{"id":51248,"date":"2016-06-17T13:33:50","date_gmt":"2016-06-17T13:33:50","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=51248"},"modified":"2016-06-17T13:37:06","modified_gmt":"2016-06-17T13:37:06","slug":"parintins","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins","title":{"rendered":"Parintins"},"content":{"rendered":"<p>O\u00a0<strong>Festival Folcl\u00f3rico de Parintins&gt;<\/strong>\u00a0come\u00e7ou      sua festa no formato atual em 1964, \u00e9poca aonde j\u00e1 se destacava a rivalidade      entre a torcida do Boi Garantido e do Boi Caprichoso. A festa do boi, como      \u00e9 chamada pelo povo, acontece todos os dias no cora\u00e7\u00e3o dos amazonenses. <\/p>\n<p>Os ensaios, a confec\u00e7\u00e3o das alegorias, fantasias e coreografias t\u00eam in\u00edcio      dois meses antes do grande evento celebrado no bumb\u00f3dromo, com capacidade      para 35 mil expectadores. A disputa baseia-se em lendas locais, que ano ap\u00f3s      ano, voltam a povoar o imagin\u00e1rio popular, representando a hist\u00f3ria do homem      amazonense atrav\u00e9s de uma grande festa. <\/p>\n<p>A rivalidade \u00e9 ferrenha, mas os advers\u00e1rios se respeitam. Os integrantes      do Caprichoso, ou do Garantido, limitam-se a chamar o rival de &#8220;contr\u00e1rio&#8221;.      No Bumb\u00f3dromo, constru\u00eddo em 1988 e considerado a maior obra cultural e desportiva      do Estado do Amazonas, cada Boi se apresenta durante 3 horas nos tr\u00eas dias      de festival. A ordem das apresenta\u00e7\u00f5es \u00e9 sempre definida por sorteio.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint58.jpg\" alt=\"Parintins\" width=\"303\" height=\"225\" title=\"Parintins\" \/><br \/>\n     Bumb\u00f3dromo &#8211; Parintins<\/strong><\/p>\n<h4>Bumb\u00f3dromo do festival<\/h4>\n<p><strong>Inaugurado em 1988, o Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes      divide Parintins ao meio, marcando o limite dos currais de Garantido e Caprichoso:\u00a0<\/strong>com      capacidade para 35 mil espectadores, o Bumb\u00f3dromo \u00e9 considerado a maior obra      cultural e desportiva do Estado do Amazonas.<\/p>\n<p>Boi Garantido (vermelho), conhecido como &#8220;Boi do pov\u00e3o&#8221;, divide      o espa\u00e7o com o Boi Caprichoso (azul), considerado como &#8220;Boi da elite&#8221;.      Durante a festa apenas 5% dos ingressos s\u00e3o vendidos, e o restante \u00e9 gratuito      para os espectadores do festival, cujos port\u00f5es s\u00e3o abertos \u00e0s 14 horas durante      os dias do evento.<\/p>\n<p>Seja vermelho ou azul, se voc\u00ea chegar cedo conseguir\u00e1 pegar um lugar melhor      na arquibancada. E se n\u00e3o conseguir entrar, seguramente voc\u00ea acompanhar\u00e1 a      festa atrav\u00e9s de um dos cinco tel\u00f5es de 20 metros quadrados, colocados na      face externa do Bumb\u00f3dromo.<\/p>\n<p>S\u00e3o mais de 10.000 m2, com cadeiras numeradas, arquibancadas especiais, camarotes      e cabines para autoridades. O Bumb\u00f3dromo tem o formato de um boi estilizado,      onde a cabe\u00e7a \u00e9 representada pela tribuna de honra e os dois acessos laterais      lembram os chifres.<\/p>\n<p> A arena e a arquibancada d\u00e3o o contorno do animal. Em 2003 pela primeira      vez na hist\u00f3ria do Festival, um presidente da Rep\u00fablica prestigiou o evento.      Lu\u00eds In\u00e1cio Lula da Silva ficou encantado com o que assistiu na arena, com      o talento do caboclo amazonense.<\/p>\n<p>Nessa festa, religiosidade e folclore se misturam entre animais da floresta,      figuras do imagin\u00e1rio popular e \u00edndios. Os quatro mil integrantes de cada      Boi contam ano ap\u00f3s ano a hist\u00f3ria de Pai Francisco e M\u00e3e Catirina, a qual      tem um desejo incontrol\u00e1vel de comer l\u00edngua de boi durante a gravidez, e pede      a seu marido para saci\u00e1-lo. <\/p>\n<p>Para cumprir a tarefa, Pai Francisco mata o boi preferido do patr\u00e3o, que      o descobre. Em seguida um padre e um paj\u00e9 s\u00e3o chamados e salvam o boi, que      ressuscita e perdoa Pai Francisco e M\u00e3e Catirina.<\/p>\n<h4>Sobre a cidade<\/h4>\n<p>Conhecida pelo festival do Boi-bumb\u00e1, que no m\u00eas de junho apresenta a competi\u00e7\u00e3o      dos Bois Caprichoso (Azul) e Garantido (Vermelho), Parintins foi fundada no      s\u00e9culo XVIII, ainda dentro do estado do Gr\u00e3o-Par\u00e1 (atual estado do Amazonas).      Mas seus primeiros habitantes foram os \u00edndios Mau\u00e9s, Sapup\u00e9s, e Parintins      (da\u00ed a origem do nome).<\/p>\n<p>Foi no ano de 1796 que a mando do governo portugu\u00eas, Jos\u00e9 Pedro Cordovil      aportou \u00e0 regi\u00e3o, denominando-a Tupinambara. J\u00e1 em 1803, \u00e9 criada no local      uma miss\u00e3o religiosa, denominada Vila Nova da Rainha.<\/p>\n<p>Em 1848 o local foi elevado \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de Vila (j\u00e1 ent\u00e3o integrada ao Estado      do Amazonas), chamando-se ent\u00e3o Vila nova da Imperatriz. E finalmente, sendo      em 1880 elevada ao status de cidade, e rebatizada Parintins, como at\u00e9 hoje      \u00e9 conhecida.<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o:&gt;<\/strong>\u00a0Localizada \u00e0 margem direita do      rio Amazonas, na ilha de Tupinambarana.<\/p>\n<p><strong>Coordenadas Geogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Latitude -&gt;<\/strong>\u00a02\u00ba 36\u0092 48&#8243; Sul<br \/>\n<strong>Longitude -&gt;<\/strong>\u00a056\u00ba 44\u0092 Oeste<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Dist\u00e2ncias:&gt;<\/strong>\u00a0Manaus &#8211; 369 km em linha reta e      420 km por via fluvial<\/p>\n<p><strong>Limites:<\/strong><\/p>\n<p><strong>O Munic\u00edpio de Parintins, constitu\u00eddo pelos Distritos de Mocambo      e Parintins, tem os seus limites assim definidos:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Com o Estado do Par\u00e1:\u00a0<\/strong>Come\u00e7a na boca do igarap\u00e9      do Val\u00e9rio na margem direita do rio Amazonas, defronte \u00e0 Serra de Parintins;      desta serra, pela linha geod\u00e9sica que limita o Estado do Amazonas com o Estado      do Par\u00e1, at\u00e9 alcan\u00e7ar sua interse\u00e7\u00e3o com o divisor de \u00e1guas rios Andir\u00e1-Uaicupar\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Com o Munic\u00edpio de Barreirinha:<\/strong><\/p>\n<p>Come\u00e7a na interse\u00e7\u00e3o do divisor de \u00e1guas rios Andir\u00e1-Uaicupar\u00e1 com a linha      geod\u00e9sica que limita o Estado do Amazonas com o Estado do Par\u00e1; esse divisor,      para norte, at\u00e9 alcan\u00e7ar a boca de cima do furo Uaicupar\u00e1; este furo por sua      linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar sua boca de baixo no paran\u00e1 do Ramos; este paran\u00e1,      por sua linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar o furo das Colheiras; este furo, por sua      linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar o paran\u00e1 do Lim\u00e3o; este paran\u00e1, por sua linha      mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar o encontro do paran\u00e1 do Lim\u00e3ozinho com o paran\u00e1 Urucurituba;      este paran\u00e1, por sua linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar o lago Arapap\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Com o Munic\u00edpio de Urucurituba:&gt;<\/strong>\u00a0Come\u00e7a na boca      do lago Arapap\u00e1, no paran\u00e1 de Urucurituba. Desta boca, por uma linha, at\u00e9      alcan\u00e7ar a boca de cima do paran\u00e1 do Mocambo, na margem esquerda do rio Amazonas;      este rio, subindo por esta margem, at\u00e9 alcan\u00e7ar a localidade Ponta do Remanso.<\/p>\n<p><strong>Com o Munic\u00edpio de Nhamund\u00e1:\u00a0<\/strong>Come\u00e7a na margem      esquerda do rio Amazonas, na Ponta do Remanso; subindo este rio at\u00e9 a Barreira      do Paur\u00e1, desta barreira, por uma linha, at\u00e9 alcan\u00e7ar as cabeceiras do igarap\u00e9      Aduac\u00e1, este igarap\u00e9 por uma linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar a boca do paran\u00e1      do Cabori; este paran\u00e1, por sua linha mediana at\u00e9 alcan\u00e7ar sua boca no lago      Cabori; o paralelo desta boca, para leste, at\u00e9 alcan\u00e7ar o paran\u00e1, por sua      linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar o rio Caldeir\u00e3o este rio, por sua linha mediana      at\u00e9 alcan\u00e7ar sua conflu\u00eancia com a margem esquerda do rio Amazonas; desta      conflu\u00eancia, por uma linha, at\u00e9 alcan\u00e7ar a conflu\u00eancia do igarap\u00e9 do Val\u00e9rio,      na margem direita do rio Amazonas, defronte \u00e0 Serra de Parintins. Divisas      interdistritais.<\/p>\n<p><strong>Entre o Distrito de Mocambo e Parintins:&gt;<\/strong>\u00a0Come\u00e7a      na boca do paran\u00e1 do Cabori, no igarap\u00e9 Aduac\u00e1, o paran\u00e1 do Cabori, por sua      linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar sua boca no lago Cabori, o meridiano desta boca      para sul, at\u00e9 alcan\u00e7ar sua interse\u00e7\u00e3o com o paran\u00e1 do Lim\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Clima:&gt;<\/strong>\u00a0Tropical chuvoso e \u00famido.<\/p>\n<p><strong>Vegeta\u00e7\u00e3o:&gt;<\/strong>\u00a0A vegeta\u00e7\u00e3o, t\u00edpica da regi\u00e3o Amaz\u00f4nica      \u00e9 formada por florestas de v\u00e1rzea e terra firme, tendo ao seu redor um relevo      composto por lagos, ilhotes e uma pequena serra.<\/p>\n<p><strong>Linguagem do Festival<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Arraial:&gt;<\/strong>\u00a0Com\u00e9rcio de comidas t\u00edpicas e atividades        s\u00f3cioculturais.<br \/>\n<strong>Contr\u00e1rio:\u00a0<\/strong>Denomina\u00e7\u00e3o dada ao torcedor do        outro boi, em \u00e9poca de festival a rivalidade \u00e9 t\u00e3o grande que se recusam        a pronunciar o nome do boi &#8220;contr\u00e1rio&#8221;.<br \/>\n<strong>Figura:\u00a0<\/strong>Personagem do boi.<strong>\u00a0Exemplos:&gt;<\/strong>\u00a0Bicho        folharal, Dona Aurora, Neguinho do Campo Grande etc&#8230;<br \/>\n<strong>Galera:&gt;<\/strong>\u00a0Torcida.<br \/>\n<strong>Cunh\u00e3 Poranga:\u00a0<\/strong>Mo\u00e7a Bonita.<br \/>\n<strong>Marujada de Guerra:\u00a0<\/strong>Nome dado a batucada do        Caprichoso.<br \/>\n<strong>Palminha:\u00a0<\/strong>Dois peda\u00e7os de madeira retangular        (ita\u00faba ou sucupira) usado para marcar o ritmo das toadas.<br \/>\n<strong>QG:\u00a0<\/strong>Local onde s\u00e3o confeccionadas as fantasias.<br \/>\n<strong>Toada:\u00a0<\/strong>M\u00fasica.<br \/>\n<strong>Tripa:&gt;<\/strong>\u00a0Pessoa que brinca embaixo do boi.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Culin\u00e1ria<\/h4>\n<p>O pescado \u00e9 a base da alimenta\u00e7\u00e3o do amazonense. Com mais de 2 mil esp\u00e9cies      de peixes, a gastronomia local oferece uma variedade de pratos com predomin\u00e2ncia      ind\u00edgena, alem da influ\u00eancia portuguesa, africana e francesa. Junto com as      deliciosas frutas tropicais de sabor marcante, com pimentas e a farinha de      mandioca, a culin\u00e1ria regional \u00e9 uma comprova\u00e7\u00e3o da exuberante e rica natureza      amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Os principais peixes s\u00e3o o Tambaqui (Colossama macropomum), servido assado      ou como caldeirada, o Pirarucu (Arapaima gigas) conhecido como o bacalhau      da regi\u00e3o pelo processo de conserva\u00e7\u00e3o utilizando o sal. H\u00e1 tamb\u00e9m o Tucunar\u00e9      ( Cichia Ocollaris) de sabor delicado utilizado para as calderadas ou o Jaraqui,      muito consumido pela popula\u00e7\u00e3o com farinha e molho de pimenta.<\/p>\n<p>A culin\u00e1ria local reserva para o pescado um ex\u00f3tico acompanhamento.<\/p>\n<p>A farinha de mandioca de v\u00e1rios tipos \u00e9 uma das principais combina\u00e7\u00f5es junto      com as verduras e pimentas malagueta, murupi ou de cheiro. Normalmente s\u00e3o      servidas com o molho do tucupi, tamb\u00e9m extra\u00eddo da mandioca e de sabor marcante      com um alto grau de acidez.<\/p>\n<p>Para acompanhar as refei\u00e7\u00f5es o ideal s\u00e3o os sucos de frutas regionais que      tamb\u00e9m servem de base para os doces, geleias e sorvetes de sabor delicioso      e incomum. As frutas mais apreciadas s\u00e3o cupua\u00e7u, graviola, tapereb\u00e1, buriti,      maracuj\u00e1 etc, al\u00e9m do refrigerante de guaran\u00e1 da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<h4>Artesanato<\/h4>\n<p>Com madeira, ra\u00edzes de \u00e1rvores, cip\u00f3s, palhas, sementes, fibras naturais      e penas artificiais o nosso artesanato pede ser encontrado nas comunidades      locais, no Porto Mercado e bumb\u00f3dromo. Ressaltamos os adornos com contas coloridas      feitos pelos ind\u00edgenas Sat\u00e9re-Maw\u00ea e Wai-Wai.<\/p>\n<p>O artesanato popular \u00e9 feito em palha, cuia, juta e muitos outros materiais.      J\u00e1 o ind\u00edgena usa penas e grande variedade de sementes que formam colares,      brincos, cocares e outros tipos de adere\u00e7os. E, na \u00e9poca do Festival Folcl\u00f3rico,      tamb\u00e9m pode ser encontrado miniaturas dos bois esculpidas em isopor e gesso      e as camisas com motivos folcl\u00f3ricos, tamb\u00e9m s\u00e3o encontradas em v\u00e1rias lojas      da cidade.<\/p>\n<p>Fonte: www.geocities.com<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Durante as viagens explorat\u00f3rias da Coroa Portuguesa em 1796, a Ilha Tupinambarana,      hoje Munic\u00edpio de\u00a0<strong>Paritins<\/strong>, foi descoberta pelo      Capit\u00e3o de Mil\u00edcias Jos\u00e9 Pedro Cordovil. A regi\u00e3o era habitada pelos \u00edndios      Tupinamb\u00e1 &#8211; de onde surgiu o nome da ilha &#8211; e tamb\u00e9m pelas tribos Sapup\u00e9,      Peruviana, Mundurucu, Mawe e Parintins. No ano de 1803, uma miss\u00e3o religiosa      sob a dire\u00e7\u00e3o do frei Jos\u00e9 das Chagas, denominada Vila Nova da Rainha, instalou-se      no lugar.<\/p>\n<p>Em 1833, essa Miss\u00e3o foi elevada \u00e0 categoria de Freguesia, mudando o nome      para Nossa Senhora do Carmo de Tupinambarana.<\/p>\n<p>Em 15 de outrubro de 1852 a eleva\u00e7\u00e3o da Vila \u00e9 efetivada, passando em ent\u00e3o      a se chamar Vila Bela da Imperatriz.<\/p>\n<p>Em 25 de Dezembro de 1880 a sede do munic\u00edpio passou a se chamar Parintins,      nome vindo dos \u00edndios Parintins ou Parintintins, antigos habitantes do local.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 em 1991, na vig\u00eancia da divis\u00e3o administrativa, o Munic\u00edpio era      composto de quatro distritos:\u00a0<\/strong>Parintins (sede), Paran\u00e1      do Ramos, Nhamund\u00e1 e Xiburi. Mais tarde, foi criado o distrito da Ilha das      Cotias, que em 1950 passou a constituir o Munic\u00edpio de Nhamund\u00e1. Extinta a      antiga divis\u00e3o distrital, o Munic\u00edpio de Parintins \u00e9 constituido pela cidade      de Parintins (sede) e pelas agrovilas de Mocambo e Cabury.<\/p>\n<p><strong>Linha do Tempo<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>1803 &#8211;\u00a0<\/strong>Passa de fazenda de Cordovil \u00e0 categoria        de miss\u00e3o, com o nome de Vila Nova da Rainha.<br \/>\n<strong>1833 &#8211;\u00a0<\/strong>Passa a se chamar Freguesia de Nossa        Senhora do Carmo de Tupinambarana.<br \/>\n<strong>1848 -&gt;<\/strong>\u00a0elevada \u00e0 categoria de Vila Bela da        Imperatriz.<br \/>\n<strong>1852 &#8211;\u00a0<\/strong>\u00c9 criado o Munic\u00edpio de Parintins. (25\/12\/1880)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Atrativos Naturais<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Praias:&gt;<\/strong>\u00a0On\u00e7as, Guaribas, Pacoval e Marinho.<br \/>\n<strong>Lagos:\u00a0<\/strong>Parananema, Macurany, Aninga, Z\u00e9 A\u00e7u,        Val\u00e9ria e Uaiacupar\u00e1.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Economia<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Pesca, pecu\u00e1ria, com\u00e9rcio e turismo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Ficha de Parintins<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Dimens\u00e3o:\u00a0<\/strong>7.069 Km2.<br \/>\n<strong>Localiza\u00e7\u00e3o:&gt;<\/strong>\u00a0Margem direita do rio Amazonas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Fronteiras<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Norte:\u00a0<\/strong>Nhamund\u00e1<br \/>\n<strong>Sul:\u00a0<\/strong>Barreirinha<br \/>\n<strong>Oeste:\u00a0<\/strong>Urucurituba<strong><br \/>\n       Leste:\u00a0<\/strong>Par\u00e1<br \/>\n<strong>Altitude:\u00a0<\/strong>50m acima do n\u00edvel do mar.<br \/>\n<strong>Clima:\u00a0<\/strong>tropical, chuvoso e \u00famido<br \/>\n<strong>Temperatura:\u00a0<\/strong>Max.: 30,5\u00ba e Min.: 24,6\u00ba<br \/>\n<strong>Inverno: d<\/strong>ezembro a maio (\u00e9poca de chuva)<br \/>\n<strong>Ver\u00e3o:\u00a0<\/strong>junho a novembro<br \/>\n<strong>Vegeta\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>floresta de v\u00e1rzea e terra firme.<br \/>\n<strong>Popula\u00e7\u00e3o:&gt;<\/strong>\u00a0estima-se em mais de 100 mil habitantes<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Dist\u00e2ncia PARINTINS\/MANAUS<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Linha Reta:&gt;<\/strong>\u00a0325 Km<br \/>\n<strong>Via Fluvial :\u00a0<\/strong>370 Km<br \/>\n<strong>Popula\u00e7\u00e3o:&gt;<\/strong>\u00a090.150 (IBGE)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: parintins.com<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<p><strong>Parintins\u00a0<\/strong>\u00e9 pura festa. \u00c9 um dos mais importantes      patrim\u00f4nios culturais da Am\u00e9rica Latina, gra\u00e7as \u00e0 mundialmente famosa Festa      do Boi.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Festival Folcl\u00f3rico de Parintins\u00a0<\/strong>\u00e9      uma festa a c\u00e9u aberto, onde competem o Boi Garantido, de cor vermelha, e      o Boi Caprichoso, de cor azul. N\u00e3o deixe de escolher para qual boi voc\u00ea vai      torcer, o conhe\u00e7a as toadas, que s\u00e3o os enredos da competi\u00e7\u00e3o e visite os      \u0093currais\u0094 \u0096 que s\u00e3o os locais de ensaio e confec\u00e7\u00e3o das alegorias.<\/p>\n<p>O \u0093Bumb\u00f3dromo\u0094, arena da competi\u00e7\u00e3o dos bois-bumb\u00e1s com capacidade      para at\u00e9 35 mil pessoas \u00e9 o Centro Cultural Amazonino Mendes, aberto a visita\u00e7\u00e3o      o ano inteiro.<\/p>\n<p>Mas Parintins n\u00e3o para por a\u00ed, a cidade \u00e9 um verdadeiro festival de festivais,      que acontecem o tempo todo. A riqueza cultural do povo amazonense sempre aparece      em meio a muita festa.<\/p>\n<p>Cidade cercada de belezas naturais, Parintins, a ilha do Para\u00edso, se completa      mesmo pelo povo que tem. Os atrativos tur\u00edsticos se tornam, portanto, importantes,      mas n\u00e3o fundamentais.<\/p>\n<h4><strong>Como Chegar<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Por via a\u00e9rea:\u00a0<\/strong>V\u00f4os di\u00e1rios a partir de Manaus.<\/p>\n<p><strong>Por via fluvial<\/strong><\/p>\n<p>Barcos t\u00eam sa\u00edda di\u00e1ria de Manaus<\/p>\n<blockquote>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel chegar a Parintins via terrestre, pois n\u00e3o h\u00e1 estradas na        regi\u00e3o.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Para chegar a Parintins, tr\u00eas s\u00e3o os pontos obrigat\u00f3rios de partida:&gt;<\/strong>\u00a0as      cidades de Manaus, Bel\u00e9m ou Santar\u00e9m.<\/p>\n<p>Santar\u00e9m \u00e9 a cidade mais pr\u00f3xima a Parintins, algumas horas de barco e poucos      minutos de avi\u00e3o. Existem linhas a\u00e9reas di\u00e1rias e barcos que fazem o transporte      entre as duas cidades.<\/p>\n<p>Manaus \u00e9 o grande ponto de partida em dire\u00e7\u00e3o a Parintins. Todas as operadoras      de turismo da cidade est\u00e3o dirigidas ao Festival durante os meses de maio      e junho. Existem sa\u00eddas di\u00e1rias para Parintins no aeroporto e no Porto de      Manaus.<\/p>\n<p>Geralmente, entre 20 de junho e 5 de julho o n\u00famero de v\u00f4os multiplica e      chegam a sair v\u00f4os de Manaus de hora em hora em dire\u00e7\u00e3o a Parintins.<\/p>\n<p>Fonte: turismobrasil.gov.br<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<p>A cidade de\u00a0<strong>Parintins&gt;<\/strong>\u00a0foi fundada      em 1793 localizando-se \u00e0 margem direita do Rio Amazonas, tendo em seu povo      uma express\u00e3o art\u00edstica reconhecida mundialmente atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o do      Festival Folcl\u00f3rico. A Ilha Tupinambarana, como \u00e9 conhecida, foi primitivamente      habitada pelos \u00edndios Tupinamb\u00e1s, Mau\u00e9s e Sapup\u00e9s.<\/p>\n<p>Tem um relevo formado por florestas de v\u00e1rzea e terra firme, por lagos, ilhas      e uma pequena serra que faz divisa dos estados do Amazonas e do Par\u00e1.<\/p>\n<p>A serra de Parintins circunda uma expressiva \u00e1rea rica na fauna e flora.      Na lateral \u00e9 presente o lago da Val\u00e9ria que \u00e9 a porta de entrada do estado      para o turismo de natureza.<\/p>\n<p>No rio Uaicurap\u00e1, em sua \u00e9poca de vazante (agosto a fevereiro), surgem as      belas praias fluviais com areias brancas e \u00e1guas escuras, n\u00e3o muito longe      o visitante pode curtir as ilhas do Pacoval, das On\u00e7as e das Guaribas.<\/p>\n<p>O Folclore \u00e9 considerado a maior manifesta\u00e7\u00e3o cultural do Brasil. A partir      de 12 de junho os folguedos juninos come\u00e7am a se apresentar nas quadras das      escolas e no Bumb\u00f3dromo (arena com formato estilizado de cabe\u00e7a de um boi      e uma capacidade para 35 mil espectadores).<\/p>\n<p>S\u00e3o Quadrilhas, Cord\u00f5es de P\u00e1ssaros, Xaxados e Bois-Bumb\u00e1s trazidos pela      migra\u00e7\u00e3o nordestina no in\u00edcio deste s\u00e9culo. O concurso se estende at\u00e9 o final      junho, dando lugar a disputa do Caprichoso e Garantido que aqui tomaram caracter\u00edsticas      pr\u00f3prias com a miscigena\u00e7\u00e3o ind\u00edgena. Lendas como a da &#8220;Cobra Grande&#8221;      ganham vida na m\u00e3o dos artistas do festival e enriquecem as apresenta\u00e7\u00f5es      dos Bumb\u00e1s.<\/p>\n<p>Na arena, desfilam figuras, como rainhas, princesas, animais estilizados      e personagens do folclore brasileiro como o Curupira, a Iara, o Boto Tucuxi      e muitos outros. Mas o ponto alto \u00e9 a encena\u00e7\u00e3o da &#8220;morte do boi&#8221;.      Resumindo, a hist\u00f3ria \u00e9 simples. M\u00e3e Catirina est\u00e1 gr\u00e1vida e deseja comer      l\u00edngua de boi. Pai Francisco, com medo do filho n\u00e3o nascer com sa\u00fade, satisfaz      o desejo da esposa e mata o boi de seu amo. O amo descobre e resolve prender      Pai Francisco com a ajuda dos \u00edndios. Depois de muito sofrer, ele \u00e9 salvo      pelo padre e pelo paj\u00e9. Esse consegue a fa\u00e7anha de ressuscitar o boi. Com      o boi vivo novamente, a festa reinicia-se e segue intensa.<\/p>\n<p>Fonte: www.amandafontes.xpg.com.br<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<h4>Festival Folcl\u00f3rico de Parintins<\/h4>\n<p>Dias 28, 29 e 30 de junho eram dedicados exclusivamente aos espet\u00e1culos proporcionados      pelos dois bumb\u00e1s rivais, CAPRICHOSO e GARANTIDO, que durante horas em cada      noite encenam um verdadeiro ritual amaz\u00f4nico com Pai Francisco, M\u00e3e Catirina,      Tuxauas, Cunh\u00e3 Poranga, Paj\u00e9 e suas in\u00fameras tribos, lendas e rituais ind\u00edgenas.      Dan\u00e7am em c\u00edrculo ao som das toadas e o toque das palminhas ao ritmo cateret\u00ea      (ind\u00edgena), carimb\u00f3 e marcha.\u00a0<strong>Em uma decis\u00e3o que contraria      a tradi\u00e7\u00e3o do Festival desde 2005 o festival \u00e9 realizado no \u00faltimo final de      semana do m\u00eas de junho, sexta\/s\u00e1bado\/domingo, \u00e9 a tradi\u00e7\u00e3o se rendendo ao      lado comercial, que no entendimento de alguns tal mudan\u00e7a pode atrair mais      p\u00fablico e renda.<\/strong><\/p>\n<p>As torcidas ornamentam seus redutos com muita criatividade para completarem      o show inesquec\u00edvel. Ao entrar na arena o boi bumb\u00e1 \u00e9 recebido com uma salva      de fogos de artif\u00edcios e o grito de guerra da plateia ecoa diante do sil\u00eancio      da galera contr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Linguagem do Festival<\/p>\n<p><b>Arraial\u00a0<\/b>&#8211; Com\u00e9rcio de comidas t\u00edpicas e atividades socioculturais.<\/p>\n<p><b>Contr\u00e1rio\u00a0<\/b>&#8211; Denomina\u00e7\u00e3o dada ao torcedor do outro boi,      em \u00e9poca de festival a rivalidade \u00e9 t\u00e3o grande que se recusam a pronunciar      o nome do boi &#8220;contr\u00e1rio&#8221;.<\/p>\n<p><b>Figura\u00a0<\/b><strong>&#8211; Personagem do boi, exemplo:&gt;<\/strong>\u00a0Bicho      folharal, Dona Aurora, Neguinho do Campo Grande etc&#8230;<\/p>\n<p><b>Galera\u00a0<\/b>&#8211; Torcida.<\/p>\n<p><b>Cunh\u00e3 Poranga&gt;<\/b>\u00a0&#8211; Mo\u00e7a Bonita.<\/p>\n<p><b>Marujada de Guerra&gt;<\/b>\u00a0&#8211; Nome dado a batucada do Caprichoso.<\/p>\n<p><b>Palminha\u00a0<\/b>&#8211; Dois peda\u00e7os de madeira retangular (ita\u00faba      ou sucupira) usado para marcar o ritmo das toadas.<\/p>\n<p><b>QG&gt;<\/b>\u00a0&#8211; Local onde s\u00e3o confeccionadas as fantasias.<\/p>\n<p><b>Toada\u00a0<\/b>&#8211; M\u00fasica.<\/p>\n<p><b>Tripa\u00a0<\/b>&#8211; Pessoa que brinca embaixo do boi.<\/p>\n<h4>Mais descritivos da cidade e do Festival<\/h4>\n<p><strong>Parintins&gt;<\/strong>\u00a0fica distante de Manaus 420km (leste)      por via fluvial, por via a\u00e9rea s\u00e3o 350km e a viagem leva em torno de 1 hora.      Com mais de 90 mil habitantes a cidade \u00e9 localizada na margem direita do rio      Amazonas, a Ilha Tupinambarana. A vegeta\u00e7\u00e3o, t\u00edpica da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, \u00e9      formada por floresta de v\u00e1rzea e terra firme, tendo ao seu redor um relevo      composto por lagos, ilhotas e uma pequena serra. No rio Uaiacurap\u00e1, na \u00e9poca      da vazante, surgem as belas praias fluviais.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m procuradas pelos banhistas, as ilhas do Pacoval, das On\u00e7as do largo      Mar e das Guaribas t\u00eam ainda a vantagem de serem ricas em flora e fauna. Para      os apreciadores da pesca esportiva, as op\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m s\u00e3o variadas. Macurany,      Parananema, Aninga, Z\u00e9 A\u00e7u, Val\u00e9ria e Uaiacurap\u00e1 s\u00e3o alguns dos muitos lagos      piscosos da regi\u00e3o. A serra de Parintins \u00e9 outro atrativo natural que merece      ser visitado. \u00c9 uma pequena forma\u00e7\u00e3o de 152 metros de altitude circundada      por espessa vegeta\u00e7\u00e3o, no seu p\u00e9, estende-se o Lago da Val\u00e9ria, velho conhecido      dos pescadores. Cidade limpa e aconchegante, Parintins tem tudo para agradar      o visitante. Para os adeptos do &#8220;turismo cultural&#8221;, a dica \u00e9 incluir      na programa\u00e7\u00e3o uma visita \u00e0 igreja do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, constru\u00edda      em 1883; \u00e0s casas situadas na Rua Benjamin da Silva e Pra\u00e7a Eduardo Ribeiro;      e \u00e0s ru\u00ednas da Vila Amaz\u00f4nica, resultado da migra\u00e7\u00e3o japonesa para a regi\u00e3o,      estimulada pelo cultivo da juta na d\u00e9cada de 30.<\/p>\n<p>Parintins se transforma com a chegada do m\u00eas de junho. Dividida nas cores      vermelho e azul dos bumb\u00e1s, Caprichoso e Garantido, \u00e9 palco da maior manifesta\u00e7\u00e3o      cultural da regi\u00e3o norte do Brasil, o Festival Folcl\u00f3rico de Parintins. No      final do m\u00eas de junho as aten\u00e7\u00f5es se voltam para as apresenta\u00e7\u00f5es dos bois      Caprichoso e Garantido, que h\u00e1 quase 80 anos brincam nas ruas da cidade e      dividem &#8220;o cora\u00e7\u00e3o&#8221; do povo da ilha. O espet\u00e1culo proporcionado      pelos bumb\u00e1s durante os tr\u00eas dias vale o esfor\u00e7o dos 10 mil brincantes que,      durante tr\u00eas horas por noite dan\u00e7am ao som das &#8220;toadas&#8221; e dos repiques      das batucadas. Diante de uma plateia de mais de 35 mil espectadores, a criatividade      do Parintinense parece inesgot\u00e1vel. Lendas como a da &#8220;Cobra Grande&#8221;      ganham vida na m\u00e3o dos artistas do festival e enriquecem as apresenta\u00e7\u00f5es      dos Bumb\u00e1s. Nas arquibancadas, o espet\u00e1culo n\u00e3o \u00e9 menor. As &#8220;galeras&#8221;,      como s\u00e3o conhecidas as torcidas organizadas dos dois bois, ornamentam seus      territ\u00f3rios da melhor forma poss\u00edvel, com bandeirinhas, bal\u00f5es, fitas, pain\u00e9is      luminosos e tudo o que a imagina\u00e7\u00e3o mandar. Se o boi que est\u00e1 na arena \u00e9 aquele      do seu cora\u00e7\u00e3o, deliram entoando as can\u00e7\u00f5es e batendo vigorosamente as &#8220;palminhas&#8221;      de madeira em ritmo cadenciado. Mas se o bumb\u00e1 na arena \u00e9 seu &#8220;contr\u00e1rio&#8221;,      o sil\u00eancio \u00e9 total. A entrada de cada bumb\u00e1 no Centro Cultural de Parintins,      batizado carinhosamente de Bumb\u00f3dromo, \u00e9 antecipada por uma salva de fogos      de artif\u00edcio e pelo grito de guerra dos &#8220;brincantes&#8221;, que ecoa diante      da multid\u00e3o ansiosa. Na arena, desfilam figuras, como rainhas, princesas,      animais estilizados e personagens do folclore brasileiro como o Curupira,      a Iara, o Boto Tucuxi e muitos outros. Mas o ponto alto \u00e9 a encena\u00e7\u00e3o da &#8220;morte      do boi&#8221;. Resumindo, a hist\u00f3ria \u00e9 simples. M\u00e3e Catirina est\u00e1 gr\u00e1vida e      deseja comer l\u00edngua de boi. Pai Francisco, com medo do filho n\u00e3o nascer com      sa\u00fade, satisfaz o desejo da esposa e mata o boi de seu amo. O amo descobre      e resolve prender Pai Francisco com a ajuda dos \u00edndios. Depois de muito sofrer,      ele \u00e9 salvo pelo padre e pelo paj\u00e9. Esse consegue a fa\u00e7anha de ressuscitar      o boi. Com o boi vivo novamente, a festa reinicia-se e segue intensa, num      ritmo fren\u00e9tico que contagia a todos e n\u00e3o deixa ningu\u00e9m imune.<\/p>\n<p>Fonte: viverde.com.br<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<p>Nome originado da tribo dos Parintintins, antigos habitantes do lugar.<\/p>\n<p>Na segunda metade do s\u00e9culo XVIII, v\u00e1rias viagens de explora\u00e7\u00e3o do rio Amazonas      foram efetuadas a mandado do governo Portugu\u00eas. Na viagem realizada em 1796,      o capit\u00e3o Jos\u00e9 Pedro Cordovil resolveu ficar numa das ilhas formadas pelo      grande rio, onde desembarcou \u0093com os seus escravos e agregados\u0094      para \u0093dedicarem-se \u00e0 pesca de pirarucu nos lagos pr\u00f3ximos e tamb\u00e9m \u00e0      agricultura\u0094. Encontraram como habitantes da regi\u00e3o os \u00edndios Sapup\u00e9s      e Mau\u00e9s. A estes juntaram-se mais tarde os Peruvianos, Uapixabas e Mundurucus.      Habitavam tamb\u00e9m a regi\u00e3o, mais para o recesso do munic\u00edpio. Eram os Paritintins      antrop\u00f3fagos e viviam em lutas constantes com as tribos vizinhas, principalmente,      com os Mundurucus, seus inimigos mais ferrenhos. Cordovil deu ao local a denomina\u00e7\u00e3o      de Tupinambarana. Poucos anos ap\u00f3s, havendo Cordovil obtido do governo de      Dona Maria a doa\u00e7\u00e3o de uma sesmaria nas proximidades do lago Miriti, para      ali se transferiu com a sua gente, ofertando Tupinambarana \u00e0 rainha D. Maria      I.<\/p>\n<p>H\u00e1 diverg\u00eancias quanto \u00e0 data da cria\u00e7\u00e3o da freguesia. Antonio C. R. Bitencourt      em seu livro \u0093Mem\u00f3ria do Munic\u00edpio de Parintins\u0094, \u00e0 p\u00e1gina 15 informa      que a \u0093Vila Nova da Rainha foi elevada \u00e0 freguesia com a denomina\u00e7\u00e3o      de Tupinambarana pelo Decreto de 25 de julho de 1832 do Governo do Par\u00e1.\u0094      Mais adiante, \u00e0 p\u00e1gina 90, informa que \u0093dizem que a freguesia foi criada      pela lei paraense de 28 de junho de 1832\u0094. Prosseguindo, informa ainda      que no \u0093mapa n. 3, anexo ao relat\u00f3rio do Vig\u00e1rio geral da Prov\u00edncia,      de 17 de agosto de 1858, consta que essa freguesia foi criada em 1803\u0094.<\/p>\n<p><strong>Pela Lei n. 146, de 24 de outubro de 1848, da Prov\u00edncia do Par\u00e1,      foi satisfeita a t\u00e3o acalentada aspira\u00e7\u00e3o dos habitantes de Tupinambarana:&gt;<\/strong>\u00a0A      Freguesia fora elevada \u00e0 categoria de vila com a denomina\u00e7\u00e3o de Vila Nova      da Rainha. Datou, conseq\u00fcentemente, da\u00ed a cria\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio com territ\u00f3rio      desmembrado do de Mau\u00e9s. A comarca foi criada pela Lei provincial de 24 de      setembro de 1858, compreendendo os termos de Vila Bela da Imperatriz e Vila      da Concei\u00e7\u00e3o. Em 1881, foi desmembrado do munic\u00edpio de Parintins o territ\u00f3rio      que constituiu o munic\u00edpio de Vila Nova de Barreirinha.<\/p>\n<p>Na divis\u00e3o administrativa de 1933, aparece com um distrito apenas \u0096      o do mesmo nome.<\/p>\n<p><strong>Nas divis\u00f5es territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31      de dezembro de 1937, figurava com dois distritos:\u00a0<\/strong>Parintins      1\u00ba e Parintins 2\u00ba. J\u00e1 no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual n. 69, de 31      de mar\u00e7o de 1938, modificado pelo Decreto Estadual n. 78, de 9 de maio do      mesmo ano, figura o munic\u00edpio com um s\u00f3 distrito \u0096 o da sede.<\/p>\n<p>Em virtude do Decreto-lei Estadual n. 176, de 1\u00ba de dezembro de 1938, foi      criado o distrito o distrito de Ilha das Cotias.<\/p>\n<p><strong>Passando ent\u00e3o o munic\u00edpio a constituir-se de dois distritos:&gt;<\/strong>\u00a0Parintins      e Ilhas das Cotias.<\/p>\n<p>Pela Lei n. 226, de 24 de setembro de 1952, a comarca de Parintins perdeu      os termos judici\u00e1rios de Barreirinha e Urucar\u00e1, que se transformaram em comarca      por for\u00e7a da mesma Lei. A comarca de Barreirinha, todavia a \u00e9poca tamb\u00e9m n\u00e3o      tinha sido instalada. Em virtude da lei estadual n. 96, de 19 de dezembro      de 1955, foi desmembrado do munic\u00edpio de Parintins o distrito da Ilha das      Cotias que, por for\u00e7a dessa mesma lei passou a constituir o munic\u00edpio de Nhamund\u00e1.<\/p>\n<p>Fonte: www.ivs.am.gov.br<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria do Festival<\/h4>\n<p>O nascer do boi-bumb\u00e1 de Parintins e seu crescimento<\/p>\n<p>S\u00e3o in\u00fameras as vers\u00f5es para o surgimento dos bois de Parintins. Quem \u00e9 torcedor      do Garantido diz que o boi contr\u00e1rio veio depois. Quem \u00e9 amante do Caprichoso      diz que seu bumb\u00e1 surgiu antes. Enfim, datas exatas n\u00e3o existem. Existem sim      hist\u00f3rias e est\u00f3rias.<\/p>\n<p>Sabe-se que os bois-bumb\u00e1s de Parintins s\u00e3o hoje parte de um grande movimento      de massa e o maior produto cultural do Amazonas.<\/p>\n<p>O Festival Folcl\u00f3rico de Parintins \u00e9 respons\u00e1vel por movimentar milh\u00f5es de      reais na economia regional, impulsionar o turismo e \u0096 segundo alguns      pesquisadores das ci\u00eancias humanas e sociais \u0096, colaborar com a manuten\u00e7\u00e3o      da identidade regional dos povos da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Mesmo caracterizado como um mega-espet\u00e1culo, as origens da festa remontam      a caracteres da cultura popular e folcl\u00f3rica. Os bois de Parintins sofrem      um grande emaranhado de influ\u00eancias culturais. A religiosidade, os temas ind\u00edgenas      e amaz\u00f4nicos, a cultura nordestina, e at\u00e9 mesmo a m\u00eddia televisiva ajudaram      a moldar a maior manifesta\u00e7\u00e3o cultural do Estado do Amazonas.<\/p>\n<h4>A f\u00e9 e as origens<\/h4>\n<p>Mesmo ap\u00f3s conversas com moradores antigos, primeiros brincantes e folcloristas      da ilha Tupinambarana n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil chegar a um consenso sobre a origem dos      bumb\u00e1s.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o oral de Parintins conta, em vers\u00f5es variadas, que o Boi Caprichoso      foi criado pelos Irm\u00e3os Cid e o Boi Garantido pelo parintinense Lindolfo Monteverde.<\/p>\n<p>Os irm\u00e3os Jo\u00e3o Roque, F\u00e9lix e Raimundo Cid nasceram em Crato, no Cear\u00e1. Eles      vieram para o Amazonas em busca de trabalho em seringais da borracha, se encantaram      com a ilha de Parintins e resolveram viver na cidade.<\/p>\n<p>Uma das vers\u00f5es conta que Roque Cid, teria feito uma promessa para S\u00e3o Jo\u00e3o      ap\u00f3s enfrentar algumas dificuldades financeiras e de sa\u00fade j\u00e1 em Parintins.      Outra vers\u00e3o diz que os irm\u00e3os Cid fizeram uma promessa para conseguir uma      boa vida, ainda no Cear\u00e1, e partiram em busca de uma nova terra.<\/p>\n<p>Independente do motivo que gerou a promessa, o pagamento ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o      do pedido seria o ato de colocar um boizinho para brincar nas ruas em homenagem      ao santo. A promessa foi atendida e o boi passou a brincar nas ruas de Parintins.<\/p>\n<p>Supostamente, a origem do nome Caprichoso se deu ap\u00f3s os Cid conhecerem o      advogado parintinense Jos\u00e9 Furtado Bel\u00e9m. Ele j\u00e1 conhecia um outro boi-bumb\u00e1      chamado de Caprichoso, que brincava no bairro Pra\u00e7a 14, em Manaus, ent\u00e3o sugeriu      a ado\u00e7\u00e3o do mesmo nome. A sugest\u00e3o foi acatada e o boi dos Cid batizado como      Caprichoso.<\/p>\n<p>Em 1913 nasceu o boi-bumb\u00e1 Caprichoso, que teve Jos\u00e9 Furtado como seu primeiro      padrinho.<\/p>\n<p>H\u00e1 moradores mais antigos da ilha de Parintins que contradizem essa vers\u00e3o      e acreditam que os bois Galante e Garantido nasceram antes do Caprichoso.<\/p>\n<p>O boi Galante teria sido criado por Em\u00edlio Vieira, tamb\u00e9m conhecido como      o Tracaj\u00e1. Devido a uma briga interna, Emilio teria deixado o boi de lado      e os irm\u00e3os Cid passaram a tomar conta do bumb\u00e1. O fato teria ocorrido em      20 de outubro de 1913, data considerada como o dia oficial da funda\u00e7\u00e3o do      Caprichoso.<\/p>\n<p>O boi-bumb\u00e1 Garantido foi fundado por Lindolfo Monteverde, um negro parintinense,      descendente de nordestinos. Os seus familiares contam que ap\u00f3s contrair mal\u00e1ria      em um seringal, foi feita uma promessa para S\u00e3o Jo\u00e3o. Se a sa\u00fade de Monteverde      fosse restabelecida ele colocaria um boizinho para brincar nas ruas em honra      ao santo.<\/p>\n<p>S\u00e3o Jo\u00e3o atendeu a s\u00faplica e nasceu em 1913 o boi-bumb\u00e1 Garantido. Os primeiros      anos de brincadeira contavam com a participa\u00e7\u00e3o de Pai Francisco, Catirina,      M\u00e3e Maria, pai da Mata, Gazumbar e vaqueiros.<\/p>\n<h4>Uma &#8216;s\u00e1tira sagrada&#8217;<\/h4>\n<p>A exalta\u00e7\u00e3o da figura do boi \u00e9 comum em v\u00e1rias civiliza\u00e7\u00f5es e a liga\u00e7\u00e3o dele      com o sagrado tamb\u00e9m. No antigo Egito o touro \u00c1pis era cultuado, na \u00cdndia      a vaca ganha ares de divindade. Em Parintins, o boi servia como meio de homenagear      os santos e expressar a f\u00e9.<\/p>\n<p>Mas, al\u00e9m da fun\u00e7\u00e3o religiosa, brincar de boi representava tamb\u00e9m um meio      de express\u00e3o da cultura marginal, popular.<\/p>\n<p>Nos prim\u00f3rdios da festa \u0096 quando se celebrava o auto do boi \u0096 o      boi-bumb\u00e1 era c\u00f4mico e grotesco, uma verdadeira s\u00e1tira.<\/p>\n<p>O auto \u00e9 resqu\u00edcio da cultura nordestina e contava a hist\u00f3ria da morte e      ressurrei\u00e7\u00e3o do boi preferido do dono da fazenda \u0096 morto para atender      o desejo de M\u00e3e Catirina, uma negra gr\u00e1vida, esposa de Pai Francisco, que      queria comer a l\u00edngua do touro preferido do amo.<\/p>\n<p>Era teatraliza\u00e7\u00e3o de uma realidade oposta aos interesses da elite. A exalta\u00e7\u00e3o      dos interesses da classe tida como marginal, dos negros, dos funcion\u00e1rios,      que afrontavam o dono da fazendo ao atender os desejos de uma negra gr\u00e1vida.<\/p>\n<p>A s\u00e1tira perdeu lugar para outras formas. O enredo do boi-bumb\u00e1 foi se adequando      aos novos tempos e de 1913 at\u00e9 os dias atuais recebeu a influ\u00eancia de muitos      elementos.<\/p>\n<p>Se antes a festa servia para satirizar, hoje se pode dizer que serve para      conscientizar sobre as quest\u00f5es amaz\u00f4nicas e a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o      ambiental.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 80 o teatro de Pai Francisco e M\u00e3e Catirina perdeu espa\u00e7o e      as figuras ind\u00edgenas foram paulatinamente introduzidas na festa. O boi-bumb\u00e1      passou a ganhar ares mais caboclos. As lendas, rituais estilizados e retratos      da vida do homem amaz\u00f4nico passaram a ser encenados.<\/p>\n<h4>O nascer do festival<\/h4>\n<p>Os bois rivais Caprichoso e Garantido dan\u00e7avam em apresenta\u00e7\u00f5es nas ruas      e quadras de Parintins. Nas d\u00e9cadas de 50 e 60 a rivalidade era tamanha que      havia brigas e confrontos entre os brincantes dos bois.<\/p>\n<p>Superando a rivalidade, os bois dan\u00e7aram em uma noite beneficente para a      constru\u00e7\u00e3o da Catedral de Parintins, ap\u00f3s sugest\u00e3o de Jos\u00e9 Preferida. Depois      disso, Jansen Godinho, que dan\u00e7ava a dan\u00e7a do Cacetinho em Manaus, no ano      de 1965, sugeriu a cria\u00e7\u00e3o de um festival folcl\u00f3rico.<\/p>\n<p>A Juventude Alegre da Catedral (JAC), o padre Augusto Gianola, Xisto, Raimundo      Muniz, entre outros, ajudaram a apadrinhar a festa, que cinco anos depois      passou a ser custeada pela prefeitura.<\/p>\n<p>Em 1979, devido a conflitos entre simpatizantes dos bois, as apresenta\u00e7\u00f5es      passaram a ocorrer no est\u00e1dio de futebol Tupi Cantanhede. Apenas tr\u00eas anos      depois Caprichoso e Garantido passaram a se apresentar no local do atual Bumb\u00f3dromo,      em um palco de madeira.<\/p>\n<p>Em 1988 foi inaugurado o Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes, mais      conhecido como arena do Bumb\u00f3dromo. Local onde \u00e9 realizado o Festival Folcl\u00f3rico      de Parintins at\u00e9 os dias de hoje.<\/p>\n<h4>Os itens julgados<\/h4>\n<p>Nem sempre os itens apresentados foram os mesmos. Havia a porta-estandarte,      que dan\u00e7ava de vestido, similar as das escolas de samba; o toureiro; os primeiros      \u00edndios (com tra\u00e7os inspirados nos filmes de faroeste norte-americano); a Miss      Boi \u0096 substitu\u00edda pela atual cunh\u00e3-poranga.<\/p>\n<p><strong>Entre os itens que comp\u00f5e as apresenta\u00e7\u00f5es dos bois est\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>APRESENTADOR:&gt;<\/strong>\u00a0uma esp\u00e9cie de mestre de cerim\u00f4nia,        que conduz a encena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>LEVANTADOR DE TOADAS:\u00a0<\/strong>o cantor respons\u00e1vel        por defender o item toada letra e m\u00fasica.<\/p>\n<p><strong>BATUCADA OU MARUJADA:&gt;<\/strong>\u00a0fazem parte do bloco        musical, d\u00e3o a sustenta\u00e7\u00e3o r\u00edtmica \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>RITUAL IND\u00cdGENA:&gt;<\/strong>\u00a0recria\u00e7\u00e3o de modo estilizado        de algum ritual de alguma tribo ind\u00edgena da regi\u00e3o amaz\u00f4nica<\/p>\n<p><strong>PORTA-ESTANDARTE:&gt;<\/strong>\u00a0representa o s\u00edmbolo do        Boi em movimento. Leva o estandarte com o tema do boi<\/p>\n<p><strong>AMO DO BOI:\u00a0<\/strong>no auto do boi \u00e9 o dono da fazenda.        Tira versos e faz desafios ao boi contr\u00e1rio<\/p>\n<p><strong>SINHAZINHA DA FAZENDA:&gt;<\/strong>\u00a0\u00e9 a filha do dono        da fazenda<\/p>\n<p><strong>RAINHA DO FOLCLORE:&gt;<\/strong>\u00a0sintetiza os elementos        do folclore amaz\u00f4nico e as lendas encenadas<\/p>\n<p><strong>CUNH\u00c3-PORANGA:&gt;<\/strong>\u00a0\u00e9 a representa\u00e7\u00e3o da beleza        e garra da mulher amaz\u00f4nica<\/p>\n<p><strong>BOI BUMB\u00c1 EVOLU\u00c7\u00c3O:&gt;<\/strong>\u00a0\u00e9 o pr\u00f3prio boi e sua        dan\u00e7a. A coreografia e os movimentos devem ser similares aos de um boi real<\/p>\n<p><strong>TOADA (LETRA E M\u00daSICA):&gt;<\/strong>\u00a0m\u00fasica que \u00e9 avaliada        em harmonia e conte\u00fado<\/p>\n<p><strong>PAJ\u00c9:&gt;<\/strong>\u00a0\u00e9 o curandeiro, o sacerdote da tribo<\/p>\n<p><strong>TRIBOS IND\u00cdGENAS:&gt;<\/strong>\u00a0representa\u00e7\u00e3o de modo estilizado        das etnias amaz\u00f4nicas<\/p>\n<p><strong>PAI FRANCISCO E M\u00c3E CATIRINA:&gt;<\/strong>\u00a0resqu\u00edcios        do auto do boi. O casal que corta a l\u00edngua do boi<\/p>\n<p><strong>TUXAUAS:&gt;<\/strong>\u00a0s\u00e3o os chefe das tribos<\/p>\n<p><strong>FIGURA T\u00cdPICA REGIONAL:&gt;<\/strong>\u00a0s\u00edmbolos humanos        da cultura amaz\u00f4nica (ex: o caboclo; o seringueiro; a mulher cabocla; o        mateiro etc)<\/p>\n<p><strong>ALEGORIA:&gt;<\/strong>\u00a0estrutura art\u00edstica que serve como        cen\u00e1rio para a apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>LENDA AMAZ\u00d4NICA:&gt;<\/strong>\u00a0encena\u00e7\u00e3o baseado no lend\u00e1rio        ind\u00edgena<\/p>\n<p><strong>VAQUEIRADA:&gt;<\/strong>\u00a0servem como os guardi\u00f5es do boi,        com suas lan\u00e7as dan\u00e7am em volta dele e representam a tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>GALERA:&gt;<\/strong>\u00a0\u00e9 o nome dado para as torcidas. Tamb\u00e9m        s\u00e3o avaliadas, devem dan\u00e7ar, cantar e interagir com o espet\u00e1culo. Durante        a apresenta\u00e7\u00e3o do boi contr\u00e1rio a torcida n\u00e3o pode se manifestar, em respeito        ao concorrente<\/p>\n<p><strong>ORGANIZA\u00c7\u00c3O E CONJUNTO FOLCL\u00d3RICO &#8211; APOTEOSE:&gt;<\/strong>\u00a0organiza\u00e7\u00e3o        e apresenta\u00e7\u00e3o do conjunto de itens individuais, art\u00edsticos e coletivos        na arena<\/p>\n<p><strong>COREOGRAFIA:&gt;<\/strong>\u00a0as dan\u00e7as apresentados durante        todo o espet\u00e1culo<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Leandro Tapaj\u00f3s<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: boideparintins.com.br<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<p>O Boi-bumb\u00e1 \u00e9 representado, durante todo o m\u00eas de junho, em todos os estados      amaz\u00f4nicos como parte das festejos juninos &#8211; mais animados, no norte do pa\u00eds,      do que o pr\u00f3prio Carnaval.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Festival Folcl\u00f3rico de Parintins<\/strong>, no Amazonas,      tem sua hist\u00f3ria representada pelos grupos de Boi-bumb\u00e1 divididos entre os      currais do Boi Garantido (de cora\u00e7\u00e3o vermelho) e o do Boi Caprichoso (de estrela      azul). \u00c9 f\u00e1cil identificar nas apresenta-\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas componentes de v\u00e1rias      culturas, como a ib\u00e9rica e a \u00e1rabe. No entanto, a cultura ind\u00edgena, \u00e9 que      d\u00e1 as mais fortes caracter\u00edsticas do folguedo, considerado a maior festa popular      amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Os Bois de Parintins, Caprichoso e Garantido, existem desde 1913, mas o festival      foi oficializado em 1966, transformando-se no maior espet\u00e1culo folcl\u00f3rico      do Brasil e a segunda maior festa popular do mundo.<\/p>\n<p>O Bumb\u00f3dromo de Parintins foi inau-gurado em 24 de junho e aberto para o      22\u00ba Festival Folcl\u00f3rico, em 1988; tem 35 mil lugares, entre camarotes, arquibancadas      especiais e arquibancadas gratuitas e \u00e9 dividido em duas partes rigorosamente      iguais para as torcidas do Caprichoso, representada pela cor azul, e a do      Garantido, cor vermelha. Cada um dos lados da arquibancada \u00e9 pintado com a      cor de um Boi.<\/p>\n<p>Os quatro mil brincantes (foli\u00f5es) e cada um dos grupos can-tam e contam      na arena do Bumb\u00f3dromo a lenda do Boi-Bumb\u00e1. As fantasias e as alegorias,      que podem chegar a 30 metros de altura, revelam a criatividade do povo local.      Dias 28, 29 e 30 de junho s\u00e3o dedicados exclusivamente aos espet\u00e1culos dos      dois bumb\u00e1s rivais, Caprichoso (azul) e Garantido (vermelho), que encenam      um verdadeiro ritual amaz\u00f4nico com Pai Francisco, M\u00e3e Catirina, Tuxauas, Cunh\u00e3      Poranga, Paj\u00e9 e suas in\u00fameras tribos, lendas e rituais ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>H\u00e1 d\u00e9cadas eles, o Boi Caprichoso e o Boi Garantido dispu-tam a condi\u00e7\u00e3o      de melhor boi de Parintins. E quem escolhe \u00e9 o p\u00fablico, que se divide entre      o vermelho e o azul. Ganha quem mais fizer vibrar a plat\u00e9ia. Raz\u00e3o pelo qual      os grupos n\u00e3o pou-pam esfor\u00e7os nem economizam anima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: colecaoitan.org<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<h4><strong>A hist\u00f3ria do Boi-Bumb\u00e1<\/strong><\/h4>\n<p>Em uma fazenda com muitos animais vivia tamb\u00e9m um boi muito bonito que era      querido por todos. Principalmente por seu dono, que o adorava. Com o dono      do boi, trabalhava Negro Francisco. Sua esposa estava esperando um beb\u00ea.<\/p>\n<p>Um certo dia ela ficou com desejo de comer l\u00edngua de boi, do boi mais bonito      da fazenda, o boi de seu patr\u00e3o.<\/p>\n<p>O Negro Francisco foi atr\u00e1s do boi pegar a sua l\u00edngua, pois n\u00e3o queria que      seu filho nascesse com cara de l\u00edngua.<\/p>\n<p>Quando o fazendeiro descobriu, mandou os \u00edndios que moravam em suas terras,      ca\u00e7arem Negro Francisco que, asustado, saiu correndo ao encontro do paj\u00e9 para      pedir ajuda.<\/p>\n<p>O paj\u00e9 conseguiu fazer com que o boi ficasse vivo e tivesse sua l\u00edngua novamente      deixando todos muito surpresos, inclusive o dono do boi.<\/p>\n<p>Muito felizes porque Catinrinsa comeu a l\u00edngua e o boi ainda estava forte      e bonito como sempre, todos fizeram uma grande festa para comemorar.<\/p>\n<h4>Festa de Parintins<\/h4>\n<p>O Festival de Parintins \u00e9 a maior festa folcl\u00f3rica do Brasil e a segunda      maior festa popular do mundo.<\/p>\n<p>No in\u00edcio a festa era realizada nas ruas, masela cresceu tanto que foi at\u00e9      constru\u00eddo um &#8220;BUMB\u00d3DROMO&#8221; com 35 mil lugares. Ele tem o formato      estilizado de uma cabe\u00e7a de boi.<\/p>\n<p><strong>A festa \u00e9 dividida em dois grupos:&gt;<\/strong>\u00a0os Garantidos      e os Caprichosos.<\/p>\n<p>O garantido tem a cor vermelha e branca, representando o boi novo do povo      e o Caprichoso \u00e9 azul e branco, representando o boi da elite.<\/p>\n<p>O espet\u00e1culo \u00e9 ao som da toada com mais de 400 ritmistas que resgatam o passado      dos mitos e lendas da floresta amaz\u00f4nica com sons da floresta e cantos de      p\u00e1ssaros.<\/p>\n<p>O maior momento da Festa \u00e9 quando entram os \u00edndios com seus rituais ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Fonte: www.editorainformal.com.br<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<p>Como resultado de a\u00e7\u00e3o promovida pelo governo portugu\u00eas, j\u00e1 em fins do s\u00e9culo      XVIII se observava no vale amaz\u00f4nico grande atividade, cujos frutos se traduziam      no aparecimento de n\u00facleos de popula\u00e7\u00e3o, nos quais se mesclavam rein\u00f3is, ilh\u00e9us,      mamelucos e o gentio catequizado.<\/p>\n<p>Por volta de 1796, o Capit\u00e3o de Mil\u00edcias Jos\u00e9 Pedro Cordovil organizou um      desses n\u00facleos, instalando-se na ilha de Tupinambarana com seus escravos e      agregados. Os primitivos habitantes da ilha eram ind\u00edgenas Mau\u00e9s e Sapup\u00e9s,      aos quais, em 1798, se incorporaram os Paravianas e os Uapixanas, banidos      das praias do Rio Branco, por terem participado de sangrenta rebeli\u00e3o.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Pedro Cordovil, longe de acatar as instru\u00e7\u00f5es governamentais que recomendavam      a utiliza\u00e7\u00e3o dos nativos na agricultura, deles passou a dispor de forma violenta,      em proveito pr\u00f3prio. Movido por um g\u00eanio irasc\u00edvel, seus desmandos, al\u00e9m de      diverg\u00eancias com Jos\u00e9 Rodrigues Preto &#8211; fundador do n\u00facleo de Mau\u00e9s &#8211; em torno      dos \u00edndios Mundurucus, &#8220;que aquele reunira e Cordovil buscava para seus      neg\u00f3cios&#8221;, ocasionaram a fuga do gentio.<\/p>\n<p>Ao assumir a dire\u00e7\u00e3o do Estado do Rio Negro, D. Marcos de Noronha e Brito,      Conde dos Arcos, solicitou a colabora\u00e7\u00e3o do carmelita Frei Jos\u00e9 das Chagas,      Prior do Convento do Carmo de Bel\u00e9m. Esse religioso, em 1803, criou miss\u00e3o      em Tupinambarana, com a denomina\u00e7\u00e3o de Vila Nova da Rainha, dando sentido      pr\u00e1tico \u00e0 pol\u00edtica estabelecida pela Carta R\u00e9gia de 12 de maio de 1798, de      D. Maria I, a qual abolia os diret\u00f3rios civis e militares e instaurava na      Amaz\u00f4nia o regime de Miss\u00f5es.<\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o de Frei Jos\u00e9 na tarefa de catequizar os \u00edndios agrupando-os de      forma a se tornarem \u00fateis, foi bastante eficiente. O maior obst\u00e1culo foi o      trabalho dissociativo de Cordovil e Rodrigues Preto, que, n\u00e3o obstante as      recomenda\u00e7\u00f5es do Conde dos Arcos no sentido de que &#8220;se conduzissem pelo      caminho da ordem, da fraternidade, do trabalho honesto e construtivo&#8221;,      persistiam em sua a\u00e7\u00e3o desagregadora.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, Vila Nova da Rainha apresentava aspecto de progresso      e prosperidade. Sob o comando do Capit\u00e3o de Mil\u00edcias Ant\u00f4nio Vieira Correia      da Maia, para ali se transferiu o Registro Fiscal, com a incumb\u00eancia de inspecionar      as embarca\u00e7\u00f5es que transportavam mercadorias, fugindo \u00e0 cobran\u00e7a dos d\u00edzimos.      Dois anos depois, o Registro mudou-se para as faldas da serra de Parintins,      por ordem da Junta Governativa da Capitania do Rio Negro e a\u00ed funcionou at\u00e9      1824, ao que se presume.<\/p>\n<p>Em 1818, sob o governo de Ant\u00f4nio Jos\u00e9 de Souza Manuel de Meneses, Conde      de Vila Flor, Vila Nova reivindicou sua autonomia do Rio Negro, ent\u00e3o vinculado      \u00e0 Capitania do Gr\u00e3o-Par\u00e1. A 3 de setembro ou outubro daquele ano, requereram      os habitantes a eleva\u00e7\u00e3o do lugar \u00e0 categoria de Vila, mas nada obtiveram.<\/p>\n<p>At\u00e9 1832, a localidade era oficialmente denominada Vila Nova da Rainha, top\u00f4nimo      depois mudado para Vila Bela da Imperatriz e, mais tarde, para Parintins.<\/p>\n<h4>Informa\u00e7\u00f5es<\/h4>\n<p>Parintins possui o status de porta de entrada do Amazonas, a cidade \u00e9 marcada      pelos tra\u00e7os culturais. Com uma popula\u00e7\u00e3o estimada em 102.066, \u00e9 a segunda      maior cidade do Amazonas. A ilha torna-se um dos destinos tur\u00edsticos mais      visitados do Amazonas na temporada de cruzeiros pela Amaz\u00f4nia que vai de outubro      a mar\u00e7o, sendo uma das cidades mais visitadas por estrangeiros que chegam      pelos cruzeiros. A dimens\u00e3o alcan\u00e7ada pelo Festival Folcl\u00f3rico de Parintins      colocou os bumb\u00e1s Garantido e Caprichoso como principal produto para desenvolver      o turismo na regi\u00e3o, uma das alternativas econ\u00f4micas para o munic\u00edpio. O turismo      ligado ao boi-bumb\u00e1 j\u00e1 \u00e9 uma importante fonte de renda para o munic\u00edpio.<\/p>\n<h4>PONTOS TUR\u00cdSTICOS<\/h4>\n<p><strong>Praia de Itaracuera<\/strong><\/p>\n<p>A praia de Itaracuera, no rio Uaicurap\u00e1 \u00e9 a mais famosa. Ela se estende por      uma faixa de aproximadamente um quil\u00f4metro e aparece a partir de agosto. O      local \u00e9 ideal para um deleite com a natureza.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint54.jpg\" alt=\"Parintins\" width=\"262\" height=\"187\" title=\"Parintins\" \/><br \/>\n     Praia de Itaracuera<\/strong><\/p>\n<p><strong>Festival Folcl\u00f3rico de Parintins<\/strong><\/p>\n<p>O Festival Folcl\u00f3rico de Parintins \u00e9 uma festa popular realizada anualmente      no \u00faltimo fim de semana de junho. O festival \u00e9 uma apresenta\u00e7\u00e3o a c\u00e9u aberto,      onde competem duas agremia\u00e7\u00f5es, o Boi Garantido, de cor vermelha, e o Boi      Caprichoso, de cor azul. A apresenta\u00e7\u00e3o ocorre no Bumb\u00f3dromo (Centro Cultural      e Esportivo Amazonino Mendes), um tipo de est\u00e1dio com o formato de uma cabe\u00e7a      de boi estilizada, com capacidade para 35 mil espectadores. Durante as tr\u00eas      noites de apresenta\u00e7\u00e3o, os dois bois exploram as tem\u00e1ticas regionais como      lendas, rituais ind\u00edgenas e costumes dos ribeirinhos atrav\u00e9s de alegorias      e encena\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O Festival de Parintins se tornou um dos maiores divulgadores da cultura      local atraindo milhares de turistas todos os anos.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint55.jpg\" alt=\"Parintins\" title=\"Parintins\" \/><br \/>\n     Festival Folcl\u00f3rico de Parintins<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: IBGE<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<h4>Por que ir<\/h4>\n<p>O\u00a0<strong>Festival Folcl\u00f3rico de Parintins&gt;<\/strong>\u00a0dura      somente tr\u00eas dias, no final do m\u00eas de junho.<\/p>\n<p><strong>Mas durante o ano inteiro a cidade \u00e9 dividida em duas cores:&gt;<\/strong>\u00a0a      vermelha, do boi Garantido; e a azul, do Caprichoso. Quando chega a festa,      a rivalidade toma conta do Bumb\u00f3dromo, um est\u00e1dio constru\u00eddo especialmente      para o evento.<\/p>\n<p>Por l\u00e1, as agremia\u00e7\u00f5es contam as lendas da floresta e o cotidiano dos ribeirinhos      atrav\u00e9s das dan\u00e7as de influ\u00eancia ind\u00edgena, ao ritmo das toadas. Cada bumb\u00e1      re\u00fane cinco mil foli\u00f5es que se apresentam para um p\u00fablico de mais de 35 mil      pessoas por noite.<\/p>\n<p>Chegar ao concorrido festival, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil &#8211; com exce\u00e7\u00e3o para      aqueles que conseguem garantir lugar nas aeronaves que partem de Manaus e      chegam a Parintins em menos de uma hora e meia de voo. Quem vai de barco encara      cerca de 18 horas de viagem &#8211; o longo percurso, por\u00e9m, \u00e9 o preferido dos amazonenses,      que fazem da travessia uma pr\u00e9via da festa, seja nos barcos de linha ou nos      fretados. N\u00e3o se esque\u00e7a de levar uma rede para um breve cochilo!<\/p>\n<p>Uma vez na cidade, h\u00e1 muito que ver e fazer al\u00e9m do espet\u00e1culo dos bois.      Entre os programas t\u00edpicos est\u00e3o o banho no rio Uiacurap\u00e1, o passeio pelo      Lago Macurany &#8211; frequentado pelos adeptos dos esportes n\u00e1uticos &#8211; a comprar      de artesanato ind\u00edgena e a degusta\u00e7\u00e3o das del\u00edcias regionais, \u00e0 base de peixes      e frutas ex\u00f3ticas. <\/p>\n<p>Quem visita a regi\u00e3o a partir de agosto, surpreende-se ainda com as praias      de areias brancas e \u00e1guas escuras formadas pela vazante dos rios. J\u00e1 em setembro      e outubro, quem faz a festa s\u00e3o os f\u00e3s da pesca, que se encantam com a diversidade      de esp\u00e9cies nos rios da regi\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint56.jpg\" alt=\"Parintins\" width=\"260\" height=\"245\" title=\"Parintins\" \/><br \/>\n     Festival Folcl\u00f3rico: Riquezas de detalhes remetem ao Carnaval carioca<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: feriasbrasil.com.br<\/p>\n<h6>Parintins<\/h6>\n<h4>Localiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Localizada \u00e0 margem direita do rio Amazonas, na ilha de Tupinambarana.<\/p>\n<p><strong>Coordenadas Gogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Latitude -&gt;<\/strong>\u00a02\u00ba 36\u0092 48&#8243; Sul<br \/>\n<strong>Longitude -&gt;<\/strong>\u00a056\u00ba 44\u0092 Oeste<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Dist\u00e2ncias<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Manaus &#8211;\u00a0<\/strong>369 km em linha reta e 420 km por        via fluvial<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Limites<\/strong>:<\/p>\n<p><strong>O Munic\u00edpio de Parintins, constitu\u00eddo pelos Distritos de Mocambo      e Parintins, tem os seus limites assim definidos:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Com o Estado do Par\u00e1<\/strong>: Come\u00e7a na boca do igarap\u00e9 do Val\u00e9rio      na margem direita do rio Amazonas, defronte \u00e0 Serra de Parintins; desta serra,      pela linha geod\u00e9sica que limita o Estado do Amazonas com o Estado do Par\u00e1,      at\u00e9 alcan\u00e7ar sua interse\u00e7\u00e3o com o divisor de \u00e1guas rios Andir\u00e1-Uaicupar\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Com o Munic\u00edpio de Barreirinha<\/strong>: Come\u00e7a na interse\u00e7\u00e3o do      divisor de \u00e1guas rios Andir\u00e1-Uaicupar\u00e1 com a linha geod\u00e9sica que limita o      Estado do Amazonas com o Estado do Par\u00e1; esse divisor, para norte, at\u00e9 alcan\u00e7ar      a boca de cima do furo Uaicupar\u00e1; este furo por sua linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar      sua boca de baixo no paran\u00e1 do Ramos; este paran\u00e1, por sua linha mediana,      at\u00e9 alcan\u00e7ar o furo das Colheiras; este furo, por sua linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar      o paran\u00e1 do Lim\u00e3o; este paran\u00e1, por sua linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar o encontro      do paran\u00e1 do Lim\u00e3ozinho com o paran\u00e1 Urucurituba; este paran\u00e1, por sua linha      mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar o lago Arapap\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Com o Munic\u00edpio de Urucurituba:\u00a0<\/strong>Come\u00e7a na boca      do lago Arapap\u00e1, no paran\u00e1 de Urucurituba. Desta boca, por uma linha, at\u00e9      alcan\u00e7ar a boca de cima do paran\u00e1 do Mocambo, na margem esquerda do rio Amazonas;      este rio, subindo por esta margem, at\u00e9 alcan\u00e7ar a localidade Ponta do Remanso.<\/p>\n<p><strong>Com o Munic\u00edpio de Nhamund\u00e1<\/strong>: Come\u00e7a na margem esquerda do      rio Amazonas, na Ponta do Remanso; subindo este rio at\u00e9 a Barreira do Paur\u00e1,      desta barreira, por uma linha, at\u00e9 alcan\u00e7ar as cabeceiras do igarap\u00e9 Aduac\u00e1,      este igarap\u00e9 por uma linha mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar a boca do paran\u00e1 do Cabori;      este paran\u00e1, por sua linha mediana at\u00e9 alcan\u00e7ar sua boca no lago Cabori; o      paralelo desta boca, para leste, at\u00e9 alcan\u00e7ar o paran\u00e1, por sua linha mediana,      at\u00e9 alcan\u00e7ar o rio Caldeir\u00e3o este rio, por sua linha mediana at\u00e9 alcan\u00e7ar      sua conflu\u00eancia com a margem esquerda do rio Amazonas; desta conflu\u00eancia,      por uma linha, at\u00e9 alcan\u00e7ar a conflu\u00eancia do igarap\u00e9 do Val\u00e9rio, na margem      direita do rio Amazonas, defronte \u00e0 Serra de Parintins.<\/p>\n<p><strong>Divisas interdistritais<\/strong><\/p>\n<p><strong>Entre o Distrito de Mocambo e Parintins<\/strong>: Come\u00e7a na boca      do paran\u00e1 do Cabori, no igarap\u00e9 Aduac\u00e1, o paran\u00e1 do Cabori, por sua linha      mediana, at\u00e9 alcan\u00e7ar sua boca no lago Cabori, o meridiano desta boca para      sul, at\u00e9 alcan\u00e7ar sua interse\u00e7\u00e3o com o paran\u00e1 do Lim\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Clima<\/strong>: Tropical chuvoso e \u00famido.<\/p>\n<p><strong>Vegeta\u00e7\u00e3o<\/strong>: A vegeta\u00e7\u00e3o, t\u00edpica da regi\u00e3o Amaz\u00f4nica \u00e9 formada      por florestas de v\u00e1rzea e terra firme, tendo ao seu redor um relevo composto      por lagos, ilhotes e uma pequena serra.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>Conhecida pelo festival do Boi-bumb\u00e1, que no m\u00eas de junho apresenta a competi\u00e7\u00e3o      dos Bois Caprichoso (Azul) e Garantido (Vermelho), Parintins foi fundada no      s\u00e9culo XVIII, ainda dentro do estado do Gr\u00e3o-Par\u00e1 (atual estado do Amazonas).      Mas seus primeiros habitantes foram os \u00edndios Mau\u00e9s, Sapup\u00e9s, e Parintins      (da\u00ed a origem do nome).<\/p>\n<p>Foi no ano de 1796 que a mando do governo portugu\u00eas, Jos\u00e9 Pedro Cordovil      aportou \u00e0 regi\u00e3o, denominando-a Tupinambara. J\u00e1 em 1803, \u00e9 criada no local      uma miss\u00e3o religiosa, denominada Vila Nova da Rainha.<\/p>\n<p>Em 1848 o local foi elevado \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de Vila (j\u00e1 ent\u00e3o integrada ao Estado      do Amazonas), chamando-se ent\u00e3o Vila nova da Imperatriz. E finalmente, sendo      em 1880 elevada ao status de cidade, e rebatizada Parintins, como at\u00e9 hoje      \u00e9 conhecida.<\/p>\n<h4>Como Chegar<\/h4>\n<p><strong>Para chegar \u00e0 Parintins o turista tem duas op\u00e7\u00f5es:&gt;<\/strong>\u00a0de      avi\u00e3o ou de barco.<\/p>\n<p>Escolhendo a primeira, existem v\u00f4os di\u00e1rios saindo de Manaus com cerca de      uma hora e quinze minutos de dura\u00e7\u00e3o. A segunda oferece um leque de op\u00e7\u00f5es,      indo de simples barcos regionais at\u00e9 luxuosos catamar\u00e3s. A viagem pode ser      feita em barcos de linha ou fretados, e dura cerca de 12 horas na ida, descendo      o rio, e 18 horas na volta, subindo o rio.<\/p>\n<h4>Atrativos<\/h4>\n<p>Artesanato ind\u00edgena e del\u00edcias da rica culin\u00e1ria local s\u00e3o apenas algumas      op\u00e7\u00f5es que o turista que chega a Parintins vai encontrar.<\/p>\n<p><strong>Sem d\u00favida, o per\u00edodo do Festival \u00e9 o mais movimentado do ano:\u00a0<\/strong>toadas      e trios-el\u00e9tricos invadem a ilha; torcidas se divertem dentro e fora do Bumb\u00f3dromo      ao som de Caprichoso e Garantido, colorindo de azul e vermelho toda a cidade      durante o m\u00eas de junho.<\/p>\n<p>Existem tamb\u00e9m outros atrativos na terra do bumba-meu-boi que merecem destaque.      Entre eles est\u00e1 a pescaria, que oferece aos entusiastas toda a diversidade      de esp\u00e9cies da Amaz\u00f4nia. Para esta atividade, o per\u00edodo sugerido \u00e9 nos meses      de setembro e outubro.<\/p>\n<p>Outra peculiaridade est\u00e1 nos banhos de \u00e1gua doce da Amaz\u00f4nia, que variam      desde as \u00e1guas claras do Uiacurap\u00e1, ao agitado lago Macurany, conhecido pelos      praticantes de jet-ski e outros esportes n\u00e1uticos.<\/p>\n<h4>Vocabul\u00e1rio Paritinense<\/h4>\n<blockquote>\n<p><strong>Alvorada:\u00a0<\/strong>Esp\u00e9cie de passeata festiva realizada        na madrugada para anunciar uma celebra\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Boi<\/strong>: O grupo (bloco) Caprichoso ou Garantido<\/p>\n<p><strong>Brincantes:\u00a0<\/strong>Integrantes dos bois<\/p>\n<p><strong>Bumb\u00f3dromo:\u00a0<\/strong>Arena com arquibancada constru\u00edda        especialmente para abrigar o Festival Folcl\u00f3rico de Parintins. Fora da \u00e9poca        de festas, o local abriga uma escola municipal com 18 salas de aula<\/p>\n<p><strong>Contr\u00e1rio:\u00a0<\/strong>O boi advers\u00e1rio<\/p>\n<p><strong>Curral<\/strong>: Local onde se realizam os ensaios do boi-bumb\u00e1        e as festas que antecedem o festival<\/p>\n<p><strong>Encarnada<\/strong>: Vermelho, a cor do boi Garantido<\/p>\n<p><strong>Ensaios:\u00a0<\/strong>Festas realizadas no curral meses        antes do festival nas quais os levantadores de toadas cantam com seus grupos        para mostrar o trabalho dos compositores, arrecadar fundos e ensinar os        passos \u00e0 galera.<\/p>\n<p><strong>Figuras<\/strong>: Personagens da lenda interpretada no bumb\u00f3dromo<\/p>\n<p><strong>Galera<\/strong>: O mesmo que torcida.<\/p>\n<p><strong>Levantador de toada:\u00a0<\/strong>Cantor oficial do boi-bumb\u00e1<\/p>\n<p><strong>QG = Quartel General<\/strong>: Galp\u00f5es onde s\u00e3o confecciondas as        roupas e alegorias<\/p>\n<p><strong>Toada<\/strong>: A trilha sonora do boi-bumb\u00e1. A cada ano, um novo        CD com cerca de 16 toadas \u00e9 lan\u00e7ado por cada boi.<\/p>\n<p><strong>Tripa<\/strong>: Pessoa que fica debaixo da estrutura de pano do        boi e controla seus movimentos<\/p>\n<p><strong>Marujada de guerra:\u00a0<\/strong>Nome da bateria do Caprichoso<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Hist\u00f3ria do Festival<\/h4>\n<p>Tido atualmente como o 2\u00ba maior festival folcl\u00f3rico do pa\u00eds (perdendo apenas      para o Carnaval), Parintins come\u00e7ou sua festa no formato atual em 1964, \u00e9poca      aonde j\u00e1 se destacava a rivalidade entre a torcida de Garantido e Caprichoso.<\/p>\n<p>Divulgado inicialmente apenas para o p\u00fablico local, paulatinamente o Festival      ficou conhecido em outras cidades, estados, at\u00e9 ganhar transmiss\u00e3o em TV aberta,      como vem acontecendo nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<h4>Rivalidade dos Bois<\/h4>\n<p><strong>CAPRICHOSO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Simbolizado pela estrela azul, pela vers\u00e3o oficial o boi come\u00e7ou      em 1925 ap\u00f3s a sa\u00edda de um de seus componentes, que foi substitu\u00eddo por dois      irm\u00e3os cearenses, os quais criaram o boi para pagar uma promessa, mas existem      outras interpreta\u00e7\u00f5es da hist\u00f3ria:<\/strong><\/p>\n<p>Uma \u00e9 de que teria surgido em meados da d\u00e9cada de vinte, atrav\u00e9s de moradores      de Parintins que se reuniram para fundar um Boi-bumb\u00e1, e homenagear o Boi      Caprichoso, que j\u00e1 existia na cidade de Manaus. A id\u00e9ia tanto deu certo, que      o dono do Boi Galante de Parintins (existente desde 1922) aceitou a id\u00e9ia.<\/p>\n<p>Finalmente dizem que dois cearenses que ali chegaram, criaram o Boi para      pagar promessa. Segundo eles, um Boi seria colocado para dan\u00e7ar nas festas      de S\u00e3o Jo\u00e3o caso os dois tivessem sucesso na nova terra.<\/p>\n<p><strong>GARANTIDO&gt;<\/strong>\u00a0&#8211; Simbolizado pelo cora\u00e7\u00e3o vermelho,      o boi foi fundado em 1913 por Lindolfo Monteverde, famoso cantor de versos      do local. Durante o servi\u00e7o militar Monteverde adoeceu, e fez promessa para      S\u00e3o Jo\u00e3o de que, caso recobrasse a sa\u00fade, criaria um Boi que sairia todos      os anos \u00e0 rua enquanto ele vivesse. E assim continua at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Quanto ao nome Garantido, as vers\u00f5es s\u00e3o muitas. Uma delas \u00e9 de que teria      surgido durante uma briga com o Boi contr\u00e1rio (em Parintins a torcida de um      Boi chama o rival de contr\u00e1rio). Segundo Lindolfo, o seu Boi saia inteiro,      enquanto o contr\u00e1rio sempre tinha o chifre quebrado. &#8220;Isso \u00e9 garantido&#8221;      dizia ele.<\/p>\n<p><strong>Outra hip\u00f3tese envolve o repentista Em\u00eddio Vieira, que fez um desafio      a Lindolfo:&gt;<\/strong>\u00a0&#8220;&#8230; vou caprichar no meu Boi&#8221;.E      a resposta veio em seguida: &#8220;Pois capriche no seu que eu garanto o meu&#8221;.<\/p>\n<p>Inevitavelmente o Festival de Parintins \u00e9 comparado ao Carnaval carioca.      Afinal de contas, ambos envolvem carros aleg\u00f3ricos e fantasias. No entanto,      as compara\u00e7\u00f5es param por a\u00ed.<\/p>\n<p>Em 1\u00ba lugar, durante o Carnaval, as escolas de samba (14 no grupo Especial,      mais 12 no grupo de acesso), compostas por diversas alas, desfilam ao som      do samba cantado por seu puxador.<\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m disso, o desfile ocorre conforme uma parada:&gt;<\/strong>\u00a0tem      in\u00edcio na concentra\u00e7\u00e3o, atravessa uma passarela, e termina na dispers\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 Parintins tem a din\u00e2mica de uma \u00d3pera:&gt;<\/strong>\u00a0o      espet\u00e1culo acontece dentro de uma arena circular, onde cada um dos bois realiza      seu desfile com carros aleg\u00f3ricos que se mexem, e produzem v\u00e1rios efeitos      especiais. Al\u00e9m disso, cada boi tem sua &#8220;galera&#8221;, a qual ensaia      uma coreografia para o desfile.<\/p>\n<p>Finalmente um fato que merece destaque, \u00e9 que enquanto um Boi desfila e sua      galera faz coreografias, a galera do contr\u00e1rio deve permanecer em sil\u00eancio,      para n\u00e3o ofuscar o espet\u00e1culo. Uma verdadeira li\u00e7\u00e3o de cavalheirismo.<\/p>\n<h4>Espet\u00e1culo<\/h4>\n<p>Localizado na lha de Tupinambarana, a 420 kil\u00f4metros de Manaus, Parintins      \u00e9 uma cidade dividida. Dividida pelos enfeites e galeras dos Bois Caprichoso      e Garantido que colorem o local durante o Festival de Parintins (entre 28      e 30 de junho).<\/p>\n<p>A rivalidade \u00e9 ferrenha, mas sempre respeitando a cordialidade. Tanto que      os integrantes de Caprichoso, ou Garantido, limitam-se a chamar o rival de      &#8220;contr\u00e1rio&#8221;. E para abrilhantar a festa, a cidade de 35 mil mais      que dobra de tamanho, ficando com mais de 100 mil pessoas entre Parintinenses      e turistas.<\/p>\n<p>No Bumb\u00f3dromo, cada Boi se apresenta durante 3 horas nos tr\u00eas dias de festival.      A ordem das apresenta\u00e7\u00f5es \u00e9 sempre definida por sorteio.<\/p>\n<p>S\u00e3o nove da noite, o apresentador do Boi cumprimenta a plat\u00e9ia (o pr\u00f3ximo      Boi ir\u00e1 se apresentar por volta da meia-noite). Em seguida a toada come\u00e7a      a incendiar a arena. E o Bumb\u00f3dromo literalmente treme.<\/p>\n<p>Nessa festa, religiosidade e folclore se misturam entre animais da floresta,      figuras do imagin\u00e1rio popular e \u00edndios. Os quatro mil integrantes de cada      Boi contam ano ap\u00f3s ano a hist\u00f3ria de Pai Francisco e M\u00e3e Catirina, a qual      tem um desejo incontrol\u00e1vel de comer l\u00edngua de boi durante a gravidez, e pede      a seu marido para saci\u00e1-lo.<\/p>\n<p>S\u00f3 que para cumprir a tarefa, Pai Francisco mata o boi preferido do patr\u00e3o,      que o descobre. Em seguida um padre e um m\u00e9dico (paj\u00e9 na l\u00edngua dos \u00edndios)      s\u00e3o chamados e salvam o boi, que ressuscita e perdoa Pai Francisco e M\u00e3e Catirina.      Com isso a comemora\u00e7\u00e3o \u00e9 completa.<\/p>\n<h4>Bumb\u00f3dromo<\/h4>\n<p><strong>Inaugurado em 1988, o Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes      divide Parintins ao meio, marcando o limite dos currais de Garantido e Caprichoso:&gt;<\/strong>\u00a0com      capacidade para 35 mil espectadores, o Bumb\u00f3dromo \u00e9 considerado a maior obra      cultural e desportiva do Estado do Amazonas.<\/p>\n<p>Boi Garantido (vermelho), conhecido como &#8220;Boi do pov\u00e3o&#8221;, divide      o espa\u00e7o com o Boi Caprichoso (azul), considerado como &#8220;Boi da elite&#8221;.      Durante a festa apenas 5% dos ingressos s\u00e3o vendidos, e o restante \u00e9 gratuito      para os espectadores do festival, cujos port\u00f5es s\u00e3o abertos \u00e0s 14 horas durante      os dias do evento.<\/p>\n<p>Seja vermelho ou azul, se voc\u00ea chegar cedo conseguir\u00e1 pegar um lugar melhor      na arquibancada. E se n\u00e3o conseguir entrar, seguramente voc\u00ea acompanhar\u00e1 a      festa atrav\u00e9s de um dos cinco tel\u00f5es de 20 metros quadrados, colocados na      face externa do Bumb\u00f3dromo.<\/p>\n<h3>Curiosidades do Festival<\/h3>\n<p>Se fosse depender do contexto da fauna amaz\u00f4nica, o Festival de Parintins      deveria festejar a on\u00e7a pintada, ou a cobra sucuri. N\u00e3o o boi.<\/p>\n<p>Mas o Boi-bumb\u00e1 foi uma conseq\u00fc\u00eancia do ciclo da borracha, quando milhares      de nordestinos foram tentar a sorte na cultura extrativista do l\u00e1tex. Eles      vieram de uma regi\u00e3o tipicamente pecuarista, e trouxeram seus costumes, como      o Boi-bumb\u00e1 das festas juninas da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Outra curiosidade \u00e9 que os jurados somente utilizam canetas de cor verde,      para n\u00e3o haver influ\u00eancia no resultados por causa das cores.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria Garantido<\/h4>\n<p>Surgido a 13 de junho de 1913, o Boi Garantido apareceu nos sonhos do curumim      Lindolfo Monteverde, que sempre sentava ao colo de sua av\u00f3 maranhense para      ouvir as lendas do boi de pano que dan\u00e7ava nas noites de S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/p>\n<p>Inicialmente o menino de 11 anos, que brincava com a garotada de f\u00e9 (turma      de amigos) em seu quintal, confeccionou seu boi com curuat\u00e1, e batizou-o de      &#8220;Garantido&#8221;.<\/p>\n<p>Por mais sete anos o quintal de Dona Xanda (Alexandrina Monteverde, m\u00e3e de      Lindolfo) foi o palco para a festa desse Boi.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s algumas discuss\u00f5es com Dona Xanda, Lindolfo conseguiu convencer a m\u00e3e      a ajud\u00e1-lo a fazer os primeiros chap\u00e9us e camisas vermelhas, para sair \u00e0s      ruas.<\/p>\n<p>A resist\u00eancia de sua m\u00e3e n\u00e3o era gratuita, uma vez que naquela \u00e9poca, as      batalhas entre contr\u00e1rios eram coisa s\u00e9ria. Tanto que nem as mulheres podiam      participar.<\/p>\n<p>Mas foi aos 18 anos que a brincadeira de quintal de Lindolfo se tornou motivo      de promessa, e transformou Garantido em um &#8220;Boi de promessa&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Durante uma viagem ao Par\u00e1, Lindolfo teve s\u00e9rios problemas de sa\u00fade      e fez uma promessa a S\u00e3o Jo\u00e3o Batista:&gt;<\/strong>\u00a0se ele ficasse      curado, faria seu Boi brincar durante toda sua vida. Gra\u00e7a alcan\u00e7ada, promessa      cumprida.<\/p>\n<p>Da\u00ed para frente o Boi foi conquistando ao longo de v\u00e1rias d\u00e9cadas o cora\u00e7\u00e3o      de milhares de vermelhos no Brasil e no mundo, mantendo vivas as ra\u00edzes do      amazonense atrav\u00e9s de sua m\u00fasica e dan\u00e7a.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria Caprichoso<\/h4>\n<p><strong>Vindos de Crato, Cear\u00e1, os irm\u00e3os Cid chegaram \u00e0 regi\u00e3o \u00e0 procura      de trabalho, mulher e filhos, e fizeram uma promessa a S\u00e3o Jo\u00e3o Batista:\u00a0<\/strong>se      alcan\u00e7assem essas gra\u00e7as, reverenciariam o santo com um boi de pano. E assim      aconteceu.<\/p>\n<p>Como bons crist\u00e3os, juntaram-se ao ilustre filho de Parintins Jos\u00e9 Furtado      Bel\u00e9m, advogado que fez carreira na pol\u00edtica amazonense, e chegou a Vice-governador      do Estado.<\/p>\n<p>Certo dia, os tr\u00eas estavam frente \u00e0 Pra\u00e7a 14 em Manaus, quando viram um Boi      pertencente \u00e0 fam\u00edlia Antares, com o nome de Caprichoso.<\/p>\n<p><strong>Caprichoso:\u00a0<\/strong>(adj) que capricha; feito por capricho,      exc\u00eantrico; vari\u00e1vel; teimoso; obstinado &#8211; in Pequeno dicion\u00e1rio brasileiro      da l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n<p>Com todos estes atributos, o trio fundou um Boi hom\u00f4nimo em Parintins. Surge      ent\u00e3o em 20\/10\/1913 o Boi Caprichoso de Parintins, na Travessa S\u00e1 Peixoto.<\/p>\n<p>Inicialmente com uma marujada de 20 pessoas, com um instrumental feito de      madeira oca com peles de animais, surge o Boi, cujos personagens eram a Estrela      Maior, o Amo e A Vaqueirada.<\/p>\n<p>Ano ap\u00f3s ano a paix\u00e3o pelo &#8220;diamante negro&#8221; cresce e arrebata mais      apaixonados pela metade azul da Parintins. Sejam eles parintinenses de nascimento,      ou de esp\u00edrito.<\/p>\n<p>Fonte: parintns.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria, Festival Folcl\u00f3rico, Fotos, Festa, Localiza\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Parintins<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-51248","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria Parintins<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria, Festival Folcl\u00f3rico, Fotos, Festa, Localiza\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Parintins\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria Parintins\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria, Festival Folcl\u00f3rico, Fotos, Festa, Localiza\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Parintins\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-06-17T13:33:50+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2016-06-17T13:37:06+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint58.jpg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"52 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"headline\":\"Parintins\",\"datePublished\":\"2016-06-17T13:33:50+00:00\",\"dateModified\":\"2016-06-17T13:37:06+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins\"},\"wordCount\":10441,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/pparint58.jpg\",\"articleSection\":[\"Turismo\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins\",\"name\":\"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria Parintins\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/pparint58.jpg\",\"datePublished\":\"2016-06-17T13:33:50+00:00\",\"dateModified\":\"2016-06-17T13:37:06+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\"},\"description\":\"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria, Festival Folcl\u00f3rico, Fotos, Festa, Localiza\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Parintins\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/pparint58.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/06\\\/pparint58.jpg\",\"width\":303,\"height\":225},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/turismo\\\/parintins#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Turismo\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/categoria\\\/turismo\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Parintins\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"Pesquisa Escolar Gratuita\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisconovo\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859\",\"name\":\"admin\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria Parintins","description":"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria, Festival Folcl\u00f3rico, Fotos, Festa, Localiza\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Parintins","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria Parintins","og_description":"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria, Festival Folcl\u00f3rico, Fotos, Festa, Localiza\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Parintins","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Portal-S%c3%a3o-Francisco-230719150302226\/","article_published_time":"2016-06-17T13:33:50+00:00","article_modified_time":"2016-06-17T13:37:06+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint58.jpg","type":"","width":"","height":""}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"admin","Est. tempo de leitura":"52 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"headline":"Parintins","datePublished":"2016-06-17T13:33:50+00:00","dateModified":"2016-06-17T13:37:06+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins"},"wordCount":10441,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint58.jpg","articleSection":["Turismo"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins","name":"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria Parintins","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint58.jpg","datePublished":"2016-06-17T13:33:50+00:00","dateModified":"2016-06-17T13:37:06+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859"},"description":"Parintins, Cidade, Estado, Amazonas, Turismo, Hist\u00f3ria, Festival Folcl\u00f3rico, Fotos, Festa, Localiza\u00e7\u00e3o, Pontos Tur\u00edsticos, Parintins","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint58.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/pparint58.jpg","width":303,"height":225},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/parintins#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Turismo","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/categoria\/turismo"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Parintins"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"Pesquisa Escolar Gratuita","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/#\/schema\/person\/a2983caad62d5e66c056b66748c8d859","name":"admin"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51248","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51248"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51248\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51248"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51248"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51248"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}