{"id":49663,"date":"2016-06-15T17:45:51","date_gmt":"2016-06-15T17:45:51","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=49663"},"modified":"2024-03-01T16:49:26","modified_gmt":"2024-03-01T18:49:26","slug":"pontos-turisticos-do-libano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/pontos-turisticos-do-libano","title":{"rendered":"Pontos Tur\u00edsticos do L\u00edbano"},"content":{"rendered":"<p>Iniciaremos nosso percurso tomando como base a capital, Beirute.<\/p>\n<p>Desde ali nos dirigiremos ao Norte, depois \u00e0s Montanhas do Centro-leste do pa\u00eds, para voltar a Beirute e iniciar nossa viagem pelo Sul.<\/p>\n<p><strong>Beirute<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>capital do L\u00edbano<\/strong>, que se recomp\u00f5e das feridas causadas por uma longa guerra, surpreende ao viajante por sua riqueza hist\u00f3ria e a amabilidade e hospitalidade de seus habitantes.<\/p>\n<p>A cidade encontra-se num saliente do centro da costa oeste do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Entre os lugares que destacamos para o visitante acha-se o Museu Nacional de Beirute, que acolhe cole\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas de grande valor. Outros museus destac\u00e1veis s\u00e3o o Museu da Universidade Americana, e o Museu Sursock, que guarda pinturas, esculturas e alguns manuscritos muito interessantes.<\/p>\n<p>Ao Sul de Beirute encontramos numerosas igrejas, mesquitas e edif\u00edcios antigos em restaura\u00e7\u00e3o. Aparte do tempo, a guerra destruiu em grande escala estas rel\u00edquias do passado.<\/p>\n<p>Um passeio tranq\u00fcilo e agrad\u00e1vel pelo Corniche, lhe devolver\u00e1 a paz e o sossego. Ao longo encontrar\u00e1 postos que vendem frutas e todo tipo de artigos.<\/p>\n<p>As Praias de Beirute est\u00e3o bastante contaminadas, ainda que poder\u00e1 contentar-se apenas em observ\u00e1-las.<\/p>\n<p>Contudo a regi\u00e3o aberta ao mar est\u00e1 repleta de piscinas onde poder\u00e1 banhar-se e porqu\u00ea n\u00e3o desfrutar de uma sauna ou uma massagem no Hammam.<\/p>\n<p>Beirute \u00e9 a cidade conhecida como a \u201cParis do Oriente\u201d, Beirute possui uma posi\u00e7\u00e3o magn\u00edfica \u00e0 beira do Mediterr\u00e2neo. Atr\u00e1s da cidade h\u00e1 montanhas alt\u00edssimas, vis\u00edvel quando a n\u00e9voa das desaparece movimento.<\/p>\n<p>A beira-mar de Corniche orgulha de praias, restaurantes, teatros e uma estonteante variedade de lojas e restaurantes. Beirute sofreu muito com a guerra civil que durou 16 anos, mas devido a um processo cont\u00ednuo de reconstru\u00e7\u00e3o e impressionante, a cidade \u00e9 novamente um dos destinos mais populares no Oriente M\u00e9dio para os turistas e homens de neg\u00f3cios .<\/p>\n<p>Dois centros concorrentes surgiram a poucos quil\u00f4metros um do outro. Uma delas \u00e9 em Hamra Beirute Ocidental, onde a American University ea maioria dos hot\u00e9is. O outro \u00e9 no leste de Beirute Achrafieh, casa do S\u00e3o Jos\u00e9 University e um n\u00famero crescente de lojas de luxo e restaurantes caros.<\/p>\n<p>O distrito central de Beirute Solidere foi batizado, o nome da empresa respons\u00e1vel pelo programa de reconstru\u00e7\u00e3o espetacular. Enquanto muitos edif\u00edcios olhar muito moderno, antigos souks de Beirute s\u00e3o reconstru\u00eddos aut\u00eantico (mercados cobertos). Banho turco Al-Nouzha oferece um outro olhar para o Beirute de idade.<\/p>\n<p>O \u00fanico museu do L\u00edbano, o Museu Nacional de Beirute, foi reabilitado e d\u00e1 constantemente atualizando sua cole\u00e7\u00e3o interessante. No extremo oeste de Beirute, Raouche \u00e9 um distrito cada vez mais popular, com uma orla animada. Seu famoso monumento, as pedras de pombos, fique na costa como sentinelas gigantes.<\/p>\n<p>20 km ao norte de Beirute, cavernas Jeita s\u00e3o uma atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica conhecida. As cavernas est\u00e3o em dois n\u00edveis e uma hidrovias galeria inferior, que pode ser visitada de barco (A galeria inferior pode ser fechado durante o inverno).<\/p>\n<p><strong>O Norte do L\u00edbano<\/strong><\/p>\n<p>Conhecida nos tempos b\u00edblicos como Gebal, Byblos, \u00e9 uma das cidades mais antigas do mundo.<\/p>\n<p>Isto o demonstram suas Ru\u00ednas e as escava\u00e7\u00f5es que mostram restos do neol\u00edtico e de uma florescente civiliza\u00e7\u00e3o em cont\u00ednuo interc\u00e2mbio com os eg\u00edpcios.<\/p>\n<p>Nas ru\u00ednas foram encontrados restos dos castelos da \u00e9poca das cruzadas, um templo que pertenceu a Baalat Gebal, a dama de Byblos, tumbas, altares e at\u00e9 um anfiteatro dos tempos romanos.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m em Byblos poder\u00e1 visitar o Museu de Cera e a Igreja de S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Tr\u00edpoli<\/strong><\/p>\n<p>Tr\u00edpoli \u00e9 a segunda maior cidade do L\u00edbano. Sua hist\u00f3ria remonta ao s\u00e9culo 8 aC eo centro da cidade manteve as suas caracter\u00edsticas, embora esteja cercada por projetos de habita\u00e7\u00e3o modernos e resorts.<\/p>\n<p>H\u00e1 duas partes (o porto ea cidade em si), que s\u00e3o separadas por hectares de um laranjal perfumado.<\/p>\n<p>\u00c9, ademais, uma cidade repleta de hist\u00f3ria a julgar pelas pegadas que numerosas civiliza\u00e7\u00f5es deixaram ali.<\/p>\n<p>A Velha Cidade surpreende ao visitante com suas estreitas vielas e suas mesquitas, entre as que se destaca a Mesquita de Taynal, Al-Burtasiya e Madresseh, assim como a Torre do Le\u00e3o, a \u00fanica que sobrevive das constru\u00eddas pelos mamelucos.<\/p>\n<p>O antigo centro medieval de Tr\u00edpoli, no sop\u00e9 do Castelo de cruzados, tem muitas mesquitas interessantes, incluindo a Grande Mesquita, Taynal Al-Madrassa e Muallaq Burtasiyat Qart\u00e2wiyat Al-Madrassa. Os souks (mercados antigos cobertos) oferecem compras interessante.<\/p>\n<p>Tr\u00edpoli \u00e9 famosa por seus doces e sabonetes tradicionais feitos de \u00f3leo de oliva. Parte do porto, chamado de La Mina, tem muitos restaurantes de marisco e mercados de peixe, a maioria dos hot\u00e9is pode ser encontrado em resorts de praia modernos ao longo da costa.<\/p>\n<p><strong>Excurs\u00f5es:<\/strong>\u00a0pr\u00f3ximo a Tr\u00edpoli, voc\u00ea pode visitar muitas ilhas pequenas das quais a maior \u00e9 a Ilha das Palmas, que \u00e9 tombado pela Unesco como reserva natural para tartarugas verdes e aves raras.<\/p>\n<p><strong>Cavernas de Jeita<\/strong><\/p>\n<p><strong>CAVERNAS DE JEITA, ESCULPIDAS PELA \u00c1GUA E PELO TEMPO<\/strong><\/p>\n<p>Poucas cavernas no mundo alcan\u00e7am tamanha extens\u00e3o quanto as cavernas de Jeita. Nessas cavernas e galerias, conhecidas pelo homem desde os tempos paleol\u00edticos, a a\u00e7\u00e3o da \u00e1gua criou verdadeiras catedrais escondidas entre os vales florestais do Monte L\u00edbano.<\/p>\n<p>Geologicamente, as cavernas s\u00e3o uma rota de escape para o rio subterr\u00e2neo que \u00e9 a principal fonte de abastecimento do Nahr el-Kalb (Rio do C\u00e3o).<\/p>\n<p>Localizadas h\u00e1 20 quil\u00f4metros ao longo da auto-estrada do Norte de Beirute, um grande sinal indica que \u00e0 direita da vila de Zouk Michael, justamente atr\u00e1s do t\u00fanel.<\/p>\n<p>As cavernas se encontram em dois n\u00edveis. As galerias baixas, descobertas em 1836 e abertas ao p\u00fablico em 1958, s\u00e3o visitadas de bote. As galerias superiores, abertas em Janeiro de 1969, podem ser vistam \u00e0 p\u00e9.<\/p>\n<p>O marco da inaugura\u00e7\u00e3o das galerias superiores aonteceu com a presen\u00e7a do artista liban\u00eas e escultor Ghassan Klink, um show foi organizado na caverna com muita m\u00fasica eletr\u00f4nica composta pelo franc\u00eas Francois Bayle. Outros eventos culturais tamb\u00e9m aconteceram neste local inusitado, incluindo um cncerto do compositor alem\u00e3o Carl-Heinrich Stockhausen em novembro de 1969.<\/p>\n<p>Jeita continuou sendo a popular atra\u00e7\u00e3o at\u00e9 os recentes conflitos libaneses que for\u00e7aram o seu fechamento em meados de 1970. Sob a iniciativa do Ministro do Turismo, uma companhia alem\u00e3, \u201cMapas\u201d, foi cha,ada para renovar e re-equipar suas facilidades com as mais modernas t\u00e9cnicas e operara\u00e7\u00f5es complexas. Em 6 de julho, 1995, sua beleza natural foi novamente aberta ao p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>Redescobrimento de Jeita<\/strong><\/p>\n<p>O descobrimento moderno do rio subterr\u00e2neo de Jeita data de 1836 e \u00e9 atribu\u00edda ao Reverendo William Thomson, um mission\u00e1rio americano que se aventurou 50 metros dentro da caverna.<\/p>\n<p>Alcan\u00e7ando o rio subterr\u00e2neo, ele soltou um tiro com sua arma e o eco resultante o convenceu de ter encontrado a caverna de principal import\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Em 1873, W. J. Maxwell e H.G. Huxley, engenheiros da Companhia de \u00c1gua de Beirute, e seu amigo Reverendo Daniel Bliss, Presidente do Col\u00e9gio Protestante S\u00edrio (futura Universidade Americana de Beirute) exploraram essas cavernas. Em duas expedi\u00e7\u00f5es que aconteceram em 1873 e 1874, eles penetraram 1060 metros dentro da gruta principal, fonte de Nahr el_kalb que abastece Beirute com \u00e1gua.<\/p>\n<p>Eles finalmente foram parados pelos \u201cHell\u2019s Rapids\u201d, onde o rio fluia em torrentes sobre as rochas.<\/p>\n<p>Como todos os exploradores, Dr. Bliss, Sr. Maxwell e os outros engenheiros n\u00e3o puderam resistir em marcar seus nomes e o ano na \u201cColuna Maxwell\u201d, um grande pilar de 625 metros na entrada.<\/p>\n<p>Aproximadamente 200 metros adiante, no denomindao \u201cPantheon\u201d, eles escreveram seus nomes e detalhes de sua expedi\u00e7\u00e3o num papel, selaram-no numa garrafa e a colocaram no topo de uma estalagmite.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o da \u00e1gua impregnada pelo limo cobriu a garrafa com um filme branco, que a fixou permanentemente na rocha.<\/p>\n<p>Entre 1892 e 1940, outras expedi\u00e7\u00f5es tomaram lugar, a maioria realizada por Ingleses, Americanos ou exploradores Framceses. Essas tentativas os levaram a uma profundidade de 1750 metros.<\/p>\n<p>Desde 1940, os exploradores Libaneses, principalmente os membros do Speleo-Club of Lebanon fundada pelo primeiro espeologista liban\u00eas Lionel Ghorra, foram ainda mais fundo dentro da gruta de jeita.<\/p>\n<p>Suas explora\u00e7\u00f5es met\u00f3dicas revelaram o grande sistema subterr\u00e2neo das galerias superiores e inferiores que agora \u00e9 conhecida pela sua profundidade que cha a 9 quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>As galerias superiores, descobertas em 1958 pelos espeologistas libaneses, requiriram uma grande escalada de 650 metros sobre a entrada do rio subterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>Ao todo, 2130 metros desta galeria foram explorados.<\/p>\n<p><strong>Dentro da Caverna<\/strong><\/p>\n<p>No ver\u00e3o voc\u00ea pode visitar ambas, as galerias superiores e inferiores, enquanto aprecia a refrescante temperatura dentro da caverna. A se\u00e7\u00e3o inferior est\u00e1 algumas vezes fechada no inverno quando o n\u00edvel da \u00e1gua sobe, mas as extensas galerias superiores est\u00e3o abertas durante o ano inteiro.Planejada para aproximadamente duas horas de visita, que inclui um passeio de barco atrav\u00e9s das galerias inferiores, a visita \u00e0s galerias superiores \u00e9 feita \u00e0 p\u00e9 ou atrav\u00e9s de uma apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>AS GALERIAS INFERIORES<\/strong><\/p>\n<p>Esta parte da caverna tr\u00e1s at\u00e9 voc\u00ea um beleza subterr\u00e2nea de milh\u00f5es de anos. A viagem de 600 metros feita a barco no lago subterr\u00e2neo \u00e9 apenas um exemplo do sistema que foi explorado e que possui cerca de 6910 metros.<\/p>\n<p>A primeira impress\u00e3o \u00e9 a do som da \u00e1gua e do frio. O sussurar da queda d\u2019\u00e1gua na entrada d\u00e1 lugar ao profundo sil\u00eancio que \u00e9 encontrado dentro da caverna.<\/p>\n<p><strong>AS GALERIAS SUPERIORES<\/strong><\/p>\n<p>A aproxima\u00e7\u00e3o destas galerias secas atrav\u00e9s do t\u00fanel de concreto de 120 metros prepara voc\u00ea para o surpreendente mundo adiante.<\/p>\n<p>Formada a v\u00e1rios milh\u00f5es de anos antes da galerias superiores, esta se\u00e7\u00e3o mostra o que o inteiro sistema da caverna esra antes das condi\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas concretizarem o que se v\u00ea atualmente.<\/p>\n<p>Por 650 metros voc\u00ea \u00e9 levado por diferentes n\u00edveis na caverna, contemplando as esculturas de pedra e outras forma\u00e7\u00f5es. Talvez a mais dram\u00e1tica vis\u00e3o \u00e9 a dos canyons e dos grandes v\u00e3os que levam mais de 100 metros de profundidade.<\/p>\n<p><strong>Tiro<\/strong><\/p>\n<p>Tiro cidade foi fundada no in\u00edcio do terceiro mil\u00eanio aC, e ainda carrega os tra\u00e7os de suas origens antigas impressionantes.<\/p>\n<p><strong>Locais arqueol\u00f3gicos em Tiro s\u00e3o divididos em tr\u00eas zonas:<\/strong>\u00a0a zona primeiro est\u00e1 localizado no que foi a ilha fen\u00edcia, voc\u00ea vai descobrir as ru\u00ednas de edif\u00edcios municipais, banhos p\u00fablicos e ruas de mosaico, a segunda \u00e1rea cont\u00e9m uma grande rede romano-bizantino estradas e outras instala\u00e7\u00f5es, ea terceira \u00e1rea cont\u00e9m o maior hip\u00f3dromo romano j\u00e1 encontrado.<\/p>\n<p>Byblos reputa\u00e7\u00e3o de ser a cidade mais antiga do mundo, com escava\u00e7\u00f5es que objetos de atualiza\u00e7\u00e3o datam do per\u00edodo Neol\u00edtico e per\u00edodos cananeus, fen\u00edcia, grega, romana e cruzado.<\/p>\n<p>Byblos hoje \u00e9 uma cidade pr\u00f3spera, moderna, com o centro antigo da cidade e do porto s\u00e3o as partes mais interessantes para explorar.<\/p>\n<p><strong>Byblos<\/strong><\/p>\n<p>Byblos \u00e9 uma das mais cotadas para o pr\u00eamio como a mais velha e continuamente habitada cidade. Embora seu \u00ednico esteja perdido no tempo, os estudos modernos dizem que o local tem pelo menos 7.000 anos.<\/p>\n<p>A ascen\u00e7\u00e3o e queda de aproximadamente duas d\u00fazias de n\u00edveis culturais humanos nesse local o torna um das \u00e1reas mais ricas arqueologicamente no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Sob a domina\u00e7\u00e3o dos fara\u00f3s eg\u00edpcios no 3\u00ba e 2\u00ba mil\u00eanio AC, Byblios era a capital comercial e religiosa da costa fen\u00edcia. Foi aqui que o primeiro alfabeto linear, ancestral de todos os alfabetos modernos (atrav\u00e9s do Greco e Latino), foi inventado. Ironicamente a palavra \u201cByblos\u201d n\u00e3o \u00e9 reconhecida pelos habitantes atuais da cidade.<\/p>\n<p>Por muitos milhares de anos ele foi chamado de \u201cGubla\u201d e mais tarde de \u201cGebal\u201d, enquanto o termo \u201cCana\u00e3\u201d foi aplicado para a costa em geral. Foi os gregos, algum tempo mais tarde 1200 DC quem deram o nome de \u201cFen\u00edcia\u201d, referindo-se a \u00e1rea da costa. E eles chamaram a cidade de \u201cByblos\u201d (Papiro em grego), por causa que esse centro comercial era importante para o com\u00e9rcio do papiro.<\/p>\n<p>Hoje Byblos (Jbail em \u00e1rabe) na costa a 36km ao norte de Beirute \u00e9 uma pr\u00f3spera e moderna cidade com um cora\u00e7\u00e3o antigo; uma mistura de sofistica\u00e7\u00e3o e tradi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 um lugar pr\u00f3spero com edif\u00edcios de vidro e ruas lotadas. Mas dentro da velha cidade, remanescentes dos \u00e1rabes e Cruzados da \u00e9poca medieval s\u00e3o a marca do passado. Para uma verdadeira sensa\u00e7\u00e3o de Byblos, passeie pelas ruas e passagens. Essa parte da cidade \u00e9 a cole\u00e7\u00e3o de velhas paredes que constituem as propriedades e intrigantes ru\u00ednas. N\u00e3o hesite em explorar \u2013 se acontecer de voc\u00ea invadir a propriedade de algu\u00e9m, o povo hospitaleiro ter\u00e1 prazer em mostrar-lhe as redondezas.<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo est\u00e3o os restos escavados da antiga cidade, os castelos e igrejas dos Cruzados e a velha \u00e1rea do marcado. A \u00e1rea das escava\u00e7\u00f5es \u00e9 supreendente pela parede com a entrada para o castelo dos Cruzados.<\/p>\n<p>Para conseguir uma boa vis\u00e3o da magnitude, e complexidade do local, ou escale para o topo do castelo ou caminhe pela periferia pelo lado de fora da parede e identifique a grandeza dos monumentos.<\/p>\n<p>Depois de visitar o local, uma r\u00e1pida e interessante introdu\u00e7\u00e3o ao passado do L\u00edbano pode ser encontrado no Museu de C\u00eara perto do castelo.<\/p>\n<p>Aqui as figuras de c\u00eara ilustram as paisagens da hist\u00f3ria e a vida rural do pa\u00eds. H\u00e1 uma mosdesta taxa de entrada.<\/p>\n<p>Com seus muitos restaurantes, bares, lojas de souvenir e hot\u00e9is, Byblos est\u00e1 totalmente preparada para os turistas.<\/p>\n<p>Os Cedros, este buqu\u00ea de \u00e1rvores milen\u00e1rias cujo nome foi ao longo de toda a hist\u00f3ria sin\u00f4nimo do L\u00edbano, constituindo um dos importantes lugares de turismo liban\u00eas.<\/p>\n<p>Pode chegar at\u00e9 este lugar atrav\u00e9s de Bekaa ou a partir do litoral.<\/p>\n<p>A primeira estrada parte de Deir al- Ahmar e serpentei sobre os flancos da montanha oferecendo uma surpreendente vista sobre o vale. Com a altitude, mesmo no ver\u00e3o, o ar torna-se mais fresco e se pode ver alguns escoamentos de neve que persistem fazendo as cores de uma zebra na paisagem.<\/p>\n<p>Chegando na crista da montanha, um olhar sobre o outro flanco oferece uma vista excepcional sobre um gigantesco c\u00edrculo que abra\u00e7a a floresta de cedros, a esta\u00e7\u00e3o do esqui e as gargantas do Vale de Kadisha no meio de um vasto panorama que se estende at\u00e9 o mar. Esta estrada n\u00e3o pode ser utilizada durante o inverno pois a mesma fica fechada pela neve.<\/p>\n<p>A Segunda estrada, mais direta, parte de Chakka em dire\u00e7\u00e3o a Becharr\u00e9. A prtir de l\u00e1, duas estradas conduzem aos Cedros que n\u00e3o s\u00e3o longe, cerca de sete quil\u00f4metros aproximadamente. A estrada antiga, conhecida por suas curvas estreitas permite tamb\u00e9m chegar at\u00e9 a estrada da Gruta de Kadisha. A nova estrada, em melhor estado, permanece aberta durante todo o inverno.<\/p>\n<p>Mas qualquer que seja a estrada que se utiliza a paisagem \u00e9 sempre majestosa especialmente quando a neblina come\u00e7a a levantar dentro dos vales.<\/p>\n<p><strong>Chegando, encontra-se hot\u00e9is, chal\u00e9s, restaurantes e night-clubs que contribuem para o movimento na aldeia ao longo de todo o ano:<\/strong>\u00a0as pessoas fogem do calor e da umidade do litoral no ver\u00e3o e praticam esqui no inverno.<\/p>\n<p>Os Cedros propriamente ditos est\u00e3o ap\u00f3s um quil\u00f4metro adiante. A estrada que conduz at\u00e9 eles \u00e9 cheia de lojas de lembran\u00e7as e de restaurantes. Ela conduz tamb\u00e9m a esta\u00e7\u00e3o de esqui situada a 2.066 metros de altitude e continua do outro lado do cume para o Bekaa.<\/p>\n<p><strong>Os Cedros<\/strong><\/p>\n<p>Os Cedros est\u00e3o situados em uma regi\u00e3o de grande interesse natural e hist\u00f3rico. Do cume da moontanha que os domina, e que esta a mais de 1000 metros de altitude, menos de 30 minutos s\u00e3o necess\u00e1rios para descer at\u00e9 o colo do Vale de Kadisha, situado a menos de 1000 metros de altitude. Regi\u00e3o de torrentes, fontes, cascatas e outras forma\u00e7\u00f5es naturais, est\u00e1 repleto de capelas e eremit\u00e9rios e tamb\u00e9m de aldeias cuja hospitalidade foi sempre legend\u00e1ria.<\/p>\n<p>Da imensa floresta de cedros que cobria o L\u00edbano, restaram apenas algumas florestas isoladas. Mas estas florestas majestosas que crescem em uma altitude de 1500 a 2000 metros quase sempre em locais rochosos de acesso dif\u00edcil, continuam a excitar as imagina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao do L\u00edbano Norte s\u00e3o as florestas da reserva natural de Horsh Ehden, de Hadath al-Jubbeh, menos acess\u00edvel \u00e9 de Tannourine. No Monte L\u00edbano, s\u00e3o os cedros que crescem nos cumes que domina a cidade de Jaj, perto de Laklouk e do Monte Barouk na \u201cCaza\u201d de Chuf. Esta \u00faltima floresta \u00e9 constitu\u00edda de belas \u00e1rvores, com cerca de 350 anos, bem protegidas e em excelentes condi\u00e7\u00f5es. Existem florestas tamb\u00e9m no Chuf, as que dominam as cidades de Maasser al \u2013 Chuf e de Zin Zhalta.<\/p>\n<p>De todas estas florestas, a mais c\u00e9lebre \u00e9 a de Bcharr\u00e9, chamada de Arz ar-Rabb \u201cCedros do Senhor\u201d.<\/p>\n<p>Estas \u00e1rvores s\u00e3o as mais antigas entre todas as dos cedros do L\u00edbano e permitem fazer uma id\u00e9ia da estatura e da magnitude destas \u00e1rvores que fizeram reputa\u00e7\u00e3o do L\u00edbano na antig\u00fcidade; 375 entre elas s\u00e3o centen\u00e1riasm, quatro chegam a 35 metros de altura e 12 a 14 metros de di\u00e2metro. Seustroncos s\u00e3o retos e seus potentes galhos se estendem perpendicularmente como enormes leques.<\/p>\n<p>A mais venerada das ancestrais, esta floresta contem milhares de \u00e1rvores mais jovens que foram recentemente plantadas a fim de garantir a sobreviv\u00eancia do patrim\u00f4nio nacional. Lembramos, entretanto, que o cedro \u00e9 uma \u00e1rvores que cresce lentamente e que precisa quarenta ans ao menos para come\u00e7ar a dar gr\u00e3os produtivos.<\/p>\n<p>A exemplo do resto do patrim\u00f4nio os cedros de Becharr\u00e9 necessitam de cuidados e prote\u00e7\u00e3o. Em 1876 a rainha Vit\u00f3ria da Inglaterra dava uma aten\u00e7\u00e3o particular a esta vener\u00e1vel rel\u00edquia ordenando cercar os 102 hectares da floresta, afim de proteg\u00ea-la contra os predadores naturais, particularmente os rebanhos que comem as mudas.<\/p>\n<p>Mais recentemente em 1985 uma \u201cAssocia\u00e7\u00e3o dos Amigos da Floresta dos Cedros\u201d foi fundada. Ela se prop\u00f5e a reparar os estragos que os homens ou a natureza fizeram a estas \u00e1rvores.<\/p>\n<p>A floresta foi assim limpa dos detritos e de sua madeira morta, seu solo foi fertilizado e suas doen\u00e7as foram tratadas. Foram tamb\u00e9m feitos caminhos a fim de facilitar o acesso e evitar outros estragos.<\/p>\n<p>No meio da floresta est\u00e1 uma pequena capela constru\u00edda em 1843 e colocada sobre a prote\u00e7\u00e3o do Patriarca maronita. Todos os anos, 6 de agosto, na festa de Transfigura\u00e7\u00e3o (\u2018Id ar- Rabb ou Festa do Senhor) ela se transforma em centro de peregrina\u00e7\u00e3o onde afluem gente de todas as regi\u00f5es libanesas.<\/p>\n<p>A floresta dos Cedros pode ser visitada todos os dias, salvo \u00e0s segundas-feiras.<\/p>\n<p><strong>Ehden<\/strong><\/p>\n<p>Ehden \u00e9 uma grande e pr\u00f3spera cidade com um clima prazeiroso, bons restaurantes e muitas quedas d\u2019\u00e1gua. Sua principal pra\u00e7a \u00e9 um local popular de encontros para residentes nas tardes quentes de ver\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre as coisas mais importantes para serem vistas em Ehden est\u00e1 o corpo mumificado de Youssef Karam, her\u00f3i nacional do s\u00e9culo XIX que permanece inalterado na igreja da aldeia.<\/p>\n<p>Nas proximidades est\u00e1 Deir Mar Sarkis que possui diversas pequenas capelas, as mais antigas datando do s\u00e9culo XIII e XIV.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m a antiga igreja de Mar Mema, Santo Mamas, constru\u00edda no s\u00e9culo XVIII. Mais acima se encontra Saydet el Husn (Nossa Senhora da Fortaleza), que foi provavelmente constru\u00edda sobre as remanesc\u00eancias de um antigo edif\u00edcio. Daqui voc\u00ea possui uma \u00f3tima vis\u00e3o da selva dos Cedros e do vale que se extende at\u00e9 Tripoli.<\/p>\n<p>Horsh Ehden, uma reserva natural a 4km de Ehden foi estabelecida em 1992. Essa \u00e9 uma zona protegida por suas centenas de esp\u00e9cimes bot\u00e2nicas ind\u00edgenas \u00fanicas incluindo \u00e1rvores raras e plantas.<\/p>\n<p>Ela tamb\u00e9m abriga algumas poucas esp\u00e9cimes de animais selvagens do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>EM DIRE\u00c7\u00c3O A BCHARRE<\/strong><\/p>\n<p>Diz-se que uma das viagens mais impressionantes no L\u00edbano \u00e9 a do caminho que leva a Bcharre, onde abundam cedros, que salpicam os montes com centenas de anos a suas encostas.<\/p>\n<p>O caminho discorre atrav\u00e9s das montanhas passando por pitorescas aldeias. Na rota encontra-se o Museu Gibran situado no lugar onde nasceu o famoso escritor, e foi enterrado segundo seus desejos, tamb\u00e9m nesta localidade. No museu se encontra muitas de suas obras pict\u00f3ricas e manuscritos, assim como objetos pessoais do genial artista.<\/p>\n<p><strong>O VALE DE BEKAA<\/strong><\/p>\n<p>Uma f\u00e9rtil plan\u00edcie separa o Monte L\u00edbano do Antil\u00edbano, trata-se do Vale de Bekaa. Ali encontra-se Baalbech, conhecida em tempos antigos como Heli\u00f3polis ou Cidade do Sol pelos gregos, e Baal, pelos fen\u00edcios.<\/p>\n<p>Os romanos constru\u00edram neste lugar seus templos, e seu passado deixa-se ver nas Ru\u00ednas Romanas, que contam com uma das maiores acr\u00f3poles do mundo.<\/p>\n<p>Anjar \u00e9 um lugar misterioso e de duvidosa hist\u00f3ria, recentemente descoberto. Os trabalhos de investiga\u00e7\u00e3o realizados, a situam como assentamento de Umayyad.<\/p>\n<p>O lugar foi constru\u00eddo com uma simetria de reminisc\u00eancias romanas. A cidade est\u00e1 amuralhada e conta com algumas portas, arcadas avenidas e torres interessantes de admirar.<\/p>\n<p>Outras localidades que despertaram o interesse do visitante na regi\u00e3o s\u00e3o Chtaura e Zahle, um pitoresco lugar \u00e0s margens de um rio, salpicado de pequenos caf\u00e9s e restaurantes.<\/p>\n<p><strong>Zahle<\/strong><\/p>\n<p>Esta cidade de telhados avermelhados \u00e9 idealmente situada sobre os primeiros contrafortes do Monte Sannine, na beira da plan\u00edcie do Bekaa, a 945 metros de altitude.<\/p>\n<p>Se as montanhas vizinhas no inverno est\u00e3o cobertas de um branco manto de neve, o clima no ver\u00e3o \u00e9 fresco e seco. O centro da cidade se estende sobre dois afluentes do rio al \u2013 Bardawni, com a antiga cidade sobre as eleva\u00e7\u00f5es do afluente oeste, enquanto a zona comercial ocupa o afluente leste..<\/p>\n<p><strong>Na extremidade norte da cidade, o vale \u00e9 chamado de Wadi el Arayesh (o vale das parreiras), c\u00e9lebre por seus restaurantes ao ar livre a beira do rio, \u00e9 com orgulho que os zahliotas chamam sua cidade de \u201cA cidade do Vinho e da Poesia\u201d:<\/strong>\u00a0mais de 50 poetas e escritores nasceram aqui no s\u00e9culo XX e uma grande variedade de vinhos e de \u201caraks\u201d s\u00e3o produzidos na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00e3o incontest\u00e1veis a reputa\u00e7\u00e3o cultural de Zahl\u00e9 e sua primzia comercial e administrativa na Bekaa (que representa 42,27% do territ\u00f3rio liban\u00eas), assim como sua posi\u00e7\u00e3o de terceira cidade do pa\u00eds (150,00 habitantes).<\/p>\n<p>Ela \u00e9 igualmente um centro agr\u00edcola importante, produzindo legumes, frutas, cereais e sobretudo uva.<\/p>\n<p>Isolada do litoral peloMonte L\u00edbano, os zahliotas desenvolveram sua personalidade pr\u00f3pria ao longo da Hist\u00f3ria, e seu sotaque \u00e1rabe particular \u00e9 imediatamente reconhecido. Quanto \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o intelectual da cidade, ela deve a uma longa linha de poetas pensadores e escritores que contribu\u00edram para o desenvolvimento cultural do L\u00edbano no seu conjunto.<\/p>\n<p><strong>Aos arredores de Zahl\u00e9<\/strong><\/p>\n<p><strong>Karak Nuh (O t\u00famulo de No\u00e9)<\/strong><\/p>\n<p>Na regi\u00e3o nordeste de Zahl\u00e9, o lugar chamado Karak Nuh \u00e9 conhecido por causa do t\u00famulo de No\u00e9 que se encontra perto da mesquita, sobre um importante s\u00edtio arqueol\u00f3gico. Esta estrutura tem 42 metros de comprimento por 2,5 metros de largura, a tradi\u00e7\u00e3o afirma que No\u00e9 foi enterrado com os joelhos dobrados!<\/p>\n<p>Blocos de pedra da \u00e9poca romana foram aparentemente utilizados para a constru\u00e7\u00e3o desta mesquita.<\/p>\n<p><strong>Furzol<\/strong><\/p>\n<p>Perto desta cidade pode-se ver vest\u00edgios de um templo romano; Wadi el Habis (o vale do eremita) que se encontra do lado mais elevado de Furzol, tem t\u00famulos espalhados e santu\u00e1rios romanos e bizantinos.<\/p>\n<p>O lugar \u00e9 fascinante para visitar para os que gostam de andar e assim podem explorar os rochedos abaixo do s\u00edtio.<\/p>\n<p>Encontra-se um caf\u00e9 com terra\u00e7o perto das cavas.<\/p>\n<p><strong>Niha<\/strong><\/p>\n<p>Nesta cidade encontra-se um templo romano restaurado, impressionante pela duas dimens\u00f5es e o quadro selvagem ao qual ele est\u00e1 situado. Ao lado, um templo menor n\u00e3o restaurado, foi dedicado ao deus s\u00edrio-fen\u00edcio Hadaranes.<\/p>\n<p>A partir de Niha, uma trilha n\u00e3o asfaltada que pode ser percorrida \u00e0 p\u00e9, leva a 300 metros de altura \u00e0 Hosn Niha (a fortaleza de Niha) onde se encontram vest\u00edgios de dois templos romanos parcialmente preservados.<\/p>\n<p><strong>Taanayel<\/strong><\/p>\n<p>Esta regi\u00e3o agr\u00edcola est\u00e1 situada justo ao sul de Chtaura, na beira da estrada de Damasco. Uma visita a este lugar, que pertence aos Padres Jesu\u00edtas desde 1860 \u00e9 uma boa introdu\u00e7\u00e3o ao conhecimento da agricultura em bekaa.<\/p>\n<p>Ela serve igualmente ao ensino aplicado na Faculdade Agr\u00edcolda da Universidade Saint Joseph e vende produtos derivados de leite diretamente retirado da fazenda. Um lago artificial incrementa o s\u00edtio.<\/p>\n<p><strong>Kfar Zabad e Ain Kfar Zabad<\/strong><\/p>\n<p>Um caminho partindo desta cidade leva aos vest\u00edgios de dois templos romanos situados no cume da colina.<\/p>\n<p>A nordeste do templo, o mais baixo, se encontra a um relevo da deusa V\u00eanus, no local conhecido sob o voc\u00e1bulo \u201cBint el malek\u201d ( a filha do rei).<\/p>\n<p>Encontra-se tamb\u00e9m na zona antiga pedreiras e t\u00famulos rudesda \u00e9poca romana.<\/p>\n<p><strong>Para os amantes de aventuras subterr\u00e2neas, uma bela gruta (125m de comprimento) pode ser explorada com ajuda de alguns metros de corda:\u00a0<\/strong>de carro toma-se uma pista n\u00e3o asfaltada (1 quil\u00f4metro) que se dirige em dire\u00e7\u00e3o do contraforte do Anti-L\u00edbano, depois escala \u00e0 p\u00e9 (15 minutos) um caminho que leva a entrada da caverna.<\/p>\n<p><strong>Anjar<\/strong><\/p>\n<p><strong>Anjar<\/strong>, 58 quil\u00f4metros de Beirute, \u00e9 completamente diferente de qualquer outra experi\u00eancia arqueol\u00f3gica que voc\u00ea ter\u00e1 no L\u00edbano. Em outros pontos hist\u00f3ricos do pa\u00eds, diferentes \u00e9pocas e civiliza\u00e7\u00f5es s\u00e3o sobrepostas uma ap\u00f3s outra. Anjar \u2018exclusivamente um per\u00edodo, o Umayyad.<\/p>\n<p>Os outros pontos do L\u00edbano foram fundados mil\u00eanios atr\u00e1s, mas Anjar \u00e9 relativamente novo, datando do in\u00edcio do s\u00e9culo XVIII D.C. Diferente de Tyre e Byblos, que clamam continuamente por habita\u00e7\u00e3o desde o dia em que foram fundadas, Anjar floriu por apenas algumas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de uma pequena mesquita Umayyad em Baalbeck, n\u00f3s temos outras remanesc\u00eancias deste importante per\u00edodo da hist\u00f3ria \u00e1rabe.<\/p>\n<p>Anjar tamb\u00e9m permanece \u00fanico como sendo o \u00fanico exemplo de uma ilha servindo como centro comercial.<\/p>\n<p>A cidade se beneficiou de sua posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica na intersec\u00e7\u00e3o das rotas de com\u00e9rcio que passavam por Damascus, Homs, Baalbeck e iam para o Sul.<\/p>\n<p>A quase que perfeita ru\u00edna quadrilateral jaz no meio de uma das mais ricas terras agricultoras do L\u00edbano.<\/p>\n<p>\u00c9 uma das mais importantes fontes do Rio Litani. O nome atual, Anjar, vem de Arabic Ain Gerrha, \u201ca fonte de Gerrha\u201d, o nome de uma antiga cidade fundada nesta \u00e1rea pelos \u00e1rabes ituraenses durante os tempos helen\u00edsticos.<\/p>\n<p>Anjar tem uma beleza especial. A cidade estende colunas e fr\u00e1geis arcos em contraste com o massivo volume das montanhas Anti-libanesas pr\u00f3ximas, um misterioso palco para as extensivas ru\u00ednas de Anjar e as mem\u00f3rias de sua curta mas en\u00e9rgica presen\u00e7a na hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria: Mestres de Anjar:\u00a0<\/strong>Os Umayyads<\/p>\n<p>Os Umayyads, a primeira hereditariedade da dinastia do Islam, dominava de Damascus no primeiro s\u00e9culo depois que o Profeta Mohammed, de 660 at\u00e9 750 D.C.<\/p>\n<p>Eles s\u00e3o vistos como grandes conquistadores que criaram um imp\u00e9rio isl\u00e2mico que se alongava dos vales hindus at\u00e9 o sul da Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Baalbeck<\/strong><\/p>\n<p>Grande templo de Baalbeck ou Heliopolis est\u00e1 l\u00e1 desde o in\u00edcio de nossa era quando era uma das maravilhas do mundo. Ele e o segundo templo, com seu por\u00e3o quase intacto formam um dos mais belos e famosos monumentos. Baalbeck \u00e9 um local onde os visitantes podem recapturar a fascinante atsmosfera do passado.<\/p>\n<p>H\u00e1 lendas que explicam seu tamanho excepcional, sua propor\u00e7\u00e3o gigantesca e seus enormes blocos, particularmentemente h\u00e1 tr\u00eas que medem entre 19-20m por 4.5 m por 3.6 m.<\/p>\n<p>Um bloco ainda maior ainda permanece na pedreira. Um arque\u00f3logo declarou que esse bloco solit\u00e1rio j\u00e1 \u00e9 uma curiosidade para os visitantes de Baalbeck.<\/p>\n<p>Por s\u00e9culos festas populares ligadas ao local com figuras b\u00edblicas, imagens de humanos por detr\u00e1s do assoalho, com gigantes e djiins e mesmo recentemente um s\u00e9rio cientista atribui ao bloco uma origem vinda de outro planeta em tempos remotos.<\/p>\n<p>Baalbeck sofreu com a passagem do tempo. Sua hist\u00f3ria desapareceu na lenda e seus templos se tornaram inreconhec\u00edveis devida \u00e0s adi\u00e7\u00f5es medievais e Bizantinas, \u00e0s devasta\u00e7\u00f5es da guerra, terremotos e vandalismo.<\/p>\n<p>Mas agora, agradece ao trabalho de escava\u00e7\u00e3o, consolida\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o que se iniciou no in\u00edcio do s\u00e9culo. N\u00f3s podemos ver edif\u00edcios de Baalbeck que primam pela remo\u00e7\u00e3o dos acr\u00e9scimos colocados.<\/p>\n<p>O caminho para o santu\u00e1rio \u00e9 mais uma vez atrav\u00e9s de um sal\u00e3o hexagonal.<\/p>\n<p>Os visitantes agora t\u00eam acesso a vasta sala de sacrif\u00edcios, uma vez encoberta pela bas\u00edlica bizantina que agora mostra seu estado original com um monumental altar e um segundo altar que possui uma piscina ornamental para rituais de banho.<\/p>\n<p>O sal\u00e3o era cercado por 128 colunas de granito rosa do Egito colocada em frente da s\u00e9rie de exadros meticulosamente decorados. Ao oeste, os blocos de uma grande pa\u00e7o foram restaurados para a sua posi\u00e7\u00e3o original e agora levam a uma plataforma superior do templo de Jupiter.<\/p>\n<p>As seis enormes colunas continuam com suas entablaturas no topo dando id\u00e9ia da vasta escala do edif\u00edcio original. Nas redondezas, mas inteiramente separado do templo de Jupiter, est\u00e1 o templo de Bacchus completo exceto pelo seu telhado, parte do peristilo do altar. A decora\u00e7\u00e3o do templo \u00e9 de uma riqueza particular e delicadeza que devem ser extremamente preservada.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s dos s\u00e9culos esses dois templos, impostos, quase que excepcionalmente pela sua grandeza colossal e seu harmonioso design, t\u00eam inspirado a fantasia e a poesia a explicar e descrever sua constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os caprichos tem dado lugar a um sistem\u00e1tico exame que verifica a idade dos templos e formam uma id\u00e9ia correta do esp\u00edrito da era em que foram constru\u00eddos.<\/p>\n<p>O templo de Jupiter, cujas funda\u00e7\u00f5es s\u00e3o provalvelmente pr\u00e9-romanas, foram finalizadas aproximadamente em 60 D.C. O terra\u00e7o que foi planejado para cercar o templo, a que pertencem tr\u00eas famosos blocos datam do mesmo per\u00edodo mas nunca foram finalizados. Durante o segundo s\u00e9culo D.C. uma grande aproxima\u00e7\u00e3o foi planejada e a grande c\u00f4rte foi constru\u00edda com o colonado e o exaedro. O templo de Bacchus foi constru\u00eddo em aproximadamente 150 D.C.<\/p>\n<p>O propylaes foi adicionado no come\u00e7o do terceiro s\u00e9culo D.C., junto com o pequeno templo redondo e, no reino de Felipe o \u00c1rabe (244-249 D.C.), a pr\u00e9-corte hexagonal.<\/p>\n<p>Uma constru\u00e7\u00e3o de t\u00e3o vastas propor\u00e7\u00f5es nunca podia ter sido o trabalho de uma cidade ou mesmo de uma prov\u00edncia. AQ energia enorme e necess\u00e1ria poderia ter sido provida por um imp\u00e9rio Romano como parte de uma fiscaliza\u00e7\u00e3o de imperadores do leste para unir as pessoas indigentes e a popula\u00e7\u00e3o colonial Romana na mesma f\u00e9 e adora\u00e7\u00e3o dos mesmos deuses.<\/p>\n<p>Essa fiscaliza\u00e7\u00e3o pela religi\u00e3o foi feita poss\u00edvel por uma tend\u00eancia existente de agupar divindades. Hadad, o deus do trov\u00e3o e da tempestade do leste, o deus que fornece a chuva, conhecido pela dedica\u00e7\u00e3o que teve perante o povo Liban\u00eas, j\u00e1 esteve identificado em Baalbeck como sendo o sol, e a cidade foi chamada de Heliopolis \u2013 cidade do sol \u2013 nos tempos helen\u00edsticos.<\/p>\n<p>Naquele tempo os deuses de Baalbeck tinham nomes gregos.<\/p>\n<p>Sob o imp\u00e9rio Romano eles simplsmente tomaram a civiliza\u00e7\u00e3o Romana, Hadad se tornou Jupiter Heliopolitanus, a grande deusa era chamada de Venus Heliopolitana e o pequeno deus do ver\u00e3o era Merc\u00fario.<\/p>\n<p>Essa tr\u00edade era perticularmente popular, \u00e9 bem lembrada em Baalbeck. Altares dedicados a tr\u00edade heliopolitana foram fundadas n\u00e3o s\u00f3 nas prov\u00edncias do leste, mas em todo o mundo Romano, de Balkans at\u00e9 a Espanha, Pa\u00eds de Gales e Esc\u00f3cia. A popularidade dessa cultura era parte devido ao trabalho das cerimonias m\u00edsticas devido aos ritos rurais antigos, e o templo de Bacchus podia ter sido constru\u00eddo por uma celebra\u00e7\u00e3o de mist\u00e9rios.<\/p>\n<p>Deveria, entretanto, ser enfatizado que detr\u00e1s dessa tend\u00eancia para unir cultos, em vez de variar os aspectos das divindades e trocar seus nomes ou representa\u00e7\u00f5es, o culto \u00e0 tr\u00edade heliopolitana era sempre fen\u00edcia na ess\u00eancia, uma ess\u00eancia refletida nos monumentos que voc\u00ea v\u00ea atualmente.<\/p>\n<p>O que \u00e9 mais marcante \u00e0 primeira vista \u00e9, obviamente, o car\u00e1ter do leste da arquitetura e decora\u00e7\u00e3o. \u201cAlgu\u00e9m pode pensar que os monumentos foram feitos em Roma, empacotadas para exporta\u00e7\u00e3so e implantadas em Baalbeck como um quebra-cabe\u00e7a jiga.\u201d E ainda, ao contr\u00e1rio da mania de colunas das capitais corintianas, a arquitetura do oeste transparece o ornamento cl\u00e1ssico, a parte essencial das antigas tradi\u00e7\u00f5es ainda presentes.<\/p>\n<p>Est\u00e1 presente nas representa\u00e7\u00f5es das divindades, uma daquelas que pode ser vista na pr\u00e9-cortes. Est\u00e1 presente, tamb\u00e9m, no layout do santu\u00e1rio, pois na sucess\u00e3o de propylaea, pr\u00e9-corte e sala de sacrif\u00edcios s\u00e3o lembradas no templo em Jerusal\u00e9m com sua seq\u00fc\u00eancia de cortes para nobres, padres e homens de f\u00e9.<\/p>\n<p>A grande corte, contendo a instala\u00e7\u00e3o principal do culto, \u00e9 tipicamente de tradi\u00e7\u00e3o semita. O templo est\u00e1 \u00e0 oeste, a pr\u00f3pria grande c\u00f4rte \u00e9 circulada por colonados corintianos, mas n\u00e3o h\u00e1 paralelos no mundo ocidental para o altar, que possui oito metros de facinante entrada para o templo.<\/p>\n<p>Os tradicionais ritos e cerim\u00f4nias for\u00e7aram os construtores Romanos a aceitar sua posi\u00e7\u00e3o, e \u00e9 prov\u00e1vel que os sacrif\u00edcios nos tetos mencionados na B\u00edblia aconteciam na plataforma do grande altar.<\/p>\n<p>No templo de Bacchus as escadas de cada lado da magnif\u00edca porta podem ter servido para alguma prepara\u00e7\u00e3o para os rituais.<\/p>\n<p>Este templo \u00e9 a resid\u00eancia de deus ou de sua imagem que n\u00e3o desapareceu nos tempos Romanos.<\/p>\n<p>Baalbeck \u00e9 mais do que um fascinante grupo de ru\u00ednas de uma inspirante majestade. \u00c9 o local onde o leste e o oeste se encontraram e se fundiram, uma passagem onde diferentes influ\u00eancias e credos se uniram em mutua uni\u00e3o, como no L\u00edbano atual.<\/p>\n<p><strong>Beit ed-Dine<\/strong><\/p>\n<p>O caminho para Beit ed-Dine come\u00e7a na pequenacidade de Damour que jaz na costa, aproximadamente 17km ao sul de Beirut. Cravado na beira do penhasco que domina o vale, o caminho sobre em dire\u00e7\u00e3o a regi\u00e3o Chouf passando primeiramente atrav\u00e9s de<\/p>\n<p>Deir el Qamar, o conhecido assento do governo.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s Deir el Qamar e uma impressionante colina, aparece o pal\u00e1cio de Beit ed-Dine. Um belo exemplo da arquitetura oriental de meados do s\u00e9culo XIX, o pal\u00e1cio foi constru\u00eddo por Emir Bechir el Chehabi II (1788-1840) que foi por mais de cinq\u00fcenta anos n\u00e3o apenas o mais independente e soberano mas tamb\u00e9m aquele cujo reino foi igualmente caracterizado pela justi\u00e7a e prosperidade.<\/p>\n<p>Sob suas regras houve um estouro no trabalho p\u00fablico; estradas foram asentadas ou aumentadas enquanto novas pontes foram constru\u00eddas e outras reparadas. Sua mais espetacular realiza\u00e7\u00e3o, entretanto, permanece sendo o aqueoduto da Safa, uma grande obra cujas \u00e1guas s\u00e3o regularmente torneadas por neve derretida.<\/p>\n<p>Esse aqueoduto de 14 quilometros foi desenhado para garantir o suprimento de \u00e1gua para a nova capital, Beit ed-Dine, e para sua constru\u00e7\u00e3o Emir Bechir designou seu nobres, para que cada um fosse obrigado a fornecer dois dias de m\u00e3o-de-obra de gra\u00e7a. O resultado de oitenta mil dias de trabalho completou o projeto em dois anos sem utilizar nenhuma verda do Tesouro Nacional.<\/p>\n<p>Desde a Idade M\u00e9dia em diante, o L\u00edbano foi dividido em feldos governados por Emirs ou herdeiros Cheikhs. Em meados do s\u00e9culo XVII, Emir Fakhred-Dine II Maan (1572-1634) extendeu seu poder atrav\u00e9s desses dom\u00ednios chegando a reinar numa \u00e1rea correspondente ao L\u00edbano atual. Ele transferiu a capital de Baaqline para Deir el Qamar, mas tamb\u00e9m tinha seu posto governamental em Sidon e Beirute particularmente ap\u00f3s o Sult\u00e3o ter extendido seu poder do norte da C\u00edria at\u00e9 a Palestina central.<\/p>\n<p>No final do s\u00e9culo XVII, a dinastia Maan morreu e suas terras foram herdadas pela fam\u00edlia Chehab, Emirs of Waditaim. Seguindo os costumes usuais que serviam como base para governo no L\u00edbano, os senhores feudais reconheceram os Chehabs e o Sult\u00e3o conforme seus investimentos. Seus pal\u00e1cios foram situados em volta da quadra central de Deir el qamar atrav\u00e9s do s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p>No final do s\u00e9culo XVIII, Emir Youssef encontrou-se em dificuldades com os representantes do Sult\u00e3o, os visinhos pachas. Ele preferiu retirar, e abdicar em favor do Emir Bechir II desde que seus herdeiros n\u00e3o tinham a idade necess\u00e1ria para assumir o posto.<\/p>\n<p>Devido a desentendimentos familiares, o posicionamento do pal\u00e1cio de Deir el qamar, e a extens\u00e3o de seu poder, emir Bechir II decidiu construit seu pr\u00f3prio pal\u00e1cio em Beit ed-Dine, uns cinco quilometros de Deir el Qamar.<\/p>\n<p>Propositalmente sitaudo num impressionante vale de rocha massissa, o novo pal\u00e1cio foi extendido em aproximadamente 100 metros em extens\u00e3o a fim de incrementar o poder de Emir e a gl\u00f3ria de seu reino.<\/p>\n<p>Seguindo o estilo tradicional, sua apar\u00eancia externa tem uma r\u00fastica simplicidade de uma fortaleza que domina a estrada que cruza as colinas e vales ligando Deir el Qamar a Beit ed-Dine.<\/p>\n<p>Os jardins do terra\u00e7o invadiam o pal\u00e1cio enquanto mais jardisn plantados com ciprestes e outras \u00e1rvores decoravam o parque interior e circulam os v\u00e1rios edif\u00edcios. No final do s\u00e9culo XVIII, o pal\u00e1cio completo permanecia como resid\u00eancia de Emir at\u00e9 o dia de seu ex\u00edlio em 1840.Depois da supress\u00e3o do Emirado em 1842, o pal\u00e1cio continuava por algum tempo a ser a posse de seus herdeiros at\u00e9 que em 1861 ele foi comprado pelo Estado para se tornar a resid\u00eancia do governo de Mutasariff at\u00e9 1914.<\/p>\n<p>A rota original de acesso pelos cavalos e pedestres n\u00e3o mais \u00e9 permitida desde o final do s\u00e9culo XIX, Mutasariffs deixou-o cair em desuso e construiu uma nova estrada seguindo a colina. Como resultado, o pal\u00e1cio perdeu sua dominante posi\u00e7\u00e3o pelo qual foi desenhado, e de agora em diante a presente estrada de acesso ruma lado ao pa\u00b4lacio permitindo uma verdadeira vis\u00e3o panor\u00e2mica.<\/p>\n<p>Depois da guerra de 1914, o pal\u00e1cio foi usado como local administrativo mas em 1930 ele foi declarado como um Monumento Hist\u00f3rico e um grande trabalho de restaura\u00e7\u00e3o tomou a Dire\u00e7\u00e3o des Antiqut\u00e9s.<\/p>\n<p>Em 1943, Cheikh Bechara El Khoury, o Presidente da Rep\u00fablica, decidiu fazer sua simb\u00f3lica resid\u00eancia de ver\u00e3o e trouxe de volta em grande pompa e cerim\u00f4nia da Constantinopla os remanescentes de Emir Bechir que morreram l\u00e1 em 1850.<\/p>\n<p>O trabalho de restaura\u00e7\u00e3o recebeu ent\u00e3o um novo impulso, sendo continuando pelas autoridades parlamentares e executivas.<\/p>\n<p><strong>Depois da restaura\u00e7\u00e3o, o pal\u00e1cio novamente tomou seu ritmo de vida em tr\u00eas se\u00e7\u00f5es principais:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>Dar el Barani\u00e9, quarto exterior.<br \/>\nDar el Wousta, o quarto mediano.<br \/>\nDar el Harim, os quartos privados.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>O Sul do L\u00edbano<\/strong><\/p>\n<p>Desde Beirute podemos iniciar nossa viagem em dire\u00e7\u00e3o ao sul. Atravessando as montanhas Chouf, justamente no sudeste de Beirute, encontraremos um fant\u00e1stico cen\u00e1rio de vales verdes, estreitas gargantas, arroios e cascadas. A regi\u00e3o ficou bastante desabitada ap\u00f3s a invas\u00e3o israelita, pelo que \u00e9 dif\u00edcil encontrar alojamento.<\/p>\n<p>A principal atra\u00e7\u00e3o das montanhas \u00e9 o Pal\u00e1cio de Beieteddine. Esta constru\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIX se destaca majestosamente dominando a paisagem sobre uma colina rodeada de belos jardins.<\/p>\n<p>Outro pal\u00e1cio interessante \u00e9 o de Mir Amin, menor que o anterior, e convertido hoje num luxuoso hotel.<\/p>\n<p>N\u00e3o deixe de visitar a localidade de Deir el-Qamar e poder\u00e1 admirar sua rica arquitetura. Em Kfarhim, h\u00e1 uma gruta natural com estalactites e estalagmites.<\/p>\n<p>O Jabal Barouk \u00e9 uma montanha coberta de cedros e salpicada de pequenos povoados e vales que lhe levaram a Nabeh es-Safa.<\/p>\n<p>Na costa do sudoeste encontra-se Saida uma pequena cidade portu\u00e1ria com uma hist\u00f3ria milen\u00e1ria. Os edif\u00edcios da cidade antiga se assomam h\u00e1 muitos s\u00e9culos. Ali poder\u00e1 admirar Khan el-Franj, e fora da cidade antiga a Grande Mesquita e Qasr el-Bahr, um castelo constru\u00eddo na \u00e9poca das cruzadas, situado numa pequena ilha, que comunica com o continente por uma ponte \u00e1rabe fortificada, de pedra.<\/p>\n<p>Apesar dos m\u00faltiplos ataques que sofreu se conserva em p\u00e9.<\/p>\n<p>A cidade de Sour, na costa sul, foi fundada pelos fen\u00edcios no terceiro mil\u00eanio a.C., e ent\u00e3o chamava-se Tyra. Durante s\u00e9culos foi um florescente lugar e por isso sucessivamente invadido.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea de Sour foram encontradas riquezas arquitet\u00f4nicas de grande valor hist\u00f3rico, entre elas destacamos as Ru\u00ednas Romanas, que recordam o passado desta importante civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em cada pedra ficou marcado onde esteve em tempos, um teatro, um banho e at\u00e9 um hip\u00f3dromo.<\/p>\n<p><strong>Outros Locais<\/strong><\/p>\n<p>Pequena cidade portu\u00e1ria entre Beirute e Tiro, Sidon tem um castelo constru\u00eddo em uma pedra romana e oferece mercados bem abastecidos. Beiteddine, Shouf Montanhas in \u00e9 a localiza\u00e7\u00e3o do pal\u00e1cio constru\u00eddo por Amir Basheer no s\u00e9culo 19. O Tribunal e as salas s\u00e3o vale a pena visitar.<\/p>\n<p><strong>Sidon<\/strong><\/p>\n<p>Sidon \u00e9 uma das poucas cidades que sobreviveu ao tempo e a f\u00faria do homem. H\u00e1 evid\u00eancias que Sidon era habitada desde 4000 a.C., e talvez at\u00e9 antes dos tempos neol\u00edticos.<\/p>\n<p>Ela foi duas vezes destru\u00edda em guerras durante o s\u00e9timo e quarto s\u00e9culo antes de Cristo, e novamente destru\u00edda durante um terremoto no sexto s\u00e9culo depos de Cristo.<\/p>\n<p>Como a maioria das cidades fen\u00edcias, Sidon foi constru\u00edda numa ilha que se tornava ref\u00fagio durante as incurs\u00f5es armadas do interior. Ela ganhava de todas as outras cidades fen\u00edcias devido a sua sa\u00fade, iniciativa comercial e significado religioso. Na altura do Imp\u00e9rio PErsa (550-330 a.C.) Sidon fornecia a Persia um grande poder territorial, com navios e tropas necess\u00e1rias para lutar contra os eg\u00edpcios e os gregos.<\/p>\n<p>Isso proprocionou a Sidon e seus reis um posi\u00e7\u00e3o altamente favor\u00e1vel durante esse per\u00edodo.<\/p>\n<p>Os persas mantiveram em seu poder Sidon e foi l\u00e1 que o Templo de Echmunn foi constru\u00eddo. A cultura de Mithra sobreviveu at\u00e9 depois de Constantino, o Grande, acabar com o paganismo.<\/p>\n<p>O Mithraeum de Sidon s\u00f3 escapou da destrui\u00e7\u00e3o porque os seguidores de Mithra fecharam a entrada para o santu\u00e1rio subterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>As evid\u00eancias suportam a cren\u00e7a de que o santu\u00e1rio est\u00e1 atr\u00e1s das funda\u00e7\u00f5es do Arquebispado Greco-Cat\u00f3lico.<\/p>\n<p>Manufatura de vidro, a mais importante produ\u00e7\u00e3o de Sidon, foi conduzida a t\u00e3o vasta escala que a pr\u00f3pria inven\u00e7\u00e3o do vidro foi atribu\u00edda \u00e0 cidade.Tamb\u00e9m vigoriosa \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de tinta p\u00farpura.<\/p>\n<p>Sidon tamb\u00e9m foi famosa pelos seus antigos jardins e seu porto.<\/p>\n<p>Como outras capitais fen\u00edcias, Sidon sofreu a depreda\u00e7\u00e3o de uma sucess\u00e3o de conquistadores. No final da era persa, ela n\u00e3o resistiu as for\u00e7as superiores do imperador Artaxerxes III, os desesperados sidonianos fecharam seus port\u00f5es e preferiram lutar do que se entregarem aos invasores. mais de 40.000 morreram nas chamas.<\/p>\n<p>Logo depois, em 333 d.C., a cidade desimada estava muito fraca para se opor a triunfal marcha que veio pela costa de Alexandre, o Grande. A cidade tinha o status de rep\u00fablica nos dias da domina\u00e7\u00e3o romana (64 a.C. \u2013 330 d.C.) antes de passar para as m\u00e3os dos bizantinos e, em 667, da Ar\u00e1bia.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XV, Sidon era um dos portos de Damascus. Ela foresceu ainda mais durante o s\u00e9culo XVII quando foi recosntru\u00edda por Fakhreddine II, quando o dirigente do L\u00edbano foi for\u00e7ado a proteger o porto de Sidon das for\u00e7as turcas. Sob sua prote\u00e7\u00e3o, um n\u00famero decomerciantes franceses l\u00e1 estabeleceram seus neg\u00f3cios para aumentar o com\u00e9rcio entre a Fran\u00e7a e S\u00edria.<\/p>\n<p>No come\u00e7o do s\u00e9culo XIX, Sidon caiu na obscuridade. Se tronou parte geogr\u00e1fica do L\u00edbano e, depois da Primeira Guerra Mundial, quando o Imp\u00e9rio Otomano foi dividido em esferas de influ\u00eancia pelos aliados.<\/p>\n<p>O L\u00edbano continuou sendo uma col\u00f4nia francesa at\u00e9 a sua independ\u00eancia em 1943.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.rumbo.com.br\/www.asie-planete.com\/www.colegiosaofrancisco.com.br\/www.libanoonline.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Iniciaremos nosso percurso tomando como base a capital, Beirute. Desde ali nos dirigiremos ao Norte, depois \u00e0s Montanhas do Centro-leste do pa\u00eds, para voltar a Beirute e iniciar nossa viagem pelo Sul. 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