{"id":48863,"date":"2016-06-15T12:26:02","date_gmt":"2016-06-15T12:26:02","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=48863"},"modified":"2024-01-10T11:53:41","modified_gmt":"2024-01-10T13:53:41","slug":"china","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/china","title":{"rendered":"China"},"content":{"rendered":"<p><strong>China &#8211; Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0\u00e9 uma na\u00e7\u00e3o cuja grande diversidade se une as tradi\u00e7\u00f5es milenares. Acredita-se que j\u00e1 na dinastia Shang, h\u00e1 mais de 3 mil anos, a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0era a mais aven\u00e7ada em trabalhos com o bronze. No s\u00e9culo 3 a.C., o imperador Qin Shihuangdi conseguiu unificar o territ\u00f3rio chin\u00eas com a ajuda da tecnologia do ferro na confec\u00e7\u00e3o de armas.<\/p>\n<p>Em decorr\u00eancia das invas\u00f5es sofridas, a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0foi dividida em reinos feudais independentes no per\u00edodo compreendido entre os s\u00e9culos III e IV. Neste tipo de reino, o rei desempenhava a fun\u00e7\u00e3o de chefe religioso e aos nobres cabia a responsabilidade de defender o territ\u00f3rio contra as invas\u00f5es estrangeiras.<\/p>\n<p>At\u00e9 o s\u00e9culo XVIII, a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0manteve uma grande influ\u00eancia cultural sobre o restante do mundo, principalmente nas artes e nas ci\u00eancias. Nos s\u00e9culos XIX e XX, o pa\u00eds sofreu com guerras civis, invas\u00f5es estrangeiras e pol\u00edticas sociais que fracassaram. A Revolu\u00e7\u00e3o Chinesa foi um movimento pol\u00edtico, social, econ\u00f4mico e cultural ocorrido na\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0no ano de 1911. Liderada pelo m\u00e9dico, pol\u00edtico e estadista chin\u00eas Sun Yat-sen. Este movimento nacionalista derrubou a Dinastia Manchu do poder.<\/p>\n<p>Oficialmente a\u00a0<strong>Rep\u00fablica Popular da China<\/strong>\u00a0foi fundada em 1949 ap\u00f3s uma revolu\u00e7\u00e3o Comunista, passou por uma Revolu\u00e7\u00e3o Cultural entre 1966 e 1976, e tem experimentado um avan\u00e7o significativo desde as reformas econ\u00f4micas iniciadas em 1978, pelo General Deng Xiaoping.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Per\u00edodo din\u00e1stico<\/strong><\/p>\n<p><strong>A\u00a0China\u00a0\u00e9 a mais antiga civiliza\u00e7\u00e3o do mundo e continua grande, com registros que datam de cerca de 3.500 anos<\/strong>. Dinastias sucessivas desenvolveram um sistema de controle burocr\u00e1tico, que deu a agr\u00e1ria baseada em uma vantagem chinesa sobre vizinhos culturas n\u00f4mades e colina.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>civiliza\u00e7\u00e3o chinesa<\/strong>\u00a0foi refor\u00e7ada com o desenvolvimento de uma ideologia de Estado confucionista e uma l\u00edngua escrita comum que ponte entre as lacunas do pa\u00eds muitas l\u00ednguas e dialetos locais.<\/p>\n<p>Sempre que a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0foi conquistada por tribos n\u00f4mades, como foi pelos mong\u00f3is no s\u00e9culo 13, os conquistadores mais cedo ou mais tarde adotou os caminhos da civiliza\u00e7\u00e3o \u201csuperior\u201d chin\u00easa e contava com a burocracia chinesa.<\/p>\n<p>A \u00faltima dinastia foi criada em 1644, quando os manchus n\u00f4mades derrubou o nativo da dinastia Ming e estabeleceu a dinastia Qing (Ch\u2019ing), com Pequim como sua capital. Com grande custo em sangue e dinheiro, os manchus mais de meio s\u00e9culo seguinte ganhou o controle de muitas \u00e1reas de fronteira, incluindo Xinjiang, Yunnan, Tibet, Mong\u00f3lia e Taiwan.<\/p>\n<p>O sucesso do per\u00edodo Qing foi baseada na combina\u00e7\u00e3o de Manchu habilidade marcial e as tradicionais habilidades chineses burocr\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Durante o s\u00e9culo 19, o controle Qing enfraquecido, e prosperidade diminu\u00eddo. A\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0sofreu grande conflito social, a estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, o crescimento explosivo da popula\u00e7\u00e3o e penetra\u00e7\u00e3o ocidental e influ\u00eancia.<\/p>\n<p>O Taiping e Nian rebeli\u00f5es, juntamente com um russo apoiado movimento mu\u00e7ulmano separatista em Xinjiang, drenando os recursos chineses e quase derrubaram a dinastia.<\/p>\n<p>O desejo da Gr\u00e3-Bretanha para continuar seu com\u00e9rcio de \u00f3pio ilegal com a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0colidiu com \u00e9ditos imperiais proibir a droga que vicia, e a Primeira Guerra do \u00d3pio entrou em erup\u00e7\u00e3o em 1840.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0perdeu a guerra e, posteriormente, a Gr\u00e3-Bretanha e outras pot\u00eancias ocidentais, incluindo os Estados Unidos, for\u00e7osamente ocuparam \u201cconcess\u00f5es\u201d e ganhou especiais privil\u00e9gios comerciais.<\/p>\n<p>Hong Kong foi cedida \u00e0 Gr\u00e3-Bretanha em 1842 com o Tratado de Nanquim, em 1898, quando as Guerras do \u00d3pio finalmente terminou, Gr\u00e3-Bretanha assinaram um contrato de arrendamento de 99 anos dos Novos Territ\u00f3rios, expandindo significativamente o tamanho da col\u00f4nia de Hong Kong.<\/p>\n<p>Conforme o tempo passava, as pot\u00eancias ocidentais, empunhando tecnologia militar superior, ganhou mais privil\u00e9gios econ\u00f4micos e pol\u00edticos.<\/p>\n<p>As autoridades reformistas chinesas defenderam a ado\u00e7\u00e3o da tecnologia ocidental para fortalecer a dinastia e contra avan\u00e7os ocidentais, mas a corte Qing minimizou tanto a amea\u00e7a ocidental e os benef\u00edcios da tecnologia ocidental.<\/p>\n<p><strong>A Rep\u00fablica Popular da China<\/strong><\/p>\n<p>Em Pequim, a 1 de Outubro de 1949, Mao Zedong proclamou a funda\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>Rep\u00fablica Popular da China<\/strong>. O novo governo assumiu o controle de um povo esgotadas por duas gera\u00e7\u00f5es de guerra e de conflito social, e uma economia devastada pela infla\u00e7\u00e3o alta e interrompeu liga\u00e7\u00f5es de transporte. Uma nova ordem pol\u00edtica e econ\u00f4mica inspirado no exemplo sovi\u00e9tico foi rapidamente instalado.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 1950, a\u00a0<strong>China\u00a0<\/strong>empreendeu uma massiva reconstru\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e social. Os novos l\u00edderes ganhou apoio popular por conter a infla\u00e7\u00e3o, restaurar a economia e reconstruir muitos guerra danificados plantas industriais. Autoridade do PCC chegou em quase todas as fases da vida chinesa.<\/p>\n<p>Controle do partido, foi assegurada por seguran\u00e7a, grande pol\u00edtico leal e for\u00e7as militares, um aparelho de governo sens\u00edvel \u00e0 dire\u00e7\u00e3o do partido, e fileiras de membros do partido em trabalho de parto, as mulheres, e outras organiza\u00e7\u00f5es de massa.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; O \u201cGrande Salto Adiante\u201d e a cis\u00e3o sino-sovi\u00e9tica<\/strong><\/p>\n<p>Em 1958, Mao rompeu com o modelo sovi\u00e9tico e anunciou um novo programa econ\u00f3mico, o \u201cGrande Salto Adiante\u201d, que visa elevar rapidamente a produ\u00e7\u00e3o industrial e agr\u00edcola. Cooperativas gigantes (comunas) foram formados, e \u201cf\u00e1bricas de fundo de quintal\u201d pontilhavam a paisagem chinesa.<\/p>\n<p>Os resultados foram desastrosos. Mecanismos normais de mercado foram interrompidas, a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola caiu para tr\u00e1s, e as pessoas da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0se esgotaram produzindo o que acabou por ser de m\u00e1 qualidade, bens invend\u00e1veis.<\/p>\n<p>Dentro de um ano, a fome apareceu at\u00e9 mesmo em \u00e1reas agr\u00edcolas f\u00e9rteis. De 1960 a 1961, a combina\u00e7\u00e3o de falta de planejamento durante o Grande Salto Adiante e mau tempo resultou na fome.<\/p>\n<p>O j\u00e1 relacionamento sino-sovi\u00e9tico tensas deterioraram-se acentuadamente em 1959, quando os sovi\u00e9ticos come\u00e7aram a restringir o fluxo de informa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica para a\u00a0<strong>China<\/strong>. A disputa aumentou, e os sovi\u00e9ticos se retiraram todos os seus funcion\u00e1rios da\u00a0<strong>China<\/strong>, em agosto de 1960.<\/p>\n<p>Em 1960, os sovi\u00e9ticos e os chineses come\u00e7aram a ter disputas abertamente em f\u00f3runs internacionais.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; A Revolu\u00e7\u00e3o Cultural<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio de 1960, o Estado presidente Liu Shaoqi e seu protegido, Secret\u00e1rio-Geral do partido, Deng Xiaoping, assumiu a dire\u00e7\u00e3o do partido e adotou pol\u00edticas econ\u00f4micas pragm\u00e1ticas em desacordo com a vis\u00e3o revolucion\u00e1ria de Mao.<\/p>\n<p>Insatisfeito com nova dire\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>China\u00a0<\/strong>e sua pr\u00f3pria autoridade reduzida, presidente do Partido Mao lan\u00e7ou um ataque maci\u00e7o pol\u00edtico sobre Liu, Deng, e outros pragmatistas, na primavera de 1966.<\/p>\n<p>O novo movimento, o \u201cGrande Revolu\u00e7\u00e3o Cultural Prolet\u00e1ria\u201d, foi sem precedentes na hist\u00f3ria comunista. Pela primeira vez, uma se\u00e7\u00e3o da lideran\u00e7a comunista chinesa procurou reunir a oposi\u00e7\u00e3o popular contra outro grupo de lideran\u00e7a.\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0foi criado em um curso de anarquia pol\u00edtica e social que durou a maior parte de uma d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Nos est\u00e1gios iniciais da Revolu\u00e7\u00e3o Cultural, Mao e seu \u201ccompanheiro mais pr\u00f3ximo de armas,\u201d o ministro da Defesa Nacional Lin Biao, acusado Liu, Deng, e outros l\u00edderes do partido de topo com\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0arrastando de volta para o capitalismo.<\/p>\n<p>Organiza\u00e7\u00f5es de jovens radicais, chamados de Guardas Vermelhos, atacaram as organiza\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias e estaduais em todos os n\u00edveis, em busca de l\u00edderes que n\u00e3o se dobram ao vento radical.<\/p>\n<p>Em rea\u00e7\u00e3o a esta crise, algumas pessoas locais do ex\u00e9rcito de liberta\u00e7\u00e3o (PLA) comandantes e outros oficiais manobrou para fazer exteriormente Mao e os radicais, enquanto na verdade tomando medidas para conter a atividade radical local.<\/p>\n<p>Gradualmente, Guarda Vermelha e atividade radical outros diminu\u00edram, ea situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtico chin\u00eas estabilizado ao longo complexas linhas de fac\u00e7\u00f5es. O conflito lideran\u00e7a veio \u00e0 tona em setembro de 1971, quando o Partido Vice-presidente e ministro da Defesa, Lin Biao teria tentado um golpe contra Mao, Lin Biao, alegadamente depois morreu em um acidente de avi\u00e3o na Mong\u00f3lia.<\/p>\n<p>No rescaldo do incidente Lin Piao, muitos funcion\u00e1rios criticado e rejeitado durante 1966-69 foram restabelecidas. A principal delas foi Deng Xiaoping, que ressurgiu em 1973 e foi confirmado em 1975 nas mensagens simult\u00e2neas de membro do Comit\u00ea Permanente do Politburo, o Chefe de Gabinete PLA, e vice-Premier.<\/p>\n<p>A luta ideol\u00f3gica entre mais pragm\u00e1ticas, dirigentes do partido veteranos e os radicais ressurgiu com for\u00e7a total no final de 1975. Esposa de Mao, Jiang Qing, e tr\u00eas colaboradores pr\u00f3ximos Revolu\u00e7\u00e3o Cultural (mais tarde apelidado de \u201cBando dos Quatro\u201d) lan\u00e7ou uma campanha de m\u00eddia contra Deng.<\/p>\n<p>Em janeiro de 1976, Premier Zhou Enlai, uma figura pol\u00edtica popular, morreu de c\u00e2ncer. Em 5 de abril, os cidad\u00e3os de Pequim organizaram uma manifesta\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea na Pra\u00e7a Tiananmen, em mem\u00f3ria de Zhou, com fortes conota\u00e7\u00f5es pol\u00edticas de apoio Deng.<\/p>\n<p>As autoridades violentamente reprimida a manifesta\u00e7\u00e3o. Deng foi culpado pela desordem e despojado de todas as posi\u00e7\u00f5es oficiais, embora ele manteve sua filia\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; A era p\u00f3s-Mao<\/strong><\/p>\n<p>Morte de Mao, em setembro de 1976 removeu uma figura de destaque da pol\u00edtica chinesa e desencadeou uma corrida para a sucess\u00e3o.<\/p>\n<p>Ex-ministro de Seguran\u00e7a p\u00fabicos Hua Guofeng foi rapidamente confirmado como presidente do Partido e Premier.<\/p>\n<p>Um m\u00eas ap\u00f3s a morte de Mao, Hua, apoiado pelo PLA, preso Jiang Qing e outros membros da \u201cGangue dos Quatro\u201d. Ap\u00f3s delibera\u00e7\u00f5es extensas, a lideran\u00e7a do Partido Comunista Chin\u00eas reintegrado Deng Xiaoping a todos os seus posts anteriores ao 11 \u00ba Congresso do Partido, em agosto de 1977.<\/p>\n<p>Deng liderou o esfor\u00e7o para colocar o controle do governo nas m\u00e3os dos dirigentes do partido veteranos oposi\u00e7\u00e3o aos excessos radicais das duas d\u00e9cadas anteriores.<\/p>\n<p>A lideran\u00e7a, novo pragm\u00e1tica enfatizou o desenvolvimento econ\u00f4mico e renunciou em massa movimentos pol\u00edticos. No essencial dezembro 1978 Terceira Sess\u00e3o Plen\u00e1ria (de 11 \u00ba Congresso do Partido do Comit\u00ea Central), a lideran\u00e7a adotado pol\u00edticas de reforma econ\u00f4mica visando \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o da renda rural e incentivos, encorajando experi\u00eancias na autonomia empresa, reduzindo o planejamento central, e estabelecendo o investimento estrangeiro direto na\u00a0<strong>China<\/strong>.<\/p>\n<p>O plen\u00e1rio tamb\u00e9m decidiu acelerar o ritmo da reforma legal, culminando com a passagem de v\u00e1rios novos c\u00f3digos legais pelo Congresso Nacional do Povo, em junho de 1979.<\/p>\n<p>Depois de 1979, a lideran\u00e7a chinesa se mudou para posi\u00e7\u00f5es mais pragm\u00e1ticas em quase todos os campos. O partido incentivou artistas, escritores e jornalistas a adoptar abordagens mais cr\u00edticas, embora os ataques abertos no partido autoridade n\u00e3o eram permitidas. No final de 1980, a Revolu\u00e7\u00e3o Cultural de Mao foi oficialmente proclamada uma cat\u00e1strofe.<\/p>\n<p>Hua Guofeng, um protegido de Mao, foi substitu\u00eddo como Premier em 1980 pelo partido reformista Sichuan chefe Zhao Ziyang e como Secret\u00e1rio-Geral do partido, em 1981, pelo ainda mais reformista Liga da Juventude Comunista presidente Hu Yaobang.<\/p>\n<p>Pol\u00edticas de reforma trouxe grandes melhorias no padr\u00e3o de vida, especialmente para os trabalhadores urbanos e para os agricultores que aproveitaram a oportunidade de diversificar as culturas e cria\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias de aldeia.<\/p>\n<p>Literatura e as artes floresceram e intelectuais chineses estabelecida extensas liga\u00e7\u00f5es com estudiosos de outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, no entanto, a dissid\u00eancia pol\u00edtica, bem como problemas sociais, tais como a infla\u00e7\u00e3o, a migra\u00e7\u00e3o urbana, e da prostitui\u00e7\u00e3o surgiu. Embora os estudantes e intelectuais pediu reformas maiores, alguns anci\u00e3os partido cada vez mais questionado o ritmo e os objetivos finais do programa de reforma.<\/p>\n<p>Em dezembro de 1986, manifestantes estudantis, aproveitando a atmosfera afrouxar pol\u00edtica, protestaram contra a lentid\u00e3o da reforma, confirmando partido anci\u00e3os \u201cmedo de que o atual programa de reforma foi levando a instabilidade social.<\/p>\n<p>Hu Yaobang, um protegido de Deng e um dos principais defensores da reforma, foi responsabilizado pelos protestos e obrigado a renunciar ao cargo de secret\u00e1rio-geral do PCC, em janeiro de 1987.<\/p>\n<p>Premier Zhao Ziyang foi feito Secret\u00e1rio-Geral e Li Peng, ex-vice-premier e ministro da Energia El\u00e9trica e de Conserva\u00e7\u00e3o de \u00c1gua, foi feito Premier.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Perfil<\/strong><\/p>\n<p>Muitos dos elementos que comp\u00f5em a funda\u00e7\u00e3o do mundo moderno teve\u00a0<strong>origem na China<\/strong>, incluindo o papel, a p\u00f3lvora, cr\u00e9dito banc\u00e1rio, a b\u00fassola e dinheiro de papel.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s estagna\u00e7\u00e3o de mais de duas d\u00e9cadas sob o autoritarismo do regime comunista r\u00edgida in\u00edcio sob seu l\u00edder tarde, o Presidente Mao, a China tem agora a economia mundial que mais cresce e est\u00e1 passando o que tem sido descrito como uma segunda revolu\u00e7\u00e3o industrial.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m lan\u00e7ou um ambicioso programa de explora\u00e7\u00e3o espacial, envolvendo planos de criar uma esta\u00e7\u00e3o espacial em 2020.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>Rep\u00fablica Popular da China (RPC)<\/strong>\u00a0foi fundada em 1949, depois de o Partido Comunista derrotou o Kuomintang anteriormente dominante nacionalista em uma guerra civil. O Kuomintang para Taiwan recuou, criando duas rival chin\u00eas estados \u2013\u00a0<strong>Rep\u00fablica Popular da China<\/strong>\u00a0no continente e da Rep\u00fablica da China com base em Taiwan.<\/p>\n<p>Pequim afirma que a ilha de Taiwan \u00e9 uma parte do territ\u00f3rio chin\u00eas, que deve se reunir com o continente. A alega\u00e7\u00e3o, no passado, levou tens\u00e3o e amea\u00e7as de invas\u00e3o, mas desde 2008 os dois governos mudaram para um ambiente mais cooperativo.<\/p>\n<p>A lideran\u00e7a de Mao Tse-Tung supervisionava a implementa\u00e7\u00e3o muitas vezes brutal de uma vis\u00e3o comunista da sociedade. Milh\u00f5es morreram no Grande Salto Adiante \u2013 um programa de controle do Estado sobre a agricultura ea r\u00e1pida industrializa\u00e7\u00e3o \u2013 ea Revolu\u00e7\u00e3o Cultural, uma tentativa ca\u00f3tica para erradicar elementos vistos como hostis ao regime comunista.<\/p>\n<p>No entanto, a morte de Mao, em 1976, marcou o in\u00edcio de uma nova lideran\u00e7a e reforma econ\u00f4mica. No in\u00edcio de 1980 o governo desmantelou a agricultura coletiva e novamente permitiu a iniciativa privada.<\/p>\n<p>A taxa de mudan\u00e7a econ\u00f4mica n\u00e3o foi acompanhada por uma reforma pol\u00edtica, com o Partido Comunista \u2013 a maior festa do mundo pol\u00edtico \u2013 mantendo o seu monop\u00f3lio do poder e manter o controle estrito sobre as pessoas. As autoridades ainda reprimir qualquer sinal de oposi\u00e7\u00e3o e enviar dissidentes para campos de trabalho sem rodeios.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Territ\u00f3rio<\/strong><\/p>\n<p>\u00c1reas controladas pela\u00a0<strong>Rep\u00fablica Popular da China<\/strong>\u00a0e Taiwan, bem como zonas reclamadasOriginalmente, na Dinastia Zhou, a China compreendia a regi\u00e3o em torno do Rio Amarelo.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o que se expandiu para ocidente e para sul (at\u00e9 \u00e0 Indochina), tendo atingido propor\u00e7\u00f5es m\u00e1ximas durante as dinastias Tang, Yuan e Qing. Do ponto de vista Chin\u00eas, o Imp\u00e9rio Chin\u00eas teria, mesmo, inclu\u00eddo partes do Extremo Oriente Russo e da \u00c1sia Central, durante as fases em que a Dinastia Yuan se mostrou no auge do seu poderio, ainda que a China fosse, nesse caso, meramente um dos v\u00e1rios territ\u00f3rios do Imp\u00e9rio Mongol.<\/p>\n<p>Durante o Imp\u00e9rio Qing, o valor da Grande Muralha da China na defesa da integridade territorial do imp\u00e9rio diminuiu devido \u00e0 sua expans\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1683, Taiwan torna-se parte do Imp\u00e9rio Qing, originalmente como uma prefeitura da prov\u00edncia de Fukien. As principais divis\u00f5es administrativas da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0foram sendo modificadas ao longo do tempo.<\/p>\n<p>No topo da hierarquia administrativa, encontramos os circuitos e as prov\u00edncias (sheng).<\/p>\n<p>Abaixo destas divis\u00f5es foram aparecendo prefeituras, subprefeituras, departamentos, comarcas (xiang), distritos (xian) e \u00e1reas metropolitanas.<\/p>\n<p>Existe alguma indefini\u00e7\u00e3o na tradu\u00e7\u00e3o para portugu\u00eas das divis\u00f5es administrativas.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Geografia<\/strong><\/p>\n<p>Cobrindo um territ\u00f3rio de 9,6 milh\u00f5es de km\u00b2, a\u00a0<strong>Rep\u00fablica Popular da China\u00a0<\/strong>\u00e9 um dos maiores pa\u00edses do mundo em \u00e1rea territorial, com o maior n\u00famero de habitantes do planeta, equivalente a mais de 20% da popula\u00e7\u00e3o mundial.<\/p>\n<p><strong>China\u00a0<\/strong>cont\u00e9m uma larga variedade de paisagens, principalmente com planaltos e montanhas a oeste e terras de menor altitude a leste. Como resultado, os rios principais correm de oeste para leste (Chang Jiang, o Huan He (do oriente-central), o Amur (do nordeste), etc), e, por vezes, em dire\u00e7\u00e3o ao sul (Rio das P\u00e9rolas, Rio Mekong, Brahmaputra, etc). Todos estes rios desaguam no Pac\u00edfico.<\/p>\n<p>No leste, ao longo da costa do Mar Amarelo e do Mar da China Oriental, encontramos uma extensa e densamente povoada plan\u00edcie aluvial. A Costa do Mar da China do Sul \u00e9 mais montanhosa.<\/p>\n<p>O relevo da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0meridional caracteriza-se por serras e cordilheiras n\u00e3o muito altas.<\/p>\n<p>A oeste, temos outra grande plan\u00edcie aluvial, a norte. No sul ocidental encontramos uma meseta calc\u00e1rea atravessada por cordilheiras montanhosas de altitude moderada onde, nos Himalaias, se situa o seu ponto mais elevado (Monte Everest).<\/p>\n<p>O sudoeste \u00e9 ainda caracterizado por altos planaltos cercados pela paisagem \u00e1rida de alguns desertos, como o Takla-Makan e o deserto de Gobi, que est\u00e1 em expans\u00e3o. Devido \u00e0 seca prolongada e, provavelmente devido a pr\u00e1ticas de uma agricultura empobrecedora dos solos, as tempestades de poeira tornaram-se comuns durante a primavera chinesa.<\/p>\n<p>Durante muitas dinastias, a fronteira sudoeste da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0foi delineada pelas altas montanhas de vales escavados de Yunnan, que, hoje, separam a China dos estados de Burma, Laos e Vietname.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Clima<\/strong><\/p>\n<p>O\u00a0<strong>clima da china<\/strong>\u00a0varia muito. A China meridional tem caracter\u00edsticas tropicais. A zona setentrional (onde se situa Beijing), por contraste, caracteriza-se por Invernos de uma severidade \u00c1rtica. A zona central (onde se situa Xangai) tem, geralmente, clima temperado.<\/p>\n<p>Na\u00a0<strong>China<\/strong>, existe um vasto territ\u00f3rio que abrange muitos graus de latitude e com terreno complicado, o clima varia radicalmente.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0tem uma variedade de zonas de temperatura e precipita\u00e7\u00e3o, incluindo \u00e1reas continentais de mon\u00e7\u00e3o. No inverno, a maioria das \u00e1reas tornam-se frio e seco, e o ver\u00e3o \u00e9quente e chuvoso.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>grande extens\u00e3o da China<\/strong>\u00a0faz com que as varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas sejam muito intensas. Ao Norte do rio Yangtse predomina o clima temperado com invernos muito frios -at\u00e9 -15 graus cent\u00edgrados- e ver\u00f5es \u00famidos, curtos e quentes. Nos ver\u00f5es se acumulam 80% das precipita\u00e7\u00f5es anuais da zona Norte.<\/p>\n<p>No parte mais ocidental do pa\u00eds, a prov\u00edncia de Xinjiang e em Mong\u00f3lia interior, regi\u00f5es quase des\u00e9rticas, os ver\u00f5es s\u00e3o muito quentes e secos e os invernos muito frios.<\/p>\n<p>Na plan\u00edcie de Qinghai -Tibet-, a mais de 4.000 metros sobre o n\u00edvel do mar, os invernos s\u00e3o muito longos e atingem temperaturas muito baixas, enquanto que os ver\u00f5es s\u00e3o curtos e quentes, sem chegar a serem quentes. Nesta zona as chuvas s\u00e3o escassas e as diferen\u00e7as de temperatura entre o dia e a noite s\u00e3o muito elevadas.<\/p>\n<p>Em algumas das mais conhecidas cidades como Beijing, Xi\u00b4am e Zhengzhou acontecem com bastante frequ\u00eancia tormentas de areia no inverno e na primavera.<\/p>\n<p>No centro do pa\u00eds, o ver\u00e3o \u00e9 \u00famido e aumentam as precipita\u00e7\u00f5es no fim do mesmo.<\/p>\n<p>Nas plan\u00edcies que atravessam o Yangtse o inverno \u00e9 mais suave para o Oeste, na regi\u00e3o de Sichuan.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es do Sul desfrutam dos ver\u00f5es mais longos e \u00famidos (pr\u00f3prios do clima tropical), e invernos curtos e frescos sem chegar a serem frios. Durante toda a \u00e9poca estival as chuvas s\u00e3o abundantes; assim, se viajarmos a Shanghai durante maio e junho encontraremos bastantes precipita\u00e7\u00f5es torrenciais e temperaturas que descendem um pouco.<\/p>\n<p>Devido a sua altitude, e embora esteja ao Sul, a plan\u00edcie de Yunnam e Guizhou desfruta de um clima bastante temperado.<\/p>\n<p>Pelo geral \u00e9 bastante mais quente no ver\u00e3o no territ\u00f3rio todo, mas h\u00e1 cidades que s\u00e3o conhecidas pelas elevadas temperaturas no ver\u00e3o, como s\u00e3o Chonqing, Wuham e Nanjing. setembro, outubro e novembro e a curta primavera, s\u00e3o as \u00e9pocas ideais para viajar a\u00a0<strong>China<\/strong>. As menos recomend\u00e1veis a priori -sempre com matices- s\u00e3o fevereiro, julho e agosto, quando o calor \u00e9 bastante insuport\u00e1vel em algumas prov\u00edncias.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Cinco zonas de temperatura<\/strong><\/p>\n<p>As temperaturas variam muito. Influenciado por atividades de latitude e mon\u00e7\u00f5es, no inverno, uma isoterma de zero graus atravessa o Huaihe River-Qinling montanha-sudeste Planalto Qinghai-Tibet.<\/p>\n<p>\u00c1reas ao norte da isoterma tem temperaturas abaixo de zero graus e sul do mesmo, acima de zero.<\/p>\n<p>Mohe em Heilongjiang pode atingir uma m\u00e9dia de 30 graus cent\u00edgrados abaixo de zero, enquanto que a temperatura de Sanya na prov\u00edncia de Hainan est\u00e1 acima de 20 graus.<\/p>\n<p>No ver\u00e3o, a maioria das \u00e1reas s\u00e3o acima de 20 graus cent\u00edgrados, apesar da alta de Qinghai-Tibete, e outras montanhas, como Tianshan. Entre esses lugares quentes, Turpan Basin em Xinjiang \u00e9 o centro de calor intenso a 32 graus cent\u00edgrados, em m\u00e9dia.<\/p>\n<blockquote><p><strong>Frio Temperado Zona:<\/strong>\u00a0parte norte da prov\u00edncia de Heilongjiang e Mong\u00f3lia Interior (Representante cidade: Harbin)<strong><br \/>\nMid-Temperado Zona:\u00a0<\/strong>Jilin, no norte de Xinjiang, e mais de Heilongjiang, Liaoning e Mong\u00f3lia Interior (cidades representativos: Pequim, Shenyang, Dalian, Urumqi, Hohhot, Dunhuang, Lanzhou)<strong><br \/>\nWarm-Temperado Zona:\u00a0<\/strong>\u00e1rea do m\u00e9dio e baixo do rio Amarelo, Shandong, Shanxi, Shaanxi, e na prov\u00edncia de Hebei (cidades representativos: Xian, Taiyuan, Luoyang, Jinan, Qingdao, Zhengzhou)<strong><br \/>\nZona Subtropical:<\/strong>\u00a0Sul de isoterma de Qinling Mountain-Huaihe River, a leste do Planalto Qinghai-Tibet (cidades representativos: Xangai, Guangzhou, Hong Kong, Macau, Guilin, Hangzhou, Suzhou, Kunming, Dali, Lijiang, Chengdu)<strong><br \/>\nZona Tropical:\u00a0<\/strong>Prov\u00edncia de Hainan, sul de Taiwan, Guangdong, prov\u00edncia de Yunnan e (cidades representativos: Haikou, Sanya)<strong><br \/>\nPlanalto Clima Zona:<\/strong>\u00a0Planalto Qinghai-Tibet (Representante da cidade: Lhasa)<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Precipita\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>precipita\u00e7\u00e3o na China<\/strong>\u00a0\u00e9 basicamente regular, a cada ano. Do \u00e2ngulo espacial, a distribui\u00e7\u00e3o mostra que a chuva est\u00e1 aumentando de sudeste para noroeste, porque as praias orientais s\u00e3o influenciadas mais de zonas interiores pela mon\u00e7\u00e3o de ver\u00e3o.<\/p>\n<p>No lugar com mais chuvas, Huoshaoliao em Taipei, a precipita\u00e7\u00e3o m\u00e9dia anual pode chegar a mais de 6.000 mm. As esta\u00e7\u00f5es chuvosas s\u00e3o principalmente maio a setembro. Em algumas \u00e1reas, especialmente no noroeste seca, mudan\u00e7as na precipita\u00e7\u00e3o a cada ano s\u00e3o maiores do que na \u00e1rea costeira.<\/p>\n<p><strong>Com base na precipita\u00e7\u00e3o, a \u00e1rea divide-se em quatro partes:<\/strong>\u00a0\u00e1rea molhada, semi-h\u00famida \u00e1rea, semi-seca e de \u00e1rea de superf\u00edcie seca.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Cultura<\/strong><\/p>\n<p>A Filosofia chinesa teve um impacto extremo na cultura do seu povo, tanto a n\u00edvel erudito quanto a n\u00edvel popular. As ra\u00edzes da filosofia (e perspectiva religiosa) chinesa est\u00e3o no Confucionismo, Tao\u00edsmo e Budismo (segundo a ordem cronol\u00f3gica).<\/p>\n<p>No territ\u00f3rio chin\u00eas podemos encontrar diversas tradi\u00e7\u00f5es religiosas, muitas delas dissemelhantes. A venera\u00e7\u00e3o dos antepassados, o isl\u00e3o, e outras religi\u00f5es populares chinesas ombreiam com outras cren\u00e7as onde se misturam as correntes filos\u00f3ficas atr\u00e1s referidas. O cristianismo (catolicismo e protestantismo), apesar de minorit\u00e1rio, n\u00e3o deixa, por isso, de ser uma religi\u00e3o de refer\u00eancia.<\/p>\n<p>A literatura chinesa tem uma antiguidade insuper\u00e1vel, em rela\u00e7\u00e3o s outras civiliza\u00e7\u00f5es. A inven\u00e7\u00e3o da impress\u00e3o, atribu\u00edda aos chineses, n\u00e3o ser\u00e1 alheia a este fato. Antes desta inven\u00e7\u00e3o, os Cl\u00e1ssicos chineses e os textos religiosos (principalmente do Confucionismo, Tao\u00edsmo e Budismo) eram manuscritos a tinta, com pinc\u00e9is.<\/p>\n<p>Com o fim de comentar e refletir sobre estas obras, os estudantes reuniam-se em v\u00e1rias academias ou escolas, muitas das quais eram apoiadas pelo imp\u00e9rio. A casa imperial participava, n\u00e3o raramente nessas discuss\u00f5es filos\u00f3ficas.<\/p>\n<p>A cultura chinesa tem, tradicionalmente, uma grande rever\u00eancia para com os fil\u00f3sofos, escritores e poetas cl\u00e1ssicos. No entanto, os escritos deixados por muitos dos s\u00e1bios cl\u00e1ssicos s\u00e3o muitas vezes pontuados de descri\u00e7\u00f5es irreverentes, cr\u00edticas e ousadas da vida quotidiana chinesa da sua \u00e9poca.<\/p>\n<p>Os chineses criaram diversos instrumentos musicais, como o zheng, o xiao e o erhu, que se difundiram pelo leste e sudeste asi\u00e1tico. O sheng serviu de origem a muitos instrumentos de palheta livre ocidentais.<\/p>\n<p>Os caracteres chineses t\u00eam (e tiveram) diversas variantes e estilos ao longo da\u00a0<strong>hist\u00f3ria da China<\/strong>, tendo sido convencionada uma forma simplificada, em meados do s\u00e9culo XX, na China Continental.<\/p>\n<p>Uma arte milenar, nascida na\u00a0<strong>China<\/strong>, a cultura dos Bonsai foi adoptada, posterioremente por outros pa\u00edses asi\u00e1ticos, como o Jap\u00e3o e a Coreia.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Economia<\/strong><\/p>\n<p>Hoje em dia a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0\u00e9 um dos maiores exportadores do mundo e est\u00e1 atraindo volumes recordes de investimento estrangeiro. Por sua vez, est\u00e1 investindo bilh\u00f5es de d\u00f3lares no exterior.<\/p>\n<p>O colapso nos mercados internacionais de exporta\u00e7\u00e3o que acompanharam a crise financeira global de 2009, inicialmente atingir a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0dif\u00edcil, mas sua economia foi um dos primeiros no mundo a se recuperar, recuperar o crescimento.<\/p>\n<p>Em fevereiro de 2011 formalmente ultrapassou o Jap\u00e3o para se tornar a economia do mundo segundo maior, embora no in\u00edcio de 2012 a crise da d\u00edvida na zona do euro \u2013 um dos maiores mercados para os produtos chineses \u2013 estava come\u00e7ando a agir como um entrave ao crescimento da\u00a0<strong>China<\/strong>.<\/p>\n<p>Como membro da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio, a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0benef\u00edcios do acesso aos mercados estrangeiros.<\/p>\n<p>Mas as rela\u00e7\u00f5es com os parceiros comerciais t\u00eam sido tensas sobre super\u00e1vit comercial da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0enorme ea pirataria de produtos.<\/p>\n<p>O primeiro levou a exig\u00eancias de Pequim para aumentar o valor de sua moeda, o yuan, o que tornaria os produtos chineses mais caros para os compradores estrangeiros e, possivelmente, realizar exporta\u00e7\u00f5es de volta.<\/p>\n<p>Pequim tem respondido com uma flexibiliza\u00e7\u00e3o progressiva das restri\u00e7\u00f5es \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o no renminbi.<\/p>\n<p>Alguns temem que a ascens\u00e3o chinesa da empresa privada e do desaparecimento de ind\u00fastrias estatais carrega pesados custos sociais como desemprego e instabilidade.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o crescimento acelerado da economia impulsionou a demanda por energia. A\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0\u00e9 o maior consumidor de petr\u00f3leo depois que os EUA, e o maior produtor e consumidor mundial de carv\u00e3o.<\/p>\n<p>Ele gasta bilh\u00f5es de d\u00f3lares em busca de fontes de energia estrangeiras. Houve um investimento maci\u00e7o em energia hidrel\u00e9trica, incluindo os US $ 25 bilh\u00f5es projeto da represa de Tr\u00eas Gargantas.<\/p>\n<p><strong>O descontentamento social<\/strong><\/p>\n<p>A disparidade econ\u00f4mica entre a China urbana e as \u00e1reas rurais do interior est\u00e1 entre os maiores do mundo. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas muitos empobrecidos habitantes rurais se reuniram para cidades do leste do pa\u00eds, que t\u00eam desfrutado de um boom de constru\u00e7\u00e3o. At\u00e9 o in\u00edcio de 2012, os moradores da cidade parecia superam a popula\u00e7\u00e3o rural pela primeira vez, de acordo com dados oficiais.<\/p>\n<p>O descontentamento social se manifesta de protestos por parte dos agricultores e trabalhadores. Dezenas de milhares de pessoas viajam para Pequim a cada ano para apresentar peti\u00e7\u00f5es com as autoridades, na esperan\u00e7a de encontrar repara\u00e7\u00e3o por alegada corrup\u00e7\u00e3o, confisco de terras e expuls\u00f5es.<\/p>\n<p>Outros problemas prementes incluem a corrup\u00e7\u00e3o, que afeta todos os n\u00edveis da sociedade, e a crescente taxa de infec\u00e7\u00e3o por HIV. Uma desvantagem do boom econ\u00f4mico tem sido a degrada\u00e7\u00e3o ambiental, a China \u00e9 o lar de muitos dos mundiais mais polu\u00eddas cidades.<\/p>\n<p><strong>Direitos humanos<\/strong><\/p>\n<p>Defensores dos direitos humanos continuam a criticar a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0pela execu\u00e7\u00e3o de centenas de pessoas todos os anos e por n\u00e3o parar de tortura.<\/p>\n<p>O pa\u00eds est\u00e1 ansioso para carimbar para baixo sobre o que v\u00ea como dissid\u00eancia entre suas minorias \u00e9tnicas, incluindo mu\u00e7ulmanos uigures no norte-oeste.<\/p>\n<p>As autoridades t\u00eam como alvo o movimento espiritual Falun Gong, que designam um \u201cculto maligno\u201d.<\/p>\n<p>O dom\u00ednio chin\u00eas sobre o Tibet \u00e9 controversa. Grupos de direitos humanos acusam as autoridades da destrui\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da cultura budista tibetana ea persegui\u00e7\u00e3o dos monges leais ao Dalai Lama, o l\u00edder espiritual exilado que est\u00e1 em campanha para a autonomia dentro da China.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; L\u00edngua Chinesa<\/strong><\/p>\n<p>A maioria da popula\u00e7\u00e3o chinesa aproximadamente 90%- fala o que tradicionalmente conhecemos como \u2018chin\u00eas\u2019, que \u00e9 o putonghua, o idioma origin\u00e1rio da etnia \u2018han\u2019 e um dos cinco idiomas oficiais da ONU.<\/p>\n<p>Mas existem m\u00faltiplos dialetos locais, segundo as etnias e lugares. A escrita est\u00e1 baseada nos conceitos, quer dizer, a cada palavra corresponde um sinal; embora existem mais de 50.000, os mais usados s\u00e3o perto de 4.000.<\/p>\n<p><strong>O Chin\u00eas \u00e9 composto por sete dialetos principais:\u00a0<\/strong>o mandarim, canton\u00eas, Hakka, Wu, Min, Xiang e Gan.<\/p>\n<p>A variedade de mandarim baseado no discurso na capital Pequim \u00e9 a<strong>\u00a0l\u00edngua oficial nacional da China<\/strong>\u00a0continental e \u00e9 denominado Putonghua linguagem comum.<\/p>\n<p>A l\u00edngua de fato comum em Hong Kong e comunidades chinesas ultramarinas \u00e9 canton\u00eas.<\/p>\n<p>Entre as l\u00ednguas oficiais de Taiwan s\u00e3o mandarim, de Taiwan, e Hakka.<\/p>\n<p>Os dialetos chineses n\u00e3o s\u00e3o mutuamente intelig\u00edveis, mas s\u00e3o chamados dialetos de pontos sociol\u00f3gicos e pol\u00edticos de vista.<\/p>\n<p>A maioria dos dialetos s\u00e3o eles mesmos compostos de um n\u00famero de n\u00e3o-mutuamente intelig\u00edveis subvariedades.<\/p>\n<p>Seis dos sete dialetos principais s\u00e3o, no sudeste da\u00a0<strong>China<\/strong>, ao sul do rio Yangtze.<\/p>\n<p>Mandarim \u00e9 falado na maioria do norte da China e parte do oeste da China.<\/p>\n<p>Os chineses han representam cerca de 92 por cento do total da popula\u00e7\u00e3o chinesa. Cerca de dois ter\u00e7os da popula\u00e7\u00e3o Han fala uma variante do mandarim como l\u00edngua nativa.<\/p>\n<p>Uma parte significativa da popula\u00e7\u00e3o Han \u00e9, portanto, bil\u00edng\u00fce. Nestas circunst\u00e2ncias, a linguagem comum \u00e9 usada como segunda l\u00edngua para a comunica\u00e7\u00e3o formal no governo, m\u00eddia e educa\u00e7\u00e3o. A l\u00edngua materna prim\u00e1ria \u00e9 usada para as ocasi\u00f5es restantes, como conversa em casa, entre amigos e parentes, entretenimento, etc.<\/p>\n<p>Todas as variedades de chineses pertencem ao sino tibetano fam\u00edlia de l\u00ednguas. Os membros da fam\u00edlia s\u00e3o tipicamente Sinitic tonal, significando que diferentes tons, ou entona\u00e7\u00f5es, distinguir palavras que de outra forma se manifestam de forma id\u00eantica. Chin\u00eas por origem \u00e9 monossil\u00e1bico.<\/p>\n<p>O vocabul\u00e1rio de dialetos mais recentes na \u00e1rvore lingu\u00edstica tais s\u00e3o mandarim tendem a se tornar mais polissil\u00e1bico (palavras compostas) como um ajuste \u00e0 perda de uma s\u00e9rie de sons em compara\u00e7\u00e3o com chinesa antiga.<\/p>\n<p>Apesar da diversidade de express\u00e3o da parte chinesa Han um roteiro comum de fazer comunica\u00e7\u00e3o escrita poss\u00edvel entre pessoas que falam dialetos mutuamente inintelig\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>Sobre L\u00edngua Chinesa<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong>Mandarim<\/strong>\u00a0\u00e9 a forma mais falada do chin\u00eas.<strong><br \/>\nL\u00edngua chinesa<\/strong>\u00a0tem mais falantes nativos do que qualquer outro idioma.<strong><br \/>\nL\u00edngua chinesa<\/strong>\u00a0\u00e9 mais falado na China, Taiwan, Cingapura e Mal\u00e1sia.<strong><br \/>\nL\u00edngua chinesa<\/strong>\u00a0(mandarim) \u00e9 uma das seis l\u00ednguas oficiais utilizados pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas.<strong><br \/>\nL\u00edngua chinesa<\/strong>\u00a0\u00e9 escrita com s\u00edmbolos. Esses s\u00edmbolos s\u00e3o chamados caracteres chineses. Caracteres chineses representam o sistema mais antigo de escrita no mundo. L\u00edngua chinesa \u00e9 a mais antiga l\u00edngua conhecida registrado que foi escrito sobre velhos ossos e carapa\u00e7as de tartarugas.<br \/>\nExistem mais de\u00a0<strong>100.000 caracteres chineses.<\/strong><strong><br \/>\nL\u00edngua chinesa<\/strong>\u00a0n\u00e3o tem alfabetos. Pinyin \u00e9 uma maneira de escrever o chin\u00eas mandarim com o alfabeto romano.<br \/>\nA parte mais dif\u00edcil quando se estuda\u00a0<strong>a l\u00edngua chinesa<\/strong>\u00a0est\u00e1 ficando seus tons direito e aprender a ler e escrever caracteres chineses.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>China &#8211; Religi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>China<\/strong>\u00a0\u00e9 um Estado multireligioso. As nacionalidades hui, uigur, kazako, kirguiz, t\u00e1rtaro, uzbeko, tajik, dongxiang, salar, e bonam professam o islamismo; a tibetana, mongol, dai e yugur o budismo e lama\u00edsmo; a miao, yao, e yi o catolicismo ou cristianismo.<\/p>\n<p>Os Han cr\u00eaem no budismo, cristianismo, catolicismo e tao\u00edsmo. O pa\u00eds \u00e9 aconfessional e os chineses t\u00eam liberdade de cr\u00ean\u00e7as religiosas.<\/p>\n<p>A religi\u00e3o professada na\u00a0<strong>China\u00a0<\/strong>e um misto de budismo-taoismo-confucianismo, havendo no entanto uma forte quantidade de mu\u00e7ulmanos (que nao vimos) e alguma comunidade crista (existe uma Catedral cat\u00f3lica em Pequim ate).<\/p>\n<p>Quem acha F\u00e1tima uma explora\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica devia ver o Templo do Buda de Jade em Pequim.<\/p>\n<p>De manha e uma fila de gente a pagar 10 yuans para entrar. Eram cerca das 8 da manha e \u00e9ramos os \u00fanicos 2 ocidentais.<\/p>\n<p>La dentro um vasto numero de templos (capelitas diria) com est\u00e1tuas e imagens de buda e outras figuras religiosas com altares para ofertas.<\/p>\n<p>As ofertas variam imenso, desde incenso nuns pauzinhos vermelhos, a umas folhas de papel vermelho com coisas que escreviam (imagino promessas ou ora\u00e7\u00f5es) a uns bocados de papel dourado dobrado (tipo origami) que queimavam nuns caldeir\u00f5es no exterior. Tinham tamb\u00e9m umas velas que compravam e acendiam.<\/p>\n<p>De notas que todos estes objetos eram comprados no local, numas lojas em numero bem superior ao de templos. Na parte a descoberto viam-se pessoas com aspecto de ter la ido antes de ir para o emprego rezar, a comprar um grupo de uns 10 paus de incenso e a fazer umas v\u00e9nias com os paus acesos por cima da cabe\u00e7a enquanto recitavam algumas preces.<\/p>\n<p>Em algumas lojas havia estatuetas religiosas de budas e afins de todos os tamanhos, materiais e feitios, tal como em F\u00e1tima.<\/p>\n<p>Em Macau e HK v\u00ea-se na soleira de muitas lojas uma caixinha com meia d\u00fazia de paus de incenso a arder (mesmo com a loja fechada) por vezes com 2 laranjas ou macas ao lado dentro de um potezito com agua. Por vezes tem um bal\u00e3o vermelho de papel pendurado em cima.<\/p>\n<p>Pequenos templos do tamanho de uma tabacaria das mais min\u00fasculas s\u00e3o comuns. Nas zonas do Sul vimos muitas espirais de incenso a arder.<\/p>\n<p>A religi\u00e3o aqui parece-me muito mais associada a espiritualidade e a supersti\u00e7\u00e3o individual, nao parecendo haver aglomeracoes como as nossas missas e outras cerim\u00f3nias religiosas de massa.<\/p>\n<p>A quantidade de pessoal secular pareceu-me escassa e duvido do seu poder sobre as pessoas para alem do provavel grosso lucro nas vendas de items de culto.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Localiza\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica<\/strong><\/p>\n<p><strong>China<\/strong>\u00a0est\u00e1 situada na zona oriental de \u00c1sia, banhada pela costa oeste do Oceano Pac\u00edfico. Os seus 9.600.000 quil\u00f4metros quadrados, sup\u00f5em a quinta parte do continente, sendo um dos pa\u00edses maiores e mais populosos do mundo. 5.000 quil\u00f4metros separam a zona mais ocidental, a plan\u00edcie de Pamir, e a zona mais oriental, as costas do Oceano Pac\u00edfico. Pelo norte, flui o rio Heilongjiang e ao sul, emerge o arquip\u00e9lago Nansha.<\/p>\n<p>Tem mais de 20.000 quil\u00f4metros de fronteira. A costa extende-se da Baia de Bohai, a lleste de Beijing, passando pelo Mar Amarelo e o Mar da China Oriental, at\u00e9 o Mar da China Meridional com mais de 18.000 quil\u00f4metros.<\/p>\n<p><strong>As prov\u00edncias da China s\u00e3o:<\/strong>\u00a0Liaoning, Jilin, Heilongjiang, Shangdong, Hebei, Shanxi, Henan, Shaanxi, Gansu, Qinghai, Jiangsu, Zhejiang, Anhui, Guizhou, Yunnan, Sichuan, Hubei, Hunan, Jiangxi, Guangdong, Hainan, Taiwam e Fujian. Tamb\u00e9m conta com as regi\u00f5es aut\u00f4nomas da Mong\u00f3lia Interior, Uigur de Xinjiang, Hui de Ningxia, do T\u00edbet e Zhuang de Guangxi, e os municipios especiais de Beijing, Tianjin, Shanghai e Chongquing.<\/p>\n<p>Sobre este vasto territ\u00f3rio reside uma popula\u00e7\u00e3o de aproximadamente mil e duzentos milh\u00f5es de habitantes que pertencem a diversas etnias e nacionalidades, concretamente a 56 etnias.<\/p>\n<p><strong>As massas humanas concentram-se de forma especial nos vales dos tr\u00eas grandes rios:<\/strong>\u00a0Changjiang, Huanghe e Xijiang, especialmente na zona do delta do primeiro, onde atingem-se mais de 770 habitantes por quil\u00f4metro quadrado. Na plan\u00edcie do norte da China a densidade da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m muito alta, superior a 250 habitantes por quil\u00f4metro quadrado. Mais do 90% da popula\u00e7\u00e3o total da China vive a leste de uma linha imagin\u00e1ria que extende-se do sul de Yunnam at\u00e9 o norte de Heilongjiang.<\/p>\n<p>Ao oeste encontram-se os grandes desertos asi\u00e1ticos de Gobi e Takla Makan, assim como a zona montanhosa mais inhabit\u00e1vel da terra, o T\u00edbet, onde s\u00f3 acham-se povoa\u00e7\u00f5es permanentes nos vales situados a 3.600 metros sobre o n\u00edvel do mar e nas estepas semi secas de Mong\u00f3lia e Xinjiang.<\/p>\n<p><strong>As barreiras naturais, salvo no norte, s\u00e3o contundentes:\u00a0<\/strong>o mar do Jap\u00e3o, no noroeste, e o da China Meridional no sul e sudeste; ao oeste as plan\u00edcies do T\u00edbet e os maci\u00e7os montanhosos de Sichuam e Yunnan, e ao sudoeste as selvas tropicais da Indochina.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0se caracteriza-se pela sua forma escalonada, produto dos processos tect\u00f4nicos. A superf\u00edcie descende em dire\u00e7\u00e3o noroeste, lleste, sudeste. Dos 4.000 metros da plan\u00edcie de Qinghai-T\u00edbet at\u00e9 os 1.000 \u2013 2.000 de, por exemplo, a plan\u00edcie de Loes e as plan\u00edcies do curso inferior dos grandes rios, com uma altitude de 500 metros sobre o n\u00edvel do mar.<\/p>\n<p><strong>Os rios maiores e mais caudalosos da China regam as tr\u00eas divis\u00f5es principais do pa\u00eds:<\/strong>\u00a0o Huanghe ou Rio Amarelo no norte, com um percurso de 5.464 quil\u00f4metros, banha nove prov\u00edncias setentrionais, onde abundam f\u00e9rteis campos de cereais. Nesta zona o clima \u00e9 continental e est\u00e9pico, caracterizado por g\u00e9lidos invernos e ver\u00f5es muito quentes. No centro, dividindo China do Norte e China do Sul, flui o antigo Yangtseou Changjiang, com 6.300 quil\u00f4metros que rega os extensos arrozais.<\/p>\n<p>Esta franja ocupa dez prov\u00edncias que gozam de um clima mon\u00e7\u00f4nico produzido pelo gradente t\u00e9rmico entre o oceano e o continente. E por \u00faltimo, \u201co rio da Perla\u201d ou Zhujiang, ao sul, e o Xijiangou \u201cRio Vermelho\u201d que serpenteam entre inacess\u00edveis montanhas, nas quais cont\u00e9mpla-se uma flora e fauna exuberantes, pr\u00f3prias dos climas semi tropicais.<\/p>\n<p><strong>China<\/strong>\u00a0\u00e9 tamb\u00e9m um pa\u00eds de grandes montanhas, zonas montanhosas, plan\u00edcies e colinas ocupam o 65% da superf\u00edcie continental. Segundo a alinha\u00e7\u00e3o podemos distinguir cinco sistemas de montanhas.<\/p>\n<p><strong>A cordilheira de Kunlun, ao norte do Himalaya, separa a alta plan\u00edcie de Qinghai-T\u00edbet do deserto de Taklamakan, tr\u00eas das seus cumes superam os 7.000 metros:<\/strong>\u00a0Muztag, Muztagata e Kongur; a cordilheira Tianshan, mais ao norte com as seus cumes nevados; a cordilheira Xingan, no noroeste da China; e por \u00faltimo a cordilheira Hengduam e Qilian.<\/p>\n<p>As montanhas atingem especial altitude no setor ocidental para descender progressivamente para a costa.<\/p>\n<p>H\u00e1 montanhas de singular beleza como \u00e9 a Montanha Huangshan, a \u00fanica zona de paisagem exclusivamente montanhosa que encontra-se no sul da prov\u00edncia de Anhui.<\/p>\n<p>Trata-se de uma montanha conhecida pelos seus singulares pinhos e pedras estranhas. Tem mais de setenta afiados picos que est\u00e3o permanentemente cobertos por nuvens e nevoeiro.<\/p>\n<p>Os aspectos sobressalientes s\u00e3o os pinhos, as rochas, as nuvens e as fontes termais.<\/p>\n<p class=\"name post-title entry-title\"><strong>China &#8211; Educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Na\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0adota-se o sistema de nove anos de estudo obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>At\u00e9 o ano 2000, a taxa de frequ\u00eancia escolar era de:<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>99,1% na escola prim\u00e1ria<br \/>\n94,3% na escola intermedi\u00e1ria (do s\u00e9timo ano at\u00e9 o nono ano);<\/p><\/blockquote>\n<p>A taxa de abandono de estudo era 0,55% na escola prim\u00e1ria e 3,21% na escola intermedi\u00e1ria.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o nono ano escolar, o \u00edndice de continuidade era de 51,2% at\u00e9 o ano 2000. Ap\u00f3s os 15 anos, a taxa de analfabetismo era de 6,72%.<\/p>\n<p>At\u00e9 o final do ano 2000, havia 553.622 escolas prim\u00e1rias e 1.041\u00a0<strong>faculdades e universidades na China<\/strong>. No ano 2000, havia 10,9 milh\u00f5es de professores formados e 219,4 milh\u00f5es de estudantes universit\u00e1rios e alunos em geral.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Arquitetura<\/strong><\/p>\n<p>A concep\u00e7\u00e3o da arte chinesa \u00e9 diferente a da ocidental, realidade que pode-se perceber especialmente na arquitetura. Nem as duas grandes religi\u00f5es, confucionismo e tao\u00edsmo, dedicam templos aos seus deuses.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 nenhum edif\u00edcio anterior ao s\u00e9culo VI a. C., al\u00e9m de ser a madeira o material construtivo tradicional, tamb\u00e9m porque para os chineses tudo o que tinha um valor utilit\u00e1rio resta valor est\u00e9tico. Por isso, dentro da mentalidade chinesa n\u00e3o cabe a arquitetura como arte.<\/p>\n<p>A arquitetura chinesa est\u00e1 totalmente integrada no entorno. Podemos assinalar como constru\u00e7\u00f5es importantes os t\u00famulos, pagodas e templos budistas.<\/p>\n<p>E como obras colossais a Grande Muralha e o ilustre exemplo da Cidade Imperial de Beijing.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Arte e Cultura<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>arte e a cultura chinesa<\/strong>\u00a0est\u00e3o determinadas principalmente pela sua geograf\u00eda. A sua grande extens\u00e3o, a variedade de nacionalidades que habitam-na ou as barreiras naturais, t\u00eam influenciado na sua cultura.<\/p>\n<p>At\u00e9 o s\u00e9culo II a. C.\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0esteve isolada do resto do mundo.<\/p>\n<p>Com a Rota da Seda fica aberta ao resto da \u00c1sia. Os chineses sempre t\u00eam considerado a arte chinesa como algo aristocr\u00e1tico, um privil\u00e9gio destinado \u00e0s classes cultas superiores e algo indispens\u00e1vel para a educa\u00e7\u00e3o de um cavalheiro.<\/p>\n<p>Enquanto os artes\u00e3os dedicavam-se a produzir jades, porcelana e telas para a corte imperial, os eruditos compunham poesia, pintavam quadros ou desenhavam belas escritas a pincel.<\/p>\n<p>A influ\u00eancia da arte chinesa sobre o resto do Oriente foi t\u00e3o importante como a arte grega para o Ocidente.<\/p>\n<p><strong>A cultura chinesa come\u00e7a com a dinastia Xia que criou duas grandes civiliza\u00e7\u00f5es:<\/strong>\u00a0Yangshao e Longshan. Todos os conhecimentos que possuimos da antiga arte primitiva \u00e9 gra\u00e7as as descobertas arqueol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>Nas jazidas funer\u00e1rias do rio Amarelo t\u00eam-se encontrado recepientes utilizados nas oferendas culin\u00e1rias, cujas formas t\u00eam chegado at\u00e9 aos nossos dias, devido ao seu car\u00e1ter ritual.<\/p>\n<p>Os materiais que utilizam s\u00e3o o jade e a cer\u00e2mica. \u00c9 nas dinastias Ming e Qing, quando come\u00e7am a trabalhar mais o jade.<\/p>\n<p><strong>O jade encerra cinco virtudes:<\/strong>\u00a0o amor no brilho, a verdade na transpar\u00eancia, a sabedoria na sonoridade, o valor na sua dureza e a justi\u00e7a pela sua suavidade.<\/p>\n<p>Ao longo de todo o pa\u00eds podemos encontrar museus e as peculiares \u201caldeias de h\u00e1bitos e costumes\u201d, onde encontram-se as particularidades de cada regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Nelas pode-se ver c\u00f3pias das antigas constru\u00e7\u00f5es, pinturas, gravados, sedas, brocados al\u00e9m de artes da antiga cultura chinesa.<\/p>\n<p>Durante as dinastias Shang e Zhou desenvolve-se o ajuar funer\u00e1rio, uma das mais importantes manifesta\u00e7\u00f5es chinesas. O material escolhido para a fabrica\u00e7\u00e3o destes recipientes e utens\u00edlios ritual\u00edsticos \u00e9 o bronze, embora naquele momento a t\u00e9cnica era dif\u00edcil e custosa. Com os Zhou chegam a fazer at\u00e9 trinta modelos diferentes. A decora\u00e7\u00e3o em geral \u00e9 exuberante.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Popula\u00e7\u00e3o e Costumes<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>China\u00a0<\/strong>\u00e9 um pa\u00eds multinacional que conta com 56 etnias que compreendem as nacionalidades han, manch\u00fa, mongol, hui, tibetana, vigur, zhuang e outras cinquenta nacionalidades espalhadas por todo o territ\u00f3rio chin\u00eas.<\/p>\n<p>94% da popula\u00e7\u00e3o pertence \u00e0 nacionalidade han, a qual concentra-se principalmente no leste.<\/p>\n<p><strong>As cinquenta e cinco minorias nacionais s\u00e3o:<\/strong>\u00a0mongol, 0hui, tibetana, vigur, miao, yi, zhuang, buyi, coreana, manchu, dong, yao, bai, tujia, hani, kazako, dai, li, lisu, va, she, gaoshan, lahu, sui, dongxiang, naxi, jingpo, kirguiz, tu, daur, mulam, qiang, blang, salar, maonan, gelao, xibe, achang, primi, tajik, hu, uzbeka, russa, ewenki, deang, bonan, yugur, gin, tartara, derung, oroqen, hezhn, momba.<\/p>\n<p><strong>China\u00a0<\/strong>aloja quase 20% da popula\u00e7\u00e3o mundial, mas ocupa s\u00f3 7% da superf\u00edcie agr\u00edcola do planeta. A popula\u00e7\u00e3o concentra-se principalmente na zona oriental.<\/p>\n<p>Os grandes n\u00facleos est\u00e3o nas plan\u00edcies da costa leste e nos vales das regi\u00f5es situadas a leste da linha formada pelas montanhas Kingham e Taihang. A prov\u00edncia mais povoada \u00e9 Sichuan, com mais de 100 milh\u00f5es de habitantes, em uma superf\u00edcie equivalente \u00e0 de Espanha. A densidade m\u00e9dia da China \u00e9, no leste, de 300 habitantes por quil\u00f4metro quadrado e no oeste de s\u00f3 40.<\/p>\n<p><strong>O r\u00e1pido crescimento da popula\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIX pode dever \u00e0s seguintes causas:<\/strong>\u00a0a melhora nas colheitas, aumento do com\u00e9rcio exterior, rapidez nos transportes e avan\u00e7os na medicina.<\/p>\n<p>Durante a guerra chino-japonesa, entre os anos 1937-45, se produziram migra\u00e7\u00f5es da costa para as zonas do interior. Mas estas migra\u00e7\u00f5es foram espor\u00e1dicas, pois o povo chin\u00eas \u00e9 um povo marcadamente conservador nos seus costumes.<\/p>\n<p>Devido ao enorme crescimento da popula\u00e7\u00e3o, o governo em 1980, tomou medidas dr\u00e1sticas para controlar esse crescimento. Cada fam\u00edlia s\u00f3 pode ter um filho; os anticoncepcionais s\u00e3o gratuitos e o aborto, inclusive chega a ser obrigat\u00f3rio para o segundo filho.<\/p>\n<p>Em um pa\u00eds onde a tradi\u00e7\u00e3o do filho var\u00e3o \u00e9 muito forte, tem feito com que aumentem os infantic\u00eddios, sobre tudo do sexo feminino (acontece algumas vezes nas zonas camponesas), e inclusive as mulheres divorciam-se ou chegam ao extremo de suicidar-se por dar a luz a uma garota.<\/p>\n<p>A maioria da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 rural devido ao predominio da agricultura como principal recurso de subsist\u00eancia. Por\u00e9m, o impulso que tem tido a ind\u00fastria, tem provocado o r\u00e1pido crescimento de numerosas cidades.<\/p>\n<p>O turismo \u00e9 uma nova atividade industrial que tem ajudado consideravelmente \u00e0 abertura da<strong>\u00a0China<\/strong>\u00a0para o exterior. T\u00eam-se criado modernas instala\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas para os distintos encontros e confer\u00eancias internacionais.<\/p>\n<p>Devido \u00e0 variedade de etnias e minorias nacionais os costumes e as pessoas formam um grande mosaico multivariado.<\/p>\n<p>Das 56 etnias pode-se conhecer atrav\u00e9s de atividades tur\u00edsticas, promovidas pela Administra\u00e7\u00e3o Nacional de Turismo da China, atividade que desenvolve o turismo e a troca de experiencias entre as ag\u00eancias tur\u00edsticas da China e de outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Para ter uma vis\u00e3o geral sobre as costumes das distintas comunidades \u00e9tnicas pode-se visitar, no Centro de F\u00e9rias de Dalian, a aldeia da Cultura Popular.<\/p>\n<p>Ali mostram-se as diferentes culturas de todas estas comunidades.<\/p>\n<p>O povo chin\u00eas \u00e9 trabalhador e inteligente, gente hospitaleira e am\u00e1vel que brinda toda a sua cultura aos visitantes que chegam ao pa\u00eds, mas esta cortesia nada tem a ver com a ocidental, pois \u00e9 sempre muito ritual.<\/p>\n<p><strong>Os chineses t\u00eam costumes muito peculiares:<\/strong>\u00a0ao cumprimentar-se, n\u00e3o est\u00e1 bem visto beijar-se nem abra\u00e7ar-se, pois n\u00e3o exprimem os seus sentimentos em p\u00fablico.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao folclore, no norte da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0o canto e a dan\u00e7a \u00e9 uma arte tradicional da comunidade \u00e9tnica coreana, e \u00e9 praticado por jovens, crian\u00e7as e anci\u00e3os.<\/p>\n<p>Outra das afic\u00e7\u00f5es \u00e9 a atividade esportiva; no Ano Novo e outras festas celebram-se competi\u00e7\u00f5es de columpio, trampol\u00edm e luta.<\/p>\n<p>Na Pradeira de Erdos, situada na zona oeste da Regi\u00e3o Aut\u00f4noma de Mong\u00f3lia Interior, os pastores mong\u00f3is, gente franca e hospitaleira, oferecem aos visitantes, entonando uma can\u00e7\u00e3o folcl\u00f3rica, um cinto de seda branca e uma ta\u00e7a de licor.<\/p>\n<p>No centro da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0o turista tem a possibilidade de viver como os camponenses locais da aldeia de Shijiazhuang.<\/p>\n<p>Existem tamb\u00e9m em Beijing resid\u00eancias tradicionais onde pode-se conversar livremente com os habitantes e aprender os seus costumes.<\/p>\n<p>N\u00e3o deve ficar surpreendido se encontrar ao amanhecer os habitantes das distintas cidades da China reunidos ao ar livre para realizar os exerc\u00edcios f\u00edsicos do tai qi.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Pintura<\/strong><\/p>\n<p>Uma das artes mais importantes na\u00a0<strong>China \u00e9 a pintura<\/strong>. Os mais antigos pintavam com um procedimento de aquarela aplicada a pincel sobre seda ou papel de forma, a n\u00e3o ser poss\u00edvel a retifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A maior parte das pinturas adota tr\u00eas formas:<\/strong>\u00a0as pequenas, chamadas folhas de \u00e1lbum; as destinadas a ser penduradas; e as executadas em longos rolos. Os temas favoritos eram a \u00e1gua e as montanhas; destacam os grandes paisagens da dinastia Sang, que utilizam sobre tudo, o branco e o preto (quando utilizavam a cor era para real\u00e7ar o efeito decorativo). Estas pinturas eram consideradas mais objeto de ritual, que obras de arte.<\/p>\n<p>A arte do pincel foi consagrado da dinastia Ham, como a arte maior por excel\u00eancia. Juntam-se a ele a poesia, caligrafia e pintura para exprimir a alma do artista.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Escultura<\/strong><\/p>\n<p>A escultura \u00e9 um arte menos apreciada que a pintura, pelo que por vezes fica em ma\u00f5s dos artes\u00e3os. As primeiras esculturas monumentais em pedra aparecem durante a dinastia Han.<\/p>\n<p>Na realidade trata-se de baixo relevos. A escultura mais importante \u00e9 a budista.<\/p>\n<p>Os escultores chineses t\u00eam preferido sempre trabalhar sobre materiais brandos como a laca seca, a argila, o bronze ou o estuco, mais do que sobre um material duro que d\u00e1-lhes uma menor mobilidade.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Flora<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0oferece uma grande variedade de solos que correspondem-se aproximadamente com as regi\u00f5es geogr\u00e1ficas. Ao norte da China encontramos na Bacia do Tarim o cinzento des\u00e9rtico, os pardos e f\u00e9rteis loes da plan\u00edcie, o castanho terreno florestal da Manchuria e as produtivas terras aluviais da Grande Plan\u00edcie do norte.<\/p>\n<p>Na China Central a Bacia Vermelha caracteriza-se por um f\u00e9rtil solo florestal cinzento-castanho, e a plan\u00edcie e delta do Yangts\u00e9 pelos seus terrenos aluviais.<\/p>\n<p>Na China meridional o solo \u00e9 vermelho com abundantes materiais later\u00edticos. No T\u00edbet destacam os terrenos pedregosos, semelhantes aos montanhosos da tundra.<\/p>\n<p>Dado o fato da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0ser um enorme pa\u00eds, que abarca os mais variados climas, n\u00e3o \u00e9 surpreendente que exista uma grande variedade de esp\u00e9cies vegetais e animais.<\/p>\n<p>Parece que a vegeta\u00e7\u00e3o natural da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0estava formada por bosques mistos discont\u00ednuos de caducas e con\u00edferas pr\u00f3prios de zonas temperadas; mas devido ao cultivo intensivo, esta vegeta\u00e7\u00e3o desapareceu h\u00e1 muitos s\u00e9culos.<\/p>\n<p>Desgra\u00e7adamente o impacto humano chega a ser consider\u00e1vel, por isso a riqueza natural \u00e9 rara ou est\u00e1 em perigo de extin\u00e7\u00e3o. O governo tem estabelecido mais de 300 reservas naturais, protegendo por volta de 1, 8 % do territ\u00f3rio. O maior problema \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o do habitat causado pela agricultura intensiva, a urbaniza\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o industrial.<\/p>\n<p>A flora tem \u201cprogredido\u201d bem, apesar da press\u00e3o de mais de 1.000 milh\u00f5es de pessoas, mas a desflorestamento, o pastoreio e os cultivos intensivos t\u00eam feito grandes estragos.<\/p>\n<p>A \u00faltima grande extens\u00e3o florestal chinesa est\u00e1 na regi\u00e3o sub \u00e1rtica do nordeste, perto da fronteira russa. Pela sua diversidade de vegeta\u00e7\u00e3o, a zona em redor de Xishuangbanna, no sul tropical, \u00e9 a mais rica do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Esta regi\u00e3o tamb\u00e9m procura habitat para manadas de elefantes selvagens; por\u00e9m, tanto os seres vivos como a floresta tropical est\u00e3o sob a press\u00e3o da agricultura, da tala e da queimada.<\/p>\n<p>Talvez a planta cultivada mais bela seja o bambu. H\u00e1 muitas variedades e \u00e9 cultivado no sudeste, para ser utilizado como material de constru\u00e7\u00e3o e alimento. Outras plantas \u00fateis incluem ervas, entre elas o g\u00ednseng, horquilha dourada, ang\u00e9lica e fritilaria. Uma das \u00e1rvores mais raras \u00e9 o abeto branco de Cathay na prov\u00edncia de Guangxi.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Fauna<\/strong><\/p>\n<p>A variedade de animais selvagens e dom\u00e9sticos \u00e9 muito ampla. Al\u00e9m de estar representadas a maior parte das aves canoras e de ca\u00e7a, existem 800 variedades nativas do pa\u00eds. Ao norte, no nordeste especialmente, habitam animais selvagens como o tigre, o ant\u00edlope, o cervo, o goral (ant\u00edlope cabra), a ovelha azul, o leopardo, o lobo e os mam\u00edferos de peles.<\/p>\n<p>No T\u00edbet pode-se ver ovelhas, yaks, pandas gigantes e ursos selvagens. No sul proliferam tigres, gibones, macacos e caimanes. H\u00e1 que assinalar que o animal mais raro da \u00c1sia Central \u00e9 o urso formigueiro.<\/p>\n<p>Talvez n\u00e3o exista na\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0animal mais representativo da beleza e luta pela vida selvagem do que o urso panda. Estes belos animais, atualmente em perigo de extin\u00e7\u00e3o devido \u00e0 combina\u00e7\u00e3o da ca\u00e7a, a invas\u00e3o do habitat e os desastres naturais, sobrevivem gra\u00e7as aos t\u00edmidos esfor\u00e7os do governo central. Com escassa densidade, povoam as regi\u00f5es de Sichuan, T\u00edbet e Xinjiang, que prov\u00eaem de habitat a outras magn\u00edficas esp\u00e9cies, como o leopardo das neves e os yaks selvagens.<\/p>\n<p>O extremo noroeste da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0est\u00e1 habitado por alguns interessantes mam\u00edferos como renas, alces, cervos almizcleros, ursos e martas. Tamb\u00e9m h\u00e1 uma consider\u00e1vel ornitofauna como grullas, patos, abutardas, cisnes e gar\u00e7as.<\/p>\n<p>A ilha Hainam tamb\u00e9m possui variada vegeta\u00e7\u00e3o tropical e vida animal. H\u00e1 sete reservas naturais na ilha, embora \u00e9 justo dizer que ainda algumas esp\u00e9cies em perigo de extin\u00e7\u00e3o, terminam no prato da comida.<\/p>\n<p>Entre os animais dom\u00e9sticos encontram-se c\u00e3es, gatos, patos, gansos, frangos e porcos que abundam em todo o\u00a0<strong>territ\u00f3rio da China<\/strong>. Os b\u00fafalos aqu\u00e1ticos s\u00e3o nativos da zona sul da Pen\u00ednsula de Shandong.<\/p>\n<p>O zeb\u00fa habita no sul e nordeste da China; no noroeste criam cabras, ovelhas e cavalos. Os camelos e as vacas s\u00e3o importantes tamb\u00e9m no nordeste.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m variedade de peixes de \u00e1gua doce, sendo o mais comum a carpa. Tamb\u00e9m abundam lagartos, r\u00e3s, tartarugas e salamandras. Na costa destacam a lubina, arenque, cavalas, ostras, tubar\u00f5es e enguias.<\/p>\n<p>A observa\u00e7\u00e3o de p\u00e1ssaros \u00e9 algo do que poder\u00e1 desfrutar o turista, especialmente na primavera, esta\u00e7\u00e3o na qual h\u00e1 que dirigir-se \u00e0 Reserva Natural de Zhalong, na prov\u00edncia de Heilongjiang; ao Lago Qinghai, na prov\u00edncia do mesmo nome; e ao Lago Poyang, ao norte da prov\u00edncia de Jiangxi, o lago de \u00e1gua doce maior da China.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Gastronomia<\/strong><\/p>\n<p>A comida chinesa est\u00e1 considerada como uma arte que forma parte da cultura milenar da\u00a0<strong>China<\/strong>, arte culin\u00e1ria que goza de grande prest\u00edgio no mundo todo, sendo conhecido o pa\u00eds com o nome de \u201cO Reino da Gastronomia\u201d. \u00c9 um para\u00edso para o paladar onde o gastr\u00f4nomo e o profano podem provar e deleitar-se com a variedade de pratos e sabores.<\/p>\n<p>Dado que a\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0tem uma grande extens\u00e3o territorial, numerosa popula\u00e7\u00e3o, diferentes etnias, distintos climas e costumes e variedade de produtos, n\u00e3o \u00e9 estranho que existam diferentes estilos culin\u00e1rios com as suas pr\u00f3prias peculiaridades em t\u00e9cnicas de cozinha, sanduiches e pratos.<\/p>\n<p><strong>As principais escolas chinesas s\u00e3o quatro:<\/strong>\u00a0a cozinha do Norte, que caracteriza-se pela maravilha na sele\u00e7\u00e3o dos ingredientes. \u00c9 bastante salgada, pois os nortistas, salgavam muito os alimentos para realizar as longas viagens ao sul. Costuma acompanhar-se de talharines e p\u00e3o. Recomenda-se o frango preparado no sal, assado ao forno; o porco com couve curtido e os m\u00faltiplos pratos preparados com queijo de soja. O prato mais conhecido \u00e9 o pato lacado.<\/p>\n<p>A cozinha do Sul destaca, entre outros fatores, pela prepara\u00e7\u00e3o de pratos com carne de serpente.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 famosa a cozinha de Guangdong:\u00a0<\/strong>pertencem os seus pratos escola culin\u00e1ria Yue, uma das principais escolas da China. Utiliza-se produtos muito variados e abundantes condimentos como o azeite de ostra, o molho Qipu, molho de peixe e variedade de verduras cozinhadas a altas temperaturas.<\/p>\n<p>Os ingredientes s\u00e3o comprados diariamente no mercado, carne de vaca, porco, peixe, verduras, cogumelos e peixe de \u00e1gua doce procedente de Guangzhou.<\/p>\n<p>S\u00e3o conhecidos o leit\u00e3o assado de Guangdong o frango zhuzhou de Foshan, gato mont\u00eas estofado, reuni\u00e3o de drag\u00e3o, tigre e ostra, caldo de drag\u00e3o, tigre e f\u00e9nix, camar\u00f5es ao azeite, caba\u00e7a cheia de oito tesouros e os fungos ao azeite de ostra.<\/p>\n<p>Os pratos de peixe e crust\u00e1ceos de distintos sabores s\u00e3o habituais na cozinha do Leste, que caracteriza-se pelo seu sabor doce. \u00c9 uma cozinha relativamente nova, mas n\u00e3o por isso maravilhosa.<\/p>\n<p>Utilizam sobre tudo peixe e marisco, sobressalientando a sopa condimentada com alho por\u00f3.<\/p>\n<p>Os pratos mais conhecidos s\u00e3o as ovas de carangueijos com barbatanas de tubar\u00e3o, ovas de sepia, holoturias (g\u00eanero de babosa de mar) ao alho por\u00f3, e no relativo a carnes, o frango com molho de Dezhou. Destacam, tamb\u00e9m, o pato com oito tesouros e as tiras de enguia. S\u00e3o muito saborosos as sanduiches, que existe uma grande variedade, por volta de 300 tipos, como a bola ovo de pomba.<\/p>\n<p>A cozinha do Oeste est\u00e1 representada pela de Sichuam que caracteriza-se pelo sabor picante. Tem conservado uma gastronomia tradicional devido ao seu isolamento. Utiliza condimentos como o alho, hinojo, cilantro e piment\u00e3o. H\u00e1 um dito popular que vem a dizer que embora toda a cozinha chinesa \u00e9 maravilhosa, a cozinha de Sichuam \u00e9 a mais saborosa.<\/p>\n<p>Escolhem cuidadosamente os ingredientes e s\u00e3o temperados os pratos para descobrir distintos sabores como o picante, aroma de peixe, sabor de cinco aromas, o \u00e1cido, etc. deste modo todos os pratos t\u00eam alguma peculiaridade.<\/p>\n<p><strong>Estes saborosos pratos s\u00e3o:\u00a0<\/strong>carpa guisada, pata de urso e requeij\u00e3o de soja, entre outros. O prato mais famoso \u00e9 o queijo de soja com piment\u00f5es e pimenta.<\/p>\n<p>Antigamente existiam pratos que estavam destinados exclusivamente ao imperador e a sua corte, trata-se dos pratos Imperiais. Mais tarde esta cozinha desenvolveu-se com a cozinha Lu, pratos do Tibet e sanduiches mu\u00e7ulmanos; aos que posteriormente adentraram-se a cozinha ocidental e os pratos de Huaiyang.<\/p>\n<p>Est\u00e1 caracterizada pela meticulosa sele\u00e7\u00e3o e por n\u00e3o utilizar qualquer ingrediente. Destacam o Pato de Beijing e a cabra de patas pretas, rosto manchado e castrada. \u00c9 uma cozinha de temporada, na primavera os rolinhos; no ver\u00e3o, os camar\u00f5es cristalinos e no outono, a carne de cabra.<\/p>\n<p>Para limpar o organismo os chineses usam a comida vegetariana a base de verduras, frutas, requeij\u00e3o de soja, azeite vegetal, alverjas, milho, espigas de bambu, feij\u00f5es, cogumelos e outros tipos de fungos.<\/p>\n<p>Quando comem, disp\u00f5e tr\u00eas copos na mesa, um grande para a cerveja ou a \u00e1gua; um meio para o vinho branco ou tinto; e um pequeno para o licor, sendo o mais popular da\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0o mao-tai que \u00e9 fabricado em Guizhou a base de sorgo. O Wang chao \u00e9 a bebida tradicional que bebe-se antes de uma comida t\u00edpica a base de sopa de barbatana de tubar\u00e3o, ganso em molho de soja, sopa de ninho de andorinha, pratos de frango e fideos especiais.<\/p>\n<p>O feitio da cozinha chinesa em utilizar produtos estranhos \u00e0 mentalidade ocidental, \u00e9 devido ao longo da sua hist\u00f3ria ter sofrido grandes fomes. A super popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m, tem influenciado nas mudan\u00e7as culin\u00e1rias.<\/p>\n<p>Assim, foram introduzidos todo tipo de animais como serpentes, c\u00e3es, holoturias e vegetais muito nutritivos como as algas e o bambu. Come-se tudo o que alimenta, das v\u00edsceras at\u00e9 a pele.<\/p>\n<p>Cada prov\u00edncia de acordo com os seus recursos tem desenvolvido um tipo de cozinha, mas o arroz e a soja s\u00e3o alimentos imprescind\u00edveis em todo prato chin\u00eas.<\/p>\n<p>Uma das variedades da comida chinesa s\u00e3o as sanduiches, em cada regi\u00e3o encontramos diversos tipos. Costuma-se comer acompanhados de ch\u00e1, servido puro em pequenas x\u00edcaras nas casas de ch\u00e1 que est\u00e3o espalhadas pelo pa\u00eds todo.<\/p>\n<p><strong>China &#8211; Festividades<\/strong><\/p>\n<p>Todas as festas, exceto o Ano Novo, se guiam pelo calend\u00e1rio lunar. Os dias festivos oficiais s\u00e3o o dia 1 de Outubro, 1 de Maio, 1 de Janerio e a Festa da Primavera.<\/p>\n<p>Ao possuir\u00a0<strong>China<\/strong>\u00a0diversas nacionalidades e minorias \u00e9tnicas o ros\u00e1rio de festividades \u00e9 muito longo e singular. Cada zona possui os seus pr\u00f3prios costumes, que se refletem em diferentes feiras e festivais. Durante estes, t\u00eam lugar os tradicionais espet\u00e1culos.<\/p>\n<p>Ao longo dos meses encontramos distintas festas. Em janeiro, h\u00e1 que destacar a Festa do Gelo que tem lugar entre o dia 5 de janeiro e o dia 5 de fevereiro em Harbin, capital da prov\u00edncia de Heilongjiang.<\/p>\n<p>Realizam-se competi\u00e7\u00f5es de estruturas de gelo e esportes relacionados com ele.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m em Jilim celebra-se a Festa do Gelo, entre o dia 6 e o dia 20 de janeiro. Um belo espet\u00e1culo para contemplar as \u201c\u00e1rvores escarchados\u201d. Em Beijing, dentro do distrito de Yanqing, durante este m\u00eas pode-se contemplar os far\u00f3is de gelo.<\/p>\n<p>O 15 de Janerio celebra-se a Festa das Bolas de Arroz. \u00c9 uma festa oficial estabelecida nos come\u00e7os da dinastia Tang (618-907). Durante esta festa comem-se bolos de arroz acompanhadas com uma sopa.<\/p>\n<p>\u00c9 no dia da primeira lua, por isso tamb\u00e9m \u00e9 chamado \u201cBolos da Primeira Lua\u201d.<\/p>\n<p>Em fevereiro tem lugar uma das mais tradicionais\u00a0<strong>festas da China<\/strong>, a Festa da Primavera. Tem car\u00e1ter nacional, celebra-se em todo o pa\u00eds entre os dias 3 e 8 deste m\u00eas. Aqui apresentam as mais variadas \u00f3peras, com todo tipo de atividades culturais. \u00c9 o primeiro dia do ano segundo o calend\u00e1rio lunar; \u00e9 o Ano Novo Chin\u00eas. As casas adornam-se com todo tipo de far\u00f3is, colocam bandas de papel, h\u00e1 fogos artificiais e comem past\u00e9is de arroz.<\/p>\n<p>O dia 4 de fevereiro em Tianjim celebra-se a Festa Internacional de Estampas de Ano Novo, na qual trocam-se estampas de ano novo de l\u00e2minas de madeira.<\/p>\n<p>A Feira de Mar\u00e7o ou a Feira da Deusa Miseric\u00f3rdia \u00e9 uma festa da nacionalidade bai, uma celebra\u00e7\u00e3o milenar celebrada entre o dia 15 e o dia 20 do terceiro m\u00eas do calend\u00e1rio lunar. Os habitantes se reunem em Dali, ao noroeste de Yunnan, onde celebram concursos h\u00edpicos, cantam e bailam.<\/p>\n<p>Aproximadamente no dia 5 de Abril celebra-se a Festa da Pura Claridade, uma festa agr\u00edcola. Coincide com a colheita do feij\u00e3o e a caba\u00e7a. As fam\u00edlias se reunem e v\u00e3o de excurs\u00e3o, tamb\u00e9m \u00e9 costume neste dia limpar os t\u00famulos dos antepassados.<\/p>\n<p>Do dia 13 ao dia 15 de abril desenvolve-se a Festa da \u00c1gua da nacionalidade dai em Dehong de Xishuangbana, na prov\u00edncia de Yunnan. Segundo o calend\u00e1rio da nacionalidade dai trata-se de um festejo de Ano Novo. A popula\u00e7\u00e3o atiram \u00e1gua para chamar \u00e0 boa sorte. H\u00e1 diversas atividades recreativas.<\/p>\n<p>Festa de Mazu, o dia 25 de abril e o dia 4 de outubro em Meizhou, prov\u00edncia de Fujian. \u00c9 no dia dos pescadores, pois no dia 23 de mar\u00e7o e no dia 9 de setembro do\u00a0<strong>calend\u00e1rio lunar da China<\/strong>, s\u00e3o respectivamente o anivers\u00e1rio do nascimento e da morte de Mazu, Deus do Mar.<\/p>\n<p>Em Hainam no dia 5 de abril celebra-se a Festa do Coco, \u00e9 o festival das nacionalidades li e miao, no municipio de Tongza. \u00c9 o momento das representa\u00e7\u00f5es de dan\u00e7a das nacionalidades wushu.<\/p>\n<p>Durante este festival em Haikou, capital da prov\u00edncia, toda a gente est\u00e1 cheia de alegria; o visitante pode visitar a \u201crua comercial do coco\u201d e contemplar o \u201cfestival de farol da cidade de coco\u201d.<\/p>\n<p>Em Baoding, prov\u00edncia de Hebei, entre o dia 16 e o 20 de maio tem lugar a Festa Internacional de Medicinas de Anguo. \u00c9 organizada uma feira de medicina tradicional chinesa, na qual o visitante tem a oportunidade de provar-las e adquiri-las.<\/p>\n<p>A Festa das Regatas tem lugar os dias 5 ao 7 de maio do\u00a0<strong>calend\u00e1rio agr\u00edcola da China<\/strong>. \u00c9 um festival internacional de barcos com forma de drag\u00e3o que realiza-se no lago Nanhu e o rio Miluo, em Hunan.<\/p>\n<p>Lembra a morte do poeta Qu Yuam que suicidou-se, atirando-se no rio, perante a invas\u00e3o da dinastia Qin. Comem-se tamais chineses, bebe-se vinho amarelo e penduram-se folhas de Artemisa.<\/p>\n<p>A Festa do Kurban, na vila de Kashi, na prov\u00edncia de Xinjiang \u00e9 no dia 11 de junho, juntam-se na pra\u00e7a das diferentes mesquitas do pa\u00eds perto de 100.000 mu\u00e7ulmanos chineses.<\/p>\n<p>Ali as fam\u00edlias matam bois e cordeiros para agradar os convidados.<\/p>\n<p>Em Julho, em Jiayuguam (o passo oeste da Grande Muralha), celebram-se competi\u00e7\u00f5es a\u00e9reas. Trata-se da Festa Internacional de Planeo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m em julho destaca a Festa das Antorchas. Come\u00e7a no dia 23 e finaliza no dia 25 do calend\u00e1rio lunar. \u00c9 a festa das nacionalidades yi, bai, naxi, hani, li, lahu e pumi que habitam o sudoeste da China.<\/p>\n<p>Durante tr\u00eas noites percorrem os lares levando tochas acesas.<\/p>\n<p>Agosto \u00e9 um dos meses onde mais festivais e festas se celebram. Do dia 15 ao dia 25 de agosto h\u00e1 uma reuni\u00e3o anual tradicional da etnia mongol, a Festa Nadamu. No T\u00edbet, do dia 10 ao dia 14 celebram a Festa de Xuedun; entre as distintas atividades que realizam, h\u00e1 que assinalar a exibi\u00e7\u00e3o de figuras budistas ao sol.<\/p>\n<p>Al\u00e9m destas festividades h\u00e1 que ressaltar a Festa dos estudos Cinematogr\u00e1ficos de Changchun, em Jilin; a Festa Internacional do vinho e o Licor de Guizhou; a Festa das Uvas em Xinjiang, que tem lugar quando o sol \u00e9 abrasador, (mas em Turfam o clima \u00e9 muito agrad\u00e1vel, \u201cum o\u00e1sis no deserto\u201d). As atividades principais que realizam-se s\u00e3o montar em camelo pela Rota da Seda, escutar os cantos, ver dan\u00e7as da nacionalidade vigur e a \u00f3pera da dinastia Tang, provar os produtos t\u00edpicos de Xinjiang, especialmente a uva de Turfam e conhecer as costumes destes povos.<\/p>\n<p>Setembro tamb\u00e9m \u00e9 um m\u00eas prolixo em festas. Entre elas encontra-se a Festa do Boxe, a Festa da Seda Chinesa e a Festa Internacional da Cultura do rio Huanghe.<\/p>\n<p>Na segunda metade do m\u00eas de setembro celebra-se o Festival Internacional da Cultura Confuciana de Qufu, pois no dia 28 \u00e9 o anivers\u00e1rio de Conf\u00facio, antigo pensador chin\u00eas.<\/p>\n<p>Uma das\u00a0<strong>festas tradicionais da China<\/strong>, na que todos os integrantes de uma mesma fam\u00edlia tratam de estar juntos para celebr\u00e1-la, \u00e9 a Festa da Lua.<\/p>\n<p>O dia 31 de dezembro, a v\u00e9spera de Ano Novo come-se uma comida maravilhosa e se tocam os sinos para pedir boa sorte no ano que come\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.colegiosaofrancisco.com.br\/www.geocities.com\/news.bbc.co.uk\/www.mofcom.gov.cn\/www.travelchinaguide.com\/www.chinalanguage.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>China &#8211; Hist\u00f3ria A\u00a0China\u00a0\u00e9 uma na\u00e7\u00e3o cuja grande diversidade se une as tradi\u00e7\u00f5es milenares. 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