{"id":47765,"date":"2016-06-14T13:14:03","date_gmt":"2016-06-14T13:14:03","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=47765"},"modified":"2016-10-04T20:30:05","modified_gmt":"2016-10-04T20:30:05","slug":"rio-de-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/rio-de-janeiro","title":{"rendered":"Rio de Janeiro"},"content":{"rendered":"\n<p>A cidade \u00e9 mencionada oficialmente pela primeira vez quando a segunda expedi\u00e7\u00e3o      de explora\u00e7\u00e3o Portugu\u00eas, controlado por Gaspar Lemos, chegou em janeiro de      1502, na ba\u00eda do princ\u00edpio de que o navegador ser a fonte de um rio e esta      \u00e9 a raz\u00e3o que ele chamou de a \u00e1rea do<strong>\u00a0Rio de Janeiro.<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej1.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Em 1530, o tribunal Portugu\u00eas enviou uma expedi\u00e7\u00e3o para colonizar a regi\u00e3o,      em vez de continuar a us\u00e1-lo apenas como um est\u00e1gio em suas aventuras mar\u00edtimas.      Os franceses, por sua vez, ocupou o Rio de Janeiro e seus arredores, no in\u00edcio      do s\u00e9culo e estavam muito dispostos a lutar pelo dom\u00ednio da regi\u00e3o. Em 1560,      ap\u00f3s uma s\u00e9rie de tentativas frustradas, o Portugu\u00eas expulsaram os franceses.<\/p>\n<p>O come\u00e7o da cidade como tal foi feito na Butte de S\u00e3o Janu\u00e1rio, mais tarde      renomeado Castle Butte e Pra\u00e7a Quinze local que \u00e9 at\u00e9 hoje o centro vital      do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>A cidade cresceu gra\u00e7as \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o natural como porto. Ao mesmo tempo,      quando o ouro foi descoberto no estado de Minas Gerais, no final do s\u00e9culo      XVII, o Governador do Brasil foi nomeado vice-rei. Salvador foi a capital      da col\u00f4nia, mas a import\u00e2ncia crescente do porto do Rio garante a transfer\u00eancia      da sede do poder para o sul, para a cidade que se tornou, e ainda \u00e9, o centro      intelectual e cultural do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em 1808, a fam\u00edlia real Portugu\u00eas veio para o Rio de Janeiro para fugir da      amea\u00e7a de invas\u00e3o napole\u00f4nica. Durante este per\u00edodo, a cidade desenvolveu      atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de novos espa\u00e7os ea constru\u00e7\u00e3o de grandes edif\u00edcios.<\/p>\n<p><strong>Quando a fam\u00edlia real voltou para Portugal ap\u00f3s a independ\u00eancia do      Brasil, em 1822, as minas de ouro j\u00e1 estavam esgotados, outra riqueza tomou      o seu lugar:<\/strong>\u00a0o caf\u00e9.<\/p>\n<p>O crescimento continuou durante a maior parte do s\u00e9culo XIX, primeiro para      o norte e os bairros de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o e Tijuca, e depois para o sul, no bairro      da Gl\u00f3ria, Flamengo e Botafogo. Por contras, em 1899, a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura      e colheitas escassas interrompeu o crescimento. Esse per\u00edodo de agita\u00e7\u00e3o social      e pol\u00edtica foi a base da Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. Mas o Rio, que \u00e9 ent\u00e3o      chamado Distrito Federal, continuou a ser o centro pol\u00edtico ea capital do      pa\u00eds.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, largas avenidas e edif\u00edcios imponentes apareceu,      mais estilo do fim-de-s\u00e9culo franc\u00eas. Rio manteve sua posi\u00e7\u00e3o at\u00e9 a inaugura\u00e7\u00e3o      de Bras\u00edlia como capital da rep\u00fablica em 1960. Capital do Estado do Rio de      Janeiro, a cidade ainda \u00e9 o centro social e cultural do pa\u00eds.<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p>A cidade \u00e9 mencionada oficialmente pela primeira vez quando a segunda expedi\u00e7\u00e3o      explorat\u00f3ria portuguesa, comandada por Gaspar lemos, chegou em Janeiro de      1502, \u00e0 ba\u00eda, que o navegador sup\u00f4s, compreensivelmente, ser a foz de um rio,      por conseguinte, dando o nome \u00e0 regi\u00e3o do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Por\u00e9m s\u00f3 em 1530 a corte portuguesa mandou uma expedi\u00e7\u00e3o para colonizar a      \u00e1rea, em vez de continuar usando-a simplesmente como uma parada em suas aventuras      mar\u00edtimas. Os franceses, por outro lado, tinham estado no Rio de Janeiro e      arredores desde o come\u00e7o do s\u00e9culo e estavam dispostos a lutar pelo dom\u00ednio      da regi\u00e3o. Em 1560, depois de uma s\u00e9rie de escaramu\u00e7as, os portuguese expulsaram      os franceses.<\/p>\n<p>O come\u00e7o da cidade como tal foi no Morro de S\u00e3o Janu\u00e1rio, mais tarde conhecido      como Morro do Castelo, e depois na Pra\u00e7a Quinze at\u00e9 hoje centro vital do Rio.<\/p>\n<p>O Rio de Janeiro desenvolveu-se gra\u00e7as \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o natural como porto.      Na mesma \u00e9poca em que ouro foi descoberto no Estado de Minas Gerais, no final      do s\u00e9culo XVII, o Governador do Brasil foi feito Vice-rei. Salvador era capital      da col\u00f4nia, mas a import\u00e2ncia crescente do porto do Rio garantiu a transfer\u00eancia      da sede do poder para o sul, para a cidade que se tornaria, e ainda \u00e9, o centro      intelectual e cultural do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em 1808 a fam\u00edlia real portuguesa veio para o Rio de Janeiro, ref\u00fagio escolhido      diante da amea\u00e7a de invas\u00e3o napole\u00f4nica.<\/p>\n<p><strong>Quando a fam\u00edlia real voltou para Portugal e a independ\u00eancia do Brasil      foi declarada em 1822, as minas de ouro j\u00e1 haviam sido exauridas e dado lugar      a uma outra riqueza:\u00a0<\/strong>o caf\u00e9.<\/p>\n<p>O crescimento continuou durante quase todo o s\u00e9culo XIX, inicialmente na      dire\u00e7\u00e3o norte, para S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o e Tijuca, e depois na dire\u00e7\u00e3o da zona sul,      passando pela Gl\u00f3ria, pelo Flamengo e por Botafogo.\u00a0Em 1889, a capital      do Imp\u00e9rio assistiu \u00e0 queda da monarquia. As mudan\u00e7as pol\u00edticas seguiram as      diretrizes capitalistas. A transi\u00e7\u00e3o da Monarquia para a Rep\u00fablica come\u00e7a      em 1889 e s\u00f3 acaba, efetivamente, em 1930. A cidade, com a Proclama\u00e7\u00e3o da      Rep\u00fablica, torna-se a capital federal.<\/p>\n<p>No come\u00e7o do s\u00e9culo XX surgiram as ruas largas e constru\u00e7\u00f5es imponentes,      a maioria no estilo franc\u00eas fin-de-si\u00e8cle. O Rio de Janeiro manteve sua posi\u00e7\u00e3o      at\u00e9 a inaugura\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia como capital da rep\u00fablica em 1960. Capital do      Estado do Rio de Janeiro, a cidade continua sendo o centro social e cultural      do pa\u00eds.<\/p>\n<h4>Caracter\u00edsticas Geogr\u00e1ficas<\/h4>\n<p><strong>S\u00cdNTESE GEOGR\u00c1FICA<\/strong><\/p>\n<p>A cidade do Rio de Janeiro, constitu\u00edda por paisagens de excepcional beleza      c\u00eanica, tem na \u00e1gua e na montanha os regentes de sua geografia exuberante.<\/p>\n<p>A diversidade topogr\u00e1fica do Rio de Janeiro se estende \u00e0 cobertura vegetal.      Florestas recobrem encostas e esp\u00e9cies remanescentes de mata atl\u00e2ntica s\u00e3o      preservadas no Parque Nacional da Tijuca. Mata de baixada, restingas e manguezais      s\u00e3o preservadas nas \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental de Grumari e Prainha.<\/p>\n<p>Embora a cidade tenha se tornado uma das maiores \u00e1reas urbanas do mundo,      cresceu em volta de uma grande mancha verde, que responde pelo nome de Floresta      da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, que continua mantendo valiosos      remanescentes de seus ecossistemas originais, mesmo tendo sido replantada      no s\u00e9culo XIX. Foi o primeiro exemplo de reflorestamento com esp\u00e9cies nativas.      A interfer\u00eancia do homem trouxe ainda mais natureza para a cidade com a constru\u00e7\u00e3o      de parques, pra\u00e7as e jardins.<\/p>\n<p>Aos poucos os ecossistemas foram sendo protegidos pela legisla\u00e7\u00e3o ambiental      e uma grande quantidade de parques, reservas e \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o ambiental      foram sendo criados para garantir sua conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>POSI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA<\/strong><\/p>\n<p><strong>A cidade do Rio de Janeiro est\u00e1 situada a 22\u00ba54&#8217;23&#8221; de latitude      sul e 43\u00ba10&#8217;21&#8221; de longitude oeste, no munic\u00edpio do mesmo nome:<\/strong>\u00a0\u00e9      a capital do Estado do Rio de Janeiro, um dos componentes da Regi\u00e3o Sudeste      do Brasil. Ao norte, limita-se com v\u00e1rios munic\u00edpios do Estado do Rio de Janeiro.      \u00c9 banhada pelo oceano Atl\u00e2ntico ao sul, pela Ba\u00eda de Guanabara a leste e pela      Ba\u00eda de Sepetiba a oeste. Suas divisas mar\u00edtimas s\u00e3o mais extensas que as      terrestres.<\/p>\n<p><strong>\u00c1REA METROPOLITANA<\/strong><\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro \u00e9 composta por outros 17 munic\u00edpios      &#8211; Duque de Caxias, Itagua\u00ed, Mangaratiba, Nil\u00f3polis, Nova Igua\u00e7u, S\u00e3o Gon\u00e7alo,      Itabora\u00ed, Mag\u00e9, Maric\u00e1, Niter\u00f3i, Paracambi, Petr\u00f3polis, S\u00e3o Jo\u00e3o de Meriti,      Japeri, Queimados, Belford Roxo, Guapimirim &#8211; que constituem o chamado Grande      Rio, com uma \u00e1rea de 5.384km.<\/p>\n<p><strong>DIMENS\u00d5ES<\/strong><\/p>\n<p>A \u00e1rea do munic\u00edpio do Rio de Janeiro \u00e9 de 1.255,3 Km\u00b2, incluindo as ilhas      e as \u00e1guas continentais. Mede de leste a oeste 70km e de norte a sul 44km.      O munic\u00edpio est\u00e1 dividido em 32 Regi\u00f5es Administrativas com 159 bairros.<\/p>\n<p><strong>RELEVO<\/strong><\/p>\n<p>O relevo carioca est\u00e1 filiado ao sistema da serra do Mar, recoberto pela      floresta da Mata Atl\u00e2ntica. \u00c9 caracterizado por contrastes marcantes, montanhas      e mar, florestas e praias, pared\u00f5es rochosos subindo abruptamente de baixadas      extensas, formando um quadro paisag\u00edstico de rara beleza que tornou o Rio      mundialmente conhecido como a Cidade Maravilhosa. O Rio de Janeiro apresenta      tr\u00eas importantes grupos montanhosos, mais alguns conjuntos de serras menores      e morros isolados em meio a plan\u00edcies circundadas por esses maci\u00e7os principais.<\/p>\n<p><strong>RIOS<\/strong><\/p>\n<p>O maior rio genuinamente carioca \u00e9 o Cabu\u00e7u ou Piraqu\u00ea que des\u00e1gua na Ba\u00eda      de Sepetiba ap\u00f3s um percurso de 22km.<\/p>\n<p><strong>Os mais conhecidos s\u00e3o:<\/strong>\u00a0Carioca, primeiro a      ser utilizado no abastecimento da popula\u00e7\u00e3o, rio hist\u00f3rico, hoje quase totalmente      canalizado e o Cachoeira, por ser o formador das mais belas cascatas da Floresta      da Tijuca, como a Cascatinha Taunay e o Salto Gabriela. O rio Guandu, origin\u00e1rio      de munic\u00edpio vizinho, \u00e9 o curso d&#8217;\u00e1gua de maior import\u00e2ncia e, abastece de      \u00e1gua pot\u00e1vel a cidade.<\/p>\n<p><strong>LAGOAS<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o poucas, pequenas e costeiras. A maior delas, a de Jacarepagu\u00e1, tem cerca      de 11km\u00b2 de \u00e1rea, conhecida tamb\u00e9m por Camorim e Tijuca. A de Marapendi tem      3.765m\u00b2 de superf\u00edcie e est\u00e1 separada da anterior pela restinga de Jacarepagu\u00e1      e do oceano pela restinga de Itapeba. Al\u00e9m dessa, encontra-se na Baixada de      Jacarepagu\u00e1 a Lagoinha, com cerca 172m\u00b2.<\/p>\n<p>A Lagoa Rodrigo de Freitas, antiga de Sacopenap\u00e3, uma das paisagens mais      bonitas do Rio, \u00e9 constitu\u00edda por um espelho d&#8217;\u00e1gua com aproximadamente 2,4      milh\u00f5es de metros quadrados na forma de um cora\u00e7\u00e3o, que se tornou famoso e      conhecido como o &#8220;Cora\u00e7\u00e3o do Rio&#8221;. Suas margens, cercadas por parques,      quadras de esportes, quiosques para alimenta\u00e7\u00e3o, pistas para caminhadas e      para passeios de bicicleta, s\u00e3o um dos principais pontos de atra\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p><strong>LITORAL<\/strong><\/p>\n<p><strong>Com extens\u00e3o calculada em 246,22km divide-se em tr\u00eas setores:<\/strong>\u00a0Ba\u00eda      de Guanabara, Oceano Atl\u00e2ntico propriamente dito e Ba\u00eda de Sepetiba. O primeiro      dos citados \u00e9 o maior, o mais recortado e o de mais antiga ocupa\u00e7\u00e3o. Vai da      foz do Rio S\u00e3o Jo\u00e3o de Meriti at\u00e9 o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar. \u00c9 baixo, tendo sido muito      alterado pelos aterros a\u00ed realizados. Numerosas ilhas enfeitam essa se\u00e7\u00e3o      do litoral carioca.<\/p>\n<p><strong>Outros acidentes importantes nele encontrados s\u00e3o:<\/strong>\u00a0as      Pontas do Caju e Calabou\u00e7o, ambas aumentadas por aterros.<\/p>\n<p><strong>Algumas praias importantes encontram-se nesse trecho:<\/strong>\u00a0Ramos,      Flamengo, Botafogo e Urca.<\/p>\n<p>O segundo setor vai do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar at\u00e9 a Barra de Guaratiba A costa \u00e9 alta      quando as ramifica\u00e7\u00f5es dos Maci\u00e7os da Tijuca e da pedra Branca se aproximam      do litoral; \u00e9 baixa quando elas se afastam. Torna-se retil\u00ednea nas regi\u00f5es      planas, onde aparecem belas praias de restingas, e recortada junto \u00e0s regi\u00f5es      montanhosas. Do Leblon para leste a faixa litor\u00e2nea \u00e9 mais densamente ocupada      pela popula\u00e7\u00e3o urbana; para oeste \u00e9 mais explorada para turismo e lazer; contudo      a ocupa\u00e7\u00e3o humana dessa \u00e1rea vem ultimamente sofrendo acr\u00e9scimo. As atra\u00e7\u00f5es      tur\u00edsticas propiciaram a concentra\u00e7\u00e3o de hot\u00e9is de alta categoria nesse trecho.<\/p>\n<p><strong>Destacam-se no litoral oce\u00e2nico duas praias:<\/strong>\u00a0a      primeira por sua extens\u00e3o, 18km ao longo da avenida Sernambetiba, desde o      pier da Barra da Tijuca at\u00e9 o Recreio dos Bandeirantes e Copacabana (4,15      Km), pela beleza de fama internacional.<\/p>\n<p>O terceiro setor vai da Barra de Guaratiba at\u00e9 a foz do Rio Guandu. \u00c9 pouco      recortado e apresenta um \u00fanico acidente importante &#8211; a Restinga de Marambaia.<\/p>\n<p><strong>Nele se destacam tr\u00eas praias:<\/strong>\u00a0Sepetiba, Pedra      de Guaratiba e Barra de Guaratiba. A ocupa\u00e7\u00e3o humana desse trecho \u00e9 menos      densa, n\u00e3o s\u00f3 por causa da dist\u00e2ncia que o separa do centro da cidade, como      tamb\u00e9m porque apresenta grandes \u00e1reas pantanosas, cobertas de manguezais.      \u00c9 zona de col\u00f4nias de pesca.<\/p>\n<p><strong>ILHAS<\/strong><\/p>\n<p>Dos 1.255,3 Km\u00b2 do Munic\u00edpio do Rio de Janeiro mais de 37 Km\u00b2 correspondem      s ilhas. Destas, a maioria se encontra na Ba\u00eda de Guanabara. Mas h\u00e1, tamb\u00e9m,      as que ficam na costa atl\u00e2ntica e as da Ba\u00eda de Sepetiba.<\/p>\n<p><strong>Principais Ilhas da Ba\u00eda de Guanabara:<\/strong><\/p>\n<p>Laje; Villegaignon; Cobras; Fiscal; Enxadas; Governador (\u00e9 a maior ilha,      com cerca de 30 Km\u00b2 de \u00e1rea); Paquet\u00e1; Cidade Universit\u00e1ria (conhecida como      Ilha do Fund\u00e3o).<\/p>\n<p><strong>Principais Ilhas do Litoral Atl\u00e2ntico:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>Cotunduba &#8211;\u00a0<\/strong>em frente \u00e0 Praia de Copacabana,        perto da barra da Ba\u00eda de Guanabara;<br \/>\n<strong>Arquip\u00e9lago das Cagarras &#8211;<\/strong>\u00a0em frente a Ipanema;<br \/>\n<strong>Rasa &#8211;<\/strong>\u00a0com um importante farol;<br \/>\n<strong>Arquip\u00e9lago da Redonda &#8211;<\/strong>\u00a0fora da barra, \u00e0 esquerda;<br \/>\n<strong>Arquip\u00e9lago das Tijucas &#8211;<\/strong>\u00a0em frente \u00e0 Barra        da Tijuca;<br \/>\n<strong>Palmas e Pe\u00e7as &#8211;<\/strong>\u00a0entre o Pontal Tim Maia (antigo        Sernambetiba) e a Praia Funda;<br \/>\n<strong>Frade &#8211;<\/strong>\u00a0junto \u00e0 Barra de Guaratiba<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Principais Ilhas da Ba\u00eda de Sepetiba:<\/strong><\/p>\n<p>Bom Jardim; Nova; Cavado; Guaraquessaba; Tatu; Pescaria (unida ao continente      por ponte).<\/p>\n<p><strong>CLIMA<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 do tipo tropical, quente e \u00famido, com varia\u00e7\u00f5es locais, devido \u00e0s diferen\u00e7as      de altitude, vegeta\u00e7\u00e3o e proximidade do oceano; a temperatura m\u00e9dia anual      \u00e9 de 22\u00ba cent\u00edgrados, com m\u00e9dias di\u00e1rias elevadas no ver\u00e3o (de 30\u00ba a 32\u00ba);      as chuvas variam de 1.200 a 1.800 mm anuais. Nos quatro meses do chamado alto      ver\u00e3o &#8211; de dezembro a mar\u00e7o &#8211; os dias muito quentes s\u00e3o sempre seguidos de      tardes luminosas, quando em geral caem chuvas fortes e r\u00e1pidas, trazendo noites      frescas e estreladas.<\/p>\n<p>&#8220;Conhecida mundialmente pelas suas belas praias, pela &#8220;garota de      ipanema&#8221;, sua geografia, bem como o Cristo Redentor e o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar,      a capital fluminense ainda \u00e9 um dos destinos preferidos de turistas do mundo      inteiro. &#8220;<\/p>\n<p><b>Rio de Janeiro\u00a0<\/b>\u00e9 uma cidade da regi\u00e3o Sudeste do Brasil.      \u00c9 mundialmente conhecida por suas praias, seu colorido carnaval e c\u00e9lebre      est\u00e1tua do Cristo Redentor, a qual ganhou como uma das sete maravilhas do      mundo moderno em 2007.O turismo \u00e9 um dos fortes da cidade, tanto para quem      trabalha com hot\u00e9is, pousadas, alimenta\u00e7\u00e3o mas tamb\u00e9m para conven\u00e7\u00f5es, eventos      e reuni\u00f5es.<\/p>\n<h4>Divers\u00e3o no Rio de Janeiro<\/h4>\n<blockquote>\n<p><b>V\u00f4os de asa delta<\/b>\u00a0&#8211; Pedra da G\u00e1vea em S\u00e3o Conrado<\/p>\n<p><b>Alpinismo\u00a0<\/b>&#8211; A escalada do P\u00e3o de A\u00e7ucar \u00e9 muito conhecida        e a vista \u00e9 maravilhosa.<\/p>\n<p><b>Eventos mais importantes:<\/b><\/p>\n<p><b>Carnaval &#8211;\u00a0<\/b>Desfile das Escolas de Samba, Blocos de Rua<\/p>\n<p><b>R\u00e9veillon &#8211;<\/b>\u00a0a celebra\u00e7\u00e3o do ano novo na praia de Copacabana        tem uma das mais espetaculares queimas de fogos de artif\u00edcio do planeta.<\/p>\n<p><b>Festa Junina &#8211;<\/b>\u00a0Junho\/Julho (Julina)<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Transporte no Rio de Janeiro<\/h4>\n<p>Cicular na cidade do\u00a0<b>Rio de Janeiro<\/b>\u00a0\u00e9 muito      f\u00e1cil. Seja pela rapidez e conforto do metr\u00f4, aerobarcos e catamar\u00e3s, seja      pelo baixo valor do t\u00e1xi, comparado a outras cidades, seja pela longa dist\u00e2ncia      e baixas tarifas cobradas pelos \u00f4nibus em rela\u00e7\u00e3o a outras cidades.<\/p>\n<p>Portanto, n\u00e3o se preocupe quanto ao transporte. Dispondo de um m\u00ednimo de      dinheiro, voc\u00ea poder\u00e1 fazer passeios por qualquer um dos transportes sem gastar      muito como voc\u00ea poderia gastar em outras cidades.<\/p>\n<h4>Gastronomia do Rio de Janeiro<\/h4>\n<p>O circuito gastron\u00f4mico do Rio de Janeiro \u00e9 bem diversificado. Na zona sul,      pode-se encontrar restaurantes de gastronomia internacional com o requinte      digno de cidades europ\u00e9ias. J\u00e1 na zona norte, especialmente em Vila Isabel      e Tijuca, existem os tradicionais botequins que servem em um ambiente musical      e descontra\u00eddo os mais variados petiscos ou tira-gostos.<\/p>\n<h4>Dinheiro<\/h4>\n<p>A moeda corrente no Brasil \u00e9 o Real, existem notas de 1, 2, 5, 10, 20, 50      e 100 Reais.<\/p>\n<p>O cambio de moeda pode-se realizar tanto nos bancos como nos escrit\u00f3rios      de cambio situados em aeroportos, esta\u00e7\u00f5es, hot\u00e9is e em numerosos lugares.      Nas principais cidades e centros tur\u00edsticos pode-se pagar com cheques de viajem      ou com cart\u00e3o de cr\u00e9dito.<\/p>\n<h4>Visite<\/h4>\n<p>P\u00e3o de a\u00e7\u00facar &#8211; Corcovado &#8211; Arcos da Lapa &#8211; Arcos dos Telles &#8211; Biblioteca      Nacional &#8211; Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro &#8211; Bairro de Santa Teresa      &#8211; Clube dos Democr\u00e1ticos &#8211; Est\u00e1dio Maracan\u00e3 -Jardim Bot\u00e2nico &#8211; Mosteiro de      S\u00e3o Bento &#8211; Parque Dois Irm\u00e3os &#8211; Teatro Municipal &#8211; Vista Chinesa.<\/p>\n<h4>Praias do Rio de Janeiro<\/h4>\n<blockquote>\n<p>Enseada de Botafogo<\/p>\n<p>Praia da Barra da Tijuca<\/p>\n<p>Praia de Copacabana<\/p>\n<p>Praia de Grumari<\/p>\n<p>Praia de Ipanema<\/p>\n<p>Praia de Leblon<\/p>\n<p>Praia de S\u00e3o Conrado<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Fonte: www.souturista.com.br<\/p>\n<h6>Rio de Janeiro<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4><strong>RIO: A CIDADE MAIS CORDIAL DA TERRA<\/strong><\/h4>\n<p>Por suas in\u00fameras facetas, o Rio \u00e9 a capital do turismo brasileiro. A cidade      maravilhosa, localizada na Regi\u00e3o Sudeste do Brasil, com 6 milh\u00f5es de habitantes,      numa \u00e1rea de 1.224,56 km\u00b2, extens\u00e3o litor\u00e2nea de 246, 22 km\u00b2 e \u00e1rea verde      de 325,6 km\u00b2, \u00e9 um mosaico de encantos espalhados entre o mar e a montanha.<\/p>\n<p>O Rio \u00e9 mais de um, a cada dia cria solu\u00e7\u00f5es para atender a todos os desejos      e gostos.<\/p>\n<p>O Rio cart\u00e3o-postal \u00e9 a marca do Brasil. O Corcovado, com o Cristo Redentor      \u00e9 uma das novas 7 Maravilhas do Mundo, em concurso internacional. E tem, tamb\u00e9m,      o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, um passeio prazeroso, que descortina a cidade. Os pontos      tur\u00edsticos emblem\u00e1ticos s\u00e3o in\u00fameros, mas \u00e9 importante citar o Est\u00e1dio do      Maracan\u00e3, templo maior do futebol cinco vezes campe\u00e3o mundial e a Passarela      do samba, onde desfilam as escolas de samba, que participam do maior evento      da cidade, o carnaval. E, o mais recente \u00e9 a Cidade do Samba, constru\u00edda pela      Prefeitura do Rio, em uma \u00e1rea de 114 m\u00b2, na zona portu\u00e1ria, abriga as f\u00e1bricas      de samba, onde as escolas de samba preparam os seus respectivos desfiles,      que ocorrem no carnaval. A Cidade do Samba \u00e9 a s\u00edntese do carnaval, o ano      inteiro, j\u00e1 que re\u00fane ainda espet\u00e1culos di\u00e1rios, oficinas e outros atrativos.<\/p>\n<p>O Rio foi escolhida, depois de pesquisas realizadas pelas universidades de      Michigan e da Calif\u00f3rnia, como a cidade com o povo mais cordial do mundo.      Este \u00e9 o maior segredo da cidade maravilhosa, o esp\u00edrito carioca, que torna      todos os espa\u00e7os urbanos em mosaico de diferentes atra\u00e7\u00f5es. O Rio \u00e9 das praias,      da montanha, das \u00e1reas verdes, dos esportes ao ar livre, dos eventos como      o r\u00e9veillon, o carnaval e tantos outros. O Rio \u00e9 hist\u00f3rico, \u00e9 cultural, \u00e9      diurno, \u00e9 noturno. Possui muitos sabores. \u00c9 para todas as idades. O Rio \u00e9      como um dos seus s\u00edmbolos, o Cristo Redentor, de bra\u00e7os abertos, para receber      bem os visitantes<\/p>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej2.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>A cidade \u00e9 mencionada oficialmente pela primeira vez quando a segunda expedi\u00e7\u00e3o      explorat\u00f3ria portuguesa, comandada por Gaspar lemos, chegou em Janeiro de      1502, \u00e0 ba\u00eda, que o navegador sup\u00f4s, compreensivelmente, ser a foz de um rio,      por conseguinte, dando o nome \u00e0 regi\u00e3o do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Por\u00e9m s\u00f3 em 1530 a corte portuguesa mandou uma expedi\u00e7\u00e3o para colonizar a      \u00e1rea, em vez de continuar usando-a simplesmente como uma parada em suas aventuras      mar\u00edtimas. Os franceses, por outro lado, tinham estado no Rio de Janeiro e      arredores desde o come\u00e7o do s\u00e9culo e estavam dispostos a lutar pelo dom\u00ednio      da regi\u00e3o. Em 1560, depois de uma s\u00e9rie de escaramu\u00e7as, os portuguese expulsaram      os franceses.<\/p>\n<p>O come\u00e7o da cidade como tal foi no Morro de S\u00e3o Janu\u00e1rio, mais tarde conhecido      como Morro do Castelo, e depois na Pra\u00e7a Quinze at\u00e9 hoje centro vital do Rio.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Rio de Janeiro<\/strong>\u00a0desenvolveu-se      gra\u00e7as \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o natural como porto. Na mesma \u00e9poca em que ouro foi descoberto      no Estado de Minas Gerais, no final do s\u00e9culo XVII, o Governador do Brasil      foi feito Vice-rei. Salvador era capital da col\u00f4nia, mas a import\u00e2ncia crescente      do porto do Rio garantiu a transfer\u00eancia da sede do poder para o sul, para      a cidade que se tornaria, e ainda \u00e9, o centro intelectual e cultural do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em 1808 a fam\u00edlia real portuguesa veio para o Rio de Janeiro, ref\u00fagio escolhido      diante da amea\u00e7a de invas\u00e3o napole\u00f4nica.<\/p>\n<p><strong>Quando a fam\u00edlia real voltou para Portugal e a independ\u00eancia do Brasil      foi declarada em 1822, as minas de ouro j\u00e1 haviam sido exauridas e dado lugar      a uma outra riqueza:\u00a0<\/strong>o caf\u00e9.<\/p>\n<p>O crescimento continuou durante quase todo o s\u00e9culo XIX, inicialmente na      dire\u00e7\u00e3o norte, para S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o e Tijuca, e depois na dire\u00e7\u00e3o da zona sul,      passando pela Gl\u00f3ria, pelo Flamengo e por Botafogo. No entanto, em 1889, a      aboli\u00e7\u00e3o da escravatura e colheitas escassas interromperam o progresso. Esse      per\u00edodo de agita\u00e7\u00e3o social e pol\u00edtica levou \u00e0 Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. O      Rio, ent\u00e3o chamado Distrito Federal, continuou sendo o centro pol\u00edtico e a      capital do pa\u00eds.<\/p>\n<p>No come\u00e7o do s\u00e9culo XX surgiram as ruas largas e constru\u00e7\u00f5es imponentes,      a maioria no estilo franc\u00eas fin-de-si\u00e8cle. O Rio de Janeiro manteve sua posi\u00e7\u00e3o      at\u00e9 a inaugura\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia como capital da rep\u00fablica em 1960. Capital do      Estado do Rio de Janeiro, a cidade continua sendo o centro social e cultural      do pa\u00eds.<\/p>\n<h4><strong>A CIDADE MAIS CORDIAL DA TERRA<\/strong><\/h4>\n<p>Por suas in\u00fameras facetas, o Rio \u00e9 a capital do turismo brasileiro. A cidade      maravilhosa, localizada na Regi\u00e3o Sudeste do Brasil, com 6 milh\u00f5es de habitantes,      numa \u00e1rea de 1.224,56 km\u00b2, extens\u00e3o litor\u00e2nea de 246, 22 km\u00b2 e \u00e1rea verde      de 325,6 km\u00b2, \u00e9 um mosaico de encantos espalhados entre o mar e a montanha.      O Rio \u00e9 mais de um, a cada dia cria solu\u00e7\u00f5es para atender a todos os desejos      e gostos.<\/p>\n<p>O Rio cart\u00e3o-postal \u00e9 a marca do Brasil. O Corcovado, com o Cristo Redentor      \u00e9 uma das novas 7 Maravilhas do Mundo, em concurso internacional. E tem, tamb\u00e9m,      o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, um passeio prazeroso, que descortina a cidade. Os pontos      tur\u00edsticos emblem\u00e1ticos s\u00e3o in\u00fameros, mas \u00e9 importante citar o Est\u00e1dio do      Maracan\u00e3, templo maior do futebol cinco vezes campe\u00e3o mundial e a Passarela      do samba, onde desfilam as escolas de samba, que participam do maior evento      da cidade, o carnaval. E, o mais recente \u00e9 a Cidade do Samba, constru\u00edda pela      Prefeitura do Rio, em uma \u00e1rea de 114 m\u00b2, na zona portu\u00e1ria, abriga as f\u00e1bricas      de samba, onde as escolas de samba preparam os seus respectivos desfiles,      que ocorrem no carnaval. A Cidade do Samba \u00e9 a s\u00edntese do carnaval, o ano      inteiro, j\u00e1 que re\u00fane ainda espet\u00e1culos di\u00e1rios, oficinas e outros atrativos.<\/p>\n<p>O Rio foi escolhida, depois de pesquisas realizadas pelas universidades de      Michigan e da Calif\u00f3rnia, como a cidade com o povo mais cordial do mundo.      Este \u00e9 o maior segredo da cidade maravilhosa, o esp\u00edrito carioca, que torna      todos os espa\u00e7os urbanos em mosaico de diferentes atra\u00e7\u00f5es. O Rio \u00e9 das praias,      da montanha, das \u00e1reas verdes, dos esportes ao ar livre, dos eventos como      o r\u00e9veillon, o carnaval e tantos outros. O Rio \u00e9 hist\u00f3rico, \u00e9 cultural, \u00e9      diurno, \u00e9 noturno. Possui muitos sabores. \u00c9 para todas as idades. O Rio \u00e9      como um dos seus s\u00edmbolos, o Cristo Redentor, de bra\u00e7os abertos, para receber      bem os visitantes.<\/p>\n<h4><strong>S\u00edntese Geogr\u00e1fica<\/strong><\/h4>\n<p>A cidade do Rio de Janeiro, constitu\u00edda por paisagens de excepcional beleza      c\u00eanica, tem na \u00e1gua e na montanha os regentes de sua geografia exuberante.<\/p>\n<p>A diversidade topogr\u00e1fica do Rio de Janeiro se estende \u00e0 cobertura vegetal.      Florestas recobrem encostas e esp\u00e9cies remanescentes de mata atl\u00e2ntica s\u00e3o      preservadas no Parque Nacional da Tijuca. Mata de baixada, restingas e manguezais      s\u00e3o preservadas nas \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental de Grumari e Prainha.<\/p>\n<p>Embora a cidade tenha se tornado uma das maiores \u00e1reas urbanas do mundo,      cresceu em volta de uma grande mancha verde, que responde pelo nome de Floresta      da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, que continua mantendo valiosos      remanescentes de seus ecossistemas originais, mesmo tendo sido replantada      no s\u00e9culo XIX. Foi o primeiro exemplo de reflorestamento com esp\u00e9cies nativas.      A interfer\u00eancia do homem trouxe ainda mais natureza para a cidade com a constru\u00e7\u00e3o      de parques, pra\u00e7as e jardins.<\/p>\n<p>Aos poucos os ecossistemas foram sendo protegidos pela legisla\u00e7\u00e3o ambiental      e uma grande quantidade de parques, reservas e \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o ambiental      foram sendo criados para garantir sua conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>POSI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA<\/h4>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej3.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p><strong>A cidade do Rio de Janeiro est\u00e1 situada a 22\u00ba54&#8217;23&#8221; de latitude      sul e 43\u00ba10&#8217;21&#8221; de longitude oeste, no munic\u00edpio do mesmo nome:<\/strong>\u00a0\u00e9      a capital do Estado do Rio de Janeiro, um dos componentes da Regi\u00e3o Sudeste      do Brasil. Ao norte, limita-se com v\u00e1rios munic\u00edpios do Estado do Rio de Janeiro.      \u00c9 banhada pelo oceano Atl\u00e2ntico ao sul, pela Ba\u00eda de Guanabara a leste e pela      Ba\u00eda de Sepetiba a oeste. Suas divisas mar\u00edtimas s\u00e3o mais extensas que as      terrestres.<\/p>\n<h4>\u00c1REA METROPOLITANA<\/h4>\n<p>A Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro \u00e9 composta por outros 17 munic\u00edpios      &#8211; Duque de Caxias, Itagua\u00ed, Mangaratiba, Nil\u00f3polis, Nova Igua\u00e7u, S\u00e3o Gon\u00e7alo,      Itabora\u00ed, Mag\u00e9, Maric\u00e1, Niter\u00f3i, Paracambi, Petr\u00f3polis, S\u00e3o Jo\u00e3o de Meriti,      Japeri, Queimados, Belford Roxo, Guapimirim &#8211; que constituem o chamado Grande      Rio, com uma \u00e1rea de 5.384km.<\/p>\n<h4>DIMENS\u00d5ES<\/h4>\n<p>A \u00e1rea do munic\u00edpio do Rio de Janeiro \u00e9 de 1.255,3 Km\u00b2, incluindo as ilhas      e as \u00e1guas continentais. Mede de leste a oeste 70km e de norte a sul 44km.      O munic\u00edpio est\u00e1 dividido em 32 Regi\u00f5es Administrativas com 159 bairros.<\/p>\n<h4>RELEVO<\/h4>\n<p>O relevo carioca est\u00e1 filiado ao sistema da serra do Mar, recoberto pela      floresta da Mata Atl\u00e2ntica. \u00c9 caracterizado por contrastes marcantes, montanhas      e mar, florestas e praias, pared\u00f5es rochosos subindo abruptamente de baixadas      extensas, formando um quadro paisag\u00edstico de rara beleza que tornou o Rio      mundialmente conhecido como a Cidade Maravilhosa. O Rio de Janeiro apresenta      tr\u00eas importantes grupos montanhosos, mais alguns conjuntos de serras menores      e morros isolados em meio a plan\u00edcies circundadas por esses maci\u00e7os principais.<\/p>\n<h4>RIOS<\/h4>\n<p>O maior rio genuinamente carioca \u00e9 o Cabu\u00e7u ou Piraqu\u00ea que des\u00e1gua na Ba\u00eda      de Sepetiba ap\u00f3s um percurso de 22km.<\/p>\n<p><strong>Os mais conhecidos s\u00e3o:<\/strong>\u00a0Carioca, primeiro a      ser utilizado no abastecimento da popula\u00e7\u00e3o, rio hist\u00f3rico, hoje quase totalmente      canalizado e o Cachoeira, por ser o formador das mais belas cascatas da Floresta      da Tijuca, como a Cascatinha Taunay e o Salto Gabriela. O rio Guandu, origin\u00e1rio      de munic\u00edpio vizinho, \u00e9 o curso d&#8217;\u00e1gua de maior import\u00e2ncia e, abastece de      \u00e1gua pot\u00e1vel a cidade.<\/p>\n<h4>LAGOAS<\/h4>\n<p>S\u00e3o poucas, pequenas e costeiras. A maior delas, a de Jacarepagu\u00e1, tem cerca      de 11km\u00b2 de \u00e1rea, conhecida tamb\u00e9m por Camorim e Tijuca. A de Marapendi tem      3.765m\u00b2 de superf\u00edcie e est\u00e1 separada da anterior pela restinga de Jacarepagu\u00e1      e do oceano pela restinga de Itapeba. Al\u00e9m dessa, encontra-se na Baixada de      Jacarepagu\u00e1 a Lagoinha, com cerca 172m\u00b2.<\/p>\n<p>A Lagoa Rodrigo de Freitas, antiga de Sacopenap\u00e3, uma das paisagens mais      bonitas do Rio, \u00e9 constitu\u00edda por um espelho d&#8217;\u00e1gua com aproximadamente 2,4      milh\u00f5es de metros quadrados na forma de um cora\u00e7\u00e3o, que se tornou famoso e      conhecido como o &#8220;Cora\u00e7\u00e3o do Rio&#8221;. Suas margens, cercadas por parques,      quadras de esportes, quiosques para alimenta\u00e7\u00e3o, pistas para caminhadas e      para passeios de bicicleta, s\u00e3o um dos principais pontos de atra\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n<h4>LITORAL<\/h4>\n<p><strong>Com extens\u00e3o calculada em 246,22km divide-se em tr\u00eas setores:<\/strong>\u00a0Ba\u00eda      de Guanabara, Oceano Atl\u00e2ntico propriamente dito e Ba\u00eda de Sepetiba. O primeiro      dos citados \u00e9 o maior, o mais recortado e o de mais antiga ocupa\u00e7\u00e3o. Vai da      foz do Rio S\u00e3o Jo\u00e3o de Meriti at\u00e9 o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar. \u00c9 baixo, tendo sido muito      alterado pelos aterros a\u00ed realizados. Numerosas ilhas enfeitam essa se\u00e7\u00e3o      do litoral carioca.<\/p>\n<p><strong>Outros acidentes importantes nele encontrados s\u00e3o:<\/strong>\u00a0as      Pontas do Caju e Calabou\u00e7o, ambas aumentadas por aterros.<\/p>\n<p><strong>Algumas praias importantes encontram-se nesse trecho:<\/strong>\u00a0Ramos,      Flamengo, Botafogo e Urca.<\/p>\n<p>O segundo setor vai do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar at\u00e9 a Barra de Guaratiba A costa \u00e9 alta      quando as ramifica\u00e7\u00f5es dos Maci\u00e7os da Tijuca e da pedra Branca se aproximam      do litoral; \u00e9 baixa quando elas se afastam. Torna-se retil\u00ednea nas regi\u00f5es      planas, onde aparecem belas praias de restingas, e recortada junto \u00e0s regi\u00f5es      montanhosas. Do Leblon para leste a faixa litor\u00e2nea \u00e9 mais densamente ocupada      pela popula\u00e7\u00e3o urbana; para oeste \u00e9 mais explorada para turismo e lazer; contudo      a ocupa\u00e7\u00e3o humana dessa \u00e1rea vem ultimamente sofrendo acr\u00e9scimo. As atra\u00e7\u00f5es      tur\u00edsticas propiciaram a concentra\u00e7\u00e3o de hot\u00e9is de alta categoria nesse trecho.<\/p>\n<p><strong>Destacam-se no litoral oce\u00e2nico duas praias:<\/strong>\u00a0a      primeira por sua extens\u00e3o, 18km ao longo da avenida Sernambetiba, desde o      pier da Barra da Tijuca at\u00e9 o Recreio dos Bandeirantes e Copacabana (4,15      Km), pela beleza de fama internacional.<\/p>\n<p>O terceiro setor vai da Barra de Guaratiba at\u00e9 a foz do Rio Guandu. \u00c9 pouco      recortado e apresenta um \u00fanico acidente importante &#8211; a Restinga de Marambaia.<\/p>\n<p><strong>Nele se destacam tr\u00eas praias:<\/strong>\u00a0Sepetiba, Pedra      de Guaratiba e Barra de Guaratiba. A ocupa\u00e7\u00e3o humana desse trecho \u00e9 menos      densa, n\u00e3o s\u00f3 por causa da dist\u00e2ncia que o separa do centro da cidade, como      tamb\u00e9m porque apresenta grandes \u00e1reas pantanosas, cobertas de manguezais.      \u00c9 zona de col\u00f4nias de pesca.<\/p>\n<h4>ILHAS<\/h4>\n<p>Dos 1.255,3 Km\u00b2 do Munic\u00edpio do Rio de Janeiro mais de 37 Km\u00b2 correspondem      s ilhas. Destas, a maioria se encontra na Ba\u00eda de Guanabara. Mas h\u00e1, tamb\u00e9m,      as que ficam na costa atl\u00e2ntica e as da Ba\u00eda de Sepetiba.<\/p>\n<p><strong>Principais Ilhas da Ba\u00eda de Guanabara:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Laje<\/p>\n<p>Villegaignon<\/p>\n<p>Cobras<\/p>\n<p>Fiscal<\/p>\n<p>Enxadas<\/p>\n<p>Governador (\u00e9 a maior ilha, com cerca de 30 Km\u00b2 de \u00e1rea)<\/p>\n<p>Paquet\u00e1<\/p>\n<p>Cidade Universit\u00e1ria (conhecida como Ilha do Fund\u00e3o)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Principais Ilhas do Litoral Atl\u00e2ntico:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cotunduba &#8211;<\/strong>\u00a0em frente \u00e0 Praia de Copacabana,      perto da barra da Ba\u00eda de Guanabara;<\/p>\n<p>Arquip\u00e9lago das Cagarras &#8211; em frente a Ipanema;<\/p>\n<p><strong>Rasa &#8211;\u00a0<\/strong>com um importante farol;<\/p>\n<p><strong>Arquip\u00e9lago da Redonda &#8211;\u00a0<\/strong>fora da barra, \u00e0 esquerda;<\/p>\n<p><strong>Arquip\u00e9lago das Tijucas &#8211;<\/strong>\u00a0em frente \u00e0 Barra      da Tijuca;<\/p>\n<p><strong>Palmas e Pe\u00e7as &#8211;\u00a0<\/strong>entre o Pontal Tim Maia (antigo      Sernambetiba) e a Praia Funda;<\/p>\n<p><strong>Frade &#8211;<\/strong>\u00a0junto \u00e0 Barra de Guaratiba<\/p>\n<p><strong>Principais Ilhas da Ba\u00eda de Sepetiba:<\/strong><\/p>\n<p>Bom Jardim; Nova; Cavado; Guaraquessaba; Tatu; Pescaria (unida ao continente      por ponte).<\/p>\n<h4>CLIMA<\/h4>\n<p>\u00c9 do tipo tropical, quente e \u00famido, com varia\u00e7\u00f5es locais, devido \u00e0s diferen\u00e7as      de altitude, vegeta\u00e7\u00e3o e proximidade do oceano; a temperatura m\u00e9dia anual      \u00e9 de 22\u00ba cent\u00edgrados, com m\u00e9dias di\u00e1rias elevadas no ver\u00e3o (de 30\u00ba a 32\u00ba);      as chuvas variam de 1.200 a 1.800 mm anuais. Nos quatro meses do chamado alto      ver\u00e3o &#8211; de dezembro a mar\u00e7o &#8211; os dias muito quentes s\u00e3o sempre seguidos de      tardes luminosas, quando em geral caem chuvas fortes e r\u00e1pidas, trazendo noites      frescas e estreladas.<\/p>\n<h4><strong>T\u00cdTULOS CONQUISTADOS PELO RIO DE JANEIRO<\/strong><\/h4>\n<p>O Cristo Redentor foi eleito uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo.<\/p>\n<p>A praia de Copacabana foi eleita pelo site AskMen, com 5 milh\u00f5es de leitores,como      a praia mais bonita do mundo.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej4.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Uma pesquisa promovida pelo site &#8220;The Blue Sky Explorer&#8221;,(o explorador      do c\u00e9u azul) escolheu, entre 19 concorrentes em seis continentes, o c\u00e9u do      Rio de Janeiro como o c\u00e9u mais azul do mundo seguindo os crit\u00e9rios do NPL-The      Nacional Physical Laboratory.<\/p>\n<p>Sede definitiva do Congresso e Exposi\u00e7\u00e3o da ABAV no Riocentro que se firmou      como o maior e melhor Centro de Conven\u00e7\u00f5es da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>A cidade do RIO foi escolhida em pesquisa de duas universidades americanas      \u0096 a Universidade de Michigan e a Universidade da Calif\u00f3rnia \u0096 como      a Capital Mundial da Gentileza.<\/p>\n<p>O Carnaval foi eleito pelos Internautas do Site Fun Party como a Melhor Festa      do Mundo.<\/p>\n<p><strong>O Rio por Vuitton \u0096<\/strong>\u00a0O Rio de Janeiro \u00e9      a sexta cidade escolhida pela empresa francesa Louis Vuitton para integrar      a s\u00e9rie \u0091\u0092carnets de voyages\u0092\u0092.<\/p>\n<p><strong>P\u00e3o de A\u00e7\u00facar em Marte.<\/strong>\u00a0O Rio ganhou uma homenagem      a 200 milh\u00f5es de quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia, em Marte. O cientista brasileiro      Paulo Souza, da Nasa, batizou uma rocha marciana de P\u00e3o de A\u00e7\u00facar. Agosto,      2004.<\/p>\n<p>A revista canadense En Route, publicada pela Air Canad\u00e1 divulgou em Novembro      de 2004 uma pesquisa curiosa onde mostra que o Rio de Janeiro \u00e9 considerada      a cidade mais civilizada do mundo. Os \u00edndices utilizados foram a facilidade      de consumo de refrigerante\/ cerveja, petiscos frescos e apetitosos, apar\u00eancia      fashion dos habitantes, facilidade de locomo\u00e7\u00e3o e coisas interessantes de      se encontrar na rua.<\/p>\n<p>A revista Forbes-Traveler compilou uma lista em 2007, que inclui o Rio de      Janeiro, entre dez outras cidades no mundo, como a melhor cidade para passar      um longo fim de semana divertido e diferente.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej5.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>A Academia dos Recordes Mundiais concedeu o certificado \u00e0 empresa Fireworks      do Brasil de \u0093Maior Show Pirot\u00e9cnico Embarcado Mundo\u0094 no R\u00e9veillon      2008 que iluminou os 4km da Praia de Copacabana no Riode Janeiro, por 22 minutos.<\/p>\n<h4>Destaque<\/h4>\n<p>Dividindo a import\u00e2ncia simb\u00f3lica e tur\u00edstica com o Corcovado, s\u00e3o inquestion\u00e1veis      a beleza e localiza\u00e7\u00e3o do conjunto Morro da Urca e P\u00e3o de A\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>O Morro da Urca \u00e9 alcan\u00e7ado atrav\u00e9s do primeiro trecho do telef\u00e9rico que      sai da Praia Vermelha, percorrendo uma dist\u00e2ncia de 575 metros at\u00e9 a altura      de 220 metros acima do n\u00edvel do mar, de onde se tem uma bel\u00edssima vista de      Botafogo e da ba\u00eda de Guanabara.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej6.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>J\u00e1 o penhasco monol\u00edtico chamado P\u00e3o de A\u00e7\u00facar \u00e9 terminal da viagem de 750      metros, alcan\u00e7ando uma altura de 396 metros. Do alto de seu mirante o visitante      tem uma paisagem \u00edmpar da ba\u00eda, do Rio, de Niter\u00f3i, das praias, lagoas e de      algumas edifica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas importantes como o Forte de Santa Cruz e a      Ilha Fiscal.<\/p>\n<p>Fonte: www.rio.rj.gov.br<\/p>\n<h6>Rio de Janeiro<\/h6>\n<h4><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 a 2\u00aa maior cidade brasileira e 3\u00aa maior da Am\u00e9rica do Sul, ap\u00f3s S\u00e3o Paulo      e Buenos Aires &#8211; em popula\u00e7\u00e3o. Possui uma \u00e1rea de 1.261 km\u00b2 e mais de seis      milh\u00f5es de habitantes em sua \u00e1rea urbana. Cerca de 95,8% da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 alfabetizada,      existindo cerca de 1.696 estabelecimentos de ensino pr\u00e9-escolar, 2.204 do      ensino fundamental e 598 do ensino m\u00e9dio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso possui 139 hospitais com 28.371 leitos e 897 ag\u00eancias banc\u00e1rias.      Possui 1.664.410 domic\u00edlios permanentes registrados. A capital do turismo      no Brasil, aos poucos vem perdendo espa\u00e7o nesse segmento, em raz\u00e3o da viol\u00eancia      urbana, tr\u00e1fico de drogas, epidemias (de dengue &#8211; a mais recente e tamb\u00e9m      a maior em n\u00famero de casos, do pa\u00eds), polui\u00e7\u00e3o de suas praias e o caos do      seu tr\u00e2nsito urbano. A cidade possui um dos mais movimentados portos da Am\u00e9rica      Latina, bem como o \u00e9 o segundo maior centro de movimento de aeronaves (aeroportos      de Santos Dumont e Gale\u00e3o).<\/p>\n<p>O cart\u00e3o postal do pa\u00eds, lembrado pelo P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, Corcovado e pelo melhor      carnaval do mundo \u00e9 tamb\u00e9m um grande centro cultural, art\u00edstico e industrial      do pa\u00eds, configurando como metr\u00f3pole continental e segunda mais importante      cidade brasileira.<\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA<\/strong><\/p>\n<p>Em 1 de janeiro de 1502 quando a primeira expedi\u00e7\u00e3o portuguesa veio explorar      a costa brasileira, ao entrar na barra da Ba\u00eda de Guanabara, confundiu-a com      a foz de um grande rio, chamando-a de Rio de Janeiro. Este nome, desde ent\u00e3o,      passou a designar as terras que ficavam em torno daquela ba\u00eda.<\/p>\n<p>Quando em 1534 D.Jo\u00e3o III, rei de Portugal, dividiu o Brasil em capitanias      heredit\u00e1rias, dois lotes foram doados a Martim Afonso de Sousa. O primeiro,      que n\u00e3o foi colonizado, reverteu \u00e0 Coroa, com o nome de Capitania do Rio de      Janeiro. O segundo desenvolveu-se com o nome de S\u00e3o Vicente.<\/p>\n<p>Em 1555, invasores franceses, sob o comando de Nicolau Durand de Villegaignon,      instalaram-se nas ilhas da Ba\u00eda de Guanabara com o prop\u00f3sito de fundar a Fran\u00e7a      Ant\u00e1rtica. Fizeram alian\u00e7a com os primitivos habitantes da terra, os \u00edndios      tamoios, amea\u00e7ando seriamente o dom\u00ednio portugu\u00eas no Brasil.<\/p>\n<p>Os governadores-gerais do Brasil &#8211; Duarte da Costa e Mem de S\u00e1 &#8211; tentaram      expulsar os franceses do Rio de Janeiro e n\u00e3o conseguiram.<\/p>\n<p>A conselho dos jesu\u00edtas N\u00f3brega e Anchieta, a rainha-regente D. Catarina,      resolveu ordenar a funda\u00e7\u00e3o de uma cidade \u00e0s margens da Ba\u00eda de Guanabara      que teria como fun\u00e7\u00e3o principal a defesa desse trecho do litoral brasileiro.<\/p>\n<p>Assim, no dia 1 de mar\u00e7o de 1565, Est\u00e1cio de S\u00e1 desembarcou numa praia entre      o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar e o Morro Cara de C\u00e3o, instalando oficialmente a cidade que      se chamou S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Rio de Janeiro em homenagem ao rei-menino de Portugal      D. Sebasti\u00e3o e ao santo do mesmo nome, que se tornou o padroeiro da cidade.<\/p>\n<p>Durante cerca de dois anos, Est\u00e1cio de S\u00e1 comandou a defesa da cidade, aproveitando-se      do relevo acidentado da \u00e1rea para construir tranqueiras que impediam a aproxima\u00e7\u00e3o      do inimigo. As lutas, nesse tempo, eram de emboscadas. A expedi\u00e7\u00e3o de Est\u00e1cio      de S\u00e1 que, n\u00e3o era grande, partiu de Portugal e foi acrescida de soldados      recrutados entre pequenas povoa\u00e7\u00f5es da Bahia, Esp\u00edrito Santo e S\u00e3o Vicente.      Muitos \u00edndios, como os Temimin\u00f3s, participavam da defesa portuguesa, contudo,      o contingente era ainda deficiente para destro\u00e7ar as for\u00e7as francesas e tamoias.      Por isso, o pr\u00f3prio governador-geral Mem de S\u00e1 saiu de Salvador, ent\u00e3o capital      da Col\u00f4nia, e veio ajudar seu sobrinho Est\u00e1cio de S\u00e1 no combate aos franceses.<\/p>\n<p>A 20 de janeiro de 1567, trava-se uma batalha decisiva, no forte Uru\u00e7umirim      (local do atual Outeiro da Gl\u00f3ria), e os franceses foram obrigados a abandonar      suas instala\u00e7\u00f5es, retornando \u00e0 Fran\u00e7a. Tr\u00eas dias depois, foi destru\u00eddo o \u00faltimo      reduto franc\u00eas, o Forte de Paranapecu, na Ilha do Governador. Era a expuls\u00e3o      definitiva do inimigo e a primeira vit\u00f3ria para a cidade rec\u00e9m-fundada que,      at\u00e9 hoje, guarda por tradi\u00e7\u00e3o alguns dos fortes que serviram para consolidar      o dom\u00ednio portugu\u00eas.<\/p>\n<p>No combate de Uru\u00e7umirim, Est\u00e1cio de S\u00e1 foi mortalmente ferido no rosto por      uma flecha envenenada, vindo a falecer um m\u00eas depois.<\/p>\n<p><strong>A administra\u00e7\u00e3o da cidade passa, ent\u00e3o, a ser feita pelo pr\u00f3prio      governador-geral Mem de S\u00e1 que logo providenciou a transfer\u00eancia da urbe para      lugar mais seguro e espa\u00e7oso, o alto de um morro, que teve v\u00e1rias denomina\u00e7\u00f5es,      entre elas:<\/strong>Descanso e S\u00e3o Janu\u00e1rio, consagrando-se, contudo, a de      Morro do Castelo, mais tarde demolido, onde, hoje, se encontra a Esplanada      do Castelo. Em 1568, Mem de S\u00e1 retorna a Salvador e deixa outro sobrinho &#8211;      Salvador Correia de S\u00e1 -administrando o Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>A cidade foi crescendo no Morro do Castelo, onde foram constru\u00eddos os primeiros      pr\u00e9dios importantes, como a Casa da Verean\u00e7a, a Igreja Matriz de S\u00e3o Sebasti\u00e3o,      o Col\u00e9gio dos Jesu\u00edtas, a Igreja de Santo In\u00e1cio, armaz\u00e9ns e resid\u00eancias.      Para efetivar o povoamento da regi\u00e3o, sesmarias s\u00e3o distribu\u00eddas por todo      o sert\u00e3o carioca e come\u00e7am a surgir os engenhos de a\u00e7\u00facar, as lavouras, os      curtumes. Onde houvesse uma pequena comunidade, aparecia uma capelinha, a      fim de que os colonos pudessem cumprir seus deveres de cat\u00f3licos. Em pouco      tempo a cidade come\u00e7a a descer o morro e espalhar-se pela v\u00e1rzea. Ainda no      final do s\u00e9culo XVI come\u00e7am a chegar os primeiros escravos da \u00c1frica para      trabalhar nos engenhos de a\u00e7\u00facar. Segundo estimativa de Anchieta, a popula\u00e7\u00e3o      do Rio de Janeiro e arredores era de 3.850 habitantes, sendo 3.000 \u00edndios,      750 brancos e 100 negros.<\/p>\n<p>Distingui-se o s\u00e9culo XVII do anterior, no que se refere \u00e0 vida da Cidade      do Rio de Janeiro, pela \u00e9poca em que se formou o esp\u00edrito c\u00edvico da popula\u00e7\u00e3o,      tempo em que os cariocas aprenderam a resolver seus problemas cotidianos.      Ao iniciar-se aquele s\u00e9culo, existia \u00e0 margem da Ba\u00eda de Guanabara um modesto      povoado, de casas de barro e pau-a-pique, mal alinhadas, que se estendeu at\u00e9      a v\u00e1rzea sem a menor preocupa\u00e7\u00e3o de urbaniza\u00e7\u00e3o. No final do mesmo s\u00e9culo      estava a cidade constitu\u00edda n\u00e3o, apenas, administrativa mas, tamb\u00e9m, socialmente.      Desdobravam-se as ruas na baixada central, aquelas modestas casinhas cediam      lugar a numerosos sobrados na Rua Direita.<\/p>\n<p>At\u00e9 o governador da cidade foi residir naquela rua, que hoje \u00e9 a Primeiro      de Mar\u00e7o. Foi o s\u00e9culo da agricultura, da fixa\u00e7\u00e3o dos povoadores nas sesmarias      distribu\u00eddas pelos governadores e da constru\u00e7\u00e3o dos conventos de tr\u00eas importantes      ordens religiosas que aqui se haviam estabelecido &#8211; Beneditinas, Franciscanas      e Carmelitas &#8211; respectivamente Mosteiro de S\u00e3o Bento, Convento de Santo Ant\u00f4nio      e Convento do Carmo.<\/p>\n<p>Foi, tamb\u00e9m, quando se deu a primeira rebeli\u00e3o popular da cidade que abalou      at\u00e9 a confian\u00e7a da Coroa Portuguesa. A popula\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro, nessa      \u00e9poca, atingiu a 12.000 habitantes. No s\u00e9culo XVIII, a zona urbana do Rio      de Janeiro come\u00e7a a ampliar seus limites al\u00e9m da &#8221; Vala&#8221; , hoje      Rua Uruguaiana, estendendo-se as novas ruas \u00e0s imedia\u00e7\u00f5es do &#8220;Campo da      Cidade&#8221;, onde mais tarde se situou o Campo de Santana.<\/p>\n<p>Com a extin\u00e7\u00e3o da Companhia de Jesus, em 1759, as fazendas e engenhos da      zona rural, &#8220;o sert\u00e3o carioca&#8221;, come\u00e7aram a se repartir em pequenas      ch\u00e1caras, vivendas confort\u00e1veis de arrabaldes que se originavam nas zonas      norte e sul da cidade. Era o surgimento de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o e Botafogo, como      \u00e1reas novas procuradas pela popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A presen\u00e7a dos vice-reis no Rio de Janeiro estimulou uma vida social      mais intensa e, surgem a partir de 1767 os primeiros teatros da cidade:<\/strong>\u00a0A      Casa da \u00d3pera, do Padre Ventura, e o teatro de Manuel Lu\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Os transportes para pequenas dist\u00e2ncias aumentam:<\/strong>\u00a0cadeirinhas,      liteiras, serpentinas e palanquins s\u00e3o vistos com freq\u00fc\u00eancia no fim do s\u00e9culo.<\/p>\n<p>As festas populares se aprimoram com a vinda, em 1808, da fam\u00edlia real portuguesa      para o Brasil, aparecendo o desfile de &#8220;carros de id\u00e9ias&#8221;, que seriam      um pren\u00fancio dos pr\u00e9stitos carnavalescos.<\/p>\n<p><strong>O aspecto geral da cidade, tamb\u00e9m, melhorou com as primeiras medidas      sanit\u00e1rias al\u00e9m de outras, visando \u00e0 infra-estrutura urbana:<\/strong>\u00a0cal\u00e7amento      das Ruas da Vala e do Cano, aterro de lagoas da zona urbana, isolamento de      leprosos num hospital, constru\u00e7\u00e3o de um cais, abertura dos primeiros jardins      e pra\u00e7as, ilumina\u00e7\u00e3o com lampi\u00f5es de azeite de peixe, constru\u00e7\u00e3o de chafarizes,      \u00fateis e belos, gra\u00e7as a primeira adutora do Carioca. Surgem, ainda, os primeiros      pr\u00e9dios p\u00fablicos dignos de uma capital, como o Pal\u00e1cio dos Governadores (o      Pa\u00e7o Imperial na Pra\u00e7a Quinze de Novembro), o Pal\u00e1cio Episcopal, no Morro      da Concei\u00e7\u00e3o, o Senado da C\u00e2mara ( no mesmo local onde hoje est\u00e1 o Pal\u00e1cio      Tiradentes ), a Casa do Trem ( posteriormente Arsenal de Guerra, hoje Museu      Hist\u00f3rico Nacional ), o Arsenal da Marinha, o Hospital Militar e v\u00e1rios quart\u00e9is      de Infantaria, Artilharia e Cavalaria.<\/p>\n<p>Muitas igrejas se erguem, como a do Carmo (na Pra\u00e7a Quinze de Novembro) e      a de S\u00e3o Francisco da Penit\u00eancia (ao lado do Convento de Santo Ant\u00f4nio). Capelas      e pequenas ermidas de s\u00e9culos anteriores se transformam em imponentes templos.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o aumenta, o com\u00e9rcio se expande, o porto melhora. O caf\u00e9 come\u00e7a      a ser cultivado no Rio de Janeiro e, segue o seu caminho pelo Vale do Para\u00edba.<\/p>\n<p><strong>A cidade , por\u00e9m, n\u00e3o perde suas tradi\u00e7\u00f5es provincianas:<\/strong>\u00a0horas      anunciadas pelos badalos de sinos, rel\u00f3gios de sol, comemora\u00e7\u00f5es religiosas,      prociss\u00f5es promovidas com aparato pelas irmandades rivais, casas sem venezianas,      poucos divertimentos para as mulheres. Assim, com cerca de 50.000 habitantes,      o Rio de Janeiro chega ao final do s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p>Muitos melhoramentos recebeu a cidade no s\u00e9culo XIX. Se compararmos \u00e0 pequena      capital da Col\u00f4nia encontrada por D. Jo\u00e3o, com a extensa cidade deixada por      D. Pedro II, veremos que muitas diferen\u00e7as se faziam notar, a come\u00e7ar pelos      limites da parte urbana que eram bem outros. Enquanto no alvorecer do s\u00e9culo      XIX, no tempo dos Vice-Reis, o n\u00facleo urbano atingia apenas o Campo de Santana      &#8211; ainda um simples terreno baldio, sem jardins &#8211; no final do mesmo s\u00e9culo      a urbaniza\u00e7\u00e3o do Centro ultrapassava o Largo do Rossio Pequeno, depois Pra\u00e7a      Onze de Julho e, fazia-se necess\u00e1ria a drenagem dos p\u00e2ntanos que atingiam      S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, atrav\u00e9s do Canal do Mangue.<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o dos transportes coletivos, o trem e o bonde assinalaram o desenvolvimento      dos sub\u00farbios e dos novos bairros residenciais, antes sert\u00e3o da cidade.<br \/>\n     O abastecimento de \u00e1gua domiciliar que obrigou o governo a captar novos mananciais      fluminenses, tamb\u00e9m, possibilitou a fixa\u00e7\u00e3o de uma popula\u00e7\u00e3o mais numerosa.<\/p>\n<p>A ilumina\u00e7\u00e3o a g\u00e1s, a partir de 1854, depois a implanta\u00e7\u00e3o da eletricidade,      foram fatores importante na transforma\u00e7\u00e3o do Rio.<\/p>\n<p>O problema das comunica\u00e7\u00f5es, com muitas introdu\u00e7\u00f5es de novos processos, como      o tel\u00e9grafo, o correio domiciliar, o cabo submarino para o tel\u00e9grafo e at\u00e9      o telefone, foi outro aspecto importante de moderniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Medidas a favor da higiene, como o sistema de esgotos, constru\u00e7\u00e3o de hospitais      e cemit\u00e9rios p\u00fablicos vieram contribuir para reformular o conceito negativo      que os estrangeiros tinham do Rio. Os acontecimentos pol\u00edticos, como a Guerra      do Paraguai, a Campanha Abolicionista e a pr\u00f3pria Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica,      repercutiam intensamente nesta capital, a ponto de influir diretamente na      mudan\u00e7a da nomenclatura dos lugares p\u00fablicos. As conseq\u00fc\u00eancias desses eventos      n\u00e3o se refletiram somente nesse aspecto mas, sim, no pr\u00f3prio estilo de vida      do carioca, isto \u00e9, sobre a sociedade de ent\u00e3o. Por exemplo, a falta do trabalho      escravo nas velhas mans\u00f5es apalacetadas do Segundo Reinado, vivendas que possu\u00edam      imensos jardins e numerosos c\u00f4modos a zelar, obrigou muitos nobres senhores      a se desfazerem das mesmas. O pr\u00f3prio Governo Provis\u00f3rio comprou alguns desses      pal\u00e1cios e os utilizou para suas reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. Tal foi o caso do Pal\u00e1cio      Itamarati, transformado, depois, em Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, onde      hoje funciona o Museu Hist\u00f3rico e Diplom\u00e1tico do Pal\u00e1cio Itamarati.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a do sistema de governo mon\u00e1rquico em republicano, de certa forma,      tamb\u00e9m influiu na democratiza\u00e7\u00e3o das moradias. O desaparecimento da classe      nobre igualou os cidad\u00e3os da nova Rep\u00fablica e, as grandes ch\u00e1caras da Tijuca,      Andara\u00ed, Botafogo e Laranjeiras foram loteadas, exigindo menor n\u00famero de servi\u00e7ais.      As que se mantiveram foram ocupadas por hot\u00e9is, col\u00e9gios, asilos, pr\u00e9dios      p\u00fablicos e, quando muito desvalorizadas, se transformaram em &#8220;cabe\u00e7as      de porco&#8221; ou &#8220;corti\u00e7os&#8221;.<\/p>\n<p>A cidade crescia para os lados do mar, na zona sul, de maneira a arejar mais      o centro. Em 6 de julho de 1892 a Companhia Ferro Carril Jardim Bot\u00e2nico abria      o primeiro t\u00fanel para ligar o Centro ao long\u00ednquo bairro praiano de Copacabana.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, na gest\u00e3o do prefeito Pereira Passos que participara      no Segundo Reinado da constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Corcovado, o Rio sofreu      uma grande transforma\u00e7\u00e3o que lhe daria um aspecto inteiramente modernizado.<\/p>\n<p><strong>O presidente da Rep\u00fablica Rodrigues Alves dera carta branca a Pereira      Passos e a seus principais auxiliares:<\/strong>\u00a0Oswaldo Cruz e      Francisco Bicalho.<\/p>\n<p>Este foi o construtor do novo Porto do Rio de Janeiro, inaugurado em 1910.<\/p>\n<p><strong>Oswaldo Cruz saneou a cidade, acabando com tr\u00eas epidemias terr\u00edveis      que vinham assolando a popula\u00e7\u00e3o a cada ano:<\/strong>\u00a0febre amarela,      var\u00edola e peste bub\u00f4nica.<\/p>\n<p>Destacou-se, ainda, a figura do engenheiro Paulo de Frontin, encarregado      de construir a maior parte das obras projetadas pelo prefeito Pereira Passos.<\/p>\n<p>Os melhoramentos de Pereira Passos atingiram a cidade de ponta a ponta, come\u00e7ando      pelo Centro, onde se abriu a Avenida Central, hoje Rio Branco, a mais larga      da \u00e9poca. Outras ruas foram rasgadas e, muitas, alargadas na \u00e1rea central;      jardins remodelados, outros criados. Os sub\u00farbios, tamb\u00e9m, foram beneficiados.      A Floresta da Tijuca teve seus caminhos alargados, a Avenida Beira Mar foi      aberta at\u00e9 Botafogo.<\/p>\n<p>Depois de Pereira Passos, outros prefeitos realizaram obras not\u00e1veis na cidade      como, por exemplo, Carlos Sampaio que iniciou o arrasamento do Morro do Castelo,      abrindo novo espa\u00e7o para a urbaniza\u00e7\u00e3o de uma grande \u00e1rea no Centro, onde      seriam inaugurados v\u00e1rios Minist\u00e9rios. A derrubada do Morro do Castelo levou      consigo boa parte da hist\u00f3ria do in\u00edcio da cidade do Rio de Janeiro que l\u00e1      se instalara, quando da expuls\u00e3o, definitiva, dos franceses, no s\u00e9culo XVI.<\/p>\n<p>Em 12 de outubro de 1931 foi inaugurado o Cristo Redentor, maior s\u00edmbolo      da cidadedo Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>At\u00e9 1945 surgiram importantes avenidas como a Presidente Vargas e a Brasil.      S\u00e3o dessa \u00e9poca o Parque da Cidade, na G\u00e1vea, o Jardim de Alah, o Corte do      Cantagalo e a estrada cimentada para o Corcovado.<\/p>\n<p><strong>Nos anos de 1950 e 1960 foram destaques:<\/strong>\u00a0a demoli\u00e7\u00e3o      de boa parte do Morro de Santo Ant\u00f4nio, para o aterro do Parque do Flamengo.      Apesar da mudan\u00e7a da capital para Bras\u00edlia, em 1960, o Rio de Janeiro, transformado      em cidade-estado da Guanabara, continuou sendo importante p\u00f3lo tur\u00edstico,      cultural e comercial. Os investimentos p\u00fablicos se intensificaram nas \u00e1reas      mais ricas, acelerando o processo de especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria.<\/p>\n<p>A \u00fanica cidade-estado do pa\u00eds ficou sob a administra\u00e7\u00e3o do, ent\u00e3o, governador      Carlos Lacerda, o primeiro da Guanabara, que desativou o servi\u00e7o de bondes,      substituindo-os por \u00f4nibus el\u00e9tricos, de curta exist\u00eancia. Abriu dois t\u00faneis      complementares em Copacabana, al\u00e9m do t\u00fanel Santa B\u00e1rbara, entre os bairros      de Catumbi e Laranjeiras e, ligou as zonas norte e sul, com o t\u00fanel Rebou\u00e7as,      na \u00e9poca o maior t\u00fanel urbano do mundo. Urbanizou o aterro do Flamengo, construiu      a Rodovi\u00e1ria Novo Rio. Realizou a pol\u00edtica de constru\u00e7\u00e3o de viadutos e vias      expressas para desafogar o tr\u00e2nsito, adotando o Plano Doxiades, do qual resultou,      anos depois, a constru\u00e7\u00e3o das linhas Vermelha e Amarela. Levantou bairros      prolet\u00e1rios para a popula\u00e7\u00e3o de favelas, removendo-as dos morros da cidade.      Deu t\u00e9rmino \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de adutora para a normaliza\u00e7\u00e3o do fornecimento de      \u00e1gua \u00e0 cidade.<\/p>\n<p><strong>No final da d\u00e9cada de 1960 e nos anos de 1970, grandes obras foram      realizadas:<\/strong>\u00a0o alargamento da praia de Copacabana, tornando      sua curva atl\u00e2ntica ainda mais encantadora; o elevado da Avenida Paulo de      Frontin; a primeira etapa da auto-estrada Lagoa-Barra; a ponte Rio-Niter\u00f3i      e o Metr\u00f4. O urbanismo moderno encontrou sua \u00faltima express\u00e3o no Plano L\u00facio      Costa para a Baixada de Jacarepagu\u00e1 e Barra da Tijuca.<\/p>\n<p>Em 1975, com a fus\u00e3o dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, a cidade      passou a ser a capital do estado com o t\u00edtulo de Munic\u00edpio do Rio de janeiro.      A d\u00e9cada de 90 foi importante e representou mudan\u00e7a para a vida da cidade.      Podemos apontar o ano de 1992, com a escolha do Rio de Janeiro como centro      mundial do debate sobre desenvolvimento e meio-ambiente, com a Eco 92. Este      fato desencadeou uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es governamentais traduzidas em investimentos      na cidade, al\u00e9m de devolver a autoestima do carioca. A partir de 1993, com      uma nova gest\u00e3o de governo, a cidade do Rio de Janeiro experimentou uma fase      marcada por grandes obras p\u00fablicas, programas sociais, a volta \u00e0 ordem p\u00fablica,      saneamento financeiro que transformaram o Rio de Janeiro em uma cidade pronta      para enfrentar os desafios do novo mil\u00eanio. A constru\u00e7\u00e3o da Linha amarela,      importante via de liga\u00e7\u00e3o entre a Zona Norte e Zona Oeste; o Programa Favela-Bairro,      que integra as favelas do Rio de Janeiro ao tecido urbano da cidade; o Rio      Cidade, s\u00e3o exemplos de interven\u00e7\u00f5es urbanas que procuram garantir bem-estar      e funcionalidade de servi\u00e7os \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Num pa\u00eds de civiliza\u00e7\u00e3o jovem como o Brasil, uma cidade de quatrocentos e      trinta e cinco anos representa um patrim\u00f4nio que deve ser zelado pelos brasileiros      e conhecido pelos estrangeiros, j\u00e1 que possui um esp\u00edrito formado atrav\u00e9s      de muitas gera\u00e7\u00f5es, que trabalharam em seu solo, lutando contra obst\u00e1culos      imensos.<\/p>\n<p>Por circunst\u00e2ncias v\u00e1rias, o Rio de Janeiro foi sempre uma cidade aberta      a todos.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 a\u00ed que reside a sua principal caracter\u00edstica:\u00a0<\/strong>a      alma carioca da cidade, essa alma t\u00e3o conhecida pelo seu humor, pela sua espontaneidade,      pela sua hospitalidade, pela sua grandeza em acolher a todos com o mesmo amor.<\/p>\n<p><strong>P.S.:<\/strong>\u00a0O gent\u00edlico &#8220;carioca&#8221;, aos nascidos      na cidade, s\u00f3 foi usado a partir de 1834, quando da cria\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio neutro      desmembrado da prov\u00edncia do Rio de Janeiro. Antes disso, os nascidos aqui      eram chamados de fluminenses, como ainda o s\u00e3o os nascidos no Estado do Rio      de Janeiro, n\u00e3o na cidade.<\/p>\n<p><strong>Gent\u00edlico derivado da palavra latina flumens:<\/strong>\u00a0rio.<\/p>\n<p>A origem do top\u00f4nimo carioca &#8211; cari=branco + oca=casa &#8211;, ou seja casa de      branco, numa alus\u00e3o a casa de pedra mandada erguer por Gon\u00e7alo Coelho, na      expedi\u00e7\u00e3o portuguesa de 1503, o primeiro desembarque de europeus em terra      do Rio de Janeiro. No entanto \u00e9 um argumento pouco prov\u00e1vel. \u00c9 mais f\u00e1cil      acreditar que o local era chamado pelos tamoios de Acari-oca, toca de acar\u00e1,      peixe abundante naquela praia. Do local o nome passou a designar os habitantes      do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><strong>EVOLU\u00c7\u00c3O POL\u00cdTICA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>De 1565 a 1763 &#8211;<\/strong>\u00a0Rio de Janeiro, simples cidade        do litoral sudeste do Brasil.<br \/>\n<strong>De 1763 a 1808 &#8211;<\/strong>\u00a0Rio de Janeiro, capital da        Col\u00f4nia e sede do Vice-Reino do Brasil<br \/>\n<strong>De 1808 a 1821 &#8211;\u00a0<\/strong>Rio de Janeiro, capital da        Col\u00f4nia e sede do Governo Portugu\u00eas.<br \/>\n<strong>De 1822 a 1831 &#8211;<\/strong>\u00a0Rio de Janeiro, capital do        Primeiro Reinado.<br \/>\n<strong>De 1831 a 1840 &#8211;<\/strong>\u00a0Rio de Janeiro, sede da Reg\u00eancia.        Em 1834 surge o Munic\u00edpio da Corte ou Neutro.<br \/>\n<strong>De 1840 a 1889 &#8211;<\/strong>\u00a0Rio de Janeiro, capital do        Segundo Reinado.<br \/>\n<strong>De 1889 a 1960 &#8211;\u00a0<\/strong>Rio de Janeiro, capital da        Rep\u00fablica. Em 1891 transformou-se em Distrito Federal.<br \/>\n<strong>De 1960 a 1975 &#8211;<\/strong>\u00a0Rio de Janeiro, capital do        Estado da Guanabara.<br \/>\n<strong>De 1975 em diante &#8211;\u00a0<\/strong>Rio de Janeiro, capital        do novo Estado do Rio de Janeiro. Transforma-se o Estado da Guanabara em        Munic\u00edpio do Rio de Janeiro, com a fus\u00e3o do antigo Estado do Rio de Janeiro        com o Estado da Guanabara.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A delimita\u00e7\u00e3o do atual Munic\u00edpio do Rio de Janeiro foi feita em 1834, pelo      Ato Adicional, quando se criou o Munic\u00edpio da Corte, vulgarmente chamado de      Neutro<\/p>\n<p><strong>FUN\u00c7\u00d5ES DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO<\/strong><\/p>\n<p>Desde sua funda\u00e7\u00e3o at\u00e9 os dias de hoje, a cidade tem tido v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es,      a de defesa, testemunhada pelos fortes mantidos, como marcos hist\u00f3ricos e      abertos \u00e0 visita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Outras surgiram a seguir, pelas pr\u00f3prias necessidades da popula\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0fun\u00e7\u00e3o      de porto, decorrente da posi\u00e7\u00e3o natural da cidade, \u00e0 margem de uma ba\u00eda abrigada;      a fun\u00e7\u00e3o comercial, quando as riquezas da terra come\u00e7aram a ser desenvolvidas;      fun\u00e7\u00e3o administrativa, quando o Rio de Janeiro passou a sede do Vice-Reino;      fun\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, quando grandes acontecimentos hist\u00f3ricos se operaram no Rio,      como o movimento que preparou a Independ\u00eancia do Brasil e, depois, a sua consolida\u00e7\u00e3o,      a Aboli\u00e7\u00e3o da Escravid\u00e3o, a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, a manifesta\u00e7\u00e3o que levou      um milh\u00e3o de cariocas \u00e0 Candel\u00e1ria, pelas elei\u00e7\u00f5es diretas para presidente      da Rep\u00fablica e, em 1992, os &#8220;caras pintadas&#8221;, estudantes que tomaram      as ruas para exigir o impedimento do ent\u00e3o presidente ; a fun\u00e7\u00e3o industrial      quando, pela introdu\u00e7\u00e3o da eletricidade, a instala\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias come\u00e7ou      a transformar o panorama da cidade; fun\u00e7\u00e3o cultural, j\u00e1 que grandes centros      de estudos e escolas superiores, como a Escola Naval, o Instituto Militar      de Engenharia, a Escola de Comando e Estado-Maior do Ex\u00e9rcito, a Escola Superior      de Guerra, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Pontif\u00edcia Universidade      Cat\u00f3lica, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, centros de conhecimento      avan\u00e7ado de renome no Brasil e no exterior como a Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz, o      Instituto Universit\u00e1rio de Pesquisas do Rio de Janeiro, a Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio      Vargas, o Instituto de Matem\u00e1tica Pura e Aplicada, centros culturais, a Academia      Brasileira de Letras, a Escola de M\u00fasica da Universidade Federal do Rio de      Janeiro, teatros, salas de concertos e de espet\u00e1culos, bibliotecas, museus,      edif\u00edcios hist\u00f3ricos importantes; finalmente a fun\u00e7\u00e3o tur\u00edstica, aproveitando      a hist\u00f3ria, as belezas naturais e os empreendimentos que se valem da situa\u00e7\u00e3o      pitoresca da cidade.<\/p>\n<p><strong>O CRISTO REDENTOR<\/strong><\/p>\n<p>O maior s\u00edmbolo da cidade do Rio de Janeiro e maior monumento arquitet\u00f4nico      do Brasil, com 38 metros de altura, ao contr\u00e1rio do que a grande maioria pensa,      n\u00e3o foi um presente do governo franc\u00eas, mas sim uma obra-prima do arquiteto      e engenheiro carioca Heitor da Silva Costa (1873-1945). O Cristo Redentor      foi escolhido para ser inaugurado no dia 12 de outubro de 1931- dia da padroeira      Nossa Senhora de Aparecida.<\/p>\n<p>O projeto foi constru\u00eddo com apoio e doadores de brasileiros que financiaram      todo o monumento. Um dos destaques foi Jo\u00e3o Havelange (ex-presidente da FIFA)      que, n\u00e3o era conhecido aquela \u00e9poca, ia de casa em casa, como volunt\u00e1rio,      pedir constribui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em 1921 um grupo chamado C\u00edrculo Carioca abriu concorr\u00eancia para selecionar      o projeto que seria base de um monumento religioso em comemora\u00e7\u00e3o ao centen\u00e1rio      da Independ\u00eancia do Brasil, no ano seguinte. O projeto era muito ambicioso      para ser conclu\u00eddo em um ano e ficou pronto apenas em 1931, 10 anos depois.<\/p>\n<p>O grande desafio t\u00e9cnico era construir uma estrutura de concreto armado,      tecnologia nova na \u00e9poca para uma obra de 1.145 toneladas. Para realizar essa      fa\u00e7anha, Heitor chamou um dos grandes calculistas da \u00e9poca, o franc\u00eas Albert      Caquot que teve tamb\u00e9m outro grande parceiro franc\u00eas, Paul Landowski, talvez      o motivo de toda a confus\u00e3o sobre a autoria do Cristo Redentor, pois foi quem      esculpiu a maquete da obra e fez em gesso os moldes.<\/p>\n<p>O projeto inicial de Heitor foi modificado a pedido do cardeal da cidade      na \u00e9poca, dom Sebasti\u00e3o Leme. Enquanto no original o Cristo carregava uma      cruz e uma esfera representando o mundo, o cardeal pedia algo que pudesse      ser reconhecido de longe como monumento religioso.<\/p>\n<p><strong>Na solu\u00e7\u00e3o genial de Heitor, surgiu o s\u00edmbolo conhecido por todos:<\/strong>\u00a0a      cruz seria o Cristo de bra\u00e7os abertos, e o mundo, a pr\u00f3pria cidade.<\/p>\n<p>Fonte: www.equipeajac.com.br<\/p>\n<h6>Rio de Janeiro<\/h6>\n<p>O clima \u00e9 do tipo tropical, quente e \u00famido, com varia\u00e7\u00f5es locais, devido      s diferen\u00e7as de altitude, vegeta\u00e7\u00e3o e proximidade do oceano; a temperatura      m\u00e9dia anual \u00e9 de 22\u00ba cent\u00edgrados, com m\u00e9dias di\u00e1rias elevadas no ver\u00e3o (de      30\u00ba a 32\u00ba); as chuvas variam de 1.200 a 1.800 mm anuais. Nos quatro meses      do chamado alto ver\u00e3o &#8211; de dezembro a mar\u00e7o &#8211; os dias muito quentes s\u00e3o sempre      seguidos de tardes luminosas, quando em geral caem chuvas fortes e r\u00e1pidas,      trazendo noites frescas e estreladas.<\/p>\n<p>Embora a cidade tenha se tornado uma das maiores \u00e1reas urbanas do mundo,      cresceu em volta de uma grande mancha verde, que responde pelo nome de Floresta      da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, que continua mantendo valiosos      remanescentes de seus ecossistemas originais, mesmo tendo sido replantada      no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>Foi o primeiro exemplo de reflorestamento com esp\u00e9cies nativas. A interfer\u00eancia      do homem trouxe ainda mais natureza para a cidade com a constru\u00e7\u00e3o de parques,      pra\u00e7as e jardins.<\/p>\n<p>Aos poucos os ecossistemas foram sendo protegidos pela legisla\u00e7\u00e3o ambiental      e uma grande quantidade de parques, reservas e \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o ambiental      foram sendo criados para garantir sua conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O relevo carioca est\u00e1 filiado ao sistema da serra do Mar, recoberto pela      floresta da Mata Atl\u00e2ntica. \u00c9 caracterizado por contrastes marcantes, montanhas      e mar, florestas e praias, pared\u00f5es rochosos subindo abruptamente de baixadas      extensas, formando um quadro paisag\u00edstico de rara beleza que tornou o Rio      mundialmente conhecido como a Cidade Maravilhosa. O Rio de Janeiro apresenta      tr\u00eas importantes grupos montanhosos, mais alguns conjuntos de serras menores      e morros isolados em meio a plan\u00edcies circundadas por esses maci\u00e7os principais.<\/p>\n<h4>Rios<\/h4>\n<p>O maior rio genuinamente carioca \u00e9 o Cabu\u00e7u ou Piraqu\u00ea que des\u00e1gua na Ba\u00eda      de Sepetiba ap\u00f3s um percurso de 22km.<\/p>\n<p><strong>Os mais conhecidos s\u00e3o:\u00a0<\/strong>Carioca, primeiro a      ser utilizado no abastecimento da popula\u00e7\u00e3o, rio hist\u00f3rico, hoje quase totalmente      canalizado e o Cachoeira, por ser o formador das mais belas cascatas da Floresta      da Tijuca, como a Cascatinha Taunay e o Salto Gabriela. O rio Guandu, origin\u00e1rio      de munic\u00edpio vizinho, \u00e9 o curso d&#8217;\u00e1gua de maior import\u00e2ncia e, abastece de      \u00e1gua pot\u00e1vel a cidade.<\/p>\n<h4>Lagoas<\/h4>\n<p>S\u00e3o quatro as lagoas que enfeitam o cen\u00e1rio da cidade. A maior delas, a de      Jacarepagu\u00e1, tem cerca de 11km\u00b2 de \u00e1rea. A de Marapendi tem 3.765m\u00b2 de superf\u00edcie      e est\u00e1 separada da anterior pela restinga de Jacarepagu\u00e1 e do oceano pela      restinga de Itapeba. Al\u00e9m dessa, encontra-se na Baixada de Jacarepagu\u00e1 a Lagoinha,      com cerca 172m\u00b2.<\/p>\n<p>A Lagoa Rodrigo de Freitas, antiga de Sacopenap\u00e3, uma das paisagens mais      bonitas do Rio, \u00e9 constitu\u00edda por um espelho d&#8217;\u00e1gua com aproximadamente 2,4      milh\u00f5es de metros quadrados na forma de um cora\u00e7\u00e3o, que se tornou famoso e      conhecido como o &#8220;Cora\u00e7\u00e3o do Rio&#8221;. Suas margens, cercadas por parques,      quadras de esportes, quiosques para alimenta\u00e7\u00e3o, pistas para caminhadas e      para passeios de bicicleta, s\u00e3o um dos principais pontos de atra\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p>A lagoa da Tijuca e de Marapendi s\u00e3o de grandes exten\u00e7\u00f5es e ficam nos bairros      da Barra de Tijuca, hoje em dia suas condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o prec\u00e1rias devido ao r\u00e1pido      crescimento da regi\u00e3o sendo desordenada e at\u00e9 ilegais al\u00e9m de n\u00e3o possuir      infra-estrutura suficiente, assim os esgotos s\u00e3o lan\u00e7ados inatura nas lagoas      tornando-as muito polu\u00eddas.<\/p>\n<p>No PEPB fica localizado a represa do Camorim, poucos cariocas conhecem esse      lago que abastece parte da cidade do Rio de Janeiro e fica protegido por uma      floresta densa e exuberante no Parque Estadual da Pedra Branca.<\/p>\n<h4>Ilhas<\/h4>\n<p>Os 1.255,3 Km\u00b2 do Munic\u00edpio do Rio de Janeiro mais de 37 Km\u00b2 correspondem      s ilhas. Destas, a maioria se encontra na Ba\u00eda de Guanabara chamada de Ilha      de Paqueta, mas h\u00e1 tamb\u00e9m as que ficam na costa atl\u00e2ntica e as da Ba\u00eda de      Sepetiba.<\/p>\n<p><strong>Principais Ilhas da Ba\u00eda de Guanabara:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Laje<\/p>\n<p>Villegaignon<\/p>\n<p>Cobras<\/p>\n<p>Fiscal<\/p>\n<p>Enxadas<\/p>\n<p>Governador (\u00e9 a maior ilha, com cerca de 30 Km\u00b2 de \u00e1rea)<\/p>\n<p>Paquet\u00e1<\/p>\n<p>Cidade Universit\u00e1ria (conhecida como Ilha do Fund\u00e3o)<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Principais Ilhas do Litoral Atl\u00e2ntico:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cotunduba<\/strong><\/p>\n<p>Em frente \u00e0 Praia de Copacabana, perto da barra da Ba\u00eda de Guanabara<\/p>\n<p><strong>Arquip\u00e9lago das Cagarras<\/strong><\/p>\n<p>Em frente a Ipanema<\/p>\n<p><strong>Rasa<\/strong><\/p>\n<p>Com um importante farol<\/p>\n<p><strong>Arquip\u00e9lago da Redonda<\/strong><\/p>\n<p>Fora da barra, \u00e0 esquerda<\/p>\n<p><strong>Arquip\u00e9lago das Tijucas<\/strong><\/p>\n<p>Em frente \u00e0 Barra da Tijuca<\/p>\n<p><strong>Palmas e Pe\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p>Entre o Pontal Tim Maia (antigo Sernambetiba) e a Praia Funda<\/p>\n<p><strong>Frade<\/strong><\/p>\n<p>Junto \u00e0 Barra de Guaratiba<\/p>\n<p><strong>Principais Ilhas da Ba\u00eda de Sepetiba:<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>Bom Jardim<\/p>\n<p>Nova<\/p>\n<p>Cavado<\/p>\n<p>Guaraquessaba<\/p>\n<p>Tatu<\/p>\n<p>Pescaria (unida ao continente por ponte)<\/p>\n<\/blockquote>\n<h4>Litoral<\/h4>\n<p><strong>Com extens\u00e3o de seu litoral calculada em 246,22km divide-se em tr\u00eas      setores:\u00a0<\/strong>Ba\u00eda de Guanabara, Oceano Atl\u00e2ntico propriamente      dito e Ba\u00eda de Sepetiba. O primeiro dos citados \u00e9 o maior, o mais recortado      e o de mais antiga ocupa\u00e7\u00e3o. Vai da foz do Rio S\u00e3o Jo\u00e3o de Meriti at\u00e9 o P\u00e3o      de A\u00e7\u00facar. \u00c9 baixo, tendo sido muito alterado pelos aterros a\u00ed realizados.      Numerosas ilhas enfeitam essa se\u00e7\u00e3o do litoral carioca.<\/p>\n<p><strong>Outros acidentes importantes nele encontrados s\u00e3o:\u00a0<\/strong>as      Pontas do Caju e Calabou\u00e7o, ambas aumentadas por aterros.<\/p>\n<p><strong>Algumas praias importantes encontram-se nesse trecho:<\/strong>\u00a0Ramos,      Flamengo, Botafogo e Urca.<\/p>\n<p>O segundo setor vai do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar at\u00e9 a Barra de Guaratiba A costa \u00e9 alta      quando as ramifica\u00e7\u00f5es dos Maci\u00e7os da Tijuca e da pedra Branca se aproximam      do litoral; \u00e9 baixa quando elas se afastam. Torna-se retil\u00ednea nas regi\u00f5es      planas, onde aparecem belas praias de restingas, e recortada junto \u00e0s regi\u00f5es      montanhosas. Do Leblon para leste a faixa litor\u00e2nea \u00e9 mais densamente ocupada      pela popula\u00e7\u00e3o urbana; para oeste \u00e9 mais explorada para turismo e lazer; contudo      a ocupa\u00e7\u00e3o humana dessa \u00e1rea vem ultimamente sofrendo acr\u00e9scimo. As atra\u00e7\u00f5es      tur\u00edsticas propiciaram a concentra\u00e7\u00e3o de hot\u00e9is de alta categoria nesse trecho.<\/p>\n<p><strong>Destacam-se no litoral oce\u00e2nico duas praias:<\/strong>\u00a0a      primeira por sua extens\u00e3o, 18km ao longo da avenida Sernambetiba, desde o      pier da Barra da Tijuca at\u00e9 o Recreio dos Bandeirantes e Copacabana (4,15      Km), pela beleza de fama internacional.<\/p>\n<p>O terceiro setor vai da Barra de Guaratiba at\u00e9 a foz do Rio Guandu. \u00c9 pouco      recortado e apresenta um \u00fanico acidente importante &#8211; a Restinga de Marambaia.<\/p>\n<p><strong>Nele se destacam tr\u00eas praias:<\/strong>\u00a0Sepetiba, Pedra      de Guaratiba e Barra de Guaratiba. A ocupa\u00e7\u00e3o humana desse trecho \u00e9 menos      densa, n\u00e3o s\u00f3 por causa da dist\u00e2ncia que o separa do centro da cidade, como      tamb\u00e9m porque apresenta grandes \u00e1reas pantanosas, cobertas de manguezais.      \u00c9 zona de col\u00f4nias de pesca.<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.brasilturismo.com<\/p>\n<h6>Rio de Janeiro<\/h6>\n<p>Conhecido como Cidade Maravilhosa, o\u00a0<strong>Rio de Janeiro<\/strong>\u00a0possui      atrativos que conferem \u00e0 cidade fama internacional. Quem nunca ouviu falar      do carnaval carioca, a mais impressionante festa popular do mundo? Ou do P\u00e3o      de A\u00e7\u00facar e da est\u00e1tua do Cristo Redentor? Ou das belas praias de Ipanema      e Copacabana, que inspiraram m\u00fasicos do mundo inteiro? Ou, ainda, do Parque      Nacional da Tijuca \u0096 maior reserva natural em regi\u00e3o urbana do Pa\u00eds?      O Rio \u00e9 tudo isso. E muito mais.<\/p>\n<p>A cidade centen\u00e1ria foi sede do Governo Federal at\u00e9 1960 \u0096 quando Bras\u00edlia,      atual capital do Pa\u00eds, foi inaugurada. Devido a essa concentra\u00e7\u00e3o de poder,      seus tra\u00e7os arquitet\u00f4nicos exibem constru\u00e7\u00f5es suntuosas e imponentes \u0096      que abrigavam a nobreza e as figuras importantes daqueles tempos.<\/p>\n<p>Como o seu clima \u00e9 quente e agrad\u00e1vel o tempo todo, o Rio n\u00e3o depende das      esta\u00e7\u00f5es do ano para atrair visitantes. Suas atra\u00e7\u00f5es podem ser apreciadas      a qualquer \u00e9poca, contando sempre com a simpatia e generosidade do carioca,      um povo especial.<\/p>\n<p>Quem visita o Rio descobre logo que a agenda est\u00e1 sempre cheia \u0096 motivo      de orgulho da popula\u00e7\u00e3o local. H\u00e1 sempre algo para se fazer na cidade, desde      exposi\u00e7\u00f5es, espet\u00e1culos teatrais, shows de dan\u00e7a e de m\u00fasica at\u00e9 eventos esportivos      para todos os gostos \u0096 como o v\u00f4o livre, muito procurado pelos que gostam      de sentir fortes emo\u00e7\u00f5es a bordo de uma asa-delta que paira sobre as paisagens      mais famosas da cidade.<\/p>\n<p>Mas a Cidade Maravilhosa conta ainda com in\u00fameras outras atra\u00e7\u00f5es, como centros      culturais, v\u00e1rios museus, diversas igrejas, famosas confeitarias, bondes e      praias \u0096 muitas praias.<\/p>\n<p>Longe das praias Al\u00e9m dos milhares de visitantes que buscam as paisagens,      as belezas naturais e o banho de cultura e hist\u00f3ria proporcionado por esta      cidade especialmente brasileira, outro tipo de p\u00fablico vem se destacando nos      \u00faltimos anos: \u00e9 o turista de neg\u00f3cios. O Rio de Janeiro \u00e9 a segunda cidade      que mais realiza congressos internacionais do Brasil, contabilizando 41 congressos      internacionais realizados em 2008, de acordo com o ranking internacional do      International Congress and Convention Association (ICCA).<\/p>\n<p>A cidade \u00e9 bem estruturada e apresenta uma excelente malha a\u00e9rea, provendo      integra\u00e7\u00e3o direta do aeroporto internacional com mais de 20 pa\u00edses no mundo,      a uma dist\u00e2ncia de menos de 20 minutos dos principais hot\u00e9is e centros de      conven\u00e7\u00e3o. Sua rede hoteleira \u00e9 capaz de oferecer cerca de 21.088 leitos.      Al\u00e9m disso, h\u00e1 diversas empresas internacionalmente reconhecidas para montagem,      organiza\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o e infra-estrutura de eventos de todos os portes.<\/p>\n<p>Na \u0093Cidade Maravilhosa\u0094 h\u00e1 amplos centros de conven\u00e7\u00f5es modernamente      equipados. Entre eles, destacam-se o Riocentro, o maior espa\u00e7o para eventos      da Am\u00e9rica Latina, com cinco pavilh\u00f5es que abrigam diversas salas para exposi\u00e7\u00f5es,      mezaninos e audit\u00f3rios; o Inter-Continental Rio Hotel, um recinto moderno      e munido com tecnologia de ponta; e, ainda, o Hotel Gl\u00f3ria, que une o charme      e a tradi\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro, contando com o aux\u00edlio de um Business Center,      na produ\u00e7\u00e3o dos eventos.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 somente a \u00e1rea de neg\u00f3cios que tem espa\u00e7o garantido na cidade.      Os eventos sociais tamb\u00e9m contam com excelentes estruturas situadas nos mais      agrad\u00e1veis locais do Rio de Janeiro. Com anfiteatro, discoteca e jardins ao      ar livre, o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar abriga os mais variados eventos; j\u00e1 a Ribalta conta      com sofistica\u00e7\u00e3o para receber at\u00e9 quatro mil convidados; e a Villa Riso oferece      todo o requinte carioca em sua casa colonial restaurada e cercada por um lindo      jardim.<\/p>\n<p>Alguns importantes eventos aconteceram no Rio de Janeiro: a Confer\u00eancia das      Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio 92, recebeu 122      chefes de Estado e governo e um p\u00fablico estimado em 20 mil participantes;      a Cimeira Am\u00e9rica Latina, Caribe e Uni\u00e3o Europ\u00e9ia, por sua vez, contou com      42 chefes de Estado e governo juntamente com cinco mil participantes; j\u00e1 o      Congresso Mundial de Cardiologia, em 1998, trouxe \u00e0 cidade cerca de 19 mil      profissionais de todo o mundo; por fim, houve a Americas Telecom, em abril      de 2000, que reuniu 27 mil participantes. E a cidade j\u00e1 tem 15 eventos internacionais      agendados para 2007.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do carnaval e do r\u00e9veillon, dois dos maiores espet\u00e1culos do mundo, o      Rio tamb\u00e9m realiza grandes eventos musicais, como o Rock&#8217;n Rio, que j\u00e1 teve      tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es e foi consagrado como uma das maiores manifesta\u00e7\u00f5es musicais      no mundo. Em 2001, reuniu um p\u00fablico de cerca de 250 mil pessoas por dia,      totalizando 1,5 milh\u00e3o de pessoas durante os sete dias do evento. Foram 100      bandas, nacionais e internacionais e transmiss\u00e3o para diversos pa\u00edses, com      um total de 1 bilh\u00e3o de telespectadores em todo o mundo.<\/p>\n<p>Entre os eventos desportivos destacam-se o Mundial de Futebol de Areia &#8211;      Beach Soccer e o Campeonato Mundial de Motovelocidade, realizado anualmente      no Aut\u00f3dromo Nelson Piquet. Outro grande evento \u00e9 a etapa Rio de Janeiro do      Campeonato Mundial de V\u00f4lei de Praia, realizada anualmente em uma arena especialmente      montada na praia de Copacabana.<\/p>\n<p>Concentrando grande parte da economia nacional, o Rio de Janeiro tornou-se      refer\u00eancia em setores de ponta da ind\u00fastria, com destaque para o crescimento      dos segmentos automobil\u00edstico, petroqu\u00edmico, petrol\u00edfero, de telefonia fixa      e m\u00f3vel e de servi\u00e7os. Com capacidade, estrutura e muita hospitalidade, o      Rio est\u00e1 pronto para receber pessoas de todo o Brasil e do mundo, de bra\u00e7os      abertos.<\/p>\n<h4><strong>Reveillon<\/strong><\/h4>\n<p>Na cidade do Rio de Janeiro, a comemora\u00e7\u00e3o da passagem de ano envolve a cidade      por inteiro.<\/p>\n<p><strong>Moradores e visitantes confraternizam contagiados pela mesma euforia:<\/strong>\u00a0estar      no Rio.<\/p>\n<p>A festa, uma das mais conhecidas do mundo, acontece na famosa praia de Copacabana,      reunindo milhares de pessoas que desejam curtir os shows musicais e a queima      de fogos \u0096 a cada ano mais exuberante.<\/p>\n<h4><strong>Carnaval<\/strong><\/h4>\n<p>Explos\u00e3o geral da alegria carioca. Uma festa que re\u00fane emo\u00e7\u00f5es, criatividade,      plasticidade, cores, sons e muita fantasia. \u00c9 a maior manifesta\u00e7\u00e3o popular      do mundo. Registro \u00fanico da mistura que forma a cultura brasileira.<\/p>\n<h4><strong>Hospedagem \/ Restaurantes<\/strong><\/h4>\n<p>O Rio possui excelente estrutura de hospedagem &#8211; uma das maiores do pa\u00eds.      Disp\u00f5e de grandes hot\u00e9is luxuosos, inclusive de v\u00e1rias redes internacionais,      e tamb\u00e9m de pequenas hospedarias com pre\u00e7os mais acess\u00edveis. A maioria dos      estabelecimentos encontra-se pr\u00f3ximos \u00e0s praias da zona sul e no centro.<\/p>\n<p>Entre as peculiaridades da cozinha carioca, est\u00e1, certamente, a mania de      batizar pratos com nomes de embaixadores. Os dois exemplos mais eloq\u00fcentes      s\u00e3o o \u0093fil\u00e9 \u00e0 Osvaldo Aranha\u0094 e a \u0093sopa Le\u00e3o Veloso\u0094.      Adapta\u00e7\u00e3o da bouillabaisse marselhesa, sopa com efeito revigorante, foi criada      pelo embaixador Le\u00e3o Veloso no restaurante Rio Minho, um dos mais antigos      em funcionamento na cidade -desde 1884.<\/p>\n<h4><strong>Atra\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Na cidade<\/strong><\/p>\n<h4><strong>Academia Brasileira de Letras<\/strong><\/h4>\n<p>C\u00f3pia do Petit Trianon de Paris, foi constru\u00edda para abrigar o pavilh\u00e3o da      Fran\u00e7a na Exposi\u00e7\u00e3o Internacional do Centen\u00e1rio da Independ\u00eancia do Brasil.      No anexo funciona o Espa\u00e7o Cultural Machado de Assis, com objetos do escritor      \u0096 um dos fundadores da academia. Possui tamb\u00e9m uma biblioteca com 90      mil volumes. H\u00e1 visitas guiadas gratuitas \u00e0s segundas, quartas e sextas-feiras,      s 14h e \u00e0s 16h.<\/p>\n<h4><strong>Aterro do Flamengo (Parque Brigadeiro Eduardo Gomes)<\/strong><\/h4>\n<p>Com seus 1.200.000 m\u00b2 de \u00e1rea verde \u00e0 beira-mar, o Aterro do Flamengo \u00e9 resultado      de um dos mais belos e importantes projetos paisag\u00edsticos do artista Roberto      Burle Marx. Do Aeroporto Santos Dumont \u00e0 Enseada de Botafogo, o Parque oferece      as mais diversas atra\u00e7\u00f5es. Tem quadras de esporte, ciclovia, pista de cooper      e campo de aeromodelismo. A pista da Av. Infante D. Henrique no sentido Zona      Sul-Centro \u00e9 fechada ao tr\u00e1fego de ve\u00edculos nos domingos e feriados, das 7h      s 18h, aumentando ainda mais a \u00e1rea de circula\u00e7\u00e3o e lazer do Parque.<\/p>\n<h4><strong>Arcos da Lapa (Aqueduto da Carioca)<\/strong><\/h4>\n<p>Constru\u00e7\u00e3o de 1750, possui enormes arcadas duplas. Tem 64 m de altura e 270      m de comprimento. Foi feito para distribuir \u00e0 popula\u00e7\u00e3o as \u00e1guas das nascentes      do Rio carioca, vindas de Sta. Teresa. Tornou-se s\u00edmbolo do bairro da Lapa.      E desde 1896 serve de viaduto para o Bondinho de Sta. Teresa. Fica na Pra\u00e7a      Cardeal C\u00e2mara.<\/p>\n<h4><strong>Biblioteca Nacional<\/strong><\/h4>\n<p>A maior biblioteca da Am\u00e9rica Latina e oitava do mundo possui um acervo de      15 milh\u00f5es de publica\u00e7\u00f5es \u0096 boa parte dispon\u00edvel para consulta. Inaugurado      em 1910, o pr\u00e9dio, de estilo neocl\u00e1ssico, com escadaria e colunas de m\u00e1rmore,      forma junto com o Theatro Municipal, o Museu nacional de Belas Artes e o Centro      Cultural da Justi\u00e7a Federal um quadril\u00e1tero de cultura na Cinel\u00e2ndia. As visitas      guiadas duram 30 minutos e podem ser feitas de segunda a sexta-feira \u00e0s 11h,      13h, e 16h \u0096 no per\u00edodo de alta temporada elas acontecem a cada hora.<\/p>\n<h4><strong>Confeitaria Colombo<\/strong><\/h4>\n<p>Fundada em 1894, a Confeitaria \u00e9 um marco da opul\u00eancia da alta sociedade      carioca do final do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo XX. Conserva o charme daquela      \u00e9poca nos espelhos de cristal belga, nas cadeiras de palhinha e nos ricos      entalhes de madeira. Tem servi\u00e7o de ch\u00e1 de segunda a sexta-feira, das 17h      s 19h. Fica na Rua Gon\u00e7alves Dias, 32\/36, bairro Centro.<\/p>\n<h4><strong>Copacabana Palace<\/strong><\/h4>\n<p>Tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico (IPHAN), foi um dos primeiros hot\u00e9is a      ser constru\u00eddo \u00e0 beira-mar na cidade. Inaugurado em 1923, o Copacabana Palace      reflete fielmente a influ\u00eancia cultural europ\u00e9ia daquela \u00e9poca com um estilo      requintado de hospedagem. Acabou virando um s\u00edmbolo do Rio, sendo o preferido      de artistas, pol\u00edticos, executivos e personalidades internacionais. Fica no      bairro Copacabana.<\/p>\n<h4><strong>Cristo Redentor<\/strong><\/h4>\n<p>Mais que um cart\u00e3o-postal, o Cristo Redentor foi merecidamente eleito pelos      moradores da cidade &#8220;A Maravilha do Rio&#8221;. Do alto de seus 38 m &#8211;      e dos 710 m do Morro do Corcovado &#8211; o Cristo \u00e9 a imagem da f\u00e9 e da simpatia      do povo carioca e brasileiro. O monumento \u0096 que completou 70 anos em      2001 &#8211; foi inaugurado em 12 de outubro de 1931, dia de Nossa Senhora. Elevadores      e escadas rolantes levam os visitantes at\u00e9 a base da est\u00e1tua, que pesa 1.145      toneladas. A subida pelo trenzinho dura cerca de 20 minutos e \u00e9 feita pela      Estrada de Ferro do Corcovado \u0096 inaugurada por D. Pedro II em 1884. O      acesso de carro foi liberado, mas cada ocupante do ve\u00edculo tem de pagar uma      pequena taxa ao posto do Ibama, nas Paineiras. Outra op\u00e7\u00e3o \u00e9 estacionar nesse      ponto, para evitar os congestionamentos, e completar o trajeto caminhando      cerca de 3 km \u0096 ou pague uma das vans credenciadas. O acesso \u00e9 feito      pela Rua Cosme Velho.<\/p>\n<h4><strong>Parque Nacional da Tijuca<\/strong><\/h4>\n<p>Passear pelas sinuosas estradas e visitar as atra\u00e7\u00f5es \u00e9 programa para um      dia inteiro. Maior reserva natural em regi\u00e3o urbana do pa\u00eds, o Parque fica      a 20 km do centro da cidade. Divide-se em tr\u00eas n\u00facleos \u0096 Floresta da      Tijuca, Serra da Carioca e Pedra da G\u00e1vea\/Pedra Bonita. A flora foi devastada      no fim do s\u00e9culo XIX para dar lugar a planta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9. O reflorestamento      trouxe esp\u00e9cies da Mata Atl\u00e2ntica como ip\u00eas, jequitib\u00e1s, jacarand\u00e1s e sapucaias.      No n\u00facleo da Serra da Carioca, al\u00e9m do Corcovado, as atra\u00e7\u00f5es s\u00e3o os mirantes      Dona Marta, Vista Chinesa e Mesa do Imperador. Na Floresta da Tijuca h\u00e1 trilhas,      a Cascatinha do Taunay, a Capela Mayrink, o Museu do A\u00e7ude e o A\u00e7ude da Solid\u00e3o.      Em dois domingos do m\u00eas, a administra\u00e7\u00e3o do Parque oferece passeios monitorados      gratuitos.<\/p>\n<h4><strong>Forte de Copacabana<\/strong><\/h4>\n<p>Constru\u00eddo em 1914, com o objetivo de refor\u00e7ar a defesa da Ba\u00eda de Guanabara,      o Forte de Copacabana foi palco do Movimento Tenentista de 1922. Oferece a      seus visitantes muitas curiosidades hist\u00f3ricas e ainda uma filial da famosa      Confeitaria Colombo. O acervo de armas, objetos e pain\u00e9is formam o Museu Hist\u00f3rico      do Ex\u00e9rcito. Fica na Pra\u00e7a Cel. Eug\u00eanio Franco, 1, bairro Copacabana.<\/p>\n<h4><strong>Igreja Nossa Senhora da Candel\u00e1ria<\/strong><\/h4>\n<p>Localizada no centro financeiro da cidade, numa \u00e1rea rica em espa\u00e7os culturais,      a Igreja da Candel\u00e1ria impressiona por sua impon\u00eancia. Constru\u00edda no s\u00e9culo      XVIII, tem planta em cruz latina, revestimento interior em m\u00e1rmore, fachada      em cantaria, portas trabalhadas em bronze e toda a sua hist\u00f3ria pintada nos      murais no interior. \u00c9 uma das mais belas igrejas de toda a cidade do Rio de      Janeiro. Fica na Pra\u00e7a Pio X, bairro Centro.<\/p>\n<h4><strong>Igreja S\u00e3o Francisco das Penit\u00eancias<\/strong><\/h4>\n<p>Constru\u00edda entre 1657 e 1772, \u00e9 um dos mais belos exemplos da arte barroca      no Brasil. Tombada em 1938 e restaurada em 2001, a igreja exibe v\u00e1rias cria\u00e7\u00f5es      de Francisco Xavier de Brito, artista portugu\u00eas que influenciou o trabalho      de Aleijadinho \u0096 mais famoso artista mineiro da \u00e9poca. O acesso \u00e0 igreja      se d\u00e1 por elevador ou escada, a partir do Largo da Carioca, ao lado do Convento      Sto. Ant\u00f4nio.<\/p>\n<h4><strong>Jardim Bot\u00e2nico<\/strong><\/h4>\n<p>Um verdadeiro santu\u00e1rio ecol\u00f3gico. Assim pode ser definido o Jardim Bot\u00e2nico      do Rio de Janeiro &#8211; um dos dez mais importantes do g\u00eanero no mundo. Al\u00e9m de      abrigar as mais raras esp\u00e9cies da flora brasileira e de outros pa\u00edses, \u00e9 uma      tima op\u00e7\u00e3o de lazer para crian\u00e7as e adultos, e um deleite \u00e0queles que desejam      contemplar a natureza. Tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional      (IPHAN) &#8211; por sua import\u00e2ncia hist\u00f3rica, cultural, cient\u00edfica e paisag\u00edstica      \u0096 foi tamb\u00e9m reconhecido internacionalmente como um Museu Vivo na \u00e1rea      da Bot\u00e2nica e definido pela Unesco como uma das reservas da biosfera. Re\u00fane      palmeiras imperiais da \u00e9poca da funda\u00e7\u00e3o \u0096 em 1808 -, estufas, orquid\u00e1rio,      roseiral e lago com vit\u00f3rias-r\u00e9gias. Abriga ainda a Casa dos Pil\u00f5es \u0096      uma antiga f\u00e1brica de p\u00f3lvora com escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas \u0096 e a estufa      de plantas inset\u00edvoras, reformada em 2004. O acesso para pedestres \u00e9 pela      Rua Jardim Bot\u00e2nico, 920, e para ve\u00edculos, pela 1008, bairro Jardim Bot\u00e2nico.<\/p>\n<h4><strong>Lagoa Rodrigo de Freitas<\/strong><\/h4>\n<p>Cercada pelos mais badalados bairros cariocas &#8211; Lagoa, Ipanema, Leblon, G\u00e1vea      e Jardim Bot\u00e2nico -, emoldurada por montanhas e abra\u00e7ada pelo Cristo Redentor,      a Lagoa Rodrigo de Freitas tornou-se ponto de encontro tanto para os cariocas      quanto para os visitantes. Unida ao mar pelo canal do Jardim de Al\u00e1, sua orla      abriga parques, quadras de esportes, rinque de patina\u00e7\u00e3o, heliporto, pista      para caminhadas e corrida, ciclovia, pedalinhos e um centro gastron\u00f4mico distribu\u00eddo      por quiosques que oferecem de comida alem\u00e3 a japonesa &#8211; al\u00e9m da m\u00fasica ao      vivo a partir do anoitecer. Anexo fica o Parque da Catacumba, que exp\u00f5e ao      ar livre 30 esculturas de artistas brasileiros e estrangeiros.<\/p>\n<h4><strong>Est\u00e1dio do Maracan\u00e3<\/strong><\/h4>\n<p>Considerado por muitos amantes do futebol o &#8220;Templo dos Deuses&#8221;,      \u00e9 um dos maiores est\u00e1dios do mundo. Foi constru\u00eddo em 1950 para sediar a Copa      do Mundo, e projetado para receber 166.369 pessoas. Hoje, depois de algumas      reformas, comporta um p\u00fablico de 87.630. O acesso \u00e9 feito pela Rua Professor      Eurico Rabelo, port\u00e3o 16.<\/p>\n<h4><strong>Mosteiro de S\u00e3o Bento<\/strong><\/h4>\n<p>As obras da Igreja de Nossa Senhora de Montserrat e do Mosteiro de S\u00e3o Bento      foram iniciadas em 1617, estendendo-se at\u00e9 1669. Entretanto, um s\u00e9culo depois,      muitas reformas ainda foram realizadas com o objetivo de ampliar e restaurar      suas instala\u00e7\u00f5es. Hoje &#8211; considerado Monumento Mundial pela Unesco &#8211; o Mosteiro      impressiona pelos contrastes do estilo austero de sua fachada, com front\u00e3o      triangular e o intricado trabalho da talha dourada do interior de sua igreja.<\/p>\n<p>Os trabalhos de pintura, as obras de arte, a concep\u00e7\u00e3o das capelas, o teto      da nave &#8211; remanescente do s\u00e9culo XVIII &#8211; e o coral de canto gregoriano fazem      com que o Mosteiro de S\u00e3o Bento encante a todos aqueles que o visitam. Fica      na Rua D. Geraldo, 68 e a entrada de pedestres \u00e9 feita pelo elevador n\u00famero      40, bairro Centro.<\/p>\n<h4><strong>Museu de Arte Moderna<\/strong><\/h4>\n<p>Inaugurado em 1958, o Museu de Arte Moderna (MAM) tem localiza\u00e7\u00e3o privilegiada      e muita hist\u00f3ria para contar. Abriga um acervo de quatro mil obras. Exibe      rotativamente a cole\u00e7\u00e3o de Gilberto Chateaubriand &#8211; com quadros de Anita Malfatti,      Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Di Cavalcanti e Portinari. Os jardins projetados      por Burle Marx passaram por restaura\u00e7\u00e3o em 2004. H\u00e1 tamb\u00e9m cinemateca, biblioteca      e livraria. Fica na Avenida D. Henrique, bairro Parque do Flamengo. Funciona      de ter\u00e7a a domingo: durante a semana, das 12h \u00e0s 17h20; aos s\u00e1bados e domingos,      das 12h \u00e0s 19h. Informa\u00e7\u00f5es: +55 (21) 2240-4944.<\/p>\n<h4><strong>Museu Hist\u00f3rico Nacional<\/strong><\/h4>\n<p>O conjunto arquitet\u00f4nico tornou-se museu em 1922, no Governo de Epit\u00e1cio      Pessoa, e possui um acervo de valor inestim\u00e1vel com 275 mil pe\u00e7as, entre quadros,      armas, carruagens, mobili\u00e1rio e raridades \u0096 como a pena usada pela Princesa      Isabel na assinatura da Lei \u00c1urea, que aboliu a escravid\u00e3o no Brasil. O Museu      ocupa uma \u00e1rea de 18 mil m\u00b2 e est\u00e1 instalado em tr\u00eas pr\u00e9dios distintos, constru\u00eddos      em diferentes \u00e9pocas: a Casa do Trem, de 1762; o Arsenal Real, de 1822; e      o Anexo para os quart\u00e9is, de 1835. Fica na Pra\u00e7a Mal. \u00c2ncora, bairro Centro.      Recebe visitantes de ter\u00e7a sexta-feira, das 10h \u00e0s 17h, e aos s\u00e1bados e domingos,      das 14h \u00e0s 18h. No domingo, o passeio \u00e9 gratuito. Outras informa\u00e7\u00f5es: +55      (21) 2550-9224.<\/p>\n<h4><strong>Museu Internacional de Arte Na\u00eff<\/strong><\/h4>\n<p>A arte Na\u00eff \u0096 que significa ing\u00eanua, em franc\u00eas \u0096 \u00e9 feita por autodidatas,      sem forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. H\u00e1 obras de 520 artistas nacionais e estrangeiros com      predomin\u00e2ncia das cores vivas e tra\u00e7os irregulares. \u00c9 considerado um dos maiores      acervos do g\u00eanero no mundo. Fica na Rua Cosme Velho, 561, bairro Cosme Velho.<\/p>\n<h4><strong>Museu Nacional de Belas Artes<\/strong><\/h4>\n<p>Abriga raridades de artistas como Victor Meirelles, Rodolfo Amoedo, Pedro      Am\u00e9rico, Almeida Jr. e Eliseu Vasconcelos \u0096 obras que comp\u00f5em a maior      cole\u00e7\u00e3o de arte brasileira do s\u00e9culo XIX. A institui\u00e7\u00e3o conserva tamb\u00e9m valioso      conjunto de pinturas estrangeiras, que inclui telas do barroco italiano, paisagens      do holand\u00eas Frans Post e quadros do franc\u00eas Eug\u00e8ne Boudin. As salas s\u00e3o divididas      por temas e sempre h\u00e1 excelentes mostras tempor\u00e1rias no espa\u00e7o. Fica na Avenida      Rio Branco, 199. Abre para visita\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a a sexta-feira, das 10h \u00e0s 18h,      e aos s\u00e1bados e domingos, das 14h \u00e0s 18h.<\/p>\n<h4><strong>Pal\u00e1cio do Catete \u0096 Museu da Rep\u00fablica<\/strong><\/h4>\n<p>Abrigo do Museu da Rep\u00fablica e sede do poder republicano entre os anos de      1897 e 1960, o Pal\u00e1cio do Catete tem arquitetura neocl\u00e1ssica, com fachada      revestida de granito e m\u00e1rmore rosa e portais emoldurados por m\u00e1rmore branco.      Por ali passaram 18 Presidentes da Rep\u00fablica e ocorreram alguns dos mais importantes      acontecimentos de toda a hist\u00f3ria do Pa\u00eds &#8211; como as decis\u00f5es de participa\u00e7\u00e3o      do Brasil nas duas grandes guerras mundiais e o suic\u00eddio do Presidente Get\u00falio      Vargas. Transformado em museu ap\u00f3s a mudan\u00e7a da Capital Federal para Bras\u00edlia,      o local oferece uma intensa agenda cultural e conta ainda com livraria, bar,      restaurante, loja de variedades e um belo jardim.<\/p>\n<h4><strong>Bondinho do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar<\/strong><\/h4>\n<p>Idealizado em 1908, pelo engenheiro brasileiro Augusto Ferreira Ramos, e      inaugurado em 27 de outubro de 1912, o bondinho do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar completou      90 anos em 2002. Primeiro telef\u00e9rico instalado no Brasil e terceiro no mundo,      \u00e9 um dos mais importantes \u00edcones do turismo carioca, tornando-se uma das principais      marcas registradas da cidade do Rio de Janeiro. Desde sua inaugura\u00e7\u00e3o, o telef\u00e9rico      j\u00e1 transportou mais de 31 milh\u00f5es de turistas. Nos meses de alta temporada      a freq\u00fc\u00eancia di\u00e1ria chega a tr\u00eas mil pessoas. O acesso \u00e9 feito pela Avenida      Pasteur, 520, bairro da Urca.<\/p>\n<h4><strong>Quinta da Boa Vista<\/strong><\/h4>\n<p>O parque faz parte do Solar da Boa Vista, resid\u00eancia real e dos imperadores      do Brasil de 1822 e 1889 &#8211; quando foi proclamada a Rep\u00fablica. Possui uma \u00e1rea      de 155 mil metros quadrados, ajardinada em 1869 segundo projeto do paisagista      franc\u00eas Auguste Glaziou. Ao entrar pelos port\u00f5es laterais, o visitante percorre      a Alameda das Sapucaias e o tra\u00e7ado rom\u00e2ntico, que ainda conta com lagos,      grutas e recantos em seus jardins imperiais. Os amplos jardins abrigam o Museu      Nacional e o Zool\u00f3gico da cidade, al\u00e9m de playgrounds, quadras, locais para      piqueniques e restaurantes. H\u00e1 passeios monitorados e oficina de jardinagem      gr\u00e1tis nos finais de semana.<\/p>\n<h4><strong>S\u00edtio Roberto Burle Marx<\/strong><\/h4>\n<p>Numa \u00e1rea verde com 3.600 m\u00b2, um dos mais importantes paisagistas do nosso      tempo, Roberto Burle Marx, deixou um legado de valor inestim\u00e1vel n\u00e3o s\u00f3 para      a cidade e o povo carioca como tamb\u00e9m para todos aqueles que amam e lutam      pela preserva\u00e7\u00e3o da natureza. Seu s\u00edtio, localizado em Guaratiba, re\u00fane mais      de 3.500 esp\u00e9cies de plantas nacionais e estrangeiras &#8211; muitas em vias de      extin\u00e7\u00e3o \u0096, que, somadas a um fabuloso acervo de obras de arte, uma biblioteca      com mais de 2.500 livros e diversas atividades culturais, acabaram transformando      o local em ponto de visita obrigat\u00f3rio para crian\u00e7as, adultos e estudiosos      das mais diversas partes do mundo. Em 2000, foi tombado pelo Instituto do      Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico (IPHAN). As visitas podem ser feitas mediante agendamento      antecipado e s\u00e3o gratuitas.<\/p>\n<h4><strong>Theatro Municipal<\/strong><\/h4>\n<p>Em plena Cinel\u00e2ndia, pr\u00f3ximo \u00e0 Biblioteca Nacional, ao Museu Nacional de      Belas Artes e ao Pal\u00e1cio Pedro Ernesto, o Theatro Municipal chama aten\u00e7\u00e3o      n\u00e3o s\u00f3 por sua concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica como tamb\u00e9m pela impon\u00eancia de sua      fachada e a beleza de seu interior. Os materiais nobres empregados em sua      constru\u00e7\u00e3o fazem deste teatro &#8211; com capacidade para 2.200 pessoas -, um verdadeiro      templo da cultura. Nos dias em que h\u00e1 ensaio de orquestra, a visita guiada      pode ser cancelada. A entrada \u00e9 feita pela Rua Manuel de Carvalho, bairro      Centro.<\/p>\n<h4>Praias<\/h4>\n<h4><strong>Ipanema<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9, sem d\u00favida, um famoso ponto de encontro da cidade do Rio de Janeiro e      uma das praias mais badaladas da cidade. Tem quadras de futev\u00f4lei, equipamentos      de gin\u00e1stica e, a cada posto de salvamento, h\u00e1 sanit\u00e1rios e chuveiros para      os banhistas que querem tirar o sal do corpo. \u00c9 palco de eventos como o Campeonato      Mundial de V\u00f4lei de Praia.<\/p>\n<h4><strong>Copacabana<\/strong><\/h4>\n<p>Repleta de bares, \u00e9 muito procurada para o chope no final de tarde. A larga      faixa de areia estende-se da Avenida Princesa Isabel at\u00e9 o forte de Copacabana.      \u00c9 em Copacabana que acontece um das mais famosas festas de Reveillon do Pa\u00eds,      com espet\u00e1culos pirot\u00e9cnicos e shows musicais gratuitos.<\/p>\n<h4><strong>Leblon<\/strong><\/h4>\n<p>Praia tranq\u00fcila, com boa estrutura para pr\u00e1tica de esportes e uma ciclovia.      Tem 1,3 km de extens\u00e3o e \u00e9 separada de Ipanema pelo Jardim de Al\u00e1 \u0096 canal      que liga a lagoa Rodrigo de Freitas ao mar.<\/p>\n<h4><strong>Prainha<\/strong><\/h4>\n<p>Praia pequena e com ondas fortes, \u00e9 uma das preferidas dos surfistas. Os      morros a sua volta ainda s\u00e3o cobertos pela rica Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<h4><strong>Grumari<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c1rea de preserva\u00e7\u00e3o ambiental cheia de cost\u00f5es e com mar muito forte. O canto      esquerdo de Grumari \u00e9 conhecido como Abric\u00f3.<\/p>\n<h4><strong>Arpoador<\/strong><\/h4>\n<p>Fica entre o Forte de Copacabana e a Rua Francisco Otaviano com a Avenida      Vieira Souto. \u00c9 famosa pela pedra que invade o mar separando a Praia de Copacabana      e do Diabo, das praias de Ipanema e do Leblon. L\u00e1 de cima pode-se apreciar      uma das vistas mais bonitas da cidade do Rio de Janeiro, com o morro Dois      Irm\u00e3os ao fundo. \u00c9 muito procurada pelos praticantes do surfe.<\/p>\n<h4><strong>Do Pepino<\/strong><\/h4>\n<p>Com ondas fortes, a Praia do Pepino \u00e9 local de pouso das Asas Deltas que      decolam da Pedra da G\u00e1vea.<\/p>\n<h4><strong>Barra da Guaratiba<\/strong><\/h4>\n<p>Urbanizada, vai do trecho do litoral pr\u00f3ximo \u00e0 Restinga da Marambaia. De      l\u00e1, saem trilhas que levam a praias desertas, como as do Inferno, Perigoso      e do Meio.<\/p>\n<h4><strong>Da Barra da Tijuca<\/strong><\/h4>\n<p>Longa e urbanizada, tem ondas fortes com alguns trechos perigosos e desaconselh\u00e1veis      para banhos. Muito procurada para a pr\u00e1tica do surfe.<\/p>\n<h4><strong>Do Pepe<\/strong><\/h4>\n<p>Trecho da praia da Barra da Tijuca em frente \u00e0 Rua Noel Nutels, muito freq\u00fcentada      pelos jovens. O nome presta homenagem ao campe\u00e3o de v\u00f4o livre Pedro Paulo      Carneiro Lopes, o Pep\u00ea \u0096 morto num acidente em 1991.<\/p>\n<h4><strong>De Botafogo<\/strong><\/h4>\n<p>Praia urbana, mas muito polu\u00edda. Proporciona linda vista do Corcovado e do      P\u00e3o de A\u00e7\u00facar.<\/p>\n<h4><strong>Do Flamengo<\/strong><\/h4>\n<p>Tem mar calmo, mas tamb\u00e9m \u00e9 polu\u00edda. A paisagem inclui barcos da Marina da      Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.embratur.gov.br<\/p>\n<h6>Rio de Janeiro<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej7.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Representa\u00e7\u00e3o mais significativa da arte e da cultura popular, o Carnaval      carioca \u00e9 um evento profundamente identificado com as ra\u00edzes e tradi\u00e7\u00f5es brasileiras.<\/p>\n<p>S\u00e3o quatro dias de folia e brincadeira, cujo ponto alto est\u00e1 no tradicional      desfile das Escolas de Samba, que acontece no Samb\u00f3dromo. Sem d\u00favida, a maior      festa tem\u00e1tica realizada no mundo. Ela \u00e9 precedida de uma prepara\u00e7\u00e3o intensa      que passa pela confec\u00e7\u00e3o de fantasias, ensaios nas quadras das escolas e at\u00e9      nos blocos de rua.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Rio<\/strong>\u00a0se prepara n\u00e3o s\u00f3 para essa      data, como tamb\u00e9m para receber seus visitantes com o t\u00edpico esp\u00edrito carioca.      E, em meio ao apelo deslumbrante de fantasias e alegorias, do ritmo alucinante      das baterias e da evolu\u00e7\u00e3o dos passistas e do del\u00edrio do p\u00fablico, o que se      v\u00ea nesses dias de fevereiro ou mar\u00e7o no\u00a0<strong>Rio<\/strong>\u00a0\u00e9      uma grande festa popular, da qual participam brasileiros e estrangeiros, que      se contagiam com a beleza deste acontecimento \u00fanico. Nas ruas, os desfiles      de blocos, das bandas de cada bairro e os bailes promovidos por clubes e hot\u00e9is      da cidade confirmam que o\u00a0<strong>Carnaval<\/strong>\u00a0do\u00a0<strong>Rio<\/strong>,      al\u00e9m de arte, m\u00fasica, literatura e magia, \u00e9 sobretudo alegria.<\/p>\n<h4>Praia de Copacabana<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej8.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 muito dif\u00edcil para quem visita o\u00a0<strong>Rio<\/strong>\u00a0resistir      ao apelo de seus 80km de praias. E Copacabana, com a bel\u00edssima cal\u00e7ada da      Av. Atl\u00e2ntica em mosaicos pretos e brancos, formando as famosas ondas, \u00e9 a      principal respons\u00e1vel por tamanho fasc\u00ednio. Na verdade s\u00e3o duas praias: Leme      e Copacabana, que ocupam uma extens\u00e3o de 4,15km. Freq\u00fcentada tanto de dia      quanto \u00e0 noite, a praia possui quiosques, ciclovia, biciclet\u00e1rios, postos      de salvamento com chuveiros e sanit\u00e1rios, hot\u00e9is, bares e restaurantes. Al\u00e9m      de contar com dois Fortes Militares, um em cada extremidade, com vistas panor\u00e2micas      e abertos \u00e0 visita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4>Corcovado<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej9.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Localizada no topo de uma montanha, a 710 metros de altura, a est\u00e1tua do      Cristo Redentor, no Corcovado, \u00e9, com certeza, um dos monumentos mais admirados      e visitados da cidade. Um passeio que se inicia no bairro do Cosme Velho,      a bordo de um simp\u00e1tico trenzinho que, at\u00e9 chegar ao Cristo, percorre cen\u00e1rios      de rara beleza e forte encantamento visual. J\u00e1 l\u00e1 em cima, o que se v\u00ea \u00e9 puro      \u00eaxtase: Copacabana, Ipanema, Leblon, Jardim Bot\u00e2nico, o Jockey, a Lagoa, enfim,      um\u00a0<strong>Rio de Janeiro<\/strong>, deslumbrante durante o dia,      iluminado e m\u00e1gico quando chega a noite. Sempre sob a prote\u00e7\u00e3o do Cristo que,      do alto do Corcovado, abra\u00e7a e aben\u00e7oa todos aqueles que a cidade acolhe.<\/p>\n<h4>Floresta da Tijuca<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej10.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Localizada no cora\u00e7\u00e3o da cidade, a poucos minutos da maior parte dos bairros      do\u00a0<strong>Rio<\/strong>, a maior floresta urbana do mundo, com      cerca de 3.200 hectares, tem a grande vantagem de mesclar centenas de esp\u00e9cies      da fauna e da flora s\u00f3 encontradas na Mata Atl\u00e2ntica (muitas em processo de      extin\u00e7\u00e3o). A Floresta da Tijuca possui recantos e atrativos hist\u00f3ricos que      merecem ser visitados, como: a Cascatinha, a Capela Mayrink, o<strong>\u00a0<\/strong>Mirante      Excelsior, o<strong>\u00a0<\/strong>Barrac\u00e3o, a Gruta<strong>\u00a0<\/strong>Paulo      e Virg\u00ednia, o Lago das Fadas e o A\u00e7ude da Solid\u00e3o, pontos freq\u00fcentados por      fam\u00edlias inteiras nos fins de semana.<\/p>\n<h4>Forte de Copacabana<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej11.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Constru\u00eddo em 1914, com o objetivo de refor\u00e7ar a defesa da Ba\u00eda de Guanabara,      o Forte de Copacabana oferece aos seus visitantes muitas curiosidades e atra\u00e7\u00f5es.      No\u00a0<strong>Museu Hist\u00f3rico do Ex\u00e9rcito<\/strong>, fatos marcantes      est\u00e3o registrados atrav\u00e9s de exposi\u00e7\u00f5es, exibi\u00e7\u00f5es de v\u00eddeo, maquetes e, at\u00e9,      um setor interativo, original e bastante visitado pelos freq\u00fcentadores do      Forte. Tudo com direito a uma vista panor\u00e2mica de um dos pontos mais belos      de toda a nossa Costa.<\/p>\n<h4>Ipanema<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej12.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Talvez ainda mais irresist\u00edvel do que a musa que inspirou a can\u00e7\u00e3o &#8220;Garota      de Ipanema&#8221;, que a imortalizou, Ipanema \u00e9, sem d\u00favida, um ponto de encontro      famoso do Rio de Janeiro. Sofisticado e com uma intensa vida noturna, o bairro      \u00e9 um feliz encontro de praia, bares e lojas comerciais.<\/p>\n<p>Atra\u00e7\u00e3o permanente durante o dia, a praia tamb\u00e9m recebe um sem-n\u00famero de      freq\u00fcentadores durante a noite. S\u00e3o pessoas que caminham, praticam esportes,      confraternizam nos quiosques tomando \u00e1gua de coco, pedalam pela ciclovia,      enfim, aproveitam a ilumina\u00e7\u00e3o especial do lugar para espairecer e relaxar.      A verdade \u00e9 que a alma do carioca mora em Ipanema, e o visitante, ao andar      pelo cal\u00e7ad\u00e3o e suas ruas, \u00e9 imediatamente contagiado por esse esp\u00edrito.<\/p>\n<h4>Lagoa Rodrigo de Freitas<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej13.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Cercada de bairros e montanhas e abra\u00e7ada pelo Cristo Redentor, a Lagoa Rodrigo      de Freitas impressiona pelo p\u00f4r-do-sol e o reflexo da luz do dia em suas \u00e1guas      pl\u00e1cidas e silenciosas.<\/p>\n<h4>P\u00e3o de A\u00e7ucar<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej14.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Com sua altura significativa e pl\u00e1stica incomum, o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar divide com      o Corcovado o t\u00edtulo de ponto de atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica de onde se tem as mais      belas vistas do Rio. Conhecido cart\u00e3o-postal da cidade, ele \u00e9 alcan\u00e7ado via      telef\u00e9rico, primeiro at\u00e9 o Morro da Urca, onde os visitantes embarcam em um      segundo bondinho, que os levar\u00e1 at\u00e9 o destino final. Do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar podem      ser apreciadas diversas praias do Rio e de Niter\u00f3i, al\u00e9m de uma densa vegeta\u00e7\u00e3o      de Mata Atl\u00e2ntica e algumas edifica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas como o Forte de Santa Cruz      e a Ilha Fiscal.<\/p>\n<h4>Praia da Barra da Tijuca<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej15.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>A extens\u00e3o, em torno de 18km, \u00e9 o que mais impressiona nesta que \u00e9 a maior      praia do Rio. De \u00e1guas esverdeadas e l\u00edmpidas, e com uma forma\u00e7\u00e3o de ondas      bastante peculiar, a Praia da Barra da Tijuca \u00e9 uma das mais procuradas pelos      praticantes de surfe, windsurf, bodyboarding e pesca de beira. Com muitos      bares, quiosques e restaurantes, a Barra tem atra\u00eddo um n\u00famero cada vez maior      de visitantes.<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0jandleo.vilabol.uol.com.br<\/p>\n<h6>Rio de Janeiro<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria do Rio de Janeiro<\/h4>\n<p><strong>Como foram exterminados os \u00edndios tamoios que viviam \u00e0s margens da      Lagoa Rodrigo de Freitas<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 houve uma lei que isentava de impostos quem erguesse engenhos de cana      no Brasil. Isto porque, naquela \u00e9poca, o a\u00e7\u00facar constitu\u00eda mercadoria preciosa,      servindo inclusive para ativar o com\u00e9rcio internacional. Os engenhos precisavam      de muitas terras e essas eram, na grande maioria, ocupadas pelos \u00edndios.<\/p>\n<p>Entre 1575 e 1578 o Rio de Janeiro foi governado por Ant\u00f4nio Salema, um jurista,      formado em Coimbra, que tinha como principal caracter\u00edstica, odiar os \u00edndios      Tamoios. Salema pretendia instalar um engenho de cana nas margens da atual      Lagoa Rodrigo de Freitas. Como estas terras eram ocupadas pelos Tamoios, Salema      usou um m\u00e9todo trai\u00e7oeiro para extermin\u00e1-los: espalhou pelas margens, roupas      que haviam sido usadas por doentes de var\u00edola. Os \u00edndios decidiram vesti-las      e se contaminaram. Acabaram mortos.<\/p>\n<p>Assim, a Lagoa Piragu\u00e1 (\u00e1gua parada) ou Sacopenapan (caminho dos soc\u00f3s) foi      cen\u00e1rio do grande massacre. O Engenho D&#8217;El Rei foi constru\u00eddo onde hoje funciona      o Centro de Recep\u00e7\u00e3o aos Visitantes do Jardim Bot\u00e2nico.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej16.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><br \/>\n     Quadro de Eduardo Cam\u00f5es<\/strong><\/p>\n<h4><strong>Os v\u00e1rios nomes da Lagoa Rodrigo de Freitas<\/strong><\/h4>\n<p>Al\u00e9m de Lagoa Piragu\u00e1 (\u00e1gua parada) ou Sacopenapan (caminho dos soc\u00f3s), chamaram-na      tamb\u00e9m de Lagoa de Amorim Soares. O vereador Amorim Soares foi expulso da      cidade em 1609.<\/p>\n<p>Ele havia comprado o Engenho D&#8217;El Rei do Governador Salema. Com a expuls\u00e3o,      tratou de vender as terras para seu genro, Sebasti\u00e3o Fagundes Varela, que      comprou e invadiu os terrenos vizinhos e onze anos depois j\u00e1 era dono de todas      as terras da regi\u00e3o, at\u00e9 o Leblon.<\/p>\n<p>Mais tarde, a viuva de Varela, Petronilha, de 50 anos, casou-se com Rodrigo      de Freitas, de apenas 18 anos, dando seu nome \u00e0 lagoa. Rodrigo de Freitas      morreu em Portugal em 12 de julho de 1748. Hoje, passados 250 anos, continuamos      a cham\u00e1-la de Rodrigo de Freitas, mas pouca gente conhece essa hist\u00f3ria que      acabamos de contar.<\/p>\n<p><strong>Sobre Ant\u00f4nio Salema e os \u00edndios, esta hist\u00f3ria precisa ser contada      e lembrada:<\/strong><\/p>\n<p>A chamada &#8220;Guerra de Cabo Frio&#8221; aconteceu em 1575. O Governador      do Rio de Janeiro, Antonio Salema, reuniu poderoso ex\u00e9rcito com gente da Guanabara,      S\u00e3o Vicente e Esp\u00edrito Santo, apoiado por grande tropa tupiniquim catequizada.      Os oficiais e soldados seguiram por terra e mar, tendo como objetivo liquidar      o \u00faltimo basti\u00e3o da &#8220;Confedera\u00e7\u00e3o dos Tamoios&#8221; e acabar com o dom\u00ednio      franc\u00eas que j\u00e1 durava 20 anos em Cabo Frio.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o cerco e a rendi\u00e7\u00e3o da fortaleza franco-tamoia, dois franceses, um      ingl\u00eas e o paj\u00e9 tupinamb\u00e1 foram enforcados; 500 guerreiros foram assassinados      a sangue frio e aproximadamente 1500 \u00edndios foram escravizados. As tropas      vencedoras ainda entraram pelo sert\u00e3o, queimaram aldeias, mataram mais de      10.000 \u00edndios e aprisionaram outros tantos. Os sobreviventes refugiaram-se      na Serra do Mar e Cabo Frio.<\/p>\n<p>A baixada litor\u00e2nea, de Maca\u00e9 at\u00e9 Saquarema, devido \u00e0 carnificina levada      a efeito contra os \u00edndios, verdadeiros donos das terras, ficou transformada      em um verdadeiro deserto humano, e somente movimentada com a passagem espor\u00e1dica      dos Goytacazes que incursionavam por estas terras \u00e0 procura da ca\u00e7a e pesca.<\/p>\n<h4>OS MIST\u00c9RIOS DA PEDRA DA G\u00c1VEA<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej17.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>No alto da montanha aparece a face de um anci\u00e3o.<\/p>\n<p>Misteriosas inscri\u00e7\u00f5es completam o quadro.<\/p>\n<h4><strong>Seria um elo entre o presente e o passado esquecido?<\/strong><\/h4>\n<p>Entre S\u00e3o Conrado e Barra da Tijuca uma grande montanha de pedra, com 842      metros de altitude, surge das \u00e1guas do oceano Atl\u00e2ntico. Sua parte superior      tem a forma de uma g\u00e1vea, muito comum nas antigas caravelas. Da\u00ed o nome, dado      pelos portugueses: &#8220;Pedra da G\u00e1vea&#8221;. Um observador mais atento notar\u00e1      que esta parte superior da pedra, vista do Leblon, se assemelha a um sarc\u00f3fago      eg\u00edpcio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da face mais conhecida, voltada para o norte, h\u00e1 uma outra, inacabada,      voltada para o sudeste. Por que n\u00e3o foi conclu\u00edda? A semelhan\u00e7a entre ambas      \u00e9 algo de not\u00e1vel.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitas inscri\u00e7\u00f5es que n\u00e3o poderiam ter sido feitas pela natureza. A origem      dessas inscri\u00e7\u00f5es tem sido motivo de discuss\u00f5es por anos e anos, mas parece      n\u00e3o haver um maior interesse em esclarecer a verdade.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej18.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><br \/>\n     Nesta foto de Daniela Teixeira podemos ver a face voltada para o sudeste<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej19.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<h4><strong>Os fen\u00edcios estiveram aqui<\/strong><\/h4>\n<p>H\u00e1 quem garanta ser a Pedra da G\u00e1vea o t\u00famulo de um Rei Fen\u00edcio.<\/p>\n<p>As inscri\u00e7\u00f5es na Pedra, seu formato e as faces esculpidas d\u00e3o for\u00e7a a esta      teoria.<\/p>\n<h4><strong>LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISNEOF RUZT<\/strong><\/h4>\n<p>Alguns sinais da Pedra da G\u00e1vea chamaram a aten\u00e7\u00e3o do Imperador D. Pedro      I,<\/p>\n<p>embora existam documentos da \u00e9poca do descobrimento que j\u00e1 faziam refer\u00eancia      a estes sinais.<\/p>\n<p><strong>Em 1963 o arqueologista e professor Bernardo A. Silva traduziu as      inscri\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<p>LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISINEOF RUZT<\/p>\n<p><strong>Lidas de tr\u00e1s para a frente:<\/strong><\/p>\n<p>TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL<\/p>\n<p><strong>Tyro Phoenicia, Badezir primog\u00eanito de Jethbaal<\/strong><\/p>\n<p>Em 856 AC Badezir assumiu o lugar de seu pai no trono real de TYRO.<\/p>\n<h4><strong>Poderia ser a Pedra da G\u00e1vea um t\u00famulo fen\u00edcio?<\/strong><\/h4>\n<p>S\u00edtios fen\u00edcios foram encontrados em outros pontos do Brasil, o que confirma      que eles estiveram por aqui. O mist\u00e9rio continua. Enquanto n\u00e3o aparecem novas      evid\u00eancias, a face de Badezir continuar\u00e1 a observar a maravilhosa paisagem      do Rio de Janeiro e a guardar seus segredos pela eternidade.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej20.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>H\u00e1 teorias que falam de um mundo subterr\u00e2neo de Agartha, cuja capital seria      Shambala. Uma das entradas desse mundo, no Brasil, estaria na Pedra da G\u00e1vea.<\/p>\n<p>Outra entrada estaria em Sete Cidades, no Piau\u00ed, e haveria uma terceira na      Serra do Roncador.<\/p>\n<p>Dizem que alpinistas viram estranhas luzes esverdeadas no local em que estaria      o portal desse mundo desconhecido.<\/p>\n<p>As duas entradas principais seriam nos p\u00f3los norte e sul da Terra. Mas isso      \u00e9 assunto para ser pesquisado. E voc\u00ea, o que acha?<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej21.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<h4>O MORRO DO CASTELO<\/h4>\n<p><strong>1567 &#8211; 1922<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej22.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria do Morro do Castelo come\u00e7a no s\u00e9culo 16, quando a cidade se mudou      do Morro Cara de C\u00e3o. A mudan\u00e7a ocorreu em 1567, dois anos depois da sua funda\u00e7\u00e3o,      quando os 120 portugueses, comandados por Mem de S\u00e1, derrotaram os franceses,      comandados por Nicolau Durand de Villegaignon.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a foi necess\u00e1ria porque o Cara de C\u00e3o era pequeno para abrigar tanta      gente. O Morro do Castelo foi escolhido por raz\u00f5es de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Os portugueses tinham o costume de construir vilarejos em pontos elevados      e o Morro do Castelo era uma das quatro colinas existentes no Centro do Rio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do Castelo, havia os morros de Santo Ant\u00f4nio, S\u00e3o Bento e da Concei\u00e7\u00e3o.      Do Castelo tinha-se uma vis\u00e3o privilegiada de boa parte da Ba\u00eda de Guanabara,      o que facilitava a defesa. Al\u00e9m disso, era cercado por lagoas e manguezais,      que dificultavam um ataque. Os \u00edndios Tamoios, pouco d\u00f3ceis e inimigos naturais      dos portugueses, tinham medo das colinas, pois as associavam a coisas demon\u00edacas.      Finalmente, a inclina\u00e7\u00e3o do morro favorecia o escoamento dos detritos. Naquela      \u00e9poca, como atualmente em algumas favelas, jogava-se lixo na rua e a chuva      tratava de lev\u00e1-lo encosta abaixo.<\/p>\n<p>Assim nasceu a cidade, com cerca de 600 pessoas, entre elas os fundadores      que vieram com Est\u00e1cio e Mem de S\u00e1, jesu\u00edtas, \u00edndios catequizados, alguns      franceses e umas poucas mulheres. Esses pioneiros ocupavam os 184 mil metros      quadrados da colina, com limites nas atuais Rua S\u00e3o Jos\u00e9, Santa Luzia, M\u00e9xico      e Largo da Miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<h4><strong>A ORIGEM DO NOME &#8220;CASTELO&#8221;<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej23.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>De in\u00edcio, logo no primeiro ano de ocupa\u00e7\u00e3o, o morro ganhou suas primeiras      constru\u00e7\u00f5es. Em 1567 foi erguido o Forte de S\u00e3o Janu\u00e1rio, rebatizado mais      tarde de S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Ficava na parte posterior do morro e foi feito, como      as demais constru\u00e7\u00f5es, de pedra e \u00f3leo de baleia. As paredes internas tinham      um metro de espessura e sua apar\u00eancia era a de um castelo, da\u00ed o nome do lugar.      Meses antes o Morro do Castelo chegou a ser chamado de &#8220;Morro do Descan\u00e7o&#8221;.<\/p>\n<p>Em seguida foi constru\u00edda a Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, o primeiro templo do      Rio, que se assemelhava a uma fortaleza. Tinha duas torres sineiras, usadas      na vigil\u00e2ncia da costa.<\/p>\n<p>No Morro do Castelo foram constru\u00eddos o primeiro sobrado da cidade, a Casa      de C\u00e2mara e a Cadeia. A Igreja e o Col\u00e9gio dos Jesu\u00edtas exerceram intensa      atividade no Castelo at\u00e9 a expuls\u00e3o dos padres desta Ordem pelo Marqu\u00eas de      Pombal, em 1759. Com a sa\u00edda dos religiosos o col\u00e9gio virou Pal\u00e1cio S\u00e3o Sebasti\u00e3o,      depois hospital militar e, em 1877, hospital infantil S\u00e3o Zacarias.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej24.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>As dificuldades do dia-a-dia n\u00e3o compensavam a seguran\u00e7a do isolamento. Assim,      a nobreza carioca do s\u00e9culo 16 desceu a ladeira, a Ladeira da Miseric\u00f3rdia,      que era o \u00fanico acesso ao Morro no in\u00edcio da sua ocupa\u00e7\u00e3o. Da Rua da Miseric\u00f3rdia,      a mais antiga do Rio, sobrou apenas uma via sem sa\u00edda, com 40 metros e cal\u00e7amento      p\u00e9-de-moleque do s\u00e9culo 17, no Largo da Miseric\u00f3rdia, que poucos cariocas      reverenciam em meio ao corre-corre e a agita\u00e7\u00e3o do Centro.<\/p>\n<p>Foi pela Ladeira da Miseric\u00f3rdia que a elite desceu os 64 metros do Morro      do Castelo e seguiu em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 v\u00e1rzea, a partir de 1570. Apenas o pessoal      menos favorecido, principalmente pescadores, permaneceu no alto do morro,      pois n\u00e3o foi contemplado com a distribui\u00e7\u00e3o de sesmarias, terras doadas pelo      governador-geral, em nome da Coroa Portuguesa.<\/p>\n<p>Com a mudan\u00e7a, veio a decad\u00eancia e o local ficou marginalizado, evitado pelos      cariocas. Com as obras que mudaram o centro da cidade no in\u00edcio do s\u00e9culo      passado, muitas fam\u00edlias desalojadas encontraram abrigo no Morro do Castelo.      Mas isso s\u00f3 duraria at\u00e9 1922, quando o Prefeito do Distrito Federal, engenheiro      Carlos Sampaio, decretou o fim do morro. Foram muitas as justificativas, entre      elas a falta de espa\u00e7o para abrigar a exposi\u00e7\u00e3o comemorativa do centen\u00e1rio      da Independ\u00eancia. Diziam, tamb\u00e9m, que o Morro do Castelo prejudicava a ventila\u00e7\u00e3o      da \u00e1rea central da cidade. Assim, com jatos d&#8217;\u00e1gua, motores el\u00e9tricos e m\u00e1quinas      a vapor, acabaram com o ber\u00e7o da cidade.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej25.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Mesmo tendo o Rio um milh\u00e3o e duzentos mil habitantes coube a um paulista,      Monteiro Lobato, reagir contra a obra. Foram demolidos 300 im\u00f3veis e retirados      66 mil metros c\u00fabicos de terra. A popula\u00e7\u00e3o foi removida para os sub\u00farbios      e os principais objetos de valor, como o marco inaugural da cidade, pinturas      e esculturas do s\u00e9culo 17, transferidos para v\u00e1rios pontos da cidade. No Col\u00e9gio      Santo In\u00e1cio est\u00e3o as imagens do Cristo Crucificado, de Jo\u00e3o Evangelista e      da Virgem Maria, al\u00e9m da Porta Principal da antiga Igreja dos Jesu\u00edtas. Na      Igreja dos Capuchinhos est\u00e3o o Marco Inaugural e t\u00famulo de Est\u00e1cio de S\u00e1.<\/p>\n<p>A terra retirada do Castelo foi usada para aterrar parte da Urca, Lagoa Rodrigo      de Freitas, Jardim Bot\u00e2nico, \u00e1rea do J\u00f3quei Clube, e muitas \u00e1reas da ba\u00eda      de Guanabara. Vale lembrar que a Rua Santa Luzia, onde est\u00e3o a Igreja de Santa      Luzia e a Santa Casa de Miseric\u00f3rdia, ficava junto ao mar.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/riodej26.jpg\" alt=\"Rio de Janeiro\" title=\"Rio de Janeiro\" \/><\/p>\n<p>Esta \u00e9, segundo historiadores, a apar\u00eancia da cidade no s\u00e9culo 16. Podemos      ver o forte de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, conhecido como &#8220;castelo da cidade&#8221;,      e que deu o nome ao morro (a grande constru\u00e7\u00e3o retangular com um p\u00e1tio central      e extremos pontudos onde ficavam as guaritas). O grande complexo, com um pr\u00e9dio      comprido, quase 200 metros de extens\u00e3o, com muitas janelas, era o conjunto      dos jesu\u00edtas, com escola, hosp\u00edcio e igreja. A outra igreja era a S\u00e9. Na sua      frente o fortim chamado de Baluarte de S\u00e3o Janu\u00e1rio.<\/p>\n<p>Na v\u00e1rzea temos, na ponta do Calabou\u00e7o, o forte de S\u00e3o Tiago, e os primeiros      pr\u00e9dios da Santa Casa, o qual englobava a igreja de Nossa Senhora do Bonsucesso,      a \u00fanica de p\u00e9 at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>O tecido urbano j\u00e1 come\u00e7a a se espraiar. Temos, como ruas tra\u00e7adas, as seguintes      tendo como ponto inicial o largo no topo do morro:<\/p>\n<p>\u00c0 direita da foto temos a ladeira do Po\u00e7o do Porteiro ou do Semin\u00e1rio, saindo      do lado da S\u00e9 e se dirigindo a atual Cinel\u00e2ndia. Terminava mais ou menos onde      hoje \u00e9 a Biblioteca Nacional. \u00c0 esquerda temos a ladeira da Miseric\u00f3rdia,      da qual ainda sobra um peda\u00e7o junto \u00e0 Santa Casa. Dirigindo-se para baixo      da foto temos a ladeira do Castelo, que j\u00e1 na v\u00e1rzea se conecta com a rua      S\u00e3o Jos\u00e9, e rua da Miseric\u00f3rdia atrav\u00e9s do beco do Cotovelo. A rua da Miseric\u00f3rdia      come\u00e7ava aos p\u00e9s da ladeira do mesmo nome e iria se conectar mais a frente      com a rua Direita, atual Primeiro de Mar\u00e7o.<\/p>\n<p>As praias vistas aqui s\u00e3o a de Santa Luzia, onde hoje \u00e9 a rua Santa Luzia      e a do Boqueir\u00e3o. Do outro lado do morro temos as praias da Pia\u00e7ava, bem junto      ponta do Calabou\u00e7o e, como continua\u00e7\u00e3o dela, a praia de D.Manoel, onde hoje      \u00e9 a rua D.Manuel.<\/p>\n<p>A cidade n\u00e3o devia ter, nessa \u00e9poca, pouco mais de centenas de pessoas. Como      pode se ver, havia pouqu\u00edssimas resid\u00eancias, sendo quase todos os pr\u00e9dios      aqui mostrados, sacros, p\u00fablicos ou b\u00e9licos.<\/p>\n<p>Essa maquete pode ser vista no Museu da Cidade, na G\u00e1vea.<\/p>\n<p>Fonte: www.almacarioca.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rio de Janeiro, Cidade, Hist\u00f3ria, Clima, Geografia, Turismo, Cristo, Praias, Transporte, Gastronomia, Rio de Janeiro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[88],"tags":[],"class_list":["post-47765","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-turismo"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Rio de Janeiro, Cidade, Hist\u00f3ria Rio de Janeiro<\/title>\n<meta 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