{"id":47557,"date":"2016-06-14T12:16:08","date_gmt":"2016-06-14T12:16:08","guid":{"rendered":"http:\/\/cms.portalsaofrancisco.com.br\/?p=47557"},"modified":"2016-06-14T12:26:56","modified_gmt":"2016-06-14T12:26:56","slug":"mato-grosso-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/turismo\/mato-grosso-do-sul","title":{"rendered":"Mato Grosso do Sul"},"content":{"rendered":"<h4>Hist\u00f3ria de Mato Grosso do Sul<\/h4>\n<p><strong>Hist\u00f3ria do surgimento do estado<\/strong><\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA<\/strong><\/p>\n<p>A descoberta do continente americano por Crist\u00f3v\u00e3o Colombo em 1492 fez surgir      entre Portugal e Espanha a disputa pelas terras, o que culminou no Tratado      de Tordesilhas em 1494, o qual visava dividir o territ\u00f3rio entre as duas na\u00e7\u00f5es.      Com a vinda de Pedro \u00c1lvares Cabral, teve in\u00edcio a coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa      ao continente que posteriormente viria ser conhecido como Brasil.<\/p>\n<p>H\u00e1 not\u00edcias de que o primeiro portugu\u00eas a pisar no que hoje \u00e9 Mato Grosso      do Sul, teria sido Aleixo Garcia, por volta de 1524. Ele partira de Santa      Catarina, atravessou a Serra de Maracaju, desceu o rio Miranda e, pelo rio      Paraguai, chegou \u00e0 Assun\u00e7\u00e3o. Aleixo buscava as riquezas das minas do Peru,      difundidas em est\u00f3rias da \u00e9poca.<\/p>\n<p>Pelo Pantanal (conhecido como mar do Xara\u00e9s) e por outras terras de Mato      Grosso do Sul em geral passaram numerosas bandeiras em dire\u00e7\u00e3o ao Norte, ao      Peru e ao Paraguai. As regi\u00f5es do Ivinhema, do Iguatemi e a serra de Maracaju      eram bem conhecidas dos bandeirantes e muito utilizadas em suas rotas fluviais.<\/p>\n<p>Com o objetivo de aprisionar \u00edndios, Pascoal Moreira Cabral chegou ao territ\u00f3rio      dos Coxipon\u00e9s (atual Cuiab\u00e1) em 1718, onde descobriu ouro abundante junto      ao rio Coxip\u00f3 Mirim. Em 8 de abril de 1719 nascia o arraial de Forquilha,      que transformaria mais tarde na cidade de Cuiab\u00e1, iniciando se na regi\u00e3o a      corrida pelo ouro.<\/p>\n<p>Neste mesmo ano, os irm\u00e3os Leme bem armados, com escravos e recursos, seguiram      um caminho diferente para Forquilha atravessando um lugar conhecido como Camapu\u00e3.      Os quatro homens fizeram uma parada e, em 1719, fundava se o primeiro n\u00facleo      de Mato Grosso do Sul, com a fixa\u00e7\u00e3o dos primeiros homens brancos: a fazenda      Camapu\u00e3.<\/p>\n<p>Outros povoados come\u00e7am a nascer no correr dos anos e tamb\u00e9m fortifica\u00e7\u00f5es      militares tais como o Forte Coimbra em 1775; o Arraial de Nossa Senhora da      Concei\u00e7\u00e3o de Albuquerque (atual Lad\u00e1rio) em 1778; o pres\u00eddio de Miranda, em      1797, \u00e0s margens do rio Mondego (que passaria a chamar se, da\u00ed em diante,      de Miranda). A fun\u00e7\u00e3o era tanto de apoio aos viajantes que seguiam atr\u00e1s do      ouro f\u00e1cil do Cuiab\u00e1 quanto de demarcar e vigiar as fronteiras portuguesas      contra os poss\u00edveis ataques espanh\u00f3is.<\/p>\n<p>Tudo ia relativamente bem no Centro Oeste brasileiro, mas n\u00e3o por muito tempo.      Com a morte de seu pai, em 16 de setembro de 1862, o general Francisco Solano      Lopez herda o governo Paraguaio e d\u00e1 larga ao sonho de conquistar territ\u00f3rios      litigiosos argentinos e brasileiros. \u00c9 assim que no final de 1864 e, mais      ferrenhamente, no in\u00edcio de 1865 a capitania de Mato Grosso \u00e9 invadida pelos      soldados de Solano Lopez. A Guerra do Paraguai (1864 1869) destruiu cidades      como as de Nioaque, Miranda e Corumb\u00e1, que apenas em 1870 puderam come\u00e7ar      a ser reconstru\u00eddas.<\/p>\n<p>A primeira tentativa de se criar um novo Estado ocorreu em 1892 por iniciativa      de alguns revolucion\u00e1rios liderados pelo coronel Jo\u00e3o da Silva Barbosa. Em      1932, com a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista, foi criado o Estado de Maracaju,      abrangendo quase todo o sul de Mato Grosso, que teve Vespasiano Martins como      seu primeiro governador. No mesmo ano, foi criada a Liga Sul Mato Grossense,      propugnando pela autonomia do sul.<\/p>\n<p>Em 1974, o governo federal, pela Lei Complementar n\u00ba 20, estabelece a legisla\u00e7\u00e3o      b\u00e1sica para a cria\u00e7\u00e3o de novos Estados e territ\u00f3rios, reacendendo a campanha      pela autonomia. No dia 11 de outubro de 1977, o presidente Geisel assinava      a Lei Complementar n\u00ba 3.<\/p>\n<p>Fonte: www.portalms.com.br<\/p>\n<h6>Mato Grosso do Sul<\/h6>\n<p class=\"google\">\n<h4>Voc\u00ea sabe como surgiu Mato Grosso do Sul?<\/h4>\n<p>No final do s\u00e9culo passado, os coron\u00e9is Jango Mascarenhas e Jo\u00e3o Caetano      Teixeira Muzzi (chefes pol\u00edticos do sul de Mato Grosso) e o advogado ga\u00facho      Barros Cassal, refugiado das guerras pol\u00edticas do Rio Grande do Sul, foram      os que movimentaram as primeiras manifesta\u00e7\u00f5es separatistas.<\/p>\n<p>Perseguidos pelos advers\u00e1rios, Mascarenhas e Teixeira Muzzi asilaram-se no      Paraguai e Barros Cassal foi assassinado em Nioaque.<\/p>\n<p>Sem seus l\u00edderes, a ainda pequena a popula\u00e7\u00e3o do sul do Estado, a bandeira      separatista caiu nas m\u00e3os de chefes armados, que se serviram dela para promover      correrias e justificar depreda\u00e7\u00f5es nas propriedades de advers\u00e1rios pol\u00edticos.      A progressiva ades\u00e3o do povo sul-mato-grossense foi em conseq\u00fc\u00eancia da pol\u00edtica      regionalista e discriminat\u00f3ria adotadas pelos dirigentes de Cuiab\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o      ao sul do Estado.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca, disputava-se, pelas for\u00e7as das armas, a superioridade do Estado.      Os l\u00edderes pol\u00edticos do norte, estimulavam disc\u00f3rdias e a rivalidade entre      os chefes pol\u00edticos do sul, depunham governadores que haviam sido eleitos      legalmente, lan\u00e7ando uns contra os outros, para assim enfraquec\u00ea-los e dessa      forma assegurar o dom\u00ednio do norte.<\/p>\n<p>Esse comportamento das lideran\u00e7as nortista, fez crescer o descontentamento      dos sulistas. At\u00e9 mesmo para constru\u00e7\u00e3o de uma obra, ou reforma, n\u00f3s depend\u00edamos      de Cuiab\u00e1, que levava meses, e at\u00e9 anos para autorizar a execu\u00e7\u00e3o de nossos      planos.<\/p>\n<p>As dist\u00e2ncias entre o sul e a capital do Estado eram enormes, ou usava-se      o transporte a\u00e9reo, que ainda estava no come\u00e7o, pois foi nos anos 40, ou o      acesso com o barco a vapor, que partia de Corumb\u00e1 e levava oito dias para      chegar a Cuiab\u00e1.<\/p>\n<p>Os l\u00edderes pol\u00edticos do norte, manobravam as conven\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias, para      que os representantes do Estado fossem daquela regi\u00e3o, os poucos representantes      do sul, eram quase sempre pol\u00edticos radicados no sul, mas natural do norte.      Na verdade mesmo, o povo do sul era considerado apenas \u0093contribuinte\u0094.<\/p>\n<p>No sul, a avers\u00e3o contra o governo de Cuiab\u00e1, engrossava o movimento separatista,      tanto \u00e9 que mais tarde, nas Revolu\u00e7\u00f5es de 1930 e 1932, o sul ficou do lado      dos revolucion\u00e1rios, enquanto o norte, com o governador \u00e0 frente, ficou solid\u00e1rio      com o governo central.<\/p>\n<p>In\u00fameras foram as vezes que os grupos separatistas se fortaleceram, e foram      enfraquecidos em suas lutas pela divis\u00e3o, at\u00e9 que o General Ernesto Geisel      foi empossado na Presid\u00eancia da Rep\u00fablica e nomeou o General Golbery de Couto      e Silva, para a chefia de sua casa civil, mas poucos se lembravam que esses      dois militares, haviam estado em Mato Grosso, h\u00e1 cerca de 20 anos para estudar      a viabilidade da divis\u00e3o do Estado, concluindo que a divis\u00e3o n\u00e3o era s\u00f3 vi\u00e1vel,      mas necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>O Presidente Geisel encaminhou o projeto de lei ao Congresso Nacional, propondo      a cria\u00e7\u00e3o de um novo Estado, que teria o nome de Campo Grande e a capital      teria o mesmo nome. Sob a presid\u00eancia de Paulo Machado, ressurge a Liga Sul-Mato-Grossense,      apoiando a iniciativa do Presidente da Rep\u00fablica, dirigindo apelo ao Presidente      e ao Congresso Nacional, mostrando o desejo de que o nome do Estado fosse      Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<p>Sendo aprovado o projeto de lei pelo congresso e encaminhado \u00e0 san\u00e7\u00e3o presidencial,      em 11 de outubro de 1977, em cerim\u00f4nia realizada no Pal\u00e1cio do Planalto, com      presen\u00e7a de autoridades de Mato Grosso, o Presidente Geisel sancionou a Lei      Complementar n\u00ba 31, que criava o Estado.<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o de 1978, o engenheiro Harry Amorim Costa, foi nomeado pelo presidente      para o cargo de governador do Estado.<\/p>\n<p>Foi formada ent\u00e3o uma Comiss\u00e3o Especial, com seis membros, para assessorar      o governo federal e os governos dos dois Estados, com representantes dos Minist\u00e9rios      do Interior, da Justi\u00e7a e do Planejamento, al\u00e9m de representantes do Dasp.      Essa Comiss\u00e3o promoveu o levantamento e a divis\u00e3o, nos termos da lei, do patrim\u00f4nio      e do pessoal das administra\u00e7\u00f5es direta e indireta do Estado de Mato Grosso      e assessorou o Governador de Mato Grosso do Sul na organiza\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o      da administra\u00e7\u00e3o estadual e do Tribunal de Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>A 1\u00ba de mar\u00e7o de 1979, foi instalado oficialmente o governo de Mato Grosso      do Sul, com a posse do governador Harry Amorim Costa, em sess\u00e3o solene no      Teatro Glauce Rocha e a presen\u00e7a do Presidente Ernesto Geisel e seus Ministros.<\/p>\n<p>A primeira elei\u00e7\u00e3o s\u00f3 ocorreu em 1982. Para justificar o desmembramento,      o governo federal argumentou que o antigo Estado dispunha de \u00e1rea muito extensa,      que dificultava a administra\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de apresentar claras diferen\u00e7as ecol\u00f3gicas.<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.reporternews.com.br<\/p>\n<h6>Mato Grosso do Sul<\/h6>\n<h4>Historia do Mato Grosso do Sul<\/h4>\n<p>Mato Grosso do Sul \u00e9 uma das 27 unidades federativas do Brasil. Est\u00e1 localizado      ao sul da regi\u00e3o Centro-Oeste. Tem como limites os estados de Goi\u00e1s a nordeste,      Minas Gerais a leste, Mato Grosso (norte), Paran\u00e1 (sul) e S\u00e3o Paulo (sudeste),      al\u00e9m da Bol\u00edvia (oeste) e o Paraguai (oeste e sul). Sua popula\u00e7\u00e3o estimada      em 2009 \u00e9 de 2.360.498 habitantes, conferindo ao estado a 21\u00aa popula\u00e7\u00e3o. Possui      uma \u00e1rea de 358.124,962 km\u00b2, sendo ligeiramente maior que a Alemanha.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/matogr1.jpg\" alt=\"Mato Grosso do Sul\" title=\"Mato Grosso do Sul\" \/><br \/>\n<strong>Bandeira do Mato Grosso do Sul<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/matogr2.jpg\" alt=\"Mato Grosso do Sul\" title=\"Mato Grosso do Sul\" \/><br \/>\n<strong>Bras\u00e3o do Mato Grosso do Sul<\/strong><\/p>\n<h4>Dados<\/h4>\n<p><strong>Gent\u00edlico:\u00a0<\/strong>sul-mato-grossense, mato-grossense-do-sul      ou guaicuru<\/p>\n<p><strong>Regi\u00e3o Centro-Oeste<\/strong><\/p>\n<p><strong>Estados lim\u00edtrofes<\/strong>\u00a0Bol\u00edvia (NO), Paraguai (OS),      GO (NE), MG (L), MT (N), PR (S) e SP (SE)<\/p>\n<p><strong>Mesorregi\u00f5es<\/strong>\u00a04<\/p>\n<p><strong>Microrregi\u00f5es<\/strong>\u00a011<\/p>\n<p><strong>Munic\u00edpios<\/strong>\u00a079<\/p>\n<p><strong>Capital<\/strong>\u00a0Campo Grande<\/p>\n<p><strong>\u00c1rea<\/strong><\/p>\n<p><strong>Total<\/strong>\u00a0358.124,962 km\u00b2 (6\u00ba)<\/p>\n<p><strong>Popula\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong>2009<\/p>\n<p><strong>Estimativa<\/strong>\u00a02.360.498 hab. (21\u00ba)<\/p>\n<p><strong>Censo<\/strong>\u00a02000 2.078.001<\/p>\n<p><strong>Densidade<\/strong>\u00a06,52 hab.\/km\u00b2 (20\u00ba)<\/p>\n<p><strong>Economia 2006<\/strong><\/p>\n<p><strong>PIB<\/strong>\u00a0R$28.121.000,00 (17\u00ba)<\/p>\n<p><strong>PIB per capita\u00a0<\/strong>R$12.411,00 (11\u00ba)<\/p>\n<p><strong>Indicadores 2000<\/strong><\/p>\n<p><strong>IDH<\/strong>\u00a00,802 (2005)[1] (8\u00ba) \u0096 elevado<\/p>\n<p><strong>Esper. de vida<\/strong>\u00a073,5 anos (6\u00ba)<\/p>\n<p><strong>Mort. infantil<\/strong>\u00a018,5\/mil nasc. (5\u00ba)<\/p>\n<p><strong>Analfabetismo<\/strong>\u00a09% (10\u00ba)<\/p>\n<p><strong>Fuso hor\u00e1rio<\/strong>\u00a0UTC-4<\/p>\n<p><strong>Clima\u00a0<\/strong>Subtropical, tropical de altitude e tropical      Cfa, Cwa, Aw<\/p>\n<p><strong>Sigla<\/strong>\u00a0BR-MS<\/p>\n<p><strong>Site governamental<\/strong>\u00a0www.ms.gov.br<\/p>\n<h4><strong>Hino do estado de Mato Grosso do Sul<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Letra por Jorge Antonio Siufi e Ot\u00e1vio Gon\u00e7alves Gomes<\/strong><\/p>\n<p>Os celeiros de farturas,<br \/>\n     Sob um c\u00e9u de puro azul,<br \/>\n     Reforjaram em Mato Grosso do Sul<br \/>\n     Uma gente audaz.<\/p>\n<p>Tuas matas e teus campos,<br \/>\n     O esplendor do Pantanal,<br \/>\n     E teus rios s\u00e3o t\u00e3o ricos<br \/>\n     Que n\u00e3o h\u00e1 igual.<\/p>\n<p>A pujan\u00e7a e a grandeza<br \/>\n     de fertilidades mil,<br \/>\n     S\u00e3o o orgulho e a certeza<br \/>\n     Do futuro do Brasil.<\/p>\n<p>Moldurados pelas serras,<br \/>\n     Campos grandes: Vacaria,<br \/>\n     Rememoram desbravadores,<br \/>\n     Her\u00f3is, tanta galhardia!<\/p>\n<p>Vespasiano, Camis\u00e3o<br \/>\n     E o tenente Ant\u00f4nio Jo\u00e3o,<br \/>\n     Guaicurus, Ricardo Franco,<br \/>\n     Gl\u00f3ria e tradi\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>A pujan\u00e7a e a grandeza<br \/>\n     de fertilidades mil,<br \/>\n     S\u00e3o o orgulho e a certeza<br \/>\n     Do futuro do Brasil.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/matogr31.jpg\" alt=\"Mato Grosso do Sul\" title=\"Mato Grosso do Sul\" \/><br \/>\n<strong>Rio Parana\u00edba com quase todas as matas ciliares destruidas, e polu\u00eddas      por canaviais, soja e dejetos de esgoto e lixo.<\/strong><\/p>\n<p>Sua capital e maior cidade \u00e9 Campo Grande, e outros munic\u00edpios de importantes      s\u00e3o Dourados, Tr\u00eas Lagoas, Corumb\u00e1, Ponta Por\u00e3, Aquidauana, Nova Andradina      e Navira\u00ed.<\/p>\n<p>Tem como bebida t\u00edpica o terer\u00e9, considerado o estado-s\u00edmbolo dessa bebida      e maior produtor de erva-mate da regi\u00e3o Centro-Oeste do Brasil. O uso desta      bebida, derivada da erva-mate (Ilex paraguariensis), nativa do Planalto Meridional      do Brasil, \u00e9 de origem pr\u00e9-colombiana. O Aq\u00fc\u00edfero Guarani comp\u00f5e parte do      subsolo do estado,sendo o Mato Grosso do Sul detentor da maior porcentagem      do Aq\u00fc\u00edfero dentro do territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<p>O estado constitu\u00eda a parte meridional do estado do Mato Grosso, do qual      foi desmembrado por lei complementar de 11 de outubro de 1977 e instalado      em 1 de janeiro de 1979, por\u00e9m a hist\u00f3ria e a coloniza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o, onde      hoje est\u00e1 a unidade federativa, \u00e9 bastante antiga remontando ao per\u00edodo colonial      antes do Tratado de Madri, em 1750, quando passou a integrar a coroa portuguesa.      Durante o s\u00e9culo XVII, foram instaladas duas redu\u00e7\u00f5es jesu\u00edticas, Santo In\u00e1cio      de Caagua\u00e7u e Santa Maria da Fe do Tar\u00e9, entre os \u00edndios Guarani na regi\u00e3o,      ent\u00e3o conhecida como Itatim.<\/p>\n<p>Uma parte do antigo estado estava localizado dentro da Amaz\u00f4nia legal, cuja      \u00e1rea, que antes ia at\u00e9 o paralelo 16, estendeu-se mais para o sul, a fim de      beneficiar com seus incentivos fiscais a nova unidade da federa\u00e7\u00e3o. Historicamente      vinculado \u00e0 regi\u00e3o Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul teve na pecu\u00e1ria, na extra\u00e7\u00e3o      vegetal e mineral e na agricultura, as bases de um acelerado desenvolvimento      iniciado no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p><strong>Etimologia<\/strong><\/p>\n<p>A origem do termo Mato Grosso \u00e9 incerta, acredita-se que o seja origin\u00e1rio      da palavra guarani Kaagua&#8217;z\u00fa (Kaa bosque, mata e Guaz\u00fa grande, volumoso),      que significa literalmente Mato Grosso.<\/p>\n<p>Linguisticamente, o nome Mato Grosso do Sul se faz acompanhar por artigo      definido, como acontece com nomes geogr\u00e1ficos derivados de termos gen\u00e9ricos:      &#8220;o Mato Grosso do Sul&#8221;, &#8220;o Rio de Janeiro&#8221;, &#8220;o Esp\u00edrito      Santo&#8221;. Entretanto, este uso \u00e9 contestado e h\u00e1 quem prefira eliminar      o artigo definido: &#8220;em Mato Grosso&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Historicamente vinculado ao Sudeste, Mato Grosso do Sul teve na pecu\u00e1ria,      na extra\u00e7\u00e3o vegetal e na agricultura as bases de um r\u00e1pido desenvolvimento      iniciado no s\u00e9culo XIX, enquanto norte minerador vivia sua decad\u00eancia.<\/p>\n<p>O desenvolvimento desigual entre o norte e o sul do antigo estado de Mato      Grosso inspirou movimentos separatistas desde o s\u00e9culo passado. Os primeiros      deles ocorreram em 1834 e foram reprimidos pelos portugueses. Novas lutas      e tentativas de se criar o estado de Mato Grosso do Sul foram registrados      durante o surto da borracha, o que exigiu interven\u00e7\u00e3o federal em 1917. Em      1932 foi criada a Liga Sul-Matogrossense com fim de coordenar a campanha separatista.      Apostando no Movimento Constituicionalista de S\u00e3o Paulo, os sulistas aliaram-se      aos paulistas, em troca de seu apoio \u00e0s reivindica\u00e7\u00f5es separatistas. Entre      julho e outubro de 1932, foi constitu\u00eddo o &#8220;Estado de Maracaju&#8221;,      por\u00e9m derrotado juntamente com os contitucionalistas. Vindo ao encontro dos      interesses dos habitantes de Mato Grosso do Sul, havia j\u00e1 um plano para a      redivis\u00e3o do territ\u00f3rio brasileiro desde a Constituinte de 1823. Justificava-o      sobretudo, a preocupa\u00e7\u00e3o com os enormes vazios demogr\u00e1ficos no Par\u00e1, Mato      Grosso e Goi\u00e1s.<\/p>\n<p>Com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, Get\u00falio Vargas decide      desmembrar seis territ\u00f3rio estrat\u00e9gicos para serem administrados diretamente.      \u00c9 criado assim o Territ\u00f3rio Federal de Ponta Por\u00e3, desmembrado do sudoeste      do antigo estado de Mato Grosso, territ\u00f3rio este remembrado ao Mato Grosso      pela Constitui\u00e7\u00e3o de 1946.<\/p>\n<p>A defesa da redivis\u00e3o foi retomada pelos tenentes que participaram da Revolu\u00e7\u00e3o      de 30 e mais tarde, em 1950, por oficiais da Escola Superior de Guerra, que      se dedicaram a examinar detalhadamente o assunto.<\/p>\n<p>Em 11 de outubro de 1977, o ent\u00e3o presidente do Brasil, Ernesto Geisel, assinou      a lei que finalmente desmembrava do territ\u00f3rio do Mato Grosso um novo estado,      Mato Grosso do Sul. Entre os argumentos justificadores do ato inclu\u00edam-se      imposi\u00e7\u00f5es administrativas &#8211; o territ\u00f3rio era grande demais para ser administrado      por uma s\u00f3 m\u00e1quina administrativa &#8211; e preceitos da Doutrina de Seguran\u00e7a Nacional,      que considera pouco recomend\u00e1vel a exist\u00eancia de estados grandes e potencialmente      ricos na regi\u00e3o de fronteira.<\/p>\n<p>O estado de Mato Grosso do Sul \u00e9 oficialmente instalado em 1 de janeiro de      1979, sendo o primeiro governador Harry Amorim Costa, nomeado pelo presidente      Ernesto Geisel.<\/p>\n<p><strong>Geografia<\/strong><\/p>\n<p><strong>Geografia de Mato Grosso do Sul<\/strong><\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o e territ\u00f3rio<\/strong><\/p>\n<p>O estado de Mato Grosso do Sul est\u00e1 localizado no sul da regi\u00e3o Centro-Oeste      do Brasil e tem como limites os estados de Goi\u00e1s a nordeste, Minas Gerais      a leste, Mato Grosso ao norte, Paran\u00e1 ao sul, S\u00e3o Paulo a sudeste, Paraguai      a oeste e sul e a Bol\u00edvia a noroeste.<\/p>\n<p>Possui uma superf\u00edcie de 358.159 km\u00b2, participando com 22,2% da superf\u00edcie      da regi\u00e3o Centro-Oeste e 4,2% da \u00e1rea territorial brasileira (de 8.514.876,6      km\u00b2), sendo ligeiramente maior que a Alemanha. Possui ainda 78 munic\u00edpios,      165 distritos, quatro mesorregi\u00f5es geogr\u00e1ficas e onze microrregi\u00f5es geogr\u00e1ficas,      de acordo com o IBGE.<\/p>\n<p><strong>Relevo<\/strong><\/p>\n<p>Pantanal, o maior ecossistema do estado.O arcabou\u00e7o geol\u00f3gico do Mato Grosso      do Sul \u00e9 formado por tr\u00eas unidades geotect\u00f4nicas distintas: a plataforma amaz\u00f4nica,      o cintur\u00e3o metam\u00f3rfico Paraguai-Araguaia e a bacia sedimentar do Paran\u00e1. Sobre      essas unidades, visualizam-se dois conjuntos estruturais. O primeiro, mais      antigo, com dobras e falhas, est\u00e1 localizado em terrenos pr\u00e9-cambrianos, e      o segundo, em terrenos faneroz\u00f3icos, na bacia sedimentar do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>N\u00e3o ocorrem grandes altitudes nas duas principais forma\u00e7\u00f5es montanhosas,      as serras da Bodoquena e de Maracaju, que formam os divisores de \u00e1guas das      bacias do Paraguai e do Paran\u00e1. As altitudes m\u00e9dias do estado ficam entre      200 e 600 metros.<\/p>\n<p>O planalto da bacia do Paran\u00e1 ocupa toda a por\u00e7\u00e3o leste do estado. Constitui      uma proje\u00e7\u00e3o do planalto Meridional, grande unidade de relevo que domina a      regi\u00e3o sul do pa\u00eds. Apresenta extensas superf\u00edcies planas, com 400 a mil metros      de altitude. J\u00e1 a baixada do rio Paraguai, domina a regi\u00e3o oeste, com rupturas      de declives ou relevos residuais, representados por escarpas e morrarias.<\/p>\n<p>Estendendo-se por uma vasta \u00e1rea de noroeste do estado, a baixada do rio      Paraguai \u00e9 parte da grande depress\u00e3o que separa, no centro do continente,      o planalto Brasileiro, a leste, da Cordilheira dos Andes, a oeste. Sua maior      por\u00e7\u00e3o \u00e9 formada por uma plan\u00edcie aluvial sujeita a inunda\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas,      a plan\u00edcie do Pantanal, cujas altitudes oscilam entre 100 e 200m. Em meio      \u00e0 plan\u00edcie do Pantanal ocorrem alguns maci\u00e7os isolados, como o de Urucum,      com 1.160m de altitude, pr\u00f3ximo \u00e0 cidade de Corumb\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Clima<\/strong><\/p>\n<p>Na maior parte do territ\u00f3rio do estado predomina o clima do tipo tropical,      com chuvas de ver\u00e3o e inverno seco, caracterizado por m\u00e9dias termom\u00e9tricas      que variam entre 25\u00b0C na baixada do Paraguai e 20\u00b0C no planalto. A pluviosidade      \u00e9 de aproximadamente 1.500mm anuais. No extremo meridional ocorre o clima      subtropical, em virtude de uma latitude um pouco mais elevada e do relevo      de planalto. A m\u00e9dia t\u00e9rmica \u00e9 pouco superior a 20\u00b0C, com queda de at\u00e9 0\u00b0C      nos meses mais frios do ano. A menor temperatura j\u00e1 registrada no estado ocorreu      em Ponta Por\u00e3, com -6\u00b0C em 1975 e no dia 12 de julho de 2009 foi registrado      -1 na cidade de Rio Brilhante.<\/p>\n<p>As geadas s\u00e3o comuns no sul do estado registrando em m\u00e9dia 3 ocorr\u00eancias      do fen\u00f4meno por ano. Observa-se o mesmo regime de chuvas de ver\u00e3o e inverno      seco, e a pluviosidade anual \u00e9, tamb\u00e9m, de 1.500mm. No estado, percebe-se      grande varia\u00e7\u00e3o de temperaturas, sendo registradas pelo menos uma vez ao ano      temperaturas m\u00e1ximas pr\u00f3ximas de 40\u00b0C e m\u00ednimas pr\u00f3ximas a 0\u00b0C.<\/p>\n<p><strong>Hidrografia<\/strong><\/p>\n<p>Vista a\u00e9rea do Rio Parana\u00edba na divisa de Itumbiara (GO) e Arapor\u00e3 (MG).O      territ\u00f3rio estadual \u00e9 drenado a leste pelos sistemas dos rios Paran\u00e1, sendo      seus principais afluentes os rios Sucuri\u00fa, Verde, Pardo e Ivinhema; a oeste      \u00e9 drenado pelo Paraguai, cujos principais afluentes s\u00e3o os rios Taquari, Aquidauana      e Miranda. Pelo Rio Paraguai escoam as \u00e1guas da plan\u00edcie do Pantanal e terrenos      perif\u00e9ricos. Na baixada, produzem-se anualmente inunda\u00e7\u00f5es de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De novembro a mar\u00e7o, o Pantanal vive o per\u00edodo das cheias, as depress\u00f5es      s\u00e3o inundadas, formando extensos lagos, reconhecidos como Ba\u00edas. Alguns desses      lagos s\u00e3o alcalinos, apresentando diferentes cores e suas \u00e1guas, de acordo      com as algas que ali se desenvolvem e criam matizes de verde, amarelo, azul,      vermelho ou preto. Esses lagos tamb\u00e9m se interligam ou n\u00e3o por pequenos rios      perenes ou peri\u00f3dicos. Nas enchentes ocorre uma interliga\u00e7\u00e3o entre rios, bra\u00e7os,      ba\u00edas na vazante, a terra enriquecida pelo h\u00famus, se transforma na mais rica      fonte de alimentos para sua flora e fauna. Na esta\u00e7\u00e3o da vazante (de abril      a outubro), os rios come\u00e7am a baixar seus leitos, formando &#8220;corixos&#8221;      ou ba\u00edas que ret\u00e9m grande quantidade de peixes, fen\u00f4meno conhecido pelo nome      de &#8220;lufada&#8221;. De julho a setembro a terra \u00e9 mais seca e a temperatura      \u00e9 amena, chegando a esfriar \u00e0 noite. No in\u00edcio das chuvas, de outubro a dezembro,      o calor \u00e9 intenso, os rios come\u00e7am a inundar as terras baixas, os mosquitos      proliferam e os mam\u00edferos migram para as terras altas.<\/p>\n<p>A linha de divisa com o estado de Mato Grosso segue limites naturais formados      por v\u00e1rios rios.<\/p>\n<p><strong>Vegeta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Complexo do Pantanal<\/strong><\/p>\n<p>Os cerrados recobrem a maior parte do estado, mas tamb\u00e9m destaca-se a Floresta      Estacional Semidecidual. H\u00e1 ainda a presen\u00e7a de pampas e Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>Na plan\u00edcie do Pantanal, no oeste do estado, durante o per\u00edodo de cheias      do Rio Paraguai , a regi\u00e3o vira a maior regi\u00e3o alagadi\u00e7a do planeta, l\u00e1 se      combinam vegeta\u00e7\u00f5es de todo o Brasil, at\u00e9 mesmo da Caatinga e da Floresta      Amaz\u00f4nica, e \u00e9 um dos biomas com maior abund\u00e2ncia de biodiversidade do Brasil,      embora seja considerada pouco rica em n\u00famero de esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o de Mato Grosso do Sul tem crescido a altos n\u00edveis desde a d\u00e9cada      de 1870, quando o estado passou a ser efetivamente povoado. Entre a d\u00e9cada      de 1940 e o ano de 2008, a popula\u00e7\u00e3o aumentou quase dez vezes, ao passo em      que a popula\u00e7\u00e3o do Brasil, no mesmo per\u00edodo, aumentou pouco mais que quatro      vezes.<\/p>\n<p>Isso, no entanto, n\u00e3o se d\u00e1 devido a uma alta taxa de natalidade no estado,      mas \u00e0 grande quantidade de migrantes de outros estados ou imigrantes em Mato      Grosso do Sul. Segundo o IBGE, no ano de 2005, 30,2% da popula\u00e7\u00e3o residente      no estado n\u00e3o era natural daquela unidade da federa\u00e7\u00e3o, ao passo em que a      taxa de fecundidade no estado no ano 2000 era a d\u00e9cima menor do Brasil, com      2,4 filhos por mulher.<\/p>\n<p><strong>Etnias<\/strong><\/p>\n<p>Cor\/Ra\u00e7a (*)Porcentagem<\/p>\n<p>Brancos 51,1%<\/p>\n<p>Pretos 5,3%<\/p>\n<p>Pardos 41,8 %<\/p>\n<p>Amarelos ou ind\u00edgenas 1,7 %<\/p>\n<p>As migra\u00e7\u00f5es de contingentes oriundos dos estados de Minas Gerais, Rio Grande      do Sul, Paran\u00e1 e S\u00e3o Paulo e imigra\u00e7\u00f5es de pa\u00edses como Alemanha, Espanha,      It\u00e1lia, Jap\u00e3o, Paraguai, Portugal, S\u00edria e L\u00edbano foram fundamentais para      o povoamento de Mato Grosso do Sul e marcaram a fisionomia da regi\u00e3o. O estado      \u00e9, ainda, o segundo do Brasil em n\u00famero de habitantes amer\u00edndios, de v\u00e1rias      etnias, entre elas, Atikum, Guarany [Kaiw\u00e1 e Nhand\u00e9wa], Guat\u00f3, Kadiw\u00e9u, Kamba,      Kinikinawa, Ofai\u00e9, Terena, Xiquitano (FUNAI, 2008).<\/p>\n<p>O grande n\u00famero de descendentes de amer\u00edndios e de imigrantes paraguaios,      que em sua maioria t\u00eam como ancestrais os \u00edndios guaranis, s\u00e3o dois fatores      que contribuem para a alta porcentagem dos chamados &#8220;pardos&#8221; na      popula\u00e7\u00e3o do estado de Mato Grosso do Sul. J\u00e1 a ascend\u00eancia afro-brasileira      desse grupo \u00e9tnico n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o numerosa quanto a ind\u00edgena. A popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena      do estado totaliza em 2008 53.900 pessoas, segundo o IBGE.<\/p>\n<p>Apesar disso, o sul mato-grossense serviu de ref\u00fagio para v\u00e1rios negros fugidos      durante o per\u00edodo da escravid\u00e3o e refer\u00eancias a esta regi\u00e3o est\u00e3o presentes      em can\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas, como as utilizadas em pr\u00e1ticas de capoeira. A can\u00e7\u00e3o      Paranau\u00ea (Paranau\u00ea, Paranau\u00ea, Paran\u00e1\u0085), por exemplo, alude \u00e0 liberdade      que os escravos encontrariam para al\u00e9m do Rio Paran\u00e1, no atual territ\u00f3rio      de Mato Grosso do Sul, onde n\u00e3o seriam ca\u00e7ados por feitores ou bandeirantes.      H\u00e1, no entanto, uma interpreta\u00e7\u00e3o desta can\u00e7\u00e3o como fazendo refer\u00eancia ao      estado do Paran\u00e1, o que \u00e9 uma leitura err\u00f4nea uma vez que o estado do Paran\u00e1      somente foi criado em 1853, sendo a can\u00e7\u00e3o muito mais antiga \u0096 a capoeira      em si data de antes de 1770. Portanto, o Paran\u00e1 da letra \u00e9 o Rio Paran\u00e1, e      n\u00e3o o estado, que recebeu seu nome devido ao rio. Outra prova disso \u00e9 o fato      de que o estado de Mato Grosso do Sul tamb\u00e9m possui uma das maiores quantidades      de comunidades quilombolas no Brasil.<\/p>\n<p>Esta era a \u00e1rea mais povoada do antigo estado do Mato Grosso, com uma densidade      demogr\u00e1fica bastante alta no planalto da bacia do rio Paran\u00e1, onde ocorrem      solos de terra roxa com topografia regular. Ao ser constitu\u00eddo, no final da      d\u00e9cada de 1970, Mato Grosso do Sul contava com uma densidade m\u00e9dia de 3,9      habitantes por quil\u00f4metro quadrado &#8211; alguns munic\u00edpios chegavam a ter mais      de cinq\u00fcenta habitantes por quil\u00f4metro quadrado-, em contraste com o norte,      atual Mato Grosso, de menor densidade.<\/p>\n<p><strong>Migra\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Durante seus quase quinhentos anos de hist\u00f3ria espanhola, portuguesa e brasileira,      a chegada de migrantes, colonizadores e conquistadores foi constante. Desde      que o primeiro colonizador europeu, Aleixo Garcia, que teria pisado em seu      territ\u00f3rio em 1524, ao percorrer a trilha do Peabiru, o estado de Mato Grosso      do Sul recebeu migrantes de diversas partes do Brasil nas diferentes fases      de sua ocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Migra\u00e7\u00e3o paulista<\/strong><\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XVII, paulistas eventualmente se estabeleceram na      regi\u00e3o, a partir das primeiras expedi\u00e7\u00f5es bandeirantes. O fluxo de migrantes      paulistas, no entanto, tornou-se cont\u00ednuo a partir das \u00faltimas d\u00e9cadas do      s\u00e9culo XVIII, quando da ocupa\u00e7\u00e3o do oeste, nordeste e centro do estado. Durante      o s\u00e9culo XX, os paulistas tamb\u00e9m se fizeram presentes como colonos das companhias      colonizadoras e oper\u00e1rios dos fundadores das cidades do leste e sudeste sul      mato-grossenses. O influxo de paulistas no estado permanece ininterrupto s\u00e9culo      XXI adentro.<\/p>\n<p><strong>Migra\u00e7\u00e3o ga\u00facha<\/strong><\/p>\n<p>O in\u00edcio da migra\u00e7\u00e3o ga\u00facha deu-se juntamente ao come\u00e7o do fluxo cont\u00ednuo      de migrantes paulistas no final do s\u00e9culo XVIII, quando mais cidades passaram      a ser fundadas no sul matogrossense. Esta chegada de ga\u00fachos deu-se, ainda      como os paulistas, de maneira constante durante o s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo      XX. Na d\u00e9cada de 1970, no entanto, uma segunda onda de migrantes ga\u00fachos estabeleceu-se      em Mato Grosso do Sul, seguindo padr\u00f5es de coloniza\u00e7\u00e3o notadamente diferentes      da primeira. Juntamente com paranaenses, estes ga\u00fachos procuravam se dedicar      \u00e0 cultura mecanizada da soja na regi\u00e3o centro-sul do estado.<\/p>\n<p><strong>Migra\u00e7\u00e3o mineira<\/strong><\/p>\n<p>Foi com as expedi\u00e7\u00f5es realizadas no final da d\u00e9cada de 1820 pelo Bar\u00e3o de      Antonieta que uma maior quantidade de mineiros passou a adotar o sul mato-grossense      como seu novo lar, sobretudo com o advento das frentes colonizadoras dos Garcia      Leal e dos Lopes, no nordeste e centro do estado. Tal processo continuou durante      o s\u00e9culo XX e, assim como a migra\u00e7\u00e3o paulista, a migra\u00e7\u00e3o mineira continua      sendo um fator constante em Mato Grosso do Sul no s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<p><strong>Migra\u00e7\u00e3o paranaense<\/strong><\/p>\n<p>Diferentemente dos casos das migra\u00e7\u00f5es paulista e mineira, a chegada de migrantes      paranaenses \u00e0s terras sul-matogrossenses deu-se em dois momentos hist\u00f3ricos      mais isolados. Uma grande onda de paranaenses chegou ao estado durante a d\u00e9cada      de 1940, com a Marcha para o Oeste promovida por Get\u00falio Vargas e as companhias      de coloniza\u00e7\u00e3o, estabelecendo-se nas regi\u00f5es central e sul do estado, na Col\u00f4nia      de Dourados. A segunda parcela desses migrantes estabeleceu-se em Mato Grosso      do Sul nas d\u00e9cadas de 1970 e 1980, \u00e0 procura de terras onde pudessem se dedicar      \u00e0 produ\u00e7\u00e3o mecanizada de cereais, sobretudo a soja, na mesma regi\u00e3o que a      anterior.<\/p>\n<p><strong>Migra\u00e7\u00e3o nordestina<\/strong><\/p>\n<p>A migra\u00e7\u00e3o nordestina no estado de Mato Grosso do Sul intensificou-se a partir      de 1890, uma vez que as frentes colonizadoras mais antigas j\u00e1 se encontravam      estabelecidas. Embora tenha permanecido cont\u00ednua at\u00e9 a d\u00e9cada de 1930, no      entanto, este fluxo de nordestinos para o sul matogrossense pode ser diferenciado      de uma segunda onda de migrantes, que atingiu a regi\u00e3o durante a Marcha para      o Oeste de Get\u00falio Vargas. Enquanto o primeiro grupo se distribuiu em diferentes      \u00e1reas do estado, o segundo concentrou-se no centro e sul do mesmo.<\/p>\n<p><strong>Imigra\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Visando a substitui\u00e7\u00e3o da m\u00e3o-de-obra escrava por trabalhadores livres no      Brasil, o Governo Imperial passou, a partir da segunda metade do s\u00e9culo XIX,      a promover mais ativamente a imigra\u00e7\u00e3o, principalmente europ\u00e9ia, para solos      tupiniquins. Desta \u00e9poca at\u00e9 o nacionalismo do Estado Novo, que dificultou      a imigra\u00e7\u00e3o, o Brasil recebeu milh\u00f5es de imigrantes, n\u00e3o s\u00f3 europeus. O sul      matogrossense n\u00e3o foi exce\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A partir de 1890, o estado de Mato Grosso \u0096 notadamente o sul matogrossense      \u0096 apresentou uma popula\u00e7\u00e3o de estrangeiros crescente, superior a 6% da      popula\u00e7\u00e3o total, at\u00e9 1920, quando o n\u00famero decaiu para entre 5 e 3% da popula\u00e7\u00e3o      em 1970. De qualquer maneira, no per\u00edodo entre 1872 e 1970, o Mato Grosso      e o sul matogrossense tiveram continuadamente uma popula\u00e7\u00e3o estrangeira acima      da m\u00e9dia nacional, caso este que somente se repetiu com quatro outros estados      e a cidade do Rio de Janeiro. Entre 1920 e 1970, mais de 50% dos estrangeiros      que habitavam o Mato Grosso eram paraguaios. Outros 13% eram naturais da Bol\u00edvia.<\/p>\n<p><strong>Imigra\u00e7\u00e3o germ\u00e2nica, austr\u00edaca, e de europeus do leste<\/strong><\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1920, a Europa ainda sofria as conseq\u00fc\u00eancias da Primeira Guerra      Mundial. Fazendo uso das dificuldades econ\u00f4micas daquela regi\u00e3o, principalmente      dos pa\u00edses vizinhos \u00e0 Alemanha, foram v\u00e1rias as empresas que se dedicaram      a promover, mediante pagamento, a emigra\u00e7\u00e3o para pa\u00edses como Estados Unidos      e Brasil.<\/p>\n<p>A Companhia de Coloniza\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 Hacker foi uma dessas que possibilitou a      vinda de imigrantes alem\u00e3es, b\u00falgaros, poloneses, russos, austr\u00edacos e romenos      para o Brasil, mais especificamente para o sul matogrossense, a lugares como      a Col\u00f4nia de Terenos, novo n\u00facleo agr\u00edcola pr\u00f3ximo a Campo Grande. Devido      a v\u00e1rios problemas, no entanto, mesmo com a ajuda da Prefeitura de Campo Grande,      essa col\u00f4nia fracassou e muitos dos colonizadores partiram de volta \u00e0 Europa      ou para o sul do Brasil.<\/p>\n<p>De qualquer maneira, no ano de 1960, o censo do IBGE registrou 232 alem\u00e3es      em Mato Grosso. A maioria deles se encontrava no sul matogrossense, pois,      ap\u00f3s a divis\u00e3o do estado, em 1980, era 176 o n\u00famero de alem\u00e3es no Mato Grosso      do Sul segundo o IBGE.<\/p>\n<p><strong>Imigra\u00e7\u00e3o espanhola<\/strong><\/p>\n<p>Refletindo o fato de que no Brasil os espanh\u00f3is s\u00e3o a terceira etnia de imigrantes      europeus mais numerosa, em Mato Grosso do Sul a porcentagem de seus descendentes      \u00e9 compar\u00e1vel \u00e0quela do restante do pa\u00eds. Al\u00e9m de ter recebido imigrantes diretamente      da Espanha, o estado ainda abrigou imigrantes desiludidos com a situa\u00e7\u00e3o em      estados como S\u00e3o Paulo. O mesmo aconteceu com italianos e japoneses, que muitas      vezes passaram por outros estados, sobretudo nas regi\u00f5es Sul e Sudeste, antes      de se estabelecerem no sul matogrossense.<\/p>\n<p><strong>Imigra\u00e7\u00e3o italiana<\/strong><\/p>\n<p>Embora o sul matogrossense tenha recebido imigrantes italianos, a maior parte      dos \u00edtalo-sulmatogrossenses descende de imigrantes que inicialmente tiveram      passagem por estados como S\u00e3o Paulo, Rio Grande do Sul e Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Isso se deveu \u00e0 falta de oportunidades nesses estados, principalmente no      sul do Brasil, o que fez com que milhares de sulistas migrassem para a regi\u00e3o      Centro-Oeste, em especial para o Mato Grosso do Sul. Entre esses migrantes,      figuravam milhares de \u00edtalo-brasileiros. A popula\u00e7\u00e3o italiana e \u00edtalo-descendente      no estado de Mato Grosso do Sul hoje representa cerca de 5% da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Imigra\u00e7\u00e3o japonesa<\/strong><\/p>\n<p>Monumento \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o japonesa, em Campo Grande.A porcentagem japoneses e      descendentes no estado de Mato Grosso do Sul \u00e9 relativamente alta. No dia      18 de junho de 1908, o navio Kassato Maru chegou ao porto de Santos, trazendo      781 imigrantes. Desses, 26 fam\u00edlias viriam para o sul matogrossense, atra\u00eddos      por suas terras f\u00e9rteis, pouco exploradas, e seu clima agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p>A necessidade de m\u00e3o-de-obra para a constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Noroeste      do Brasil, com muito boa remunera\u00e7\u00e3o para a \u00e9poca, tamb\u00e9m trouxe imigrantes      desiludidos com as fazendas de caf\u00e9 de S\u00e3o Paulo e Minas Gerais. Em 1909,      um grupo de 75 imigrantes &#8211; a maioria de natural de Okinawa &#8211; partiu de Santos      em um cargueiro fretado pela construtora da ferrovia e vieram pelo estu\u00e1rio      do Rio da Prata, at\u00e9 Porto Esperan\u00e7a, na base das obras da ferrovia, j\u00e1 em      Mato Grosso. Outros, ainda, vieram pelo Peru.<\/p>\n<p>Devido \u00e0s dificuldades encontradas na constru\u00e7\u00e3o da ferrovia, como doen\u00e7as      e ataques ind\u00edgenas, muitos imigrantes japoneses desistiram do trabalho e      se concentraram em cidades como Campo Grande e Tr\u00eas Lagoas, onde se dedicaram      \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de hortifrutigranjeiros, seda e ao setor de servi\u00e7os. Seu sucesso      trouxe outros imigrantes japoneses para a regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Imigra\u00e7\u00e3o paraguaia<\/strong><\/p>\n<p>Os paraguaios s\u00e3o o maior grupo \u00e9tnico estrangeiro em Mato Grosso do Sul,      tendo se estabelecido na regi\u00e3o desde a demarca\u00e7\u00e3o da fronteira entre o estado      e aquele pa\u00eds. Constitu\u00edram, por exemplo, a grande parte da m\u00e3o-de-obra da      Companhia Mate Laranjeira.<\/p>\n<p>Sua influ\u00eancia cultural \u00e9 not\u00e1vel, seja pelo consumo de erva-mate, em forma      de terer\u00e9, seja pelas polcas paraguaias, guar\u00e2nias e chamam\u00e9s, ou seja pelas      chipas. Foi ap\u00f3s uma receita caseira paraguaia que se criou o Hospital Adventista      do P\u00eanfigo, hoje refer\u00eancia no tratamento do &#8220;fogo selvagem&#8221;, ou      p\u00eanfigo.<\/p>\n<p><strong>Imigra\u00e7\u00e3o portuguesa<\/strong><\/p>\n<p>Como \u00e9 o caso do Brasil, Mato Grosso do Sul tem, desde seus prim\u00f3rdios, recebido      imigrantes espanh\u00f3is e portugueses, al\u00e9m da numerosa popula\u00e7\u00e3o nativa: Guarani,      Terena, Guat\u00f3, Kadiw\u00e9u e Kinikinau. No s\u00e9culo XX, uma grande onda migrat\u00f3ria      se deu entre 1929 e 1961, tendo sido portugueses, por exemplo, os construtores      da primeira estrutura de concreto armado do ent\u00e3o Mato Grosso, a &#8220;Ponte      Velha&#8221;, de Coxim. No ano de 2003, a col\u00f4nia portuguesa em Mato Grosso      do Sul possu\u00eda aproximadamente dois mil e quinhentos integrantes.<\/p>\n<p><strong>Imigra\u00e7\u00e3o s\u00edrio-libanesa<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 5% da popula\u00e7\u00e3o sul-matogrossense \u00e9 composta de \u00e1rabes ou \u00e1rabe-descendentes,      porcentagem alta em compara\u00e7\u00e3o a outras regi\u00f5es do Brasil.<\/p>\n<p>A partir de 1912, fugindo de conflitos no Oriente M\u00e9dio, s\u00edrios, libaneses,      turcos e arm\u00eanios passaram a chegar ao porto de Santos. Dessa cidade, partiram      para o porto de Corumb\u00e1, o portal de entrada para o Centro-Oeste e o p\u00f3lo      comercial de Mato Grosso. De l\u00e1, dispersaram-se para outras cidades do estado.      Muitos outros tamb\u00e9m chegaram atrav\u00e9s Estrada de Ferro Noroeste do Brasil,      a qual ajudaram a construir. Mesmo antes de terminada a constru\u00e7\u00e3o da estrada      de ferro, no entanto, j\u00e1 passavam a se dedicar ao com\u00e9rcio, sua principal      atividade.<\/p>\n<p>Migra\u00e7\u00e3o para MS (est. 2000)<\/p>\n<p>Regi\u00e3o\/estado N\u00ba de migrantes masculinos N\u00ba de migrantes femininos Total      geral<\/p>\n<p>Nordeste 57.519 51.278 108.797<\/p>\n<p>Norte 3.705 4.680 8.385<\/p>\n<p>Sudeste 129.781 126.479 256.260<\/p>\n<p>Sul 82.343 81.669 164.012<\/p>\n<p>Mato Grosso 11.167 12.837 24.004<\/p>\n<p>Goi\u00e1s 5.821 6.012 11.833<\/p>\n<p>Distrito Federal 596 563 1.159<\/p>\n<p>Exterior 87.722 36.744 124.466<\/p>\n<p><strong>Regi\u00f5es de influ\u00eancia das cidades de MS<\/strong><\/p>\n<p>Em Mato Grosso do Sul, h\u00e1 19 centros municipais com poder de influ\u00eancia sobre      os outros 59 munic\u00edpios. Esses 19 munic\u00edpios se dividem em capitais regionais      (2) e centros de zona (17). O restante dos munic\u00edpios s\u00e3o chamados de centros      locais. Esses centros concentam mais da metade da popula\u00e7\u00e3o e do PIB de MS).<\/p>\n<p>A sede do governo do estado fica dentro do Parque dos Poderes, em Campo Grande.<\/p>\n<p><strong>Economia<\/strong><\/p>\n<p><strong>Economia de Mato Grosso do Sul<\/strong><\/p>\n<p>A regi\u00e3o onde Mato Grosso do Sul est\u00e1 localizado contribui muito para o seu      desenvolvimento econ\u00f4mico, pois \u00e9 vizinho dos grandes centros produtores e      consumidores do brasil: Minas Gerais, S\u00e3o Paulo e Paran\u00e1, al\u00e9m de fazer fronteira      com dois pa\u00edses sul-americanos (Bol\u00edvia e Paraguai), uma vez que se situa      na rota de mercados potenciais de toda a zona ocidental da Am\u00e9rica do Sul      e se comunica com a Argentina atrav\u00e9s da Bacia do Rio da Prata, dando tamb\u00e9m      acesso ao oceano Atl\u00e2ntico e ao Pac\u00edfico atrav\u00e9s dos pa\u00edses andinos, como      Bol\u00edvia e Chile. A principal \u00e1rea econ\u00f4mica do estado do Mato Grosso do Sul      \u00e9 a do planalto da bacia do Paran\u00e1, com seus solos florestais e de terra roxa.      Nessa regi\u00e3o, os meios de transporte s\u00e3o mais eficientes e os mercados consumidores      da regi\u00e3o Sudeste est\u00e3o mais pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p>Sua economia est\u00e1 baseado na produ\u00e7\u00e3o rural (animal, vegetal, extrativa vegetal      e ind\u00fastria rural), ind\u00fastria, extra\u00e7\u00e3o mineral, turismo e presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os.      Mato Grosso do Sul possui um dos maiores rebanhos bovinos do pa\u00eds. Al\u00e9m da      voca\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, a infra-estrutura econ\u00f4mica existente e a localiza\u00e7\u00e3o      geogr\u00e1fica permitem ao estado exercer o papel de centro de redistribui\u00e7\u00e3o      de produtos oriundos dos grandes centros consumidores para o restante da regi\u00e3o      Centro-Oeste e a regi\u00e3o Norte do Brasil.<\/p>\n<p>No estado 44,77% da popula\u00e7\u00e3o residente comp\u00f5e a popula\u00e7\u00e3o economicamente      ativa (PEA). Quanto ao rendimento m\u00e9dio das pessoas de dez anos ou mais (1.366.871      habitantes), 55,85% (763.293 habitantes) t\u00eam como renda m\u00e9dia mensal at\u00e9 um      sal\u00e1rio-m\u00ednimo. Segundo dados da Secretaria de Estado de Finan\u00e7as, Or\u00e7amento      e Planejamento de Mato Grosso do Sul (SEFOP), do total de ICMS arrecadado      pelo estado, 52,7% prov\u00e9m do com\u00e9rcio, 23.7% da agropecu\u00e1ria, 17,2% de servi\u00e7os      e o restante vem da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>A maior economia do estado \u00e9 Campo Grande com um PIB de R$ 7,84 bi, seguido      de Corumb\u00e1 (R$1,98 bilh\u00e3o), Dourados (R$ 1,93 bilh\u00e3o) e Tr\u00eas Lagoas (R$ 1,17      bi).<\/p>\n<p><strong>Setor prim\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Destacam-se na atividade agr\u00edcola: soja, arroz, trigo, milho, feij\u00e3o, mandioca,      algod\u00e3o, amendoim e cana-de-a\u00e7\u00facar. A maior produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria est\u00e1 concentrada      na regi\u00e3o de Dourados. A cultura que est\u00e1 sofrendo maior expans\u00e3o \u00e9 a cultura      da cana-de-a\u00e7\u00facar, com destaque para a regi\u00e3o dos munic\u00edpios de Sidrol\u00e2ndia      e Maracaju, regi\u00e3o de maior produ\u00e7\u00e3o de etanol do estado. Nos munic\u00edpios da      regi\u00e3o centro-norte, o destaque vai para a cultura da soja e milho.<\/p>\n<p>Mato Grosso do Sul possui ainda o terceiro maior rebanho bovino do pa\u00eds (21,8      milh\u00f5es de cabe\u00e7as \u0096 10,9% do nacional). A regi\u00e3o de maior produ\u00e7\u00e3o bovina      \u00e9 a regi\u00e3o do Pantanal e nos campos naturais (pampas) da regi\u00e3o sudoeste do      estado. Possui tamb\u00e9m rebanhos muares, equinos, asininos e codornas.<\/p>\n<p>O estado possui importantes jazidas de ferro, mangan\u00eas, calc\u00e1rio, m\u00e1rmore      e estanho. Uma das maiores reservas de ferro e mangan\u00eas do mundo est\u00e1 situado      no Maci\u00e7o do Urucum, localizado no munic\u00edpio de Corumb\u00e1. As maiores jazidas      de calc\u00e1rio est\u00e3o concentradas nos munic\u00edpios de Miranda, Bodoquena, Bonito      e Bela Vista.<\/p>\n<p>Outro destaque \u00e9 a silvicultura destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o vegetal e      para a fabrica\u00e7\u00e3o de celulose e papel, concentrada na leste de Mato Grosso      do Sul e, em menor escala, na regi\u00e3o de Jardim.<\/p>\n<p><strong>Setor secund\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Historicamente a ind\u00fastria no estado n\u00e3o possui grande representatividade      em virtude da op\u00e7\u00e3o pela agropecu\u00e1ria e extrativismo, por\u00e9m, com a crise da      agropecu\u00e1ria de 2004-2005, o estado se viu na obriga\u00e7\u00e3o de mudar sua matriz      econ\u00f4mica e passou a investir em infraestrutura e incentivos fiscais para      atrair novos empreendimentos.<\/p>\n<p>A principal atividade industrial de Mato Grosso do Sul \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o e beneficiamento      de g\u00eaneros aliment\u00edcios, seguida da siderurgia e transforma\u00e7\u00e3o de minerais      n\u00e3o-met\u00e1licos. Campo Grande \u00e9 o principal centro industrial do estado, com      ind\u00fastrias de beneficiamento de produtos aliment\u00edcios, siderurgia, beneficiamento      de couro e ind\u00fastria t\u00eaxtil. Outros centros s\u00e3o Tr\u00eas Lagoas, polo da fabrica\u00e7\u00e3o      de papel e celulose e Corumb\u00e1, polo sider\u00fagico e qu\u00edmico.<\/p>\n<p><strong>Setor terci\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>O turismo ecol\u00f3gico tamb\u00e9m representa uma importante fonte de receita para      o estado. A regi\u00e3o do pantanal sul mato-grossense atrai visitantes do resto      do pa\u00eds e do mundo, interessados em conhecer a beleza natural na regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Infraestrutura<\/strong><\/p>\n<p>Mato Grosso do Sul est\u00e1 entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o que apresentam as      maiores taxas de urbaniza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, com 85,4%. A popula\u00e7\u00e3o urbana do estado,      a partir dos anos 1980, apresenta um acentuado crescimento. Apesar das atividades      rurais exercerem forte influ\u00eancia, o crescimento urbano cresce em harmonia      com a agropecu\u00e1ria, que \u00e9 proporcionalmente muito forte, pois se modernizou      nos \u00faltimos anos e favoreceu a migra\u00e7\u00e3o do campo para as cidades. Os domic\u00edlios      compostos por quatro pessoas constituem o maior n\u00famero de domic\u00edlios no estado,      sendo esta tend\u00eancia quase homog\u00eanea no Pa\u00eds e reflete, na m\u00e9dia, o predom\u00ednio      da chamada fam\u00edlia nuclear, ou seja, casal e dois filhos.<\/p>\n<p>Pelas informa\u00e7\u00f5es dos censos de 1991 e 1996, entre 1970 e 1990 houve redu\u00e7\u00e3o      nas migra\u00e7\u00f5es interestaduais nas \u00faltimas d\u00e9cadas e tamb\u00e9m queda do saldo migrat\u00f3rio      em Mato Grosso do Sul. Segundo os dados, em 1991 houve a entrada de 124.045      pessoas de outros estados e a sa\u00edda de 105.009, resultando no saldo migrat\u00f3rio      de 19.036. J\u00e1 em 1996, 87.374 pessoas imigraram para o estado e 73.748 emigraram      desse para outros estados, resultando num saldo migrat\u00f3rio de 13.626 habitantes.<\/p>\n<p>No geral o cen\u00e1rio demogr\u00e1fico e social apresentado em Mato Grosso do Sul      se baseia na tomada de decis\u00f5es das diversas inst\u00e2ncias de atua\u00e7\u00e3o da sociedade      civil, da academia e dos diversos n\u00edveis de governos, possibilitando e adequando      o planejamento e a\u00e7\u00f5es dentro de uma vis\u00e3o panor\u00e2mica real nos n\u00edveis desejados      de qualidade de vida e com o devido padr\u00e3o de desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>Transporte<\/strong><\/p>\n<p>Rodovias de Mato Grosso do Sul<\/p>\n<p>Seu sistema vi\u00e1rio contribui em boa medida para o escoamento da produ\u00e7\u00e3o      agropecu\u00e1ria. Os principais eixos rodovi\u00e1rios s\u00e3o:<\/p>\n<p>BR-163: liga Sonora a Mundo Novo<\/p>\n<p>BR-267: liga Porto Murtinho a Bataguass\u00fa (Porto XV de Novembro), no rio Paran\u00e1,      e a Ourinhos, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>BR-060: liga Chapad\u00e3o do Sul a Bela Vista<\/p>\n<p>BR-262: liga Corumb\u00e1 \u00e1 Vit\u00f3ria (Esp\u00edrito Santo)<\/p>\n<p>A navega\u00e7\u00e3o fluvial, que j\u00e1 teve import\u00e2ncia decisiva, vem perdendo a preemin\u00eancia.      O principal porto \u00e9 os da regi\u00e3o de Corumb\u00e1 (Corumb\u00e1, Lad\u00e1rio e Porto Esperan\u00e7a)      e Porto Murtinho, todos no rio Paraguai.<\/p>\n<p>Mato Grosso do Sul \u00e9 um estado muito bem servido no que diz respeito a aeroportos,      possuindo cinco em opera\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><strong>Internacionais:<\/strong>\u00a0Campo Grande, Corumb\u00e1 e Ponta      Por\u00e3<\/p>\n<p><strong>Regionais:\u00a0<\/strong>Dourados e Bonito<\/p>\n<p><strong>Ferrovias<\/strong><\/p>\n<p>O estado \u00e9 servido por duas linhas ferrovi\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Estrada de Ferro Noroeste do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>A ferrovia foi constru\u00edda h\u00e1 mais de meio s\u00e9culo e o eixo vi\u00e1rio corta o      Mato Grosso do Sul da divisa com S\u00e3o Paulo, em Tr\u00eas Lagoas, permitindo tamb\u00e9m      o acesso \u00e0 Bol\u00edvia, Peru e Chile. Entretanto, foi extinta com a privatiza\u00e7\u00e3o      da Rede Ferrovi\u00e1ria Federal (RFFSA) em 1995, quando o grupo americano Noel      Group, que na \u00e9poca era s\u00f3cio majorit\u00e1rio da Empresa Novoeste S\/A (empresa      adquirida em 2006 pela ALL), assumiu a concess\u00e3o do trecho Bauru (S\u00e3o Paulo)      \u0096 Corumb\u00e1, mas acabou abandonando a mesma, a ponto de a falta de manuten\u00e7\u00e3o      da ferrovia ter prejudicado o transporte da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola de Mato Grosso      do Sul e tamb\u00e9m da Bol\u00edvia, funcionando de forma prec\u00e1ria e restringindo-se      quase exclusivamente ao transporte de carga.<\/p>\n<p>A abertura de frentes pioneiras com a constru\u00e7\u00e3o de ferrovias formam conquistas      e avan\u00e7os nas terras ind\u00edgenas, mas tamb\u00e9m acaba causando graves problemas      sociais, como a desterritorializa\u00e7\u00e3o, marginaliza\u00e7\u00e3o e empobrecimento dos      nativos, que se deslocam para as periferias das cidades. Este meio de transporte      j\u00e1 funcionou conduzindo passageiros com a fun\u00e7\u00e3o de turismo ou de com\u00e9rcio      de exporta\u00e7\u00e3o, partindo de S\u00e3o Paulo a Bauru, de Bauru a Corumb\u00e1 e de Corumb\u00e1      \u00e0 Bol\u00edvia, percorrendo 1.618 km em territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<p>Atualmente a ALL administra a ferrovia atrav\u00e9s da Novoeste (antigo Trem do      Pantanal), transportando anualmente mais de 2 milh\u00f5es de toneladas de mercadorias      tais como: min\u00e9rio de ferro, min\u00e9rio de mangan\u00eas, soja, cimento, derivados      de petr\u00f3leo, combust\u00edveis, produtos sider\u00fargicos dentre outros. Este elemento      articula os vetores s\u00f3cio-econ\u00f4micos, e atrav\u00e9s dela ocorre a integra\u00e7\u00e3o de      novos pa\u00edses ao bloco regional Mercosul. Faz parte das metas do governo estadual      e federal reativar o agora chamado Trem do Pantanal para<strong>passageiros      lentamente at\u00e9 2009.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ferronorte<\/strong><\/p>\n<p>Mais recente (constru\u00edda entre as d\u00e9cadas de 1980 e 1990), sai de Santa F\u00e9      do Sul (passando pela Ponte Rodoferrovi\u00e1ria sobre o Rio Paran\u00e1) no estado      de S\u00e3o Paulo e cruza o rio Paran\u00e1 at\u00e9 Aparecida do Taboado. Da\u00ed segue para      o norte do estado, passando por cidades como Inoc\u00eancia e Chapad\u00e3o do Sul at\u00e9      atingir Alto Taquari, no sul do estado de Mato Grosso. Tem como principais      produtos para transporte os gr\u00e3os para exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A taxa de analfabetismo em Mato Grosso do Sul decresceu no final do s\u00e9culo      XX, com redu\u00e7\u00f5es nos n\u00edveis de analfabetismo classe et\u00e1ria de 10 anos e mais,      passando de 23,37%, em 1980, para 9,5% em 2004. E apesar das redu\u00e7\u00f5es serem      significativas, os dados da \u00e1rea urbana e rural foram bem distintos.<\/p>\n<p><strong>Universidades<\/strong><\/p>\n<p>UEMS<br \/>\n     UFGD<br \/>\n     UFMS<br \/>\n     UCDB<br \/>\n     ANHANGUERA<br \/>\n     UNIGRAN<br \/>\n     Est\u00e1cio de S\u00e1<br \/>\n     ULBRA<br \/>\n     CTEI-MS<\/p>\n<p>Em novembro de 2009, foi implantado na Universidade Federal de Mato Grosso      do Sul o Centro Tecnol\u00f3gico de Eletr\u00f4nica e Inform\u00e1tica de Mato Grosso do      Sul (CTEI-MS), uma p\u00f3lo tecnol\u00f3gico criado pela parceria entre a UFMS, a UCDB      e a UNIDERP. Foi montada no CTEI uma das redes de inform\u00e1tica mais r\u00e1pidas      do pa\u00eds, que opera a 10 Gb\/s.<\/p>\n<p><strong>Cultura<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cultura de Mato Grosso do Sul<\/strong><\/p>\n<p>A cultura inclui a linguagem, as cren\u00e7as, os costumes, as cerim\u00f4nias, a conduta,      a arte, a culin\u00e1ria, a moda, o folclore, os gestos e o modo de vida de determinado      n\u00famero de pessoas em um per\u00edodo. O local onde se situa, o meio ambiente, a      economia e o que cerca um povo influ\u00eancia o seu modo de vida. A cultura local      \u00e9 uma mistura de v\u00e1rias contribui\u00e7\u00f5es das migra\u00e7\u00f5es ocorridas em seu territ\u00f3rio:<\/p>\n<p>Pratos t\u00edpicos: Arroz boliviano, Caribeu, Chipa, Farofa de banana, Farofa      de carne, Furrundu, Pacu assado, Puchero, Quibebe de mam\u00e3o, Sopa paraguaia,      Saltenha, Quebra-torto, Arroz carreteiro.Macarr\u00e3o boiadeiro Bebidas t\u00edpicas:      Caldo de piranha, Licor de pequi, Sorvete de bocaiuva e Terer\u00e9 geladinho ou      gelinho,picol\u00e9- MS.<\/p>\n<p><strong>S\u00edmbolos:\u00a0<\/strong>Viola-de-cocho, Trem do Pantanal<\/p>\n<p><strong>M\u00fasica:\u00a0<\/strong>Guar\u00e2nia, Chamam\u00e9, Cururu, Siriri, Vaner\u00e3o,      Sertanejo<\/p>\n<p><strong>G\u00edrias:\u00a0<\/strong>mulher bonita, pessoa terr\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>Pontos tur\u00edsticos<\/strong><\/p>\n<p>Turismo em Mato Grosso do Sul<\/p>\n<p>Trecho do rio da Prata em Jardim.<\/p>\n<p>Tenda de artesanato em Bonito.<\/p>\n<p>P\u00f4r do sol no Pantanal.Possui atrativos naturais e culturais que podem ser      vistos ao participar de passeios tur\u00edsticos. Os cen\u00e1rios s\u00e3o distintos e com      belezas peculiares, sendo rico em flora, fauna e exuber\u00e2ncia da natureza.      A dedica\u00e7\u00e3o de seus habitantes o tornaram uma das mais produtivas \u00e1reas agr\u00edcolas      e seus visitantes devem provar sua comida t\u00edpica. Principais pontos tur\u00edsticos:<\/p>\n<p>Complexo do Pantanal: \u00e9 a mais extensa \u00e1rea \u00famida cont\u00ednua do Planeta e um      santu\u00e1rio ecol\u00f3gico que abriga a maior diversidade mundial de fauna e flora.      Nele vivem aproximadamente 650 esp\u00e9cies de aves (cabe\u00e7as-secas, gar\u00e7as e jaburus,      o martim-pescador, os bigu\u00e1s, o pato-do-mato, o colhereiro, o ja\u00e7an\u00e3, o anu-branco,      o pica-pau, entre outras), 240 esp\u00e9cies de peixes (piranha, o pintado, o pacu,      o curimbat\u00e1 e o dourado), 50 de r\u00e9pteis, 80 do mam\u00edferos, al\u00e9m de uma imensa      diversidade na flora que abriga pastagens nativas, plantas ap\u00edcolas, comest\u00edveis,      tan\u00edferas e medicinais.<\/p>\n<p>Com\u00e9rcio fronteiri\u00e7o: para quem busca a op\u00e7\u00e3o de compra pelo livre com\u00e9rcio,      h\u00e1 as op\u00e7\u00f5es das cidades que fazem fronteira com zonas francas como Ponta      Por\u00e3, Bela Vista, Corumb\u00e1 e Porto Murtinho.<\/p>\n<p>Serra da Bodoquena: onde se localiza Bonito, uma cidade pequena que possui      solo calc\u00e1rio \u00e9 respons\u00e1vel pela cristalinidade dos rios. Regi\u00e3o conhecida      pelas grutas, cachoeiras e corredeiras.<br \/>\n     Lagoa do Sapo: Localizada na \u00e1rea central de Bataypor\u00e3.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>1. Ranking do IDH dos estados do Brasil em 2005. Programa das      Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (15 de setembro de 2008). P\u00e1gina      visitada em 17 de setembro de 2008.<br \/>\n     2. Prefeitura da Cidade de Campo Grande. Famoso Terer\u00e9. P\u00e1gina visitada em      26 de novembro de 2009.<br \/>\n     3. Revista Cient\u00edfica Eletr\u00f4nica de Agronomia. Evolu\u00e7\u00e3o da cultura de erva-mate      no Brasil durante o per\u00edodo de 1995 a 2005. P\u00e1gina visitada em 26 de novembro      de 2009.<br \/>\n     4. Portal Uni\u00e1gua: Aqu\u00edfero Guarani<br \/>\n     5. T\u00edtulo ainda n\u00e3o informado <br \/>\n     6. T\u00edtulo ainda n\u00e3o informado.<br \/>\n     7. T\u00edtulo ainda n\u00e3o informado .<br \/>\n     8. Popula\u00e7\u00e3o residente no Brasil em 2009: Publica\u00e7\u00e3o completa. Instituto Brasileiro      de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) (29 de agosto de 2009). P\u00e1gina visitada      em 28 de novembro de 2009.<br \/>\n     9. IBGE, PNAD 2005 \u0096 Mato Grosso do Sul.<br \/>\n     10. IBGE \u0096 Censo de 2000.<br \/>\n     11. Indicadores Sociais &#8211; 2007 &#8211; IBGE.<br \/>\n     12. Informa\u00e7\u00f5es do Pal\u00e1cio do Planalto sobre as comunidades quilombolas de      Mato Grosso do Sul.<br \/>\n     13. 13,0 13,1 TEODORO, Mirian Grasiela e AVELINO J\u00daNIOR, Francisco Jos\u00e9. Tens\u00e3o      no campo: as fam\u00edlias envolvidas na luta pela terra no Mato Grosso do Sul.      2005..<br \/>\n     14. LEVY, Maria Stella Ferreira. The role of international migration on the      evolution of the Brazilian population (1872 to 1972). Rev. Sa\u00fade P\u00fablica.,      S\u00e3o Paulo. Dispon\u00edvel em: &lt;&gt;. Acesso em: 06 Feb 2007. Pr\u00e9-publica\u00e7\u00e3o.      doi: 10.1590\/S0034-89101974000500003<br \/>\n     15. MetrolopeNet.<br \/>\n     16. Metr\u00f3pole Net.<br \/>\n     17. Funda\u00e7\u00e3o de Cultura de Mato Grosso do Sul.<br \/>\n     18. T\u00edtulo ainda n\u00e3o informado (favor adicionar).<br \/>\n     19. FAEP. A crise da agropecu\u00e1ria. P\u00e1gina visitada em 01 de dezembro de 2009.<br \/>\n     20. SEPROTUR. Pol\u00edtica de incentivos fiscais. P\u00e1gina visitada em 01 de dezembro      de 2009.<br \/>\n     21. Rosemeire A. de Almeida. Alian\u00e7a terra-capital em Mato Grosso do Sul.      P\u00e1gina visitada em 28 de novembro de 2009.<br \/>\n     22. MSNot\u00edcias. 94% da energia produzida no Estado \u00e9 de origem renov\u00e1vel.      P\u00e1gina visitada em 01 de dezembro de 2009.<br \/>\n     23. MSNot\u00edcias. Hidrel\u00e9trica gera emprego e renda para a regi\u00e3o leste de MS.      P\u00e1gina visitada em 01 de dezembro de 2009.<br \/>\n     24. Governo de Mato Grosso do Sul. Perfil de MS. P\u00e1gina visitada em 01 de      dezembro de 2009.<br \/>\n     25. T\u00edtulo ainda n\u00e3o informado.<br \/>\n     26. T\u00edtulo ainda n\u00e3o informado.<br \/>\n     27. T\u00edtulo ainda n\u00e3o informado.<br \/>\n     28. MS Not\u00edcias. Universidades inauguram centro tecnol\u00f3gico na UFMS. P\u00e1gina      visitada em 25 de novembro de 2009.<br \/>\n     29. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Universidades criam p\u00f3lo tecnol\u00f3gico      de eletr\u00f4nica e inform\u00e1tica. P\u00e1gina visitada em 25 de novembro de 2009.<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.achetudoeregiao.com.br<\/p>\n<h6>Mato Grosso do Sul<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/matogr10.jpg\" alt=\"Mato Grosso do Sul\" title=\"Mato Grosso do Sul\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/matogr51.jpg\" alt=\"Mato Grosso do Sul\" title=\"Mato Grosso do Sul\" \/><\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.brasil-turismo.com<\/p>\n<h6>Mato Grosso do Sul<\/h6>\n<h4>Evolu\u00e7\u00e3o Hist\u00f3rica<\/h4>\n<h4>S\u00e9culo XIX<\/h4>\n<p><strong>Saiba mais sobre o desenvolvimento econ\u00f4mico do Estado<\/strong><\/p>\n<p>Em 1820, Cuiab\u00e1 volta a ser sede pol\u00edtica e administrativa de Mato Grosso      e Vila Bela entra em decad\u00eancia. Neste per\u00edodo surgiu uma ind\u00fastria dom\u00e9stica      que supriu a necessidade de produtos da terra como farinha de mandioca, arroz,      feij\u00e3o, a\u00e7\u00facar, aguardente, azeite de mamona e algod\u00e3o.<\/p>\n<p>Por volta de 1830 surge a extra\u00e7\u00e3o da ipecacuanha ou poaia, Cephaelis ipecacuanha.      Nesta \u00e9poca, Jos\u00e9 Marcelino da Silva Prado, explorando garimpos de diamantes      nas imedia\u00e7\u00f5es do Rio Paraguai, em regi\u00e3o pr\u00f3ximo \u00e0 Barra do Bugres, observou      que seus garimpeiros usavam, quando doentes, um ch\u00e1 preparado com raiz de      arbusto facilmente encontrado \u00e0 sombra da quase impenetr\u00e1vel floresta da regi\u00e3o.      Tratava-se da \u0093poaia\u0094, que era antiga conhecida dos povos ind\u00edgenas,      que tinham repassado seu conhecimento aos colonizadores.<\/p>\n<p>Curioso e interessado, o garimpeiro enviou amostras da planta para an\u00e1lise      na Europa, via porto de C\u00e1ceres e Corumb\u00e1. Desta raiz \u00e9 extra\u00edda a Emetina,      subst\u00e2ncia vegetal largamente utilizada na ind\u00fastria farmac\u00eautica, principalmente      como fixador de corantes.<\/p>\n<p>Constatado oficialmente seu valor medicinal, iniciou-se, ent\u00e3o, o ciclo econ\u00f4mico      da poaia, de longa dura\u00e7\u00e3o e grandes benef\u00edcios para os cofres do Tesouro      do Estado. Esta planta \u00e9 extremamente sens\u00edvel, abundando em solos de alta      fertilidade sob \u00e1rvores de copas bem formadas. Seus principais redutos eram      \u00e1reas dos munic\u00edpios de Barra do Bugres e C\u00e1ceres.<\/p>\n<p>A princ\u00edpio, os carregamentos seguiam para a metr\u00f3poles via Goi\u00e1s, depois      passou a ser levada por via fluvial, com sa\u00edda ao estu\u00e1rio do Prata.<\/p>\n<p>Os poaieiros eram os indiv\u00edduos que se propunham a coletar a poaia. O poaiaeiro      surgiu em Mato Grosso em fins do s\u00e9culo XIX, e foi respons\u00e1vel pelo surgimento      de n\u00facleos de povoamento no Estado, gra\u00e7as \u00e0 sua atividade desbravadora, sempre      \u00e0 procura de novas \u0093manchas\u0094 da raiz da poaia.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, o pr\u00f3prio poaieiro decretou o (quase) fim desta cultura, pois os \u0093catadores\u0094      da poaia somente extra\u00edam as plantas, n\u00e3o faziam o replantio, n\u00e3o seguindo      o exemplo dos povos ind\u00edgenas que, ao subtra\u00edrem as raizes da ipeca, as replantavam,      garantindo, assim, a perenidade do vegetal.<\/p>\n<p>Outro fator que contribuiu para a escassez da planta foi o desmatamento desenfreado      da regi\u00e3o oestina de Mato Grosso, pois a poaia estava acostumada \u00e0 sombra      das matas \u00famidas, e sucumbiu ante a queda das \u00e1rvores. A poaia chegou a ser      o segundo contribuinte para os cofres da Prov\u00edncia de Mato Grosso, devido      a sua exporta\u00e7\u00e3o principalmente para a Europa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a constata\u00e7\u00e3o em Paris de que a borracha mato-grossense possu\u00eda boa      qualidade o produto tornou-se famoso em v\u00e1rias partes do mundo. Logo ap\u00f3s      a Guerra do Paraguai, em 1870, a produ\u00e7\u00e3o, oriunda dos vastos seringais nativos      da imensa regi\u00e3o banhada pelo Rio Amazonas, tornou-se um ponto de apoio para      os minguados cofres da Prov\u00edncia.<\/p>\n<p>Diamantino foi o grande centro produtor de l\u00e1tex e Cuiab\u00e1 se transformou      em centro comercial do produto, com v\u00e1rias empresas criadas para exportar      a borracha mato-grossense. Destacou-se entre elas a Casa Almeida e Cia., com      matriz na Pra\u00e7a 13 de Maio. Ela exportava para v\u00e1rias partes do mundo, principalmente      para Londres e Hamburgo.<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o de gado e a lavoura tornaram Livramento, Santo Ant\u00f4nio do Rio Abaixo      e Chapada dos Guimar\u00e3es os grandes celeiros da capital. Mas com o fim da escravid\u00e3o      estas localidades entraram em verdadeiro colapso.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o sul da Prov\u00edncia, hoje territ\u00f3rio de Mato Grosso do Sul, surgiu      ainda no fim do s\u00e9culo XIX a produ\u00e7\u00e3o de erva mate, Ilex paraguaiensis. O      empres\u00e1rio Tom\u00e1s Laranjeira obteve privil\u00e9gios da Prov\u00edncia para come\u00e7ar a      empresa Mate Laranjeira. Entre as facilidades conseguiu arrendar toda a regi\u00e3o      banhada pelos afluentes da margem direita do Rio Paran\u00e1, numa \u00e1rea de aproximadamente      400 l\u00e9guas quadradas.<\/p>\n<p>O empreendimento foi um sucesso e foi de grande contribui\u00e7\u00e3o para os cofres      p\u00fablicos na \u00e9poca. Com a quase extin\u00e7\u00e3o dos ervais nativos e uma pol\u00edtica      econ\u00f4mica contr\u00e1ria aos interesses comerciais desta cultura, o segmento comercial      entrou em decad\u00eancia em menos de duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/matogr61.jpg\" alt=\"Mato Grosso do Sul\" title=\"Mato Grosso do Sul\" \/><\/p>\n<p>Apesar de conturbado politicamente, o per\u00edodo de 1889 a 1906 foi de intenso      progresso econ\u00f4mico. Logo ap\u00f3s a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, v\u00e1rias usinas a\u00e7ucareiras      foram criadas e se desenvolveram. Entre elas se destacaram as usinas Concei\u00e7\u00e3o,      Aric\u00e1, Flechas, S\u00e3o Miguel e Itaici. Esses grandes empreendimentos foram,      na \u00e9poca, o maior ind\u00edcio de desenvolvimento industrial de Mato Grosso. Sua      decad\u00eancia foi em raz\u00e3o do grande isolamento da regi\u00e3o e do abandono por parte      do governo.<\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.mteseusmunicipios.com.br<\/p>\n<h6>Mato Grosso do Sul<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria do Mato Grosso do Sul<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/matogr71.jpg\" alt=\"Mato Grosso do Sul\" title=\"Mato Grosso do Sul\" \/><\/p>\n<p>Mato Grosso do Sul, o estado esta localizado na regi\u00e3o Centro Oeste do Brasil,      tem 78 munic\u00edpios com uma popula\u00e7\u00e3o total de 2.078.000 habitantes; sua capital      \u00e9 Campo Grande.<\/p>\n<p>O Estado de Mato Grosso do Sul formava um s\u00f3 estado juntamente com o estado      de Mato Grosso.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio do s\u00e9culo passado, a regi\u00e3o sul do estado do Mato Grosso aspirava      tornar-se um estado independente; durante a revolu\u00e7\u00e3o de 1932 Campo Grande      se uni a S\u00e3o Paulo e declara se um estado independente, tendo como capital      Campo Grande.<\/p>\n<p>Escolheu-se como governador o renomado m\u00e9dico Vespasiano Martins, instalando-se      o pal\u00e1cio do governo no pr\u00e9dio da Ma\u00e7onaria.<\/p>\n<p>A capital do estado do Mato Grosso, Cuiab\u00e1, rejeita a id\u00e9ia de separa\u00e7\u00e3o      da regi\u00e3o sul, que temia o esvaziamento econ\u00f4mico do estado; recebia maior      influ\u00eancia de Goi\u00e1s, Rio de Janeiro, Paran\u00e1 e parte de Minas Gerais, continua      legalista. Campo Grande, deste modo, torna-se a Capital do Estado de Maracaj\u00fa,      concretizando um anseio j\u00e1 manifestado desde o in\u00edcio do s\u00e9culo: O Sul independente      do Norte durante o per\u00edodo de 11 de julho at\u00e9 outubro de 1932.<\/p>\n<p>O Sul do estado do Mato Grosso consegue eleger a maioria da Assembl\u00e9ia Legislativa      Estadual, vindo a ser concretizado, em 11 de outubro de 1977, pela promulga\u00e7\u00e3o      da Lei Complementar n\u00ba 31, a cria\u00e7\u00e3o de um novo estado, estalado em 1\u00ba de      janeiro de 1979, o estado de Mato Grosso do Sul, e elege Campo Grande como      sua Capital.<\/p>\n<p>A justificativa apresentada pelo Governo Federal para realizar o desmembramento      foi de que o antigo estado de Mato Grosso ocupava \u00e1rea geogr\u00e1fica muito extensa      e est\u00e1 naturalmente dividido por marcante diversidade ecol\u00f3gica, o que dificultava      a sua administra\u00e7\u00e3o. Enquanto a regi\u00e3o norte, na entrada da Amaz\u00f4nia, \u00e9 coberta      por florestas, a regi\u00e3o sul \u00e9 formada por campos, nela se encontrando a maior      parte do complexo do pantanal.<\/p>\n<p>O novo Estado, criado em 1979, foi governado por um interventor nomeado pelo      Presidente da Rep\u00fablica at\u00e9 o ano de 1982, quando teve lugar a primeira elei\u00e7\u00e3o      realizada para Governador do Estado. Tem como base econ\u00f4mica a agropecu\u00e1ria,      principalmente a produ\u00e7\u00e3o e industrializa\u00e7\u00e3o da soja, milho, cana e gado de      corte. A produ\u00e7\u00e3o de bio \u0096 combust\u00edvel no estado \u00e9 uma realidade.<\/p>\n<p>Fonte: mochileiro.tur.br<\/p>\n<h6>Mato Grosso do Sul<\/h6>\n<h4>Hino de Mato Grosso do Sul<\/h4>\n<p>Os celeiros de farturas,<br \/>\n     Sob um c\u00e9u de puro azul,<br \/>\n     Reforjaram em Mato Grosso do Sul<br \/>\n     Uma gente audaz.<\/p>\n<p>Tuas matas e teus campos,<br \/>\n     O esplendor do Pantanal,<br \/>\n     E teus rios s\u00e3o t\u00e3o ricos<br \/>\n     Que n\u00e3o h\u00e1 igual.<\/p>\n<p>A pujan\u00e7a e a grandeza<br \/>\n     de fertilidades mil,<br \/>\n     S\u00e3o o orgulho e a certeza<br \/>\n     Do futuro do Brasil.<\/p>\n<p>Moldurados pelas serras,<br \/>\n     Campos grandes: Vacaria,<br \/>\n     Rememoram desbravadores,<br \/>\n     Her\u00f3is, tanta galhardia!<\/p>\n<p>Vespasiano, Camis\u00e3o<br \/>\n     E o tenente Antonio Jo\u00e3o,<br \/>\n     Guaicurus, Ricardo Frando,<br \/>\n     Gl\u00f3ria e tradi\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>A pujan\u00e7a e a grandeza<br \/>\n     De fertilidades mil,<br \/>\n     S\u00e3o o orgulho e a certeza<br \/>\n     Do futuro do Brasil.<\/p>\n<p class=\"imagem\">\n<p>Fonte: letras.terra.com.br<\/p>\n<h6>Mato Grosso do Sul<\/h6>\n<h4>A Bandeira<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/matogr81.jpg\" alt=\"Mato Grosso do Sul\" title=\"Mato Grosso do Sul\" \/><\/p>\n<p>Um dos s\u00edmbolos oficiais do Estado do Mato Grosso do Sul, a bandeira foi      institu\u00edda pelo Decreto n.o.1, datado de 1 de janeiro de 1979. Projetada por      Mauro Miguel Munhoz e assim descrita por ele:<\/p>\n<p>&#8220;O homem, em uma de suas mais caracter\u00edsticas atitudes, sempre procurou      representar seus sonhos, seus ideais, suas mais caras raz\u00f5es de viver, atrav\u00e9s      de uma simbologia que transmitisse, n\u00e3o s\u00f3 a ele, mas tamb\u00e9m aos que rodeiam,      a magnitude de tais pensamentos.<\/p>\n<p>Ideais trabalhados e realidade constru\u00edda: Bandeira, Fl\u00e2mula Magna, s\u00edmbolo      m\u00e1ximo a pairar sobre nossa Terra, pois, aparentemente fr\u00e1gil em sua haste,      h\u00e1 realidade traduz a for\u00e7a conjunta de toda a popula\u00e7\u00e3o de um Estado.<\/p>\n<p>Nosso s\u00edmbolo \u00e9 o do equil\u00edbrio, da firmeza e da serenidade. N\u00f3s somos a      estrela dourada que brilha no c\u00e9u azul d esperan\u00e7a, a simbolizar a riqueza      do nosso labor.<\/p>\n<p>As metas e os campos do nosso Estado representam um desafio, mas ao mesmo      tempo, a consci\u00eancia da preserva\u00e7\u00e3o do nosso verde, de nosso tesouro maior,      que \u00e9 a pr\u00f3pria natureza.<\/p>\n<p>N\u00f3s somos o Estado do equil\u00edbrio, onde chamin\u00e9s sider\u00fargicas e \u00e1reas florestais      coexistir\u00e3o pacificamente, lado a lado. Entre o verde e o azul, na converg\u00eancia      pr\u00e1tica de todas as nossas atitudes, n\u00f3s somos a faixa branca do porvir, a      alvidez serena da amizade entre os povos.&#8221;<\/p>\n<h4>O Bras\u00e3o<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisconovo\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/matogr9.jpg\" alt=\"Mato Grosso do Sul\" title=\"Mato Grosso do Sul\" \/><\/p>\n<p>O bras\u00e3o de armas do Estado do Mato Grosso do Sul foi institu\u00eddo pelo Decreto      n.o. 1 de 1 de janeiro de 1979, por iniciativa do Jos\u00e9 Luiz de Moura Pereira,      com a seguinte descri\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>&#8220;O escudo \u00e9 do tipo peninsular ou flamengo, que na moderna her\u00e1ldica      brasileira tem merecido destacada prefer\u00eancia e est\u00e1 dividido de forma que      o ter\u00e7o superior ocupe o chefe e os dois ter\u00e7os restantes, a faixa e campanha.<\/p>\n<p>Em chefe, a parte mais nobre do escudo, representando a cria\u00e7\u00e3o do novo Estado.      Nele, o chefe, de &#8220;blau&#8221; (azul), uma estrela de ouro, que \u00e9 a estrela      constante na Bandeira do Estado, e que simboliza um Estado nascente, cujo      futuro se ergue promissor e fecundo. O metal, &#8220;ouro&#8221;, simboliza      a riqueza que nosso futuro trar\u00e1.<\/p>\n<p>Abaixo dessa alegoria, sobre o campo &#8220;sinople&#8221; (verde) que ocupa      os dois ter\u00e7os inferiores do escudo, a figura altiva de uma &#8220;on\u00e7a pintada&#8221;      passante, estilizada com a cabe\u00e7a voltada para a destra e com aplica\u00e7\u00f5es em      &#8220;sable&#8221; (negro) sugerindo &#8220;pintas&#8221; (a qual pretendemos      dar posturas de dignidade her\u00e1ldicas sem a importa\u00e7\u00e3o de figuras quim\u00e9ricas      e fant\u00e1sticas, extra\u00eddas da mitologia e de lendas alheias a nossa realidade)      no seu &#8220;habitat&#8221; natural, como representante leg\u00edtima de uma fauna      rica e exuberante que, pesa-nos dizer, em avan\u00e7ado processo de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Circundando o escudo, como fechamento, uma bordadura em &#8220;blau&#8221;      (azul) com bordaduras de campo em prata, carregada com 55 (cinquenta e cinco)      estrelas igualmente de prata, representativas da totalidade dos munic\u00edpios      que comp\u00f5em a unidade do novo Estado. Este n\u00famero poder\u00e1 ser alterado, \u00e0 medida      que se torne necess\u00e1rio, pela anexa\u00e7\u00e3o ou desmembramento dos munic\u00edpios.<\/p>\n<p>Como suporte, uma grinalda com um ramo de caf\u00e9 frutificado \u00e0 destra, e outro      de erva-mate florido \u00e0 sinistra, representativos de duas culturas das mais      significativas, tanto pelo seu valor hist\u00f3rico, como pela sua import\u00e2ncia      para a economia do novo Estado, ambos em sua cor natural, estilizados.<\/p>\n<p>Encimando o Bras\u00e3o, como timbre, os raios solares, do resplendor de ouro,      em forma de meio c\u00edrculo, constitu\u00eddo de 8 (oito) raios de pontas bipartidas      mais duas metades, limitado abaixo pela linha de horizonte. Sobre a grinalda,      uma fita de pontas bipartidas, em &#8220;blau&#8221; (azul) com as inscri\u00e7\u00f5es:      11.10.77 e Mato Grosso do Sul, em prata. As cores adotadas est\u00e3o assim classificadas      bem como sua simbologia her\u00e1ldica e seu significado.<\/p>\n<p><strong>Metais:<\/strong>\u00a0Ouro (amarelo) al\u00e9m de simbolizar justi\u00e7a,      f\u00e9 e const\u00e2ncia lembra as riquezas minerais do seu solo, de vital import\u00e2ncia      para o desenvolvimento econ\u00f4mico do novo Estado; Prata (branco) traduz bondade,      pureza e vit\u00f3ria, qualidades inerentes daqueles que t\u00eam sentimentos nobres.<\/p>\n<p><strong>Esmaltes:<\/strong>\u00a0O&#8221;sinople&#8221; (verde) pode      significar renova\u00e7\u00e3o; esperan\u00e7a de um grande destino que se descortina para      o novo Estado, como tamb\u00e9m o verdor de suas matas e pastagens; O &#8220;blau&#8221;      (azul) n\u00e3o somente expressa a cor do c\u00e9u que cobre o novo Estado, como traduz      sabedoria, fidelidade e clarivid\u00eancia, fatores ponder\u00e1veis no processo de      desenvolvimento de um povo; O &#8220;sable&#8221; (negro) e os &#8220;goles&#8221;      (vermelho) embora sejam aplica\u00e7\u00f5es e complementos da figura da &#8220;on\u00e7a      pintada&#8221; t\u00eam seu significado her\u00e1ldico: o primeiro &#8211; solidez, firmeza      e seguran\u00e7a; o segundo, grandeza, aud\u00e1cia, bravura.<\/p>\n<p>Fonte: www.guiadoturista.net<\/p>\n<h6>Mato Grosso do Sul<\/h6>\n<h4>BRAS\u00c3O DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL<\/h4>\n<p><strong>DECRETO N\u00ba 2 \u0096 DE 1\u00ba DE JANEIRO DE 1979<\/strong><\/p>\n<p><strong>Institui o Bras\u00e3o de Armas do Estado de Mato Grosso do Sul.<\/strong><\/p>\n<p><strong>O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso da atribui\u00e7\u00e3o      que lhe confere o art. 7\u00ba do Decreto-Lei n\u00ba 1 de 1\u00ba de janeiro de 1979.<\/strong><\/p>\n<p><strong>D E C R E T A:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Art. 1\u00ba &#8211;\u00a0<\/strong>Fica institu\u00eddo o Bras\u00e3o de Armas      do Estado de Mato Grosso do Sul, como consta do desenho em anexo, elaborado      por Jos\u00e9 Luiz de Moura Pereira, com a seguinte descri\u00e7\u00e3o e justificativa do      autor:<\/p>\n<p>&#8220;O escudo \u00e9 do tipo peninsular ou flamengo, que na moderna her\u00e1ldica      brasileira tem merecido destacada prefer\u00eancia e est\u00e1 dividido de forma que      o ter\u00e7o superior ocupe o chefe e os dois ter\u00e7os restantes, a faixa e campanha.      Em chefe, a parte mais nobre do escudo, representando a cria\u00e7\u00e3o do novo Estado.      Nele, o chefe, de &#8220;blau&#8221; (azul), uma estrela de ouro, que \u00e9 a estrela      constante na Bandeira do Estado, e que simboliza um Estado nascente, cujo      futuro se ergue promissor e fecundo.<\/p>\n<p>O metal, &#8220;ouro&#8221;, simboliza a riqueza que nosso futuro trar\u00e1. Abaixo      dessa alegoria, sobre o campo &#8220;sinople&#8221; (verde) que ocupa os dois      ter\u00e7os inferiores do escudo, a figura altiva de uma &#8220;on\u00e7a pintada&#8221;      passante, estilizada com a cabe\u00e7a voltada para a destra e com aplica\u00e7\u00f5es em      &#8220;sable&#8221; (negro) sugerindo &#8220;pintas&#8221; (a qual pretendemos      dar posturas de dignidade her\u00e1ldicas sem a importa\u00e7\u00e3o de figuras quim\u00e9ricas      e fant\u00e1sticas, extra\u00eddas da mitologia e de lendas alheias a nossa realidade)      no seu &#8220;habitat&#8221; natural, como representante leg\u00edtima de uma fauna      rica e exuberante que, pesa-nos dizer, em avan\u00e7ado processo de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Circundando o escudo, como fechamento, uma bordadura em &#8220;blau&#8221;      (azul) com bordaduras de campo em prata, carregada com 55 (cinquenta e cinco)      estrelas igualmente de prata, representativas da totalidade dos munic\u00edpios      que comp\u00f5em a unidade do novo Estado. Este n\u00famero poder\u00e1 ser alterado, \u00e0 medida      que se torne necess\u00e1rio, pela anexa\u00e7\u00e3o ou desmembramento dos munic\u00edpios.<\/p>\n<p>Como suporte, uma grinalda com um ramo de caf\u00e9 frutificado \u00e0 destra, e outro      de erva-mate florido \u00e0 sinistra, representativos de duas culturas das mais      significativas, tanto pelo seu valor hist\u00f3rico, como pela sua import\u00e2ncia      para a economia do novo Estado, ambos em sua cor natural, estilizados.<\/p>\n<p>Encimando o Bras\u00e3o, como timbre, os raios solares, do resplendor de ouro,      em forma de meio c\u00edrculo, constitu\u00eddo de 8 (oito) raios de pontas bipartidas      mais duas metades, limitado abaixo pela linha de horizonte. Sobre a grinalda,      uma fita de pontas bipartidas, em &#8220;blau&#8221; (azul) com as inscri\u00e7\u00f5es:      11.10.77 e Mato Grosso do Sul, em prata.<\/p>\n<p>As cores adotadas est\u00e3o assim classificadas bem como sua simbologia her\u00e1ldica      e seu significado.<\/p>\n<p><strong>METAIS:<\/strong>\u00a0ouro (amarelo) al\u00e9m de simbolizar justi\u00e7a,      f\u00e9 e const\u00e2ncia lembra as riquezas minerais do seu solo, de vital import\u00e2ncia      para o desenvolvimento econ\u00f4mico do novo Estado; prata (branco) traduz bondade,      pureza e vit\u00f3ria, qualidade inerentes daqueles que t\u00eam sentimentos nobres.<\/p>\n<p><strong>ESMALTES:<\/strong>\u00a0&#8220;sinople&#8221; (verde) pode significar      renova\u00e7\u00e3o; esperan\u00e7a de um grande destino que se descortina para o novo Estado,      como tamb\u00e9m o verdor de suas matas e pastagens. O &#8220;blau&#8221; (azul)      n\u00e3o somente expressa a cor do c\u00e9u que cobre o novo Estado, como traduz sabedoria,      fidelidade e clarivid\u00eancia, fatores ponder\u00e1veis no processo de desenvolvimento      de um povo; o &#8220;sable&#8221; (negro) e os &#8220;goles&#8221; (vermelho)      embora sejam aplica\u00e7\u00f5es e complementos da figura d &#8220;on\u00e7a pintada&#8221;      t\u00eam seu significado her\u00e1ldico: o primeiro \u0096 solidez, firmeza e seguran\u00e7a;      o segundo, grandeza, aud\u00e1cia, bravura.<\/p>\n<p><strong>MODULA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p>O escudo tem as propor\u00e7\u00f5es de 07 m (sete m\u00f3dulos) por 08 m (m\u00f3dulos) com      uma bordadura com a largura de 01 m (um m\u00f3dulo) formando um escudo de 05 m      (cinco m\u00f3dulos). Este est\u00e1 dividido em tr\u00eas partes na sua altura, de modo      a resultar o primeiro ter\u00e7o, em chefe com 03 m (dois m\u00f3dulos) de altura e      dois ter\u00e7os restantes compreendidos pela faixa e pela campanha com 04 m (quatro      m\u00f3dulos).<\/p>\n<p>A figura estilizada da &#8220;on\u00e7a pintada&#8221;, colocada no meio desses      dois ter\u00e7os tem 04 m (quatro m\u00f3dulos) de comprimento por 02 m (dois m\u00f3dulos)      de altura.<\/p>\n<p>O Chefe, em &#8220;blau&#8221; com a estrela dourada no centro 01 m (um m\u00f3dulo).      As estrelas ser\u00e3o tra\u00e7adas dentro de c\u00edrculos iguais com di\u00e2metro de 0,4 m      (quatro d\u00e9cimos de m\u00f3dulo); as borduras de campo, interna e externa da bordadura      ter\u00e3o 02 m (dois d\u00e9cimos de m\u00f3dulo).<\/p>\n<p>A fita onde ser\u00e3o colocadas a data e o nome do Estado ter\u00e1 0,75 m (tr\u00eas quartos      de m\u00f3dulo) de largura, com algarismos e letras com 0,5 m (meio m\u00f3dulo) de      altura. O resplendor ter\u00e1 um raio de 6,25 m (seis m\u00f3dulos e um quarto) partindo      do centro da linha divis\u00f3ria dos ter\u00e7os superior e m\u00e9dio.<\/p>\n<p>As aplica\u00e7\u00f5es sugerindo &#8220;pintas&#8221;, ter\u00e3o 0,05 m (cinco cent\u00e9simos      de m\u00f3dulo) por 0,15 m (quinze cent\u00e9simos de m\u00f3dulo) colocadas aos pares, alternadas.      Os espa\u00e7amentos ser\u00e3o sucess\u00f5es de 0,05 (cinco cent\u00e9simos de m\u00f3dulos) e 0,35      m (trinta e cinco cent\u00e9simos de m\u00f3dulo) no sentido do comprimento e de 0,35      m (trinta e cinco cent\u00e9simos de m\u00f3dulo) e de 0,35 (trinta e cinco cent\u00e9simos      de m\u00f3dulo) no sentido da altura.<\/p>\n<p>Inova\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o profana\u00e7\u00f5es, pois que n\u00e3o ferem dogmas da velha ci\u00eancia      e Arte da Armada, buscam atualizar a Her\u00e1ldica, harmonizando com o esp\u00edrito      do Estado de Mato Grosso do Sul estas armas. S\u00e3o estas as inova\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p><strong>&#8211; as cores:\u00a0<\/strong>o &#8220;blau&#8221; (azul), os metais      (ouro e prata), o &#8220;sinople&#8221; (verde), &#8220;sable&#8221; (negro) e      os &#8220;goles&#8221; (vermelho), que nem por apresentarem abrandadas tonalidades      deixam de ser as originais;<\/p>\n<p>&#8211; a supress\u00e3o dos raios solares, que encimam o Bras\u00e3o, em forma de meio c\u00edrculo,      altera\u00e7\u00f5es sempre poss\u00edveis, dado tratar-se de ornato exterior, sujeito \u00e0s      mais arbitr\u00e1rias interpreta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas;<\/p>\n<p>&#8211; a supress\u00e3o do detalhe, facultativo por tamb\u00e9m se tratar de elementos externos,      da inscri\u00e7\u00e3o da divisa, dos ramos de caf\u00e9 frutificado e da erva-mate florido      e o resplendor.<\/p>\n<p><strong>Art. 2\u00ba &#8211;\u00a0<\/strong>Este Decreto entrar\u00e1 em vigor na data      de sua publica\u00e7\u00e3o, revogadas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Campo Grande, 1\u00ba de janeiro de 1977<\/p>\n<p><strong>HARRY AMORIM COSTA<br \/>\n     Governador<\/strong><\/p>\n<p>Jardel Barcellos de Paula<br \/>\n     Paulo de Almeida Fagundes<br \/>\n     Nelson Strohmeier Lersch<br \/>\n     Odilon Martins Romeo<br \/>\n     Afonso Nogueira Sim\u00f5es Correa<br \/>\n     Carlos Garcia Voges<br \/>\n     Nelson Mendes Fontoura<br \/>\n     Euro Barbosa de Barros<\/p>\n<p>Fonte: www.brasilrepublica.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mato Grosso do Sul, Hist\u00f3ria, Origem, Tradi\u00e7\u00f5es, Cultura, Gastronomia, Pontos Turisticos, Bandeira, Mato Grosso do 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