reservas de g\u00e1s natural, mas a explora\u00e7\u00e3o      exaustiva praticamente esgotou esse recurso, que passou a ser importado dos      Pa\u00edses Baixos, da Arg\u00e9lia, da Noruega e da antiga Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. O pa\u00eds      produz ainda sal-gema, pot\u00e1ssio e sal marinho.<\/p>\n<p>As usinas hidrel\u00e9tricas aproveitam as quedas d&#8217;\u00e1gua das regi\u00f5es montanhosas      dos Alpes, Pireneus e do maci\u00e7o Central, bem como de alguns rios, como o Sena,      o R\u00f3dano e o Durance. A produ\u00e7\u00e3o de energia se completa com v\u00e1rias centrais      nucleares. <\/p>\n<p>A primeira usina at\u00f4mica da Fran\u00e7a foi inaugurada em 1956, em Marcoule, no      departamento de Gard. Destacam-se ainda a de Chinon e a de Saint-Laurent-des-Eaux.      Extrai-se ur\u00e2nio para usos pac\u00edficos e militares na bacia do Loire, na Als\u00e1cia      e na C\u00f4te d&#8217;Azur.<\/p>\n<h4>Ind\u00fastria<\/h4>\n<p>No      fim do s\u00e9culo 20, a Fran\u00e7a era a quarta na\u00e7\u00e3o industrial do mundo, depois      dos Estados Unidos, Jap\u00e3o e Alemanha. O processo de industrializa\u00e7\u00e3o tomou      impulso no per\u00edodo que se seguiu \u00e0 segunda guerra mundial, com apoio financeiro      decisivo do governo, que tamb\u00e9m incentivou a fus\u00e3o de pequenos grupos empresariais,      o que resultou em maior concentra\u00e7\u00e3o industrial. As principais regi\u00f5es industriais      da Fran\u00e7a s\u00e3o as de Paris, do norte, da Als\u00e1cia-Lorena e de Lyon.<\/p>\n<p>A      ind\u00fastria sider\u00fargica se concentra nas proximidades das jazidas de ferro,      especialmente no norte e no nordeste. A mec\u00e2nica pesada francesa encontra-se      nas proximidades dos parques sider\u00fargicos ou dos principais mercados. A ind\u00fastria      de alum\u00ednio, obtido a partir do tratamento da bauxita, centraliza-se nas cidades      pr\u00f3ximas dos Alpes e dos Pireneus.<\/p>\n<p>Destacam-se no parque industrial franc\u00eas as montadoras de autom\u00f3veis e avi\u00f5es,      as ind\u00fastrias mec\u00e2nicas, el\u00e9tricas, qu\u00edmicas &#8212; com grande concentra\u00e7\u00e3o financeira      &#8212; e aliment\u00edcias, geralmente situadas perto dos centros urbanos. <\/p>\n<p>A Fran\u00e7a tamb\u00e9m desenvolveu significativamente a tecnologia de ponta &#8212; inform\u00e1tica,      eletr\u00f4nica e aeron\u00e1utica. Destaca-se o crescimento da ind\u00fastria de armamentos,      em que o pa\u00eds ocupa um lugar importante em n\u00edvel internacional.<\/p>\n<p>A      fabrica\u00e7\u00e3o de rel\u00f3gios \u00e9 tradicional na fronteira com a Su\u00ed\u00e7a (Jura) e a confec\u00e7\u00e3o      de roupas, principalmente femininas, \u00e9 importante fonte de divisas para o      pa\u00eds. A ind\u00fastria francesa de tecidos (linho, seda, l\u00e3 e algod\u00e3o) abastece      o mercado interno e produz excedentes para a exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Finan\u00e7as,      com\u00e9rcio e turismo. A unidade monet\u00e1ria francesa \u00e9 o franco e a emiss\u00e3o de      papel-moeda s\u00f3 pode ser feita pelo Banque de France, que concentra a atividade      financeira. O estado exerce grande influ\u00eancia no sistema monet\u00e1rio, j\u00e1 que      os principais bancos foram estatizados ap\u00f3s a segunda guerra mundial.<\/p>\n<p>Existem      no pa\u00eds ainda bancos comerciais, de cr\u00e9dito agr\u00edcola e de poupan\u00e7a.<\/p>\n<p>As      sucessivas guerras em que a Fran\u00e7a se envolveu foram extremamente prejudiciais      para suas finan\u00e7as e o custo de vida. O d\u00e9ficit no com\u00e9rcio exterior e a evas\u00e3o      de reservas em ouro chegaram a tal ponto que, por volta de 1960, exigiram      a ado\u00e7\u00e3o de uma nova pol\u00edtica financeira, com aumento de impostos, cortes      em subs\u00eddios e despesas militares e empr\u00e9stimos do Fundo Monet\u00e1rio Internacional.      Em 1\u00ba de janeiro de 1960 entrou em circula\u00e7\u00e3o o novo franco, equivalente a      cem vezes o anterior. Apesar das medidas de conten\u00e7\u00e3o, o custo de vida \u00e9 alto.<\/p>\n<p>A      reorganiza\u00e7\u00e3o da economia francesa ap\u00f3s a segunda guerra mundial levou o pa\u00eds      a um lugar privilegiado no com\u00e9rcio internacional. Sua integra\u00e7\u00e3o \u00e0 Comunidade      Econ\u00f4mica Europ\u00e9ia (CEE), em 1958, modificou substancialmente o com\u00e9rcio exterior      e orientou suas importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es para os pa\u00edses da CEE e da Organiza\u00e7\u00e3o      de Pa\u00edses Exportadores de Petr\u00f3leo (OPEP). Assim, seus principais parceiros      comerciais s\u00e3o, no \u00e2mbito da CEE, Alemanha, B\u00e9lgica, It\u00e1lia, Luxemburgo e      Su\u00ed\u00e7a, al\u00e9m de Estados Unidos, Iraque e Ar\u00e1bia Saudita.<\/p>\n<p>As      exporta\u00e7\u00f5es francesas consistem de produtos sider\u00fargicos, maquinaria, ve\u00edculos,      tecidos, perfumes, vinhos, materiais el\u00e9tricos e min\u00e9rio de ferro. O pa\u00eds      importa produtos agr\u00edcolas tropicais (caf\u00e9 e cacau), mat\u00e9rias-primas (algod\u00e3o,      l\u00e3, borracha, celulose, cobre, n\u00edquel) e petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>O      turismo \u00e9 uma atividade econ\u00f4mica de peso para a economia da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Distinguem-se      dois tipos de turismo:\u00a0<\/strong>o      de ver\u00e3o, concentrado na costa do mar Mediterr\u00e2neo (C\u00f4te d&#8217;Azur), na Bretanha      e na Normandia; e o de inverno, nas regi\u00f5es montanhosas.<\/p>\n<h4>Transportes      e comunica\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p>A\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0possui      um sistema de transportes muito desenvolvido, com tra\u00e7ado radial que parte      de Paris. A rede rodovi\u00e1ria \u00e9, junto com a belga, a mais densa da Europa.      A rede ferrovi\u00e1ria, cujo tra\u00e7ado \u00e9 tamb\u00e9m radial, est\u00e1 nacionalizada e \u00e9 administrada      pela Soci\u00e9t\u00e9 Nationale des Chemins de Fer (SNCF). A rede de canais naveg\u00e1veis,      iniciada no s\u00e9culo XVII, tem em Paris seu porto principal e transporta carv\u00e3o,      petr\u00f3leo e derivados, min\u00e9rios e material de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O      tr\u00e1fego mar\u00edtimo tamb\u00e9m \u00e9 intenso e destacam-se os portos de Marselha e Havre.<\/p>\n<p>O      transporte a\u00e9reo adquire cada vez maior import\u00e2ncia, tanto nacional quanto      internacionalmente. A Air France \u00e9 a principal companhia a\u00e9rea do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Destacam-se      os aeroportos Charles de Gaulle, Orly e Le Bourget, em Paris. O governo controla      os servi\u00e7os de r\u00e1dio, televis\u00e3o, telefonia e telegrafia.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Durante      a Idade M\u00e9dia, o territ\u00f3rio franc\u00eas foi uma regi\u00e3o de tr\u00e2nsito dos muitos      povos e movimentos migrat\u00f3rios que percorriam o continente em v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es.      A popula\u00e7\u00e3o francesa resulta de in\u00fameras contribui\u00e7\u00f5es humanas recebidas ao      longo da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>As      duas influ\u00eancias dominantes &#8212; dos celtas, cuja imigra\u00e7\u00e3o para a Fran\u00e7a ocorreu      entre os s\u00e9culos VI e I a.C., e dos romanos, cujo dom\u00ednio sobre o territ\u00f3rio      se deu do s\u00e9culo II a.C. ao V da era crist\u00e3 &#8212; correspondem \u00e0s diferencia\u00e7\u00f5es      regionais da Fran\u00e7a:<\/strong>\u00a0o      norte franc\u00eas \u00e9 mais germ\u00e2nico e o sul, mais latino. A heterogeneidade racial,      contudo, n\u00e3o impediu que os franceses desenvolvessem um forte sentimento nacionalista.<\/p>\n<p>A      l\u00edngua oficial \u00e9 o franc\u00eas moderno, de origem neolatina, que se firmou em      todo o pa\u00eds desde a revolu\u00e7\u00e3o de 1789.<\/p>\n<p><strong>Em      \u00e1reas perif\u00e9ricas do pa\u00eds, l\u00ednguas diferentes subsistem paralelamente ao franc\u00eas:<\/strong>\u00a0o      bret\u00e3o, no oeste da pen\u00ednsula da Bretanha, o basco, nos Pireneus, junto ao      golfo de Gasconha; o catal\u00e3o, no Roussillon, junto \u00e0 mesma cordilheira; o      dialeto alsaciano, variante do alem\u00e3o (semelhante ao dialeto su\u00ed\u00e7o), falado      na Als\u00e1cia; e o flamengo, na fronteira belga. O proven\u00e7al, de raiz latina,      sobrevive apenas como curiosidade liter\u00e1ria.<\/p>\n<p>A      religi\u00e3o predominante na Fran\u00e7a \u00e9 o catolicismo, principalmente no meio rural.      Entretanto, apesar de sua vincula\u00e7\u00e3o ao Vaticano, a Igreja Cat\u00f3lica francesa      conserva caracter\u00edsticas nacionais. Assinalam-se ainda minorias de judeus,      protestantes (luteranos e calvinistas) e maometanos.<\/p>\n<p>Uma      das principais caracter\u00edsticas da demografia francesa \u00e9 a estagna\u00e7\u00e3o da taxa      de crescimento da popula\u00e7\u00e3o desde o final do s\u00e9culo XIX. Essa situa\u00e7\u00e3o deve-se      a uma s\u00e9rie de fatores, como o controle da natalidade, que, na Fran\u00e7a, foi      implantado no final do s\u00e9culo XVIII, muito antes das outras na\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m      houve influ\u00eancia das id\u00e9ias difundidas pela revolu\u00e7\u00e3o francesa (ado\u00e7\u00e3o do      div\u00f3rcio, predomin\u00e2ncia da vida urbana, individualismo, diminui\u00e7\u00e3o do sentimento      religioso) e as v\u00e1rias guerras que desde ent\u00e3o o pa\u00eds enfrentou, com enorme      perda de vidas humanas. Nesse sentido, foi especialmente dram\u00e1tica a segunda      guerra mundial, quando morreram cerca de 1,4 milh\u00e3o de franceses.<\/p>\n<p>Em      1938, o estado iniciou um programa destinado a incrementar a natalidade. Foram      postas em pr\u00e1tica medidas como ajuda financeira a fam\u00edlias que tivessem filhos,      maiores cuidados sanit\u00e1rios e incentivos psicol\u00f3gicos.<\/p>\n<p><strong>Os      primeiros resultados dessas medidas surgiram nas d\u00e9cadas que se seguiram \u00e0      segunda guerra mundial, quando ocorreu acentuado aumento da popula\u00e7\u00e3o, resultado      sobretudo da conjuga\u00e7\u00e3o de tr\u00eas fatores:<\/strong>\u00a0o      retorno de um milh\u00e3o de franceses ao pa\u00eds, ao final do per\u00edodo de coloniza\u00e7\u00e3o      de Marrocos, Arg\u00e9lia, Tun\u00edsia e Indochina; aumento da natalidade; e chegada      de grande n\u00famero de imigrantes.<\/p>\n<p>A      taxa de natalidade se manteve alta at\u00e9 a d\u00e9cada de 1960, quando houve uma      redu\u00e7\u00e3o importante, devida, em grande parte, \u00e0 difus\u00e3o dos contraceptivos      orais.<\/p>\n<p>Ao      mesmo tempo, a taxa de mortalidade caiu, devido \u00e0 melhoria das condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias.      As conseq\u00fc\u00eancias dessa evolu\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica se manifestavam na composi\u00e7\u00e3o      da popula\u00e7\u00e3o na segunda metade do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>Devido      \u00e0s baixas masculinas provocadas pelas guerras mundiais, o n\u00famero de mulheres      era bem maior que o de homens e o n\u00famero de pessoas em idade ativa, bastante      reduzido se comparado ao n\u00famero de anci\u00e3os e de jovens. A popula\u00e7\u00e3o dependente      do trabalho de outros, portanto, era muito elevada.<\/p>\n<p>Os      movimentos populacionais, sobretudo a chegada de grandes contingentes de imigrantes,      sempre tiveram muita import\u00e2ncia na Fran\u00e7a. A emigra\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio, n\u00e3o      \u00e9 muito significativa.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1      dois tipos de imigra\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0um      de car\u00e1ter pol\u00edtico e outro econ\u00f4mico. O primeiro se deve ao liberalismo franc\u00eas,      que admitiu grande n\u00famero de refugiados pol\u00edticos. Entre a primeira e a segunda      guerras mundiais, tr\u00eas milh\u00f5es de imigrantes chegaram \u00e0 Fran\u00e7a. A imigra\u00e7\u00e3o      de car\u00e1ter econ\u00f4mico deveu-se \u00e0 necessidade de m\u00e3o-de-obra, que permitiu,      num primeiro momento, a chegada de pessoas do resto da Europa (italianos,      poloneses, espanh\u00f3is e belgas).<\/p>\n<p><strong>Depois      da segunda guerra mundial, juntaram-se aos imigrantes europeus os oriundos      das antigas col\u00f4nias:\u00a0<\/strong>argelinos,      marroquinos e tunisianos, principalmente.<\/p>\n<p>A      partir de 1974, em fun\u00e7\u00e3o das dificuldades financeiras, a Fran\u00e7a fechou as      portas \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Devem      ainda ser assinalados dois tipos de movimentos demogr\u00e1ficos internos. O primeiro,      das montanhas para as plan\u00edcies, provocou o despovoamento de algumas regi\u00f5es.      O outro movimento interno \u00e9 do campo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade, que provocou grande      aumento da popula\u00e7\u00e3o urbana. O \u00eaxodo rural afetou especialmente Paris, onde,      no fim do s\u00e9culo XX, quase metade da popula\u00e7\u00e3o havia nascido fora da \u00e1rea      metropolitana.<\/p>\n<p>Marselha,      Lyon, Toulouse, Nice, Nantes, Estrasburgo, Bord\u00e9us, Lille, Saint-\u00c9tienne e      Grenoble, junto com Paris, s\u00e3o os n\u00facleos que concentram a maior parte da      popula\u00e7\u00e3o. As \u00e1reas mais despovoadas s\u00e3o as montanhas (Pireneus, Alpes e maci\u00e7o      Central), regi\u00f5es de solos pobres (Landas e Sologne), e as \u00e1reas rurais isoladas.<\/p>\n<h4>Institui\u00e7\u00f5es      pol\u00edticas<\/h4>\n<p>De      acordo com a constitui\u00e7\u00e3o da quinta rep\u00fablica, de 1958, reformada em 1962,      o sistema parlamentar franc\u00eas se comp\u00f5e da Assembl\u00e9ia Nacional, formada de      577 deputados, eleitos a cada cinco anos, e pelo Senado, composto de 321 senadores      eleitos para mandatos de nove anos, com renova\u00e7\u00e3o de um ter\u00e7o a cada tr\u00eas      anos. A Assembl\u00e9ia exerce o poder legislativo e tem tamb\u00e9m a fun\u00e7\u00e3o de controlar      o governo.<\/p>\n<p>O      poder executivo \u00e9 exercido pelo presidente e por um conselho de ministros      presidido pelo primeiro-ministro. O presidente da rep\u00fablica \u00e9 eleito diretamente,      por maioria absoluta, para um mandato de sete anos e tem amplos poderes, inclusive      o de nomear e demitir o primeiro-ministro e dissolver a Assembl\u00e9ia Nacional.      \u00c9 o comandante supremo das for\u00e7as armadas. O poder judici\u00e1rio \u00e9 independente      e comp\u00f5e-se de tribunais com jurisdi\u00e7\u00e3o civil, penal, profissional e administrativa.<\/p>\n<p>A      organiza\u00e7\u00e3o administrativa da Fran\u00e7a se estrutura em regi\u00f5es, departamentos,      distritos, cant\u00f5es e munic\u00edpios. O territ\u00f3rio metropolitano se comp\u00f5e de 95      departamentos, aos quais se somam cinco ultramarinos (Martinica, Guadalupe,      Reuni\u00e3o, Guiana Francesa e S\u00e3o Pedro e Miquelon) e quatro territ\u00f3rios de ultramar      (Polin\u00e9sia Francesa, Wallis e Futuna, Nova Caled\u00f4nia e Mahor\u00e9). O pa\u00eds tamb\u00e9m      reclama soberania sobre uma por\u00e7\u00e3o da Ant\u00e1rtica.<\/p>\n<p>Para      facilitar o planejamento regional, os departamentos foram agrupados em 21      circunscri\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00e3o regional, ou regi\u00f5es. No plano administrativo, os departamentos      est\u00e3o divididos em 322 unidades, os arrondissements, que se subdividem em      3.208 cant\u00f5es.<\/p>\n<p>Dentre      os numerosos partidos pol\u00edticos franceses destacam-se o Partido Socialista,      a Reunifica\u00e7\u00e3o para a Rep\u00fablica (gaullista), a Uni\u00e3o para a Democracia Francesa      (centrista), o Partido Comunista e a Frente Nacional (de direita).<\/p>\n<p>No      plano internacional, a Fran\u00e7a faz parte de v\u00e1rios organismos e pertence \u00e0      Comunidade Europ\u00e9ia (CE). No plano militar, o pa\u00eds tentou manter-se independente.      Assim \u00e9 que, embora participando da Organiza\u00e7\u00e3o do Atl\u00e2ntico Norte (OTAN),      em 1966, abandonou sua estrutura militar. Faz parte do Conselho de Seguran\u00e7a      das Na\u00e7\u00f5es Unidas e, como membro permanente, tem direito de vetar qualquer      decis\u00e3o da maioria. Pertence ainda ao Grupo dos Sete, integrado pelos pa\u00edses      mais ricos do mundo.<\/p>\n<h4>Sociedade<\/h4>\n<p>A\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0\u00e9      um dos pa\u00edses mais desenvolvidos da Europa ocidental, mas a distribui\u00e7\u00e3o da      riqueza n\u00e3o se d\u00e1 de forma equitativa.<\/p>\n<p><strong>Na      segunda metade do s\u00e9culo XX persistia uma acentuada diferen\u00e7a entre os grupos      sociais:<\/strong>\u00a0os      agricultores, por exemplo, recebiam remunera\u00e7\u00e3o muito inferior \u00e0 dos oper\u00e1rios      de ind\u00fastrias. Al\u00e9m disso, o desequil\u00edbrio econ\u00f4mico entre as regi\u00f5es era      not\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os      sindicatos se organizam principalmente de acordo com as tend\u00eancias pol\u00edticas      e a localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica. Os mais importantes s\u00e3o a Confedera\u00e7\u00e3o Geral do      Trabalho (CGT), de orienta\u00e7\u00e3o comunista, a Confedera\u00e7\u00e3o Francesa Democr\u00e1tica      do Trabalho, de tend\u00eancia cat\u00f3lica; e a For\u00e7a Oper\u00e1ria, de ideologia socialista.<\/p>\n<p>A      previd\u00eancia social, implantada na d\u00e9cada de 1930, s\u00f3 se tornou eficiente depois      da segunda guerra mundial. Cerca de oitenta por cento dos franceses se beneficiam      do seguro social, que cobre aposentadoria, gastos com m\u00e9dicos e rem\u00e9dios,      al\u00e9m de abono para fam\u00edlias numerosas.<\/p>\n<p><strong>Um      dos problemas sociais mais s\u00e9rios da Fran\u00e7a \u00e9 a escassez de moradias, agravada      pelo estado de conserva\u00e7\u00e3o das que existem:<\/strong>\u00a0um      ter\u00e7o das resid\u00eancias francesas tem mais de cem anos.<\/p>\n<p>Para      solucionar o problema, o estado d\u00e1 cr\u00e9ditos e incentivos para a constru\u00e7\u00e3o      de casas. O sistema educativo franc\u00eas caracteriza-se pela centraliza\u00e7\u00e3o, embora      os acontecimentos de maio de 1968 tenham garantido maior autonomia aos centros      universit\u00e1rios. A educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e9 obrigat\u00f3ria e gratuita nos centros de      ensino p\u00fablico e divide-se em prim\u00e1ria e secund\u00e1ria, cursada por crian\u00e7as      na faixa dos 6 aos 11 anos e dos 11 aos 15 anos, respectivamente.<\/p>\n<h4>Cultura<\/h4>\n<p>A      vida cultural francesa \u00e9 das mais intensas e influentes do mundo. Em todas      as manifesta\u00e7\u00f5es culturais e art\u00edsticas a Fran\u00e7a prestou contribui\u00e7\u00f5es fundamentais.<\/p>\n<p>A      partir do s\u00e9culo XI, a arquitetura francesa passou a desenvolver um estilo      pr\u00f3prio, o rom\u00e2nico, divulgado pelos monges da abadia de Cluny. Entre os s\u00e9culos      XII e XIV manifestou-se o estilo g\u00f3tico, presente nas catedrais de Chartres,      Reims e Notre-Dame de Paris, que alcan\u00e7ou a express\u00e3o m\u00e1xima de seu brilho      na Sainte-Chapelle de Paris. Na arte visual, destacam-se os ret\u00e1bulos, iluminuras      e a tape\u00e7aria.<\/p>\n<p>A      arquitetura do Renascimento seguiu o modelo italiano, embora com caracter\u00edsticas      pr\u00f3prias. Na pintura do per\u00edodo, os retratos foram \u00e0 modalidade preferida.<\/p>\n<p>No      final do Renascimento verificou-se uma retomada das tend\u00eancias vindas da It\u00e1lia,      que se manifestaram, no plano pict\u00f3rico, na prefer\u00eancia por cenas mitol\u00f3gicas,      buc\u00f3licas e de paisagens com perspectivas cl\u00e1ssicas. Durante o reinado de      Lu\u00eds XIV, constru\u00edram-se muitos pal\u00e1cios particulares de estilo barroco e      realizaram-se importantes projetos urban\u00edsticos (um exemplo \u00e9 a pra\u00e7a da Vit\u00f3ria)      e de jardinagem (jardins de Versalhes e Tulherias, em Paris). Seguiu-se o      estilo rococ\u00f3, no qual se destacaram os pintores Antoine Watteau e Fran\u00e7ois      Boucher, e o escultor Jean-Baptiste Pigalle. Os m\u00f3veis e a tape\u00e7aria foram      o ponto alto do estilo rococ\u00f3.<\/p>\n<p>Nos      \u00faltimos trinta anos do s\u00e9culo XVIII ocorreu um retorno \u00e0 antiguidade com o      neoclassicismo, cujo principal expoente foi Jacques-Louis David, pintor da      burguesia revolucion\u00e1ria e, em seguida, pintor oficial de Napole\u00e3o. Na arquitetura      recuperou-se a pureza e a eleg\u00e2ncia das constru\u00e7\u00f5es romanas em obras como      o Panth\u00e9on, a igreja da Madalena e o arco do Carrossel, em Paris.<\/p>\n<p>Com      a chegada do s\u00e9culo XIX e o fim do antigo regime, a pintura passou a predominar      entre as artes e Paris transformou-se no centro mundial da cultura.<\/p>\n<p><strong>Sucederam-se      as tend\u00eancias art\u00edsticas:\u00a0<\/strong>romantismo,      com Eug\u00e8ne Delacroix; paisagismo, representado por Th\u00e9odore Rousseau e Jean-Baptiste-Camille      Corot; realismo, cujo expoente m\u00e1ximo foi Gustave Courbet; e impressionismo,      com Pierre-Auguste Renoir, \u00c9douard Manet, Claude Monet, Camille Pissarro,      Alfred Sisley e outros grandes inovadores como Edgar Degas, Paul C\u00e9zanne,      Paul Gauguin e Henri de Toulouse-Lautrec.<\/p>\n<p><strong>A      preocupa\u00e7\u00e3o com a pesquisa permanente levou ao nascimento de novas tend\u00eancias      pict\u00f3ricas:<\/strong>\u00a0o      fauvismo, com Henri Matisse e Maurice de Vlaminck, o cubismo, com Georges      Braque, e o expressionismo, com Georges Rouault e \u00c9douard Goerg. Surgiram      posteriormente a pintura ing\u00eanua e o surrealismo, que levaram a pesquisa pict\u00f3rica      a outros caminhos. No campo da escultura destaca-se principalmente a figura      de Auguste Rodin, que abandonou a tend\u00eancia realista de Fran\u00e7ois Rude e Jules      Dalou e espiritualizou a escultura.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo XIX a arquitetura seguiu tend\u00eancias diferentes, como a cl\u00e1ssica, a      neog\u00f3tica e a ecl\u00e9tica. A utiliza\u00e7\u00e3o do ferro conduziu ao funcionalismo, que      teve em Alexandre-Gustave Eiffel seu representante m\u00e1ximo.<\/p>\n<p>No      s\u00e9culo XX a arquitetura foi influenciada pelo aparecimento de novos materiais      &#8212; concreto armado, a\u00e7o, pl\u00e1stico &#8212; e destacou-se o nome de \u00c9douard Jeanneret,      chamado Le Corbusier, que revolucionou a arquitetura mundial com suas id\u00e9ias      sobre espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Na      m\u00fasica, entre as principais contribui\u00e7\u00f5es francesas est\u00e3o \u00e0s can\u00e7\u00f5es de trovadores      da Idade M\u00e9dia, as inova\u00e7\u00f5es na polifonia com Jean-Philippe Rameau, a m\u00fasica      impressionista de Claude Debussy e Maurice Ravel e a m\u00fasica concreta do s\u00e9culo      XX.<\/p>\n<p>O      cinema nasceu na Fran\u00e7a, com os irm\u00e3os Louis e Auguste Lumi\u00e8re, inventores      do cinemat\u00f3grafo e os primeiros a realizar um filme. Posteriormente surgiu      a figura de Georges M\u00e9li\u00e8s, que foi o primeiro a compreender as possibilidades      do cinema no mundo do espet\u00e1culo.<\/p>\n<p><strong>Na      d\u00e9cada de 1920 surgiram dois nomes muito importantes para o cinema franc\u00eas:\u00a0<\/strong>Jean      Renoir e Ren\u00e9 Clair. A partir de 1960, um grupo de diretores novos passou      a exercer influ\u00eancia no panorama mundial, num movimento que se tornou conhecido      como nouvelle vague. Entre eles assinalam-se Alain Resnais, Jean-Luc Godard      e Fran\u00e7ois Truffaut.<\/p>\n<p>Fonte: correiogourmand.com.br<\/p>\n<h6>Fran\u00e7a<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p><strong>Conhe\u00e7a      mais a hist\u00f3ria do pa\u00eds, recheada de disputas e batalhas pelo poder<\/strong><\/p>\n<p>A      hist\u00f3ria conta que a Fran\u00e7a \u00e9 habitada a pelo menos 90 mil. O primeiro relato      concreto da civiliza\u00e7\u00e3o fazem refer\u00eancia ao povo celtaque chegou em 1500 AC.      Ap\u00f3s s\u00e9culos de conflitos com Roma, os celtas perderam seu territ\u00f3rio para      J\u00falio C\u00e9sar em 52 AC e parte da regi\u00e3o foi catequizada.<\/p>\n<p>A      Idade M\u00e9dia foi marcada por sucessivas batalhas entre diferentes dinastias.      Durante este per\u00edodo, a Fran\u00e7a tamb\u00e9m se envolveu nas Cruzadas, uma guerra      santa instigada pela Igreja, contra os n\u00e3o-crist\u00e3os. A Fran\u00e7a ainda lutou      com a Inglaterra na chamada Guerra dos Cem Anos, onde a jovem Joana D&#8217;Arc,      na \u00e9poca com 17 anos, foi o s\u00edmbolo de bravura.<\/p>\n<p>Persegui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e religiosas culminaram na Guerra das Religi\u00f5es (1562-98),      continuando a amea\u00e7ar a estabilidade do pa\u00eds durante o s\u00e9culo XVI. Em 1572,      cerca de tr\u00eas mil protestantes forma massacrados em Paris. <\/p>\n<p>Mais tarde, estes receberam direitos civis, religiosos e pol\u00edticos. No come\u00e7o      do s\u00e9culo XVII, o pa\u00eds foi mantido com o sistema de escravid\u00e3o sob comando      de Cardeal Richelieu, que estabeleceu uma monarquia absoluta e aumentou o      poder da Fran\u00e7a na Europa.<\/p>\n<p>Luis XIV subiu ao trono em 1643, com ent\u00e3o 5 anos de idade e governou at\u00e9      1715. Durante seu reinado, ele perseguiu a minoria protestante, anulou a aristocracia      feudal e criou o primeiro estado franc\u00eas centralizador. <\/p>\n<p>\u00c0 medida que o s\u00e9culo XVIII ia progredindo, o antigo regime ficou perigosamente      sem sincronismo com o restante do pa\u00eds e foi enfraquecido pelo estabelecimento      de ideais anticlericais. O envolvimento da Fran\u00e7a na Guerra dos Sete Anos      (1756-63) e na Guerra Americana pela Independ\u00eancia (1776-83) foram a ru\u00edna      financeira para a monarquia,e concedeu muni\u00e7\u00e3o para os oponentes do absolutismo      franc\u00eas.<\/p>\n<p>Quando o rei tentou neutralizar o poder dos reformistas econ\u00f4micos, a massa      urbana tomou as ruas. Em 14 de julho de 1789, a &#8220;ral\u00e9&#8221; parisiense      atacou e tempestuou a pris\u00e3o da Bastilha, \u00faltimo s\u00edmbolo do despotismo do      antigo regime. <\/p>\n<p>A principio, a revolu\u00e7\u00e3o havia sido liderada por revolucion\u00e1rios moderados,      mas neste ambiente emergiram os radicais Jacobinos, liderados por Robespierre,      Danton e Marat. Eles estabeleceram a Primeira Rep\u00fablica em 1792, mantendo      um controle virtual da ditadura que tomava o pa\u00eds durante o Reinado do Terror      (1793-94), onde houve execu\u00e7\u00f5es em massa e persegui\u00e7\u00f5es religiosas.<\/p>\n<p>Estimulado      por uma s\u00e9rie de vit\u00f3rias em terras estrangeiras, Napole\u00e3o Bonaparte assumiu      o poder dom\u00e9stico em 1799, faiscando uma s\u00e9rie de guerras, onde a Fran\u00e7a controlou      grande parte da Europa. Finalmente, uma campanha desastrosa contra a R\u00fassia      em 1812 levou Bonaparte a derrota. Ele foi deportado para a pequena ilha Elba,      no Mediterr\u00e2neo. Sua fuga e reinstala\u00e7\u00e3o como Imperador durou 100 dias, at\u00e9      que fosse derrotado pelos ingleses em Waterloo. Os ingleses o exilaram para      a remota ilha de Santa Helena, no Atl\u00e2ntico Sul, aonde veio a falecer em 1821.<\/p>\n<h4>A      partir do s\u00e9culo 19<\/h4>\n<p><strong>Saiba      mais sobre a hist\u00f3ria da Fran\u00e7a a partir da revolu\u00e7\u00e3o industrial<\/strong><\/p>\n<p>A      partir do s\u00e9culo XIX a\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0passou      por um momento sem guerras e foi quando a 3\u00aa Rep\u00fablica foi fundada. A import\u00e2ncia      do ex\u00e9rcito e da separa\u00e7\u00e3o da Igreja foram reduzidas e o estado institu\u00eddo.      Na mesma \u00e9poca, a rivalidade entre a Fran\u00e7a e Reino Unido foram amenizados,      criando um esp\u00edrito de coopera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O      envolvimento da Fran\u00e7a na 2\u00aa GM teve um alto custo:<\/strong>\u00a0mais      de um milh\u00e3o de soldados foram mortos, grandes partes do pa\u00eds foram devastadas,      a produ\u00e7\u00e3o industrial caiu e o Franco (a moeda francesa) foi seriamente desvalorizado.      O pa\u00eds saiu-se um pouco melhor durante a guerra, quando foi capitulados a      Alemanha e o lacaio governo Vichy foi instalado. O General Charles de Gaulle,      sub-secret\u00e1rio de guerra, estabeleceu resist\u00eancia em Londres, e em meados      de 1944 a Fran\u00e7a foi liberada das For\u00e7as Aliadas.<\/p>\n<p>De Gaulle retornou a Paris e estabeleceu um governo provis\u00f3rio, mas renunciou      como presidente, em 1946. Incentivados pelos americanos, os franceses retomaram      o controle colonial na Indochina, mas suas for\u00e7as forma derrotadas por militares      de Ho Chi Minh em 1954. <\/p>\n<p>A Fran\u00e7a tamb\u00e9m tentou pressionar a independ\u00eancia da Arg\u00e9lia. De Gaulle voltou      ao poder em 1958 e negociou o t\u00e9rmino da guerra na Arg\u00e9lia 4 anos depois.      Nesse meio tempo, a maioria das col\u00f4nias francesas na \u00c1frica conseguiram sua      independ\u00eancia.<\/p>\n<p>Em      maio de 1969, protestos de estudantes e trabalhadores em greve surpreenderam      o pa\u00eds (e o mundo todo) culminando em uma grande paralisa\u00e7\u00e3o. Assim que a      anarquia foi suspensa, De Gaulle foi ao ar em TV nacional e pediu ao pa\u00eds      que se acalmasse, e deixasse que ele governasse o pa\u00eds. E assim foi feito.      O governo ent\u00e3o reformou o sistema educacional, e De Gaulle se manteve como      presidente no ano seguinte.<\/p>\n<p>O flex\u00edvel socialista Fran\u00e7ois Mitterand foi presidente da Fran\u00e7a de 1981      a 1995. Em maio de 1995, ele foi sucedido por Jacques Chirac, que tomou o      lugar dos socialistas e da pol\u00edtica anti-imigra\u00e7\u00e3o de Jean-Marie Le Pen, candidato      oponente. <\/p>\n<p>A s\u00e9rie de bombas que foram detonadas em Paris e Lyon a partir de julho de      1995, por terroristas protestando contra o suporte franc\u00eas ao governo argeliano,      contribuiu para um sentimento de xenofobismo e desencadeou uma falsa legitimidade      da Frente Nacionalista racista.<\/p>\n<p>Chirac defendeu fortemente a Uni\u00e3o Europ\u00e9ia, o que aumentou sua popularidade,      mas sua decis\u00e3o de conduzir testes nucleares na ilha polin\u00e9sia de Mururoa      no final de 1995. Essa a\u00e7\u00e3o foi alvo de cr\u00edticas nacionais e internacionais.<\/p>\n<p> Internamente, os limites que Chirac imp\u00f4s ao sistema de pagamento de benef\u00edcios      resultaram num dos maiores protestos que a Fran\u00e7a teve, desde 1968. Greves      no setor p\u00fablico, no final de 1995, levaram Paris a uma paralisa\u00e7\u00e3o, o que      afetou a economia t\u00e3o gravemente que a participa\u00e7\u00e3o na UE tornou-se duvidosa.<\/p>\n<p>A      na\u00e7\u00e3o foi empurrada para o cen\u00e1rio internacional em 1997, quando um acidente      automobil\u00edstico matou a Princesa Diana. Em 1998 a Fran\u00e7a ainda venceu a Copa      do Mundo de Futebol, por 3 a 0 contra o favorito Brasil.<\/p>\n<p>No      come\u00e7o de 2003 a Fran\u00e7a voltou a ser not\u00edcia quando insistiu que vetaria qualquer      resolu\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas no Conselho de Seguran\u00e7a nas quest\u00f5es relativas      a uma poss\u00edvel guerra contra o Iraque. Embora os EUA tenham ignorado a resolu\u00e7\u00e3o,      a rela\u00e7\u00e3o entre os dois pa\u00edses ainda permanece amig\u00e1vel.<\/p>\n<h4>Pol\u00edtica<\/h4>\n<p>A      Fran\u00e7a \u00e9 uma re\u00fablica democr\u00e1tica semi-presidencialista.<\/p>\n<p><strong>O      governo franc\u00eas tamb\u00e9m \u00e9 repartido em tr\u00eas poderes:\u00a0<\/strong>o      legislativo, o executivo e o judici\u00e1rio, assim como no nosso pa\u00eds.<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Poder        Executivo<\/strong><\/p>\n<p>O presidente        \u00e9 eleito por sufr\u00e1gio direto e universal e reside oficialmente no Pal\u00e1cio        do Eliseu, em Paris. Seu mandato \u00e9 de 5 anos. \u00c9 ele que nomeia o Primeiro-Ministro        e preside o conselho de ministros. Ao primeiro-ministro, cuja resid\u00eancia        oficial \u00e9 o Pal\u00e1cio Matignon, cabe a coordena\u00e7\u00e3o do governo.<\/p>\n<p><strong>Poder        Legislativo<\/strong><\/p>\n<p><strong>O        Parlamento franc\u00eas \u00e9 bicameral, assim como por aqui:<\/strong>\u00a0Senado,        eleito indiretamente, e a Assembl\u00e9ia Nacional, eleita pelo voto popular.        O mandato dos representantes do Senado \u00e9 de 6 anos e, a cada 3 anos, um        ter\u00e7o das vagas \u00e9 submetida \u00e0 elei\u00e7\u00e3o. A Assembl\u00e9ia Nacional possui maior        for\u00e7a que o Senado, podendo vetar seus projetos.<\/p>\n<p><strong>Poder        Judici\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>O poder        se divide em dois no pa\u00eds, em tribunais civis e penais. A fun\u00e7\u00e3o do primeiro        \u00e9 a de julgar conflitos que surgem entre pessoas. A do segundo \u00e9 julgar        infra\u00e7\u00f5es e crimes.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Economia<\/h4>\n<p>A      economia da\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0\u00e9      fruto da jun\u00e7\u00e3o de um extenso setor privado com uma interven\u00e7\u00e3o estatal expressiva.      Grandes \u00e1reas com terrenos f\u00e9rteis, aplica\u00e7\u00e3o de tecnologia de ponta e v\u00e1rios      subs\u00eddios fizeram do pa\u00eds o principal produtor agr\u00edcola da Europa Ocidental.<\/p>\n<p>O      pa\u00eds tem destaque na ind\u00fastria de autom\u00f3veis, aeron\u00e1utica, aliment\u00edcia, al\u00e9m      de uma agropecu\u00e1ria bastante avan\u00e7ada. Destacam-se, tamb\u00e9m, as ind\u00fastrias      mec\u00e2nica, el\u00e9trica e qu\u00edmica, geralmente situadas perto dos centros urbanos.      A Fran\u00e7a tamb\u00e9m desenvolveu extraodin\u00e1ria tecnologia avan\u00e7ada no ramo da inform\u00e1tica,      al\u00e9m da eletr\u00f4nica. Finalmente, destaca-se o crescimento expressivo da ind\u00fastria      de armamentos, sendo o pa\u00eds uma das maiores pot\u00eancias militares do mundo.<\/p>\n<p>At\u00e9      meados do s\u00e9culo XIX, o pa\u00eds era voltado principalmente para a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola,      com importantes atividades que envolviam o artesanato. O desenvolvimento dos      meios de transporte, na segunda metade daquele s\u00e9culo, acelerou a concentra\u00e7\u00e3o      de atividades industriais em algumas \u00e1reas, principalmente nas que ficavam      pr\u00f3ximas aos grandes centros urbanos.<\/p>\n<p>Na      produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, os destaques s\u00e3o o trigo, batata-doce, milho, cevada, uva,      batata, frutas, aveia, girassol, hortali\u00e7as, beterraba, tabacos e vinhos.<\/p>\n<p>Na      pecu\u00e1ria e pesca suas maiores produ\u00e7\u00f5es s\u00e3o as de bovinos, s\u00fainos, ovinos,      caprinos, bacalhau, badejo e sardinha.<\/p>\n<p>Importantes      produ\u00e7\u00f5es de min\u00e9rios ficam por conta do carv\u00e3o, ferro, sais de pot\u00e1ssio,      bauxita, zinco, chumbo, ouro, petr\u00f3leo, g\u00e1s natural, gipsita e a\u00e7o.<\/p>\n<p>Na      ind\u00fastria qu\u00edmica, alguns dos commodities s\u00e3o o cimento, produtos sider\u00fargicos,      produtos qu\u00edmicos, alum\u00ednio, autom\u00f3veis, avi\u00f5es, m\u00e1quinas, metal\u00fargica e produtos      de alta tecnologia de ponta.<\/p>\n<h4>Popula\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>A      popula\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>Fran\u00e7a<\/strong>\u00a0est\u00e1      estimada em 64,4 milh\u00f5es, sendo que aproximadamente 17% desse contingente      vivem ao redor de Paris, em sua regi\u00e3o metropolitana. A m\u00e9dia da taxa de crescimento      da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de 0,6%. A popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa \u00e9 de 25 milh\u00f5es.      Cerca de 20% da popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 passou dos 60 anos, o que o caracteriza como      um pa\u00eds em envelhecimento.<\/p>\n<p>Uma      ampla variedade de religi\u00f5es \u00e9 praticada no pa\u00eds, pois a liberdade de culto      \u00e9 um direito assegurado na Constitui\u00e7\u00e3o vigente. De acordo com a \u00faltima pesquisa,      publicada em 2007, 51% da popula\u00e7\u00e3o se disseram cat\u00f3licos, 31% agn\u00f3sticos      ou ateus, 4% se declararam mu\u00e7ulmanos, 3% protestantes e 1% judeus.<\/p>\n<p>Em      2003, o crescimento natural da popula\u00e7\u00e3o francesa foi respons\u00e1vel por quase      todo o crescimento na Uni\u00e3o Europ\u00e9ia. Em 2004, seu crescimento foi de 0,68%      e cresce at\u00e9 os dias de hoje.<\/p>\n<p>Em      2004, mas de 140 mil pessoas imigraram para o pa\u00eds. Desses, quase 91 mil vieram      da \u00e1frica e 13 mil da europa. A Fran\u00e7a \u00e9 um pa\u00eds com grande diversidade \u00e9tnica.      De acordo com um estudo, h\u00e1 quase 5 milh\u00f5es de imigrantes estrangeiros, sendo      que 2 milh\u00f5es conseguiram a cidadania. A popula\u00e7\u00e3o rural tem ca\u00eddo bastante      nas \u00faltimas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>A      l\u00edngua oficial do pa\u00eds \u00e9 o franc\u00eas. \u00c9 o \u00fanico pa\u00eds da europa ocidental que      n\u00e3o possui mais de uma l\u00edngua oficial. Entretanto, s\u00e3o faladas 77 l\u00ednguas      regionais em todos os lugares do pa\u00eds. Nos \u00faltimos anos, essas l\u00ednguas tem      sido ensinadas em algumas escolas.<\/p>\n<h4>Principais      Cidades<\/h4>\n<p><strong>Paris<\/strong><\/p>\n<p>A      cidade tem o dom de estimular os seus sentidos! A cidade \u00e9 a ess\u00eancia do povo      franc\u00eas. Com in\u00fameras avenidas a serem descobertas, v\u00e1rios monumentos e arte      espalhada por toda parte te encher\u00e3o os olhos! Sua culin\u00e1ria \u00e9 \u00fanica e aclamada      no mundo inteiro! Voc\u00ea poder\u00e1 se deliciar com uma sele\u00e7\u00e3o fant\u00e1stica de pratos      feitos a partir de ingredientes como o queijo, chocolate, vinho e frutos do      mar. H\u00e1 tamb\u00e9m a possibilidade de voc\u00ea andar pela bastilha usando apenas seus      patins! E, como n\u00e3o poderia faltar, por que n\u00e3o dar uma passadinha para conhecer      a torre Eiffel, a mais famosa do mundo?<\/p>\n<p>A      maioria dos museus e lojas s\u00e3o fechadas nos feriados p\u00fablicos. Quando eles      caem na ter\u00e7a ou na quinta, normalmente as segundas e as sextas s\u00e3o enforcadas.<\/p>\n<p>O      dia nacional da Fran\u00e7a, que acontece em 14 de julho, comemora a queda da bastilha,      que deu in\u00edcio \u00e0 famosa revolu\u00e7\u00e3o francesa. O feriado \u00e9 celebrado com muita      festa e fogos de artif\u00edcio por toda a cidade!<\/p>\n<p>Muitos      das atra\u00e7\u00f5es do lugar ficam bem perto do seu rio, e seus quartiers possuem      suas personalidades, para que voc\u00ea possa ter contato com v\u00e1rias coisas sem      ter que andar muito. Os museus, monumentos e as duas ilhas s\u00e3o frequentemente      visitadas por turistas!<\/p>\n<p>Seja      l\u00e1 o que voc\u00ea goste, em Paris voc\u00ea tem muitas op\u00e7\u00f5es! Para come\u00e7ar a noite,      voc\u00ea pode ir a uma \u00f3pera ou a um clube de jazz. Logo depois, poder\u00e1 ir a uma      boate curtir uma boa m\u00fasica eletr\u00f4nica ou simplesmente se entregar ao ritmo      contagiante da salsa! O cinema e teatro s\u00e3o op\u00e7\u00f5es literalmente sem limites!      Os que j\u00e1 estiverem sem energias podem recuper\u00e1-las indo a um dos in\u00fameros      bares que a cidade oferece!<\/p>\n<p><strong>Marselha<\/strong><\/p>\n<p>A      cidade cosmopolita de Marselha \u00e9 a cidade mais velha da Fran\u00e7a. Seus destaques      s\u00e3o a m\u00fasica e o seu time de futebol! Mistura elementos antigos com contempor\u00e2neos,      gerando uma atmosfera \u00fanica no mundo!<\/p>\n<p>Suas      belezas naturais s\u00e3o de tirar o f\u00f4lego! Ilhas paradis\u00edacas, in\u00fameras praias,      uma vida marinha riqu\u00edssima e fiordes monumentais te esperam para uma das      melhores viagens da sua vida!<\/p>\n<p>Em      mar\u00e7o, a cidade celebra o seu carnaval. J\u00e1 em junho, no Chateau Gombert, h\u00e1      o festival Saint \u00c9loi, o padroeiro dos agricultores. Em julho, acontece a      maior competi\u00e7\u00e3o de bacias, que n\u00e3o pode ser perdida!<\/p>\n<p>Em      agosto, h\u00e1 uma prociss\u00e3o para Notre Dame de la Garde e a Catedral matriz.      No m\u00eas de outubro, a Fiesta des Suds toma conta da Doca des Suds e contagia      a todos com uma festa sem igual! Al\u00e9m desses, h\u00e1 o Festival de M\u00fasica Sagrada,      combinado ao bel\u00edssimo mar mediterr\u00e2neo!<\/p>\n<p>Marselha      celebra o natal de uma forma muito especial! O gros souper, tradicional festa      de natal, \u00e9 acompanhado \u00e0s famosas treze sobremesas e o pompe \u00e0 l&#8217;huile, que      \u00e9 um tipo de massa confeccionada especialmente para essa ocasi\u00e3o!<\/p>\n<p><strong>Lyon<\/strong><\/p>\n<p>Lyon      \u00e9 a capital gastron\u00f4mica da Fran\u00e7a, com in\u00fameros pratos e uma grande quantidade      de restaurantes \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o! Acrescente a essa receita dois maravilhosos      rios, alguns anfiteatros romanos e uma boa dose de arquitetura renascentista      e voc\u00ea ter\u00e1 dias de muita divers\u00e3o e lazer!<\/p>\n<p>Al\u00e9m      de suas divers\u00f5es, Lyon \u00e9 uma cidade com grande influ\u00eancia comercial e financeira      para o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Sua      cultura permite a voc\u00ea desfrutar de uma cidade que oferece op\u00e7\u00f5es para os      mais quietos e para os mais agitados! Se voc\u00ea \u00e9 quieto, v\u00e1 a um dos v\u00e1rios      museus de arte espalhados pela cidade, por exemplo! Se voc\u00ea gosta de ambientes      mais agitados, escolha uma das boates dispon\u00edveis e n\u00e3o se arrepender\u00e1!<\/p>\n<p>Nas      \u00e9pocas mais quentes, o Tout L&#8217;Monde Dehors e o Les Nuits de Fourvi\u00e8re te oferecem      dias de apresenta\u00e7\u00f5es e shows ao vivo ao ar livre! J\u00e1 no inverno, o espet\u00e1culo      fica por conta da F\u00eate des Lumi\u00e8res, um distinto festival com o frio como      tema! \u00d3tima pedida para voc\u00ea que gosta de apreciar temperaturas mais baixas!<\/p>\n<p>Fonte: www.portaldointercambio.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fran\u00e7a, Pa\u00eds, Europa, Capital, Cidade, Idioma, Hist\u00f3ria, Europa, Turismo, Economia, Religi\u00e3o, Cultura, Clima, Geografia, Localiza\u00e7\u00e3o, Fran\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-52351","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Fran\u00e7a, 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